Trabalho é Cura: A Sogra de Pedro e a Atitude de Servir | A Cura Real (Ep. 2) com Wellerson Santos

Conecta Espiritismo TV 08/02/2026 (há 1 mês) 25:57 55 visualizações 11 curtidas

"E levantando-se ela, passou a servi-los." (Mateus 8:15) No segundo episódio da série A Cura Real, Wellerson Santos nos convida a mergulhar em um detalhe fundamental do Evangelho: o que fazemos após sermos "curados"? Muitas vezes buscamos a cura apenas para o alívio do próprio sofrimento, mas a lição da sogra de Pedro nos mostra que a saúde plena está intimamente ligada à nossa utilidade. Ao ser tocada pelo Cristo, ela não apenas se sentiu bem; ela se levantou para servir. Prepare seu coração e venha entender por que o trabalho não é um fardo, mas a própria ferramenta de renovação das nossas energias. Sobre a série A Cura Real: Uma jornada profunda pelo Evangelho de Jesus sob a ótica espírita, buscando compreender as raízes das nossas dores e os caminhos para a verdadeira saúde do espírito. Conecte-se conosco: Se inscreva no canal para não perder os próximos episódios. Deixe seu comentário: Como o trabalho no bem tem ajudado no seu processo de cura? Compartilhe este vídeo com quem precisa de uma palavra de renovação. #ConectaEspiritismo #ACuraReal #WellersonSantos #Espiritismo #Evangelho #CuraPeloTrabalho #TrabalhoÉCura #SaudeEspiritual ____ Conecta Espiritismo é uma organização de pessoas para levar o Espiritismo com fidelidade a Allan Kardec, por meio de Programas Exclusivos, Congressos, Palestras e Seminários. Se você é Espírita | Conecta Saiba mais em: www.conectaespiritismo.com.br Instagram: @conectaespiritismooficial Facebook: https://www.facebook.com/conectaespiritismo

Transcrição

Na casa simples junto ao mar, Simão chegou para descansar. Jesus entrava em doce luz e a paz do mestre ali reluz. >> A [música] sogra jazia o frágil febril, o [música] corpo ardente, o gesto sutil. Chamaram [música] o Cristo com devoção e ele inclinou-se [música] com compaixão. A mão que cura é a mão do amor. [música] Levanta ao caído e acalmador. [música] E quem recebe aprende a doar, [música] a servir com alma e consolar. Ela se ergueu [música] sem hesitar e foi servir sem reclamar. Quem prova [música] o toque do Salvador, transforma [música] a vida em dom de amor. >> Jesus no ar chama flor curando [música] pra gente repartir. Se ele entrou, deixa ficar. [música] Faz tua casa um novo altar. A mão que cura é a mão do amor. Levanta ao caído [música] e acalmador. E quem recebe [música] aprende a dar, a servir com alma e consolar. A mão que cura [música] é a mão, o amor levanta [música] o caído e acalmador. [música] E quem recebe aprende [música] a doar, a servir com alma e consolar. Olá, amigos e amigas do Conecta Espiritismo e do canal Erson Santos. Bom dia. É uma alegria estarmos juntos. Hoje nós vamos iniciar o estudo das curas realizadas por Jesus. Nosso programa a Cura Real. Em cada um deles vamos estudar uma cura produzida pelo mestre de Nazaré. E hoje vamos iniciar com a cura da sogra de Pedro. Escutamos essa canção trabalho e é cura que nos envolveu na história da cura realizada por Jesus. A primeira coisa que nos chama bastante atenção da cura da sogra de Pedro, como também de outras curas realizadas pelo meigo Rabi, é de que elas são contadas por vários evangelistas. No caso da sogra de Pedro é narrado por Marcos, Mateus e Lucas. cada um deles com as suas peculiaridades. E quando nós lemos as passagens evangélicas, nós percebemos que, em essência elas são iguais, mas contadas de maneiras diferentes. Às vezes tem algumas informações a mais, a menos. Isso gera, por meio dos estudiosos muitas dúvidas se o fato foi o mesmo, porque não foi contado da mesma maneira.

mas contadas de maneiras diferentes. Às vezes tem algumas informações a mais, a menos. Isso gera, por meio dos estudiosos muitas dúvidas se o fato foi o mesmo, porque não foi contado da mesma maneira. Isso é bastante compreensível quando a psicologia nos ensina que quando nós narramos um fato, nós nunca contamos como ele aconteceu, mas conforme nós vimos. E assim também sucedeu com os evangelistas, visto que Mateus e João conviveram com Jesus e Marcos e Lucas, tudo que escreveram foram que escutaram das pessoas contarem. Então, seria natural que cada um deles trouessem as suas particularidades. Em nosso programa Cura Real, sempre que uma cura tiver a narrativa do evangelista Lucas, nós vamos utilizar este texto, visto que Lucas era médico. Então, a sua visão da cura, ela sempre vem neste viés, falando a respeito desse processo da saúde e da doença em nossas vidas. A cura da sogra de Pedro, ela acontece no dia de sábado. Jesus estava na sinagoga e logo que terminou a pregação, ele saiu da sinagoga acompanhado de Pedro, Tiago, João e André. E eles vão para a casa de Pedro, onde Jesus ficava sempre hospedado. Quando estavam se aproximando da residência, algumas pessoas procuraram Jesus dizendo que a sogra de Pedro estava muito adoentada, estava acamada com uma febre intermitente, embora já tivesse buscado todos os recursos daquela época para poder se curar, Jesus nada diz. Ele apenas entra na casa de Simão e vai aos aposentos onde estava a doente. Ao chegar ali, Jesus se compadeceu, inclinou-se no leito e conjurou a enfermidade. E naquele exato momento, a sogra de Pedro ficou curada. Ela levantou-se e pôs-se a servir os convidados que estavam na casa de Simão Pedro. E essa foi uma das curas que entrou para as páginas do Evangelho das 27 curas realizadas pelo meio rabi. Nós vamos tentar compreender um pouquinho dessa cura, trazendo para os nossos dias as reflexões em torno da nossa vida. Um dos elementos iniciais da cura é Jesus estando na sinagoga, acompanhado dos seus quatro primeiros seguidores, os

quinho dessa cura, trazendo para os nossos dias as reflexões em torno da nossa vida. Um dos elementos iniciais da cura é Jesus estando na sinagoga, acompanhado dos seus quatro primeiros seguidores, os quatro primeiros discípulos. Jesus, como judeu, ele tinha o hábito de ir à sinagoga. Havia um precedente nas leis mosaicas que dizia que um homem judeu, estando em qualquer sinagoga, ele poderia tomar de um pergaminho, poderia ler ali aquele texto e interpretá-lo para as pessoas que estavam presentes. que a sinagoga era um lugar religioso onde as pessoas podiam discutir, conversar sobre aqueles textos. Era também um local de discussões políticas e sociais. E Jesus utilizava-se desse precedente para que pudesse aproveitar para trazer os seus ensinamentos na sinagoga, no lugar onde encontrava-se um grande número de pessoas para poder escutar aquela mensagem que sempre lucidava o texto, retirando o espírito da letra. E logo que terminou aquela função, aquele momento de reflexão, Jesus saiu da sinagoga e foi para a casa de Pedro. Sair da sinagoga é algo bem significativo de análise para nós. Como é que nós saímos da sinagoga? que a sinagoga ela representa para nós o lugar sagrado, o templo religioso. No caso, nós que somos espíritas, seria a sinagoga nossa, onde nós buscamos para o estudo, para as nossas tarefas, para as nossas confraternizações. Estando dentro da sinagoga, é um lugar de busca, de aprendizado, supostamente nós estamos sintonizados com aquela energia. E o grande desafio é nós sairmos ali mantendo aquela postura, principalmente vivendo aqueles postulados que nós tanto estudamos. Jesus é um mestre por excelência, o nosso modelo e guia, porque além dele trazer os seus ensinamentos por meio das palavras, ele viveu estes ensinamentos dia após dia. Jesus não vestia as máscaras, ele era o mesmo onde quer que se encontrasse, naturalmente tomando as posturas segundo a necessidade de cada lugar. Jesus então começa a nos ensinar isso, saindo da sinagoga e convivendo com as pessoas no seu dia a

o onde quer que se encontrasse, naturalmente tomando as posturas segundo a necessidade de cada lugar. Jesus então começa a nos ensinar isso, saindo da sinagoga e convivendo com as pessoas no seu dia a dia. Ele entra na casa de Simão a partir do momento em que os amigos que estão do lado de fora vem rogar a Jesus em favor da moribunda, da sogra de Pedro. Isso também nos chama bastante atenção, porque invariavelmente quando nós buscamos e recorremos a Jesus, é para poder para poder pedir em favor de nós mesmos, para pedir em favor de alguém que é da nossa família, um amigo muito querido, que está passando por uma dificuldade. Mas neste caso, as pessoas da cidade vinham pedir a Jesus em favor das sogra de Pedro. É uma intercessão. É tão bom quando na nossa oração, que tem três funções, que é pedir, louvar e agradecer, nós esquecemos um pouco de nós mesmos para poder pedir em favor de alguém que está necessitado. E Jesus então atravessa a soleira da porta e entra na casa de Simão Pedro. Esse entrar é literal. Jesus adentra a casa do velho pescador. É claro que nós precisamos aqui alargar o entendimento, tirando o espírito da letra. Porque Jesus convivendo com os familiares de Pedro, Jesus fez a sua morada em Cafarnaum. Depois que ele saiu de Nazaré, a cidade de Cafanaú foi o seu pouso. Tanto é que a cidade é chamada a cidade de Jesus. Ali ele conviveu muito de perto com a sogra de Pedro, com a esposa de Pedro, com André, o seu irmão, porque eles moravam todos na mesma residência, aliás, margens do mar da Galileia. E Jesus, então, quando ele entra na casa de Simão, o seu desejo é entrar na sua intimidade, no seu coração, transformar a sua vida. No livro Jesus um lar há uma passagem bastante interessante que fala a respeito disso. Quando o espírito Neo Lúcio pela mediunidade de Chico Xavier narra certa noite estava Jesus acompanhado de alguns dos seus seguidores, alguns convidados que a casa de Pedro sempre ficava muito cheia de pescadores, de amigos que vinham compartilhar experiências à pesca junto

oite estava Jesus acompanhado de alguns dos seus seguidores, alguns convidados que a casa de Pedro sempre ficava muito cheia de pescadores, de amigos que vinham compartilhar experiências à pesca junto com ele. Jesus estava sentado ali naquela cadeira traspassada de P, quando ele começou a observar que havia os homens de um lado e as mulheres de outro, e que os homens conversavam entre si sobre os impostos que eram pagos ao Império Romano, falava a respeito da dificuldade da pesca, do trabalho do cotidiano. E as mulheres do outro lado falavam mal da vida alheia, comentavam sobre a dificuldade em relacionamento com os maridos. Parece que estamos vivendo os dias de hoje. E Jesus ali sentado em silêncio, observando quando em determinado momento ele chama pelo anfitrião, dono da casa, por Simão Pedro, e direciona a palavra ao pescador, perguntando-lhe: "Simão, que faz o pescador quando retorna da pesca?" Simão, tanto quanto assustado com a pergunta feita por Jesus óbvia, ele diz: "Ora, Senhor, quando nós retornamos à pesca, nós separamos os peixes grandes, os pequenos, os sadios, dos doentes para vendermos o mercado. E que faz o oleiro para que possa alcançar o seu objetivo? Olha, Senhor, o oleiro trabalha o barro, manuseia, fabrica aquilo que deseja e coloca no forno para alcançar aquilo que deseja. E o carpinteiro? O carpinteiro escolhe a madeira, respondeu o apóstolo. Depois trabalha com as ferramentas para limpá-la, para poder fabricar aquilo que idealizou. Respondeste muito bem, Simão. Por que não traz para dentro do teu lar as lições e o entendimento da mensagem divina? E Jesus, tomando nas suas mãos de alguns pergaminhos com as escrituras sagradas da Torá hebraica, ele lê, reflete e ali instaura o primeiro culto cristão no lar num convite para que nós outros também possamos fazer. Então, entrar na casa de Simão é a literalidade do texto, mas também entrar na casa mental de cada um de nós. A sogra de Pedro estava com uma febre muito alta. Nessa cura, o foco principal

amos fazer. Então, entrar na casa de Simão é a literalidade do texto, mas também entrar na casa mental de cada um de nós. A sogra de Pedro estava com uma febre muito alta. Nessa cura, o foco principal está na sogra. Este termo, ele é marcado na nossa sociedade por algo muito pesado, até mal compreendido. As sogras, elas são mal compreendidas, eh um estigma que carregam, trazendo às vezes dificuldades no relacionamento. Algumas frases até mostram preconceito dizendo que Adão que era feliz porque ele não tinha sogra. Richard Simonete, grande estudioso do nosso movimento espírita já desencarnado. Quando encarnado, ele escreveu um artigo chamado das Sógras. E nesse artigo ele conta algo bastante interessante relacionado a Chico Xavier. Ele disse que certa ocasião o genro procurou o Chico reclamando da sua sogra, pedindo algumas orientações. E o Chico em silêncio meditou um pouco e ele respondeu àquele homem: "Quando o genro procura tratar a sua sogra como ela fosse a sua mãe, a sogra passa a ter a obrigação de tratar o genro como se fosse o seu filho." Muitas vezes nos nossos relacionamentos nós queremos cobrar a atitude do outro, mas como é que nós estamos agindo? Qual é o nosso relacionamento com as pessoas que estão ao nosso derredor? Agora, não apenas falando a respeito das nossas sogras, aqueles que são casados, mas abrangendo ao nosso relacionamento familiar. Mas dentro do contexto da nossa cura, a problemática de noras e sogras sempre estiveram presentes na sociedade, é muito mais eh fácil encontrar a dificuldade do relacionamento entre a nora e a sogra do que com o genro e a sogra. Geralmente quando uma sogra conhece o genro, ela diz: "Ganhei um outro filho". Dificilmente a sogra diz isso para nora. A psicologia nos fala a respeito da síndrome do ninho vazio. A mãe muito apegada ao filho, ela sente às vezes até de maneira inconsciente de que aquela mulher, a nora que chega, ela está retirando o filho dos seus braços. Culturalmente e até numa visão muito machista, né? A

pegada ao filho, ela sente às vezes até de maneira inconsciente de que aquela mulher, a nora que chega, ela está retirando o filho dos seus braços. Culturalmente e até numa visão muito machista, né? A nossa sociedade, ela cria os filhos homens para se tornarem a rimo de família, para se casarem, saírem de casa, ou melhor dizendo, vamos corrigir aqui a nossa fala. A nossa sociedade cria o homem para se tornar a rimo de família, cuidar dos seus, na falta do pai, ser aquele apoio para a mãe. E as mulheres, sim, elas são criadas para saírem de casa. para se casarem, para ter filhos. Então, de uma maneira geral, a sociedade se prepara para isso. Quando o filho vai casar, a mãe ela tem uma certa dificuldade. Logicamente que não podemos generalizar, não são todos os casos, mas de uma maneira geral há muita dificuldade nesse relacionamento. E é preciso nós superarmos isso. Afinal de contas, a doutrina espírita nos diz pela lei da reencarnação que todos nós estamos vinculados uns aos outros, que nada existe por acaso, que nós estamos colocados no lugar certo, com as pessoas certas, na hora exata existe uma programação espiritual e não nos iludamos. Quando nós nos casamos com alguém, nós casamos também com os familiares do nosso cônjuge. Quer queiramos ou não, uma hora ou outra nós vamos ter que conviver, seja em uma festa, seja num velório, seja numa data ali mais marcante pra família. Podemos não ter uma convivência mais direta, mas em algum instante nós vamos nos encontrar. Além do que o nosso cônjuge, ele traz toda a sua carga cultural, educacional, as suas manias, as suas vivências junto com a família para dentro do nosso lar. No livro Praça da Amizade, que é o livro pouco conhecido de Chico Xavier, o espírito Lourenço Prado, ele escreve algo muito interessante. Muitas vezes na família sobre sogra Genro e Nora são pontes de Deus unindo os inimigos de outrora. Então é a oportunidade do nosso reencontro das pessoas com as quais nós temos dificuldades. Nesse processo com

zes na família sobre sogra Genro e Nora são pontes de Deus unindo os inimigos de outrora. Então é a oportunidade do nosso reencontro das pessoas com as quais nós temos dificuldades. Nesse processo com as nossas sogras, existem duas situações que parecem ser semelhantes, mas são bem diferentes. Existe a questão do casal ir morar com a sogra e a sogra vir morar com o casal. Quando o casal vai morar com a sogra, eles estão na casa dela. Quando a sogra vem morar com o casal, ela está na casa deles. E quem dita as normas, quem dita as regras é o casal. É preciso estabelecer um diálogo, o diálogo fraternal, impondo os limites, conversando sempre. é a melhor maneira de se resolver as dificuldades. Às vezes o casal entra em contenda por questões que poderiam ser solucionadas se sentassem, conversassem, esclarecessem. No caso da sogra de Pedro, ela vivia com ele, ou seja, ela veio estar na casa de Simão Pedro, que era o chefe daquela família. E ali, naturalmente, era ele quem trazia as normas e regras. Será que tinham dificuldades no relacionamento? Sem dúvida que sim. Mesmo porque pelas páginas do Evangelho nós percebemos que Pedro ele era um homem turrão, que às vezes falava sem pensar, depois chorava amargamente. E no mesmo livro Jesus no Lar, já citado nesse programa, há um momento em que a sogra de Pedro, ela pergunta a Jesus o que fazer com os parentes recalcitrantes no erro. Ora, para ela perguntar isso é porque alguma dificuldade estava sendo vivenciada dentro do lar. O fato é, meus amigos, que a família só faz sentido quando nós entendemos a reencarnação. Ela que explica as nossas afinidades, as nossas dificuldades no relacionamento. A cura da sogra de Pedro nos traz diversas lições, mas hoje as nossas reflexões elas ficam em torno da nossa convivência, do nosso lar, das nossas eh vivências fora do nosso ambiente religioso, trazendo isso também para nossa intimidade doméstica como um convite da cura da sogra de Pedro para a nossa transformação interior. A canção que nós escutamos

vências fora do nosso ambiente religioso, trazendo isso também para nossa intimidade doméstica como um convite da cura da sogra de Pedro para a nossa transformação interior. A canção que nós escutamos logo no início do nosso programa, ela diz assim: "Jesus no lar chama florir, curando para grande repartir. Se lhe se ele entrou, deixa ficar, faz dentro de tua casa um novo altar". Então, é a proposta do evangelho, construirmos no nosso lar um altar, um altar simbólico com a presença de Jesus dentro do nosso coração. A semana que vem nós vamos continuar refletindo sobre a cura da sogra de Pedro com o levantar e servir. E você é o nosso convidado especial. Tenha uma excelente semana. Aproveite agora para curtir esse vídeo, compartilhar com amigos, auxiliandoos na divulgação do Evangelho de Jesus à doutrina espírita e deixando também os seus comentários. Até mais. Até breve.

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