ENCANTAMENTO AFETIVO E LAÇOS DURADOUROS - Denizard de Souza [PALESTRA ESPÍRITA]
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a obrigado a comunhão espírita de Brasília. Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília aqui presencialmente e que nos ouvem através dos nossos canais. possam sempre seguir a nossa página, compartilhar. Ao final da palestra deixe o seu like para que é o seu aplauso. Vamos, estamos aqui com o nosso irmão Denizar para mais uma quinta-feira de palestra com o tema Encantamento Afetivo e laços douradores do Douradour. Vamos fazer uma breve leitura. de harmonização a nossa prece e passar a palavra ao nosso irmão. Vamos fazer uma leitura aqui do livro Conselhos úteis de Hilda Alonso pelo espírito de Hilda Pereira Magalhães. São mãe e filho. É um livrinho que temos na nossa livraria e ele é confeccionado pela própria editora da comunhão e já passamos de 10.000 exemplares. O tema que a benfeitora, que a nossa irmã Hilda Pereira Magalhães traz é controlar as emoções. Se já te compadeces da dor alheia, se já tens aptidão para vibrar em favor do teu irmão e és capaz de te sacrificar em proveito do próximo, enfim, se podes reversar a melhor parte do Farnel para companheiro da jornada, certamente Já entendestes as lições evangélicas? Mas Jesus espera mais de ti. Quer ainda que atentes às tuas más inclinações. Até agora não tem suficiente controle sobre as tuas emoções, por demais exageradas, tanto quanto as tuas preocupações, quase sempre inúteis. em falar dos teus sentimentos, os quais às vezes são às vezes não primam pela beleza, pela elevação. Ser vigilante. Não dê oportunidade às sugestões infelizes que te chegam à mente. São sempre pequenas, pequenos testes que te servem de exercício para provar tua fortaleza de caráter, tua tenacidade. Não te esqueças de que podes ser alvos de influências espirituais negativas, mas não ignores também que tens ao teu lado muitas entidades luminosas que estão atentas, prontas para te auxiliar aos teus melhores propósitos. Essa mensagem, ela vem sempre do que Joana Deâ nos diz, que é trabalhar as nossas más inclinações.
muitas entidades luminosas que estão atentas, prontas para te auxiliar aos teus melhores propósitos. Essa mensagem, ela vem sempre do que Joana Deâ nos diz, que é trabalhar as nossas más inclinações. Vamos elevar os nossos pensamentos, fechar os nossos olhos, nos conectar com a espiritualidade amiga aqui presente, com os trabalhadores espirituais desta hora, deste horário das 18 horas, nos colocando diante do nosso mestre amado Jesus e dizendo: "Pai amado, Deus de infinita bondade, inteligência, suprema, causa primária de todas as coisas. Te agradeço pela oportunidade que tenho nessa encarnação de conhecer o teu evangelho através do nosso irmão e querido Jesus Cristo de Nazaré. Ó mestre, obrigado por estar conosco, por nos ver como irmãos, como filhos de Deus, pela oportunidade que temos a Dr. Bezerra de Menezes, diretor espiritual dessa casa. E assim rogamos a todos a permissão para dar início a mais um estudo das quinta-feira às 18 horas. Que o nosso irmão Denizar possa luz da doutrina espírita trazer as inspirações do evangelho do Cristo para aquilo que é para nós hoje. Obrigado. Graças a Deus e graças a Jesus. Vamos passar a palavra para o nosso irmão que nos tem a nos trazer hoje. Meus amigos, minhas amigas, colaboradores aqui da Comunão Espírita de Brasília, aqueles que participam conosco no Auditório Bezer de Menezes, a nossa melhor acolhida em nome da nossa casa, fazendo votos de uma noite muito significativa. de estudos. Nesta oportunidade vamos falar sobre um tema que diz respeito à data, né? Escolhemos o tema dentro dessa data em que em todo o ocidente, ou pelo menos em vários países, particularmente no Brasil, estamos comemorando esse dia, não é, que nos remete ao encantamento afetivo. Encantamento afetivo e laços duradouros. O tema de hoje, nessa data em que temos o dia assim chamado dos enamorados ou namorados, né? Então, encantamento afetivo e laços duradouros, o tema. Eh, também quero também queremos todos agradecer aqueles que prestigiam a programação de palestra
assim chamado dos enamorados ou namorados, né? Então, encantamento afetivo e laços duradouros, o tema. Eh, também quero também queremos todos agradecer aqueles que prestigiam a programação de palestra pelos canais de comunicação da comunhão espírita, particularmente pelo YouTube. A todos fazendo a nossa melhor acolhida. E antes de começarmos a tratar do tema, escolhemos uma página, o capítulo 85 desta obra que está à disposição de vocês na livraria Mário Carvalho no primeiro andar, Cartas Vivas, obra psicográfica nossa. E o espírito Adriana de Jesus nos traz o tema A magia do amor. Acreditamos muito adequado que meditemos hoje sobre esse grande encantamento, essa grande magia do amor. No jardim da vida. Encantai as criaturas com a magia do amor. Ao olhardes os mais experientes, que o faças com respeito e reverência naqueles que sofrem, que os vejas com a a piedade fraternal. Jamais deixeis que alguém saia da vossa presença sem se encantar. Encantar com a presença do amor. Sejais vós os jardineiros das sementes da paz, da esperança, da verdade, da alegria. Sempre, por mais que por mais vos pareça triste a jornada terrestre, confiai em Deus e alegrai-vos. A vida é sempre melhor de ser vivida se tiveres coragem. No presente, coragem no presente e esperança no futuro. Sigam todos para a frente, alegres e confiantes, praticando o bem e a justiça, e conquistarão a paz. São os votos da vossa irmã em Cristo Jesus, Adriana de Jesus. Este livro, Cartas Vivas, ele está na livraria Mário Carvalho e nós estaremos lá após a palestra para aqueles que tiverem interesse para oferecê-lo a vocês. Observem, eh, nós vivemos em uma época desafiadora para os laços de natureza conjugal, os laços que remetem a intimidade afetiva. Vivemos uma era de profunda crise dos laços de natureza afetiva. E é curioso observar que aquilo que a gente pensa ser o amor romântico de todos os tempos, o romantismo, que é uma corrente literária. O romantismo, ele tem uma data histórica, ele tem um início histórico.
urioso observar que aquilo que a gente pensa ser o amor romântico de todos os tempos, o romantismo, que é uma corrente literária. O romantismo, ele tem uma data histórica, ele tem um início histórico. E coincidindo com o humanismo no século 17 em diante, o século XVI dá início a uma era de pensamento romântico. Ainda que a obra máxima de tragédia e de romance de William Shakespeare anteceda esse período. Mas as relações assim chamadas de afeto, conjugais, as relações de intimidade, ela elas nem sempre foram organizadas como são hoje pela ideia do romance, que Sigmo Freud chamará acertadamente de romance familiar. E nós, em homenagem a esta data, chamaremos aqui de um romance em homenagem ao afeto, não é? Nem sempre foi assim. Se os senhores fossem para a idade média, se pudéssemos voltar no templo no século XI, nenhum casamento, nenhum casamento se estabelecia mediado pela dimensão do afeto. Não era assim. As famílias decidiam, escolhiam na Europa medieval quem se casaria com quem e os casamentos se davam por uma eleição de natureza política, econômica e acima de tudo social. Não havia a ideia de uma aproximação romântica, de um laço romântico prévio ao casamento. Isso não existia na Idade Média, muito menos a antiguidade. Isso não quer dizer que as pessoas não desenvolvessem aquilo que os gregos antigo chamaram de patos. A palavra patos grega, de origem grega. Ela quer dizer paixão, ela quer dizer emoção, ela quer dizer aquilo que em latim mover move a mente. Então, patos, a paixão, ela estava muito mais voltada para a paixão política, a paixão pelas guerras, a paixão em outros domínios, domínios da existência humana. e as pessoas eh não se casavam em critérios românticos. No entanto, as transformações que se deram na Europa a partir do humanismo, não é? Não mais Deus como a medida de todas as coisas no humanismo, segundo o protágoras, o homem é a medida de todas as coisas. a centralidade de uma nova família, a família moderna, essa nuclear, a família que foi reduzida aos pais e a próle,
as coisas no humanismo, segundo o protágoras, o homem é a medida de todas as coisas. a centralidade de uma nova família, a família moderna, essa nuclear, a família que foi reduzida aos pais e a próle, essa própria família é uma invenção moderna, porque no passado a família era muito mais extensa, sendo aristocrática ou sendo no ambiente dos servos ou dos escravos. Mas o fato novo da era moderna, com o qual estamos aqui a meditar e que temos que nos a com ele, é que agora as relações íntimas de casal, de casamento, de família produz um romance familiar e é inspirado por ideais relacionados ao afeto. Então, o casamento ideal presume-se que duas almas, que duas criaturas se desejaram previamente, se apaixonaram previamente e passam a viver esta etapa da existência, via de regra, coincidente com a juventude, mas nem sempre, já que as pessoas se apaixonam na idade da maturidade também, elas estão movidas por patos, por essa paixão, por esse afeto, por essa atração que aproxima as almas, que vincula as criaturas e que pretende se estabelecer laços duradouros, que é a parte desafiadora da nossa palestra. Só que o dado concreto hoje, e eu vou lhes apresentar agora, é que o Distrito Federal é o campeão em divórcios em todo o Brasil e a média de durabilidade dos casamentos no Distrito Federal não passa de 2 anos, claro, dentro da taxa de divórcio, é uma taxa altíssima na separação entre os cônjuges, o que nos autoriza a nos perguntar e a perguntarmo-nos a nós mesmos o que está faltando, o que está fazendo falta para que nós pudéssemos pensar em um romance familiar de longo prazo, em laços afetivos duradouros, em relações que atravessam décadas e porque tem tempo e história, produzem um tipo específico da intimidade. Os senhores poderiam dizer, mas na era da liberdade as pessoas têm intimidade e esse, na verdade é um ledo engano. Intimidade é hoje o maior desafio da sociedade contemporânea, porque a intimidade prevê uma proximidade subjetiva, uma proximidade entre as almas, que é
intimidade e esse, na verdade é um ledo engano. Intimidade é hoje o maior desafio da sociedade contemporânea, porque a intimidade prevê uma proximidade subjetiva, uma proximidade entre as almas, que é exatamente aí onde está o maior desafio das relações. Primeiro, estabelecer proximidade. E essa proximidade envolve escuta. Escuta das características do outro, escuta do modo como o outro é e funciona. um percentual significativo da capacidade de enxergar o outro em profundidade, observar-lhe as características e partilhar um campo em comum de valores, ideais, crenças, desejos, gostos e até a partilha afetiva. Isso tudo implica em uma intimidade que vai muito, muito além da intimidade de natureza sexual. Ou seja, o nosso desafio numa época em que as relações são voláteis, voláteis, terminam rápido, em que as relações são pragmáticas porque obedecem sim a interesses de natureza prática, a planos circunstanciais que favorecem ao indivíduo em detrimento do grupo ou ao indivíduo em detrimento do casal. Nessa era de volatilidade das relações, em que as relações são breves, voláteis e parece que está previsto na agenda da sociedade essa volatilidade, o desafio que se nos apresenta é como construir um relacionamento que tenha que tenha uma previsão de intimidade. Isso implicará uma escuta, uma atenção à fragilidade do outro, assim como a potência do outro. Isso implicará em uma atenção ao sujeito que é quase de ordem terapêutica, porque no fundo, no fundo, uma relação conjugal é uma relação terapêutica. Se nós voltássemos à palavra terapia lá nos terapeutas de Alexandria na antiguidade, terapia significa cuidar, a arte de cuidar. Observe que tudo que não temos na atualidade é a arte de cuidar. Somos descuidados. Ora com a próle, descuidados com os entre os cônjuges, descuidados com os compromissos. E por causa desse descuido, não há alimentação na relação conjugal. Não existe intimidade sem cuidado. A primeira premissa da intimidade, que não é de natureza sexual, e esta invariavelmente é a mais fácil de todas,
se descuido, não há alimentação na relação conjugal. Não existe intimidade sem cuidado. A primeira premissa da intimidade, que não é de natureza sexual, e esta invariavelmente é a mais fácil de todas, mas a intimidade que percebe o outro, que escuta o outro, que compreende o outro e que é capaz de, por compreender e conhecer, por partilhar um campo em comum, desenvolver intimidade afetiva, desenvolver um afeto que se retroalimenta, partindo do pressuposto que somos pessoas imperfeitas, convivendo com pessoas imperfeitas. Somos criaturas falíveis, convivendo com criaturas falíveis. Na hora que nós tiramos da agenda pessoal essa coisa imaginária, primeiro de um relacionamento idealizado apenas ao nível da fantasia e prejudicado naquilo que ele tem no aspecto prático. Porque observem, o casal é namorado, cada um na sua casa, cada um no seu domicílio, tem um nível de implicação para a vida dessas pessoas. Na hora que esse casal desenvolve o seu regime familiar e constitui como resultado a próle, eles agora são responsável por um cidadão de uma dada cidade, de um dado país, de um dado povo que vai impactar toda a sociedade. E as estatísticas são muito claras sobre sofrimento psíquico, adoecimento mental e mal-estar nas separações conjugais, quando se tem filhos bastante crianças ainda, quando os filhos resultados da separação conjugal resultam de uma situação em que eles estão ainda na terra idade. O desafio para que uma criança de 6 anos, 4 anos, 8 anos, antes dos 10 compreender por que aquela família ideal em que os pais se faziam presentes em suas vidas e de repente agora eles residem domicílios diferentes e invariavelmente eles estão a falar mal um do outro para a própria prole, o que é muito comum após o divórcio, a criança fica completamente aturdida com essa situação. Então, o encantamento afetivo é um processo terapêutico, é um é uma arte de cuidar, de cuidar de si e de cuidar do outro, mediando essa relação por afetos. E o que são afetos? Afetos são diferentes de emoções.
encantamento afetivo é um processo terapêutico, é um é uma arte de cuidar, de cuidar de si e de cuidar do outro, mediando essa relação por afetos. E o que são afetos? Afetos são diferentes de emoções. Emoções, elas vão aparecer na vida de todo mundo e vai aparecer na vida de todos os mamíferos. Não somente os sapiens tm emoções. Quais são elas? As básicas. Medo, tristeza, raiva, alegria. Essas quatro emoções, medo, tristeza, raiva, alegria, elas estão espalhadas não só entre os seres humanos. Os animais têm medo, tristeza, raiva e alegria. A raiva neles é a agressividade, há a tristeza e os animais adoecem de tristeza e há eh o medo. E os seres humanos têm tais emoções. E nós já temos as emoções, por um lado, que vão aparecer no dia a dia da relação com ou sem intimidade. Então, como eu me aparelho? Como eu consigo me constituir como sujeito capaz de respeitar a autonomia do outro, o que é o maior desafio? Porque nas relações de afeto, o que é que acontece? Comparece um elemento imaginário, um elemento neurótico costumeiramente, que é assim, ó. Se eu me apaixono por alguém, este alguém é como se fosse uma extensão de mim mesma, de mim mesmo, no caso. E aí vem a ideia da psicanálise. Não há nada mais neurótico e parasitário do que o amor que leva uma pessoa a pensar que a outra é um pedaço dela mesma, porque não é, definitivamente não é. A relação de intimidade e de afetos saudáveis é uma relação de suplementaridade e não de complementaridade. Vamos entender isso. O que é a suplementação? Eu sou um sujeito que me constituo na minha autonomia e na minha autonomia, tanto quanto possível financeira, emocional, sem dependência, uma autonomia de consciência, de liberdade e de decisão. Eu tanto mais me completo na minha autonomia, o outro me complementa. suplementa, perdão, suplementa o que eu já sou. Ele só suplementa se um dia ele se for e um dia ele pode ir. Ele se vai pela desencarnação, ele se vai pelo divórcio em circunstâncias razoáveis e eu não desisto da vida. E eu não caio
que eu já sou. Ele só suplementa se um dia ele se for e um dia ele pode ir. Ele se vai pela desencarnação, ele se vai pelo divórcio em circunstâncias razoáveis e eu não desisto da vida. E eu não caio em depressão. E eu prossigo porque ele é um sujeito que tem autonomia. Isso é suplementação. Na relação da dependência afetiva e emocional. É diferente. Se tu saíres da minha vida, eu me mato. E muitas vezes se mata mesmo. E quantos jovens destróem as suas vidas 17, 18, 19 anos de idade ao final de um relacionamento? Claro que revelando toda a imaturidade ainda do não desenvolvimento emocional que não puderam ter e destrói a vida e outros vão mais longe ainda e os casos se multiplicam. Os senhores sabem disso que acompanham na mídia. Recentemente em Curitiba, o sujeito matou a esposa, matou a família toda dela e se matou. E isso acontece com muita frequência. com ou sem o elemento da depressão já diagnosticada. Então, meus amigos, a relação de de suplementaridade é: eu me constituo, eu me descubro, eu me desenvolvo e faço isso na parceria de afeto, contribuindo para que o outro se desenvolva, para que o outro ganhe ganhe autonomia, a ponto de não haver uma relação de dependência, que seria aquela neurótica. Nada mais neurótico e parasitário do que um amor pode aspiar agora, que leva uma pessoa a considerar a outra um pedaço de si. Porque não é? Não é do ponto de vista das reencarnações, não é do ponto de vista da autonomia do outro e não é porque ao longo das reencarnações essas posições mudam. Aquela que tivera sido mãe, volta esposa. Aquela que tivera sido irmã volta filha. aquela que tivera sido esposa, agora volta a sogra. E aí? E daí mudando as posições em cenários novos. Então, dentro de uma visão da psicologia profunda, da psicanálise e da doutrina espírita, não nos cabe qualquer tipo de proposta de relação que desautorize a liberdade do outro, que sufoque o espaço subjetivo do outro e nem que abandone o outro. Porque há casais e há relações em que no dado momento uma das partes decreta o
osta de relação que desautorize a liberdade do outro, que sufoque o espaço subjetivo do outro e nem que abandone o outro. Porque há casais e há relações em que no dado momento uma das partes decreta o abandono afetivo do outro e às vezes o outro vai cair em situações extremamente complicadas porque foi abandonado ou abandonada e isso se multiplica em uma sociedade em crise em relação às relações de afeto. Então, é preciso que nós tenhamos a clareza do desafio pedagógico, humano e espiritual, que é tornar uma relação tão duradoura quanto possível. E por que duradoura, íntima. Não existe intimidade sem história. Eu não posso ter intimidade com quem eu não conheço. Os casais, habitualmente de classe média alta ou não, fazem o esforço, casam-se e tão rapidamente, tão intensamente casam-se, separam, porque eles não se autorizaram a construir intimidade através do convívio. A intimidade é o efeito da história de convivência compartilhada. Tanto mais eu conheço o outro, tanto mais eu tenho uma chance de junto com o outro aprender a amá-lo. E aqui agora vem um insite do espírito Emanuel. Uma vez perguntaram para ele, Emanuel, como você definiria esse acróstico? Isso pela lavra psicográfica de Chico Xavier. Como você definiria a palavra lar? L a r. E ele disse l de lealdade, R de renúncia e a eu imagino o que vocês estão esperando de amizade. Ele não falou amor. E por que que ele não falou amor? Porque as relações no longo prazo serão estruturadas por qualquer coisa que vai além daquela paixão inicial, daquele patos que, por sinal, ninguém deve tomar decisão apaixonado. Porque a paixão vem da palavra patos. Patos é o oposto de logos. Patos é aquilo que enseguece porque é a extrema paixão, é patos. Logos é razão. E a relação de intimidade é uma relação que prevê um equilíbrio entre enamoramento, encantamento afetivo e durabilidade que constitui a intimidade, ou seja, razão, responsabilidade, equilíbrio emocional, maturação das emoções e aprofundamento aprofundamento dos vínculos de afeto. E o que é
amento afetivo e durabilidade que constitui a intimidade, ou seja, razão, responsabilidade, equilíbrio emocional, maturação das emoções e aprofundamento aprofundamento dos vínculos de afeto. E o que é aprofundamento, história em comum. Então, é de todo impossível e de todo improvável eu ter intimidade interubjetiva, não me refiro à intimidade sexual, esta banalizada intimidade emocional de afetos, de conhecer o outro, de escuta do outro, sem história partilhada. Já quando atravessamos as décadas e aprendemos em uma relação duradora, que é exatamente o vencer os obstáculos e o demonstrar que estou a aprender com o outro e a ensiná-lo, que estou a intercambiar afetos autênticos e verdadeiros, profundos e legítimos, porque testados num tempo, eu constituo As pessoas constituem relações da intimidade. A ponto de eu olho pro outro, eu já sei como o outro tá se sentindo. Não é porque eu sou telepata, é porque a convivência de longo prazo me dar a expressão facial, me dá o olhar, me dar até as microexpressões faciais para que eu as interprete, porque tenho intimidade com aquele outro. Essa intimidade é com o filho na relação entre pais e filhos que convivem, porque tem pais que não convivem com seus filhos. é a relação de casal que convive e foram testados e se testando e se construindo no longo prazo. Então, o grande desafio nesse dia dos namorados é compreendermos que não é a paixão patos que enseguece e faz o sujeito entrar em uma conduta de delírio a ponto de ele ter a postura da desrazão. Não é patos que sustenta a intimidade, é a construção de vínculo profundo e de partilha de afetos. É a construção vinculante. É o desejo de estar vinculado, sabendo-se sujeito e respeitando o outro como tal. e sabendo que toda e qualquer relação é provisória nesse plano físico e tanto maior for a nossa capacidade de nos vincular com outro, maior a dimensão de mortalidade e transcendência com esse outro. Então, meus amigos, nesse dia dos namorados, nesse dia em que lembramos o encantamento afetivo, sem o qual o ser
os vincular com outro, maior a dimensão de mortalidade e transcendência com esse outro. Então, meus amigos, nesse dia dos namorados, nesse dia em que lembramos o encantamento afetivo, sem o qual o ser humano pode cair em depressão, porque vivemos uma era de desencantamento na sociedade. Isso já nos informou Max Weber, o grande sociólogo alemão, que disse: "Preparem-se, vivemos a era do cotidiano materialista e desencantado, porque a sociedade destruiu toda e qualquer espiritualidade dele na era do desencantamento social, que nos reencantemos nas nossas relações íntimas, pagando o preço da intimidade. que é a temporalidade, é a convivência. Ninguém é íntimo de quem não se convive. Ninguém aprende o que é o outro sem conviver com esse outro. O preço da intimidade é convivência e convivência duradora. Nessa ideia de encantamento, de um encantamento inspirado pela espiritualidade humana, por práticas espirituais cotidianas da oração, da meditação, do autoconhecimento. Voltemos para as memórias de Emanuel e o homenageemos no poema que ele dedicou à sua esposa Lívia, públo a dos milênios. tivera passado 30 anos separado de Lívia, ela se convertera ao evangelho e ele continuava senador romano. Sem o saber, ele vai para uma comemoração de César, de uma das suas conquistas de guerra em plena em pleno pleno teatro romano. E lá estava Lívia, que tivera trocado suas vestes com Ana, a sua escrava. E lá estava uma das mártires do cristianismo, Lívia, esposa de Poblulentolos. No dia que ele desejara se reconciliar com ela, 30 anos separados da esposa. Quando ele volta para casa, Ana então lhe conta que a sua senhora tivera trocado as vestes com ela e ela estava sacrificando-se na arena e ele perdia naquela encarnação acesso a Lívia. E então, para homenageá-la, ele faz o poema que diz: Alma gêmea da minha alma, flor de luz da minha vida, sublime estrela caída das belezas da amplidão, quando um dia eu errava no mundo, triste e só no meu caminho, chegaste devagarinho, enchesteme-me a solidão. minhas nas das
a, flor de luz da minha vida, sublime estrela caída das belezas da amplidão, quando um dia eu errava no mundo, triste e só no meu caminho, chegaste devagarinho, enchesteme-me a solidão. minhas nas das bênçãos dos deuses da divina claridade tecerme a felicidade em sorriso de esplendor. Eis meu tesouro infinito. Juro-te juro-te eterna aliança, porque és minha esperança. Como sou todo o teu amor. Alma gêmea da minha alma, flor de luz da minha vida, se um dia me abandonares, ei de buscar-te longe de minhas agonias na claridade dos céus. E o espírito Emanuel, 20 séculos depois escreveu cinco memórias através de Chico Xavier. Há 2000 anos, 50 anos depois, Avec Cristo renúncia e Paulo Estevão. E ele 20 século, séculos depois ele dizia: "Quando sinto a necessidade de sair do campo vibratório da terra, subo um pouco mais para visitar na claridade dos céus a Lívia, o espírito que no século trocou as vestes com a escrava Ana para fazer-se a Marte primeira do evangelho de Jesus. Então, meus amigos, que este poema, conforme pedido do nosso amigo aqui, seja a nossa oração, a oração de afeto uns pelos outros, para que os nossos vínculos em crise e as nossas famílias desestruturadas muitas vezes pela falta do ninho e só a presença do nó que nos sufoca, que o ninho de afetos nos inunde a alma e que possamos celebrar nesse dia o dia do encantamento afetivo e dos laços duradores. Muito obrigado, até uma próxima oportunidade. Nós estaremos de volta para convidá-los nessa oportunidade, dia 20 de junho é a sexta-feira da próxima semana, não nesta, na outra, 20 de junho, no nosso Pingaluz, quando trataremos do tema fatalidade. É uma aula com possibilidade de vocês fazerem perguntas ao final, 20 de junho, às 20 horas. Fatalidade é um tópico do livro dos espíritos. Muito obrigado e muita paz. Agradecemos nosso irmão pelas palavras, pelo lindo poema. Dá uns breves avisos aqui. Nós estamos no inverno e temos a campanha do agasalho. Sua doação aquece vidas. Atendemos a no momento, 150 famílias.
radecemos nosso irmão pelas palavras, pelo lindo poema. Dá uns breves avisos aqui. Nós estamos no inverno e temos a campanha do agasalho. Sua doação aquece vidas. Atendemos a no momento, 150 famílias. A cada sexta-feira 40 moradores de rua nosso mão estendidas. O que doar? Cobertores, agasalhos, femininos e masculinos, adultos e infantis. Aonde entregar? no Almoxerifado aqui do lado no Alto de Souza, de sábado a quarta-feira de 7 às 17:30, demais dias de 7 às 19:30 ou na nossa portaria ali na aqui para quem está nos ouvindo através dos nossos canais que não conhece por acaso a comunhão espírita, ficamos na 604 sul. Para nós que estamos aqui, nós já sabemos, temos a portaria que no horário de expediente, todos os dias recebemos doações. Sábado é dia de arte e cultura na comunhão espírita de Brasília e teremos o apresentação às 19 horas do coral Elos de Luz, que fará uma um coral teatralizado aqui. Convido a todos sábado agora às 19 horas. Será uma linda apresentação em que o Corol está se preparando há quase 6 meses para essa apresentação. Tudo feito com muito carinho, com muito amor para levar a arte e a cultura espírita ao evangelho do Cristo. É um momento também da gente ouvir músicas, ouvir, ver poesias. encenações através da arte e cultura espírita, que também nos leva tratamento e cura para nossa alma e para o nosso espírito. Muito obrigado a todos. Uma boa noite aqueles que nos ouvem através dos canais, possam deixar o seu like, compartilhe a nossa página, seguir, entrar lá em todos os canais da comunhão. Temos vários programas diários, semanais e palestras à disposição para podermos fazer trabalhar um pouco as más inclinações e os mais pensamentos. Obrigado a todos. uma boa noite, possamos nos preparar para o passe, nos mantendo em em prece e oração em silêncio e desligando o nossos celulares. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por
Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de
uidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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