Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E10 – Cap. 5: Sombras e Dores do Mundo – Parte 2
Na segunda parte do Capítulo 5 de Loucura e Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda (psicografado por Divaldo Franco), o Grupo Suely Caldas Schubert aprofunda a análise sobre as dores coletivas e as sombras espirituais que se refletem na vida social e individual. O estudo mostra como o sofrimento humano, intensificado pela ação de espíritos perturbadores, pode ser transformado em oportunidade de crescimento quando iluminado pelo Evangelho e pela renovação moral. » Host: Gisele Risso » Aprofundamentos: Vitor Silvestre e Tânia Menezes 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessão #EstudoDaObra #Capítulo5 #SombraseDoresDoMundo #ObsessãoEspiritual #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #GrupoSuelyCaldasSchubert #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Boa noite, queridos amigos e irmãos. É com grande alegria que nós estamos aqui mais essa noite reunidos em nome do Cristo para darmos sequência no estudo dessa obra maravilhosa Loucura e Obsessão, Psicografia de Divaldo Pereira Franco pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda. Hoje nós estamos entre os corações amigos e queridos de Tânia e Vítor para darmos sequência ao estudo do capítulo C iniciado semana passada intitulado Sombras e dores do mundo. Antes de passarmos a palavra, então, pros nossos queridos, nós convidamos a todos para nos unirmos em oração. Amado mestre Jesus, amigos e benfeitores que coordenam este trabalho da espiritualidade, que nos permitem nos reunirmos semanalmente para aprofundarmos os nossos conhecimentos, para recebermos essas bênçãos que acalentam o nosso coração, que nos envolvem no amor do Cristo. Gratos estamos mais uma vez por essa oportunidade, pedindo a Deus que nos dê forças, ânimo, sabedoria para seguirmos na nossa jornada evolutiva cada vez mais despertos e conscientes das nossas responsabilidades, da seriedade que é a oportunidade da desta reencarnação, para que não desperdicemos mais o nosso tempo e nem repitamos os mesmos erros do passado. Envolva, Senhor, os nossos queridos coordenadores desta noite, para que os conduza na palavra e que as lições calem fundo nos nossos corações, despertando a nossa mente. abençoe cada coração aqui esta noite reunindo, abençoando os nossos lares, o nosso trabalho, os nossos familiares e nos auxiliando nas nossas dificuldades. Muito obrigada, mestre, e que assim seja. Então, o resumo do capítulo, ele já foi apresentado no encontro passado, mas apenas para que nós possamos recapitular neste capítulo, então nós estamos vendo Lício, que conforme bem lembrou Tânia, preferia ser chamado de Lícia. procura então a casa, né, espiritualista em busca de uma orientação, de um esclarecimento, de uma ajuda. E aí então ele vai contar todo o drama dele de vida, que na sua infância, né, nunca se reconheceu num corpo masculino, que
spiritualista em busca de uma orientação, de um esclarecimento, de uma ajuda. E aí então ele vai contar todo o drama dele de vida, que na sua infância, né, nunca se reconheceu num corpo masculino, que sentia que a sua alma era feminina, mas nunca conseguiu compreender os porquês da vida de estar passando por esse tipo de experiência. e também conta a sua triste história, que foi então abusado, né, por um tio que foi com ele, com a sua família morar enquanto fazia faculdade e que se apaixonaram, né, claro, ele foi abusado, né, foi eh violentado, digamos assim, emocionalmente. E aí então o o tio se forma, se muda e se casa e agora então volta a procurá-lo através de correspondências. ele entra nesse conflito entre o que ele sente e o que ele deve fazer, um conflito de consciência, podemos assim dizer, e vai então em busca desse auxílio, dessa direção, desse esclarecimento. E é o que nós iremos ver com certeza nos capítulos seguintes, mas apenas em picceladas gerais, porque não queremos tomar mais o tempo do nosso querido Vítor, que vai iniciar os aprofundamentos desta noite. Vítor, querido, seja bem-vindo. A palavra está com você. >> Meu abraço carinhoso a todos que nos assistem. Eh, realmente esse capítulo traz abordagens que a gente que devem merecer de nossa parte algumas reflexões, principalmente sobre a questão da sexualidade. Eh, combinei com a Tânia de eu fazer uma parte e ela faria outra. Eu vou abordar a parte referente ao que a Gisele estava comentando desses conflitos do do Lício, né, vamos dizer assim, e que Dr. de Menezes, ele vai comentar algo a respeito desse caso, dando algumas explicações a Manuel Filomeno de Miranda, dizendo que tais como Lício, vamos dizer assim, milhões de criaturas eh sofrem desse tipo de conflito da sexualidade, né? e e fica na dúvida nesse conflito entre a liberação do processo que a criatura sente ou a restrição do do seu comportamento na área do sexo. E ele fala, Dr. bezerra, né, que tem correntes de pensamento que eh optam de uma forma assim,
entre a liberação do processo que a criatura sente ou a restrição do do seu comportamento na área do sexo. E ele fala, Dr. bezerra, né, que tem correntes de pensamento que eh optam de uma forma assim, entendem para uma questão de de moral austera, com ênfase na pureza eh sexual e outras eh eh correntes do pensamento estimulam essa essa a sexualidade de uma forma bem mais liberal, inclusive estimular para isso, né? E como exemplo aqui, a gente tem o o sexólogo psicanalista, né, bem eh o Willam He, eh austríaco-americano, ele era de descendência eh judaica e era um dos mais radicais defensores assim eh da liberalidade, porque ele acreditava que a energia sexual reprimida, ela era a causa eh de muitos problemas nas sociedades e problemas psicológicos. E por isso ele defendia essa liberação sexual como forma de alcançar o orgasmo completo e promover a liberdade, né? E Dr. Bezerra ainda diverte que aqueles que defendem a liberação, né, eh, geralmente apresentam alterações dos valores, ou seja, aquelas criaturas que defendem a liberação, que estão nesse processo, né, não mais assim estudiosos, mas pessoas que desejam a liberação, elas têm um tipo de conduta que é imposta eh dos seus valores, eh dando vazão assim a promiscuidade, ao deboche, a chacota, né? São aqueles comportamentos eh para chocar mesmo, né? eh como forma de até eh ter um diálogo mais ríspido com aquelas pessoas que não entendem isso. Então é uma agressividade muito grande. E ele vai falar uma coisa que é o ponto que eu vou querer abordar aqui. ele vai falar que enquanto o sexo eh estiver na condição de produto de venda e a criatura permanecer como objeto de prazer, a situação vai prosseguir para efeitos crescentes, mais amplos e dolorosos. Eh, não não deixando de lembrar aqui que o sexo é feito paraa vida, mas a vida não é feita para o sexo, né? Então, pegando essa esse mote e como produto de venda, o sexo é uma indústria bilionária. Porque você hoje tem na mídia programas de televisão, você tem filmes eróticos, você tem
eita para o sexo, né? Então, pegando essa esse mote e como produto de venda, o sexo é uma indústria bilionária. Porque você hoje tem na mídia programas de televisão, você tem filmes eróticos, você tem revistas que induzem aos processos pornográficos, você tem eh casas que se dedicam a a à sexualidade, uma o exercício da sexualidade, como as casas de swing, você tem turismo sexual, onde existem cruzeiros em eh em que as pessoas, né, de determinada eh tendência fazem esse seu cruzeiro e e isso aí rende muito dinheiro. que não dizer eh dos influenciadores digitais, né, que divulgam conteúdos sexuais através dos quais eles são monetizados, casas de massagem com fachada eh eh assim de situação benéfica, mas na realidade é uma casa de prostituição. Eh, casas de a gente vê assim em ruas e de Amsterdam, você tem aquela determinadas ruas ali do centro em que as mulheres ficam expostas como se fossem objetos eh em paredes envidraçadas, né? Você tem sexy shoppings, você tem garotas de programa. eh é uma mistura de atividades que todas elas, no fundo, eh giram uma quantidade enorme de dinheiro, traduzindo-se sim num grande processo de venda. E muitas criaturas vendem eh a respeito, vendem seus corpos, né? eh uma ilusão eh numa situação em que o sexo ele é totalmente desnaturado, porque ele passa a ser uma moeda de troca, né? é uma moeda de troca, ao ponto quando eh a gente observa assim alguns comentários televisivos, algumas eh mulheres, assim, vamos dizer, mais jovens, que se dedica à tarefa da garota de programa, vamos supor, eh elas têm um plano, enquanto são belas, bonitas, elas têm aí 10 anos de trabalho diário. voam para lá, para cá, atendem clientes, tal, e porque elas sabem que depois aquelas mais novas vão suplantá-las, então elas já procuram aposentadoria. Então é um mecanismo assim bastante difícil para quem não está no ramo entender direito, mas para quem começa desde cedo, como a gente percebe nas notícias aí, 13, 14 anos, fazendo lives em casa, né, monetizando
mecanismo assim bastante difícil para quem não está no ramo entender direito, mas para quem começa desde cedo, como a gente percebe nas notícias aí, 13, 14 anos, fazendo lives em casa, né, monetizando os seus conteúdos, isso sobe a cabeça, né? Enfim, então como produto de venda, isso aí desde a época, vamos dizer, da liberação da sexualidade ou do feminismo, em que você tem famosas revistas assim do passado que hoje nem já fazem, né, eh, situações, grandes milionários que faziam festas utilizando esse produto. Muito bem. Agora, como objeto de prazer, aí já não é mais eh a aquela situação de venda, é a pessoa que procura, numa forma de ansiedade suprir aquelas falsas necessidades eh que o a tarefa que ela executa enquanto produto de venda propicia, porque eh eh determinadas situações, as pessoas têm intercursos aí 7, oito por noite, então muitas vezes estimuladas por medicamento, principalmente homens, né, por medicamentos, etc. Muito bem. No livro, no mundo maior, no capítulo número 11, intitulado Sexo, eh tem uma parte que um instrutor ele estava eh ele levou o André Luiz para assistir uma palestra no plano espiritual em que o tema era sobre sexo e que o palestrante ele informava que sexo residem essas forças eh criadoras predominantes, né, que até entendem as necessidades e os estatutos da natureza, eh, que regulam a vida física. E ele vai dizer que tem nessa condição de inquietação eh sexual, que é essa ansiedade, né? um fenômeno peculiar, o nosso psiquismo, que significa um processo em marcha para zonas de evolução. e que ele vai dizer, é interessante aqui, que a morte física dessa criatura que tá nesse processo de inquietação sexual, eh eh a morte física dessa criatura não oferece solução pacífica a esses tipos de espíritos que estão em equilíbrio extremo, desequilíbrio no caso, né? e que entrega os seus corpos aos desregramentos passionais. Então, ele vai dar uma uma sinalização de que a loucura em que essas criaturas se debatem não tem nada a ver com situações, modificações cerebrais. Ela
ga os seus corpos aos desregramentos passionais. Então, ele vai dar uma uma sinalização de que a loucura em que essas criaturas se debatem não tem nada a ver com situações, modificações cerebrais. Ela tem origem, elas demanam da desassociação dos centros perespiríticos que exigem para o seu tratamento períodos longos de reparação. eh porque essa dissociação eh eh do dos centros perespiríticos resulta do mau uso da do desregramamento, né, da da do processo do aviltamento de uma energia poderosa, que é a energia sexual, né? Então ele vai dizer que ah o cativeiro eh da criatura nos tormentos do sexo não é um problema que deve ser agido no campo exterior. É um é uma questão da alma que necessita de um processo individual de cura. E sobre esse processo, somente o próprio espírito resolverá no tribunal da sua própria consciência. Porque cada um é responsável pelas suas obras, pelos seus atos, né? Então, mas esse que trabalha com esse tipo de energia poderosa, que é principalmente o centro genésico, etc., isso demana dessa situação e enfatiza a necessidade dessa demência espiritual, né? Eh, a criatura entra num processo que ela não tem pacificação porque elas vão entrar no processo de correr atrás de entidade de pessoas encarnadas que vibram na mesma faixa para dar vazão a essa volupe, a essa ansiedade, né? Então, eh o o palestrante fala que os escravos ou os escravos desse tipo de perturbação do campo sensorial, só eles mesmos eles deverão manter um processo de início de ajuda pela dilatação do entendimento do sofrimento que eles estão passando, das suas dificuldades próprias pela aplicação assim, eh, de um processo de de análise, porque no caso Goldício, ele é aquele conflito e a pessoa no conflito não sabe para onde seguir e segue muitas vezes obedecendo a estímulos eh, vamos dizer assim, fartamente depositados em seu psiquismo, né? Eh, um trecho aqui que eu peguei do livro Sexo e Consciência, eh, com, eh, questões, eh, respondidas pelo Tivaldo e através da coordenação, da
dizer assim, fartamente depositados em seu psiquismo, né? Eh, um trecho aqui que eu peguei do livro Sexo e Consciência, eh, com, eh, questões, eh, respondidas pelo Tivaldo e através da coordenação, da organização de Luís Fernando Lopes, ele vai falar de um processo chamado saturação. E ele vai dizer que essa saturação eh faz parte das faixas primárias daquelas criaturas que estão nesse patamar dos brutos, né, que preferem as sensações que saturam rápido. É, é o gozo pelo gozo, é o imediatismo, é a água do mar, você bebe, mas não descedenta. e para isso procuram novas experiências eh eh de caráter, né, vinculado à áreas da sexualidade e que vão desaguar no pantanoso terreno das aberrações, né? essas aberrações. Eh, eu peguei aqui um um trecho do catálogo do sid, né, catálogo internacional de doenças, que é chamado eh transtorno do comportamento sexual compulsivo. E que que é isso? Ele é um transtorno caracterizado pela dificuldade persistente em controlar impulsos, controlar fantasias, comportamentos sexuais intensos e repetitivos que causam sofrimento ou prejuízo em áreas importantes da vida, como no trabalho, no relacionamento conjugal, eh na família, na saúde, mesmo quando ele tenta parar ou reduzir ir esses comportamentos, a criatura entra através dessa saturação nesse tipo de transtorno que vai dar as distonias mentais devido ao desrebramento sexual. Aí nós vamos cair no terreno das parafilias que está no catálogo eh internacional de doença, catálogo 10, né? Que são o quê? Para filias são padrões de excitação sexual intensos e recorrentes que envolvem objetos, situações ou pessoas atípicas e que causam esse sofrimento à criatura que está sobre o império desse desses transtornos. E aí ele relaciona que o fetichismo, que a dependência de objetos não genitais para a excitação sexual, o transvestismo, que é excitação sexual de eh usar roupa do sexo oposto. Eu me lembro muito de um filme chamado A mulher dinamarquesa. Um filme interessante que só o contato do de uma Langeri
sexual, o transvestismo, que é excitação sexual de eh usar roupa do sexo oposto. Eu me lembro muito de um filme chamado A mulher dinamarquesa. Um filme interessante que só o contato do de uma Langeri no homem, ele já detonava nele um processo do passado em que ele tinha eh essa capacidade eh de ter tido experiências na área feminina. Você tem os cross dressers, né? São homens que se vestem de mulher e vice-versem. Tem o eh exionismo, que é a exposição dos órgãos genitais às pessoas. O voerismo, tem o fluterismo, que é excitação sexual, ou de encostar ou esfregar em pessoas. Isso é muito comum em metrôs, em ônibus, a pessoa reclamar que tinha alguém fazendo isso. Isso é uma fórmula, é uma parafilia, né? É um transtorno compulsivo, né? Tem a pedofilia, que é o desejo sexual por criança. Tem o masoquismo sexual, que é a excitação através de experiências dolorosas ou humilhantes. O sadismo, que é ao contrário que a excitação através do sofrimento ou humilhação de outras pessoas. E tem outras aqui, né, que é é um abastamento inteiro. A zofilia, né, é o desejo de se relacionar com animais. necrofilia com mortos e por aí vai. Então, eh eh eu indico assim, ler o prefácio desse do capítulo 14 do livro Sexo e Obsessão do próprio Manuel Filomeno de Miranda, em que ele vai abordar o a o capítulo referente ao marquês de Sad e Madame X. E lá tem toda essa de onde originou, né, o sadismo sexual. E e vale a pena porque eh é pra gente conhecer, né? No livro de Joana de Ângeles, após a tempestade, tem um capítulo seis primoroso em que a benfeitora vai falar a respeito de que a a criatura quando estava vinculada aos processos da sexualidade em épocas em que a liberação era mais difícil, em que a sociedade era mais opressora, Eh, que que acontecia? O, o, o sexo passou dessa condição de coersão, de coação, ele passou para o processo de libertinagem. Então, ou seja, quando ele estava escondido, né, vamos dizer assim, oculto, eh, e quando se abre a possibilidade dessa nova situação, ele
oersão, de coação, ele passou para o processo de libertinagem. Então, ou seja, quando ele estava escondido, né, vamos dizer assim, oculto, eh, e quando se abre a possibilidade dessa nova situação, ele cai no polo oposto da liberação geral. Então ela vai falar muito interessante que tido por impuro, o sexo passou a condição de máquina de prazer, na qual o homem devesse viver para exercê-lo e não para através dele perpetuar a espécie, né? Porque quando a gente, nós espíritas, vamos conversar com determinadas criaturas e a gente fala que a sexualidade ela existe em nós como forma de perpetuar a espécie, de facultar o processo reencarnatório. Isso parece piada, porque o o vamos dizer assim, o normal são as criaturas dizerem que o sexo é para o prazer, não importa o meio que seja necessário para atingi-los, né? Então, por isso que ele ela vai falar aqui, a nossa benfeitura, que das condenáveis críticas do sarcasmo e da perseguição, o sexo saiu paraa praça pública do desrespeito, como se fosse um processo de vingança dos eh dos padecimentos que o sexo havia sofrido, vamos dizer assim, né, de que o uso abusivo poderia reabilitar a antiga proibição. né? Então, eh eh tem um um tópico aqui do chamado Desequilibrados do Sexo, que eu peguei no livro Nosso Lar, em que o André Luiz estava caminhando nos pavilhões das câmaras de retificação, principalmente no pavilhão 11, quando ele, André Luiz, houve uma gritaria imensa e ele fez um gesto instintivo, uma menção de se aproximar da porta daquele pavilhão. Mas Narcisa o deteve, falou: "Não, não prossiga localizam-se aqui os desequilibrados do sexo. O quadro seria extremamente doloroso para os seus olhos. guarde essa emoção para mais tarde. Então, eh, a gente vai pensando, né, como que isso no plano espiritual eh deve ocorrer, né, esse processo de atendimento, essas criaturas, enfim. Então, essa questão do sexo cair na praça pública como forma de se liberar rapidamente da construção antiga, eh, tem um um autor eh muito interessante que é o
o de atendimento, essas criaturas, enfim. Então, essa questão do sexo cair na praça pública como forma de se liberar rapidamente da construção antiga, eh, tem um um autor eh muito interessante que é o Zigmund Bowman. é um sociólogo polonês que ele fala que a sexualidade irresponsável busca prazeres imediatos e fuga das responsabilidades. E o título do livro é amor líquido. É porque ele ele é um amor assim que ele ele ele tem a conformação, dependendo do tipo de criatura que o aceita. Então, buscou prazeres imediatos, fugas de responsabilidades. Os indivíduos procuram o gozo, querem uma vida marcada por divertimento, sem compromissos, né? E ele vai falar que nessa obra novos relacionamentos centrados na busca pelo prazer e no distanciamento dos transtornos e decepções, ele vai falar que essas criaturas que sem eh eh vinculações reais, eh sem compromissos e decepções, estão assim crescendo absurdamente. Uma forma disso é a tendência chamada poliamor, né, que é a prática de se envolver em múltiplos relacionamentos íntimos e até amorosos, né, ao mesmo tempo, só que consentimento, o consentimento de cada um, geralmente eles chamam de trisal, né? Eh, eh, eh, você tem o formato em V, você tem um homem para duas mulheres, você tem uma mulher paraas dois homens. Então, mas é só assim, naquele grupinho pequeno de três pessoas sabem que um vai ter relação com o outro e tal. Não, teoricamente não existe ciú e tal, né? Mas é uma prática, é uma prática que todo mundo conceita e conhece do processo envolvido, né? E essa características é você amar e ter relações sexuais com mais de uma pessoa de forma transparente e comunicativa. E você tem o casamento aberto, né? No polamor não existe casamento aberto porque não é casamento, né? Mas no casamento, na relação monogâmica, em que para efeito de sair da monotonia, que as criaturas sempre utilizam esse processo de desculpa, eh tá muito igual, né? Tem que sair da monotonia, tem que ver, né? Aí que você tem o casamento aberto, né? eh em que o casal concorda de ter a
e as criaturas sempre utilizam esse processo de desculpa, eh tá muito igual, né? Tem que sair da monotonia, tem que ver, né? Aí que você tem o casamento aberto, né? eh em que o casal concorda de ter a liberdade de manter relações sexuais ou afetivas com outras pessoas fora da união principal, sem que isso seja considerado traição, né? É um acordo mútuo que é feito ali, que tem limites eh claros, etc., né? E isso, gente, eh vai desaguar nessa prática. Você tem as casas de swing, em que os casais vão justamente para liberar essas fantasi, essas parafilias, né, em busca de um fictício prazer que não tem. Aí que entra a criatura como objeto de prazer, frequentando uma casa que é objeto de venda, que é uma casa que você paga, que você tem despesa e e você tem mecanismos lá dentro de participar deorgia aqui, ali, etc., né? E é um negócio assim que você lendo dá um desequilíbrio na cabeça, uma coisa interessante, né? E nesse contexto, eu pensando, né, a respeito dessa situação no plano espiritual, como que esse tratamento e iria se dar, me veio à mente a lembrança do Instituto Almas Irmãs, do livro Sexo e Destino, que André Luiz narra de forma interessante, né, que esse instituto Almas Irmãs, ele era para atender eh irmãos eh necessitados de reeducação sexual após a sua desencarnação, né? Então, o que que era? Ele vai falar aqui que era um uma uma extensão de área, né, muito grande de 4 km², cheio de edifícios, cheio de arroamento, partes e jardins, né? Ele chama de hospital escola. Eh, é como se fosse um hospital escola para os candidatos à reencarnação e que traziam problemas do desequilíbrio na área da sexualidade, né? Eles vinham, esses estudantes, vamos utilizar, ou esses internos, né, vinham de instâncias, instâncias purgatoriais, né, e e quando eu demonstrava já alguma possibilidade, eles eram treinados, eles eram admitidos nesse instituto Almas Irmãs, eram examinados de forma rigorosa, tinha um critério de seleção e somente depois Depois deles terem esse julgamento digno, assim, quando fala
reinados, eles eram admitidos nesse instituto Almas Irmãs, eram examinados de forma rigorosa, tinha um critério de seleção e somente depois Depois deles terem esse julgamento digno, assim, quando fala digno, é no sentido do aproveitamento. Eles entravam naquele instituto Almas Irmãs para estação de aprendizado mais ou menos longa, dependendo eh da característica de cada um, pesquisando as causas e observando os efeitos das quedas que eles participaram, tanto em si mesmo quando eles tinham causado nos outros com esse desgramento da sexualidade. Então, o André Luiz, ele foi levado a conhecer salões de aula, né, onde o sexo era tema central que merecia o maior apreço. os as matérias ali estudadas, ele vai dizer eh que era regime de especialização, era sexo e amor, era uma matéria, sexo e matrimônio era outra, sexo e maternidade era outra, sexo e estímulo era outra, sexo e equilíbrio, outra sexo e penalogia e sexo e evolução. Então, e essas matérias eram eh assim ensinadas, né, de forma corriqueira. E André Luiz fica sabendo que as turmas mais numerosas mais numerosas que partiam da solicitação das próprias criaturas era sexo e maternidade e sexo e penalogia. No sexo e maternidade, era centenas de criaturas que procuravam estabelecer novos conceitos a respeito dos ajustes no lar, né, quando na Terra. E o segundo que era penalogia era quantidade de espíritos agora conscientes que examinavam a melhor maneira de trazerem para si mesmas determinadas inibições para se corrigirem de hábitos deprimentos no curso da reencarnação. Mas ele vai falar sim todos esses companheiros eles eram tratados em condições normais, não eram julgados anormais, eram tratados de dignidade em pé de igualdade com todo mundo, né? que muitos estão reparando situações que foram injustiçadas há séculos e que contra aqueles que renasceram sofrendo particularidades anômalas. Nesse particularidades anômalas é que a gente vai encaixar o lixo aí, não é? Porque a perseguição, a crueldade com que eles eram banidos da sociedade de
renasceram sofrendo particularidades anômalas. Nesse particularidades anômalas é que a gente vai encaixar o lixo aí, não é? Porque a perseguição, a crueldade com que eles eram banidos da sociedade de então eh impediam que eles cargos que traziam por causa da dificuldade de compatibilizar a sua psicologia masculina com a feminina, etc., né? E uma coisa que merece notar aqui é que em 82 anos de existência do Instituto Almas Irmãs, o percentual de sucesso, eh, André Luiz vai trazer para nós que 18% das pessoas, né, que ali chegam para os compromissos de enfrentamento da sua própria próxima reencarnação, eles tinham atingido a meta para a sua proposta reencarnatória e 22 melhoraram um pouco, 22%, 28 imperfeitamente melhorados e 34% além de não melhorar nada se honeraram por novas dívidas. está no livro Sexo e Destino do capítulo 9. Então, o que que se faz, né, eh, o que que se estuda nesses nesse instituto eh eh tem algo a ver com responsabilidade, disciplina e renúncia? Porque esse tipo, vamos dizer, de situação da energia sexual, ela não é assim facultada eh como todas as outras faculdades, eh ao uso abusivo. existe uma responsabilidade, existe uma disciplina embutida ali e uma renúncia, né, para com os objetivos que a pessoa eh eh vinculada sexualmente a uma a um uma pessoa, não é caso masculino e feminino, quando ele ele depara na rua com alguma outra pessoa do sexo oposto e que preenche mais sobre ele essa necessidade ade se relacionar. A renúncia entra como um processo dele ter primeiro de ter assumido compromisso com determinadas pessoas, porque senão viram a bagunça, a famosa procura da alma gêmea, que você sempre vai encontrar alguém, mas ninguém sendo perfeito, logo aquela pessoa que era considerada a ideal passa a não ser tanto e vai procurando outras e vira esse esse esse processo totalmente doloroso. Então, o André Luiz, nesse capítulo 11, que eu me referi do mundo maior, no mundo maior, que o instituto sexual para coroar-se com as glórias do êxtase, ele tem que se dobrar a esses
almente doloroso. Então, o André Luiz, nesse capítulo 11, que eu me referi do mundo maior, no mundo maior, que o instituto sexual para coroar-se com as glórias do êxtase, ele tem que se dobrar a esses imperativos, responsabilidade, disciplina e aos ditames da renúncia. Agora, isso ele até fala aqui, né, o André Lu, essas conclusões não devem nos induzir a programas de santificação compulsória no mundo carnal, porque a gente não vai conseguir. Nenhum homem, diz ele, conseguiria negar a fase da evolução na qual se encontra. E não existe esse tipo de autoelevação, porque assistir uma palestra, ouvir um estudo, ler um livro, a partir de agora eh tem a castidade, tem abstinência, tem isso, não, não é por aí, né? Eh, isso aí começa a canalização da energia, né? O próprio Divaldo Franco respondendo aquele livro Sexo e Consciência, vai dizer assim, ó, que os indivíduos que transitam pela faixa evolutiva do equilíbrio, é porque eles encontraram a realidade do espírito. Eles têm mais emoções do que sensações. Não é o caso da saturação que a pessoa entra na repetição do processo como forma de se saciar. Não, só vai saciar quando você souber utilizar as suas emoções do que as sensações, né? Então ela vai dizer aqui no caso Divaldo, que nessas pessoas o intercurso sexual é feito de ternura, não é brutal como nos seres primitivos. e que a tarefa evolutiva é aprimorar esses recursos espirituais para atingir um estado de sublimação. E esse estado não se dá pela abstinência, porque o indivíduo pode não abusar do uso do sexo, mas permanecer com os quadros mentais tormentosos fixados naquela situação, né? E e ele vai dizer uma coisa interessante, que os parceiros que vivem em plena harmonia estão sublimando a função sexual. E diz ele que de forma semelhante, nas experiências místicas dos santos, como Francisco de Assis e Teresa Dávila, verificamos que no momento culminante do êxito, do êxtase espiritual, eles experimentavam o orgasmo do amor psíquico, no qual o corpo apresentava descargas de orgasmos idênticas àquelas
Teresa Dávila, verificamos que no momento culminante do êxito, do êxtase espiritual, eles experimentavam o orgasmo do amor psíquico, no qual o corpo apresentava descargas de orgasmos idênticas àquelas que têm lugar comum numa relação sexual. Eu achei assim fabulosa essa essa observação dele, né? Então, eh, eu tinha comentado, né, que a questão da influência obsessiva nesse processo do desregramamento sexual, ela é imperativa, ela vai acontecer, né, da mesma forma com que tem a alcofilia, eh, que tem as situações da drogadição e, enfim, nessa situação toda, né? Então eu vou encerrar aqui é com a conclusão do video que o espírito Emmanuel coloca no prefácio, né? Ele vai dizer que para não nos delongarmos em considerações desnecessárias, vamos concluir que em torno do sexo, eh, vamos sintetizar as digressões nas seguintes normas: não proibição, mas educação. Não abstinência imposta, mas emprego digno, com devido respeito aos outros e a si mesmo. Não indisciplina, mas controle. Não o impulso livre, mas responsabilidade. Fora disso, é teorizar simplesmente para depois aprender ou reaprender com a experiência. E vai continuar o Emanuel dizendo: "Sem isso será enganarmos, lutar sem proveito, sofrer, recomeçar a obra da sublimação pessoal tantas vezes quantas se fizerem precisas pelos mecanismos da reencarnação. Porque a aplicação do sexo ante a luz do amor e da vida é assunto pertinente à consciência de cada um. Então eu passo a palavra agora à nossa querida Tânia para dar continuidade às reflexões dessa segunda parte desse capítulo. >> Agradeço a Vítor aí pelos aprofundamentos. Gisele que está aí dando o suporte, que fez uma linda prece. Eu até comentei da sensibilidade dessa prece que foi a abertura dos nossos trabalhos. E eu queria estar iniciando, trazendo um destaque de Filomeno neste capítulo, já que nós estamos hoje dando desfecho neste capítulo que Filomeno vem dizer para nós que os recursos do bem eles são inesgotáveis, independente de como cada um está agindo no seu dia a dia. E por que que isso é
estamos hoje dando desfecho neste capítulo que Filomeno vem dizer para nós que os recursos do bem eles são inesgotáveis, independente de como cada um está agindo no seu dia a dia. E por que que isso é importante nós estarmos pensando? Porque todos somos filhos de Deus e na ignorância nós temos atitudes que não são condizentes com as leis do nosso pai. E podemos estar pensando que esses que agem muito mais de maneira equivocadas, equivocada, não tem essa assistência. E essa instituição de matrizes africanas vem estar trazendo para nós diversas experiências, inclusive de pessoas que têm tentado, eh, por conta dos seus interesses, buscar uma assistência eh que seja equivocada, não condizente com a lei, mas a todo instante nós percebemos. E aí quando Filomeno ele traz esta afirmativa neste capítulo, ele tem um propósito e nós precisamos estar pensando nisso porque eram diferentes pessoas que ali estavam transitando. Mas tem um outro ponto que eu também gostaria de destacar neste capítulo, quando Filomeno vem falar do amor que deflui da conquista de si mesmo, mostrando para nós o quanto é importante estarmos galgando eh esses hábitos que são salutares para a jornada do espírito. E certamente quando essa conquista ela vai sendo melhor aprimorada por nós quando olhamos para o que fizemos no passado e observamos: "Meu Deus, eu fui capaz de fazer isso porque hoje se eu fosse ter aquela atitude do passado, certamente em mim ia soar aquele vazio, o desconforto por estar agindo daquela maneira. E é importante estarmos sempre com a reflexão deste investimento em nós mesmos, porque é isso que vai trazer para nós um salto maior em nossa jornada. E o que é que nós precisamos fazer para que a nossa consciência, que já está desperta, não tenha menor dúvida de que nós que buscamos através do estudo, da leitura, de estar ouvindo exposições que trazem para nós este conhecimento que vai promover a renovação, nós Já estamos com esta consciência desperta. O que podemos fazer para sair de uma consciência que está desperta
ouvindo exposições que trazem para nós este conhecimento que vai promover a renovação, nós Já estamos com esta consciência desperta. O que podemos fazer para sair de uma consciência que está desperta para o nível maior, que é a consciência de transcendência do Eu? Aquilo que o apóstolo Paulo, que já tinha atingido este nível de consciência, ele foi capaz de dizer: "Já não sou eu, mas quem vive. é o Cristo que vive em mim. O que é que nós precisamos fazer para adentrar a este patamar consciencial e de pensar que nossos passos, nossas atitudes, elas estão pautadas naquilo que o mestre esteve a nos ensinar e continua atualizado a a esperar de nós que os nossos passos eles sigam na sua na sua direção e o nosso modo de agir, de olhar para trás e também perceber que estamos avançando. Isso é muito bom porque reforça o nosso esforço, a nossa perseverança na conquista de patamares mais elevados. Então, Lício, que é o nosso personagem central deste capítulo, ele reconhece que a sua alma está em frangalhos. Assim ele fala para a benfeitora espiritual. Ele foi à instituição em busca de ajuda, por algo estava inquietando o seu íntimo e lhe moveu para esta busca para poder sair daquela condição. Não tenhamos dúvidas de que Silício bateu aquela porta. Ele teve uma assistência espiritual que o impulsionou aquela busca, que sabia que naquela instituição ele encontraria aquilo que estava buscando para a sua melhoria. E é interessante que neste comportamento que ele se via no conflito, ele não sabia discernir se estava sendo certo ou errado. E aí nós nos perguntamos: "Mas o que é certo? O que é errado? Porque talvez o que hoje nós achamos que é errado, lá no passado nós achávamos que era certo. Aí vamos pensar à luz da doutrina espírita. O certo é tudo quanto está a contribuir para a nossa evolução. E o errado está nas ações que vão nos prejudicar, que vai prejudicar ao nosso próximo através das nossas atitudes de egoísmo, de orgulho, de vaidade. Então, se nós em alguma circunstância de
evolução. E o errado está nas ações que vão nos prejudicar, que vai prejudicar ao nosso próximo através das nossas atitudes de egoísmo, de orgulho, de vaidade. Então, se nós em alguma circunstância de nossa existência pairá em nossa mente a dúvida, coloquemos Jesus naquele questionamento. Se fosse Jesus, o que que ele diria para nós? Está certo ou está errado? é o nosso grande termômetro para poder estar fazendo eh esta avaliação e seguindo no caminho que consideramos que é o caminho certo. Aí vem um outro questionamento de lício que também é muito forte no capítulo quando ele eh se questiona se ele é um espírito feminino que está domiciliado num corpo masculino, ele reconhece que a sua mente é diferente daquilo que ele observa em seu corpo. E é claro que isso nos mostra um conflito, um conflito que o acompanha desde criança. E certamente quando nós somos crianças, nós não temos essa capacidade de discernir, de compreender bem os nossos sentimentos. E aí nós buscamos um livro que é muito bom para a nossa leitura pelas de pelos diversos capítulos. que a benfeitora Joana de Angeles nos traz, que é conflitos existenciais. E no próprio prefácio que ela intitula conflitos existenciais, ela vai dizer para nós que a marcha para o progresso, ela é inerente a todos. Só que esta marcha, em alguns momentos, ela vai estar perturbada, ela vai estar dificultada, mas nunca a nossa marcha ela será retida. E nós vamos avançando muitas vezes nessa caminhada para o progresso, atravessando essas injunções dolorosas que muitas vezes elas são resultantes da nossa ignorância ou mesmo do da mal utilização dos recursos que são colocados à nossa disposição. E ao longo das reencarnações que nós vamos transitando, este aprimoramento vai chegar o processo de libertação, também libertação do primarismo, daquilo que ainda nos aprisiona, mas que nós sabemos que o nosso trânsito é para a sublimação. Então, esses desafios que nós estamos a enfrentar, eles se apresentam como estes conflitos perturbadores que podem
ue ainda nos aprisiona, mas que nós sabemos que o nosso trânsito é para a sublimação. Então, esses desafios que nós estamos a enfrentar, eles se apresentam como estes conflitos perturbadores que podem adoecer, que podem desorientar e também nos empurrar para situações dolorosas quando nós não sabemos dar a direção adequada. E aí vem neste conflito que Lício apresenta, que a própria Gi no breve resumo, que ele preferia ser chamado delícia e não deício conforme era o seu nome. E aí nós podemos estar eh aprendendo o quanto esta dualidade no seu íntimo trazia tanta, tantos conflitos, tantas dificuldades nesse lidar com os seus colegas de escola, com os seus amigos e muitos eles não conseguem expressar o conflito em algum momento. ele vai desabrochar, ele vai se tornar evidente, mas isso pode levar tempo. E no caso de Lício, todo este sofrimento, ele foi se agravando com a purerdade, se agravando na escola, se agravando em casa, porque ele era um ser feminino que vivia e um corpo masculino. E aí, Lício vai estar trazendo algo que eh eu considero muito importante para nossa reflexão, que todo este momento que ele viveu com o tio, esse momento de conubos porque o tio veio morar na sua casa, porque veio estudar, veio do interior, não houve qualquer percepção de ninguém da casa. E aí ele vai falar do descuido, né? Aliás, Filomeno vai falar deste descuido educacional, desta atenção que nós precisamos ter com as nossas crianças, com os nossos adolescentes, com as pessoas que estão convivendo, porque percebam, né, eles tinham eh experiências anteriores que justificavam aquela aproximação, mas nós precisamos entender que dentro do contexto da reencarnação, somos colocados juntos com propósitos para o nosso crescimento. Então, é preciso ter mais atenção sobre os fatos que se desenrolam dentro da nossa casa, com as nossas crianças, com os nossos filhos, com os nossos parentes, com aqueles que aparentemente estão bem, mas que não estão. Aí vamos pensar também quantos hoje vivem esse conflito. Porque
casa, com as nossas crianças, com os nossos filhos, com os nossos parentes, com aqueles que aparentemente estão bem, mas que não estão. Aí vamos pensar também quantos hoje vivem esse conflito. Porque observando o ano de publicação deste livro, 1988 e que estamos há quase 30 anos lá, eh, o Dr. Bezerra de Menezes fala que isto era muito maior do que se imaginava. há quase 30 anos. Imaginemos hoje o crescente desta movimentação do indivíduo, ele receber um corpo e na verdade a sua mente sentir que ele pertence a um outro gênero. Então isso nos faz pensar no processo do planejamento da reencarnação. Não podemos deixar de amadurecer as nossas reflexões nesta direção, porque o planejamento reencarnatório, ele é complexo, ele é cuidadoso e ele é elaborado para atender a lei de causa e efeito antes do retorno. Os benfeitores que cuidam do nosso da nossa volta à experiência do corpo físico, eles vão estudar quais são as nossas necessidades, avaliam as experiências que eh tivemos, o que é indispensável para o nosso amadurecimento, para a nossa libertação. E nós sabemos que o planejamento ele é constituído de várias etapas que vai desde a duração da vida, a escolha da família, eh os fatos principais, a análise dos créditos espirituais que podem ser utilizados a utilizados ao nosso favor. Mas não podemos desconsiderar que não há determinismo neste planejamento reencarnatório. Eh, o roteiro que é estabelecido não é um roteiro fechado, porque neste transcurso nosso nós temos possibilidades de escolha que vão na direção do nosso livre arbítrio. Então, será planejado antes de nós nascermos os marcos importantes da nossa existência, especialmente esta família que irá nos receber, a família que nós vamos construir, quais são as nossas inclinações, quais são os desafios que nós vamos estar enfrentando agora, a forma como nós vamos percorrer Aí é que está em nossas mãos. Nós podemos transformar provas difíceis em oportunidades de superação. Vai depender de quê? Daquilo que está se apresentando
tando agora, a forma como nós vamos percorrer Aí é que está em nossas mãos. Nós podemos transformar provas difíceis em oportunidades de superação. Vai depender de quê? Daquilo que está se apresentando à nossa frente e a maneira como nós vamos lidar com os processos. Ora, se anteriormente em vidas pregressas o tio Dilício com ele, eles tiveram um relacionamento e hoje foram colocados em famílias diferentes, mas com a possibilidade de aproximação, era para vencer, especialmente porque ambos foram colocados no mesmo gênero. Então, quando nós reencarnamos em um corpo masculino ou um corpo feminino, feminino, nós voltamos com uma indumentária que é indispensável para o nosso crescimento, para as nossas necessidades evolutivas. Não podemos desconsiderar que aquilo foi pensado, foi estudado, foi discutido e foi acordado por nós tudo quanto foi apresentado. Isso eu digo porque nós já nos situamos em um nível evolutivo mediano que permite esta participação no processo de planejamento da encarnação. E aí não podemos deixar de lembrar a questão 132 de O Livro dos Espíritos, quando Allan Kardec vai indagar qual o objetivo da encarnação dos espíritos. E os benfeitores respondem que Deus lhes impõe a encarnação com o objetivo de fazê-lo chegar à perfeição. Para uns é expiação, para outros missão. Mas para que nós possamos alcançar a perfeição, é necessário sofrer todas as vicissitudes. Nisso é que consiste a expiação. Então, todos nós vamos fazer a travessia por estes desafios, pelo sofrimento, pela dor, pela dificuldade, mas foram colocadas para que de fato nós pudéssemos aprender, espiar, reparar e progredir. Então, Lício, quando ele também estabelecia esse diálogo com a benfeitora, em algum momento ele calava. E é interessante que Filomeno destaca que nos momentos de pausa da fala de Lício, ele recebia fluidos dos benfeitores para poder minimizar aquela constrição que ele trazia sobre a forma de conflitos. E aqui nós queremos só fazer um breve destaque da importância de estarmos buscando as
recebia fluidos dos benfeitores para poder minimizar aquela constrição que ele trazia sobre a forma de conflitos. E aqui nós queremos só fazer um breve destaque da importância de estarmos buscando as instituições religiosas, particularmente falando nós que militamos na casa espírita, de buscarmos esses espaços para o atendimento fraterno, para a terapia pelos passes, para que possamos receber o auxílio que semana dá desses benfeitores que estão atentos às nossas necessidades. Não estamos aqui dizendo que no lar não somos beneficiados. É claro que o benefício também vai acontecer no lar, mas na casa espírita, nas diversas instituições religiosas, nós temos uma um aparato maior destes benfeitores para poder atender as nossas necessidades. E aí, eh, nós vamos estar pensando, eh, neste sofrimento vivenciado por Lício, eh, quando houve a separação, esse tio vai embora, eh, ele constrói uma família, casa, tem filhos, aí tenta depois reaproximar-se através de correspondência que ele não responde, mas ele sente, ele tem um sentimento dúb de amor e de ódio, porque de fato ele reconheceu o amor lá atrás. E nós vamos lembrar que a benfeitora Joana deângeles no livro Plenitude vai dizer para nós que o sofrimento é uma doença da alma. E por que ela atribui o sofrimento como a doença da alma? Porque nós sabemos que a dor ela tem a sua gênese no espírito que é endividado. Então, em todo o processo de aflição, nós sabemos que o espírito em si mesmo é o responsável, ele estando consciente ou não. Ainda diz a benfeitora Joana de Angeles que em alguns casos o sofrimento é a melhor terapia para o progresso humano. Nem sempre nós entendemos assim. Mas eu não queria eh finalizar os meus aprofundamentos sem trazer a questão da ideia suicida que eh aportou na mente de Lício, exatamente quando teve esse afastamento eh de seu tio. Então, foi uma ideia fixa que certamente os obsessores estavam incutido nele com mais vigor aquela ideia. E nós temos uma página belíssima que eu recomendo também a leitura, que
tamento eh de seu tio. Então, foi uma ideia fixa que certamente os obsessores estavam incutido nele com mais vigor aquela ideia. E nós temos uma página belíssima que eu recomendo também a leitura, que está lá em Mundo Regenerado, o capítulo seis, que é intitulado Suicídio infeliz. Aí a benfeitora Joana de Ângeles, ela vai iniciar dizendo para nós assim que quando nós nos sentirmos muito sobrecarregados com eh tristezas, com feridas, que nos sentirmos abandonados, que eh nos sentirmos na solidão, antes de qualquer ideia para se atirar no abismo, para que nós possamos nos ofertar uma nova oportunidade. E aí que a gente pense que talvez hoje nós recebamos o diagnóstico de uma doença grave e esse diagnóstico ele pode ser revertido. Então, Lício também passou por essa ideia suicida, mas ele certamente com o suporte que recebeu da espiritualidade amiga e do amparo dessa dessa instituição onde ele buscou apoio, aos poucos ele foi se desfazendo dessas ideias. E aí eu queria finalizar trazendo que este caso apresentado por Filomeno de Miranda vem dizer para nós assim: "Eu estou passando por uma grande dificuldade, não importa o que esteja atravessando, busquemos ajuda. Não fiquemos com aquilo guardado para si. A ajuda vai desanuviar. Só em buscarmos no diálogo, a nossa mente, ela já sai daquele peso, daquele fardo, daquela dor intensa. Essa ajuda, ela talvez precisa ir mais à frente com a ajuda do profissional. Mas assim como lício, se cada um que esteja neste momento a nos ouvir e esteja passando talvez por uma situação semelhante a este conflito que Lício viveu, não fique com ele sozinho. Busque ajuda. E não nos esqueçamos que o nosso mestre Jesus está a todo instante atento a nós. Busquemos a ele, porque certamente ele trará o lenitivo para amenizar, suavizar as nossas dores. Essas são então as nossas considerações. >> Obrigada, Tânia. Obrigada Vittor. Vocês trouxeram temas delicados, profundos, com leveza. São temas difíceis de nós abordarmos, mas muito necessários. tão
. Essas são então as nossas considerações. >> Obrigada, Tânia. Obrigada Vittor. Vocês trouxeram temas delicados, profundos, com leveza. São temas difíceis de nós abordarmos, mas muito necessários. tão necessários que encontramos uma vasta bibliografia espírita a respeito desses desses assuntos e que precisamos sim nos dedicar, né, atenção, reflexão, porque é inerente à nossa condição humana. Então, muito obrigada a todos aqueles que estiveram conosco nos acompanhando, que tenhamos uma noite tranquila, de muita paz e que possamos nos reencontrar semana que vem. Até lá.
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