Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E19 – Cap. 10: Apontamentos Adicionais – Parte 1
Na primeira parte do Capítulo 10 de Loucura e Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda (psicografado por Divaldo Franco), o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert analisa orientações complementares apresentadas pelo autor espiritual, que ampliam a compreensão sobre os mecanismos obsessivos e os recursos de amparo oferecidos pela Espiritualidade. São reflexões que aprofundam o entendimento do intercâmbio sutil entre encarnados e desencarnados e reforçam a importância da disciplina mental e moral no processo de libertação. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: João Korngold 📝 Resumo: Vânia Maria de Souza 🔎 Aprofundamentos: João Korngold e Tânia Menezes 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #ApontamentosAdicionais #EstudoDaObra #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #Desobsessão #Autodomínio #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, amigos, amigas. Muitos bem-vindos a mais um estudo do livro Loucura e Obsessão. Hoje, em companhia de nossas queridas Tânia Menezes e Vânia Maria de Souza, vamos estudar o capítulo 10 chamado apontamentos adicionais. Mas antes de começarmos, vamos fazer a nossa prece, elevando nossos pensamentos aos amigos espirituais, aos diretores desse estudo, a nossa querida Sueli Caldas Schuber, criadora desse grupo, ao querido Divaldo Franco, agora de volta ao mundo espiritual, que nos trouxe essa A belíssima obra psicografando o trabalho de Manuel Filomeno de Miranda. Agradecemos e pedimos a proteção, que todos nós possamos estar unidos em prece, em vibrações, para que possamos nos beneficiar de tudo que formos aprender hoje e mais importante, que possamos colocar em prática no nosso dia a dia. Estendedemos essas vibrações de amor, de fraternidade a todos os irmãos e irmãs de nossas famílias. nossos amigos, nossos colegas de trabalho, que eles também possam receber essas vibrações de luz, que possamos estar todos reunidos sob a direção do Mestre Jesus, o nosso governador espiritual do planeta, para que possamos continuar a caminhar juntos nessa jornada de paz e de luz. Pedimos então com a bênção dos nossos mentores espirituais, permissão para começar os nossos trabalhos. Que assim seja. Então, como mencionamos, eh, hoje, capítulo 10, apontamentos adicionais, a nossa querida Vânia vai fazer para nós o resumo. Vânia, com você. Vamos lá, então. Quero dar boa noite ao querido João que iniciou este programa hoje, a querida amiga Tânia, aos queridos amigos e irmãos que nos assistem. Então, vamos falar sobre o capítulo 10. Retornando às atividades, o Dr. Bezerra de Menezes disse a Filomeno de Miranda que a viagem evolutiva nos recorda uma estrada que possui diversas vias secundárias que aumentam a distância em relação ao destino. Dr. disse também que não devemos subestimar o esforço nobre dos que atuam nas diferentes escolas e igrejas espir espiritualistas, especialmente daquelas em que a prática
stância em relação ao destino. Dr. disse também que não devemos subestimar o esforço nobre dos que atuam nas diferentes escolas e igrejas espir espiritualistas, especialmente daquelas em que a prática da mediunidade realiza esclarecimentos positivos com a comunicação dos espíritos. É nosso dever dizerem alfabetizar o ignorante, esclarecê-lo e auxiliá-lo no seu desenvolvimento intelecto, moral. Todavia, indo a ele, não é pedagógico nem proveitoso falar-lhes de de coisas extraordinárias, embora verdadeiras, de forma que não as entenda, gerando antipatia. e animosidade. E diz, Jesus veio a ter com os homens e utilizou-se da linguagem deles, das expressões que lhes eram familiares e dos temas que os interessavam, apresentando o reino de Deus com a psicologia do amor. E nessa faixa de evolução, continua ele, na qual transitam bilhões de espíritos, todo empenho deve ser dirigido no sentido de auxiliá-los conforme fazem conosco os mentores da humanidade. E disse que em nossa esfera de ação não ocorre milagres. Os hábitos e crenças arraigados permanecem, reunindo os indivíduos em grupos e ideologias afins com aqueles que atravessaram o portal da morte sem treino mental. A sabedoria divina, a fim de a todos atender, permite que polulem os núcleos próprios aqui e na Terra, deonde esses desencarnados têm dificuldade de afastar-se graças à imantação que os liga ao planeta. Miranda então pergunta ao mentor Bezerra como as vítimas poderiam defender-se das práticas descritas pelo irmão Felindo, a magia negra, de que se utilizam os indivíduos que desejam prejudicar o seu próximo. Bezerra então esclarece não só para Miranda, mas também para todos nós. São cinco pontos. Primeiro, a inteireza moral diz, é uma defesa para qualquer tipo de agressão difícil de ser atingida. Segundo, a conduta digna irradia forças contrárias às investidas permiciosas. Terceiro, o hábito da prece e da mentalização edificante aureola o ser de força repelente, que dilui as energias de baixo teor vibratório.
ta digna irradia forças contrárias às investidas permiciosas. Terceiro, o hábito da prece e da mentalização edificante aureola o ser de força repelente, que dilui as energias de baixo teor vibratório. Quarto, a prática do bem, que fortalece os centros vitais do perespírito, que rechaça mediante a exteriorização das suas células qualquer petardo portador de carga danosa. E quinto e último, o conhecimento das leis da vida, que reveste o homem de paz, levando-o a pensar nas questões superiores, sem campo de sintonia para com as ondas carregadas de paixão e de vulgaridade. Ando então pergunta, quer dizer que as pessoas que não possuam esses requisitos estão sujeitas a sofrer os trabalhos do mal que as alcançam? Meu amigo! esclarece o benfeitor. Todos aqueles que se encontram em desalinho, em desatenção, estúrdios e frívolos, gozadores que exploram sem nada a oferecer, os maus e viciados nem necessitarão que lhes intentem prejudicar, pois que já se encontram mergulhados no mal que cativam, tornando-se receptivos aos fenômenos com os quais se afinam. Então, Filomeno de Miranda disse recordar-se de que nas reuniões mediúnicas em que participava quando encarnado, apareciam com certa frequência espíritos que se diziam mandados para prejudicar certas pessoas, narrando a forma com que foram contratados e o que haviam ganho para o cometimento. devendo receber a parte final quando estivesse e estivessem conhecidos os resultados danosos das suas atividades. E por diversas vezes, refere Miranda, acompanhei a técnica utilizada pelo dirigente José Petitinga, que após dialogar no mesmo diapasão verbal, oferecia-lhes vantagens maiores, como a paz, o amparo que pareciam necessitar, o alimento e o repouso a tanta faina, conseguindo Não poucas vezes persuadi-los a uma mudança de atitude. Induzido pelo diretor espiritual, José Petitinga exercia a hipnose e a idelastia, atendendo a tais equivocados que ali eram acolhidos e, posteriormente elucidad quanto às desnecessidades de todos aqueles apetrechos ridículos e
ritual, José Petitinga exercia a hipnose e a idelastia, atendendo a tais equivocados que ali eram acolhidos e, posteriormente elucidad quanto às desnecessidades de todos aqueles apetrechos ridículos e formalisos formalismos a que se sujeitava. Então, Dr. Bezerra reconheceu que tal procedimento é recurso válido e que pode ser aplicado em casos análogos e acrescenta, sem qualquer dúvida, da mesma maneira que é contraproducente informar bruscamente ao desencarnado que ignora a sua situação espiritual sem lhe dar tempo mental. para aceitar a ideia ou concluir ele mesmo, pela sua ocorrência, não é recomendável chocar a nenhum espírito sobre suas crenças e superstições nele ainda arraigadas, como ocorre com os homens que devem ser reeducados em muitos hábitos e esclarecidos conforme a sua capacidade de entendimento. No labor mediúnico, o processo de intercâmbio espiritual não pode ser diferente. Há quem seja defensor de que a informação ao paciente encarnado sobre o seu diagnóstico seja feita diretamente, mesmo quando grave e desesperador. No entanto, a experiência tem demonstrado que a maioria dos resultados é sempre danosa para o próprio enfermo, que sem estrutura moral para o choque que acaba de levar, tomba em depressões irreversíveis, em suicídios injustificáveis ou se autodestrói com a ação da mente desalinhada e em revolta. A terapêutica, a severa bezerra, é mais importante do que o conhecimento da diagnose. Então, pergunta-lhe Miranda, como proceder com os indivíduos que se creem enfeitiçados? E Dr. esclarece, infundindo-lhes a confiança em Deus e em si mesmos, demonstrando-lhes que assim se encontram porque querem, desde que eles mesmos deles mesmos depende a libertação, induzindo-os à renovação mental e moral, com a consequente alteração de conduta para melhor. Além disso, e principalmente esclarecê-los a respeito da lei de ação e reação, demonstrando que sofrem porque devem e que sua recuperação lhes exigirá correspondente esforço ao nível da gravidade em que se encontram.
incipalmente esclarecê-los a respeito da lei de ação e reação, demonstrando que sofrem porque devem e que sua recuperação lhes exigirá correspondente esforço ao nível da gravidade em que se encontram. concomitantemente encaminhá-los ao estudo do espiritismo, que os auxiliará ao trabalho de libertação espiritual, armando-os de valores para as futuras lutas evolutivas. E Miranda pergunta: "E se eles se encontrarem em tratamento em núcleos de vinculação afro-brasileira?" Dr. Bezerra diz: "Sem produzir-lhes choques desnecessários quanto à eficiência do método utilizado ou na área da fé, estimulá-los a dar mais amplos passos, fazendo que busquem o esclarecimento espírita que liberta para sempre, a fim de que, liberando-se de um problema, mas permanecendo nas atitudes levianas, Não venham a cair em mais graves dificuldades de solução mais complicada e difícil. Jesus, liberando os obsessos e enfermos da alma das suas aflições, sempre recomendava uma terapia preventiva, propondo não voltes a pecar, a fim de que não te aconteça algo pior. Dito isso, o mentor falou sobre o valor terapêutico das substâncias que muitos enfermos usam em problemas dessa natureza, esclarecendo que a ação sugestiva do fato é que mais contribui para o resultado buscado, conforme consideremos algo em nossa van cegueira ou claridade mental. Para nós assim é. Miranda aproveitou o ensejo para inquirir ao Dr. Bezerra de Menezes a respeito de duas questões relativas à prática do mediunismo. Primeira, sobre a ideia de que a cor branca é a ideal nesta prática do mediunismo, porque atrairia os espíritos superiores. e segundo sobre o efeito real dos defumadores incensos. O Dr. Bezerra respondeu-lhe dizendo que, segundo algumas tradições e em determinados porros, o branco é o símbolo de pureza. Mas embora seja um trage mais higiênico e absorva menos raios caloríficos, nenhuma influência vibratória exerce em relação aos espíritos, que na verdade sintonizam com as emanações da mente, as irradiações da conduta. Não
age mais higiênico e absorva menos raios caloríficos, nenhuma influência vibratória exerce em relação aos espíritos, que na verdade sintonizam com as emanações da mente, as irradiações da conduta. Não tem saída, né, gente? Se isso tivesse fundamento, diz ele, seria cômodo para os maus e astutos manterem uma conduta interior irregular, bastando-lhes ostentar trajes alvinitentes. E os judeus eram muito formais e cuidavam em demasia da aparência, sendo por Jesus reprochados com severidade pelo fato de Jesus considerar mais importante a pureza interna do que a convencional, a exterior, de muito fácil apresentação em detrimento daquela mais difícil e respeitável. A vida do homem, continua ele, oferece-lhe a credencial com que marcha em qualquer direção, caracterizando-lhe a individualidade eterna. E no tocante aos defumadores, Dr. Bezerra disse que não existe evidência de que o fumo que se evola dos incensos exerça ação sobre os espíritos perturbados, ignorantes ou perversos. O odor agradável, disse ele, perfuma o ambiente. E em algumas religiões, estas práticas têm um significado simbólico, recordando as oferências que os reis do Oriente teriam apresentado a Jesus recém-nascido. Resinas e madeiras perfumadas sempre foram queimadas em cerimônias festivas ou fúnebres para odorificar o recinto. Entre os homens mais primitivos, resultavam positivas as práticas, por sugestionados com os efeitos que lhes atribuíam os ancestrais que se demoravam no comércio espiritual com os seus. Os espíritos fugiam apavorados. Ainda emanecem alguns estados desse teor e muitos desencarnados em fixação com as cerimônias antigas que lhes podem aceitar a aparente ação, fazem com que se afastem das pessoas ou dos lugares com quem e onde se encontram. Concluindo, Dr. Bezerra reitera que nenhuma força real emana de defumadores e incensos. São sempre os atos, os agentes da realidade de cada espírito na Terra ou fora dela. Consciência tranquila como efeito de uma conduta digna. Eis o que é fundamental
eal emana de defumadores e incensos. São sempre os atos, os agentes da realidade de cada espírito na Terra ou fora dela. Consciência tranquila como efeito de uma conduta digna. Eis o que é fundamental para se possuir um sentimento pacificado. Eis aí, João, o nosso resumo. >> Obrigado, Vânia. Excelente. Vamos então começar os aprofundamentos focando na minha parte nesse primeiro parágrafo que o Dr. bezerra nos fala comparando a nossa encarnação, a a nossa evolução como uma viagem eh numa estrada. Então, seria como a estrada da alma segundo o espiritismo. Cada espírito está numa viagem evolutiva, como se percorresse uma longa estrada. E o que que tem nessa estrada? sempre encontramos bifurcações, paradas, desvios, mas o fim da estrada é a perfeição espiritual que todos nós vamos atingir. Então vamos imaginar a estrada da vida como essa estrada quilométrica, longa, cheia de curvas, sinuosa, saídas secundárias, trechos de subida, trechos de descida. E a gente deveria pensar em cada encarnação como um trecho dessa estrada. E nem sempre a gente vai diretamente, de vez em quando tem vias secundárias, tem desvios, tem atrasos. eh, provocados pela estrada, mas muitas vezes provocados por nós mesmos, que nos distraímos, que focamos em coisas que não são o foco principal do nosso processo evolutivo. A gente tem que lembrar que a nossa evolução tem duas asas, a moral e a intelectual. evoluímos em velocidades diferentes nas duas, mas eventualmente temos que unificar. Então, uma evolução intelectual que normalmente procede mais rapidamente, eh, chega até um certo ponto onde não mais conseguimos evoluir e aí temos que fazer a evolução moral para chegar mais perto da onde estamos evoluídos a intelectualmente. Então, essas vias secundárias que aparecem na estrada, o que que elas podem representar? podem representar eh vícios, a nossa ignorância, nossa estagnação moral, mas a estrada sempre leva adiante. Uma das leis morais é a lei do progresso, é uma das leis divinas. Se a se a lei divina é a lei do
representar eh vícios, a nossa ignorância, nossa estagnação moral, mas a estrada sempre leva adiante. Uma das leis morais é a lei do progresso, é uma das leis divinas. Se a se a lei divina é a lei do progresso, nós sabemos que todos evoluímos. Mas a diferença entre a evolução moral e a evolução intelectual é que a evolução intelectual é mais fácil, porque seria como se você só acumulasse coisas em cima do que você já tem. Eh, conhecimentos em cima de conhecimentos. Para você aprender matemática, você precisa aprender primeiro a somar, depois a subtrair, depois a multiplicar, depois a dividir. Aí você aprende matemática mais complexa, mas sempre somando ao que você já sabe. Sem o que você, sem a base, você não vai eh evoluir, não vai aprender mais. Já a evolução moral é um pouco mais complicada porque ela requer eliminação, subtração. Nós todos temos os nossos defeitos, as nossas imperfeições. E a evolução moral significa a eliminação desses nossos defeitos. Eh, e voltando à estrada, nós sabemos que mesmo nos desviando, saindo pelas estradas secundárias, parando, a gente sempre volta ao caminho, sempre volta à estrada, porque a lei é de progresso. E cada vez que a gente volta, a gente volta com mais aprendizado, acumulando mais experiências e prossegue. O que que a gente poderia falar das paradas na estrada? Eh, porque o percurso da estrada nem sempre é turbulento. Às vezes a gente passa por trechos da estrada que são calmos. Seriam os momentos de contemplação, de renovação, seriam as encarnações mais tranquilas em que podemos consolidar as virtudes que já conquistamos. São os períodos de recuperação, quando nós, na nossa evolução, podemos nos refletir, nos reorganizar internamente e continuar no nosso planejamento de evolução. podem ser momentos de aprendizado mais pacífico, onde nos dedicamos ao estudo, ao trabalho do bem, no serviço à caridade, sem enfrentar ah dificuldades muito grandes. Mas essas pausas são importantes, são tão importantes quanto as provas, porque
co, onde nos dedicamos ao estudo, ao trabalho do bem, no serviço à caridade, sem enfrentar ah dificuldades muito grandes. Mas essas pausas são importantes, são tão importantes quanto as provas, porque nos ajudam a recuperar as forças e nos dá sustentação para continuar a jornada. Agora, essa jornada, um fator muito importante nela é o nosso livre arbítrio. Todos nós temos a liberdade para fazer as nossas escolhas. No começo dessa estrada, quando nós somos ainda espíritos primitivos, o nosso alív arbítrio é bem reduzido, se se limita a tentar prover paraa nossa subsistência, procriar prover para subsistência eh e sobreviver. Mas à medida que vamos evoluindo, vamos eh adquirindo mais livre arbítrio à medida da nossa capacidade de lidar com a nossa evolução moral. Então, quando evoluímos mais no começo da nossa jornada, o o progresso é mais ou menos automático, dirigido por espíritos que nos eh nos protegem, nos dirigem, nos colocam na estrada, eh nos tentam prevenir que nos desviemos do nosso caminho, mas sempre com a nossa capacidade de fazer as nossas escolhas. Porque no fim as motivações internas que todos nós temos que vão nos fazer refletir como continuar percorrendo essa estrada com o amor, o desejo de servir, a busca por conhecimento, o arrependimento, a caridade, a fé, tudo isso são fatores determinantes se a viagem vai ser mais rápida ou mais lenta, se haverá mais desvios, se vamos perdurar No caminho já da estrada principal. No espiritismo, a gente aprende que o equilíbrio entre o progresso moral e o e o material é o que realmente define a nossa evolução como espíritos. Eh, mesmo os espíritos mais simples podem escolher entre a com uma boa vontade, com esforço, em retomar esse caminho, essa estrada principal. Eh, são caminhos que envolvem nossa responsabilidade pessoal e, principalmente, o desejo de cada um de melhorar. Agora, essa nossa jornada, nós não estamos sozinhos. A nossa evolução é individual, mas existem espíritos benevolentes, que a gente pode chamar de missionários
lmente, o desejo de cada um de melhorar. Agora, essa nossa jornada, nós não estamos sozinhos. A nossa evolução é individual, mas existem espíritos benevolentes, que a gente pode chamar de missionários que nos ajudam. Nó, todos nós temos o anjo da guarda, o espírito protetor. Todos nós temos espíritos familiares que nos amam, que desejam que possamos prosseguir com luz e com sucesso. E eles nos acompanham, eles nos orientam, nos amparam. ajudam com conselhos, com inspiração, com apoio. Eh, é importante porque muitas vezes a gente ouve pessoas com dificuldades na vida, enfrentando problemas sérios e que entram para entram por esse caminho, esse desvio de que se sentem sozinhos, isolados. sem ajuda. E é importante a gente lembrar sempre que todos nós somos filhos de Deus. Todos nós temos a proteção do mestre Jesus e o auxílio de todos esses espíritos que estão ao nosso lado, na nossa jornada, que é individual, porque nós temos que ser responsáveis pelo nosso caminho. Eles não podem fazer o trabalho por nós, mas eles estão sempre junto a nós nos incentivando. quer de nós nos abrir para ouvir a eles, para receber a inspiração que eles nos trazem para eh continuarmos na nossa jornada. E lembrar que sempre eh nas dificuldades, nos caminhos mais difíceis, quando a gente cai, nós podemos noser, reerguer e seguir adiante, sempre com essa ajuda eh interna. externa. E qual a meta final? A estrada tem um destino, a perfeição espiritual. Então, cada encarnação, cada escolha, cada prova, cada aprendizado nos aproxima desse alvo que é o fim dessa jornada, que é a luz final. Eh, a lei do progresso nos reenforça que, por mais imperfeitos os espíritos são, todos continuam evoluindo, mesmo que não pareça. Às vezes a gente olha para alguns irmãos nossos que parecem que estão com tantas dificuldades, que escolhem os caminhos errados de acordo com o nosso eh entendimento, mas também eles são espíritos a caminho da luz que vão eventualmente atingir a perfeição, como todos nós. Portanto, a
iculdades, que escolhem os caminhos errados de acordo com o nosso eh entendimento, mas também eles são espíritos a caminho da luz que vão eventualmente atingir a perfeição, como todos nós. Portanto, a velocidade da viagem depende de cada um de nós, dos nossas escolhas, dos nossos esforços, da nossa vontade de mudar. Mas o destino é certo para todos. Todos nós vamos atingir a perfeição espiritual. pode levar muitas encarnações, dezenas, centenas, milhares de encarnações, mas cada um tem o livre arbítrio para seguir o caminho eh que escolhe. o professor, o presidente da Federa Federação Espírita Brasileira, o Jorge Godinho, eh ele fez uma ilustração dessa, desse caminho, dessa estrada que eu achei bastante interessante. Quando eu estava lendo esse capítulo, eu lembrei do que ele falou recentemente para mim, que que nós estamos nessa estrada com onde temos a luz no fim, já vemos a luz lá no fim, mas que tem muitos vagalumes à beira da estrada. E o quanto a gente se distrai com esses vagalumes é o que vai nos levar a evoluir mais depressa ou mais devagar. Quanto menos nos distrairmos, porque todos nos distraímos. Essa é uma característica nossa de espíritos imperfeitos. E esses vagalumes podem ser ah as atrações da vida física, da vida material nas encarnações. Podem ser os nossos desejos de vingança, os nossos ódios, as nossas imperfeições que nos desviam da estrada principal. E cabe a cada um de nós a refletir sobre o que o que são esses vagalumes na nossa jornada. Então, eh, eu gostaria de chamar a todos para refletirem onde é que estamos nessa jornada, no momento. Nós estamos naquela subida muito difícil, nós estamos num trecho de descanso, nós estamos num desvio perigoso? Tanto faz a resposta. Sempre há tempo de retomar o rumo para progredir. Sempre a oportunidade de recomeçar. Lembrando que a mensagem do Espiritismo é de esperança, a evolução é lei divina e que cada um de nós, fazendo uso do nosso livre arbítrio, pode acelerar a nossa jornada pelo bem, pela caridade, pela
. Lembrando que a mensagem do Espiritismo é de esperança, a evolução é lei divina e que cada um de nós, fazendo uso do nosso livre arbítrio, pode acelerar a nossa jornada pelo bem, pela caridade, pela justiça e pelo amor. Seriam essas então as nossas reflexões. Vamos passar então a nossa querida Tânia para concluir o resumo, para concluir as reflexões de hoje. Tânia, com você. Olá, queridos amigos coordenadores, João e Vânia. Uma alegria compartilhar deste momento com vocês. Aos queridos amigos que nos acompanham nesse estudo, nossos votos de muita paz. Eu queria pegar assim algumas palavras, eh, João, do que você trouxe nos aprofundamentos. Sim, Vânia, maravilhosa, como sempre o seu resumo. A gente sempre tira o chapéu quando você faz o resumo, né? uma síntese maravilhosa que nos mostra eh o retrato deste capítulo. E aí eu queria começar, João, com o que você traz aqui no final sobre a meta. O Dr. Bezerra de Menezes fala aqui no início que fatalmente todos nós vamos alcançar a meta. E é interessante que pensemos quais são os nossos objetivos, porque objetivos foram traçados antes de reencarnarmos e precisamos estar sempre eh nos questionando se de fato essa rota escolhida ela está condizente com estes propósitos que foram estabelecidos. Porque você também falou de livre arbítrio. E aí nós te lembramos daquela célebre questão em O Livro dos Espíritos, na parte terceira da lei de Liberdade, questão 843, quando Kardec vai indagar se tem o homem o livre arbítrio dos seus atos e o que os benfeitores respondem, assim como tem a de pensar, tem a de obrar. Sem o livre arbítrio, o homem seria uma máquina. Então, observemos, queridas amigas e amigos, que nós temos propósitos que foram estabelecidos no planejamento da nossa encarnação, do nosso retorno. Mas quando aqui nós estamos, nós temos uma estrada pela frente, estrada que vai apresentar atalhos e conforme sejam as nossas escolhas, nós iremos trilhar conforme o roteiro estabelecido ou saindo um pouco desta rota. Se nós
mos, nós temos uma estrada pela frente, estrada que vai apresentar atalhos e conforme sejam as nossas escolhas, nós iremos trilhar conforme o roteiro estabelecido ou saindo um pouco desta rota. Se nós saímos da rota, é o que João disse, nós temos velocidades diferentes em nossa viagem. Então, imaginemos que essa estrada que nós vamos percorrer da presente existência, ela foi pensada para ser a rota alcançada em um determinado espaço de tempo, que é justamente aquilo que nós recebemos como cota do fluido vital para viver este tempo a nós destinado. Mas se não fizermos as melhores escolhas, estaremos gastando este fluido vital e talvez não tenhamos tempo de alcançar todas as metas que foram estabelecidas. E aí chega o Dr. Bezerra de Menezes no parágrafo que segue a este inicial que João muito bem trouxe aqui para nós, dizendo que a revelação espírita ela vai apressar a nossa marcha. E aí vamos assim fazer uma reflexão deste conhecimento que nós já adquirimos da revelação espírita, da codificação apresentada por Allan Kardec, terceira revelação, que é o consolador prometido e o quanto nós estamos utilizando este conhecimento para acelerar o nosso passo, Porque se a fatalidade de todos nós é a plenitude, é o destino final, até eu chegar lá, eu posso acelerar o meu processo, como eu posso retardar? Deus nos aguarda. Ele é um pai amoroso. Então, se eu não consigo acelerar o meu passo, eu preciso de um despertamento, que é a nossa, é o nosso processo de evolução consciente, o despertar para as realidades da existência. Então eu preciso pensar que se eu estou transitando na minha viagem, porque ninguém viaja sozinho, nós chegamos em um contexto de família, depois eh, provavelmente eu vou construir a minha família e neste percurso nós vamos estar lidando com pessoas de um nível evolutivo que está abaixo do nosso, mas também de um nível que está superior ao nosso. E eu achei interessante a fala do Dr. Bezerra de Menezes dizendo para nós que é o nosso dever alfabetizar o ignorante. Quando eu li isso, eu fiquei
, mas também de um nível que está superior ao nosso. E eu achei interessante a fala do Dr. Bezerra de Menezes dizendo para nós que é o nosso dever alfabetizar o ignorante. Quando eu li isso, eu fiquei pensando quantas vezes o ignorante que está convivendo conosco, ao invés de auxiliar, nós julgamos. Veja só, olha como ele agiu daquela maneira. criamos expectativas, expectativas de uma condição que o outro não está para poder nos atender. E por isso, ao invés de seguir alfabetizando o ignorante, nós passamos na eh na eh na em colocar esta pessoa em evidência. Olha só, olha o que ela fez. não poderia ter feito isso ou com o conhecimento que ela já tem, como pode estar agindo desta maneira, mas o que ele traz aqui para nós é diferente. E aí vamos pensar, temos feito isso, o que é que o Dr. Bezerra nos convida aqui a estender as mãos para aqueles que ainda não tiveram o despertamento que nós tivemos. Para aqueles que ainda não alcançaram esta revelação, como nós alcançamos. Muito será pedido a quem muito foi dado. Nós estamos recebendo muito e temos que responder de acordo com este conhecimento que está sendo adquirido. Não é para ficar somente no cognitivo. Nós temos que transformar em ações concretas. E aí vamos perguntar o que estamos fazendo de todas estas informações. E aí segue o Dr. Bezerra de Menezes falando de Jesus. Quando Jesus aqui esteve, ele utilizava uma linguagem que era acessível para as pessoas. as suas palavras, elas estavam de acordo com a vivência daqueles que estavam ao seu redor. Isso precisa também estar trazendo para o nosso íntimo de que maneira nós estamos traduzindo este conhecimento, estas palavras na direção destas pessoas com as quais nós estamos tendo a oportunidade de levar o conhecimento, de vivenciar o conhecimento, porque o próprio Jesus ele apresentou o reino dos céus. E aí nós lembramos que eh de um diálogo que Jesus estabeleceu com Simão Pedro, Simão Pedro reconhecendo a sua condição de humanidade, que ficava chateado, aborrecido, que naquele dia de
eino dos céus. E aí nós lembramos que eh de um diálogo que Jesus estabeleceu com Simão Pedro, Simão Pedro reconhecendo a sua condição de humanidade, que ficava chateado, aborrecido, que naquele dia de tarde ele tinha se deparado com alguém que tinha feito alguma coisa que o mal o magoou. Então ele queria que Jesus dissesse como ele e os demais discípulos poderiam estar alcançando esse reino dos céus, que é o que o Dr. Bezerra fala aqui de que Jesus apresentava esse reino dos céus. E o que foi que Jesus disse? Ama Simão. Este é o primeiro e o último passo daquele que ruma na direção do excelso Pai. Ou seja, se nós temos uma viagem evolutiva cujo destino final é a plenitude e João trouxe para nós que podemos fazer esta viagem em diferentes tempos e de fato isso vai acontecer porque a marcha é individual. Nós encontramos este aparato, mas eu saberei aproveitar ou não os recursos que estão chegando para mim. Então, quando Jesus fala de amor, o Dr. Bezerra de Menezes também vem trazer para nós que Jesus, ele apresentava esse reino dos céus com a psicologia do amor. Porque nós sabemos, inclusive o amor resume a doutrina de Jesus por inteiro, conforme também Lázaro apresenta para nós em o Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 11º, amar ao próximo como a si mesmo. No item oito, que é na verdade é a lei de amor que abre as instruções dos espíritos, 8, 9 e 10. E Lázaro é que vai trazer o início falando a respeito de que o amor é o que resume a doutrina de Jesus por inteiro. Mas aí a gente vai avançando um pouco mais nestas considerações do Dr. Bezerra de Menezes, lembrando o título deste capítulo, apontamentos adicionais. E aí eu fiquei, viu, meus amigos, pensando quantas somas o Dr. Bezerra de Menezes trouxe para nós neste capítulo, adicionais que podemos estar mergulhando, introjetando e, acima de tudo, percebendo como podemos levar para o nosso dia a dia. E aí ele vai falar algo que é tão conhecido nosso. Ele vai dizer assim: "Enquanto se se discutem técnicas de socorro, o auxílio chega atrasado. A
percebendo como podemos levar para o nosso dia a dia. E aí ele vai falar algo que é tão conhecido nosso. Ele vai dizer assim: "Enquanto se se discutem técnicas de socorro, o auxílio chega atrasado. A gente conhece como como a caridade é muito discutida, o socorro chega tarde." E ele vem dizer isso aqui. Quantas vezes nós ficamos nas discussões de como operacionalizar uma ação no bem? E aí, enquanto a gente discute, está lá as pessoas passando eh pelas suas dificuldades. E o que é importante nós pensarmos, qualquer auxílio que possamos eh estar oferecendo, vai dizer aqui o Dr. Bezerra de Menezes, é de alto valor. Então, às vezes nós não fazemos porque o trabalho é macro. Ah, não é muito grande, eu não tenho condições. Faça um pouquinho. Vá devagar, mas faça. Não deixe de fazer. Eu lembro daquela frase célebre da da de nossa querida Madre Teresa de Calcutá. Eu sou uma pequena gota no oceano, mas o que seria este oceano sem a minha pequena gota? Então é esta a diferença. Quais têm sido as minhas ações para poder estar auxiliando? E aí vamos fazer uma retrospectiva destas oportunidades que a vida está nos apresentar e como tem sido a minha liberdade de escolher, porque convites não nos faltam para a ação do bem. Quais têm sido as minhas escolhas? Ah, neste momento eu não posso estar auxiliando porque eu tenho isso, mais aquilo. E a gente fica aguardando o momento propício para iniciar a atividade. E aí eu vou lembrar a benfeitora Joana de Ângeles que ela vai dizer para nós que quando nós deixamos de fazer uma atividade porque achamos que naquele momento a gente está sem tempo ou pelas próprias eh condições que estamos vivenciando, ela diz claramente: "Nós deixaremos o tempo vazio e o que vai ser substituído não terá o alcance daquilo que nós estávamos a fazer. Isso é muito reflexivo para nós, porque quantas vezes a vida nos fez um convite para estarmos trazendo um pouco de nós para a vida do outro, nós começamos entusiasmadíssimos. Ah, era isso que estava faltando para
reflexivo para nós, porque quantas vezes a vida nos fez um convite para estarmos trazendo um pouco de nós para a vida do outro, nós começamos entusiasmadíssimos. Ah, era isso que estava faltando para mim. E aí vai e de repente do meses, 6 meses, um ano, aquele entusiasmo ele vai ficando mais amortecido, eu já não tenho mais aquele vigor. E quando eu me dou conta, ai eu já estou sem tempo, era tão bom, mas agora eu não posso. ela vai dizer isso para nós eh no livro eh o último livro que não foi o o lançamento eh Mundo Regenerado, tem um capítulo que ela vai trazer exatamente sobre isso, que nós precisamos estar ocupando o nosso tempo e não deixando, não cedendo o lugar para esta hora vazia, porque depois ela não será eh preenchida. com aquilo que tinha o valor quando nós estávamos desenvolvendo uma outra atividade. E aí o Dr. Bezerra de Menezes vai estar nos chamando atenção neste capítulo sobre a necessidade de estar de fato auxiliando o outro e como a ação no bem. nós chegaremos lá eh nessa proposta de não se deixar envolver pela agressão e ação no bem é uma dessas dessas desses aspectos a serem trabalhados. E aí diz o Dr. Bezerra de Menezes, nós próprios estamos caindo nas próprias armadilhas que nós fazemos para com o outro, que no nos prejudicou, que sentimos inveja, que sentimos ciúmes. Então, com essas ações, nós vamos nos ligar psiquicamente com estas pessoas, com estes espíritos, que terminam sendo os nossos desafetos e que precisaremos de recursos para podermos sair desta condição. Quais são os recursos? E aí ele vai elencar para nós, como muito bem apresentou o Vânia aqui, esses cinco aspectos e o primeiro deles é a inteza moral. Pensar na moral é quando Allan Kardec lá em o livro dos espíritos, na parte terceira, a questão 629, ele vai indagar aos benfeitores que definição se pode dar de moral? respondem os benfeitores que a moral é a regra do bem proceder. Funda-se na observância da lei de Deus. Eu procedo bem quando eu sigo a lei de Deus. E aí vamos pensar nesta inteereza moral que é
oral? respondem os benfeitores que a moral é a regra do bem proceder. Funda-se na observância da lei de Deus. Eu procedo bem quando eu sigo a lei de Deus. E aí vamos pensar nesta inteereza moral que é seguir a lei de Deus. Reflexão íntima. Eu estou diariamente seguindo as leis de Deus. Cada um responde para si. E neste processo de evolução consciente, quando nós reconhecemos que precisamos mudar, por que que nós precisamos mudar? Porque vemos que ainda faltam aspectos para que, de fato, haja esta integração com a lei de Deus. E aí vem o segundo ponto, a conduta digna. O que é que essa conduta digna vai trazer para nós? Uma proteção para as investidas do mal. É você pensar bem, é você ser otimista, é você não desejar o mal para o outro. Vamos pensar que todos nós vivemos sempre situações que são desafiadoras, pessoas que tentam nos prejudicar, tentam nos demover dos nossos propósitos, mas nós não podemos vincular os nossos pensamentos, não podemos projetar os nossos ideais na direção daquele, "Ah, mas ela está interferindo demais". Não dê vazão o seu pensamento à aquilo que momentaneamente talvez esteja chegando para nós como um teste e que os testes chegam para que sejamos aprovados. Toda jornada evolutiva, ela vai representar testes para nossa vida. Hoje eu não fui testada, mas na próxima semana talvez chegue. Não, eu passei um mês, graças a Deus, não chegou nenhum teste para mim. Você está se preparando, você está se fortalecendo, porque todos nós em um mundo de provas de expiações, estamos sendo testados a todo instante. E aí vem o terceiro aspecto, a prece mentalização. Aí voltamos ainda a parte terceira do livro dos espíritos, capítulo segundo da lei de adoração, questão 659. Qual o caráter geral da prece? respondem os benfeitores, que a prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar nele, é aproximar-se dele, é pôr-se em comunicação com ele. Então, vejamos que nós temos três movimentos que vão nos direcionar a essa integração com o Pai. O dia hoje foi muito difícil,
Deus é pensar nele, é aproximar-se dele, é pôr-se em comunicação com ele. Então, vejamos que nós temos três movimentos que vão nos direcionar a essa integração com o Pai. O dia hoje foi muito difícil, mas busquemos esta conexão, porque se o dia foi difícil, o pai reconhece que aquelas circunstâncias já me permitem a aprovação. Os meus ombros estão sendo capazes de suportar todas aquelas condições. E aí vamos pensar, eu estou buscando esta conexão, esta mentalização edificante somente quando chegam as provas, quando chegam as dores ou a prece ela já está introjetada, eu acordo e já vou conectar-me com este pai criador. meu dia a dia, eu já estou a todo instante buscando esta interrelação para que eu me fortaleça e possa, diante das tempestades da existência poder estar eh enfrentando-as com a firmeza, com a coragem, com a fé, com a perseverança de que dias melhores chegarão para a minha existência. Aí vem o quarto aspecto, que é justamente a prática do bem. Já falamos tanto a respeito disso, sobre este movimento, sobre esta proposta que não pode ficar no discurso, ficar na eh não vamos fazer assim, vamos fazer assado, eu não tenho recurso, eu eu preciso disso, eu preciso daquilo, vamos começar com o que é possível. Não poderia deixar de lembrar como nosso querido tio Divaldo e o nosso querido tio Nilson começaram a obra social Caravana Alta de Souza, 12 de setembro de 1948. foi o marco inicial quando eles saíram com um grupo de amigos com um pacote de balas para distribuir na região dos alagados, que era uma região muito pobre, casas que eram erguidas em palafitas e ali viviam diversas famílias. Imaginem se eles pensassem aquela época em um trabalho maior. Não saíram jovens entusiastas com um pacote de balas que era o possível para fazer aquela época. Passamos 77 anos, completamos agora em setembro desta atividade do bem. Estamos hoje com 457 pessoas inscritas para receber quinzenalmente uma cesta básica com 14 produtos. Então, vejam que tudo começa do começo e do básico, daquilo que o
setembro desta atividade do bem. Estamos hoje com 457 pessoas inscritas para receber quinzenalmente uma cesta básica com 14 produtos. Então, vejam que tudo começa do começo e do básico, daquilo que o nosso coração ele está entusiasmado para iniciar colocando sentimento naquilo que nós vamos desenvolver. Então, é a ideia que se corporifica, que nós partilhamos com amigos, que o nosso sentimento ele é envolvente, ele é contagiante e aí vai crescendo, aí vai crescendo. A meta pós pandemia do nosso tio Di era que nós tivéssemos 500 pessoas assistidas. Então a gente fica, sobe um pouquinho, desce um pouquinho, porque as pessoas quando são cadastradas elas não vão ficar até o final da existência, tem um tempo. Aí é feito periodicamente uma entrevista para poder se avaliar a necessidade. Então, essa prática do bem, todos nós podemos nos reunir e em nome de um projeto, em nome de um sentimento, em nome de um ideal, começar também a construir defesas contra estes agressores, estes desafetos que nos rodeiam, porque todos nós somos comprometidos no passado. Este compromisso que ainda não conseguiu ser ressacido, nós estaremos com em nosso entorno com estes desafetos que são os cobradores daquilo que nós ficamos endividados com ele. Então, que nós possamos seguir trabalhando para esta ação no bem que será protetiva para todos nós. E por fim, o Dr. Bezerra de Menezes vai falar para nós o cinco, o quinto aspecto, que na verdade não é o quinto, porque é o menos importante, é o conhecimento das leis da vida. E aí eu vou dizer a todos vocês que estão nos acompanhando, aqueles que posteriormente também vão acompanhar esse estudo, quanto mais nós conhecemos, mais nós vamos nos sentindo responsáveis perante a nossa existência. Conhecer a doutrina espírita e o evangelho de Jesus nos torna corresponsáveis perante a nossa vida. Então, as leis já não são desconhecidas de nós. Estamos aqui tentando aprimorar o conhecimento para a vivência na prática. Aí é que este resultado ele será edificante e
ponsáveis perante a nossa vida. Então, as leis já não são desconhecidas de nós. Estamos aqui tentando aprimorar o conhecimento para a vivência na prática. Aí é que este resultado ele será edificante e auxiliará a diminuição das estações que muito bem João trouxe para nós, como as estações que representam as encarnações que estamos a viver. Então, observemos, se somos devedores, temos que ressir as nossas dívidas. na direção do amor, na ação do bem, nós conseguiremos amortizar este débito, nós conseguiremos diminuir o trânsito ao longo de sucessivas reencarnações. E aí eu deixo a reflexão que nós estamos aguardando, lembrando desta célebre frase do Dr. Bezerra de Menezes. Quando a caridade é muito discutida, o socorro chega tarde. Deixemos de mais de eh de façamos menos discursos e partamos para ação. É isso que Jesus aguarda de todos nós. E você, o que é que está fazendo sua existência? Então vamos tomar a direção, vamos continuar na rota sem perder o rumo, sem buscar atalhos. E João falou uma palavra, distração. A benfeitora Joana de Angeles utiliza muito esta palavra na sua série psicológica, porque de fato nós nos distraímos por qualquer coisa. Estou ali com a minha meta, mas vem um chamado, um chamado que me toma de vontade de seguir, mas aquilo é uma distração. É como se fosse um atalho que me tirasse da rota e depois para poder eu retomar o caminho. Talvez esse retorno ele seja mais exaustivo, ele venha exigir mais de nós. Então, que possamos sair daqui com vontade, especialmente nesta época, nesta época que se aproxima do Natal, que somos tomados de um sentimento diferente, onde auxiliar o outro parece que nos fortalece mais. Então, que isso chegue e prossiga com conosco, porque somente vivendo o amor, nós conseguiremos mais rápido chegar ao destino final, que é a plenitude. Gratidão a todos vocês por esta oportunidade de estar compartilhando destes momentos de muita alegria, de muito entusiasmo e de muita vontade de estar fazendo um pouquinho de tudo isso
é a plenitude. Gratidão a todos vocês por esta oportunidade de estar compartilhando destes momentos de muita alegria, de muito entusiasmo e de muita vontade de estar fazendo um pouquinho de tudo isso que eu estou trazendo para vocês. >> Obrigado, Tânia. Sim, sem dúvida. reflexões brilhantes, reforçando a nossa necessidade de focar no caminho, no caminho principal, não procurar não nos desviar, procurar o foco, né? Porque realmente hoje em dia distrações existem de monte e todos nós sabemos muito bem que são as distrações que nos tiram do caminho. Então, eh, agradecemos a Tânia, agradecemos a Vânia pelo resumo, a vocês todos por nos acompanhar. Pedimos que todos para os protetores espirituais que abençoem a nossa semana, que possamos todos continuar nessa jornada aprendendo e principalmente tentando colocar em prática tudo isso que estamos recebendo, essas bênçãos que recebemos em todos os dias. E convidamos a estarem conosco na próxima semana, quando vamos estudar a segunda parte desse capítulo 10 que começamos hoje. Gratidão a todos e até a próxima semana.
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