CONGRESSO ESPÍRITA DE JUIZ DE FORA | BLOCO VII - DOMINGO MANHÃ
CONGRESSO ESPÍRITA DE JUIZ DE FORA | BLOCO VII - DOMINGO MANHÃ 8h às 8:30 – harmonização e avisos 8:30 às 9:20 – Palestra Tema: A Lei de Causa e Efeito: Compreendendo como nossas ações impactam nossa vida atual e futura. Palestrante: André Trigueiro 9:20 às 10:30 - Roda de Conversa Tema: Parábolas de Jesus – Visão Judaico-CristãEspírita Convidados: Álvaro Mordechai, Haroldo Dutra Dias e Rafael Siqueira INTERVALO – 10:30 às 11:20 Realização: CONECTA ESPIRITISMO Acesse: https://www.conectaespiritismo.com.br/ Transmissão e Gestão de imagens: TV IDEAK-RJ Conheça o IDEAK: https://institutoideak.com.br/
botãozinho de baixo. Aí acende aqui assim, ó. Bom dia, meus amigos queridos. Bom dia. Bom dia. >> Bom dia a todos. Sejam todos bem-vindos. >> Meu nome é Gutenberg. >> E o meu nome é Patrícia. >> A gente se apresentou rapidinho no primeiro dia e algumas pessoas, como é que é o seu nome? Como é que é o nome dela? Então é uma alegria estarmos juntos, né, meus irmãos, nesse último dia de congresso, que representa também um recomeço para todos nós, porque olha quanta coisa boa a gente aprendeu e tá levando para casa, não é? Temos a certeza de que quando chegarmos nos nossos lares, no nosso ambiente de trabalho, nas nossas escolas, nos cursos que fazemos, onde quer que estejamos, seremos pessoas melhores, porque foi um banho de luz o que vivemos aqui nas terras mineiras de Juiz de Fora. Vocês concordam com isso? >> Sim. Eu estou realmente muito mexido emocionalmente. Já me desidratei em algumas palestras, né? E estamos realmente muito emocionados com tudo que tem acontecido aqui. E hoje, preparem-se, tem tanta coisa boa. Vamos iniciar com a leitura da página e em seguida faremos uma poesia préico. >> A página de hoje é intitulada Fraternidade do livro Fonte Viva. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos. Se vos amardes uns aos outros. Desde a vitória de Constantino, que discerrou ao mundo cristão as portas da hegemonia política, temos ensaiado diversas experiências para demonstrar na Terra a nossa condição de discípulos de Jesus. Organizamos concílios célebres, formulando atrevidas conclusões acerca da natureza de Deus. e da alma, do universo e da vida. Incentivamos guerras arrasadoras que implantaram a miséria e o terror naqueles que não podiam crer pelo diapazão da nossa fé. Disputamos o sepulcro do divino mestre, brandindo a espada mortífera e ateando o fogo devorador. Criamos comendas e cargos religiosos, distribuindo o veneno e manejando o punhal. Acendemos fogueiras e erigimos cada falsos. Inventamos suplícios e construímos prisões para quantos discordassem. dos
Criamos comendas e cargos religiosos, distribuindo o veneno e manejando o punhal. Acendemos fogueiras e erigimos cada falsos. Inventamos suplícios e construímos prisões para quantos discordassem. dos nossos pontos de vista. Estimulamos insurreições que operaram o combate de irmãos contra irmãos. Em nome do Senhor, que testemunhou na cruz o devotamento à humanidade inteira. Edificamos palácios e basílicas, famosos pela suntuosidade e beleza, pretendendo reverenciar-lhe a memória, esquecidos de que ele, em verdade não possuía uma pedra onde repousar a cabeça. E ainda hoje alimentamos a separação e a discórdia, erguendo trincheiras de incompreensão e animosidade uns contra os outros nos variados setores da interpretação. Entretanto, a palavra de Cristo é insofismável. Não nos faremos titulares da boa nova simplesmente através das atitudes exteriores. Precisamos sim da cultura que aprimora a inteligência, da justiça que sustenta a ordem, do progresso material que enriquece o trabalho e de assembleias que favoreçam o estudo. No entanto, toda a movimentação humana, sem a luz do amor, pode perder-se nas sombras. Seremos admitidos ao aprendizado do evangelho, cultivando o reino de Deus que começa na vida íntima. Entendemos assim a fraternidade pura e simples, amparando-nos mutuamente. Fraternidade que trabalha e ajuda, compreende e perdoa entre a humanidade e o serviço que asseguram a vitória do bem. Atendemo-la onde estivermos, recordando a palavra do Senhor, que afirmou com clareza e segurança: "Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos se vos amardes uns aos outros". Graças a Deus. ouv. >> Vamos então orar. Depois das palavras sábias de Emanuel pela psicografia do nosso querido Chico. Oramos com essa poesia. Virão novos tempos para a humanidade de luz. de esperança e de paz entre os povos. o bem, o perdão em todo lugar. Todos juntos irão, como irmãos, transformar essa terra de agora em um mundo melhor, onde aquele que chora não caminhe tão só, onde a alma sofrida
de paz entre os povos. o bem, o perdão em todo lugar. Todos juntos irão, como irmãos, transformar essa terra de agora em um mundo melhor, onde aquele que chora não caminhe tão só, onde a alma sofrida compreenda o sofrer, vendo em tudo na vida motivos para viver. E depois, depois das tormentas, virão tempos novos de luz, de esperança e de paz entre os homens. E o mundo terá, como sempre se quis, no poder de ajudar a razão de ser feliz. De nós depende também que isso se torne real. cultivando o bem, repartindo o pão, estendendo a mão àquele que sofre mais. E assim virão os novos tempos de amor. Jesus nos abençoe, esteja conosco ao longo desse dia, tratando as nossas dores, as nossas chagas, tratando a nossa criança sofrida, machucada, trazendo cura, paz e bênçãos aos nossos dias. Graças a Deus. Nós queremos anunciar que hoje, no nosso momento de autógrafos, teremos algumas obras muito bacanas, disponíveis para os senhores. A arte de seguir em frente do nosso querido irmão André Trigueiro, sabedoria no dia a dia. Reflexões do Papo das 9, também do nosso André. O livro do nosso irmão querido Paulo César Frutuoso, Medicina e Ectoplasma. Geração TDH do querido Rafael Papa. As cartas de Paulo volume 1 e volume 2 do Aroldo Dutra. Ave Maria dos amigos Luís Ru e a Natasha Mequena também cidades espirituais do Luís Ru Rivas, doerson Santos, o Bunto e Evangelho em Cores. do nosso querido Andrei Moreira. Se você não se curar do que te feriu, irá sangrar em cima de quem não te machucou. obras imperdíveis que estão aqui disponíveis em situações muito especiais na nossa livraria intelítera. Só procurar o Luís lá que a gente pode adquirir essas obras em 10 vezes, 20 vezes, aceita o vale transporte, ticket, restaurante. Luiz dá jeito para tudo, só conversar com ele. Queremos avisar também algumas coisas muito importantes que vocês certamente aí não esqueceram. Qual é o o nome que a gente vai marcar nas nossas redes sociais? Conecta o quê? Ih, conecta >> espiritismo. >> Conecta espiritismo oficial. A gente
importantes que vocês certamente aí não esqueceram. Qual é o o nome que a gente vai marcar nas nossas redes sociais? Conecta o quê? Ih, conecta >> espiritismo. >> Conecta espiritismo oficial. A gente entra lá no Instagram, a gente entra no nas nossas redes sociais, Facebook, todas as redes que a gente tiver e marca lá Conecta Espiritismo Oficial. Estou em Juiz de Fora participando do evento. Essa vai ser a dica para nós localizarmos lá o seu nome, seus dados e você participar do sorteio da dos livros, né, de alguns livros que a gente tá mostrando aqui também do ingresso pro Congresso de Campinas, lembrando também do congresso do Ideac que vai acontecer em novembro na cidade de Campos dos Goitacases, no norte noroeste Fluminense, lá na no aplicativo que nós mostramos para vocês ontem, pedimos que todos baixassem, tem uma enquete. Todo mundo que participar dessa enquete também estará concorrendo aos livros e aos ingressos para o Congresso de Campinas. Lembrando também que a nossa Ivana Rais ontem divulgou para os senhores aquele aquele desconto de 20% para todos que estão aqui no Congresso de Juiz de Fora, que se inscreverem até o final do congresso, os 100 primeiros poderão fazer a inscrição com 20% de desconto usando aquela sigla. Já acabou? Já acabaram os 100? Ah, então a gente vai conseguir mais alguns. Vou falar com ela aqui. A gente vai conseguir mais alguns. Lembrando que a sigla é promovin JF. OK. Esse essa é a senha do desconto. Nós vamos negociar ali com Ivana. Mais alguns. Tem mais gente querendo ir para Campinas. Olha aí que beleza, hein? Nós esperamos vocês em Campinas e esperamos vocês em campos também dos Goitacados. Eu quero divulgar aqui um podcast despertar de uns amigos queridos, né? Nos solicitaram ontem que fizéssemos a divulgação. São podcasts que vão ao ar com regularidade pelo Instagram e pelo YouTube. Eh, o podcast Despertar. Aqui você vai encontrar reflexões, ensinamentos e conversas sinceras à luz do Espiritismo. Tudo de forma leve, acessível e acolhedora. Esses podcasts
Instagram e pelo YouTube. Eh, o podcast Despertar. Aqui você vai encontrar reflexões, ensinamentos e conversas sinceras à luz do Espiritismo. Tudo de forma leve, acessível e acolhedora. Esses podcasts são eh produções que visam aqueles que estão assim chegando à doutrina espírita e querem saber do que se trata nossa doutrina, quais são os princípios que nós estudamos aqui. Então fica divulgado então um podcast Despertar e tem um um underlinezinho no final do despertar, tá bom? Vamos chamar então o nosso primeiro trabalho da manhã. Com o tema A arte de Seguir em frente, palestrante André Trigueiro. Seja bem-vindo, André. André Trigueiro é jornalista pós-graduado em gestão ambiental pela UFRJ, onde leciona a disciplina geopolítica ambiental, professora e criador do curso de jornalismo ambiental da PUC Rio, palestrante espírita e autor de vários livros como Espiritismo e Ecologia da FEB Editora, entre outros. Bom dia. Bom dia a todos. Ótimo domingo a todos e todas. É um prazer ter sido convidado mais uma vez para estar aqui em Juiz de Fora. Eu gosto dos domingos mesmo cedinho. Domingo para mim é um dia, aliás, a tradição cristã reserva ao domingo esse momento de imersão nos assuntos da família, nos assuntos espirituais. Por alguma razão, penso >> a se desligar um pouco da correria do dia a dia e refletir sobre o que é essencial. Então eu agradeço o convite que eu escolhi aceitar. E agradeço a presença de vocês que escolheram vir aqui. Tudo isso para dizer que a vida é feita de escolhas. As escolhas nos definem. E não são as escolhas dessa vida apenas. São as escolhas de todas as encarnações que nos trouxeram até aqui, sendo o que somos. Nós somos a melhor versão de nós mesmos hoje. Razão pela qual não tenho nenhum interesse em fazer terapia de vida passada. Se isto aqui é a melhor versão de mim mesmo, o que está nos arquivos não haverá de me interessar. Eu fiz uma pesquisa que me trouxe um número que eu achei estranho e jornalista profissional tem que checar tudo. E eu chequei. Por isso
mim mesmo, o que está nos arquivos não haverá de me interessar. Eu fiz uma pesquisa que me trouxe um número que eu achei estranho e jornalista profissional tem que checar tudo. E eu chequei. Por isso vou compartilhar em público a informação que eu apurei da neurociência. A estimativa não é uma ciência exata, é uma estimativa. É difícil fazer essa conta, é de que nós por dia realizemos 35.000 1 escolhas. Eu tive a mesma reação. Aí eu comecei a fazer pesquisa em outras fontes. Falei: "Não é possível. Como é que eles fizeram essa conta?" Minha mulher também perguntou: "Você vai falar isso? Vamos perguntar como é que eles chegaram esse número. Mas você tem por estimativa e mapeamento dos circuitos elétricos do cérebro? Qual área do cérebro toma decisão? Você chega lá, obviamente, antes que vocês fiquem assim meio confusos, como eu fiquei, dizendo, mas eu não me lembro de ficar o dia inteiro fazendo escolha, porque 35.000 é muita coisa. A maioria absoluta das escolhas são quase automáticas. É um condicionamento que a gente tem, mas são escolhas. Eu vou dar um exemplo. Eu tô vindo do Rio de Janeiro com o inverno mais frio dos últimos 20 anos. Juiz de Fora não é diferente. Debaixo das cobertas, nós do público 50 mais. Isso é interessante. Não se fala mais terceira idade, idoso. Você vai na farmácia comprar um polivitamínico um remédio qualquer, tem lá a prateleheira dos 50 mais. Eu acho isso o máximo, que eu já tô com 59. Quando eu chegar aos 80, 90, eu vou chegar, por favor, os 50 a mais. Nós não temos mais, não sei vocês, não quero que vocês se revelem, vou me revelar em público. Eu já perdi alguns anos o direito ao sono profundo que você encosta a cabeça no travesseiro à noite, só acorda no dia seguinte, depois de uma noite incrível, sem acordar no meio da noite. Eu acordo muito no meio da noite. Então, vou falar de uma dessas 35.000 escolhas da gente. Possivelmente hoje aqui em Juas de Fora, vocês realizaram essa escolha. Acorda, mas não abre o olho. Ih, acordei, vou dormir de novo. Ih,
oite. Então, vou falar de uma dessas 35.000 escolhas da gente. Possivelmente hoje aqui em Juas de Fora, vocês realizaram essa escolha. Acorda, mas não abre o olho. Ih, acordei, vou dormir de novo. Ih, eu poderia até ir ao banheiro, mas não vou porque aqui tá muito gostosinho. Fica para outra acordada. São risos cúmplices, hein? É uma escolha, tá na conta. ou outra. Essa eu tenho certeza vocês já passaram, já aconteceu comigo várias vezes. Você tá no luz com fusco de acordar, não abre o olho, mas você tava vindo de um sonho maravilhoso. Primeira reação é: "Puxa vida, por acordei? Vou recuperar do ponto onde ele acabou". Você escolhe fechar o, às vezes funciona, você escolhe retomar de onde terminou ali. São escolhas banais do dia a dia. Eu vim de carro de Juiz de Fora, fiz várias escolhas em relação à velocidade, vou ultrapassar ou não vou ultrapassar, vou ouvindo música ou jogo do Fluminense. Eh, portanto, são as escolhas banais. Mas as escolhas definidoras de rumo, as escolhas que definem o nosso destino, saúde, longevidade, bem-estar, consciência tranquila, a noção de que o emprego do tempo e da energia foram na direção condizente com seus princípios e valores. Essas escolhas que estão no pacote das 35.000, Como disse, nós estamos realizando esse projeto evolutivo a partir dessas escolhas. E quanto mais conscientes estivermos desse processo decisório, discricionário da nossa autonomia, que na nossa condição evolutiva já temos autonomia para realizar as escolhas. Ah, mas tem influência da família. tem influência da nossa cultura, tem afluência do meio em que estou inserido, tem intercorrência com plano espiritual, tudo isso tem. Mas creiam, ainda assim a responsabilidade final, a tomada de decisão mais importante é nossa. Quando eu fiz o estudo há 10 anos atrás que resultou no livro, eu tô estudando isso desde 99, o livro saiu em 2015 sobre a prevenção do suicídio. O que me intrigava era a seguinte situação do ponto de vista espiritual. Uma pessoa que tem uma patologia grave de ordem mental que se
sso desde 99, o livro saiu em 2015 sobre a prevenção do suicídio. O que me intrigava era a seguinte situação do ponto de vista espiritual. Uma pessoa que tem uma patologia grave de ordem mental que se insere no ranking das patologias que flertam ou há uma intercorrência maior do ponto de vista epidemiológico com o risco suicida. Como funciona isso na epidemiologia? E é muito interessante, os psiquiatras e psicólogos que eu ouvi diziam: "Não é possível dizer, por exemplo, que uma pessoa com depressão profunda vá realizar uma tentativa de suicídio". Aí você vê uma pessoa com depressão profunda que realizou uma tentativa, a tendência, é um pecadilho que nós temos, é generalizar. Todo mundo que desencarnar em dívida com a consciência vai para umbral do nosso lar descrito por André Luiz. Isso é fake news. Você lê o céu e o inferno, o capítulo reservado aos suicidas, são experiências distintas de todos os que ali foram evocados e testemunharam sobre o que se depararam no plano espiritual a partir do autoestermínio. Então a gente tem que ter muito cuidado, muita prudência. Mas a gente quando fala eh de uma pessoa que é acometida talvez até de mais de uma patologia grave de ordem mental, esquizofrenia junto com transtorno de personalidade, com uma família difícil que não lhe dá suporte e apoio, a pessoa tá em crise. Aí você vai dizer: "Todas as pessoas nessa situação realizarão tentativa de suicídio". A resposta é não. E por que não? Porque cada um de nós é único no universo. E cada um de nós processa todas as variáveis, todo o conjunto de influências e informações de um jeito único, específico. As decisões, portanto, as escolhas que nós estamos fazendo nessa vida determinam a direção e a velocidade da jornada evolutiva. quando éramos pequenininhos. Obedecer ou não obedecer aos pais? Obedecer ou não obedecer as regras da escola e dos professores, estudar para fazer uma boa prova ou esperar o coleguinha que é o CDF da turma dar cola? Um capítulo parece banal, mas é importante. Eu quero exaltar aqui o meu
r as regras da escola e dos professores, estudar para fazer uma boa prova ou esperar o coleguinha que é o CDF da turma dar cola? Um capítulo parece banal, mas é importante. Eu quero exaltar aqui o meu compromisso enquanto homem nessa encarnação contra o machismo estrutural, contra a sociedade patriarcal. contra a violência abominável que ainda se comete contra a mulher nesse e em outros países. Então, quero aqui refletir sobre algo que também depende da escolha dos adolescentes homens, porque ainda temos uma herança da cultura patriarcal de você ter a iniciação sexual, porque a virgindade é um tabu, meu filho. Tá na hora de ter a primeira experiência que se dá de uma forma, do meu ponto de vista, lamentável, levando o adolescente para ter essa experiência como profissional do sexo. Máximo respeito pela profissional do sexo, eu não estou julgando. Eu tô julgando o pai que acha que pro filho ter uma vida sexual saudável e ativa, tem uma hora que você vai pegar agora eu vou te mostrar o que é ser homem. Isso é de uma violência no timing da maturidade sexual e no prazer de você ter a sua primeira experiência. se que tiver que ter, não há problema nenhum em a virgindade se perpetuar na linha do tempo, além dos padrões estabelecidos. Veja quantas escolhas são definidoras de rumo. Mas nesse caso, melhor seria, penso eu, esperar o momento adequado para aquela troca poderosa de energias. Os espíritas sabem o que que é o sexo à luz da nossa filosofia espiritualista. uma troca, um intercâmbio poderoso de energias. Não é só o prazer carnal, é uma responsabilidade. Que profissão terei? Com que vou trabalhar para a subsistência? Caso ou não caso? Obrigado. Caso ou não caso, tenho filhos ou não tenho filhos? Como pretendo envelhecer? que é um é algo que a gente não costuma escolher, a gente só vivencia o planejamento pro período da vida em que tivermos menos vitalidade, mas uma alma ainda sedenta de vida e desejosa de novas experiências, que é um direito que a gente tem. Portanto, tudo isso tá num pacote que a
nto pro período da vida em que tivermos menos vitalidade, mas uma alma ainda sedenta de vida e desejosa de novas experiências, que é um direito que a gente tem. Portanto, tudo isso tá num pacote que a gente precisa prestar atenção, porque disso resulta um projeto de vida. Nós espíritas temos essa visão muito estratégica, metódica. O que é a vida? É mais um capítulo de uma novela mexicana. Isso vai longe. Mas a gente tem essa noção da transitoriedade, da finitude. O que acontecerá quando o colapso orgânico chegar? Seguiremos. Mas há algo a fazer aqui, algo de importante. E esse algo depende do nível e da qualidade das escolhas que fazemos. A luz do espiritismo, abri aqui um recorte. Por que que eu tô enfatizando tanto a escolha? Porque é uma conquista evolutiva. Na nossa jornada, enquanto espíritos criados simples e ignorantes, transitamos por todos os reinos da natureza. Quando alcançamos o reino animal, a prevalência do instinto determinava as escolhas. Se a gente lê Dra. Irvênia Prada, a papisa do direito dos animais no movimento espírita, doutora da Universidade de São Paulo, a gente vai ver que sim, alguns animais explicitamente vão além do instinto. Eles têm rudimentos de inteligência e nos surpreendem. cachorro, gato, golfinho, elefante. Ih, tem uma uma fauna exuberante aí que não se resume a extinto. Cuidado com a generalização aí também. Animal é extinto. Vírgula, leiam e vênia. Quando a gente sai do reino animal, é aí que eu queria chegar. Onde estamos, não somos mais categorizados como irmãozinhos inferiores animais e racionais. Nós fomos dotados de consciência, intelecto superior, razão, noção de Deus e fomos aquiados com aplicativo, um aze espiritual, um navigator. O navigator que é o senso de direção, para onde vou e de que jeito, é o que a gente chama de livre arbítrio. Qual é a luz do espiritismo? A ideia que tá colocada quando a gente foi aquiado com esse aplicativo. Deus delega, Deus terceiriza. Nós precisamos fazer a nossa parte para que esse projeto evolutivo chegue a bom
uz do espiritismo? A ideia que tá colocada quando a gente foi aquiado com esse aplicativo. Deus delega, Deus terceiriza. Nós precisamos fazer a nossa parte para que esse projeto evolutivo chegue a bom termo. As escolhas precisam ser as mais adequadas possível. Por exemplo, enquanto espírita, me permitam a franqueza, muitos de nós espíritas encontra no espiritismo o consolador prometido e fica aí. Ah, eu gosto de fazer o culto do evangelho no lar porque tem uma vibe, eu fico levinho, começa a semana zerado. Eu gosto de ir no centro porque tem palestras boas e eu tomo aquele passe e tem sempre aquela agunha fluidificada, não mais num plástico descartável de uso único. Então, eu tenho recompensas, eu tenho a saciedade da minha angústia, da minha ansiedade. O espiritismo traz as respostas que eu preciso. Eu me transformei numa outra pessoa sendo espírita. Eu não preciso mais tomar remédio quando eu tô nervoso. Aí alguém vai dizer com muita delicadeza: "E você acha que isso ser espírita?" É claro que tudo isso é bônus, mas o maior bônus não vem daí. Então, quem escolhe ser espírita e se sacia com o consolador da própria alma, e é bom que o espiritismo cumpra essa função, porque ele tem essa função, sim, apaziguar a gente diante das verdades sobre o que é a vida, o que é Deus, o que é o universo. Isso não basta. O espiritismo nos dá a ferramenta do progresso espiritual. a partir de escolhas que precisam seguir na contramão do egoísmo, do orgulho, da inveja, da vaidade, no exercício do amor cristão, que bem entendido é o amor renúncia, o amor sacrifício, o amor doação, é o que leva um voluntário do Fraternidade Sem Fronteiras a escolher. Ninguém obrigou ele a realizar um projeto pessoal de doação de si mesmo para quem mais precisa, eventualmente correndo riscos. O que leva uma pessoa a realizar essa escolha? Pensem nisso. Que princípios, que valores fazem com que alguém seja tão abnegado e esqueça de si mesmo na direção de quem mais precisa? que a gente fala muito da África, do
oa a realizar essa escolha? Pensem nisso. Que princípios, que valores fazem com que alguém seja tão abnegado e esqueça de si mesmo na direção de quem mais precisa? que a gente fala muito da África, do Fraternidade Sem Fronteira. Eu gosto muito de lembrar dos 11 projetos que eles têm. Um que a gente lá no Rio acompanha de perto, que é o Fraternidade na rua. Eles estão na rua oferecendo o quê? E tem um galpão lá com terapia de grupo, vamos chamar assim. Abrem um livrinho com mensagens edificantes e conversa com todo mundo. Não tem proselitismo religioso, mas tem mensagens edificantes. Vestiário para tomar banho. Cada um recebe um sabonete. Vestiário que eu tô falando são 8, 10 chuveiros. Masculino, feminino. Cada um recebe um sabonetinho, um shampozinho. Tem escova de dente, toma. Tem pasta, toma. Aceado, limpo, higienizado. Sai de lá. Você pode, se quiser, trocar roupa, tem roupa, tem um vestuário com opções, tem o atendimento médico, muita gente precisando na rua de atendimento médico e psiquiátrico. Tem o voluntário que é o cabeleireiro. Então, dá um tapa no visual e se olha no espelho. Autoestima é tudo. Ama o próximo, como a ti mesmo. Você tem que se amar, você tem que se respeitar. Eu pela convivência que tive com o povo do Fraternidade na rua, eu fiquei muito impressionado porque quem tá na rua é invisível. A gente quando tá no meio espírita fala dos invisíveis achando que é desencarnado. Tem os invisíveis desse plano e não há nada mais, eu diria, sabotador da autoestima quanto alguém que cruza o teu caminho e não olha para você, não te cumprimenta. Quem tá na rua tá invisível, passa o dia inteiro, ninguém prestou atenção nele, tão ou mais grave do que a situação de quem tá lá. Eu tô falando isso pra gente ter escolhas interessantes. Escolher olhar, escolher conversar com a população em situação de rua, escolher conversar com porteiro do teu condomínio, que muitos que vivem há muito tempo no condomínio, aquele porteiro tá lá há mais tempo que você e você não sabe o nome dele.
ação em situação de rua, escolher conversar com porteiro do teu condomínio, que muitos que vivem há muito tempo no condomínio, aquele porteiro tá lá há mais tempo que você e você não sabe o nome dele. Qual é o seu nome? Bom dia. Pá, o funcionário terceirizado da limpeza do banheiro da firma. Esse é invisível mesmo. Você entra no banheiro, ele tá lá tornando o lugar aceado, limpo, cheirosinho. Ninguém cumprimenta, ninguém elogia. Escolher prestar atenção em quem tá na situação de invisibilidade é uma boa escolha. Portanto, o espiritismo nos dá a chance de usar o ex espiritual, nosso navigator evolutivo, na direção que importa. Fazer bom uso disso é condição cinequa não para cumprir aquilo que quem estuda o espiritismo tem como meta. Avançar na cenda evolutiva. Ah, mas não basta conhecer a doutrina e trabalhar no centro. Eu tô me lembrando de uma passagem de uma obra de Chico, de André Luiz, psicografada por Chico, em que ele reporta a existência de espíritas, espíritos desencarnados, espíritas que foram dirigentes na terra de instituições e realizaram trabalhos interessantes do ponto de vista institucional. Operar a gestão de uma instituição espírita não é fácil, é muita renúncia, muito sacrifício. Você tá lá fazendo a gestão, você faz palestras recitando de cor e salteado as passagens do evangelho, das obras básicas, o que seja. Entretanto, desencarnaram em situação de indigência espiritual. Por quê? Porque eles não realizaram a parte mais nobre do exercício evolutivo, que não é daqui para fora, é daqui para dentro. Como tudo o que eu aprendi, li, disse pros outros fazerem, eu não apliquei na minha própria vida. A construção da autonomia é uma meta. E aí, do ponto de vista espírita, a gente precisa lembrar de quem sabota essa meta. Porque se tem alguém na família, no círculo de amizades, colegas de trabalho, que não gostam que você passe o fim de semana em Juiz de Fora acompanhando um congresso, que vão chamar vocês de fanáticos radicais e xitas, você consegue se proteger que
mizades, colegas de trabalho, que não gostam que você passe o fim de semana em Juiz de Fora acompanhando um congresso, que vão chamar vocês de fanáticos radicais e xitas, você consegue se proteger que eles estão no teu eh perímetro. você consegue enxergar e diz: "Não é nada disso, mas eu não tenho tempo de explicar para você. Segunda-feira a gente bate um papo se você quiser." O desafio da gente é lidar com os invisíveis. E aí os invisíveis desencarnados. Então a gente vai lembrar as passagens. Por exemplo, Paulo na carta aos Hebreus reportando a existência de uma nuvem de testemunhas. Essa passagem sempre é um tanto tensa, né? Você fala nuvem de testemunhas ou Jesus quando se aproxima de uma comunidade aonde os moradores estão assustados com a presença de alguém que é o endemoniado daquela comunidade que Jesus pergunta qual o seu nome e ele responde: "Meu nome é legião". Reportando que ele não tava sozinho, ele tava ali acompanhado de muita gente. E a gente vai se deparar com o capítulo, a pergunta feita por Kardec no livro dos espíritos. sobre se a espiritualidade maior, se a espiritu ele não usou maior, se os espíritos influenciam as nossas vidas. E a resposta também é tensa, tensa, muito mais do que suponte. razão pela qual a gente precisa se acautelar e se proteger e dar o devido valor à passagem do evangelho em que Jesus recomenda expressamente. Confesso que essa passagem tá muito presente eh nas escolhas que faço do que me interessa reportar do evangelho nesse momento atual da humanidade, nessa fase turbulenta dentro e fora do Brasil, guerras infames em pleno século XX. Fome e miséria como ferramenta de guerra, pobreza invisível, corrupção epidêmica, representantes do povo que não honra as escolhas que fizeram e por aí vai. Uma sensação, me permitam dizer, vocês podem ter outra opinião. Eu tenho uma sensação de que a gente, eu tenho, como diz 59 anos, eh, de um ponto de fervura ou ebulição, como se a aquelas duis capítulos finais da gênese, quando Kardec explica o que
outra opinião. Eu tenho uma sensação de que a gente, eu tenho, como diz 59 anos, eh, de um ponto de fervura ou ebulição, como se a aquelas duis capítulos finais da gênese, quando Kardec explica o que seria a transição planetária, o que seria a nova era precedida de muitos problemas, muitos conflitos, disputas de narrativas, ele não disse isso no na Gênesis, mas a banalizou essa expressão, ou seja, uma enorme dificuldade de estabelecer o diálogo na direção do consenso possível em busca de um bem maior. Não temos lideranças preparadas para esse exercício. Estamos vivendo um cenário um tanto desértico de pessoas que consigam inspirar e elevar o coeficiente mental e emocional das massas, não no sentido do conflito, da beligerância, da, eu diria, do atropelamento do direito do outro, pensar e sentir diferente. Nós provavelmente estamos agora. Eu tô sentindo, vocês sabem, gente, eu tô vindo nessa encarnação como jornalista. Eu já tomei duas decisões em relação à próxima encarnação. Uma delas, eu vou entrar em duas filas, porque vai ter fila, né? Assim, fila pedindo algum, alguma característica na encarnação futura. Uma delas, eu não quero torcer para nenhum time de futebol. Eu quero ser aquele chato que em Olimpíada, Copa do Mundo, outros campeonatos, mas você não torce para ninguém. E eu com consciência tranquilo, falei: "Não, a outra eu não quero ser jornalista porque existe no jornal". Eu gosto da minha profissão, mas quando eu digo isso, eu me sinto um tanto ah, eu preciso ser honesto. Trabalhar com informação nos dias de hoje é um exercício espiritual. Eu preciso me precaver, me resguardar. Eu preciso discernir sobre conteúdos acachapantes que nós acessamos e tentar aí descortinar as boas notícias, as notícias. Vou usar uma expressão 50 a mais alviçareiras que façam sentido e que sejam inspiradoras e que de alguma forma sinalizem esperança, porque sem esperança a gente não levanta da cama. Vigiai e orai, disse o Cristo. Vigiai e orai, disse o Cristo. Prece, meditação,
do e que sejam inspiradoras e que de alguma forma sinalizem esperança, porque sem esperança a gente não levanta da cama. Vigiai e orai, disse o Cristo. Vigiai e orai, disse o Cristo. Prece, meditação, exercícios de caridade constantes que façam com que a nossa psicosfera. Eu me lembro aquele episódio de Divaldo Franco na mansão do caminho, não cabia mais nenhum menino ou menina abandonado na mansão. E ele acolheu uma menininha que havia sido acabada. Ela acabou de ser abandonada na porta da instituição. Levaram a Divald. Adivaldo, vamos acolher. Todo mundo falou: "Não dá, não tem espaço, não tem comida, não tem recurso. Não dá, não dá, não dá, Edivaldo, vou acolher." E o principal obsessor de Edivaldo, essa passagem é conhecida. Por isso que eu tô falando da caridade desinteressada, produz efeitos que a gente não alcança. E esse é um exemplo bom. O maior obsessor de Divaldo, quando a criança adentra na instituição, volta, aparece, Divaldo já tava, vou dizer acostumado, mas estava resignado. Lá vem ele me atrapalhar a vida e ele não vai fazer isso com a instituição. Você não é um cristão de verdade. Você tá sabotando as outras crianças que vão ficar a míngua porque você tá acolhendo mais uma. Usou todos os recursos. Você vai acolher essa menina feia. Olha como é que ela é feia. e de v na dele falando: "Vou, eu escolhi isso, é assunto meu. Que que você tá tão perturbado com essa criança?" Eu vou resumir a história. História longa. Ele naquele momento, pela primeira vez, depois de anos de perseguição, Edivaldo diz: "Essa é a minha mãe e eu tô desconcertado pelo fato de você se predispor a tratá-la sem condições." E daquele momento em diante, esse obsessor deixa de realizar da forma tóxica e invasiva a perseguição sistemática de Valdo. Então, vejam, um pequeno gesto, seja com população em situação de rua, seja com quem for que você realize, é algo. O bem que realiza em algum lugar será teu advogado em toda parte. E a gente quando fica, por vezes se considerando inferior, porque a gente
situação de rua, seja com quem for que você realize, é algo. O bem que realiza em algum lugar será teu advogado em toda parte. E a gente quando fica, por vezes se considerando inferior, porque a gente tem problema de autoestima. Aí você diz: "Ah, eu não sou que nem Chico, eu não sou que nem Emanuel, eu não sou que nem Kardec." É, não somos. Mas eles também realizaram escolhas que depois de alguma forma se revelaram infrutíferas. Porque quem reencarna aqui já traz a demanda de, em algum setor da sua existência, de aprimoramento de uma musculatura ética e espiritual. Então, quando a gente fala, por exemplo, de Emanuel, o que eu vou dizer? Eu vou pegar aqui uma boa escolha e uma má escolha. É fácil fazer a minibiografia das pessoas assim. Não queria que fizessem comigo isso, mas como o tempo é curto, eu vou pegar aqui esses exemplos pra gente não ficar se estigmatizando, dizendo: "Ah, mas eu não cheguei lá". Mas lá também há questões de escolhas que se revelam, por vezes, as não adequadas. No livro há 2000 anos, Emmanuel, dita para Chico Xavier, sua encarnação como senador romano, públio Lentulos, que tendo a filha Flávia curada de Hancenias e pelo mestre e seu círculo mais próximo, absolutamente adeso, entregue deliciosamente ao magnetismo caloroso e luminoso do Mestre. Emanuel declara ter tido toda a confirmação dessa angelitude de Jesus e ainda assim não o aceita e reconhece que seu orgulho como senador do império romano, sua posição falaram mais alto. Ele diz isso num tom, não sei se vocês tiveram essa percepção ao ler há 2000 anos, num tom um tão um tanto confessional. diz assim: "Não foi a melhor escolha, mas foi a minha escolha". 50 anos depois, que é o nome da outra obra, ele reencarna como escravo, né, cristão, que passou por uma série de desconfortos, humilhações, situações repugnantes que um espírito daquela envergadura precisava passar para o amálgama espiritual ser retrabalhado, esse orgulho ser depredado e novas escolhas fossem fecundantes de um novo o caminho
uações repugnantes que um espírito daquela envergadura precisava passar para o amálgama espiritual ser retrabalhado, esse orgulho ser depredado e novas escolhas fossem fecundantes de um novo o caminho do Navigator espiritual. É, agora é para cá que eu vou. Chico foi certamente o maior exemplo de abnegação, humildade e espírito de serviço em favor do próximo. Eu não conheço outro, não tô falando nem brasileiro, tá? Assim, se você eleva a sua o seu rastreamento para dizer quem teria feito algo por tanto tempo dessa maneira e da forma como ele fez, é difícil encontrar. Ele chegou certa vez a dizer: "Eu tive a minha vida expropriada pelos espíritos". Expropriada é uma palavra forte. É como se ele dissesse: "Já não vale a minha vontade". Só que ele escolheu isso, entende? Eu não, eu tô aqui, Emanuel coordenando quem chega e de que jeito chega, assediado pelo plano invisível, assediado pelos encarnados. Na pesquisa que fiz sobre a biografia do Chico e que justificou um capítulo do livro Espiritismo e Ecologia, que eu falo Ecologia na vida e na obra de Chico Xavier, lendo quatro ou cinco biografias dele, eu percebi que todos os biógrafos reservaram uma parte falar dos cachorros adotados por Chico. E eu comecei a perceber na leitura das biografias que eu não vou afirmar isso, mas eu arrisco dizer que era um momento de trégua. Quando o Chico se entretia com cachorrinho e ai de quem? Quando o cachorrinho entrava na sessão pública beberava, falava: "Tira esse cachorro daí". Chico fala, "Deixa com aquela vozinha do Chico, mas o povo deixa, deixa." Era um momento de trégua, meneando lá o pelo, a pelagem do cachorro, cuidando dele, ele tava assim: "Agora é o meu momento de deixar a vibração desse bichinho se comunicar com a minha, a gente ter o nosso o momento de refestelar, que é breve. sempre foi. Chico. É o Chico. Eu tô em Minas Gerais. Não preciso apresentar pros mineiros quem é Chico. Vocês têm que falar dele para mim. Agora, há episódios na vida do Chico, eu vou relatar um, que mostram como um médium
Chico. Eu tô em Minas Gerais. Não preciso apresentar pros mineiros quem é Chico. Vocês têm que falar dele para mim. Agora, há episódios na vida do Chico, eu vou relatar um, que mostram como um médium fenomenal, um sensitivo inigualável. Vamos colocar nesses termos. Eu não tô exagerando. Certa vez, na década de 1940 ou 50, assediado por jornalistas no período em que a família de Humberto de Campos estava processando o médium porque não autorizava a publicação de obras assinadas por Humberto de Campos, virou irmão X. Dois jornalistas tentavam entrevista e não conseguiam. Tentava a entrevista, não conseguiam. Aí eles tiveram a brilhante ideia de dizer: "Vamos reconfigurar o convite, mas nós não somos jornalistas brasileiros, nós somos correspondentes estrangeiros". Davi Ner e Jamanzon da revista O Cruzeiro, que era a revista, era a grande mídia da época. batem na porta de Chico e Chico, pelas razões dele, entendeu que seria algo diferente. Abre a porta de casa. Durante 1 hora e meia foi entrevistado achando que estava falando com correspondente estrangeiro, estava falando com dois gatunos, dois grandes jornalistas, Jamzon fotógrafo e David Náciaer, mas sem escrúpulos morais para fazer o que fizeram. Bom, 1 hora e meia durou a entrevista. Quando saiu publicada no Cruzeiro, vocês imaginam o choque, porque particularmente as legendas das fotos eram desabonadoras. Uma delas, Chico, à beira de uma banheira com o livro aberto e eles dizendo: "Chico, conversando, se comunicando com espíritos na banheira". Veja, a intenção não era nobre, não era mau exercício da profissão. Chico ficou muito contrariado e cobrou de Emanuel. Emanuel, você não me avisou. E nessas horas é maravilhosa assim, né, a troca. entre os dois, pelo menos da forma como ficou eternizada. E Manu, mas você tá reclamando de quê? Eu achei ótimo. Jesus parou na cruz e você no cruzeiro. E a vida seguiu. E Chico ali percebeu o que estava subjacente a experiência desse desastre de marketing do grande médium brasileiro a partir do grande
ei ótimo. Jesus parou na cruz e você no cruzeiro. E a vida seguiu. E Chico ali percebeu o que estava subjacente a experiência desse desastre de marketing do grande médium brasileiro a partir do grande menos, menos, acautela-te. Não te deixa levar pela empolgação sobre o pretexto de divulgar o espiritismo internacionalmente. Não foi o que aconteceu. Mas Emanuel deu o troco, vocês conhecem a história. Na saída da casa, depois de 1 hora e meia de entrevista, Chico faz dedicatória para os dois jornalistas e um deles percebeu quando chegou de volta no Rio que a dedicatória estava assinada por Emanuel e com o nome deles ao Caro Davinácia, com abraço de Emanuel. Muito bem. Ih, eu tô agora que eu vi o tempo aqui. Vamos lá. Então, nessa reta final, eu vou aqui falar rápido sobre os agravantes de tomada de decisão das escolhas que fazemos no mundo de hoje. Qual é o problema? Não vou mais reportar. perda de credibilidade da classe política, uma economia regida de forma truculenta, imposta e sem justiça, sem fair trade, usando uma expressão que é cara ao mercado, um comércio justo, né? Estamos numa nova era, para quem não percebeu, a partir de decisões da maior superpotência econômica e militar, mas eu não quero falar sobre isso paraa vibração não cair. Mas não é só isso. Nós temos um desafio, e essa é a área que eu tô mais próximo, na área da comunicação, do da articulação das bigtechs que estão à frente das indústrias mais ricas e rentáveis do planeta, com completa aversão a qualquer tipo de regulação. E vocês sabem o que é algoritmo, que é a programação de cada rede social que conhece você mais do que você julga conhecer a você mesmo? Quando você coloca lá, quando você começa uma navegação, o algoritmo já vai decifrando. Ah, ela gosta de filminho TikTok de cachorrinho ou gosta de você, você gosta de fazer pesquisas sobre entrevistas de Chico Xavier no rádio ou na TV. Aí quando você abre a rede social já vem tudo prontinho. Isso determina viciação, isso determina uma dependência e isso
cê gosta de fazer pesquisas sobre entrevistas de Chico Xavier no rádio ou na TV. Aí quando você abre a rede social já vem tudo prontinho. Isso determina viciação, isso determina uma dependência e isso tem determinado horas e horas e horas a fio de nós de maneira invigilante, vigiai, orai, de maneira invigilante, do meu ponto de vista, desperdiçamos precioso tempo e energia na direção do que é inessencial, vou colocar nesses termos. e que ao final de um período que é uma encarnação, possivelmente ao desencarnar teremos a noção do quanto dispensamos de tempo e energia na direção daquilo que não tem como resultado. O aprimoramento ético e moral, o maior conhecimento de si mesmo, o maior conhecimento do mundo, sabedoria. Sabe aquela coisa de puxar o extrato ao final de um dia que você consumiu preciosas horas com os miladas das redes sociais? Isso vai ter alguma repercussão na nossa jornada evolutiva. Infortunadamente a não regulação. Que que é regulação? Não é censura. Regulação é não é admissível que haja incentivo à violência. incentivo ao suicídio, pedofilia, pornografia. A gente reportou dias atrás na TV uma situação que eu vou dizer para vocês, só para ilustrar o que eu tô querendo dizer. A falta de regulação permite que através de uma rede social você faça um chamamento ao vivo. Então, tem uma plateia virtual que vai acompanhar um jovem que foi coagido a fazer o que essa plateia vai determinar. E a coação se dá, por vezes, pelo pela manipulação de imagens, deixa uma pessoa nua. A inteligência artificial permite que cada um de nós que postamos uma foto numa rede social apareça nua ou apareça falando com a tua voz, porque você também deixou um áudio na rede social e a inteligência artificial manipula o áudio. Então, aparece você nua com a sua voz falando coisas que você jamais diria. E isso significa um desastre em termos de resiliência psíquica, emocional de quem passa por um bullying virtual dessa magnitude. Mas voltando ao fato real, plateia virtual acompanhando
ê jamais diria. E isso significa um desastre em termos de resiliência psíquica, emocional de quem passa por um bullying virtual dessa magnitude. Mas voltando ao fato real, plateia virtual acompanhando um jovem coagido a atear fogo no Rio de Janeiro a uma pessoa que estava dormindo na rua. E quem estava no comando era um menor de idade em Pernambuco. Essa história veio à tona com a prisão do jovem, detenção, porque não pode ser preso. Ele é detido e esse esquema foi desbaratado. Qual é a lei do Brasil hoje? Se eu tô acompanhando essa plateia virtual e tô dizendo, cara, eu vou denunciar. Isso precisa acabar. Olha o que vão fazer com a pessoa em situação de rua. Eu tenho que entrar na justiça para pedir que a justiça impeça o que está prestes a acontecer. Isso cada um tem a sua opinião. Do meu ponto de vista é inadmissível. Crime no mundo real é crime no mundo virtual. Estamos conversados. Mas falando sobre esse mundo, nós não temos consagrado muito tempo as leituras mais profundas que são indispensáveis paraa compreensão, por exemplo, de uma doutrina. Doutrina é uma palavra muito interessante do ponto de vista da abrangência e da complexidade das informações que estão inseridas ali. Percebe o que eu digo? Doutrina espírita significa nós aqui temos um conjunto enorme de informações combinadas sistemicamente como se fossem células de um mesmo corpo e que para ser compreendida demanda tempo pra gente compreender do que se trata isso daqui. Esse tempo não tá sobrando. A, e me permitam fazer essa, esse comentário. O tempo nas redes sociais tem subtraído o tempo que a gente poderia tá consumindo em eh aspectos mais interessantes para a reforma íntima. E aí eu comecei a prestar atenção isso na época da pandemia, quando a gente começou a fazer as lives Papo das 9 no intuito sem vacina, mortandade em alta, isolamento social. Eu fiz o estudo sobre suicídio e falei: "Nós estamos vulneráveis psíquico emocionalmente." E eu estava angustiado porque eu tinha noção exata de que esse cenário ia se
dade em alta, isolamento social. Eu fiz o estudo sobre suicídio e falei: "Nós estamos vulneráveis psíquico emocionalmente." E eu estava angustiado porque eu tinha noção exata de que esse cenário ia se agravar até a vacina vir, até retomar a rotina. Vem o papo das. Primeira ideia que eu tive e nunca deixei, nunca abandonei esse roteirinho. Vou começar o papo das 9 abrindo um livrinho pequeno. Não é uma doutrina, é um livro pequeno que eu vou abrir ao acaso e aonde a página for revelada, eu vou ler e vou fazer um breve comentário, dizendo, como sempre digo, esse comentário não é o melhor, o mais inspirado, nem o definitivo sobre a interpretação do que Carlos Torres, pastorino, quis dizer em minutos de sabedoria. Eu tô querendo eh sugerir a vocês que tenham por perto um livrinho para chamar de seu e que na hora do aperto seja aquele nutriente. Sabe quando a pessoa tá meio mareada, coisa e tal, e você dá uma pitadinha de sal, cheque antes, sem hipertenso, tá? por favor. Mas a pessoa tá meio para baixo e você, como diz Paulo na carta aos Coríntios, um pouco de fermento leveda a massa toda. Não é pra gente se fiar em livrinho de mensagens curtinhas para compreender o todo, mas as as mensagens curtinhas dos livrinhos tem a sua utilidade. 5 minutos que me restam no livro que tem 100% dos direitos autorais cedidos pra Escola Espírita Joana de Angeles em Japeri na Baixada Fluminense, que eu conheço desde 1987 e quem tá à frente é o nosso confrade César Saídes. Então vamos combinar, a gente tá muito feliz lá com os rumos da escola. Ela tá tá indo bem. eh mais de 200 alunos, cinco refeições por dia, uniforme, professores remunerados com carteira assinada, tudo isso com doação. que sem ter qualquer pretensão de chegar minimamente perto da robustez do trabalho de Carlos Torres Pastorino, eu pretendi compartilhar algumas ideias que no papo das ve alguns escritos de forma reduzida pretendem ser essa pitadinha de fermento apenas porque funciona para mim. Se funciona para mim, vou compartilhar
etendi compartilhar algumas ideias que no papo das ve alguns escritos de forma reduzida pretendem ser essa pitadinha de fermento apenas porque funciona para mim. Se funciona para mim, vou compartilhar com outras pessoas. A primeira mensagem é aquela que combina da met com o vigiai e orai. A vida não é obra do acaso, um acidente de percurso, algo desprovido de um sentido mais profundo que nos alcança e nos conecta com tudo o que vai à volta. Importa estar atento aos sinais. as pistas que cada momento da existência pode nos trazer em situações inusitadas, encontros inesperados e tudo o que puder nos ajudar a seguir em frente. Fique ligado. Fique ligado. É porque nós estamos nesse momento da história da humanidade, é uma opinião, sujeitos ao risco crescente da dispersão, da distração e da alienação que nos impedem de perceber o que é, como disse, essencial para o cumprimento de um projeto enquanto espírita. 3 minutos eu vou ler a segunda mensagem. Não importa o tamanho do problema que o aflige nesse momento, da dor e do sofrimento que oprimem o seu peito, que estilhaçam o seu coração. Seja qual for a situação que enfrenta, lembre-se de que todos dispomos de recursos preciosos para lidar com os problemas mais difíceis e dar a volta por cima. Evite o desespero e confie na ação do tempo. Aspas. Isso também passa, dizia Chico Xavier. No território da PR. Um dos fatores de risco suicida é a impulsividade. Chega uma notícia ruim. Ela explode imediatamente, ela começa a surtar, gritar e ela não consegue se controlar. Não consegue contar até 10, não consegue esperar o dia seguinte. O trabalho que eu acompanho como voluntário colaborador do Centro de Valorização da Vida é tão bonito, porque as pessoas ligam lá pro 188, são 4 milhões de atendimentos por ano gratuito. Do outro lado estão voluntários. A pessoa começa, os voluntários contam. Por vezes a voz da pessoa revela que ela tá num estado de angústia, de ansiedade profundo. Você vê como ela tá reportando um problema. Depois de 5, 10 minutos de desabafo, o
ça, os voluntários contam. Por vezes a voz da pessoa revela que ela tá num estado de angústia, de ansiedade profundo. Você vê como ela tá reportando um problema. Depois de 5, 10 minutos de desabafo, o problema não foi resolvido. Mas a forma como ela tá contando a história dela mudou. Ela já respira, ela já faz as frases espaçadas, ela parece ter encontrado mais coragem de lidar com aquela situação. Isso é muito bonito. Um minuto. É um sentimento natural e compreensível que não deveria ser estigmatizado. A tristeza, o desalento, o desânimo, a frustração fazem parte da vida. A alternância desses sentimentos deveria ser entendida como um fenômeno tão natural quanto o fluxo das marés ou a mudança do tempo. Nosso desafio é entender essa dinâmica e não permitir que esses momentos perdurem indefinidamente. O que eu desejo para vocês, saindo daqui desse congresso de Juiz de Fora, é que vocês levem informações que sejam relevantes ou inspiradoras para que as melhores escolhas naquele pacote modesto de 35.000 1 por dia possam ser norteadoras de rumo, definidoras de um bom destino, sem que a gente se abata com as escolhas infelizes que todos nós realizamos no dia a dia. Não sejam juízes implacáveis de si próprios. Amem-se, respeitem-se, ajuda-te e o céu te ajudará. Gratidão pela atenção. Deus. >> Muito obrigado, André Trigueiro. Pudéssemos nós passar mais algumas horas ouvindo esse amigo, não é? Quanta coisa boa, que maravilha. Graça, gratidão a esse amigo que sempre atende os pedidos para estar presente, rompendo as barreiras da distância do trabalho para estar a serviço do Cristo nos eventos. Obrigado, André Trigueiro. >> E a nossa próxima atividade tem que chamar Larissa para falar rapidinho. >> Então nós convidamos a Larissa que vai tá dando um aviso aqui para para nós. >> Oi pessoal, bom dia. >> Bom dia. >> Como vocês estão? Amém. >> Quando eu subo aqui, todo mundo fica feliz, né? Todo mundo quer ganhar um livro. Mas hoje vai ser um pouquinho diferente. Se cada um pegar e acredito que vocês
> Bom dia. >> Como vocês estão? Amém. >> Quando eu subo aqui, todo mundo fica feliz, né? Todo mundo quer ganhar um livro. Mas hoje vai ser um pouquinho diferente. Se cada um pegar e acredito que vocês devamar a fazer isso agora e escanear o Qcode do seu próprio crachá, vocês vão conseguir fazer chegar numa página que tem assim, ó. faça a avaliação do Congresso de Juiz de Fora. É muito importante que vocês façam essa avaliação para que vocês possam eh entendemos que aqui estamos numa relação em que nós estamos tentando dar o nosso melhor e vocês estão aqui para nos ajudar a chegar nesse objetivo. Esse é o objetivo do conecta espiritismo, é levar uma experiência espírita cada vez melhor. Então nós precisamos da avaliação de vocês. E aí nós teremos quatro livros sendo sorteados e dois ingressos para Campinas para quem fizer a avaliação. Então o sorteio agora não será somente mais de quem fez as postagens no Instagram, mas também de quem fez avaliação e é muito importante que seja feita. Então, enquanto vocês estiverem aqui até o horário do sorteio, que que vai ser Guto? >> Horário do sorteio 10:30. 10:30 será o horário do sorteio. Então vocês têm uma hora aí para poder fazer essa avaliação do congresso. Deixem as opiniões sinceras de vocês. Eh, nós nós estaremos cuidando de cada uma das percepções de vocês. Então, por favor, deixem o mais sincero possível e eu estarei aqui para poder agradecer essa parte de vocês com muitos sorteios. E aí eu quero perguntar para vocês, qual livro vocês querem ganhar? É um livro do Haroldo. Ele tá aqui, ó, para poder dar já, ó, o autógrafo na hora. Qual livro do Aroldo vocês querem? >> Qualquer um, Aroldo. Qualquer um, Aroldo. Qualquer um. Vamos, vamos começar com as cartas de Paulo, então. Perfeito. Então, então, por favor, peço essa ajuda para vocês e daqui a pouco >> os dois, tá? OK. >> Ele, ela quer o combo. Aroldo, pode, pode ser. Aroldo disse que sim. Perfeito. Então pessoal, daqui a pouco eu volto e espero que tenhamos ganhadores felizes que vão continuar com
os dois, tá? OK. >> Ele, ela quer o combo. Aroldo, pode, pode ser. Aroldo disse que sim. Perfeito. Então pessoal, daqui a pouco eu volto e espero que tenhamos ganhadores felizes que vão continuar com conecta distribuindo por aí a mensagem da do espiritismo, viu? Muito obrigada. >> Obrigado, Larissa. >> E a nossa próxima atividade será uma roda de conversa. Nós vamos iniciar convidando o Álvaro Morrai. Seja bem-vindo, Álvaro. Ele é palestrante, espírita e estudioso que se dedica ao Evangelho, ao Antigo Testamento e ao Espiritismo. fala hebraico fluentemente e possui um profundo conhecimento da tradição judaica, estudando com mestres da Tora em Israel. Álvaro é conhecido por sua capacidade de integrar a sabedoria judaica, a doutrina espírita, conectando os textos bíblicos à luz do Espiritismo. Fundador e coordenador de diversos grupos de estudos espíritas, incluindo o grupo espírita Cisco de Luz em São Paulo. O próximo a participar será nosso amigo Rafael Siqueira. Seja bem-vindo, Rafael. Rafael de Amoren Siqueira, espírita franciscano, advogado do Banco do Brasil, psicólogo, especialista em neurociências, psicologia positiva e BFUN. apresenta semanalmente o programa Ao Encontro de Jesus pela web Rádio Fraternidade, reside na cidade de Niterói, Rio de Janeiro, onde frequenta a Sociedade Espírita Fraternidade. E agora nosso amigo, irmão Haroldo Dutra Dias, que já foi apresentado ontem. Seja bem-vindo, Haroldo. >> Eu ia ler de novo. Quem que é esse? Veio sózinho. >> Veio só. Você quer? >> Não, fica à vontade, querido. Pessoal, bom dia para todas, para todos. Nós vamos fazer um bate-papo aqui bem descontraído, bem gostoso, uma conversa, na verdade, sobre um tema muito importante que não deveria não deveria representar nenhuma dificuldade para nós que estudamos a doutrina espírita, eh, que compreendemos a codificação, mas, mas esse tema tá sempre voltando à tona, eh, sempre sendo sendo questionado. Então, é importante a gente compreenda da melhor maneira possível, com muita
ita, eh, que compreendemos a codificação, mas, mas esse tema tá sempre voltando à tona, eh, sempre sendo sendo questionado. Então, é importante a gente compreenda da melhor maneira possível, com muita serenidade, com muita eh muita clareza do que se trata. Nós vamos falar sobre as parábolas, mas não especificamente interpretar alguma parábola em específico, né? Então, nós vamos falar sobre a linguagem das parábolas. Eu queria só abrir essa conversa. trazendo duas questões que para nós são inegociáveis. Se tem duas coisas que são inegociáveis no espiritismo, são essas questões. A primeira é a questão 625. O espiritismo original, não o fake, o raiz, o original é um espiritismo conectado à figura de Jesus Cristo. Não pode pairar nenhuma dúvida com relação a isso. Se a pessoa quer criar uma seita, uma versão particular, se ela quer criar um movimento paralelo, se tornar um líder religioso dessa seita, vai com Deus que o Senhor te acompanhe. Mas a doutrina espírita tal qual foi entregue aqui, eu uso palavra do Dr. Bezer de Menezes na mensagem 1964, a unificação. A doutrina espírita tal qual foi entregue a Allan Kardec pelos espíritos superiores tem como fundamento a figura de Jesus. Questão 625. Ele é o guia e modelo. Ele é o espírito mais puro que já esteve na Terra. E é ele que dirige essa embarcação que dirige a evolução planetária. Ponto. Mas aí nós temos a questão 627 e a partir dessa questão 627 que a gente quer bater um papo, né? Então nós trouxemos o primo do palestrante que ele não pôde vir, mas é morderai também. Trouxemos o Rafa, né? E nós vamos bater um papo aqui. A questão 627 toca num ponto importante, eh, em que Kardec diz assim: "Se o Cristo, se Jesus é a expressão mais pura da lei divina, não é a expressão mais pura da lei divina, porque ele escreveu o livro explicando. Jesus não é a expressão mais pura da lei divina, porque ele fundou o movimento religioso humano. Jesus não é a expressão mais pura da lei divina simplesmente porque ele falou no sermão do monte.
ando. Jesus não é a expressão mais pura da lei divina, porque ele fundou o movimento religioso humano. Jesus não é a expressão mais pura da lei divina simplesmente porque ele falou no sermão do monte. Ele é a expressão mais pura da lei divina porque ele a viveu integralmente. E nós temos que fazer uma distinção muito clara entre divulgar uma mensagem e vivê-la, né? Nós podemos tomar só um ponto que é o do perdão, onde o Cristo na cruz viveu integralmente todos os aspectos do perdão. Por isso ele é a expressão mais pura da lei divina. Então Kardec se pergunta, então para que espiritismo? Está na questão 627. Para que espiritismo? E os espíritos respondem. E aí eu passo para pra gente conversar. Jesus empregava a miúde frequentemente parábolas e alegorias. cumpre tornar clara a sua mensagem e deu a todos nós uma tarefa que é a tarefa de extrair o espírito da letra, a tarefa de lidar com a parábola, lidar com a alegoria para tornar claro os sentidos da alegoria, não o sentido, os sentidos da alegoria. Porque o espírito da categoria de Jesus quando fala, fala em múltiplas camadas, cada camada adequada a um grau de desenvolvimento espiritual e só pode atingir determinadas camadas à medida que a gente vai evoluindo e alcançando a percepção, a visão dessas camadas. Então, Cristo fala nas suas palavras para espíritos da sua categoria e para todos os espíritos que estão abaixo da sua categoria na escala espírita, na escala da evolução. Portanto, o trabalho de interpretar o ensino de Jesus não é meramente um trabalho de interpretação de texto, é um trabalho de evolução espiritual, porque tem conteúdo do ensino de Jesus que você só acessa quando atinge um grau espiritual de evolução. Não é só montar reunião de estudo, né? E é Vamos começar, Rafa. Vamos só introduçãozinha. >> Pois é. Eu acho que eu nunca vi tanta gente. E vocês acham que é fácil falar aqui de cima? >> Não é. >> Eu já juntei a perninha na cadeira aqui para ela não tremer. Muito bom dia, minhas queridas amigas,
s é. Eu acho que eu nunca vi tanta gente. E vocês acham que é fácil falar aqui de cima? >> Não é. >> Eu já juntei a perninha na cadeira aqui para ela não tremer. Muito bom dia, minhas queridas amigas, meus queridos amigos, >> aqueles que nos ouvem pelas redes sociais. O meu coração me pede para dizer algo antes de entrar naquilo que você colocou. Eu venho das tradições católicas, das tradições franciscanas. O meu amigo Álvaro Morderrai, meu irmão querido, vem das tradições judaicas e o Arold mestre de nós ambos. >> Tão ruim de >> Então vocês observem. Nós poderíamos ter algo que nos separasse, mas hoje nós temos algo que nos une, o amor de Jesus. Nós poderíamos ter algo, nós poderíamos ter religiões que nos tornasse inimigos. Ele na crença dele, eu na minha crença. Mas nós hoje estamos unidos pelo coração, porque os discípulos de Jesus, de Abraão, de Isaque, de Jacó, serão conhecidos por muitos se amarem. Então eu penso que esse é o momento de nós espíritas nos unirmos. Chega de muros, chega de guerras, chega de brigas, chega de eu pensar de um jeito, você pensar do outro e nós estabelecermos uma barreira intransponível. Lembrando de Bezerra de Menezes que Haroldo já citou. Separados nós somos pontos de vista, unidos nós somos força. Nós estamos destinados a construir o reino de Deus na terra. E o benfeitor Emmanuel costuma nos dizer que Deus atende a criatura humana através da criatura humana. Então, Deus precisa de você, precisa de vocês, precisa de nós. Então, hoje, antes de entrar na resposta, eu quero dizer: Eu te amo, Álvaro, >> e ao mestre com carinho. Eu te amo, Arô. ama você agora. Então, >> quando vocês tiverem oportunidade no congresso, abracem uns aos outros, digam uns pros outros que vocês amam. Saiam daqui embuídos desse entusiasmo, porque entusiasmo do grego quer dizer Deus dentro de mim, Deus agindo através de mim. Porque o movimento espírita não é o movimento espírita. O movimento espírita somos nós. Não se preocupem com números. Números deixemos pro IBGE, deixemos pro
dentro de mim, Deus agindo através de mim. Porque o movimento espírita não é o movimento espírita. O movimento espírita somos nós. Não se preocupem com números. Números deixemos pro IBGE, deixemos pro Elahrá. Preocupemo-nos com qualidade. Preocupemo-nos em amar cada vez mais, servir cada vez mais, fazer cada vez mais pontes de ternura com as outras pessoas. Sermos fiéis a Jesus, sermos fiéis a Kardec. E o que o Aruto me perguntou, eu já esqueci. Era só fazer introdução. Era só, >> mas eu penso que agora eu acordei todo mundo. Questão 627 do livro dos espíritos. Para que espiritismo se Jesus já disse tudo? É a pergunta que todos nós nos fazemos. Porque Jesus falava por parábolas, meus amigos. Parábolas vem revestidas de símbolos, de analogias, de metáforas. Coube o Espiritismo trazer tudo de uma forma clara para que ninguém dissesse: "Eu não entendi, eu não sabia". Será que hoje tem alguém aqui que pode dizer: "Eu não entendi? Eu não sabia. Vocês viram ontem as manifestações mediúnicas através do Florêncio. Eu olhava, eu falei: "Meu Deus". E por fim, com os pés, a gente precisa de mais algo? Então, o Espiritismo veio pegar aquilo que Jesus nos trouxe. Olha, o que Jesus disse é isso. Na época, talvez vocês não tivessem olhos para ver e ouvidos para ouvir. O espiritismo veio dar voz através dos espíritos imortais para que hoje nós tivéssemos a compreensão e não nos utilizássemos de uma figura do direito, Aroldo, que é a escusa mental. Eu não sabia. Então, por que as parábolas? Para que a gente possa entender na magnitude com a a pérola que a doutrina espírita nos traz aquilo que Jesus nos falou há tanto tempo, porque Jesus falava conforme os tempos e os lugares. Para falar com a dona de casa, ele falava de fermento, ele falava de farinha. Para falar com o homem que trabalhava nos campos, ele falava do grãozinho de mostarda. Falava do agricultor, >> ovelha. >> Da ovelha. a ovelha que era carregada nos ombros, né, Aroldo? Para falar com o pescador, ele falava da rede. O
hava nos campos, ele falava do grãozinho de mostarda. Falava do agricultor, >> ovelha. >> Da ovelha. a ovelha que era carregada nos ombros, né, Aroldo? Para falar com o pescador, ele falava da rede. O espiritismo pegou tudo isso e transformou em caridade, transformou em imortalidade, transformou em reencarnação, transformou nessa proposta para que hoje nós tivéssemos esse consolador para nos guiar nesses dias difíceis. Imaginem as vossas vidas sem a doutrina espírita. Então, as parábolas, que estão 290 do livro Consolador são sementes que Jesus lançou para que elas crescessem. Elas são sempre as mesmas. Quanto mais a gente evolui em espírito e verdade, mais a gente pega significados novos. E hoje a gente tem possibilidade de pegar significados novos nas parábolas que Jesus contou há mais de 2000 anos. Excelente manhã a todos. Eu tô dando a risada do Haroldo falando da minha foto. Acho que aquela foto eu tinha 30 kg a menos e 30 anos a menos. Então, é sempre uma alegria encontrar a vocês, meus amigos, principalmente trabalhando no bem, que a gente sabe que isso se estende pra nossa eternidade e fica gravado nos nossos corações. Então, as vibrações de cada um daqueles aqui presentes, nós compreendemos que, apesar de qualquer conhecimento sobre o judaísmo, talvez um pouco mais aprofundado, diante das parábolas, somos todos aprendizes. diante do espiritismo e do evangelho, somos todos aprendizes. Eu vou trazer aqui algumas contextualizações históricas para que a gente possa entender um alguns aspectos importantes. Por exemplo, quando a gente tá no império romano falando e ouvindo sobre Jesus, nós nos tornamos criminosos diante da lei. Se você for cidadão romano, você pode ser decaptado. Se você não for cidadão humano, você vai ser crucificado como foram todos os apóstolos, com a exceção de João e Judas. Nós então encontramos um momento da história onde quando aqueles que eram então determinados seguidores do caminho, já que não existiu o cristianismo, a palavra cristianismo vai surgir na
oão e Judas. Nós então encontramos um momento da história onde quando aqueles que eram então determinados seguidores do caminho, já que não existiu o cristianismo, a palavra cristianismo vai surgir na Antioquia com Lucas, muito depois ou um pouco depois, quando nós vamos falar sobre o evangelho, sobre os ensinamentos do Cristo, nós nos tornamos perigosos. Porque diante da lei romana, se alguém está falando sobre quem fala sobre um reino que não é o império romano, está diante de um crime. Então, se eu venho aqui e começo a falar no Império Romano sobre os ensinamentos de Jesus, eu estou como criminoso e aqueles que permanecerem unidos, ou seja, todos vocês, responderão por igualdade. Ao tempo do imperador Adriano, você tinha a oportunidade de negar. Ao tempo de Nero, você imediatamente seria queimado, se tornaria uma tocha humana. E o que que isso leva a uma ruptura entre as comunidades judaicas que viviam na sua integralidade o conhecimento da Torá e do Antigo Testamento, vamos assim dizer. E quando se aproximava, por exemplo, o Aroldo naqueles dias, acho que você não tava falando de cristianismo, tava? >> Acho que não, >> acho que não, né? Mas vamos supor que ele iria falar sobre o cristianismo naqueles dias. Nós precisávamos de maneiras de colocá-lo afastado de nós. E pelo judaísmo, pelo Talmud, pela lei judaica, isso é proibido. Eu não poderia afastar o Aroldo por conta do risco que ele apresenta em função de uma ideologia, mas de uma ideia. Mas nós somos humanos. Eu tenho certeza que se o que eu fosse falar aqui colocasse a maior parte de nós presos, mesmo que fosse a verdade do reino dos céus, a maior parte não permaneceria. Fala: "Eu tenho família, eu tenho filho para criar, eu tenho criança, eu tenho os meus negócios". Quantas pessoas sob a minha responsabilidade? É por isso que a gente vê num livro, 50 anos depois, 300 pessoas na nas catacumbas sendo aprisionadas com Ciro Inestório e só 30 indo ao martírio. Porque 270 falaram: "Eu tenho outras coisas, não dá para eu morrer". em nome
vê num livro, 50 anos depois, 300 pessoas na nas catacumbas sendo aprisionadas com Ciro Inestório e só 30 indo ao martírio. Porque 270 falaram: "Eu tenho outras coisas, não dá para eu morrer". em nome dessa ideia, criou-se uma cisão entre aquilo que se tornaria cristianismo e ojudaísmo. Essa cisão, ela permanece até os dias de hoje, porque nós reencarnamos muitos séculos negando a primeira revelação. Então, ponto inicial para nós compreendermos as parábolas, nós precisamos ressignificar o nosso olhar sobre a primeira revelação. Porque Jesus, no capítulo 30 do Evangelho de Lucas já tinha sido crucificado, já havia ressurreição. Ele tem a sua última aparição para os apóstolos. Ele se materializa na estrada de Emaús e ele desce com dois discípulos. E ele conversando sem aqueles discípulos o reconhecerem imediatamente, ele conversando com aqueles discípulos, eles eles falam: "Só você não sabe o que se deu em Jerusalém?" O Messias foi crucificado. E Jesus, então, explicando a lei de Moisés e os profetas, Jesus se materializou >> pela última vez naqueles dias para que ele pudesse explicar Moisés e os profetas para se compreender o Antigo, o Novo Testamento e as a lição vivida e exemplificada por Jesus. os fatos do dia a dia. E muitas vezes a gente olha para as parábolas, que são 1/3 do Evangelhos sinóticos, e esquece de retirar todo esse contexto que é fundamental e importante do ambiente em que Jesus vivia, da cultura e da lei judaica viva e jamais contestada por Jesus em sua essência. E nós vamos nos afastar um pouco dessa dessa realidade para interpretação do texto. Agora, o que nos trazem as parábolas? Ontem nós conversávamos, Haroldo, e você conversando comigo me disse assim: "Álvaro, você coloca o cli, você coloca o recipiente e a resposta vem segundo o recipiente que você colocou". Isso é utilizado por Emanuel no prefácio do livro Avec Cristo, mas é uma clássica ideologia, uma clássica ideia do Talmud. Quando nós estamos diante de mestres, nós devemos saber realizar perguntas.
. Isso é utilizado por Emanuel no prefácio do livro Avec Cristo, mas é uma clássica ideologia, uma clássica ideia do Talmud. Quando nós estamos diante de mestres, nós devemos saber realizar perguntas. Ou Jean Jaque Russ diria, questionar é uma arte para os sábios. Allan Kardec faz 1019, mais de 1019 perguntas aos espíritos com uma sabedoria gigantesca. Quantas vezes, Dr. Paulo, diante de espíritos materializados, sob a mais profunda pureza das comunicações, nós não sabemos o que perguntar, verdade, meu amigo? Então, as parábolas elas nos permitem não fechar ideias, fechar ideias em torno de pequenos blocos ou pequenas pastas, mas eu posso obter uma ideia e uma interpretação completamente diferente da do Haroldo. E diante do judaísmo e da ideia das parábolas, da construção da ideia de parábolas, isso faz parte da construção de um pensamento maior, porque demonstra a fragilidade do meu raciocínio e permite que o clique, que o recipiente que eu coloco diante de uma parábola, ele venha a se tornar maior por inúmeras reflexões realizadas a partir do contexto, a partir da lei judaica, a partir do momento em que Jesus expressa E a interpretadas, seguidas. É, e esse é um ponto importante, né, Álvaro, porque eh toda o Novo Testamento e a linguagem do Novo Testamento, embora ela tenha sido redida em grego, o ambiente cultural está lá no capítulo um do Kardec, o Evangelho Segundo Espiritismo, notícias históricas. O ambiente ali era um ambiente em que a língua, a língua litúrgica era o hebraico. O hebraico é a língua do estudo, ele é a língua da liturgia, a língua da oração, ele é a língua da Torá, mas ele não é a língua da interpretação. Olha que coisa curiosa, né? A língua da interpretação é o aramaico, né? Tem muitos trechos de aramaico ali que era a língua falada na Galileia, mas é um ambiente semítico. Então, parábola do grego é é isso, é a metáfora, é a alegoria. Mas no hebraico, se você chegasse para Simão Pedro, o apóstolo, e falasse assim: "A parábola, ele não ia entender."
um ambiente semítico. Então, parábola do grego é é isso, é a metáfora, é a alegoria. Mas no hebraico, se você chegasse para Simão Pedro, o apóstolo, e falasse assim: "A parábola, ele não ia entender." Parábola. Parábola. Não, parábola. que que é parábola, né? Mas ele entendeu machalo, que é um gênero de linguagem no qual todo o Velho Testamento foi escrito. E aqui eu queria só pra gente brincar um pouquinho, né, a texto faz, né? Ele não quer fechar. Tem uma poesia do Gilberto Gil que é não se meta com o pote do poeta, porque quando o poeta diz pote, ele pode estar querendo dizer o inconto, né? O texto bíblico tem isso, ele não quer fechar. Eu vou trazer um exemplo, dois exemplos bem legais assim que vão ilustrar pra gente do de que material é feito o Novo Testamento, porque como ele não quer fechar, ele não tem essa ideia de a interpretação nem no direito, tá gente? Nem no direito, né? a interpretação, isso não existe, né? Por isso que tem jurisprudência, você tem entendimento divergente, né? Mas como ele não quer fechar, ele vai construindo elementos pra gente ampliar. Então, por exemplo, Deus no início do processo, no começo do processo de criação dos céus e da terra, a terra era vazia e sem fome e disse Deus: "Haja luz". J luz foi o dia primeiro e viu Deus que era bom. E foi o dia segundo e viu Deus que era bom. E foi o dia terceiro e viu Deus que era bom. E criou Deus o sol, a lua, os luminares. E foi o quarto dia e viu Deus que era bom. Como é que contou o primeiro, segundo e o terceiro? Não tinha sol, nem lua, nem estrelas. Então, é esse tipo de sutileza que é a linguagem alegórica, alegoria. Você não quer fechar, você quer abrir, né? Ontem eu tava conversando com o Álvaro, sobre um texto engraçadíssimo, né? Abraão acordou e preparou o jumento. Aí Abraão acordou e preparou o jumento e chamou o seu servo. Se você tem notícia histórica, se você conhece o contexto, tem um probleminha aí. Abraão é um senhor de servos e é um patriarca. Ele não prepara jumento. Ele não prepara jumento. Ele manda um
u servo. Se você tem notícia histórica, se você conhece o contexto, tem um probleminha aí. Abraão é um senhor de servos e é um patriarca. Ele não prepara jumento. Ele não prepara jumento. Ele manda um servo preparar. Então ele preparou o jumento. É curioso isso para quem é atento, para quem tá entendendo o contexto, fala: "Gente, que jumento é esse?" Não é? Preparou o jumento, chamou o servo, pegou seu filho Isaque e foram pro monte. para fazer o sacrifício de Isaque. Ele imaginava o sacrifício de Isaque. Só que ele foi andando. Por que que Abraão preparou o jumento para ir andando? Que jumento é esse? chegou aos pés do monte, subiu com Isaque. O jumento ficou com o servo. Abraão, naquela alegoria vai sacrificar o seu filho. Olha, atenção a isso. No momento que ele vai sacrificar, a voz diz: "Não é alegoria. Não é você que vai sacrificar seu filho. Sou eu. Eu vou sacrificar meu filho. Que filho? E diga, ele não é o cordeiro. O cordeiro é esse aqui. E aparece um cordeiro preso pela cabeça, pelo chifre, em espinhos. Qual pessoa que você conhece que a cabeça tá presa em espinho? Então ele pega o cordeiro cuja cabeça tá entre espinhos, sacrifica o cordeiro e desce. Cadê Isaque? Não sei. Abraão desceu e voltou para casa com o servo. Cadê o jumento? Cadê o jumento? O jumento que Abraão preparou que ficou no pé do monte. Aí vem a profecia de Zacarias e o Talmude. A gente tava conversando ontem sobre isso. O Talmude diz assim: "Quem vir o jumento viu o Messias". Entender onde veio o jumento? o verdadeiro. E a profecia de Zacarias diz assim: "O Messias virá sobre o jumento." Qual jumento? O jumento que Abraão preparou. Por isso que Abraão preparou o jumento. Então, e essa é a riqueza da alegoria. Essa é a riqueza da alegoria. Por isso que quando Jesus tá entrando e fala assim: "Vai adiante e tem um jumento preparado, né? Agora, se você me perguntar assim, Aroldo, mas é o mesmo jumento?" Eu vou falar assim: "Qual jumento?" Então vamos deixar o jumento só para alegoria. O jumento não pode ser quem lê.
nto preparado, né? Agora, se você me perguntar assim, Aroldo, mas é o mesmo jumento?" Eu vou falar assim: "Qual jumento?" Então vamos deixar o jumento só para alegoria. O jumento não pode ser quem lê. O jumento tem que ser lido, porque é evidente que nós estamos diante de uma alegoria maravilhosa. E Jesus entra em Jerusalém montado no jumento. Qual jumento? O jumento que Abraão preparou. Por que o que é o jumento que é Abraão, gente? porque ele é o patriarca do monoteísmo. Tem um mundo de coisa aí, não é? Eu só só esse jumento. Para entender esse jumento, você tem que ler o capítulo um do Evangelho Segundo Espiritismo, que é não vim destruir a lei. Primeira revelação, segunda revelação, terceira revelação. Você tem que ler questão 625, 627 para entender um jumento. Percebe, gente? Então, é disso que nós estamos falando. É. é dessa riqueza, né? É desse contexto. Ah, mas isso causa um desconforto, porque eu sou um espírito que sempre nasci na Grécia, na tradição ocidental. Então, eu tô acostumado com a racionalidade. Problema seu. O problema é seu, porque a revelação não foi feita para te agradar. A revelação foi dada para ser consistente. Não é a revelação que vai se deslocar até você. É nós que temos que nos deslocar. Por isso Kardec diz assim: "Sem o conhecimento dos aspectos históricos da cultura, tá lá notícias históricas do estado do povo hebreu, muitos pontos dos evangelhos são incompreensíveis. são incompreensíveis, não é? E o ruim é quando alguém que não se dá ao trabalho de investigar isso se mete a interpretar a Bíblia. Aí eu fico triste pelo jumento. Não consegui. Claro. Chemai Israel. Adonaielo reino. Adonai errar. Falei certo, Álvaro. Tá no texto do Deuteronômio, capítulo 6, verso 4. Ouve, ó Israel, o Senhor é o teu Deus, o Senhor é um. Ouve. As parábolas vem da tradição oral, contação de histórias, para que nós meditemos na simbologia, não na letra. Não por outra razão, Saulo que se fez Paulo, que era um rabino, ele escreveu na segunda epístola aos Coríntios, no
ição oral, contação de histórias, para que nós meditemos na simbologia, não na letra. Não por outra razão, Saulo que se fez Paulo, que era um rabino, ele escreveu na segunda epístola aos Coríntios, no capítulo 3, verso 6, a letra mata. O espírito vivifica. Para que nós compreendamos na profundidade as parábolas, nós precisamos entrar na profundidade do espírito e deixar a letra, porque senão a gente come a casca e joga a banana fora. Vocês entenderam, meus amigos? todo estudioso das Escrituras, seja do Antigo Testamento, seja do Novo Testamento, aliás, é bom falar o primeiro testamento e o testamento mais recente, porque o Antigo Testamento pode ficar até assim ultrapassado, >> ultrapassado, mas não é ultrapassado. Nós precisamos meditar na simbologia, porque a nossa cultura greco-romana, Aroldo Vale, que tá escrito agora, a cultura judaica da qual veio Jesus era a cultura daquilo que o texto evoca, dos símbolos, da essência, das metáforas. Então, Aroldo trouxe o trecho da aedade de Isaque, ou seja, quando Abraão subiria ao monte para matar o seu filho. Mas não era sobre a morte de um filho que nós estávamos falando. Talvez seja que levanta uma hipótese de um processo de adoração de Abraão na relação da sua parentalidade. Mas isso fica para as nossas interpretações. Se nós caminharmos um pouco mais nas 10 pragas do Egito, nós temos que a décima praga seria a morte dos primogênitos. Olha como os textos conversam entre si. E qual seria a décima praga? Morreria o primogênito de todas as famílias, tanto dos hebreus quanto dos egípcios. Mas o trato feito com Moisés é que o cordeiro deveria ser sacrificado. Olha o cordeiro lá que foi morto no lugar de Isaque. Olha o cordeiro presente novamente na décima praga. Com o sangue do cordeiro, eu passo no umbral da porta para que quando venha o anjo da morte ele possa saltar. A palavra pensa saltar, mas igualmente quer dizer passagem. Nós não estamos falando de morte, nós estamos falando de uma transformação, de uma passagem. Saí do Min. É isso,
da morte ele possa saltar. A palavra pensa saltar, mas igualmente quer dizer passagem. Nós não estamos falando de morte, nós estamos falando de uma transformação, de uma passagem. Saí do Min. É isso, Edg. Gente, eu preciso fazer aulas de hebraico, tá? Aquilo que me comprime, aquilo que me constrange passar pelo deserto, pela peregrinação, para me tornar um espírito melhor. Vocês percebem que nenhum momento eu estou trabalhando com literalidade? Eu estou trabalhando com símbolos, com essência. Agora vejamos se não é o mesmo cordeiro pascal que nós nos tempos da igreja chamamos o cordeiro de Deus, que é Jesus de Nazaré, que a igreja tomou do símbolo lá da Aquedade Isaque, lá da 10ma praga do Egito. Agora era Jesus que morreria para redimir os pecados da humanidade. Vocês percebem que tá tudo interligado? Se nós pararmos para pensar, Jesus não morreu por nós, ele viveu por nós. Essa é a parábola. Ele morreu para nos ensinar o amor. Morreu para nos ensinar como viver. Morreu para nos ensinar a viveu para nos ensinar como perdoar, como conviver com as pessoas. viveu para nos ensinar a imortalidade, viveu para que hoje nós tivemos um caminho, uma verdade e uma vida. E para tanto, eu quero lembrar dois trechos do meu aprendizado espírita que são muito importantes. O primeiro deles com Divaldo Pereira Franco, quando eu estava na concha acústica da GE, ele interpretou a parábola do tesouro, porque nós temos ali no capítulo 13 de Mateus sete parábolas, conhecida como as parábolas do reino que falam da intimidade. E uma das parábolas é o seguinte: o reino de Deus é tal qual um homem que encontra um tesouro e ele larga tudo e vai ficar com aquele tesouro. Nós estamos falando de tesouro ou nós estamos falando do nosso encontro com Jesus, nosso encontro com o evangelho, da nossa transformação moral e da ressignificação dos nossos passos. Divaldo, na concha acústica da UERGE, já próximo dos seus 90 anos, ele disse assim: "Quem encontrou o Espiritismo não encontrou o mapa do tesouro, encontrou o
l e da ressignificação dos nossos passos. Divaldo, na concha acústica da UERGE, já próximo dos seus 90 anos, ele disse assim: "Quem encontrou o Espiritismo não encontrou o mapa do tesouro, encontrou o próprio tesouro, porque o espiritismo é Jesus de novo no coração do povo." Relembrando uma frase de Francisco Cândido Xavier: "Ah, eis a parábola. Nós precisamos meditar, precisamos mergulhar na profundidade para extrair a pérola". Por isso Emmanuel falava do colar de pérolas. E agora eu quero lembrar de Raul Teixeira interpretando a parábola da pérola. O reino de Deus é tal qual um comerciante que acha a mais bela pérola. vende tudo o que tem, compra aquela pérola e fica com ela. Nós estamos falando de pérolas, nós estamos falando de comércio, ou nós estamos falando da pérola da nossa intimidade, da nossa renovação, da nossa transformação para Deus. Vocês sabem como é que nasce uma pérola? Da dor da ostra. Porque entra um grãozinho de areia na ostra ou entra alguma bactéria ou um restinho de concha. O que que a ostra faz? Ela vai envolvendo aquele grãozinho de areia com ncar e com correr dos anos ou das décadas nasce a ostra. Nasce a pérola. Me concertem, gente. Então, a pérola nasce da agressão da ostra. Nós não somos agredidos pelos caminhos do mundo. Nós não passamos pelos caminhos da dor, da dificuldade, que Allan Kardec chama de vicissitudes. Qual a parábola? Para que nça a pérola do homem renovado, nós passaremos pelas dificuldades, tal qual a ostra que na sua intimidade gerou a pérola. Vocês são a pérola. As parábolas têm esse sentido profundo. E Raul Teixeira contando essa história, eu agora reconto para vocês. E nós nos damos conta que partindo da primeira revelação, judaísmo, da segunda revelação, cristianismo, Jesus, nós chegamos hoje no espiritismo e está tudo conectado. Conecta espiritismo. A tarefa agora é nossa. Bom, você trouxe, Aroldo, até pesquisei aqui um pouquinho sobre a parábola do Gênesis, sobre a criação do universo e do nosso mundo. E tem um trecho aqui que
necta espiritismo. A tarefa agora é nossa. Bom, você trouxe, Aroldo, até pesquisei aqui um pouquinho sobre a parábola do Gênesis, sobre a criação do universo e do nosso mundo. E tem um trecho aqui que diz assim: Deus disse: "Seja luz". E houve luz. Deus viu que a luz era boa, fez a separação entre luz e trevas. Chamou Deus à luz de dia, as trevas de noite. Dia primeiro, fez-se o dia, fez-se a noite, dia um. É tão óbvio para quem nasceu no Oriente e que não tem o desenvolvimento do raciocínio greco-romano. Porque no Oriente, especificamente no Oriente Médio, a parábola é a primeira e é a forma de linguagem principal. Então, fez-se a noite, fez-se o dia, dia um. Aí os rabinos vão lá e perguntam: "Como que você fez noite e dia junto? Como que noite e dia foi feito junto, criado junto? É uma parábola. Bom, só tem uma hipótese, uma possibilidade. Com licença aos terraplanistas. O mundo é redondo, é esférico, enquanto em um hemisfério é noite, no outro é dia. Só que isso tá interpretado tem 2000 anos. Tá registrado em texto bíblico do judaísmo há 1800 anos escrito. Isso é a razão porque nós nos encontramos no Brasil. Porque Isaac Nafut no século XI, debruçado sobre os escritos de Binesra, um grande rabino, na Península Ibérica, ele fala assim: "Pera aí, se a Terra é redonda e temos uma estrela que ela é tá sempre parada no céu, estrela polar norte, quando eu me distanciar de determinado ponto na angulação da Terra, eu consigo calcular a distância. grandes navegações possibilitado por uma parabola escola de Sagres, escola Henrique de Sagres, que é o Ilelo. >> Exato. Que é um rabino. Então a gente encontra uma parábola trazendo o Brasil à civilização no Antigo Testamento. Mas esa aí, essa parábola é ciência, filosofia ou é religião? ou é os três são os três juntos no Antigo Testamento. Então isso é uma uma parábola do Antigo Testamento que impacta os nossos dias e que nós, por lermos a literalidade colocamos as pessoas nas fogueiras quando disseram que não era dessa forma.
stamento. Então isso é uma uma parábola do Antigo Testamento que impacta os nossos dias e que nós, por lermos a literalidade colocamos as pessoas nas fogueiras quando disseram que não era dessa forma. Então, Salomão fala da seguinte forma no livro de Eclesiastes. Levadam. Como a água reflete a face na face, o coração do homem reflete o homem no homem. Pera aí. Como a água reflete a face na face. Por que que esse rei Salomão não escreveu espelho? Espelho existia. Tá escrito lá registrado no livro de Êxodos, que as mulheres que saíram do Egito levaram espelhos. Ele era feito com uma superfície metálica muito bem polida. Então, por que que Salomão não usou o espelho? Por que que você vai usar a água para refletir a face? Porque se você quiser se enxergar, você precisa de se abaixar diante de si mesmo. É a parábola da humildade. De pé você não enxerga quem você é. Diante da arrogância e do orgulho, nós não nos enxergamos. Você precisa se abaixar, se tornar humilde para procurar enxergar a sua imagem na face da água. E ele tá dizendo, da mesma forma que eu só consigo enxergar a mim mesmo através da humildade, se eu quiser enxergar os frutos do meu coração, eu preciso do outro. E se eu me portar diante do outro sem a humildade que eu necessito diante de mim, eu vou falar muito sobre mim e vou ouvir pouco e enxergar pouco sobre o outro. É óbvio, né? para quem nasceu no Oriente e tá habituado com as parábolas da mesma forma da qual Jesus trazia. Então, existe uma parábola que ela traz uma completa e diferente interpretação do da de César o que é de César. Porque conta-se que irá tava chegando em Migdal. Mdala. Édala, >> Magdala. >> Eh, tava chegando em Magdala e ele passa por um homem e esse homem era muito feio e ele fala: "Nossa, de onde você vem? Todo mundo é feio como você?" E a resposta do homem feio foi: "Pergunte pro artesão que me criou". A sua resposta é perfeita. E ele se cala. Elazar vê que ele pisou na bola com Deus e com o homem. E eles seguem andando juntos. Quando
resposta do homem feio foi: "Pergunte pro artesão que me criou". A sua resposta é perfeita. E ele se cala. Elazar vê que ele pisou na bola com Deus e com o homem. E eles seguem andando juntos. Quando adentram a cidade de Magdala, as pessoas começam a dizer: "Olha, o grande rabino é Lazar". Ele fala: "É, esse é o grande rabino a quem olha a exterioridade e não a essência. Eu estou disposto a saudá-lo se ele pedir desculpas a mim." E o grande rabino disse: "Me perdoa por ter enxergado a sua aparência. e não a sua centelha divina. Diante dessa passagem, fica notório e claro para todos os homens, o que se deve enxergar é essência divina. Chegam a Jesus e dizem assim: "É preciso pagar tributos? Se ele falasse não, não pague, ele cometeu uma um crime para o império romano, então ele seria preso antes do tempo. Então ele não podia dizer não, não pague. Se ele dissesse pague, vão falar pera aí, são aqueles que estão nos escravizando, são aqueles que estão tomando os nossos filhos, os nossos bens, a nossa vida. Você está apoiando aos romanos? Então não tinha resposta para Jesus dar. É uma pergunta verdadeiramente feita por um talmudista, por alguém que conhece a dialética judaica, como tantas outras do evangelho. Então Jesus fala: "Mostra-me uma moeda, dai a César o que tem nela. César, dai a César o que é de César. Ele não falou paga o imposto. Ele tá falando usa os seus recursos para servir a todos os homens, independente de serem galileus, fariseus, romanos, porque dentro de todo ser existe uma centelha divina. Ame a todos. Ele não falou em momento algum, como nós estamos habituados a falar. É óbvio para quem nasceu no Oriente Médio e aprendeu sobre símbolos, sobre a interpretação, ou melhor, sobre uma linguagem primária, porque a interpretação dela faz parte do ideário grego, greco-romano. Então, olha só que coisa interessante o que Jesus tá dizendo. Existe uma lei muito maior que a lei divina que me pede para que eu enxergue a todos como irmãos. E não que eu observe a lei dos
o-romano. Então, olha só que coisa interessante o que Jesus tá dizendo. Existe uma lei muito maior que a lei divina que me pede para que eu enxergue a todos como irmãos. E não que eu observe a lei dos homens que são caracterizadas e construídas por inteligências que muitas vezes se debruçam sobre o egoísmo e o personalismo. A lei divina essa enxerga todas. A gente não pode querer colocar Jesus na mesma condição que a nossa. Então são pequenas parábolas. Como eu me lembro, um dia hou muitas conversas com Aroldo, com outros amigos e eu falando sobre o texto bíblico, eu falo: "Gente, mas isso é tão óbvio, não tem por explicar". E o Aroldo vira para mim e fala: "Masinal, isso não é óbvio, isso para você tá claro, mas a maior parte de nós não enxerga como um como um oriental, enxerga o texto como um ocidental. Então, observar a palavra como uma referência é importante, mas existe diferença de parábola, machala, agadá, história contada e alahá. Não, ela alahá. Qual é a diferença? A parábola quer falar sobre questões que nós precisamos interpretar segundo a nossa condição e posição. André Luiz, a vida no mundo espiritual, ele coloca a perspectiva do seu espírito coordenado por uma pleide de espíritos robustamente superior. traz uma mensagem maravilhosa, mas que não encerra o entendimento da vida no plano espiritual. Kardec se usa do recurso pedagógico na escala espírita para falar são referências ou para sobre a evolução dos mundos são referências. É por isso que tem um hospital no plano espiritual reservado a nós espíritas, porque é verdade, porque a gente lê aquilo com literalidade e até briga. Aqui em Juiz de Fora não, mas em outros lugares eu ouvi que tem briga. A gente acaba brigando por pontos de vista que muitas vezes tão trazendo uma pequena faceta do todo. E quando o propósito não é eu enxergar por uma faceta, é eu utilizar essa faceta para me aproximar da faceta que é diferente, antagônica do Haroldo, do Rafael, do Elarrá, do professor Celestino, de cada um de vocês.
ósito não é eu enxergar por uma faceta, é eu utilizar essa faceta para me aproximar da faceta que é diferente, antagônica do Haroldo, do Rafael, do Elarrá, do professor Celestino, de cada um de vocês. Porque Emanuel não queria que nós nos tornássemos oradores para conduzir o movimento espírita, mas para nos tornarmos pensadores do Espiritismo. E pensador implica a responsabilidade de todos procurarmos caminhos para bem interpretar o texto bíblico e a obra de Kardec. A gente, nós temos quatro minutinhos, né, pra gente encerrar, então só fazer um Ah, que pena, tá vendo? Eh, então, palavras bem rapidinhas, né? Eh, e eu quero encerrar, depois passo pros pros meus amigos, eh, só dizendo o seguinte, toda a parábola de Jesus, a parábola tradicional, né? Porque existe a parábola, enquanto alegoria, linguagem metafórica, existe a parábola tal qual nominada, né, que geralmente começa assim: "O reino dos céus é semelhante a, né? Isso aí era assim que Jesus começava suas parábolas clássicas, né? E tem parábolas dispersas, por exemplo, eh, os últimos serão os primeiros, primeiros serão os últimos." É uma parábola, né? Então, é uma linguagem metafórica, né, no sentido grego. Mas o que eu queria, para fechar aqui, é só trazer uma reflexão. Quando o Cristo planetário que recebeu das mãos do todo-pereroso a nebulosa para formar o nosso planeta, Cristo planetário há mais de 5 bilhões de anos. Espírito, segundo a revista Espírita, fevereiro de 1867, que atingiu o mais alto grau da hierarquia celeste, se encarna e quer nos dizer o que é o reino dos céus, as moradas celestes, não seria inteligente da nossa parte, espíritos imperfeitos, habitantes de um mundo de expiação e prova, querermos alcançar a integralidade do pensamento de Jesus. Então assim, gente, se você esqueceu tudo aqui, inclusive do jumento, lembra só de uma coisa. Lembra só de uma coisa? Quem contou a parábola é superior a você que a está interpretando. Quem contou a parábola é muito superior a você. Porque se você se aproxima da parábola,
mbra só de uma coisa. Lembra só de uma coisa? Quem contou a parábola é superior a você que a está interpretando. Quem contou a parábola é muito superior a você. Porque se você se aproxima da parábola, achando que você tem a estatura espiritual de quem a construiu, realmente você vai precisar de um hospital para espírita no mundo espiritual. Esse é o primeiro ponto. Mas tem uma dica. Tem uma dica. Eu, Aroldo, em virtude da somatória das minhas encarnações, das minhas experiências, da minha caminhada de espírito, sou singular e absolutamente diferente do Rafael que sou. Não, e cortaram aí, né, os minutos não vamos passar que que sou diferente do Álvaro. Então, o que que eu faço? Parte da parábola eu não consigo captar. Então eu estudo junto com o Rafa, com o Álvaro, com vários outros, porque na somatória eu vou captar mais. >> Eu acho que a gente podia levantar e ir embora depois dessa, né? Mas é que o rei de pela febre faz, >> meus amigos, eu quero agradecer a cada um de vocês. Quero agradecer a direção do Conecta Espiritismo, na pessoa da Ivana, que propiciou que nós nos reuníssemos aqui hoje. Para mim é um sonho, tá gente? Falar do lado do Aroldo, falar do lado do Álvaro, mas o sonho maior é trabalhar para Jesus. Todos os dias quando eu acordo pela manhã e convido a cada um de vocês que que nós podemos fazer para servir a Jesus e o evangelho? Que que nós podemos fazer para transformar o mundo num mundo melhor? Sigamos juntos. Façamos a nossa melhor parte. Nosemos cada vez mais. Porque nos diz o benfeitor Emmanuel numa fala que é muito citada pelo Haroldo lá na lição introdutória do livro Vinha de Luz. O Evangelho é o sol da imortalidade que o Espiritismo reflete com sabedoria para a atualidade do mundo. Hoje nós temos a doutrina espírita, que é esse sol da imortalidade que vem refletindo o evangelho de Jesus, nos ajudando na compreensão das parábolas, nos dizendo: "Nós somos imortais". Não temamos o que está acontecendo no mundo, pelo contrário, façamos a nossa parte, os
em refletindo o evangelho de Jesus, nos ajudando na compreensão das parábolas, nos dizendo: "Nós somos imortais". Não temamos o que está acontecendo no mundo, pelo contrário, façamos a nossa parte, os nossos melhores esforços para que o mundo seja cada vez melhor. Eu me acostumei a escrever pequenas poesias, pequenos sonetos e quero endereçar um a vocês intitulado A eterna esperança. Porque Jesus permanece a nossa eterna esperança. Quando as dores forem lancinantes e os olhos perplexos quiserem chorar, lembra-te das estrelas cintilantes que vieram o teu céu fazer brilhar. Quando triste te sentires sozinho, decepcionado com alguma afeição, tenta refletir por um pouquinho e verás quantos amam o teu coração. Quando então tua vida estremecer por crises e misérias que te fazem sofrer, busca em prece o celeste amigo. Pois em meio a tanta intemperança, és Jesus, a tua eterna esperança, que caminhará para sempre contigo. Muito obrigado. Vou terminar com uma parábola e com midrasche. Opa, lindo, maravilhoso. >> A parábola é que o nosso tempo acabou. >> E a gente sempre fala de disciplina, disciplina e disciplina. Mas o Midrache é que Kardec no viagem espírita de 1862 diz: "Excesso de rigor com horário é sinônimo de inferioridade." Então, diante disso, eu só tô justificando >> então, diante disso, >> maravilhoso, >> a gente quando interpreta parábola, uma passagem, a gente tá procurando a verdade. E uma vez alguém chegou pro Chico e disse: "Mas tá escrito desse jeito? Olha só, aconteceu dessa forma. E isso é a verdade." E o Chico falou assim: "Lembra, meu filho, que para cada gota de verdade é necessário 1 L de amor?" Então, quando a gente tiver diante de qualquer texto bíblico e qualquer vontade de interpretação ou de elevar um nível de entendimento de ideia, que esteja estejam as nossas verdades diluídas em 1 L de amor e caridade, para que a gente nunca venha a criar diferenças e entrar em trincheiras de guerra diante de interpretação e de perspectiva de movimento espírita,
as nossas verdades diluídas em 1 L de amor e caridade, para que a gente nunca venha a criar diferenças e entrar em trincheiras de guerra diante de interpretação e de perspectiva de movimento espírita, de casa espírita. Você começou falando de Dr. Adolfo Bezerra de Menezes. Então, que seja a unificação do nosso movimento em torno desse amor, desse respeito ao próximo. Para encerrar, eu vou dizer uma coisa. Nós somos muito rígidos. uns com os outros. E as nossas críticas são verdadeiras, estão pautadas em ponto de vistas reais, mas tá faltando diluir isso em 1 litro de amor. Não tá mais, não tá mais. demais. que acaba rápido fazer 6 horas assim, né? >> Com tempo para acabar o estudo. >> Meus amigos, eu quero dizer a vocês que agora não é o intervalo, porque nós temos uma surpresa muito especial. Vocês lembram que ontem nós falamos sobre juventude e a importância do trabalho da juventude na casa espírita, na vida, em sociedade e que também foi inserido no congresso de Juiz de Fora, o Congresso Jovem. Olhem a constelação que está chegando aqui para nós. Vamos receber os nossos lindos jovens do Congresso de Juiz de Fora com muito aplauso, muita vibração e eles têm um presente para vocês. Eles estão estudando e trabalhando para em paralelo aqui com o nosso auditório e vão vão se apresentar para vocês agora. Vocês pensaram que era só um grupinho de 10 jovens, né? Olha quanta gente linda. Bem-vindos. Você vai falar alguma coisa agora? Ah, >> bom dia. >> Bom dia. >> Eu achei que palma fraca. Vamos lá de novo. Palmas para os nossos jovens. É com imensa alegria >> que a gente se apresenta aqui enquanto o primeiro conecta jovem de Juiz de Fora. >> Nosso desejo é que venham muitos, uma iniciativa simples desses corações que estão aqui e de outros tantos que colaboraram para que isso fosse possível. Como vocês podem ver, a nossa média de cabelo branco é o quê? Zero. Porque uma das propostas que a gente tem é o protagonismo juvenil. O mais, a pessoa mais velha tem 30 anos. Ou seja, a gente pode perceber que tem
em ver, a nossa média de cabelo branco é o quê? Zero. Porque uma das propostas que a gente tem é o protagonismo juvenil. O mais, a pessoa mais velha tem 30 anos. Ou seja, a gente pode perceber que tem coração que pode trabalhar, que só precisa de espaço, só precisa de ter voz, só precisa de ter vez. E isso, meus amigos, depende de vocês também. A gente tá aqui e a gente gostaria muito de ser enxergado, de ser reconhecido, de ser valorizado, porque a gente procura fazer as coisas com todo amor possível para que outros corações que estão reencarnando na terra, outras pessoinhas que estão chegando por aqui, possam ter o privilégio de encontrar a doutrina espírita, possam ser acolhidos e amparados pelo consolador prometido. Então, a gente preparou uma singela apresentação de uma das musiquinhas que a gente gosta, né? e talvez possa ter uma surpresinha aí numa segunda, mas enfim, a gente agradece imensamente esse espaço aí do intervalo que acabou ficando um pouquinho mais curto para vocês, mas a gente espera do fundo do coração que todos vocês possam sentir a nossa alegria, a nossa energia de estar aqui. Oi. Ah, se tirar alguma coisa, fotinha, fazer vídeo assim estranho, marca conecta @conecta espiritismo. Jovem, >> jovem. Ela é a nossa comunicação. Isso aí. Bora cantar. Todo o céu se organiza para vir nos transformar. O Cristo já nos auxilia para vida nova alçar. Todas atos elos podem vir de nossas próprias mãos. >> Sentimentos triunfantes brotam naturais. Então vou por dentro me preparar para sem rebelde aceitar. Invencível explode o amor. Em fraternidade. Eu desejo apenas amar e todo o maretos cativa. Vamos lá, pessoal. Animação. >> Uma luz vem para resplandecer dentro do ser para o Pai glorificar. >> Todo o céu se organiza para vir nos transformar. O Cristo já nos auxilia para a vida no alçar. Ondel podem vir de nossas próprias mãos. Sentimentos triunfantes brotam naturais. Então vou poder me preparar para sem rebeldia aceitar. Invencível expande o amor em fraternidade.
ara a vida no alçar. Ondel podem vir de nossas próprias mãos. Sentimentos triunfantes brotam naturais. Então vou poder me preparar para sem rebeldia aceitar. Invencível expande o amor em fraternidade. Eu desejo apenas amar. E todo de afetos cativar. Uma luz vem para resplandecer dentro do ser para o pai glorificar. Amar é mais que dar e receber amor, deixar fluir a força divina em nós. Amar é mais que dar e receber amor, deixar fluir a força divina em nós. Apenas amar. Apenas amar. Qual que é? Chega para trás. É, mas v >> então, então introduz, explica para eles. >> A gente pode cantar só mais uma de dancinha, >> mas vocês vão ter que participar dessa vez. >> Eu acho que é para todo mundo fazer é mais fácil. Então, a música se chama Morto Vivo. A gente vai ver os joelhos aí da galera. Bora lá. >> Só um pouquinho aqui. Pouquinho só aqui. >> Tem que levantar. Ó, a ideia é quando a gente falar vivo e fica em pé. Vivo. Quando a gente falar morto parece. Mas como a gente sabe, tem cadeira aí e tudo mais, pode às vezes sentar na cadeira, não precisa ir até lá embaixo, tá bom? Um pouquinho de energia também pra espiritualidade amiga que tá aqui trabalhando com a gente. >> Morto vivo, morto, >> morto vivo. Quem vive é o corpo >> vive. Vivo, morto. Quem vive é o espírito. Entre na brincadeira de morto e vivo. Aê. Quem mor é o corpo, quem vive é o espírito. Você não vai morrer. Você não vai morrer. Então pode acreditar. Então pode acreditar que morto e vivo, vivo, vivo, >> você vai ficar >> morto, morto vivo, morto vivo, morto, vivo, morto, vivo. >> Quem morre é o corpo. >> Vivo, morto, vivo, morto. Quem vive é o espírito. Entre na brincadeira de morto e vivo. Quem morre é o corpo, quem vive é o espírito. Você não vai morrer. Você não vai morrer. Então pode acreditar. >> Pode acreditar. de morto e vivo, vivo, vivo. Você vão ficar >> morto, morto, vivo, vivo, vivo, morto, vivo. Muito obrigada. >> Esse é o Conecta Jovem. Muito obrigado pela atenção de vocês. Muito obrigado, Vittor. Muito obrigado
vivo, vivo, vivo. Você vão ficar >> morto, morto, vivo, vivo, vivo, morto, vivo. Muito obrigada. >> Esse é o Conecta Jovem. Muito obrigado pela atenção de vocês. Muito obrigado, Vittor. Muito obrigado essa juventude linda. Que Deus abençoe vocês. Nós estamos esperando cada um de vocês pra coordenação dos futuros congressos de de fora. Combinado? >> É sério isso, hein? É muito sério isso. De sério. Isso para mim hrá, 40. Obrigado, gente. E aos demais amigos, quero dizer que nós agora sim temos o nosso intervalo e às 11 horas estamos de volta >> com muita coisa boa. Parabéns. É, pô, puteg. เฮ เฮ เฮ
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