Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 43 | 08.02.26
Estudando com Jesus | 08.02.26 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 43: Crítica Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
เฮ Bom dia. Bom dia a todo mundo. Bom dia, Gabriel. Feliz ano novo. >> É isso. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia, pessoal. Bom dia a todo mundo que tá nos acompanhando aí nas redes sociais. Bom dia, Mir. Bom dia a você aí de casa. Realmente, né? Feliz ano novo. >> Aqui nós estamos iniciando, né? Eh, depois de uma um tempinho apartado distante de férias. Aí nosso primeira nosso primeiro eh estudo do ano de 2026. Já estamos aí quase na metade, né, de fevereiro, mas que estamos para mais uma lição desta obra do Espírito da Verdade, né? Que Jesus nos abençoe. >> Jesus nos abençoe. Assim, um tema realmente muito bom, muito pertinente nesse tempo de rede social, né, Meiri? tempo muito pertinente no nosso dia a dia. Eu acho que vale realmente a pena a gente parar, discutir, conversar aqui, porque é um tema bem delicado e que traz uma oportunidade da gente ver o mundo de uma forma diferente, né? >> Verdade. Verdade. A gente aprender aí como eh administrar essas situações, mas vamos lá, vamos começar aí >> pedindo o amparo de Jesus. vai fazer nossa prece para ele nos ajudar neste tema. Vamos lá. Eu vou, vamos juntos agora. Quem quiser fechar os olhos aí, tiver em casa, nos acompanhar de olhos fechados, perfeito. Mas quem não quiser, é só se concentrar. Então, mestre amigo Jesus, mais um domingo nós estamos aqui reunidos juntos para discutir o teu evangelho, discutir os ensinamentos dos teus trabalhadores. Deus, dai-nos a inspiração necessária para que possamos tirar o melhor proveito destas palavras, destes ensinamentos, mas que acima de tudo, Senhor, nós possamos, além de compreender, exercitar, nem que pelo dia de hoje o estudo. envolve a cada um dos que aqui se fazem presente, a toda a família, seja ela física ou espiritual, que todos nós que aqui estamos presentes nos acompanha nesse estudo, nos dá a intuição necessária e que possamos ter um ótimo domingo, um ótimo, uma ótima semana e um ótimo ano. que assim seja. >> Maravilha. Vou colocar aqui o slide para para você ler. A gente poderia ler em
a intuição necessária e que possamos ter um ótimo domingo, um ótimo, uma ótima semana e um ótimo ano. que assim seja. >> Maravilha. Vou colocar aqui o slide para para você ler. A gente poderia ler em partes e comenta, porque é tão rico esse texto, né? E não é tão simples. >> Colocar aqui. >> Então vamos lá. O capítulo 43 ele fala sobre o tema crítica. E aí crítica é algo que eu acho que está pertinente muito e voga hoje nos dias atuais, né? Quando a gente olha as redes sociais, quando a gente olha no trabalho, volta e meia nós estamos ali criticando, julgando. E aí esse é o tema do capítulo de hoje, né? Emado no Evangelho Segundo do Espiritismo, amar os vossos inimigos. Então eu vou ler aqui e aí a gente vai comentando. Capítulo 43, crítica. Se você está na hora de criticar alguém, pense um pouco antes de iniciar. Se o parente está em erro, lembre-se de que você vive junto dele para ajudar. Se o irmão revela procedimento lamentável, recorde que há moléstia ocultas que podem agir você, atingir você mesmo. Se um companheiro faliu, é chegado o momento de substituí-lo em trabalho até que volte. Se o amigo está desorientado, medite nas tramas da obsessão. Se o homem da atividade pública aparece fora do eixo, o desequilíbrio é o problema dele. Passando, >> pode falar, amigo. que eu tô postando aqui o negócio. Tem que só passar aí. Já terminei. >> É porque a gente vai comentar essa primeira parte, depois a gente comenta o restante. >> Ah, verdade, verdade, verdade, verdade. >> E esse rapaz vai tá com perda de memória >> logo agora de cara, né? Então, turma, se a gente for começar aqui por essa primeiro momento aqui quando a gente fala da crítica, né? Então, basicamente ele coloca várias situações para nós aqui. Então, família, irmão, parceiro, um amigo, pessoas da atividade pública. Basicamente o primeiro olhar antes de nós criticarmos tem que ser para dentro. Então, o primeiro ponto é antes de eu criticar eu olho para mim. E esse é o exercício mais difícil, né? É a gente
ública. Basicamente o primeiro olhar antes de nós criticarmos tem que ser para dentro. Então, o primeiro ponto é antes de eu criticar eu olho para mim. E esse é o exercício mais difícil, né? É a gente fazer esse esse esse olhar de volta para dentro. Eu acho que esse daí é o nosso maior desafio. E aí, interessante porque esse capítulo veio logo no momento de começo de ano. Então, acho que essa daqui é uma da uma habilidade que nós temos que ter que facilita o convívio. E aí eu vou trazer aqui um um ponto. Se o parente está em erro, lembre-se de que você vive junto dele para ajudar. E aí eu tava dando uma estudada fora disso, né? Carl Popper, ele escreve um teorema da tolerância. E o que que diz esse teorema da tolerância, né? Que a tolerância ilimitada é a gente acaba acabando com a com a intolerância. Então, se a gente tolera pessoas extremistas, pessoas radicais, pessoas com discurso de ódia, etc., a gente acaba acabando com a tolerância, porque essas pessoas não são tolerantes, né? E aí, o que que isso tem a ver com o tema da crítica aqui? Se um parente está em erro, lembre-se de que você vive junto dele para ajudar. Mas a tolerância em si, ela tem um limite. Ainda que nós sejamos aqui pessoas de que estamos nos esforçando para sermos cristões cristãos verdadeiros, é importante a gente lembrar que há um limite para essa tolerância. Assim, nós a eu me colocando, né, de falar nós, eu ainda tenho muita dificuldade para tolerar pessoas que são, por exemplo, intolerantes. E se eu tenho uma pessoa que é teoricamente intolerante do meu grupo familiar, se eu sei que a presença dela vai me colocar no erro, eu prefiro me retirar, porque é aquela aquela história, né? Eu não vou me colocar numa situação aonde eu vou eu vou estar entre aspas em risco. E ainda assim vamos continuar aqui. Se o irmão revela um procedimento lamentável, recorde que há moléstias ocultas que podem atingir você mesmo. Então assim, isso daqui basicamente é se eu vejo alguém ali fazendo algo que eu reprovo
ui. Se o irmão revela um procedimento lamentável, recorde que há moléstias ocultas que podem atingir você mesmo. Então assim, isso daqui basicamente é se eu vejo alguém ali fazendo algo que eu reprovo eu em algum momento desta vida ou de outras posso já ter cometido aquele mesmo erro. Então esse é um passo importante nosso aqui. Aí a Patrícia já, bom dia, querida família estudando com Jesus. Bom dia, querida Me, querido Gabriel, gratidão por mais um domingo abençoado de estudos com o nosso mestre. Forte abraço, Patrícia. vocês que quiserem ir colaborando conosco aqui também, Meir, passa a palavra para você. >> Destacando aqui que ela já tá contribuindo, né? Tema muito importante para podermos aproveitar e aprofundar a vivência, né, ou a vivenciar o evangelho, o evangelho de amor e luz. Hoje ela está iluminada a Pat. E e me antes de antes de passar de fato a palavra para você, eu só queria trazer dois pontos aqui, né, que eu acho que eu deixei passar. Primeiro ponto, a crítica, ela fala mais do crítico do que do criticado sempre. Então, imagina a crítica como se fosse um estilo de filme, um estilo literário. A gente sabe que os filmes de Tarantino tem um estilo linear de contar história, tem um jeito de contar história. Se a gente for pegar, por exemplo, como que a gente sabe que é o irmão Xber de Campos, que tem um estilo literário ali presente. Se existem estilos literários, a crítica é a mesma coisa. Então, a crítica ela fala mais de si do que do outro. E é o que tá presente em nós no dia a dia. E aí quando a gente chega, cara, o que a maneira como você critica revela sobre o seu estado espiritual hoje? Eu acho que isso daqui é uma coisa importante, porque se eu tô mal, se eu tô com raiva, se eu já tenho um um impasse com aquela pessoa, obviamente eu tendo a ser mais intolerante com ela. >> Obviamente se eu já tenho uma dificuldade de outros momentos com a com meu irmão, com meu companheiro, cara, eu tento acarregar aquilo numa coisa que talvez poderia ser besta por um outro
com ela. >> Obviamente se eu já tenho uma dificuldade de outros momentos com a com meu irmão, com meu companheiro, cara, eu tento acarregar aquilo numa coisa que talvez poderia ser besta por um outro ponto de vista. Então, acho que é é é realmente importante a gente fazer e e esses esses momentos de pausa, né? Que que você acha, Mir? >> É isso mesmo, amigo. Maravilhoso, né? Eh, o que que é a crítica, né? A gente tem esse hábito, né? A maioria de nós tem. Eu eu eu considero um víciilo, por isso que é difícil a gente se libertar. É a gente fazer uma análise. Olha só, analisar. fazer uma variação da conduta do outro. Então, a gente dá uma opinião, mas essa opinião nem sempre ela é construtiva, ela é benérfica bem-vinda, né? Sobre a conduta do outro. E quando a gente faz uso da crítica, dependendo da nossa intenção, porque tudo tá na intenção, dependendo da intenção, você está julgando e combinando. E aí o o o a base do capítulo é: amai os vossos inimigos. Amai os vossos inimigos. E aquele que a gente muito ataca, na verdade, ou é inveja, né, ou, né, eh, é pessoa que a gente deve ter alguma encrenca em algum momento, né, em alguma situação. E aí a gente vamos nos reportar, né, à situações anteriores. não tem explicação, né? Mas também tem o processo já analisando aí a pessoa que critica, tem o processo da projeção, que eu não gosto em mim, eu projeto no outro e começo a criticar o outro, a dar evidência para o outro. Então é um equívoco nosso quando nós fazemos isso. Ah, mas eu queria fazer uma crítica construtiva. Bom, eu eu penso que não existe crítica construtiva. Crítica é crítica, né? Agora, a intenção que você faz é que vai determinar, né, se vai ajudar o outro ou não, porque você pode chegar com o outro e dizer assim: "Olha, amigo, eh, dá uma olhadinha aqui nessa situação, né, o que é que você acha ou como é que não poderia ser diferente, então a forma, né? Então, você tá o quê? Você tá dando uma chamada de atenção, principalmente se é um filho, né, gente? a gente
ação, né, o que é que você acha ou como é que não poderia ser diferente, então a forma, né? Então, você tá o quê? Você tá dando uma chamada de atenção, principalmente se é um filho, né, gente? a gente precisa eh aconselhar e orientar. Se é alguém que você ama muito, agora, se é alguém que você não gosta, você já vai com toda a força, né? Então aí você está expondo a pessoa, aí já você já está em erro, né? Então o outro pode estar equivocado, mas você tá mais do que ele ainda, né? a gente pode correr nesse nessas faltas aí, mas eu penso que a crítica ela é um vício que a gente adquiriu, sabe? Muitas existências e pra gente se libertar a gente leva um tempinho, né? A gente precisa estar sempre em alerta, em atenção pra gente não encorrer, porque toda vez que eu critico realmente alguém, eu estou julgando e condenando e aí eu estou faltando, né, com a compaixão. OK? E a gente vai para uma outra lição do evangelho, né? Se a gente quer ser perdoado, o outro também, né? Se nós queremos misericórdia, porque nós erramos o tempo todo, o outro também, né? Então, é não julgar para não sermos julgados, né? Então, a gente eh trabalhar essa crítica e eu acho que sublimar, né? Quando a gente começar a ver melhor toda essa questão de compaixão, ela vai tomar um outro tom, né? Talvez não seja mais nem um nome crítica, talvez seja um outro nome mais apropriado, mas ainda é muito comum, né, o nosso planeta, na humanidade terrena, a gente fazer uso eh da crítica a gente pensar eh que direito eu tenho de julgar o outro, n é o sujo falando do mal lavado, né? aqui na numa brincadeira que a gente faz, que direito eu tenho a gente primeiro eh olhar para nós e aí será que eu tenho esse direito de fazer isso? Talvez assim eu consiga eh me pelo menos congelar, né? não ter a ação, isso já é um bom começo. Aí lá no livro dos espíritos, na questão 886, qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, né, que Jesus nos ensina, entendida por Jesus. Aí vem a benevolência para com todos, indulgência
om começo. Aí lá no livro dos espíritos, na questão 886, qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, né, que Jesus nos ensina, entendida por Jesus. Aí vem a benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições dos outros, que é onde a gente entra aqui, né? a indulgência para quais imperfeição dos outros e perdão das ofensas. Mas eu penso que geralmente a pessoa que critica o outro, ele tá se projetando. Na maioria das vezes são projeções. Ah, fulano, é isso, você faz isso. Tá sempre criticando, sempre pontuando, né, aquele p sempre dizendo sobre aquele aquele ponto que você considera na sua visão negativo, que a pessoa tá incorrendo em falta. Então, se você tá sempre fazendo isso, você tá se projetando na maioria das vezes, né? Tem mesmo essa questão. Tudo que incomoda demais em você, para você que tá no outro, às vezes é você que tá lá, não é o outro, né? Então aí falta só você olhar direito, não é para olhar para lá e para olhar para cá, né? fazer olhada para você mesmo. Então a gente entender, mas o outro ele pode estar errando, pode, né? Pode assim como eu. Então, eh eh que a gente pode fazer? Que que a gente pode fazer? É da tua conta? É a primeira pergunta. O que o outro tá fazendo? É da tua conta? Se não é, tu não tem que fazer nada. Não te interessa, né? É como diz Jesus lá pro Thaago, cuida da tua vida, Thaago, lá no Boa Norma, né? Então não te interessa, não lhe desrespeito, OK? E aí eu saio, hoje em dia, é nas redes sociais, né? Eu saio propagando a situação do outro, né? Mal feito do outro, criticando. Ou seja, eu escrevo, né? Eu desenho, eu projeto e eu jogo numa rede social que tem uma propagação enorme. Olha a situação aí acontecendo. Olha a nossa responsabilidade diante da minha atitude. Ou seja, eu estou eh eh trabalhando na maldade, né? É o mal que tá imperando na minha vida. Então, a gente precisa realmente eh eu acho que nos evangelizar, né? Eh, olhar para nós com realmente e praticar aquilo que Jesus nos coloca. Então, a gente tem esse cuidado, né? Agora é um
inha vida. Então, a gente precisa realmente eh eu acho que nos evangelizar, né? Eh, olhar para nós com realmente e praticar aquilo que Jesus nos coloca. Então, a gente tem esse cuidado, né? Agora é um amigo teu que tá desorientado, aí ele diz: "Olha, medite, medite, observe o que tá acontecendo melhor, né? Observe mais." E Jesus tem tanta paciência com a gente, nunca reclamou da gente para Deus, né? Por que eu vou reclamar de alguém? Eu não tenho não tenho esse direito de reclamar de ninguém para a gente entender esse processo. É realmente um processo de autoeducação, né, Gabriel? De autoeducação da nossa parte mesmo, a gente conseguir, né, estabelecer. E aí a gente vai fazendo gradativamente isso, sabe? Eu acho que a gente vai conseguindo melhorar devagar, né? Não correr nesse erro. Aí >> quer comentar mais ou a gente passa pra segunda parte? >> E eu quero só comentar dois pontos aqui, né? Primeiro, eh, Mateus, capítulo 7, versículo 1 a 5. Vou ler aqui rapidão. Não julgueis para que não seja julgados, porque com o juízo com que julgais, sereis julgados, e com a medida com que medis vos medirão a vós. Porque vês o argueiro no olho do teu irmão e não reparas na trave que está no teu olho, ou como dirás a teu irmão: "Deixa-me tirar o argueiro do teu olho quando tens a quando tens a trave no teu?" Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão. Mateus capítulo 7 versículo 1. Aí quando a gente vai em Tiago, capítulo 4 versículo 11 e 12. Irmãos, não faleis mal um dos outros. Quem fala mal de um irmão e julga seu irmão, fala mal da lei e julga a lei. E se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz. Há só um legislador que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és que julgas ao outro? dois pontos aqui que tem tudo a ver com o que nós estamos conversando. O primeiro é Jesus, ele não proíbe o discernimento, como você bem trouxe, ele proíbe o julgamento arrogante, o julgamento de eu estou com a razão, eu
tem tudo a ver com o que nós estamos conversando. O primeiro é Jesus, ele não proíbe o discernimento, como você bem trouxe, ele proíbe o julgamento arrogante, o julgamento de eu estou com a razão, eu estou com a moral, eu sei o que é certo, você não sabe o que é certo. O que é certo é o que eu penso. Se eu tomo essa postura, eu passo a ser de ser uma pessoa que está recebendo o julgamento para ser o juiz. E só existe um juiz. Tô me comparando a Deus. Ainda que de maneira sutil, eu tô me comparando a Deus. Eu tô me colocando nesse lugar que eu não tenho capacidade de estar nesse lugar. E esse argueiro versus a trave é literalmente a denúncia dessa cegueira moral de eu colocar a capa do eu sou espírita, eu tenho conhecimento. A minha percepção por ser espírita, é a percepção certa do mundo. Vocês estão me ouvindo ou deu uma travada aqui? >> Não, deu para ouvir sim. Tá bom. Ah, não, perfeito. Que deu uma congelada aqui na minha tela. Eu pensei, pô, acho que travei. Eh, quando a gente coloca essa toga moral, eu sou espírita, a doutrina espírita é a mais certa de todas. Aquele que não acredita em reencarnação tá no erro. Os nossos outros irmãos de outras congregações religiosas estão pensando de maneira equivocada. A gente mais uma vez veste a toga que já vestimos em diversas encarnações e ainda assim a gente coloca essa essa toga aqui assim: "Eu sou espírita. Eu tenho o verdadeiro conhecimento, né? Eu eu eu sei o que é certo e eu sei o que é errado. Aa mais para julgar parente que pensa diferente, para julgar colega de trabalho que pensa diferente, nossos esposas, maridos, irmãos, tias, avós. A gente adora fazer isso, né? coloca a nossa toda moral na doutrina espírita e fala: "Be assim, essa esse jeito de agir é um jeito equivocado." Então, basicamente, essa crítica ela nada mais é do que uma lupa que se usa para ver os defeitos alheis, a visão dos próprios defeitos. Pô, se nós estamos aqui na Terra, nós já estamos no erro, né? Esse é o primeiro ponto. E aí ele faz, Thago, faz essa
que uma lupa que se usa para ver os defeitos alheis, a visão dos próprios defeitos. Pô, se nós estamos aqui na Terra, nós já estamos no erro, né? Esse é o primeiro ponto. E aí ele faz, Thago, faz essa questão, essa provocação. Há 2025 anos atrás a gente ainda não aprendeu. Quem é a gente na fila do pão para est julgando outros? No português, cara, é isso. É um questionamento que também tá em Romanos, capítulo 14, versículo 4. Quem és tu que julgas o servo alheio? Todo julgamento não passa de uma intromissão na obra divina. É óbvio que o que a Mary trouxe aqui é importante. Pô, se eu amo muito uma pessoa, eu não quero que ela cometa um erro a partir da minha percepção de errado. E é que critica arbitrariamente, ela viola uma lei. Ela viola a lei do amor. A língua que critica arbitariamente, ela viola a lei do amor. E e Jesus ele tem essa habilidade de de mudar e de criticar a crítica coletiva em uma única frase, que é quando ele tá naquela com a mulher adúltera, vai ser apedrejada e ele interrompe aquilo com uma única frase: "Aquele que estiver sem pecado que atira a primeira pedra". A crítica ela é sempre hipócrita, porque ela ignora os nossos próprios buracos. Eu vou atacar uma pedra porque eu não tô enxergando que eu tô cheio de problema, que eu tô cheio de buraco, né? E eu acho que essas são reflexões importantes pra gente ir pra próxima parte, se você não tiver nada mais a colocar, ma. >> É isso mesmo. Destacar aqui a contribuição das meninas, né? Aqui tava atrasada. Isso sim. Aí chegou aqui também a Carla. Bom dia, Carla. A Patrícia. Como eh como é a questão fundamental para avaliarmos a condição da nossa consciência, verdade? Já desperta para a imortalidade e o amor ou não? É, acho que ela parou aqui ou não? Aa tá dando bom dia para Carnil. E a Carminha respondendo aqui. Oi, amiga. Bom te encontrar por aqui, né? Então, a gente eh a gente trabalhando essas questões. Eh, eu penso que gradativamente, sabe, a gente vai conseguindo, né? E vamos avançando aqui paraa segunda parte do nosso texto.
ntrar por aqui, né? Então, a gente eh a gente trabalhando essas questões. Eh, eu penso que gradativamente, sabe, a gente vai conseguindo, né? E vamos avançando aqui paraa segunda parte do nosso texto. Gabriel, pode ler aí pra gente. >> Tá mutado o teu. Eu já tava lendo, só que tava mutado aqui. Se o amigo está desorientado, medite nas tramas da obsessão. Se o homem da atividade pública parece fora do eixo, o desequilíbrio é problema dele. Se há desastres morais nos vizinhos, isso é motivo para auxílio fraterno, porquanto esses mesmos desastres provavelmente chegarão até nós. Se o próximo caiu em falta, não é preciso que alguém lhe agrave as dores da consciência. Se uma pessoa entrou em desespero no colapso das próprias energias, o azedume não adianta. E aí eu já vou pegando aqui o começo, Mair, eh, porque esse segundo ponto aqui é muito complexo. Se o homem da atividade pública aparece fora do eixo, o desequilíbrio é problema dele. E por que que eu trago isso? Porque hoje política acaba com família, acaba com relações, acaba com amizades. E aí ele traz uma provocação aqui pra gente. Se o homem da vida pública aparece fora do eixo, o desequilíbrio é problema dele. E aí a gente tá falando de todo tipo de vida pública, seja de um político, seja de um cantor, seja de um ator, seja de uma pessoa, um líder de alguma igreja, de alguma congregação religiosa, porque a gente faz muito isso também. Olha só lá eles roubando milhões em escândalos bancários. Olha só. presidentes invadindo outras nações. A fez essa provocação. É um desequilíbrio dele. Isso vai te afetar, se vai te afetar de forma direta ou indireta, você lide com isso, né? Não entre nas tramas daquela da obsessão como ele traz ali. Então aqui a Lázara, né, trazendo aqui pra gente. Muito bom dia, prazer ouvir vocês as reflexões. Quem quiser também contribuir com reflexões aqui no chat, só mandar que a gente vai lendo, vai discutindo junto. Afinal de contas é o estudo, né? E aí aqui capítulo 10 no Evangelho Segundo
reflexões. Quem quiser também contribuir com reflexões aqui no chat, só mandar que a gente vai lendo, vai discutindo junto. Afinal de contas é o estudo, né? E aí aqui capítulo 10 no Evangelho Segundo Espiritismo. Bem-aventurados misericordiosos. A misericórdia, ela é literalmente o oposto da crítica. Então, feliz somos é aquele que examina suas próprias faltas antes de examinar examinar a dos outros. Então, se antes de eu criticar eu fizer, poxa, será que eu não tenho aquele mesmo erro? Será que eu nunca cometi o mesmo erro que aquela pessoa que eu vou criticar tá já cometeu? Se eu se eu cometi aquele mesmo erro, qual que é o meu objetivo com essa crítica? Qual que é o por trás dessa crítica que eu quero alcançar, né? Será que essa pessoa tá disposta a conversar comigo? Será que eu tô disposto a entrar nessa trama? E aí, dando um passo antes, capítulo 9, bem-aventurados, brandos e pacíficos, a paz ela começa quando a crítica acaba. Espíritos superiores, eles são brandos na correção, firmes no exemplo e silenciosos na crítica. Então, na hora de corrigir é com muito amor, na hora de dar o exemplo é extremamente firme e na hora de dar a crítica é ser silencioso. Me, você quer contribuir conosco? Eh, eu fico pensando, né, que Jesus nos ajude a a não cometer, né, mais essa falta, porque é um vício, é um vício, a gente tem, né, eh, algo que a gente já vem trazendo de outras existências. Então, como chamamos a Joana, né? Um atavím. E aí nos libertar desse mau comportamento, né? A gente poderia adotar como mau comportamento, é um desafio muito grande, porque a primeira coisa que a gente faz é dizer: "Tu não tá vendo que esse político tá fazendo? Olha aí, ele tá fazendo isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso. E a gente vai enumerando e a gente vai divulgando e propaga e fala com todas emoção, né? Todo aquele sentimento de às vezes até de ódio, né, em relação à situação e começa a propagar, né, de uma forma intensa, ou seja, a gente tá propagando mal. ou às vezes é lá no nosso ambiente de
, né? Todo aquele sentimento de às vezes até de ódio, né, em relação à situação e começa a propagar, né, de uma forma intensa, ou seja, a gente tá propagando mal. ou às vezes é lá no nosso ambiente de trabalho do nosso gerente, nossos chefes, nosso colega de trabalho, né? A gente faz esse moutinho ali, aquela revolução dentro da empresa, dentro de casa. Às vezes a gente tem dificuldade de lidar com o próprio irmão de sangue e a gente fica o tempo todo ali, né, espetando, espetando, né, alfinetados e mais alfinetados, né, e assim vai, né, por aí vai, a gente vai fazendo às vezes esse tipo de tendo esse esse tipo de comportamento, né? Então, por que que o evangelho nos ensina que a gente não faça isso, né? Quando amai os vossos inimigos, Jesus pede que a gente tenha respeito por quem a gente não gosta. Se você não gosta, respeite. E o que quer respeitar? Não falar mal da pessoa, principalmente na ausência dela, né? Não falar mal, né? Evitar. Então, a gente eh fazer esse tipo de atitude, né? evitar esse mal, agir com benevolência, né? Oferecer o bem onde o mal se apresenta. Porque se eu já conheço Jesus e o evangelho, é isso que Jesus espera de nós, né? Que a gente faça isso, né? E se a gente não eh eh tem essa dificuldade, eh faz de tudo para ficar calado pelo menos. Não propagar, né? Não propagar o mal e também orar, né? Ser alguém que te persegue te caluniando, te criticando, porque às vezes a gente quer dar o retorno na mesma proporção. Hum. Orar pela pessoa, né? Então assim, buscar compreender e aí é o perdão, perdão das ofensas, reconhecer que o outro também está em aprendizado. E a lição é retribuir o mal com o bem, oferecer a outra face, né? a gente eh pensar com muito carinho nessas questões e olhar para nós como é que nós estamos nos comportando, como é a minha atitude, é só criticar o outro, é só ver o mal feito do outro, né? Então a gente, nossa, então não vamos melhorar, ainda dá para fazer muita coisa. Nós estamos aqui, né? Então vamos olhar para nós e fazer essa recondução, né? Como
, é só ver o mal feito do outro, né? Então a gente, nossa, então não vamos melhorar, ainda dá para fazer muita coisa. Nós estamos aqui, né? Então vamos olhar para nós e fazer essa recondução, né? Como diz eh Paulo, endireitai os caminhos, né? Na verdade é é João, João Batista. Endiretai os caminhos, né? João Batista chamava o tempo todo a atenção para que a gente seguisse o caminho do né? A lei. Então endireitar o nosso caminho, endireitar a nossa língua, né? a a a o nosso mal feito que a gente às vezes ainda fala. E aí mais à frente é não pensar, porque a gente peca pelo pensamento também, não pensar no mal feito do outro. Então a gente a gente começar a pensar nisso. E eu me peguei nessa lição porque eu tava assistindo umas coisas nas redes sociais que me deixou, eu não gosto nem, eu nem falo sobre isso, eh me deixou estar em choque assim, sabe que eu como que o ser humano é capaz. E aí eu fiquei, meu Deus. E aí, aí veio que lei o que que a gente tem que fazer numa situação dessa? Primeiro é parar de assistir essas essas notícias e orar, né? Orar por aqueles que têm esse tipo de atitude, né? Orar. Então assim, e e que não vai mais ter, né? O mundo tá sinalizando que a gente precisa mudar a nossa postura, nossa conduta, embora ainda seja o bem, ainda muito tímido, né? Até em nós é, imagina no mundo de modo geral, mas que a gente vai gradativamente compreendendo melhor eh o bem proceder, né? E sofrer as consequências quando a gente faz o mal, a gente sofre, né? Então, a gente já tem esse resultado. O que a gente precisa fazer é melhorar, né? Melhorar cada vez mais. Mas eu fiquei ainda um tempo pensando, pensando, né? Eh, eh, tentando compreender o que leva o ser humano a fazer mal para o outro nesse, nesse aspecto, né? E aí a a aquilo, o que que Jesus te ensina, né? Sou meu Deus. Aí fiquei envergonhada. Eu só pensei, eu não falei nada, mas eu estava pensando, né? De qualquer forma, estava incorrendo numa falta muito grave, né? Tem alguém que eu nem conheço. Tem isso, né? Então a gente a gente tem
da. Eu só pensei, eu não falei nada, mas eu estava pensando, né? De qualquer forma, estava incorrendo numa falta muito grave, né? Tem alguém que eu nem conheço. Tem isso, né? Então a gente a gente tem esse cuidado e é é fundamental. É um processo de autoeducação. Aí Gabriel, tem mais um parágrafo. Quer que eu passe logo ou quer comentar? passar que o meu comentário vai caber certinho com outro contra parte. >> Então vamos lá. Deixa eu passar aqui. >> Pronto. >> Ainda que você esteja diante daqueles que se mostram plenamente bergulhados da loucura da delinquência, fale no bem e fuja da crítica destrutiva, porque a sua reprovação não fará o serviço dos médicos e dos juízes indicados para socorrê-los. E mesmo que a sua opinião seja austératória, nisso ou naquilo, você não pode ouvidar que a opinião de Deus, pai de todos nós, pode ser diferente. André Luiz, então, basicamente, ele tá falando o que aqui que a gente não tem moral nenhuma para criticar outro. Ainda que nós estejamos cobertos de razão, ainda que nós estejamos com a plena convicção de que estamos certos, nós não temos autoridade moral para julgar ninguém. E aí no Evangelho seg do Espiritismo, capítulo 17, seit perfeitos. O verdadeiro espírito é reconhecido por brandura, benevolência, claridade, ausência de maledicência, mas acima de tudo, por não agredir o outro e quando tiver que fazer a qualquer agressão, qualquer compromisso, é com mão na tarefa. É metendo a mão na tarefa. é fazendo a reforma íntima, é trabalhando para cada dia ser a melhor versão de si mesmo. E eu acho que é esse aqui é o ponto chave da coisa. A gente antes de fazer esse exercício, não é fácil, não é fácil. a gente sempre finaliza basicamente com isso, que não é fácil a gente eh eh tirar todas essas bagagens que a gente já colocou, todas essas peças equivocadas que nós já colocamos na nossa bagagem. Só que é um peso que a gente carrega mais. É, é o peso que a gente carrega mais. E aí, qual na pergunta 919, né? Qual o meio das mais eficaz de se melhorar nesta
que nós já colocamos na nossa bagagem. Só que é um peso que a gente carrega mais. É, é o peso que a gente carrega mais. E aí, qual na pergunta 919, né? Qual o meio das mais eficaz de se melhorar nesta vida? Basicamente, Santo Agustinho responde: Não falar de não criticar ninguém, corrigir a si mesmo em vez de criticar o outro. Poxa, se eu tô vendo alguma falha errada ali naquela outra pessoa e eu não tenho tanta proximidade com ela, eu volto a olhar para mim e falo: "Poxa, por que que aquilo dali eu tô achando que é errado? Que como é que eu posso melhorar? Eh, e e para fechar aqui, para fechar um protocolo, Gabriel, como que eu faço isso na prática? Antes de qualquer coisa, pare. Primeiro passo é esse, parar. Vi alguma coisa que me deixou equivocada, vi alguma coisa que eu acho que tá errado, pô, eu paro, respiro. Se for algo muito impulsivo, a melhor tarefa é se calar. Se for algo maldoso que eu vou falar sobre o outro, pô, eu elimino aquilo. Mas se for algo que eu realmente acho que seja útil, eu reformulo. Então é super importante a gente parar nesse primeiro momento, respirar e entender, pô, será que eu tô falando aqui algo impulsivo? Será que eu tô falando algo maldoso? Ou será que eu tô falando de algo útil? Se for impulsivo, silencio. Se for algo maldoso, eu elimino. Se for algo útil, eu reformulo. Eu penso com calma. E aí, no segundo momento, o que que essa crítica que eu vou est fazendo para o outro revela sobre mim? O que que diz sobre mim? Esse esse ponto que eu vou trazer do outro. Eu tô julgando ou estou ajudando? A minha intenção é iluminar ou humilhar o outro. E aqui a gente precisa realmente ter maturidade para entender se eu tô fazendo aquilo com sabedoria ou não. É muito importante a gente vestir essa toga da humildade, né? E terceiro ponto, por fim, agir. Se não puder ajudar, não atrapalhar já é essencial. não se atrapalhar na jornada de evolução e não atrapalhar a jornada do outro. Se for para orientar, que possamos fazer como Jesus, com amor e correção, sem
puder ajudar, não atrapalhar já é essencial. não se atrapalhar na jornada de evolução e não atrapalhar a jornada do outro. Se for para orientar, que possamos fazer como Jesus, com amor e correção, sem arrogância, mas principalmente com amor. Principalmente com amor. E aí, Meil, queria te convidar, será que a gente consegue fazer um jejum da crítica? S dias sem criticar ninguém, s dias corrigindo só assim mesmo. Será que dá para fazer? É uma proposta boa. Eu acho que é melhor fazer, Gabriel, os 365 dias, porque sete depois a gente esquece, >> volta de novo pro mesmo comportamento, né? Eu creio que é o jejum mesmo, é o ano sabático, né? Fazer esse jejum aí. Então, a gente trabalhar essa essa questão, porque a gente próprio nome crítica já diz que é algo negativo, né? Não tem crítica construtiva, tem você vai apontar algo do outro que é um um erro, um equívoco, né? Então assim, a gente tem esse cuidado. O ideal é não fazer, né? E a lição do homem de bem é um bom remédio. Você lê todo dia ela, aí você já analisa, já não tem como, não tem espaço para isso. Não tem espaço, né? Então, a verdadeira caridade inclui o respeito às dificuldades alheias. Eh, primeiro passo é isso. Preciso respeitar as dificuldades alheias. Eu devo me ocupar mais com as minhas melhoras, com os meus problemas. Parar de estar olhando pra vida do outro, né? Parar de julgar o outro, olhar para ti, porque eu olho lá um monte de coisa e eu tô olhando aqui para que eu tô fazendo, tô tomando conta de mim, né? É vigiar e orar e nesse sentido. Não é o outro que eu vou vigiar, é a mim mesmo, é o meu pensamento, né? O meu panorama. Então, a gente olhar mais para nós, sabe? Olhar mais para nós, usar as redes sociais de uma forma mais produtiva, né? Eu vou começar a me treinar mais para essas questões, né? Porque às vezes a gente fica olhando, né? Aquilo propaga muito rápido e a gente lê, a gente pensa, tem umas questões, né? Então, a gente eh eh é claro que a gente precisa saber o que acontece no mundo, mas se a gente
a gente fica olhando, né? Aquilo propaga muito rápido e a gente lê, a gente pensa, tem umas questões, né? Então, a gente eh eh é claro que a gente precisa saber o que acontece no mundo, mas se a gente valoriza muito e fica ali preso aquelas situações eh eh eh que são que é propagar o mal, né, a gente pensar, né, e assim eu acho que fazer o melhor, né, que a gente puder para se melhorar, não olhar mais para nós mesmos, acho que seria uma medida muito boa, né? E o jejum, né? Quando der a vontade, quando coçar a língua para falar mal do outro, vai orar, vai jejuar, faz uma prece. Então, a doutrina espírita, ela nos orienta ao autoconhecimento e a nossa reforma, né, a nossa transformação e e não julgar ao próximo, porque toda vez que eu critico, eu tô julgando, não tem jeito, né? Então, a gente trabalhar isso mesmo, eh, eh, como diz o Gabriel, intensamente nos observar, né, e não fazer, tentar não fazer, né, Gabriel, destacar aqui a contribuição das colegas. Acho que tá bem aqui, né? apareceu aí? Tá aparecendo, né? Muito bom, >> muito bom dia. Bora lá, gente. Vamos conseguir. Muito bom dia. Prazer ouvir vocês as reflexões. >> Ah, eu eu tava apertando e não tava funcionando. Já pode ler. B. É tranquilo. Bora lá, gente. Vamos conseguir. Precisa ser pelo menos 21 dias para incorporar o novo hábito. A nossa amiga Lázaro ali também. Verdade, o hábito formado leva 21 dias. Bom, desafio é grande. 21 dias. Eu quis colocar sete porque eu achei mais fácil. >> Eh, mas se aí vocês se garantem com 21, bora pro 21 também. Não tenho medo do desafio não. Bora para cima. Começar um ano por 21 dias desse desafio maravilhoso. Acho que é começar com pé direito. E aí, Me? Acho que só pra gente concluir aqui, né? Pelo menos eu já vou concluindo aqui. A crítica nada mais é do que a voz do orgulho e a caridade é a voz de Deus, né? Toda vez que a gente critica, a gente tá falando de nós mesmos. Essa é uma conclusão que a gente consegue trazer. E a crítica muitas vezes ela nunca converte de fato, né, o objetivo final
de Deus, né? Toda vez que a gente critica, a gente tá falando de nós mesmos. Essa é uma conclusão que a gente consegue trazer. E a crítica muitas vezes ela nunca converte de fato, né, o objetivo final dela. Ela às vezes afasta o outro, né, de da nossa proximidade. Eu acho que a melhor arma que a gente tem para educar o outro, que foi o que a que o Jesus utilizou, foi o exemplo, né? Então eu acho que se eu tenho um exemplo coerente com as minhas falas, quando eu falo algo para o outro, aquilo acaba suando natural e com muito amor. E aí eu vou dar um exemplo prático aqui. Se eu não bebo e tô querendo que um, sei lá, um primo meu, um irmão meu, um amigo meu não beba, eu tenho uma autoridade nesse assunto para falar: "Olha, isso vai te trazer prejuízo lá na frente", né? E eu usei um exemplo prático aqui. E isso daí a gente pode trazer paraas nossas questões morais também. Então, se nós se estamos nos esforçando para nos considerarmos cristãos, ser cristão é ter menos julgamento, mais auxílio, mais exemplo. É a gente verdadeiramente pegar o capítulo 17 e ser o verdadeiro espírita, né? Em vez da gente, isso aqui eu bato muito na tecla, em vez da gente colocar a toga do eu sou espírita e eu tenho um conhecimento a mais sobre isso e você não tem vestir realmente o sapatinho na humildade e e caminhar, não é isso, me com isso, meus amigos, muito obrigado. Um ótimo domingo a vocês. Bora lá, 21 dias sem crítica. Vamos juntos. 21 dias, né? Eh, eh, depois de 21 dias já, já pelo menos já se libertou um pouco e é mais fácil incorporar, né? É uma boa medida para todos nós nós trabalharmos isso, principalmente entre nós, né? Entre nós da mesma religião, a gente trabalhar essa questão, eu acho que é bem válido, sabe? É bem válido mesmo nós fazermos, né? Então, principalmente quando a gente eh critica o outro sem nada fazer para ajudar, né, gente? Às vezes não faz nada para ajudar, então melhor ficar calado, melhor não falar, melhor não pensar que vai orar, que vai passar aquela vontade
eh critica o outro sem nada fazer para ajudar, né, gente? Às vezes não faz nada para ajudar, então melhor ficar calado, melhor não falar, melhor não pensar que vai orar, que vai passar aquela vontade de falar e aí você vai melhorando. E é isso, né? A gente agradece bastante porque é uma lição muito importante para todos nós. Acho que tem que colocar, imprimir, colocar na porta da geladeira para olhar todo dia, porque a geladeira a gente abre várias vezes, não tem como não olhar, né? Que tiver ali na porta da geladeira, você vai ler, né? Então, não criticar, não olhar mal feito do outro, mas a gente eh propagar o bem, não o mal na nossa vida. Eu acho que é isso e vamos rogar Jesus que ele nos ajude a fazer, né, eh, isso na nossa vida, a praticar essa ação. Já iremos melhorar bastante. Vamos até eh, evoluir tanto que pode ser até que a gente vá para outro planeta melhor, se a gente aprender a não criticar o outro, já vai ser algo assim maravilhoso, eu penso, sabe? Se a gente conseguir, porqueonde a gente chega, nós somos convidados a criticar. As pessoas nos chamam, né, para fazer isso. Vem cá que eu quero ouvir tua opinião. Ainda diz assim mesmo. Então, se a gente conseguir, a gente vai evoluir bastante. Vamos orar, né, Gabriel? Agradecer, né? Quer fazer a nossa prece? Quer que eu faça? Pode fazer. >> Então, vamos lá, né? Vamos. elevar o nosso pensamento e a gente agradece a participação de vocês. A gente sempre, eu gosto muito quando vocês participam, coloca perguntas, contribui, assim a gente vai refletindo mais, né? E é sempre bom a companhia, né, de todos. E assim a gente agradecer pela oportunidade de trabalho, né, com Jesus, estudando com Jesus, né, que ele nos ajude. Então, vamos elevar o nosso pensamento ao nosso mestre, nosso governador planetário, nosso irmão mais velho, nosso modelo de dia que Deus nos ofereceu para seguir seus passos e toda a roca aí para nós. que ele possa nesta manhã de domingo nos abençoar, nos auxiliar, nos fortalecer ainda mais para
mais velho, nosso modelo de dia que Deus nos ofereceu para seguir seus passos e toda a roca aí para nós. que ele possa nesta manhã de domingo nos abençoar, nos auxiliar, nos fortalecer ainda mais para que o bem possa tomar conta da nossa vida, para que o bem possa reinar nas nossas atitudes, não seja mais contigo, não seja algo que vá nos fortalecendo dia a dia, Senhor. Muito obrigado, Senhor. Abençoa a todos nós que aqui estamos. aqueles que assistirão a voz, abençoe este canal e que o nosso domingo seja de aprendizado, de convivência, né, de água. E assim nós encerramos com a tua permissão, Senhor, nosso estudo de hoje. Que assim seja. Graças a Deus. Vamos lá, né? Aqui um ótimo domingo a todos. Com Deus. Obrigado pela oportunidade aqui, ma. Obrigado todo mundo. Vamos juntos no desafio de 21 dias. >> Vamos lá. Tô dentro. Na próxima. No próximo estudo a gente fala aí se deu certo. Olha aí, meninas, vocês também.
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