Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 49 | 22.03.26

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 23/03/2026 (há 6 dias) 1:14:46 28 visualizações 3 curtidas

Estudando com Jesus | 22.03.26 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 49: Na viagem da vida Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE

Transcrição

Bom dia. Bom dia a todos. Bom dia. Muito bom dia. Bom dia aqueles que estão conosco, aqueles que nos verão depois, se é bom dia ou boa tarde. Bom dia para todos, né? Que tenhamos um bom domingo, um bom estudo, uma boa madrugada, uma boa noite, uma boa tarde para aqueles que estão em outro país, em outro fuso horário, ou irá assistir ao que ficará gravado aqui no nosso canal do IGES no YouTube. Agradecendo aos canais parceiros que colaboram também com transmissões, inclusive pelo Facebook. Nós temos, por exemplo, Conecta TV, nós temos, por exemplo, TV Espírita de Goiás, temos outros também colaborando com a divulgação da palavra da doutrina. E hoje nós vamos ter mais um capítulo do nosso livro Espírito da Verdade, né, amiga? >> Isso é e do Evangelho, né? Eh, do Espírito da Verdade que faz menção ao Evangelho, ao capítulo 9 do Evangelho, né? É, é pelo que eu tava estudando aqui, é a terceira vez que esse capítulo é mencionado. >> O nosso capítulo Baventurados os brandos. Eu acho que é porque essa brandura tá fazendo falta, né, amiga? >> É, quando a gente fez o estudo do capítulo 39 também teve esse do evangelho. >> É, é. Aí nós temos muita coisa que aprender ainda, né? Se ele tá repetindo, se ele tá voltando aqui, é porque nós tem precisando aprender, né, >> gente? Eu não pensei nisso. É mesmo. Vamos, vou vamos abrir então com uma prece, agradecendo a todos que estão presente, convidando que outros venham para essa amanhã de domingo refletir um pouco sobre a vida de Jesus, sobre a nossa vida para o amanhã, para o nosso futuro. Pai, criador universal e nosso mestre Jesus, irmão querido e amado, estamos aqui reunidos mais uma vez e agradecidos pela oportunidade a pela ajuda que também recebemos, ajudas técnicas com a preocupação e o empenho de nossos irmãos, alguns inclusive com as suas ocupações necessárias em outros serviços e tarefas, cuidar de nossos lares, de nossas famílias. cuidar de nossos amigos, cuidar daquelas pessoas que estão desamparadas, esquecidas, abandonadas,

s suas ocupações necessárias em outros serviços e tarefas, cuidar de nossos lares, de nossas famílias. cuidar de nossos amigos, cuidar daquelas pessoas que estão desamparadas, esquecidas, abandonadas, que estão em situação muito precária, com extrema dificuldade e passando por situações graves que exige toda a nossa atenção a Deus, que tudo pode e tudo age em nosso favor e para nosso benefício. Graças a Deus. que Jesus nos oriente, né? Oriente as nossas palavras para que a gente possa expressar aquilo que nós conseguimos entender dessa lição, né? >> É. e assim pedindo a colaboração dos nossos internautas, dos nossos amigos que estão sempre conosco aqui no site pela tolerância e que possam eh colaborar conosco colocando aqui os seus comentários, né, daquilo que que for do entendimento deles para que a gente possa dividir esses ensinos aqui da manhã de hoje, porque essa colocação que nós vamos fazer aqui é aquilo que nós entendemos, não quer dizer que seja aquilo que é a realidade sobre o assunto, porque cada um de nós temos um entendimento e o nosso será passado aqui agora naquilo que nós conseguimos captar dessa lição, né, Marcos? E aquilo que vocês entenderem que seja de uma forma diferente, que seja diferente do que nós estamos falando, fiquem à vontade para comentar, tá bom? >> Será muito bem-vindo todo o comentário de vocês aqui para nós. >> Então, nós vamos, >> pode falar, Marcos. E hoje nós estamos com o capítulo 29, na viagem da vida, psicografia de Francisco Cândido Xavier. E palavra, capítulo 49. >> Capítulo 49. >> É >> na viagem da vida. >> Isso. >> Na palavra de Emanuel, psicografia de Chico Xavier. Isso. E aí esse capítulo ele faz menção porque esse livro aqui é um um livro baseado nos nas parábolas do evangelho, né? E ele faz menção, então aqui é o capítulo 9 no item quatro, que é bem-aventurados aqueles que são brandos e pacíficos. Então, como o evangelho, pra gente entender a leitura de hoje, eu posso ler um trecho do evangelho aqui, Marcos, desse >> então ele diz assim: "Bem-venturados os

s aqueles que são brandos e pacíficos. Então, como o evangelho, pra gente entender a leitura de hoje, eu posso ler um trecho do evangelho aqui, Marcos, desse >> então ele diz assim: "Bem-venturados os mansos e pacíficos". O título é Injúrias e Violências e ele faz menção aqui ao item quatro. Ele é curtinho, ele não é muito grande não. Então eu vou ler. Por essas máximas Jesus faz da doçura, da moderação, da mansuetude, da afabilidade e da paciência. Uma lei condena, por conseguinte, a violência, a cólera e mesmo toda a expressão de escortez com respeito ao semelhante. Raca era entre os hebreus um termo de desprezo, que significava homem de má conduta e se pronunciava escarrando e desviando a cabeça. Ela vai mesmo mais longe, uma vez que ameaça com o fogo do inferno aquele que disser a seu irmão: "Sois louco". É evidente que aqui, como em toda circunstância, a intenção agrava ou atenua a falta, mas em que uma simples palavra pode ter bastante gravidade para merecer uma reprovação tão severa, é que toda palavra ofensiva exprime um sentimento contrário à lei do amor e da caridade, que deve regular as relações entre os homens e manter entre eles a concórdia e a união, que é um insulto à benevolência recíproca e a fraternidade. Quem entretém o ódio e a animosidade para com o próximo é a primeira lei do cristão. Ah, lá, desculpa, eu ler uma linha. eh, que entretém o ódio e a animosidade, enfim, que depois da humildade para com Deus, a caridade para com o próximo é a primeira lei de todo cristão. Então, gente, aqui nesse trechinho pequeno, olha quanta quanto ensinamento e quantas palavras chaves nós temos aqui para colocar no nosso dia a dia, nesse aprendizado que vai ser referido aqui no livro Espírito da Verdade. Ele coloca para nós aqui, ó, pra gente buscar os termos moderação, doçura, mansuetude, afabilidade, paciência. Ele diz que essas qualidades aqui elas são uma lei. É a lei de Deus. Ela tá contida aqui nessas nesses sinônimos aqui, vamos colocar assim, né? Nessas

ação, doçura, mansuetude, afabilidade, paciência. Ele diz que essas qualidades aqui elas são uma lei. É a lei de Deus. Ela tá contida aqui nessas nesses sinônimos aqui, vamos colocar assim, né? Nessas palavras que nós estamos colocando aqui, porque ele faz, por exemplo, ele faz da doçura, ele começa a primeira como a doçura, né? A doçura era o que era uma característica de Jesus, né? aquela paz, aquele olhar sereno, aquele bem-estar que ele proporcionava a todos que estavam ali ao redor, ele não se alterava. Segundo todos os ensinamentos que nos chegaram e que nos foram trazidos, Jesus nunca se alterou. Vírgula, alterou sim, quando ele tava ali na frente dos vendilhões dos do templo, né? Quando ele tava ali diante deles, ele realmente se alterou para quê? para fazer com que eles acordassem, que tudo aquilo que eles estavam fazendo era um erro, era uma injúria, era uma eh era uma falsidade, porque eles diziam uma coisa e faziam outra. Então, naquele momento, sim, ele irou-se, ele levantou a sua voz e fez valer da sua autoridade para mostrar o erro que estavam encorrendo aqueles irmãos ali naquele momento. Então, nessa vez a gente vê ali no Evangelho que houve, sim, houve uma alteração da parte de Jesus, mas fora isso, e aquilo ali, essa alteração que houve na sua forma, no seu comportamento, ela foi necessária para que se pudesse parar. com toda aquela difamação e toda aquela calúnia que eles estavam fazendo contra os ensinos do evangelho que já existia naquela época, né, que era o Velho Testamento, mas que eles estavam incorrendo num erro muito grande, porque eles estavam pregando algo e fazendo outra coisa. Então, essa doçura é a expressão máxima do amor de Jesus. Quando ele fala aqui, ó, que nós devemos eh fazer disso uma lei. Por quê? Porque ser manso, ser moderado, né, gente? A moderação é a gente saber, é, o evangelho é saber estar e saber proceder com cautela em todos os momentos, de toda e qualquer forma, de com todo e qualquer assunto que chegue até nós. é

, né, gente? A moderação é a gente saber, é, o evangelho é saber estar e saber proceder com cautela em todos os momentos, de toda e qualquer forma, de com todo e qualquer assunto que chegue até nós. é chegar num ambiente onde estiver ali uma discórdia, onde ele tiver uma energia muito pesada, que a gente possa se calar, orar, que a gente possa ficar calado ali, mas elevando o pensamento e pedindo a Deus e aos bons espíritos que ali reine a paz. A paz que Jesus fala que a minha paz eu vos dou. não é a paz do mundo, mas a paz de coração, aquela paz que nós devemos carregar dentro de nós. Então, quando ele fala aqui, ó, da paciência, né, gente, da paciência que nós temos que ter, da essa tolerância que muitas vezes nós não suportamos que o outro pense diferente de nós. Nós não temos a tolerância de pensar que nós temos que dar ao outro o direito que nós também temos. O direito do outro é tão válido e tão igual quanto o meu. Por que que o meu tem que se sobrepor a ele? Então, essas são as qualidades morais que nós devemos possuir para estarmos de acordo com essa lei que Jesus deixou aqui para nós, né? que pra gente poder ser brando e pacífico, a gente precisa ter essas qualidades para que a gente não seja um colaborador, para que aquele ambiente tenha uma energia pesada, uma energia ruim, que tenha discórdia, que não haja tolerância, né? Então, que nós sejamos esses pacificadores. Lá na frente nós temos um outro eh uma outra bemaverça sobre os pacificadores, né? Aqui nós estamos falando dos pacíficos e lá vai falar dos pacificadores. Mas então logo nós vemos aqui que nós precisamos simtrojetar em nós esses valores. Porque quando ele fala dessa lei aqui, ó, manetude, afabilidade, doçura, paciência, são virtudes que nós devemos cultivar dentro de nós para que a lei de Jesus esteja aqui presente no nosso ambiente, no nosso dia a dia, em qualquer lugar onde nós estivermos, nós estejamos dentro e de acordo com essa lei que ele nos ensina. Aí o contrário de tudo isso aqui é o que que ele fala,

e no nosso ambiente, no nosso dia a dia, em qualquer lugar onde nós estivermos, nós estejamos dentro e de acordo com essa lei que ele nos ensina. Aí o contrário de tudo isso aqui é o que que ele fala, é a expressão descortez e desrespeito com semelhante. quer dizer, a falta de respeito com o semelhante, é encolerizar contra o semelhante, é usar de violência contra os semelhantes, porque nós vamos ver aqui que essa violência, essa cólera, ela existe de várias formas. Ela não existe só na palavra, ela existe nos nossos atos, ela existe na nossa crítica. Porque muitas vezes nós vamos ver aqui no livro do Espírito da Verdade que a finalização dele é uma aula pra gente, pros nossos momentos atuais, pra gente prestar atenção naquilo que nós estamos colocando para fora, naquilo que será que nós estamos aqui aprendendo é pra nossa, é pra nossa melhora, é pro nosso aprendizado e o quanto nós estamos aqui nos beneficiando com isso e o quanto nós estamos externando que realmente nós estamos aprendendo isso. Então essa lição para nós é quando ele fala assim que o termo que se usava antigamente ali que chamasse o irmão de Raca era uma expressão muito pesada. Era como se a gente transferisse pros dias de hoje o que tanta gente chama de bullying, né? É o que você fica instigando o outro com adjetivos que não são que não são condizentes com aquela pessoa, mas você faz questão de pisar, repisar, falar e refalar de novo aquilo que ofende, que agride o irmão. É a mesma coisa que ele tá falando aqui. Era condenável essa atitude tanto naquele tempo quanto hoje. A gente precisa saber que o respeito que nós queremos que os outros enderecem a nós é o mesmo respeito que nós temos que endereçar ao próximo. Então é bonito a gente falar disso aqui, né, gente? Agora vamos ver como é que nós fazemos isso aqui na prática. Quando ele coloca aqui do ódio, né, gente? Olha aqui, toda palavra ofensiva exprime um sentimento contrário à lei do amor e da caridade, que ela deve regular as nossas relações.

isso aqui na prática. Quando ele coloca aqui do ódio, né, gente? Olha aqui, toda palavra ofensiva exprime um sentimento contrário à lei do amor e da caridade, que ela deve regular as nossas relações. Então, nós estamos vendo aqui que através da nossa palavra, que é o que a nossa lição de hoje vai falar, é o que faz chegar ao coração dos outros. é o que faz o ambiente que está ao nosso redor responder naquilo que nós estamos emitindo para o ambiente, para o meio, para a família, para o trabalho, em qualquer ambiente onde nós estivermos. Então essa lição tão curtinha, quando ela fala aqui no final aqui, ó, que deve regular as relações dos homens e manter entre eles a concórdia e a união. Então, que entretém o ódio, olha aqui o verso da da Concórdia, da união, o ódio e a animosidade. Um é contrário ao outro. Então, um versus o outro, quem vai vencer? É uma luta entre a virtude e o defeito. O que que nós estamos cultivando como virtude? O que que nós estamos alimentando como defeito? Então que depois da humildade para com Deus, a caridade para com o próximo é a primeira lei de todo cristão. Então, se nós praticarmos todos esses ensinamentos, quando ele torna aqui como lei essas virtudes, através dessas qualidades, nós podemos enxergar que ser caridoso também é tratar bem o semelhante. Caridade não é só você levar uma cesta, um alimento, uma roupa, um móvel, ajudar a construir uma casa para alguém. Não é só isso. Não é só essa parte material. Caridade é respeitar o próximo, é aceitar o próximo como ele é, é dar o nosso ouvido para poder ouvir os queixumes dele. Dar o nosso ouvido sem crítica, estender o nosso ombro para que quando ele tiver uma dor, ele possa chorar e ele possa chorar e ele possa desabafar e quando ele tiver uma alegria, ele possa vir, ele possa externalizar, ele possa se vangloriar. Para quê? Sem julgamento. Para que nós possamos ser esses irmãos caridosos. Porque a caridade se faz de várias formas e uma delas é estender o nosso ouvido, as nossas mãos, o nosso

ossa se vangloriar. Para quê? Sem julgamento. Para que nós possamos ser esses irmãos caridosos. Porque a caridade se faz de várias formas e uma delas é estender o nosso ouvido, as nossas mãos, o nosso ombro, calar a nossa boca para que a gente possa dar ao outro a oportunidade de externar aquilo que vai no seu coração, aquilo que pesa ali nos seus ombros. é dividir com o outro, é carregar com outro as suas dificuldades. É também uma forma de amor e é também uma forma de caridade que Jesus coloca aqui para nós nesse trecho tão profundo que daria pra gente ficar aqui falando a nossa aula toda, né, Marcos, com essas virtudes que ele torna como leis, né, a lei que a gente precisa introjetar, que a gente precisa vivenciar para que nós possamos fazer não só de nós pessoas melhores, mas do nosso meio, do nosso ambiente, daquele lugar onde nós estamos, que nós possamos proporcionar a outros que ali chegam, que eles encontrem nele essa paz, essa paz, essa serenidade que ele prega aqui para nós. Aí, amigo, você quer ler agora o o essa era a parte do evangelho, viu, gente? Que nós vamos também voltar a ela aqui sempre que a gente fizer algum comentário pertinente a ao texto, né, Marcos? >> Isso. Agora vamos ver as palavras de Emanuel. >> Isso. >> Na viagem da vida. Olha, já começa pelo título, né, Marcos? Olha só o título. Nossa, pesado. >> Evitas a compra do fruto deteriorado, defendendo a saúde. Var o lixo doméstico, purificando o ambiente. Lavas a roupa suja, garantindo a limpeza. Usas o remédio preciso, conjurando a enfermidade. Livra-te também das palavras que desçam da informação à maledicência, preservando equilíbrio. Bloqueias o fogo, diriges a força elétrica, isolas o veneno, governas a explosão, controla igualmente as palavras suscetíveis de converter energia em crueldade, resguardando a segurança. Verbo deprimente gera a viciação. Verbo desvairado cria a loucura. A existência terrestre pode ser comparada à laboriosa viagem. O corpo é embarcação, o pensamento é a força, a língua é o

a segurança. Verbo deprimente gera a viciação. Verbo desvairado cria a loucura. A existência terrestre pode ser comparada à laboriosa viagem. O corpo é embarcação, o pensamento é a força, a língua é o leme. Graças a Deus. >> Nossa. Nossa. Mas que lição boa, né, Marcos? É, >> quando eu falei que peso, é porque ela encerra para nós aqui um ensinamento muito grande, né? Pode começar, Marcos, se quiser comentar aí pode começar porque nós temos muita coisa aqui para aprender, né? Eh, podemos ver o por essa mensagem de Emmanuel que que ele se utiliza de figuras, figuras do nosso cotidiano. E ele mostra aqui coisas que para o nosso juízo no mundo material são importantes, são, eu diria, essenciais. Porque quando ele diz, evitas a compra do fruto deteriorados defendendo a saúde, a minha própria saúde, o meu bem-estar, que eu não me intoxique com fungo, que eu não ingira coisa com ácido demais, porque vai agredir os tecidos, vai agredir o organismo, os órgãos. Então ele mostra aqui que nós temos preocupações, varrer o lixo doméstico purificando o ambiente, ou seja, o aspecto de saúde pública. O ambiente fica bom, não só para mim, mas mas para para aqueles que convivem comigo, que transitam, que também utilizam aquele ambiente, aquele espaço em que eu quero a minha comodidade, o meu conforto, como eu falei, o bem-estar. Então, Emanuel, ele vai trazendo essas eh situações, porque depois ele vai tratar do aspecto espiritual e de um aspecto espiritual bastante sério, né? que como a Lázaro já abriu aqui, esse capítulo ele trata da caridade. Então nós vamos ver a caridade, o poder da caridade. Nós já conhecemos o poder do amor, que é o primeiro contato que nós temos, é um exemplo de caridade, não é o único. Então, esse estudar que até o o nosso grupo usa, né, estudando, é porque nós vamos buscar olhar sobre a perspectiva do espírito tudo aquilo que nós já conhecemos na nossa existência orgânica, para cuidar do nosso corpo físico, para cuidar da nossa saúde, para cuidar do dos meus órgãos, do de todo esse

a perspectiva do espírito tudo aquilo que nós já conhecemos na nossa existência orgânica, para cuidar do nosso corpo físico, para cuidar da nossa saúde, para cuidar do dos meus órgãos, do de todo esse veículo que tem aqui, que eu possa trabalhar adequadamente, que o trabalho não me exaure totalmente, que eu possa ter momentos de lazer em que eu vou fazer as energias, eu vou renovar as forças, né? Eu conosco, ele traz essa mensagem belíssima. que chega no momento, por exemplo, quando ele fala assim: "Isolas o veneno", ele já dá uma dica, ó. controla igualmente as palavras suscetíveis de converter a energia em crueldade, resguardando a segurança. Porque um dos sinônimos de veneno é crueldade. É o egoísmo ao extremo em que você começa a machucar o outro. Por exemplo, essa palavra raca, ela é uma violência verbal, uma violência oral. Eu não estou utilizando a mão fechada para dar um soco, mas é pior do que isso, porque ali eu tô fazendo o julgamento e aplicando a pena. Que que é? É a a quando eu afirmo que a pessoa não vale nada. Eu não posso fazer isso porque todos nós somos criaturas de Deus. Todos nós somos irmãos. Então, todos nós valemos sim e o nosso valor é inestimável. Nada no mundo consegue substituir a falta que alguém irá fazer quando tiver que retornar ao mundo espiritual, após ter cumprido a sua missão aqui no planeta Terra, na sua última reencarnação. Quer fazer algum comentário, amiga? >> É isso aí. De cada linha dessa que você foi lendo aqui, ó, a gente pode observar de cada uma da das colocações, né, que se você evita a compra do fruto deteriorado, você tá defendendo a sua saúde. Que que você tá fazendo nisso aqui? Nós estamos fazendo escolhas, não é? Eu tô lhe escolhendo o que é melhor para ingerir, para o meu corpo receber. São escolhas. Então, ele tá se referindo às escolhas que nós fazemos na vida. Que escolhas são essas que eu faço? De que forma eu escolho aquilo que eu quero para mim? Aquilo que eu quero é o que me faz bem ou é o que vai me fazer

referindo às escolhas que nós fazemos na vida. Que escolhas são essas que eu faço? De que forma eu escolho aquilo que eu quero para mim? Aquilo que eu quero é o que me faz bem ou é o que vai me fazer mal? Então é que ele tá colocando aqui que você vai ingerir, você vai colocar no seu corpo para dentro, na sua boca, em san consciência, você vai colocar alguma coisa que prejudica o seu corpo físico, porque esse corpo físico é a nossa vestimenta do espírito, nós temos que cuidar bem dele, porque nós vamos prestar conta quando a gente chegar do lado de lá. Então, o que que eu tô fazendo para cuidar bem desse corpo? Eu tô escolhendo os alimentos corretíssimo. Eu tô ingerindo aquilo que é nutritivo, tem bastante nutriente para fortalecer as minhas células, para trazer um bem-estar físico, para poder aumentar a minha saúde física. Corretíssimo. Então são escolhas. E por outro lado, se eu deixo de cuidar desse corpo físico, isso é desleixo. Isso é descaso com a minha casa material, com a minha casa que me abriga o espírito. Se eu não estou cuidando dessa casa, de quem eu vou cuidar? Porque se eu não cuido primeiro de mim, como que eu vou cuidar do outro lá fora? Olha aí, a gente já passa para uma outra palavra, para um um outro sentimento negativo, que é o egoísmo. Se eu não cuido nem de mim mesmo, como que eu vou cuidar do outro lá fora? Se eu tô sendo egoísta comigo, eu vou ser egoísta lá fora. Então, quando ele fala aqui da gente cuidar desse corpo, ele tá nos mostrando que nós temos e podemos fazer escolhas, que essa ingestão desses alimentos é também a ingestão de tudo que eu coloco para dentro daqui, ó, da minha cabeça e do meu coração. Então, eu alimentar a minha mente, o meu coração, que eu tô alimentando a minha consciência, que é o meu espírito, então que eu alimente com pensamentos bons, que eu possa endereçar também ao outro boas atitudes, eu possa tratar bem o próximo, não são escolhas, são escolhas que nós fazemos. Então, em cada falha dessa fala dele, em cada linha que ele

s bons, que eu possa endereçar também ao outro boas atitudes, eu possa tratar bem o próximo, não são escolhas, são escolhas que nós fazemos. Então, em cada falha dessa fala dele, em cada linha que ele coloca para nós, em cada parágrafo aqui, ele coloca para nós tudo aquilo que nós temos e que nós podemos cultivar, que são virtudes, sim, que coloca ali, como o evangelho fala ali para nós, que são as leis, que é uma lei, né? Então, toda linha aqui que ele coloca para nós, todo ensinamento que ele coloca em cada página aqui, começando pelas escolhas, aí ele fala assim, ó: "Se você varre o lixo doméstico purificando o ambiente e lava a roupa suja, garantindo a limpeza, olha essa limpeza que ele tá falando para nós é uma limpeza externa. Nós estamos limpando o ambiente externo que nos abriga para que possa nos acolher bem. Porque se você morar num ambiente onde você não recolhe uma lata de lixo, que você não tira o lixo do banheiro, que você não coloca a comida que que acabou ali, você deixa ali deteriorando para poder juntar larvas e e bichos, você está contribuindo para o seu ambiente doméstico ser um ambiente saudável, falando aqui na saúde física, não são também parte da nossa escolha. Então, se a gente também não cultiva essa limpeza externa, como que nós vamos cultivar a limpeza interna? Se eu não cuido bem do ambiente que me cerca, como que eu vou cuidar bem do ambiente meu interior? Então, se eu não jogo aquele lixo fora, eu também não posso despejar um lixo mental na casa ou na cabeça de outra pessoa. Isso também é limpeza externa. Essa limpeza externa é aquilo que o verbo, é aquilo que a palavra emite paraas pessoas que estão ali conosco ao nosso redor. Então, muitas vezes a gente fala que a boca tá cheia daquilo que o coração tem, a boca, o que o coração tem, a boca externa, não é assim? Então, se eu tenho aqui dentro de mim, se eu não tenho essa limpeza fluídica, essa limpeza eh mental, essa higiene que eu devo fazer e que eu devo ter dentro de mim, como que eu vou

erna, não é assim? Então, se eu tenho aqui dentro de mim, se eu não tenho essa limpeza fluídica, essa limpeza eh mental, essa higiene que eu devo fazer e que eu devo ter dentro de mim, como que eu vou expressar isso lá fora? E muitas vezes, se a gente tá vivendo nesse ambiente, nessa sujeira, é porque a gente tem que atentar que nós não estamos olhando dentro de nós, porque lá dentro também tá essa confusão, porque a confusão que tá dentro de nós, nós externamos também. Então, quando ele fala aqui dessa limpeza, essa limpeza externa, ela é isso. Ela é não só cuidar do lixo e da roupa, é cuidar do lixo mental. que eu possa varrer e que eu possa limpar aquilo que vai dentro do meu coração e que eu tô guardando e que eu tô remoendo e que daqui a pouco eu tô jogando para fora esse lixo. E jogando para fora esse lixo, eu tô fazendo o quê? Eu tô contribuindo para quê? Para poluição daquele ambiente. A poluição, ela não é só material, ela também é uma poluição mental, é uma poluição que vem através da palavra. Então, olha só o exemplo que ele tá dando para nós aqui de limpeza, de higiene, ele vai muito além da nossa parte física. é pra gente pensar nesses valores e nessas qualidades que nós estamos cultivando dentro de nós e que nós estamos contribuindo pro meio ambiente. Então, como que nós estamos querendo hoje um ambiente, um meio ambiente, vamos falar aqui, do nosso planeta, eh, de que ele se modifique se nós não estamos modificando primeiro a nós mesmos, a nossa casa mental, se ela é um poluente para aquele meio externo. Como que eu quero que o ambiente lá fora que ninguém jogue lixo lá na rua para que o Gari não tenha mais trabalho para poder recolher aquilo ali que é um dever meu acondicionar bem acondicionado para que ele possa carregar pro lugar certo. Então como que eu tô contribuindo pro meio ambiente nessa situação? Como que eu vou cobrar uma limpeza lá fora da cidade? Eu vou dizer que a cidade tá suja, a cidade tá mal cuidada. os nossos eh os nossos dirigentes, né, dirigentes,

o pro meio ambiente nessa situação? Como que eu vou cobrar uma limpeza lá fora da cidade? Eu vou dizer que a cidade tá suja, a cidade tá mal cuidada. os nossos eh os nossos dirigentes, né, dirigentes, prefeitos e e tudo mais que nós temos na cidade, nós vamos culpá-los por tudo que tá acontecendo ali fora no meio ambiente, sendo que o meio ambiente começa aqui dentro de mim, sendo que eu não tô cuidando para que o meio lá fora se limpe também. Então nós vamos falar aqui agora é o que nós estamos atravessando, o nosso mundo nesse momento de regeneração que nós estamos caminhando para que nós ainda estamos saindo ali do provas e expiações. É por quê? É porque nós não melhoramos o suficiente ainda para poder cobrar do outro aquilo que nós não temos condição de dar. Então como que eu vou cuidar do outro para ficar com a casa dele limpa se a minha casa tá suja? Então, como que eu vou cobrar do outro um bom pensamento se eu não tô emitindo bom pensamento? Então, isso lá fora é isso aqui dentro. Então, esses lixos e tudo isso que ele fala para nós, essa maledicência que a nossa boca emite, é por quê? É porque o nosso coração ainda tá cheio disso, porque o nosso coração ainda tá cheio dessa maldade. Então, às vezes a gente vê ali fora, a gente vê crianças, né, que são a nossa formação de de um outro mundo, de um de um mundo depois do nosso. Que exemplo nós estamos dando? O que que nós estamos cultivando para que essas crianças aprendam? Como é que eu vou cobrar do meu filho uma atitude? Ele tá em formação, ele tá em crescimento. Se ele não vê o exemplo partindo de mim, como que ele quer me ver? Como que eu vou chamar a atenção dele quando ele chega reclamando e brigando com o coleguinha que ele fez isso, ele fez aquilo, ele falou isso, ele falou aquilo? Como e que moral eu terei se eu não tiver dando exemplo para ele de como ele deve proceder? Como que eu vou chamar a atenção dele? Que moral eu tenho para chamar atenção se o exemplo tá partindo de mim? Então, quando ele fala aqui de limpeza e

ando exemplo para ele de como ele deve proceder? Como que eu vou chamar a atenção dele? Que moral eu tenho para chamar atenção se o exemplo tá partindo de mim? Então, quando ele fala aqui de limpeza e de escolhas, que eu escolho a verdura, que eu escolho a fruta, eu escolho as palavras, eu escolho o sentimento, eu escolho a limpeza mental, a limpeza do meu coração. Eu não consigo tudo da noite pro dia, não. Por isso que nós estamos aqui. É por isso que nós estamos aqui agora conversando. É porque nós não sabemos disso. É porque o primeiro que vai aprender isso somos nós. Eu tô falando para mim mesma. Eu não tô falando para servir de lição para ninguém. Porque se tá caindo aqui para nós, é porque eu ainda tenho que aprender isso. Como que eu vou fazer para melhorar aqui a minha casa, que é o meu meio? O meu meio ambiente primeiro é a minha casa. O que que eu tô fazendo aqui dentro da minha família? Se eu estou estudando, se eu tô tendo essa oportunidade que a doutrina me dá de estudar todos esses ensinamentos, de cultivar todas essas virtudes, que exemplos eu tô passando aqui pros meus familiares que não são e não pactuam comigo dessa mesma, desses mesmos pensamentos ou dessa religiosidade? que ensinamentos eu tô passando para eles para que eles vejam que esse estudo está trazendo para mim benefícios, que eu estou me modificando. Se eu não tô modificando para poder modificar o meio, então ainda tenho muito que aprender. É por isso que nós estamos aqui. É por isso que as lições são repetidas vezes colocadas aqui à nossa disposição. É igual o Marcos falou, já não foi a primeira vez, né, Marcos, que essa lição saiu para nós. Por quê? Porque nós estamos precisando aprender. Eu tô precisando aprender. Então, a calma, ele vai falar aqui para nós, né, da tolerância, a calma que nós devemos ter com aquele que tá aprendendo depois de mim e que, como eu já aprendi, eu sou apressada. Ah, isso aí eu já sei, Marcos. Isso aí que você falou, eu já sei. Vamos pro próximo. Pera aí. E

nós devemos ter com aquele que tá aprendendo depois de mim e que, como eu já aprendi, eu sou apressada. Ah, isso aí eu já sei, Marcos. Isso aí que você falou, eu já sei. Vamos pro próximo. Pera aí. E aquele que não sabe, eu tô tirando dele a oportunidade de aprender só porque eu sou apressada e eu já aprendi e eu quero que você passe pro capítulo seguinte. Olha a tolerância aí, onde vai a tolerância que Jesus coloca aqui como virtude do evangelho. Então, até onde nós estamos sendo tolerantes se nós não sabermos esperar o carro que tá na nossa frente quando nós estamos no trânsito. Ai, mas desculpa aqui que nós estamos todo mundo em aprendizado. Eu tô falando que a primeira que aprende sou eu, viu? Quando eu me vejo apressada atrás de alguém que eu quero chegar de pressa e a pessoa tá devagar, por que que eu não saio mais cedo? Eu falo isso para mim. Eu já aprendi a falar comigo quando eu tô dirigindo. Quando eu tô com pressa e o outro tá devagar na minha frente, eu falo comigo mesma: "Por que que não saiu mais cedo? Porque se eu saio mais cedo, eu vou calma, eu vou tranquila, eu não tenho que achar que o outro tá devagar ali na na minha frente, né? Que ele tá empacando o trânsito ali. Esse cara não anda, essa pessoa não sai da minha frente. Parece que ele não sabe que eu tô com pressa. Mas ele não tem que saber não. Cadê a minha tolerância? Olha aí a paciência com o outro no aprendizado, com a caminhada do outro. Olha as virtudes ali sendo colocadas para nós escancaradamente na nossa frente aqui. Então são vários os exemplos que nós temos no nosso dia a dia para aplicar toda essa lei que o evangelho tá colocando aqui para nós. E olha que nós estamos só começando, né, Marcos? Nós ainda nem chegamos lá, né? >> Aí ele fala para nós assim, ó. Livra-se também das palavras que desçam da informação, maledicência, preservando o equilíbrio. Então, é isso que eu acabei de falar. Então, por que que eu vou chamar a atenção do outro sendo que eu não tô ainda equilibrada? Olha o

ue desçam da informação, maledicência, preservando o equilíbrio. Então, é isso que eu acabei de falar. Então, por que que eu vou chamar a atenção do outro sendo que eu não tô ainda equilibrada? Olha o equilíbrio aí. É eu querer que o outro faça alguma coisa que nem eu sei fazer ainda. Eu querer cobrar do outro alguma coisa que nem eu faço para que a gente possa usar essa palavra, entre aspas, cobrança, que se eu cobrar do outro tem que ser alguma coisa que eu já sei fazer, que eu já conquistei, porque aí eu sei qual foi o caminho que eu percorri e eu sei o caminho que ele vai percorrer também. Então a gente tem que ter o equilíbrio que ele tá falando. Nesse sentido também é de saber dar a outro tempo necessário do aprendizado, conforme eu também tenho e tive o tempo para aprender o que eu sei até aqui, porque eu não sei nada, eu não tenho tanto conhecimento assim, mas aquele pouquinho que eu já consegui aprender, que eu possa dar ao outro a oportunidade de levar o tempo que for para que ele possa aprender esse pouquinho que eu aprendi. E tem outros que aprendem muito rápido, muito além de nós, que assim no piscar de olhos nossos, ele já aprendeu muito além de nós. Eu vou invejar essa pessoa. Olha outro sentimento negativo aí. Olha a inveja. Eu vou invejar o que o outro tem ou que o outro conquistou porque eu ainda não fui capaz desejar o que o outro já tem. Se eu não fiz por onde conquistar aquilo que ele tem, então eu vou invejar aquilo e aquelas coisas materiais ou aqueles aquelas virtudes que ele já possui se eu não procurei desenvolver as minhas? Olha os sentimentos aí. Olha os sentimentos que nós precisamos melhorar. Então tudo isso nós vamos olhando que tá dentro também da limpeza, dessa limpeza externa que nós temos que fazer no nosso olhar, no nosso agir, no nosso pensar, né? Aí ele fala assim: "Bloqueias o fogo, diriges a a força elétrica, isolas o vento, governas a explosão." Que que é isso, gente? Não é evolução intelectual da humanidade, não é? através do progresso. Nós temos

fala assim: "Bloqueias o fogo, diriges a a força elétrica, isolas o vento, governas a explosão." Que que é isso, gente? Não é evolução intelectual da humanidade, não é? através do progresso. Nós temos aqui a lei do progresso, aqui nós já estudamos e temos ela à disposição para estudo. Tudo isso não é um progresso da inteligência humana, não é a capacidade que todos nós temos dessa evolução mental conseguirmos conquistar não só a nós mesmos, mas conquistar além, conquistar o que está fora para o bem-estar de toda a humanidade. Isso aí, essa inteligência é um sinal de progresso, progresso da humanidade. Porque nós quando vivíamos lá nas cavernas, quando nós descobrimos o fogo, foi uma descoberta fenomenal. Ele clarea, ele espantava as feras, ele nos aquecia, ele nos protegia daquele ambiente. Era um progresso lento, de acordo com a capacidade daquela época e que hoje é um progresso muito avançado de acordo com a nossa capacidade mental que nós temos de acompanhar tudo isso aí hoje. E esse progresso, ele está à disposição para quê? paraa nossa melhora material, mas também paraa nossa melhora espiritual. Por quê? Porque através dessa melhora, eu posso ainda mais chegar ao meu semelhante com mais força e com mais rapidez. Por através da energia, quando ele fala aqui da força elétrica, nós não estamos aqui na internet, não é uma capacidade que nós temos através da eletricidade e através do audiovisual chegar a nos ver. Eu aqui, o Marcos lá no estado, lá do Rio de Janeiro, vocês outros, cada um no sul, um no norte. Nós não estamos todos aqui próximos. Isso aqui não é progresso, não é para trazer o bem-estar. O progresso é para quê? Para trazer a evolução e o bem-estar de todos nós humanos. Porque nós ainda estamos aqui num planeta Terra que nós precisamos, desculpa, de matéria que nós precisamos dessa matéria eh palpável para que nós possamos fazer chegar ao outro tudo aquele tudo aquilo que o bem-estar através desse ciência e da ciência e desse progresso, ela possa proporcionar a todos nós.

dessa matéria eh palpável para que nós possamos fazer chegar ao outro tudo aquele tudo aquilo que o bem-estar através desse ciência e da ciência e desse progresso, ela possa proporcionar a todos nós. Então isso, essa inteligência é dada conforme a evolução dos tempos. Nós estamos então hoje vendo as inteligências maiores, essas inteligências que fazem chegar esse progresso até nós, que nós possamos cultivar e endereçar a elas bons pensamentos e pedir que a espiritualidade cada vez mais as assista para que algo de melhor sempre venha em nosso proveito. Mas olha só o cuidado que nós temos que ter com essa inteligência. Ela é tanto usada para o bem quanto ela é usada para destruir. Olha a capacidade que o homem tem de trazer através do progresso a destruição. Olha as guerras que nós estamos vendo acontecer. Olha quanta eh quanta arma física e biológica as pessoas são capazes de desenvolver para poder atacar e acabar com o outro. Olha o cuidado que nós precisamos ter. Olha aí, mais uma vez a escolha que ele faz lá no início. A escolha de tudo isso que essa inteligência pode desenvolver para a humanidade, para ela se melhorar, ela tá fazendo também com as pessoas para que elas se matem, para que elas se exterminem, para que uma domine a outra, para que ela possa mostrar o poder dela através da força e do fogo, para ela mostrar a superioridade. Ele acha que é uma superioridade moral. Olha o quanto o nosso mundo precisa dessas escolhas certas, o quanto nós precisamos de usar essa inteligência para construir algo bom e o progresso para que esse progresso possa ser para nós todos, na humanidade toda. Por isso que nós estamos a caminho da regeneração. Nós não estamos vivendo um momento da de regeneração. Aliás, estamos vivendo esse momento, sim, mas nós estamos caminhando para, porque se já fosse um plano regenerado, nós não teríamos essas guerras. A inteligência do homem desenvolvida, ela estaria contribuindo para o bem-estar de toda a humanidade, porque o egoísmo ainda impera no coração

osse um plano regenerado, nós não teríamos essas guerras. A inteligência do homem desenvolvida, ela estaria contribuindo para o bem-estar de toda a humanidade, porque o egoísmo ainda impera no coração daqueles que detém o poder. Aquele que detém o poder, ele quer fazer valer a sua vontade, o seu egoísmo, o seu ego, a sua vaidade. Então, a sua vaidade, ela está acima de qualquer coisa. Então, essas inteligências elas são usadas para desenvolver o progresso tanto para um lado positivo quanto para o lado negativo. Então, o quanto nós ainda temos que avançar enquanto humanidade e o quanto nós precisamos endereçar de de bons pensamentos, de boas vibrações, de muita oração. Para quê? Para que possa haver o equilíbrio, para que possa haver esse bem-estar, para que possa haver essa tolerância. essa animosidade seja extirpada, ela ela se acabe, ela vá bem para longe de nós para que nós possamos dar o exemplo daquele aprendizado que tá chegando para nós, que nós possamos deixar como exemplo para aqueles que virão depois de nós, para que eles possam ver através de nós que nós estamos sim no caminho do aprendizado, que nós estamos nos esforçando sim para melhorar as nossas atitudes, para que quando eu errar eu seja capaz de dizer: "Ô, Marcos, desculpa. Não era isso que eu queria dizer. Não me perdoa se eu te falei, se eu te ofendi, me perdoa, porque eu não tive essa intenção. Olha, quando eu reconheço isso em mim, que eu errei e que eu ofendi, que eu ataquei, que eu acabei com o sonho de alguém, de uma pessoa que veio contente, feliz, me contar alguma coisa e eu fui o motivo da derrota dela, quando eu reconheço isso em mim, é um sinal de aprendizado meu. Eu tenho que agradecer pelas pequenas coisas que eu conquisto e possam trazer melhoras para mim. Porque se eu melhor a mim, eu posso melhorar o meio. Olha só, eu pedi perdão, eu pedi uma desculpa por alguma coisa que eu fiz indevidamente, impensadamente. Olha só, isso já é para mim uma conquista. Porque a gente poder reconhecer em nós o erro é um

. Olha só, eu pedi perdão, eu pedi uma desculpa por alguma coisa que eu fiz indevidamente, impensadamente. Olha só, isso já é para mim uma conquista. Porque a gente poder reconhecer em nós o erro é um aprendizado. É a gente olhar para nós e olhar para nós com paciência também, saber: "Poxa, eu errei, eu não devia ter feito isso. Olha, o rapaz tá ali na minha frente, quem sabe ele tá pensando preocupado com as coisas que ele tem a fazer no dia a dia. Quem sabe ele tá elaborando alguma coisa que ele vai ter que chegar e fazer no trabalho. Quem sabe ele tá pensando em alguma coisa que houve com ele em casa para poder ele repensar e tomar atitudes diferentes. Eu não dou a outro o direito de agir conforme eu quero agir, conforme eu preciso agir. Então isso é chaga do orgulho, da inveja, da, né, dessa animosidade que nós precisamos estirpar em nós. Aí ele continua assim, ó. Vem eh, verbo deprimente para viciação e verbo desvairado cria loucura. Ó o que eu acabei de falar. Aquilo que eu falo que ofende e que amaldiçoa e que tira os sonhos é a minha palavra destruindo. Porque a destruição não é só através de mísseis e de guerras e de e de de outras coisas materiais, de outras armas, não. A nossa palavra, ela é uma arma muito poderosa. Ela é uma arma que mata. Há pessoas que estão num estado de depressão e de angústia muito grande, que se eu não souber usar bem as palavras com ela, ao invés de eu contribuir para que ela enxergue que ela precisa cuidar dessa saúde física, muitas vezes ela se mata porque ela não se vê capaz de viver nesse mundo onde as pessoas não olham para ela como mais um ser humano que tá ali precisando de ajuda. Às vezes ela se se sente esquecida no meio da multidão. Não tem aquele ditado da pessoa se sentir sozinho no meio da multidão, porque são pessoas que não são vistas. Então, que nós possamos olhar pros outros nossos irmãos com esse olhar de caridade, de amorosidade, de respeito, de tolerância, de dar a ele o direito que eu quero ter. Então é quando ele fala, gente, quando é

e nós possamos olhar pros outros nossos irmãos com esse olhar de caridade, de amorosidade, de respeito, de tolerância, de dar a ele o direito que eu quero ter. Então é quando ele fala, gente, quando é esse encerramento, eu vou deixar aqui pro Marcos, quando ele fala que a existência terrestre pode ser comparada a laboriosa viagem, essa nossa viagem, o que que nós trouxemos na bagagem quando nós viemos para cá e o que que nós vamos levar na bagagem quando nós retornarmos? O que que eu quero levar para quando eu chegar do outro lado, eu possa ver, eu cresci nisso, eu cresci naquilo, eu poderia ter feito melhor isso. Então, se eu puder examinar a minha consciência aqui antes de partir, eu vou chegar lá melhor. Mas se eu deixar passar o tempo sem fazer nada, chegando essa viagem em mim, eu cheguei e botei a mala ali no canto, nem a mala eu abri. Eu não abri a mala por quê? Porque eu não quis. Foi escolha. Eu deixei ali no canto, eu deixei ali as minhas virtudes e os meus defeitos ali guardados, quietinho, que é para ninguém me cutucar, que é para ninguém me cobrar. Então eu deixo ali guardadinho porque só eu vou mexer na hora que for conveniente. Olha só como nós estamos sendo egoístas. Eu não estou querendo a melhora nem para mim mesma. Como é que eu vou querer a melhora do próximo? Aí quando ele fala que o corpo é embarcação nessa viagem, olha o cuidado que nós tivemos lá no início, quando nós falamos que que eu tô fazendo com esse corpo físico? Que que eu tô trazendo para ele? Como que eu tô me vendo? Como que eu tô me comportando aqui dentro como espírito aqui dentro desse corpo? Como que eu comporto aqui dessa forma? Qual o meu comportamento para melhora? E quando ele fala que o pensamento é a força, gente, porque o nosso pensamento constrói e o nosso pensamento destrói. Porque a gente sabe, nós temos um estudo aqui que fala acerca do pensamento. lá na na nas preces, na coletânia de preces, no capítulo 28 do Evangelho, ele fala muito sobre o pensamento, que a força que o nosso pensamento tem, ela é

um estudo aqui que fala acerca do pensamento. lá na na nas preces, na coletânia de preces, no capítulo 28 do Evangelho, ele fala muito sobre o pensamento, que a força que o nosso pensamento tem, ela é capaz de alcançar muito além daquilo que nós podemos perceber, através dos nossos olhos e através dos nossos sentimentos, que o pensamento ele constrói muito, mas ele também destrói. Então, como que é esse veículo? Como que esse veículo, que é o pensamento, ele pode ser forte, ele pode ser ativo, ele pode ser beneficiente ou ele pode ser destrutivo? E aí ele encerra falando que a língua é o leme. Olha só a nossa palavra. Esse leme, ele vai levar ao norte, ao sul, ele vai te levar pro leste, pro oeste, de acordo com aquilo que tá dentro de nós. Então aí eu vou trazer um um só uma colocação, não é como crítica não, para pra religiosidade daqueles que acreditam que vão fazer jejum, né, na quaresma. Há muitos devotos que fazem o jejum na quaresma. Eu não vou comer pão, eu não vou comer isso, eu não vou comer aquilo e não isso e não aquilo. Que que adianta você não comer nada, você não botar nada desse alimento para dentro se o que sai na sua boca não tá sendo um jejum, não tá sendo um deixar de fazer, porque o jejum é deixar de fazer alguma coisa, não é? No meu entendimento, eu deixo de fazer aquilo que eu gosto em benefício de. Então, o que que adianta eu deixar de comer alguma coisa que me satisfaz, que é bom para mim como como eh escolha desse jejum? Se aquilo que tá saindo da minha boca e do meu coração é aquilo que ofende, é aquilo que magoa, é aquilo que mata, é aquilo que critica, é aquilo que faz mal pro outro. Qual que é o jejum correto? É o jejum do coração? é o jejum do pensamento, é o jejum das palavras. Então, quando ele fala que a nossa língua é o leme, gente, nós temos que ter muito cuidado com as nossas palavras, mas muito cuidado mesmo, porque aquilo que eu posso levar de bom pro meu semelhante é através da fala, é através do verbo que eu posso levar pro

nós temos que ter muito cuidado com as nossas palavras, mas muito cuidado mesmo, porque aquilo que eu posso levar de bom pro meu semelhante é através da fala, é através do verbo que eu posso levar pro outro. É certo que a força do pensamento leva muito também, que nós acabamos de ver que o pensamento é uma força muito poderosa, mas a palavra é uma força mais imediata. O pensamento ele é sutil. Agora a palavra, a força da palavra, ela é imediata, né, Marcos? É isso. Se eu quero o bem-estar do outro, então que eu deseje realmente através das atitudes e das palavras, para que o outro possa saber que aquilo que eu tô endereçando para ele é real, é verdadeiro, é com amor, é com carinho, para que eu não seja aquele eh, como é que a gente fala? Pessoa de duas de duas faces. A pessoa que tem é bonzinho aqui na sua frente, quando virou as costas aqui para você, ele fala pessoa ali tá achando que é o bom, ó, tá achando que é o todo poderoso. Que a gente não tenha duas faces diferentes, que a nossa face seja uma só, né, Marcos? Desculpa, pode completar aí porque só eu falei, >> não? Perfeito, perfeito. E dentro daquilo que você falou, né, eh, que você percebeu aqui a presença das escolhas, eh, onde a escolha, a vontade e decisão. Então, por exemplo, aquele meu momento vaidade, né? O corpo é a embarcação. O pensamento é a força. A vontade é a energia. A ideia é o movimento. A língua é o leme, os ouvidos são a bússola. Hum. Por quê? Porque se eu souber ouvir a pessoa, eu vou me Travou, travou, Marcos. Gente, isso que ele falou agora do ouvido ser a bússola. Perfeito. Olha só, gente. O ouvido é a bússola. Ou seja, ele vai dirigir. Para onde ele vai dirigir? esse nosso pensar. Marcos, se você quiser sair de novo e entrar porque você tá travado, viu? Então aqui, continuando o pensamento dele, você viu que ele usou os nossos cinco sentidos para poder expressar tudo que a lição tá colocando para nós. Eu ouvi eh vocês também já ouviram nas matérias que já houveram tempos atrás aí na TV

dele, você viu que ele usou os nossos cinco sentidos para poder expressar tudo que a lição tá colocando para nós. Eu ouvi eh vocês também já ouviram nas matérias que já houveram tempos atrás aí na TV de uns jovens que eh que violentaram um índio que tava no ponto de ônibus atando fogo ao seu corpo. Aí que o pai, né, que os pais vieram, foram chamados porque detiveram os jovens e os pais foram chamados e um dos pais disse assim: "Ah, mas são jovens, eles não pensam no no que estão fazendo agora, eles não medem as consequências. Eles pensaram que era um mendigo. Olha só, gente. Olha só a escolha. Olha só o leme, olha só a bússola que o Marcos acaba de falar. São escolhas, não são? Quer dizer que se fosse um mendigo podia, ele não era um seu um ser humano. O mendigo não é também o nosso irmão que escolheu estar naquela condição que ele está hoje? O que eu vou fazer para ajudar essa pessoa a sair dessa condição? Eu posso contribuir? Eu posso levar para ele um emprego, eu posso oferecer para ele eh que ele aprenda uma profissão para que ele possa através dela sair daquela condição que ele tá hoje? Então, veja bem, e naquela outra de um outro grupo de jovens também que atiaram fogo a uma prostituta, quer dizer que ela não é a nossa irmã. Saquearam, bateram. Ah, porque eles acharam que era isso ou que era aquilo. E há desculpas para isso, gente. A gente tem que desculpar esse tipo de situação. A gente tem que acolher esse tipo de de desculpa que um pai pode dar. Que exemplo esse pai tá transmitindo para esse filho? Quando ele vai ali passando a mão na cabeça dele, no erro que ele acaba de cometer, passando a mão na cabeça dele e dizendo: "Não, ele está certo. Ele só pensou equivocadamente que fosse tal ou tal coisa". Ou seja, aquele ser humano que está ali na frente sofrendo esse tipo de violência, ele não merece respeito. E se fosse com você, que por algum motivo, vamos supor que você saiu, que você tá numa região que você não conhece, você tem um um veículo, você tem um

esse tipo de violência, ele não merece respeito. E se fosse com você, que por algum motivo, vamos supor que você saiu, que você tá numa região que você não conhece, você tem um um veículo, você tem um carro que pode te dar conforto, te levar daqui para lá, esse veículo estraga numa via que tá mais ou menos deserta e você caminha, você vai a pé caminhando até que você vê umas luzes à frente e você chega numa cidade para buscar ajuda. Você é desconhecido, ninguém te conhece. Aí você chega cansado, tarde da noite, você vê que a cidade já tá repousando. Aí você resolve deitar ali num banco da praça para descansar esse corpo físico para no outro dia você ir buscar ajuda numa mecânica para poder ir lá olhar o que seu carro teve. E daí você deitado naquele banco, descansando seu corpo físico, que você acha que merecidamente você teve que descansar, porque você caminhou à noite, tal, você ficou cansado. E chegam também outros achando que você é um mendigo e acham que pode, porque você está ali deitado e que podem violentar o seu corpo físico. É justo. Não são escolhas, não são direitos. Os direitos não são iguais para todos nós. Então, meus amigos, que essas escolhas, que elas sejam feitas, que essa bússola que ele acabou de colocar aqui para nós, ela seja uma bússola que mostra a direção certa. A direção certa no momento certo, no lugar certo. Que a gente possa acertar sempre naquilo que for melhor para nós. Porque se eu quero o melhor para mim, o melhor para o outro virá por consequência. Porque aí o meu olhar para o outro vai ser um olhar diferente, vai ser um olhar de bondade. Por quê? Porque se eu quis bondade comigo, eu aprendi ter essa bondade comigo mesma, eu vou ter bondade com o outro que tá lá fora. Então veja bem, se nós estamos aqui nesse momento fazendo escolhas, nós estamos em aprendizado, no momento onde nós todos estamos juntos caminhando para um outro momento que o nosso planeta vai vivenciar. O que que nós estamos contribuindo e colaborando para que esse mundo realmente melhore,

do, no momento onde nós todos estamos juntos caminhando para um outro momento que o nosso planeta vai vivenciar. O que que nós estamos contribuindo e colaborando para que esse mundo realmente melhore, para que realmente ele seja melhor e que nós possamos deixar ele melhor para os que virão depois de nós. Como que nós estamos contribuindo pra melhora desse meio ambiente que nós falamos ali no início? Oi, amigo. >> É, caí, perdi a conexão. >> Eu vi e eu aproveitei a sua fala, amigo. Aqui pode, você pode continuar aí porque eu adorei quando você falou que o ouvido é a bússola. Nossa, que colocação que eu te falar. Eu tava discorrendo acerca disso. Pode continuar aí agora sua fala. E e dentro desse estudo do Emmanuel, que também me chamou atenção, porque ele comenta sobre limpar o espaço. Por quê? Porque no mundo da matéria, quando você entra numa casa, você vê todos os cômodos da casa. Você vê a sala, você vê a cozinha, você vê os quartos, vê os banheiros, vê a área de serviço, vê a garagem, você vê tudo. Mas, por exemplo, se eu quiser limpar a minha mente, tem áreas da minha mente, tem zonas, tem regiões que eu nem eh ainda toquei, que eu ainda não abri a porta, que eu ainda não abri a janela. Por isso que é importante também o autoconhecimento. Por quê? Porque se eu me conheço pouco, eu vou limpar poucas regiões da minha mente. Se eu me conheço mais, eu vou saber que também tem outros locais da minha mente que eu preciso vigiar, me disciplinar, que eu preciso cuidar. E quando eu comentei sobre a raca, o que me chamou muita atenção, que a pessoa condena, ah, você não vale nada. Até tem aquela brincadeira da canção, né? Você não vale nada, mas eu gosto de você que ameniza, né? Por por meio da arte, da música. Mas quando você fala que a pessoa não vale nada, qual seria então a outra parte? que a outra parte é a caridade, que é o bip, benevolência, indulgência para os outros e perdão das ofensas. Hoje, nesse nosso assunto de hoje, é bastante importante falar sobre o perdão, que que inclusive

a outra parte é a caridade, que é o bip, benevolência, indulgência para os outros e perdão das ofensas. Hoje, nesse nosso assunto de hoje, é bastante importante falar sobre o perdão, que que inclusive você já comentou sobre o perdão, que que eu eu prestei atenção. Então, em vez de xingar mais, reclamar mais, vamos buscar perdoar. até mesmo se autoerdoar, é >> fazer essa prática, porque se eu errar, eu vou errar comigo mesmo, não vou errar com o outro. E tem erros que a gente comete com o outro que o outro dificilmente esquece porque fica uma coisa marcante para ele. Então posso praticar comigo mesmo e me desenvolvendo, crescendo nisso, me desenvolvendo, eu vou saber perdoar os outros. Tem uma fala da revista espírita do Allan Kardec em que há essa menção sobre o a o raca, né, esse xingamento, essa essa ofensa por meio da palavra em que ele conclama os espíritas a se unirem, a buscarem a paz. A paz é muito importante, porque se nós vivermos num mundo em que o que é valorizado é o poder, por isso que você oprime o outro, você tem o patriarcado. Meu Deus, como como a violência contra a mulher tá assustadora. surgiram até leis novas, né, para poder buscar proteger melhor e e alertar a sociedade sobre a importância disso, de nós buscarmos ser gentis, a gentileza, a generosidade. Você já comentou que o evangelho conclama para moderação, tudo isso são virtudes. E então essa mensagem de hoje, esse capítulo 49, ele nos ajuda muito porque ele tem muito ensinamento dentro dele, né? Aí são essas colocações que eu queria fazer para finalizar a minha parte de hoje, amiga. >> É, mas é perfeito, amiga. Isso que você coloca, você tem umas colocações muito pertinentes. Eu falo demais, mas você fala menos que eu, mas você fala muito mais acertado que eu. Ai, eu aprendo tanto com suas colocações aí que eu te contar, você fala coisa que às vezes eu nem tinha pensado. Isso vai ficar gravado aqui para mim. A bússola vai ficar gravada. Eu vou prestar sempre atenção no ouvir, saber ouvir para poder

í que eu te contar, você fala coisa que às vezes eu nem tinha pensado. Isso vai ficar gravado aqui para mim. A bússola vai ficar gravada. Eu vou prestar sempre atenção no ouvir, saber ouvir para poder dar a direção certa naquilo que eu tô ouvindo, né? Foi perfeito para mim hoje. Foi esse foi o ensinamento para mim hoje. Obrigada, viu, amigo? Muito obrigada mesmo, viu? >> Então, não, da minha parte também era isso que a gente queria falar e só falar que nós estamos em aprendizado, né, amigo? Porque isso que nós estamos falando é para nós, é para eu. Eu não contei para vocês que no trânsito às vezes eu fico ali apressada. Por quê? Por que que eu não saí mais cedo? Eu falo comigo, eu já tô aprendendo. Isso é aprendizado, gente. Isso aí é defeito, não é aprendizado. E isso que eu falei agora mesmo, se eu ofendi o meu irmão, né, Marcos, conforme você falou aí do perdão, se eu reconheço que eu errei agindo mal com alguém e eu vou lá e tento reparar, é aprendizado também. É isso que ele falou, se perdoar, né, Marcos? Isso que você falou é muito correto a gente aprender a se perdoar, saber que nós erramos, sim, mas nós estamos aqui para aprender. E que bom que essa escola aqui ela permite que a gente erre a certea, >> isso, >> né? É, é, é aprendizado. É para isso que nós estamos aqui. Se fosse tudo perfeito, a gente não tava aqui junto, né? E se nós estamos juntos numa mesma situação, é porque todos nós estamos precisando melhorar essas mesmas qualidades, né? E vamos aprender com aquele que tem mais, vamos ensinar para aquele que tem menos e vamos continuar contribuindo para esse nosso meio se tornar um meio melhor, para que esse evangelho que ele possa ser interiorizado em nós, mas que nós possamos saber colocar para fora, nós possamos saber tanto para poder ensinar o outro, né? Então, é o aprendizado que Jesus deixou para nós aí, as puxão de orelha que a Emanuel deu aqui agora nesse final para nós, mas é, faz parte do nosso crescimento, faz parte da nossa evolução. >> É,

né? Então, é o aprendizado que Jesus deixou para nós aí, as puxão de orelha que a Emanuel deu aqui agora nesse final para nós, mas é, faz parte do nosso crescimento, faz parte da nossa evolução. >> É, >> então que nós possamos todos nos perdoar, aprender a nos perdoar, né? Reconhecer que nós estamos em aprendizado, saber que nós podemos errar e acertar na manhã, né? E e através do erro a gente aprende, né, amigo? Porque não é assim na matemática. Eu faço uma conta errada 10 vezes até que na próxima vez eu falo: "Ó, ó, o como era fácil, eu não tinha visto, hein?" >> Dá um estalo. É, >> é, dá um instalo e eu passo pra frente e eu passo pra lição seguinte: "É assim mesmo, a vida é essa, esse aprendizado nosso é isso aí, é errar e acertar até que dá aquele estalo e eu falo: "Opa, ó, agora esse aí eu já sei, eu posso passar pra lição seguinte". Mas é isso, então, né? E antes da prece falar a historinha do Chico Xavier, que esse estudo me trouxe essa história do Chico Xavier na mesma hora que eu li, por causa da primeira frase, né? O Chico Xavier tava numa vendinha e ele tinha que comprar tomate. Aí ele só pegava os tomates mais fraquinhos, que já estavam ficando feinho, que não estavam assim muito bons. Aí a pessoa indaga para ele, ô Chico, por que que você tá pegando os piores tomates? Já falou assim para ele, né? Aí falou assim: "Ah, porque depois vira uma pessoa para cá que também precisa comprar de tomate, então eu quero que ela encontre bons tomates." E aqueles tomates que ele pegou, eh, não importava que que já estavam querendo passar. Por quê? Porque ele utilizou no mesmo dia. Ele fazia para todo mundo, né? Eu moro sozinho. Se eu for comprar 10 tomates, eu vou comer o quê? um a dois por ocasião. Ele não, >> ele usava para caridade. Então, >> eh, essa renúncia também, essa resignação, que são duas virtudes importantes que podemos acrescentar para esse nosso estudo de hoje, né? É uma renúncia, mas é uma renúncia raciocinada. Ele sabe se eu quero comprar uma coisa

m, essa resignação, que são duas virtudes importantes que podemos acrescentar para esse nosso estudo de hoje, né? É uma renúncia, mas é uma renúncia raciocinada. Ele sabe se eu quero comprar uma coisa para poder utilizar daqui a um mês, aí eu não vou ter esse tipo de atitude, porque eu vou me complicar, eu vou acabar tendo que jogar fora antes e voltar pro mercado para comprar de novo. >> Uhum. Mas ali na conveniência, na oportunidade, podia ser feito dessa forma. Porque quando eu li essa mensagem, eu fiquei assim: "Ah, mas tem gente que vê a fruta bonita, vê lá o morango bonito do outro e quer comer." Ou seja, não deixa que o próprio dono, né, se mente. Por quê? Porque tem olho naquilo. Às vezes a tua fruta não tá tão bonita, às vezes teu gramado não tá tão verde, você acha que o do vizinho tá mais verde e você começa a reclamar por causa disso. >> É. >> E é uma reclamação que não tem utilidade, é uma reclamação desnecessária, né? >> Sem fundamento, né? >> É, >> mas é o que você falou, ele ele usava eh com consciência, né? Isso >> que a gente tem essa consciência, né? Porque e você falou e eh o o exemplo dele é corretíssimo quando ele fala para minha necessidade hoje isso atende, porque ele ia fazer daquele momento, daquela verdura, daquela fruta, ele ia utilizá-la imediatamente. Então para mim hoje isso atende. E essa outra que ficou boa vai atender aquele que virá depois. Então é o que você falou, é a consciência, né? É a gente saber usar com consciência >> também. Quando você fala da compra que você compra, você vai usar um ou dois, você não vai comprar maduro. Por quê? Porque você vai est contribuindo com desperdício, não é? Então a gente também tem que ter essa consciência da gente não usar o desperdício >> para poluir lá fora, porque se você comprar o que você não vai usar, você não vai jogar fora. >> Você vai contribuir com quê? você vai contribuir com o meio ambiente na forma de descarte para poder aumentar ainda mais a sujeira lá fora. É o que você falou também, correto? É usar com

ogar fora. >> Você vai contribuir com quê? você vai contribuir com o meio ambiente na forma de descarte para poder aumentar ainda mais a sujeira lá fora. É o que você falou também, correto? É usar com consciência. A palavra também é essa, é consciência. que a gente seja consciente das atitudes que nós estamos tomando no dia a dia. Aquela atitude que eu tô da forma como eu tô agindo, que eu ajo com consciência, que eu possa ajudar, que eu possa beneficiar, que eu possa aprender. Então, que eu tenha essa consciência, esse exemplo. Gente, o Chico é uma alma que veio só para deixar exemplo para nós, né? >> Sim. Nossa, tem uma carinha dele assim só a a quando Jesus fala: "Minha paz eu vos dou". É aquela paz que ele transmitia para as pessoas ali, né? Aquela fala serena, aquela fala calma. Quando eu falei lá no Evangelho que era o exemplo que era que era Jesus, todas aquelas virtudes ali eram Jesus. E graças a Deus que nós tivemos esse exemplo entre nós, que foi o Chico, que pôde deixar >> pra gente ver que nós precisamos conquistar essas virtudes, né, amigo? Nossa, eu sei, eu sei que é, eu sei que eu tô longe ainda, mas eu tô a caminho. >> Eu não perco a esperança não, eu tô a caminho. Tomara que a minha malinha, quando eu tiver que levar pro outro lado, tomara que a minha malinha pelo menos pese assim uns 100 g, uns 200 g, que eu não quero voltar de mala vazia não. aqui no estado do Rio de Janeiro. Hoje é um momento festivo porque o CERGE, o nosso centro de unificação, tá completando 119 anos. >> Que beleza. O pessoal tá tudo lá em festa. >> Ah, que beleza. Você vai para lá também? >> Não, não, não dá. É, não dá. >> Ah, que beleza. Olha, tá falando, >> é o presidente da FEB. Agora quem tá falando lá é o presidente da FEB. Quos inválidos? >> 180 e pouco. 182 ou 86, uma coisa assim. >> Nossa, que beleza. Já pensou? 119 anos. Que coisa boa. >> É, é. Lá tá em festa. Inclusive no YouTube que que o Sérgio também tem YouTube. >> Ah, que bom. Então, que bom que Jesus continue abençoando, que seja mais 200,

Já pensou? 119 anos. Que coisa boa. >> É, é. Lá tá em festa. Inclusive no YouTube que que o Sérgio também tem YouTube. >> Ah, que bom. Então, que bom que Jesus continue abençoando, que seja mais 200, mais 300 pela frente, né? >> Amém. Fazer a nossa prece, amiga. >> Vamos. Faz, pode fazer a nossa prece. Obrigada, viu, amigo, pela companhia e por toda a palavra boa que você trouxe para nó. >> Eu te agradeço. Agradeço também ao socorro que nós tivemos aí, o espírito de luz aí. >> Sempre sempre Jesus tá nos acudindo, né? >> A única coisa que me assusta é assim: "Meu Deus, se ela tá me acudindo, será que eu já fiz mal para ela?" Eu fico, não esquece isso, esquece. >> Não, isso é só um favor. >> É isso. >> É. Ó pai amado, ó irmão de todas as horas, estamos aqui reunidos, agradecidos por esse momento do estudo do evangelho, por do estudo da doutrina espírita, do estudo do nossa manhã, da nossa essência, de quem nós somos, para onde iremos. Cuidai de todos nós. Abençoai a todos que nós amamos tanto. Abençoai aquelas pessoas que ainda iremos conhecer e fazer amizade. Ajudai-nos a aprender a perdoar. Que possamos nos aproximar eh por meio do perdão e fazendo sempre o bem a todos aqueles que um dia já nos fizeram mal, eventualmente fizeram, em que Deus nos ajudou. quando aquilo aconteceu e fez com que os impactos fossem os menores possíveis. Que possamos estar aqui reunidos mais um domingo de manhã para darmos continuidade a esse estudo em que teremos uma dupla que trabalhará com o capítulo 50 do livro da obra Espírito da Verdade. Graças a Deus. >> Graças a Deus. Graças ao bom Deus. Obrigada, viu, amigo? Obrigado aos amigos que estarão conosco nos vendo posteriormente e que a nossa próxima dupla traga também para nós, né, esses ensinos aí para o nosso aprendizado, para complementar, né, amigo, os nossos aprendizados, né, >> quem puder curtir os vídeos, se inscrever >> nos canais, >> isso para nós é valiosíssimo, né, amigo? Isso aí para nós, o YouTube entende como relevante o assunto. Então nós contamos

rendizados, né, >> quem puder curtir os vídeos, se inscrever >> nos canais, >> isso para nós é valiosíssimo, né, amigo? Isso aí para nós, o YouTube entende como relevante o assunto. Então nós contamos com o like de vocês, viu, amigos? mesmo que vocês não tenham visto agora, mas que vocês venham ver posteriormente, que vocês deixem o seu like, tá? >> Fiquem com Deus. >> Semana, viu? Que todos fiquem com Deus.

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