Separação da alma e do corpo • Paulo de Tarso
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista recebe um convidado especial para abordar temas do cotidiano à luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se reúnem em momentos de aprendizado e reflexão sobre o Evangelho de Jesus. *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #SeparaçãodaAlmaedoCorpo #PaulodeTarso #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #PalestraEspirita #UEVC #VitoriaDaConquista #EstudoEspirita #LuzDoEvangelho #reflexãocristã #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos todos os amigos que se encontram nos dois planos da vida e todos aqueles que nos acompanham pela webcv e pela TV Manão do Caminho. Sempre uma imensa alegria saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um instante de reflexão em torno da mensagem do mestre, à luz da doutrina espírita. para melhor sintonizarmos com esse instante que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. Divino amigo, a nossa gratidão, Senhor, a nossa gratidão por essa terra que nos acolhe com toda a sua generosidade, dando-nos a oportunidade bendita de trabalhar os nossos talentos e potencialidades, bem como ressignificar os nossos equívocos, trabalhando na transformação e redenção de nós mesmos. Por isso, amigo, que a tua presença generosa, através de tantos amigos nos dois planos da vida, possa estar conosco a nos intuir para termos o caminho correto, a nossa própria redenção, transformação. Te rogamos que nesse instante que a tua presença esteja em cada lar, em cada coração e assim ampliando as nossas percepções para bem compreender a mensagem da noite. Que o teu amor nos envolva, que a tua paz nos proteja hoje e sempre. Hoje temos a alegria de receber mais uma vez em nossos canais nosso querido amigo e irmão Paulo de Tarso, que hoje traz-nos o tema separação da alma e do corpo. Meu querido amigo, seja bem-vindo. Sempre uma imensa alegria tê-lo em nossos canais. Uma honra poder ouvi-lo mais uma vez. A casa já é sua. Fique à vontade. Rogando vote muita paz. Passamos a palavra para você. >> Obada. Muito obrigado, viu, a querida Rosângela, Naila, Ivic, que está aí nos bastidores. Um abraço carinhoso a todos vocês que estão aí agora conosco nas ondas da internet, né, ligados aí em nossa em nossa live nesse momento de reflexão, de pensamentos a respeito da vida e trazendo esse assunto que está no capítulo terceiro da parte segunda de O Livro dos Espíritos, que é a separação
í em nossa em nossa live nesse momento de reflexão, de pensamentos a respeito da vida e trazendo esse assunto que está no capítulo terceiro da parte segunda de O Livro dos Espíritos, que é a separação da alma e do corpo. É uma dúvida recorrente essa questão é do que acontece, né, no momento da morte, como é que o corpo se separa do espírito e vice-versa. E essa não é uma temática nova inaugurada pelo Espiritismo. Afinal de contas, desde que nós nos percebemos como entes conscientes, nós temos a ciência da morte. Nós sabemos que o corpo morre e presenciando a cena da morte, naturalmente que indagações vão surgir. O que que está acontecendo com esse indivíduo que está morrendo? Ele está, ele está desaparecendo, ele está deixando de ser e a sua alma, se é que já se existe essa compreensão naquele momento, ela está indo para algum lugar, o que que vai acontecer com ela? Ela volta, não volta? Então, são e são indagações que ao longo do tempo foram feitas, naturalmente, surgindo as diversas teorias. As religiões nascem a partir desse fenômeno da morte. A filosofia ela é criada justamente sobre a finitude, sobre as reflexões a respeito do sentido da vida. Por que que a vida é assim? Porque que nós existimos? para que nós estamos aqui. E essa essa existência finita, de certa maneira, ela precisa de um significado. E o indivíduo quando percebido como alma que se desprende do corpo em direção ao mais além ou em direção a alguma coisa não material, essa essa destinação da alma também nos ocupa bastante, porque a própria teoria da salvação, né, a teoria da soterologia, soteriologia, ela está ligada a esse fenômeno da morte, que é a questão de nós buscarmos uma explicação para a vida e explicações para além da vida. Então esse momento ele está justamente nascendo no momento em que na no instante em que nós percebemos uma dualidade. Só faz sentido falar da alma a se separar do corpo se nós tivermos uma compreensão de que existe alma e existe corpo. Porque existem compreensões filosóficas
tante em que nós percebemos uma dualidade. Só faz sentido falar da alma a se separar do corpo se nós tivermos uma compreensão de que existe alma e existe corpo. Porque existem compreensões filosóficas e religiosas até que a alma nasce junto com o corpo e ao morrer, de repente acaba tudo. não existe nenhuma possibilidade de falarmos sobre eh a preexistência ou após existência do do da alma em função justamente de uma teoria que nega essas esses intervalos além do da morte a quem do nascimento. Não existe nada. Então não que se falar de separação de alma e corpo quando se tem uma ideia de finitude. No caso específico, quando a gente fala sobre isso, nós estamos falando sobre a essa composição múltipla do homem, que ele é alma, ele é espírito, ele é corpo, ele é as devidas denominações. No caso específico são os seus corpos, né, extrafísicos, trazidos aí pela teosofia e por outras doutrinas místicas. e também no caso da doutrina espírita, essa tríplice eh eh hierarquia funcional e formativa que é o corpo, o perespírito e o espírito. Então essas relações entre esses elementos, elas estão sim fazendo parte dessa nossa conversa de hoje. Porque quando voltamos lá no tempo de Platão, ele já concebia a ideia de corpo e alma Sócrates Platão. já tinham essa ideia, Aristóteles também já tinha essa ideia com visões diferentes. Então, por exemplo, eh se nós pensarmos em Platão, Platão tinha a concepção de que o corpo era uma prisão do espírito. O espírito ficava aprisionado, uma vez que o corpo tem menos possibilidades do que o espírito, menos capacidade do que o espírito. Naturalmente, quando o espírito se ingessa no corpo, ele perde funcionalidade. Então, a morte seria uma libertação. Então, se perguntasse para Platão, por exemplo, o que é que acontece no momento da morte, ele vai dizer: "O espírito voa como um pássaro" ou se transforma numa numa espécie de metamorfose, ela se liberta do corpo, eh, ganhando funcionalidades ou réadquirindo funcionalidades perdidas de outrora.
ai dizer: "O espírito voa como um pássaro" ou se transforma numa numa espécie de metamorfose, ela se liberta do corpo, eh, ganhando funcionalidades ou réadquirindo funcionalidades perdidas de outrora. Se perguntássemos para Aristóteles, ele já teria uma visão diferente, embora ele concebesse a dualidade. Ele concebia essa dualidade no sentido da integração, o espírito como uma espécie de elemento formativo, um elemento que dava forma à expressão da matéria que eh vai se constituir no corpo. E ele cria a teoria, o pensamento que ele chama de ilemorfismo, de il matéria, né? explicando essa ideia da composição do corpo e e da interação do corpo e da alma. Mas quem vai realmente ser um grande destaque nessa ideia da dualidade, nesse nesse conceito da dualidade, é Renê Decartes. Porque Renê Decartes, ele vai estabelecer os reinos, vamos dizer assim, né, das existências, o mundo das coisas, o mundo das ideias, o mundo divino. E ele vai falar sobre as coisas que habitam cada um desses mundos e, obviamente, da interação entre essas coisas. Então, para Decartes, por exemplo, a alma se unia o corpo através da glândula pineal. Olha que coisa interessante. Então, existe a alma, existe o corpo e eles têm um elemento de conexão que é a glândula pineal. Isso fazendo com que haja aí essa interação, porque essa também é uma questão, como é que a alma, se ela é material, conversa com o corpo que é matéria, né? Então esse assunto é bem grande, mas o ponto principal aqui da nossa conversa é de fato o seguinte, admitindo que existe um algo que é transcendente e que naquele momento da vida está aprisionado ou está relacionado ou está fixado no corpo, o que que acontece no momento desse desenlace? O que que acontece quando o corpo ele de repente exaure a sua condição vital e não dá mais condições de habitabilidade do espírito, se pudermos dizer assim? E de repente há uma necessária libertação, né? E como é que se dá essa libertação? E a partir daí a gente começa a entender que existe um processo que tá muito está muito bem
se pudermos dizer assim? E de repente há uma necessária libertação, né? E como é que se dá essa libertação? E a partir daí a gente começa a entender que existe um processo que tá muito está muito bem descrito nessa parte segunda aqui do capítulo terceiro do livro dos espíritos e também obras acessórias aqui da doutrina espírita, como por exemplo, eh, obreiros da vida eterna, eh, e outras obras, como o céu e o inferno, o próprio livro dos médiuns também, que traz alguma coisa sobre o espírito que se liberta e casos, né, que a gente vai perceber de relatos espirituais, de espíritos que passaram pelo fenômeno Porque Allan Kardec se usou exatamente desses desses mesmos instrumentos da entrevista com os espíritos para poder saber o que que acontece. Ninguém melhor para falar sobre isso do que quem passou pelo processo e conscientemente lembra. Nós todos passamos por isso já algumas vezes, mas a gente não lembra. Hoje não lembramos. Então a gente não dá pra gente fazer reflexões sobre nosso desencarne na última vida e como foi. Não, a gente não faz isso porque nós não temos ainda a capacidade de adentrar nessas memórias mais profundas para tirar essas ideias. Então a gente precisa usar dos recursos que nós temos, que são os espíritos, que falam a respeito dessa dinâmica. E o qual que é o ponto principal? O ponto principal é que existe uma relação, uma relação de consciência entre espírito, corpo. E essa relação de consciência, ela determina não somente o desel, como toda a vida, toda a relação durante a vida do espírito com a matéria. Então, se a gente pegar, por exemplo, um indivíduo que ele é extremamente somático, ele é extremamente sensorial, ele é extremamente corpóreo, podemos dizer que ele é extremamente matéria no sentido da predominância das suas da do móvel das suas ações. Esse indivíduo, ele tem muito mais essência material do que essência espiritual. o seu desencarne é diferente de alguém cuja relação seja muito mais frágil ou muito menos densa. Então, imagine uma outra pessoa que já
ele tem muito mais essência material do que essência espiritual. o seu desencarne é diferente de alguém cuja relação seja muito mais frágil ou muito menos densa. Então, imagine uma outra pessoa que já conseguiu, por exemplo, eh suelevar ou passar por cima, digamos assim, eh dessas vontades do corpo, ele já conseguiu superar essas injunções corporais. Então, óbvio que essa pessoa quando ela tiver passando por um processo de desenlace, ela se separe de maneira mais fácil, seja mais tranquilo esse desencarne em função justamente dessa dessa desvinculação energética que se estabeleceu entre a consciência e o corpo. Então, nós vivemos a nossa vida, e aí Allan Kardec vai explicar isso muito bem. Quando ele fala das escalas espíritas, os espíritos de terceira ordem vivem as suas vidas presos ao corpo. O corpo manda no espírito. Então é uma vida sensorial que Lázaro também espírito vai dizer que é o começo da relação progressiva do espírito, é quando ele está totalmente submetido aos instintos e, em segundo momento, à sensações que são elementos corpóreos. Então, o espírito vive para aurir do corpo as sensações que o corpo lhe lhe fornece. Então, que sensações são essas? as sensações hedônicas, as sensações dos prazeres. E obviamente que o corpo físico ele é cheio de elementos que proporcionam essa obtenção de prazer. É claro que isso não satisfaz as demandas internas, a gente sabe disso, mas do ponto de vista do estágio evolutivo daquela pessoa, ele não tem essas demandas internas ainda, nem como germen assim futucando a sua cabeça no estágio inicial, porque ele está vivendo totalmente para fora. E esse viver totalmente para fora cria uma dependência material que depois na desvinculação gera uma série de efeitos que a gente vai falar sobre isso daqui a pouquinho. Mas no momento em que o espírito passa da terceira ordem para a segunda ordem, ele já adquire uma outra capacidade, que é a capacidade de não mais ser totalmente dependente dessa dessa relação, mas ele começa a
ento em que o espírito passa da terceira ordem para a segunda ordem, ele já adquire uma outra capacidade, que é a capacidade de não mais ser totalmente dependente dessa dessa relação, mas ele começa a desenvolver sentimentos. E Lázaro também diz isso muito bem. E esses sentimentos eles vão gradando numa espécie de hierarquia do amor. A hierarquia do amor que começa no amor, aquele amor carnal, aquele amor do ego, aquele amor das vinculações que ainda são eh propiciadoras de sensações para aquele amor coletivo, aquele amor que entrega, aquele amor que ilumina, aquele amor que é sublime, aquele amor que é incondicional. Então, nessa escala evolutiva, o espírito vai se desapegando no sentido físico do seu próprio corpo, das dos elementos da matéria e vai se tornando qual um pássaro livre verdadeiramente. Ou seja, ele habita o corpo como um pássaro que visita uma gaiola sem portas, né? Uma gaiola sem portas, uma gaiola sem até mesmo sem os arames, talvez só um poleiro, vamos chamar assim, um pássaro que habita um poleiro, seria mais ou menos esse espírito que já está chegando num ponto aonde ele vai ser em primeira ordem aquele espírito que não tem mais corpo. A característica do espírito de primeira ordem é que ele não encarna mais, ele não tem mais essa necessidade da encarnação. Então essa gradação ela é muito importante pra compreensão desse processo do desenlace, porque nós morremos assim como vivemos. Ninguém cria um novo espetáculo da morte em função justamente de um querer, de uma vontade ou porque leu no livro que é legal. As cerimônias que são realizadas muitas vezes em nome dessas pessoas, desses indivíduos. Essas cerimônias elas falam muito sobre a forma como a pessoa viveu. São cerimônias que às vezes são cerimônias densas, que são cerimônias de disputa de interesses. Isso é muito complicado, porque aquela energia ela vai influenciar no processo do desenlace, assim como aquelas dependências psíquicas que se estabeleceram na Terra também vai influenciar bastante no desenlace. os
complicado, porque aquela energia ela vai influenciar no processo do desenlace, assim como aquelas dependências psíquicas que se estabeleceram na Terra também vai influenciar bastante no desenlace. os indivíduos estão presos emocionalmente. Aqueles que estão partindo, eles vão ter dificuldades, assim como os que estão partindo também terão essa dificuldade para se para se libertar. Então isso é um fator que vai influenciar também na na característica, no gênero dessa morte. Há outras possibilidades também, a maneira sensual como se viveu, raiva, sentimentos que são sentimentos de junção, né? sentimentos de conexão, de perseguição, de eh de pensamentos, digamos assim, aprisionantes. Todos esses são influências que vão contribuir positiva ou negativamente, mais negativamente nesse caso, no processo do desenlace, ou seja, na situação que é a separação da alma do corpo. E aí a gente começa a entender que a o a forma como nós vivemos, ela vai determinar não só a nossa vida espiritual, como também o nosso processo de desenlace. A maneira, o ambiente como nós nos, em que nós nos inserimos também tem a sua influência que pode ser maior ou menor, conforme seja o nosso grau de dependência em relação a esse ambiente. Dependências emocionais, conforme já falei, elas podem interferir negativamente no processo do desenlace. Então, feita essas considerações do ponto de vista comportamental e de consciência, vem agora os as os desdobramentos em relação a esse essa esse processo, que é justamente quando o indivíduo está sendo colocado nesse lugar, que é o lugar da finitude, que é o lugar da impermanência do corpo físico. Existe uma imortalidade ali naquele momento? Existe que é a imortalidade do espírito. Porém, existe uma mortalidade de um personagem. Aquele José da Silva, aquela pessoa que tem aquela carteira de identidade, o CPF, ele vai morrer. Ele vai morrer do ponto de vista físico, fisiológico e até mesmo do ponto de vista civil, ele morreu. Mas o espírito que o engendra, o
soa que tem aquela carteira de identidade, o CPF, ele vai morrer. Ele vai morrer do ponto de vista físico, fisiológico e até mesmo do ponto de vista civil, ele morreu. Mas o espírito que o engendra, o espírito que ele representava aqui na Terra, esse espírito continua. Então, existe uma continuidade espiritual e existe uma morte de personagem. Isso tá bem caracterizado também hoje na doutrina e na literatura de eh acessória aí da da doutrina. Então, o indivíduo, esse que está morrendo é o rato simbólico dessa morte que nós estamos falando. Um avião vem com 250 e 50 pessoas, né, hipoteticamente, e ele tem um problema, cai e aí e leva a óbito todas essas pessoas. Então, não existe uma explicação eh geral para todas aquelas mortes. Não existe uma condição geral para todas aquelas mortes. Ali haverá a possibilidade de ter 250 tipos diferentes de desenlaces em função de cenários dos mais diversos plurais histórias de vidas passadas, histórias atuais que podem representar naquele instante a os fatores determinantes da da da forma como aquilo ali vai acontecer. Então não tem assim, muitas vezes as pessoas se apressam dizer assim: "Ah, porque eram pessoas, eram romanos que queimavam cristãos, etc." Isso é de uma precipitação que beira irresponsabilidade muitas vezes. Então, a gente não pode fazer essas afirmações porque nós não temos uma forma de investigar cada situação daquela primeiro para saber se realmente eram essas pessoas aquelas que estavam vinculadas a atos dessa natureza do passado, nem muito menos que isso tenha sido uma punição para esses espíritos. Não tem como a gente estabelecer isso. Então, muito cuidado quando as pessoas vão dar explicações espíritas para acidente, para esse tipo de coisa. É claro que existem os resgates coletivos, a gente sabe disso, mas não é toda vez que isso vai se dar dessa forma. Às vezes existem diversas maneiras da gente interpretar aquele momento que está acontecendo ali, que faz parte de da vida de todas as pessoas. Porque nascer
é toda vez que isso vai se dar dessa forma. Às vezes existem diversas maneiras da gente interpretar aquele momento que está acontecendo ali, que faz parte de da vida de todas as pessoas. Porque nascer é opcional, mas morrer não. Uma vez que a gente nasceu, a gente obrigatoriamente eh vai desencarnar, vai morrer, né? E aí todo mundo, né? Vocês já sabem é a diferença que morrer é quando o corpo para de funcionar, desencarnar é quando o espírito consegue se libertar do corpo. E é sobre isso que a questão 154 e seguintes vai falar nesse capítulo. Então começa dizendo o seguinte: existe dor nesse processo? Ou seja, é um processo doloroso essa separação? A resposta é um sonoro não. Não existe dor, porque a maior dor que pode existir para um espírito é justamente uma dor moral. Nesse instante que cessam as funcionalidades fisiológicas, a dor que existe possível, o cérebro não está funcionando, a o corpo não está funcionando mais. Então ali agora a única coisa que resta são questões reverberações de consciência. são os atos de consciência que vão, e esses fatores todos que eu já citei, são fatores mesológicos que vão interferir no processo do desenlace. Então, não há dor, né? Ou seja, o indivíduo ele sofre muito mais no processo da própria vida. Nascer é extremamente complicado, gente. Nascer é complicado, morrer? Não, nascer é complicado, porque o nascer envolve entorpecimento, redução perespiritual, envolve eh acertos prévios, combinações, etc., que isso pode levar, né, durante um período de 9 meses ali, tá o espírito passando por um estado de extrema adaptação para entrar nesse mundo material. Agora, desencarnar é uma coisa relativamente rápida, não confund não confundir o processo de adoecimento que leva a desencarnação com a desencarnação em si, porque a desencarnação em si é o ato em que o espírito se liberta do corpo. Pode ser feito parcialmente e ao longo do tempo, sem dúvida alguma, mas naturalmente isso é mais rápido, é um processo mais rápido que a gente possa imaginar. Então, os
o espírito se liberta do corpo. Pode ser feito parcialmente e ao longo do tempo, sem dúvida alguma, mas naturalmente isso é mais rápido, é um processo mais rápido que a gente possa imaginar. Então, os sofrimentos que o os espíritos experimentam no instante da morte, eles muitas vezes são um gozo para o espírito, porque o espírito sente que naquele instante ele está se libertando de todas aquelas injunções, daquelas questões, principalmente se ele estava com alguma alguma doença incapacitante ou alguma coisa que pudesse eh lhe restringir a ação. Então, a morte ela pode ser realmente, né, vista como algo triste, um algo complexo, um algo difícil, um algo ou alguma coisa que é muito boa, né? O espírito pode de repente dizer assim: "Olha, eh, chegou minha hora, eu vou me entregar e e tá tudo certo, sem problema nenhum". Então, é subjetivo mesmo, viu, gente? não tem muita eh muita muito processo eh explicativo para dizer que é sempre de uma determinada maneira ou de outra. Agora, como metodologia ou como processo fisiológico, o que acontece nesse instante é que você tem uma paralisação das funções orgânicas do corpo físico e necessariamente um deslindar, né, um desvincular daquelas energias de alma, de energias de espírito que estavam presas a molécula, molécula ali desde a encarnação naquele corpo físico. Então o o o começa um processo de desenlace. Esse processo de desenlace, ele pode ser assistido conforme está aqui no obreiro da vida eterna. No capítulo 13, existe lá a desencarnação de Dimas. E a desencarnação de Dimas tá bem descrita. André Luiz fala dos três pontos. Os chakras baix baixos que estão aqui na região do abdômen, é um ponto de conexão. As a as emo as as energias emocionais que estão aqui na na área do coração e as energias mentais que estão aqui na área do cérebro. São pontos de desencarnação, aonde os espíritos que estão assistindo a Dimas, eles vão fazer aplicação de energias específicas que vão ajudar no deslindar dessa matéria, né? Esse espírito, ele parte para um
ntos de desencarnação, aonde os espíritos que estão assistindo a Dimas, eles vão fazer aplicação de energias específicas que vão ajudar no deslindar dessa matéria, né? Esse espírito, ele parte para um processo eh de separação. Aí, olhe só como isso é plural. André Luiz, né? André Luiz passou por um processo complexo que foi a sua estada no umbral durante um determinado período por conta da sua vida, da sua vida eh devastada e tal, uma vida que ele viveu de forma mais eh sem se preocupar com seu corpo. Ele é considerado um suicida involuntário porque ele não cuidou do seu corpo. Então, quando ele foi pro Umbral, ficou muitos anos lá numa situação de penúria e ele está vendo agora uma pessoa que está morrendo, ele faz uma pergunta capciosa. Ele pergunta assim: "Esse essa pessoa que está morrendo aí, ela eh cumpriu realmente o seu tempo de vida aqui na Terra?" A resposta é não. Aí ele ativa o seu modo curiosidade, ele diz assim: "Poxa, vocês estão ajudando o cara aqui a se libertar e eu não passei por ele, não tive esse privilégio, porque eu quando desencarnei, eu passei por um processo difícil e eles, esse indivíduo não tá passando por isso." Aí é que Jerônimo, né, o o instrutor, ele vai dizer assim: "Olha, você se acabou de um jeito, ele se acabou de outro". Ele se acabou porque a vida dele foi toda dedicada aos outros. Ele se deu para as pessoas de alguma forma dentro do bem e tal. E se o corpo físico exauri por isso. Ele recebeu tantas energias negativas no momento que ele ia atender a uma pessoa e tal, as pessoas chegavam com energia tão densa e negativa que o seu corpo assimilava. Então, embora ele estivesse bloqueado psiquicamente e em certo modo, aquelas energias foram extremamente danosas para o seu aparelho físico. Então, André fica com vergonha porque ele está vendo ali um processo diferente do seu do desencarne. Portanto, eles têm uma assistência espiritual, tá vendo como é que funciona. E ele estava se sentindo meio com inveja, dizendo assim: "Poxa, eu fui
endo ali um processo diferente do seu do desencarne. Portanto, eles têm uma assistência espiritual, tá vendo como é que funciona. E ele estava se sentindo meio com inveja, dizendo assim: "Poxa, eu fui preterido nessa história". E em verdade não é isso, né? E tudo segue uma um plano ARED estabelecido, um plano, uma uma lei divina. E as entidades venerandas, elas vão reconhecer, claro, aqueles momentos aonde esse torpor do processo da ignorância, que não permite ainda o indivíduo que está saindo desse lugar para liberdade, fazer isso dentro de uma certa eh tranquilidade, as entidades vêm ajudar, vem ajudar a fazer esse processo, libertar esse espírito e fazer então esse processo do desencarne de maneira eh mais clara. Eu conheci uma pessoa que me dizia que o seu pai tinha uma média unidade extremamente interessante. Ele via quando a pessoa estava desencarnando, no sentido assim da libertação dessas energias espirituais, ou seja, o processo da libertação. E a pessoa às vezes estava boa, não tinha nada, a pessoa não tinha problema nenhum, mas ele via ali o como se fosse o perespírito, né, se desprendendo do corpo, ele sabia que a morte era iminente. Aí você faz uma pergunta em relação a essa mediunidade dele, pergunta assim: "Como é que a pessoa tava boa e de repente a pessoa começa um processo de desencarne?" E essa pergunta que André Luiz fez capciosa, ela tem uma resposta, ou seja, existe um tempo de vida, existe o momento da gente desencarnar? Existe. E isso está na questão 853, né? que a questão de 53, letra A, está dizendo que o momento da morte, ele é um momento determinado dentro da do planejamento do espírito, dentro do planejamento da encarnação, ele já define basicamente quanto é que tempo que ele vai ficar na Terra e a partir daí ele ele define mais ou menos o seu não só o tempo, mas também o seu gênero de morte, né? Isso é faz parte do processo da reencarnação. Não é o dia, a hora, ah, vai ser tal dia, tal hora, não. é um é um é um é um momento é um momento da sua existência onde ali está
seu gênero de morte, né? Isso é faz parte do processo da reencarnação. Não é o dia, a hora, ah, vai ser tal dia, tal hora, não. é um é um é um é um momento é um momento da sua existência onde ali está eh eh mais ou menos estabelecido que haverá o desencarne mais ou menos ali por exaustão de fluidos ou por conta da questão de ter cumprido realmente um prazo estabelecido ou por às vezes pela misericórdia, pela intercessão da misericórdia divina que poupa aquele espírito de eventos futuros que poderão complicar ainda mais a sua vida. Isso vai depender. Cada caso é um caso, né? E o que a gente espera é que a gente caminhe por uma estrada tão boa que no final a nossa maneira de desencarnar seja melhor possível, porque todos vamos passar por isso, né? A gente não tem que fazer promessas para o céu, a gente tem que fazer atos para a terra, né? Porque as promessas para o céu, elas não resolvem exatamente esse nosso momento de desencarnos. A gente tem que deixar a bagagem pronta, porque a qualquer hora a gente pode partir, mas fazer isso de uma maneira tal que o viver seja glorioso, o viver seja uma entrega, o viver seja um processo de aprendizado para que a gente possa fazer eh isso acontecer de maneira mais plena. Em relação a isso que eu acabei de dizer, em relação a essa questão do tempo de vida, existe aqui eh uma questão que é 156, a questão seguinte, que a pergunta é a seguinte: a separação definitiva da alma e do corpo pode ocorrer antes da sensação completa da vida orgânica? Ou seja, esse negócio que eu estou dizendo pode acontecer? pode sim, na agonia, a alma algumas vezes já tem deixado o corpo nada mais do que vida orgânica naquele organismo. Aqui os espíritos estão dizendo que naqueles casos que o indivíduo tá no hospital, que o indivíduo eh já está ali somente numa vida vegetativa, muitas vezes o espírito já tá se desprendendo, né, ou se não totalmente, pelo menos uma parte significativa, já goza de uma certa liberdade, né, digamos. Então o espírito ele ele consegue ter essa
va, muitas vezes o espírito já tá se desprendendo, né, ou se não totalmente, pelo menos uma parte significativa, já goza de uma certa liberdade, né, digamos. Então o espírito ele ele consegue ter essa possibilidade. Você pergunta, é sempre? Não, pode ser sempre, pode ser naquela hora, pode ser de outro jeito, mas pode ser também que não. O indivíduo, ele realmente ainda está muito eh com raiva do momento. Ele não queria morrer, ele estava com com a sua revolta. Então aquilo tudo atrapalha, né, esse processo de alguma maneira. Então, eh o o a questão seguinte vai falar o seguinte, ó. No momento da morte, a alma sente alguma vez qualquer aspiração ou êxtase que lhe faça entrever o mundo onde vai entrar? Então, às vezes, sim, né? Às vezes a alma sente, às vezes a alma antevê esse processo. A gente sabe que tem tem pessoas que estão desencarnando, que vê pessoas queridas, para parentes, que vem como se viessem buscá-lo, né? Então é uma festa. Eu me lembro, me recordo quando meu pai estava desencarnando e eu cheguei no na CMUTI, eu entrei, aí ele ainda estava um pouco consciente, aí ele falou assim: "Olha que festa! Uma tava vazio, a sala só tinha eu". Aí eu eu fiquei assim até achando, será que ele tá falando comigo? Mas ele estava olhando pra parede. Então ele tava vendo ali, provavelmente vendo a sua mãe, vendo o seu pai, ele estava vendo ali outras pessoas que já tinham partido antes, né? e que eh tinham essa já tinham estavam agora em outra situação, né? Porque uma vez que a pessoa já desencarnou e percebeu que está no plano espiritual, recupera aquela energia, né? Aquela energia salutar da continuidade da vida e se coloca assim: "Olha, eu vou receber aquele que está partindo para que ele não sinta tanto, né? Para que seja sejam amenizadas essas essas situações, que é o que acontece aqui com Dimas, né? que tem todo um uma um aparelhamento para que Dimas seja recebido da melhor maneira possível. Quem lê o livro Voltei sabe também que eh o irmão Jacó, né, Fred Figner, ele ele está lá e e Fred
mas, né? que tem todo um uma um aparelhamento para que Dimas seja recebido da melhor maneira possível. Quem lê o livro Voltei sabe também que eh o irmão Jacó, né, Fred Figner, ele ele está lá e e Fred Figner vai justamente eh passar por um processo de desencarne que Bezerra de Menezes vem auxiliar a sua a o seu desencarne e no momento em que ele vem eh auxiliar no desencarne, ele vai na praia, né, ele se prepara para ir pro plano espiritual. Ou seja, existe toda uma assistência que é feita nesse momento. Nem toda, nem todo desencarne está com essa assistência toda. Alguns acontece por automatismo, mas de novo, eh a gente sabendo disso, a gente sabe quais são os ingredientes de uma boa vida e quais são os ingredientes de uma boa morte, por que não, né? Saber viver e saber morrer. Talvez seja educação para morte, que Herculano Pires escreve um livro sobre isso, né? saber viver e saber morrer, né? Porque não é uma coisa que vai acontecer se a gente der azar. Vai acontecer certamente, né? Isso aí vai acontecer certamente. Então essa aspiração ela existe. Algumas vezes o espírito já antevê isso, né? Então tem muitos casos de equ, né? experiências de quase morte que o indivíduo mostra que passou por uma experiência ultrafica, assim, uma experiência interessante. Ele se encontrou com pessoas, ele viu lugares maravilhosos e normalmente quem passa por uma experiência de equ de quase morte nunca mais vive do mesmo jeito. Jamais, porque ele tem uma impressão sobre a vida diferente. Ele sabe o que está do outro lado. Então, e aquilo está ali numa numa numa uma um misto, a sua vida vai ser um misto de expectativa e de tranquilidade, porque ele ele está premido na vida atual, sabe que depois vai ter uma tranquilidade. Olha, quando o livro dos espíritos foi publicado em 57, 1857, a os primeiros eh leitores mais assídos da do espiritismo eram pessoas em operários pobres. Por que é operários pobres? Porque eles tinham uma avidez por saber o que vai acontecer na sua vida. Sua vida atual era ruim, mas
tores mais assídos da do espiritismo eram pessoas em operários pobres. Por que é operários pobres? Porque eles tinham uma avidez por saber o que vai acontecer na sua vida. Sua vida atual era ruim, mas quando eles viam tudo aquilo que poderia ser diferente, eles se inspiravam numa possibilidade de uma vida futura, gloriosa, e às vezes até intensificavam certas ações na sua vida presente para que eles tivessem a possibilidade de passar por esse momento de uma maneira gloriosa. Quando os mártires também fizeram isso na época de Jesus e eles cantavam e as feras vinham para engolir os seus corpos, eles estavam fazendo o quê? Eles estavam no prenúncio de uma glória que lhes assistia naquele instante na no vislumbre dessa possibilidade. Então, realmente é uma coisa que acontece muitas vezes eh com os amigos espirituais. Aí a questão 159 é uma questão que a gente vê às vezes em livros, né, em filmes muitas vezes, que é aquela situação seguinte: qual é a sensação que experimenta a alma no momento em que reconhece que ela está no mundo espiritual? Olha que questão interessante. Então, a primeira palavra dessa resposta é: depende. Lembra que eu falei para vocês? Depende, né? Depende de uma série de coisas. Então, às vezes, o espírito pode, por exemplo, achar que tá vivo. Ele chega num mundo espiritual achando que ainda tá vivo. Ele não tem a perspectiva da morte. Ele não se reconhece morto. Às vezes você tem relatos de espíritos que ficam ao lado do próprio corpo inanimado, já morto fisicamente, fisiologicamente, mas eles não conseguem se reconhecer ali. Eles não, eles estão vendo, mas eles têm um bloqueio e eles não conseguem se ver. E eles ficam meio que na dúvida e saem, vão para casa, andam dentro das casas, tentam falar com as pessoas, às vezes ficam chateados porque eles eh as pessoas não estão dando assistência e a gente vê isso acontecer também. Então isso depende muito. Às vezes o espírito ele simplesmente ele continua preso nos despojos carnais. Então ele ele está
eh as pessoas não estão dando assistência e a gente vê isso acontecer também. Então isso depende muito. Às vezes o espírito ele simplesmente ele continua preso nos despojos carnais. Então ele ele está morto, ele está teoricamente ele está separado, mas ele continua preso, vinculado energeticamente aquela aquela massa corpórea que está ali em decomposição e é extremamente complicado, acontece às vezes, segundo os amigos espirituais, em casos de suicídio e outras situações, aonde a morte violenta ela pode pegar o espírito assim meio que eh de num susto, né? E ele fica meio sem saber como fazer. Então, eh, isso isso também depende da da dessas circunstâncias todas de vida. A questão seguinte é outra questão recorrente que acontece aqui. Muitas vezes as pessoas perguntam se quando a pessoa morre ela já encontra os parentes. Essa é uma pergunta interessante porque eh os espíritos diz: "Ó, geralmente é assim, mas em todos os casos, muito breve, é um instante que medê entre uma e outra". Eh, no caso, por exemplo, eh, não, desculpa, ele fala assim, eh, eh, sim, por causa da afeição que existe. Essa aqui é outra questão aqui que eu eu li aqui, a questão seguinte. Então, ele diz assim, ó, conforme a afeição que se lhes voltavam e lhes consagravam. E tem um outro ponto que é importante nessa questão do reencontro, que é o seguinte, eh, existe compatibilidade espiritual entre essas essas entidades que estão se vendo no plano espiritual. Isso é importante porque às vezes esses entes nem todos estão no mesmo plano energético vibracional e muitas vezes esses encontros são improváveis. Então há encontros sim existe a possibilidade deles se encontrarem, principalmente se forem os mais afeitos, mais mais próximos, mas existe também a possibilidade de não acontecer. Por quê? Porque os espíritos são muito diferentes. Então a gente vê lá André Luiz também em nosso lar, quando André Luiz se encontra com a sua mãe, ele não, eles não podem visitar o pai. Observe que a mãe foi visitar André Luiz. André
uito diferentes. Então a gente vê lá André Luiz também em nosso lar, quando André Luiz se encontra com a sua mãe, ele não, eles não podem visitar o pai. Observe que a mãe foi visitar André Luiz. André Luiz não pode ir no lugar onde a mãe está por conta de diferenças espirituais naquele momento. E os dois juntos, nem a mãe que está numa condição melhor pode visitar o pai. Então isso mostra que existem hierarquias ou mundos ou espécies de pluralidades de mundos espirituais aonde os espíritos compõem essas realidades a partir das suas das suas mentes, a partir das suas capacidades mentais. Então, existe a possibilidade sim de não somente depois, até mesmo durante o próprio processo do desencarne, esses esses irmãos estarem próximos, vindo para fazer então esses últimos momentos do corpo. Aí a questão seguinte, né, que é a questão 161, ela eu tô passando pelas questões até pra gente poder eh pra gente poder passar por esse por esse assunto o mais possível, né, dentro do tempo que a gente tem. Então fala sobre mortes violentas, dizendo assim: "E quando a morte é violenta, os órgãos ainda estão se eh não se enfraqueceram em consequência da idade, das moléstias. A separação da alma e a cessação da vida ocorre simultaneamente, ou seja, existe desencarnação concomitantemente à morte? Geralmente é, mas nem em todos os casos. Muito breve um instante que medeia entre a morte física e a morte e o desencarne. Ou seja, a saída do espírito muitas vezes é aquilo ali, porque foi num processo de desgastes, foi num processo ali, né, aonde houve a um envelhecimento natural e a pessoa meio que vai se acostumando com essa ideia. Eu eu já assisti a vários desencarnes, aonde as pessoas tinham a dificuldade de lidar com a temática da morte, mas à medida em que aquilo ia não crescendo, voltava, né, ia hospitalizava, voltava, aquele processo todo ia dando meio que uma amolecida na resistência, de maneira tal que quando chegou o processo finalístico mesmo ali, o momento da morte, aí foi muito tranquilo porque a pessoa já tava
uele processo todo ia dando meio que uma amolecida na resistência, de maneira tal que quando chegou o processo finalístico mesmo ali, o momento da morte, aí foi muito tranquilo porque a pessoa já tava meio que convencido de que esse processo ia acontecer. Há uma um episódio aqui no no na no desencarne de Dimas interessante em relação a isso, que é aquela coisa do da assistência do do último momento eh dos parentes, né? aquela coisa dos parentes próximos impedirem ou dificultarem um pouco o desencarne da pessoa. Eh, no caso de Dimas, eles perceberam que a a mulher, a esposa chorosa ao lado do corpo estava sendo um impedimento para que o desencarne acontecesse. Então, qual foi a ideia da equipe espiritual? Ó, vamos dar uma melhorada em Dimas. Aí eles fizeram um trabalho de energização em dimas, assim fantástico. Eles conseguiram atuar nas áreas que estavam mais complicadas no aparelho fisiológico dele. E ele abre os olhos e meio que dá uma recuperada. Aí ele dá uma recuperada e aí o o filho toma um susto. Papai, você tá bem? Tô, filho. Tô bem, tô. Aí a esposa que estava toda chorosa, viu o esposo melhorando, chamou os médicos e os médicos não contraria todos os prognósticos. Essa melhoria aqui não deveria acontecer, mas tá acontecendo, repouso e tal, já dando outras indicações, como se aquilo ali fosse agora caminhar para uma cura e de repente já daqui a pouco o Dima sai do hospital. Dimas estava grave, numa situação muito grave. Então, a equipe vai, aí tem uma equipe de assistência que acompanha a esposa no sentido de dar ela alguns confortos para que ela possa ir para casa. De repente, no momento que a equipe familiar se afasta, a equipe espiritual atua no sentido de apressar o desencarne de Dimas. Aí é que Dimas tem a possibilidade de se libertar, porque não tem mais aquelas energias em volta. É uma coisa importante a gente falar sobre isso, gente, porque às vezes é importante a gente deixar partir, por mais que doa. Deixar partir não é desejar a morte, desejar partir, desejar
ias em volta. É uma coisa importante a gente falar sobre isso, gente, porque às vezes é importante a gente deixar partir, por mais que doa. Deixar partir não é desejar a morte, desejar partir, desejar eh deixar partir é entregar a causalidade da morte no tempo em que ela chegar, sem medo, sabe? sem o o o a retenção mental, que isso é o que atrapalha muitas vezes o desencarne de alguém. Então, quando a gente tá próximo de algum moribundo ou de alguém que está num processo de desencarne, a gente tem que orar, agradecer pela vida e mandar mensagens espirituais ali mentais para aquele indivíduo ele ele se convencer de que a vida dele foi ótima, que ele viveu, que ele precisava viver e que agora ele tem outros caminhos pela frente. abrir mão de certas coisas naquele momento é um ato de generosidade sem limites, porque o espírito ele ele a morte é inexorável, ele vai morrer de qualquer jeito, não tem jeito. Mas fazer isso de uma maneira tal que ele consiga fazer isso se libertando como um pássaro, né? O pássaro no puleiro não é não é o pássaro na gaiola, é no puleiro. Ele ele pode ir a hora que ele quiser. Se você quiser ficar, se for da sua condição ficar, fique. Mas o ideal é que você quando chegar a sua hora e chegar seu momento, você se liberte, né? Então é muito bonito quando a gente pode assistir uma alma se libertando assim e a gente tá ali cantando e passes, etc. Ajudando esse processo, né? tem, quem já teve oportunidade de participar desse tipo de eh cerimônia, de momento, né, que é um momento sublime da vida, eh é muito bonito, é muito cheio de energias. Eh, e eu tenho certeza que os espíritos que partem a partir daí, eles partem muito mais tranquilos, sem aquela coisa de est olhando para trás, sem aquela coisa dos vínculos, sem aquela coisa das energias. É uma coisa muito legal. ele vai falar aqui eh numa numa parte eh final desse desse desse desse grupo de questões eh com relação à decaptação, né? Porque naquele tempo na França teve muita coisa ali, foi Revolução Francesa, Allan
vai falar aqui eh numa numa parte eh final desse desse desse desse grupo de questões eh com relação à decaptação, né? Porque naquele tempo na França teve muita coisa ali, foi Revolução Francesa, Allan Kardec nasceu em 1804, mas tinha eh poucos anos antes ali uma revolução que decaptou muitas pessoas. A guilhotina funcionou bastante, né, nesse processo. Então, o fenômeno da decaptação era algo muito vivo no imaginário. E Kardec pergunta sobre isso. E os espíritos dizem: "Olha, enquanto tem vida no corpo, existe ali algum substrato, alguma coisa que possa representar algum alguma algum tipo de consciência. Mas isso depende também, gente, isso tudo depende. Essa desvincular da consciência do espírito em relação ao corpo é um fenômeno multifatorial. Não é, não é uma ligação direta, né, conforme a gente já viu, porque pode ser que o corpo morra e o espírito continue ali vinculado. Pode ser que o corpo esteja vivo e o espírito já comece num processo de libertação. Pode ser que, de repente, nesse processo, você tenha eh influências que estão retardando o processo, como outras que podem acelerar o processo. A gente tem o caso dos suicidas, a gente tem o caso das pessoas que morrem com doença de longo curso, tem o caso dos acidentes, tem os casos das balas perdidas, tem os casos, né, das mortes súbitas por doenças, por coração, uma série de coisas. Me recordo do nosso querido André Luiz Peixinho, que conversávamos numa reunião e de repente ele, de um momento para outro ele baixou a cabeça e apagou. E muitos também são assim. Então, a pergunta que fica é como esse espírito reage no momento em que ele se percebe agora fora do corpo? Como ele reage de repente vendo a sua esposa correr na direção do seu corpo e e aflita e tal? E é claro que isso gera algum tipo de desconforto, gente, não tem como não gerar. Agora, nós também, entendendo isso, nós temos que fazer aquilo que seja o mais importante para atenuar esses efeitos, para fazer com que isso seja o menos doloroso possível.
e, não tem como não gerar. Agora, nós também, entendendo isso, nós temos que fazer aquilo que seja o mais importante para atenuar esses efeitos, para fazer com que isso seja o menos doloroso possível. O apego é doloroso. Aquela coisa daquele daquelas cerimônias chorosas, não é que as pessoas não devam chorar. Existe o choro da saudade, existe o choro do desespero, existe o choro do reconhecimento, existe o choro do sentimento real, eh, da saudade, existe aquele choro que é o choro do do da culpa, sabe? Do aquele choro do por que você foi, você não devia ter ido, né? eh, me leve junto, esse tipo de coisa que são alguns argumentos que são colocados beira de de caixão que as pessoas fazem assim, achando que estão demonstrando amor, mas estão criando impeços, impecírios ali naquele momento. Compreender o fenômeno da morte é sobretudo compreender o fenômeno da vida. Por que que isso tudo é importante a gente saber? Porque a forma como a gente vai viver vai determinar a maneira como nós vamos passar por isso. Então o espiritismo ele é legal porque ele não está preocupado em atenuar os efeitos e dizer: "Olha, você quando morrer, você vai para um lugar legal, você sabe, você vai comer pãozinho delícia, vai tomar suco de caju gelado do plano espiritual". Não é isso, sabe, gente? Explicar o processo significa você compreender até que parte do processo você interfere, até que lugar do processo nós somos capazes de interferir positivo ou negativamente. Compreender o processo significa dizer que eu posso ajudar a isso ser de uma maneira mais tranquila, como também posso atrapalhar bastante e fazer com que isso seja mais complexo. Então, é por isso que a gente precisa fazer um estudo a respeito da da temática, fazer um estudo a respeito desse, né, desse desse momento para que a gente possa olhar nossa vida atual, olhar no nosso momento atual e dizer assim: "Poxa, será que eu tô vivendo eh será que eu tô vivendo em conformidade com essa possibilidade? Será que eu tô fazendo da maneira correta como eu
ida atual, olhar no nosso momento atual e dizer assim: "Poxa, será que eu tô vivendo eh será que eu tô vivendo em conformidade com essa possibilidade? Será que eu tô fazendo da maneira correta como eu deveria fazer? Será que eu tô conseguindo realmente alcançar esse patamar de possibilidade aqui eh na minha vida em relação a esse esse estágio que nos aguarda a todos coletivamente? que será que nós estamos trabalhando para produzir esse estado de >> Olá. Nosso companheiro Paulo teve algum problema na transmissão enquando, enquanto ele não retorna, lembrando que ele estava falando sobre separação da alma. e do corpo. Um assunto bastante interessante que ele estava dizendo que todos nós vamos passar por esse processo, não é? Sendo individualmente ou aquelas almas coletivas. Já está de volta. passando a palavra para você. Obrigado. Oi, gente, eu eu entrou um WhatsApp aqui e aí quando entra eu eh danificou um pouco aqui minha relação com a câmera. Então, como eu estava dizendo, é importante a gente saber como é que funciona isso para que a gente possa saber de que maneira a gente intervém nesse processo, de que maneira a gente é capaz de fazer com que isso aconteça de maneira melhor, né? Então, eh é é bacana o espiritismo nos explicar isso, nos trazer a possibilidade de compreender que a morte é algo leve, que pode ser encarado de uma maneira tranquila. E acaba um pouco esse tabu, né, dessa questão de a gente encarar isso como um castigo, encastar encarar isso como uma perda definitiva. Não, a gente continua vinculado, a gente continua se unindo, a comunicação muda, porque antes eu pegava o celular e ligava pra pessoa. Agora eu preciso me conectar usando outro aparelho que é o aparelho da oração, que é o aparelho da introspecção, que é o aparelho do amor, que são aparelhos que nós temos aqui no nosso campo psíquico, energético, espiritual e que são muito fáceis de serem utilizados nessas circunstâncias. muda a relação de dependência emocional, não há mais a dependência material, mas
aqui no nosso campo psíquico, energético, espiritual e que são muito fáceis de serem utilizados nessas circunstâncias. muda a relação de dependência emocional, não há mais a dependência material, mas há agora os vínculos espirituais, a gratidão por pelo tempo que nós passamos juntos, pela maneira como nós fizemos esse esse nosso encontro. Então, é importante que nós tenhamos essa certeza. Por isso que é a simbologia ou falar sobre isso não é para só explicar tecnicamente, friamente, não é para dizer que isso fala sobre o sentido da vida. Como eu disse no começo, a morte traz o sentido da vida, porque a gente compreende como é que nós chegamos aqui, para que que nós estamos aqui, como nós vamos sair daqui, de que maneira eu posso sair pela porta da tranquilidade ou sair pela porta da angústia, de que maneira eu posso permitir ou ajudar as pessoas que estão passando por esse processo, né? Só para assim, a título da gente caminhar aqui para um fechamento. Eh, a minha mãe quando estava também num processo de desencarne, eu estou falando do meu pai, falei da minha mãe, porque são pessoas próximas, né, para não que ficar parecendo que é uma coisa assim distante, são pessoas que eu tinha uma uma vinculação emocional muito grande. Com a minha mãe, eu fiquei 60 dias eh fazendo evangelhos com ela todos os dias às às 18 horas. E você pergunta, por causa da da hora, né, do Angelos, da hora eh dos das 18 horas, não é? Porque a hora que ela tinha mais tristeza, era o momento em que ela tinha mais dificuldade. Então, naquele momento, nós fazíamos uma oração, fazíamos uma leitura e eu falava algo sobre a imortalidade da alma e falava algo sobre a finitude do corpo, preparando a minha mãe para morrer. Então, isso é algo que a gente pode muito bem fazer nas nossas vidas, gente. Isso não é ruim. É o contrário, é bom. Não estamos desejando a morte de ninguém nesse momento, uma vez que todos nós um dia iremos chegar nesse instante. Então, quem gostar desse assunto e se interessar na parte
ruim. É o contrário, é bom. Não estamos desejando a morte de ninguém nesse momento, uma vez que todos nós um dia iremos chegar nesse instante. Então, quem gostar desse assunto e se interessar na parte terceira, na parte segunda, né, do livro dos espíritos, capítulo terceiro, nós temos então todas essas explicações aí trazidas por nosso querido Allan Kardec, porque lembrando as suas palavras, quando ele chega ali na casa da senhora de plena Mesona, naquela aquele ano de 1855, né, levado por seus amigos e tal, então quando ele chega nesse lugar, ele ele descobre uma coisa interessante. Ele disse assim: "Eu vou saber como funciona o lado de lá", né? Então, esse saber como funciona o lado de lá é saber como funciona a vida do mundo espiritual. André Luiz falou sobre isso lindamente nos seus livros. Eh, Emanuel fala sobre isso. Joana deângeles, ela fala também de muitas coisas do espírito, eh, falando sobre como é essa liberdade do espírito, o crescimento, os potenciais da alma. Então, são muitos irmãos generosos do espaço que nos trazem muitas essas eh dessas informações para que a gente possa viver melhor a nossa vida aqui na Terra, eh dando dando valor a cada dia que a gente vive, a cada encontro que a gente tem e a cada possibilidade de sermos melhores hoje, mais um pouco do que ontem, menos do que amanhã. Que o Pai celestial nos abençoe e que nós possamos ter a consciência para viver as nossas vidas de maneira lúcida e possamos passar por esses momentos com muita gratidão por tudo que vivemos e nos prepararmos então para novas edições, quando haveremos de voltar à Terra em novos corpos, em novos personagens, para passar por tudo de novo, até o dia que a gente não precise mais. Aí quando a gente não precisar mais, em vez da gente vir em corpo, a gente vem em espírito para ajudar os que estão no corpo, ainda sem saber como viver em espírito. Muita paz a todos. >> Nossa gratidão, Paulo, pelas suas reflexões. A hora passou tão rápido, nem percebemos, né? Que o Senhor da vida
dar os que estão no corpo, ainda sem saber como viver em espírito. Muita paz a todos. >> Nossa gratidão, Paulo, pelas suas reflexões. A hora passou tão rápido, nem percebemos, né? Que o Senhor da vida teomine, te inspire sempre, meu amigo. Muito bom ouvi-lo sempre. Paz e luz a ti. >> Obrigado. Muito obrigada. Nossa gratidão também a tantos amigos aqui conosco de várias partes do país. Sempre bom saber que estamos na companhia amorosa de todos vocês. Lembrando sempre que todas as manhãs às 7 horas aqui estamos com o nosso momento de reflexão para começarmos o dia na luz da oração e todas as quartas-feiras às 21 horas com o nosso programa Somos Todos Imortais. Sua presença generosa é sempre muito bem-vindo. Lembrando também que você pode compartilhar este conteúdo que muitas vezes nos é caro ao coração, a nossa mente para esclarecermos amigos sobre a imortalidade da alma, né? Então, sempre um conteúdo interessante aqui na UFCTV, em vários outros sites espíritas para que possamos compartilhar, fazendo bem aqueles que estão conosco nessa jornada. Então, a todos a nosso eterno agradecimento pela companhia. Paz e luz a todos e até uma próxima oportunidade.
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