Depoimentos de Espíritos Sobre a Morte | Roda de Conversa

Mansão do Caminho 05/09/2025 (há 6 meses) 2:08:51 14,967 visualizações 1,388 curtidas

📍 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista – Tema central: Justiça Divina Em uma roda de conversa emocionante, os expositores – Eulália Bueno, Geraldo Campetti, Jorge Elarrat e Juselma Coelho – analisam depoimentos de espíritos sobre a morte, trazendo ensinamentos sobre a vida após a desencarnação e a justiça divina que ampara e acolhe a todos. 📅 29/08 a 07/09/2025 📍 Centro de Convenções Divaldo Franco – Vitória da Conquista, Bahia #SemanaEspírita #JustiçaDivina #Espiritismo #RodaDeConversa #VidaApósAMorte #Desencarnação #EuláliaBueno #JacobsonTrovão #JorgeElarrat #JuselmaCoelho #TVMansãoDoCaminho #VitóriaDaConquista #DoutrinaEspírita

Transcrição

Meus irmãos, bom dia. Muita paz. Que a paz do nosso querido mestre esteja em nossos corações. Que a espiritualidade boa, amiga, que nos ajuda na divulgação da doutrina espírita esteja conosco, nos trazendo paz e luz no coração. Eu fico feliz mais uma vez de estar aqui nesse momento, nesse encontro, para que possamos ter mais uma roda de conversa versando sobre temas que vão tocar no nosso coração com certeza. E eu, quebrando um pouco o protocolo, passaria a palavra aos nossos irmãos que compõem essa roda de conversa para que eles possam se apresentar e dar as boas-vindas a todos. Muita paz. Bom dia a todos. É uma alegria poder estar aqui nessa roda de conversa de corações tão ilustres, com a presença de corações também tão amigos participando conosco, cumprimentando também aqueles que se encontram na retaguarda de seus lares, de suas atividades, participando também conosco. É uma alegria, é uma honra e que nós possamos nesta manhã eh produzir frutos que nos abasteçam os corações e as nossas mentes. Um abraço a cada um. Queridos irmãos, irmãs, que Jesus nos abençoe nesta manhã já por si iluminada. que abramos o coração não apenas para receber o sol, mas o sol chamado Jesus, trazendo paz, amor aos nossos corações, para que saibamos aproveitar esta manhã de entrelaçamento dos mundos material e espiritual, e nos darmos conta que somos imortais. É uma imensa gratidão estar aqui junto de todos. >> Bom dia, queridos. Bom dia a todos. Muito gostoso a gente ver esse sorriso natural como a gente tá vendo agora, não é? Todo mundo sorrindo nesta manhã tão bonita. pessoal que tá nos acompanhando também pela internet, uma bênção, uma alegria a oportunidade da gente conversar sobre essa questão da justiça divina e nesta roda de conversa aqui, conhecendo um pouquinho da experiência do plano espiritual, da vivência desses nossos irmãos que nos antecederam e que trazem os seus testemunhos ricos de ensinamentos para o nosso aprendizado. que a gente possa aproveitar muito bem esta manhã. Tô

espiritual, da vivência desses nossos irmãos que nos antecederam e que trazem os seus testemunhos ricos de ensinamentos para o nosso aprendizado. que a gente possa aproveitar muito bem esta manhã. Tô muito feliz, honrado de estar aqui com este time maravilhoso, queridos amigos e irmãos da família espiritual, com quem eu aprendo e tenho certeza que vou aprender bastante nesta manhã. conquista. Nós esperamos que hoje com os nossos estudos da manhã, nós possamos mergulhar um pouco mais no entendimento dessa dimensão extraordinária que é a vida espiritual e os relatos que os espíritos nos trazem sobre seus fenômenos de desencarnação e o grande processo de reencontro nosso com a realidade da vidao. e que a gente possa sair daqui levando algumas reflexões bem profundas para as nossas vidas. >> Muito bem, o tema da nossa roda de conversa é depoimentos de espíritos sobre a morte. A gente costuma dizer que o espiritismo literalmente matou a morte, não seu sentido total, amplo, porque de certa forma as pessoas continuam morrendo, mas os espíritos continuam vivos, ativos, continuam com suas memórias, com suas recordações, com seus pendores, com suas tendências. E nada melhor do que ouvir esses relatos desses irmãos que foram gentilmente inclusive cedidos por Allan Kardec quando ele escreve o livro Céu e Inferno. Na segunda parte ele dedica exclusivamente a isso, a esse tipo de relato, como é estar do lado de lá. E aí eu recordo aquele momento em que o Arguto, professor Hipolit Leon, Denisar Rivo, ele está diante daqueles fenômenos e ele diz: "Agora eu vou saber como é o lado de lá sem morrer". Eu vou poder perguntar aos protagonistas desse cenário como é que funciona o mundo espiritual. E aí eu queria convidar os nossos irmãos aqui, cada qual fazer uma um breve relato sobre essa experiência, sobre esses relatos. E vamos começar com a nossa querida Juselma, que ela vai nos falar um pouco sobre o tema. >> Da próxima vez eu vou sentar lá no lugar de lá lá. Se você for fazer sequência,

ência, sobre esses relatos. E vamos começar com a nossa querida Juselma, que ela vai nos falar um pouco sobre o tema. >> Da próxima vez eu vou sentar lá no lugar de lá lá. Se você for fazer sequência, leit as leites primeiro. Tá certo. Muito bem. Então, o o livro Céu Inferno, ele nos traz um conforto à alma muito importante, porque o conhecimento que nós vamos adquirindo entender mais, saber mais e viver melhor. E quando nós chegamos em o livro O seu Inferno, nós vamos tendo esclarecimentos que nem a ciência e nem a religião de uma maneira objetiva, naquela época tinha explicação como se dá essa transposição da nossa condição física para eh o plano espiritual. Não havia uma explicação clara de como isso se dava. E o livro Céu Inferno vai nos trazendo todos esses esclarecimentos. E Kardec altamente caridoso, porque para mim isso é uma manifestação de caridade. Ele ele comprova tudo que tá sendo dito através de exemplos inquestionáveis. Ele não buscou exemplos eh de pessoas altamente ilustres, porque às vezes essas criaturas numa mudança de de de estado eh vibratório podem também cair de um processo de onde se estava numa condição de de muito destaque para uma condição de muitas simplicidade. O que que Kardec faz com a ajuda certamente, com a condução certamente dos espíritos nobres, ele pega criaturas, de uma certa forma populares, conhecidas, mas que tem uma vida que qualquer um outro pode ter. Eh, vidas mais no dia a dia, no nosso, no padrão da maioria das pessoas. E aí pelos depoimentos, ele vai classificando os que são felizes, os que não são felizes, os que sofrem. E e é uma riqueza de informações que no final, quando você conclui a leitura, você já quer voltar para refletir, estudar mais e refletir. E mais do que isso, a gente vai além da noção da justiça divina. A gente vai além disso, dessa noção, dessa certeza. Nós passamos a crer, a crer no plano espiritual, a crer na vida futura. Eu eu acho isso muito bonito, porque ao acreditarmos na vida futura, nós temos toda uma postura íntima

ssa noção, dessa certeza. Nós passamos a crer, a crer no plano espiritual, a crer na vida futura. Eu eu acho isso muito bonito, porque ao acreditarmos na vida futura, nós temos toda uma postura íntima diferenciada. Aí além de acreditar, nós começamos a ter uma vontade, uma vontade de ser espírito feliz, né? Não basta acreditar na vida futura. O que que eu tenho que fazer para ter uma vida feliz? E tudo isso vai projetando em nós essa mudança. Essa mudança que é a verdadeira educação de cada um de nós. É a educação nossa individual. Nós vamos mudando, nós vamos nos tornando mais suaves, nós vamos olhando paraas pessoas com mais amor, vivendo as experiências com mais dignidade e desenvolve na gente uma outra coisa muito importante, a gratidão. A gente começa a ter uma gratidão por estarmos encarnados, por termos amigos. por termos opositores, por termos oportunidade de estar junto com, de podermos estar aqui, por exemplo, né? É, é diferente. A gente vai a a nossa gratidão, ela vai se intensificando e a partir da gratidão, do conhecimento, aí tudo começa a mudar. Nós passamos a ser espontaneamente cocolaboradores ou responsáveis, corresponsáveis pela instalação da paz na Terra. Olha como é que a gente fica convencido, né? Mas não é de uma vez, é aos poucos. E aí a gente fala: "Não, eu sou útil. Eu tenho algo a fazer. Eu sou importante, eu não sou super importante, mas a minha encarnação ela é importante e ela há de fazer diferença para mim e para as pessoas. É isso que esse livro faz com a gente. Acho que a gente tinha que ler mais, né? Não é isso, >> CR. Bem, >> eu confesso que é um dos livros que mais me preencheu a alma, porque desde que me conheço por gente nesta reencarnação, eu convivia com os mortos, que eram os que estavam na carne, e eu convivia com os vivos, que eram os que estavam fora da carne. E ninguém se apresentou a mim em chamas, dizendo que estava queimando no inferno, nem envolto em luzes excepcionais, porque estava no céu. E quando eu peguei em mãos

eram os que estavam fora da carne. E ninguém se apresentou a mim em chamas, dizendo que estava queimando no inferno, nem envolto em luzes excepcionais, porque estava no céu. E quando eu peguei em mãos exatamente o céu e o inferno, comecei a ler. Eu fui percebendo o caminho excepcional que Kardec escolheu, desmistificando as crenças arraigadas em nós que nos faziam temer a Deus. ter medo e se sentir num big brother de Deus estão me vigiando em todos os cantos para me surpreender em erro e me enviar para o inferno. Então, quando Kardec dá essa estrutura ao livro, colocando todas as nossas crenças em cheque, nos fazendo raciocinar sobre céu, inferno, purgatório, as penas eternas, anjos e demônios. Ele nos apresentou a realidade da existência humana nos dois planos. E por fim, ele nos trouxe os moradores do plano espiritual para contar como viviam lá. E as experiências deles em qualquer categoria de espíritos apresentados vem de encontro a nós, nos diz para onde estamos indo, observando a construção da nossa existência e o principal de tudo nos dá tempo ainda nesta vida de mudar a rota. Eu tinha 17 anos quando eu conheci a doutrina espírita. E para quem não sabe, na juventude que eu ingressei, Alberto Almeida era o meu coordenador. Ele é mais velho que eu 7 anos. Ele só não envelhece, mas ele é mais velho que eu. Naquela época, pelo menos, eu era 7 anos mais novo. Hoje eu acho que devo ser uns 10 mais velho que ele, mas ele era mais velho que eu. E ele me deu uma tarefa quando eu na juventude que era ler a obra básica, que eu tinha que ler as as obras básicas. Aí eu saí lendo o livro dos espíritos na ordem dos espíritos, livro dos médiuns, evangelho. E cheguei no livro céu e o inferno. E foi a única das obras da codificação que quando eu terminei disse: "Mas isso é muito interessante, vou ler de novo". Aí eu voltei e li uma segunda vez. Aí quando eu terminei, eu voltei para ler só a segunda parte, uma terceira vez, porque eu achei muito impressionante tudo que eu tinha encontrado ali na

er de novo". Aí eu voltei e li uma segunda vez. Aí quando eu terminei, eu voltei para ler só a segunda parte, uma terceira vez, porque eu achei muito impressionante tudo que eu tinha encontrado ali na época. Eu não sabia por que eu tinha achado tão interessante o livro. Eu só achei que era, mas eu não sabia explicar porquê. Só depois é que eu fui entender que eh o que me fascinava na obra era exatamente a naturalidade com a qual Kardec lidava, conversava, indagava. Não, mas e por que isso? E como é que você está? Então, aquela aquela intimidade com a qual ele lidava com o mundo espiritual e as conversas que ele mantinha, para mim eram assim muito surpreendentes as informações que ele tirava desse conjunto de relatos que nós encontramos em o livro O céu e o inferno. E ele se deu o trabalho de classificar os espíritos com os quais ele teve a chance de selecionar para esse livro por grupos. Então tem um pacote só dos espíritos felizes, espíritos em condições medianas, sofredores, suicidas, espíritos endurecidos, criminosos, arrependidos e as chamadas expiações terrestres. Ele agrupou de acordo com as características. E aqui tem uma coisa bem interessante, é que o capítulo mais numeroso é o capítulo dos espíritos felizes, que a gente geralmente fica gemendo, ai vamos ficar todo mundo mal, ah, meu Deus. E aí quando você vê, é o capítulo que tem mais gente, é o capítulo primeiro. Tem 18 relatos de espíritos, né? São 17 espíritos felizes e tem um ali dentro que é trazido por um outro, forma 18. Mas que a gente nota na construção do trabalho de Kardec é que na medida em que ele se aproximou desses saberes espirituais, ele fez cinco grandes descobertas. cinco. A primeira descoberta que ele fez quando ele se aproxima dos fenômenos é a descoberta de que os fenômenos eram legítimos. Os fenômenos cinco, cinco, os fenômenos eram legítimos. é a primeira, a primeira grande, porque ele podia ter descoberto que era uma fraude. Então, o primeiro deles, o fenômeno legítimo. A segunda descoberta que ele faz, além

, os fenômenos eram legítimos. é a primeira, a primeira grande, porque ele podia ter descoberto que era uma fraude. Então, o primeiro deles, o fenômeno legítimo. A segunda descoberta que ele faz, além dos fenômenos ser legítimos, ele descobriu quem era o agente do fenômeno, porque ele poderia ter descoberto que o agente do fenômeno eram os encarnados, que era sei lá, alguma outra coisa. Mas ele vai descobrir como segundo a grande descoberta que o agente dos fenômenos eram os espíritos que se comunicavam com os homens, que existia essa comunicabilidade dos espíritos com os homens. Daí ele vai descobrir uma terceira coisa, que os espíritos que se comunicavam com os homens, eles guardavam a sua identidade, seus sentimentos, seus valores, suas emoções, suas saudades. Então, havia não somente a sobrevivência do espírito, como a guarda da sua individualidade após a morte, de certa maneira, sendo bem distinto de um pensamento que também existe, de que após a morte nós todos nos confundimos num grande todo. Então aqui ele veio apresentar, não, os espíritos são todos individualizados. O quarta descoberta que ele fez, nem todos estavam na mesma condição no mundo espiritual, porque nós poderíamos imaginar que, descoberto que os espíritos são o agente, que eles estariam todos no mesmo padrão. Não estão. Estavam uns mais felizes e estavam outros menos felizes no mundo espiritual. E aí vem a grande pergunta, última das grandes descobertas, que na verdade penso que seja a mais importante de todas as descobertas que Allan Kardec fez e que, de certa maneira, é o que o distingue dos outros pesquisadores, porque os outros também estudaram o fenômeno, também descobriram que eram os espíritos, também também descobriram que os espíritos e se comunicavam com as pessoas, tinham a sua visão individual e que uns estavam em sofrimento e outros não. Isso aqui você vai encontrar na obra de vários outros pesquisadores, mas a grande mudança do pensamento, do entendimento da doutrina espírita vem com a última das

s estavam em sofrimento e outros não. Isso aqui você vai encontrar na obra de vários outros pesquisadores, mas a grande mudança do pensamento, do entendimento da doutrina espírita vem com a última das descobertas, que é o seguinte: dado que eles não estão na mesma condição, o que fizeram eles para estarem assim? Ou seja, como viveram os homens para que estejam no mundo espiritual com uma condição feliz ou infeliz? O que move os espíritos a estarem do lado de lá numa condição de felicidade ou infelicidade? O que que numa palavra mais forte, o que que determina a condição de felicidade do espírito do outro lado? É a fé que ele participa? É a região do mundo onde ele mora? É a idade? O que é que de fato move a criatura humana para que quando se transforme no espírito, ele seja um espírito em condição feliz ou infeliz? E aí a quinta das descobertas é a descoberta de que as virtudes do evangelho são a base fundamental para a felicidade do homem. Ele não parte, na verdade do evangelho, ele parte da observação. Se olha, o cara era egoísta, tá mal. Esse aqui era altruísta também, aquele ali e tal. E aí ele vai fazendo a seleção das virtudes e vai descobrindo a identidade que existe entre as virtudes identificadas eh dentro do corpo de relatos que ele vai estudando não só com a com os casos de o céu e o inferno, mas ao longo da sua longa experiência. Ele vai descobrindo que sim, o evangelho do Cristo possui exatamente a síntese das virtudes que conduzem o homem à felicidade. Ô Paulo vai dizer o que, né, agora depois de ouvir essas meninas, né, e este e este menino aqui, eh, tão didaticamente expondo o o céu, inferno, a gente sabe, ele integra a chamada codificação espírita, o pentateu espírita, né, porque são cinco livros fundamentais. O livro dos espíritos é o primeiro deles, a gente sabe, 1857 e deu origem aos outros quatro livros que juntos com o livro dos espíritos formam cinco. Pentateuco, por isso o nome pentateuco, cinco livros básicos da doutrina. Cada uma das partes do livro

be, 1857 e deu origem aos outros quatro livros que juntos com o livro dos espíritos formam cinco. Pentateuco, por isso o nome pentateuco, cinco livros básicos da doutrina. Cada uma das partes do livro dos espíritos, que tá dividido em quatro partes, deu origem a um dos livros. A segunda parte deu origem ao livro dos médicos, não é? Que fala do mundo espírita, do da relação, não é? da comunicabilidade, da mediunidade. A terceira parte fala das da questão das leis morais, não é, que é o Evangelho Segundo o Espiritismo. A quarta parte vai falar do das esperanças e das consolações, que exatamente o céu, o inferno. A primeira parte quando fala da criação, da origem de Deus, dos espíritos, enfim, dos mundos, eh surge a Gênese. O livro céu inferno, portanto, ele é originário do livro dos espíritos, da sua quarta parte, a última parte, das esperanças e das consolações, porque vai tratar do futuro, né? Vai tratar do além, do que vem depois da chamada morte, uma vez que a gente continua vivo. Não é? Nós não morremos, somos espíritos imortais. O que vai distinguir eh o assim a explicação de cada religião, de cada entendimento, né, sobre a situação do espírito após a morte, é que vai dizer: "Olha, a crença é tal, é tal". E o espiritismo vem trazer muita luz para nós, porque Kardec um pedagogo, um educador, ele é muito didático e ele apresenta o livro, como ele faz com os demais da codificação, de uma forma muito metódica, muito organizada, fácil da gente ler e entender. E ele então coloca o livro O Céu e Inferno dividido em duas partes. Existe a primeira parte e a segunda parte. Vocês entenderam até aí? Então, a primeira parte tem toda a teoria, não é? Tem o arcabolso doutrinário, como a nossa Eulália tava colocando. Ele vai trazer as explicações sobre as visões mais distintas que tem acerca, não é, da imortalidade, da vida depois da morte, da teoria dos anjos, dos demônios, né, do purgatório, do céu, do inferno, dessas relações todas. E vai trazer explicação espírita. quando vira

acerca, não é, da imortalidade, da vida depois da morte, da teoria dos anjos, dos demônios, né, do purgatório, do céu, do inferno, dessas relações todas. E vai trazer explicação espírita. quando vira na segunda parte, é algo impressionante. Ele traz um primeiro capítulo sobre o passamento para falar exatamente do que constitui a morte e a desencarnação. E ele explica para nós que o fato da gente ter conhecimento de que somos espíritos imortais, por isso se não basta para nós garantirmos um estado de felicidade no plano espiritual, é preciso, além de conhecer o testemunho fundamental da vivência transformadora, que o Elará fala nessa quinta parte didaticamente, né, que eu me senti honrada aqui por servir de instrumento didático, querido, né? É muito bom mesmo. E a gente vê então a última parte, a questão do evangelho, né? É o evangelho, a vivência que efetivamente vai fazer toda a diferença. Não é se a gente é espírita ou não, não é se a gente tem um cargo ou não, se a gente tem uma profissão ou não, se a gente tem uma condição ou não. O que vai denotar é se nós fizemos ou não. Bem, aí sim isso vai fazer diferença. E isso não tem a ver com religião, pode ter a ver com a religiosidade, né? o nosso estado íntimo de nós buscarmos eh a espiritualidade pelo nosso exemplo. E Kardec, genialmente, né, Paulo, ele traz nessa segunda parte uma catalogação de cerca de 65 ou 68 casos, 68 casos no total, eh, de exemplos do que ele chama aqui, eh, pela evocação. Kardec evocava, ele chamava os espíritos e conversava com eles. O primeiro espírito se manifesta, por exemplo, é Sansão, no estado de espírito feliz. Era um integrante da sociedade parisense todos espíritas. Ele estava doente, né? Ele falou para Kardec, falou: "Ó, eu vou desencarnar e eu quero que você me evoque durante, né, ali o meu, né, velório, né, aquele período velório, imagina o corpo sendo velado e Kardec conversando com o espírito do indivíduo que tava lá, o corpo lá parado e o espírito super vivo e Kardec fazendo uma

meu, né, velório, né, aquele período velório, imagina o corpo sendo velado e Kardec conversando com o espírito do indivíduo que tava lá, o corpo lá parado e o espírito super vivo e Kardec fazendo uma série de perguntas para ele e ele respondendo lúcido, absolutamente lúcido. Levou 8 horas para ter esse despertamento. Falei: "Eu devo levar aí uns 800 anos". Mas enfim, é uma coisa impressionante, né? já o estado de preparação do espírito e Kardec vai trazendo para nós. Então é muito didático. Só para fechar, Paulo, aqui inicialmente a gente vê que o céu e inferno é uma obra fundamental que traz para nós os elementos básicos do que viria depois nos exemplos realmente da vida no mundo espiritual com eh Valen de, né, no na quando vai falar da vida além do véu. vai trazer, por exemplo, e Ernesto Bano na crise da morte, que ele cataloga também vários casos interessantíssimos. Eh, nós vamos ter, por exemplo, também fenômenos psíquicos no momento da morte, né, com também com esse pesquisador italiano que faziam as chamadas monografias. Nós vamos ter eh André Luiz com a vida no mundo espiritual, na psicografia de Chico, vamos ter a dona Ivone do Amaral Pereira, não é? É, trazendo experiências maravilhosas. Quer dizer, Allan Kardec, ele sedimentou todo o terreno para que pudesse a gente entender melhor esse processo, como a gente faz. Por isso, a leitura da obra básica e especialmente do céu inferno, que faz 160 anos, né, agora em 2025, é muito especial. Aí é o convite para quem, gente, já tem a obra, já leu, ótimo, excelente. Adquira uma nova para doar de presente, né? Publicação de >> essa daqui. Ele tá aqui. Publicação da FEB Editora. Eu tenho uma mão aqui que é a tradução, não é? Eh, de Manuel Quintão. A nossa Eulha tem outra na mão aqui que é a tradução é do Dr. Evandro Noleto, né? E tem várias traduções, estão disponíveis ali em formato grande, formato econômico de bolso pra gente dizer que vai ficar assim. Ó, também a Joséma tem um livro aqui para mostrar. Não vai ser por falta

tem várias traduções, estão disponíveis ali em formato grande, formato econômico de bolso pra gente dizer que vai ficar assim. Ó, também a Joséma tem um livro aqui para mostrar. Não vai ser por falta do livro que a gente vai, olha lá, ó, o ser fé na edição de bolso da edição ID. E esses livros aqui eu li, senhor presidente Godinho na minha amigo irmão, ele prefere ser chamado assim, senão ele fica bravo comigo depois. Eh, a gente lia esse livro aqui, Raul, na adolescência, né? Tá vendo? Nessa assim, ó. Sentava no alpendre, na cadeira de, né? E a gente agora é Letras Grandes. Obrigado, Olá. >> Bom, gente, muito bom. Eh, agora eu queria passar nessa segunda fase aqui da nossa roda de conversa, entrar em alguns assuntos que eu acho que são do interesse de todos, pelo menos por diversas vezes as pessoas falam sobre isso. E eu queria começar com o relato de um espírito chamado Joseph Bré. E ele ele era um homem honesto segundo Deus e segundo ou segundo os homens. Essa é a provocação do seu caso. Ele faleceu em 1840 e essa chamada ele foi evocado em 1862. Portanto, tem 22 anos que ele tá no plano espiritual. como é a situação? Ele está falando e tem é um espírito familiar e está comentando e alguém tá perguntando como é que ele está agora no plano espiritual. E ele diz assim: "Eu espio a minha falta de fé, porém grande é a bondade de Deus, que leva em conta as circunstâncias. Eu sofro, mas não como poderias imaginar. é o desgosto de não ter aproveitado melhor o meu tempo na Terra. E aí a pessoa que está conversando com ele, óbvio, estranha, porque ele era uma pessoa que tinha uma vida muito regular e diz assim: "Como você não era aquele que vivia honestamente?" Sim, no juízo dos homens, mas há um abismo entre a honestidade perante os homens e a honestidade perante Deus. Amiga, que o Selma nos fale sobre isso. Ela tá perguntando se eu quero trocar de lugar. Então, eh, a gente aprende na doutrina espírita que as leis de Deus estão registradas em nossa consciência. A princípio fica algo só decorado. É uma

so. Ela tá perguntando se eu quero trocar de lugar. Então, eh, a gente aprende na doutrina espírita que as leis de Deus estão registradas em nossa consciência. A princípio fica algo só decorado. É uma frase que a gente decora. Mas aos poucos nós percebemos que quanto mais nós amadurecemos diante eh da vida, mais a nossa consciência nos direciona, eu prefiro dizer direcionar do que cobrar, para a prática do bem. E essa consciência que faz parte da nossa individualidade, ou encarnados ou desencarnados, ela está ali vibrando a verdade daquilo que nós vivenciamos e daquilo que somos. Então, o mundo pode nos ver uma forma eh que nós exteriorizamos e até nos esforçamos para, no caso, esse espírito, ele se esforçava sim nas condições dele para ser honesto. Ele ele fazia isso sim, mas ele tinha um potencial interno que permitia que ele fosse um pouco além. E é nessas horas que vem o convite a cada um de nós, a reflexão que muitas vezes nós vamos, nós somos honestos até ali na divisa da cortina. Então só não porque eu sou, porque eu vou, porque Mas chega ali para cá, eu começo a pensar assim: "Ah, puxa vida, eu também tenho direito a por outro. Ah, eu já fiz tanto, também tô cansado, será que eu não posso relaxar um pouquinho?" E aí nós começamos a ter uma reflexão diferente em nosso próprio favor, que nos dá uma permissão cômoda de dali paraa frente a gente dá uma relaxada no que estamos fazendo. E é esse espaço de dali pra frente, penso eu, que esse nosso irmão, ele nos mostra a a condição, a virtude que nós já tivermos conquistado, ela precisa ser vivida em qualquer circunstância, não numa condição eh adequada ou não. É, diante de alguns eu ajo de uma forma, diante de outros, a são meus amigos, meus irmãos, me entendem, eu posso relaxar um pouco. A gente deve ser coerente, sem tensão. Não é ficarmos tensos, não é ficarmos e eh nos vigiando o tempo todo, até chegando a franzir o senho de preocupação. Eu tenho que ser sério, eu tenho que cumprir. Não é nada disso. Não é nada disso. Nós precisamos aprender a

ão é ficarmos e eh nos vigiando o tempo todo, até chegando a franzir o senho de preocupação. Eu tenho que ser sério, eu tenho que cumprir. Não é nada disso. Não é nada disso. Nós precisamos aprender a sermos cumpridores dos deveres de uma maneira feliz, de uma maneira natural, sabe? Em que as pessoas que nos observam pensam assim: "Puxa vida, ser honesto até que faz o outro feliz. Olha lá, como é que ele está bem? Nós precisamos, mas não é só pro outro ver, não. Nós precisamos ser coerentes com aquilo que nós acreditamos de uma forma natural, sem medos, sem condicionamentos. E aí nós vamos ver Jesus, a naturalidade com que Jesus conversava com alguém considerado de má vida e com o doutor da lei. A naturalidade de Jesus, ditada pelo amor, pela ternura, pelo conhecimento, pela naturalidade. Então o nosso irmão diz: "Olha, o que vocês viram, eu era isso, mas eu poderia ter sido mais e isso incomodava, né? E eu só não vou tomar tempo não, eu sou da nada para falar muito. Você me vigia já que você me pôs de primeira. Mas, mas veja bem, eu comentava outro dia com as pessoas que um espírito disse assim: "Olha, pode ser que nessa encarnação você tenha vindo devendo apenas um sorriso a alguém. A outro você deve um monte de coisa, mas aquele ali você deve só um sorriso. Aí eu passo de cara fechada porque eu sou espírita e eu sou séria e eu passo de cara fechada. Agora, em vez dever um, tô devendo dois." Vejam como é sério tudo isso. Então, vivenciar os princípios da doutrina espírita. E eu digo que o espírita é aquele que tem convicção. Ele não é apenas um crente que acredita em toda a obra básica, em todos em tudo que está contido na obra básica. Ele não é um apenas um crente, ele é um convicto. Ele tem certeza. Porque a fé é raciocinada. A fé é ela ela é conclusão da comparação, da análise. E aí acabou. Nós vamos ser em qualquer circunstância coerentes, honestos em qualquer circunstância, leais em qualquer circunstância. É essa a importância da do conhecimento real. da convicção de termos assumido com

ós vamos ser em qualquer circunstância coerentes, honestos em qualquer circunstância, leais em qualquer circunstância. É essa a importância da do conhecimento real. da convicção de termos assumido com amor, com respeito e com gratidão a vivência da doutrina espírita. Oláia fez um comentário na sua fala, da sua experiência em criança e eu me lembrei de um comentário que está no livro chamado Livro Tibetano, do Viver e do Morrer, aonde o autor, o Sanguial Rampochetê, se eu não me engano assim pronuncia, ele comenta que vinha com sua esposa no carro, num estrada e eles avistam aram um cemitério daqueles tipo bizantino, aquele cemitériozinho todo bonitinho, tudo pintadinho e etc. E a esposa falou assim para ele: "Olhe que cemitério lindo". E ele falou: "É aí que os vivos mortos enterram os mortos vivos. Quem são os vivos mortos? Somos todos aqueles que, tendo um manancial de informações, como nos traz a estrutura ímpar da doutrina espírita, nada fazemos para nos melhorar. Você estava falando isso e eu me lembrei de Cel Sanders, que foi a enfermeira que criou os cuidados paliativos e ela inaugurou essa fase belíssima da medicina, dizendo: "Não é importante acrescentar dias à vida, mais vida aos dias. O que nós mais vemos em nossas reuniões mediúnicas são espíritos que não acrescentaram vida aos dias, que perderam as mais abençoadas de todas as oportunidades que é a reencarnação, que viveram no limite da ociosidade. Eu gosto muito do livro Vidas Vazias de Joana de Ângeles, que logo na sua abertura nos diz no na lição de mesmo tema que nós estamos tomados por uma ociosidade mórbida e que permanecer na terra parece um grande favor que fazemos a Jesus. Sermos cristãos é como dar a Jesus a oportunidade de olhar e dizer: "Uau, eu estou cheio de seguidores." Como se Jesus tivesse uma página, um perfil no Facebook. Mas de fato, e o pior de tudo é que nós todos os dias mudamos a nossa foto de perfil, mas não mudamos o perfil da nossa alma. Então, enquanto não fizermos isso, nós

uma página, um perfil no Facebook. Mas de fato, e o pior de tudo é que nós todos os dias mudamos a nossa foto de perfil, mas não mudamos o perfil da nossa alma. Então, enquanto não fizermos isso, nós seremos os vivos mortos. E eu vou levar para sempre a frase com que Godinho abriu ontem a fala dele que você estava aqui, né? A ignorância é a sepultura dos vivos. Nós só seremos ignorantes se quisermos, porque tudo nos apresenta oportunidades de conhecimento e de crescimento e de mudança. Não é possível que nesses 10 dias da 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista, nós não saiamos daqui que seja um pouco melhor, vivos literalmente para a vida imortal. Queria só lembrar que a segunda etapa da nossa roda de conversa será de perguntas e respostas. Então, quem tiver perguntas, queira anotar nos seus bloquinhos aí, já passar pro pessoal pra gente poder aqui fazer a preparação já pra nossa segunda etapa da nossa roda de conversa. os internautas também, né, que estão aí na internet muito bem, podem também fazer suas perguntas através do chat. Geraldinho, eh, você que é uma pessoa extremamente dedicada ao livro e a gente sente a importância desse trabalho que você faz e ao mesmo tempo a preocupação que a gente tem com o conteúdo dos livros que estão sendo publicados hoje, principalmente quando se trata da questão do mundo espiritual, a gente tem rosas no chaminé. A gente tem margaridas no jardim e muitas versões do mundo espiritual contadas por espíritos. E a gente separar o joio do trigo, o que de fato é uma informação preciosa, importante, e o que é fruto da imaginação e fruto até do desejo dogmático pelas projeções atávicas que temos no nosso inconsciente do que deveria ser o mundo espiritual. como fazer a separação da informação boa e quais seriam as recomendações aos editores e as pessoas que publicam seus livros, até mesmo os médiuns que estão produzindo essas obras, para que tivessem o cuidado de saber exatamente o momento oportuno de colocar essas obras e ter um critério de

pessoas que publicam seus livros, até mesmo os médiuns que estão produzindo essas obras, para que tivessem o cuidado de saber exatamente o momento oportuno de colocar essas obras e ter um critério de curadoria até mesmo para validar se esses conteúdos estão corretos ou se eles estão apenas frutos fruto da nossa imaginação e do nosso desejo. Como é que você vê isso? >> Há um indiano matemático e depois se tornou bibliotecário também, Ranganatan, que ele criou as cinco leis da biblioteconomia. E a primeira lei que ele coloca é a seguinte: os livros são para serem lidos. A segunda lei é a cada livro o seu leitor. A terceira vai devagar. A, os livros são para serem lidos. Só e a gente já tem, né, muita coisa para conversar. Segunda lei é a cada livro o seu leitor. A terceira lei, sem confundir a cada leitor o seu livro. A cada livro o seu leitor e a cada leitor o seu livro, matemático, indiano e bibliotecário. Cada livro o seu leitor, a cada leitor o seu livro. E depois ele diz que as bibliotecas primeiro, assim, poupe o tempo do leitor, a quarta lei, poupar o tempo do leitor. E cinco, as bibliotecas, que a gente pode entender como as unidades de informação, incluindo as editoras, estão em constante crescimento. Bom, com a apresentação dessas leis, a gente verifica que a editora quando organizada, Paulo e queridos, ela tem inicialmente um processo de seleção de originais, de avaliação dos originais que recebe para possível publicação. Então você tem um grupo de pareceristas. Esses pareceristas são, evidentemente, aqueles que conhecem o espiritismo, que a gente tá falando de espiritismo, que t conhecimento do idioma, no caso português, ou se for de outro idioma também, que tem conhecimento da temática que tá sendo tratada. Então você forma um grupo de pareceristas multidisciplinares que têm conhecimentos diversos que se somam no esforço conjunto de poder fazer a avaliação e dizer se aquele original ele está em condições ou não de ser editado. Só para dar um exemplo, a Federação

s que têm conhecimentos diversos que se somam no esforço conjunto de poder fazer a avaliação e dizer se aquele original ele está em condições ou não de ser editado. Só para dar um exemplo, a Federação Espírita Brasileira, como uma edição tradicional centenária, ela recebe eh mensalmente cerca de 30 a 40 originais. É, e desses, cerca de a cada 10, um original avaliado pelos pareceristas é considerado apto, geralmente com emendas, com assim observações, é considerado apto à publicação. Aí vai passar pro Conselho Diretor, conselho editorial da da casa. Ainda vários desses livros, Paulo, que acabam não sendo publicado pela Federação Espírita Brasileira, às vezes são editados por outras editoras, por outros interesses. A gente não entra no mérito por uma questão ética. O fundamental é que ao avaliar a obra se considere primeiro seu conteúdo. Conteúdo é efetivamente espírita. está em consonância com os princípios fundamentais do espiritismo. Se o primeiro passo, se não for, não é uma obra espírita, eu posso fazer obra de literatura. Eh, vou dar dois exemplos. A dona Ivone do Amaral Pereira, que é uma médium de referência para todos nós, quando ela apresentou Memórias de um suicida na FEB, o Manuel Quintão disse aqui: "A gente só tá recebendo o livro de Chico Xavier, né? não recebeu no início. Era uma obra biográfica do Camilo Cândido Botelho, Camilo Castelo Branco, que era a biografia dele, né? A obra levou 30 anos de quando teve a primeira tentativa de chegar a FEB até a sua publicação, porque a médium teve humildade. Geralmente o autor moderno, ele tem pressa, ele quer publicar logo, ele quer fazer sua obra do dia paraa noite, da noite pro dia, ainda mais se é mediúnica, coloca um nome bonito, né, de um espírito, o médium também é assim. Então, aquela coisa, vem do plano espiritual, acha que é espírita, não é. precisa passar pelo mesmo cria, até maior. Bom, e aí então a dona Ivoni foi esse livro que é um bestellem calhamaço, foi revisado espiritualmente por Leoni. Aí a obra tinha caráter doutrinário.

não é. precisa passar pelo mesmo cria, até maior. Bom, e aí então a dona Ivoni foi esse livro que é um bestellem calhamaço, foi revisado espiritualmente por Leoni. Aí a obra tinha caráter doutrinário. Outro exemplo da própria nossa querida Ivone do Amaral Pereira, três obras daquela trilogia que vai narrar, não é, a vida dela de relação com Roberto de Canalerras em diversas encarnações, nas voragens do pecado, né? O cavaleiro Domier, drama da Bretanha ali, né? A gente tem essa trilogia maravilhosa. Quando foi apresentada, Charles, o pai espiritual da Tony Ivon, disse: "Mas minha filha é um livro espírita". Aí f é que pretende que seja. Mas onde é que tá o espiritismo nesse livro? Porque até aqui só tem a sua história e a história desse, né, seu amor tá ótimo, tal. E o pai falando pra filha, imagina só. Aí foi preciso colocar também conteúdo doutrinário. Veja, isso aconteceu com a dona Ivonar Pereira, um exemplo para nós de mediunidade. Hoje a gente vê livros, inclusive um colega nosso bem criterioso, ele passou recentemente numa livraria e tava lá os livros ditos espíritas. Se ele começou a ler, a foliar o livro, foi 10 páginas, 15 páginas, um leitor voraz assim, e começou a ter uma descrição de sensualidade e ele se envolvendo na leitura e ele procurando Kardec, procurando os espíritos, onde é que tá tinha uma citação sequer de que pudesse fazer referência que o livro fosse espírita. Então, é uma irresponsabilidade de uma inconsequência lamentável, utilizar um selo dito espírita por um espírito que se arvora em espírita para escrever um livro supostamente espírita. Há muita seriedade. Por isso que a gente não tem que ter pressa em editar. E aí, Paulo, fechando, a seleção hoje em dia fica, como boa parte das editoras não selecionam, apenas disponibilizam, porque não tem necessariamente uma seriedade editorial. Não são todas, mas boa parte, porque elas entram, o autor paga alguma coisa, publica o livro dela. E às vezes utiliza-se o nome do espiritismo que é lamentável. Como as editoras Boa parte

e editorial. Não são todas, mas boa parte, porque elas entram, o autor paga alguma coisa, publica o livro dela. E às vezes utiliza-se o nome do espiritismo que é lamentável. Como as editoras Boa parte não fazem a seleção, a seleção cabe a quem? as a nós leitores. Por isso que a gente tem que saber o que vai ler. Cuidado com a fonte que cita. Eu tenho a responsabilidade de citar obras nas quais eu confio. Kardec, a base, eu jamais posso deixar de citar. Se eu fizer uma palestra espírita, não citar Kardec, não fazer referência a um livro de Kardec, alguma coisa está errada. Se eu faço uma palestra dita espírita, citando autores que ditam obras mediúnicas através de médiuns que não tem idoneidade, não é espiritismo, seja onde for, eu não tenho direito de usar a tribuna espírita em nome do espiritismo para usar de obras que não são espíritas. E eu concedo espaço isso nas minhas livrarias, nos espaços onde eu tenho de divulgação. Então a responsabilidade é grande. Como é que a gente faz essa seleção? Estudando Kardec, conhecendo Kardec. Kardec não está desatualizado. O que está desatualizado é a nossa ignorância. Então a gente precisa ler estudar Kardec. precisa ver as obras de Chico, de Divaldo, de Raul, de Leão Deni, de Don Ivon, os clássicos pra gente poder ter segurança no nosso conhecimento doutrinário. Tantas obras boas, cuidado com as novidades, tá cheio de novidades e tem duas novidades excelentes, aproveitando está aqui disponível na livraria, acabei de comprar, fui falar com o presidente Godinho para ver se eu tinha conseguido dar um passo na frente dele. Ele falou: "Comprei ontem dois livros, um do nosso querido Peixinho e outro do nosso querido Divaldo, das mensagens Bezerra de Menezes. Lançamentos estão os dois. Já peguei os dois para pegar o autógrafo de um indivíduo que a gente nunca sabe onde ele está, mas ele está presente aqui, sempre está presente. E a gente não pode falar porque depois ele vai editar essa parte. Você sabe de quem eu tô falando, sabe? Todo mundo sabe, ninguém sabe onde

ele está, mas ele está presente aqui, sempre está presente. E a gente não pode falar porque depois ele vai editar essa parte. Você sabe de quem eu tô falando, sabe? Todo mundo sabe, ninguém sabe onde ele está, mas ele está, né? Eu vou pegar o autógrafo dele. Ele não vai quer, mas eu vou querer pegar o autógrafo do nosso querido amigo irmão Barreto. Duas obras belíssimas. São obras de lançamentos sérias, porque foram organizadas com seriedade e publicadas com seriedade. Então, a gente tem novidade, sim, mas novidade que vai resgatar o que a gente já precisa saber de há muito tempo. A boa nova é o Evangelho de Jesus. Então, gente, sobre livro espírita a gente tem muito, precisaria de muito tempo, mas assim, leiamos com cuidado. Se eu sou um palestrante, cuidado com quem eu vou citar. Muito cuidado, porque eu sou um formador de opinião. O espiritismo é tão amplo que ele permite, como aqui, né, esses nossos irmãos intelectuais, né, José, o Meulia e aqui também o nosso Elará, o Paulo, todos eles trazem livros assim maravilhosos que vão apoiar o estudo. Agora, cuidado com o livro mediúnico que eu tô ali na mão tudo, tô lento, tô me deliciando. Veja se não há nenhum contraponto realmente com princípio fundamental. Verifique se a médium ou o médium é confiável. Que espírito é esse que tá assinando o nome tal? Você conhece? Será que é isso mesmo? Essa editora, por um acaso, né, tem alguma seriedade? Não significa que eu não vê. Eu devo ler tudo. Mas na hora que eu for citar e for recomendar, eu tenho que tomar cuidado, porque eu tenho que ter absoluta segurança sobre isso. Obrigado, viu, Paulo? Dizem que a inveja é uma coisa assim ruim. Eu vou confessar para vocês uma coisa. Eu fui convidado por um amigo certa feita para ir lá em Salvador na casa de uma pessoa. Estava recebendo o Jorge para uma um trabalho. Você ia fazer uma live, se eu não me engano, aí o pessoal tava preparando, ele tem lá uns cachorros, a casa, aquela, uma casa grande que você vai quando você tá em Salvador.

orge para uma um trabalho. Você ia fazer uma live, se eu não me engano, aí o pessoal tava preparando, ele tem lá uns cachorros, a casa, aquela, uma casa grande que você vai quando você tá em Salvador. E eu estava lá com o Robson. um amigo. E aí chegou uma moça e trouxe um mapa mental de um estudo que ele faz e ela pegou e abriu assim nesse tapete vermelho que vocês estão vendo aqui é o mapa mental que ela abriu na minha frente. >> E eu confesso que eu disse, eu tenho muito chão para andar ainda. E a pergunta que eu vou te fazer, dada essa credibilidade do estudo, que eu tenho certeza que é uma preocupação e também uma dúvida de muitas pessoas, é com relação ao caso do Samson. Ele morreu no dia 21 de abril de 1862 e foi evocado no cemitério no dia 23 de abril de 1862. Dois dias. Kardec tinha esse hábito de chamar esses espíritos nas reuniões mediúnicas na sociedade parisiense. Hoje não é mais costumeiro fazer essas evocações. O que mudou de Kardec para cá? Primeiro eu queria fazer uma observação sobre o caso lá do Joseph Brgou para Joselma no seguinte sentido. Eh, quando eu estava lendo o céu e o inferno, a gente tem ali aqueles 18 casos de espíritos felizes e depois entra nos espíritos em condições medianas. E eu fiquei me questionando o que que mudou para que esses espíritos estivessem numa condição de felicidade e os outros estivessem numa condição mediana. E aí o que que o que que eu comecei a observar, gente? Esse pessoal aqui em condição mediana é tudo espírito cumpridor de obrigação, faz suas coisas, cumpre seus deveres. Por que que ele tá em condição mediana e o outro tá em condição feliz? Aí me deu o trabalho de pegar todos os casos e fazer uma espécie de um uma planilha do que que tinha neles. Então tinha tinha mulheres, tinha homens, tinha jovens e tinha velhos, tinha espíritas e tinha não espíritas. Tinha pessoas da atualidade, pessoas do passado, tinha pobres e tinha ricos. Gente, qual é, deve ter alguma característica que atravessa esses personagens? Eu fui

inha espíritas e tinha não espíritas. Tinha pessoas da atualidade, pessoas do passado, tinha pobres e tinha ricos. Gente, qual é, deve ter alguma característica que atravessa esses personagens? Eu fui lendo, lendo, lendo, lendo. Essas, essa característica um deve ter nos espíritos em condições medianas para poder descobrir. E eu descobri. Aí eu vou dar para vocês de graça, para vocês já saberem qual é. Nos espíritos que são apresentados como espíritos em condições felizes, na descrição da personalidade deles dito de maneira direta ou da forma como eles falam, você vai descobrir que eles são prestativos, ou seja, eles se interessam pelo outro, eles fazem alguma coisa pelo próximo, eles têm, eles fazem alguma coisa que pelo outro. E os espíritos em condições medianas são os cumpridores do seu dever. Então é aquele aquela pessoa que é muito correta, ela faz tudo certo. Ela não atrasa a dívida, ela cumpre a obrigação. Onde ela trabalha o trabalho dela, ela dá conta do trabalho. O trabalho que chega ela faz, ela não rouba, ela não engana, mas ela cumpre só o seu dever. Ela não vai além do dever. Ela não fore mais do que aquilo que se esperava na condição humana. Então, para aqueles de nós que somos cumpridores das obrigações, que fazemos as coisas todas com aquilo que a sociedade nos pede que façamos, a gente não vai ficar mal, vai ficar em condição mediana. mediano. Agora, aqueles de nós que nos predispusermos a fazer um processo de transformação, assim, de nos voltarmos para o próximo, esses de nós estaremos numa condição bem mais satisfatória depois da nossa desencarnação. Bom, com relação à questão do do que mudou. >> Obrigado. Obrigado, >> Ah, sim. Ajudou. E então é exatamente isso. É o fato de você tá olhando pro outro. Tá olhando pro outro. Com relação a essa questão da evocação. Sim, é verdade. No período em que Allan Kardec esteve conosco, nós percebemos claramente o processo de evocação. E tem alguns que são de manifestação espontânea também. Isso não quer dizer que todas as entidades que se

período em que Allan Kardec esteve conosco, nós percebemos claramente o processo de evocação. E tem alguns que são de manifestação espontânea também. Isso não quer dizer que todas as entidades que se manifestaram entre essas 68 que estão citadas no livro céu e o inferno, que elas foram todas ah evocadas, nós temos, na verdade, eh espíritos que se manifestaram de forma espontânea. Mas o que é que nós notamos nessa questão de Kardec? Além do processo da preparação espiritual, da equipe espiritual que havia e a todo o trabalho científico que era feito nesse sentido e a qualidade dos médiuns com os quais Kardec trabalhava, ele trabalhava com médiuns que ele chamava de médiuns positivos, em que ele perguntava coisas muito objetivas dos espíritos para verificar se de fato aquela aqualidade que se manifestava, se ela realmente era, perguntava coisas, né? Como é que era seu nome? Você bebeu onde? Em que lugar? Qual era seu nome? Então, havia uma médiuns que tinham uma uma possibilidade mediúnica muito mais aguçada do que costumeiramente nós encontramos nas nossas instituições espíritas hoje, em que boa parte dos nossos médiuns são conscientes, trabalham de forma mais intuitiva. Então, esse processo também do mecanismo da própria mediunidade é diferente. E a equipe espiritual que atuava naquele período também uma equipe espiritual que tinha um propósito distinto naquela época estava se trabalhando para a produção desse material. Porém, além desses aspectos, a gente deve considerar o fato de que naquele período, como o objetivo era construir a base do pensamento, o, a própria Sociedade de Estudos Parisienses, ela estava investigando fenômenos espíritas. Hoje nós não trabalhamos com a investigação do fenômeno. Nós não produzimos hoje um material para construir o entendimento das coisas. Nós temos hoje uma proposta muito diferente da reunião mediúnica. As nossas reuniões mediúnicas, elas são para acolhimento daqueles que precisam. Nós não estamos atrás de construção de saberes. Então é essa realidade nova.

posta muito diferente da reunião mediúnica. As nossas reuniões mediúnicas, elas são para acolhimento daqueles que precisam. Nós não estamos atrás de construção de saberes. Então é essa realidade nova. que nos conduz a esse tipo de prática. Se nós tivéssemos que fazer um trabalho de cunho científico, nós usaríamos médiuns positivos para dizer: "Muito bem, nós vamos agora trabalhar." Então, vamos pegar uma pessoa aqui que é um médium realmente eh que tem uma uma qualidade da sua mediunidade excelente, daqueles tipos que são capazes de trazer detalhes da informação para que façamos um estudo mais científico da questão. Aí a gente pode trabalhar dentro dessa vertente. Não é isso que a gente quer fazer nas casas espíritas. Nós não estamos atrás da construção de saberes no sentido da edificação das verdades espirituais, porque nós já temos a obra doutrinária com esse tipo de recurso. Então, como nós temos uma proposta de objetivo da reunião mediúnica diferente, o modelo de funcionamento da própria reunião acaba tendo uma um processo distinto. Se nós voltarmos a ter discussões eh voltadas para o aspecto mais científico, mais investigativo, aí talvez a gente possa ter a necessidade de trabalhar dessa forma, porque nos interessa um espírito em particular e não o trabalho de acolhimento daqueles que virão orientados pela espiritualidade que coordena o trabalho. >> Muito bem, muito obrigado. >> Sobre os sobre os mapas mentais. Sim, sobre os não, sobre os mapas mentais. Eu botei tudo num site. Eu vou dar o site para vocês. www.elah.com.br. Vocês entram lá. Eu fiz um mapa mental de várias obras. Coloquei uma uma um monte de referências bibliográficas de assuntos. Coloquei 100 palestras que estão organizadas por assunto e coloquei um negócio muito legal chamado minutagem de conteúdos em live. Você pega o conteúdo, você clica, ele vai para aquele minuto da live aonde essa informação e foi apresentada. Tá tudo nesse site www.elah.com.br. BR. Depois vocês descobrem como é que escreve meu nome, é só botar pcom.br.

você clica, ele vai para aquele minuto da live aonde essa informação e foi apresentada. Tá tudo nesse site www.elah.com.br. BR. Depois vocês descobrem como é que escreve meu nome, é só botar pcom.br. Tá bom? >> Muito bem. Agora vocês também que cabe tudo numa cabeça só. >> É, vocês estão compreendendo a inveja que eu falei lá atrás, né? Que eu disse assim: "Nossa, mãe do céu, como é que pode?" >> E e só um detalhe, nesses mapas mentais, o tem mapa mental já da metade da série psicológica de Joana de Angeles. Você entra lá e pergunta assim: "O que Joana fala sobre ciúme?" Aí tem todas as obras, todas as citações que tem. Não comprar os puxar. >> É, não, não, é, não substitui o livro, mas você pelo menos tem uma visão geral do que que ela trata. >> Madrugada. É de madrugada. >> Muito bem. >> O horário que o Elará trabalha é em estado de êxtase. Eh, desdobrado aí, provavelmente é de madrugada lá durante o dia todo, né? >> É. É. Gente, a gente tá caminhando aí agora pros minutos finais dessa primeira etapa. Nós vamos para o intervalo daqui a pouquinho, eh, para vocês comprarem os livros, né, eh, e se deleitarem aí com os lanches e tal. Mas eu queria aqui agora fazer um desafio para os nossos e as nossas companheiras aqui da roda, começando, claro, pelas damas que nós vamos ter que ter um poder de sínteses. Peixinho falava tempo de televisão, é evapt vupt, que nós temos somente 10 minutos. E aí a pergunta inicial é: espíritas têm medo da morte? >> Tem espírita que tem, mas não é espírita, diz que é. Só isso. Pode falar mais. >> Diz que é só um minutinho. >> Eu falei muito bem. Herculano nos fala sobre a educação para a morte. É importante a gente educar as crianças para a morte. O que que a gente ganha com isso? tudo. Eu acho que preparar a criança para compreender a morte como uma passagem obrigatória da vida material para a vida espiritual, vai oferecer a elas um tempo maior do que o que nós tivemos para fazer o que deve ser feito e um pouco mais. >> Muito bem. Capete,

omo uma passagem obrigatória da vida material para a vida espiritual, vai oferecer a elas um tempo maior do que o que nós tivemos para fazer o que deve ser feito e um pouco mais. >> Muito bem. Capete, rapidinho, se você pudesse dar alguns conselhos, proposta para valorização da vida em função do tempo que estamos aqui. >> Vida valor, é imortalidade, é doação, é amor. Então, a gente tem que viver hoje como se a gente fosse viver o último dia da nossa existência aqui na Terra, mas não desespero, não afogadilho. Nós temos tempo, seja ele qual for. Então, começar a ter um olhar que talvez a gente ainda não tenha tido. olhar com mais atenção, com mais acolhimento, com mais carinho, estar mais presente 100% quando a gente conversa com alguém, olhar para ela, abraçá-la, sentir que ela tem algo para nos ensinar, valorizar a vida em cada momento, cada gesto, cada circunstância, cada ocasião, cada prova que a gente enfrenta, cada ente querido que às vezes nos coloca assim no teste da fé e da paciência, a gente ter oportunidade de testemunhar. Isso é valorizar a vida. Isso é se preparar para a vida que continua depois da chamada morte, porque todos somos imortais. Eu diria, nós que somos espíritas não temos medo da morte, nós temos pavor. Jorge, umbral é a versão moderna do inferno ou não? é do purgatório. As trevas é a versão moderna do inferno. É, na verdade nós tivemos essa essa conexão, né? A doutrina espírita, ela não tem o propósito de eh trazer de novo esses conceitos antigos, mas o movimento espírita acabou aproximando aquilo que a literatura espírita nos fala como sendo eh o umbral com os conceitos clássicos da teoria católica, inclusive não estou falando mal, mas da teoria católica do purgatório, porque é um local de sofrimento do qual as pessoas são resgatadas. Então, esse local parece muito mais como purgatório e isso se dá em função do nosso atavismo. A gente vem de muitas histórias vivendo essa mesma realidade em muitas existências. Então, nós temos a tendência de ter essa busca das

to mais como purgatório e isso se dá em função do nosso atavismo. A gente vem de muitas histórias vivendo essa mesma realidade em muitas existências. Então, nós temos a tendência de ter essa busca das verdades que estão armazenadas em nós, mas em em no na realidade o o umbral tem uma perspectiva bem distinta daquilo que o purgatório nos apresenta e faz com que a gente, na verdade, eh, compreenda que e essas verdades elas são fruto desse nosso processo de armazenamento. Quero só fazer um comentário rapidinho. Ninguém que todo mundo falou pouco, falar um pouquinho mais. Sobrou é que se você pegar uma Bíblia protestante, só tem céu e inferno. Céu e inferno. Céu e inferno. Céu e inferno. Não tem purgatório. Por que que os católicos falam de purgatório se não tem purgatório na Bíblia? É verdade, não tem na Bíblia protestante. Porque a Bíblia católica tem sete livros a mais. E entre esses sete livros existem dois livros chamados livros de Macabeus. E nos livros de Macabeus tem uma guerra. E depois da guerra, os líderes da revolta que vem, aqueles que estão mortos, dizem: "Oremos pelos nossos mortos para que as suas condições espirituais melhorem do lado de lá da vida". E isso é uma prática comum no judaísmo. Mas é comum, comum. Uma coisa mais básica do judaísmo é você orar pelos que já faleceram para melhorar a condição espiritual deles. Foi daí que a Igreja Católica capturou a informação para criar essa instância na qual alguém está numa faixa de sofrimento, mas que orando por eles pode crescer, tá? Então, é mais ou menos por aí que as coisas surgiram em termos de purgatório. E o Umbral acabou tendo essa conexão em função das nossas crenças antigas que se conectaram com a doutrina espírita. >> Bem, bom, gente, então a gente vai fazer o intervalozinho, 30 minutos, voltamos às 11. Não esqueçam de fazer suas perguntas, passar pro pessoal pra gente receber aqui já fazer uma triagem, tá bom? Muito obrigado. Vamos retornando depois aqui dos alinhamentos e da hora do recreio, né?

1. Não esqueçam de fazer suas perguntas, passar pro pessoal pra gente receber aqui já fazer uma triagem, tá bom? Muito obrigado. Vamos retornando depois aqui dos alinhamentos e da hora do recreio, né? É que quando a gente encontra os amigos é muito assunto para pouco tempo. Então, aproveitando essas janelas aqui pra gente se falar. Vamos retornando agora com as perguntas e nós temos aqui uma eh uma pergunta para José que é o seguinte: Como não deixar o peso dos deveres tirar a vida e a alegria dos nossos dias? >> Pois é. Depois que a gente conhece Jesus, pegando o modelo de Paulo, né? Nunca mais a gente é a mesma pessoa. Então, mas é conhecer Jesus de uma maneira íntima. Você consegue separar as coisas muito bem. Eh, cada coisa em seu momento, cada pessoa na sua situação e você é capaz de atender a todo, a tudo e a todos. Eh, com respeito, respeito, que é muito importante isso, respeito a cada um e buscando na medida do possível, eh, se precisar, equaciona um planejamentozinho assim, ó, de segunda a segunda, de manhã à noite. O que que você vai fazer? você consegue, você vai falar: "Mas eu não tô falando de tempo, não tô falando de administração de tempo, eu estou falando da condição íntima". Mas é isso também, porque se você equaciona o tempo com amor, com respeito, tudo que você faz te traz alegria. Até mesmo quando você está passando por um momento de sofrimento, de maior desafio e que você consegue passar, eu costumo usar a expressão com galhardia cristã, sabe? A cabeça erguida não por prepotência, mas a cabeça erguida pela fé, pela fé raciocinada. Você você vai conseguir manter a alegria, não a alegria barulhenta, mas a alegria do cristão que cumpriu seu dever. Eu acho que é isso. Muito bem. Eu querida. Eh, essa questão eu acho que tá tem a ver com a questão 459, porque a pessoa tá falando, está falando aqui sobre a questão do Big Brother. Então, como tem uma palavra aqui que eu não tô conseguindo ler, eu peço desculpa, mas eu vou tentar interpretar como está aqui, é, como tirou ou como

está falando aqui sobre a questão do Big Brother. Então, como tem uma palavra aqui que eu não tô conseguindo ler, eu peço desculpa, mas eu vou tentar interpretar como está aqui, é, como tirou ou como virou, alguma coisa assim. Eh, como lidar, eu vou trocar a palavra a sensação de estar em um Big Brother, não de Deus, mas dos espíritos. Como lidar com isso? >> Primeiro pensando que todos os espíritos são de Deus e que muitas vezes nós não nos sentiríamos felizes de termos essa ordem invertida e os encarnados pensarem isso de nós, né? Todos estamos a caminho. que formam essa nuvem de testemunhas, como nos esclarece Paulo, são os que se afinizam conosco em nossa condição moral, nos afazeres comuns de todas as horas, porque a gente coloca a condição moral em algo que você faça. grande, que chame a atenção, que seja reconhecido. Mas não é assim. Até no abrir e fechar de uma porta, nós falamos da nossa condição moral e vamos adquirindo acompanhantes que se simpatizam com as nossas atitudes, se sentem fortalecidos por terem alguém mais que pense e aja como eles. Então, somos nós que vivemos neste momento. E aqui eu abro um parênteses para chamar atenção ao capítulo 18 da a Gênesis, né? eh numa fala do Dr. Barry, assinada Dr. Barry, onde diz que a humanidade encarnada e desencarnada sofre o contragolpe das ações uma das outras. Então, se aquele espírito, porventura não é um espírito bom, preocupemo-nos mais conosco para nos transformarmos a tempo de sermos um exemplo para a transformação dele. >> Muito bem. Leão também fala da lei de percussão, né? Nós estamos todos interligados de alguma forma, estamos conectados, nosso pensamento, nosso sentimento, nossas emoções. Nós estamos imersos em um grande mar, apesar de estarmos encarnados, mas nós somos energia, somos pensamento, somos iguais em essência. Então, é nesse lugar que a gente se iguala e tudo que a gente emite reverbera nesse campo comum e a gente recebe essas energias. Isso que o Lara tá nos trazendo aqui. Muito bem.

os iguais em essência. Então, é nesse lugar que a gente se iguala e tudo que a gente emite reverbera nesse campo comum e a gente recebe essas energias. Isso que o Lara tá nos trazendo aqui. Muito bem. >> Paulo, agora que você falou sobre isso, eu me lembrei de um trecho de um poema, de um poeta inglês chamado Francis Thompson. Ele diz assim: "É impossível tocar numa flor sem incomodar uma estrela". Isso mesmo. Muito bem. >> Repete. Aqui vem mais uma pergunta sobre a questão da literatura, tá? E e a a questão é mais um pouco parecida com aquilo que a gente já conversou, que você já abordou. Por isso eu vou passar essa pergunta para você, que tem alguns autores, né? O que pensar sobre a literatura, eu acho que, né, tá no contexto mais geral. Então, que os autores recebem mensagens ditas espirituais, que seus autores narram situações na sua própria forma de pensar e que tem uma boa publicação, vendem bastante, mas os direitos não estão direcionados a uma obra de caridade, um C espírito, uma federação, alguma coisa assim, que pensar como como isso poderia ser eh visto Como diante dessas questões que você ponderou sobre a literatura espírita, >> Kardec espíritas fossem num valor bem acessível, né, módico, assim, para que todos pudessem ter acesso. Chico Xavier também tinha essa ocupação, é, de tal maneira que as pessoas pudessem ter acesso aos livros. E ele inclusive cedeu todos os seus direitos autorais às editoras. A FEB foram inicialmente 88 títulos e depois Cico foi também, né, entregando para várias outras editoras como o Cé, o Ideal, a SEC, Gen, não é? O ID, eh várias editoras. Hoje a gente pela FEB trabalha em parceria com algumas dessas editoras, resgatando a obra de Chico, né? Porque os tempos são são outros também. a gente não pode deixar essas obras eh se perderem. É importante que elas eh estejam disponíveis para o público. E não é que as editoras não tenham tomado cuidado, não. Estão fazendo o trabalho bonitinho, no esforço, mas a gente soma, né? E aí fica

em. É importante que elas eh estejam disponíveis para o público. E não é que as editoras não tenham tomado cuidado, não. Estão fazendo o trabalho bonitinho, no esforço, mas a gente soma, né? E aí fica mais fácil levar cada vez mais longe, inclusive com traduções. Então, a a questão da mensagem do primeiro o conteúdo, né, Paulo? a gente tem que se ocupar com conteúdo, se aquele conteúdo é fidedigno com a obra básica. Então, se eu vou ler uma obra, se eu vou publicar, por exemplo, tem que ver o conteúdo, tem que ver a linguagem. Às vezes a linguagem não é compatível com uma obra espírita e a gente vê publicado por não necessariamente a editora, embora ela se chama espírita ou se denomine, e às vezes algumas nem se autodenominam espíritas, melhor que seja assim, elas têm um interesse comercial, um interesse do lucro, elas vivem disso, né? Inclusive os seus profissionais. É claro, o trabalho editorial é um trabalho profissional. Eh, a Federação Espírita Brasileira tem eh profissionais contratados, especializados em editoração? Tem. E não tem como ser diferente. Não dá para ter só o trabalho voluntário. É preciso ter realmente aqueles que são profissionais, porque é uma, né, é uma especialização, se tem exige conhecimentos, enfim, e a gente não conseguiria ter o próprio profissional, eh, por exemplo, especializado e fazendo um trabalho como doação, como voluntário. Você precisa ter a pessoa dedicada ali, porque se trabalha muito realmente, né? E aí o cuidado é que quando a gente for fazer, por exemplo, né, a aquisição de uma obra, verificar a idoneidade do autor, da editora, verificar se tem alguma correspondência. Na federação, a gente começou a colocar uma informação, por exemplo, aqui na Gênese, como está em todos os livros, no verso do livro a gente coloca assim, a não consigo ler. Você lê aí que que tá escrito nesse azul. Adquirindo esta obra, você está colaborando com as ações de assistência e promoção social da FEB e com o movimento espírita na divulgação do Evangelho de Jesus à luz do Espiritismo.

scrito nesse azul. Adquirindo esta obra, você está colaborando com as ações de assistência e promoção social da FEB e com o movimento espírita na divulgação do Evangelho de Jesus à luz do Espiritismo. >> É exatamente por que a gente colocou essa informação para esclarecer, não é? Para informar o público, porque muit onde é que vão os destinos recursos? A FEB tá se enriquecendo com os livros. Chico nunca se enriqueceu, muito menos a FEB. não tem esse interesse lucrativo. O que se tem, evidentemente, é uma aplicação adequada de um recurso que tem retorno para reinvestimento. Então, eu não posso, por exemplo, eh disponibilizar o livro num seu valor de capa inferior ao custo que ele, né, que eu tenho para produzi-lo. Seria um contrassenso. Aí nenhuma coisa, nenhum negócio, nenhuma possibilidade eu vou ter de fazer o trabalho precisa ser feito. Então, quando você tá falando desse ponto, você tem que ter tem um valor, tem um valor de capa, tem um custo e tudo mais, dá seus descontos e tá para poder acessar da melhor maneira possível. Isso é fundamental. Agora, e algumas editoras elas deixam declarados, elas publicam alguns autores cujos autores pagam. Às vezes funciona assim no comércio, no mercado editorial, eu quero publicar um livro, ó, custa tanto, você paga, você tem o seu livro editado. Infelizmente isso acontece em alguns casos espíritas, porque o autor ele não tem, por exemplo, né, assim, talvez o tempo de, ah, eu vou colocar o livro para poder ser submetido a uma avaliação. Me lembro uma vez uma senhora era médium e ela tinha já um um praticamente uns 10 livros prontos e ela disse assim: "O meu mentor espiritual pediu para te procurar". Eu falei: "Nossa, eu tô assim bem na fita, né? O mentor espiritual dela pedindo para me procurar e falou que era para você verificar essa questão dos livros aí que eu preciso publicar". Aí eu falei para ela:ão, já que ó, o telefone, nunca tinha visto a senhora. Falei, já que a senhora tá me ligando assim, se seu mentor espiritual pediu para procurar, a

os aí que eu preciso publicar". Aí eu falei para ela:ão, já que ó, o telefone, nunca tinha visto a senhora. Falei, já que a senhora tá me ligando assim, se seu mentor espiritual pediu para procurar, a senhora tá sabendo que o livro vai passar por uma avaliação, um critério, né, rigoroso para ver se tá OK e tal. Ela falou: "Não, mas ele não permite que seja modificado nada do livro". Eu falou: "Então, minha senhora, a senhora, nem perco o tempo da senhora, com todo o respeito, não a conheço, de mandar o livro pra FEB, que nós vamos avaliar com certeza, porque avalia tudo, todas as obras, independentemente de quem seja, né, precisam ser avaliados. Então isso é um critério rigoroso. Agora tem muitas coisas que vão aí verifica tá aplicando para quem? Alguns inclusive coloca que parte, né, do recurso é destinado. Então tem uma explicação. É parte também coloca parte. Não tá sendo assim. Já é alguma coisa, tudo bem. Às vezes não tem informação nenhuma. E a gente tem que tomar cuidado quando você tem a clareza uma instituição espírita, né, federativa, é uma casa espírita, um centro espírita, né? Nós temos aqui a nossa irmã, né, José também com, né, com editora lá num trabalho que ajuda, sabe da dificuldade que é, porque um livro custa caro produzir, não dá o retorno às vezes que se espera pra própria manutenção, a gente precisa buscar outros recursos também. Então é um esforço, mas a seriedade Paulo, que precisa ter e que muitas vezes não tem porque não se ocupa necessariamente com a doutrina espírita, mas em querer publicizar alguma coisa que eu fiz, qual é a novidade que eu tô fazendo? Qual é a contribuição efetiva? Porque muitas vezes, ó, nade, não precisa ter uma novidade, mas você tá contribuindo efetivamente, aquele título vai contribuir, tem alguma parte ali que olha, isso aqui realmente fez a diferença aí, beleza. Você veja que às vezes a contribuição desses nossos irmãos aqui, uma fala é rica porque condensa informações e tudo mais, né? E a gente vai aprendendo. É tão bom isso.

ente fez a diferença aí, beleza. Você veja que às vezes a contribuição desses nossos irmãos aqui, uma fala é rica porque condensa informações e tudo mais, né? E a gente vai aprendendo. É tão bom isso. Isso pode resultar em publicações futuras e tal, como agora tivemos duas, né? condensando aí o pensamento do peixinho, uma coisa maravilhosa e as mensagens de Edivaldo aqui, né, em em conquista. Eh, eh, isso é uma contribuição valiosa, a gente faz um resgate, né? Então, vale a pena ter essa seriedade. Cuidado com o que tá comprando. Qualquer lugar que eu for, gente, aqui na livraria mesmo, você vai faça a sua escolha. É um direito que tem. Olha, eu tenho ali tradução da gênese, né? Eu tô com a gênese aqui para deixar de presente, presente da FEB, tá? Quem quiser, quem não tem a gênese ainda, depois pode pegar com elar aqui que ele vai entregar para vocês no presente da FEB, tá bom? Aí tá e só para dizer, porque aí você pode pegar o livro lá na livraria, vai adquirir, escolha o que você quiser. Ah, eu tenho na dúvida, pergunta para quem tá atendendo. Geralmente a pessoa que tá atendendo ela conhece. Era para conhecer. Se você tem uma dúvida vai pelo autor, Alan Kardec, tem dúvida? Vai pelo autor. Chico Xavier tem dúvida? Vai pelo clássico. Tem vários clássicos. E aí tem dúvida, Divaldo Franco, tem dúvida, Rul Teixeira, tem dúvida, vai pela editora. Aí você vai selecionando. Ah, eu tenho tantos livros, por que que eu vou pegar uma novidade que eu não conheço? Você já leu Allan Kardec? Você já leu Chico Xavier? São mais de 400 livros, né? Já leu Divaldo? Nós temos quase 300 títulos. Então, ah, eu quero ler uma novidade. Aí você pega uma novidade, você não tem segurança. Não é que a gente não possa ler. Nós não vamos discriminar cada livro o seu leitor, a cada leitor o seu livro. Isso faz parte do processo e sempre vai ter mais produção de livros, mas que seja com qualidade. Essa qualidade é importante. Como nem sempre essa qualidade, a seleção tem que ser feita por nós no momento que a gente vai

ocesso e sempre vai ter mais produção de livros, mas que seja com qualidade. Essa qualidade é importante. Como nem sempre essa qualidade, a seleção tem que ser feita por nós no momento que a gente vai escolher a obra. Se eu ainda não sei, tenha segurança, porque depois você pode pegar qualquer um desses livros, vai conseguir ler e fazer a devida, né, seleção de critérios aí de conteúdos. OK? Sei senhor respondi. Ponto. Ah, ótimo. Maravilha, Jorge. Essa pergunta aqui é uma pergunta muito bacana, porque certamente em algum momento você já deve ter encarado essa questão. E isso acontece com os palestrantes de um modo geral, que às vezes a gente tá falando sobre uma determinada coisa e pode nos ocorrer o seguinte: eu estou falando isso, mas isso ainda não é uma realidade internalizada em mim mesmo. uma conquista real, é um um viracê desejado, mas ainda não foi consolidado. Então, a questão que está assim posta é com relação às pessoas que mesmo com conhecimento espírita, principalmente aqueles que a divulgam, para que essas pessoas possam ser autênticas em suas posturas, que o plano invisível conhece essa essência e irá nos trazer a realidade vivenciada, que eu acho que já foi algo que foi comentado aqui, mas essa responsabilidade dos que estão levando essa mensagem para viverem realmente aquilo que estão carregando como mensagem. Isso é um desafio. Como é que você vê isso? O nosso movimento espírita já passou por diversas fases e uma das fases que ele passou mais recentemente foi uma fase muito voltada para os aspectos cognitivos, para os aspectos relacionados com o conteudismo da doutrina espírita, que pôde, de alguma forma abrir espaço para um comportamento chamado síndrome de Nicodemos. que é aquela na qual o indivíduo é detentor de um conhecimento espiritual, mas não necessariamente ele expressa esse conhecimento na sua vivência pessoal. Nós, acometidos da síndrome de Nicodemos possuímos alguns sinais muito característicos. Um deles é a soberba intelectual e a crença de que o conhecimento espírita

conhecimento na sua vivência pessoal. Nós, acometidos da síndrome de Nicodemos possuímos alguns sinais muito característicos. Um deles é a soberba intelectual e a crença de que o conhecimento espírita que nós temos nos garante algum tipo de prerrogativa no mundo espiritual. O outro sinal é o apego a cargos, o apego a postos, como se isso fosse um indicativo de valor e de hierarquia dentro do próprio movimento espírita. Um terceiro sinal é a vaidade do conhecimento, aquela vaidade do que se faz. Então eu faço um trabalho, eu gosto, todo mundo saiba o trabalho que eu faço. Eu gosto de mostrar o que eu sei, o que eu o que eu que eu faço. Um quarto sinal é a desconsideração com o valor da família. O quinto sinal que a gente possui é uma falsidade em termos de pieguismo. A gente fica muito piegas e não é, na verdade uma pessoa que se transformou. Nós podemos estar sofrendo de ser um uma espécie de um bicho preguiça que a gente pensa que mudou, mas não mudou. Nós estamos eh >> materializ >> materializei. Então a gente é como um bichinho preguiça que a gente tem uma preguiça de se transformar, mas acha que a gente se transformou porque sabe. Então esta vaidade intelectual ela é muito perigosa porque ela nos empurra nessa direção. Então, uma das últimas características que a gente tem para essa síndrome de Nicodemos é a gente achar que a em vez da transformação moral, o que a gente deve buscar é a transformação intelectual. E não é não é saber, é a gente realmente se transformar. Hoje, atualmente, o movimento espírita está numa fase bem mais reflexiva, bem mais introspectiva, em que as pessoas estão entendendo mais que o conhecimento é importante, mas a transformação moral é o essencial, para que a gente não caia nesta cilada de nós nos movimentarmos em termos apenas do conhecimento, sem que nós, de fato, vivamos aquilo que a gente já compreendeu. Então, para os espíritas e os e não só os palestrantes, mas para os espíritas, existe sempre essa dificuldade entre aquilo que se sabe e aquilo que se

fato, vivamos aquilo que a gente já compreendeu. Então, para os espíritas e os e não só os palestrantes, mas para os espíritas, existe sempre essa dificuldade entre aquilo que se sabe e aquilo que se faz. Então, a gente tem que entender que a gente tem sim um lado sombra que existe em nós e a gente precisa reconhecer isso e trabalhar para que a gente reconheça a nossa fragilidade, para que reconheçamos pobres de espírito. E se nós quisermos mostrar que nós somos os os imbatíveis, os invencíveis, os extraordinários, nós vamos nos iludir e podemos cair. Há uma frase da psicologia muito famosa que diz assim: "Abrace sua sombra ou você será abraçado por ela em público". Então, para que a nossa sombra não nos abrace em público, é melhor que nós abracemos, que a gente considere a nossa fragilidade. E nesse sentido, para o orador espírita, é sempre conveniente que ele se inclua nas citações que ele diz, ao invés de dizer, porque vocês tem que mudar, porque vocês nós temos que sempre usar, porque nós nós nós nós como uma característica essencial para o trabalho que a gente realiza. Então, eh é uma situação muito típica do padrão evolutivo da Terra. E todos nós que somos lidadores da causa espírita, devemos ajudar os oradores, não fazendo com que, de certa maneira, eles passem até a acreditar que eles são perfeitos, mas a gente poder entender que eles são companheiros que têm o direito de tropeçar e de cair, porque às vezes a gente coloca tanto incenso em torno das pessoas que nós podemos facilitar a queda delas. Então, que a gente seja bastante eh lúcido com relação ao fato de que todos os oradores espíritas são pessoas com acertos, com dificuldades e que, assim como todos nós, eles também estão lutando para se tornarem pessoas melhores. José, querida amiga, eh, Amanda da internet, ela nos faz a seguinte questão, na verdade é uma indagação, uma provocação. Ela gostaria de ouvir um pouquinho sobre a aceitação da passagem de um ente querido e como ajudá-lo no plano espiritual.

et, ela nos faz a seguinte questão, na verdade é uma indagação, uma provocação. Ela gostaria de ouvir um pouquinho sobre a aceitação da passagem de um ente querido e como ajudá-lo no plano espiritual. Então, eh, essa é realmente uma oportunidade para todos nós passar pela experiência de um ente querido retornar à pátria espiritual. E a nossa postura há de ser aquela de que conhecemos as leis divinas, sabemos que elas conduzem a nossa vida. E eu acho muito engraçado que mesmo conhecendo as leis divinas, conhecendo, por exemplo, a lei de destruição, que nos mostra que em num determinado momento passamos por transformações, nós não nos conformamos de uma maneira muito simples com alguns dos com o retorno de alguns dos nossos amores. E é muito interessante, uma vez eu aprendi algo com Chico que para mim é inesquecível. Eh, um cunhado dele em Pedro Leopoldo desencarnou e nós, os espíritas da região, fomos nos sentindo muito honrados eh dar a presença naquele velório, porque ali estava um cunha o o corpo de um cunhado do nosso querido Chico. E achávamos que ele não iria porque tivemos notícia que ele não estava bem, ele estava em Uberaba, a é muito distante, ele não vai vir. E quando cumprimos aquele dever social, vamos dizer assim, eh já estávamos nos preparando para sair, não iríamos fazer o acompanhamento do corpo até porque tinha um um morrinhozinho para subir. E as pessoas já se despedindo, aquela coisa bem social. Quando nós ouvimos o motor, o barulho, o motor de um carro, ficamos assim. E lá chegava o Chico. Faltavam talvez uns 20 minutos para o horário marcado para oro. E a gente olhou assim: "Chico, nós achamos que você não viria e a resposta do Chico me mudou pro resto da vida, né? em relação a esse tema, ele disse assim: "Eu não poderia deixar de vir, agradecer e homenagear ao instrumento de evolução do meu amigo." Então ele não ele não foi ali por causa exatamente do espírito, porque o espírito registra o amor do Chico em qualquer situação, mas ele foi ali para

menagear ao instrumento de evolução do meu amigo." Então ele não ele não foi ali por causa exatamente do espírito, porque o espírito registra o amor do Chico em qualquer situação, mas ele foi ali para agradecer o que o corpo permitiu que aquele espírito fizesse nesta encarnação. E olha que este cunhado, o que ele foi de humilde e de obediente às orientações do Chico, poucas pessoas sabem. E Chico saiu doente de Uberaba para ir agradecer. Então, diante dos nossos amores que se vão, a primeira coisa é a gratidão. Porque mesmo que tenham sido elementos complicadores na nossa vida, eles não foram complicadores, eles foram elementos de educação da nossa alma. Então, nesse processo de gratidão, a nossa postura se torna diferente diante daqueles que vão. Porque nenhum de nós vai querer que um uma pessoa que já fez tanto por nós eh ainda fique se sacrificando, porque chega no momento que passa a ser na nossa consideração um sacrifício. Fique se sacrificando porque a gente quer, por egoísmo que continue junto de nós. Então, é preciso, na medida que a gente reconhece, na medida que a gente é grato, a nossa gratidão nos leva a respeitar o tempo da pessoa entre nós, não é? Isso faz com que a gente fica mais leve diante de um processo de desencarnação. O para ajudar os que ficam e que muitas vezes se colocam numa posição de inconformação, nos resta o apoio, a solidariedade. Não me venha falar com alguém que está em desequilíbrio naquela hora falar em livro dos espíritos, em livro seu inferno. Não vai dar. Não dá. O que que a gente vai fazer? Vai dar o apoio, vai dar a presença, vai dar a o silêncio, o silêncio ao lado, até que nós possamos oferecer mais alguma coisa através de um livro e tudo mais. Então, é a nossa postura eh de espíritas vivenciando com respeito o momento de dor do outro, não é? apoiando sem querer que a pessoa seja fria e que assim, que é isso nós sabemos que é assim. Não é hora disso. É hora de respeitar, é hora de ser solidário, é hora de agradecer. Essa é uma questão. Pode falar.

sem querer que a pessoa seja fria e que assim, que é isso nós sabemos que é assim. Não é hora disso. É hora de respeitar, é hora de ser solidário, é hora de agradecer. Essa é uma questão. Pode falar. >> Queria dar um contributo nessa. Queria dar um contributo nessa resposta. Diante de alguém que perde o ente querido e que é nosso conhecido, como bem a Joselma, José nos colocou, a gente deve evitar tanto quanto seja possível querer doutrinar a pessoa tá no velório, olha, seu filho tá vivo, viu? Você sabe que existe vida o a última coisa que a pessoa quer ouvir é isso numa hora dessa, ela quer ficar em paz. Então, deixa a pessoa em paz na primeira noite, depois de um de um sepultamento, não visite a família, deixe a família ficar sozinha, a menos que você seja muito íntimo, mas se você não for, respeite. Respeite isso. E se você for amigo da família, amigo de verdade, aquele amigo irmão, e você quer ajudar a família nessa primeira fase após o sepultamento, você passa no supermercado, faz o rancho, vai na casa e chega e diz assim: "Hoje quem vai fazer o almoço sou eu." Então você vai, você vai pra cozinha, você prepara comida, você vai a casa, você ajeita e aí você chama a família pra mesa, você dá comida para todo mundo, você lava a louça, você deixa tudo ajeitado. E aí depois de que você fez tudo isso, você pega a pessoa, pega a mãe, pega a pessoa que tá mais ferida, bota no colo, não precisa dizer nada, só cuida dela. Só cuida. Se ela fizer pergunta, responda. Se ela não fizer pergunta, não enfie espiritismo na cabeça dela. Apenas cuide dela. Mas se ela perguntar como é que será que está meu filho? Aí você responde respostas sempre curtinhas e consoladoras. Não faça discursos. Responda com poucas frases, sempre de forma positiva para que a pessoa fique bem. Você tem uma pessoa que perdeu um parente por suicídio. Como será que tá fulano? Você não vai abrir os primeiros capítulos do livro Memória de um suicida para conversar com ela. Você vai falar da proteção espiritual,

soa que perdeu um parente por suicídio. Como será que tá fulano? Você não vai abrir os primeiros capítulos do livro Memória de um suicida para conversar com ela. Você vai falar da proteção espiritual, da ajuda, do amparo, porque o livro é a memória de um suicído, não é de todos, né? Então, a gente precisa acolher as pessoas. E nesse primeiro, primeira janela, a melhor forma de acolher é cuidando das pessoas para que elas se sintam amadas e depois no momento que elas já estiverem mais abertas, a gente pode até conversar. Mas na primeira fase, cuida, vai lá, varre a casa, faz a comida e cuida das pessoas que elas estão precisando de alguém para est precisando de colo. Eu oferecer colo nesse momento, Lália. Eh, esse tema que a Marcela também da internet nos traz é extremamente oportuno, porque ela fala sobre o extramuros. as pessoas que não são espírita, que não têm espíritas, né, que não têm esse conhecimento. Eh, como poderíamos abordar o tema da morte com alguém que está passando por um luto profundo e ela não é espírita? Que pontes podem ser construídas para oferecer consolo sem desrespeitar outras crenças? Isso é muito importante. Mas quando a gente ouve Kardec dizer que a finalidade maior do espiritismo é a consolação, você, eu acho que a a Joselma e o o Elará falaram muito bem, né? oferecer o colo, sentir o que a pessoa pensa daquele momento. E se nos couber falar alguma coisa em resposta a essas perguntas, que a gente comece com muito jeitinho, conduzindo a conversa para o que aquela pessoa representou na vida daquele ente que permaneceu. fazer com que aquele ente lembre todas as coisas boas que viveu e que vai guardar como recordação. ao mesmo tempo, a cada coisa positiva ou a cada vitória diante de uma dificuldade eh que tenha aquele ente que partiu tenha deixado, levá-la a concluir a grandeza de Deus, a misericórdia, o amor de Deus. E por fim, então, sem tocarmos na nossa religião, deixarmos essa criatura como a outra questão. Você não acha que o amor de Deus por nós

a concluir a grandeza de Deus, a misericórdia, o amor de Deus. E por fim, então, sem tocarmos na nossa religião, deixarmos essa criatura como a outra questão. Você não acha que o amor de Deus por nós é maior do que amor, o amor de nós uns pelos outros? Se dependesse de você, você conduziria essa pessoa ao nada? Você se contentaria de saber que ela deixou de existir agora? E a resposta vai ser não. Então pense o que Deus reservou para ela. É mais ou menos como já citado encontro de Maria de Magdala com Jesus, quando ela tira-se aos pés e diz: "Senhor, não sou nem digna do teu olhar sobre mim. Eu sonhava ser mãe, constituir uma família, mas olha para mim, Senhor, eu sou apenas ruínas morais. E ele lhe diz: "Maria, Maria, se depois de cada rude de inverno, sobre as ruínas materiais, Deus permite que nasçam flores, o que ele não espera e não provém que nasçam das nossas ruínas morais. Carlos, tem um xaracuil aqui que tá fazendo uma pergunta e eu vou passar para você porque Carlos e Carlos se entendem, né? Carlos e Carlos. >> Ô >> Geraldo, eu vi Carlos aqui na minha frente agora. Geraldo. Ô meu Deus, pai do céu. É a hora, viu, gente? É a falta do almoço. >> Tranquilo. >> É Geraldo e Carlos. Você entende seu irmão? >> Ser confundido com meu irmão é uma honra. >> Isso. Você entende seu irmão. Qual o maior martírio e a maior alegria do espírito ao chegar no mundo espiritual? Maior martírio é ele perceber que ele poderia ter feito muitas coisas e não fez, mas o Elaram me assoprou aqui a presença da vítima quando ele, de certa maneira cometeu algum ato que não deveria. Eu acho que maor alegria é nós termos a satisfação de ter feito tudo que foi possível, tudo ao nosso alcance. É por isso que eu comigo já vou fazendo um exercício desde agora na minha inferioridade espiritual. Eu tenho absoluta certeza de que eu não fiz tudo o que eu poderia fazer nesta existência. E mais que isso, como sou espírita ainda mais inferior, eu tenho certeza que eu não vou fazer tudo aquilo que eu poderia ainda fazer,

za de que eu não fiz tudo o que eu poderia fazer nesta existência. E mais que isso, como sou espírita ainda mais inferior, eu tenho certeza que eu não vou fazer tudo aquilo que eu poderia ainda fazer, mas aquilo que eu fizer, eu vou doar a melhor entrega de mim mesmo. E eu acho que isso para nós, quando chegarmos no plano espiritual, a gente poder vai dizer assim: "Eu fiz o melhor que eu pude. Tem muita coisa para fazer, mas eu fiz o que eu pude. E por isso, o Senhor, eu peço uma nova oportunidade para seguir em frente. Nunca é tarde, nunca desista, sempre há possibilidade. Deus é um Deus de amor e ele quer o nosso bem, a nossa felicidade. Ele não quer a morte do pecador, mas sim a extinção do pecado. É um processo de transformação. Porque quando a gente se olha intimamente, nós vamos ver o quanto de tempo já perdemos. E eu quero dizer para vocês, confessando-me publicamente, eu tenho absoluta certeza de que algumas coisas eu estou deixando para a próxima existência. Eu tenho certeza disso e eu arco com essa responsabilidade. O que eu tento fazer é compensar fazendo outras coisas que eu já dou conta para fazer o melhor possível na minha inferioridade, porque algumas coisas já estão pra próxima. Mas isso não significa, não significa que mesmo assim a gente não possa aproveitar a encarnação. Algumas coisas não vai dar para voltar. já passaram, não tem como. Aquilo ali não tem mais jeito. Outra oportunidade surgirá em outro momento, provavelmente numa outra existência, mas tudo o que a gente puder fazer para reparar no processo ascensional que a gente faça, porque isso vai contar em nosso favor. Não esperando receber algo em troca, mas a satisfação de quando chegarmos do lado de lá no plano espiritual, a gente fazer um auto exame, a gente poder se reconhecer como filho de Deus. E aqui eu estou pronto para o que vier. Muito bem. Que lindo. Meu pai trabalha até hoje e eu também. Nós já temos aí uma quantidade grande de espíritos em processos de transformação. Existem espíritos novos.

eu estou pronto para o que vier. Muito bem. Que lindo. Meu pai trabalha até hoje e eu também. Nós já temos aí uma quantidade grande de espíritos em processos de transformação. Existem espíritos novos. Por quê? Porque nós estamos no oitavo dia da criação. O mundo foi criado em seis dias e Deus não descansou no sétimo. Ele só deu uma descansadinha rápida no sétimo e voltou pro oitavo dia para trabalhar de novo. Porque a criação ela nunca para. O universo é infinito e, evidentemente, nós vamos tendo a cada momento a criação de novos princípios espirituais que iniciam sua caminhada evolutiva. E há um raciocínio, tá presente na obra de Leon Deni, que ele diz o seguinte: "Se Deus cria desde sempre e Deus é eterno, razoavelmente, então nós temos muito mais espíritos que já alcançaram um grau e mais elevado de evolução do que os que estão atrás. Então, o número de espíritos já resolvidos no universo é muito maior dos que os que ainda não. Ou seja, nós estamos entre a minoria daqueles que o universo possui. A gente acha que o mundo tá perdido e tal. Nós somos uma pequenina bolinha dentro de um universo que já tem muitas entidades resolvidas nesse sentido. Então, o propósito de Deus em continuar criando sempre é oferecer a todos nós as oportunidades de crescimento para que a gente esteja sempre na chance de de trabalhar e ajudar os que estão na retaguarda. sempre haverá pessoas ou indivíduos que a gente possa prestar algum tipo de apoio ou que a escada evolutiva ela nunca terminará, nunca haverá um final dela. Diz a questão 540 de O livro dos espíritos. É assim que tudo serve, que tudo se encade na natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo que um dia também começou por ser átomo. Maravilhosa lei de harmonia que o vosso acanhado espírito não pode entender em seu conjunto. Então, aonde estiver no universo, novas explosões acontecendo e novas movimentações da matéria, ali inicia um novo mecanismo de aprendizado dos princípios espirituais, caminho da perfeição. Uma perfeição que nunca terá

er no universo, novas explosões acontecendo e novas movimentações da matéria, ali inicia um novo mecanismo de aprendizado dos princípios espirituais, caminho da perfeição. Uma perfeição que nunca terá fim e que estará sempre a dispor de nós aprendermos a lei do universo até sermos felizes. Muito bem. Ô gente, a gente vai caminhando porque o tempo passa, o tempo voa e a poupança bamerindos continua numa boa. Não é assim que dizia a propaganda? >> Não é da minha. Então, a gente vai caminhando pro final. E eu queria já nesse momento dizer muito obrigado à nossa amiga Joselma por essa participação aqui nesse nosso evento. Ela vai viajar agora, gente. Peço uma salva de palmas paraa nossa amiga, que ela leve esse coração baiano pulsante no seu peito, enchendo ela de energia para ela continuar conosco assim, trazendo essa luz, esse sorriso lindo e essa alegria de viver. Muito obrigado, irmã. Aí eu queria pedir para você fazer já as suas considerações finais e eu vou passar para todos fazerem suas considerações, começando por você como é de pr, né? ass >> Então, a primeira coisa que eu vou fazer eh pedir desculpas a um a inúmeros corações que estão aí que eu gostaria de abraçar, rever assim mais de perto. Tem tanto tempo que a gente não se vê, mas o tempo não vai me permitir. Eh, se eu não for nesse voo de agora, eu vou deixar de cumprir um compromisso. mais à noite. Então eu peço desculpas a cada um, se sintam abraçados e a minha gratidão eterna pelo apoio, pelo carinho e pelas preces que a gente recebe as vibrações. Quero cumprimentar a todos os que organizaram, os que fizeram desse momento, um momento bem diferente. Enquanto tantos se encontram para falar de coisas desnecessárias, nós aqui falamos da base da vida, da importância do amor, da fé, do estudo, da esperança. Eu eu fico de longe rogando a Deus que continue abençoando esse trabalho incansável da equipe aqui de Vitória da Conquista, como ele disse aqui, da equipe da Bahia, né? Vamos, vamos deixar já forrado o ambiente, mas

onge rogando a Deus que continue abençoando esse trabalho incansável da equipe aqui de Vitória da Conquista, como ele disse aqui, da equipe da Bahia, né? Vamos, vamos deixar já forrado o ambiente, mas que a gente possa sim levar conosco algo deste encontro, no sentido de que possa mudar a nossa postura. para melhor no nosso dia a dia. Algo há de ter ficado de um olhar, um sorriso, uma palavra, alguma coisa aconteceu que mudou em nós alguma disposição para seguir. Que Deus nos abençoe e que não acabou ainda o encontro, que ele continue nesse nível lindo que mexe com a gente, que transforma, que motiva a gente pra vida. Deus abençoe. E aproveitando eh eh a nossa prece especial também pro nosso querido Godinho, que leva com tanta humildade a Federação Espírita Brasileira. ele ele ele se ele impõe um respeito pela humildade com que ele trata a federação e a cada um de nós eh seguidores do movimento espírita, que ele receba também a nossa vibração de gratidão e a nossa, os nossos votos de muita paz. Chega, senão eu faço discurso. Tchau, gente. >> Obrigado, amigária, querida. Todas as vezes que a gente tem uma oportunidade de empreender uma viagem com a qual nós sonhamos, a gente procura um agente de turismo, faz pesquisas para não perder o precioso tempo dessa estadia. Por que não todos os dias nós revermos o roteiro da grande viagem chamada reencarnação? Lembrando que uma equipe amorável de benfeitores planejou com muita antecedência cada detalhe dessa caminhada, desse roteiro, e que em nenhum momento da nossa estrada nós estamos deserdados de um guia que é Jesus, o modelo mais perfeito que passou por aqui e continua nos apontando a estrada. Muita gratidão por poder mergulhar nos corações da Bahia e sentir essa energia vibrante de paz e de amor. >> Amiga, muito obrigado, Geraldinho querido. Então, >> agora certo, né, Geraldinho querido, >> muito obrigado pelo carinho. Eh, eu tava pensando aqui, se eu fosse morrer amanhã, ainda dá tempo, né? A questão é se de repente morri e agora

uerido. Então, >> agora certo, né, Geraldinho querido, >> muito obrigado pelo carinho. Eh, eu tava pensando aqui, se eu fosse morrer amanhã, ainda dá tempo, né? A questão é se de repente morri e agora a gente sempre tem oportunidade, sempre tem tempo, sempre a condição de fazer alguma coisa. E essas reflexões são muito oportunas, porque a gente vê que nós estamos na caminhada, a gente tá dando passos importantes, tem muita coisa por fazer, certamente, mas como falou, a gente também já tá criado há um certo tempo e a gente tá já numa certa trajetória, já estamos quase que chegando na metade do caminho, imagina, já poderíamos estar muito além, mas que bom que a gente já passou pelo estágio inicial. E temos esperança, mas do verbo esperançar, porque a gente tá agindo, não estamos de braços cruzados. Então, otimismo, gente, esperança, disposição, pensamento positivo. Porque quando a gente tem essa ideia de que a vida é uma bênção da divosa de uma oportunidade que a gente precisa aproveitar em todos os sentidos, a gente vê como é bom a gente amar. Amar vale a pena. A gente conquista, a gente se realiza, a gente se integra. aqueles que são os nossos entes queridos, familiares, parentes, amigos, companheiros, colegas conhecidos, estejam próximos ou distantes, aqueles que estão saudáveis e adoentados, estejam encarnados ou desencarnados e a gente possa sempre ter a bênção da oportunidade de abraçá-los, mesmo que espiritualmente, para que a gente possa dizer do fundo do coração viver sempre vale a pena aqui na terra e no plano espiritual. Muito bem. Quando nós estudamos esses tipos de assuntos, nós geralmente somos tomados de um sentimento de muito desconforto em virtude de percebermos o que poderíamos ter feito diante daquilo que realmente fizemos. E uma sensação de fracasso, de tristeza, de abatimento nos vem. E nesse sentido é muito importante que a gente não tenha a ilusão de que o nosso propósito nesta encarnação é sermos os salvadores do planeta. Não é esta a nossa tarefa.

isteza, de abatimento nos vem. E nesse sentido é muito importante que a gente não tenha a ilusão de que o nosso propósito nesta encarnação é sermos os salvadores do planeta. Não é esta a nossa tarefa. A nossa tarefa é verdadeiramente sermos os salvadores de nós próprios através do outro. Então, se a gente está em busca de uma condição espiritual satisfatória após a desencarnação, não é necessário um grandioso trabalho no bem para que a gente seja visto como um espírito de escola, mas que a gente não deixe passar despercebidas as oportunidades de serviço no espaço pequeno do lar, nas relações familiares, no afeto como a gente trata as pessoas. pessoas no cuidado silencioso do que acontece dentro do lar, nas oportunidades que você tem de cuidar de um filho, de atender um idoso, de se relacionar com aqueles que compõem a família. E eu trago aqui como exemplo de tudo isso eh a figura de Aion do livro Renúncia. O grande trabalho que a uni fez foi dentro do lar, foi dentro da família. Ela não fez um trabalho no mundo. O trabalho de auxílio foi dentro da família dos mais próximos com Frei Damiano. É, é não deixando passar as oportunidades de servir. Então, que a gente esteja atento para os convites que a vida nos faz. Eu não estou dizendo com isso que a gente deve abandonar o movimento espírita para ficar só cuidando da família. Porque no movimento espírita que eu consigo as ferramentas para melhor trabalhar o meu conflito do lar, mas que a gente eleja a nossa família como a maior prioridade que nós temos na terra. Conheçamos a doutrina espírita, participemos do movimento espírita para pegar o instrumental para que a gente consiga fazer o melhor trabalho possível junto aos nossos companheiros mais próximos e entregarmos todo o amor que seja possível nos nossos limites naturais, mas dentro daquilo que nos é possível fazer com aqueles que Deus nos concedeu para a convivência mais próxima. Muito bem. Ô, gente, eu agradeço a cada um de vocês pelas preciosas contribuições que nos

mas dentro daquilo que nos é possível fazer com aqueles que Deus nos concedeu para a convivência mais próxima. Muito bem. Ô, gente, eu agradeço a cada um de vocês pelas preciosas contribuições que nos trouxeram essa manhã. A todos vocês, aos amigos internautas que estão conosco nesse instante, a todos os amigos queridos. Lembrando que esse é um tema capital em nossas vidas, um tema super importante e que nós devemos sempre levar em consideração. E aqui lembrando de um personagem que eu não posso esquecer, porque todas as vezes que eu olho no espelho ou vejo a minha carteira de identidade, me lembro dele, o oficial, o de verdade, porque esse aqui é o genérico. E chega aqui uma um texto que eu queria compartilhar com vocês em relação ao trabalho dessa manhã. Às portas da Damasco distante, o homem da lei caía ao chão. As verdades turvaram a cansada visão, mudando o curso da vida e da nossa história. Conduzido por Deus em outras estradas, viu sua lei cair inerte ao chão. Deu-se conta da luz imensa emoção, tornou-se fiel ao homem e sua imensa história. amarrado agora aos novos ditames, perdeu as lições a duras penas. Não tinham ouro, prata, coisas pequenas. Foi arrastado ao mundo por nobres verdades. Viu a Jesus agora crucificado em luz que em luz que lhe cura a cegueira instalada. Agora era apenas o seu mestre e mais nada lhe seria seu guia em posição transitória. O corruptível tornou-se perene. As dores não mais aguilhões, alegria em mais corações, tragada à morte pela força da vitória. Não mais os sussurros dos entes caídos, espíritos vivos em nova vida aclamados, corações aturdidos agora consolados. A vida é presente de Deus aos seus filhos amados. Muita paz a todos.

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