Em Busca do Sagrado | #191 • O Envelhecer
Em parceria com a Federação Espírita do Estado da Bahia, a Mansão do Caminho apresenta "Em Busca do Sagrado", programa idealizado por André Luiz Peixinho, que une arte, espiritualidade e reflexão. Um verdadeiro ágape espiritual com músicas, poesias, meditações e profundas inspirações sobre nossa ligação com o divino. Participações especiais: Paulo de Tarso, Valdineide Aquino, Limiro Besnosik, Genilson Araújo, Vitor Moura, Igor Dantas e Ciro Moura. ✨ Viva esse encontro que celebra o Sagrado em nós. #EmBuscaDoSagrado #Espiritismo #MansãoDoCaminho #FederaçãoEspíritaBahia #AndréLuizPeixinho #Espiritualidade #ReflexãoEspírita #MúsicaEspírita #PoesiaEspírita #ConexãoComDeus #ArteEspírita #MeditaçãoEspírita #ÁgapeEspiritual *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Tóxico [música] imobilizador, o desânimo se insinua suavemente. dominando as reservas da coragem e submetendo o combatente [música] a sua ação perturbadora, instala-se [música] pouco a pouco, inspirando pessimismo e malestar, que se agrava qual invasor, que conquista [música] passo a passo os espaços abandonados à sua frente. desânimo a inimigo covarde [música] que ceifa mais vidas do que o câncer pelos resultados que logra na economia do comportamento [música] humano. Quando sintas a insinuação do [música] desânimo, siando-te falsos motivos para que abandones a peleja ou a postergues ou a desconsideres, [música] tem cuidado. usa a razão e expulsa-o da casa mental. Às vezes se te apresenta na condição [música] de mágoa defluente de qualquer incompreensão sofrida e noutras ocasiões [música] em forma de exaustão de forças que deve superar mediante [música] mudança de atitude mental e de atividade física. A marcha do tempo é inexorável. [música] De qualquer forma, as horas se sucedem. Utiliza-as de maneira condigna, mesmo que a peso [música] de sacrifícios. Quando transponhas a barreira da dificuldade, constatarás a vantagem de haver perseverado, descobrindo-te rico de paz, [música] face aos tesouros de amor e realização que adquiriste. Motivo [música] algum deve servir de apoio para o desânimo. Tudo na vida constitui convite para o avanço e a conquista de valores na harmonia e na glória do bem. >> Dizem-te agora, trêmula velhinha, páida flor no instante derradeiro. Buscaste em vão na terra um companheiro, mas nem por isso foste menos minha. Sofreste sempre, sem chorar sozinha. Envolvi-te em meu sonho ao viçareiro. Quero-te as afeições do cativeiro que atravessas com garbos de rainha. Beijo-te à mãos de cera, as cãs e as rugas. Guardo comigo as lágrimas que enxugas. [música] Dou-te a esperança que me rebigora. Bendize o pranto e a sombra, alma querida, porque amanhã mais jovens para a vida subiremos mais juntos. Subiremos mais juntos, céus aa bendize o pranto e a sombra, alma querida, porque
ue me rebigora. Bendize o pranto e a sombra, alma querida, porque amanhã mais jovens para a vida subiremos mais juntos. Subiremos mais juntos, céus aa bendize o pranto e a sombra, alma querida, porque amanhã mais jovens para a vida subiremos mais juntos, [música] céus aa madureza [música] física nunca foi obstáculo para o espírito sequioso de progresso. Em todos os distritos da vida, a criatura é tão jovem quanto os ideais e esperanças que acalenta, e tão gasta [música] quanto o ceticismo ou desânimo a que se entregue. Muitos companheiros pretendem [música] marcar a idade da pessoa adulta pelos sinais externos que demonstre. No entanto, isso [música] é mera convenção. Claro que se o motorista estima o carro que o coloca [música] no centro dos interesses que lhe digam respeito, há de zelar pela conservação dos seus [música] implementos. Ocorre o mesmo com o espírito, inquilino do corpo que se lhe transforma em instrumento [música] de manifestação. Se deseja equilíbrio e segurança, esforçar-se há por assegurar-lhe as mais sólidas condições de trabalho. Se a criança é habitualmente medicada a fim de se desenvolver com eficiência, por que motivo a pessoa adulta deixará de tratar-se como se faz preciso [música] para amadurecer fisicamente com a robustez possível, de modo a sustentar-se útil até as derradeiras [música] possibilidades do veículo de que dispõe. Não creias. [música] Envelice unicamente porque o tempo te haja adotado com valiosas experiências. Convence-te de que és um espírito imortal, usando um corpo pressecível. [música] E se vives na disciplina do trabalho, com a ginástica do pensamento reto, conservarás sempre a juventude espiritual, a que se erige por fonte de constante renovação, melhorando o presente e construindo o futuro. Saudações, queridos caminhantes da estrada em busca do sagrado. alegria imensa e mais esse encontro que reúne música, poesia e reflexões acerca da nossa busca por Deus. Que o tempo passa, isso é mais do que certo, que as coisas envelhecem igualmente. O impermanente é
gria imensa e mais esse encontro que reúne música, poesia e reflexões acerca da nossa busca por Deus. Que o tempo passa, isso é mais do que certo, que as coisas envelhecem igualmente. O impermanente é assim o estado natural das coisas que chegam, ficam e vão embora, deixando apenas marcas nas memórias, quais quadros e uma parede no museu da vida. Montanhas, rios, oceanos envelhecem com o fluir das eras. Contudo, diferente dos humanos, estes sentem o passar do tempo, sendo-lhes por isso, indiferentes. Todavia, como marcam cada passo no curso da vida por frenéticos tilintares de ponteiros nos relógios espalhados em todo canto, os homens experimentam o processo sentindo as presenças e as ausências naturais em seu longo curso. Nas fases da vida, os primeiros passos são de crescimento, onde as funções fisiológicas encontram as melhores condições para assumirem o controle do corpo e seus desdobramentos, aprimorando o campo das funcionalidades do C. Posteriormente vem a fase do amadurecimento, onde as mesmas funções caminham para o clímax, resultando no corpo pronto e acabado, qual assim foi talhado para ser. A partir daí, opera-se o decréscimo, conhecido por envelhecimento, por cuja evidência vão-se mostrando sinais inequívocos, quer nas externalidades corporais, rugas, cabelos brancos, dificuldades de locomoção, etc., quer nos internos mecanismos que engendram a vida, resultando em perda de capacidade operacional ao longo do tempo. Com o aumento da expectativa de vida do homem moderno e como consequência da cultura de redução da natalidade experimentada em alguns países, a diferença proporcional entre os que estão envelhecendo e os que se encontram nas primeiras fases diminuiu, acelerando medidas que demandam cada vez mais a revisitação do conceito de velice, qual assim se entendia no passado. velho era sinônimo de ultrapassado, descartado para os embates normais da vida, reservado apenas aos jovens e maduros, quando muito. Para esses, a inatividade através dos planos
e entendia no passado. velho era sinônimo de ultrapassado, descartado para os embates normais da vida, reservado apenas aos jovens e maduros, quando muito. Para esses, a inatividade através dos planos de previdência ou espaços para a prática de exercícios funcionais para agrupamentos de cenis que buscavam para vencerem juntos a solidão. Descartados quais inservíveis peças no tabuleiro das dinâmicas sociais, os que envelhecem se vem a passos com o abandono e a disfuncionalidade. Apesar de ser essa ideia predominante até certo ponto, orientados por civilizações que prezam os idosos quais repositórios de experiência vivencial de alto valor, ventos promissores começam a mudar, ensejando perspectivas novas a essa trajetória de nulidade, qual assim submetiam aos mais idosos. O ser humano é um arcabolso de possibilidades funcionais, as quais precisam ser desenvolvidas e aprimoradas. Com passar do tempo, aquilo que era potencial se devidamente aprimorado, torna-se valoroso o recurso com o qual sociedades podemir ganhos efetivos, sendo as idades do corpo mero instrumento referencial formal, sem qualificativos, cabendo a cada qual atribuir-lhe o significado que melhor lhe convier. E nada muda, afinal o indivíduo não ser capaz de correr 20.000 légoas em virilidade atuante, vez que é capaz de vislumbrar com sabedoria os melhores caminhos a serem trilhados sem os tropeços usuais dos neófitos. Em nada perdem aqueles que ouvem os que viveram e ainda são capazes de viver e aprender, sobrepondo majestoso edifício que se consolida cada vez mais ante a experiência nova, distribuindo frutos generosos da longa vida já vivida. Além disso, embora tenham perdido em parte funcionalidades em seus corpos, possuem almas ardentes, capazes de amar, cuidar e construir, enquanto neles a vibração da vida que estua majestosa. Nas sociedades hedônicas pós-modernas, o envelhecimento tornou-se tabu, mediante o qual fogem os que negam a inexorável marcha da vida. Tratamentos variados com substâncias diversas garantem a rigidez
Nas sociedades hedônicas pós-modernas, o envelhecimento tornou-se tabu, mediante o qual fogem os que negam a inexorável marcha da vida. Tratamentos variados com substâncias diversas garantem a rigidez perdidas nos tecidos ao custo de sacrifício das expressões mais naturais das emoções humanas. Corpos formados por apalheiros ao preço da tecnologia moderna esculpem as novas afrodites e dionísios em ensaios de concupiscência que muduram no desejo os anelos máximos da existência. É a fuga espetacular à qual se submetem os indivíduos que não aceitam o passar dos anos, deixando-se conduzir por fantasias quais a do poer a eternos, a vida ilusória na terra do para sempre. Em um artigo publicado no jornal À tarde, em 29 de abril de 2021, o médium Divaldo Franco assim assinala quanto ao tema: envelhecer é um fenômeno biológico natural pelo qual passa tudo quanto existe. O animal humano, no entanto, não sabe envelhecer e ilude-se como se a juventude fosse de natureza eterna. Nesse período, há um brilho especial em tudo, especialmente no ser humano. A aparelhagem é rica de energia. A visão da vida imperfeita, porque a própria vivência não se expressou em toda sua pujança. E quando surgem os primeiros sinais do desgaste dos órgãos e de suas funções, surpreende-se e começa a batalha para negar a realidade ou retardá-la, negando-lhe o existir. No livro Filho de Deus, a Veneranda Joana de Ângeles, em psicografia do mesmo Divaldo, afirma que ninguém foge ao desgaste orgânico, que é lei da vida. Envelhecer e morrer são fenômenos normais. Todavia, quem comanda o corpo com sabedoria, quem dando a mente a inspiração divina, não envelhece nem morre, isto é, mantém o estado de saúde interior inalterado na marcha inexorável para o túmulo e depois para a ressurreição de bênçãos. Dentro da perspectiva da moralidade do personagem, considera-se mortal os que vivem em um mundo de passagem qual o nosso, onde tudo o que existe se submete às mesmas leis que presidem o chegar, o ficar provisório e o partir, aprimorando em
personagem, considera-se mortal os que vivem em um mundo de passagem qual o nosso, onde tudo o que existe se submete às mesmas leis que presidem o chegar, o ficar provisório e o partir, aprimorando em ciclos qual reencarnação que renova os períodos existenciais, permitindo novas aventuras aos viventes no campo da evolução espiritual. Para cumprir esse papel, é necessário que se façam presentes as fases do envelhecimento absolutamente pertencentes à vida, restando aceitar as etapas sucessivas, quais assim são naturais, como o sol do meio-dia. Nesse quesito, o curso da reencarnação oportuniza diversas e variadas possibilidades evolutivas, dentre as quais a renúncia quando é chegada a hora de partir ou deixar partir. O amor, quando a diferença se faz campo operoso em relação às expectativas e à vontade que se expressa em Galgaro mais além pelo desejo ardente de encontrar a Deus. Em nada se desgasta o que se aprimora. Em nada se perde o que acumula ganhos expressivos em despertamentos espirituais, verdadeira moeda e fonte de eterna riqueza do espírito. E assim como nos diz Leonir, quando for a hora do ocaso em que a ribalta pague e o prosênio se esvazie ante os aplausos da plateia, crê em Deus, sol dos sóis, pois levantar-se há no céu do seu destino uma nova estrela, cujos raios trêmulos penetram no santuário de sua consciência e lhe iluminitos. confia, pois a seu tempo volverá a Terra para uma renovada experiência de crescimento na direção do Mais além. >> É um bom tipo, meu velho, que anda só e carregando. Sou a tristeza infinita. >> de tanto seguir andando. Eu o estudo desde longe, porque somos tão diferentes. Ele cresceu com os tempos [música] do respeito e dos mais crentes. Velho, meu querido, velho, agora caminha lento. Amor que perdoando vento. Eu sou teu sangue, meu velho. Teu silêncio e o tempo. Eu sou teu sangue, meu velho. O silêncio e o tempo. [música] Observa contigo os companheiros idosos, com a alegria de quem recebeu da vida o honroso encargo de [música] reter junto
silêncio e o tempo. Eu sou teu sangue, meu velho. O silêncio e o tempo. [música] Observa contigo os companheiros idosos, com a alegria de quem recebeu da vida o honroso encargo de [música] reter junto do coração as luzes remanescentes do próprio grupo familiar. Reflete naqueles [música] que te preservaram a existência ainda frágil nos panos do berço, nos que te equilibraram [música] os passos primeiros, nos que te afagaram os sonhos da meninice [música] e naqueles outros que te auxiliaram a pronunciar o nome de Deus. Já que [música] ultrapassaram o caminho de muitos janeiros, pensa no heroísmo silencioso [música] com que te ensinam a valorizar os tesouros do tempo, nas dificuldades [música] que terão vencido para serem quem são, no suor que lhes alterou as linhas da face e nas lágrimas que lhe alvejaram [música] os cabelos. E quando porventura te mostrem azedume ou desencanto, [música] escuta-lhes a palavra com bondade e paciência. Não estarão de certo a ferir-te, e sim, provavelmente algo murmurando contra dolorosas recordações de ofensas recebidas que trancam no peito, a [música] fim de não complicarem os dias dos seres que lhe são especialmente queridos. ama e respeita os companheiros idosos. São eles as vigas [música] que te escoram o teto da experiência e as bases de que hoje te levantas para [música] seres quem és. Auxilia-os quanto puderes, porquanto é possível que no dia da existência humana venhas igualmente a conhecer o [música] brilho e a sombra que assinalam no mundo. A hora do [música] entardecer. Não te detenhas no espinheiro da amargura, se a velice do corpo te bate à porta. Contigo brilha a claridade da [música] experiência. Desserra assim o coração à bênção da vida e não esmoreças no entusiasmo do bem. [música] Tua palavra amiga e sábia pode ser a mensagem de alerta aos [música] que iniciam a luta, o apoio dos que fraquejam na senda [música] e o consolo dos que padecem, desde que a luz do amor te vibre [música] no templo da alma. Não permitas, dessa forma que a
a aos [música] que iniciam a luta, o apoio dos que fraquejam na senda [música] e o consolo dos que padecem, desde que a luz do amor te vibre [música] no templo da alma. Não permitas, dessa forma que a névoa da irritação te domine. O desgaste físico não atinge o espírito que elegeu na fé o santuário [música] do próprio ideal. É por isso que no mundo há moços no corpo, lamentavelmente envelhecidos no desânimo e no cansaço, quando a jornada humana apenas começa e há velhos no campo físico, há admiravelmente jovens, pelo otimismo e pela bondade que eles moram nos [música] sentimentos, distribuindo paz e alegria, qual se neles se tivesse eternizado [música] o perfume do amanhecer. Não relaciones desse modo pesares e lágrimas. [música] Se alguém te feriu a alma incompreendida, perdoa e auxilia sempre. Segue amando e auxiliando, convertendo as horas em cânticos de entendimento e carinho, porque na terra a noite espera por todos os que atravessam o dia. E se é verdade que teus passos cruzam à sombra do entardecer. Não ouvides que para todas as criaturas habituadas a servir contemplando o céu, a noite [música] deixa de ser um ninho de trevas para surgir radiante e serena, por divino estandarte de estrelas, anunciando em silêncio o novo despertar. Alexandre era um jovem sonhador e como tal tinha sempre pensamentos além dos locais em que se encontrava, restando misto de desejos ardentes e ansiedade controlada. Certa feita, ouviu falar de um local chamado Pindorama, onde, segundo relatos, era um lugar aprasível, de felicidade sem fim. Desde então, tornou-se desejoso de um dia viagem em direção ao tão auspicioso lugar. A idade passava e logo em seguida, às 15 primaveras, tornou-se inadiável a jornada, para a qualido de coragem e determinação, partiu sem detença. Tão logo colocou-se na trilha, tentou imaginar o que seria Porama. Quais os apetites satisfeitos, quais sonhos realizados, alegria incontinava por completo. E assim, Alexandre caminhava Soleste em direção ao mais além. Após o
ilha, tentou imaginar o que seria Porama. Quais os apetites satisfeitos, quais sonhos realizados, alegria incontinava por completo. E assim, Alexandre caminhava Soleste em direção ao mais além. Após o primeiro dia de caminhada, já se preparava para o descanso, quando avistou um jovem de cerca de 20 anos, parado à beira da estrada, como se contemplasse o pô do sol. Motivado por ter as melhores indicações a respeito do caminho, parou o questionador diante do rapaz. "Jovem", disse Alexandre em tom conciliador. O jovem sorriu maneando afirmativamente a cabeça para sossego do infante, voltando em seguida em silêncio, à contemplação do belíssimo plenilún que se avizinhava. Alexandre tentou afastar-se admado pelo acerto do caminho quando, mal se afastara dois passos do rapaz, ouviu desse recomendações atinentes aos próximos passos. Rapaz, esse é o caminho para tua Porama. Todavia, saibas que adentra em período de iminentes desafios. Os próximos passos lhe serão convite à volúpia e a fruição de prazeres quais o teu corpo está cheio de possibilidades de experimentação. As distrações serão variadas, os acíipes saborosos, os deleites auspiciosos. Porém, ao fundo de cada taça de nebriante vinho, estará um pântano, cujas areias movediças lhe serão impeços ao teu caminho. Fruis, portanto, de cada experimento, sabendo que eles serão despertares para ideias mais amadurecidas da vida. Contudo, saibas renunciar quando assim lhe for demandado. O rapaz sorriu ante longo aviso do jovem da estrada, deixando que a viagem próxima lhe sedimentasse os entendimentos. afastou-se em definitivo, seguindo na direção do repouso para aquela noite. Os anos se passaram e o jovem lembrava-se das palavras do amigo, porquanto tudo o que ele dissera aconteceu. Convites variados, as sensações, fugas espetaculares das pressões mediante vacuidades variadas, lhes eram apresentadas a mancheia, sendo quase anuladas as forças anti-imperioso de Tam das experimentações. havia-se mudado, aquilo parecia não fazer mais
s das pressões mediante vacuidades variadas, lhes eram apresentadas a mancheia, sendo quase anuladas as forças anti-imperioso de Tam das experimentações. havia-se mudado, aquilo parecia não fazer mais sentido quando em uma manhã retomou a marcha a Porama a essa altura quase esquecida. O horizonte longinco lhe pareceu motivador e seguiu mal aprumar o passo e eis que encontra um outro companheiro na estrada agora era um homem aparentando cerca de 30 anos que olhava perdido além muito distante. Sem querer atrapalhar a meditação à qual se submetia o observador, falou manso como o fito de não assustá-lo. Perdoe-me, senhor, é este o caminho para Pindorama? O homem olhou o Alexandre curioso, emitindo um olhar que expressava extremo carinho, respondendo em seguida: "Sim, esse é o caminho para Pindorama. Pelo visto, viajou e deseja encontrar o tal lugar dos sonhos preditos pelos antigos." À medida em que o homem falava, Alexandre mais e mais se emocionava. Como ele sabia das minhas motivações? Seria um sábio ou profeta? Percebendo o momento oportuno, adi o homem querendo ajudar o viajante. Devo adverti-lo que os próximos passos serão bem difíceis. Alexandre lembrou das palavras do jovem, imaginando que viriam predições oportunas, pelo que aguçou a curiosidade. Diz-me, Senhor, quais os desafios que virão à frente? O período requererá de ti desprendimento, porquanto serás convidado a servir. Conhecerá as pessoas com as quais anelará conúbios eternos e com estes formará família da qual advirão descendentes que dependerão de ti. Do teu labor sairá o alimento para os seus corpos, a educação para seus espíritos e a proteção para suas vidas. Será chamado à renúncia, posto que não serão mais os teus desejos imediatos. sobretudo porquanto em tudo haverá ponderações acerca do grupo ao qual compões. Vez por outra, desejará voltar, como muitos fazem, ao mundo dos prazeres. Porém não será mais o mesmo, e lá encontrareis apenas frustrações. O que era grande te parecerá pequeno, e o que era alegre
s. Vez por outra, desejará voltar, como muitos fazem, ao mundo dos prazeres. Porém não será mais o mesmo, e lá encontrareis apenas frustrações. O que era grande te parecerá pequeno, e o que era alegre será para ti em fadonho. O fundo do poço aguarda se voltares. O rapaz agradeceu em silêncio e partiu em seguida, deixando aquelas palavras descerem pelas vias do sentimento e pela primeira vez experimentou o medo de seguir adiante. De fato, tudo quanto lhe foi dito pelo homem aconteceu. Responsabilidades variadas, renúncias. Foi instado ao labor incessante, buscando aprender dos ofícios os mais variados como forma de sobreviver. Os anos se passaram, o corpo se modificava, as disposições eram outras, mas sobrevivia o sonho de Pindorama a animar-lhe a alma. Não era mais sozinho seu caminhar, dependia de quantos anuíssem acompanhá-lo na estrada. A passos menores, prosseguia à viagem agora em grupo. Na próxima parada, um senhor o observava atento, vendo a turba que acompanhava Alexandre na direção dos seus sonhos. Todavia, aparentando certo cansaço, Alexandre passava ao largo quando foi interpelado por aquele senhor de seus 60 anos, que olhava firme para o horizonte. "Em que posso ajudá-lo?", disse Alexandre, como se esboçasse pressa na resposta do Senhor. Compreensivo? O homem acrescentou, embora não tenhas me perguntado, sínto-me na responsabilidade de adverti-lo quanto aos próximos passos da tua estrada rumo à Pindorama. Alexandre estanhou a princípio como aquele homem houvera captado as intenções, aproximando-se atento para ouvir-lhe as considerações. Agradecido pela atenção de Alexandre, o Senhor continuou: "Teus próximos passos serão em nome da renúncia. Perderá as condições de teu valoro, corpo com o qual caminha sem detença. Experimentarás perdas sucessivas das coisas e pessoas. Uns, assim como tu, se afastarão por seguirem suas estradas na direção dos seus sonhos. Outros perecerão por conta da impermanência da vida. Tuas mãos trabalharão cada vez mais por ti e o
s e pessoas. Uns, assim como tu, se afastarão por seguirem suas estradas na direção dos seus sonhos. Outros perecerão por conta da impermanência da vida. Tuas mãos trabalharão cada vez mais por ti e o silêncio se liar companheiro de longo curso. Estás mais perto do que longe da tua pindorama. Esse é o mais audacioso dos trechos. Mas se já chegou até aqui, prova a tua resiliência e nada haverá de atrapalhar a beleza que encontrarás nas rugas do teu rosto, nas mãos calejadas do serviço e na luz excelsa que emana do teu coração, posto em toda estrada a serviço da arte de amar. Prossegues e verás como é bela a tua jornada. O homem calou-se e Alexandre seguiu resoluto. Faltava pouco para chegar. Mais uma vez, tudo exatamente igual ao predito aconteceu e Alexandre viajava vendo que seus passos retornavam à solidão dos primeiros dias, quando sentada a uma sombra, estava um senhor bem envelhecido, curvado ante o peso dos anos, que observava a estrada. Alexandre aproximou-se, tomando um susto que o fez corar. Aquele homem era tão igual a ele que por pouco não imaginava estar diante de uma cópia perfeita de si mesmo. Sentiu correr em suas veias a liberdade dos primeiros dias, o fulgor da juventude extenuante, a graciosa companhia dos amados e o sorver da experiência que ele chegava generosa e antes do que se desse conta estava ali. velho era ele mesmo. Sentado e observando a estrada pela qual houvera chegado até aquele ponto. A viagem fora a gentil lembrança a animar-lhe os próximos passos. Levantou-se resoluto, sorriu em demasia e, agradecido pela vida exuberante, partiu sabendo estar cada vez mais próximo da sua Porama. >> Porque o carnaval é velho, também é velha [música] folia de quem nasce, vive e Corre caminhando [música] em romaria e despindo velhos medos, [música] vestem velhas fantasias, porque o [música] carnaval é velho, mais velha é [música] a luz do dia. >> Porque as nuvens são velhas, como é velha a [música] tempestade que do copo [música] d'água e encharca belas cidades
ntasias, porque o [música] carnaval é velho, mais velha é [música] a luz do dia. >> Porque as nuvens são velhas, como é velha a [música] tempestade que do copo [música] d'água e encharca belas cidades Apagando [música] velhas brasas, velhos lagos nos [música] invadem, porque as nuvens são velhas, mais velha [música] clicidade. >> Porque o [música] amor é tão velho, é velho [música] que nem a ira de quem >> Concente a voz que jamais sairá. E [música] por crer em velhas falas, ama ouvir velhas mentiras. [música] Porque o amor é tão velho, mais [música] velho é o som da lira. >> Porque o vinho bom é velho, mais [música] velho do que se vício de beber [música] no fim da festa, procurando pelo No início e buscando [música] velhos voos, surgem velhos precipícios. >> Porque o vinho bom é velho, tão velho quanto difícil, [música] porque o vinho bom é velho, [música] tão velho quanto. Essa velhinha que vês passando sempre ao sol posto, todo dia, todo mês, penosamente a esmolar. Também foi criança um dia, não conhecia o desgosto, brincava, jogava e ria. Era o anjo de seu lar. Depois vieram mudanças, trabalhou, sofreu na vida, morreram-lhe as esperanças, [música] cansou-se o coração. Hoje, triste, quase morta, sozinha, desiludida, esmola de porta em porta, a fim de ganhar o pão. Não te esqueças, [música] meu filhinho, que um velhinho abandonado tem [música] sede de teu carinho, de tua doce afeição. Aprende a viver mais cedo. Não fujas amedrontado. Aproxima-te sem medo. Anda car, beija-lhe a mão. Formoso anjo da justiça, na malança do tempo, recebia pequena multidão de espíritos recém [música] desencarnados na terra. eram todos eles pessoas maduras, em tornos das quais [música] o ministro da lei deveria emquir um juízo rápido, como introdução a mais ampla análise, assim como um magistrado terreno que na fase inicial de um processo pode formular um despacho saneador. os gotosos e dementados, abatidos e caquéticos, demonstrando evidentes [música] sinais de angústia, congregavam-se ali, guardando os as
fase inicial de um processo pode formular um despacho saneador. os gotosos e dementados, abatidos e caquéticos, demonstrando evidentes [música] sinais de angústia, congregavam-se ali, guardando os as características das [música] enfermidades que lhe haviam marcado o corpo. Muitos choravam a [música] afeição de crianças medrosas. Outros comprimiam o coração com a destra enrijecida, ao passo que outros, muitos, se erguiam com imensa dificuldade, arrastando-se trêmulos. [música] As sanções da carne ferreteavam-lhes o íntimo, detendo-lhes o ser nas amargas recordações que traziam do mundo. Conduzidos ao exame sob a custódia de benfeitores abnegados, acusavam essa ou aquela diferença para melhor, recebendo uma ficha explicativa para o início das novas tarefas. que os aguardavam no plano espiritual. Agora era o psicopata recobrando a lucidez. Depois era um hemipélico [música] retornando o equilíbrio. Entretanto, os traços da velice corpórea preservavam quase intactos, [música] exigindo de certo longo tempo na vida nova para serem devidamente [música] desintegrados. Em derradeiro lugar, no entanto, aproximou-se do anjo, pobre velhinha, humilde e triste. Os cabelos de prata e as rugas que lhe desfiguravam o rosto denunciavam-lhe aproximadamente 80 [música] anos de luta física. Trazida, contudo, a grande balança, ó divina surpresa, de anotação em anotação, fazia-se mais jovem, até que, abençoada pelo sorriso do aferidor angélico, a estranha anciã converteu-se em bela menina e moça nos 20 anos primaver. Toda a assembleia vibrou de felicidade ante o quadro inesquecível. Intrigado, abeira-se de mim um antigo orientador e perguntei pela razão da [música] inesperada metamorfose. O esclarecido mentor pediu a ficha da celestial criatura para socorro à minha ignorância e na folha branca e leve pude ler admirado. Nome: Leucia [música] Silva, profissão educadora. Existência terrestre 701, 280 horas. Aplicação das horas, serviço de autoassistência para a justa garantia no campo da evolução. Mocidade Laboriosa 175
ome: Leucia [música] Silva, profissão educadora. Existência terrestre 701, 280 horas. Aplicação das horas, serviço de autoassistência para a justa garantia no campo da evolução. Mocidade Laboriosa 175 e 200. Magistério digno, 65.000. 1700, alimentação e higiene 43.800 estudo proveitoso e atividades religiosas 41.900. Repouso necessário [música] ao refazimento, 109.500 serviço [música] serviço extra completamente gratuito em favor do próximo. Devotamento aos necessitados 85.100 100. Movimentação fraterna, emissões de auxílio. 32.840. Noites de vigília e solidariedade aos enfermos. [música] 33.000. Conversação sadia num amparo moral [música] genuíno. 54.750. Variadas tarefas de [música] caridade. 59.409. 490. Total de horas 701.280. Compreendeu? disse-me o orientador sorridente e ante o meu insoptável assombro concluí: "Quem dá o seu próprio tempo a benefício das outras pessoas [música] não conta tempo na própria idade no sentido do envelhecer". [música] Leucádia, ela cedeu todas as suas horas disponíveis no socorro a todos os irmãos do mundo. Os dias não lhe pesam assim sobre os ombros das almas. Meu interlocutor [música] afastou-se lépido, para felicitar a heroína [música] e contemplando em levado o semblante radioso do mensageiro sublime que presidia a grande reunião, compreendi o motivo [música] pelo qual os anjos do amor divino revelam em si a suprema beleza da juventude. [música] eterna. Condicionou-se a mente humana de maneira geral, a crer que madurez orgânica é anticâmara da inutilidade e eis muita gente a se demitir indébitamente do dever que a vida lhe delegou. Inúmeros companheiros, porque alcançado aposentadoria profissional ou pelo motivo de abraçarem garotos que eles descendem do sangue, dizem-se no paralelo final da carreira física. Esquecem-se de que o fruto amadurecido é a garantia de toda a renovação da espécie [música] e rojam-se prostrados à soleira da inércia, proclamando-se desalentados. Falam em crepúsculo como se não contassem com a manhã do dia seguinte.
ido é a garantia de toda a renovação da espécie [música] e rojam-se prostrados à soleira da inércia, proclamando-se desalentados. Falam em crepúsculo como se não contassem com a manhã do dia seguinte. Começam qualquer comentário em torno dos temas palpitantes do presente pela frase clássica. No meu tempo não era assim. [música] Enquanto isso, a vida ao redor é desafio incessante ao progresso e a transformação, chamando-os ao rejuvenescimento. Filhos lhes reclamam orientação sadia. Netos lhes solicitam o calor da alma. Amigos lhes pedem o concurso da experiência e os irmãos da humanidade contam para novas jornadas evolutivas. Bastará pensar, porém, que as crianças e os jovens não acertam o passo sem os mentores adestrados na experiência, peritos em discernimento e trabalho, [música] para que não menosprezem a função que lhes cabe. Nada de esquecer que o espírito reencarna, atravessando as fases difíceis da infância e da juventude para alcançar a maioridade fisiológica e começar a viver do ponto de vista da responsabilidade individual. Quanto impeço vencido e quanta ilusão atravessada para consolidar uma reencarnação longe das praias [música] estreitas do berço e da meninice, a fim de que o espírito, viajor da eternidade alcance o alto mar da experiência terrestre. Entretanto, grande número de felizardos que chegam [música] ao período áurreo da reflexão, com todas as possibilidades de serviço criador, estancam em suposta incapacidade, batendo a porta do desencanto, como quem se compraz na volúpia da compaixão por si [música] mesmos. Trabalhemos por exterminar a praga do desânimo nos corações que atingiram a quadra preciosa [música] da prudência e da compreensão. Vida é chama [música] eterna. Todo dia é tempo de inventar, clarear e prosseguir. Os companheiros experientes no esforço terrestre constituem a vanguarda dos que renascem no planeta e não a chamada velha guarda que a rabugice de muitos imaginou [música] para deprimir a melhor época da criatura reencarnada na Terra.
orço terrestre constituem a vanguarda dos que renascem no planeta e não a chamada velha guarda que a rabugice de muitos imaginou [música] para deprimir a melhor época da criatura reencarnada na Terra. Desencarnação é libertação da alma. Morte é outra coisa. Morte constitui cessação da vida, apodrecimento, bolor. Os que desanimam de lutar e trabalhar, renovar e evoluir, são os que verdadeiramente morrem comquanto vivos, convertendo-se em múmias de negação e preguiça. E ainda que a desencarnação passe transfiguradora por eles, prosseguem inativos na condição de mortos voluntários que recusam viver. [música] Acompanhemos a marcha do sol que diariamente cria, transforma, experimenta, em beleza. Renovemo-nos. >> O mundo corre lá fora, tem pressa de [música] chegar. Ninguém tem tempo agora de parar e de escutar, mas saber ouvir é mais que o som que a gente sente. Esar-se de si para alguém [música] estar presente é deixar o próprio eu na porta em [música] algum lugar e deixar o sentimento do outro nos preencher e habitar. [música] Há tanta gente com fome, mas mais que [música] fome de pão. É o vazio do nome, é a fome de atenção. No meio da multidão, a solidão [música] ainda grita, pois a alma só descansa [música] onde a escuta é bem dita. Respeitar não é concordar com tudo o que o outro diz. É aceitar [música] o diferente para dizer o que lhe condiz. Ouvir [música] é um ato de amor. É a cura que vem da calma. É tirar o julgamento para abraçar uma alma. Pois no [música] silêncio da escuta a esperança renasce como se o sol da vida [música] no coração despertasse. Escutar sem dar conselhos é dizer: "Eu acredito [música] em você". É o milagre da empatia que ajuda a compreender. Uma mão estendida, um olhar que não condena, transforma o mar de escombros em uma [música] vida mais plena, que pode voltar a ter valor quando se [música] diz com mansidão. Eu me importo com você, [música] conte com minha atenção. Essas [música] poucas palavras ditas com o coração podem ser a [música] diferença entre a
tar a ter valor quando se [música] diz com mansidão. Eu me importo com você, [música] conte com minha atenção. Essas [música] poucas palavras ditas com o coração podem ser a [música] diferença entre a queda e a redenção. Ouvir pode salvar vidas e estancar a dor que paralisa. É um sopro [música] que alivia. É o bálsamo na ferida. Seja o [música] cai, seja o abrigo do item. para alguém, pois quem [música] ouve com carinho salva si mesmo também. [música] Ouvir é um ato de amor, é a cura que vem da calma. É tirar o julgamento [música] para abraçar uma alma. Pois no [música] silêncio da escuta a esperança renasce. >> Como se o sol da vida no coração despertasse. [música] Escutar sem dar conselho. É dizer: "Eu acredito em você". É o [música] milagre da empatia que ajuda a compreender. Infância, juventude, madureza e velice são simples fases da experiência material. A vida é essência divina e a juventude é seiva eterna do espírito imperecível. Mocidade da alma é condição de todas as criaturas que receberam com a existência o aprendizado sublime em favor da iluminação de si mesmas [música] e que acolheram no trabalho incessante do bem o melhor programa de engrandecimento e ascensão da [música] personalidade. A velice, pois, como índice de senilidade improdutiva ou enfermiça, constitui, portanto, apenas um estado provisório da mente que desistiu de aprender e de progredir nos quadros de luta [música] redentora e santificante que o mundo nos oferece. Nesse sentido, há jovens no corpo físico que revelam avançadas características de senectude pela ociosidade e rebeldia a que se confinam. e velhos na indumentária carnal, que ressurgem sempre à maneira de moços invulneráveis, clareando as tarefas de todos pelo entusiasmo e bondade, valor e alegria com que sabem fortalecer os semelhantes na jornada para a frente. Se a individualidade e o caráter não dependem da roupa com que o homem se apresenta na vida social, a varonilidade juvenil e o bom ânimo não se acham escravizados à roupagem transitória.
ara a frente. Se a individualidade e o caráter não dependem da roupa com que o homem se apresenta na vida social, a varonilidade juvenil e o bom ânimo não se acham escravizados à roupagem transitória. O jovem de hoje, pelas determinações biológicas do planeta, será o velho de amanhã. E o ancião de agora, pela lei sublime da reencarnação, será o moço do futuro. Lembremo-nos, [música] porém, de que a vida é imortal, de que o Espiritismo é escola ascendente de progresso e sublimação, de que o evangelho é a luz eterna, em torno da qual nos cabe o dever de estruturar as nossas asas de sabedoria e de amor. E num abraço compreensivo de verdadeira fraternidade, no círculo de esperanças, dificuldades e aspirações que nos identificam uns com os outros, continuemos trabalhando. De longada nos caminhos, passam velhos pobrezinhos a sofrer sem pão, [música] sem lar. Ao sabor da ventania, suportam a noite fria, a gemer e [música] mendigar. Choram a míngua de afeto, sem a carícia de um neto nos dias de solidão. Foram jovens, [música] entretanto, são hoje estátuas de pranto, de [música] pobreza, de aflição. Olhando esse quadro amargo, ó, nunca passeis de largo, gargalhando e andando ao léu. Dai-lhes o pão da bondade, que a bênção da caridade será a vossa luz no céu. Senhor, mestre da sabedoria, que nos revela ensinamentos [música] de vida eterna, guia, Senhor, os meus passos enquanto estou na minha juventude [música] e no caminho do bem, para que, seguindo o teu exemplo, eu possa iluminar o mundo com [música] o testemunho de uma vida alicerçada no teu evangelho luminoso. Orienta, Senhor, minha alma, para que eu saiba discernir entre a verdade e a mentira, a luz e as trevas, o bem e o mal. [música] Concede-me, Senhor, a graça de seguir teus passos, para que, vivendo na plenitude de tua presença, [música] meus dias sejam permeados de paz e de amor. Que meus dias, ó Pai, sejam semelhantes e sementes [música] de uma nova geração. Que eles gerem frutos de vida eterna no coração dos sofredores e marginalizados,
dias sejam permeados de paz e de amor. Que meus dias, ó Pai, sejam semelhantes e sementes [música] de uma nova geração. Que eles gerem frutos de vida eterna no coração dos sofredores e marginalizados, dos oprimidos e dos perseguidos, dos injustiçados e desanimados. Santifica, [música] Senhor, os meus gestos, que eles sejam reflexo do da tua misericordiosa [música] e da tua graça, criando, Senhor, o fortalecimento para o meu coração, no compromisso de anunciar ao mundo a [música] felicidade de viver cada dia na presença da tua, dos teus ensinamentos iluminativos. Que assim seja. >> Esses seus cabelos brancos bonitos, [música] esse seu olhar cansado, profundo me dizendo coisas. Num [música] grito me ensinando tanto no mundo e esses passos lentos de [música] agora caminhando sempre comigo. Já correram [música] tanto na vida, meu querido, meu velho, [música] meu amigo. Sua vida cheia de [música] histórias e essas rugas marcadas. pelo tempo, lembranças de [música] antigas, vitórias ou lágrimas choradas, [música] ao vento, sua voz macia, me acalma e me diz muito mais do que [música] eu digo, me calando fundo dá alma, meu querido, meu velho, meu amigo. >> Seu passado vive [música] presente nas experiências contidas nesse coração. Consciente da beleza das coisas da [música] vida. Seu sorriso franco me anima, seu conselho certo me [música] ensina. Vejo suas mãos e lhe digo: "Meu querido, meu velho, meu amigo, [música] eu já lhe falei de tudo, [música] mas tudo isso é pouco diante do que sinto, olhando os seus [música] cabelos. tão bonitos. Beijo suas mãos e [música] digo, meu querido, meu velho, meu amigo, olhando seus cabelos [música] tão bonitos, beijo suas mãos e digo: "Meu [música] querido, meu velho, meu amigo
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