Em Busca do Sagrado | #192 • A Morte e o Morrer

Mansão do Caminho 21/03/2026 (há 6 dias) 1:01:30 812 visualizações 128 curtidas

Em parceria com a Federação Espírita do Estado da Bahia, a Mansão do Caminho apresenta "Em Busca do Sagrado", programa idealizado por André Luiz Peixinho, que une arte, espiritualidade e reflexão. Um verdadeiro ágape espiritual com músicas, poesias, meditações e profundas inspirações sobre nossa ligação com o divino. Participações especiais: Paulo de Tarso, Valdineide Aquino, Limiro Besnosik, Genilson Araújo, Vitor Moura, Igor Dantas e Ciro Moura. ✨ Viva esse encontro que celebra o Sagrado em nós. #EmBuscaDoSagrado #Espiritismo #MansãoDoCaminho #FederaçãoEspíritaBahia #AndréLuizPeixinho #Espiritualidade #ReflexãoEspírita #MúsicaEspírita #PoesiaEspírita #ConexãoComDeus #ArteEspírita #MeditaçãoEspírita #ÁgapeEspiritual *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Quando te sintas [música] sitiado pelo desfalecimento de forças ou o cansaço [música] se te insinui em forma de desânimo. Para um pouco e refaz-te. [música] O cansaço é mau, conselheiro. Produz irritação por indiferença, tomando as energias e exaurindo-as. Renova a paisagem mental, [música] buscando motivação que te predisponha ao prosseguimento da tarefa. Por um momento, [música] repousa a fim de conseguires o vigor e o entusiasmo para a continuidade da ação. Noutra circunstância, [música] muda de atividade, evitando a monotonia. que intoxica [música] os centros da atenção e entorpece as forças. Não [música] te concedas o luxo do repouso exagerado, evitando tombar na negligência [música] do dever. Com método e ritmo, conseguirás o equilíbrio [música] psicológico de que necessitas para não te renderes à [música] exaustão. Jesus informou com muita propriedade uma lição insuperável que o pai até hoje [música] trabalha e eu também trabalho sem cansaço nem [música] fado. Mente renovada pela prece [música] e o corpo estimulado pela consciência do dever não desfalecem sob [música] os fardos às vezes quase inevitáveis do cansaço. Age sempre com [música] alegria. sem a perturbação que o cansaço proporciona. [música] Vi a morte rondando longa estrada. Na destra em luz mostrava fina guante e no olhar doloroso e coruscante trazia o espanto da alma torturada. Vendo a lúgubre só de mim [música] diante, perguntei-lhe: "Que fazes, desvairada? Porque semeia cinza, angústia [música] e nada, sob os passos da vida soluçante?" Contudo, erguendo a voz sinistra e bela, respondeu: [música] "Não me acuses. Sou aquela renovadora mão [música] que tudo invade. Sem minha féria e a luva merencória, ninguém atingiria a própria glória dos palácios de [música] sol da eternidade. O reino da vida além da morte não é domicílio do milagre. Passa o corpo [música] em trânsito para a natureza inferior que lhe atrai os componentes. Entretanto, a alma continua na posição [música] evolutiva em que se encontra.

orte não é domicílio do milagre. Passa o corpo [música] em trânsito para a natureza inferior que lhe atrai os componentes. Entretanto, a alma continua na posição [música] evolutiva em que se encontra. Cada inteligência apenas consegue alcançar [música] a periferia do círculo de valores e imagens dos quais [música] se faz o centro gerador. Ninguém pode viver em situação que ainda não concebe. Dentro da nossa capacidade de autoprojeção, erguem-se os nossos limites. [música] Em suma, cada ser apenas atinge a vida até onde possa chegar a onda do pensamento [música] que ele é próprio. A mente primitivista de um mono, transposto o limiar da morte, continua presa aos interesses da furna que lhe consolidou os hábitos instintivos. O índio desencarnado dificilmente ultrapassa o âmbito da floresta [música] que lhe acariciou a existência. Assim também, na vastíssima fauna social das nações, cada criatura dita civilizada, além do sepulcro, [música] circunscreve-se ao círculo das concepções que mentalmente [música] pode abranger. A residência da alma permanece situada no manancial de seus próprios pensamentos. [música] Estamos naturalmente ligados às nossas criações. Demoramos-nos onde supomos o centro de nossos interesses. Facilmente explicável assim a continuidade dos nossos hábitos e tendências além da morte. A escravidão ou a liberdade residem no imo de nosso próprio ser. [música] Corre a fonte sob a emanação de vapores da sua própria corrente. Assim também a Terra, com seu corpo ciclópico, arrasta consigo na infinita paisagem cósmica o ambiente espiritual [música] de seus filhos. O cérebro desvairado entre indagações descabidas não foge de imediato ao poço de obscuridades em que se submergiu. E a alma de boa vontade encontra mil recursos para adiantar-se na cenda evolutiva, amparando o próximo e descobrindo na felicidade dos outros a própria felicidade. em razão das leis que nos governam a vida. Nem sempre o mensageiro que regressa do país da morte procede de planos superiores e nem a mediunidade

obrindo na felicidade dos outros a própria felicidade. em razão das leis que nos governam a vida. Nem sempre o mensageiro que regressa do país da morte procede de planos superiores e nem a mediunidade será sinônimo de sublimação. A necessidade do evangelho, portanto, como estatuto de edificação moral dos fenômenos espíritas é impositivo, inadiável. Com a boa nova, no mundo abençoado e fértil da nossa doutrina de luz e amor, possuímos a estrada real para a nossa romagem de elevação. >> Saudações, queridos caminhantes da estrada em busca do sagrado. Alegria imensa e mais esse encontro que reúne música, poesia e reflexões acerca da nossa busca por Deus. Ele é o mais temido das deidades conhecidas. Tomado por tabu, é sempre evitado, pois é tido como atração de maçote ou agoro. Todavia, visto de mais perto, ele é a fonte de toda a renovação e instrumento seguro para o progresso. De alguma maneira, tudo que existe um dia deve partir, deixar de ser, dando curso à impermanência em que as coisas existentes estão inseridas. Dessa forma, é aliado dos que conseguem perceber a vida pela perspectiva das oportunidades, tomando a finitude por certa ocasião, fortalecendo a visão dos momentos da vida como algo valioso, passível, da mais atenta experimentação. Para falarmos sobre esse assunto, em nosso encontro, em busca do sagrado, abordaremos o tema a morte e o morrer. Filho da noite com a escuridão e irmão do sono, habitante dos campos elíse, é descrito como um deus de coração de ferro, que, embora implacável, raramente aparece como protagonista, agindo como ceifador da vida. Seu nome é transliterado em latim como Thanatus e seu equivalente da mitologia romana é Mors, o Létum. É representado por uma nuvem prateada que arrebatava a vida dos mortais. também foi representado por homem de cabelos e olhos prateados. Seu papel na mitologia grega é acompanhado por Ades, o deus do mundo inferior. Aparece inúmeros mitos e lendas, como na história de Sizifo e o rei Midas, que por serem as mais importantes, se

ateados. Seu papel na mitologia grega é acompanhado por Ades, o deus do mundo inferior. Aparece inúmeros mitos e lendas, como na história de Sizifo e o rei Midas, que por serem as mais importantes, se dispersaram com maior facilidade. Na filosofia, pensadores como Platão, Epicuro e outros se debruçaram sobre o fenômeno da morte, tentando encontrar nela o sentido da própria existência. Para Platão, discípulo de Sócrates, a morte é a liberdade através da qual o espírito readquire a sua plena liberdade e ação. Jau pregava que a finitude deveria ser algo muito sério a ser considerado, devendo o prazer de viver e estar como condicionante de qualquer ação. Para ele, de pouco adiantava preocupar-se com o fim da vida, porquanto, dizia o filósofo, a morte é uma quimera, porque enquanto eu existo, ela não existe. E quando ela existe, eu já não existo. Artur Schopenhauer, filósofo alemão, afirmava que nós somos o Uno com o mundo, de forma que quem pudesse ter clara a consciência desse ser uno, desapareceria a diferença entre a persistência no mundo externo depois que se está morto, e a própria persistência após a morte. Para ele, a consciência presente nos humanos se constituía em fator suficiente para que o indivíduo compreenda a inesorabilidade da morte em sua existência, sendo real a sua assustadora presença. Janite, emancipando o homem em sua liberdade de viver o aqui e o agora, anunciava que a morte casual estaria por trás do sentido negativo do não viver, restando o abandono da vida como resultado desta visão. A influência da morte do contexto existencial é tanta que alguns pensadores chegam a afirmar ser ela a origem da própria filosofia, visto que o sentido da vida e tudo relativo à existência leva em consideração a transitoriedade e o propósito como motivadores da ação do homem em sua trajetória. Fato é que se torna difícil encarar a finitude como algo normal, sobretudo porquanto essa évada de sentimentos como dor, culpa, saudade, que causam verdadeiros estragos na vida

omem em sua trajetória. Fato é que se torna difícil encarar a finitude como algo normal, sobretudo porquanto essa évada de sentimentos como dor, culpa, saudade, que causam verdadeiros estragos na vida dos que ficam em torno daquele que vai. Individualmente, somos dotados de um princípio de conservação instintiva da vida, o que por si já se constitui elemento fundamental para o banimento da morte na agenda do dia. Todavia, embora possamos transformar o fenômeno em tabu, este se constitui em a mais real das verdades. Não sabemos se vai chover nesse mesmo dia no ano que vem ou se o dia estará mais quente daqui a alguns meses. Contudo, sabemos, e isso é absolutamente verdadeiro, que um dia todos partiremos dessa realidade do ser do ente existencial para o não ente, inexistente, o apenas imaterial, sendo o assunto de outras digressões para onde vamos e se vamos para algum lugar. Por certo que não nos preparamos para a morte. De alguma maneira, a cultura ocidental mitificou a partida dos mortais como se tentasse negá-la, a fim de evitar a sua ocorrência. Todavia, ingênuo parece ser tal procedimento, porquanto, negando-a, perdemos o seu melhor conteúdo. A Dra. Elizabeth Kubross, psiquiatra suíça, estudou o fenômeno da morte por mais de 30 anos, entendendo que se deve viver a vida e além dela. Segundo a médica suíça, cuidarmos dos vivos que estão à morte é certamente um verdadeiro ato de amor. Não somente dar-lhes condições médicas adequadas, mas dignidade de viverem esse momento singular de forma intensa e bem integrada. é seu o famoso tratado sobre os estados do luto, negação, isolamento, revolta, barganha, depressão e aceitação, auxiliando não somente os que partem, mas sobretudo os que ficam a superarem as perdas adivindas do morrer. O filósofo brasileiro espírita herculano Pires defende em uma das suas obras a educação para a morte, afirmando que a morte é o nosso fim inevitável. No entanto, chegamos geralmente a ela sem o menor preparo. Mas do que se trata preparar-se para aquilo que evitamos a

uas obras a educação para a morte, afirmando que a morte é o nosso fim inevitável. No entanto, chegamos geralmente a ela sem o menor preparo. Mas do que se trata preparar-se para aquilo que evitamos a todo custo? Allan Kardec repagina o conceito transformando a finitude absoluta em interrupção relativa, posto que parte do ente existente fica na Terra como matéria que se dissolve, prosseguindo o verdadeiro ser consciente e livre para a continuidade da sua obra evolutiva. O lionês matou a morte ou tragou-a na vitória, como diria o apóstolo Paulo. Não havendo finitude, os que vão apenas mudam de plano, mantendo a sua integridade existencial, permitindo encontros pelas vias da mediunidade, pelos recursos da alma que se projeta ou pela infalível oração. Mecanismo de comunicação interdimensional de absoluta eficácia. Pensar na morte como processo do qual não há possibilidade de retorno traz luz à educação moral, verdadeiro ativo em todos os planos. Valoriza os encontros dos personagens que se apresentam em novos cenários para refazimentos necessários. Aclara o obscuro, à luz da aquisição de saberes novos, paixões, amores, quedas e recaídas, superadas pela força do espírito, presente de alto valor trazido pela terceira revelação. Libertam-se do pesado luto os caídos da terra, desalgemando-se os espíritos, permitindo que prossigam o caminho, cientes da continuidade da vida. Leondeni em sua obra o caminho reto, enfatiza o agora e o por vir, inspirado pelo Cristo Consolador, assim se expressando, vinde saciar-vos nessa fonte celeste, vós todos que sofreis, vós todos que tendes sede da verdade, ela verterá em vossa alma o frescor e a regeneração. Vivificados por ela, sustentareis mais animadamente os combates da existência. Sabereis viver e morrer dignamente. >> A morte vai morrer [música] para sempre. O luto não é permanente. [música] A saudade cabalmente não vai mais doer. A morte vai morrer [música] para sempre. O choro não é permanente. Deus vai consolar a gente. [música]

r [música] para sempre. O luto não é permanente. [música] A saudade cabalmente não vai mais doer. A morte vai morrer [música] para sempre. O choro não é permanente. Deus vai consolar a gente. [música] Vamos reviver. Vai ser lindo [música] um novo hino. Vamos entoar. Vamos finalmente em [música] Deus morar. A morte vai morrer para sempre. [música] O luto não é permanente. Deus vai consolar [música] a gente. Vamos reviver. [música] E vai ser lindo [música] um novo hino. Vamos entoar. Vamos finalmente [música] em Deus morar. E vai [música] ser lindo um novo hino. [música] Vamos entoar. >> Vamos finalmente em Deus morar. [música] >> Oh. >> A morte vai morrer para sempre. Esmagada a serpente, com a morte da [música] semente, a vida floresceu. Do túmulo para a frente, não encontramos senão nós mesmos naquilo [música] que realizamos do berço para o sepulcro. A desencarnação, por isso mesmo, assemelha-se tal qual o renascimento físico à porta [música] de mil faces. Cada um de nós se retira do campo da luta humana, transportando consigo aquilo que ajuntou. Se guardaste [música] a mente nos prazeres perniciosos, encontrarás no jazigo de pó o torturado anseio de retorno ao corpo terrestre, [música] tentando inutilmente satisfazer inadequada fome de sensações [música] que apenas te arrastariam a mais amplo sorvedouro de miséria e de angústia. Se algemaste o [música] pensamento aos desvarios da posse, além das fronteiras de cinza, buscarás atormentado [música] a contemplação do ouro que não mais te atende às solicitações e desejos. Se conservaste o coração no oasis do egoísmo [música] entre as flores venenosas da indiferença, para lá da grande transformação, pervagarás irritado [música] e sozinho nos desertos da sombra. Mas se te consagraste [música] ao bem por amor ao próprio bem, espalhando amor e paz, depois da transição inevitável, surpreenderás braços consoladores e amigos, arrebatando-te a caminhos de redenção e de luz. Não acredites [música] que palavras articuladas a esmo te

lhando amor e paz, depois da transição inevitável, surpreenderás braços consoladores e amigos, arrebatando-te a caminhos de redenção e de luz. Não acredites [música] que palavras articuladas a esmo te garantam no dia da liberdade espiritual a felicidade que não construíste. Muitos são exonerados do corpo denso, mas permanecem enjaulados nas paixões que lhe incendeiam a vida. Muitos se [música] fazem invisíveis aos olhos mortais, entretanto, agarram-se ao chão escuro, devorando o fruto amargo dos vícios que plantaram ou dos enganos em que voluntariamente se perderam. Em verdade, todos se preparam para a evidência [música] no mundo, ciosos da máscara que lhes assegurará respeito e dignidade [música] no jogo das aparências. Mas raras criaturas se habilitam para o reino [música] da luz, onde somos conhecidos pelos tesouros ou pelas calamidades que trazemos por dentro do [música] coração. A morte é o retrato da vida. Depende assim de nós o céu que podemos iniciar [música] ao sol de hoje ou o inferno que nos acolherá inflexível na treva de amanhã. Há no extertor da morte uma beleza transcendente ignota [música] luminosa. Beleza sossegada e silenciosa da luz branca da paz trêmula e acesa. É o augusto momento em que a alma presa às cadeias da carne tenebrosa abandona a prisão durida e ansiosa, [música] sentindo a vida de outra natureza. Um mistério divino há nesse instante, no qual o corpo morre e a alma vibrante foge da noite das melancolias. No silêncio de cada moribundo, há a promessa de vida em outro mundo, na mais sagrada das hierarquias. Ao seu andava cabes baixo e triste até aquela manhã, quando encontrou uma jovem senhora que mudaria para sempre a sua vida. Era um dia quente de verão e a brisa suave da manhã ensolarada cobria-lhe o corpo, envolvendo-o como um abraço forte de quem a carinha e protege. Porém, ao seu, ao quebrado, diante das impossibilidades existenciais, houvera perdido o sentido de viver. Por muitos anos, tentara, sem sucesso, encontrar sentido para sua

de quem a carinha e protege. Porém, ao seu, ao quebrado, diante das impossibilidades existenciais, houvera perdido o sentido de viver. Por muitos anos, tentara, sem sucesso, encontrar sentido para sua vida. Tentou labores diversos, amores sem conta, sentindo que algo lhe fugia entre as mãos. sem que houvesse a possibilidade de encontrar aquele pássaro azul que ele motivasse uma vida nova de realizações e conquistas motivadoras. A mulher com a qual se encontrara naquele instante apareceu do nada, sem aviso ou celebrações formais de qualquer tipo. Era uma moça de aparência jovial, trajando vestes elegantes, debruadas em tonalidades que variavam do médio ao escuro, sem, contudo, impressões negativas de qualquer espécie. Olhos vibrantes, pele macia como a neve, aproximou-se de Alceu, tentando excitar conversa da qual, inicialmente o rapaz preferia evitar. Todavia, a imagem maternal e segura da jovem senhora o cativou de pronto. "Jovem", falou a mulher de fala mansa e acolhedora. Vejo que possuis alo de quem já não vive, porém vejo também espazindo vida, qual se ainda houvesse em ti vibrações vitais de grande potencial. O que houve para que se esvaíssem em ti os fluidos de uma vida tão cheia de possibilidades? Ao seu tomou aquelas palavras por enigmáticas indagações. Afinal, sua vida era tudo menos o repositório de possibilidades quaisquer. Foram um acumulado de fracassos e tentativas vazias de resultados, dando a entender que nada haveria que fizesse que mudasse a cina à qual se submetera. Maneou a cabeça como que buscando respostas, redarguindo as indagações daquela enigmática personagem. Engana-se, senhora. Sou alguém por quem a vida esqueceu de dar algo de maior substância ou significado. Tomei o bonde das frustrações quando aqui cheguei, de modo que cada parada é apenas mais do mesmo. Tento, tento e nada. Tudo me parece difícil em graus variados de impossibilidade. A senhora entendeu? Do que falava o seu. Afinal, a ausência de vida em aquele corpo denotava que se esvaíra o prazer

. Tento, tento e nada. Tudo me parece difícil em graus variados de impossibilidade. A senhora entendeu? Do que falava o seu. Afinal, a ausência de vida em aquele corpo denotava que se esvaíra o prazer de viver do maravilhoso do qual todos nós somos dotados e que nos faz proteger aquela que é a mais valiosa riqueza da existência, a própria vida. Tomou ao seu pelas mãos, olhando fundo nos seus olhos, e falou maternalmente: "Vem, vou mostrar-te algo que jamais observou em tuas caminhadas". ao seu, vendo que se instalar uma esperança, mesmo que passageira, buscou forças do fundo da sua alma, seguindo a senhora que o conduzia em aprasível paragem de bucólica apresentação. Vês ao seu a essa altura já sabia o seu nome. Como estão lindas as flores nessa manhã de verão. Observe as cores com as quais a natureza teceu cada pétala, enaltecendo perctudes adormecidas em cada uma das sementes de onde promanaram tais vitalidades. Sinta o perfume doce que exhala e perceba que tudo isso é vida em abundância, onde cada criatura, percebendo-se capaz de ser, experimenta o máximo de si mesmo, adotando postura que denota magnitude e harmonia em feliz demonstração existencial. Ao seu observava as pequeninas flores, envergonhado, porquanto absorto em suas admoestações internas, jamais tivera tempo ou foco para observar aquelas miildezas de tamanha perfeição. Parou, observou o sentido que sim, ali era a vida de verdade e por alguns minutos vagou imaginativo pela possibilidade que poderia mudar o seu destino. como seria feliz se fosse uma pequena flor. Nesse instante, percebeu-se em fuga espetacular de si mesmo. A senhora o tomou pelas mãos mais uma vez, conduziu a um pequeno regato, cujas águas represadas acumulavam, tentando saltar pela represa que se lhe antepunha a caminhada. Vez ao seu. O pequeno regato agora enfrenta problemas. Suas águas não fluem como deveriam por causa da represa instalada por pequeninos castores que ali se instalaram. Agora toma impulso em suas fontes, rogando aos mananciais que

agora enfrenta problemas. Suas águas não fluem como deveriam por causa da represa instalada por pequeninos castores que ali se instalaram. Agora toma impulso em suas fontes, rogando aos mananciais que lhes ofereçam o volume de águas com o qual poderá ultrapassar o impedimento. Ao seu, observou o lago, vendo a resiliência com a qual enfrentava aquela situação. Como um lago que não pensa ou sente é capaz de ato de tamanha coragem. pensava o jovem e atento ao movimento das águas. Nesse instante, senti uma certa inveja do lago persistente falando de si para consigo. Ah, como seria feliz se tivesse a coragem do pequeno córrego que abastece o lago. Sem mais palavras, a mulher conduziu ao seu até uma pequenina vila onde uma mulher jáidosa cuidava dos afazeres da sua humilde residência. Era uma devotada trabalhadora que se perdia em meio àquelas atividades simplórias, mas essenciais à vida com dignidade. Era tudo muito limpo e organizado, cada coisa no seu lugar, o que evidenciava carinho e proteção com todo aquele espaço. A velhinha sorria e cantar olava canções de infância em manifesta posição de alegria de viver. Ao seu envergonhado mais uma vez, observava que reveses não são prenúncios de nada, apenas sinais da vida que denotam impossibilidades temporárias de prosseguimento dos caminhos. O bom mesmo é viver intensamente cada experiência, tirando delas o melhor que pode ofertar, sem, contudo, deixar-se combalir ante os obstáculos que se interponham pelo caminho. A cada observação feita a convite da jovem senhora, ao seu percebia que tinha deixado para trás partes importantes da sua vida. Quantos lugares que poderiam ser aprasíveis pelo caminho se houvesse tido tempo de observar cada coisa no seu lugar, sendo o que deveriam ser? Quantas pessoas poderiam ter sido por ele intérpretes da vida segura e bela, se não tivesse ocupado apenas em decifrar frustrações que brotavam do seu amargurado peito a todo instante. Pensou por alguns momentos e falou: "Ah, como serei feliz, Dora Avante! Que venha a vida, pois

não tivesse ocupado apenas em decifrar frustrações que brotavam do seu amargurado peito a todo instante. Pensou por alguns momentos e falou: "Ah, como serei feliz, Dora Avante! Que venha a vida, pois daqui pra frente saberei viver com sabedoria." Agradecido, voltou-se aquela senhora por quem agora nutria denotado sentimento de gratidão, percebendo que sequer houvera lhe perguntado o nome. Dirigiu-se à mulher que o observava com imenso carinho e falou: "Senhora, vi que vieste ao meu encontro e sequer perguntei o vosso nome. Como te chamas?" Tanatos! Falou a mulher em resposta imediata à pergunta de Alceu. Táatos? Não seria esse o nome da morte? Quem por acaso teve a ignota ideia de dar-lhe nome tão ausente de graça e vida? Vejo que tal nome não condiz com a luz que promana de ti. Táatos, observando a surpresa de Alceu, respondeu sem detença às indagações: "Sou aquela que colhe as flores maduras nos jardins da vida. Sou a que vem substituir os que cumpriram suas missões e que aguardam ciosos o momento do descansar. Sou a renovação e a pluralidade que pulula em todos os canteiros da existência. Mas não é a morte o aniquilamento. Como podes ver algo bom nisso tudo? Perguntou o Arguto ao seu sim, mas antes eu sou a vida que antecede a partida. Por isso, deixe oportunidade para que vivas e não só possa retornar para colher-te quando chegar a tua hora. Não posso tirar-te o que não tens. Viva para que possa fazer juiz ao teu mandato de existência sobre a terra e quando chegar a hora que partas com a sensação do dever cumprido. Ao seu agradeceu à amiga que houvera lhe aberto as portas dos sentidos, compreendendo que doravante ela, a morte será para ele a lembrança de que deve por tudo e sempre viver. Devia [música] ter amado mais, ter chorado mais, [música] ter visto o sol nascer. Devia ter [música] arriscado mais. e até errado mais [música] ter feito o que eu queria fazer, queria ter [música] aceitado as pessoas [música] como elas são. Cada um [música] sabe a alegria e a dor que traz no coração.

arriscado mais. e até errado mais [música] ter feito o que eu queria fazer, queria ter [música] aceitado as pessoas [música] como elas são. Cada um [música] sabe a alegria e a dor que traz no coração. O acaso vai me proteger. Quanto eu andar distraído, o acaso [música] vai me proteger enquanto eu [música] andar? Devia ter complicado menos, [música] trabalhado menos, ter visto o sol se pô. Devia ter me importado menos com problemas pequenos. [música] Ter morrido de amor. Queria [música] ter aceitado a vida [música] como ela é. A cada um [música] cabe alegrias e a tristeza que vier. O acaso vai me proteger. Enquanto eu andar distraído, [música] acaso vai me proteger [música] enquanto eu andar. Devia ter [música] complicado menos, trabalhado, menos, [música] ter visto o sol se pô. >> Como o dia ao findar, o decesso não trunca [música] o poder do ideal e a corrente da vida. Nem ansinho a morder, nem mão engarra nunca. [música] A morte apenas sonho embalando a partida. Se o caminho em que vais é trilha que se junca de farpas, lama e fé, sem clareira ou saída, se compaixão somente [música] e não sentirás nunca a sombra da tristeza ou a esperança [música] perdida. Se a agonia envenena o pranto de teus olhos, qual rocio letal no lodo que te banha não te fira a visão de tremedais e abrolhos. O amor é como o sol ante o charco profundo. Amando, entenderás que a dor mais rude e estranha [música] é sempre a lei de Deus que se move no mundo. No momento mesmo em que o materialismo atingia o seu apogio e por toda parte espalhava a ideia do nada, surge uma crença, uma crença nova apoiada em fatos. Ela oferece ao pensamento refúgio, onde se encontra, afinal o conhecimento das leis eternas de progresso e de justiça. Um florescimento [música] de ideias que se acreditava mortas, mas que dormitavam apenas. Produz-se e anuncia uma renovação intelectual e moral. Doutrinas que foram a alma das civilizações passadas, reaparecem sob mais desenvolvida forma. E numerosos fenômenos por muito tempo desdenhados,

Produz-se e anuncia uma renovação intelectual e moral. Doutrinas que foram a alma das civilizações passadas, reaparecem sob mais desenvolvida forma. E numerosos fenômenos por muito tempo desdenhados, mas cuja importância, enfim, é pressentida por certos sábios, vem oferecer-lhes uma base de demonstração e de certeza. as práticas do magnetismo, do hipnotismo, da sugestão, mais ainda os estudos de Croc, Russell, Wallace, Paul Giber, etc., sobre as formas psíquicas, fornecem novos dados para a solução do grande problema. abrem-se abismos, formas de existência revelam-se em centros onde não mais se cuidava de observá-los. E dessas pesquisas, desses [música] estudos, dessas descobertas, nasce uma concepção [música] do mundo e da vida, um conhecimento de leis superiores, uma afirmação de ordem e de justiça universais, apropriados a despertar no coração do homem com uma fé mais firme e mais esclarecida [música] no futuro. traz um sentimento profundo dos seus deveres, um afeto real por seus semelhantes, capazes [música] de transformarem a face das sociedades. Essa doutrina que oferecemos aos pesquisadores de [música] todas as ordens e todas as classes. Ela já tem sido divulgada em numerosos volumes. Acreditamos nosso dever resumi-la nestas páginas sob uma forma diferente na intenção [música] daqueles que estão cansados de viver como cegos, ignorando-se a si mesmos daqueles que não se satisfazem mais com as obras de uma civilização material e inteiramente superficial. mas [música] que aspiram a uma ordem de coisas mais elevadas. É sobretudo para vós, filhos e filhas do povo, [música] para quem a jornada é áspera, a existência difícil, para quem o céu é mais negro, mais frio, o vento da adversidade. E para vós que este livro foi escrito, não vos trará ele toda a ciência [música] que o cérebro humano não poderia conter. Porém, será mais um degrau para a verdadeira luz, provando-vos que a vida não é uma ironia de sorte, nem o resultado de um acaso estúpido, mas a consequência

] que o cérebro humano não poderia conter. Porém, será mais um degrau para a verdadeira luz, provando-vos que a vida não é uma ironia de sorte, nem o resultado de um acaso estúpido, mas a consequência [música] de uma lei justa e equitativa, abrindo-vos as [música] perspectivas radiosas No futuro, ele irá te fornecer [música] um alvo mais nobre às vossas ações. Fará luzir um raio de esperança da noite de vossas [música] incertezas. Aliviará o fardo de vossas provações e ensinar-vos a a não mais tremer diante da morte. Abri-o confiantemente. Lede-o com atenção, porque emana de um homem que acima de tudo quer o vosso bem. Entre vós, muitos talvez rejeitem nossas conclusões. No pequeno número somente as aceitará. Que importa? Não vamos em busca de êxitos. Um único móbil inspira-nos. o respeito, o amor, à verdade. Uma só ambição anima-nos. Quereríamos quando nosso gasto invólucro voltasse à Terra, [música] que o Espírito imortal pudesse dizer a si mesmo: "Minha passagem pelo mundo não terá sido estéril se contribuir para mitigar uma só dor, para esclarecer uma só inteligência em busca da verdade, para reconfortar uma só alma. vacilante e constritada. Contemplando o anjo da morte, a alma arrimada ao leito despedia-se [música] em fim. Quisera comentar as sensações derradeiras para os entes amados. No entanto, [música] contraíra-se-lhe a boca em amargo silêncio. Tentava estender as mãos ansiosas e amigas aos que ficavam. Contudo, enrijeciam-lhe os braços como se mobilizados em couraça de gelo. Queria continuar a ver-se nas molhadas pupilas [música] que a rodeavam tristes, mas o pranto, a cair-lhe dos olhos encovados, suprimia-lhe aos poucos a bênção da visão. Grande viagem dentro do nevoeiro. Sob enorme conflito avergar-lhe a esperança, recorreu à oração e o [música] pensamento reto recusou-se a atender. Ainda assim, apelou para a memória, demandando recursos improvisados que lhe pudessem doar segurança e consolo. acordava com intensa aflição todos os lances da própria vida.

reto recusou-se a atender. Ainda assim, apelou para a memória, demandando recursos improvisados que lhe pudessem doar segurança e consolo. acordava com intensa aflição todos os lances da própria vida. Sofrera sim, mas fizera com que os outros sofressem. lutara imensamente, reparando, porém, corações desditosos em combate maior. E enquanto meditava no turbilhão de angústias, [música] mergulhou-se lhe a mente em dolorosa noite. Todavia das trevas, eis que pontos de luz descerram-se, cantes, pequeninas estrelas [música] alucilarem, lindas dentro da névoa espessa, chegam em revoada, quais sorrisos de amor desvelando na altura a estrada para os céus. Atordida e elevada, a alma enxerga de novo o anjo que a consola, explicando amoroso: "Eleva-te mais alto. Estes pingos de sol revelam-te o caminho. São eles, todos eles. Não são as gotas de fé que chorastes entre homens, mas sim as [música] que secaste. espalhando a alegria. Foi assim que, sem mágoa, [música] a alma feliz então avançou para os simos, ante a cintilações da caridade pura, que transformara em pérolas de esplendente beleza [música] as lágrimas de dor que ela própria enxugara entre as sombras do mundo. >> Se eu morrer antes de você, faça-me um favor. [música] Chore o quanto quiser, mas não brigue [música] com Deus por ele haverme levado. Se não [música] quiser chorar, não chore. Se não conseguir chorar, não se preocupe não. [música] Se tiver vontade de rir, ria. [música] Se contarem algo, ao meu respeito, [música] ouça. >> E acrescente a sua versão. Me elogiarem [música] demais, corrija o exagero. Se [música] você tiver vontade de escrever algo sobre mim, >> diga apenas uma frase. Ele foi meu amigo. >> Ele acreditou [música] em mim. e me quis mais perto de Deus. >> Irei [música] cuidar da mais nova tarefa no céu. Olhe [música] na direção de Deus. Você me verá, vai me ver muito feliz ao olhar. [música] E quando chegar [música] sua vez de ir para o Pai, >> nenhum véu nos separará. >> Mas se eu morrer antes [música] de você,

] na direção de Deus. Você me verá, vai me ver muito feliz ao olhar. [música] E quando chegar [música] sua vez de ir para o Pai, >> nenhum véu nos separará. >> Mas se eu morrer antes [música] de você, acho que [música] não vou estranhar o céu, porque ser seu amigo [música] >> é tudo em fim. >> Um pedaço do céu para mim. >> Se por acaso está ferido pela saudade que decorre da ausência física de alguém amado que a morte arrebatou, enxuga o pranto do coração e sorri feliz ante a expectativa do reencontro que ocorrerá após a tua viagem de volta. Em sua homenagem, ama e serve, evocando com a ternura e o reconhecimento pelos instantes felizes que ao seu lado viveste. Não lamentes a perda, porque vivo onde se encontre [música] tem conhecimento daquilo que ocorre contigo e poderá visitar-te, com das tuas emoções, dialogar pelo pensamento e reencontrar-te na esfera dos sonhos, nos teus momentos de parcial desprendimento pelo repouso físico. Honra-lhe a memória através de ações dignificantes em seu louvor e por meio de vibrações [música] de afeto que lhe dirigirás. A morte não possui o poder de romper as afeições, nem os ódios. Desse modo, não guardes mágoas, não te tornes inimigo de ninguém, mesmo que haja quem se te faça adversário. Vibra, portanto, no amor, e o amor vibrará contigo em harmonia cósmica, na glória da imortalidade. [música] Não reclames da terra. Os seres que partiram. Olha a planta que volta na semente a morrer. [música] Chora. De vez que eu pranto purifica a visão. No entanto, [música] continua agindo para o bem. Lágrimas sem revolta [música] é orvalho de esperança. A morte é a própria vida numa nova [música] edição. O lendo comentando de hoje, nós trazemos para conhecimento de todos um livro do Conselho Espírita Internacional, o meu, o teu, o nosso Deus. São reflexões sobre a forma de uma antologia sobre a divindade. Escolhemos para a análise de hoje um trabalho que resume um texto chamado Sete Razões para crermos em Deus. é um esforço de aprendizagem usando a

xões sobre a forma de uma antologia sobre a divindade. Escolhemos para a análise de hoje um trabalho que resume um texto chamado Sete Razões para crermos em Deus. é um esforço de aprendizagem usando a nossa faculdade gnóstica, que é o intelecto. Começa-se dizendo que há uma probabilidade ínfima de termos um planeta que exista e que exista tendo todas as características eh terrestres. Hum. É preciso uma imensa variedade de possibilidades para que se alcance esse objetivo. São variáveis físicas, variáveis químicas, variáveis eh de certa forma ligada ao movimento astronômico para que tudo aconteça adequadamente. Essa probabilidade é tão remota, mas tão remota, que supõe que há algo que faz convergir-las as variáveis todas para alcançar um determinado planeta, tal como nós o conhecemos. Então, o autor Abraão Morrison diz que essa é a sua primeira razão para crer em Deus. Mas ele vai mais além, eh, e pergunta: "O que é a vida?" essa estranheza do universo. Por que dizemos isso? Porque a vida caminha ao contrário do cosmos, eh eh aumentando o seu grau de organização. Chama-se isso fenômeno negentrópico, negação da entropia. Entropia é aquela característica química que mede o grau de desordem. A tendência do universo é degradar a energia. Já a vida faz o extremo oposto. Como pode isso acontecer? Nós nem sabemos definir exatamente o que é a vida. Dizemos que este ou aquele é um ser vivo, mas o que é a vida em si? Nós não temos capacidade de dizer isso. Essa é a segunda razão para se acreditar em Deus. Uma terceira razão, vai dizer o autor, é observar o instinto dos animais, né? Como é que eles conseguem fazer aquelas tarefas de sobrevivência baseado eh em possibilidades tão remotas? Por exemplo, viajar contra a correnteza do rio para voltar às origens e ali desovar. Época da desova, ou migrar como os pássaros. eh com uma certa ordem, com um certo grau de distribuição de tarefas de um continente para o outro para exercer as funções de sobrevivência. Como é que eles aprenderam isso? Como é

r como os pássaros. eh com uma certa ordem, com um certo grau de distribuição de tarefas de um continente para o outro para exercer as funções de sobrevivência. Como é que eles aprenderam isso? Como é que foi gerada essa sabedoria, foi gerado esse conhecimento? Acrescentamos, por exemplo, o que acontece com as abelhas. Elas simplesmente parecem saber aquilo que em matemática chama trigonometria. Eles escutam a dança que dão a orientação exata onde encontrar o pó. Como aprenderam dessa forma? Hã, há um quarto fator que vai dizer o autor para acreditar em Deus é a característica minúscula de gens e cromossomos. Toda a população da Terra, bilhões de criaturas praticamente se juntássemos todos os gens, eles eh caberiam num minúsculo espaço. Como pode tanta informação é que gera a vida, que geram os processos físicoquímicos e biológicos ser criado assim na base da aleatoriedade e colocado em minúsculas partículas da matéria? Depois diz o autor, ele acredita em Deus por causa do equilíbrio do ecossistema. Vocês já imaginaram como se dá a cadeia predadora para equilibrar a natureza? De vez em quando alguém está fazendo algum desequilíbrio hoje pela ação humana, mas ela se encadeia de tal forma que o predador e o predado existem em equilíbrio, né? Que fez isso? Quem construiu esse equilíbrio? Eh, e por último vai dizer ele que vai acrescentar ainda a imaginação, eh, pura e simplesmente que fenômeno brilhante é esse, que é o da imaginação? Ora, mas tudo isso é um esforço do intelecto para a percepção de divino e a fazer a crença se tornar argamaçada em algo significativo. Mas dirá ainda alguém, tudo isso pode ser um esforço explicativo da existência de Deus, as provas da sua existência baseada na causalidade, mas há algo que transcende a tudo isso. É um sentimento, é uma emoção de perceber Deus em todos os fenômenos da natureza. Então isto aí superará a nossa percepção de intelecto, será uma vivência de quem saboreia a presença divina. E esse talvez seja o nosso próximo passo da

erceber Deus em todos os fenômenos da natureza. Então isto aí superará a nossa percepção de intelecto, será uma vivência de quem saboreia a presença divina. E esse talvez seja o nosso próximo passo da evolução, sentir Deus além das provas intelectuais. >> Senhor da vida e da eternidade, reconheço [música] hoje que meu corpo é apenas um instrumento temporário da minha alma imortal. [música] Agradeço, Senhor, pela bênção de existir e pela certeza de que a morte [música] não é o fim, mas uma transição luminosa para a verdadeira vida. Que a saudade dos que partiram se transforme em ação fraterna e auxílio, pois sei, Senhor, que nossos [música] laços de amor são indissolúveis. Ajuda-me a cultiravar a paz e a caridade, [música] construindo meu destino com fios de luz, sabendo que sempre estarei mergulhado [música] na tua imortalidade. Que eu não tema a morte, mas que eu viva cada dia como uma oportunidade de amor, preparando minha alma para a tua luz eterna. Que seja assim. >> Há [música] tanto tempo que eu deixei você. >> Fui chorando de saudade, mesmo longe, não me conformei. Pode crer, eu viajei [música] contra a vontade. O teu amor chamou, eu regressei. Todo amor é infinito. Noite e dia no meu coração. [música] Trouxe a luz do nosso instante mais bonito. [música] Na escuridão, o teu olhar me iluminava e minha estrela guia era o teu riso. Coisas [música] do passado são alegres quando lembram novamente [música] as pessoas que se amam. Em cada [música] solidão vencida, eu desejava o reencontro [música] com o teu corpo abrigo. A minha dourada, viajei tantos espaços [música] para você caber assim no meu abraço. [música] amor chamou, eu regressei. Todo amor é infinito. [música] Noite e dia no meu coração. [música] Trouxe a luz do nosso instante mais bonito. Na escuridão o teu olhar [música] me iluminava e minha estrela guia era o teu riso. Coisas do passado são alegres quando lembram novamente [música] as pessoas que se amam. >> Em cada solidão vencida, eu desejava [música] o reencontro com o teu corpo

minha estrela guia era o teu riso. Coisas do passado são alegres quando lembram novamente [música] as pessoas que se amam. >> Em cada solidão vencida, eu desejava [música] o reencontro com o teu corpo abrigo. A minha dourada, viajei tantos [música] espaços para você caber assim no meu abraço. [música] Te amo. [música] Te amo.

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