Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 22 | 03.08.25
Estudando com Jesus | 03.08.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 22: A poesia perdida Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
เฮ Olá, minha gente. Bom dia. Sejam todos muito bem-vindos a mais um domingo de estudos com Jesus, não é, meu amigo Rodrigo? Bom dia. >> Bom dia, Patrícia. Bom dia, pessoal. Excelente domingo aí para todo mundo. >> Um ótimo domingo para todos nós. Estamos aqui no estúdio Brasil, é pertinho na terrinha, com saudade de todos aqui do estudo. A turma tá acordando, viu Rodrigo? Hoje todo mundo com preguiça. Chegou a Teca, nossa amiga lá dos Estados Unidos. Bom dia, Teca. Obrigada por estar aqui com a gente hoje. Aí um capítulo poético no nosso estudo do espírito da verdade, né? Essa pleiga amada que nos ampara sempre. E pra gente fazer essa sintonia com mais alto, eu vou colocar aqui uma poesia da nossa amiga Siaada, que se chama Autoencontro. Porque sem esse caminho, né, a gente não avançará na nossa caminhada, na nossa caminhada. É redundante, gente, mas é esse é esse o propósito. Vamos lá. Eu mergulho no abismo de mim mesmo. Me procuro na caverna em que me escondo e me encontro encurvado em sofrimento. Na escuridão, meus erros camuflando. Me aproximo e em meio a densas trevas me conheço. Me abraço, me consolo, me perdoo me acolhindo e sem reservas, com ternura, me aconchego no meu colo. Regozijo ao descobrir-me sem ser falso. Me preencho por amar-me e ser amado. E decido a mim mesmo resgatar. Me retiro da caverna nos meus braços. Me apresento a liberdade encantado e me entrego inteiro à vida por me amar. Que assim seja essa nossa querida irmã Smia. Esse é o site abençoado, Saga das Almas, para quem quiser encontrar mais poesias, mais poesias musicadas, né? Tem muita coisa lá no YouTube, tem o site dela também. Então fica o convite aí para que a gente permaneça nessa boa sintonia sempre, né, nos momentos que a gente precisar de uma de uma ajuda aí para se asserenar, a gente tem esses recursos maravilhosos. Vamos ler então nosso nossa poesia de hoje. >> O nosso Manuel Quentão aí trazendo para nós essa reflexão eh poética, né? Já no título A poesia perdida. O Consolador é a onipresença de Jesus na
lhosos. Vamos ler então nosso nossa poesia de hoje. >> O nosso Manuel Quentão aí trazendo para nós essa reflexão eh poética, né? Já no título A poesia perdida. O Consolador é a onipresença de Jesus na Terra. Ao influxo da benemerência celeste, ele acerena os gestos impensados das criaturas que gemem, esporeadas pelas provações. Aplaca, os gritos blasfemos que se elevam de muitas bocas com requintes insaciáveis de orgulho. compõe os rostos incendidos pelo fogo de multifárias paixões e soergue os proscritos do remorço que se escondem nas dores devoradoras, desmemoriados na retificação que o destino lhes retraça. O consolador prometido, surum corta, has no verbal. Já, já a gente vai falar disso aqui, gente. Tá, tá desafiador hoje. E ficou meio desconfigurado aqui. Vamos ver se dá para ler. Segundo-lhes, seguindo-lhes, segundo-lhes distames, jamais desfeches o alvo em mira, pois os olhos voltívolvos não podem fixar os painéis vislumbrados nos sismos. Recorda que todas as cenas humanas têm seus bastidores espirituais. Se vives em ânsia de paz interior, sustém o império sobre ti mesmo. Espaneja de ti a carusma dos preconceitos que te dançam na mente. Qual poeira de sombra? Entenebrendo-te a razão. Tá certo. Isso eu falei entenebrendo. Nossa, é difícil essa palavra, hein? Entrendecendou. Tinha razão. Tá muito poético isso gente. Eh, recoloque os ideais com novas tintas de alegria, esperança e coragem. No combate aos erros, basta vezes milenares. Estende um pensamento em um pensamento bom aos sépticos transviados no dédolo das indagações contraditórias. ferroados no duelo interior da dúvida. Foge a voz bramidora da censura, para que os teus lábios festejem os ouvidos alheios com expressões de conselho e assentos de consolo. Orda a palavra com doçura e repete mansamente a própria bênção, quando a tua voz se perca entre os clamores dos que passam a vociferar rebeldia e avançam espavoridos por veredas em chamas. Socorre, mães, as mães deditosas, cujos filhinhos doentes vertem lágrimas e se a
o a tua voz se perca entre os clamores dos que passam a vociferar rebeldia e avançam espavoridos por veredas em chamas. Socorre, mães, as mães deditosas, cujos filhinhos doentes vertem lágrimas e se a se transmutarem nos livores malicentos da morte. Afaga o calor das frases de fraternidade revigoradora, as têmporas encanecidas e latejantes que te suplicam algum óbolo de carinho. Desfaz o véu do pranto de agonia de quem choras ocultas no sarcófago das trevas de si mesmo. derrama preces confortativas entre os peregrinos da morte que não se resguardaram para grande viagem e carreiam o coração em atropelos de espanto a espanto, ante a perpetuidade da vida. Em toda a estrada visjam alfombras de sorrisos e chovem lágrimas de aflição. Mas o amor com Jesus Cristo recupera a poesia perdida ao longo do nosso caminho, pois só ele transforma o miasma em perfume, o incêndio em luz, o espinho e flor, o deserto em vaz e a queda em sang. Meu amigo, que texto, não é? >> É, né? a gente se complica um pouco porque é um português já mais antigo, né? É um vocabulário um pouquinho mais difícil porque a gente já não às vezes não utiliza mais tanto das dessas palavras, então nos exige aí um pouquinho mais de estudo, né, de de busca aí para compreender melhor as palavras, né? Porém, eu acho que a essência em si, a gente consegue já ser levado mais ou menos ao propósito, né, do que que vem ser a a esta poesia, né? Se a gente busca ali no que é uma referência ao capítulo seis, né? Seis, >> seis. Uhum. >> Quatro do Evangelho, que é o que é o Cristo consolador, né? que foca bem no na questão do julgo, no julgo leve, na suavidade da lei do amor, eh na caridade pregada por Jesus. Então aí a gente eh vai ficando cada vez mais claro essa essa mensagem, né, que esse espírito nos traz em forma poética. >> É. E o que o que nós temos perdido, né? Eu fiquei pensando >> além da poesia, né? É, ela ela, exatamente, acho que o título ela é realmente uma referência a essa, é o que a gente esquece, né? Né,
. >> É. E o que o que nós temos perdido, né? Eu fiquei pensando >> além da poesia, né? É, ela ela, exatamente, acho que o título ela é realmente uma referência a essa, é o que a gente esquece, né? Né, na nossa nosso cotidiano mundo aqui material, né? Somos lançados aqui justamente a ser provocados, né? O nosso espírito a evoluir, né? Isso a gente tem consciência. Ah, através do quê, né? Uhum. >> Né? a gente já entendemos dentro do espiritismo que é através da moral, né? Nós temos o nosso intelectual, evidentemente, que é necessário pro nosso ser, mas o a nossa moeda, vamos se dizer assim, com com o Pai é o nosso espírito, né? A nossa moral, né? Esse crescimento. E nós tivemos aí esse consolador, na verdade, o o grande o grande mestre, né? o que nos ensinou a começar a caminhar nos passos do amor, né, evidentemente ou tem outros mestres, acho que sempre bom a gente lembrar em outras culturas, né, vem com o mesmo propósito, né, porque mundo espiritual é uma coisa só. >> Uhum. o Cristo como maior dos mestres entre eles, né? Mas todos ali já mostrando uma grande capacidade de de amar, né? Ensinar, >> inspirados por ele, né? >> Exato. Inspirados por ele, por superioridade maior, né? >> É >> o que que é amar, de como fazer para amar, né? de princípios, valores são suficientes para educar, os educar, né, em qualquer cultura, em qualquer espaço desse planeta. Mas eh vem vem vem essa mensagem vem para trazer essa essa onipresença de Jesus na Terra, né? o referencial, >> o referencial >> sempre desses, né, missionários, desses prepostos, né, vem colocando em nós essa necessidade de mudarmos no referencial, o paradigma, né, sair do olho do mundo, da visão das coisas materiais, porque senão a gente jamais vai entender qual é essa poesia perdida ou o que nós estamos perdendo. né? a em nome de uma felicidade que é do mundo. >> Exatamente. Exatamente. Então, eh eu acho que o o nosso autor, né, ele ele identifica esse esse esse consulador não apenas, né, eh como doutrina espírita,
em nome de uma felicidade que é do mundo. >> Exatamente. Exatamente. Então, eh eu acho que o o nosso autor, né, ele ele identifica esse esse esse consulador não apenas, né, eh como doutrina espírita, né, mas como a presença viva, eh, né, e e atuante do Cristo que vem se manifestar através da gente, né? está em nós, né? Está em nós. Nós só precisamos nos conectar, >> né? Reconectar. Nós perdemos a conexão. >> Exatamente. A gente acaba por se perder nessas vindas e indas, né, >> aqui no mundo material, que é exatamente o provocativo, né, >> no nosso ser, né, a gente vir a se rebaixar nessa situação material, a fim de que ela seja suficiente para tá nos instigando a justamente procurar estimular, sim. >> O estimular ao que vai nos engrandecer realmente como ser, >> né? Teve uma uma frase, Patrícia, que esses dias eu vi em um outro estudo e tal, e agora isso me gravou, né? Acho que parece que isso me me eh me clareou mais sobre entender que nós somos um espírito num corpo >> e não um corpo com um espírito. >> Exato. >> Então assim, isso me fez esse assim me fez de novo até assim, cara, né? Não sou essa figura hoje, né? Eu estou como essa figura hoje, né? As minhas posões de vivência são essas. >> E o próprio texto ali em algum momento traz, né? São só vivências terrenas, né? Vivências, experiências, né? A fim de que justamente para que a gente lembre disso e não entre nesses processos preconceituosos de todo tipo. >> Sim, >> né? Porque são coisas da terra e você vai viver de alguma forma ou outra, claro, conforme as suas necessidades, né? ou que você necessita para que justamente seja estigado, como a gente comentou, >> é, >> né? Então, lembrar de quem você é, né? Né? Retornar a entender que nós somos esse essa alma, esse espírito, enfim, o nome que você dei, que ali é a sua, o seu verdadeiro eu, ali está a sua consciência real, né? Ali estão todas as suas faculdades já. Ali tá presente aquela essência divina. >> Uhum. falamos, né, que quando a gente consegue, né, busca acessá-la, a gente
eu, ali está a sua consciência real, né? Ali estão todas as suas faculdades já. Ali tá presente aquela essência divina. >> Uhum. falamos, né, que quando a gente consegue, né, busca acessá-la, a gente entra em sintonia com toda a lei divina, né, a fim de permitir então aquele conselho, todo aquele todo este amor e esta presença divina a fim de nos guiar, né, na na caminhada que a gente tá, né? Então, é >> a confiança nessa imortalidade, né? Eu falava com uma amiga essa semana, exatamente isso, né? e essa essa esse entendimento, né, da nossa imortalidade é essencial para que a gente mude o paradigma, pra gente, né, confie nesse paradigma de que nós não estamos aqui para viver como corpos >> e sim, né, mais uma experiência para que a gente possa avançar, para que a gente, né, possa chegar a verdadeira felicidade. Kardec até coloca isso no comentário dele, né, do item que é citado. >> Uhum. >> Então essa fé, né, com o entendimento é essencial para que a gente acredite que fazer ao outro que a gente gostaria que fosse feito a nós mesmos é assim, não tem, não existe outro caminho >> para alcançarmos a nossa felicidade, >> né? para chegarmos nesse estado de plenitude que Jesus viveu aqui entre nós com tanta simplicidade. E a gente acha tão desafiador porque nós inventamos tantas complicações e distrações, é, que nos perdemos aí, como diz aqui, né? Só esse primeiro parágrafo do >> do texto já nos fala tudo o que nós temos feito durante séculos e milênios. e que não entregamos o nosso coração, né, a essa verdade, a essa simplicidade que Jesus exemplificou aqui entre nós, para que a gente deixe de criar essas circunstâncias que ainda nos prendem a essa esse retorno aqui para que a gente eh supere, né, as nossas dívidas, as nossas, né, os nossos enroscos. aí por escolhas que não fe não foram feitas pelo paradigma da imortalidade e do amor, né? >> Hum. >> Exato, Patrícia. E a gente tem aí essa a doutrina espírita justamente como essa presença expressa, né, da inspiração espiritual
ão foram feitas pelo paradigma da imortalidade e do amor, né? >> Hum. >> Exato, Patrícia. E a gente tem aí essa a doutrina espírita justamente como essa presença expressa, né, da inspiração espiritual >> e eh reinterpretando, né, o evangelho através da da luz da razão e da ação do amor, né? Isso >> o que nos, né, nos traz uma ferramenta fantástica, né, a fim de justamente facilitar o que a gente tem dificultado, eh, né, ou enfim, né, nos dando clareza, né, em torno do que realmente as coisas acontecem, né, ou por onde elas acontecem. Então é, é >> mais uma vez, como você bem colocado, né, a gente precisa eh se buscar um reequilíbrio e se achar novamente, né, este perdido que nós nos damos aí com >> a linha condutora, né, a gente fala das leis divinas, é, até fica um negócio pesado, nossa, tem não, mas são as linhas condutoras da vida verdadeira. E e se a gente olhar com pequenos, né, com os olhos de ver e os ouvidos de ouvir, com um pouco mais de atenção, os pequenos detalhes das nossas vidas, a gente vai ver, né, a gente vai comprovar ali, eh, muito rapidamente que o que a gente faz, nós recebemos de volta, né? a gente recebe de volta, mas sem esperar que o outro, alguém especificamente nos retorne da mesma maneira que a gente faz, porque não é assim que a lei funciona, que as linhas condutoras divinas, eu tô tentando mudar meu vocabulário, sabe, Rodrigo, para deixar menos pesado isso, porque, né, fala lei, uma coisa assim tão forte, mas as linhas condutoras, né, que nos regem, elas agem dessa forma, não é porque eu fiz pro Rodrigo que necessariamente eu vou receber do Rodrigo. >> Uhum. >> Eu vou receber do universo. >> Exato. >> Eu vou receber da psicosfera fluídica que eh está ao meu redor, que eu crio para mim e não inclui só o Rodrigo na minha vida, a minha psicosfera fluídica. >> Hum. >> Né? Ela reverbera em outras pessoas, em outras situações, >> né? E e justo essa amiga que, né, que a gente tava conversando, tá numa situação aí, né, de mudança em que, eh, né, ela não sabia muito bem
Né? Ela reverbera em outras pessoas, em outras situações, >> né? E e justo essa amiga que, né, que a gente tava conversando, tá numa situação aí, né, de mudança em que, eh, né, ela não sabia muito bem o que fazer, então ela resolveu vi ver um apartamento aqui em Campinas, mas, né, sem aí saiu uma resposta da outra questão que ele que ela tava aguardando. >> E não é para ficar em Campinas, é para ir para São Paulo. Mas você vê >> Uhum. Um movimento que foi feito com a intenção de querer buscar eh algo, né, diferente para se mover, ela já recebeu de volta a resposta dela, né? >> Perfeito. >> É muito foi muito interessante. >> Ah, perfeito, Patrícia. Eu acho que isso isso é é que o espiritismo nos traz é justamente essa releitura e e nova e e melhor, né, propõe melhor compreendermos realmente toda essa proposta do evangelho e algumas coisas que foram dogmatizadas e viradem estigmas, né, dentro da da nossa história de humanidade, né, lei de ação e reação não tem nada, né, justamente vem para trazer para quebrar a ideia do castigo. >> Uhum. né? Como você colocando, porque realmente a gente fala de leis como que nós entendemos as nossas leis como punitivas, como um castigo, né? Nós ainda usamos as desta forma, as leis terrenas, né? É assim que nos educamos de certa forma ainda, né? >> Isso >> quando entender que educação de moral, elevação de espírito já foge disso, já não é não é por aí, né? Pode ter sido um início, mas não é isso, né? Não é esse o caminho, né? que vai nos levar realmente à perfeição. Aquela >> não é pelo medo, né? >> Exato. Não é pelo medo. Exatamente. É entender que uma ação gera uma consequência. Ela pode ser uma consequência positiva ou uma consequência negativa. Isso não é um castigo negativo, né? Eh, é simples até a didática, né, Patrícia? >> É sintonia. Exato. >> Exato. Assim, podemos explicar assim, pô, você sabe que se você colocar a mão no fogo, todo mundo, eu creio que já se queimou alguma vez, né? Se tu põe no fogo, o que que acontece? Queima. A
Exato. >> Exato. Assim, podemos explicar assim, pô, você sabe que se você colocar a mão no fogo, todo mundo, eu creio que já se queimou alguma vez, né? Se tu põe no fogo, o que que acontece? Queima. A queimadura dói, não dói. Isso foi um castigo, não é uma consequência do ato de se expor ao fogo, por exemplo, né? Vai gerar toda aquela dor, toda aquela queadura, enfim, todo aquele processo que daí gera uma cicatrização e tudo mais e por aí vai. É assim com os atos morais também, né? É, >> foi isso que Deus nos colocou para nós em relação a fugir das leis que era dor. Porém, não vamos ficar sobre esse sofrimento todo da dor, né? Aí vem a parte ainda, né, perfeita da misericórdia, que é bom, com o seu ato errado, a dor vai te então te provocar, né, a tentar te, >> né, a não >> fazer novamente, né, a não seguir por ali, né, porque senão a dor será constante, aquilo vai se tornando um vício. >> Uhum. E aquilo vai te tomando e te dominando. E por aí você começa a a agir de todos os campos, como você colocou, né? Aí vem essa essa complexidade que é o universo, mas não de difícil, quero dizer, mas esses entrelaços, né, de como tudo, >> acho que a complexidade da materialidade que a gente inventa, né? O universo é muito simples e direta, né? >> Exatamente. Mas é de uma perfeição enorme, >> de muita compreensão, né? né? Então vê como tudo perfeitamente, >> né? E como você bem dito, não vai vir pelo pelo mesmo aonde eu aggi, né? A vida vai, né? O mundo gira e ela vai trazer de alguma outra forma. >> Isso >> aí a questão é se nós vamos perceber ou não conforme e como vamos agir frente àquela consequência que foi gerada. >> Isso eu acho que é aí que entra a poesia perdida que ele fala, né? essa simplicidade tão profunda do universo que, como você falou, é tão, né, difícil a gente abarcar tudo o que nos envolve, o que, né, nos rege, mas é é isso, esse é o convite do consolador, né, essa educação do espírito, não punição do espírito, né? Por isso que ele fala que só com Jesus que o miasma se transforma em
lve, o que, né, nos rege, mas é é isso, esse é o convite do consolador, né, essa educação do espírito, não punição do espírito, né? Por isso que ele fala que só com Jesus que o miasma se transforma em perfume, o incêndio, né, da queimadura aí em luz e não mais em dor, né, o espinho em flor, deserto em jardim e a queda em ascensão, porque é o convite a sair dessa condição complexa, material que a gente inventou >> para se afastar, >> né, para esquecer das linhas condutoras. verdadeiras que nos convidam a ser a melhor versão de nós mesmos de a cada momento, né? E buscando o bem lá, como diz Paulo, no limite das nossas forças para todos, não só para nós, né? independente de quem seja. >> E por isso que essa questão, né, da sintonia, né, que da dessas das linhas condutoras é tão forte, >> porque aí quando a gente entra nessa sintonia, a gente passa a fazer, né, como disse lá a poesia da Sâmia, esse movimento em nós mesmos, porque nós temos tudo em nós, como ele disse, nós somos deuses. >> Uhum. Nós temos nós que vamos nos, né, tirar das nossas cavernas escuras nos carregando. Isso aqui é tudo instrumento. Mas o que que a gente, que que adianta ter um instrumento se a gente não usa um instrumento, >> não tá na sintonia do instrumento. >> Exato. >> E aí que eu queria trazer as duas frases que estão lá, que além do vocabulário, né, todo erudito. Uhum. Rodrigo, eu falei, eu peguei a tradução daquelas frases lá em latim pra gente, né? >> Sim, >> ter certeza da necessidade da vivência das lições, da utilização do instrumento. Senão nós vamos saber tudo. Como dizia, eu acho que era Jung, né? saiba todas as teorias, tudo, mas quando você for, né, acessar um outro ser humano, seja apenas outro ser humano. Se a gente não tiver essa humanidade em nós, essa sinceridade, essa simplicidade, humildade, como ele traz aqui, né, a gente não vai conseguir entrar nessa sintonia da lei de amor, né? E o som sum corda aí é corações ao alto. >> Uhum. >> O que que ele tá pedindo, né? Permaneçam
de, humildade, como ele traz aqui, né, a gente não vai conseguir entrar nessa sintonia da lei de amor, né? E o som sum corda aí é corações ao alto. >> Uhum. >> O que que ele tá pedindo, né? Permaneçam na frequência do mais alto, >> na frequência do bem, na frequência do amor, né? Para que vocês se sintam encorajados e motivados a seguir nesse caminho que é desafiador, sim. >> Uhum. >> Né? Não acontece só o que a gente quer, nem quando a gente faz o nosso melhor. Por quê? Porque nós estamos em reeducação também. A gente não pode esquecer isso. Nós estamos vivendo nesse mundo, mas é a o convite a colocar o nosso coração aonde está o nosso tesouro. E e qual é o nosso tesouro? Do mundo ou do alto? Sim, >> né? >> Exato. >> E o res não verba, né? >> É ações e não palavras. Eh, a gente fala o quê, né? É, é o, né? O tão conhecido. Sim, sim. Não, não. Na prática. >> Exato. >> Né? Faça o que eu faço e não o que eu falo. >> Exato. >> Então, o que nós estamos fazendo com o conhecimento que nós temos do evangelho? >> Uhum. >> Né? >> É. Ah, manter o foco nos ideais elevados, né? Então, é esse é um grande dificultador do nosso dia a dia, a gente se manter, né? isso >> a esses princípios ou toda essa educação que a gente vem tendo, né, Patrícia, nós conhecemos, nós já entendemos, mas nos falta o compreender que é a chave, né, que é o que é fazer, né, o compreender. Eh, e a frase ali que me chamou muita atenção é é todas as cenas humanas têm bastidores espirituais. Nada é apenas material, né? Nossa, é maravilhosa essa frase. >> Eu é por isso que eu me fechei com aquilo que eu tinha te comentado do espírito no corpo e tal, né? Tal realmente assim para religar, opa, volta, né? Me me deu essa sensação, né? De mais uma vez voltar para pra gente entender, né? Que poxa, se a gente usa essa ferramenta espiritual, né? O espiritismo, né? Eh, recorde mais uma vez que você é um esse ser dentro desta máquina. Você está hoje aqui no colégio interno, né, utilizando essa ferramenta, >> né, corpo, né, para viver e as coisas
espiritismo, né? Eh, recorde mais uma vez que você é um esse ser dentro desta máquina. Você está hoje aqui no colégio interno, né, utilizando essa ferramenta, >> né, corpo, né, para viver e as coisas acontecerem paraas suas necessidades. Então, eh, eu acho que isso isso é muito interessante porque nos faz lembrar que o a fazer cair o nível de julgamento e humildade, >> né? Poxa, então são coisas que aqui da vivência da matéria não tem nada de anormal. né? Não tem nada de anormal aquilo que muitas vezes a gente julga fora do normal, >> né? >> Não é, a gente tá julgando fora do normal porque quase ninguém tá fazendo. >> Exatamente, né? E aí a gente começa a fazer, as pessoas nos olham, né, assim, diferente e já nos colocam naquele patamar ali de beatitude, né, mas não na beatitude positiva, né, no, né, no beat atitude fanatismo. >> Exato. >> E você começa a fazer e fala: "Mas ninguém tá fazendo? Será que é isso, >> né? a gente fica sem a base da certeza do que a gente tá fazendo, é realmente o que vai nos auxiliar >> Uhum. >> avançar. Mas é por isso que eu falei, se a gente começa a prestar atenção em pequenas coisas, a gente vê as diferenças. >> Uhum. >> Não adianta querer também, né, grandes transformações e avanços. >> Uhum. de uma vez é pouco a pouco. >> Exato. E que essas diferenças desse mundo material, dessas vivências, condições que cada um vem para viver, fecha com os bastidores espirituais, ou seja, tem uma ordem antes >> para que você viva aquilo que você está vivendo, >> né? >> Mais uma vez, com qual o objetivo? provocar o teu ser, a a ascensão, a ao despertar, a correção, eh, né, a a enfim, tudo aí que a gente conhece, né, de que nos que nos encaminha paraa evolução, né, paraa lei, a lei de evolução sendo eh acontecendo. >> Progresso, exato. >> Progresso, né? Uhum. >> E fantástico, né, como Yung, enfim, né, se veio, né, justamente é tanto todo o conhecimento que a gente possa ter, independente disso, quando você for lidar com o outro, lembre, você é um ser
Uhum. >> E fantástico, né, como Yung, enfim, né, se veio, né, justamente é tanto todo o conhecimento que a gente possa ter, independente disso, quando você for lidar com o outro, lembre, você é um ser humano tanto quanto. E eu gostei muito também, uma vez que eu escutei, eu acho que, né, eu gosto de repetir à eh muitas vezes, é Cristo não veio nos ensinar a perfeição. Cristo veio primeiro nos ensinar a ser seres humanos, que é o que está à nossa capacidade agora. Isso, >> né? É o passo que nós precisamos ser. Será que nós entendemos muito bem já o que que é ser humano, ser um ser humano realmente, né? Um ser eh, né, bondoso, né, em todas as suas no em seus atos, em expressão de seus atos, né, >> isso. >> Os atos do amor, né? Então, o consolador já vem então com essa educação, né? Ele ele ele sugere as práticas, né, que é o quê? Superar esses preconceitos materiais, né? Ele fala ali em colorir a vida, né? Com >> Uhum. >> Esperança. >> novas tintas. É >> isso. Com esperança, com coragem, né? Mesmo diante de todos os erros que a gente tem todo santo dia, que a gente não não esqueça, né, gente? A gente erra constantemente. Não, isso não é anormal, né? foge demais da linha quando você sabe e continua a insistir, né? É óbvio que vai começar a ser muito mais prejudicial, né? Mas estamos aí, o erro ainda por fim se torna o educador, né? >> E ajudar, né? Aí ele cita, né? Ajudar emocionalmente eh eh eh espiritualmente o próximo, ou seja, é o ato da caridade em todos os seus âmbitos, em todos os seus aspectos, né? é entender que nós vamos ser consolados além do do consolador ser um consolador também, né? Porque no momento que ele nos ensina, né, justamente eh ele ele ele é nos acalma os impulsos, né? A gente consegue baixar aquela vibração agital, >> piedade. É, >> parece que começança >> isso, dissolver essas essas revoltas, essas angústias, né? a gente começa a a pelo menos se equilibrar ali, a estacionar, né, frente à aquelas aqueles domínios das nossas paixões e culpas, como você
> isso, dissolver essas essas revoltas, essas angústias, né? a gente começa a a pelo menos se equilibrar ali, a estacionar, né, frente à aquelas aqueles domínios das nossas paixões e culpas, como você colocou, né? Seja educando sentimentos enquanto nos consola, né? Isso. >> Sendo que nos propõe o quê? que para que tudo isso venha a ter um efeito positivo e uma consequência positiva, está no compreender, está na ação, né? Que ele vem, né, esse esse essa poesia vem nos finalizando praticamente com isso. É na ação, o que o próprio Crispo ensinou e mostrou, né, sobre cada passo que ele deu, né? >> Uhum. está justamente nesse estender as mãos de olhar o outro, como você colocou de forma feliz mais uma vez, como um ser humano tanto quanto igual, que que tem as suas dificuldades, que tá enfrentando o seu as suas dificuldades, as suas paixões aí, né, nesse barco chamado mundo, onde todo mundo tá navegando junto, na verdade, né? Apesar de estarmos aí constantemente nos separando, achando sempre alguma coisa para nos separar o tempo inteiro, né? Então, eh, nos perdemos constantemente sobre >> e já que o mundo espiritual, assim, aprendemos que o espírito um só, todos vêm da mesma >> da mesma fonte, >> da mesma fonte, >> né? E com os mesmos propósitos, né? que graças a Deus não é ao eterno de nenhuma dor ou de nenhum malefício maléfico e sim que é chegar aos mais altos ou plenos, né, do que é a felicidade e ascensão espiritual. Claro que nos foge a consciência, não temos essa consciência em noção, porém já desgustamos um pouco com o que a gente já evoluiu. >> Uhum. >> Né? Com as alegrias, com os momentos felizes, né? aquelas aquelas sensações de paz, né, que às vezes nos toma quando a gente consegue eh nos afinar bem a toda essa essa lei divina, né? Nos afinamos a todas a aos nossos mentores, aos nossos anjinhos, né? Ou enfim, a toda aquela energia que muitos nos no desprendem para nós, né? Desejando o nosso bem, assim como nos pede para que a gente faça o mesmo, né? desejar o bem ao
ores, aos nossos anjinhos, né? Ou enfim, a toda aquela energia que muitos nos no desprendem para nós, né? Desejando o nosso bem, assim como nos pede para que a gente faça o mesmo, né? desejar o bem ao próximo, a conquista do próximo, né? Mas por acreditar que o bem é o caminho e não como moeda de troca, né? >> OK. Nós >> fazemos muito assim, né? Esperamos ou fazemos por troca, OK? Entre aspas, pelo menos você está fazendo um movimento. >> É um começo. >> É um começo, mas que venha despertar mais uma vez aquela. Não é isso. Pode ser, mas não é bem isso. >> Vai ter que, né, >> não pode percer nessa intenção, senão >> você tá fazendo um mau uso da ferramenta, né, do seu conhecimento. >> Você não transformou sinceramente o seu sentimento, como você falou. Exato. É, é um, é um início, só que o descascar da cebola ainda é mais até você chegar lá no miolo onde tá o perfeito da ideia, né? O perfeito da verdade. Isso, >> né? Às vezes os caminhos começam de forma torta, mas que haja sempre a mente e a consciência aberta, né? Patrícia para toda a existência que a gente vi justamente poder se desvenciliar daquilo que não está equivocado e que não faz sentido mais, né? Estar presente para que você dê espaço pro passo diferente, >> né? Em relação à verdade, em relação àquela atitude, em relação a ao que realmente é, né, coerente mais uma vez com o que a gente conhece das leis divinas, né, e tudo mais. Então é, não é fazer, não é estar acima de qualquer pessoa ou fazer dessa forma arrogante ou prepotente, não é ter consciência só de que >> é por isso que eu falo que a observação é muito importante para nós percebermos que vai acontecendo. >> Exato. Porque senão a gente fica só na teoria, né, e na racionalização, que são importantes, porque a nossa fé é de compreensão, é de aprofundamento, é de perceber a coerência lógica, né, das das dos direcionamentos divinos, mas a gente precisa ver acontecendo para que a gente ganhe a certeza, né, a confiança plena nessas linhas condutoras.
amento, é de perceber a coerência lógica, né, das das dos direcionamentos divinos, mas a gente precisa ver acontecendo para que a gente ganhe a certeza, né, a confiança plena nessas linhas condutoras. >> Hum. Então não, não, né, paraa gente sair da racionalidade e fazer essa mudança do sentimento verdadeiro, >> né? Sair desse começo que eu faço por um interesse, porque eu entendi por onde a coisa vai. >> Uhum. e passar por fazer por um interesse sincero da fraternidade universal, de que se eu não fizer assim, >> não vai acontecer a melhoria nem minha, nem do outro. Por isso que é fora da caridade não há salvação, porque a caridade que quer o amor em ação. >> Exatamente. Só que, >> né? Então, é viver, >> é viver na sua simplicidade e pureza, né? dessa ação, né, desse propósito que é o amor. >> É, não é, é exatamente isso. Então, que a gente tenha esse essa essa capacidade de observação. Acho que foi muito feliz porque essa palavra às vezes que a gente vê às vezes quando a gente justamente tá nessas discussões, nesses estudos, não é um julgar. Julgar é quando você justamente, né, você coloca um um possível pré conceito, uma pré-ideia sua como razão e tu faz um julgamento sem fazer o o essa observação. Se você fazer uma análise, se é válido essa tua opinião ou essa tua colocação, enfim, essa tua expressão, né, sem o filtro. Quando a gente usa justamente aqui a ferramenta espiritismo a fim de usá-la como um observador da situação e aí então fazer pesos e medidas, né, de que se realmente tem coerência, não tem coerência, faz bem, não faz, pesa assim, pesa assado, eh, né? esse comportamento, né? Vale, esse já talvez não vale. Preciso talvez é reajustar isso, reajustar aquilo. Vamos usar >> a vivência, a experiência lei, aquilo que nós estamos enxergando. A gente não tem que passar por tudo, >> né? >> Uhum. >> Seja, né? >> Tô lá de teimoso, né? Porque o que que é? Porque teimosia, né? Filho do egocentrismo, né? É mais um, né? Assim como o amor tem suas filhas e filhas, o
passar por tudo, >> né? >> Uhum. >> Seja, né? >> Tô lá de teimoso, né? Porque o que que é? Porque teimosia, né? Filho do egocentrismo, né? É mais um, né? Assim como o amor tem suas filhas e filhas, o ego, né, o egocentrismo, perdão, né, que é o ego desequilibrado, tem >> isso. >> E nós somos muito teimosos em insistir sobre os nossos vícios, porque a gente não observa e vê que muitas vezes quem está justamente nos comandando as nossas ações e o nosso olhar é o nosso egocentrismo, né, de raiz profunda. E quando eu digo profundo, é porque às vezes a gente acha que tá vendo esse profundo e ele é muito maior do que se imagina, né? Vai haver momentos que a gente vai se deparar aqui um estudo, então a gente pode ser falar um pouquinho da gente, né? Mas eu já me vi algumas vezes assim, já me deparei algumas situações que me provocaram no meu vício, dos meus vícios e vi que a raiz era muito mais fura eu já via e isso até entristece, porém, OK, né? Eh, é, eh, não, a questão é a gente não se entregar, né? >> Não, é por isso que Jesus falou perseverar e não teimosar. >> Exato. Não teimosar. Ótimo, ótimo. Perseverar e não temos. É óbvio, quando você consegue se desmudar, você vai às vezes se assustar, vai te deixar triste, melancólico, porque você se enxerga >> de vez aquela imperfeição, né, essa degradação, mas não que ela venha justamente a te abraçar e a te segurar lá embaixo, né? Vamos lá, o dia não tá, não vai nascer de novo, a misericórdia não dá, o mundo é redondo. Exatamente. Para quê? Para que haja mais um novo dia. Gire. Gíos acontecer, passa acontecer. Está tudo aí, já foi muito dado a nós, né? Mais uma vez partimos de mestres antes do Cristo, como chamados, enfim, ou >> vem o Cristo, vem outras, vem tantos outros aí já com capacidade a nos auxiliar. Aí sabemos que tem mais outros que estão vindo aí encarnar para continuar nos auxiliando sobre toda essa educação do consolador, né? Então que a gente tenha essa capacidade de de ver, de sentir, de perceber e se entregar sem medo,
que estão vindo aí encarnar para continuar nos auxiliando sobre toda essa educação do consolador, né? Então que a gente tenha essa capacidade de de ver, de sentir, de perceber e se entregar sem medo, né? Sem o medo, né? Isso aí tá muito forte, enraizado na gente, porque o medo de se entregar a esse um pouco, porque foge um pouco do nosso conhecimento, né? Fogja do quê? Do palpá. Do >> conhecimento palpável. Exatamente. Da concretude. E foge do que todo referencial externo nos conclama. >> Nos conclama. Então, é o voto de confiança do salto de fé. Isso. >> Então, é óbvio que não vai estar tudo aos nossos olhos perfeitamente seguros em nossas mãos, mas confiar na dividade é isso. Não é uma fé cega, completa e nem uma racional nem e nem uma idolatria da racionalidade. É equilíbrio entre esses dois, né? Mais uma vez nós separamos, né? eh eh esses dois essas duas situações e aí a gente fica perdido, né? Mais perda, >> né? A nos auxiliar nesse na perda do caminho, quando elas deveriam estar conectadas e nós compreendermos qual como é que é essa conexão. >> Uhum. >> É, razão. >> Exato. >> Né? Que é a proposta da ferramenta espiritismo, né? e que eu entendo que é a proposta da maioria das das ferramentas espiritualistas, né? Eu não vou, eu gosto de citar nós, eu e você aqui e os demais, nós estamos utilizando da ferramenta espiritismo, >> mas não quer dizer que não tenha outras que já estão e afinam com isso, porque já se conectam com o mundo espiritual, se comunicam também, recebem as mesmas informações. É nisso que quando a gente vai estudar outros campos, a gente vê as semelhanças, são as mesmas coisas ditas, né? Ou seja, há uma conexão, realmente há uma mesma voz, >> sim, >> né? Vários caminhos, porque o mundo espiritual é o mesmo, é um, >> é o mesmo, é um só, >> né? É aqui que a gente faz toda essa, mais uma vez, né, Patrícia, essa separação de tudo. >> É, não, eu acho que é dentro, né, da ferramenta espiritismo, como você tá colocando aí. Super, super bacana isso,
aqui que a gente faz toda essa, mais uma vez, né, Patrícia, essa separação de tudo. >> É, não, eu acho que é dentro, né, da ferramenta espiritismo, como você tá colocando aí. Super, super bacana isso, porque realmente é a ferramenta, né? Porque não é porque se colocou essa questão do consolador, né, dentro do do espiritismo, que não há possibilidade de se acessar o conhecimento espiritual por outros caminhos, mas a ferramenta espiritismo te dá essa certeza de que eh a conexão é feita através de você. >> Uhum. Perfeito, >> né? O movimento >> não, o movimento, se, né, se você estiver num ponto, eh, que a sua maturidade moral te permita, >> você segue com tranquilidade retomando a conexão através de você, como Jesus disse paraa mulher samaritana. >> Hum. Perfeito, Patri, >> né? Você traz isso porque você vê que tá tudo em você e tudo passa por você. >> Exato. >> Né? Porque nós, é como você falou antes, nós saímos da mesma fonte. Então ela é emana essa condição que nos sustenta permanentemente. Nós temos essa essência em nós. Então a gente vai buscar em nós para que saia por nós e aí a gente retoma a conexão. Então, a ferramenta espiritismo no dá nos dá essa certeza, essa confiança, né, de que nós podemos fazer. E não é para alimentar nenhum egocentrismo, né, nenhum ego e inferior de que, ah, eu me basto >> por mim mesmo, porque eu me basto por mim mesmo, o que nós estamos vivendo agora no materialismo. >> Uhum. >> Né? No chamamento do mundo, >> não é? uma ferramenta que te refaz a conexão para te dar força e coragem, como ele diz aqui, para você se conectar com o seu ego superior. >> Isso. >> Verdadeiro, >> que considera toda a humanidade como a sua família. E aí eu ousaria assim, né, parafrasear o Yung um pouquinho mais além, olhar para o outro como outro espírito >> tal qual você é, >> que tem o seu caminho, que trilhou a o seu, né, os seus ciclos, fez as suas escolhas e tá no seu tempo, >> né, aprofundar esse olhar >> do outro como irmão imortal e que Ninguém se encontra ao acaso.
que tem o seu caminho, que trilhou a o seu, né, os seus ciclos, fez as suas escolhas e tá no seu tempo, >> né, aprofundar esse olhar >> do outro como irmão imortal e que Ninguém se encontra ao acaso. Então, nós estamos juntos por planejamentos que foram feitos, né, como tá aí na frase do Quentão, que existe um plano, né, de fundo espiritual em tudo, que não há, né, nenhuma vida, nenhuma existência desgovernada, mas se a gente perde a conexão, a gente não não conecta. não entende o que tá acontecendo com a gente aqui, não entende o outro, jamais vai, né, ver o outro como outro ser imortal, porque a gente não tá nem vendo a gente como ser imortal, que tem um propósito maior e um futuro a ser cultivado, a ser semeado, né? Se eu quero outra eh colheita, então eu preciso mudar a minha o meu plantil agora, refazer a minha sementeira agora. >> Hum. >> E aí eu vou auxiliar o outro a refazer a sementeira dele pelo meu exemplo. Pelo meu exemplo. Não, não tem como. Eu não posso exigir do outro. Sim. Mas eu me colocando à disposição, né, como ele diz aqui no final do outro, né? Eu dou o meu exemplo, ofereço o meu melhor >> dentro de viver no outro, né? No paradigma da verdade e do amor e da imortalidade. >> Uhum. Perfeito, Patrícia. Muito feliz. Tenho razão. >> Alguém falou aquilo? Não sei quem que foi, gente. Eu tô >> Alguém jogou aí para ti? >> Alguém jogou aqui para mim. Eh, eu tô eu tô aqui com com o livrinho do do último encontro do lá de Sacramento, que a gente teve lá agora >> há duas semanas. >> Legal. >> No colégio Allan Kardec. E eu até tinha postado um trechinho no, né, na no momento no meu stories, eh, que eu achei muito feliz aqui o final de um capítulo, pera que agora até perdi ele aqui sobre exatamente essa questão da caridade e da escolha. >> Hum. que eu acho que é isso que o, né, que o nosso irmão tá trazendo para nós. Nós precisamos, né, refazer a nossa escolha para encontrar essa poesia perdida. >> Exatamente, né? >> Pera, eu já vou achar, gente. Ai, meu Deus do céu. Tranquilo. Mas só
o irmão tá trazendo para nós. Nós precisamos, né, refazer a nossa escolha para encontrar essa poesia perdida. >> Exatamente, né? >> Pera, eu já vou achar, gente. Ai, meu Deus do céu. Tranquilo. Mas só acrescentando, Patrícia ali, eu achei muito feliz, né, quando você falou, >> né, dessa busca de que tudo vem por acontecer por você. passa por ti, né? Todos nós somos capazes, na verdade, de todas essas ações que a gente vem sendo educado. E e o cuidado, né? Como é muito fácil a gente cair já na malha da vaidade, né? Passar, né? E a gente às vezes confunde isso com amor próprio, né? Ah, não é meu amor próprio e tal, não. Amor próprio e vaidade são duas coisas realmente diferentes. E amor próprio a gente precisa ainda compreender melhor, né? tem muito a ver mais com essa simplicidade e pureza dos hábitos, né? Enfim, né? Então, eh, olha como ele, esse realmente e o autor hoje nos inspirou dessa presença ativa do Cristo, né? inspira, consola, educa, convida a a, né, cada um de nós a a esse instrumento desse amor que transforma, que é esse o propósito do amor. Se não houver transformação, vale então a observação, né? Ver o que que tá acontecendo, né? Mas que exige todo esse esforço íntimo, essa renovação de pensamento e a prática da caridade, né, Patrícia? Em todas as suas formas, né? Múltiplas formas, né? Tem tanto jeito de praticar. Exatamente. Olha, eu acho que eles não querem que eu leia esse pedaço. Eles querem que eu leia outro pedaço aqui que eu não acho aquele da caridade. E pior que o final do capítulo e não aparece. Mas olha, eh, a outro aqui que é o capítulo convite divino. >> Perfeito. >> E que eu acho que é esse convite, né, que que o Manuel tá fazendo para nós, >> pra gente resgatar. é todos os dias eh que a gente acorde nessa oportunidade bendita, né? E aí, então ela como a nossa inspiração de oração. >> Vamos, eu vou eu vou vendo aqui até até são alguns parágrafos, mas >> eu acho que vamos ler tudo esse finalzinho aqui, porque eu acho que vai dar um fechamento muito bom. Ó,
a inspiração de oração. >> Vamos, eu vou eu vou vendo aqui até até são alguns parágrafos, mas >> eu acho que vamos ler tudo esse finalzinho aqui, porque eu acho que vai dar um fechamento muito bom. Ó, >> Jesus é o desconhecido, tão desconhecido que chega a ser ignorado. Ó lá o nosso perdido. Mas é ele que está no comando deste planeta, deste orbe terrestre, desta nave divina, cujas lições borbulham nos corações daqueles que já sentiram se sentiram amigos, daqueles que já se sentiram auxiliados por ele. Conheça e sinta o amor de Jesus enquanto está a caminho. Não deixe para amanhã. A semeadura é lenta, mas todos colherão aquilo que semearam. Chegou a hora, amigos, de implantar o reino de Deus nos nossos corações. Mas a construção deste reino precisa ser entendida para que a reencarnação se torne mais profíqua. Nos afazeres da vida, no correcorre do dia, temos-nos esquecido do verdadeiro sentido da vida. A pergunta deve ser contínua: o que vim fazer? A tarefa é individual, por isso pede-nos atenção em relação ao tempo que tem sido gasto com os afazeres do mundo. Vivendo para o mundo, nos esquecemos das nobres conquistas a serem realizadas por todos nós no campo do espírito. Estamos sendo convidados a mobilizar esforços para compreender a força do movimento divino que hora nos convida a viver com seriedade para auxiliar os espíritos que passam pela dor. O trabalho do espírita cristão da atualidade deve ser a seriedade do compromisso abraçado antes de realizar a sua volta ao corpo físico. Estamos sendo convidados a viver a última hora de um ciclo de dor, lembrando-lhes que muito tem sido dado. Chegou a hora de agradecer e retribuir. Muito dado, mas muito será pedido. Essa é a oportunidade para iniciarmos o preparo de nossos corações para implantarmos o reino de Deus em nossos pensamentos. O dever que assumimos com Jesus pede-nos um pouco mais. Como temos cultivado em nossos corações o canteiro da simplicidade e da humildade. Jesus afirmou que não ficaria pedra sob pedra. Essa afirmativa vai mais além.
mimos com Jesus pede-nos um pouco mais. Como temos cultivado em nossos corações o canteiro da simplicidade e da humildade. Jesus afirmou que não ficaria pedra sob pedra. Essa afirmativa vai mais além. Não estamos aqui referindo-nos ao templo de Salomão, mas ao templo de nossas ilusões que nos têm tornado cegos diante da luz da verdade. Para curar o Espírito é preciso tomar o medicamento conforme a prescrição do médico das almas. Fora da caridade não há salvação. Conhecer Jesus para vivenciar seus ensinamentos é o papel do espírita espírita cristão da atualidade. Os exemplos citados no Evangelho todos já os conhecem. Chegou a hora de acender a candeia do pensamento para que ela ilumine os sentimentos e toda a casa mental. Que assim seja. >> Que assim seja. É, meus amigos, que possamos fazer um pouquinho mais a cada dia, né, Rodrigo? E aí estaremos cumprindo com as nossas missões individuais e com as nossas missões coletivas, com quem está ao nosso lado, né, nos doando da melhor forma, tirando os nossos orgulhos, os nossos egoísmos, os nossos interesses pessoais e veremos, né, veremos nos nós nos enchermos, né, como o Rodrigo disse antes, desse bem-estar, dessa alegria, desse desse contentamento, né, dessa às vezes não tem nem palavra para descrever esse sentimento que nos preenche, né, eh, de ter feito algo melhor, né, de nos superarmos, vencermos a nós mesmos, como diz Joana. E aí, eh, a gente não tem nem explicação. >> E seguimos firmes no propósito aqui, né? Agradecendo a todos os amigos que tiveram conosco. A Lázara, >> a Lázaro deu um >> mais parceiros, né? >> E Rodrigo, obrigada por estar aqui com a gente também. Agradeço você, Patrícia, pela companhia e por essa reflexão maravilhosa, assim como todos aí juntos, presentes >> e a espiritualidade maior, né, também que nos acompanha sempre. >> Exatamente. Aí não deixando eu ler outra mensagem, eu tinha que ler essa, gente. >> É, >> foi muito interessante. É, >> olha, fiquem com Deus, então. Semana que vem tem mais, né?
acompanha sempre. >> Exatamente. Aí não deixando eu ler outra mensagem, eu tinha que ler essa, gente. >> É, >> foi muito interessante. É, >> olha, fiquem com Deus, então. Semana que vem tem mais, né? >> Perfeito. >> A gente boa semana a todos. Fiquem com Deus. Ótimo domingo. >> Ótimo domingo, gente. Um abraço a todos. Fiquem com Deus.
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