Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 39 | 30.11.25
Estudando com Jesus | 30.11.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 39: Perigo Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
เฮ Bom dia a todos, >> boa tarde, boa noite, boa madrugada para aqueles que estão vendo de outro país com outro fuso horário ou para aqueles que assistirão a essa gravação que começa agora nessa manhã de domingo. agradecendo aos nossos canais parceiros que nos ajudam com a transmissão, cooperando, inclusive a TV Conecta Espiritismo que participa. Havendo transmissão também pelo Facebook. Hoje nós temos mais um capítulo para estudar que vai ser o capítulo 39. do nosso livro Espírito da Verdade, psicografia de Francisco Cândido Xavier e recebendo as mensagens dos espíritos André Luiz e Emanuel, inclusive com a participação também do Valdo Vieira, né, que cuidava das mensagens de número par. E hoje, eh, nós vamos trabalhar com a mensagem de alerta, né, do, do Emmanuel, que é o capítulo 39, perigo. Mas antes vamos abrir com uma prece. Ó Mestre Jesus, Pai celestial, pai criador universal, estamos aqui reunidos nesse serviço de divulgação da doutrina no último dia do mês de novembro, com o mês maravilhoso aí de dezembro se abrindo, amanhã, segunda-feira. Estamos agradecidos pela oportunidade. Rogamos que proteja nossos lares, nossas famílias, nossos parentes, nossos amigos. Proteja também aqueles que estão esquecidos, desvalidos, que estão apagados da lembrança da sociedade e ficam eh vagando, desnorteados, fracos, com frio. Cuidai desses irmãos para que todos nós juntos possamos crescer e nos desenvolver. progredir, evoluir da melhor forma possível, tal qual Deus deseja, tal qual nosso Pai quer. Graças a Deus. Bem, irmãos, eh nós tivemos um problema técnico aqui, então no no momento eu tô eh excepcionalmente agindo sem oportunidade de ter a parceria da minha amiga que tá cumprindo um compromisso, né, urgente que sumiu, que surgiu, né, então ela teve que ser alijada, né, da oportunidade de estar aqui conosco, infelizmente, mas com certeza estará sendo bastante útil, atendendo as necessidades do próximo, socorrendo fisicamente, presencialmente, diretamente. E sempre comentamos também, né, essas
qui conosco, infelizmente, mas com certeza estará sendo bastante útil, atendendo as necessidades do próximo, socorrendo fisicamente, presencialmente, diretamente. E sempre comentamos também, né, essas mensagens de desses capítulos, elas sempre abrem com uma referência e essa do perigo não é diferente. É o capítulo em item um, bem-aventurados os que são brandos e pacíficos, que vai nos ajudar muito a compreender melhor a mensagem, né, a associá-la e que abre assim: Júrias e violências, bem-aventurados os que são brandos, porque possu possuirão a terra, tá? Tá no evangelho de Mateus, capítulo 5, versículo 4. E o item dois, vamos aproveitar também que não distancia em nada, só aproxima. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. Evangelho de Mateus, capítulo 5, mais agora no versículo 9. Então, eh, aqui é bastante interessante porque ele nos alerta que existem os filhos de Deus, aqueles que serão reconhecidos como filhos de Deus. E até tava conversando com com o parceiro, né, dos a respeito do estudo, que essas mensagens sempre elas nos atingem diretamente. E com essa foi da mesma forma, né, porque nós ficamos muito reflexivos. Eh, a irritação ela ela nos toma com muita facilidade e eh pela visão fluidiana é uma pulsão que que a sustenta, que a baseia. E aqui Emanuel vai nos dar várias instruções oportunas, úteis, que serão adequadas e e servirão com bastante proveito para todos nós. Quando precisarmos, é só recorrer a ela. E ele começa assim: "Cada vez que a irritação te assom aos escaninhos da mente, seguenteando sinal de perigo." Então ele mostra aqui que a irritação nos invade, ela nos invade de uma forma assim eh semioculta, né? porque ela vai ali pelos pelos detalhes ali, pelas pelos estreitos e que isso sinaliza a tensão, que a gente tem que tomar cuidado. É, pensando assim na vida física, encontramos vários exemplos e a gente tem que respirar fundo, a gente tem que buscar se harmonizar, buscar o equilíbrio, buscar mesmo, porque se você
e tomar cuidado. É, pensando assim na vida física, encontramos vários exemplos e a gente tem que respirar fundo, a gente tem que buscar se harmonizar, buscar o equilíbrio, buscar mesmo, porque se você buscar, você não vai dizer que perdeu, porque, por exemplo, é muito frequente esse comentário, mas é necessário sempre repetir estilo. Quando eu digo que eu perdi a paciência, será que na verdade eu cheguei a atingir a paciência ou eh de forma impensada? vi que estaria com paciência, mas a gente só realmente sabe a presença da paciência, da brandura, da mansidão quando ela nos é solicitada, quando ela se faz necessário. que realmente vamos descobrir se já temos alguma paciência e o quanto nós conseguimos eh permanecer com ela, mantê-la conosco, que vai dar a nossa força, né? o quanto que eu consegui, se não consegui desde o início, se depois que tudo aconteceu, a paciência vai embora e eu escondido desabafo, explodo. E essas instruções aqui elas começam já explicando como é que começa e dizendo que não é nada bom. Então vamos continuar no segundo parágrafo. Mesmo que tudo pareça conspirar em teu prejuízo, não convertas a emoção e bomba de cólera a explodir-te na boca. Aqui ele vai bem profundo. Por quê? Porque quando supomos que algo vai nos prejudicar, que algo vai nos ferir, nós não temos que buscar como reação a raiva, a cólera, a fúria, a ira, que geralmente começa pela palavra, um xingamento. um grito exagerado de uma forma explosiva, de uma forma que nos invada e nos tome totalmente por todo. Por quê? Porque aí ela vai passar a nos controlar. Nós vamos ficar em até terceiro plano. E ele continua, né? Parágrafo terceiro, desequilíbrio que anotes é apelo da vida a que lhe prestes cooperação. Então aquele dá um binômio, porque há momentos em que nós sentimos que o desequilíbrio está se manifestando e que estamos em desarmonia, que algo está estranho. E ele aqui nos sugere muito bem que recorramos a cooperação, a colaboração, a solidariedade, porque vai ser uma ferramenta útil
stá se manifestando e que estamos em desarmonia, que algo está estranho. E ele aqui nos sugere muito bem que recorramos a cooperação, a colaboração, a solidariedade, porque vai ser uma ferramenta útil para fazer cessar o desequilíbrio e restaurar o a harmonia, a centralidade, a possibilidade de autocontrole, o controle de si mesmo, que esse é o mais desastroso quando se perde. Então, em cada momento, Emanuel vai passando uma ideia, vai passando um exemplo, ele vai passando uma forma segura, que gera resultados positivos, favoráveis, que consegue minimizar os danos. Por quê? Ele ele tá tão preocupado que na no págrafo anterior ele comenta sobre quando parece que eu vou sofrer, quando parece que haverá uma destruição. Mas essa atitude nós temos que ter inclusive quando o prejuízo acontece, quando a ruína aparece, quando o momento destrutivo está ali ocorrendo. Como um bom didata, ele também alerta que ao cogitarmos disso também devemos ter o cuidado. Então, que que nesses momentos eh não utilize a irritação, a insatisfação como uma ferramenta para passar por isso. E ele vem aqui com o parágrafo quarto aqui. Até anteontem teve uma chuva aqui que inundou a minha rua, né? Aí tá figurativamente. Vamos ver. Quando as águas e montes investem furiosas sobre a faixa de solo que te serve de habitação, levantas o Dick, capaz de governar-lhe os impulsos. Então ele oferece aqui figurativamente uma ideia de duas forças que irão se opor, sendo que a primeira está com uma índole destrutiva ali, avaçalando as coisas, né, causando os transtornos, causando inclusive às vezes atraso. E a segunda que vai ajudar a fazer a defesa que ele menciona aqui é a faixa de solo levantada para se formar um dick. Então, essas faixas de solo nós podemos associar aquelas virtudes que já começamos a ter. Ah, eu ainda não tenho paciência, eu não tenho brandura, mas será que eu tenho coragem? Será que eu tenho serenidade? Será que eu tenho sabedoria? Será que eu tenho alguma virtude que eu possa associar com mais alguma outra?
aciência, eu não tenho brandura, mas será que eu tenho coragem? Será que eu tenho serenidade? Será que eu tenho sabedoria? Será que eu tenho alguma virtude que eu possa associar com mais alguma outra? para que funcione ali pelo menos para o momento da ocorrência. Então essa dica dele aqui que tá figurada, ela pode ter essa interpretação e como a minha amiga Lázara sempre comenta, né, as nossas opiniões aqui que nós damos, eh, nós buscamos com a reflexão apresentá-las da melhor forma, mas vocês não são obrigados a concordar. E até nos desculpem se de algum modo nós usarmos uma palavra de forma mal empregada, que gere ambiguidade. Até porque no Brasil há momentos que nós percebemos que a ambiguidade que na visão da doutrina espírita pode causar escândalo, ela chega a ser valorizada. Por quê? Porque ela entra na mídia, ela passa a dominar a mídia, ela passa a ser a única coisa que as pessoas querem saber, querem ouvir, que geram nelas interesse. é um pouco de termômetro de como é que está a nossa sociedade, como é que está a nossa humanidade, porque nós não devemos prestigiar as coisas confusas, as coisas que eu até comentei uma vez com um amigo meu, professor, se você apresentar num, exemplo, numa prova prova, uma questão ambígua, ela vai exigir um duplo esforço do examinado. Por quê? Porque você tá exigindo que ele diga qual é a resposta correta e você ao mesmo tempo tá exigindo que ele diga qual não, qual seria a resposta incorreta. você desdobra uma questão em duas, o que não seria justo, porque você estaria exagerando para não usar a palavra abuso, que essas coisas elas são feitas até inconscientemente, porque as pessoas vão por um feeling, por uma sensação. Isso daqui dá like, isso daqui dá eh gera engajamento, isso daqui faz com que as pessoas prestem atenção em mim. Mas o que que eu tô oferecendo? Eu tô oferecendo algo bom? Porque essas mensagens do Emmanuel, elas comentam de forças externas que estão querendo buscar arrancar de mim a brandura, a mansidão, a paciência, a
e que eu tô oferecendo? Eu tô oferecendo algo bom? Porque essas mensagens do Emmanuel, elas comentam de forças externas que estão querendo buscar arrancar de mim a brandura, a mansidão, a paciência, a serenidade. Mas às vezes eu posso ser aquele ator, né, aquele agente principal, que é quem está tirando a calmaria dos outros, o equilíbrio das pessoas, trazendo a desharmonia. E ele continua aqui na no quinto parágrafo. Diante do fogo que te ameaça, recorres de pronto aos extintores de incêndio. Então, mais um exemplo figurativo. Ou seja, se você tá com algum problema, com alguma questão, com algum dilema, com alguma situação desfavorável, desagradável, eh aflitiva, você tem que buscar uma ferramenta que tenha relação com aquilo para que ela possa fazer com que se acabe, com que ele diminua, se encolha. e com que ele se acabe. Por exemplo, eh, ah, eu tenho dificuldade para tomar decisões. Então, procura conversar com alguém. Não diga que é exatamente sobre você, se é que existe mentira do bem, né? Você, a pessoa fala assim: "Ah, eu não tô mentindo, eu só tô ocultando". Mas se se a vergonha em você é tanta, se você não sabe ainda, você pode confiar muito naquela pessoa, está meio que até atestando, né? Só não deixe que ela perceba porque isso pode incomodá-la, feri-la, né? Você tem que ter sempre muito tato a lidar com as situações. aquilo que te afr, aquilo que te perturba, que te tira do do do eixo, te desgoverna, você tem, pela semelhança, buscar algo que consiga combatê-la, que consiga eh neutralizá-la. Então, daquele exemplo anterior que eu comentei no final, que às vezes sou eu quem causa irritação nos outros, eu tenho que perceber que as pessoas se incomodam com as minhas atitudes e eu tenho que pensar naquilo que eu falei, mas o que foi que eu disse? Ela estava bem antes e depois ela ficou diferente, ela ficou incomodada. Você tem que fazer essa reflexão. Se você tem dificuldade, ah, mas eu sou assim, não consigo mudar. Então, peça a Deus, peça a Jesus, peça a espiritualidade amiga,
cou diferente, ela ficou incomodada. Você tem que fazer essa reflexão. Se você tem dificuldade, ah, mas eu sou assim, não consigo mudar. Então, peça a Deus, peça a Jesus, peça a espiritualidade amiga, por favor, me contribua, me leve, né, me empreste o ombro para que eu possa buscar um apoio, que essas coisas, conforme a oração pede, ela vai se manifestar de forma concreta. te ajudando, te apoiando, fazendo com que você consiga perceber de forma assim muito der: "Ah, é aquela resposta que eu buscava, ah, é um sinal que me ajuda." Por quê? Porque nós pensamos muito nas coisas do mundo, mas nós estamos no mundo. Nós não somos do mundo. Aqui é de passagem. aqui é para experiências, é para fazer a o eh a realização dos desafios e buscar saber se houve êxito, se se conseguiu um resultado positivo, se você conseguiu se superar, como é que está sua evolução, se você progride de forma eh descontinuada ou se conseguir uma progressão que se estende por uma continuidade que antes não havia. Essa mensagem de Emanuel, ela nos mostra muito ensinamento, principalmente porque tá associado ao capítulo do Evangelho. Nada por acaso essas instruções que os espíritos nos deram com a colaboração de Ala Kardec, fazendo eh a união, fazendo a depuração do que seria mais útil, do que do que seria essencial, sempre vai nos ajudar. E ele continua aqui na no parágrafo sexto. Hoje nós temos 12 parágrafos. Toda vez que o curto circuito reponta na rede elétrica, desligas a tomada de força para que a energia descontrolada não opere à destruição. Mais um exemplo figurado. Podemos escolher nemplos para traduzir de uma forma objetiva. Qual é o principal aqui que que a minha mente aponta? Bem, curto circuito, rede elétrica, rede elétrica, nós podemos pensar em pensamentos, fluxo de pensamento. Às vezes nós estamos com pensamento ali de pessimismo, de medo, de receio, de insegurança, de que algo ruim está prestes a acontecer. Às vezes, até mesmo em relação a alguém ou a ou a mim mesmo, isso acontece.
nós estamos com pensamento ali de pessimismo, de medo, de receio, de insegurança, de que algo ruim está prestes a acontecer. Às vezes, até mesmo em relação a alguém ou a ou a mim mesmo, isso acontece. Então nós não podemos deixar isso dominar, porque se realmente aquilo ali vai acontecer, ele já funciona como sinal de alerta, de atenção, de cautela, de prudência, de vigilância, que você tem que melhorar a sua guarda, sua autodefesa, que você vai ter que enfrentar algo. E a partir do momento que você faz todo um preparativo positivo, em vez de ser negativo, você chega até mesmo a evitar. Nós temos aquele exemplo daquela senhora que o médico avisou que tava com câncer e que ela sempre quis ter filho, mas essa doença que eh acabou ocasionando o câncer, a impedia, né, de engravidar, então ela vai procura orfanatos, vai cuidar das crianças e fica muito feliz. aquilo a satisfaz, aquilo a preenche, a deixa realizada. Então ela acaba que depois volta ao médico e o médico fica espantado. É, algo aconteceu. O quê? Não, teu câncer desapareceu. Você está curada, você está boa. Agora, ela fez todo um trabalho, um trabalho de caridade, um trabalho voltado ao bem do próximo, que realocou as energias dela, restaurou energias, eh cessou as energias deletéas, fez invisível, de uma forma invisível, sem que ela percebesse. Por quê? Porque o fundamental aqui é você ser zeloso naquela ferramenta que você escolhe. Digamos, se eu vou usar um extintor de incêndio, eu tenho que ter cuidado na utilização dele. Eu tenho que ver se aquele extintor serve para um ambiente que não pode ficar molhado, um ambiente que deve estar seco. você tem que também eh ter essa visão de a de até mesmo um institutor de incêndio ele ter instrução para o melhor uso dele da forma que ele realmente seja eficaz. Então, esse exemplo aqui da rede elétrica, tomada de força, se eu tô inundado de pensamentos ruins, eu não posso deixar que isso permaneça, que isso continue. Eu tenho que procurar saber o que me levou a isso. Eu tenho que
ui da rede elétrica, tomada de força, se eu tô inundado de pensamentos ruins, eu não posso deixar que isso permaneça, que isso continue. Eu tenho que procurar saber o que me levou a isso. Eu tenho que procurar eh reduzi-los, que isso de imediato é uma medida que eu já posso tomar. Então você fica eh com essa necessidade de que tanto perigo te exige uma instrução quanto defensor. Outro exemplo, a pessoa que tá se afogando, se ela se deixar dominar pela agitação, ela vai atrapalhar o trabalho do salvavidas. pode até machucá-lo, pode até fazer com que ele não consiga mais eh você pode torcer o braço dele e ele não vai conseguir te segurar porque vai ter que nadar com com outro braço. Como é que ele vai te puxar? Aí vai ter que te puxar com a perna ou ele vai ter que te puxar com apenas os os dois as duas pernas nadando e utilizando o braço que restou. essa teoria, né, que que acaba surgindo, a doutrina espírita, ela nos exige primeiramente como uma intuição. É o que explica esses exemplos figurativos. Se conseguirmos internalizar no nosso íntimo como intuições, como princípios, já começa a nos fazer bem, já começa a nos estruturar de uma forma que o desequilíbrio cause menos dano ou até não consiga causá-los. Vamos então aqui pro sétimo parágrafo. Se vocês quiserem fazer algum comentário, tiverem alguma dúvida ou surgirem alguma ideia, podem se manifestar. Ela sempre é bem-vinda. Aí no sétimo párrafo, ele menciona assim: "Assim também, quando a prova te visite, não transfigures a língua em chicote dos semelhantes." Eu gostei muito desse parágrafo, porque como é que eu esperaria lê-lo? Eu esperaria aquele meu momento vaidade, né, da das exposições. Quem sou eu para corrigir alguém? Eu esperaria ler assim, ó. Assim também quando a expiação te cobrar, não transfigures a língua em chicote dos semelhantes. Mas aí eu tô sendo muito específico. Então, o que que o Emmanuel quer alertar? Ele quer alertar duas coisas. Deus não tem interesse em gerar expiações em nós. Geralmente
ua em chicote dos semelhantes. Mas aí eu tô sendo muito específico. Então, o que que o Emmanuel quer alertar? Ele quer alertar duas coisas. Deus não tem interesse em gerar expiações em nós. Geralmente essas expiações são semeaduras que eu preparei. É muito forte ouvir isso e é difícil, né, de de assimilar, mas geralmente eu mesmo fui o meu pior causador de problemas, o meu alg, o meu verdadeiro algós. Agora, como ele quer aqui instruir, ele já alerta que quando a prova se aproxima e se porventura nós não estivermos prontos ainda para ela, porque também eu posso estar acomodado, eu posso estar preguiçoso, eu posso tá eh sem invigilante, eh, muito fixado num prazer, numa alegria. E isso me desconcentra e isso me tira a atenção para as outras coisas na ambiência que estão à minha volta. pode ser inúmeros exemplos. Ele já alerta aqui que eu tenho que tomar muito cuidado, que eu tenho que ter um domínio sobre a minha língua. Por quê? Porque o descuido vai ferir pela palavra o meu semelhante, o meu próximo, a minha mãe, o meu irmão, o meu chefe, meu colega do trabalho, o motorista do ônibus, a caixa do supermercado. Ah, como é fácil perder a paciência, né, no comércio, né? Ainda mais com essas Black Fridays. Teve loja até que eu que eu preferi não entrar. O cara, eu ainda não tinha lido esse texto, então é preferível não entrar na loja porque ela vai me perturbar. Eu eu na verdade, né, como a gente tá vendo aqui, eu vou me perturbar, né, diante daquela daquilo, eu me deixo perturbar. Então ele dá o exemplo da língua, mas também pode ser de controlar os pensamentos, de controlar o coração, evitar de ter mágoa, de ter remorço, ressentimento, evitar de você ficar revivendo aquela situação de vítima. A Marta Bedeus, ela comenta: "Ah, também você quando quer chorar, chore, porque segurar o choro pode ser um aumento da dor e do sofrimento que você estaria causando a si mesmo." Olha como é que as coisas são sensíveis, como é que existem detalhes nelas, né? Muito significativos.
segurar o choro pode ser um aumento da dor e do sofrimento que você estaria causando a si mesmo." Olha como é que as coisas são sensíveis, como é que existem detalhes nelas, né? Muito significativos. que até nos deixam eh perplexos, né, de como é que é a vida, como como a vida é majestosa, é magnífica, é abundante, ela nos impressiona, nos causa surpresa, nos deixa às vezes sem palavra. Aqui o Emanuel dá um exemplo. Então tem esse de você não deixar que o seu coração se inflame, não deixar que aquilo se internalize e passe a ter uma vida no mundo das ideias, pelo pensamento. Não deixar também que você pense em se autofragelar. Ah, eu mereço, então eu vou eu vou me castigar. Isso jamais vai ajudar. O castigo não faz surgir em nós virtudes. O o castigo, a punição, ela vai trazer dor e sofrimento. E essa doença de sofrimento vai mudar o foco da tua atenção, daquilo que está na tua mente em primeiro plano. Vamos então continuar, ó, eh, parágrafo oitavo. Se agressões verbais te espancam os ouvidos, ergue a muralha do dever fielmente executado, em que te em que te defendas contra o assalto da injúria. Seja uma injúria, seja uma calúnia, seja uma difamação que estão direcionando a você. Essa aquele dá o contraponto do parágrafo anterior. Você tem que buscar a tua atenção, o teu pensamento do seguinte: como eu estou cumprindo com os meus deveres? Eu estou sendo diligente. Eu estou buscando satisfazê-los, executá-los, cumpri-los. Porque se algo em mim em que os deveres recebem um tratamento, isso vai me ajudar. Isso vai servir, como ele fala aqui, de muralha, de fortaleza, tá? para que aquela aquelas pedrinhas das emoções não te enfraqueçam, não te atinjam, não façam você se arrepender. Poxa, eu dei de tudo para aquela pessoa. Eu fui fiel à aquela pessoa e aquela pessoa me trata assim. É assim que ela me considera. Ela não me respeita, ela não me reconhece. Nós vamos ver aqui nos outros parágrafos que há um motivo para isso. Ele usa até uma palavra muito forte. Então vamos agora focar em você. Vamos
e considera. Ela não me respeita, ela não me reconhece. Nós vamos ver aqui nos outros parágrafos que há um motivo para isso. Ele usa até uma palavra muito forte. Então vamos agora focar em você. Vamos focar em nós. A própria busca de cumprir deveres desenvolve virtudes. Ela aumenta o nosso conhecimento, ela aprimora a inteligência, ela vai nos fortalecer, ela vai fazer com que saibamos lidar com aquelas forças que estão à nossa disposição de evitar. Às vezes é uma janela aberta que eu deixei. Então vamos fechar essa janela. Às vezes é uma porta que eu não tranquei para evitar que aquilo ruim entrasse na minha vida falando de uma forma figurada. Porque o nosso o nosso espírito compreende também, ele consegue raciocinar em cima das ideias que isso aflora no momento oportuno, quando for conveniente. E ele continua. Parágrafo se a calúnia te alanceia, guarda-te em paz no refúgio da prece. Então aqui é uma continuação do anterior e ele já dá a dica principal. No oitavo, ele comenta sobre nós fazermos uma prestação de contas, uma autoprestação de contas. E aqui ele já fala, ó, se a calúnia te lanceias, ou seja, se a calúnia eh te atinge como uma lança, te ataca, te fere, guarda-te em paz. Então, se agarre a paz. No refúgio da prece, eu vou me agarrar a paz, mas como é que eu vou vê-la? Como é que eu vou encontrá-la no recurso da prece? A prece é o refúgio, a prece é o recurso. A prece vai favorecer o aparecimento da paz necessária que irá me guardar, me guarnecer. essas mensagens bonitas, né, de de Emmanuel, como tem ensinamento e e outros espíritos, né, amigos que que nos auxiliam, né? A mensagem anterior foi até do acho que é o Xavier. Deixa, deixa eu voltar aqui para Éton. Everton Quadros foi o grande espírita. Então, eles estão sempre nos ajudando. O André Luiz aparece aqui várias vezes e esse livro nos ajuda como um tesouro que pode ser aberto e você busca aqui aquela joia preciosa que mais vai te auxiliar, que mais vai te dar assistência. Continuando então com as falas de
ias vezes e esse livro nos ajuda como um tesouro que pode ser aberto e você busca aqui aquela joia preciosa que mais vai te auxiliar, que mais vai te dar assistência. Continuando então com as falas de Emmanuel, vamos pegar aqui o 10o parágrafo. Faltam o três. Então, se a dignidade ofendida dentro de ti surge transformada em aceso estopim para a deflagração da revolta, deixa que o silêncio te emudeça até que a nuvem da crise te abandone a visão. Então aqui você tem uma mistura de coisas abstratas com coisas concretas. Ele alerta que a crise vai passar, que a crise vai deixar de ficar à tua frente. Ela vai pro lado e vai passar, vai, vai seguir caminho dela ou até desaparecer, parar, parar de ficar à tua frente porque desapareceu, se desmancha. Então, a honra, dignidade que me foi atingida, eu tenho que tomar o cuidado de não me revoltar por passar por isso. Buscar o quê? buscar o silêncio, buscar a oração, buscar frequentar o centro espírita, buscar realizar um culto do evangelho no lar. São medidas que me auxiliarão buscar um tratamento de passe, buscar tomar uma água fluidificada. Por quê? Porque o recurso sempre existirá, ele estará disponível, ainda que eu não o veja, ainda que eu não perceba que às vezes a crise ali na tua frente chama tanto a atenção que você não vê o detalhe, o detalhe do socorro, de como você poderá minimizar. E ele aqui vai trazer então o 11º parágrafo, Emmanuel, sobretudo à frente de qualquer companheiro encolerizado, não lhe agraves a distonia. Ninguém cura um louco zurindo-lhe o crânio. Isso daqui eu até passei concretamente semana passada indo ao trabalho. Se a pessoa perder o controle de si mesmo. Eu vou. >> Bom dia, Marcos. >> Olá, amigo. Tudo bem, Rodrigo? >> Tudo bem contigo. >> Tá. O Rodrigo, ele vai nos auxiliar, né, no estudo de hoje. E eu vou pedir para você fazer a peça final, né? OK. >> Eu tava aqui abrindo o parágrafo 11. Sobretudo à frente-te de qualquer companheiro encolerizado. Não lhe agraves a distonia. Ninguém cura um
je. E eu vou pedir para você fazer a peça final, né? OK. >> Eu tava aqui abrindo o parágrafo 11. Sobretudo à frente-te de qualquer companheiro encolerizado. Não lhe agraves a distonia. Ninguém cura um louco, urzindo-lhe o crânio, né? >> Uhum. >> Eu até comentei aqui que eu passei por isso semana passada. Eu tava passando na rua daqui do Meia, né, que tem a PM do outro lado. >> Aí tava só eu e um morador de rua. Aí aí eu tive que fugir dele que ele me atacou. >> Sim. >> Aí eu dei um pulo, aí me arrepi todo. Aí eu fiz uma peça, ai meu Deus do céu. E torcia para aparecer alguém. Eu torcia para aparecer alguém, mas não apareceu ninguém. Não ficamos só nós dois. >> E eu conheço ele, eu vejo aqui pela minha varanda e ele às vezes me deixa muito afrito porque ele vai pro meio da rua, uma rua larga, ele vai pro meio da rua, ele fica entre os ônibus passando. >> Hum. >> E ele fica lutando, ele fica lutando com os automóveis como se fosse um don shot. Ele, ele até me passa essa imagem, né? Aí, ou seja, às vezes a pessoa tá alucinada, às vezes a pessoa, a saúde mental dela tá debilitada ao extremo. >> Então, Emanuel, ele alerta aqui que a gente não pode perder o controle, né? Porque é uma força muito grande te atingindo e vai te testar. Aí, como é que você vai reagir? Exatamente. É, é um, é um, é um teste dos grandes, né, para pessoas não não temperamentais, né, como nós, né, imperfeitos. É assim que que eu lhe comecei a ler o texto, já logo me, como te te comentei, né, já logo me veio à cabeça >> o trecho da cólera, né? Eu já entendi que vim ali e é um assunto totalmente necessário, porque a gente vive raivoso, né? A gente tá sempre em algum estado de raiva, né? Ou ou alguma coisa que tá sempre nos provocando, né, cara? E e a gente fica com aquilo daí, né? aqui no meio que toma o as rédeas, né, do teu dia a dia e tu vai agindo, né, sobre aquela margem daquela sensação em demais situações, né, que não tem nada a ver. Eh, para mim, eu te falei que encaixou porque justamente essa semana me
né, do teu dia a dia e tu vai agindo, né, sobre aquela margem daquela sensação em demais situações, né, que não tem nada a ver. Eh, para mim, eu te falei que encaixou porque justamente essa semana me encolerizei um bocado e e às vezes é difícil você conseguir sair porque você eh porque é difícil a gente encaixar a justiça, né, dentro da situação que tu tá vivendo, né, ou ela não chega da forma como você quer, óbvio, né? E a gente ter essa essa paciência e tudo mais de entender que não é a nossa vontade, né, que as coisas vão acontecer para seu tempo. Mas enfim, é um teste, né, ainda mais para eu falo aí por experiência, né, por vivência na minha, né, eu tenho uma dificuldade grande realmente de conseguir deixar mais de lado e aquilo não estar perambulando pela mente, né? >> Isso, >> né? perambulando e tomando aí qualquer situação, qualquer outra que venha contrária, né, à vontade, ao ego, já dá aquela já, já é o suficiente para provocar, né? Então, é, >> é verdade. >> Mas é assim, né? A gente a gente tem a gente se apresenta, né? Somos belos vasos, né? Mas por dentro tem muita sensação aí que que nos toma e nos movimenta, né? Aí só basta só basta o o como é que como é que o pessoal diz é o gatilho, o gatilho, certo, né? Para daí a gente se mostrar, né? Claro que isso não faz a gente criaturas ruins, né, Marcos? Eu acho, né? Todo coração tem tem seus valores, né? Só que ainda se deixa levar por essas sensações, né? Mas enfim, é, cai bem hoje. Vamos ver se acalma os ânimos aí e faz a gente, né, respirar, tentar orar como tu fez, né, né? As horas aí real. >> A minha sorte, a minha sorte é que eu já conheço ele, né? Mas mesmo assim eu tomei um pulo, me arrepiei todo antes. Aí eu virei para ver o que que tava acontecendo, né? É, >> ainda ainda mais aqui na cidade do Rio de Janeiro, que que o o pessoal gosta de ser fusivo, pular, gritar, né? Ontem então, ontem então aqui tava agitado, muito jovem, nunca vi tanto jovem na rua, né? querendo assistir de é bom pro comércio, querendo assistir dos
pessoal gosta de ser fusivo, pular, gritar, né? Ontem então, ontem então aqui tava agitado, muito jovem, nunca vi tanto jovem na rua, né? querendo assistir de é bom pro comércio, querendo assistir dos bares, querendo assistir de locais, pessoal dava um jeitinho onde nunca teve uma TV grande, surge do nada. >> Aham. E aqui no Rio é bem desafiador isso. E eu gostei muito que você falou que em nenhum momento até agora eu tinha comentado, é que isso não faz, isso não nos faz pessoas ruins. É importante, é fundamental a tua presença aqui, porque ela é essencial pro estudo de hoje. Isso jamais. Ah, eu não consegui. O o Emanuel me ajudou me alertando, me dando as dicas, mas eu não consegui aplicar. E agora, né? >> Uhum. >> Ainda, ainda há esperança. >> Ainda há esperança, sem sobra de dúvida. O tema de hoje é paciência, mas ainda há esperança. >> Exatamente. né? Eh, sem dúvida do que a gente trata dessa sensação é o contrário do que do que qualquer quesito do que o Cristo nos traz, né, em relação a a ao próprio Espiritismo, né, eh, Kardec, né, eh simplifica, né, toda a ação do Cristo em caridade, né, nesse termo, né, e toda a sua expansão de ação e tudo que ela que ela pode fazer. Ah, então essas sensações contrárias realmente sempre vai nos tirar do trilho do progresso. E é o que a gente foi desenhado para seguir, né? Ah, destino, entre aspas, né? Porque a gente pode estar se desvensciliando dele se a gente assim desejar e permitir, né? a partir dessas sensações, eh, né, que justamente nos tolerizam, né, ou que nos perturbam e nos tiram o foco, nos cegam e então a gente acaba por agir de forma incoerente, não consistente, né, mais eh no nosso cotidiano. Eh, mas é eh é válido a gente ter essa consciência de poder se observar e ver isso. Isso sempre é o início, né? Eu acho que de qualquer transformação, é você se identificar, identificar essas questões em você. De fato, o arrependimento vem, tem que vir em seguida, né, para que você realmente possa começar o movimento de
ue de qualquer transformação, é você se identificar, identificar essas questões em você. De fato, o arrependimento vem, tem que vir em seguida, né, para que você realmente possa começar o movimento de mudança, né? nunca parar sobre uma desculpa disfarçada, né, de que eu identifico e me desculpo pelo ato, mas ainda sustento aquelas sensações e permito ainda que elas continuam a mover o meu ser, né, sobre os meus atos e daqui a pouco estou errando mais uma vez, patinando, né, e e fico sobre aquela aquela patinada constante sobre um vício, né, vícios. que acho que o espiritismo nos traz a clareza de que é do nosso espírito, não é uma coisa orgânica, não é do organismo, né? Senão que mérito teria em poder progredir, em poder fazer algo, né? Ou ou onde está o mérito da responsabilidade, né? Porque senão seria todo do corpo, né? Ah, eu sou assim, eu nasci e eu sou raivoso por por natureza, né? Não tenho, sou impaciente e tudo mais, né? Então, OK, então se viveria assim é ponto. Não precisa fazer esforço nenhum, né, para mudar. É, você já nasceu assim, que não é o caso. Então, a gente é é válido a gente identificar que são questões do nosso ser, alma, espírito mesmo, né, que se manifestam. A gente tem um monte de sensações físicas, né, dói estômago, trava o corpo, dá dor de cabeça, os olhos arregalam, né? Então, o físico mostrando a a a da de todas as formas, né, o que que uma sensação ou essas sensações vem a te provocar, né, fora a questão que vai te debilitar em nível de saúde, gera um estress, cortisol no teu corpo inteiro. Seja, nós somos as primeiras vítimas sempre dessa dessas sensações. >> É, é verdade. >> Sempre seremos, né, tanto a nível corporal como físico. Desculpa, físico e espiritual. Ah, e então olha quantos alertas, né, são nos dados, né? Não deixa de ser um tipo de dor, né? Então, né, mas que é alerta, não que é algo ruim, é um alerta a fim de você se perceber, perceber, olha, chegou um ponto, isso aí não tá legal, isso não é bom, isso não faz bem, né? E e vem adoecimento atrás de
mas que é alerta, não que é algo ruim, é um alerta a fim de você se perceber, perceber, olha, chegou um ponto, isso aí não tá legal, isso não é bom, isso não faz bem, né? E e vem adoecimento atrás de adoecimento, né? Quantas doenças a gente já associa pela pelo conhecimento espírita, né, que nos tomam o corpo e que tem e tem essa razão emocional, né, essa ligação eh íntima com a raiva, cólera e seus afins, né, todo esse esses afins ao ao pai egocentrismo, né? que gera todas essas sensações e que o contrário justamente nos demonstra o diferente, né? O saudável, o bem, o o propósito, né? O que nos eleva, o que nos torna realmente amáveis, não para si, mas para os outros, né? Porque quando estamos em eh em cólera, né, Marcos, é somos a primeira vítima, mas em seguida vai afetar os que estão ao nosso redor, né? E a cólera é uma não deixa de ser uma resposta a a não realização da nossa vontade em algum aspecto, né? Sempre no nosso aspecto, né? Então, as coisas não acontecem forma qual que eu quero. As pessoas me atacam, me agridem, porque não é isso que eu gosto, não quero, meamo, devolvo da mesma forma ou pior, né? E tem aquela aparência de anjo, mas por dentro, né, a a, né, a pele, desculpa, a pele, né, de cordeiro. E por dentro a gente ainda tem esse lobo, essa, né, eh, se não for pela frente, é por trás das pessoas, né, que a gente acaba é verdade. >> Com essa com essa cólera. Eh, então é nos tornando incoerente, né, até aquilo que a gente segue e e tá tentando trabalhar. >> É verdade. É, >> é uma caminhada, são provas, né? Não podemos esquecer, é transição, é transição. Você continua o mundo de provas e expressões. A gente tá cheio de questões para resolver e cheio de provas para ainda passar. E então é válido o início, mais uma vez, né? O reconhecimento dessas questões e e até tu colocando a tua situação ali numa cidade maior onde você é mais desafiado, porque eu acho que tem todo tipo de situação de uma metrópole onde tem o um o número gigantesco de pessoas, então
e e até tu colocando a tua situação ali numa cidade maior onde você é mais desafiado, porque eu acho que tem todo tipo de situação de uma metrópole onde tem o um o número gigantesco de pessoas, então você tem provocações maiores, né? Não é? Há uma diferença também, né, de você tentar se proteger naturalmente, né, algo instintivo, né, como você colocou, porque se alguém vem em algum movimento violento contra você, você vai se defender naturalmente, né? não é uma uma violência eh eh eh de forma eh pensada, eh uma eh uma vingança, né, como ato de querer devolver aquele ato. São são pequenas coisas diferentes, né, onde você tenta se você tem um ato talvez que se considerado violento ou agressivo a fim de se você se defender. Outra coisa é você realmente eh eh acabar sendo enfurecido por aquele ato e você quer devolver e desconta tudo que já tá dentro, né? Já aproveita e vai todo o resto. Mas situações e situações, né, Marcos? Mas é porque na verdade o que nós, graças a Deus, apesar de cidades grandes ainda ter essa questão de violência, tem que ter cuidado, atenção e tudo mais. A gente não vive em, como antigamente, eu acho, em civilizações aonde a violência era o carro chefe de tudo, né, né? a qualquer coisa e eh a qualquer estupim de de qualquer ato já era o suficiente para assassinar ou matar o alheio, né? A gente não vive mais tanto nessa barbária, né? Então, o que nos o que deixa claro e a a nós compreendermos o que que é que faz esses movimentos, o que fez tanto esses movimentos, né, de agir com tanta barbárie, com tanta violência, né, com tanto com tanta falta de razão e e pensa e e de pensar e raciocinar e refletir antes, né? É, esses essas sensações aí, né? Então, Emanuel coloca, né? Cuidado, ó, o sinal de perigo aí, né? É, é, foi muito importante essas tuas colocações, né, que você me fez lembrar às vezes é o orgulho ferido, né, você comentou do egocentrismo, né, às vezes é uma idolatria, às vezes é uma vaidade que que está ferida, né, não você, não a tua alma.
ões, né, que você me fez lembrar às vezes é o orgulho ferido, né, você comentou do egocentrismo, né, às vezes é uma idolatria, às vezes é uma vaidade que que está ferida, né, não você, não a tua alma. E você também comentou sobre a cidade grande e esse aspecto histórico, porque, por exemplo, tem pessoas que estão reencarnando agora, mas que vieram, ficou, sei lá, 100 anos sem reencarnar. E naquela época não era assim, talvez. E não, era nunca jamais, seja sempre. Ou seja, se você cometesse algo muito grave, você perdia uma parte do corpo, você perdia a própria vida. Se você tivesse devendo muito na época dos romanos, você se tornava escravo, você perdia a tua liberdade, perdia o teu poder de decisão, né? Você você não era mais dono da tua vida. Então, também tem isso. Às vezes a pessoa tá vindo de uma reencarnação atual. e que e que passou por isso lá atrás e e e isso ainda não foi trabalhado da forma necessária ou suficiente e ela pode se manifestar, né? E esse parágrafo 11 aqui que eu comentei até do do morador de rua que que é conhecido aqui por nós, eu também lembrei do contrário. >> Uhum. >> Que você falou de cidade grande, né? Aqui tem uma tentativa de furto dentro dos ônibus >> que a pessoa se joga em você. Geralmente homens, né, e adolescentes. Já já já passou por eh já eu já passei por isso com homem de 40 e poucos anos e já passei muito com adolescente. Ele se joga em você e te apalpa porque ele quer furtar, tá? E aí eu já conheço isso, então não deixo nada nos bolsos, né? Não deixo. Às vezes eu boto um blusãozinho com bolso aqui esquerdo, falo assim: "Por que que eu tô botando esse blusão? Porque eu não vou utilizar esse bolso. Até utilizo, guarda o número de um ramal, uma uma mensagem, ó, você precisa ligar para fulano, tem que resolver um assunto, tem que pagar o boleto. Aí eu uso, mas para outras coisas necessárias eu não uso. Porque o Emanuel aqui comentou sobre a pessoa que tá com problema de saúde mental, mas nós também temos esses irmãos que que
e pagar o boleto. Aí eu uso, mas para outras coisas necessárias eu não uso. Porque o Emanuel aqui comentou sobre a pessoa que tá com problema de saúde mental, mas nós também temos esses irmãos que que eh mergulharam nessas atitudes de desinteresse em relação ao bem-estar do próximo >> e que ele vai te afligir, >> né? Porque ele quer um ganho, um ganho fácil. E você também não pode ficar com raiva, né? Eu acho um pouco contraditórium. >> Você tem que aceitar. E eu já vi pessoa recusar. Que isso? Que você tropeçou o quê? Você se desequilibrou o quê? A a pessoa de forma veremente sustenta aquilo, >> aí se aborrece, se aborrece, começa a discutir, >> né? Uhum. porque ele quer que você pare com aquela reação. >> Olha, olha como é que viver em sociedade, né, tem nuances, né, e mais nuances que se manifestam >> desafiador. >> É >> extremamente desafiador. É, e é interessante quando emano você fala essa enfermidade, essa enfermidade vai à linha espiritual, né? Enfermos, nós, todos nós somos enfermos. se nós entendermos eh a imperfeição como como tendo suas características os vícios, né, morais. Então, eh, quando alguém vem a nos diz, não é fisicamente, é moralmente, é eh eh a pessoa se mostra, se mostra a sua enfermidade e nós vamos responder como? Com a nossa também ou ali vamos tentar fazer diferente, né? Aí vai do propósito da vontade de cada um, né, de de como agir, né, onde é que a sua vontade está depositada, né, na no fazer diferente, no já se corrigir, já no se modificar ou não, né? Não é fácil. Não é fácil. Não é fácil. Não é fácil. Realmente ninguém disse que era fácil. Eu acho que até o próprio mestre deixa claro que não é. Porém, nunca disse que é impossível, né? Pega o meu julgo, que o meu julgo é leve, né? Então, me recebe, né? Pega de mim eh aquilo que eu já aprendi e faça, utilize-se, né? Que você vai alcançar, você vai conseguir. Porém, tem várias etapas aí, né? Não é só, ah, pega, vem e sai praticando, né? Seria simples assim, se fosse fácil já logo impregná-los em nós e assim a gente
ue você vai alcançar, você vai conseguir. Porém, tem várias etapas aí, né? Não é só, ah, pega, vem e sai praticando, né? Seria simples assim, se fosse fácil já logo impregná-los em nós e assim a gente sair. Mas a gente sabe que tem todo esse processo de mais uma vez, né, identificar, se redimir, né, aceitar as situações e aí vem a prática, constância. Dia após dia, as coisas não vão acontecer. A nossa vontade é a vontade do divino. Ah, que o outro não veja justiça acontecer. A humana é falha. A gente sabe disso. A gente tá cansado de saber que a gente tá ainda, vai levar muito tempo ainda para afinar as próprias leis aqui com as leis divinas. Mas a divina não nunca é falha, mas ela responde conforme a vontade de Deus e não a nossa. Então, que a gente saiba ter a a tenha consciência, né, a humildade, paciência e deixar com que o divino faça as correções, cobre ou enfim, como ele acha que tem que ser, né, dentro das suas próprias leis perfeitas. Então, é, olha como é válido a gente tá aqui refletindo e falando sobre isso para baixar essa essa essa tensão que venha a nos tomar por tamanhas sensações, né, que na verdade, mais uma vez eu, né, é uma pena que eu não consigo me recordaronde foi que não são sensações especificamente ruins, são alertas. Alertas. Elas se tornam ruins porque a gente permite, se condiciona a elas nos conduzirem, >> é, >> se torna ruim, mas a raiva, ah, de certo modo, ela é um alerta e, opa, o que que te incomodou? Que que é que te desequilibrou, né? Então, que que a gente tenha a humildade, a paciência, ponderação, eh, brandura, né? que a gente possa aprender essas esses quesitos que são que são que vão nos dar eh impulso para os degrais aí que a gente tanto fala, né, da espiritualidade maior do de espíritos bondosos, essa esse alinhamento de equilíbrio com, enfim, com o universo e do nosso pais, >> é a brandura, mansedão, mansuetude, até a resiliência. Eu eu gostei que você já abriu o último parágrafo, que é o 12, né? >> E eu vou fazer meu momento vaidade mais
com o universo e do nosso pais, >> é a brandura, mansedão, mansuetude, até a resiliência. Eu eu gostei que você já abriu o último parágrafo, que é o 12, né? >> E eu vou fazer meu momento vaidade mais uma vez que você >> em razão da bola que você levantou, né? Porque aqui não tem nenhum parágrafo de Emanuel comentando quando a gente se se irrita com Deus, né? >> E você já tocou tocou no assunto, né? Você já é >> porque é o tempo de Deus, não é o nosso tempo. O que ele quer para nós às vezes não é o que nós queremos de não temos nem ideia, né? Isso aí a gente tá muito pontual e Deus tem uma a infinitude, né, >> diante dele e a nossa visão costuma ser pontual. Como você já abriu o parágrafo 12, eu vou ler pro pessoal poder entender melhor associando com a tua fala agora de agora, né? Se alguém te lança em rosto o golpe da intemperança de espírito ou se te a rocha a pedrada do insulto, desculpa irrestritamente e se volta a ferir-te, é indispensável te reconheças na presença de um enfermo em estado grave, a pedir-te o amparo do entendimento e o socorro da compaixão. palavras de Emmanuel. Uhum. >> Até o parágrafo mais longo. Ele usou bastante muitos parágrafos, né, aqui para poder tratar desse tema, né? Escolheu o tema como uma mensagem, que é aquilo que você falou, né? É difícil. Por isso que tem que ser uma das mensagens, tem que ser essa para nos ajudar. >> É, é, é. você fez uma lembrança boa, né? Quando nós não culpamos Deus também, né? Porque, né? Quantas vezes talvez a gente já não não da boca para fora, mas daqui, né? Isso aqui que é o é o que importa, né? É o que passa pela mente e o que a gente lança, eh, quando não culpa outras coisas, né? Obsessão ou, né? A gente, né, o o próprio diabo, enfim, né, a qualquer coisa, menos a gente, né? Verdade. É, >> a economia >> é qualquer coisa, tudo é o todo o problema é, né, é o resto que me enfureceu, que me deixou nesse estado que eu, né, ou fui feita assim, ô Deus, porque não faz algo, né? Porque não te manifesta e faz algo? Ah, e é
isa, tudo é o todo o problema é, né, é o resto que me enfureceu, que me deixou nesse estado que eu, né, ou fui feita assim, ô Deus, porque não faz algo, né? Porque não te manifesta e faz algo? Ah, e é interessante, né? mesmo a gente introduzido sobre todo esse conhecimento, isso mostra como não é simples e é uma questão de de trabalho cotidiano, né? E como nos autoenganamos, acreditando que às vezes a gente já mudou, que a gente já, né, por saber ou estar ou estar introduzido ou ter contato com esse conhecimento, que as coisas já estão realizadas, né, estão modificadas dentro de nós. Bem, pelo contrário, né? É, nessas horas quando, eu acho que é isso, né? Quando a vida vem nos provocar novamente, quer dizer, ela vem a vida que eh nos colocando as provas que a gente não passou ainda, na verdade, né? Que a gente ainda não superou, que a gente não modificou, que a gente não cresceu, né? Então, hora de provar, né? Não foi, daqui a pouco vem de novo para tentar essa prova. Então, né, Marcos, fica aí mais uma vez que a gente eh, na verdade não sufoque também essas sensações, né? Não venha a represá-las. >> Isso. >> Viva. Veio, viva. Sinta, perceba, veja. A questão é o que você vai fazer com isso, né? se boicotar ou tentar, né, eh, reprimi-las, não vai funcionar. É como se você pegasse o problema e tentasse colocar ele lá trancadinho no quarto. Ele continua e desistir. Ele só tá lá dentro. Só que tu vai acumulando cada vez mais ele, ele vai estourar aquela porta, uma hora vai estourar. >> Exatamente. E muitas vezes, como citado, em doenças, né? doenças de todo tipo, né? Quantos cânceres aí já se associa à possível eh eh ação do sentimento, né? Tem muito uma uma correlação hormonal, principalmente com o cortisol, né? Que é o o hormônio do stress, né? Que a gente tem essa e e vem a se acumular e a começar a a possíveis eh iníciis dessas doenças e e entre outras, né? Porque em estados coléricos, né, a gente não consegue raciocinar, a gente não consegue pensar, a gente não consegue pensar o que, né,
eçar a a possíveis eh iníciis dessas doenças e e entre outras, né? Porque em estados coléricos, né, a gente não consegue raciocinar, a gente não consegue pensar, a gente não consegue pensar o que, né, do que tava acontecendo há 2 3 segundos atrás. Então, olha o estado que a sensação nos nos deixa, né, nos coloca a desequilibrar o organismo inteiro, que é, mais uma vez, é uma coisa diferente de uma ação instintiva, onde teu corpo se preparou para se defender ou para se proteger, salvar a vida. Uma coisa é uma coisa, outra é outra, né? Coisas bem diferentes. Mas graças a Deus a gente não vive mais numa selva ou numa barbária. Vamos, né? Mais uma vez existem ainda, infelizmente a gente vê muita violência sobre os vários aspectos, mas sempre olhando para trás é diferente. E que a gente saiba buscar talvez nesses momentos justamente o extintor do incêndio, né, que é Deus, que é o Cristo, que é o nosso anjo, que é aqueles que nos desejam tanto bem, o fim que estão ali, que estão até o nosso último segundo, né, sobre esse, sobre essa vida terrena, sobre essa reencarnação, a a nos auxiliar, né, para que a gente saiba buscar na oração como você fez. eh, né, trabalhar a mente em aspecto sempre positivo, justamente para logo conseguir reverter esses pensamentos deletérios, né? E o respirar fundo, uma, duas, 3, 4, 10, 15, ver quantas você acha necessário, baixar, né, essa ansiedade física para que te auxilie a não tomar uma atitude talvez mais drástica ou pior do que aquela que agir um rond. Há várias ferramentas, né? >> É. E nesse finalzinho aqui, ele traz o amparo do entendimento, que eu também posso mencionar a compreensão e o socorro da compaixão, né? Também podemos mencionar misericórdia, >> que é esse esse >> último parágrafo aqui é a situação mais grave, né? Acontece a coisa e a coisa se repete, né? Pode se repetir de outra forma, mas é, né? existe uma reiteração e aquilo que você comentou, né, às vezes é hormônios, excesso de hormônios ruins, mas também pode ser falta de hormônios
se repete, né? Pode se repetir de outra forma, mas é, né? existe uma reiteração e aquilo que você comentou, né, às vezes é hormônios, excesso de hormônios ruins, mas também pode ser falta de hormônios bons, né, como hipotiroidismo, né, que >> pode e essas doenças que às vezes a própria medicina fica perplexa, aí você vai servir para poder registrar o conhecimento dessa doença, porque são as mais inúmeras doenças, né? A medicina ainda engatinha nisso. >> É, correlacionar ainda com o espiritual é está um pouco distante, porém a gente vê por aí, né, que já se iniciou, né, na verdade sempre teve, talvez não se ganha o crédito ou a tensão ainda necessária, mas aos poucos vai, né? se não vai de forma rápida, de uma forma lenta, tá acontecendo, é óbvio que a gente se tivesse já tão mais intimamente correlacionado, como a gente poderia estar vivendo melhor, né? Já tá OK, infelizmente que a gente ainda tem toma decisões que não não favorecem a isso, né, numa forma coletiva, mas vai, o progresso é inevitável, né? A evolução é inevitável, vai acontecer. Então, eh, mas a gente já criou, já tem consciência, né? É o bom que a, né, a ferramenta espiritismo nos traz essa, esse eh esse deslumbramento, esse entendimento, né, a fim de deslumbrar, enxergar, né, ver, sentir na na no dia a dia e que a gente saiba cada vez mais aprender a lidar com essas questões que são, no fim naturais, né, faz parte do processo de de encarnação aqui, de vivência aqui. Mais uma vez, eh, não nos fechemos ou nos boicotemos. Viva. Viva. Sinta, seja quem você é, né? Permita ser quem você é para você saber quem você é. Na verdade, não tem como a gente modificar algo se a gente não sabe o que é exatamente, né? como que ela se apresenta. Então, é vivencie, permita e que possa concentrar a sua vontade na sua na sua no seu na no seu eh na sua desconstrução e construção desse desse ser luminoso que todos nós fomos feitos para ser, né, um dia, né, esse ser perfeito, como a gente, a espiritualidade nos conta e nos
a no seu na no seu eh na sua desconstrução e construção desse desse ser luminoso que todos nós fomos feitos para ser, né, um dia, né, esse ser perfeito, como a gente, a espiritualidade nos conta e nos fala, né, em afinidade. em comunhão perfeita com com as leis, com a ordem de Deus, com do universo, enfim, a a a finalmente vivenciar e essa felicidade que a gente só realmente deslumbra, né, essa plenitude, enfim, então que a gente, né, com essas situações a gente aprenda, principalmente a humildade, a compaixão, como você colocou aí, né, como Emanuel, Emanuel termina, né? e e não se deixaram mais tão se desequilibrar pelo desequilíbrio ali. Então, semana que vem nós vamos ter o capítulo 40 com outra dupla estudando. O tema é Jesus e você, mensagem de André Luiz, uma mensagem belíssima que está ligado ao Cristo Consolador do Evangelho. Eu convido vocês a estarem aqui semana que vem, domingo, primeiro domingo de dezembro, pela parte da manhã. Agradecer a todos aqueles que irão nos assistir, agradecer aos canais parceiros, mais uma vez agradecer a presença do Rodrigo colaborando com o estudo do dessa mensagem de Emanuel. E eu vou pedir para você para fazer a nossa prece de encerramento, Rodrigo, por gentileza. >> Obrigado, Marcos. Eu que agradeço e desculpa o atraso. Então, vamos lá. Eh, cada um buscando o divino à sua maneira, conectando o seu coração aos seus pensamentos, elevando eles em bondade, simplicidade, em humildade. ah, agradecer a toda a a espiritualidade maior presente que nos orientou, nos guiou sobre esse ensino. Eh, agradecer sempre ao suporte que eles nos dão a nos orientar o caminho da benevolência, da caridade, que o seu amor possa tocar os nossos corações e as nossas mentes, a fim de que nós possamos nos desconstruir, nos construir sobre as leis naturais de nosso amado Pai, que é a sua vontade de ver os seus filhos crescerem se tornando luz. uns para os outros, a compreender e estender a mão para as dificuldades aleias, assim como ser caridosos e humildes com seus próprios
e é a sua vontade de ver os seus filhos crescerem se tornando luz. uns para os outros, a compreender e estender a mão para as dificuldades aleias, assim como ser caridosos e humildes com seus próprios vícios e defeitos. Pai, que essas sensações que muitas vezes nos tomam o coração, possamos ter a maturidade de identificá-las e então reformar para que possa, no terreno de nosso coração a compaixão e os ensinos do nosso amado Cristo a brotar e envolver todo o nosso espírito e nosso ser. Pai, que a tua luz possa alcançar aqueles que estão com mais dificuldade, estão entregues à violência, a violência, a cólera, a depressão, enfim, aos atos que vêm a deletar o seu ser, que possam ser amparados por todos esses teus trabalhadores que já vivem sobre o bem e que possamos ter uma sociedade mais justa, bondosa e amável. Abraça desse planeta terreno, Pai, todos os seus seres encarnados e desencarnados. E que possamos ser instrumento de tua bondade, de tua vontade hoje e sempre. Que assim seja. >> Que assim seja. Graças a Deus. Até a próxima, meus amigos. Uma ótima semana a todos. >> Que assim seja. >> Que assim seja.
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