Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E31 – Cap. 16: Libertação pelo amor – Parte 1
Na primeira parte do Capítulo 16 de Loucura e Obsessão, o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert reflete sobre o poder transformador do amor como caminho de libertação espiritual. O estudo evidencia que, diante dos conflitos e das dores que acompanham os processos obsessivos, o exercício da compreensão, do perdão e da caridade constitui força decisiva para restaurar o equilíbrio da mente e do coração. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: Ângela Matté Dutra da Silva 📝 Resumo: Vânia Maria de Souza 🔎 Aprofundamentos: Ângela Matté Dutra da Silva e Laudelino Risso 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #LibertacaoPeloAmor #EstudoDaObra #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #Caridade #Perdao #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #MansaoDoCaminho #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, amigos, irmãos queridos que nos acompanham ao longo desse estudo das obras do Benfeitor Manuel Filomeno de Miranda. É com alegria que hoje nós nos reunimos para darmos sequência ao estudo para mais um encontro que nós trataremos hoje do capítulo 16 da obra Loucura e Obsessão que estamos fazendo. Então, nós estamos aqui com os nossos queridos amigos, irmãos Laudes, Vânia, que estarão aqui também hoje encarregados desse estudo. Então, para que nós possamos nos preparar envolvendo a nossa casa mental com a proposta da noite, nós vamos convidar o nosso Laudelino para que nos conduza aos pensamentos em prece. Por favor, Laudes, >> vamos orar. Mestre Jesus, queridos benfeitores que acompanham os nossos estudos e dirigem as inspirações para que todos nós possamos galgar os nossos passos evolutivos nestes dias turbulentos da humanidade, aonde as lideranças necessitam o devido amparo espiritual para o controle mental. psíquico e espiritual. Rogamos ao coletivo para que a harmonia, a paz e a concórdia possam estreitar os corações fraternos a liderar ao psiquismo de Cristo. Mantém-nos em sua paz a confiança do bom pastor que segue controlando as ovelhas e dirigindo a humanidade ao caminho de volta ao Pai. mantenhamos em paz e que possamos compreender um pouco mais das reflexões profundas da proposta do livro do nosso querido Manuel Filomeno e do nosso de que assim seja. >> Que assim seja. Então, amigos, como falamos, hoje nós vamos dar sequência iniciando o capítulo 16, que o benfeitor intitula libertação pelo amor. Então, como é nossa o nosso primeiro contato com esse capítulo, nós teremos hoje a nossa querida Vânia, que vai nos trazer o resumo. Então, depois dos do resumo, nós passaremos aos aprofundamentos. Vânia, seja bem-vinda. Queremos muito ouvir o seu resumo. >> Boa noite, querida Ângela, querido Laudes, queridos amigos e irmãos que nos acompanham. Então vamos falar do capítulo 16, ainda o caso de Lício no início do capítulo. Então Filomeno diz que no dia seguinte eles visitam os amigos Lício e
audes, queridos amigos e irmãos que nos acompanham. Então vamos falar do capítulo 16, ainda o caso de Lício no início do capítulo. Então Filomeno diz que no dia seguinte eles visitam os amigos Lício e o seu tio Nicomedes que receberam assistência e constata os salutares efeitos da providência terapêutica. Evidentemente, nem todos os problemas de Lício do seu tio ficaram solucionados, porque permaneciam ainda vinculados as personagens em processo reparador que eles teriam que reconquistar. Ademais, as tendências viciosas a que se acostubaram não haviam desaparecido. O que diminuiu foi a volúpia, a ansiedade mórbida que castigava Nicometes. Enquanto Lício, que se prendia emocionalmente, passou a sentir uma ternura mais natural, desprovida de condimentos carnais. A primeira etapa da decisão foi bem realizada, graças à mercê de Deus e ao devotamento dos benfeitores espirituais. Então, o universo de reflexões assomou a mente de Filomeno de Miranda ao analisar a luta redentora que os dois amigos passariam a travar agora de maneira consciente. Então ele diz, tal luta é o oposto do que se vê na desenfreada busca do prazer que enlouquece a criatura humana. Quando a criatura humana, exaurindo-se, foge de um para outro gozo, derrapando para abismos mais profundos. a facilidade com que se expressam muitos estudiosos do comportamento, propondo liberação em vez de educação, vivência do desequilíbrio em vez de reajustamento. Confirma desta forma o materialismo que ainda existe na nossa cultura atual. Mais lamentável, diz-lhe, é o fato em de em quem conhe observado, em quem conhece a realidade do espírito e que adotam a postura dita moderna, propõe que o indivíduo em desequilíbrio assuma sua realidade interior e se jogue no palco das paixões em desgoverno. É certo, diz Miranda, que não recomendamos uma posição castradora, inibitiva, pois que cada qual responde pela própria ação. Todavia, conhecendo a lei de causalidade, cumpre-nos sugerir mais reflexão em torno dos envolvimentos
não recomendamos uma posição castradora, inibitiva, pois que cada qual responde pela própria ação. Todavia, conhecendo a lei de causalidade, cumpre-nos sugerir mais reflexão em torno dos envolvimentos emocionais e psicológicos. e diz que a reencarnação tem caráter educativo, gerador de hábitos novos e é instrumento disciplinante em face dos limites que propõe pelos impositivos da evolução. Então, nesse capítulo agora, e Filomeno de Miranda vai tratar de Carlos, né, recordando que Carlos no passado recebeu um grupo de escravos recém-chegados da África e uma jovem escrava despertou a sua cobiça, e esta era a sua atual adversária. Assim como o esposo dela, também sacrificado, era o seu adversário. atual. 150 anos se passaram. Após essas reflexões, Miranda vai falar a respeito de mais uma reunião em que seriam atendidos os adversários espirituais de Carlos. Na madrugada, Carlos, em desdobramento pelo sono, foi conduzido por Impéducles, o seu pai desencarnado, à casa dirigida pela irmã emerenciana. Logo que iniciada a reunião, trouxeram ao recinto o irmão infeliz, aquele que se caracterizava como Exu. José Manuel era o seu nome, denotava cansaço e alguma turbação psíquica que só a longo prazo viria a se libertar totalmente. Trazendo-o à atualidade, Emerenciana explicou-lhe que todos ali estavam para ajudá-lo e pediu-lhe que recuasse no tempo, voltando a cenzá-la ao poste do sacrifício. O espírito cerrou as pálpebras e caiu em pranto de dor e de revolta, impossibilitado de falar. Dr. Bezerra aplicou o mesmo recurso em Carlos, que voltou à forma arrogante do passado, que o infelicitou e cujos efeitos agora padecia. Percebendo a ocorrência, em Pédoclis, o pai de Carlos Desencarnado, registrando a chegada da sua mãe adotiva do passado, autossugestionou-se e voltou à infância. quando seus pais haviam sido sacrificados pelo infeliz senhor. Composta a cena por força ideica modeladora que recompunha o passado, os dois auxiliares trouxeram a Pombagira, mãe da criança. Igualmente convidada ao passado, ela
o sacrificados pelo infeliz senhor. Composta a cena por força ideica modeladora que recompunha o passado, os dois auxiliares trouxeram a Pombagira, mãe da criança. Igualmente convidada ao passado, ela assumiu a personalidade na qual se desencadeou a pugna selvagem. Emerenciana dirigiu-se aos três personagens do drama do passado e expôs sem afetação. Aqui nos reúne a misericórdia de Deus para apagarmos os incêndios que o ódio ateou com a água pura do amor. E prosseguiu, dizendo: "O irmão José Manuel desejou não a muito destruir a outra adversária do seu verdugo, por desejá-lo apenas para si. No entanto, a fim de avaliar o acerto da providência que tomamos, vamos esclarecer-lhe que a antagonista que lhe disputava a presa contigo, não é outra alma senão a sua esposa que o inimigo trucidou. Nesse ponto, o Dr. Bezerra conduziu o médium que incorporava a ex-pombagira e ex-esposa de José Manuel. E quando os dois se contemplaram, foi inevitável a explosão de felicidade no pranto que lhes jorrava do íntimo, agora sem o ácido que os queimava cruelmente. No reencontro, ambos lamentaram a pugna em que se debateram por causa de Carlos, o verdugo, a quem obsidiavam. Na verdade, a loucura do ódio que nutriam pelo antigo Algoz os alucinava, turbando a clareza que de sua visão espiritual. Disse José Manuel, a simples recordação daquele que nos destruiu a todos alucina-me. Tenho que desforçar-me. Farei isto por todos nós. Ando ação negativa de José Manuel, emerenciana projetou seu pensamento sobre a antiga esposa, que segurou o companheiro pelos braços e propôs: "Acalma-te, não destruas o nosso momento. É necessário valorizar o nosso reencontro ou o perderemos? O que mais desejas? desgraçá-lo e perder-nos a todos ou atender-nos para nele pensar depois. A pergunta no dialeto que lhes era familiar deixou-o ainda mais encolerizado. E assim ele respondeu: "Estar contigo é o que nunca supus fosse possível. Então, eras tu a bomba gira que o perseguia?" Ela disse que sim e conta a ele que o filhinho deles foi
inda mais encolerizado. E assim ele respondeu: "Estar contigo é o que nunca supus fosse possível. Então, eras tu a bomba gira que o perseguia?" Ela disse que sim e conta a ele que o filhinho deles foi criado no próprio lar do seu verdugo, que terminou por confiar nele e amá-lo. Então, nesse instante, a senhora, que retinha o menino nos braços, aproximou-se e destendeu à mãezinha e o apresentou ao pai José Manuel. Ele, sem controle da emoção, ajoelhou-se e então a ex-esposa lhe diz: "A maior prova da nossa gratidão é permanecermos felizes com o filho. Toma-o nos braços." José Manuel se deteve e, segurando o filho no colo, ria e chorava. Então disse: "Que faremos?" Ela respondeu: "Perdoaremos a quem nos molestou, mas guardou em paz o filhinho para nós." Logo que ouviu a antiga esposa falar em perdoar, José Manuel é tomado pelo impacto e clama: "Nunca o farei". E entrar em descontrole da emoção atormentada quando a mulher que ele amava retrucou. Se Deus o perdoa, por nós não o faremos? O Pai nos devolve o Filho, porque nós não lhe podemos restituir a paz. O nosso pesadelo no ódio foi muito longo. Enquanto enveredamos pela treva, nosso filhinho seguiu a claridade do bem. Quando morreu, veio em nossa busca e não nos encontrou. soube da nossa infinita desdita, porém não pôde rever-nos, nem estar conosco. Teria que lutar muito para nos socorrer um dia. E foi o que ele passou a fazer. reencarnou-se e fez-se pai, recebendo-nos braços para que se pudesse redimir aquele que nos jogou no calaboço da infinita aflição. Dito isso, a ex-escrava revelou: "Fica sabendo, portanto, que o nosso adorado filho de ontem foi há pouco tempo na terra o amado pai do nosso infelicitador." José Manuel deteve-se e disse: "E os crimes que o bárbaro cometeu contra nós?" E ela diz: "Praticou-os contra ele mesmo, observa-o humilhado e sob controle. Ele tem sofrido a nossa presença nefanda há quanto tempo? Eilo enfermo mental sob o julgo dos seus erros, que nós ambos pioramos com a nossa fúria. Para que tirar-lhe o corpo?
umilhado e sob controle. Ele tem sofrido a nossa presença nefanda há quanto tempo? Eilo enfermo mental sob o julgo dos seus erros, que nós ambos pioramos com a nossa fúria. Para que tirar-lhe o corpo? Não é tomar-lhe a vida. Então, José Manuel, vencido pelos argumentos da companheira, aqueceu. A esposa então voltou a abraçá-lo. A benfeitor esclarece esclarece-os dizendo: "Oito da escravidão foi efeito de loucuras que ambos praticaram em existências passadas na Europa, onde foram degredados em espírito para renascerem na África." e conta-lhes que também ela passou por igual situação. Após, ela esclarece que eles dois recomeçariam naquele momento o processo de sua redenção, que os capacitaria para mais avançadas conquistas. Era preciso, porém, confiar em Deus e ter coragem. Mais tarde, Filomeno de Miranda confabulando com a benfeitura a respeito do recurso desta doutrinação indireta que nós vimos em que a própria esposa conversou com José Manuel, então emerenciana Elucida. A doutrinação, amigo Miranda, é uma terapia de amor e somente com essa força em nosso campo de ação espiritual lograremos o resultado a que ela propõe. A informação lógica rompe as barreiras mentais e auxilia a razão. Todavia, só o amor bem vivido arrebenta as algemas do ódio, da indiferença e proporciona o perdão. Longos discursos, diz ela, e debates mediúnicos em muitos núcleos espíritas, às vezes servem apenas para exibição de cultura e habilidade verbal, raramente para esclarecer e liberar os que se sentem lesados e estão sofridos buscando entendimento e socorro, mesmo sem que se deem conta disso. Muito obrigada pela atenção. Esse é o nosso resumo, Ângela. >> Obrigada, Vânia, pelo excelente resumo que você sempre nos traz. E com esse resumo nós vamos iniciar as reflexões da noite, porque esse capítulo, como todos os outros, aliás, que nós temos visto, nos oferece a possibilidade de analisarmos muitos assuntos. E como nós vamos nos ater a primeira parte do capítulo, nós elegemos como inicialmente a base dos nossos
outros, aliás, que nós temos visto, nos oferece a possibilidade de analisarmos muitos assuntos. E como nós vamos nos ater a primeira parte do capítulo, nós elegemos como inicialmente a base dos nossos raciocínios, aquilo que uma aquilo que o benfeitor Manuel Filomeno de Miranda vai nos trazer quando fala acerca das profundas reflexões que ele mergulha logo quando ele diz que visitam aqueles que houveram sido atendidos. Então, Lício, eh, o tio, naquela noite em que no capítulo anterior nós vimos todo o atendimento que eles recebem da dos benfeitores espirituais, nós vemos que aquilo que o benfeitor traz nessas reflexões vai nos falar de uma temática que é bastante recorrente nas obras do Benfeitor Manuel Filomeno de Miranda. E certamente ela é recorrente porque ela é recorrente nas nossas vidas. Então, essa temática trata eh e que nós iremos nos ater um pouco aqui sobre a esfera conhecida na nossa realidade humana como a esfera do prazer. Quando nós pensamos do ponto de vista da nossa realidade espiritual, sabemos que somos esse ser imortal, essa essa condição que nós temos de portadores da centelha divina em nós, mas que ao longo da nossa trajetória evolutiva, nós precisaremos nessa reentrada na matéria inúmeras vezes, fazermos contato com esse potencial divino, mas experienciando, vivenciando aquilo que é inerente à matéria. É assim que nós temos na nossa Constituição como seres imortais, na experiência material, toda a nossa configuração sensória, ou seja, tudo aquilo que diz respeito às respostas automáticas propriamente diz propriamente ditas do nosso corpo caracterizam essa esfera sensorial que faz parte dessa trajetória inicial enquanto espíritos que Estamos mergulhados na matéria, fazendo as primeiras incursões na busca dessa superconsciência que um dia nós teremos, essa consciência que irá ser a identificação plena daquilo que a benfeitora Joana de Angângeles nos fala, recorrendo em alguns conceitos eunguianos a respeito do ego e do self. Quando nós teremos esse eixo ego self
ia que irá ser a identificação plena daquilo que a benfeitora Joana de Angângeles nos fala, recorrendo em alguns conceitos eunguianos a respeito do ego e do self. Quando nós teremos esse eixo ego self completamente integrado, o que que vale dizer? Quando nós tivermos no mergulho na matéria desenvolvido os potenciais do self e que não haja mais nenhum tipo de conflito entre esse ego que é circunstancial que nós formatamos em cada nova experiência reencarnatória, na nossa configuração de uma nova personalidade. Quando nós tivermos desenvolvido esse potencial do self, nós teremos aqui um eixo ego self harmônico. Mas enquanto nós estamos transitando para um dia vivenciarmos essa condição, nós ainda nos perdemos nos sipoais próprios da nossa configuração material. É assim que a esfera das sensações que nos caracteriza, ela tem uma ascendência ainda, ela desempenha um papel ainda muito relevante na nossa no nosso nível de consciência. É assim que nós vemos e vimos no capítulo anterior quando Lício na personalidade de Anete e também o tio quando vestia a personalidade de Henry, passam a desenvolver uma interação afetiva marcada sim por uma configuração própria daquilo em que a conjugalidade de ANET, como nós vimos lá, não favorecia que ela juntamente com Felipe, com Felipe, que hoje era quem desenvolvia todo esse processo obsessivo sobre os dois, nós vemos que aqui existiu uma circunstância de vida em que as experiências sensoriais elas tiveram uma ascendência muito grande, a ponto de que a net envereda ou a partir do momento em que passa a estar não mais apenas eh diante daquela experiência com Henry, depois passa a viciar-se ou viciar os sentidos na busca do prazer. Então nós vemos que aqui naquele momento vivenciando aquela experiência, aquela personalidade de Anete, nós vemos que hoje Lício carregava essa herança do passado, trazia as marcas dessa viciação a ponto de o benfeitor Manuel Filomeno de Miranda dizer que se encontravam ali depois do atendimento realizado, aqueles
ue hoje Lício carregava essa herança do passado, trazia as marcas dessa viciação a ponto de o benfeitor Manuel Filomeno de Miranda dizer que se encontravam ali depois do atendimento realizado, aqueles amigos, numa luta redentora. e que passariam a travar agora de maneira consciente, porque essa luta já estava sendo programada desde o momento em que a nova reencarnação foi proposta. Assim, aquilício, outrora net veste a configuração masculina do corpo e na na presença do tio nessa nova experiência traz aquela bagagem à tona e isso configura a experiência em que eles precisam agora educar aquelas esferas que produziram em outro tempo marcas viciosas. Então aqui quando nós falamos da esfera sensorial e nós gostaríamos de trazer essa reflexão, porque muito se tem falado nos nossos dias e isso tem sido assunto bastante recorrente, quando as neurociências têm buscado cada vez mais entender essa dimensão sensorial do prazer humano. Então, a ciência já se debruçando e especificamente as neurociências já mapearam em grande parte no cérebro humano tudo aquilo que é conhecido como o circuito de recompensa cerebral. Então, se nós pensarmos enquanto espíritos que estamos matriculados numa nova reencarnação, que trazemos uma herança passada e que temos a necessidade de nos colocarmos em interação com a matéria, nós estaremos sempre vinculados a esse mecanismo próprio da esfera material, que ela visa a fazer com que nós consigamos em nos relacionando com aquilo que é próprio da matéria, atingirmos ou desenvolvermos esse potencial que nós carregamos, que são a que é a centelha divina em nós. Mas para isso, nós em muitos momentos, quando trazemos à tona essa bagagem, essas escolhas que nós já fomos fazendo em outros tempos, no uso dessa esfera material, essas marcas ainda se colocam de uma forma muito forte na nossa vida. E quando as neurociências têm mapeado todo esse circuito chamado de circuito de recompensa, nós vemos que em todas as épocas ou em vários momentos da trajetória humana,
orma muito forte na nossa vida. E quando as neurociências têm mapeado todo esse circuito chamado de circuito de recompensa, nós vemos que em todas as épocas ou em vários momentos da trajetória humana, daquilo que já se conhece como a história da humanidade aqui, falando apenas da nossa experiência aqui na Terra, nós vimos que em cada época da humanidade nós tivemos a possibilidade ade sempre de interagir com essa esfera sensorial, mas em cada época, certamente que essa esfera sensorial ela estava delimitada por aquilo que a cultura, aquilo que a humanidade já tinha desenvolvido como recursos. Então, se nós falamos aqui como lembramos que o benfeitor traz a informação de que aquela reencarnação de Anete e Henry se deu ali eh no século XVI, vamos imaginar o que era viver a experiência sensorial daqueles que estão matriculados na matéria, mas circunscritos às conquistas humanas daquele tempo. Agora vamos trazer pros nossos dias e fazermos uma reflexão. Quanto nós multiplicamos o número ou as variáveis, os estímulos sensoriais que nos colocam diante da necessidade de um filtro ainda muito mais refinado, porque nós estamos sendo tempo inteiro solicitados por essa dimensão sensorial. Então, essa experiência que nós temos quando o benfeitor Manuel Filomeno de Miranda vai nos falar que ele entra numa profunda, num mar de reflexões sobre isso, nós podemos nos perguntar aqui: "O que é que essa experiência de Lício e o tio Nicomedes nos falam da nossa própria constituição e configuração como espíritos na atual reencarnação? Porque sempre que nós vamos mergulhar nos nossos estudos, o nosso objetivo, como o nosso querido Laudes nos eh reportou na prece inicial, é para que nós possamos olhar paraa nossa condição, para que nós possamos mergulhar naquilo que é próprio da nossa realidade, porque essas experiências narradas nos servem de um espelho muito fiel, porque todos nós carregamos esta marca das escolhas equivocadas que nós vimos fazendo ao longo das das nossas reencarnações
ade, porque essas experiências narradas nos servem de um espelho muito fiel, porque todos nós carregamos esta marca das escolhas equivocadas que nós vimos fazendo ao longo das das nossas reencarnações e realizarmos a experiência na matéria é sempre voltarmos para aquilo que configura a nossa realidade ainda de espíritos imperfeitos, que precisamos aprender a utilizar essa maquinaria própria da nossa configuração material para que ela nos sirva ao espírito imortal e não contrário. E é assim que o benfeitor vai dizer que existem, e ele vai referir isso, que a facilidade com que se expressam muitos estudiosos do comportamento propondo liberação em vez de educação, vivência no desequilíbrio que pretendem dar cor de fenômeno natural ao revés de reajustamento confirma o materialismo da nossa cultura odierna. E é isso que nós temos observado aqui quando vamos fazendo esse estudo, que o materialismo que é próprio dessa nossa condição ainda, mas ele tem feito uma sombra muito mais densa na nossa realidade mortal, nos nossos dias do que em séculos passados. Assim é que se nós pensarmos hoje, não necessariamente as pessoas precisam viver as experiências sensoriais no contato com o outro indivíduo apenas. Hoje elas estão diante das telas multiplicidade de estímulos sensoriais que, como nós sabemos, se dão através do pensamento e que fazem com que o ser humano fique refém dessa busca constante e repetitiva da experiência prazerosa sensorial apenas. E é a benfeitora Joana de Angeles que vai fazer numa obra intitulada Encontro com a paz e a saúde. Ela tem um capítulo inteiro que ela dedica exatamente sobre isso, nos falando sobre a conquista da felicidade. E ela vai fazer uma referência exatamente ao prazer e a felicidade. O quanto ainda nós na experiência atual, na nossa condição evolutiva, nós confundimos o prazer, as sensações agradáveis e sensoriais apenas como aquilo que é qualificado como prazer. E essa confusão que nós fazemos tem feito com que nos nossos dias, pela facilidade
iva, nós confundimos o prazer, as sensações agradáveis e sensoriais apenas como aquilo que é qualificado como prazer. E essa confusão que nós fazemos tem feito com que nos nossos dias, pela facilidade dos recursos, pelos estímulos que abundam, pela quantidade de estímulos de todas as naturezas, que o ser humano esteja completamente mergulhado numa busca de repetição quase que obsessiva dessas esferas, dessas áreas dentro do nosso circuito neuronal, conhecida como áreas de recompensa. Assim é que nunca houve tanta catalogação de dependências, de vícios de todas as ordens e de todas as naturezas. E isso está diretamente ligado a essa busca incessante do ser humano pelo prazer sensorial. E a benfeitora vai nos falar que enquanto nós confundimos a nossa dimensão emocional, ou seja, as emoções, e ela faz uma distinção muito importante nesse capítulo que referimos, nos lembrando que emoções são equipamentos, são contextos que nós temos enquanto na matéria que são ativadas automaticamente. É assim que se nós levamos um susto, por exemplo, nós temos uma uma descarga de adrenalina na nossa corrente sanguínea automática e isso independe da nossa vontade. Em poucos segundos, em frações, milésimos de segundos, nós temos aí um disparo do nosso músculo cardíaco, nós temos o aumento da nossa pupila, nós temos reações sensoriais próprias das emoções. Então ela vai nos falar, as emoções configuram essa nossa experiência do vínculo do espírito com a matéria. Entretanto, e ela nos lembra aqui a definição de que sentimentos já são o contato das nossas emoções, quando a participação da nossa cognição, da nossa razão e que produz aí o nível e as esferas do sentimento. Então, quando nós pensamos nessas experiências que os personagens que estão aqui referidos tiveram em outra época, quando na personalidade de Anete, de Henry, aquelas experiências ficaram arquivadas e uma vez que elas foram enquanto a NET estimuladas pela repetição da da da experiência sensorial do prazer sexual, ele Ele fica impresso
de de Anete, de Henry, aquelas experiências ficaram arquivadas e uma vez que elas foram enquanto a NET estimuladas pela repetição da da da experiência sensorial do prazer sexual, ele Ele fica impresso no perespírito. E aquele espírito que agora moldou um novo corpo na polaridade sexual, que certamente junto com os benfeitores que tutelam, que orientam as reencarnações, visando ao crescimento espiritual, encontraram naquela polaridade sexual a melhor condição para aquele espírito. E é assim que, ao encontrar-se com agora a personalidade do tio, passam a viver todos aqueles dramas e conflitos que estão aqui referidos. Mas isso teve necessariamente o momento em que o espírito, utilizando-se do seu equipamento físico, da sua experiência na no sensório, passou a viciar os seus equipamentos. E é quando nós pensamos na dimensão do prazer humano. Por isso é tão importante que nós pensemos nisso nos nossos dias, porque nós temos visto e aqueles que de alguma maneira interagem com essa dimensão humana, aqueles que buscamos conhecimento e a doutrina espírita é vastíssima nesse sentido, nos oferecem a possibilidade de que nós entendamos que vivemos dias muito graves nesse sentido, em que esses apelos que o benfeitor Filomeno lembra de que estudiosos do comportamento de uma forma tão fácil propõe a liberação em vez da educação desses conflitos, fazendo com que esses desequilíbrios ganhem uma cor de fenômeno natural. Ou seja, se eu carrego na nossa experiência ou na minha experiência, na bagagem reencarnatória, a necessidade de que eu faça um enfrentamento com aquilo, o mundo, os estudiosos, aqueles que propõem essa facilidade tem feito com que as pessoas cada vez mais se entreguem a aquilo que elas precisariam fazer frente, visando dando atingir patamares de prazeres que não sejam mais apenas sensoriais, mas prazeres que são da de uma natureza cada vez mais refinada, que é aquilo para o que nós somos criados. Mas enquanto nós ficamos embotados nas esferas da materialidade, nós necessariamente nos impedimos de
eres que são da de uma natureza cada vez mais refinada, que é aquilo para o que nós somos criados. Mas enquanto nós ficamos embotados nas esferas da materialidade, nós necessariamente nos impedimos de vivenciar esferas mais sutis. E nisso reside esse grande vazio existencial que nós temos visto na criatura. A criatura que busca desenfriadamente repetir os seus movimentos de busca de prazer de forma compulsiva e cada vez sente-se mais infeliz. Porque essa equação é muito importante que nós entendamos. Existe um livro muito interessante de uma psiquiatra que é considerado nos nossos dias um bestseller chamado Nação do Dopamina. É um livro muito interessante para aqueles que tenham interesse junto com os nossos estudos que estamos fazendo das obras de Filomeno, buscarmos entender o que é que esse excesso de prazer está deixando as pessoas cada vez mais infelizes. Então, se na mesma intensidade que há a busca, o aumento dessa intensidade de prazer sensorial, cada vez mais os índices de infelicidade crescem na mesma proporção. Então isso nos fala de uma equação que precisa ser revista. E quando nós pensamos em trazer essas reflexões iniciais acerca do prazer, é porque o benfeitor vai já no início do capítulo nos falar sobre quanto nós devemos olhar para essa condição, dizendo que dizendo ele que nós precisamos buscar dentro dessa herança do nosso instinto, canalizá-los para um sentido superior. Mas isso só pode fazer aqueles que não apenas se confundem com a matéria, mas aqueles que realmente já sabem que nós somos um ser imortal apenas transitoriamente na nossa experiência material. Então, seriam essas reflexões, amigos, que nós gostaríamos de trazer para iniciar as reflexões. E agora vamos passar pro nosso Laudes continuar. Ângela, querida Vânia, muito obrigado pelo resumo, as primeiras explanações e todos aqueles que que nos acompanham os nossos votos de alegria de estarmos juntos nesse estudo maravilhoso. Recordo-me quando Divaldo citava uma passagem da Revolução Francesa que na
as explanações e todos aqueles que que nos acompanham os nossos votos de alegria de estarmos juntos nesse estudo maravilhoso. Recordo-me quando Divaldo citava uma passagem da Revolução Francesa que na tarde de 8 de novembro de 1793, no alto da Revolução Francesa, quando Madame Rolan vai subindo os degraus para que pudesse ali vislumbrar um pouquinho mais próximo aonde estava a guilhotina que deeparia sua cabeça, ela vislumbra a estátua da liberdade e diz uma uma frase célebre: "Ó liberdade, de liberdade, quantas vidas ainda padecerão em teu nome?" E quando nós pensamos nesse capítulo de uma maneira tão brilhante, intitulado libertação pelo amor, vale trazermos algumas reflexões a respeito dessa liberdade e também dessa bandeira do amor de uma maneira tão mal utilizada em tantas sociedades e comunidades, de uma maneira tão bem explicada agora pelo nosso benfeitor, aonde nós vamos trazer um pouquinho mais de profundidade. Gostaria de trazer um trecho que a Ângela também já fez uma uma pincelada, mas que eu acho importantíssimo revêmos da seguinte forma: liberação em vez de educação traz o benfeitor, vivencia no desequilíbrio que pretende dar cor no fenômeno natural, da cor de fenômeno natural, algo que não é natural. Ou seja, ao revés do reajustamento confirma o materialismo da nossa cultura. Ou seja, estamos tentando validar conflitos, estamos tentando viver a liberdade, a libertinagem, trazendo bandeiras para tentar fazer com que vivamos o máximo dos prazeres possíveis, da forma que nós poderemos entender a respeito das nossas próprias leis e princípios. Nós vamos aprofundar um pouco mais, mas o prefeitor segue dizendo que para a a o o mais lamentável em si estaria no indivíduo que conhece a realidade do espírito, mas também vai se adaptando à postura moderna que parece assumir então a essa realidade interior. É como se jogasse então todos no palco dessas paixões e pudesse viver, não é, de uma maneira livre. Mas conhecendo o processo, nós vamos trazendo o que nós
ece assumir então a essa realidade interior. É como se jogasse então todos no palco dessas paixões e pudesse viver, não é, de uma maneira livre. Mas conhecendo o processo, nós vamos trazendo o que nós vemos acontecer em muitas casas espíritas, que é o acolhimento sem o esclarecimento, tampouco a consolação. A doutrina consoladora só acontece porque nos apresenta a verdade. É ela que nos torna verdadeiramente livre, como nos propunha Jesus nos seus evangelhos e nos seus ensinamentos. Mas para refletirmos um pouco mais a respeito dessa liberdade, nós podemos atentar que os conflitos para nós todos, quando estamos vendo uma obra dessa magnitude em torno desses conflitos que envolvem os prazeres sensoriais. Então, uma uma das legítimas verdades, como propunha também o líder das trevas envolvendo a questão do sexo, nós vamos vendo que, indiferente das identidades de heterossexualidade, homossexualidade ou outros, nós podemos perceber que os conflitos que envolvem o indivíduo nessa busca dos prazeres ilimitados, muitas vezes os conflitos da homossexualidade em uma jornada futura nasce inicialmente ente nas sementes plantadas dos excessos acometidos da libertinagem agora numa vida heterossexual, como nós vemos o caso em tela, porque em diferentes eu estou reencontrando o parceiro de outrora, mas na multiplicidade de parceiros que eu poderia ter, aonde eu tento dar vazão a um conflito existencial por excessos que foi cometido em existências passadas. Mas quando nós vamos pensando em relação à parte do romper, o que poderemos fazer de sair de um armário aonde estava sendo aprisionado? Porque o indivíduo se sentia realmente no externo, aonde haviam propostas, regras, colocando como ética, imoralidade, aonde intimamente ele tava tendo sentimentos e sensações muito mais profundas que não estavam em harmonia com o externo e não conseguindo compreender as funções éticas, estéticas e morais propostas não só pela filosofia, mas também pela religiosidade, pela religião, ele sai de
que não estavam em harmonia com o externo e não conseguindo compreender as funções éticas, estéticas e morais propostas não só pela filosofia, mas também pela religiosidade, pela religião, ele sai de um barbário que o aprisiona por regras e princípios, da forma que não pôde o compreender, da forma que ele o sentia e começa agora a viver as suas próprias regras. E quantos de nós já não ouvimos, né, meu corpo, minhas regras, não é? Nós vamos criando um processo que podemos intitular como um anarquismo. O indivíduo vai criando as suas próprias leis e regras como se não dependessem mais de leis sociais em relação ao convívio do que poderia dizer com relação à sua individualidade, ao seu corpo, à sua vida. As regras dependeriam somente dele, indiferente da posição do outro ou do convívio social de uma forma plena. sem ética, estética ou moralidade, o indivíduo vai rompendo o que então lhe mantinha num processo de prisão em relação aos conflitos de que estava vivendo. Mas agora o fato de se libertar se sente livre e já não mais está vivendo aquelas regras de outrora. E com as suas regras, todo o seu processo ético e estético começa a mudar primeiro numa estética que traz primeiro de uma apresentação de comunicação, de aprovação externa, mas de resistência também daquilo que ele estava vivendo. Agora a sua postura, as fisionomias tão bem estudadas pelo nosso eh Darwin, que poôde estudar as fisionomias, depois do Shane, que também poôde apresentar as os sentimentos e sensações que o indivíduo vai exteriorizando através da face e depois de todo um processo estético, fazendo com que ele seja rompido de um padrão de normalidade, mas se apresentando como um ser diferenciado, como se não houvesse mais uma questão. da personalidade envolvido a questão sexual, como se houvesse um equívoco na programação divina, já não mais masculino ou feminino, mas uma mescla, porque o que eu estava sentindo é uma realidade. Então, algum equívoco, porê eu sou livre para viver tudo aquilo que sinto e devo dar vazão para que eu não
mais masculino ou feminino, mas uma mescla, porque o que eu estava sentindo é uma realidade. Então, algum equívoco, porê eu sou livre para viver tudo aquilo que sinto e devo dar vazão para que eu não gere outros conflitos. E por não ter entendido justamente quais são limites vinculados à ética com base a imoralidade, ele se entrega. E muitas vezes aqueles que se colocam em uma comunicação dessa resistência, que vão formando pares para fazer justamente a defesa da onde nós vamos vendo daquele processo de dar cor ao natural, tentando fazer com que o conflito agora seja seja entendido como uma naturalidade, vai fazendo com que os pares também se assemelhem, muitas vezes outros que não tinham conflitos, mas por vir pelas inseguranças da própria jornada existencial. inicial se comprometem e aqueles assumem responsabilidades com aqueles outros que vão se vinculando à massa, despreparados, inseguros e vivendo de uma maneira onde uma normose se apresenta com uma conduta muitas vezes equivocada e não alertas ao que o benfeitor coloca de uma maneira muito clara a respeito da libertação pelo amor. Quando nós vamos vendo que essa ruptura acontece de uma maneira onde a anarquia se propõe, quando nós vamos vendo que o indivíduo que constrói uma lei considerado como funções ético-morais e compreende as funções das leis morais que regem o universo para nós espíritas, que vamos pegar na terceira parte do livro dos espíritos e poder compreender as leis morais e colocar a nossa base existencial para trazer seguimento a essas leis, nós vamos adquirindo as autonomias. a autonomia de que, indiferente das leis sociais que me sejam impostas, por mais que o Estado possa promover a libertação para que eu possa concretizar um aborto, intimamente, eu já tenho regras muito claras da realidade, da onde, qual o momento que inicia a vida. Por mais que esteja liberada a eutanásia dentro dos meus princípios éticos, estéticos e morais, eu não cometerei por existem regras morais que podem dirigir a minha
, qual o momento que inicia a vida. Por mais que esteja liberada a eutanásia dentro dos meus princípios éticos, estéticos e morais, eu não cometerei por existem regras morais que podem dirigir a minha vida. Agora, entender essas complexidades do sentimento e sensação que todos nós temos, indiferente das cargas dos psicuais, que Jorge Andreia traz de uma maneira magnífica num livro intitulado Energias sexuais da alma, todos nós trazemos as nossas pulsões e identificar essas pulsões e muitas vezes o convite externo para que essas energias sexuais possam dar vazão muitas vezes em conflitos iniciais ou conflitos já muitas vezes vivenciados ao esgotamento em outras vidas, me cabe atentar para que eu consiga gradativamente educá-lo. Educá-lo em um processo não só no da da liberação, mas educá-lo muitas vezes para controlar, transcender. Porque quando nós vemos em uma questão quase instintiva, é justamente o que o benfeitor coloca, estamos ainda vivendo uma questão do primarismo, aonde a matéria, o materialismo controla integralmente não só os desejos, mas o ímpeto, a vontade, a ação. O indivíduo vai criando pequenas portas de controle e por agora a sociedade ou o externo colocar como padrões de regularização ou de normalidade, eu de alguma forma me entrego. Mas intimamente ainda existe um conflito que não me deixa viver integralmente aquela liberdade, porque ainda intimamente não me sinto livre. O conflito que mantém o indivíduo em qualquer uma das cargas vibratórias que esteja vivendo, se estiver em algum excesso. Como a lei de Deus está na consciência, a consciência mantém o indivíduo e na maioria das vezes não para relutar, para resistir à suas tentações, mas para tentar fazer com que o externo comece a convencer da sua realidade. Nós vemos isso acontecer no segundo concílio de Constantinopla, quando a imperatriz Teodora vai fazendo toda uma luta para retirar as o renascimento, a palingenesia, a palingenesia da história, pelo conflito que ela havia vivido, pelo conflito dela
Constantinopla, quando a imperatriz Teodora vai fazendo toda uma luta para retirar as o renascimento, a palingenesia, a palingenesia da história, pelo conflito que ela havia vivido, pelo conflito dela ter mandado assassinar todas as prostitutas da sua região e tentando tirar das páginas para pagar um conflito que na sua intimidade continuava presente. Agora, quando nós pensamos aonde se há o amor e tudo basta e tudo pode sem princípios em regras, talvez não seja essa grande realidade. E quando nós vamos estudar o benfeitor hoje, Manuel Flomino de Miranda, nós vemos que a verdadeira libertação do amor está acontecendo quando a memória do processo reencarnatório, das pré-existências, vão tornando claro exatamente os excessos das sensações, os gatilhos primários, aonde o espírita vai vibrando com os desejos já realizados de uma maneira anterior, que hoje tomam mais vazão porque já foram foram excedidos em um passado, já deixaram aquele fio desencapado, a sensibilidade muito mais alterada por uma vida em equívoco e em excesso de um espírito ainda atormentado, que agora vem com novas provas para poder fazer com que a reencarnação seja o processo educativo. E é isso que o benfeitor coloca. A reencarnação traz consigo um caráter educativo. Mas quando nós vamos no capítulo 11 do Evangelho Segundo Espiritismo, nós vamos pegar de amar ao próximo como a si mesmo. Ali nós vamos pegar Allan Kardec e os espíritos superiores, nos apresentando a segunda letra do alfabeto divino, que é a reencarnação. Tá ficando tão claro, porque a primeira seria o amor. Quando Jesus pronunciou o amor, ele pôde viver em sua plenitude, apresentando-nos a imortalidade da alma, a entrega, a renúncia, o sacrifício, mas a reencarnação que nos faz compreender exatamente os gatilhos primários desses conflitos que todos nós ou vivemos, porque senão não estaríamos na Terra. E às vezes pensamos, não, não é somente quem não está vibrando de uma maneira harmônica entre as identidades psicológicas ou a parte física com
os nós ou vivemos, porque senão não estaríamos na Terra. E às vezes pensamos, não, não é somente quem não está vibrando de uma maneira harmônica entre as identidades psicológicas ou a parte física com relação às identidades masculina ou feminina. Quem está vivendo uma heterossexualidade não vive conflito, será? Com certeza não, mas cada um nas suas múltiplas dificuldades do caminho identificar quais são os gatilhos para poder realizarmos a escala evolutiva, como propunha filosoficamente Jacó, degrau a degrau, mas nos múltiplos fatores, não somente da sexualidade. Porém, transformar uma tradução de sexo para amor, a grande diferença, porque a liberdade dessas ações sexuais, aonde vou dando vazão, as minhas energias me comprometem. E muitas vezes a nascente, o que me fez o primeiro, o ímpeto, o instinto está vinculado a paixões e justamente a cometimento de outras existências. E como vencer? Como que nós podemos começar a resistir? Porque diz de uma maneira clara, benfeitor, não se trata de algo restritivo, mas para nós que estamos na seara espírita, diz que cumpre-nos um dever de sugerir maior reflexão no envolvimento emocional, psicológico, mas nas raízes do passado. Porque a reencarnação então tem esse caráter de educação, mas cumpre-nos sugerir essa reflexão para nós próprios, para impor ao nosso espírito quais são as ações instintivas ou das paixões que somos acometidos a tomar alguma ação que envolve essa questão da sexualidade. que quantos impérios caíram muitas vezes por ações em relação aos excessos dessa sexualidade de domínios, de dominadores. E hoje ainda vivemos as ações oriundas desse desgaste emocional em uma energia tão potente quanto essa energia genésica. Então, começar a trazer o domínio sobre o instinto e a paixão. Kardec nos traz algo magnífico também no livro dos espíritos, aprofundado ainda de uma maneira ainda mais clara na Gênese, quando nós vamos desenvolvendo a nossa inteligência, o conhecer a respeito de uma ética e de uma moralidade, não mais princípios
espíritos, aprofundado ainda de uma maneira ainda mais clara na Gênese, quando nós vamos desenvolvendo a nossa inteligência, o conhecer a respeito de uma ética e de uma moralidade, não mais princípios filosóficos vazios que me mantém numa prisão, em uma fé cega de que nada eu posso porque é um pecado. Isso me afasta de Deus. Eu vou arder no mármore do inferno. Não, mas entender as realidades que nos vão dar conhecimento para avançar e progredir, fazer com que a reencarnação possa educar o meu espírito. E a educação de poder impor-se resistências, impor-se disciplina, nos faz avançar em múltiplos fatores. Por que não começar nessa área tão potente que é a sexualidade? Aonde eu vou resistir as tentações de acessos à pornografia? Eu vou resistir as tentações e talvez manter integralmente a fidelidade? Eu vou colocar a lealdade primária em relação ao relacionamento. Vou educando a minha alma, fazendo com que os instintos primários que foram excedidos no passado encontre agora um espírito mais fortalecido, como a carne mantendo-se fraca, como nós temos de uma maneira ainda apresentada em Getsemman, quando Jesus dizia que a carne é fraca, mas o seu espírito é forte e dominaria completamente qualquer tipo de tentação que a carne pudesse limpor para nós. um artigo de Kardec que também fala sobre a carne fraca, que somente vai cair se o espírito foro. Então, que possamos fortalecer e começando através do conhecimento e dominando esse instinto e as paixões que já estão brotando por vivências atormentadas atrás de existências atormentadas. Podemos agora que temos a grande oportunidade de poder entender o espiritismo com clareza, não usarmos essa doutrina para defender os conflitos, não usar partes ou pegarmos trechos de obras e lançarmos obras para defender os meus conflitos entre eu vivendo o conflito da poligamia e agora eu lanço um livro espírita para falar sobre a poligamia. Eu lanço o meu livro espírito para defender as questões da homossexualidade ou dar vazão das minhas
eu vivendo o conflito da poligamia e agora eu lanço um livro espírita para falar sobre a poligamia. Eu lanço o meu livro espírito para defender as questões da homossexualidade ou dar vazão das minhas questões heterossexuais, porque o meu espírito sente como isso e agora eu devo ser livre e pela minha liberdade eu vou expor para tentar fazer com que o coletivo valide e quanto mais ele valide mais eu dou vazão. E quanto mais eu dou vazão, é aquilo que sai, mas nada que entra. E justamente o vazio vai tomando conta. Então, que possamos dominar as nossas paixões através da razão, eh, ali fazendo com que a fé raciocinada possa justamente ser o mecanismo de avanço, de sustentação das nossas existências. entender a proximidade entre a religiosidade que nos aproxima a Deus e perceber que Deus me colocou de uma forma onde os seus emissários em um departamento reencarnatório, em uma programação, trazendo jornadas, parceiros, companheiros, amigos, familiares, para que eu pudesse trazer uma jornada com bases em moralidade, em ética, em estética. Eu possa novamente reviver o bom e o belo. Os meus olhos vão transparecer a beleza de uma alma disciplinada, a refletir do meu corpo físico já não mais as atrocidades de um reflexo para que eu possa fazer com que o meu corpo físico seja o mecanismo de validação, mas de resistência de uma ideia atormentada que eu estava vivendo. E por mais que eu ainda vou trazendo das minhas dificuldades, está muito bem. desde que eu comece a impor os limites disciplinares para o meu espírito endividado do passado. E se começar agora a criar as primeiras portas, está de bom tamanho. Agora a porta começar a ficar cada vez mais larga é a nossa grande preocupação. e encontrar essa porta larga dentro da casa espírita, quando o indivíduo que está ali estudando, evangelizando ou coordenando um estudo e sabe que a porta estreita é a da disciplina, é aonde o indivíduo vai se impondo a si próprio o processo de melhoria diária, como diz, para se tornar um verdadeiro espírita,
ou coordenando um estudo e sabe que a porta estreita é a da disciplina, é aonde o indivíduo vai se impondo a si próprio o processo de melhoria diária, como diz, para se tornar um verdadeiro espírita, encontrando em si as más inclinações e tentando dominá-las, domá-las, o corcel desgovernado que todos nós obtemos, encontramos ali a lei do amor. A lei do amor que faz com que a reencarnação encontre em nós agora oportunidade do espírito começar a evoluir, a progredir, identificando, sim falhas, identificando imaturidades e não somente validações, aprovações. Liberdade, ó liberdade de eu poder viver tudo aquilo que eu quero com a impressão de que nada me será cobrado. É uma lei de causalidade, é uma lei de causa e efeito. Logo, eu poderei trazer as cobranças muitas vezes nessa própria existência, porque o corpo físico ele é também um vaso purificador. E logo as funções param, mas a mente segue atormentada. E o espírito, jornada a jornada aumentando os seus compromissos perante algumas áreas. O indivíduo vai vivendo aquilo integralmente, diz o benfeitor, gastando energia vital, gastando a energia para fazer tentar fazer com que o externo possa provar o que ele está vivendo. quando intimamente ele deveria aprovar a sua realidade, identificar os pontos a serem melhorados e impondo a si próprio, de acordo com as suas resistências morais, éticas e estéticas, fazendo com que essa porta de controle individual, íntimo e intransferível possa bloquear a ponto dele poder vencer o mundo, vencer as tentações, por mais que haja o espinho na carne, tentando, cutucando, molestando as resistências disciplinares de um espírito que compreendeu a realidade de ser imortal, mas que também traz um passado, nos faz entender essas realidades. Nós vamos seguir em profundas reflexões ainda nesse capítulo, mas é um tema tão vivido na atualidade que vale a pena pararmos um pouco das reflexões sobre essa energia potente e não mais trazemos com uma simplicidade de que tudo eu posso, que de acordo com o meu corpo é todas as
vivido na atualidade que vale a pena pararmos um pouco das reflexões sobre essa energia potente e não mais trazemos com uma simplicidade de que tudo eu posso, que de acordo com o meu corpo é todas as minhas regras, aonde eu encontro em uma realidade de uma regra principalmente vinculada à lei divina, à lei moral. E dali eu construí uma base sólida para colocar a minha vida, a minha existência, considerando ela uma existência espiritual, fazendo uma jornada agora na carne para que eu possa progredir e avançar. Essas seriam as nossas reflexões. Muito obrigado pelo tempo de todos. >> Obrigada, Laudes, pelas excelentes, sempre excelentes reflexões que você nos traz. Obrigada, Vânia, querida, pelo resumo e nossa gratidão sempre pelos nossos amigos, né, que estão aqui conosco, que acompanham esse estudo, que estão também tanto quanto nós, buscando compreender mais profundamente aquilo que esse manancial vigoroso que a doutrina nos oferece para que nós possamos definitivamente irmos ao encontro da luz. Então, um grande abraço no coração de cada um, abraço aos amigos que dividiram a tarefa conosco e na próxima semana voltamos para dar sequência ao estudo desse capítulo. Um grande beijo e até a próxima semana.
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