Espiritualidade entre dois planos da vida | Podcast 13º Congresso Espírita RS
O que o Centro Espírita pode oferecer aos corações que buscam acolhimento, mantendo a coerência doutrinária fundamentada nas obras de Allan Kardec? Esse é um dos temas do bate-papo inédito, gravado no 13º Congresso Espírita do RS, que vai ao ar quarta-feira (05/11), às 20h, na FergsPlay! Participam da conversa Vinícius Lousada, Tânia Tassinari (Área da Mediunidade da Fergs) e Luciane Bandeira (Área de Atendimento Espiritual no Centro Espírita).
Olá, meus amigos, tudo bem? Nós estamos aqui no 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul gravando o podcast das áreas doutrinárias da FERX. Certamente vocês vão estar acompanhando esse material pós congresso, porque ele vai reverberar espiritualmente e também a partir dos programas que vão rodar na Ferg Play. Eu sou branco de cabelo grisalho e estou aqui acompanhado de duas companheiras da nossa diretoria executiva da FERGs. A nossa irmã Tânia Tacinari, que é a diretora da área da mediunidade, e a nossa irmã Luciane Bandeira, diretora da área do atendimento espiritual do Centro Espírita. Minhas amigas, vou deixar para vocês darem a saudação pros companheiros que vão nos acompanhar logo mais. Então, o nosso abraço a todos que estão nos acompanhando neste podcast, eh, trazendo aqui também a minha descrição, né? Sou eh branca, cabelos crespos, grisalhos, eh estou usando óculos também. E com muita alegria vamos participar aqui deste momento de diálogo. >> Me chamo então Luciane Bandeira, sou morena com cabelos escuros. Estou muito contente por vocês estarem nos assistindo para podermos dividir um pouquinho mais do nosso conhecimento, nosso aprendizado diante das nossas áreas. >> Então, meus amigos, o nosso congresso, ele tem por temática vida futura em permanência e imortalidade à luz da doutrina espírita. E o nosso encontro nesse podcast tem a temática espiritualidade entre os dois planos da vida. E vamos refletir juntos sobre esse tema, minhas amigas. Tânia, quando nós vamos olhar, por exemplo, o Evangelho Segundo o Espiritismo, nas primeiras páginas, Kardec fala da autoridade da doutrina espírita. E é algo que é muito importante, porque há um critério de análise daquilo que vem do mundo espiritual. Como é que tu pode explicar pros nossos companheiros e pra gente o que que é essa autoridade da doutrina espírita? É um dos textos mais belos que encontramos no nosso evangelho. Essa obra Luz, terceira obra da nossa codificação, Vine e Lu, que estamos aqui juntos, né? Eh, e
é essa autoridade da doutrina espírita? É um dos textos mais belos que encontramos no nosso evangelho. Essa obra Luz, terceira obra da nossa codificação, Vine e Lu, que estamos aqui juntos, né? Eh, e esta obra nos traz justamente todo um planejamento divino para nos entregar esta doutrina que verdadeiramente eh traz as vozes do céu, como consta na própria introdução. Então, de um polo a outro, dos mais diversos lugares, independente de de credo, independente de ponto de vista político, nós tivemos o trabalho dos espíritos e este trabalho contou com os médiuns, contou com o auxílio dos médiuns, mostrando então desde o início a importância deste este intercâmbio através do instrumento utilizado, né, da faculdade mediúnica, de cada um que foi sendo acessado pelos próprios espíritos. >> É interessante porque muita gente imaginava que talvez Kardec ao receber de alguém as mensagens que os espíritos traziam saía a publicar. E ele estabelece na no critério da autoridade da doutrina espírita um aspecto que é da concordância do ensino coletivo dos espíritos. A gente vai lembrar, isso aparece muito bem na revista espírita, que Kardec uma mensagem, uma comunicação mediúnica, se e se ela trouxesse princípios que fossem também apontados por outros autores espirituais. E aí, nesse critério de análise que é metodológico da ciência espírita, é que ele estabelecia, olha, essa mensagem ela pode ser viculada ao público em nome da doutrina, porque o que ela diz tem a chancela de vários outros espíritos através de diversos médiuns desconhecidos entre si. E que é importante a gente lembrar disso, porque às vezes numa ingenuidade a gente pode olhar as mensagens que estão aí pela internet ou que alguém recebe supostamente desse ou daquele espírito e trazendo até revelações, supostamente revelações novas, mas que a gente precisa usar esse crio de Kardec que era a razão e o ensino coletivo dos espíritos. Mas Lu, vamos pensar junto aqui o atendimento espiritual do centro espírita, o que que é e como é que ele
ue a gente precisa usar esse crio de Kardec que era a razão e o ensino coletivo dos espíritos. Mas Lu, vamos pensar junto aqui o atendimento espiritual do centro espírita, o que que é e como é que ele pode ajudar o indivíduo a despertar ao entendimento da imortalidade da alma? >> Muito boa essa pergunta, Vine, porque nos faz refletir principalmente diante de o que são as cinco atividades dentro da área do atendimento espiritual, né? Todas as cinco áreas que nós temos dentro, né? as cinco atividades dentro da área, elas estão nos pilares da doutrina espírita. E aí nós temos lá a nossa primeira atividade da área ali, a recepção. Quando alguém entra, adentra o nosso centro espírita, não adentra só aquele encarnado, ele adentra com os desencarnados também, né? E esse olhar da recepção que muitas vezes não se vê com tanta importância dentro de um centro espírita, ele é fundamental porque aquele ser que chega, ele chega acompanhado geralmente aquele sorriso de uma recepção, aquele ser que está ali desencarnado, ele está naquele momento ali já vendo aquele sorriso, já sentindo aquela emanação. Isso é importante que faz ele já, né? ele faz já estabelecer aquela ideia de que eu estou aqui, alguém está sorrindo para mim, embora eh naquele momento a gente tá sorrindo pro encarnado, mas eles sentem isso, isso é importante, né? Nós temos também ali no atendimento fraterno, a importância que tem, né, no atendimento fraterno da gente estar ali atendendo aquele irmão, falando da imortalidade da alma, da impermanência. A gente vê assim tanta situação que abrange num atendimento fraterno. Depois um pouquinho mais na explanação que muitos confundem também. com a exposição doutrinária, que é diferente, né? A explanação do evangelho, ela é muito importante porque também vai esclarecer e orientar a luz do evangelho. Lá quando nós chegamos nas irradiações, a gente também pensa, a gente tá ali irradiando pro ser desencarnado e pro encarnado, para todas as situações. Nesse momento, a área do
ntar a luz do evangelho. Lá quando nós chegamos nas irradiações, a gente também pensa, a gente tá ali irradiando pro ser desencarnado e pro encarnado, para todas as situações. Nesse momento, a área do atendimento espiritual tá também atendendo, né, e esclarecendo principalmente, né? E a gente vê ali no passe, aquele irmão que está ali naquele momento também do passe é fundamental. Ele não está sozinho. Nós vivemos, né, cercados por uma nuvem de testemunhas. E essa nuvem de testemunhas nos acompanha. E quando nós estamos ali recebendo passe, nós sabemos que essa comunicação ela se dá pensamento a pensamento. Então o ser que recebe o passe, ele está se sentindo aliviado, ele está sentindo isso também. Aqueles companheiros já começa a sentir essa medicação salutar que vem do passe, né? E outra situação também, sempre embasados no evangelho, quando nós estamos, todas as nossas atividades da área do atendimento espiritual estão embasadas no evangelho de Jesus, que leva o consolo e o esclarecimento. E aí nós atendemos a imortalidade da alma. É muito bacana porque aí quem vai encontrar o Centro Espírita ou quem vai visitar pela primeira vez tem oportunidade aqui a partir do esclarecimento que a Luciane trouxe de entender que as tarefas que o Santo Espírito oferece a quem busca esclarecimento e consolo são tarefas muito simples, mas muito profundas no seu fundamento espiritual, doutrinário e prático. e que a pessoa vai encontrar caminhos de ser esclarecida, de estudar doutrina, de um contato com o evangelho de Jesus à luz do Espiritismo e encontrar roteiros possíveis, né, para a resolução das suas questões por si própria. Mas não tem como falar de atendimento espiritual também sem falar de mediunidade, né, Tânia? E aí nós voltamos a Kardec, que no final das contas a gente gira em torno de Kardec doutrina. Kardec dá uma continuidade na codificação ali a partir de o livro dos espíritos. Ele prossegue trazendo o tema apontado no livro dos espíritos, que é mundo espírita ou mundo dos espíritos.
c doutrina. Kardec dá uma continuidade na codificação ali a partir de o livro dos espíritos. Ele prossegue trazendo o tema apontado no livro dos espíritos, que é mundo espírita ou mundo dos espíritos. E com a publicação do livro dos médiuns, ele avança nessa temática, nessa relação entre os espíritos e os homens encarnados. Por que que será que Kardecine essa obra no subtítulo como também o livro dos médiuns, guia dos médiuns ou evocadores? tão tão bom a gente falar, né, desse trabalho de Kardec, como eh nos fortalece quando vamos entendendo de que forma tudo foi sendo construído, né? E a revista espírita de janeiro de 1861 nos traz da a revelação, né, de do próprio Kardec no sentido de que já havia estava sendo esperado há muito tempo esta obra, que já era o momento. E e mesmo assim, dado cuidado da espiritualidade, ela ainda precisou aguardar mais um pouquinho e somente em janeiro, então de 1861, que a obra vem a lume, né, vem a publicação. E Kardec ainda coloca que a colaboração assim, o cuidado com cada página, com cada um dos capítulos da própria equipe espiritual. E claro que aqui vem toda a parte teórica, né? Vem a nível de eh das manifestações, do fenômeno em si. Mas Kardec não deixou em nenhum momento de se preocupar com a questão da influência moral, com a a questão eh da costura toda que precisamos fazer enquanto médiuns na nossa responsabilidade, no nosso compromisso com a tarefa assumida. E e esse trabalho exige de nós justamente porque esse intercâmbio entre as duas dimensões é cada vez mais intenso. E nós, a partir do momento em que vamos nos esforçando, em que vamos exercitando, né, essa comunicação, nós também temos ali a oportunidade de nos melhorarmos, de evoluirmos, de nos prepararmos, então, para esse novo tempo que todos nós queremos chegar, né, que tem a ver com a nossa caminhada da imortalidade que somos, né, que fazemos parte como espíritos, esse esse continuar, né, crescendo sempre, esse compromisso que assumimos. Por isso acaba se tornando um guia, né?
om a nossa caminhada da imortalidade que somos, né, que fazemos parte como espíritos, esse esse continuar, né, crescendo sempre, esse compromisso que assumimos. Por isso acaba se tornando um guia, né? Que vai sendo sempre consultado e cada vez que a gente lê a gente: "Meu Deus, tá tudo aqui, tudo, todas as dúvidas, como avaliar uma comunicação, tá tudo na obra, né? Todas as orientações, assim, é por isso é considerado um tratado, né? Tal a grandiosidade dessa obra". Eu vinha pensando nisso quando tu falavas, porque a gente durante o congresso aqui tem lembrado muito e saudosamente do nosso irmão Divaldo Pereira Franco e ele tinha uma expressão sobre o livro dos médiuns que é que ele era o maior tratado de paranormalidade humana que se tem notícia. E as pessoas que queiram estudar a mediunidade, à luz do Espiritismo, compreendê-la, elas podem fazer curso pela internet ou elas poderiam estudar o livro dos médiuns. Que caminho seria esse para desenvolver e educar a mediunidade e colocá-la a serviço da própria evolução espiritual? Nós temos hoje, eh, abençoadamente já a conscientização, né, o entendimento de que é importante, é fundamental que nós tenhamos conhecimento da mediunidade para melhor exercê-la, que nós possamos ter esse manancial todo a ao alcance, né, da nossa mão, do nosso coração, para que a gente possa se debruçar E o Jacobson costuma dizer que é o nosso livro de cabeceira realmente para que possamos eh desenvolver o nosso trabalho. E é importante, Vine, que todos nós então tenhamos a clareza de que os nossos centros espíritas, a nossa própria organização federativa a nível estadual, a nível eh de Brasil, né, através da nossa FEB, sempre orienta para que façamos os nossos estudos no Centro Espírita dentro de toda a organização, de toda a orientação dos roteiros mesmo que nos são ah oportunizados, mas além deste trabalho junto aos nossos grupos, o que vai fortalecendo justamente cada grupo de reunião mediúnica para que se torne o feixe de varas, o ser coletivo harmônico, né? O
ah oportunizados, mas além deste trabalho junto aos nossos grupos, o que vai fortalecendo justamente cada grupo de reunião mediúnica para que se torne o feixe de varas, o ser coletivo harmônico, né? O ser coletivo que se torna inquebrantável, que fica protegido dos escolhos. Eh, há também paralelo nos auxiliando, nos dando suporte para este estudo, um programa da FEB, né, estudando o livro dos médiuns, que é eh oportunizado, que já foi oportunizado, uma coletânea de programas que nós também podemos fazer uso, nos auxiliando, inclusive nesse entendimento de livro dos médiuns, podendo ampliar o nosso diálogo, a nossa meditação, né, a reflexão a respeito ito de tudo que Kardec através dos espíritos nos alcança. >> Eu trouxe a questão porque outro dia vi uma propaganda de uma formação para médiuns online. A pessoa se inscrevia, pagava uma taxinha e isso não tem nada a ver com a proposta do movimento espírita. E como o nosso podcast que vai alcançar companheiros que talvez nem tenham visitado um centro espírita, estejam no primeiro contato inclusive com a temática, é bom que a pessoa perceba que o centro espírita que preza o as lições do evangelho de Jesus e as bases cardequianas é um é uma escola da alma que está aberta a qualquer companheiro que queira participar gratuitamente. vai participar dos estudos, ouvir palestras, vai se inserindo nos estudos tematizados da doutrina e se tiver a necessidade de colocar esse potencial medianímico a serviço da própria evolução, se estiver no seu programa reencarnatório, ele vai encontrar os grupos que vão estar voltados a essa temática de estudo e prática da mediunidade com tempo, com tranquilidade, sem nenhum aligeiramento, né, Tânia? É isso aí. Muito bom, amigo, porque às vezes nós recebemos, né, nos centros espíritas mesmo, eh, companheiros que procuram atendimento fraterno, trazem ali a sua, eh, angústia ou mesmo o seu relato, né, a respeito de manifestações, de percepções da sua mediunidade, desejos muitas vezes, inclusive, de ter notícias dos seus
atendimento fraterno, trazem ali a sua, eh, angústia ou mesmo o seu relato, né, a respeito de manifestações, de percepções da sua mediunidade, desejos muitas vezes, inclusive, de ter notícias dos seus familiares e que entendem, né, trazem um entendimento equivocado de que podem participar de uma reunião mediúnica ou já começarem neste trabalho eh assim que chegam na casa. E é preciso nos prepararmos, como Kardec diz, desde a introdução de O livro dos Médiuns, é uma ciência e como toda ciência nós temos que estudá-la, né? Então, o melhor lugar com certeza é o Centro Espírita, até porque nesse estudo o grupo já vai, né, trabalhando a sua sintonia, já vai se preparando, se capacitando para o momento em que chegar eh a etapa da nossa prática mediúnica mesmo. Então, é uma é uma caminhada que nós não temos pressa, é devagar mesmo. É isso aí. >> E presencialmente é uma boa pedida, inclusive pra saúde mental. Outro dia vi uma pesquisa de Harvard e os pesquisadores da área da psiquiatria identificaram que a frequência semanal a um grupo religioso, a um pertencimento religioso, é fundamental com preventivo a ansiedade e a depressão. Mas aí, Luciane, nós voltamos ao atendimento espiritual no centro espírita. fala um pouquinho assim, descreve para quem tá nos ouvindo como funciona o atendimento fraterno. E a pergunta também é no sentido de que forma o atendimento fraterno paraa pessoa encarnada possa contribuir com os desencarnados também. >> Ótima pergunta e bem importante, né, nós refletirmos diante da importância do atendimento fraterno. Quando nós atendemos alguém, nós não atendemos. Em todas as nossas atividades, a gente sempre comenta isso, não atendemos só aquele que chega, né? E no atendimento fraterno é muito mais amplo isso também, né? E como diz o nosso orador espírita José Raú Teixeira, nós deixamos o corpo físico, mas não deixamos a vida, né? Porque a vida é uma só, né? Feita de várias existências. Então é a imortalidade da alma aí já se fazendo presente, se mostrando. E no atendimento
deixamos o corpo físico, mas não deixamos a vida, né? Porque a vida é uma só, né? Feita de várias existências. Então é a imortalidade da alma aí já se fazendo presente, se mostrando. E no atendimento fraterno é algo muito importante, porque aquele ser tá chegando ali com a sua dor, né, com as suas com as suas fragilidades, que a gente vê que aquele desencarnado também passa por isso, né? Porque nó, como diz o Raul Teixeira, nós deixamos o corpo, mas nós continuamos na vida, né? E essa vida nossa, ela é cheia de reencarnações que nós já tivemos, de emoções que nós vivemos, de situações que que são os atavismos que muitas vezes nós trazemos. E aquele ser ali desencarnado tá ali muitas vezes desorientado. E através do atendimento fraterno, às vezes a gente pensa que tá atendendo aquele encarnado e a gente tá atendendo até mesmo mais é aquele desencarnado que acompanha ele, que está ali, né, muitas vezes que estamos rodeados de uma nuvem de testemunhas, como diz Paulo. Então, a gente precisa ter essa essa direção, olhar para dentro de nós, nos conhecer, né? Ver a necessidade que tem de muitas vezes nós, que até é algo bem importante que a gente também fala muito dentro da área do atendimento espiritual, da saúde do trabalhador, né? Mas aquele que chega ao centro espírita, ele chega com a sua dor e chega sempre acompanhado de um outro irmão. E muitas vezes é ali naquele trabalho que já tá acontecendo a desobsessão que a gente aprendeu lá atrás, né? de uma forma que a Tânia sabe muito bem, né, em relação à mediunidade. A recepção também é um momento que se faz muitas vezes a desobsessão no momento de palestra e no atendimento fraterno. É o momento do esclarecimento. É um momento ali onde aquele ser está junto ali acompanhando e tá ouvindo que ele é um ser imortal, que ele tem existências, né, que ele teve, que muito muito daquele ser que ele tem como um inimigo muitas vezes ou alguém que ele fez algo que ele não gostou e que ele tá ali ou acompanha, ele vai se esclarecendo através dessas palavras,
teve, que muito muito daquele ser que ele tem como um inimigo muitas vezes ou alguém que ele fez algo que ele não gostou e que ele tá ali ou acompanha, ele vai se esclarecendo através dessas palavras, né, a luz do evangelho de Jesus. Então a gente vê que o atendimento fraterno ele é fundamental porque ele atende nos dois planos, não só naquele que chega, aquele que chega vai se esclarecer e aquele que está junto, ele muitas vezes vai ser auxiliado e vai parar muitas vezes ali olhar para dentro de si. Olha o que eu tô fazendo aqui realmente eu estou acompanhando alguém, mas eu preciso seguir o meu caminho. E o caminho é esse, né, que eles estão me mostrando pela própria orientação dos espíritos que estão dentro do centro espírita. Se nós pudéssemos ter o olhar da dimensão espiritual dentro de um centro espírita, nós conseguiríamos compreender muito melhor isso, né? E a gente vê ali que o atendimento fraterno a gente tem nos centros espíritas com os horários e a gente pede muito assim que o centro cuide para que sempre quando ele estiver aberto que ele atenda no fraterno, que sempre tem alguém, uma equipe preparada, capacitada para atender fraternalmente, porque a dor não tem hora, né? Ela não tem, ela não, não bate lá na porta, toca a campainha e diz: "Eu tô chegando". Não, ela chega a dor, a enfermidade, o luto. E o irmão precisa desse esclarecimento à luz da doutrina. Então, que a gente capacite, que a gente comece a pensar um pouquinho mais em realmente colocar em todas as atividades, abrir o centro que a gente tem o atendimento fraterno lá, porque vai auxiliar nos dois planos, como a gente comentou. E se o nosso centro estiver fechado, nós temos a FEB também com 0800, que funciona das 6 da manhã até a meia-noite, atendendo fraternalmente também, né? Então, os recursos estão aí, nós precisamos recorrer a eles para que a gente possa ajudar aqueles irmãos que estão por aí muitas vezes, né, sem ter uma direção. Então, no fraterno é um caminho bem iluminado para para o irmão
aí, nós precisamos recorrer a eles para que a gente possa ajudar aqueles irmãos que estão por aí muitas vezes, né, sem ter uma direção. Então, no fraterno é um caminho bem iluminado para para o irmão conseguir o caminho dele. >> Muito interessante, porque as a necessidade tem alguma urgência, a gente precisa achar caminhos para atender. >> Com certeza. Mas Luciane, pensando na pessoa também que assim esteja desinformada sobre como funciona o atendimento fraterno. Eu vou atendimento fraterno sendo espírita, eu vou receber uma consulta espiritual, eu vou falar com um médio incorporado, que que vai acontecer no atendimento fraterno e eu tenho garantia que a minha conversa não vai ir adiante, tem sigilo. Como é que é isso? É, não, isso é muito importante. Inclusive no nosso NTE, que é um núcleo de treinamento e estudo sobre atendimento fraterno, nós esclarecemos bastante, né, eh, os centros espíritas, todos os trabalhadores em relação a isso. No atendimento fraterno não se atende medionizado, né? mediunidade é lá na Tânia, né Taninha? Lá no no grupo mediúnico, né, privativo. A gente tem que ter bem claro isso ali. Não é o local, não é? Até porque nós precisamos estar bem lúcidos para que a gente possa ser ali inspirado por aqueles benfeitores que estão ali nos orientando aquele irmão que está ali, né? Então o sigilo, como tu falaste, Vine, muito importante. Esse sigilo, ele realmente ele existe. Nós temos artigos, protocolos, tudo que nos esclarecem bem a respeito da do atendimento fraterno, ele ser sigiloso. Aquele irmão que nos traz é uma conversa fraterna, nada mediunizado, é uma conversa fraterna onde vai ficar entre o atendido e o atendente, né? Então a gente procura muito que isso seja bem cuidado dentro dos centros espíritas. não temos necessidade de atender mediunizado, porque a inspiração, quando nós estamos conectados com a espiritualidade do alto, ela vai vir, vai vir naquele momento e de acordo com aquele ser que está ali na nossa daquela necessidade das palavras que vão servindo para ele,
nós estamos conectados com a espiritualidade do alto, ela vai vir, vai vir naquele momento e de acordo com aquele ser que está ali na nossa daquela necessidade das palavras que vão servindo para ele, né? Então, medionizado, não, agora capacitado, sim, nos preparar, procurar sempre, antes das atividades ali se reunir com a equipe do atendimento fraterno, fazer ali a nossa prece, o nosso preparo, a nossa conexão com alto, porque essa conexão é que nós vamos fazer com que tenha essa ligação, né? Porque se nós não nos conectarmos, e é a prece que vai fazer essa conexão. Então, nos prepararmos, estarmos sempre estudando. Como a Tânia trouxe também a questão do livro dos médiuns, nós também temos as nossas obras orientadoras bem importantes dentro da área e o as nossas obras básicas que são fundamentais. Então, quando nós estamos alinhados a isso, nós estamos fazendo um trabalho com uma diretriz segura. Então, a gente encontra no atendimento fraterno um momento de escuta fraterna e de orientação à luz do evangelho, a luz do Espiritismo, sem nenhum exagero, sem nenhum salamaléque. Lembrei agora do Raul Teixeira que usa essa expressão de vez em quando. Mas assim, nós temos centros espíritas e centros espíritas, porque é uma doutrina de liberdade, há pessoas que criam os seus centros, criam os seus núcleos e algumas vão até trazendo maneirismos, exotismos, práticas que quando a gente estuda as obras de Kardec percebe que embora as pessoas sejam respeitáveis e mereçam o nosso apreço, nem sempre são práticas que correspondem à proposta da doutrina. >> Uhum. Então, Tânia, na mediunidade isso também aparece. Como é que a gente lida com isso? Como é que a área da mediunidade da Fergs vê essas práticas exóticas? Quando a gente tá falando de prática exótica, fique bem claro que a gente tá se referindo àilo que dstoa dos princípios doutrinários, que é incoerente com a doutrina, não é? Não, a gente não tá falando de religião A, B ou C, tá falando da nossa seara aqui. >> Exato. Vine, bem lembrado, porque a
que dstoa dos princípios doutrinários, que é incoerente com a doutrina, não é? Não, a gente não tá falando de religião A, B ou C, tá falando da nossa seara aqui. >> Exato. Vine, bem lembrado, porque a mediunidade vez ou outra se debate, né, com estes desafios, eh, de companheiros que vão se afastando da pureza doutrinária, vão, eh, deixando de lado o que Kardec nos traz, nos apresenta com tanto planejamento, com tanto método no nosso livro dos médiuns, né, na doutrina espírita. E eu separei aqui, Vine, um trechinho da obra do candário de luz de Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emanuel, que vai nos trazer então eh o o versículo 26 ali eh da carta aos Coríntios, né? Paulo escreve então aos Coríntios: "Os irmãos que estavam passando por fortes dificuldades, que fareis, pois, irmãos, quando vos ajuntais? Cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para a edificação. Então, a gente percebe no diálogo com estes irmãos que há uma boa vontade, que há a intenção de movimentar os centros espíritas, muitas vezes de atrair um número maior de público ou mesmo de estudantes da casa e passam a buscar alternativas, outras que são afastadas da doutrina espírita. falta eh o retorno, né, aos nossos estudos, falta o retorno de fato ao que nos foi entregue eh pela equipe espiritual. E é o momento então em que a área se coloca para orientar, para esclarecer à luz dos seus documentos orientadores, né? E o livro dos médiuns é a a é um documento orientador junto com os demais documentos. através então dos nossos próprios treinamentos que são realizados pelos eh multiplicadores da área, um grupo de mais de 40 multiplicadores, aonde há o agendamento, né, a solicitação eh pela liderança de cada região do estado. Então, há, este é um dos momentos em que nós podemos dialogar sobre a doutrina espírita, sobre de que forma se organiza uma reunião mediúnica. E aí vamos vendo com que simplicidade, né, com que não há necessidade de nenhum
os momentos em que nós podemos dialogar sobre a doutrina espírita, sobre de que forma se organiza uma reunião mediúnica. E aí vamos vendo com que simplicidade, né, com que não há necessidade de nenhum ritual, que não há necessidade de utilizarmos macas, luzes diferentes, enfim, eh não há necessidade de trazermos aos nossos centros espíritas o que nós costumamos definir aqui como médiuns itinerantes, né, que vem de um outro estado, de uma outra região do país, oferecer endo aquele trabalho, porque na verdade como a própria obra do Candário de Luz, Seara dos Médiums e tantas outras eh que que foram psicografadas por Chico, né, mesmo as obras de André Luiz, eh o que elas nos trazem é o que precisamos fazer é acolher, acolher este irmão, esclarecer este irmão, seja ele encarnado ou desencarnado. mas dentro da simplicidade que a doutrina espírita nos traz. Eh, e muito do que vamos fazendo, permitimos muitas vezes que uma instituição que foi criada para ser espírita, né, para eh ter ali as atividades espíritas, acabe se afastando do seu propósito. Então, o trabalho da área tem sido intenso nesse sentido de orientar o máximo possível em todos os canais pra gente poder refletir, dialogar e corrigir o rumo dos nossos dos nossos passos quando nos equivocamos. >> Até porque o compromisso da doutrina espírita é o esclarecimento do espírito imortal com base nos seus postulados. não cria dependências, não vincula especialmente a este ou aquele médium, mas convoca a criatura a buscar no evangelho um roteiro para a própria felicidade através da sua moralização. Mas tem uma pergunta que me ocorreu agora, eu tenho que fazer para vocês, porque o tema foi vindo assim, a gente sabe que uma das questões que levam as pessoas ao centro espírita é a perda de entes queridos. Tem até uma belíssima página do Evangelho Segundo Espiritismo sobre o assunto. E há pessoas que imaginam, então, que vão ao centro espírita, Tânia e e Luciane, e que vão encontrar assim a psicografia de um familiar desencarnado, que vão ter
o Segundo Espiritismo sobre o assunto. E há pessoas que imaginam, então, que vão ao centro espírita, Tânia e e Luciane, e que vão encontrar assim a psicografia de um familiar desencarnado, que vão ter notícia de de alguém que partiu, querem saber como é que tá, enfim. E outros imaginam que vão assistir uma psicografia, uma reunião que alguns têm chamado erroneamente, porque isso não existe em Kardec, reunião de psicografia, né? Existe reunião mediúnica e ela vai alternando o seu grau de atividade conforme a direção dos benfeitores espirituais. É o que a gente tem aprendido, por exemplo, naquela obra Desafios da Mediunidade, ditada pelo espírito Camilo, né? os benfeitores que conduzem que hora a reunião vai ser mais de uma enfermagem aos desencarnados, de assistência aos sofredores. Hora vai ser de um processo de desobsessão, de libertação dessas intrincadas circunstâncias de perseguição espiritual. Mas isso é graduado pelos dirigentes da espiritualidade numa reunião. Mas vou imaginar a pessoa que daqui a pouco tem a perda, está vivendo a experiência dolorosa do luto e ela chega ao centro espírita e vai buscar notícias. A gente sabe que há instituições que às vezes as pessoas criam essas práticas, mas do ponto de vista da coerência doutrinária associada à amorosidade, como é que a gente vê nas áreas do atendimento espiritual, do centro espírita, da da mediunidade, essa questão? O que que o centro espírita oferece e o que que realmente a pessoa deve procurar? Eu sou amigo de vocês, viu? >> Posso [risadas] posso falar um pouquinho primeiro? Eu estava aqui o Vini falando e eu pensando, é uma realidade perto de nós, muito perto assim em alguns centros, né? A gente ainda vê vê pessoas chegando, até porque às vezes alguém indica ou porque a gente ouve falar que tal centro trabalha com isso, né? A gente precisa, primeiramente, assim que eu vejo a necessidade de estudar mais Kardec, a gente precisa adentrar, trazer Kardec para nós. Parece assim que o movimento espírita se afastou um pouco
né? A gente precisa, primeiramente, assim que eu vejo a necessidade de estudar mais Kardec, a gente precisa adentrar, trazer Kardec para nós. Parece assim que o movimento espírita se afastou um pouco de Kardec. Quando a gente começa a estudar Allan Kardec, a gente vê que tem coisas que nós enfeitamos demais. Nós adoramos enfeitar. A gente vê muitos centros enfeitando. E no espiritismo nós vamos falar de doutrina espírita, né? E falando de doutrina, por exemplo, na área do atendimento espiritual, o que que nós recomendamos e o que que nós temos a oferecer? é o atendimento fraterno, é a melhor medicação, porque ali o ser vai despertar, porque nem sempre aquele ser que vem ao centro espírito, aquele irmão, aquela irmã, imagina se vem uma carta ou se vier uma situação, nem sempre ele tá preparado para aquilo ali. E quem vai garantir que aquele que escreveu é o espírito realmente que ele tá contando, né, que ele tá esperando, o telefone só toca de lá para cá, não é, Tânia? Então, se alguém nos diz isso, não é uma realidade nossa da doutrina espírita. Então nós precisamos estudar um pouco mais Kardec, mas na área do atendimento espiritual a gente cuida muito isso, que nem a gente vê às vezes alguns enfeites no passe, em algumas outras coisas que e quando a gente vai adentrar um pouquinho, a gente vê aquilo, o que que a gente observa? a falta do estudo, a falta realmente da gente adentrar as obras e ver o que que realmente é espiritismo e aquilo que eu enfeito como espiritismo. >> Muito bem, Lu. É, dentro da área da mediunidade, nós temos então a reunião mediúnica como um dos canais ah, né, um uma das atividades da área, melhor dizendo, que trabalha sim o diálogo, trabalha ali aquele momento do intercâmbio e no documento orientador, esse é um trabalho privativo. Então, mesmo que nós eh venhamos a receber uma comunicação para um de um familiar, né, de um trabalhador da casa, por exemplo, a orientação é que nós mantenhamos esta mensagem em sigilo. Então, assim, em nenhum momento nós somos autorizados,
r uma comunicação para um de um familiar, né, de um trabalhador da casa, por exemplo, a orientação é que nós mantenhamos esta mensagem em sigilo. Então, assim, em nenhum momento nós somos autorizados, né, dentro das orientações, a sairmos da reunião mediúnica já e fazendo entrega dessa comunicação, enfim, compartilhamento. Eh, e a nível das pessoas que buscam e a gente entende, né, porque há é um momento de dor. O familiar quer tanto saber uma notícia de como está, eh, quer ter uma referência, né, da da onde se encontra, em que condição. Eh, isso tudo é compreensivo e lógico que o atendimento fraterno aqui, né, vai fazer o primeiro momento ali de acolhida, de consolo, né, a luz do evangelho e depois na sequência a orientação pros estudos. Então, a partir destes estudos, vai serenando esse coração, vai tendo entendimento, porque eh quando nós eh passamos a ter esse conhecimento, nós vamos perceber que, de fato, toda a organização para que estas comunicações ocorram, ela é espiritual. A nossa parte enquanto trabalhadores reencarnados é na organização do espaço físico, na organização da equipe, na organização dos horários, da regularidade da reunião, na organização do estudo que este grupo precisa manter. Mas jamais cabe a nós a definição do espírito que vai se comunicar. Eh, nós nunca sabemos exatamente que irmãos estarão trazendo as lições a nós, né? Porque cada manifestação é uma lição, primeiro aos trabalhadores da reunião mediúnica. Eh, eh, cada um de nós ali, com certeza, ao ouvir aquela manifestação, sabe exatamente o momento, né, eh que é para para si. E e estes irmãos que que muitas vezes desejam essa comunicação, é porque não tem o entendimento de que nem sempre o espírito está em condições de falar. Muitas vezes ele ainda passa por um longo tratamento. Muitas vezes ele ainda não tem um entendimento sequer que desencarnou, né? E aí é preciso respeitar o tempo da espiritualidade. E André Luiz nos traz isso assim com muita propriedade, nos mostrando eh nas obras
es ele ainda não tem um entendimento sequer que desencarnou, né? E aí é preciso respeitar o tempo da espiritualidade. E André Luiz nos traz isso assim com muita propriedade, nos mostrando eh nas obras quanto às vezes a espiritualidade, por tanta insistência, né, eh eh nossa, como reencarnados, permite para que nós possamos aprender, que traz muito mais prejuízo. nós acabamos interferindo de forma eh negativa, prejudicando aquele irmão, prejudicando inclusive quem está recebendo a mensagem. Sem contar que muitas vezes os espíritos eh zombeteiros, aqueles espíritos que se aproveitam da nossa eh eh fragilidade, acabam trazendo ali uma mistificação. Nós não temos como nem garantir que de fato é o familiar. Nós temos que ter claro que Chico Xavier era um médium cumprindo uma missão. Havia um mediunato. Ele atendia o tempo inteiro um benfeitor que coordenava esse trabalho. E nós somos eh algumas vezes menores, né, na nossa pequenez, no nosso esforço de evolução. Nos falta muito. Não será ainda nesta reencarnação que nós teremos condições de estar recebendo como Chico fazia. É um outro momento do Espiritismo. >> Muito bem, minhas amigas, a gente tá chegando aos minutos finais. Em breves palavras pergunto para cada uma de vocês como é que a área que vocês atuam no Centro Espírita pode ajudar ao entendimento da imortalidade da alma? É, a gente, eu, eu, eu penso sim, Vini, né, na realidade, no que a gente entende, a gente procura esclarecer os centros através dos NTS, principalmente, né, levando ali como lidar com a com a sua área, né, com a sua atividade ali que tá sendo para desenvolver realmente com uma diretriz segura, como falei antes, né? Então essa questão da imortalidade da alma, a gente trabalha também com os nossos trabalhadores, né? Pedindo assim que cada um olhe. Às vezes lá dentro do centro espírito, o nosso olhar, ele é um olhar muito assim para aqueles que chegam e a gente não olha o nosso trabalhador e a gente também precisa olhar o trabalhador, né? A gente
s vezes lá dentro do centro espírito, o nosso olhar, ele é um olhar muito assim para aqueles que chegam e a gente não olha o nosso trabalhador e a gente também precisa olhar o trabalhador, né? A gente precisa porque o trabalhador ele é um ser imortal, né? Todos nós temos as nossas fragilidades, as nossas dificuldades e nós precisamos também desse olhar. Então a nossa área procura trabalhar em cada trabalhador capacitando ele, né, que as lideranças indicam que nós temos lá todo, né, o caminho que chega até nós e dali esse ele vai se capacitando para poder levar pro centro espírita realmente uma diretria segura, porque hoje as obras são imensas. Se a gente for olhar, tem tanto autor fazendo obras que a gente nem conhece muitas vezes. E quando tu vai abrir, aí tu vai ver uma prática dentro de um centro espírita, aí a pessoa diz assim: "Ah, mas eu eu fiz porque a gente tá seguindo." A gente olha lá o nome da pessoa e vai ver o que que é o conteúdo daquilo ali. >> Difere muito da imortalidade. Difere muito, realmente fala mais muitas vezes do materialismo, que é o que a gente tenta, né? e fazer, que é o que o Kardec traz, que é combater o materialismo. E a gente vê que a pessoa muitas vezes vai naquela obra ali onde é puramente materialismo que a gente tá trabalhando, né? Então a gente procura assim dentro da área do do atendimento espiritual trabalhar isso e a gente já tá nos últimos minutinhos. >> Sim. >> É. E cuidando principalmente do trabalhador, né, amigo? Nós temos dentro da nossa área uma atividade que é dentro do próprio fraterno que se chama Cuidando de Nós, aonde a gente traz ali a questão da gente ter esse olhar também voltado para aquele que tá lá para poder capacitar os outros, para poder cuidar dos outros, que ele seja cuidado. Mas para isso a gente tem que ter humildade como trabalhador de reconhecer que nós também temos as nossas dificuldades e que nós muitas vezes vamos necessitar de um fraterno. Ora somos o atendente, ora somos o atendido, né? Então, que a gente
e como trabalhador de reconhecer que nós também temos as nossas dificuldades e que nós muitas vezes vamos necessitar de um fraterno. Ora somos o atendente, ora somos o atendido, né? Então, que a gente comece a procurar um pouco mais os recursos do nosso centro, porque nos recursos que nós buscamos, através ali do esclarecimento, a gente vai relembrar mais ainda. Sou um ser imortal, tenho as minhas dificuldades, tenho aquilo, a minha bagagem espiritual, porque sou herdeiro de mim mesmo. E isso vai fazendo com que a gente acorde, com que a gente reflita. Então nós precisamos buscar essa ajuda e a nossa área se preocupa muito com essa parte cuidando de nós. >> Então Tânia, área da mediunidade e mortalidade da alma em breves palavras. Bom, todo o estudo, né, trabalha o tempo inteiro as duas dimensões, né, essa esse entendimento de seres imortais que somos e esta possibilidade então de uma vida que continua, de estar sempre se trabalhando para este por vir, de estar sempre buscando esta evolução e de estarmos sempre eh aproveitando esse esse mundo dos espíritos que verte tanta orientação para nós. Na verdade, nós estamos num momento em que abençoadamente nos foram alcançadas tantas informações, eh, o mundo espiritual trabalhando intensamente o tempo todo, tanto nas ambiências, no cuidado, com toda a parilhagem que é instalada numa reunião mediúnica, por exemplo. e e uma aparelhagem da dimensão espiritual no cuidado com todo com o médium e com eh o espírito que se comunica. Então, o tempo inteiro nós falamos e trabalhamos com o olhar das duas dimensões que eh cada vez mais estão juntas. Nós fazemos, transitamos nas duas cada vez de uma forma mais intensa. Então, este é um dos princípios que permeia o tempo todo, um dos princípios da doutrina que permeia o tempo todo, o estudo, né, e a caminhada de um trabalhador da mediunidade. >> Minhas amigas, muito obrigado pela participação de vocês. Obrigado vocês que nos acompanharam nessa reflexão sobre a espiritualidade entre os dois
é, e a caminhada de um trabalhador da mediunidade. >> Minhas amigas, muito obrigado pela participação de vocês. Obrigado vocês que nos acompanharam nessa reflexão sobre a espiritualidade entre os dois planos da vida. Até a próxima. Se Deus quiser,
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