Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 14 | 08.06.25

Conecta Espiritismo TV 09/06/2025 (há 9 meses) 1:10:44 39 visualizações 3 curtidas

Estudando com Jesus | 08.06.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 14: Muralha do tempo Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184

Transcrição

Olá a todos, muito bom dia. É uma satisfação muito grande estar aqui em mais uma edição do nosso programa Estudando com Jesus, com reflexões nessa fase aí com eh o livro Espírito da Verdade. E eu já quero chamar aqui para o nosso estudo minha companheira da vida, que é a Eliane. Bom dia. Bom dia. Bom dia, Juliano. Bom dia, amigos. Que Jesus nos envolva nesse momento com muita paz, muita harmonia. nós que hoje, né, estamos aqui para substituir as nossas amigas, as nossas irmãs aí, que são a Isabela e a Cirlei, por motivos aí de saúde, estão um pouco gripadinhas aí por conta do tempo, que Jesus possa alcançá-las também, curando não somente elas, mas todos aqueles também que têm a necessidade, né, da cura. É isso aí. Bom, então nesse início nós já vamos convidando a todos que estão conosco aí para que a gente entre nesse clima de início, de estudo, mentalizando muita luz paraa nossa prece inicial. Vamos então fechando os nossos olhos, vamos nos colocando em posição agradável e levando os pensamentos a Deus, nosso pai maior. Agradeçamos por esse domingo, esse início de manhã. Muito obrigado, Senhor, que nos permite estar aqui hoje no estudo evangélico das lições do nosso mestre, que permite que nós possamos multiplicar muita luz para o nosso lar e todas as casas conectadas aqui a nós nesse instante. que esse momento possa se configurar para nós, Senhor, como um verdadeiro culto do evangelho no lar, para que possamos edificar aqui o nosso ambiente doméstico e a nós mesmos também. Muito obrigado pela oportunidade, Senhor, e que nós todos possamos sair desse estudo aqui mais sábios, mais amorosos do que quando chegamos, Senhor. Muito obrigado pela oportunidade. Que assim seja. Que assim seja. Então, dando continuidade ao nosso estudo, né, da obra O Espírito da Verdade, de autores diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier e do médium Valdo Vieira também. Hoje a lição foi psicografada por Valdo Vieira e a lição número 14, Muralha do Tempo. Nós temos aí como referência também eh

s, psicografia de Francisco Cândido Xavier e do médium Valdo Vieira também. Hoje a lição foi psicografada por Valdo Vieira e a lição número 14, Muralha do Tempo. Nós temos aí como referência também eh do capítulo 18, item 3A do Evangelho Segundo o Espiritismo, uma referência aqui do estudo de hoje. E a lição então começa assim: Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta que conduz à perdição. Jesus, capítulo de capítulo 7 do Evangelho de Mateus, versículo 13. Em nos referindo à semelhante afirmativa do mestre, não nos esqueçamos de que toda porta constitui passagem incrustada em qualquer construção a separar dois lugares, facultando livre curso entre eles. Porta desse modo é peça arquitetônica encontradiça em paredes, muralhas e veículos, permitindo, em todos os casos, franco passador e as portas referidas por Jesus, a que estrutura se E as portas referidas por Jesus, a que estrutura se entrosam? Sem dúvida, a porta estreita e a porta larga pertencem à muralha do tempo situada à frente de todos nós. A porta estreita revela o acerto espiritual que nos permite marchar na senda evolutiva com o justo aproveitamento das horas. A porta larga expressa-nos o desequilíbrio interior com que somos forçados à dor da reparação com lastimáveis perdas de tempo. A quem da muralha o passado e o presente. Além da muralha o futuro e a eternidade. De cá, a sementeira do hoje. De lá a colheita do amanhã. A travessia de uma das portas é ação compulsória para todas as criaturas. Porta larga, entrada da ilusão, saída do reajuste. Porta estreita, saída do erro, entrada na renovação. O momento atual é de escolha da porta, estreita ou larga. Os minutos apresentam valores particulares, conforme atravessemos a muralha pela porta do serviço e da dificuldade ou através da porta dos caprichos enganadores. Examina, por tua vez, qual a passagem que eleges por teus atos comuns na existência que se desenrola momento a momento. Por milênios temos sido viajores do tempo a ir e vir pela porta larga, nos

ores. Examina, por tua vez, qual a passagem que eleges por teus atos comuns na existência que se desenrola momento a momento. Por milênios temos sido viajores do tempo a ir e vir pela porta larga, nos círculos de viciação que forjamos para nós mesmos, engodados na autoridade transitória e na posse amoedada, na beleza física e na egolatria aviultante. Renovemo-nos, pois, em Cristo, seguindo-o nas abençoadas lições da porta estreita, a bendizer os empecílios da marcha, conservando alegria e esperança na conversão do tempo em dádivas da felicidade maior. Mensagem de Emanuel. É uma longa mensagem sobre esse tema que ele foi tão bem falado por Jesus. belíssima lição. E realmente é uma lição que traz muitas reflexões, né? Não tem como a gente evitar. Ainda hoje essa expressão usada por Jesus, ela é muito válida imaginar que do mundo até Deus existe um caminho que ele vai se estreitando, se estreitando, se estreitando até que nós cheguemos nessa pequena porta onde não vai caber, não vai caber tudo que a gente quer carregar. Hoje nós temos que selecionar muito bem eh o que vai conosco aí nessa caminhada espiritual até chegarmos lá no nosso destino de elevação, nosso destino eh espiritual final. O que eu acho interessante, espera aí um momento que eu O que eu acho interessante nessa nessa visão é que Jesus nos convida, isso é algo que a gente tem que saber olhar em nós. Jesus nos convida a pensar o seguinte: o que que eu vou deixar para que eu possa passar nessa pequenina porta? né? Se é se a nossa vida espiritual ela é uma viagem que vai nos levar a um destino, que ele é um destino desejado, que é um destino necessário, que é um destino inevitável ao longo do tempo, como é que eu posso chegar mais rápido nesse destino? Então esse é o convite básico de Jesus, né? O que abandonar para poder passar nessa porta estreita. Não dá para levar tudo que eu quero, nem ser tudo que eu desejo, né? as minhas vontades elas vão ter que ser filtradas, vão ter que ser limadas até que eu possa encontrar a medida

essa porta estreita. Não dá para levar tudo que eu quero, nem ser tudo que eu desejo, né? as minhas vontades elas vão ter que ser filtradas, vão ter que ser limadas até que eu possa encontrar a medida certa, talvez uma palavra interessante, né? A medida certa para poder entrar no reino dos céus. E aí é o ponto de partida para as inúmeras reflexões nós teremos a respeito do que levar para essa porta estreita. Temos, é claro, virtudes, todos nós e as virtudes elas entraram pela porta estreita. Eh, quando nós retornamos à tradição cristã, sobretudo à tradição espírita, nós vamos encontrar lá no Evangelho Segundo o Espiritismo a referência de um grande autor para todos nós, que é Platão. Ele é muito bem avaliado por Allan Kardec. E um um um aluno de Platão que ficou muito famoso foi Aristóteles, que foi um grande pensador sobre as virtudes. O que que é a virtude? Talvez um homem que trouxe a referência de virtude que a gente usa até hoje, que é o quê? Uma virtude são aquelas disciplinas morais que nos diferenciam dos animais. É quando a gente deixa de obedecer as paixões e começamos a obedecer a razão e começamos a entender, olha, esse caminho aqui, ele é o caminho que me leva talvez a um prazer, a uma satisfação imensa, mas e aí ele vai me tornando mais, cada vez mais animalizado, porque o animal é isso, é aquele que faz o que quer na hora que deseja e de qualquer forma, da forma que ele que ele tem vontade, sem o controle de uma razão, não é? sem pensar, seguindo instintos primários, instintos da natureza. E aí é o que Aristóteles vem nos dizendo. Olha, os instintos da natureza são animalescos. O que nós somos seres humanos? Então, onde é que está o controle humano? Onde é que está a razão? Para que serve a razão? O raciocínio? Para que serve a consciência? Se a gente vai simplesmente ignorar toda essa construção que nos tornou humanos pra gente agir como animais novamente, né? e e ainda dizer, né, na visão de Aristó, dizer assim: "Não, mas como eu sou uma pessoa humana, eu tenho que dar vazão ao

sa construção que nos tornou humanos pra gente agir como animais novamente, né? e e ainda dizer, né, na visão de Aristó, dizer assim: "Não, mas como eu sou uma pessoa humana, eu tenho que dar vazão ao que aos meus instintos, porque é da natureza, é da natureza eu fazer essas coisas, né?" Eat el vai dizer: "Olha, mas a natureza, pera aí, a natureza não é só e essa vontade sem freio. A a natureza também nos deu aumente, inteligência, sabedoria, raciocínio. Não é da natureza também o raciocínio e inteligência. Se não fosse, nós não teríamos, não é verdade?" Então, essa reflexão filosófica surge nessa época da humanidade para que a gente possa pensar sobre isso de uma certa maneira, né? Então eu acho muito boa essa lição, porque realmente é nesse sentido, ela vai nos colocar para pensar sobre eh o valor dos nossos atos, o peso dos nossos atos, das nossas crenças pessoais nessa elevação, né? Então a porta estreita ela é justamente isso, né? que é algo que logo no item quatro e Emmanuel vai dizer que é algo vinculado ao tempo. A porta estreita e a larga pertence à muralha do tempo. Ou seja, são conquistas que amadurecem à medida que nós vamos vivendo. O tempo vai passando, vamos vivendo fases diferentes da nossa vida, vamos vivendo momentos existenciais diferentes. Então a gente não pode ignorar que tudo isso precisa de um tempo de maturidade, que essa maturidade quer dizer o quê? Que tempo é esse? É uma sugestão aqui de interpretação, por exemplo, né? Todos nós necessitamos de tempo para quê? Tempo para estudar, tempo para poder fixar as lições, tempo para executar as lições, tempo para colher o resultado das nossas ações. Colhendo esses resultados, a gente amadurecer as próximas ações nossas. Tudo isso demanda tempo. É por isso que ninguém evolui do dia paraa noite, porque de hoje para amanhã não vai dar tempo de eu estudar uma uma lição, aprender uma coisa, praticá-la, colher uma uma o fruto disso para depois pensar qual vai ser o meu próximo ato de hoje para amanhã. Não consigo, né, eh, eh,

vai dar tempo de eu estudar uma uma lição, aprender uma coisa, praticá-la, colher uma uma o fruto disso para depois pensar qual vai ser o meu próximo ato de hoje para amanhã. Não consigo, né, eh, eh, não consigo executar todos esses processos de aprendizado aí e evolução espiritual. Então, o tempo ele é sempre sempre uma ferramenta aqui que vai dizer que é importante, né, pra nossa pra nossa maturidade espiritual. Eh, nossa, é uma lição tão, eh, como é que eu vou dizer, que tem que ser abordada, né, minuciosa, né, porque Emanuel traz de forma tão clara para nós, né, que essa muralha é aquilo que nos prejudica, né, que que é essa muralha é um impecílio que nós muitas vezes nós não estamos vendo. que é o que vai nos prejudicar passar por essa porta, né? E Jesus, ele é bem claro, né? Quando ele fala que a porta é estreita, ele vem trazendo para nós que a porta larga é o que conduz a a perdição, ou seja, são as ilusões da vida, né? são as distrações que prejudica essa passagem, né, para o reino dos céus, né, para que encontremos Jesus, né, onde ele nos nos espera, né, quando ele fala que vai preparar o lugar para que a gente possa encontrar, vou preparar-vos o lugar. Então, que lugar é esse, né? Então essa porta, né, essa e a gente precisa ter ali uma imagem, né, para que a gente possa eh não se apegar, mas de forma lúdica, para que a gente possa entender, né, essa passagem. Eu acho muito interessante quando Jesus trata a gente assim como se fosse criança, né, de forma bem lúdica, né? Existe uma porta para que a gente possa entrar, ou seja, não vai entrar qualquer pessoa, porque a porta estreita, ela quer estreitar é a nós mesmos, né, nos nossos vícios, nas nossas imperfeições, nos dando limites, nos colocando limites. Limites. O que que eu posso fazer com tanto recurso que eu tenho, as riquezas que a gente tem? Então vai nos disciplinando e nos moldando para cabermos, né, dentro desse portal, né? Então acho muito interessante essa forma que Jesus fala. E lá no capítulo 7, aliás, desculpa, no

que a gente tem? Então vai nos disciplinando e nos moldando para cabermos, né, dentro desse portal, né? Então acho muito interessante essa forma que Jesus fala. E lá no capítulo 7, aliás, desculpa, no capítulo 18 do Evangelho, muitos chamados, poucos escolhidos, lá tem a referência do capítulo 7 de Mateus, onde Kardec traz ali, né, essa esse estudo sobre esse chamamento, esse convite, né, muitos os chamados, poucos escolhidos. E que que é muitos dos chamados? Eh, quantos convites nós temos, quantos chamados nós temos, mas poucos escolhidos, ou seja, poucos escolhem, poucos aceitam, poucos decidem esse aceitar esse convite, né? E de onde vem esse convite? De onde vem esse chamado? vem de todos os lugares. Por exemplo, nesse momento, né, como você falou, Juliana, de desenvolver virtude, ou seja, eu conquisto uma virtude e também elimino uma imperfeição, porque para sermos bondosos, nós precisamos, né, eliminar, por exemplo, o egoísmo. Mas isso não é da noite pro do da noite pro dia. Por isso que tem aí a muralha do tempo, né? quantas encarnações nós viemos fazendo, né, essa esse exercício. E então assim, chamado vem de todo lugar, vem através da religião, principalmente onde a gente conhece, né? Conhecemos a verdade espiritual, que é quando Jesus fala que conhecendo a verdade nós vamos nos libertar, libertar dessas nossas imperfeições, né? Dessas ilusões que nós achamos que são importantes. Então, por exemplo, a dor é também um chamado, né? Dor é um freio em nós, é um alerta, é um é um um reajuste, né? Se nós entendermos, se nós quisermos escolher, olha só, muitos chamados, poucos escolhidos. Então, o problema também é um chamado. O problema ele vem para destacar algo, né? Então, o problema vem mostrando uma crise que a gente tem, um problema que a gente tem, algo que a gente precisa melhorar. Mas poucos entendem isso. Livro também é um chamado, porque livro, né, para nos tornarmos, né, intelectuais, melhores que os outros, né, o livro dos espíritos tá aqui, né, onde Santo Agostinho vai falar sobre

os entendem isso. Livro também é um chamado, porque livro, né, para nos tornarmos, né, intelectuais, melhores que os outros, né, o livro dos espíritos tá aqui, né, onde Santo Agostinho vai falar sobre isso lá no livro dos espíritos, que o essa obra, né, o livro dos espíritos, ela ela veio para isso, para nos mostrar essa realidade espiritual e para nos despertar. foi para isso, não para nos tornarmos intelectuais, mais importantes que o outro, eu sei mais, não, é para despertar a alma, né? Então, acho muito importante isso, quando a gente tem o chamado e quando a gente escolhe, quando a gente aceita e quando a gente decide, né, uma decisão, né, de vida, né, essa conquista de passarmos pela porta estrita. E lembrando aqui, né, dessa passagem de São Mateus, no capítulo 7, olha só o que que Jesus fala, que um um jovem pergunta a Jesus, né, se poucos seriam salvos. Senhor, serão poucos os que se salvam? E Jesus responde: "Esforçai-vos por entrar pela própria pela porta estreita, pois vos asseguro que muitos procurarão transpô-la e não o poderão." Olha só. Então, Jesus, ele quer dizer o quê? Que para entrar por essa porta estreita existe um esforço. Não é fácil mesmo, né? Tem que esforçar. E poucos escolhem o esforço. Então, se nós formos olhar, né, esse esforço que não é fácil, é difícil mesmo, não tem facilidade, porque no meio do caminho nós temos, nós já estamos conquistando, né, essa condição aí de passagem, né, mas não é uma coisa assim que nós temos que nos apressar, sabe? eh aquela eh aquele esforço que nos força, mas um esforço natural, né? Por isso nós estamos aqui nessa vida convivendo, trabalhando, eh, o outro, né, como nós estudamos na na semana passada, na lição passada, o outro é a ponte que nos leva até Deus, é a nossa convivência, né? O que nós estamos fazendo no nosso mundo, né, particular? que que nós estamos fazendo na nossa vida particular. Então, é algo muito particular, né? Porque é uma passagem, como se diz, né? Solitária, né? Que só diz respeito a mim.

nosso mundo, né, particular? que que nós estamos fazendo na nossa vida particular. Então, é algo muito particular, né? Porque é uma passagem, como se diz, né? Solitária, né? Que só diz respeito a mim. É isso mesmo. Esse olhar para si, ele é muito importante. É onde começa, né? Onde a gente começa a a essa visão do significado dessa porta. Eliane falou muito bem e me lembrou aqui a questão 171 do livro dos espíritos. O que que é a porta que Deus abre para nós entrarmos? Como é que a gente abre essa porta? Como é que a gente consegue eh eh superar isso, né? Então, eh nessa questão sete espíritos vão falar para Allan Kardec que o arrependimento é que abre essa porta para Deus. O arrependimento é que abre a porta para Deus. Então a porta tá lá pra gente passar nela, né? Estreita, mas eu preciso de de ter valores, né? E os espíritos diz que um primeiro valor inicial é o arrependimento. No que sentido de arrependimento? Por que porque para mim me arrepender, eu tenho que reconhecer um erro. Começa aí o raciocínio, ou seja, eu olho para as minhas atitudes, esse olhar para si, digo para mim mesmo: "Olha, entendi onde eu errei, preciso melhorar isso, preciso melhorar aquilo, preciso refazer meus passos de uma outra maneira, me arrependo disso porque eu reconheço o peso desse erro, não apenas na minha vida, mas na vida alheia, porque os nossos erros têm reflexos muito negativos na vida alheia, né? Normalmente a gente erra muito com o outro, né? E aí a gente nisso nos arrependemos e temos que refazer os nossos passos. Aí sim nós o arrependimento nos leva a fazer de uma outra maneira e aí sim nós vamos amealhando esses valores para que, né, possamos alcançar essa justiça de Deus que a gente tanto quer, que a gente tanto busca, né? né? Então, olhar, não dá pra gente ignorar ou olhar pr pra gente ter essa autocrítica, né? Não dá para ignorar isso. Agora, sobre um outro ponto de vista, ontem até aqui em casa nós refletimos sobre isso, o quanto que essa ideia de porta ela ela ela entra dentro eh da da proposta

ítica, né? Não dá para ignorar isso. Agora, sobre um outro ponto de vista, ontem até aqui em casa nós refletimos sobre isso, o quanto que essa ideia de porta ela ela ela entra dentro eh da da proposta espírita de várias formas, inclusive até na forma como alguns como alguns autores espíritas se manifestam através na sua visão do mundo espiritual. Eu achei tão interessante essa lição de hoje e ela trouxe tantos, tantas reflexões, né, e nos abriu tanta mente para certas histórias que a gente já conhece há muito tempo, de repente sobre o olhar da porta estreita, ganharam a nova roupagem, né? Ontem mesmo eu refletia sobre a vida de André Luiz, o que ele escreveu para nós no livro Nosso Lar, como André Luiz sobre absorver essa tradição cristã com tanta força que quando ele vai falar do mundo espiritual, ele traz essa essa tradição cristã com força. E ele e por exemplo, quando ele eh vivia enquanto encarnado, eu posso fazer um paralelo que a vida de André Luiz, ele foi uma vida de porta larga, porque ele foi um homem muito bem-sucedido enquanto médico, como nós temos muitos médicos bem-sucedidos no mundo. Então foi uma vida abastada, no entanto, foi uma vida que ele usufruiu como bom vivã. Então ele não levou uma vida de do daquele religioso, não é, que afera a guia dele, embora seja cató, fosse católico, mas viveu a vida do desregramamento no sentido assim de que ele comia o que queria, ia onde queria, né? Teve os seus vícios morais na alimentação, né? Eh, e viveu conforme ele acreditou que era a o perfil daquela época para ele, né? E a vida da porta larga, né? Sem limite, sem freios. né, mealhou muitos vícios com isso, né, que inclusive foram foi o que levou ele a desencarnar precocemente e ser chamado de suicida quando chegou no mundo espiritual. Bom, quando ele chega no mundo espiritual, ele traz uma ideia de umbral, umbral da porta. Esse umbral é o umbral da porta, ou seja, ele não conseguiu entrar, ficou, não é, ali à margem da porta, da porta estreita. viveu na porta larga,

ritual, ele traz uma ideia de umbral, umbral da porta. Esse umbral é o umbral da porta, ou seja, ele não conseguiu entrar, ficou, não é, ali à margem da porta, da porta estreita. viveu na porta larga, mas aí ele não consegue, né? E e e as portas do reino dos céus, essas portas, né, de de um lugar melhor ficaram para ele fechadas. E aí a a ideia da da muralha do tempo faz sentido na vida de André Luiz. A gente pode fazer esse paralelo. Foram necessários necessários 8 anos para que ele se desfizesse de tudo aquilo que ele trouxe da Terra. Foram 8 anos onde um onde o And Luiz ficou às portas, né? Eh, dessa muralha aí, querendo entrar na porta estreita, não conseguia. Então, viveu nossa zona de sofrimento que ele chama de umbral, umbral da porta, né? Então, gente ficou lá em pé sem sem poder entrar, ficou de fora, né? né? E esse lugar de dor, tá de fora é o lugar de dor. E foram necessado 8 anos para que ele depurasse os males, para que ele se desfizesse do orgulho, da vaidade, se desfizesse dos vícios, se desfizesse dos pensamentos que ele tinha, da sua visão de mundo, ele se desconstruísse nesse processo, nesses anos. Quando ele então eh eh revelou uma consciência um pouco mais pura e menos eh eh é viciosa, né? menos ainda ligada às coisas do passado seu espiritual, aí sim ele pode passar pela porta estreita. Aí ele saiu desse umbral da porta, saiu dessa zona intermediária entre a vida material e a vida espiritual, essa região intermediária que é um umbral é justamente isso, né? Por tô vindo do mundo material e tô chegando no mundo espiritual, mas aí eu não consigo. Fico tão preso em mim mesmo que eu não consigo enxergar o mundo espiritual. André Luiz não enxergava o mundo espiritual como ele era, né? A todas as suas possibilidades, a dos seus habitantes, né? Via só uma pequena parte que tava ligada a si mesmo, né? Expressão dos seus vícios. Aí sim ele pode entrar. E aí é o que o livro diz que ele foi resgatado, que assim ele poôde passar por essa porta e encontrar um lugar muito

que tava ligada a si mesmo, né? Expressão dos seus vícios. Aí sim ele pode entrar. E aí é o que o livro diz que ele foi resgatado, que assim ele poôde passar por essa porta e encontrar um lugar muito luminoso que foi o nosso lar, né? Um lugar lá que é um lugar que tinha muita paz lá, um lugar que tinha muito estudo, muito trabalho, muito desenvolvimento, né? uma grande escola para esses espíritos lá. Ele pode encontrar essa paz lá, não é? Que ajudou ele a compreender sobre os mistérios da vida. Aí sim ele conheceu o mundo espiritual de verdade, né? Então é esse paralelo. Então ele traz essa, André Luiz traz essa tradição cristã, essa essa eu vejo na na nas falas de André Luiz essa ideia da porta estreita muito claro, né? Como como eu disse aqui agora eu acho que traz uma visão interessante sobre sobre o que o que esses espíritos têm trazido para nós de informação, né? Eu acho que tá sendo uma lição muito rica essa de hoje, justamente por isso nos faz entender às vezes porque André Luiz usou certas expressões. Faz muito sentido com que Jesus quis nos ensinar, né? É bem interessante isso. Eu eu gosto que quando Emanuel destaca na mensagem que assim, a porta estreita revela o acerto espiritual que nos permite marchar na cenda evolutiva com o justo aproveitamento das horas. como ele coloca o tempo, né, aqui, né, a importância de aproveitarmos o tempo na marcha dessa evolução, né, dessa evolução, eh, particular. A gente sempre vai falar aqui de forma individual, né, a salvação individual. Então, nós estamos falando para nós mesmos, né? Falando para mim, aí o Juliano fala para ele mesmo, né? E o outro eh aprende para si mesmo. Nós estamos com essa com essa proposta, né, da doutrina espírita. É nós aprendermos para melhorarmos, né? Aqui Kardec fala, né, na no capítulo 17 do Evangelho, no S de Perfeitos, que o Espiritismo ele é para ser compreendido e também para ser bem sentido, ou seja, para sentir, para compreender e para praticar, né? De nada vale o espírita ter muitos estudos se

o S de Perfeitos, que o Espiritismo ele é para ser compreendido e também para ser bem sentido, ou seja, para sentir, para compreender e para praticar, né? De nada vale o espírita ter muitos estudos se ele não se se aprimora, né, moralmente, não se melhora. Não é essa a ideia da doutrina que é desenvolver, né, essa intelectualidade. Ela é para no nosso espírito, né? A doutrina espírita, ela quer tratar isso. Então é de forma muito individual nesse ponto, né? É o conhece-te a ti mesmo, né? Você falou aí, né, de Platão, né, de Aristóteles, né, e vem Sócrates, né, com essa proposta, né, conhece-te a ti mesmo. E tem Jesus que fala: "Conhecereis a verdade e ela vos libertará". Mas falando de porta, falando de tempo, né? Eu acho muito importante nós falarmos aqui da importância que a que a doutrina espírita vem nos falar de que o que que nós estamos fazendo aqui nessa terra, né? Então, aproveitarmos o tempo que nós estamos aqui. Claro que nós estamos no mundo, mundo material, aqui tem muita coisa pra gente fazer, né? E os espíritos entendem isso quando eles falam assim que o homem no mundo ele vai viver de acordo com o seu tempo, com a sua época, né? Claro que tem aí o nosso lazer, né? Tem muitas coisas boas para poder vivenciar aqui também, mas que não seja uma distração para nós, para nós cristãos, né? Aí lá nesse capítulo 17 também, né? No sede perfeitos vai falar sobre o homem no mundo, né? O homem no mundo ele é o quê? Ele vive conforme o seu tempo, mas não se distrai. Não perde, por exemplo, seus valores dentro do mundo material de forma prática. Vamos numa festa, eu não vou esquecer meus valores cristãos. Eu estou num tempo, num momento de lazer, eu sou um cristão. Eu tenho os meus valores, né, conquistados, já entendidos, compreendidos, valores cristãos, valores do evangelho de Jesus. que em todo momento eu vou levar essas referências comigo. E é isso que a doutrina espíritas faz, né? O aproveitamento dessas horas que Emanuel fala, aproveita o tempo, aproveita as horas, porque Jesus sendo a

do momento eu vou levar essas referências comigo. E é isso que a doutrina espíritas faz, né? O aproveitamento dessas horas que Emanuel fala, aproveita o tempo, aproveita as horas, porque Jesus sendo a porta, nós temos uma mensagem belíssima aí do livro Opinião Espírita, que é uma que onde fala que Jesus é a porta e Kardec é a chave. Olha só que interessante. Então, pra gente passar para uma porta, nós precisamos de uma chave. para abrir essa porta. A porta está fechada, muitas vezes trancada e ela é uma porta difícil de se entrar, se passar. Então, como que se entra por essa porta? E aí então nessa obra, né, Opinião Espírita, né, que é até de Valdo Vieira, né, também vem nos falar sobre isso, né, o Valdo Vieira, e o Chico vem nos falar sobre como passarmos por esse portal aí, né, como nós vamos entrar por essa porta estreita aí, porque não é qualquer um que vai passar, né? E então acho muito interessante quando eh quando Emanuel, né, traz para nós aí essa mensagem, opinião espírita, ele fala assim: Jesus, o mestre, Kardec, o professor, ou seja, Kardec está nos ensinando através das obras, né, através do seu trabalho, né, que ele fez com os espíritos, né, quantas mensagens, né, de de falhas de de erros. né, que nós cometemos, né? Então vamos aprender a fazer diferente agora, né? Vamos recomeçar, né? Você falou aí, né, Juliana, do arrependimento. Então, depois do arrependimento vem o quê? A reparação. Então, e aí essa obra aqui é muito bonita, né? O o opinião espírita. Então, fala assim que é o mestre e o apóstolo. Então, Jesus exige coragem de atitude. Olha, Kardec reclama independência mental. Olha só, nos ensinando, né, como nós termos essa independência, como nós raciocinarmos. Jesus caminha sem convenção. Kardec age sem preconceito. Então, assim, de forma bem clara, né? Jesus convida ao amor. Kardec impele a caridade. Jesus constrói, Kardec consolida. Jesus revela, Kardec descortina. E aqui eu acho interessante a gente falar sobre essa ideia da caridade, né? Jesus ensina o amor. Aí que vem falar

impele a caridade. Jesus constrói, Kardec consolida. Jesus revela, Kardec descortina. E aqui eu acho interessante a gente falar sobre essa ideia da caridade, né? Jesus ensina o amor. Aí que vem falar sobre a caridade, né? Caridade para com tudo aquilo que a gente faz. É onde você fala tanto, né? De caridade, né? No no meio espírito, né? Caridade, caridade, caridade. E que caridade é essa, né? A caridade está mais no eh na forma que se faz, né? no gesto que se faz do que no próprio fato, na própria ação. Assim nos diz, nos dizem, né, os espíritos, eh, no livro dos espíritos lá na na lei de de amor, né, onde vai falar ali da das questões morais mesmo, a lei moral. Então, nós vamos entendendo que nesse chamado, né, nós temos a doutrina espírita. que nos convida a entender como se passa por essa porta, como se abre essa porta, né? Então é uma é uma educação, né, que nós temos que ter mesmo. É muito particular isso. E Emanuel aqui também, Juliana, ele vai falar da ilusão, né? que a porta larga é a entrada da ilusão. Então, tudo que é muito fácil é porque é uma ilusão. Olha só, tanto que isso é importante, né? O mundo material é muito convidativo, né? É muita, é muito convite e a gente entra nisso. É tudo muito fácil, mas depois disso vem o quê? As consequências, né? A saída pelo reajuste. Olha só. Então a gente e porta larga, entrada na ilusão e saída pelo reajuste. Nós vamos ter que reajustar isso aí, seja de que forma for, né, no nosso corpo físico, né, nas questões morais, né, no trato uns com os outros, porque para conviver exige da gente, exige respeito, exige limite com um com o outro. Olha só, tanto que isso é sério, né? Nós não estamos aqui jogados, né, de qualquer jeito, né, no mundo, não. Tudo é educativo. Então, o a a relação que eu constuo com o outro, como que está sendo essa relação, vamos ter que reajustar isso no futuro. E quanto a porta estreita, saída do erro, olha só, para passar dela, saímos do erro e entrada na renovação. Então é é assim interessante a gente

o essa relação, vamos ter que reajustar isso no futuro. E quanto a porta estreita, saída do erro, olha só, para passar dela, saímos do erro e entrada na renovação. Então é é assim interessante a gente ver, né, que se nós não querer não quisermos, né, lá na frente ter que reparar algo, então já é agora, né, já vamos estreitando isso em nós, né, cada um consigo mesmo. O que que é que nos prejudica, né? O que que é que nos coloca de maneira muito fácil, né? São as facilidades da vida, né? E Emanuel que também coloca, eu já vou passar para você. eh essa questão aqui da do mundo, né, material, né, ele fala da da dessas questões transitórias, né, materialistas mesmo, né, falando da beleza física, né, hoje a gente vê uma dificuldade tão grande de envelhecer, falar: "Eu estou velho, né? Eu estou envelhecido, o corpo envelheceu, né?" O as questões do dos vícios, né? que nós carregamos questões morais, nós estamos falando mais é de moral, vício moral. Então assim, a autoridade transitória, né, que a gente acha que é maior, que é melhor que o outro, eu que mando, eu que cuido. Então nós vamos vendo aí também a dificuldade que é desse ponto de vista materialista mesmo, querendo dizer do ponto de vista materialista que nos prejudica a enxergar, né, essas ilusões que nós estamos mergulhados, né? Porque uma hora vai chegar o momento de nós irmos embora. É como você falou, né? Não cabe tudo, né? Que que foi que nós eh, como se diz, né? Nós acumulamos que vai nos prejudicar passar por essa porta estreita, porque ela é estreita, não vai caber tudo. Então, o que que é que vai ficar, né? Jesus fala muito sobre isso, né? De não amontoarmos, né, tesouros na terra, mas sim nos céus, né? Então, tudo que nós estivermos aqui nesse momento eh envolvidos e está estivermos valorizando, né, acumulando para nós, nós só vamos levar aquilo de que for de ordem espiritual. Então, não adianta, né, que seja as nossas imperfeições, nós vamos carregar também, né? Então, quais são os nossos valores, né, nesse momento

nós só vamos levar aquilo de que for de ordem espiritual. Então, não adianta, né, que seja as nossas imperfeições, nós vamos carregar também, né? Então, quais são os nossos valores, né, nesse momento aqui? Pronto. Pois é, ontem eh, a gente estudando, eu fiz uma anotação aqui no celular, deu uma olhadinha nela aqui. Gente, uma questão que eu achei tão interessante sobre esse tema é tá na questão 654 do livro dos espíritos. Eu fiz questão de destacar essa essa essa lição, por quê? Existe, claro, né, a nossa visão de mundo que o espiritismo nos traz. Existe toda essa essas questões que o Espiritismo nos traz que nos coloca para agir de certas formas, né? Então, por exemplo, a prática da caridade, ela é muito bem compreendida no universo espírito da importância de nós fazermos algo pelos outros, de nós sairmos do de nós mesmos e olhar para fora na importância de a gente medir nossas palavras, na importância de a gente prestar mais atenção nas necessidades alheias, saber o que, como e, quando a gente pode estender a mão para alguém, não é, quando é a hora para isso. E a gente sempre tá buscando essa conexão melhor. Só que aí essa questão 654, gente, eu acho ela tão interessante porque ela vai nos colocar para olhar para o sentimento que a gente coloca nas coisas, não? Além do fato em si, além da prática e da ação, qual que é o sentimento que tá implícito aí nessa nessa atitude sua? Porque a lição que vai falar das portas que o coração abre. Olha que bonito essa expressão, nessa conexão com Deus para que a gente chegue a Deus. Essa questão vai tratar disso, né? Faremos aquilo que a gente acha que deve. Ah, eu vou ali entregar, vou fazer sopa, vou entregar uma cesta básica, eu vou trabalhar no atendimento espiritual, vou trabalhar com diálogo fraterno, eu vou tentar dar uma palestra onde eu vou tentar falar, né, transmitir a doutrina espírita. Só que os espíritos falam o seguinte: "Olha, mas qual que é o sentimento que tá embuído nisso aí?" Porque, primeiramente, os espíritos vão

onde eu vou tentar falar, né, transmitir a doutrina espírita. Só que os espíritos falam o seguinte: "Olha, mas qual que é o sentimento que tá embuído nisso aí?" Porque, primeiramente, os espíritos vão dizer o seguinte: antes que a gente chegue na porta estreita, tudo que a gente faz tem que passar pelas nossas portas do coração, onde a porta é oada, oada pela pelos benfeitores. Aí tá, o que você está fazendo? Você está passando pelas portas do coração, você está fazendo mecanicamente? Ah, quando eu estendo a mão para alguém, eu tô fazendo mecanicamente. Ah, porque eu tenho que fazer caridade. E a gente faz, faz. Ah, serve a sopa aqui, entrega o negócio ali, né? A gente dá palestra, tal. Mas a gente tá fazendo com esse sentimento de doação, tá passando pela porta do coração, tá passando por essa porta que vai me deixar mais amoroso, mais gentil, mais calmo, mais pacificado, né? Quer dizer, o sentimento que eu tô entre o que eu tô doando pro outro, eu tô ganhando também com isso. Quer dizer, tá passando, tá passando isso por mim, né? Ah, estou doando, mas tô doando com sentimento de doação, com com sentimento de entender. Nossa, eu queria tanto que essa pessoa ficasse satisfeita com isso. Será que eu estou fazendo irá satisfazê-lo? Pensando nessa nessa nessa entrega, né? Qual o valor dessa entrega eh real? E esse processo, ele tá ajudando todo mundo desse processo. Ah, eu vou chamar aqui algumas pessoas pra gente montar uma cesta básica para entregar. Mas eu tava tratando todo mundo com gentileza para fazer isso, né? Nós estamos fazendo isso com amor. Aí, primeiramente, a gente eh colhe esse amor entre nós e desse amor sai um fruto bonito. N vocês entendem assim mais ou menos o que eu tô querendo dizer nesse sentido, sabe? Então, os espíritos falam pra gente observar muito, muito aí o sentimento que tá que a gente tá plantando nos nossos atos, sabe? Para que esse sentimento ele vá junto também além do fato em si. É, é isso que os espíritos dizem. Olha, se não passar

ito, muito aí o sentimento que tá que a gente tá plantando nos nossos atos, sabe? Para que esse sentimento ele vá junto também além do fato em si. É, é isso que os espíritos dizem. Olha, se não passar pelas portas do coração, dificilmente vai entrar pela porta estreita. Então, achasse essa essa questão muito bonita. Eu acho uma questão realmente muito boa nesse sentido, sabe? Lembrei ainda eh de uma passagem muito bonita do livro Boa Nova. E aí Jesus traz uma reflexão muito profunda sobre essa questão da da porta estreita. Essa essa esse capítulo do Boanov é um capítulo onde Jesus ele ele e Maria Madalena, Maria de Magdela, eles têm uma conversa muito extensa. É aquela lição é uma lição muito clássica. Eu acho que todos, todos nós já ouvimos falar daquela lição, eh, que vai mostrando a vida de Maria Madalena até o final de vida, onde ela vai viver junto ali com os leprosos, ela adquire, não é, a rancenase ali desencarna, né, fruto dessas feridas, etc, etc. E ela chega no mundo espiritual, eh, e Jesus diz: "Olha, Maria, você já passou pela porta estreita porque você aprendeu a amar, né? N Jesus a recolhe o mundo espiritual". É um capítulo belíssimo esse capítulo, né? muito, muito já falado no meio espírita. E tem uma passagem nesse capítulo onde Jesus ele vai fazendo o quê? Respondendo perguntas, fazendo alguns esclarecimentos, uma pequena pregação, né? Muitos capítulos boa nova passam por isso. Jesus compartilhando certos ensinamentos muito específicos. E tem uma parte desse capítulo que Jesus vai dizer o seguinte, que que acontece? Muitos de nós, ou podemos dizer até que uma grande parte da humanidade tem buscado transformar os seus vícios, não buscar que os seus vícios sejam reconhecidos como virtudes. Olha que interessante. Ou seja, eu tenho uma maneira de ser e eu quero que o mundo reconheça a minha maneira de ser, não com mundo é feito. Olha que interessante. Jesus fala tanto que isso é atual, não é? tanto que se atual. Isso é o que um parágrafo desse livro Jesus

ro que o mundo reconheça a minha maneira de ser, não com mundo é feito. Olha que interessante. Jesus fala tanto que isso é atual, não é? tanto que se atual. Isso é o que um parágrafo desse livro Jesus fala disso. Então eu tenho o meu jeito de ser, eu gosto disso, gosto daquilo, tem minhas preferências em seja lá qual âmbito que tem, né? Eu quero que o mundo reconheça isso como um valor, como uma característica e não como um defeito. Olha que interessante. Ou seja, Jesus, ele tem essa visão de que o seguinte, a gente tá querendo facilitar a entrada na porta estreita, mudando as regras da vida. mudando as regras do jogo, entre aspas, não a Eu tenho a minha moral, eu tenho a minha visão de mundo. O mundo tem que entender que isso é normal, tem nada de errado com o meu jeito de ser. E assim, que que eu faço? Tento artificialmente limpar minha consciência do peso dos meus atos, dos pesos dos meus vícios. Não, não é um vício, isso é uma característica minha, não é? Quer dizer, aí quando nós olhamos pro mundo, é, é uma das grandes discussões da atualidade. É isso. A gente quer que o mundo se adeque a nós, para que a gente se sinta melhor, para que nós deixemos de de de estar cometendo erros. Olha o que que Jesus fala. É muito sério isso, essa visão. Então, a gente quer manipular a realidade para que a realidade se adequa ao nosso jeito. E assim eu deixo de ser errado e assim eu deixo de ser vicioso, não é? E aí de repente aí meus vícios todos se tornam qualidades minhas de um meu jeito de ser. E aí eu vou entrar por essa porta estreita aí mudando as regras. Mas a gente sabe que não é assim que funciona, né? É justamente essa. É justamente sobre isso que Emanuel vai falar aqui uma frase que é das mais interessantes. A travessia de uma das portas é ação compulsória para todas as criaturas, né? E a porta larga é a ilusão, né? É, e precisa passar pelo reajuste. E a porta estreita ao contrário, né? É a saída do erro para renovação. Então, não há o que mexer eh nessas regras. Quando a Emanuel fala que a ação

a é a ilusão, né? É, e precisa passar pelo reajuste. E a porta estreita ao contrário, né? É a saída do erro para renovação. Então, não há o que mexer eh nessas regras. Quando a Emanuel fala que a ação é compulsória, significa que obrigatoriamente nós temos que nos encaixar nessa passagem. A trilha já tá pronta, a porta já tá lá. Eu tenho que me, eu tenho que me, me acertar para passar lá. Por isso que a fala é compulsório. Não tem como eu negociar com isso. Não é negociável, é obrigatório, não é relativo. Não posso relativizar as questões morais para que de repente eu ache, eu vou ser acolhido pelas leis divinas, né, devido a essa relativização. É isso que a mana quer dizer. Não dá para relativizar as questões morais. Ou é ou não é, tá cumprindo a a a lei cristã ou não tá. Você é cristão ou não é? A gente tem aí na nas obras espíritas uma série de de orientações que são muito fortes paraa nossa existência. Quem observar a doutrina espírita vai ver que não é uma doutrina de acolhimento de de qualquer ativação nossa, não é? No livro dos dos médiuns, Allan Kardec fala disso na introdução. Não, não, a gente não vai encaixar tudo no espiritismo, não, diz Allan Kardec. Não dá para encaixar tudo em espiritismo, na prática espírita, na prática mediúnica. Não dá. Não dá para acolher todas as propostas. Na Kardec vai dizer, não é essa a intenção. Isso no livro dos médiuns. Anteriormente, lá no livro dos espíritos, nós temos as leis morais. Que que é isso lei moral? É uma lei. Lei obedece. Ah, não quer obedecer. Bom, então temos um reflexo, é que o emano tá dizendo aqui, é compulsório, é compulsório, não dá para negociar com lei moral. Aí depois, mais à frente, né, no livro Céu e Inferno, a gente tem lá, não é, o Código Penal da Vida Futura. Código Penal, Mos Espiritistas tem Código Penal. É, que que é Código Penal? De onde vem a a penal de penalidade, de penalização, não é? São palavras correlatas. Significa que são coisas que vão acontecer. Quer dizer, de novo, é o que diz nessa eleção, é compulsório. Não vou

? De onde vem a a penal de penalidade, de penalização, não é? São palavras correlatas. Significa que são coisas que vão acontecer. Quer dizer, de novo, é o que diz nessa eleção, é compulsório. Não vou negociar com com as leis morais, com o Código Penal da vida do futuro. Por quê? Porque não são coisas inventadas pelos espíritos. Eles não inventaram essas lições. Eles viveram essas essas lições, nos trouxeram o reflexo. O que os espíritos nos trazem com todas as obras da codificação não são teorias espíritas. Ah, não, não são normas que alguém pôs. Olha, vamos seguir isso aqui porque a gente acha que é bom. Não, não é. Foram vivências. Essas vivências foram trazidas para nós pelos espíritos superiores, que que muitos desses espíritos têm bilhões e bilhões de anos já de experiência em vários planetas, em várias realidades, em várias encarnações, não é? E vem nos trazer o modo como eh a gente precisa viver. É a melhor forma, é o o caminho mais eh acertado para cada um de nós, não é? Então a gente vai desenterrando essas lições aí, né, do que Emanuel fala e vai fazendo muito sentido, né, essa lição vai fazendo muito sentido. Já encontramos as correlações na na nas obras de codificação, já encontramos relações nas obras de de André Luiz, não é, Eliane? Já encontrou n relações com isso. E todos, todas essas essas relações, todas essas essas eh lições, elas vão nos falando a mesma coisa, embora de formas diferentes, né? É isso mesmo. A Lázara está aí conosco. Bom dia. Bom dia, amiga Lázara. É um prazer estarmos aqui estudando mais uma vez, né, essa obra. E nós é que ficamos felizes, né, em conhecer um pouco mais, né, o que a doutrina espírita nos oferece. E eu achei interessante aí a sua fala, Juliano. E olha só o que que Emanuel fala. Examina por tua vez qual a passagem que eleges por teus atos comuns na existência que se desenrola momento a momento. Olha só, atos comuns. Você citou aí, né, a acridade eh eh a beneficência, né? Então, é mais simples do que a gente pensa

e eleges por teus atos comuns na existência que se desenrola momento a momento. Olha só, atos comuns. Você citou aí, né, a acridade eh eh a beneficência, né? Então, é mais simples do que a gente pensa nos atos comuns. Que que é um ato comum? Como eu me levanto, como eu me deito, como eu ando, como eu convivo, como eu trabalho, como eu me alimento, atos comuns. É essa que é a proposta, né, da doutrina espírita, nos eh nos mostrarmos que é no todos os momentos nós estamos aí. eliminando eh defeitos nossos, vícios, né? O que que é vício? Vício é aquilo que a gente acha que é normal, né? É um hábito nosso, é um vício. A gente se habitua aquilo, igual você falou, né? É normaliza, né? É normal. E é isso que eu fala, né? Vamos observar, né? Esses atos comuns. Vamos observar isso. Isso é muito importante, né? Nós temos aí tantas obras, né? Nós temos obras que trazem, né? Por exemplo, do espírito eh Humberto de Campos, né? Que traz ali para nós o treino para a morte. Olha como que o espírita precisa entender como é a morte. Ele já tinha lá mais de 20 anos, Humberto de Campos, né? Ele fala que já tinha mais de 20 anos que ele estava no mundo espiritual e ele era um ignorante ali do ponto de vista espiritual, não sabia tudo. Então os espíritos vem nos trazer como que vai ser, né, essa nossa passagem, como será isso? Olha que privilégio, o único privilégio que o espírita tem é esse, de saber como é do lado de lá, né? Como é, como que nós podemos fazer para irmos para o mundo espiritual, né? voltarmos para o nosso local de origem, voltarmos melhores. É isso que a doutrina espírita faz, né? Tem uma obra pequenininha, pequenininha, assim, no modo de dizer, simples, mas que nos mostram, né, esses atos comuns e nos moldam, né, a forma aí do do cristão, que é o sinal verde, né? Olha, sinal verde, sinal vermelho, né, de André Luiz, né, psicografado por Franciscând do Xavier, nos mostrando aí o que que é que pode estar nos prejudicando, né, na nossa passagem aí, né, na nossa, como se diz,

verde, sinal vermelho, né, de André Luiz, né, psicografado por Franciscând do Xavier, nos mostrando aí o que que é que pode estar nos prejudicando, né, na nossa passagem aí, né, na nossa, como se diz, nosso objetivo. Então, acho muito interessante isso. E aí, Emanuel que vem nos trazer, né, por milênios temos sido viajores, né, um tempo a ir e vir pela porta larga, ou seja, estamos errando há muito tempo, né, nos círculos de viciação e muitas vezes por coisas que nós já temos hábito de fazermos e nós nem reparamos na obra Renúncia, aquele famoso, né, a famosa obra renúncia de onde Ail, né, ajuda ali os seus familiares, né, um eh Pux, né, aquele espírito lá que ele no início da obra ele fala que tem feito as mesmas coisas durante séculos. Olha só, há quantos anos eu faço a mesma coisa. E aí se nós já sabemos, então ele decide naquele momento ali reencarnar, né, com apoio dela. Quem aqui cai de novo nos vícios, né, do egoísmo, do orgulho, dessa autoridade aí, né, que Emmanuel fala, né, que é transitória aqui na terra, essa ideia da superioridade, né, onde Jesus quer dizer para nós que o maior entre todos é aquele que mais servir. Então Jesus vem com uma proposta totalmente diferente, né, para nós, né? Nós aqui ainda mergulhados, né, nesse mundo material, né, materialista mesmo, nós nos perdemos, né, nesses momentos. É isso que nós estamos fazendo, né, tentando despertar a nossa a nossa consciência para essa realidade espiritual. É essa que nós temos, né? O que que nós vemos fazer aqui? Então, quando a doutrina espírita nos ensina a raciocinar, né, de forma clara, é isso. Por que eu estou aqui? Porque eu nasci nessa família, para que fazer caridade? Olha, não é para que fazer a caridade, não. É tudo que fizermos, fazermos com a virtude da caridade. Olha só, porque a caridade é uma virtude. Então, onde nós estivermos, podemos estar fazendo com caridade. A gente acha que a caridade é a ação, não. A caralidade deve estar na ação. É essa a ideia. É por isso que aqui porta

ade é uma virtude. Então, onde nós estivermos, podemos estar fazendo com caridade. A gente acha que a caridade é a ação, não. A caralidade deve estar na ação. É essa a ideia. É por isso que aqui porta estreita, salvação, tem tudo a ver, né? Quando Kardec fala, "Fora da caridade não há salvação." Ou seja, fora do amor não há salvação. Porque Jesus era amor. Amou a todos, perdoou a todos. Nem precisou perdoar, né? Porque só se perdoa aquele que se ofende, não é isso? Então a gente vai observando, né? A Dr Espírito está aí para nós como essas pesquisas, né, e estudo e relatos e histórias para trazer como modelos, como exemplos a não serem seguidos e modelos para serem seguidos, né? Os que não são seguidos, aqueles que falharam, que são muitos, né? Muitos relatos, né? Inclusive, nós temos aí a condição de vermos essas histórias, muitas vezes nas reuniões mediúnicas, olha só, nos trazem essa condição de sabermos do mundo espiritual, o após, a morte, né, do corpo físico, essa continuidade. Então, esses vícios que nós estudamos aqui hoje, eles continuam, né? Porque não é mágico. Morreu, curou, virou santo, não morreu, né? Como diz Jesus, né? Tudo que ligares na terra, serás ligado nos céus também. Então tudo que nós temos aqui, que nós valorizamos, né, os nossos valores continuarão. Então é isso, a gente vai observando que a doutrina espírita tem muito a nos ensinar e nos dar a oportunidade de melhoria, de nós nos aproximarmos de Jesus, né? Porque após essa porta e quem que estará lá, né? A ideia é nós encontrarmos ele, né? Então, lá do da da obra conduta espírita, aliás, desculpa, opinião espírita, tem aí como a porta que é Jesus, né, que ele fala, eu sou a porta, né? Jesus fala isso, né? Ou seja, através dos meus ensinamentos, através do meu modelo, através daquilo que eu ensino, eu sou a porta. Então, nós queremos, né, passar por essa porta. Então, observa Jesus agora, como que faz com Jesus? Aí vem Allan Kardec, né, através das obras, através desses ensinos, né, com todas

o, eu sou a porta. Então, nós queremos, né, passar por essa porta. Então, observa Jesus agora, como que faz com Jesus? Aí vem Allan Kardec, né, através das obras, através desses ensinos, né, com todas essas riquezas, nós vamos descobrindo como se abre essa porta, como que é essa chave aí, né, como que encontra essa chave, como adquire essa chave, né, através de todos esses ensinamentos, né, nós temos aí condições, as condições de entrarmos por ela, né? É isso mesmo. Ah, eu quero dar um bom dia paraa Lázara também. Bom dia, Lázaro, minha. Bom dia também para Hosana, nossa amiga e também compre trabalho lá da do grupo mediúnico, né? Bom dia, Hosana. E quando Eliane foi falando do Polox, realmente eh, eu me lembrei assim do quanto que às vezes nós deixamos escapar certas lições. Quer dizer, essa essa essa história do Polox está muito ligada realmente ao que fala aqui, né? Somos viajores do tempo a ir e vir pela porta larga nos círculos de viciação. E engraçado, né? os círculos de de viciação que forjamos para nós mesmos. Quer dizer, a gente tá indo e vindo, vivendo a a o jeito que a gente acha que é o certo, vamos dizer assim, né? Eu acho que se é certo, vou fazer nisso aqui indefinitamente. E Emanuel diz: "E a gente não sai do da mesmice espiritual". O que que é isso? Ir e vir pela porta larga. Ou seja, eu vivo nesse nesse eh nesse ciclo que é um círculo vicioso. Eu erro, aí eu me arrependo, aí eu retorno, espio, erro de novo, retorno pro mundo espiral e volto e etc. Eu não mudo minha atitude. O É isso que é o vício. Existe, eu ainda acho que existe uma incompreensão muito grande eh sobre o que significa a palavra vício. Todos temos vícios inúmeros. Quando a gente fala em vício do ponto de vista espiritual, não é dizer assim: "Ah, porque eu eu sou um alcólatra. Ah, porque eu fumo. Ah, porque eu uso entorpescentes. Ah, porque eu eu tenho dificuldade em ser em ser fiel do meu casamento, né? Então eu tenho eu tenho que ter desequilíbrio sexual. Não é isso que é o vício.

e eu fumo. Ah, porque eu uso entorpescentes. Ah, porque eu eu tenho dificuldade em ser em ser fiel do meu casamento, né? Então eu tenho eu tenho que ter desequilíbrio sexual. Não é isso que é o vício. O vício é aquilo que você não consegue se livrar. É uma atitude sua que ela é persistente, mas ela não te traz bons resultados. é o vício. E e que acontece para a gente não se livrar do vício, a gente culpa as outras pessoas pelos problemas que acontecem conosco. O viciado, ele quer fazer sempre a mesma coisa porque ele acha que aquilo é legal, ele aprendeu que aquilo é bom e ele gosta, sente, né, um esperto de prazer. Às vezes não, mas ele não consegue se livrar daquilo porque ele acha que tá correto. Ele fica repetindo esse erro insistentemente. E quando aquilo traz para ele frustrações, ele olha pro outro e fala assim: "Não, porque o outro fez isso para mim, o outro fez dessa forma, o outro me ofendeu desse jeito, o outro não me aceita dessa forma e nós nunca mudamos nossa maneira de agir. Do ponto de vista espiritual, esse é o vício. E aí a gente não sai da mesm espiritual. Nós sempre culpamos os outros pelos problemas que são nossos. Eu vou olhar para para nós e a gente parar de olhar pro outro e falar assim: "Ah, mas o outro faz isso para mim. Ah, o outro é assim, assim assado. Não é você que é. Se você não muda o seu o seu elimina o seu vício moral, comportamental, os outros não vão mudar a a atitude sobre você, né? Então, quando a gente trata de vício, é isso. Então, a gente fica transentando essa porta larga indefinidamente. Por isso nós vivemos às vezes, né, como a Helen falou muito bem da da da lição de Puxos, que é essa o que o Plock fazia era isso, né? vivia achando que estava fazendo o que era sempre correto e sempre de retorno ao mundo espiritual ele se deparava com a realidade do fracasso espiritual. Não, nós vamos de novo e de novo. Inclusive a a a encarnação que Emmanuel nos traz é da vida de Paulos é justamente essa. Ele diz: "Não, eu vou reencarnar como um sacerdote católico.

casso espiritual. Não, nós vamos de novo e de novo. Inclusive a a a encarnação que Emmanuel nos traz é da vida de Paulos é justamente essa. Ele diz: "Não, eu vou reencarnar como um sacerdote católico. Quero ser um padre porque assim eu fico mais próximo de Jesus, fora dos vícios da terra e assim eu consigo evoluir espiritualmente porque eu vou estar não vai ter vai ter muito menos chance de eu errar." E aí a reencarnação de Paulo, ele se torna um padre realmente, uma pessoa religiosa. Mas aí ele vai trabalhar onde? Na Inquisição. E lá ele dá vazão à suas paixões destruidoras, né? E aí ele se arrepende amargamente disso, né? Eh, pela por essa por essa sua imprevidência. Então, eh, é disso, nós temos que observar, sabe? A gente entender e pensar qual que é o meu vício, né? que Emanuel, que Emanuel traz também aqui, né? Qual é essa viciação que eu forjei para mim mesmo? E assim, Emanuel, no final, só para eu finalizar minha fala aqui, né? E o que que Emanuel nos traz como uma referência pro nosso reajuste? Não sei se eu tenho vício ou não tenho. Não sei como é que eu tenho que me me colocar perante o mundo. Às vezes eu fico, a gente fica nessa confusão do certo e errado, não é verdade? Que que emano diz? Nos renovemos em Cristo. Olha a palavra de irmão. Nos renovemos em Cristo. Ah, tá. Quer dizer, se eu tô com dúvida a respeito se a minha atitude tá boa ou tá ruim, não vou, deixa eu me renovar em Cristo aqui. Que que Jesus aqui fez? Porque Jesus tinha uma força moral muito grande. Isso é bacana. Uma das lições que Jesus diz que tem tudo a ver com essa lição da porta estreita, é que que diz Jesus? Seja o seu falar sim, sim, não, não. Não é verdade? Jesus, ele foi firme, era firme e doce ao mesmo tempo. Jesus não, né? A única, talvez a única passagem que Jesus ele, ele ele mostra uma firmeza maior é lá com relação à aqueles comerciantes no templo, né? Jesus pega um chicote e ele é mais firme para dizer: "Olha, isso está errado e eu não vou compactuar com atitude erradas

mostra uma firmeza maior é lá com relação à aqueles comerciantes no templo, né? Jesus pega um chicote e ele é mais firme para dizer: "Olha, isso está errado e eu não vou compactuar com atitude erradas de vocês, né?" E Jesus não foi lá, né? Dá uma de bonzinho. Ô, gente, por favor, vamos aqui, né, tentar compreender a consciência do Não, não, não, isso tá errado. Não posso compactuar com isso. Então, Emmanuel trata disso na porta da estreita. Quando ele fala em compulsório, é disso que a Manuel quer dizer, a gente tentar ter essa firmeza moral para dizer: "Olha, se isso tá errado, não vou compactar com isso." Ah, mas muitos vão se ofender com nós? Claro que vão. Muitos vão nos criticar? Claro que vão. Muitos vão nos virar o rosto, claro que vão, mas isso aí é uma consequência do ato moral. Eu dizia, não vou, posso compactuar com isso, não. Então você tá fora do nosso grupo, você tá fora desse trabalho, você tá fora dessa empresa. Mas é disso que, mano, que eu falar, a gente tem que medir os nossos atos primeiramente pela moral cristã, moral correta, né? Não adianta eu tentar abraçar, né, todas as pessoas que estão fazendo mal, porque eu vou estar compactuando com elas, posso estar compactuando com elas de alguma forma, né, enquanto que o melhor é o quê? Esclarecer, ensinar e seguir nossa vida com firmeza, né? Eu acho que o final eh dessa lição é muito bonito, né? Eu acho que esse estudo é um estudo muito poderoso para nós, né? Que faz a gente repensar os nossos atos, né? Eh, dessa maneira, né? agir com coração, com sentimento, ser firmes, mas sermos doces, não desviarmos do que aquele do que a gente acredita que é o correto. E a gente sempre, sempre que nós tivermos dúvidas, vamos buscar Jesus. Jesus nos mostrou como ser firmes, nos mostrou como ser amorosos, nos mostrou como ser disciplinados e ao mesmo tempo nos mostrou como ser caridos. Eu acho que a gente voltar para Jesus, voltar pro evangelho, nunca é um mau caminho, sempre é um bom caminho, né? A gente tem que ficar com Jesus integral, né? Com

tempo nos mostrou como ser caridos. Eu acho que a gente voltar para Jesus, voltar pro evangelho, nunca é um mau caminho, sempre é um bom caminho, né? A gente tem que ficar com Jesus integral, né? Com Jesus integral, que Jesus tem uma vida muito rica e com muita lição bonita para nós, né? E vou encerrar por aqui minha fala. Eh, então é isso, né? Ficam aí mais, fica aí mais uma lição de hoje dessa obra, né? O espírito da verdade. Na semana que vem tem outra dupla e com certeza vai ser muito bom para todos nós, porque nós vamos conhecendo aí o que pensam os espíritos, né? É isso que a doutrina espírita quer fazer, né, conosco, né? Como o lado de lá é. E eles vêm nos contar, né? Para nos fortalecer aí, que a gente possa ter esperança, né? Eu termino aí a o estudo falando de esperança, né? E é muito bom a gente saber disso, né? Fala da renovação em Cristo e a gente seguir as abençoadas lições da porta estreita para poder então conservar a alegria e a esperança na conversão do tempo em dádivas da felicidade maior. Porque o nosso futuro é esse, né? nosso futuro vai ser um futuro bom, feliz, se nós nos convertermos, né, em Jesus, ou seja, temos aí uma possibilidade de converter, de mudar, de melhorarmos, né, através do evangelho de Jesus, né? O convite tá aí, o chamado tá aí. Então, agora nós escolhermos, né, qual porta nós iremos entrar, né? Então que Jesus então possa abençoar cada um de nós. Nós vamos fazendo a nossa prece, né? Quer falar mais alguma coisa, Juliano? Acabei. Então vamos fechar os nossos olhos, se for da nossa vontade, elevar os nossos, continuar, né, com os nossos pensamentos elevados a Deus, elevados os nossos pensamentos a Jesus, esse nosso amigo, esse nosso irmão que veio nos trazer aí tantas informações do mundo espiritual e também vivenciou situações a qual nós as quais nós podemos ver o seu amor, a sua bondade, a sua misericórdia. E assim, Jesus, que possamos nos momentos de dor, de dificuldade, de indecisão dos nossos caminhos, aqueles que nos prejudicam

s as quais nós podemos ver o seu amor, a sua bondade, a sua misericórdia. E assim, Jesus, que possamos nos momentos de dor, de dificuldade, de indecisão dos nossos caminhos, aqueles que nos prejudicam a encontrá-lo através dessa porta estreita, que nós possamos lembrar das tuas lições, lembrar das lições do evangelho, que são lições que vão nos mostrar que o caminho da humildade, caminho do perdão, o caminho da indulgência para com os outros são as ferramentas que nós necessitamos. Então, Jesus, fortalece a nossa vontade de melhorarmos, de equilibrar em nós esses nossos vícios, esses vícios morais, Senhor, que nos prejudicam. essa na nossa senda evolutiva. Abençoa, Jesus todo o nosso planeta, os nossos lares nesse momento, os nossos amigos, os nossos irmãos do grupo que estão doentes e todos aqueles, Senhor, que ainda não conhecem o teu santo nome, a tua mão misericordiosa e boa possa alcançar os corações necessitados de paz, de amor, de harmonia, Senhor. E assim, Jesus, nós agradecemos mais uma oportunidade de estarmos aqui aprendendo um pouco mais o teu evangelho. Fica conosco, Jesus hoje, agora e sempre. Que assim seja. Um abraço a todos, Lázara Hosana e a todos outros que nos assistirem, que estão também aí. Nós agradecemos e desejamos uma feliz semana a todos. Um abraço.

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