Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 15 | 15.06.25
Estudando com Jesus | 15.06.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 15: Colher e garganta Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184
เฮ Ave Maria plena de Graça. Deus é contigo, lírio de luz. Dentre as mulheres abençoada, a escolhida, a serva amada. Ao ventre afagas o teu Jesus. Doce maisinha, eu me ajoelho a contemplar o amor que te fui. Cantas baixinho em doce levo e ajoelhada aos pés do berço feliz o teu Jesus. Flor candura, chegou a hora. O mundo clama por nova luz. Tu silencias o amor que chora. Tu te despedes rente a morta eterna abraças o teu Jesus. Este em levo ouvindo filho. O nosso Cristo cantar amor. Teus olhos brilham. Leve sorriso. Tua alma vela com teu carinho e teus pés o seguem por onde for. Marte serena, rosa ferida, dor que planteia o pé da cruz. Beijas ao colo querendo pobre Maria voltar à vida. O teu Jesus és minha mãezinha, por ti revivo. Eu ressuscito por ti, amor. Se deste mundo, eu sou o Cristo. No teu regaço, sou só teu filho. Voltar comigo. Vim te buscar. Bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia a todos que estão nos acompanhando neste domingo maravilhoso aqui de sol, onde eu estou. Bom dia, Meiri. Tudo bem com você? Bom dia a você aí de casa. Tudo bem? Bom dia, Gabriel. Bom dia a todos. Agora sim, né? Depois da configuração aqui, fiquei perturbadinha. Ah, eu não tava conseguindo eh o menu iniciar simplesmente somu do meu computador, tive que reiniciar de novo. Mas tudo acontece. Eh, não, se eu contar ainda um dia ainda vou escrever um livro das minhas histórias online. Eh, mas o trabalho com Jesus ele acontece sempre. É, essa é a mensagem, né? E é maravilhoso a gente poder estar aqui estudando com Jesus nesta obra Espírito da Verdade e aprendendo a cada dia e é uma grande responsabilidade. Isso cada dia eu tenho eu tenho assimilado, né? E vamos lá. E vamos lá, né? Porque hoje é um tema super interessante do capítulo 15, colher e garganta. Um capítulo que faz realmente a gente refletir, né, sobre a nossa alimentação espiritual, não é isso, Me? Que que você tem? Que que você acha? Aí, preparamos um negócio muito especial para vocês que estão aí em casa. Mas para esse estudo ficar
tir, né, sobre a nossa alimentação espiritual, não é isso, Me? Que que você tem? Que que você acha? Aí, preparamos um negócio muito especial para vocês que estão aí em casa. Mas para esse estudo ficar ainda mais legal, mais divertido, eu peço que vocês interajam aqui conosco, mandem suas considerações, seus comentários, que a gente vai ficar sempre muito atento aqui pra gente estar realmente estudando juntos. Eu e MEI trouxemos aqui um compilado de informações que a gente veio estudando, né, que é, eu acredito que sempre todo estudo ele é mais pra gente que tá aqui falando do que para quem de fato tá recebendo, né, Mir? Isso mesmo. Isso mesmo. Eh, de uma grandiosidade a espiritualidade trazendo pra gente essas obras para dar aquele toque, aquele toque amoroso pra gente atentar para nossa vida. E esse livro, a base dele é o evangelho. Então, portanto, nós estamos estudando com Jesus os seus ensinamentos. Então vamos lá, né? Começar pela prece. Pode fazer, Gabriel. A prece tá mais iluminado. Eu vou então se eu tô se eu vou fazer a prece. Então vamos lá. Eh nós possamos agora nesse momento nos recolher no nosso cantinho íntimo dentro de nossas figurações. Se você quiser, estiver aí em casa, quiser fechar os olhos para se concentrar melhor, tudo bem. Mas se não quiser também não é um problema. E diante disso e na presença do mestre querido Jesus, que com certeza se faz presente agora neste momento, nós te pedimos, Senhor, permissão para iniciar mais um estudo de informações e compiladas que tu deixastes para nós. Mestre, muito obrigado por essa oportunidade de estarmos vivos e com essa dádiva poder estudar um pouco do que tu deixes e do que dos teus obreiros deixaram para nós. Muito obrigado, Senhor, pelo dom. Envolve todos aqueles que nós amamos e todos aqueles que por nós também algum desafeto nutremos ao longo desta jornada. Que este momento de estudo hoje possa de fato servir como um degrau para a nossa evolução espiritual. Nos acompanha hoje, amanhã e sempre. Que assim seja, mestre.
feto nutremos ao longo desta jornada. Que este momento de estudo hoje possa de fato servir como um degrau para a nossa evolução espiritual. Nos acompanha hoje, amanhã e sempre. Que assim seja, mestre. Que assim seja, né? Então vamos começar. Que assim seja. Eh, tu queres que eu vá colocando o slide que tu vai começar lendo? Pode ser. Fechou? Tá. Eh, então, turma, eu o capítulo 15, né, desse livro que nós estamos lendo, Espírito Verdade, ele se refere ao capítulo 9 do Evangelho Segundo o Espiritismo, mais especificamente o item dois. Mas não só o item dois, né? Eu acho que quase todo o capítulo ali a gente consegue trazer ensinamentos pro capítulo 15 que nós estamos estudando aqui. E aí lá no capítulo 9 do Evangelho Segundo Espiritismo, no item dois, há o item: "Bem-aventurados os brandos e pacíficos". E aí o item trata especificamente sobre injúrias e violências. E aí dois versículos: bem-aventurados e sombrandos, porque possuirão a terra. Isso tá lá em Mateus, no capítulo 5, no versículo 5. Aí logo em seguida, entrando nas aventuranças, né? Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. É no Mateus, capítulo 5, versículo 9. Bom, turma, se a gente só parasse ali naquele naqueles dois ensinamentos e de fato compreendesse a mansuetude do que aquilo significa, a gente já teria resolvido com certeza essa nossa encarnação aqui. Um grande passo, pelo menos, a gente já teria dado. E aqui metaforicamente, né, Hilário, ele ele vem trazer uma brincadeira de palavras aqui para que a gente pudesse refletir de maneira mais objetiva os ensinamentos de Jesus, né? Porque a gente já conversou nas outras aulas, eu vejo nos outros nos outros dias, né, com os outros facilitadores, a forma como em infinitos momentos Jesus tenta nos educar, né? E aqui nesse capítulo, colher e garganta diz assim: "Imaginemos a língua como sendo a colher do sentimento. Mentalizemos o ouvido por garganta da alma. Tudo que falamos é ingrediente para a digestão espiritual. Bondade é pão invisível.
ganta diz assim: "Imaginemos a língua como sendo a colher do sentimento. Mentalizemos o ouvido por garganta da alma. Tudo que falamos é ingrediente para a digestão espiritual. Bondade é pão invisível. Gentileza é água pura. Otimismo é reconstituinte. Consolação é é anelgésico. Esclarecimentos construtivos é a vitamina mental. Paciência é antitóxico. Perdão é cirurgia reajustante. Queixa é vinagre. A gente a Vamos ler, vamos ler tudo meio. Vamos, né? Censura é pimenta, crueldade é veneno. Calúnia é corrosivo. Conversa inútil é excedente enfermiço. Maledicência é comida deteriorada. Falando, edificamos. Falando, destruímos, falando, ferimos. Falando, medicamos. falando, curamos, disse o divino mestre, bem-aventurados pacificadores, usemos para com os outros o alimento da paz, porque estendendo paz aos outros, asseguramos paz a nós mesmos. E com a paz conseguiremos possuir espaço e tempo terrestres em dimensões maiores para que aprendamos e possamos realmente servir. Hilar Silva. E aí a gente já entrando um pouco na do nosso estudo, eu acho que a gente precisa se ater antes de qualquer coisa às palavras. E o começo é o principal. Imaginemos a língua como sendo a colher do sentimento. Ele poderia ter utilizado garfo, ele poderia ter utilizado concha, ele poderia ter utilizado qualquer outra coisa, mas ele escolheu colher. Meus amigos, quando a gente pega, a gente só consegue tomar sopa com colher, né? Por eu tenho para mim que a colher a gente consegue abarcar uma maior quantidade, né? E nessa metáfora aqui, ele tá querendo dizer o quê? que ela é a colher dos sentimentos. Então, a língua ela é a primeira porta de entrada, porque colher é o que tá fora, né? Então, é a primeira porta de entrada de alimentos. E quais que são os alimentos que nós estamos aqui colocando dentro de nós, né? E mentalizemos o ouvido por garganta da alma. Então, a garganta ela é algo que já passou pela colher, né? Ela tá aqui nesse nesse momento de maturação, de maduração. Cara, o que será que nós estamos
? E mentalizemos o ouvido por garganta da alma. Então, a garganta ela é algo que já passou pela colher, né? Ela tá aqui nesse nesse momento de maturação, de maduração. Cara, o que será que nós estamos escutando, né? O que será que a gente tá aqui colocando todos os dias com possibilidades nossas de ouvir? Será que eu só tô ouvindo tragédia ou será que eu consigo parar em alguns momentos no domingo paraa gente colocar algumas coisas mais edificantes no nosso dia a dia? Exatamente. E a gente vai fazendo essa reflexão. Hilário, eh foi assim de uma sabedoria, né? Porque quantas vezes nós já lemos: "Bem-aventurados os mansos porque herdarão a terra". Mais especificamente o item dois, né, de Mateus. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. E a gente lê o Evangelho capítulo 9, a gente muitas vezes tem essa dificuldade de fazer essa contextualização na nossa vida no dia a dia, né? O sermão sermão da montanha, que é um código, é um código de bem proceder que Jesus nos apresenta. E tem uma sequência, né, importante todo encadeamento. Então, nós estamos aqui estudando o evangelho vivo, o evangelho puro. Eh, ele é o roteiro da nossa felicidade. Qual é a atenção que a gente está dando para os ensinamentos do Cristo? para o evangelho, né? Refere-se a esse específico bem-aventurados os pacíficos. Nós vamos abordar hoje. Refere-se a o tempo muda, a minha voz também. Aí eu fico com dificuldade. Então, que que o evangelho declara aqui pra gente? Quem são esses pacíficos, né? senão aquele que busca, que declara, não só busca, mas ele declara a paz, ele declara a reconciliação. Por isso são abençoados e serão chamados filhos de Deus. Por quê? Porque faz a vontade do Pai, né? Faz a vontade do Pai. Bem-aventurados. Então, as bem-aventuranças é um conjunto, um conjunto de ensinamentos apresentado pelo Cristo a todos nós para esta construção do reino em nossos corações. Como é que nós estamos fazendo essa construção? Vamos refletir. Vocês podem escrever no chat também. Não pense que a gente já
pelo Cristo a todos nós para esta construção do reino em nossos corações. Como é que nós estamos fazendo essa construção? Vamos refletir. Vocês podem escrever no chat também. Não pense que a gente já realiza isso. A gente não realiza. É um esforço diário. Todo dia eu caio, mas eu levanto e digo: "Senhor, eu vou continuar tentando até eu conseguir". Não é verdade? Porque eu já fui pior e hoje, se eu sou a minha melhor versão, então tá tudo bem, eu vou continuar. Então, quem somos os pacíficos no contexto atual? A gente pode dizer: "Olha, esse é pacífico, será que eu consigo identificar?" Mas antes de identificar o outro, identifica a si próprio. Se você está sendo o pacífico. E o próximo passo é o ser um pacificador, que vai muito mais além. Então, os pacíficos são aqueles que vivenciam, vamos lá, a lição do homem de bem, né? O respeito pelo outro, por si e pelo outro, são apaziguadores. Portanto, se tu arranja confusão por aí, tu não é pacífico. Se tu não respeita o limite do outro, tu não é pacífico. Presta atenção. Soluccionadores de conflitos. Ele não foge do conflito, né? Ele encara. E aí quando a gente faz esse movimento, nós já somos pacificadores, não só pacíficos. Então existe uma diferença. É aquele que busca a harmonia, o equilíbrio, que trabalha em si próprio. É uma pessoa branda, calma. Presta atenção aí nas qualidades, né? tem uma vida reta, é indulgente, bondosa, amorosa, não fala mal de ninguém, não xinga ninguém, certo? Então vamos lá, vamos nos encontrar aí nesse processo. Não fica triste também se você não identificar, né? Só algumas qualidades, porque nós estamos aqui na Terra em processo. Temos que ter consciência da nossa realidade espiritual. Não somos ainda espíritos iluminados e nem da segunda ordem. Estamos tentando sair da terceira ordem, mas a gente precisa identificar quais são as nossas dificuldades e aonde a gente precisa chegar, né? A gente precisa identificar e fazer esse trabalho também, não se acomodar nessa vidinha mais ou menos, tá certo? Que não
dentificar quais são as nossas dificuldades e aonde a gente precisa chegar, né? A gente precisa identificar e fazer esse trabalho também, não se acomodar nessa vidinha mais ou menos, tá certo? Que não tenta, que não faz esforço maior. Então a gente precisa fazer esse movimento, né? Esse movimento ele é fundamental. Por que que precisa os amigos espirituais trazer uma outra obra falando do evangelho? Eu não tô entendendo. Vamos explicar direitinho para eles aí o sermão da montanha. Só o item dois. Só o item dois. Vamos fazer essa metáfora aqui que fica mais claro para eles, não é verdade? Assim fica mais fácil, não facilitar. E aí, será que a gente tá lendo, dando atenção que a gente precisou ler várias vezes, né? Que que tá querendo dizer aqui, não é verdade? Então assim, eu lembro logo dos livros de André Luiz, porque lá tem o Hilário, eu acho que é ele, né? O o amigo do André Luiz, que também foi médico aqui na Terra. Então, Hilário, ele reporta essa metáfora. Nós nos alimentamos, né? Alimentamos o corpo físico. E como é que nós estamos alimentando a nossa alma? de que forma, né? Qual é esse alimento que nós estamos nos nutrindo? Essa é a importância. E aí aquele outro chamamento, a tua conduta, ela é com base na moderação ou no excesso? Porque o excesso e a escassez é prejudicial, né? E, então a gente pensar. Então, eu tô colocando aqui várias coisas, o Gabriel vai desenvolver e aí a gente vai, né, a gente vai assim encadeando o nosso pensar, refletindo e nos identificando, não é verdade? Nos identificando. O que que eu posso tá adicionando para melhorar? Porque a tua fala ela tem poder, né? Como é que eu estou usando esse esse recurso valioso que Deus me concedeu? O alimento físico também ele é importante para nós, para que o nosso corpo tenha saúde. Tudo em excesso vai fazer mal. Olha a metáfora. Então esse alimento também para o corpo que vai nutrir e vai deixar a gente forte, né, com todas as vitaminas e o alimento para a alma que vai nos nutrir a caminho dos valores, né, dos valores
táfora. Então esse alimento também para o corpo que vai nutrir e vai deixar a gente forte, né, com todas as vitaminas e o alimento para a alma que vai nos nutrir a caminho dos valores, né, dos valores reais para todos nós. Então pensemos, será que a minha fala ela tá elevando ou está denegrindo? né? Está construindo ou destruindo tudo aí tá em excesso a gente pensar, pensar com muito carinho. Pode continuar, amiga. Gabriel tá ouvindo? Parou, né? Deu uma congelada. É, eu acho que a conexão dele, gente, a gente então eh eh ter essa compreensão fundamental, né, gente? Vou destacar quem já tá por aqui no chat, o Walter, Walter Lucas, que maravilha. Bom dia. De onde você é, Walter? Olha, tá chegando aí. Assim, a gente tem muitos desafios no online, sabe, gente? Ultimamente eu tenho tido bastantes. Olha a Lázaro aqui já chegou. E aqui também a Ariane. Coloque aí de onde vocês são, qual estado, não é verdade? E é isso. Vou passar para você. Na hora que você ia começar, você caiu, congelou. É, minha conexão caiu aqui. É, né? Então, minha gente, antes da gente entrar propriamente dito nas considerações sobre o capítulo, tem um tem um versículo, né, dois versículos, na verdade, que eu acho que são é super importante a gente trazer aqui, tá? Emos, no capítulo 5, são os versículos 21 e 22. E lá nesse nesse versículo, ele diz exatamente assim: "Sabeis que foi dito aos antigos: Não matareis, e quem quer que mate merecerá condenação pelo juízo. Eu, porém, vos digo que quem quer que se puser em cólera contra seu irmão, merecerá condenação no juízo. que aquele que disser a seu irmão Raca merece será condenado, ser condenado pelo conselho. E aquele que lhe disser: "És louco", merecerá condenado ao fogo do inferno. Meus amigos, aqui Jesus ele é muito claro. que ele é muito claro, porque ele começa dizendo, não é só aquele que comete algo físico contra o meu irmão, mas é aquele que pensa, aquele que fala, aquele que induz algo violento ao meu irmão. E é exatamente isso que o capítulo 15, colher e garganta, tá
só aquele que comete algo físico contra o meu irmão, mas é aquele que pensa, aquele que fala, aquele que induz algo violento ao meu irmão. E é exatamente isso que o capítulo 15, colher e garganta, tá querendo dizer aqui nesse nessa nessa tradução aqui, né, nesse dessa forma metafórica, né? E aí, como a Mar muito bem, muito bem trouxe, o que nós estamos alimentando a nossa alma, o nosso eu interior. E aí aqui, já que ele tá utilizando uma metáfora, eu vou fazer uma uma provocação aqui para vocês. Imaginemos então a falar mal dos outros, a gente se pôr em cólera, a gente entrar em conflitos belicosos no trânsito, dentro de casa, serem impacientes, falar bobagens, né? Fofocar. Imaginemos isso como se fossem aquelas comidas prontas, né? Aqueles fast foods. Será que faz sentido a gente fazer três refeições com pizza, no outro dia a gente almoçar? tomar café e jantar um hamburguezinho. Qual que será que é o nosso resultado? Primeiro, tendo uma alimentação totalmente desequilibrada, né? Quais são será, quais será que serão os nossos benefícios por nos alimentarmos de maneira desorganizada todos os dias? Será que é possível eu ter saúde no longo prazo comendo todos os dias uma pizza diferente? E aí eu vou falar como uma experiência própria minha. Eu eu tinha um hábito de comer quase todas as quase todos os dias à noite, eu sempre procurava algum fast food para jantar, né? Seja uma pizza, um hamburguesinho, uma iakoba, sempre alguma comida fast food, né? Que aconteceu? Estou com colesterol alto. Isso daqui nada mais é do que uma consequência da minha alimentação. E agora a provocação que o Hilário faz pra gente aqui. Qual que será o colesterol de falar mal dos outros? Qual que será o colesterol da gente entrar em atividades belicosas com o meu irmão? Será que não tem consequências isso? Será que não tem nada? Será que a gente realmente não vai colher todas essas palavras ruins que a gente utiliza? Será que a gente realmente vai conseguir ter saúde no longo prazo, colocando dentro
so? Será que não tem nada? Será que a gente realmente não vai colher todas essas palavras ruins que a gente utiliza? Será que a gente realmente vai conseguir ter saúde no longo prazo, colocando dentro de nós, de maneira metafórica tudo aquilo que denigre ou vai de vai ao encontro, vai não vai de encontro à lei de Cristo. Será que a gente vai colocando? Qual que será que serão as nossas consequências? Será que eu vou conseguir ter saúde? Eu acho que essa daqui é a maior reflexão que a gente pode ter aqui. Qual que será no fim do dia o balanço da minha alimentação? Porque ele é muito claro. E aí aqui eu vou vou pegar alguns trechos aqui, né? Bondade é um pão invisível. Gentileza é água pura. O otimismo é reconstituinte. A consolação é anegico, né? Esclarecimentos construtivos é vitamina mental. Paciência é antitóxico. Perdão é cirurgia reajustante. Queixa é vinagre. Queixa é um refrigerantezinho e nada de zero, tá? Não é refrigerante zero aqui, tá? É refrigerante mesmo, 500% de açúcar, né? O que será que a gente tá tá se tá se alimentando? E aqui eu vou fazer um parênteses, né, que eu acho que é importante. Eu não sou perfeito, a Mil não é perfeita e muito provavelmente você aí não, você aí de casa com certeza já é perfeito, né? Está aqui para num domingo de manhã estudando Jesus. Cara, você já tá com o pé muito mais lá do que para cá. Quando a gente pensa nisso, eh, o que que me faz saltar aqui a mente, né? Será que eu tô conseguindo manter esse equilíbrio, né? Será que eu tô conseguindo manter em todas as minhas refeições, não em todas, né? Mas pelo menos, será que eu tô conseguindo fazer um pareto ali, um 8020? Será que de segunda a sábado, de segunda a sexta à noite, a maior parte das minhas refeições, elas estão sendo regradas de bondade, regradas de gentileza, regradas de otimismo? Ou será que quando eu vou fazer um balanço do meu 8020 ali, do meu Pareto, eu tô mais com vinagre, eu tô mais com murmúrios, eu tô mais com calúnias, eu tô mais com diflamações, né? O que será que eu tô
será que quando eu vou fazer um balanço do meu 8020 ali, do meu Pareto, eu tô mais com vinagre, eu tô mais com murmúrios, eu tô mais com calúnias, eu tô mais com diflamações, né? O que será que eu tô conseguindo construir? O que será que eu tô colocando dentro de mim nesse longo prazo, né? E aí aqui, eh, eu acho interessante também, como eu pontuei no começo, né? Mas só pra gente reforçar, o, a garganta, ela nada mais é do canal por onde passam tantos alimentos, como as palavras, o abuso na alimentação, ele pode trazer e vai trazer consequências, né? Quais serão as consequências que nós vamos possuir quando a gente tiver fazendo muitas queixas? né? Quais serão as consequências quando a gente não perdoar, da gente não perdoar, da gente não ter essa paciência que ele nos convida a ter, qual que será a consequência da gente, por livre espontânea vontade não buscar o esclarecimento construtivo? Porque se o esclarecimento construtivo é vitamina, se eu deixo de tomar uma vitamina, eu fico carente, carente de alguma coisa, não é isso? Então aqui, minha gente, eu acho que a o principal dessa reflexão aqui é a gente buscar a moderação. Será que eu nunca mais vou poder comer uma pizza? Será que nunca mais eu vou poder queixar, né? Eu vou poder cometer uma queixa, que é o que tá aqui exatamente aqui na minha frente. Será que nunca mais eu eu eu Bom, vai chegar um tempo que sim, você vai se alimentar só de saladinha, sempre uma alimentação regrada, mas ainda não é o momento, julgo eu, né? Eu ainda não estou nessa condição. Mas será que eu não consigo comer uma pizza uma vez por semana? Será que eu não consigo comer um hamburguerzinho uma vez por semana? Mas todo dia, todo dia não tem como. Todo dia o corpo vai reclamar. Mas o corpo aqui que eu quero dizer é a mente, né? Pra gente refletir. É isso. M É verdade, né? Ó, você pode você pode fazer sua própria pizza mais natural. O problema é o é o que é os ingredientes que se colocam no contexto atual na pizza. Se você come todo dia, o
etir. É isso. M É verdade, né? Ó, você pode você pode fazer sua própria pizza mais natural. O problema é o é o que é os ingredientes que se colocam no contexto atual na pizza. Se você come todo dia, o resultado vai ser bem, né? Então, tem pessoas que faz a sua própria pizza, a sua massa em casa, né? O recheio. E aí, claro que você pode ficar mais saudável, né? E assim é a nossa alimentação espiritual. Nós precisamos fazer uma escolha, está no nosso querer, né? Aí eu nunca esqueço Jesus falando isso pro senador, está no teu querer, escolher agora ou daqui a milênios. Então é nossa escolha, a nossa responsabilidade. Na verdade, nem sempre eu consigo comer aquilo que é saudável para para o meu bem-estar físico, né? Eu procuro fazer, mas nem sempre eu consigo. Assim também é com as verdades espirituais. Porque se eu sou uma pessoa que reclamo da vida, eu estou aqui estacionado, né, no azedume. Portanto, queixa é vinagre, é azedume. Não é verdade? Se eu maltrato o meu próximo, estou ferindo a lei. Estou ferindo a lei. A boca fala de que está cheio o coração. E dentro disso a gente ressalta aí porque Deus vai considerar a intenção. A intenção. Eu quero apontar ou falar algo para alguém, é a minha intenção. Se é de fazer o mal, prejudicar o outro, é uma falta gravíssima. É, e às vezes a gente até faz isso sem a gente ter essa intencionalidade. Por isso que a boca fala de que está cheio coração, que nós vamos retratar do que está no nosso na nossa capacidade mental. Assim será nossas atitudes. Por isso, as palavras vão retratar do que está na minha mente, do que eu agasalho no meu íntimo, do que está no meu coração. Nós transbordamos quem verdadeiramente somos. Não tem como. Ah, a pessoa parece tão boazina. Hoje em dia não existe mais isso de você parar e refletir. Hoje não tem mais. Não existe. Basta você prestar atenção na pessoa. Ok? Então nós seríamos quem somos aonde estivermos. O que a gente precisa entender é que nós não somos ainda espírito de luzes, portanto, vamos cometer equilíbos.
Basta você prestar atenção na pessoa. Ok? Então nós seríamos quem somos aonde estivermos. O que a gente precisa entender é que nós não somos ainda espírito de luzes, portanto, vamos cometer equilíbos. Por qual é a diferença aqui? É o esforço que cada um de nós faz para superar nossas más tendências diariamente. É isso que vai ser contabilizado. Uma hora a gente acerta, outra não. Mas eu preciso olhar para mim, né, para eu e perceber como é que eu estou caminhando. Então essa lição é isso, é aquela olhada interna para nós, né? Aquela chamada de atenção. Vem cá, presta atenção que tu tá fazendo da tua vida. Olha aqui o código, né, que Jesus apresenta no monte das bem-aventuranças. Presta atenção aqui só nesse detalhe. É só os mansos hoje, né? É só os mansos. Então, será que eu não tô tendo um comportamento aonde eu estou extrapolando? Não está demais na minha forma de viver, de me conduzir? Estou fora do limite, fora da lei, ó, tudo em excesso. Fora dos desrespeitando os direitos humanitários, a gente pensar tanto na alimentação do corpo quanto na alimentação da alma, na nossa conduta de um modo geral, em todos os aspectos. Será que eu sou uma pessoa educada ou mal educada? Em alguns momentos eu mesmo sou educada, em outros eu sou mal educada. Eu extrapolo. Eu extrapolo, mas eu preciso identificar para que eu possa trabalhar. E o evangelho é isso. O evangelho é um processo em nós de transformação moral. Então, estou aqui para me transformar, me evangelizar. A gente pensa que vai evangelizar o outro, né? Não. Eh, é essa consciência que a gente precisa cada vez mais ter. Cada vez. Às vezes a gente promove uma guerra dentro de casa pela nossa fala, uma terceira guerra dentro de casa na família, né? Eu nem devo falar essa palavra no YouTube que ele vai já tirar a gente do ar. Mas um conflito, né? A gente promove um conflito, não se pode falar essa palavra. Perdão. Um conflito, né? Uma desarmonia. A gente chega e já desarmoniza pela nossa simples forma de falar, né? Olha o exagero.
onflito, né? A gente promove um conflito, não se pode falar essa palavra. Perdão. Um conflito, né? Uma desarmonia. A gente chega e já desarmoniza pela nossa simples forma de falar, né? Olha o exagero. O exagero. Em virtude ainda da nossa vaidade, do egoísmo, nossos velhos hábitos do passado que ainda grita dentro de nós. E a gente precisa parar um pouquinho e nos perceber, não é verdade? E aí a gente pode fazer um novo fim, como ensinou Chico Xavier, né? Dá para fazer um novo fim, dá para finalizar de forma diferente aquilo que a gente começou. Esto exagerado. Quer continuar, Gabriel? Posso continuar, posso seguir. E isso que você falou, né, Meir? É, é muito importante, né, a gente sempre ter essa postura de como falar, né, como que a gente fala, que que eu vou falar, quando que eu vou falar, a gente aproveitar todos esses momentos que a gente tem de convívio com o outro, né, desse momento de troca como esse que a gente tá tendo aqui e ponderar. Será que eu vou falar aqui vai agregar? Será que o que eu vou colocar aqui? Como eu vou colocar é o melhor momento de fato pra gente para eu fazer isso? Acho que esse processo da gente ter mais consciência de na hora de agir, na hora de reagir, torna a gente, querendo ou não, um passo mais perto de ser branco, um passo mais perto de ser pacífico, né? não só mais agir por custo, né, como animais, assim, é óbvio que muitas vezes vamos estar tomados pela emoção e que haverá exceções, mas a gente sempre buscar a regra da do bom viver, né, do bom convívio, a gente buscar a regra de realmente encarar o processo de reforma íntima com a seriedade que ele pede e que ele merece. Porque às vezes às vezes a gente só se coloca nessa postura passiva de tá aqui, estudar, falar, mas na hora de realmente a gente ter as oportunidades e colocá-las em prática, a gente sempre vai querer pedir um efoodio, né? A gente ter uma alimentação regrada, né? A gente exige que a gente acorde um pouco antes para fazer a comida da semana, se eu não tenho tempo, né? Eu preciso ir na feira
i querer pedir um efoodio, né? A gente ter uma alimentação regrada, né? A gente exige que a gente acorde um pouco antes para fazer a comida da semana, se eu não tenho tempo, né? Eu preciso ir na feira comprar uma salada. Às vezes pedir uma pizza é muito mais fácil. Às vezes a gente tá no trânsito, recebe uma fechada e dá de bate pronto, amaldiçoar as 15 gerações que vão vir e as 20 que já vieram daquela pessoa que me fechou ali. É, é daqui para ali, né? É realmente a gente abriu o aplicativo, pedir um efood e pegar uma pizza, né? Mas a gente não entende que essas oportunidades que a gente tem diariamente de exercitar o evangelho de Cristo, porque são são oportunidades diárias, né, como você bem trouxe aí do do nosso senador, né, você vai querer me ver, você vai querer me acompanhar agora daqui a milênios, né? E e a gente assim, eu falando por mim, né, no trânsito, principalmente a milênios. Eu esqueço, eu esqueço totalmente de espiritismo quando eu estou no trânsito. E e a gente precisa ter essa consciência, né? A gente precisa ter essa consciência de que ali também é uma ferramenta para minha reforma índica. Ali também eu tenho que buscar a moderação. Ali também eu tenho que olhar aquele outro cidadão, né, como meu irmão. Mas não só ali. Eu tô dando um exemplo dali, né? E aí outro ponto que eu acho que também é elementar que eu trouxe, eu quero só reforçar esse ponto, é o ponto do equilíbrio. Eu acho que a gente precisa a vida em harmonia. A gente não vai conseguir viver, como você bem disse, Me regenerado, né? A gente tá no planeta de provas, expiações aí. E essa esse provas de expiação para chegar no regenerado, ele pede um equilíbrio, ele pede uma moderação, porque o excesso é sempre um caminho desequilíbrio e sofrimento. O amor em excesso, né, às vezes ele se torna um vício, né, ele se torna uma dependência. É necessário a gente sempre buscar o equilíbrio, a gente buscar ali esse equilíbrio que Jesus nos convida. E e eu acho que o mais legal desse hilário, do Hilário, da mensagem que o
na uma dependência. É necessário a gente sempre buscar o equilíbrio, a gente buscar ali esse equilíbrio que Jesus nos convida. E e eu acho que o mais legal desse hilário, do Hilário, da mensagem que o Hilário trouxe para nós, é essa reflexão de tratar o evangelho como se fosse de fato uma alimentação, só que uma alimentação do espírito, porque eu não posso dar algo que eu não tenho, né? Eu não posso, por exemplo, dar a você um copo com água agora para você me porque você não está aqui. Eu não tenho um copo, não tenho uma água. Eu não posso dar isso para você. Exato. Você até teoricamente poderia me dar se estivéssemos juntos, mas se não estamos juntos, você, eu não tenho como dar aquilo que eu não tenho, mas eu posso colocar em mim, eu posso nutrir em mim essas ferramentas. Eu acho que isso é uma das das preciosidades dessa mensagem. Eu posso não ter paz, mas eu posso querer me alimentar de paz. Eu posso buscar essa paz, que aí tem aquela música, a paz do mundo começa em mim, né? Eu posso buscar essa alimentação, eu posso todos os dias comer um fast food, mas eu também posso todos os dias comer uma saladinha. Não é porque eu não tenha esta virtude, não é porque eu não tenha essa atitude da reforma íntima, não é porque eu não tenha esse exercício de sempre elevar o meu pensamento a Cristo, de de cultuar ali, de cultuar, não, de viver de fato os ensinamentos que Jesus me deixou. Não é porque eu não tenha isso em mim hoje, que eu não possa ter em mim daqui a 5 minutos, amanhã, daqui a um mês. Isso depende só de uma única coisa, a escolha. Mas será que eu quero escolher? Porque todo processo de crescimento ele dói. Todo processo de crescimento ele dá trabalho. Ele vai exigir de nós que nós abandonemos esses nossos hábitos que a gente construiu há milênios. Às vezes, alguns, e ouso dizer, a maioria construímos nesta encarnação, vai exigir sair de uma vida sedentária e entrar na academia. É o que dói. É o que dói. Não sei se vocês já fizeram aqui alguma prática de exercício físico.
zer, a maioria construímos nesta encarnação, vai exigir sair de uma vida sedentária e entrar na academia. É o que dói. É o que dói. Não sei se vocês já fizeram aqui alguma prática de exercício físico. Quando você está parado e vai correr na rua ou vai puxar um peso na academia, no outro dia você tá totalmente destruído. Você tá com dor, você tá tá dolorido, você não consegue correr 5 minutos, joelho dói, perna dói, panturrilha dói, fica cansado, não consegue respirar. Mas essa parte, à medida que você coloca isso como objetivo, eu vou entrar na academia, eu vou praticar um exercício físico. longo prazo, aquilo que no começo era extremamente difícil, como caminhar 5 minutos numa esteira, como fazer 1 km, você fazia em 1 hora, no longo prazo, isso se torna fácil, assim como o evangelho de Jesus, porque à medida que a gente vai conhecendo a palavra de do Cristo, eu tô tô tô aqui, né, ainda que aqui deu uma pintadinha, né? Vocês estão me vendo, né? Tão me ouvindo? Beleza? A medida que nós vamos conhecendo o evangelho de Jesus Cristo, menos livre arbítrio nós vamos tendo. Menos livre arbítrio nós vamos tendo, porque o bem ele vai ser a nossa única escolha. À medida que a gente vai conhecendo a palavra de Jesus, o mal deixa de ser uma opção e o bem passa-se ser a nossa única opção, porque a palavra do Cristo ela transforma, né? À medida que a gente vai conhecendo o evangelho de Jesus, vai tendo esse contato, bebendo da fonte, todas as nossas vícios, eles deixam de ser uma opção. E o bem, a reforma íntima, o trabalho íntimo, a alimentação se torna o o prato principal, né? E eu acho que era isso que eu tinha planejado pra gente discutir aqui. Me é agora assim, o o os exemplos do Cristo, eh, ele transforma a gente, né? E aí eu trouxe aqui, nós conhecemos essa lição, né? Nós conhecemos muito bem essa lição. E Jesus estava lá com os discípulos. E aí chegam, né, essa multidão querendo joga pedra na mulher adúltera, né, que era era um costume da época. E Jesus tava abaixado e escrevendo na
o bem essa lição. E Jesus estava lá com os discípulos. E aí chegam, né, essa multidão querendo joga pedra na mulher adúltera, né, que era era um costume da época. E Jesus tava abaixado e escrevendo na areia e continuou lá. E aí eles interrogam Jesus: "E aí, Senhor, tu não vai fazer nada, não vai falar nada, né? E agora?" Então, diz a lição que Jesus ele calmamente, né, continua escrevendo e eles insistem. Então, Jesus nos ensina aqui que a gente não deve responder rapidamente às pessoas, a gente deve refletir antes de falar. Essa é uma lição maravilhosa. A gente vê só a questão do pecado, né? Então aqui Jesus tá dando já um ensinamento pra gente. Ele não falou nada, ele não disse nada, mas já tá ensinando. Espera, antes de responder, antes de falar, pensa um pouco, reflete no que tu falas, se é viável. Aí a gente vai freiar mais o bate-vta, né? na mesma proporção que o outro fala com a gente. Então, espera um pouco. E aí, calmamente ele levanta e aí ele fala só uma frase, mais nada e volta a escrever de novo na areia que a gente já conhece. Então, atira primeiro aí. Quem tem, quem não tem nenhum pecado, nenhumzinho, pode começar a tirar. Aí ele ficou de costa escrevendo até, né, que a mulher se dirija a ele, né, Senhor. Aí ele, cadê, cadê o pessoal? Não é verdade? Então, a moderação no falar, isso vai nos ajudar a desenvolver a moderação no pensar. E aí nós seremos moderados na conduta. É um processo, né? Não é o contrário. Então assim, não sei se tu quer falar sobre isso, Gabriel. Aí tem a Joana, mas em função do nosso horário, eu vou passar para esse aqui. Esse é um pacificador. Ele foi um pacificador. Pra gente fazer a diferença entre o pacífico e o pacificador. Existe uma diferença, né? E nós precisamos trabalhar para sermos pacífico. Nós não vamos ser pacificador assim rapidinho, não. É pacificador. Vai muito mais além. Aquele que promove a paz. O pacífico é aquele que faz de tudo para manter, né, a paz. Esse é pacífico que se esforça diariamente para manter.
assim rapidinho, não. É pacificador. Vai muito mais além. Aquele que promove a paz. O pacífico é aquele que faz de tudo para manter, né, a paz. Esse é pacífico que se esforça diariamente para manter. Esse aqui não, ele promove, promove porque ele realizou transformações pregando a não violência. Ele é pacificador. Jesus também pacificador. E mais à frente a gente vai poder, né, trabalhar. Então são tantas lições, né, num capítulo para nós. Tantas coisas maravilhosas. Cadê tu, Gabriel? Já caiu de novo? Volta. Tô aqui, tô aqui, tô aqui, tô aqui, tô aqui. Quer falar alguma coisa aí desse grandioso homem? Bom, esse daí mudou um país, né? Sem o mundo, né? O mundo, é, exatamente. Sem o mundo, sem pegar em uma arma, né? E utilizar as ferramentas que ele tinha para nos ensinar. Acho que é uma reflexão que fica realmente aqui que eu já trouxe, né? Pô, a gente tá cheio de exemplos, a gente só precisa de fato escolher colocá-las em prática, né? Verdade. É uma escolha nossa, né? Uma escolha escolha nossa. É uma escolha nossa. Exatamente. Então vamos trabalhar diariamente para esse esforço, esta ação ativa de promover, né, esse ser pacífico, começando apaziguando a nós mesmos, né? Aaziguando o nosso interior, nos acalmando, a gente já vai estar no caminho, tudo vai transcorrendo, né, com mais facilidade na nossa vida. Tenho certeza, né? Se a gente fizer esse exercício, nós vamos eh caminhando nesta direção. Se a Patrícia tá aqui, né? Que legal. A parte a Ariane é é agora que eu prestei atenção. E a Ariane é de Santa Catarina, que maravilha. Pát de Manaus. E é isso, né, gente? A gente aqui relembrando os ensinos do mestre, sempre pedindo que ele nos auxilie, né, a cada dia a gente conseguir ter êxito nesse processo todo, né? Exatamente. Que essa daí é o nosso maior desejo, né? A gente chegar e ferramentas que a gente pode utilizar, né? Chegar no fim do dia, se questionar todos os dias, será que eu estou sendo doce? Será que eu estou sendo amável? O que será que eu posso fazer de diferente amanhã que eu
que a gente pode utilizar, né? Chegar no fim do dia, se questionar todos os dias, será que eu estou sendo doce? Será que eu estou sendo amável? O que será que eu posso fazer de diferente amanhã que eu não fiz hoje, né? A gente sempre tá realmente colocando em prática esses exercícios de autoconhecimento que eu acho que fazem total diferença. Você nos conduz em prece? Vamos lá, vamos agradecer, né? Agradecer por esta oportunidade que nós tivemos de fazer esse treino, né, junto com vocês. E a gente assim vai eh melhorando cada vez mais. Então, elevemos nosso pensamento ao mestre, a Jesus, nosso governador, nosso guia e modelo que Deus nos apresenta todos os dias para segui-lo. Mestre amado, nesse instante queremos te pedir. nos abençoa, Senhor, nos ajuda a cada dia a esse esclarecimento, a esse processo de despertar de consciência para a nossa verdadeira vida. E caminhando, Senhor, na marcha do progresso, aprendendo a nos autoiluminar, aprendendo a ser aquele ser melhor, aquele ser pacífico. Senhor, ajuda-nos, nos ampara sempre. Somos gratos imensamente por tudo. Abençoa o nosso planeta, Senhor, neste dia. Acalma, acalma nossas aflições, desempreendimentos, desequilíbrios e assim para que possamos aprender a escolher sempre o melhor. Que assim seja. Que assim seja. Então, muito obrigado a todos que estiveram conosco neste domingo. Nós precisamos realmente aí colocar em prática todas esses ensinamentos que a gente tentou dividir com vocês. Assumam um compromisso do lado de cá também de trabalhar a minha alimentação, torná-la de maneira mais equilibrada, né? Eh, só agradecer mesmo a todos. Quero que todos aí recebam essas mensagens que a gente conseguiu dividir aqui em paz e fiquem todos com Deus e até o próximo mês, minha gente.
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