Espaço de Convivência, Criatividade e Educação pelo Trabalho (ECCET) com Reinaldo Pontes
Atividade on-line realizada no sábado, 8 de fevereiro, pela Área de Promoção Social Espírita da Federação Espírita do Estado de Mato Grosso, com participação de Reinaldo Pontes. Fique por dentro: www.feemt.org.br
Bem-vindo, Bet. Gente, já então passando no meu relógio aqui 5 minutinhos, vamos dar início à nossa atividade. É uma atividade simples. Eu vou explicar aqui como vai ser. Nós vamos fazer uma abertura. Nossa Nani vai fazer a mensagem de abertura. Nossa Célia vai fazer a prece de abertura. Nossa Sandrinha vai ler o currículo do nosso Reinaldo e aí passaremos a palavra pro nosso Reinaldo e vamos caminhar até às 10 horas. Às 10 horas nós teremos um pequeno intervalo de 15 minutos. Após o intervalo, nosso Reinaldo sugeriu que façamos um diálogo, uma uma roda de conversa, né, após ele esclarecer, colocar os tema para nós. E aí caminharemos aqui no nosso horário até 11:30 e no horário do nosso Reinaldo até meia e3. E aí, iniciando a nossa atividade, eu vou pedir paraa nossa Nane fazer a mensagem de abertura pra gente aquecer os nossos corações. Bom dia. Bom dia a todos. É uma grande alegria nós estarmos aqui hoje reunidos. Nós queremos agradecer em nome do grupo fraterno ao professor Reinaldo Pontes por esse momento dadivoso, né, em que ele vai compartilhar esses conhecimentos com a gente, que vai nos capacitar cada vez mais para que a gente possa desenvolver o nosso trabalho no serviço do Cristo, né? Então, a lição de abertura de hoje é do livro Caminho, Verdade e Vida, do espírito Emanuel, psicografado pelo Chico Xavier, a lição 114, que se chama As Cartas do Cristo. O que já é manifesto que sois a carta do Cristo, ministrada por nós e escrita não com tinta, mas com o espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração. É uma passagem de Paulo que está no livro de Coríntios, capítulo 3, versículo 3. É singular que o mestre não haja legado ao mundo compêndio de princípios escritos pela própria mão. As figuras notáveis da Terra sempre assinalam sua passagem no planeta, endereçando a posteridade a sua mensagem de sabedoria e amor, seja em tábuas de pedra, seja em documentos envelhecidos. Com Jesus, porém, o processo não foi o mesmo. O mestre, como que fez questão de
endereçando a posteridade a sua mensagem de sabedoria e amor, seja em tábuas de pedra, seja em documentos envelhecidos. Com Jesus, porém, o processo não foi o mesmo. O mestre, como que fez questão de escrever sua doutrina aos homens, gravando o coração dos companheiros sinceros. Seu testamento espiritual constitui-se de ensinos aos discípulos e não foram grafados por ele mesmo. Recursos humanos seriam insuficientes para revelar a riqueza eterna de sua mensagem. As letras e raciocínios propriamente humanos, na maioria das vezes, costumam dar margens a controversas. Vista disso, Jesus grafou seus ensinamentos nos corações que o rodeavam. E até hoje os aprendizes que lhe conservam fiéis são as suas cartas divinas dirigidas à humanidade. Esses documentos vivos do santificante amor do Cristo palpitam em todas as religiões e em todos os climas. São os vanguardeiros que conhecem a vida superior, experimentam o sublime contato do mestre e transformam-se em sua mensagem para os homens. Podem surgir muitas contendas a respeito das páginas mais célebres e formosas. Todavia, perante a alma que se converteu em carta viva do Senhor, quando não haja vibrações superiores da compreensão, haverá sempre o divino silêncio. Então, agora nós vamos passar paraa nossa Célia para que ela possa então fazer a a oração de abertura. Bom dia a todos. Vamos fechar os nossos olhos, elevar o nosso pensamento a Deus, ao nosso mestre Jesus, agradecendo pela vida, Senhor, que vós nos concedeu neste momento ao amanhecer deste dia e neste momento em que escolhemos estar aqui, Senhor, buscando conhecimento para entrelaçar as nossas vidas através do conhecimento. consciente e vós nos der forças necessárias, o equilíbrio em nossas mentes, nossos espíritos, para que possamos abrir, Senhor, os nossos corações com a gratidão deste momento. Que a sua paz, que a sua luz nos envolva, todos que aqui se encontram, aqueles que tiveram o desejo de aqui estar e não puderam, que nos envolva, Senhor, sempre pela tua
com a gratidão deste momento. Que a sua paz, que a sua luz nos envolva, todos que aqui se encontram, aqueles que tiveram o desejo de aqui estar e não puderam, que nos envolva, Senhor, sempre pela tua misericórdia e que possamos sair melhores daqui hoje, Senhor, com a consciência desperta na convivência, no conviver, amar e servir. Fique conosco hoje e sempre. E assim seja. Nossa Sandrinha então vai acolher o nosso Reinaldo comentando um pouco do seu trabalho. Tá com você. Nosso Reinaldo Nobres Nobre Pontes é assistente social da Universidade do do Pará, mestre em Serviço Social pela PUC de São Paulo, doutor em sociologia pela Universidade Complutense de Madrid, autor do livro Mediação e Serviço Social, professor pesquisador titular da Universidade da Amazônia, líder de grupo de pesquisa Observatório de Violências nas Escolas, professor do mestrado em desenvolvimento e meio ambiente urbano, foi presidente da Associação Brasileira de Ensenio e Pesquisa e Serviço Social de 1997 a 1998. Mas eu vou acrescentar duas coisas no currículo dele. Servidor do Cristo, amigo do grupo fraterno há mais de 20 anos e o nosso amigo querido de todos nós que aqui está e que mora nos nossos corações, pois nós já nos conhecemos há algum tempo. Então, Reinaldo, amigo querido, sinta-se acolhido amorosamente por todos nós que aqui estamos. Bom, meu bom dia afetuoso. Obrigado pelas palavras tão carinhosas e generosas. Sandrinha, vou lhe, me permito lhe chamar assim pelos longos anos de conhecimento. ser, como muitos aí de Cuiabá, residem há muito tempo no meu coração e eu suponho que seja coisas mesmo mais antiga do que a gente imagina, porque a as afinidades não importa o tempo que passe, 1 ano, 2 anos, 10 anos, 20 anos, como já se passaram quando nós nos falamos, as emoções são as mesmas, os sentimentos são os mesmos e os laços estão mantidos. E nós nos somos, nós somos ligados por ideais. não é por compromissos, não é? E vocês aí, nós aqui e ou em qualquer lugar estamos a serviço, na verdade estamos numa casa
mos e os laços estão mantidos. E nós nos somos, nós somos ligados por ideais. não é por compromissos, não é? E vocês aí, nós aqui e ou em qualquer lugar estamos a serviço, na verdade estamos numa casa só. E é daí que eu começo a minha fala hoje. Eh, ouvindo as palavras da Célia, eh, da prece da Célia e da mensagem das cartas vivas, que eu sou eh, absolutamente fã dessa mensagem. que está na obra de Emanuel, no, eu acho que é no livro Vinha de Luz, não, eh, que foi lida. E vamos começar daí. Esse encontro, o tema desse encontro, ele tem mais a ver, ele fala muito mais sobre do que uma metodologia. Metodologia é forma de fazer alguma coisa, não é o significado da palavra metodologia, mas eu começo a falar da essência desse fazer. que está na mensagem que foi lida, mensagem de abertura das cartas vivas. Somos, queremos ser essas cartas vivas. E como Deus nos dotou de inteligência, nos dotou de capacidade, né, de aprender e de apreender, de construir, de reconstruir e também de destruir. Deus nos dotou de habilidades manuais, intelectuais, espirituais. Nós somos esse artífice da divindade. Carregamos Deus em nós. Somos espíritos antes de mais nada. Somos essa centelha inteligente criada por Deus. E quando nós nos reunimos aqui, mesmo que virtualmente, vamos nos sentir, vamos mentalizar, eu convido todos e todas a mentalizar que nós estamos numa roda de conversa. Isso vai fazer toda a diferença, por favor, para encontro de hoje. Nós estamos convivendo, nós somos espíritos e nós é que mandamos no corpo. Então, vamos mandar esse corpo espiritual se reunir. Vamos nos reunir como se tivéssemos efetivamente sentados um diante do outro, nos vendo. Vamos nos sentir assim. É assim que eu estou me sentindo agora sentado com vocês ou na num salão da federação ou no salão do grupo fraterno. Escolham o lugar, mas escolham se ver. Escolham me ver. Como eu estou vendo aqui o Neil, como eu estou vendo aqui as nos quadradinhos agora eu me imagino que estamos juntos, tá? Por que que eu tô
rno. Escolham o lugar, mas escolham se ver. Escolham me ver. Como eu estou vendo aqui o Neil, como eu estou vendo aqui as nos quadradinhos agora eu me imagino que estamos juntos, tá? Por que que eu tô pedindo esse esforço mental, esse esforço espiritual para que nós não só falemos de uma metodologia, mas mas acima de tudo para que nós vivenciemos essa metodologia. E como as cartas vivas da mensagem de Emmanuel comentando as palavras de Paulo, eh, que nós possamos sentir a metodologia. E essa metodologia não tem outra palavra que melhor a defina do que o amor. Se a gente pudesse nessa inauguração do encontro aqui falar, vamos lembrar das palavras de Paulo na carta aos Coríntios, quando ele diz claramente que se nós falássemos as a língua dos anjos, se nós eh doássemos o nosso corpo para ser queimado, mas não tivéssemos amor, nós nada seríamos. Então, as cartas vivas e as palavras de Paulo sobre o amor, ou como algumas traduções trazem a caridade, não é? Em vez de amor, caridade, mas a caridade não é nada mais, nada menos do que o amor em ação. Vamos começar daí. Nós somos, antes de mais nada, seres espirituais, vivendo uma experiência material. E aqui reunidos estamos aqueles trabalhadores aí de Mato Grosso, trabalhador de Belém, trabalhadores espirituais sem pátria, ou seja, qualquer pátria é dos trabalhadores espirituais, né? Nós também neste momento temos uma pátria, o Brasil, temos um território, Mato Grosso, temos um território, o Pará ou a cidade de Belém ou a cidade de Cuiabá. ou o bairro do Guamá, onde eu trabalho. A minha, a casa espírita que eu trabalho está no bairro do Guamá, que é o grupo espírita Vinha de Luz. Tudo isso é transitório. Efetivamente, nós não temos uma pátria definida. Nossa pátria é o universo. É daí que também nasce um outro conceito essencial paraa nossa conversa de hoje. Somos irmãos. Irmãos. Mas não naquela forma tão convencional que muitas vezes usamos, meu irmão, né, e o meu irmão, minha irmã Sandra, muitas vezes quase que uma coisa
al paraa nossa conversa de hoje. Somos irmãos. Irmãos. Mas não naquela forma tão convencional que muitas vezes usamos, meu irmão, né, e o meu irmão, minha irmã Sandra, muitas vezes quase que uma coisa mecânica, não. A palavra irmão, irmã, vem de um radical, vem de uma de um sentimento mais do que uma palavra literalmente ou de um vocábulo. Ela está ligada a um valor, a um princípio que foi instaurada no planeta Terra por Jesus, que é a fraternidade. Frater é irmão, meu frater, minha frater, nós somos frater. E esse fratter, não é, tá ligado a essa vinculação eh afetiva, antes de mais nada, espiritual. Então, essa comunidade de irmãos, essa coinonia, não é? Essa comunidade que foi inaugurada pelos primeiros cristãos, claro, inaugurada por Jesus primeiro, mas só depois é que foi entendida pelos discípulos de Jesus, pelos apóstolos que o seguiam e depois pelos cristãos em sentido mais lato, foi entendida posteriormente. E até hoje nós ainda estamos em busca de entender o melhor sentido da palavra irmão, irmã Fraternidade, como um laço perene de da paternidade do amor de Deus. De fato, de fato, nós não temos outra vinculação que melhor nos explique. Somos a nossa afiliação ao amor divino é que nos faz iguais. A fraternidade fala de igualdade. Não é a igualdade que fala de fraternidade. É a fraternidade que fala igualdade. Porque se nós somos irmãos, qual é a diferença entre nós, de nós para Deus? Porque o amor de Deus, ele não ama mais o anjo do que o imperfeito. O amor de Deus não faz diferença. O amor de Deus é pleno e intenso sempre. Ele não espera que nós nos nos tornemos anjos ou superiores ou espíritos sem mescla ou sem máculas para que nos ame. Logo, aquele, o espírito mais decaído e o espírito mais luminoso gozam do mesmo amor de Deus. Isso explica a palavra fraternidade. E daí em diante fica bem mais fácil da gente falar, porque na visão espírita que vem sofisticar esse essa compreensão, porque eh como eu estou falando apenas para pessoas espíritas, mas não só pessoas espíritas, mas
fica bem mais fácil da gente falar, porque na visão espírita que vem sofisticar esse essa compreensão, porque eh como eu estou falando apenas para pessoas espíritas, mas não só pessoas espíritas, mas pessoas que trabalham no espiritismo, que t a compreensão espírita, fica mais fato de entender um aspecto fundamental. Qual é a diferença entre nós aqui reunidos e eles? aqueles para quem nós estamos pensando em dar algo, seja material, seja espiritual, seja intelectual, seja cultural, qualquer bem, seja dinheiro, seja uma roupa, seja um cobertor, seja comida, ou seja um abraço, uma palavra, ou seja um acolhimento. Hoje fui acolhido não só pela Sandra, mas por cada um de vocês e pelos espíritos que aqui estão. Eu fui acolhido e eu senti no meu coração a diferença entre a vibração de não ser acolhido e de ser acolhido. Isso faz toda a diferença. Isso é uma forma de estar, de vivenciar o que eu estou aqui chamando de vínculo sutil da existência espiritual. Nós, portanto, não temos diferenças maiores, a não ser as exteriores, a classe social a que pertenço, a cor da minha pele, a cor do meu cabelo, o tipo de olho que o meu corpo tem, a o território em que eu nasci, a minha renda familiar, o número de filhos que eu tenho, o a língua que eu falo, o grau de estudo que eu tenho são exterioridades da experiência terrena de espírito. Logo, nós, eu e todos vocês aqui presentes, os que estão diretamente vinculados ou indiretamente vinculados, somos espíritos, vivendo uma experiência material. E tem aqui presente espíritos que não estão vivendo essa experiência material. E nessa experiência material, nós temos diferenças e semelhanças. Qual é a nossa grande semelhança? Somos todos espíritos vivendo essa experiência. Eu agora recebi carinho, recebi afeto, mas eu não recebi um Pix, nem de 100, nem de 200, nem de 1000, nem de 1 milhão de vocês. Eu não recebi nada financeiro. Eu não recebi uma cesta básica, nem 1 kg de arroz vocês me deram, mas vocês me deram afeto nesse momento é o que eu mais preciso, porque
1000, nem de 1 milhão de vocês. Eu não recebi nada financeiro. Eu não recebi uma cesta básica, nem 1 kg de arroz vocês me deram, mas vocês me deram afeto nesse momento é o que eu mais preciso, porque na minha condição social atual, eu tenho na minha geladeira, na minha dispensa, comida. Então vocês sabendo disso, nem me mandaram dinheiro, nem me mandaram comida, vocês me mandaram vibrações de afeto. E eu tampouco tô mandando para vocês um Pix, nem dinheiro, nem tô mandando 1 kg de fubá, nem tô mandando um bolo de macaeira, nem uma cuia de tacacá, que eu tenho certeza que se eu mandasse vocês iam adorar, nem uma tigela de açaí com farinha de tapioca, que é coisa do Pará e coisa maravilhosa. Sei quem já provou nunca mais esqueceu. Não sei se todos já provaram, mas o dia que provarem não esquecerão. Eu não posso mandar essa tigela de açaí, nem o prazer que a gente sente ao comer, mas eu posso dizer para vocês que é uma maravilha e acreditem em mim, certo? Como eu posso acreditar em mil coisas que vocês me disserem que é prazeroso aí em Cuiabá? Porque eu também já estive aí, eu também já fiz passeios maravilhosos aí que eu não esqueci nunca mais, não é? e estive presente com em casas de vocês que eu não esqueci nunca mais. Isso faz toda a diferença. Então, entre nós aqui, nós damos coisas um pros outros. E eu não sou pobre no sentido material, não sou categorizado na sociedade em que eu vivo como pobre, nem como miserável, nem como indigente. Mas eu tenho muitas pobrezas que não são as materiais, são as outras pobrezas que não são visíveis aos olhos materiais. São as necessidades da alma, são as minhas necessidades que estar aqui com vocês eu abasteço, eu me abasteço, eu recebo e ao mesmo tempo que eu também dou receber de dar. Essa é a essência do viver, dar e receber. Por isso que as pessoas que só pensam em dar ou as pessoas que só pensam em receber estão com problema. Tem pessoas que não sabem receber. Quando adoecem não sabem ser ajudadas. Quando empobrecem, não sabem receber e
pessoas que só pensam em dar ou as pessoas que só pensam em receber estão com problema. Tem pessoas que não sabem receber. Quando adoecem não sabem ser ajudadas. Quando empobrecem, não sabem receber e não sabem pedir. Isso revela falta de humildade. Tem pessoas que só sabem pedir e não querem dar nada. Isso revela orgulho ou revela uma distorção da personalidade. Então, vejam que no ato de dar e receber tem problemas que nós temos que olhar em qual dessas situações nós nos enquadramos. Nós somos aquelas pessoas que só queremos dar porque achamos que não precisamos ou somos daquelas pessoas que estamos sempre pedindo, pedindo, pedindo, pedindo para Deus, pros amigos espirituais, pros amigos materiais, para todos os outros. Então, essas pessoas precisam aprender que tem o que dá. Quando Jesus curava, vamos lembrar qual era a frase que ele dizia quase sempre após uma cura. Ele dizia: "Eu te curei, eu te dei, eu te salvei". Não. Ele dizia sempre: "Tua fé, tua fé te curou". O que que ele estava nos ensinando no ato de dar e receber? que as pessoas mais doentes, as pessoas mais miseráveis, materialmente falando, as pessoas mais empobrecidas materialmente falando, thecem. Ele como o maior doador da humanidade nos ensinou a dar. Melhor forma de ensinar a dar é fazer o que recebe se sentir se dando. Sentir-se se dando a própria força escondida que tem. As pessoas que receberam do Cristo, seja cura, seja palavras, desconheciam seu próprio poder. E nós aqui, queridos e queridas, que me vem e eu os vejo apenas um, dois, apenas quatro, eu não sei quantos estão aqui, porque eu não consigo ver todos, mas todos os que estão aqui, saibam, nós fazemos parte dos dois lados dessa moeda. Aqui eu vim refletir com vocês algo que parece óbvio, né? Nós é que temos para dar, queremos dar melhor. Nós queremos fazer assistência, promoção social. O Centro Espírita tem um departamento para fazer promoção social, um departamento para fazer assistência social. a Federação Espírita Brasileira chama de ápice, eh,
fazer assistência, promoção social. O Centro Espírita tem um departamento para fazer promoção social, um departamento para fazer assistência social. a Federação Espírita Brasileira chama de ápice, eh, assistência e promoção social espírita. Quando a gente ouve essa palavra, normalmente nós associamos essa palavra a coisas, os departamentos da dos centros espíritas que trabalham com isso, trabalham com essa área. Normalmente quando eu visito os centros espíritas e me diz assim: "Reinaldo, venha conhecer a sala da assistência social". E vocês já fazem isso e sabem como é, né? Aí você vai naquela salinha que você abre, tá? Cheia de sapatos, roupas, alimentos empilhados, guardados, preparados para serem doados. Aqui está a sala da assistência social. Aqui é que funciona a nossa áice. O que que eu vejo na sala da ápice? Coisas, gêneros, materialidade para atender o quê? Necessidades materiais. De onde veio isso? Ah, isso veio de muito longe. Isso veio de muito, muito, veio de muito longe. Veio de uma prática secular inaugurada na casa do caminho. Lá na casa do caminho. Pedro, Tiago, João, Estevão foi lá. Mas não essa salinha dos sapatos, não essa salinha das roupas. O que tinha na casa do caminho era um cenáculo, era um salão paraas palestras, pros conversas, pros diálogos, paraas pregações e atrás de uma enfermaria para os doentes e onde se revesavam os trabalhadores cuidando uns dos outros. E quando os assistidos melhoravam, o que que eles se tornavam? continuavam sendo assistidos, continuavam sendo doentes, continuavam sendo pedintes. Não. Quando os assistidos, os doentes, os famintos, os enfermos se tornavam melhores, não digo sãos, mas melhores, conseguiam se botar em pé. Eles se tornavam trabalhadores. Eles se convertiam em servidores da mesma causa. O que eles receberam, eles passavam a dar. Estevão que chegou como Jesiel, chegou semimorto. Logo em seguida, ele se tornou quem? O Estevã. Mas o Estevan semimorto, não. O Estevão semimorto se tornou o Estevão pregador, porque ele foi dado
ar. Estevão que chegou como Jesiel, chegou semimorto. Logo em seguida, ele se tornou quem? O Estevã. Mas o Estevan semimorto, não. O Estevão semimorto se tornou o Estevão pregador, porque ele foi dado logo o evangelho para ler o evangelho, os os manuscritos de Mateus. Que que ele fez? Devorou os manuscritos de Mateus. Entendeu? Porque Estevão, vamos combinar que Estevão não era um espírito no nível dos apóstolos. Ele estava acima dos apóstolos. Estevão já era cristão antes de conhecer os escritos de Mateus. Estevão é da equipe do Cristo. Como Abigail Estevan veio orientar o caído Saulo de Tarso. Mas assim que Estevão se pôs de pé, ele se pôs a pregar, ele se pôs a curar, ele se pôs a dar. Então, a essência da assistência é essa lá da casa do caminho. Eles entenderam muito bem o que é assistir. Assistir não é perpetuar doença, não é perpetuar pobreza, não é perpetuar miséria, é libertação. Mas de quem? Nós, os salvadores, e eles, os os prisioneiros. Nós os elevados, eles os caídos, nós os superiores, eles os inferiores. É uma ilusão essa essa visão que nós temos na relação da assistência social espírita, que os que dão estão acima dos que recebem. Porque quando Estevão chegou, ele tava semimorto. Ele precisava de ajuda, mas ele era superior a todos os seus assistentes e logo se mostrou superior física, moral, intelectualmente. Porque quando ele foi antes de ser apedrejado na presença de Saulo, de Tarso, de Abigail, lá no Sinédrio em Jerusalém, ele fez a mais linda pregação de um discípulo em vida, perdoando ao seu agressor e ao seu homicida Saulo de Tarso. Instantaneamente, os discípulos levaram alguns a vida inteira para aprender essa lição, outros outras vidas para aprender efetivamente o verdadeiro perdão ao ofensor, ao inimigo. E Estevan não. Estevão já sabia a lição do perdão apenas com a leitura do Velho Testamento, com a leitura de Elias e dos profetas. de Moisés, ele já sabia, porque a alma dele já estava acima, não é, do nível da humanidade. E ele veio em missão, mas
o apenas com a leitura do Velho Testamento, com a leitura de Elias e dos profetas. de Moisés, ele já sabia, porque a alma dele já estava acima, não é, do nível da humanidade. E ele veio em missão, mas ele veio nos ensinar também o que é assistir, o que é ser assistido e o que é assistir. Então, para nós espíritas, o assistido não é o pobre, o miserável que parece. Porque eu vou dizer uma coisa para vocês aqui já na abertura da nossa conversa, tem muitas pessoas lá no bairro do Guamar que frequentam e recebem assistência material do vinha de Luz, cujas provas que passam de miséria de carregar casamentos, violência doméstica, convivência com assassinato dos seus filhos pela polícia ou pela milícia. fome, doença e não se suicidarem e não entrarem para o crime e não se revoltarem contra Deus ou contra o mundo, são e revelam ser espíritos dotados de uma capacidade de resiliência e resignação muito maior do que eu tenho ou de que muitos de nós trabalhadores temos. Eles estão acima de nós. Eu não sei se eu suportaria determinadas provações que eu assisto lá na assistência. E só para ilustrar, eu acompanho uma família já há muitos anos, família essa muito ligada à criminalidade, ao tráfico de drogas, a outras violências, a assaltos que frequentam a nossa casa há mais de 25 anos. Muitos trabalhadores não gostariam que eles ali tivessem porque não os vem merecedores da doutrina ou da casa que a gente abre. Mas a casa que a gente abre, a assistência que a gente presta, os alimentos que nós distribuímos e as conversas que nós temos, não são para os sãos, porque os sãos não precisam de médico e nem precisam do nosso julgamento, nem os sãos, nem os enfermos. Eles continuam frequentando e recebendo a oportunidade que se abre. Por quê? Porque não somos nós que deveremos julgar. Nós temos que assistir. Como diz lá no Evangelho irmã Rosália, assiste primeiro, informa-te depois. Claro que depois de nos informar, nós vamos ajustando as nossas atitudes até podemos dizer em um dado momento assim: "Olha,
Como diz lá no Evangelho irmã Rosália, assiste primeiro, informa-te depois. Claro que depois de nos informar, nós vamos ajustando as nossas atitudes até podemos dizer em um dado momento assim: "Olha, minha senhora, meu senhor, minha amiga, meu amigo, meu jovem, essa assistência que nós estamos lhe dando, esse tipo de assistência nós não vamos continuar lhe dando, porque nós vamos continuar lhe dando outra assistência. Deixar de assistir nós não vamos nunca, não nos compete expulsar, compete mudar. É tipo o médico que escolhe interromper um remédio e começar outro, usar a razão. Então, na nossa, na visão espírita, quem somos nós, eu e vocês? Quem são eles? E nós temos que quebrar essa fronteira entre nós e eles. Nós e eles não somos diferentes, só temos necessidades diferentes, mas nós somos ambos indigentes da luz. Precisamos de luz, precisamos de orientação, precisamos de direção moral, afetiva, espiritual, ambos. Pode ser que nessa vida nós não tenhamos vindo com a aprovação da pobreza, da necessidade material, da indigência intelectual, não de morar na periferia, de passar necessidades básicas, mas nós somos espíritos, seres de necessidades. diferentes das necessidades dos outros nossos irmãos. Então, o que somos? Somos, na verdade, companheiros de caminhada. Companheiros e companheiras de caminhada. Nesse ponto, nós aqui estamos dentro da sala da assistência social, nós estamos na tribuna, nós estamos coordenando os grupos de convivência, mas de fato isso não nos confere superioridade moral perante os nossos irmãos. Antes de mais nada, era isso que eu gostaria de deixar assentado, porque o ato de dar nos ilude, o ato de ensinar nos ilude e nos faz sentir superiores. Nos faz ser muitas vezes alcançado pela vaidade e pelo orgulho e pela cegueira de esquecer que somos espíritos em evolução. É daí, meus queridos e queridas, que eu quero começar. Eu peço permissão aqui para apresentar alguns fundamentos. Esse é um fundamento, é o primeiro grande fundamento que eu queria trazer, eh
volução. É daí, meus queridos e queridas, que eu quero começar. Eu peço permissão aqui para apresentar alguns fundamentos. Esse é um fundamento, é o primeiro grande fundamento que eu queria trazer, eh responder a pergunta: Quem somos nós os que assistem e quem são eles os que recebem? Começo daqui e agora vou continuar apresentando eh alguns fundamentos que baseiam a metodologia, tá? Chamada metodologia. Hum. Não estou vendo. Só um momento que eu não estou localizando aqui a a apresentação. Eu sempre tenho uma certa dificuldade com as tecnologias. Peço só um pouquinho de paciência que eu já vou conseguir. Deixa nela. Aqui está. Tá, já estão visualizando a apresentação? Não tá em modo apresentação ainda, Reinal? Ainda não. Não tá, mas tá naquela telinha eh sem ser aberta. Tem que colocar para mim aparece como uma apresentação. Vou eu vou novamente abrir. Você tem que abrir o seu computador. Sim, ela está aberta no meu computador. Tá. Vai na tacinha. Como se eu for na tacinha, eu já não vejo vocês, mas eu preciso conseguir ver a gente, eu acho, quando você abre tudo. Então, um momentinho, só um momentinho. Já sei o que eu vou fazer. Reinaldo, eu posso dar uma opinião? Eh, é só você em tela cheia. Ah, tá. Tela cheia. E você busca, ele vai aparecer pelo seu lado esquerdo. Eh, o que você precisa de abrir, tá? Apresentar isso aí. Você apresenta e clica isso. Clica no que você precisa. Não, tá. Vamos ver se agora vai, tá? Se não for, a gente não, eu nunca perco paraa tecnologia. Existe uma coisa chamada data show e boca show. Se falhar o dat, sempre tem o Boca Show. E a gente vai falando. Que tal agora? Deu. Ah, pode continuar assim mesmo. Tranquilo. Pode aparecer as opções laterais das outras páginas e a página principal, né? Então, tá tranquilo. Não tá na apresentação, mas dá para ver. Dá, dá para ver, dá para ver. Dá bom. Agora eu vou botar em tela cheia. Que tal melhor aí? Ainda não. Não, ainda não. Ainda não tá. Ainda não tá em tela cheia. Aqui para mim aparece e está
á para ver. Dá, dá para ver, dá para ver. Dá bom. Agora eu vou botar em tela cheia. Que tal melhor aí? Ainda não. Não, ainda não. Ainda não tá. Ainda não tá em tela cheia. Aqui para mim aparece e está compartilhando uma janela. É, na verdade você tem que ir primeiro em tela cheia, eh, e aí à esquerda vai tá os itens. é que você precisa de como se fosse anexar, né? Sabe o que o que? Eu tô acostumado a lidar com o meeting. Eu quase não me é o meet é assim também, o Zoom. Então pode ser exatamente isso que esteja me atrapalhando. É a Não, mas pode deixar do jeito que tava mesmo, Rinaldo. Tranquilo. Então vamos lá. Mais importante é a mensagem. Então deixa eu mandar. No intervalo, se for o caso, eu peço assistência aos universitários. Isso que você quiser. Que tal? Não, tá ótimo. Ainda tá pequenino. Será que não é só clicar no de baixo? Tá aparecendo? Se você fechar tudo e abrir de novo, Reinaldo, talvez funcione, porque você tem que abrir, fechar o arquivo. É, sai, fecha o arquivo, depois você abre de novo. Você abre ele todo o seu computador e minimiza a telinha para você ver nós. É. E também às vezes ele tá assim porque ele demora para carregar. Não, amigo, no computador dele ele tá só no compartilhamento, sem a modo apresentação, por isso que não abre, entendeu? É que não abre. É isso aí. Aí você teria que clicar apresentação de slide. Aí ele abre. Eu tô é aqui entrando em apresentação de slide. Eu estou em apresentação de slide. Eu coloco é nessa tacinha aqui embaixo do lado direito. Vê se funciona. Clica nela. Qual é a pasinha? Não tô vendo aqui tacinha. Tipo uma tacinha de apresentação aqui no baixo. Claro. Amplia iso. E ampliou para vocês? Não. Não ampliou. Não, para mim amplia e eu não vejo mais nada. Então, pois é. Não, deixa assim mesmo, né? Deixa assim. Tá ótimo. Tá ótimo. Vamos seguir. Eu vou apenas eh visualizar para mim. E bom, a primeira a primeira questão que eu preciso trazer para refletir, dando continuidade que eu vinha falando, algo que ao longo dos anos que
o. Vamos seguir. Eu vou apenas eh visualizar para mim. E bom, a primeira a primeira questão que eu preciso trazer para refletir, dando continuidade que eu vinha falando, algo que ao longo dos anos que eu tenho estado, não é, nessa área da assistência e promoção social espírita, é que parece que na nossa área nós não precisamos estudar, nós só precisamos fazer. Então existe o mito da do automatismo, não é? Eh, uma espécie de eu já sei o que fazer, se eu tiver boa vontade eu farei bem feito. Essa não é uma verdade que se comprove empiricamente. Por quê? Porque o trabalho de assistência, seja ele material a uma pessoa que pede ajuda material, ou seja, de um espírito desencarnado que vem eh com sede de vingança, ambos trabalhos precisam de muito conhecimento espírita e muito conhecimento do evangelho, muito conhecimento doutrinário. E o que acontece no nas nossas casas espíritas, secularmente, ou seja, tradicionalmente, não foi assim que funcionou. os trabalhadores mais eh com maior conhecimento espírita fazem as palestras, dirigem as reuniões mediúnicas, dirigem os grupos de trabalho eh eh doutrinário, os ESDes, etc. Mas o trabalho da assistência muitas vezes ele vai sendo reduzido a um fazer. E esse fazer, muitas vezes, ele é um fazer que que vai, apesar da boa vontade, se distanciando do da essência da doutrina espírita. E eu explico porquê. Porque esse fazer, essa ajuda que muitas vezes se confunde com a esmola, se confundiu e se confunde até hoje, porque as pessoas eh julgam que distribuir o o que sobra, não é, nas eh dentro das casas espíritas ou das das igrejas ou das paróquias, seja lá onde for, até no poder público, muitas vezes é entendido de forma errada, é algo que é dar para quem precisa tirar de quem tem para dar para quem não tem. Mas entre esse esses dois polos existe muito conteúdo que precisa ser compreendido. E a doutrina espírita e ela não só é o consolador prometido, mas ela trouxe uma nova ciência espiritual. E gente, ciência exige estudo, conhecimento, desenvolvimento
eúdo que precisa ser compreendido. E a doutrina espírita e ela não só é o consolador prometido, mas ela trouxe uma nova ciência espiritual. E gente, ciência exige estudo, conhecimento, desenvolvimento intelectual. A fé sozinha sem o intelecto, ela pode fanatizar. E o intelecto sem a fé pode entrar na arrogância. Tem que ter um equilíbrio entre a fé e o conhecimento. E esse foi o equilíbrio que a doutrina espírita trouxe. Então, nenhum trabalho na casa espírita, nenhuma atitude espírita na nossa vida pode ser sem uma base doutrinária, sem um causo teórico, sem um fundamento. Então, eu quero dizer que dos fundamentos espíritas para o trabalho da assistência, ele precisa, vamos começar da questão 922 Livro dos Espíritos. Eu diria assim, vamos começar meio que pelo fim, porque essa questão esclarece algo muito importante. Eu vou lê-la aqui. Ela diz assim: "A questão é: a felicidade terrestre relativa à posição de cada um. O que basta para a felicidade de um constitui a desgraça de outro. Haverá, contudo, alguma soma de felicidade comum a todos os homens?" Olha aqui, a pergunta de Allan Kardec aqui é altamente profunda. Responde os espíritos: "Com relação à vida material é a posse do necessário. Com relação à vida moral, a consciência tranquila e a fé no futuro. Qual parte da felicidade cabe a assistência social?", pergunto eu. Assistência e promoção social? Quando a gente lê essa resposta, estamos falando da felicidade possível, felicidade relativa. Então, há possibilidade de uma felicidade relativa. O que podemos depreender daqui? que não é possível essa felicidade relativa se não houver para as pessoas pelo menos a posse do necessário. Olha, essa é algo é uma questão que a gente deveria recortar e colar na parede da nossa sala de atividade, porque ela é um guia. Ou seja, quando nós trabalhamos é a na redução das necessidades materiais do nosso próximo, nós estamos trabalhando na direção da sua felicidade. Ou seja, uma pessoa que passa fome, sede, todas as as privações
quando nós trabalhamos é a na redução das necessidades materiais do nosso próximo, nós estamos trabalhando na direção da sua felicidade. Ou seja, uma pessoa que passa fome, sede, todas as as privações mais básicas, ela não tem a menor chance de ser feliz na Terra. Por isso, essa é uma das justificativas do trabalho assistencial, seja ele nas instituições privadas como a nossa, seja a menor trabalho até o maior, seja no campo das políticas públicas. E aqui eu quero me reportar isso, viu, gente? As políticas públicas, a assistência, à saúde, a educação, não é? a os programas de habilitação, os programas eh de saneamento, todas as políticas públicas, elas são parte do processo da evolução social e da evolução espiritual. Porque quando um espírito reencarna e não tem as mínimas condições materiais de vida, está se conspirando pela perda da encarnação dele. Muitas vezes ele pode ser atirado no crime tentando ter o mínimo de condições de vida, de ter alimentação para não morrer de fome, tá? E as outras dimensões daquilo que os espíritos nessa questão chamam de felicidade terrestre relativa é a consciência tranquila. Ora, o que que significa a consciência tranquila? É a aproximação do ato da criatura as leis divinas. O que que dá? O que dá a consciência tranquila? Eu saber que o meu dia a dia se pauta em uma agenda ética, moral avançada, que a minha vida se preocupa com a vida do semelhante, com a vida da da cidade, com a vida do bairro, com a vida do meu do do meu colega, com a vida do meu familiar, com a vida de quem tá sofrendo lá em Gaza, com a vida de quem tá sofrendo nas guerras, com a vida dos pobres de todo mundo e com a vida dos espíritos que sofrem também. Ou seja, eu vou ampliando meu grau de envolvimento fraternal, ou seja, meu irmão não é só o meu pequeno círculo de interesse familiar ou de trabalho ou até econômico, né? E a outra dimensão que os espíritos põe para para essa felicidade terrestre é a fé no futuro. Uma pessoa que que passa fome tende a ficar desesperada. Uma pessoa na miséria tende
ou até econômico, né? E a outra dimensão que os espíritos põe para para essa felicidade terrestre é a fé no futuro. Uma pessoa que que passa fome tende a ficar desesperada. Uma pessoa na miséria tende a ficar desesperada. O que que é o desespero? Falta de esperança. Ou a morte da fé? A morte da fé é a falta da fé no futuro. Mas a fé espírita não é uma fé cega, é uma fé raciocinada. Correto? Se é uma fé raciocinada, quando nós estamos fazendo o trabalho, seja na mediunidade, seja no ESD, seja na palestra, seja na assistência, e aí não importa se a pessoa é espírita, se é evangélica, se é ateia ou se é eh eh agnóstica, aí não importa. Trabalhar a dimensão da fé no futuro, da imortalidade, é apostar na felicidade. Então, essas três dimensões, a posse do necessário, a consciência tranquila, que fala da ética e da moral, e a fé no futuro, que fala na consciência divinal, na fé em Deus, mas não no Deus antropomórfico, no Deus essência, no Deus amor, no amor que guia o universo, no amor que gera vida. No amor que diz que a morte não existe, que estabelece o reinício pela reencarnação como regra e estabelece a perfecionalidade como meta espiritual, a perfectibilidade do ser inteligente. Essa essa condição é um guia para nós, não importa o lado em que estejamos atuando. OK? Eh, ah, eu queria dizer para vocês que eu estou apenas vendo nesse momento a meus slides, eu não estou vendo vocês, mas agora eu vou abrir um pouquinho aqui, fazer uma tela dupla para poder fazer a mes ler ver vocês um pouco e e vou ler e vou passar para outra questão. Esse é um outro fundamento muito importante. Nós estamos trabalhando sim paraa felicidade, a felicidade relativa, a nossa e a deles. Como eu tô fazendo essa relação sempre me vendo e nos vendo e e vendo eles, mas em essência todos somos iguais perante a divindade, eu quero jogar para nós isso também. Se eu já tenho a posse do necessário, mas vivo aflito e angustiado pela posse do supérfo, eu estou fora dessa condição de fé. Essa eu tô fora dessa condição de
de, eu quero jogar para nós isso também. Se eu já tenho a posse do necessário, mas vivo aflito e angustiado pela posse do supérfo, eu estou fora dessa condição de fé. Essa eu tô fora dessa condição de felicidade. Se a minha vida ela é tangida, guiada pela cobiça, pela ambição e muitas vezes é até velada pelo medo da pobreza, eu posso ter perdido a felicidade por est refém da ambição. E aí eu lembro da nossa famosa passagem do óbvulo da viúva, que olha por trás do óbulo da viúva, da passagem do óbvulo da viúva, tem a mesma mensagem que os ricos depositavam, jorravam moedas valihosas no gasofilácio, lá onde se depositava as esmolas, mas aquela viúva deu do que lhe fazia falta. Então, se nós já temos o necessário, que acontece com a pessoa prisioneira da avareza, ela sempre acha que ela não pode dar porque corre risco de ficar sem, mesmo quando ela já tem o necessário, mas a gente nem arrisca dar o necessário, como deu a viúva. A viúva não deu só o que sobrava, ela deu também do necessário. Podem ver que nas nossas, no nosso quartinho lá da assistência, você vai ver qual é a qualidade das coisas. Coisas usadas. Boa parte das doações são coisas usadas e até pessoas que doam coisas inservíveis. Mas eu dar a minha melhor camisa que vai me fazer falta. Eu dá o sapato que eu gosto e eu dá até um pouco do que vai me fazer falta, não está no meus planos. Então, o óbvulo da viúva não está nos meus planos, não só no do ponto de vista material, mas do ponto de vista das outras riquezas, do meu tempo, do meu conhecimento, da minha saúde. Às vezes a gente não arrisca nem o nosso conforto, nem a nossa saúde, nem o nosso dinheiro, nem o nosso conhecimento. A gente dá no limite do da esmola. Isso que é da esmola. Da esmola é dar a sobra. E da esmola também é dar sem compromisso com o amanhã. Eu tô agora falando do nosso ponto de vista. Isso afeta a nossa consciência também, porque se eu dou desta maneira, é um dar muitas vezes com a mão esquerda vendo o que a direita está dando. Eu dou
ã. Eu tô agora falando do nosso ponto de vista. Isso afeta a nossa consciência também, porque se eu dou desta maneira, é um dar muitas vezes com a mão esquerda vendo o que a direita está dando. Eu dou culpado. Eu dou com medo. Medo de ir para umbral, medo de ir pras cavernas, medo de sofrer, medo dos obsessores. Dar com medo, ir para o trabalho sentindo medo. Uma consciência culpada não é uma consciência tranquila. A consciência tranquila não quer dizer que a gente não tenha consciência das nossas limitações. Consciência tranquila é aquela que sabe quem somos nós. Tanto as nossas virtudes conquistadas não tem a falsa modéstia. Porque quando o Chico Xavier falava que ele era um verme, ele não tava fazendo cena, ele tava falando de uma autêntica humildade, porque ele via muito longe. Mas muitas vezes a paródia disso é nós falarmos é querermos parecer o que não somos. Isso nos deixa a consciência intranquila no âmbito do trabalho. E a fé no futuro, para nós espíritas, isso é quase que um corolário. O espírita que não que não acredita na imortalidade, na divindade, na mediunidade, eh na na nos planetas, na na multiplicidade das vidas no universo, não é espírita, mas tá tentando ou ainda na discrença, ele ainda não está próximo dos fundamentos espíritas, mas está próximo querendo. Já é um passo. Bom, o outro aspecto que faz sentido falar é sobre a relação entre necessário e supérflo. Tem a ver com eles e conosco. E a pergunta 715 diz o seguinte: Como pode o homem conhecer o limite do necessário? É para responder a pergunta do óbulo da viúva. Fica uma pergunta no ar. Mas qual é o meu necessário e qual é o meu superérf? Aquele que é ponderado, aquele que é ponderado o conhece por intuição. Muitos só chegam a conhecê-lo por experiência à sua própria custa. Então, consultemos a nossa intuição para perguntar o que para mim realmente é necessário e que o que é realmente supérflo para que eu possa caminhar nesse sentido, até para abrir a mão e depois abrir o coração. A outra questão
intuição para perguntar o que para mim realmente é necessário e que o que é realmente supérflo para que eu possa caminhar nesse sentido, até para abrir a mão e depois abrir o coração. A outra questão ainda dentro dessa relação e na questão 716 pergunta: "Mediante a organização que nos deu, não traçou a natureza o limite das nossas necessidades? Sem dúvida. Mas o homem é insaciável. Por meio da organização que lhe deu a natureza, lhe traçou o limite das necessidades. Porém, os vícios que lhe alternam alteram a Constituição lhe criaram necessidades que não são reais. O nosso problema é hoje e sempre foi esse, criar necessidades que não são reais. Logo, distorce a visão da do que é necessário e do que é supérfo. Isso tem a ver com a assistência? Tem. Tem a ver com a metodologia? Certamente que sim. Vamos nos aproximando. E mais um fundamento dentro da doutrina que é importante lembrar é a famosa questão 540 que pergunta o seguinte: "É assim que tudo serve, que tudo se encadeia na natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, que também começou por ser átomo, admirável lei da harmonia que o vosso acanhado espírito ainda não pode aprender em seu conjunto." Essa questão 540 é uma outra que nós deveríamos pregar na parede, porque ela fala de algo tão essencial para fazer qualquer atividade na casa espírita e na nossa vida, que é a lei da evolução, a lei de progresso material, espiritual. E nessa questão há uma integração entre o progresso material, do átomo primitivo até o arcanjo, tudo se encadeia. Então, o progresso da matéria e o progresso do espírito são coetâneos. O espírito intelectualiza a matéria e o espírito precisa da matéria para o seu desenvolvimento. Porque nós temos que cumprir a nossa parte na obra da criação. Tudo que fazemos, tanto no campo material quanto no campo espiritual é o espírito inteligente cumprindo a sua parte na obra da criação. Quando jogamos um copo, uma garrafa na rua, jogamos o lixo de forma equivocada, errada, de forma não sustentável, nós estamos descumprindo a
írito inteligente cumprindo a sua parte na obra da criação. Quando jogamos um copo, uma garrafa na rua, jogamos o lixo de forma equivocada, errada, de forma não sustentável, nós estamos descumprindo a nossa parte na obra da criação. Quando ofendemos alguém na rua, como desconsideramos um irmão, quando eh temos preconceito, seja racial, social, de gênero, nós estamos descumprindo a nossa parte da obra da criação. Logo, somos, como dizia Jesus, vós sois deuses. Tudo que fazemos, ora concorre, seja pra natureza, pra matéria, seja pro espírito, pra sociedade. Nós somos cocriadores. Isso é muito importante para pensar a metodologia. E um outro aspecto que está na questão 785 de O Livro dos Espíritos, qual é o maior obstáculo ao progresso? O orgulho e o egoísmo. É aquilo que eu falei no início. Será que nós estamos fazendo assistência de uma forma orgulhosa? Que Jesus exprimiu no sermão do monte dizendo: "Não sai a vossa mão esquerda o que à direita dá?" É isso? Será que nós estamos fazendo uma assistência egóica em que nós é que nos sobressaímos e nos ofendemos quando não vem o reconhecimento, quando nos encontramos com a ingratidão? o nosso ego se ofende. Que acontece conosco no ato da assistência, no ato de encontrar as necessidades alheia, necessidade das pessoas, né? Então, o homem compreende melhor que além da que o gozo dos bens terrestres proporciona uma felicidade, existe maior e infinita felicidade, mais duradora em vencer o orgulho e o egoísmo. Os nossos grandes adversários. Então, só que ele não é um ato apenas interior, ele transpira para o exterior. Por isso que muitas vezes as pessoas que recebem assistência, seja um conselho, seja uma cesta básica, seja um encaminhamento para um órgão público, saem se sentindo humilhadas. O termômetro na nossa assistência é como o outro sai se sentindo. Quando Jesus curava, ele dizia: "A tua fé te curou". A pessoa saía se sentindo poderosa, saía se sentindo empoderada. Quando uma pessoa que eu assisto sai se sentindo humilhada, o que que isso quer dizer?
do Jesus curava, ele dizia: "A tua fé te curou". A pessoa saía se sentindo poderosa, saía se sentindo empoderada. Quando uma pessoa que eu assisto sai se sentindo humilhada, o que que isso quer dizer? Que o que falou de mim não foi o amor, foi o egoísmo. E uma outro aspecto importante para entender a assistência no no contexto social está na questão 793. E eu cito essas questões para que nós tenhamos em conta que precisamos estudá-las, porque em disso se conhece uma civilização completa pelo desenvolvimento moral. Logo, um trabalho de assistência não se mede pela quantidade de moedas ou de necessidades que foram atendidas apenas, mas pelo grau de desenvolvimento moral de todos os os envolvidos. Se esse trabalho ajudou no desenvolvimento moral de todos, do que dá e do que recebe. Por que quando eu digo do que dá e do que recebe? Porque a irmã Rosália disse no Evangelho o seguinte, que quem dá, quem dá esmola, que a esmola, melhor dizendo, humilha quem dá e quem recebe, porque a esmola que é dada, entre aspas, de forma orgulhosa, ela fere a mão que recebe e ela humilha a pessoa que dá. Então isso não é desenvolvimento moral, isso não é um trabalho que lida com direitos, que lida com a condição humana da dignidade humana. Porque se eu dou, se eu assisto pessoas para evoluir, pensando na minha evolução espiritual, eu esqueço que no fundo, no fundo, eu e os e a pessoa assistida não somos diferentes. Ela também precisa evoluir. E para ela evoluir, ela precisa desenvolver o intelecto e a moral. Eu preciso desenvolver o intelecto e a moral. Se o meu trabalho com ela não ajuda a desenvolver o intelecto e a moral, o meu trabalho não está condizente com os princípios espíritas, não está condizente com a caridade cristã. Ele é uma assistência, mas não sob as bases cristãs. Não está ajudando no desenvolvimento moral. Ele precisa estar nessa condição. Muito bem. Uma outra, um outro aspecto muito importante que eu quero destacar aqui paraa nossa base doutrinária da da assistência
á ajudando no desenvolvimento moral. Ele precisa estar nessa condição. Muito bem. Uma outra, um outro aspecto muito importante que eu quero destacar aqui paraa nossa base doutrinária da da assistência é que a sociedade para a qual nós concorremos, ou seja, se eu perguntar para cada um de vocês, gente, para qual tipo de sociedade nós queremos caminhar? Que tipo de sociedade civilizada nós queremos? Porque a nossa sociedade não é civilizada segundo Allan Kardec, ela é ela é uma civilização incompleta. E o que que nós precisamos construir no nosso trabalho, no nosso fazer cotidiano para ajudar a sociedade a ser uma civilização completa? Isso está respondido na no capítulo da Lei do Progresso. Na pergunta que estabelece o seguinte: de duas nações que tenham chegado ao ápice da escala social, somente pode considerar-se mais civilizada. Qual? Aí eu destaquei aqui algumas partes. aquela onde exista menos egoísmo, menos cobiça, menos orgulho, onde os hábitos sejam mais intelectuais e morais do que materiais, onde a inteligência se puder desenvolver com maior liberdade, onde haja mais bondade, boa fé, benevolência, generosidade recíprocas, onde menos enraizado se mostra os preconceitos de casta, de nascimento, de raça, de gênero, etc. onde as leis nenhum privilégio consagrem a ninguém e sejam as mesmas para o último como uma para o primeiro. com menos parcialidade se exerça a justiça, onde o fraco encontre sempre amparo contra o forte, onde a vida do homem, suas crenças, suas opiniões sejam melhor respeitadas, onde exista o menor número de desgraçados, enfim, onde todo homem de boa vontade esteja certo de não lhe faltar o necessário, para lá devemos caminhar. É esse modelo de sociedade regenerada que nós precisamos trabalhar. Mas isso não vai acontecer como mágica. Isso tem que acontecer já no nosso trabalho. No nosso trabalho, nós temos que trabalhar assim. As leis do nosso trabalho, a justiça, a proteção do fraco, as suas crenças e opiniões tem que ser respeitadas. Dou um exemplo. Se
á no nosso trabalho. No nosso trabalho, nós temos que trabalhar assim. As leis do nosso trabalho, a justiça, a proteção do fraco, as suas crenças e opiniões tem que ser respeitadas. Dou um exemplo. Se uma pessoa que não é espírita recebe uma assistência espírita e eu o obrigo a assistir uma pregação espírita e depois condiciono a receber a pregação espírita a assistência, eu não estou de acordo com essa proposta, porque eu não estou respeitando as crenças e opiniões que precisam ser respeitadas. E eu preciso ver na pessoa necessitada, naquela que traz as suas necessidades, ao direito de escolher até a sua fé, as suas crenças e opiniões. Muito bem, gente. Essa foi apenas uma breve pincelada, porque para dizer uma só coisa, sem esses fundamentos da lei do progresso, da lei da adoração, da lei do trabalho, da lei de liberdade, da lei de igualdade, da lei de justiça, amor e caridade, nós não vamos longe. Fora desses fundamentos, a nossa assistência não é espírita, ela pode ser assistência, mas para ser assistência espírita tem que estar calcada na observância dessa dessa base doutrinária. E mais, a visão espírita é uma visão de transformação social, não é uma visão de acomodação social, de conservação social. O mundo que nós estamos vendo está em transformação, porque tudo está, nós estamos, o nosso corpo está, a matéria está, as sociedades estão, as nações estão, as leis estão, os governos estão, embora muitos não pareçam, porque estão desaproveitando a oportunidade. Aquilo que a gente vê no noticiário como regressão social, de fato, são regressões sociais. Mas Deus nos conferiu livre arbítrio para acertar e errar. E aqueles que estão se colocando como pedra de tropeço para a lei do progresso, como a gente já sabe, provavelmente nem continuarão neste planeta quando ele for um planeta de regeneração. Outras almas aqui virão para impulsionar o progresso. E nós temos que ter isso na mente, porque olhar para cada pessoa, a começar por nós mesmos, nós somos seres em evolução. Nós somos espíritos. Eles são
as almas aqui virão para impulsionar o progresso. E nós temos que ter isso na mente, porque olhar para cada pessoa, a começar por nós mesmos, nós somos seres em evolução. Nós somos espíritos. Eles são espíritos e não somos diferentes. Somos espíritos vivenciando uma experiência material em condições diferentes. Por isso, precisamos ter em conta essa condição. Todo trabalho, toda assistência que não ajude aquele espírito a melhorar intelectualmente, a a melhorar moralmente, não é um trabalho de assistência calcado na visão da caridade, na visão espírita. O próximo passo é falar da parábola do bom samaritano, que inclusive é tomada como referência no documento de orientação da FEB. Nós aqui a tomamos também e isso também está como base da obra que nós daqui a pouco vamos comentar da metodologia, tá? E aqui eu dividi a parábola do bom samaritano em algumas etapas metodológicas já para começar a falar da metodologia do espaço de convivência. que é uma mudança qualitativa do trabalho da assistência, tá certo? Por que que eu digo uma mudança qualitativa? Porque no passado, vocês lembram como que nós fazíamos assistência, como a igreja fazia assistência no passado, lá na Idade Média, fila dos pobres para receber alimento, para receber a sopa, aquela fila interminável e aquela coisa anônima. As pessoas recebiam e tinham que ir embora. Não havia uma relação entre assistido e assistente. Era fria, diferente do que era na casa do caminho. O nosso modelo é a casa do caminho, mas que se perdeu no caminho histórico, quando a igreja da qual nós todos fizemos parte escolheu o caminho da esmola como o caminho da salvação. Mas nós não trabalhamos com a ideia de salvação. Nós trabalhamos com a ideia de evolução, de transformação, que é diferente. Salvação é quase um milagre. Evolução é a resultante do livre arbítrio, do uso da liberdade, do uso da consciência, do uso da sintonia com as leis divinas. E pensando assim, é que Jesus contou a parábola do bom samaritano para um fariseu que lhe
ultante do livre arbítrio, do uso da liberdade, do uso da consciência, do uso da sintonia com as leis divinas. E pensando assim, é que Jesus contou a parábola do bom samaritano para um fariseu que lhe perguntou. Ele perguntou e a resposta do Cristo foi uma metodologia de ação. Ele perguntou e Jesus lhe ditou a parábola. E eu resumo a parábola agora. O homem descia de Jerusalém para Jericó. e foi atacado por assaltantes e foi deixado semimorto, caído. Estando caído no caminho, na estrada entre Jerusalém e Jericó, passou um sacerdote que o vendo, passou de largo e seguiu seu caminho. Em seguida, passou um levita que, da mesma forma, o vendo, não parou e seguiu seu caminho. E por último passou um samaritano que, ao vê-lo foi tocado de compaixão. Parou, desceu do seu cavalo e vendo suas feridas, pensou-as com azeite e vinho, e, colocando-o no seu cavalo, levou até uma hospedaria. E, lá, chegando, disse ao hospedeiro: "Cuida muito bem deste homem, que quando eu regressar, eu te restituirei tudo que gastares a mais. Jesus então perguntou para o samaritano que lhe fez a provocação. Quem te pareceu que foi o próximo do caído? O fariseu nem quis pronunciar o nome correto. Ele disse: "Aquele que usou de misericórdia". Porque aquele que usou de misericórdia era um samaritano que aos olhos do fariseu era um heree. Muito bem. Vamos degustar a parábola que traz para nós o caminho. Um caminho. Eh, primeiro, o homem que caiu, ele desceu de Jerusalém, que era a cidade sagrada, para Jericó, que era uma cidade comercial. Então ele estava caindo espiritualmente e ele foi atacado por salteadores, salteadores, obsessores, oportunistas pelo mal. Ele ficou na sintonia do mal e ele se tornou um caído. Caído que pode ser eu, o Neio, a Silvia, o Gutemberg, qualquer um de nós. E pode ser uma pessoa que vai à nossa casa pedir ajuda. E passou e viu esse caído, ferido, semimorto, como diz a parábola, um sacerdote. Quem é o sacerdote? É uma pessoa que conhece a palavra. Mas pode não ter se tornado cartas
ai à nossa casa pedir ajuda. E passou e viu esse caído, ferido, semimorto, como diz a parábola, um sacerdote. Quem é o sacerdote? É uma pessoa que conhece a palavra. Mas pode não ter se tornado cartas vivas, como diz a a a mensagem de entrada. Ele apenas tem a letra na mente, mas não tem no coração. E estava muito ocupado porque ele ia ter que dar uns passes lá no centro espírita. Tava na hora dele ir lá dar um dar o passe, dele fazer a caridade, ele não parou e o caído ficou caído. Ou era aquele sacerdote que tinha uma um compromisso formal com a igreja. E ele tava na hora dele e ele não parou. E o levita era o doutor da lei, era o que conhecia as escrituras. Ele era muito intelectual. Ah, mas era ele não ia sujar as mãos deles com o sangue do caído ou com a terra nas feridas. Ele tinha muito mais o que fazer do que ajudar aquela pessoa. Ele tinha que ilustrar muito mais o seu intelecto. Ele era um doutor. Ele não podia parar. E o samaritano? Ah, do samaritano ninguém esperava nada. Porque ele é uma pessoa que não cultuava no grande templo de Jerusalém. Ele era um uma pessoa impura, é uma pessoa do mal, é uma é aquela pessoa de quem nada espera, mas foi justamente ele que Jesus escolheu, o samaritano. E para o samaritano de que nada espera, o imoral, o herege desceu, parou o trabalho de parar numa vida tão tão agitada. tão movida pelas redes sociais, pelo celular, que a gente não tem tempo. Ele parou. E ele não só parou, ele se importou com ele, ele pensou as feridas, ou seja, ele deu o que tinha. Ele não era uma ambulância, ele era um cidadão em viagem e ele deu os primeiros socorros, mas ele não deixou caído na estrada. Ele levou consigo e levou uma hospedaria, uma hospedaria que pode ser um CRAS, um pronto socorro, pode ser uma delegacia para vítima de violência, pode ser o o Conselho Tutelar, pode ser a casa de um parente. Ele levou para alguém ajudá-lo a cuidar bem daquele homem. Dis: "Cuida muito bem deste homem. Não é de qualquer homem, não. É deste homem. Daquele caiu, ele se
Tutelar, pode ser a casa de um parente. Ele levou para alguém ajudá-lo a cuidar bem daquele homem. Dis: "Cuida muito bem deste homem. Não é de qualquer homem, não. É deste homem. Daquele caiu, ele se importou, ele se envolveu. E ao se envolver com ele, ele disse, ele tinha compromissos. Ele não podia deixar de ir. Ele disse ao hospedeiro. Ele disse ao médico, ao enfermeiro, ao professor, ao assistente social, ao voluntário, cuida muito bem deste homem, porque tudo que tu despenderes a mais, eu te restituirei. O que quer dizer? Travou. Eu achei que fosse a minha aqui, mas foi também. Achei que era eu. Não, não, travou mesmo. Ele tá parado aqui para mim. Vamos aguardar um pouquinho. Isso. Ele falou que tava fechando o tempo lá, né? Que ia tava preparando uma chuva. Pode ser que caiu. Alguém podia avisá-lo, né, que tá travado. É isto. Vou pedir pra Sand. Sandra, dá um alter aqui. Oi, eu estou vendo vocês. Sim, tá ótimo. Aqui caiu a a imagem, né? Paralisou, mas tudo bem. Tá tá ótimo. Agora voltou. Eu posso continuar? Pode, pode. Então, com base então na parábola do bom samaritano, que é uma referência para assistência ou para qualquer outra para qualquer outro trabalho, quero dizer para vocês que essa abordagem, minha gente, não se refere apenas a à assistência material, ela se refere a assistência espiritual, moral, eh, vou de novo. Tá congelado. Vamos aguardar um pouquinho. Eu acho que é a projeção mental do café que o pessoal tá fazendo travar. O tempo, né? É o tempo lá. Olá. Oi. Tá de volta. Est me ouvindo? Tá. Então eu começo a contar um pouco a história que se conecta com o que eu estou falando, que é da metodologia do espaço de convivência. Temos, eu não sei se vocês conseguem ver, mas aqui eu tenho uma foto do Mário Barbosa e tenho a capa do livro Conviver para servir. Apresentando? Não tá apresentando não. Não, não tá. Depois depois do intervalo eu vou resolver isso e eu vou apresentar o que eu, o que eu não apresentei, tá? Com a ajuda dos universitários. Então,
r. Apresentando? Não tá apresentando não. Não, não tá. Depois depois do intervalo eu vou resolver isso e eu vou apresentar o que eu, o que eu não apresentei, tá? Com a ajuda dos universitários. Então, eh, o nosso amigo Antônio César Perre de Carvalho, que foi presidente da FEB, prefaciou esse livro. que saiu em 2013, né? E ele efetivamente foi um trabalho que começou a 40 anos atrás. Mário Barbosa, quando era responsável pela área da assistência social na US de São Paulo, percebeu que a metodologia, seja da assistência, seja da evangelização, não alcançava a população mais pobre. E ele observando como Jesus fazia, observando as narrativas de Amélia Rodrigues, observando especialmente, muito especialmente os princípios da doutrina, viu que a forma de distribuir sopa, farné, alimento, fazer a assistência que a maior parte das casas fazia na no espiritismo, não observava com muita equidade. os princípios espíritas. E aí ele começa a construir uma metodologia buscando aproximar a prática espírita, a prática nos centros espíritas da da proposta. E aí é quando ele cria uma metodologia que ele batizou de espaço, de convivência, criatividade e educação pelo trabalho. E eu digo para vocês que essa metodologia não ficou restrita a USE de São Paulo e nem ficou restrita ao movimento espírita. Mário, como um profissional, assistente social, um intelectual dessa área, levou para a política pública e durante o governo em que ele foi presidente da Fundação do Bem-Estar do Pará e por causa disso esteve muitas vezes aí no Mato Grosso eh eh numa a convite de uma outra fundação também aí de uma uma fundação social que agora, se não me falha a memória, Coronel Meirelles. O esse essa não sei se era o coronel Meirelles que o convidava, era uma pessoa que tinha uma responsabilidade política, né? E e foi aí que ele se articulou com dona Arminda Mila e passou a a ir a a a Mato Grosso e levou essa proposta. Mas essa proposta ela foi experimentada na política social aqui por durante a década de 80, no no
aí que ele se articulou com dona Arminda Mila e passou a a ir a a a Mato Grosso e levou essa proposta. Mas essa proposta ela foi experimentada na política social aqui por durante a década de 80, no no primeiro governo depois da ditadura militar aqui na Fundação do Bem-estar Social do Pará. e ele criou várias metodologias nessa fundação e foi eu, nesse caso, eu me coloco, eu estava me graduando em serviço social e tive a oportunidade de ver o nascimento dessa metodologia, seja como assistente social ou como voluntário da área da assistência social espírita ou do serviço assistencial espírita, como o Mário nominava. E a partir daí nós começamos a estudar e a construir. O Mário não escreveu um livro sobre isso. Mário desencarna em 1991, mas ao longo dos anos 80 ele vivenciou como gestor público e como eh palestrante, como ministrou vários cursos aqui em Belém, em Belém, em São Paulo, em Santa Catarina, em Cuiabá. Houve muitas gravações que inclusive o material para fazer o livro Conviver para amar e servir veio muito da do material de Cuiabá, da Federação da do Grupo Fraterno, né? Eh, e aí nós que também tivemos a a feliz oportunidade de estar por perto, de aprender com ele próprio nos cursos que ele ministrou e até vivenciar com ele na no grupo espírita Vinha de Luz, que foi um grande laboratório, essa metodologia que mudava a forma da evangelização e mudava a forma da assistência social. e passou-se então a a utilizar eh não mais a seja na evangelização, seja na assistência, as formas tradicionais de assistir e de evangelizar. Por quê? se passou a utilizar o conceito de espaço de convivência, criar espaço de convivência para que as pessoas através da convivência, através do ombreamento, seja na assistência, seja na evangelização, desenvolvendo a inteligência da através da criatividade, desenvolvendo os valores através da educação e através da transformação da matéria pelo do trabalho, a alma, o espírito em evolução, seja do assistente, seja do evangelizador, seja do assistido, seja do evangelizando, se
ores através da educação e através da transformação da matéria pelo do trabalho, a alma, o espírito em evolução, seja do assistente, seja do evangelizador, seja do assistido, seja do evangelizando, se desenvolvesse, progredisse ali mutuamente. Não era uma aula de evangelização ensinando teoricamente o evangelho. Não era uma palestra para ensinar os pobres a receber com resignação e a serem gratos aos assistentes. Era uma convivência entre diferentes. Esse espaço de convivência então começou a ser criado como uma nova metodologia em que nós íamos vivenciar o evangelho, íamos vivenciar a a paciência, a fraternidade, o amor, o con mútuo o conhecimento, a humildade, eh a resignação não como superiores, não como melhores. mas como quem está em caminho um com o outro. Então essa proposta que o Mário trouxe, que até hoje também está na política pública, quando vocês ouvirem falar dos CRAIS, dos centros de referência de assistência social, saibam, um dos primeiros a ser experimentados foi aqui no Pará, na gestão do Mário Barbosa, que se chamava Centro de Atendimento à População. Foi um modelo que ele criou de assistência através do que hoje se chama CRA. E ele criou grupos de convivência, centros de convivência para adolescentes em situação de rua, para adolescentes ligados ao tráfico de droga, ligados a a a estar eh em situação de risco, como se diz hoje, não é? Eh, e eu tive a oportunidade, no início da minha carreira profissional de vivenciar a a gestão desses centros de de convivência, tanto como assistente social como voluntário da assistência. eh, espírita, tá? Eh, eu vendo dessa maneira que essa proposta não é uma proposta de um homem, ela é uma proposta crística que se que entrou nos poros da sociedade como uma forma de educação, uma forma pedagógica de viver o evangelho, de desenvolver o intelecto, de desenvolver os valores morais. Por isso que aqui na proposta tem o espaço de convivência, a criatividade, que é o desenvolvimento do intelecto. E se sabe que a inteligência é
senvolver o intelecto, de desenvolver os valores morais. Por isso que aqui na proposta tem o espaço de convivência, a criatividade, que é o desenvolvimento do intelecto. E se sabe que a inteligência é desenvolvida pelo trabalho, é para combater o assistencialismo, é para combater a catequese da evangelização. Existe uma forma catequética que é ensinar o evangelho. diferente de ensinar o evangelho é vivenciar o evangelho, estimular o desenvolvimento do pensar. E aí entra a educação. A educação não como educação só intelectual, mas educação dos valores morais, educação do caráter. formar, como diz Kardec, eh, na lei do trabalho, formar o caráter do espírito, instalar os valores da imortalidade, da consciência tranquila, da compreensão do fluxo da vida, do respeito ao corpo, do respeito ao corpo do outro, do respeito à sociedade, do desenvolvimento social. Então, a proposta do espaço de convivência, eu vou resumir agora em espaço de convivência, ela pode ser descrev descrita da seguinte maneira e depois disso a gente já para para fazer o intervalo, tá certo? Uma citação do Evangelho. Dai delicadamente, juntai ao benefício que fizerdes, o mais precioso de todos os benefícios, o de uma boa palavra, o de uma carcia, de um sorriso amistoso. Evitai esse ar de proteção que equivale a revolver a lâmina no coração que sangra. E considerai que, fazendo bem, trabalhais por vós mesmos e pelos vossos. Olha que coisa profunda está aqui dito do Evangelho Segundo o Espiritismo. Dai delicadamente quant em quantos momentos o cansaço, o calor nos faz ficar ásperos, agressivos, moralistas diante das pessoas necessitadas. Quantas vezes a gente não usa pautas humilhantes para eles? Já é humilhante receber. Já é humilhante ter que pedir comida. Já é humilhante ter que pedir dinheiro. Já é humilhante. Como suavizar essa situação? O Cristo nos ensinou. E aqui está a lição. Dai delicadamente como a como reduzir a aspereza do Né? Travou, né, amiga? É, mas eu acho que vai vai ser assim até a gente encerrar, porque a internet dele
O Cristo nos ensinou. E aqui está a lição. Dai delicadamente como a como reduzir a aspereza do Né? Travou, né, amiga? É, mas eu acho que vai vai ser assim até a gente encerrar, porque a internet dele tá oscilando muito. É, talvez pudesse, né? Ah, agora vai ser um intervalo esperando ele dar um intervalo porque ele sabe que às 10 horas. É bom enviar uma mensagem para ele, amor. Eu eu enviei eu falei para ele cuisando disso. Vocês estão me ouvindo? Agora sim. Ah, eu vou fazer vamos fazer o intervalo. Vamos fazer o intervalo que eu vou fazer uma mudança aqui na na minha internet. Ah, para ela melhora. Acho que a minha internet está estável. Eu vou reiniciar o meu o meu moldem para ver se ela melhora. Tá, eu tô vendo que é a minha internet que tá vacilando. Então, temos 15 minutos de intervalo e eu continuo depois do intervalo tentando ajustar aqui a minha conexão, tá bom? OK. 10:20. É isso. Isso. 10:20. 10:20. Até já. Então, vamos lá. Eu já só fechem a as câmeras. Pode testar. Sandrinha. Deixa só falar que a todos, né, que preparem as perguntas, aqueles que quiserem, né, formular. Eu acho interessante esse momento a gente tá participando e perguntando porque eh ele tem todo um conhecimento que tá disponível para nós e vamos perguntar aí o a forma de conduzir o nosso trabalho, o que que a gente entende por criatividade, por evangelização, o que que nós podemos fazer para com a ótica na transformação, né? Se é o estudo, qual o estudo, né? Como é que nós vamos conduzir isso para que essas pessoas saiam da condição em que se encontram e se transforme, como é a proposta, né? Evoluir e transformar. Aí cada um anota aí pra gente fazer as perguntas para ele. E quero dizer que esse evento é em nome da Federação do nosso estado, né? era era uma iniciativa para que nós fizéssemos eh pelo Grupo Fraterno, mas para ampliar a a a possibilidade de mais participante, nós fizemos aí a pedimos a colaboração da nossa federação, que a nossa Luía, a nossa Valéria e eh Gilane, Regilane eh
eh pelo Grupo Fraterno, mas para ampliar a a a possibilidade de mais participante, nós fizemos aí a pedimos a colaboração da nossa federação, que a nossa Luía, a nossa Valéria e eh Gilane, Regilane eh nos atenderam e por isso nós estamos abrindo para outras pessoas. é um é o Zoom que caberia muito mais pessoas e e possibilitou a gente fazer essa esse trabalho, essa parceria e o Reinaldo nos atendeu. Ficou ótimo. Muito bom, gente. Temos aí 15 minutinhos ainda, tá? Ah. เฮ Eu acho que eu não vou querer aquele lá não. Tá, tá muito assim, muita coisa aqui para mim. Ah, esse aí até ficou melhor um pouco. Não, aqui tá bom. Seu áudio tá aberto. Eu conversando com o Estevo, eu tô no escritório dele. Eh, eu falei assim: "Não, eu vou pro escritório do Stevão porque aí ninguém me perturba, né?" Aí ele foi pôr luzes assim como ele faz aulas. Por não essa luz aí atrás não precisa. É isso aí. Então vamos retornar, né? Eu tô fazendo uns prints de tela porque depois na gravação não tem como fazer, viu? Vou mandar para você. Ah, legal. Ótimo, maravilha. Umas fotos lindas aqui. Vamos iniciar. E iniciando nós queremos agradecer a nossa federativa que prontamente nos atendeu para que nós pudéssemos fazer esse evento e alcançar o movimento espírita do nosso estado de Mato Grosso, bem como todo o Brasil. Aqueles que quiserem, o material vai estar disponível, né? Depois nós pedimos aí paraa área de comunicação que nos ajudou a fazer a edição para para colocar disponibilizar no YouTube. E lógico, né, tá sendo muito bom porque o nosso Reinaldo prontamente nos atendeu, nos acolheu e aqui estamos aprendendo um pouquinho mais. Eh, Néio, seria interessante a gente eh ter acesso a esse PowerPoint dele. Será que ele compartilharia com a gente? Ah, vamos solicitar para ele. Sim, já falo com ele no retorno aqui. Ele ainda deve tá tentando ajeitar lá, né? É isso. Nossa, muito bom. Muito bom. as reflexões dele são é muito pertinentes, urgentes, a forma dele colocar, né? Acho muito importante. Sim. Tá sendo muito
le ainda deve tá tentando ajeitar lá, né? É isso. Nossa, muito bom. Muito bom. as reflexões dele são é muito pertinentes, urgentes, a forma dele colocar, né? Acho muito importante. Sim. Tá sendo muito bom para nós, né? E recordar a proposta tá sendo muito bom mesmo. É. E ele traz, ele enriquece a proposta, ele traz um olhar atualizado, contemporâneo. Uhum. Muito importante. É. Fala de novo. Se eu tirar uma foto sua. Falar é isso. Ou ou apresentar aí um coraçãozinho para você. É nosso. Pera aí, deixa, deixa, deixa, deixa eu tirar uma foto sua. Fica aí. Porque quando, quando fala ele volta para ele, a pessoa que fala. Ele vem aí. Pera aí que pera aí. Fica aí um segundo. Não começou ainda. Ele não tá aí. Fazer uma foto aqui que você vai amar. Ó meio aquele menininho que você passou lá no grupo anotando. Já ele para mim. Tá ótimo. Nossa, a Iara tá com uma paisagem aqui bonita, acho que chapada, né? Olha lá no grupo do ápice, né? Tá, Sandrinha, dá um alô. para ele, por favor. Pera aí, né? Ele podia entrar no celular, hein? Ele podia entrar no celular e passar a apresentação aqui para você, né? para você passar para ele. Fala isso, Sandrinha, com ele. Não, o Marquinho já eh sugere pedir pro Marquinho, porque ele passa a pro Marquinho, Marquinho coloca na Então, pede a apresentação e já faz isso, amigo. É, ajuda ele para ele não ficar angustiado. Ele é o R pediu mais um pouquinho de tempo, tá? Vamos dar mais um pouquinho de tempo. Então, fala para ele, Sandrinha, mandar a apresentação que você vai passar para outra pessoa passar com a internet melhor e ele pode entrar no celular que se tiver chovendo, ele pode até cair lá. É. E aí, Sandra, fala para ele de acordo com aquela conversa que nós tivemos ontem, que pode ser passado pro nosso Marco, eh, pro nosso Marquinho, e ele compartilhar aqui, tá? Se ele quiser. Foi, Nen deixa eu abrir aqui. Acho que não foi, né? Não, não foi. Pera aí, já agora vou. Olha lá para você ver se Jesus atrás de você. Olha ali agora. Olha. Ah, ficou legal. Muito bom. Aqui eu fico
r. Foi, Nen deixa eu abrir aqui. Acho que não foi, né? Não, não foi. Pera aí, já agora vou. Olha lá para você ver se Jesus atrás de você. Olha ali agora. Olha. Ah, ficou legal. Muito bom. Aqui eu fico assim com uma sombra aqui, né? Sandrinha, vou tirar uma sua também só para você não ficar com ciúme do verdade, amiga. Já tava com ciúmes. Bom, então já vou tirar de você. Pera aí. Sua vai ficar mais linda aí. Olha lá no grupo. Amiga é amiga. Não deixa a gente nem sentir ciúmes. Não pode. Elinha assistinha no contato aí. Muito bom. Isso não faz parte do nosso da nossa da nossa olha ciúme, nós somos evoluíssimos. Super. Ó, ele vai mandar para o Marco, tá? Vai mandar pro Marquinho. Mentira que eu não gostei. Sandrinha nem olhou lá. Ah, vou olhar. Pera aí. Você falou, você falou com o Marquinho, Sandra, você chegou de falar com ele? Não, mas e o Marcos, pera aí, ó. O Marquinho já tá aí. É só ele mandar pro Marquinho mesmo. Eu falei, vai mandar pro Marco. Eh, fecha a câmera um pouquinho podia aproveitar e tirar uma foto aqui, neném, com todo mundo vídeo aberto enquanto não começa. Aí vai, aí vai faltar ele. Leilinha, vamos conviver enquanto ele vem. Vamos colocar o método na prática aqui. Vamos conversando, falar que tá com saudade. Pode, né? lógico. Vamos conviver. A proposta é essa. Então, quero enviar aqui o meu amor para ficou nessa Benedito, você tá aí, meu amigo. Saudade de você. Quanto temp ó meu coração. Ó o meu coração para vocês aqui, ó. Ele tá cultivada. aqui. Oi, Sol. Ai, vocês estão na irmã Sheila. Oi, tudo bem? Nós estamos aqui. Muito bom, hein? Muito bom. E aí, Nélio? Tudo bom? Maravilha. E essa bocona aí, Silvia? Ó, boca bonita, ó. Tá coração. Não, coraçãozinho que tá precisando cuidar dele diferente. Ele tá muito Ah, vocês fizeram um grupo aí, né, Sol? Muito bom. Ótimo. Muito bom, Sol. Eu tô aqui, ó. Tô aqui com o livro do coração. Meu livro de cabeceira. Esse aqui, viu, Nani? Aqui tem caneca para todos os gostos. Ó, aqui a vibe é boa essa. Encontro de corações com Cristo na ápse.
. Eu tô aqui, ó. Tô aqui com o livro do coração. Meu livro de cabeceira. Esse aqui, viu, Nani? Aqui tem caneca para todos os gostos. Ó, aqui a vibe é boa essa. Encontro de corações com Cristo na ápse. Cadê o Reinaldo? Reinaldo, a gente tá aqui convivendo. Reinaldo. E aí, tá conseguindo? É convivência tá indo bem. Isso foi intencional, viu, gente? É, nós estamos aqui para vocês estão sendo envolvido num processo de convivência involuntária e agora voluntária. Ah, tá ótimo. Eh, um minutinho que eu vou mandar apresentação para o WhatsApp da minutinho, Sandra. Vou mandar para você agora mesmo porque teve um problema aqui, caiu a internet, caiu a a energia elétrica, agora já voltou tudo. Então vamos em frente. Só um segundinho que eu já tô fazendo isso. Olha, né? E olha a camiseta que eu tô, ó. Convidar. Ai, nossa, essa linda figura para camiseta. Que bom que você tem até hoje, hein? Faz tempo essa, he? Eu tenho todas. Eu guardo tudo. Deve ter esse aqui. Deve ter uns 10 anos. Tem. Eu guardo tudo. Calma aí. A gente pode testar esse aqui, ó. Outemberg, agora eu vi seu rosto. Só tava ali chegando agora aqui em casa. Ah, muito bom, Cristóão. Saudade, meu irmão. Iracema, abre o vídeo aí. Vamos conviver pelo menos com os olhares, né, Reinaldo? A sema tá numa poltrona confortável ali, né? Agora sim. Ela tá pensando como é que ela vai fazer daqui para frente agora com o trabalho. Quem, amigo? Iracela. É, ela sabe amar. Amar atuante, com certeza. Coraçãozão maravilhoso. Saudade das do seu amor, dos seus mimos das terças-feiras na federação, viu amigo? Reinaldo Iracema saía com chocolate nas ruas e ela encontrava as pessoas e ela dava chocolate pras pessoas sem conhecer assim, sabe? E a gente trocava experiência. Eu eu tinha os os evangelhos, né? E ela, Silvia, eu dou, eu dou chocolate a vida, né, Ira? Né, Sem tirar a vida já tá tão difícil, a gente tem que voltar a fazer até isso, né? que o povo até vai assustar se d um chocolate agora muito bem altura do campeonato. Mas primeiro você olha assim, depois
em tirar a vida já tá tão difícil, a gente tem que voltar a fazer até isso, né? que o povo até vai assustar se d um chocolate agora muito bem altura do campeonato. Mas primeiro você olha assim, depois você dá o chocolate. A gente tem que sentir a energia. Podemos continuar. Podemos. Valerinha tá aqui também. Sandro, abre o vídeo aí pra gente emanar amor pro Reinaldo, pras energias da da energia elétrica lá da cidade, lá do Pará para fortalecer lá. Iara, vamos abrindo aí os os vídeos para olhar, você não mandou não, né? Agradeço e preciso. E Reinaldo, a Sandra tá perguntando se você mandou. Mandei. Mandou, mas parece que eu não recebi. Pera só um minutinho. Acabei de mandar a internet do Reinaldo. Não tá boa porque tá carregando aqui ainda não foi. Tá, espera só um minutinho que a internet aqui não táada hoje, mas a gente tem que ter ela carregando. Hoje ela não tá. Eu tive que mudar de ambiente para ver se melhorava. Então aguarde porque está carregando. Mas enquanto isso não vamos perder tempo. Enquanto carrega vamos continuar conversando. Vamos fazendo a operação enquanto a gente dialoga. Com certeza. Tá ótimo. Eu foi bom porque o povo abriu até os vídeos, Reinaldo. Ó, o Gutemberg eu não conhecia, tô vendo agora aqui. Joyce, minha amiga, Gemberberg é trabalhador do grupo fraterno. O Joyce, não, eu sei, eu tô perturbando nele porque ele aparecia aqui o tempo todo, só no só o nome. Olá, gente, bom dia. Oi, J está na fundação, né? Fundação. Deixa eu acolher o nosso Reinaldo aqui. Reinaldo, assim que você quiser pode começar, tá? Nós estamos aqui confabulando espaço de convivência. Ele falou para esperar um pouquinho, né? Aham. Sim. Benedito, você é mais bonito no vídeo, tá? É, ele tá com a carinha de cansado. Tenberg. Ó o cabelinho dele. Acho que ele trabalhou muito. Isso tá melhor. Tá dormindo que vai dar quebrante no dito. É, tô sarando de um agora. Só coloca todo mundo aí do irmã Sheila pra gente ver o rostinho de todo mundo. Estamos na montanha russa. Sobe e desce,
tá melhor. Tá dormindo que vai dar quebrante no dito. É, tô sarando de um agora. Só coloca todo mundo aí do irmã Sheila pra gente ver o rostinho de todo mundo. Estamos na montanha russa. Sobe e desce, sobe e desce. Silvia parece que vai ser assim. Eu tenho a impressão, o problema está aqui, mas vamos em frente. Vamos. Espere um minutinho. Tá tudo bem? Vamos ver se trocando aqui lá. Tá. Eh, Reinaldo, deixa eu te perguntar aqui. Eh, agora vai melhorar, viu? Agora, enquanto você tava fora, eh, os participantes perguntaram se você vai poder disponibilizar o material. Com certeza. Com certeza. O material, eh, o material é o livro e o a os PowerP o PowerPoint ele ele pensa algumas questões para apresentação, mas eu vou disponibilizar com prazer, tá? OK. Nenhum problema. Vou mandar. Podemos retomar então? Sim. Só com a palavra. Eh, até até antes do intervalo, nós fizemos um percurso, só rememorando para fazer o engate, principalmente sobre quais são os fundamentos espíritas vindo do livro dos espíritos, do evangelho, da gênese, da da obra cardequiana, certo? Porque a proposta que vem seguida, não é? Não se distancia uma vírgula do que os espíritos ensinaram e do que Kardec consolidou na sua codificação. Essa é a proposta. Não se desvia uma vírgula do ensino do evangelho, do evangelho de Jesus. Logo, é para deixar qualquer margem de dúvida em relação à autoria, fundamentos dissipada. Isso é uma forma utilizando a razão, o conhecimento de organizar, direcionar o trabalho, certo? E observando criticamente como a gente sempre fez desde os anos, desde a idade média, desde antiguidade que a gente vem fazendo isso, esse trabalho, a necessidade humana existiu sempre, então sempre se assistiu. Então isso vai evoluindo com a história e vai se aperfeiçoando. O que que tem aqui? contributos que envolvem não só a doutrina espírita, mas os avanços da psicologia, do serviço social, das ciências sociais, da educação para o processo formativo, que são contributos que vêm ao longo do século XX, XX.
nvolvem não só a doutrina espírita, mas os avanços da psicologia, do serviço social, das ciências sociais, da educação para o processo formativo, que são contributos que vêm ao longo do século XX, XX. Então, nós estamos apropriando, isso vale para toda a sorte, porque eh a doutrina espírita é uma doutrina dinâmica. Ela vai eh incorporando aquilo que a humanidade espiritual e material evolui. É uma é uma doutrina em progresso que acompanha a nossa capacidade de apreensão. A base sólida eh está imovível porque são os valores pétrios dos fundamentos, não é? Deus, imortalidade da alma, mediunidade, reencarnação, pluralidade dos mundos e os valores morais do evangelho. Isso não se mexe, porque isso são leis naturais, são leis divinas. Agora, o conhecimento humano, ele se expande. Então, o que eu vim falando do início até agora é o quanto é importante nós nos vermos no processo, nós, os implicados, os assistentes e os assistidos. E essa metodologia, essa proposta metodológica, vamos chamar assim, ela arranca de de todas essas compreensões da doutrina, da visão de progresso, de trabalho, de liberdade, lei de justiça, lei de igualdade. E chega na parábola do bom samaritano. Mário, como eu contei antes, ele teve a oportunidade de vivenciar e de de trazer isso e transformar esses fundamentos em uma linguagem que pudesse ser inclusive adaptada para políticas públicas. Imagina que isso tem um alcance muito maior do que uma visão estrito senso de ambientes religiosos. Quando se traz um espaço de convivência, dentro desse espaço de convivência, existe uma esfera ética, moral, que no campo eh eh institucional de um juizado, de uma política de assistência social, de uma política de saúde, não pode entrar com conteúdo de uma ou outra religião, porque o estado é laico. tem que entrar com com um conteúdo transversal, que é a ética, que é a ética dos direitos, ética da igualdade, ética que atravessa a Constituição Federal, que atravessa a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que é bom que a gente lembre
rsal, que é a ética, que é a ética dos direitos, ética da igualdade, ética que atravessa a Constituição Federal, que atravessa a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que é bom que a gente lembre que essa ética, ela está embebida dos valores que o Cristo trouxe. Não precisa se repetir a linguagem da religião na ética. A ética são valores, em prática. E eh para ser inclusive permeável. Quando a gente fala de igualdade espiritual entre nós, isso é uma linguagem espírita. No âmbito público, nós não podemos num Tribunal de Justiça ou num no na no meu na minha própria prática profissional, não posso falar de igualdade espiritual, porque aí eu vou est trazendo um conteúdo religioso que hoje ainda não é aceito, mas será porque assim como as leis da natureza um dia não foram aceitas, né, a gravidade, muitas pessoas foram queimadas porque defenderam a descoberta da lei da gravidade, a o princípio da reencarnação, o princípio da da da imortalidade, Um dia será um princípio universal. Hoje é chamado de religioso, mas nós nos guiamos por ele. Então, considerando isso, somos espíritos encarnados, vivendo eh eh seres espirituais, vivendo experiências materiais. O convivência ele aplaina a ideia do espaço de convivência, ela é muito mais compatível com a visão espírita do que uma ideia de professor aluno em sala de aula, o professor de de evangelho, o professor de espiritismo evangelizando. Essa ideia, na visão do espaço de convivência, quando foi criada, ela foi para adaptar a uma realidade, a que naquela época a forma de ensinar o espiritismo paraas crianças e pros jovens era atingia muito bem uma classe, mas as crianças provenientes das classes mais palperizadas, periféricas, elas tinham mais dificuldade de fixar e de estar lá. E o espaço de convivência, que hoje a gente nem diz que é para perfeir, é para todos, porque é na convivência que tanto assistentes, evangelizadores, evangelizados e assistidos, na convivência se vai apreendo, apreendendo ah os valores. E uma das
m diz que é para perfeir, é para todos, porque é na convivência que tanto assistentes, evangelizadores, evangelizados e assistidos, na convivência se vai apreendo, apreendendo ah os valores. E uma das formas que justifica isso é justamente a família. Deus nos põe em família porque é na convivência familiar que nós vamos ou superando, não é, mágoas, traumas, ódios passados ou agravando. É livre arbítrio, né? Aí vai ter que repetir a experiência. Mas não tem como não passar pela convivência. E na família, claro, tem a autoridade do pai e da mãe, mas essa autoridade, o tempo passa, os os filhos vão ficando adultos e aquela relação vai se alterando. Então, é necessário compreender essa dimensão do espaço de convivência com um espaço lúdico, um espaço de possibilidades. Eh, muitas pessoas perguntam depois como é que como é que vai ficar então o ensino da doutrina espírita no espaço de convivência, como é que vai ficar se não vai mais ter aquela formalidade da sala, da aulinha que se preparava ou da palestra que se que se preparava para a perpetuação ou para fazer chegar a doutrina? Porque muitas vezes pessoas dizem assim: "Olha, vamos primeiro dar o alimento material, depois o alimento espiritual". E o alimento espiritual é é eh eh é trazido na forma de palestras, na forma de aulas, na forma de conteúdos ministrados. O que que a proposta rebate? Que a forma mais efetiva de levar esses conteúdos não é a palestra. Por que que não é a palestra? Porque muitas vezes você está ali na sua frente, na população assistida, tem pessoas, eu tô falando especialmente do das pessoas do do dos centros espíritas das periferias das nossas cidades ou dos centros espíritas dos menores municípios do Brasil, que são pequenos e muitas vezes frequentados por pessoas do extrato social mais necessitado, que tem menos escolaridade, menos renda e menos muitas vezes capacidade. de acompanhar estudos na no formato tradicional. Então, a convivência, o espaço de convivência, ele entra como um espaço de possibilidades em que essas
de, menos renda e menos muitas vezes capacidade. de acompanhar estudos na no formato tradicional. Então, a convivência, o espaço de convivência, ele entra como um espaço de possibilidades em que essas conceituações da doutrina vão ser sim transmitidas, vão ser sim vivenciadas. Os conteúdos do evangelho devem ser vivenciados. O o espaço de convivência é uma construção, não é um não é um lugar físico, não é uma sala, não é um salão. Ele pode ser feito em qualquer lugar. É uma construção sociopedagógica entre pessoas. Porque naquela época, eu lembro muito bem que o Mário dizia que podia começar debaixo de uma árvore. É uma relação. O espaço de convivência tá baseado em relações. E essas relações, elas sim têm que traduzir o conteúdo da doutrina espírita, o conteúdo ético, o conteúdo moral, o a visão de mundo, a visão de mortalidade. Isso vem tudo vazado nas relações, como Jesus fazia. Jesus falava para gentios, romanos, eh, israelitas, fariseus, saduceus. E ele usava não exatamente a mesma linguagem, porque quando ele falava pros discípulos, ele tinha uma linguagem mais própria. Ele falava coisas pros discípulos que ele não falava em público aberto, mas ele falou todas as verdades para todos usando linguagens apropriadas. Então, nós temos que apropriar a linguagem. E ele mais do que falou, falou sim, fez pregações, contou parábolas apropriadas aquele tempo, contou eh se apropriou da cultura daquele tempo, mas falou para todos os tempos. E nós temos que nos adaptar pedagogicamente ao nosso tempo, pensando nos em todos os tempos, como Jesus fazia. E a maior ferramenta do Cristo foi a convivência. todos os dias convivendo com os apóstolos, com Pedro, Tiago, João, com Judas, com Mateus. E naquela convivência foi solidificando visões de mundo, valores, práticas que ele realizou, curas, esclarecimentos, previsões. Mesmo assim, mesmo assim, convivendo todos os dias por aquele curto período, os discípulos na hora mais difícil o abandonaram, com exceção de João. Mesmo assim, eles testemunhando as curas, os
visões. Mesmo assim, mesmo assim, convivendo todos os dias por aquele curto período, os discípulos na hora mais difícil o abandonaram, com exceção de João. Mesmo assim, eles testemunhando as curas, os chamados milagres ou fatos extraordinários, como caminhar sobre as águas, transformar água em vinho, não é? transfigurasse. Mesmo assim, ainda os discípulos tiveram que viver passo a passo as suas descobertas e as suas libertações. Vejam, Pedro nega, eh, os demais fogem. Judas se suicida. O cada qual tomou uma atitude diversa. de acordo com a sua condição espiritual. Nós precisamos agir com as pessoas de acordo com a condição espiritual de cada uma que vão reagir diferente. E nós trabalhadores estamos em condições espirituais também próprias. Não podemos formizar, assim como nós não podemos padronizar os assistidos, os evangelizando, nós também não podemos nos padronizar. Nós não estamos nas mesmas condições. Não podemos exigir da mesma maneira. E o próprio Cristo nos ensinou a fazer isso com seus trabalhadores, que eram os discípulos. Então, ah, eu vou rapidamente avançar aqui porque eu quero ter um um bastante tempo ainda para pergunta, tá? Eh, infelizmente vamos ter que ficar sem PowerPoint, mas acreditem em mim, vocês vão receber e vão ver que não vai fazer grande diferença. Eu eu faço uma pergunta aqui que eu já de certa maneira respondi lá no início, mas eu vou insistir nela porque ela é muito importante, que eu pergunto: "Quem é o assistido?", né? E eu pego eh o livro dos espíritos, aquela famosa questão sobre os direitos naturais do homem, que pergunta o seguinte: "Qual é o primeiro de todos os direitos naturais do homem?" O de viver. Por isso que é que ninguém tem o direito de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa para comprometer existal. Gente, nós trabalhamos eh essa resposta em no século XIX. Nós ainda no Brasil não éramos nenhuma república. Na Europa, a França estava experimentando seus anos primeiros de república. Não tínhamos ainda a
e, nós trabalhamos eh essa resposta em no século XIX. Nós ainda no Brasil não éramos nenhuma república. Na Europa, a França estava experimentando seus anos primeiros de república. Não tínhamos ainda a Declaração Universal dos Direitos Humanos, só tínhamos a Declaração Universal dos Direitos do Homem da Revolução Francesa. hoje, diante da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que inclusive neste momento parece estar bastante ameaçada por determinadas práticas, mas sabemos que isso é apenas um processo de transição ainda, né, do planeta. Aí está a nossa doutrina espírita. Ela é uma doutrina que se sustenta na perspectiva dos direitos, direitos naturais do homem. Então, o primeiro de todos é o de viver. deu nada. Então, se você se o nosso trabalho ajuda a população a ter condições de sobreviver, de viver melhor, nós estamos caminhando na direção correta. Não são só das necessidades espirituais que vivem os encarnados, também são das necessidades materiais a necessidade de a serem atendidas, seja o calçado, seja o alimento. O problema, minha gente, não, o assistencialismo não é o que a gente dá, é como a gente dá. Muitos, muitos de nós espíritas têm horror a palavra assistencialismo porque nos acusam, nos acusam de ser nós espíritas, sermos assistencialistas, porque nós doamos coisas nos centros espíritas. Mas eu vou dizer para vocês uma coisa, assistencialismo não é o que damos, comida, sapato, roupa, é como damos. Se o nosso trabalho, as pessoas se saem sentindo humilhadas, diminuídas, desempoderadas, o nosso trabalho é assistencialista. Se o nosso trabalho, por menor que seja, por menos coisas que nós doemos, ele trabalha na perspectiva do direito humano, ele não é assistencialista. O trabalho da política pública, seja de saúde, seja de educação, seja de assistência social, se ele for feito numa perspectiva de tutela, de controle social e de humilhação, ele é assistencialista. Por mais que a Constituição diga que é direito, por mais que as leis digam que é direito,
cial, se ele for feito numa perspectiva de tutela, de controle social e de humilhação, ele é assistencialista. Por mais que a Constituição diga que é direito, por mais que as leis digam que é direito, mas a pessoa realiza numa perspectiva do não direito, esse trabalho ele não avança como direito. Então a pessoa que é tratada como um sujeito, como um objeto, ela nunca se verá como cidadão. Então nós, mesmo trabalhando fora da rede de políticas públicas, que o muitos dos centros não têm condição de integrar a rede de políticas públicas, que precisa ter profissionais, nós eh podemos favorecer a construção da cidadania. Como é que se favorece a construção da cidadania? ajudando as pessoas a tomarem conhecimento dos seus direitos sociais, dos seus direitos humanos, dos seus direitos civis, dos seus direitos políticos e o nosso trabalho não ser feito na perspectiva da do favor, da benesse. A nossa caridade precisa virar garantia de cidadania e não benesse. Porque quando é beness, se a Silvia me dá hoje e a Silvia tiver de mau humor, amanhã ela não me dá. E o direito não depende do humor de quem dá. O direito depende da minha condição humana. O direito nasce na minha condição humana. Ele não nasce na vontade do doador. Ele não nasce na vontade do professor, do médico, do assistente social, do policial. Não, o direito nasce na minha condição humana, na minha condição de ser encarnado, um sujeito de direito, seja criança, seja idoso, seja jovem, seja mulher, seja negro, seja branco, seja imigrante, não importa. Somos sujeitos de direito e tudo que se fizer para comprometer esse sujeito, tá se comprometendo o direito de viver. Seja dentro do Centro Espírita, seja fora do Centro Espírita, seja na nossa própria casa, com nossos próprios filhos, com os nossos parentes, com os nossos vizinhos, nós estaremos infringindo esse princípio que é ah o primeiro de todos os direitos naturais é o direito à vida, como está na questão que eu acabo de mencionar. O outro aspecto da metodologia é a
inhos, nós estaremos infringindo esse princípio que é ah o primeiro de todos os direitos naturais é o direito à vida, como está na questão que eu acabo de mencionar. O outro aspecto da metodologia é a criatividade. Gente, como é que nossa criatividade se desenvolve? Como é que a criatividade humana avança quando você é desafiado a fazer algo, a solucionar algum problema? É aí que a nossa criatividade é desafiada. Se sempre você recebe na mão tudo, a tudo cai feito na sua mão, automático na sua mãozinha, assim, ó, né? Vem pronto. Aquilo que a gente chama de comida de passarinho, né? já vem mastigada. Você só tem que engolir. Se o nossa pedagogia é essa, nós não estamos desenvolvendo a criatividade do das pessoas, nem dos evangelizandos, nem dos assistidos, nem a nossa própria. Se nós estamos há anos e anos e anos e anos repetindo a mesma forma de fazer assistência, a mesma forma de evangelizar, a mesma forma de fazer palestras, a mesma forma de atender os desencarnados, nós não estamos desenvolvendo a nossa inteligência, a nossa criatividade. E o espírito para evoluir precisa desenvolver a sua criatividade, o seu talento criativo. Deus não nos deu a inteligência e a credibilidade para apenas ilustrar a nossa conversa. Não. E cuidado, a inteligência artificial hoje, as os mecanismos da internet, que são evoluções tecnológicas, podem vir a nosso desfavor se nós usarmos para não desenvolver a nossa inteligência. Está provado que as novas gerações estão sendo prejudicadas pelo excesso de telas e diminuindo habilidades matemáticas e linguísticas comparativamente a outras gerações. Por quê? Porque não estão se relacionando. Estão mais horas e horas e horas e horas presa nas telas sem relacionar. Crianças e jovens. Isso já está se refletindo no aproveitamento na escola, nas universidades, sem desmerecer as tecnologias, porque elas vieram para ficar, mas nós, assim como toda a metodologia, como toda a máquina, como toda a tecnologia, precisa ser melhor apropriada para o bem geral, não
, sem desmerecer as tecnologias, porque elas vieram para ficar, mas nós, assim como toda a metodologia, como toda a máquina, como toda a tecnologia, precisa ser melhor apropriada para o bem geral, não é? E a criatividade está ligada intimamente ao trabalho. Na questão 675, no livro dos espíritos, está dito: "Toda ocupação útil é trabalho". Então, nós precisamos transformar as nossas os nossos relacionamentos de trabalho até assistência de evangelização em em ocupações úteis. Então, por exemplo, só receber não desenvolve a o potencial, não desenvolve as capacidades mais inerentes do ser. Nós precisamos evoluir no sentido de compartilhar, construir junto, fazer junto. Isso vale tanto para atividades pedagógicas como vale para atividade de assistência. Envolver as pessoas no trabalho sem que isso se torne um preço das coisas a serem recebidas. é uma metodologia que respeita a condição de direito da pessoa de receber, mas ao mesmo tempo respeita a condição de espírito e evolução que precisa evoluir intelectual e moralmente. Ainda o o o terceiro, o quarto aspecto é educação. educação. E eu quero citar Kardec para falar de educação, porque é o que eu tinha falado antes em relação ao assim, mas o que significa educação no nosso trabalho? Educação para nós não é só instrução. Instrução é uma coisa, educação é outra. Embora dentro da educação exista instrução. Mas olha o que diz Allan Kardec. Há um elemento que se costuma fazer pesar na balança e sem o qual a ciência econômica não passa de simples teoria. Esse elemento é a educação, não a educação intelectual, mas educação moral. Não nos referimos, porém a educação moral pelos livros, e sim a que consiste na arte de formar os caracteres, o caráter, a que incute hábitos, porque a educação é o conjunto dos hábitos adquiridos. Isso vale para eles, isso vale para nós, isso vale para todos. Essa metodologia, ela não é externa a nós, ela é interna a nós. Qual é a grande dificuldade dessa metodologia? Não é aplicar, é viver. É que para nós vivermos essa
vale para nós, isso vale para todos. Essa metodologia, ela não é externa a nós, ela é interna a nós. Qual é a grande dificuldade dessa metodologia? Não é aplicar, é viver. É que para nós vivermos essa metodologia, nós temos que mudar. Ela passa por dentro de nós. Ela não é uma metodologia de quem ensina, ela é uma metodologia de quem vivencia. Por isso a educação é recíproca. Se eu não estiver me autoconhecendo, se eu não tiver me autoeducando, se eu não tiver me autoavaliando, eu não estou vivendo a metodologia. Se eu só estiver focando no outro, ele que tem que mudar e eu mesmo não tiver mudando, não está funcionando a metodologia, não está funcionando essa proposta que ela passa por mudança. É por isso que muitas casas, algumas desistiram da metodologia, porque os trabalhadores preferem preparar uma aula e ministrar essa aula do que se reverem, do que fazer a sua própria reforma íntima. a sua autoconstrução, porque a Pois não, Reinaldo, pode falar. Não, eh, eu acho que seu microfone vê se encaixa melhor, que começou um ruído e a sua voz tá saindo entrecortada, tá? Dê uma olhadinha, por favor. Afastar o microfone, tá bom? E agora acho tá melhor aí ficou. Tá baixo agora. E agora melhorou? Melhorou, melhorou. Tá bom. Eh, aí está. Talvez o maior, a maior dificuldade da metodologia é que se nós não vivenciarmos por dentro, ela não funciona. É, ela ela é lógica, ela é fácil de entender. Ela não tem dificuldades intelectuais, ela tem dificuldades morais, porque colide com as nossas limitações. Então, é por isso que ela é ela é muito boa, porque ao tempo que a gente tá ajudando outros a caminharem e a superar do anos e anos. Mas nós estamos aqui pensando em responder algo. Como melhorar, como ir além, como dar um passo adiante que inclusive nos favoreça como espíritos em evolução, que aumente a nossa humildade diante do trabalho. Porque, gente, nós somos espíritos imperfeitos. Isso não é novidade. Quando o trabalho nos ensalça, nos nos eleva o ego, nós temos dificuldade de não ficar
umente a nossa humildade diante do trabalho. Porque, gente, nós somos espíritos imperfeitos. Isso não é novidade. Quando o trabalho nos ensalça, nos nos eleva o ego, nós temos dificuldade de não ficar vaidosos. Ou melhor dizendo, em muitos casos nós caímos pela vaidade e não são poucos os casos. Nós sabemos disso porque nós somos almas muito comprometidas e que viemos na uma oportunidade valorosíssima para nossa alma de superar o passado pouco a pouco. Pouco a pouco. É verdade. Ninguém pode superar todos os nossos, senão nos tornaríamos espíritos puros nessa encarnação. A gente sabe que isso não vai acontecer, mas a gente está andando. E essa metodologia nos convida para esse lugar de não sair desse lugar de espírito em evolução, mas ao mesmo tempo nos convida para olhar para os nossos companheiros como espíritos de evolução também, sem supremacia, sem arrogância. Porque eu temo muito quando nós espíritas dizemos que nós somos a terceira revelação, a revelação da verdade. Não porque isso seja inverídico, mas eu temo por nós. Muitos povos. E vocês estão vendo aí, né? A maioria das guerras que ocorreram na história da humanidade foram guerras religiosas por supremacia, por um povo se achar superior ao outro. Aí começa as guerras. As guerras começam quando nós nos sentimos melhores e maiores do que os outros. Seja a guerra mundial, seja em casa. Quando nós nos sentimos maiores e melhores, as guerras nascem aí. Então, se eu olhar, e a física quântica já nos ajuda a entender isso hoje, né? O olhar muda a coisa. Se eu olhar para a pessoa como inferior, eu afeto essa pessoa, assim como as pessoas que nos olham como inferiores me afetam. Se eu olhar para vocês como menores, eu afeto vocês. Se vocês me olharem como menor, vocês também me afetam. Mas se eu olhar para vocês como irmãos iguais perante a sabedoria suprema, o amor, tudo muda, a vibração muda. Então, uma pessoa nunca sairá humilhada de uma sala em que ela é olhada como uma igual, em que o problema dela é meu e o
irmãos iguais perante a sabedoria suprema, o amor, tudo muda, a vibração muda. Então, uma pessoa nunca sairá humilhada de uma sala em que ela é olhada como uma igual, em que o problema dela é meu e o meu também é dela, em que muitas vezes os problemas que ela vive, eu também vivo. Ela tem filho, eu também tenho. Eu também tenho questões com meus filhos. Você também tem questões com seus filhos, porque muitas vezes nós temos vergonha de mostrar o que somos, o que onde estamos e parecemos como pessoas inalcançáveis pelos problemas. só queremos aconselhar. Mas eu digo para vocês que na minha minha experiência já longa, né, de quase 50 anos eh nesse trabalho, eu eu tenho aprendido muito muito com eles. Quando eu chamo eles, é para vocês saberem de quem eu tô falando, de pessoas que nunca entraram numa escola. E eu entrei em várias escolas, mas elas podem me ensinar com a escola da vida, da encarnação. Quem sou eu para saber o grau de instrução daquele espírito? Quem sou eu para saber que ele já não foi mestre, doutor, pintor, filósofo no passado? Quem sou eu para saber de fechar a porta do do conhecimento vindo por uma linguagem errada? vernacularmente falando, eu desprezo como se eu nada precisasse, nada precisasse aprender. Isso é o espírito da metodologia que eu tô aqui colocando para vocês. Bom, e a última o último aspecto que eu queria falar é sobre o trabalho, o conceito, o trabalho que na verdade ele é o último e é o primeiro também. O é o trabalho é onde tudo começa, porque é a alavanca de progresso do espírito. Jesus disse que o pai trabalha incessantemente e ele também. E ele disse com isso que o trabalho é a alavanca do progresso, que o espiritismo vem e diz assim: "Tudo em natureza trabalha, como tu trabalham os animais, mas o trabalho deles, de acordo com a inteligência de que dispõe, se limita a cuidar da própria conservação. Daí vem o trabalho que não lhes resulta progresso, ao passo que o do homem visa duplo fim a conservação do corpo e o desenvolvimento da faculdade de pensar,
se limita a cuidar da própria conservação. Daí vem o trabalho que não lhes resulta progresso, ao passo que o do homem visa duplo fim a conservação do corpo e o desenvolvimento da faculdade de pensar, o que também é uma necessidade e o eleva acima de si mesmo. Quando digo que o trabalho dos animais se cifra do cuidar e da própria conservação, refiro-me ao objeto com que trabalhem. Entretanto, provendo suas necessidades materiais. Eles eles se constituem inconscientemente em executores dos desígnios do criador. E assim o trabalho que executam também concorre para a realização do objetivo final da natureza, se bem quase nunca lhe descubra isso o resultado imediato. Essa é uma das uma das falas dos espíritos sobre trabalho mais precisas e mais profundas, que ela nos leva pro pra intimidade do átomo, ela para pr pra inteligência dos animais, pra utilidade da natureza na grande lei de evolução e nos põe na nossa inteligência o trabalho como a fonte de transformação. Atenção, não é qualquer trabalho que ajuda o ser humano a desenvolver-se intelectualmente, moralmente. Não é qualquer trabalho. O trabalho alienado, o trabalho explorado, o trabalho viipendiado, esse trabalho, o trabalho escravo, não. esse trabalho. Quem impõe esse tipo de trabalho se compromete gravemente nos processos espirituais. Quem explora o trabalho do outro se compromete gravemente. Então, a sociedade baseada no trabalho explorado, no trabalho escravo, ela é uma sociedade que ainda tá produzindo uma imensidade de espíritos comprometidos. E aqueles que estão sendo submetidos, certamente que muitos deles carpindo, né? explorações praticadas em outras sociedades, mas certamente que isso não é um exemplo paraa futura sociedade. Nós precisamos do trabalho libertador. Qual é o trabalho libertador? é o trabalho consciente, é o trabalho livre, é o trabalho que desenvolve a criatividade. Então nós mesmos, se a gente vai pro nosso trabalho, trabalho profissional, com raiva, odiando, desejando que isso acabe o quanto antes, nós não estamos
re, é o trabalho que desenvolve a criatividade. Então nós mesmos, se a gente vai pro nosso trabalho, trabalho profissional, com raiva, odiando, desejando que isso acabe o quanto antes, nós não estamos aproveitando esse trabalho pro nosso próprio progresso espiritual. Se nós trabalhamos no centro espírita com as pessoas e esse trabalho é penoso ou é não prazeroso, nós não estamos aproveitando a oportunidade para usar o trabalho como ferramenta de desenvolvimento da razão, de desenvolvimento da criatividade. O nosso próprio trabalho na casa espírita tem que ser criativo e promotor de prazer. Olha só, se não tiver prazer no trabalho, sabe o que quer dizer? não tem criatividade. E se não tem criatividade, tem repetitividade. E se o trabalho é repetitivo, ele é massacrante. É um trabalho que infelicita a criatura e todo o trabalho é digno, contando que ele seja feito com dignidade. E aí está, minha gente, em síntese, eh, o que se propõe a essa metodologia, né? A essa metodologia se propõe a refrescar, a inovar as a forma com que nós fazemos a mesma coisa, mas nós precisamos repensar. E esse repensar é repensar permanentemente, porque até no trabalho espiritual nós precisamos ser criativos. Certa feita, eu ouvi uma eh eu trabalho na mediunidade também, não médium, mas como esclarecedor. Eu vi uma entidade dizer para mim assim: "Você vai dizer tudo que sempre diz, eu já sei o que você vai dizer. Nem venha me dizer de novo tudo que eu já ouvi você dizer". Aquilo foi para mim uma grande lição. Que lição eu eu recebi? Como é que eu tô conversando com as entidades? Eu tô usando um manual? Eu tô usando um script, eu tô usando um roteiro pré-pensado. Será que eu não tô sentindo a a inspiração que vem do alto? Aquilo foi bom para mim ouvir aquela crítica vinda do mundo espiritual. Você vai dizer tudo de novo? Eu já ouvi mil vezes você falar isso. É claro que muitas vezes você vai falar a mesma coisa porque a situação é a mesma, mas você pode reinventar, falar com mais sentimento, porque o sentimento é o que
u já ouvi mil vezes você falar isso. É claro que muitas vezes você vai falar a mesma coisa porque a situação é a mesma, mas você pode reinventar, falar com mais sentimento, porque o sentimento é o que vai fazer a diferença. Ele vai enxarcar as palavras de emoção. Aí não tem como. É aí quando os espíritos se inclinam, aceitam. É quando entra o amor na no discurso. Então, a grande inovação, o que é? É o amor. Parece uma novidade, não é, Nani? Nani botou um coraçãozinho. Concordo. Obrigado. É isso mesmo. É um sentimento que vai faz a diferença em qualquer trabalho. Bem, eu quero dizer para vocês, paraa alegria de muitos, que eu vou me calar agora e vamos passar para uma outra etapa. Agora são vocês que vão falar paraa minha alegria. Vamos às perguntas, vamos às contribuições no tempo que resta. Infelizmente eu não cumpri o prometido, mas muitas vezes isso acontece comigo. Não consegui. Eh, mas eu eu fiz um resumo bem resumido. Se vocês quiserem aprofundar, basta ler as cinco obras básicas de Allan Kardec, toda a obra de Amélia Rodrigues, Joana de Ângeles e leiam o livrinho a compilação, ah, conviver para servir e amar. Aí vocês vão ficar e claro os evangelhos de Jesus e claro o ato dos apóstolos também. Aí vai ficar bom, aí já dá para aprofundar, tá certo? Fica aí a dica. A palavra está franqueada, OK? Vou até desligar meu microfoninho aqui. Eh, quando você afasta o microfone da boca um pouco mais como você fez, fica melhor para você falar, viu, Reinaldo? Sai aquele barulho, tá? Eh, enquanto aguardamos aí a próxima pergunta, vamos pedir. É isso. Nosso Marquinho já colocou todo mundo junto aqui. Alguém? Eu posso iniciar com uma aqui? Eh, ah, o nosso Jackson levantou a mão ali. Por favor, Jackson. OK. Inicialmente queria agradecer. Bom, a gente tem que fazer a educação continuada, continuar com mais temas desses, né, pra gente solidificar isso em nosso dia a dia. Eu queria fazer uma pergunta assim bem simples, né? Esse esse modelo que Mário Barbosa coloca é o modelo estabelecido pela FEB para todos
mas desses, né, pra gente solidificar isso em nosso dia a dia. Eu queria fazer uma pergunta assim bem simples, né? Esse esse modelo que Mário Barbosa coloca é o modelo estabelecido pela FEB para todos os centros espíritas ou ele é um modelo que é colocado em alguns lugares só assim no processo de evangelização eh de nacional. Gostaria de saber disso. Seu áudio, Reinaldo, por favor. Como é seu nome, querido? Jackson. Jackson, meu caro Jackson, como eu lhe falei, essa é uma proposta que já vem sendo desenhada há 40 anos, né? E a FEB conhece essa proposta tanto que publicou o livro, né, Conviver para ser Miriam, um livro publicado pela federação. E eu já estive, quero lhe contar, Mário esteve quando estava encarnado, eu e um grupo muito grande de pessoas que trabalhamos nessa proposta, inclusive pessoas aqui do do grupo paterno, da Federação Espírita de Mato Grosso, de várias federativas no Brasil, já tivemos trabalhando em comissões, elaborando o documento pra área da ápice, né? E essa proposta foi lida, debatida, esse livro foi lançado, já houve muito debate. O que que aconteceu? Não foi consensual colocar essa metodologia como uma metodologia para todos eh no manual, no documento da FEP. Isso inclusive foi motivo de divergências internas e externas, né? nem todas as federativas ficaram de acordo. E para não ter problemas, não quebrar harmonia, a quem quiser adotar adota, quem não quiser não adota. Tanto que existem vários estados no Brasil que lançam mão dessa metodologia, outros não. Eh, utilizam apenas os documentos da Federação Brasileira, mas na FEB não há divergência entre a nossa proposta e a proposta da FEB, nenhuma. Basta ver que os fundamentos da do documento da FEB são os mesmos, né? Livro dos Espíritos, Evangelho, eh eh as obras subsidiárias mais confiáveis estão lá. É uma questão de perspectiva. O que que nós temos de diferencial? É o que eu comentei, é uma proposta que vem sendo experimentada já há mais de 40 anos. os centros espíritas que têm essa ah não adotam e nunca não
o de perspectiva. O que que nós temos de diferencial? É o que eu comentei, é uma proposta que vem sendo experimentada já há mais de 40 anos. os centros espíritas que têm essa ah não adotam e nunca não quiseram experimentar ou trazer para si essa metodologia, que metodologia é forma de fazer. Fundamento não, fundamento é o mesmo, tá? Então Lourdes, que era vice-presidente, tá certo? O próprio presidente, o César Perry, na época, foi quem prefaciou o livro. Foi no encontro nacional da ápice que o livro foi lançado e debatido. Então não é estranha, Feb, não é não é uma proposta paralela Feb. É uma outra proposta que se que dialoga perfeitamente com a com a proposta da FEB. OK. Obrigado. Silvia, por favor. Olá, Reinaldo. Eh, você trouxe algumas questões muito reflexiva e que me afetou profundamente no campo do sentir. Eu gostaria que você trouxesse para nós com a sua experiência, com a sua vivência, além da dimensão física, né? Porque no espaço de convivência, eh, ela extrapola essa dimensão física e ela proporciona a dimensão relacional. Eh, e nessa dimensão relacional que professores cristão, né, de reviver o evangelho. Eu gostaria que você eh trouxesse para nós aqui um pouco mais essa essa questão no espaço físico eh das relações, né, que eh extrapola o espaço físico, porque você colocou isso, né? Pode ser em qualquer lugar, mas esse qualquer lugar também é necessário a gente refletir um pouquinho desse espaço relacional. OK. Obrigado pela pergunta, Silvia. Primeiro, minha saudade, minha alegria de te ver, embora por vídeo, mas espero que em breve a gente se encontre, tá? Amiga querida, você traz uma questãocial, essencial, como como tudo que você faz é essencial, que eu conheço, você vai na essência das coisas. O que que é o essencial aqui, gente? Olha, eu vou contar uma experiência, vou responder a Silver contando uma experiência vivenciada para ajudar. Eu tô com um grupo, eu eu participo de um grupo de convivência chamado grupo União, do grupo Espírito da Virinha de Luz, que é feito mais por
a Silver contando uma experiência vivenciada para ajudar. Eu tô com um grupo, eu eu participo de um grupo de convivência chamado grupo União, do grupo Espírito da Virinha de Luz, que é feito mais por senhoras e alguns homens e alguns jovens. É um grupo do bairro que em tempos diferenciados essas pessoas recebiam assistência material. Hoje muitas nem recebem mais assistência material, mas continuam no grupo. É um grupo de convivência. Eu quero contar para vocês o seguinte. Esse grupo de convivência, a boa parte dele não não se tornou espírita nesses 20 anos. Eles continuam frequentando a sua Igreja Católica, a sua igreja evangélica e o vinha de luz. Vocês podem me pergunt me responder, por que será que eles vem por vinha de luz se eles não estão atrás de uma outra religião? Se eles já tem a religião, por que que eles vem pro vinha de luz? Por que que ele vem pro grupo União passar uma hora ali, às vezes a gente faz um grupo como faz muito calor, né? E Cuiabá não faz calor, mas Belém faz muito calor, né? Aquele calorão. Aí à noite a gente vai pra quadra que é aberta, né? Fica assim a luz da lua. Às vezes quando faz lua cheia, elas eles pedem, vamos para vamos pra quadra ali, minha gente, nesses anos todos, nesses anos e anos e anos, eu observei isso. Eles vão e voltam, vão e voltam, vão e voltam e não deixam a sua própria religião. E é muito curioso porque tem dias que uma pessoa católica faz uma prece modo católico, uma pessoa faz uma prece modo evangélico e tá tudo bem. E nós espíritas falamos do espiritismo, falamos de reencarnação, falamos de mundos habitados, falamos de eh da morte, da vida, falamos de direitos, falamos de de tudo que a gente não deixa de falar no espiritismo, mas eles ouvem espiritismo e combinam as falas. É de uma riqueza essa vivência. Então, que que acontece? Ao longo desses anos, a gente cria vínculos. Nós nos conhecemos. Nós já fomos na casa de todas essas pessoas. Nós nos encontramos em vários lugares. Nós já fizemos passeios juntos. Então nós criamos vínculos. Então, ah,
s, a gente cria vínculos. Nós nos conhecemos. Nós já fomos na casa de todas essas pessoas. Nós nos encontramos em vários lugares. Nós já fizemos passeios juntos. Então nós criamos vínculos. Então, ah, por exemplo, eu recentemente estive passar dois meses sem ir porque eu me operei. Quando eu voltei, eles manifestaram primeiro que eu fiquei recebendo recado, recado, recado, recado das pessoas do Vinha, né? Olha, mandaram um beijo, mandaram prece, mandaram isso, mandaram aquilo. Quando uma das pessoas lá adoece, a mesma coisa acontece. Há vínculos. Lembra do da da do do samaritano que disse que ia voltar? A gente continua voltando, voltando, voltando e tá voltando há 20 anos, vai continuar voltando há 30 anos. Nós já recebemos comunicação mediúnica de participante que desencarnou para dar um pito na gente, dizer: "Olha, eu tô sentindo falta daquele sábado à tarde que vocês pararam de vir, de fazer aquela oração, aquela palestra, aquela conversa. Eu ainda tô aí, veio chamar atenção. Não queria que fosse só terça, fosse terça e sábado. Olha, isso mostra que isso não é um vínculo material, não é a casa, são as pessoas, são os espíritos que se vinculam. Então, quando você cria vínculo que, atenção, são vínculos diferentes, não é o mesmo vínculo que eu tenho com parente, não é o mesmo vínculo que eu tenho com um amigo de 40 anos lá do Vinha, com os outros trabalhadores. Não, a gente não pode misturar as coisas, porque dadas circunstâncias, eu não posso chamar 50 pessoas para aniversário do meu filho. Eles não são do meu grupo social, mas eles são do meu grupo afetivo. Aquele encontro é um Eu eu Eles sentem o meu coração e eu sinto o coração deles. Todos nós ali já choramos um com o outro. Eu já chorei com eles e eles já choraram comigo. Vocês entendem? Vinculação, afeto, preocupação. Me importa. Hoje mesmo faleceu uma das pessoas do grupo, tá tendo o velório dela hoje. Pessoas do grupo estão lá. Por quê? Porque nos importa aquela dor. A gente se importa com a dor deles e ele se importa com a nossa.
esmo faleceu uma das pessoas do grupo, tá tendo o velório dela hoje. Pessoas do grupo estão lá. Por quê? Porque nos importa aquela dor. A gente se importa com a dor deles e ele se importa com a nossa. faleceu também um uma companheira nossa, esposa do Deda, que era do grupo. Ela teve um câncer, ficou anos e anos tratando desse câncer. Mil vezes ela foi no grupo e fizeram preces, deram passes do jeito evangélico, louvando o Senhor. Ela desencarnou e elas choraram da mesma maneira. Tão entendendo? E nós nos beneficiamos mutuamente. Então a gente ali não sabe quem que é assistido, quem que é assistente. Quando essa fronteira desaparece, é que o espaço de convivência deu certo. E para isso nós temos que nos abrir, nós temos que sair do pedestal. É isso, Silvia, e muito mais. É isso mesmo, né? Esse é é algo muito significativo. O espaço relacional é isso, é a construção de vínculo, né? Estar próximo um do outro, é amar, conviver para servir, né, meu irmão? Gratidão pela resposta na vivência na prática. Obrigado, Silv. Anane pediu a palavra. Eh, Reinaldo, muitíssimo obrigada pela sua presença aqui com a gente. Nossa, foi de grande um um um um esclarecimento grandioso. E na verdade eh eh eu e a Silvia pensamos mais ou menos isso, porque eh a gente transcende essa questão da metodologia da convivência, que ela transcende eh os muros espíritas, né? Ela chega no espaço que a gente vive. no trabalho, em casa, com a família e tudo mais. E isso é uma conduta cristã a além, né, transcendendo a conduta espírita e e é o que Jesus realmente nos ensinou. Então eu agradeço imensamente porque isso a gente traz paraa vida, paraa nossa conduta, porque não é possível nós trabalharmos dentro de uma metodologia, né, formatada dentro da casa espírita e fora do muro da casa espírita a gente agir de forma incoerente. Então, eu acho que transcende, a gente traz isso pra nossa vida, a gente traz isso pro nosso é momento de se relacionar em casa, no trabalho, com a família, com os colegas e formando esse corpo, né, de
ntão, eu acho que transcende, a gente traz isso pra nossa vida, a gente traz isso pro nosso é momento de se relacionar em casa, no trabalho, com a família, com os colegas e formando esse corpo, né, de convivência. Eu acho que isso é muito importante. Uma outra questão que eu gostaria de de perguntar se existe, se você como um dos mentores e e que trabalhou e que trabalhou junto com Mário Barbosa, se existe algum grupo de estudos da prática da convivência em que vocês eh discutem e dialogam sobre essa prática? Bom, primeiro vou vou começar pela última pergunta. Se você quis um agora tá criado, não tem problema. Eh, em vários estados existe. Conheço no Amapá, conheço no Amazonas, conheço no Rio de Janeiro, no Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina. Aqui mesmo nós temos também eh pessoas que se reúnem para ler o livro, discutir ou trocar experiências. Eh, nós não, na verdade, um grupo nacional não existe, que eu saiba, não existe. O que nós estamos fazendo agora, Nani? Eh, nós estamos escrevendo o volume dois do livro. Por quê? porque já se passaram, eh, foi 2013 que saiu o livro, nós estamos agora já se passaram mais de 10 anos e existem muitas experiências e nós estamos ampliando a parte de fundamentação com outras questões, como bem disse o Neio, né, ontem na nossa conversa, novas questões surgem que precisam ser contemporaneamente tratadas no no nos espaços de convivência. Eh, e experiências, como você disse, precisamos compartilhar as nossas dificuldades, que são muitas, um com o outro. E a gente, eu tenho ido ao longo desses anos todos a muitos estados, já tive em muitos estados do Brasil dialogando sobre o que é a proposta e quais são os problemas dela. Quem diz dos problemas são as pessoas que tentam executar e trazem muitas questões, não é? a gente vivencia aqui as mesmas questões, essa que é a verdade. Mas digo para vocês uma coisa, eh, falei do grupo e vou falar de algo que também é importante, que a gente vivencia aqui há muitos anos. A convivência não é para os outros, é para
ssa que é a verdade. Mas digo para vocês uma coisa, eh, falei do grupo e vou falar de algo que também é importante, que a gente vivencia aqui há muitos anos. A convivência não é para os outros, é para nós. Nós, como nós trabalhadores criamos espaços de convivência. Mensalmente nós temos uma coisa que a gente chama de evanvinha, ou seja, é um evangelho do vinha que é feito de casa em casa ao longo de todos os meses do ano. Um trabalhador abre sua casa e os demais vão. E esse evangelho tem comida, tem conversa e tem evangelho. É um encontro, é uma convivência. Isso vai estreitando os los nós, nós trabalhadores. Porque se nós não dermos o exemplo, se nós não conseguirmos, não é, eh conviver e estreitar os lços e ampliar os vínculos e amarmos uns aos outros, como seriam conhecidos os os cristãos, os espíritas, por muito se amarem. Então nós temos que começar em casa, começar entre nós. Vamos fazer porque às vezes a gente, ah, não, final de semana é da minha família e tal, não abro mão. OK, justo. Cada qual age como achaja melhor. Mas certamente que esse momento de aconchego entre nós suaviza o calor das provas, suaviza as lutas e nos dá força. Precisamos dela. É na convivência também. convivência entre nós mesmos. E nada melhor do que conviver e comer comidinhas gostosas. Porque com comunhão é comer junto. Então vamos comungar. Comer junto era uma prática. Lembre da Santa Ceia. Aquilo ali era um momento de comunhão. E a comunhão precisamos reproduzir da nossa maneira. Eh, nós temos a nossa Silvia aí, a última participante. Nosso horário já tá completo. Silvia, faça sua pergunta, por favor. Eu, eu só queria contribuir um pouquinho, Nani. Nós estamos estudando a proposta no centro espírita Irmã Sheila, na condução aí do nosso Néo, que é o coordenador da FIE. Vocês estão no grupo fraterno, estamos estudando lá, eu acho que já tem uns 4ro meses. E essa é a proposta quando a federação na liderança do nosso NEI vai pro Centro Espírita é estudar de eh três a 6 meses a proposta
upo fraterno, estamos estudando lá, eu acho que já tem uns 4ro meses. E essa é a proposta quando a federação na liderança do nosso NEI vai pro Centro Espírita é estudar de eh três a 6 meses a proposta para vivenciar com 100% dos trabalhadores. E estamos também iniciamos, reiniciamos, né, para reviver eh o o convite da proposta na Fundação Espírita Rachel Steuber, porque nós vivenciamos esse método há 21 anos na fundação e também, Nani, estudamos toda terça-feira com a equipe de assistência espírita do sistema prisional e o trabalho hoje no sistema prisional no estado de Mato Grosso é a metodologia do conviver para amar e servir, que é reviver do Evangelho de Jesus. Recentemente, no último final de semana passado, eu estive com os presidentes das federativas do norte do país, onde eu tive o feedback de algumas pessoas que eles falaram assim: "Parece que a gente tava junto porque a gente também tá começando a fazer". Eu falei: "Não é, não é nós aqui, é Mário Barbosa com uma equipe enorme no plano espiritual. Isso foi Lacorder que disse para nós há alguns anos atrás aqui em Lucas do Rio Verde em um trabalho com jovens que nós ficamos seis meses preparando a a programação com os jovens e lá no final estava o Mário Barbosa nos convidando a essa imersão da proposta e dizendo da equipe espiritual que estava conosco desenvolvendo essa proposta. Então, Nani, o grupo fraterno também estuda a proposta. Eh, é assim, eu fico encantada, Reinaldo, de ver você falar e você conviveu com o Mário e e a gente já conversou tanto, né, sobre o Mário. Eu não conhe eu não eu não eu não conheci o Mário, mas eu vi eu vivo eu vivo com o Mário, assim, eu tenho esse e ele não gostava de dizer que a proposta era dele, ele dizia que era de Jesus e é de Jesus. Porque o que o Mário propõe é reviver o evangelho de Jesus num diálogo fraterno e assim nos presídios, Reinaldo, é encantador. Um dia eu estava mal e eu não ia paraa atividade, mas eu fui e lá eu fui acolhida por elas de uma forma tão amorosa, encantadora. E o Afro
álogo fraterno e assim nos presídios, Reinaldo, é encantador. Um dia eu estava mal e eu não ia paraa atividade, mas eu fui e lá eu fui acolhida por elas de uma forma tão amorosa, encantadora. E o Afro escreveu uma música naquele momento do amor delas e elas olhavam para mim e dizia assim: "Eu te amo, Silvia. Nós amamos você, né?" Então assim, nós somos acolhidos, nós somos envolvido com essa relação encantadora e amorosa. Desculpa, né, de falar, mas tudo bem, tranquilo. Isso aí, né? Tá na hora. Esse é o horário. Eu só queria só esclarecer, eh, gente, eh, Inaldo, quando eu me referia a esse grupo, não no sentido de estudar, porque o nosso grupo fraterno também tem os grupos de o grupo de estudo da metodologia, mas no sentido de eh um passo a um passo à frente, de trabalhar, de discutir, talvez um nível até de uma mentoria, assim, entre bem entre aspas, da aplicação da convivência, né, os os os pontos positivos, aquilo que tá dando de que a gente tá trazendo de dificuldade, que é um passo adiante, entende? Não seria o estudo propriamente, porque a nossa casa já tem essa prática, assim como a Silvia falou, em outros locais também tem, né? Então, é nesse sentido que eu perguntei. Eu, licença, eu poderia só falar rapidinho sobre isso e OK, tudo, fica à vontade. Eu acho que aqui está nascendo uma proposta e eu quero dizer que eu topo, convidar outras pessoas para fazer à distância, né, fazer uma espécie de um seminário de compartilhamento de experiências para para que a gente poderia fazer a cada dois meses que fosse uma vez por semestre. Ah, eu eu não posso, eu não estou hoje em dia na Federação Espírita do Estado do Pará, só tô no vinha de luz, mas eu me relaciono com a federativa. Mas nós estamos com as mãos postas nesse trabalho do livro dois, que está dando bastante trabalho, porque inclusive eu vou dar trabalho para vocês, vocês vão ter que contar a experiência pra gente botar no livro. Isso ainda não falei, mas eu vou falar depois no outro momento, não agora, tá?
abalho, porque inclusive eu vou dar trabalho para vocês, vocês vão ter que contar a experiência pra gente botar no livro. Isso ainda não falei, mas eu vou falar depois no outro momento, não agora, tá? Mas eu penso que aqui fica registrado uma proposta que a gente pode depois fazer um grupinho do em WhatsApp para refletir se não daria pra gente materializá-la de uma forma simples. Tem seria tipo pode ser inclusive provocado por vocês e a gente entra junto. A gente pode eh convidar algumas pessoas de alguns outros estados que queiram compartilhar. Acho que faria seria uma prática saudável grandes estruturas, senão as coisas não saem. Elas são simples. Acho que poderia. Vamos fazer o grupo aí, Sandrinha. Você pode começar, tá bom? Vamos fazer o grupo assim. Obrigada. E quem sabe se você não vai estar com a gente no segundo semestre também, né? Eu espero. Já fiquei feliz. Excelente. E nós também. Então, estamos chegando ao final da nossa atividade. Eu quero agradecer a presença de todos e é assim que vamos aprendendo eh essas oportunidades em que nós vamos criando e participando. E agradecer a nossa federativa que abriu o espaço com a colaboração da área de comunicação. hoje aqui conosco o nosso Marcos, nosso Marquinho, colaborando aí com a nossa condução da tecnologia e agradecer o nosso querido Real Reinaldo. É, Reinaldo, muito importante esse encontro para nós, essa essa confabulação, esse vínculo que nós criamos, o que nos que traz você hoje aqui é o vínculo que foi construído há muito tempo atrás, né? E essa construção é que perpetua e é esse caminho que nós fazemos como almas queridas, como almas que queremos aprender, como almas que estamos escolhendo viver nesse momento juntos para aprender uns com os outros. E eu quero então nesse momento, né, de agradecimento, fazer a oração de encerramento, se vocês me permitirem. E eh antes de mais nada, Reinaldo, você gostaria de passar a palavra para você, para você fazer as suas considerações. Eu minhas considerações são só a minha gratidão de terido essa
cês me permitirem. E eh antes de mais nada, Reinaldo, você gostaria de passar a palavra para você, para você fazer as suas considerações. Eu minhas considerações são só a minha gratidão de terido essa oportunidade. Esse convite foi muito valioso para mim. Vocês não imaginam o quanto, né, o quanto foi bom ter feito essa fala e estar com vocês. Isso para minha vida privada e pessoal entrou como um bálsam. Muito obrigado. Além de rever pessoas que eu quero muito bem e ver que estamos vivos, estamos compartilhando uma proposta que no mundo de hoje, cedento de amor, ainda destinando tanto ódio, isso não é brincadeira, isso é necessário. Então, possamos nos unir mais e mais, nos amar mais e mais para que esse amor que nutramos um pelo outro possa se espalhar, possa realmente se disseminar pelos corações. Muito obrigado e que vocês sigam nesse caminho de autoiluminação e de iluminação dos passos de tantos. Gratidão, amigo. Então, convidando a todos nesse momento fechar os olhos e nessa sintonia com o nosso Mário Barbosa, com os benfeitores amigos dos movimentos espíritas do estado de Mato Grosso, do Pará e de todo o Brasil e dos trabalhadores que estão nos acompanhando do plano espiritual na condução dessas tarefas que nos cumpre a divulgar, a sair, a semear e assim contigo, Jesus, aprendemos. Estamos aqui com a vossa carta viva, o vosso evangelho, que nos é o roteiro do trabalho que deve ser feito, semeado nos corações de todo o planeta. é a família que nos une, como nos ensinaste, apresentando o único pai e perante ele, todos os irmãos, uma família em que devemos construir o sentimento de fraternidade, de compaixão, de amorosidade. Amai-vos uns aos outros e assim envolvidos na vossa luz, banhado, Senhor, nesta emoção afetiva, nesse sentimento suave de contentamento, queremos agradecer profundamente, Jesus oportunidade de estar contigo no trabalho. Assim, mestre, aprendemos contigo a orar, criando a conexão com o nosso Pai Celestial. Pai nosso que estais no céu, santificado
gradecer profundamente, Jesus oportunidade de estar contigo no trabalho. Assim, mestre, aprendemos contigo a orar, criando a conexão com o nosso Pai Celestial. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia, Senhor, nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como devemos perdoar aqueles que nos têm ofendido. Não nos deixeis, Senhor, cair em tentação. Livra-nos, Mestre, do mal, do mal que há em nós mesmos. E assim seja, Senhor. Permaneça a vossa luz em nossos corações. Gratidão. Ren
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