Ecologia da Arte: Expressar para transformar

FEBtv Brasil 25/08/2025 (há 8 meses) 1:04:42 438 visualizações

ECOLOGIA DA ARTE 🎨🌳🎶🌻🩰🏝️🎭 Junte-se a nós para uma conversa inspiradora sobre arte, ecologia e espiritismo. Venha refletir como a arte pode ser uma ferramenta poderosa para a conscientização ecológica e o desenvolvimento sustentável, alinhada com os princípios do espiritismo. Agende agora e compartilhe com seus amigos! Data: 24 de agosto de 2025 Hora: 9h (Brasília) Assista no FEBlives: https://febtv.live/ecologia-da-arte #EcologiaDaArte #CampanhaEspíritaPermanente #ConscientizaçãoEcológ...

Transcrição

Uh. Sou a alma do planeta que dá a ele seu pulsar o futuro nas estrelas que transformam só em lar. Dou ao homem tudo que precisa para viver. Os cenários mais bonitos. Para sonhar, para sonhar. É preciso que agora todos possam entender que se não houver cuidado, todos perdem o seu lar. Dou ao homem tudo que precisa para viver. Os cenários mais bonitos para sonhar. Meu nome é Terra, meu nome é mata. Sou céu e mar, eu sou vida. Meu nome é Terra. Meu nome é mata. Sou céu e mar. Eu sou vida. Vida. Sou a alma do planeta que dá a ele seu pulsar o futuro nas estrelas. que transformam sóis em lar. Dou ao homem tudo que precisa para viver. Os cenários mais bonitos para sonhar, para sonhar. É preciso que agora todos possam entender que se não houver cuidado, todos perdem no seu lar. Dou ao homem tudo que precisa para viver. Os cenários mais bonitos para sonhar. Meu nome é Terra, meu nome é mata. Sou céu e mar, eu sou vida. Meu nome é terra. O meu nome é mata. Sou céu e mar. Eu sou vida. Vida. >> Gente, vamos proteger a natureza. Que coisa linda. Então, saudamos a todos nossas saudações artísticas, ecológicas. Olá a todos, né? Muita alegria no coração e recebê-los a todos com essa linda canção, uma canção que é uma declaração de amor à nossa terra. É com muita alegria que estamos aqui nessa live especial, abraçando a todos. Iniciamos eh com essa canção que tem a letra da Duner, a música do Maurício Keller e os arranjos do Clud Ramalho e foi composta uma proposta de oficina de música da nossa formação. Então, sejam muito bem-vindos. Eu passo agora paraa nossa querida Simone para também dar seus agradecimentos. Simone, é contigo, minha querida. Amiga, >> bom dia, queridos. É uma alegria imensa estarmos aqui nessa manhã refletindo sobre arte, sobre ecologia e nós agradecemos imensamente a todos que tornaram isso possível, né, em especial as federativas parceiras que estão trabalhando conosco nesse dia de hoje. a FEB Lives que tá aqui nos acolhendo, retransmitindo, né, transmitindo esse momento tão especial

so possível, né, em especial as federativas parceiras que estão trabalhando conosco nesse dia de hoje. a FEB Lives que tá aqui nos acolhendo, retransmitindo, né, transmitindo esse momento tão especial para nós, os coordenadores regionais da área de arte que trabalharam intensamente também articulando junto aos seus estados, né, os estados que compõem as suas regionais, eh, essa a construção deste momento, aos nossos parceiros da campanha que estão aqui conosco hoje, representados pela Jucutulo, que vai falar pra gente daqui a pouco. eh a nossa nosso querido mano Geraldo Campet, que tá sempre conosco também nas atividades e a nossa Naira, que tá aqui com a gente hoje na interpretação de Libras. Bem-vinda, Naira, à nossa equipe, ao nosso grupo e é um prazer tê-la aqui conosco hoje. E todos vocês que estão aí já acompanhando a nossa live, um bom dia para todos nós, né, Marco? É isso. E as pessoas que estão participando aí de vários lugares do Brasil, né? A gente já tá vendo aí a as interações no chat. Sejam muito bem-vindo, Júlio Vidal, eita, amigo querido. Eh, e os demais companheiros que estão eh em todas as as os estados, né, todas as regiões do nosso país. Uma alegria muito grande, né? Ô Marco, eu queria também só falar aqui da nossa companheira Estela, que tá nos acompanhando aqui também, Júnior com junto com o Júnior Vidal. A a Estela participa de um grupo de arte e ecologia há muito tempo, antes mesmo de termos a campanha, tem um grupo de pessoas que estudam já a arte e ecologia e hoje já estão aqui participando conosco. Olha que legal, >> isso, João Batista, né, Ricardo, >> que legal, gente. Que maravilha, né? E o nosso primeiro acesso foi do Ricardo Gessinger lá de Itajaí. >> Foi nosso primeiro a conectar aqui, ó. >> Poeta especial, né? Grande poeta, muito amigo. >> Isso aí. >> Então, Simone, vamos poetizar o nosso ambiente, porque o momento é de arte, ecologia, a gente tem que poetizar, não é isso? E quem é que vem para trazer esse momento poético pra nossa live?

sso aí. >> Então, Simone, vamos poetizar o nosso ambiente, porque o momento é de arte, ecologia, a gente tem que poetizar, não é isso? E quem é que vem para trazer esse momento poético pra nossa live? Hoje nós teremos aqui nesse momento poético nosso querido Merlânio Maia >> e também um momento muito especial com o nosso querido Nando Cordel. Vamos assistir. >> Oi, oi, oi, meus amor. Merlândo Maia trazendo um poema sobre o ser de arte ecologia. E eu digo assim: "Olha bem à tua volta. És um ser espiritual, és um ser da natureza. arte estética real que Deus sonhou para amar e pois para navegar na evolução primorosa. Herdeiro da criação, na mais divina missão da ideia da divosa. Éis humos, humanidade, o solo é quem te dá chão. Vestes um corpo na terra das estrelas és irmão. Todos saídos de Deus com grandes desígnios seus de amar, servir, defender, viver e semear a vida. E o universo te convida a cocriar para viver. És natureza e és arte, ó Espírito sopro de Deus, és a luz e o sol da terra que agora rompe os teus breus. essência maior da vida. E essa vida te convida aos caminhos do amor. Hás de cuidar desse mundo, que o sétimo dia fecundo é também teu cocriador. Hás de servir e viver pela paz ambiental, pela paz interior e pela paz social. A terra pede o cuidado. Tens a ciência ao teu lado e as leis sagradas da vida. Tua casa, o planeta Terra, é o lugar que te encerra, pois dele não há saída. O humano é um ser simbólico e o simbolismo é a arte. Canta, toca e representa, pinta e dança em toda parte. Que a arte seja o intento. Desenterra o teu talento pelos caminhos da dor. Cura, eleva, sonha e diz que o homem só é feliz pelos caminhos do amor. Que a tua vida seja arte. Que a tua arte seja vida. Que leves por toda parte o amor que Deus te convida. És força da natureza, defende a vida e a beleza que estáais aqui em missão. Deus convocou teus talentos. Usa agora os teus proventos sem meio amor, meu irmão. Olha aí, um beijo no coração de todos vocês. E é muito importante esse cuidado

e a beleza que estáais aqui em missão. Deus convocou teus talentos. Usa agora os teus proventos sem meio amor, meu irmão. Olha aí, um beijo no coração de todos vocês. E é muito importante esse cuidado do ser que também é natureza, porque a natureza Deus criou inclusive nós outros, não é? Nós também somos natureza. Quando apontarmos para a natureza, lembremos que também somos parte dessa natureza, eh, nesse reino hominal, que também faz parte do reino da humanidade. Um beijo no coração de todos vocês, meus amor. E o boi pesse da força que vem. Não puxava a carroça e a abelha da dor da picada. Não roubava seu mel. E a terra a terra, e o céu era o céu, e a terra era a terra, e o céu era o céu. Como era bom se toda a semente crescesse. A arte, a arte em si. É uma alavanca muito maravilhosa pra ecologia. A música especialmente, né? Tem tudo a ver. Eu tenho várias músicas falando disso. É muito importante. Cada artista, cada pintor, enfim, todo mundo que mexe com arte, fale um pouco dessa cultura maravilhosa que pouca gente tá interessada. As pessoas vivem tanto, tão no mundo da lua, tão assim olhando para, sei lá, que esquece de ver a natureza. Eu me lembro de uma de uma palestra que eu assisti que o palestrante fazia assim: "A gente tá tão desconectado da da natureza que quando o professor pergunta para os alunos, aponte a natureza, todo mundo sai na janela da escola e aponta para uma para uma árvore ou para um para um rio, nunca aponta aponta para si que é natureza. Então é preciso que a gente tenha essa consciência e faça o mundo melhor. >> Maravilha, né? a gente ouvir a conexão dos dois poetas falando que nós, né, aponte para si e se sinta a natureza, né? Exatamente. >> Nós somos parte também da natureza e parte também da solução das questões que estão aí postas, né? >> Verdade. >> E muito importante isso. Eitao aí também conosco. Legal, maninho. >> Muita gente legal aqui no nosso chat. Marcos tem, né, Simoninho? >> É. E a gente vai pedir que durante a fala da nossa convidada que vocês também

ante isso. Eitao aí também conosco. Legal, maninho. >> Muita gente legal aqui no nosso chat. Marcos tem, né, Simoninho? >> É. E a gente vai pedir que durante a fala da nossa convidada que vocês também façam comentários que tenham relação com a temática, que dentro do nosso tempo possível a gente vai trazer esses comentários aqui pra gente conversar um pouquinho sobre eles, tá bom? Então vamos ficar atentos, né, para comentar. Então vamos agora refletir, né, a hora da reflexão e a gente vai chamar aqui ao nosso palco virtual, né, a Juliana Cútolo, né? Ela tem formação em gestão ambiental, é doutora em ciências pela Escola de Comunicações da USP, é ativista vegana, membro do MOV, né, Movimento pela Ética Animal Espírita e assessora da campanha espírita permanente de conscientização ecológica. É bom frisar que nós estamos em parceria, né? A formação de arte esse ano foi feita exatamente em parceria, em plena sintonia com a campanha espírita de conscientização ecológica. Então a gente tá aqui com a Juliana, a gente agradece muito J sua disponibilidade para passar esses minutos aqui nesse momento de reflexão. O palco é seu, né? Seja nos conscientize cada vez mais, minha amiga. Um abraço. >> Muito obrigada, Marco. Meu bom dia para você. Bom dia para Simone, para Naira, para todos aqueles que estão nos acompanhando aqui hoje. É um prazer enorme a gente tá aqui representando uma equipe, né, um grupo aí, um coletivo que tá trabalhando não só representando o pessoal da arte, mas também o pessoal da campanha, que como você bem lembrou, estamos unidos aí num propósito comum, né, da maior importância aquilo que a gente tá fazendo, estruturando, ainda que a gente esteja aprendendo, né, começando a desenvolver esse projeto e e procurando assim das nossas dentro da nossa pequenez eh ampliar horizontes, até para nós mesmos, né? Porque todo esse entendimento ele ainda eh é novo, né, no nosso ponto de vista espírita. Então, a campanha tá trazendo algo inédito. a FEB abraçou essa esse

mpliar horizontes, até para nós mesmos, né? Porque todo esse entendimento ele ainda eh é novo, né, no nosso ponto de vista espírita. Então, a campanha tá trazendo algo inédito. a FEB abraçou essa esse ineditismo, né, de trabalhar a questão e ecológica e do ponto de vista espiritual, sem perder a referência no mundo em que nós vivemos, que nós efetivamente estamos expressando, né, a a nossa consciência, a nossa vivência, enfim, o nosso ser espiritual, como os bons poetas lembraram também, né, junto com a natureza, sendo natureza. Enfim, eu vim trazer aqui uma fala breve, vou tentar me ater ao tempo, tá? Eh, são 9:18, por favor, me avisem aí conforme for avançando. Bom, mas enfim, a gente tem uma fala para trazer sobre arte e conscientização lógica. Pode passar o próximo, por favor, por favor. Próximo slide, por gentileza. Isso. Opa, volta um aqui. Volta. É o o segundo slide. Isso, isso. Desculpa, que eu tô acompanhando no computador e aqui na no celular. Vamos lá. Hora, certo? Bom, o que que a gente vai fazer hoje? Então, hoje a gente vai procurar entender qual é melhor, né, um pouco mais sobre a campanha espírita permanente de conscientização ecológica. para entender o que que é conscientização ecológica de uma forma sintética. Vamos tomar o contato prévio aí preliminar com a metodologia da conscientização ecológica, só que é aplicada à arte. E aí a gente vai tentar imaginar algumas possibilidades, tá bom? Vamos ver como é que a gente vai seguir hoje. Bom, dentro da campanha a gente tem eh uma ideia, né, de que foi todo um processo bastante longo. Eh, a gente iniciou basicamente em 2022. né? E foi um ano de discussão com uma equipe anterior de trabalho e bastante difícil assim da gente elaborar porque muitos conceitos, muitos debates, enfim, tudo de uma forma muito amigável, muito serena, mas ao mesmo tempo muito rica. E essa construção de diálogos elaborou um texto, né, na época era uma minuta que foi submetida ao Conselho Federativo da FEB, né? E esse conselho aprovou esse

to serena, mas ao mesmo tempo muito rica. E essa construção de diálogos elaborou um texto, né, na época era uma minuta que foi submetida ao Conselho Federativo da FEB, né? E esse conselho aprovou esse documento que hoje está disponível no site da campanha espírita permanente de conscientização ecológica. No final da nossa apresentação, eu vou colocar aqui o link para vocês, vocês vão poder ver e aí a gente fica deixar o convite também para acessar o site. Mas enfim, esse documento na sua íntegra trouxe não só a fundamentação doutrinária da campanha, como trouxe também alguns termos novos e também algumas propostas e objetivos de trabalho, tá? Então, por que que a gente se propôs a criar essa campanha, né? Primeiro é uma campanha e então ela traz consigo todo um aspecto de divulgação, de engajamento, de proposta de trabalho coletivo. Ao mesmo tempo, ela é espírita, então ela traz essa característica própria, né? A gente sabe que os nossos irmãos católicos têm feito um trabalho maravilhoso com ecologia integral a partir da Laudatu si e outras encíclicas. a gente sabe que eh dentro do universo aqui do do conjunto dos ativismos sociais, há muita gente engajada em diversas frentes, procurando também eh desenvolver a questão ecológica, lutando para que as as legislações sejam coerentes com as necessidades de humanos e não humanos. Enfim, a gente tem todo um trabalho percebendo-se assim que vai permeando o mundo em que nós habitamos e que trazem realmente ventos novos. E a gente ao mesmo tempo colocou uma campanha permanente. Por quê? Porque ela não tem pretensões de terminar amanhã. Ela tem pretensões muito de continuar indefinidamente gerações a fio como uma proposta de pensamento, de ação, que seja constante, que renove consciências, que ao mesmo tempo promovam uma modificação constante no mundo em que a gente habita. Enfim, e a gente se propôs a isso. Próximo slide, por favor. Aí a gente tem a finalidade da campanha, né? A campanha, eu vou ler aqui rapidamente, promove a conscientização do cidadão

a gente habita. Enfim, e a gente se propôs a isso. Próximo slide, por favor. Aí a gente tem a finalidade da campanha, né? A campanha, eu vou ler aqui rapidamente, promove a conscientização do cidadão espírita sobre as suas responsabilidades perante a natureza por meio de uma educação que transcenda os interesses exclusivamente humanos, ou seja, ela é não antropocêntrica e inclua o direito de viver de todas as espécies. não especista, oferecendo subsídios teóricos e práticos que contribuam para a mudança individual e coletiva em prol do equilíbrio dos ecossistems. Pretenciosa, talvez, né? Mas no fundo essa campanha ela traz uma renovação de paradigma dentro do pensamento espírita e ela traz isso a partir de diversos pensadores. Nós estamos em diálogo aqui com várias linhas de pensamento das ciências contemporâneas, lógico, trazendo justamente a prerrogativa do espiritismo, que é ser progressivo, que é adalogar com ciências, estar a par e passo com o seu tempo. E o tempo hoje trouxe toda uma reflexão desde o século XX até este momento que nós nos encontramos, que é importante que nós tenhamos em mente. Quando a gente fala em não antropocentrismo, a gente está se referindo justamente a uma mudança de paradigma do pensamento atual, tá? A gente sempre teve uma centralidade do humano. Tudo girava em torno das necessidades do ser humano. E o ser humano se colocava assim como o grande centro do universo. E a gente teve algumas quedas do cavalo, digamos assim, né? A gente teve, por exemplo, Copérnico, quando Copérn tirou a terra do centro do universo, tirou também o ser humano do centro da criação. E a gente teve mudanças com Freud, mudanças que aconteceram, eh, por exemplo, no próprio centro da consciência. a consciência não era mais a a parte mais importante, mas o inconsciente tomando conta muitas vezes das nossas ações, das nossas expressões, enfim, a gente tem diversos momentos na nossa humanidade. E uma das questões que tem tirado também a centralidade do humano é a questão da

o conta muitas vezes das nossas ações, das nossas expressões, enfim, a gente tem diversos momentos na nossa humanidade. E uma das questões que tem tirado também a centralidade do humano é a questão da senciência dos animais. Os animais têm se mostrado também capazes de consciência, capazes de sentir, de expressar emoções, de expressar sentimentos, de mostrar dor, medo, né, de agir também no mundo. Então essa mudança, né, esse deslocamento da centralidade, de maneira que o centro agora está em toda parte, né, ela é de fundamental importância, porque ela também designa para nós a existência de outra tipo de discriminação, que é o especismo. O especismo, assim como o racismo, assim como machismo, é uma forma de opressão, só que dessa vez voltada a seres não humanos, tá? Então, eh, quando a gente identifica isso, a gente identifica mais uma parcela do egoísmo, do orgulho que tantos nós, né, combatemos através da reforma íntima, não é assim? Pois muito bem, a campanha traz isso na sua proposta, na sua finalidade, né? E ela traz uma proposta de mudança não apenas íntima, individual, mas coletiva. Então, ela coletiviza, digamos assim, a transformação moral, tá? Vamos pro próximo, por favor. Bom, aqui rapidamente, alguns segundos apenas, eh, dentro do documento que eu falei para vocês, a gente tem nove objetivos. Eh, esses nove objetivos t várias possibilidades de atuação dentro da campanha e várias possibilidades que a equipe mesmo da campanha está se esforçando para colocar em prática. Mas eu vou pedir o próximo slide. Este daqui em particular, o objetivo três tem mais a ver com o pessoal da arte, tá? Por quê? Estimular práticas que visem a formação de uma cultura ecológica e de sustentabilidade ambiental no centro espírita, eu diria até além dele, tá? Então, práticas, quando a gente fala de práticas, a gente também tá falando de música, a gente tá falando de teatro, a gente tá falando de pintura, a gente tá falando de todas as expressões da arte. Tá? Então, eh, tudo isso visando o quê?

e práticas, a gente também tá falando de música, a gente tá falando de teatro, a gente tá falando de pintura, a gente tá falando de todas as expressões da arte. Tá? Então, eh, tudo isso visando o quê? Essa essa formação de uma cultura, uma expressão de uma cultura, uma partilha de uma cultura, um sentir junto, né, dessa ecologia, dessa força que nos une, nos faz unidade. O próximo, por favor. Aí a gente chega no que que é a conscientização ecológica. Porque eu falei que era uma campanha, falei que era espírita, falei que era permanente, mas ela é de conscientização ecológica. E o que que é isso, tá? A conscientização ecológica é um programa de ação. Ele vai propor a realização de diferentes atividades por várias áreas do centro. Ele vai envolver as áreas funcionais do centro espírita, tá? através da aplicação de metodologias ativas envolventes que fazem realmente cada um de nós participar ativamente dos processos que vão estarem aí presentes e vão utilizar o quê? A sensibilização sobre a emergência ecológica, a crise deste nosso tempo, né? Suas causas, seus desdobramentos, né? Valendo-se do conhecimento das ciências naturais e ciências humanas, dos valores éticos e espirituais, que são o quê? Estendidos aos seres não humanos também, né? Levando os envolvidos, todos os seres, ao engajamento em ações transformadoras urgentes e necessárias ao bem comum. Não, apenas o bem dos seres humanos, tá? Então, a gente tem aí uma proposta grande, um programa de fato de ação que tem em si um núcleo educativo, tá? E vocês vão conhecer um pouquinho a respeito. Vamos pro próximo, por gentileza. Bom, aí a gente começa a falar de metodologia especificamente, né, para conscientização ecológica na arte. A arte ela promove, a gente sabe, um estado compartilhado de alegria, de sentimentos, de emoções muito profundas. E ela, espiritualmente falando, ela ajuda a renovar os quadros da memória do espírito de cada um que tá envolvido nisso. Ela muda pensamentos, ela ajuda a a refletir também, né, sobre a postura

undas. E ela, espiritualmente falando, ela ajuda a renovar os quadros da memória do espírito de cada um que tá envolvido nisso. Ela muda pensamentos, ela ajuda a a refletir também, né, sobre a postura diária. Ela ajuda, ela contribui nesse sentido para que nós pensemos condutas, posturas, hábitos e ajuda nesse sentido também a transformar vidas humanas e não humanas. O engajamento pela arte é uma promoção de transformação. E eu acho que é uma das questões mais fundamentais, porque a arte é um instrumento utilíssimo, tá, para nossa campanha aqui. Então, foi muito feliz que essa parceria aconteceu. Vamos pro próximo slide. Bom, eh, acho que aí não deu muito certo, né, GL? que não apareceu. Eh, mas enfim, o que que a gente tem aqui, tá? Eh, tem uma frase que não tá aparecendo aí e tem um um senhor, agora nós vamos fazer um exercício de imaginação, artistas. Eh, a gente tem um homem abraçando um boi, tá? E recebendo dele também um afago. E tem uma frase do Aítlon Crenc, que é um indígena aí da de Minas Gerais, quem é de Minas, né? eh de uma dos Crenque que moram nas margens do rio Doce, que sofreu aquele atentado que a gente sabe, né, aquela destruição, né, da das barragens aí que romperam em Brumadinho, enfim. E aí o Ton Crenque, que também é membro da Academia Brasileira de Letras hoje disse o seguinte: "A natureza não é recurso, é parente". E essa visão para nós é uma frase que eu vou pedir para vocês guardarem, né? Não só para esse nosso encontro hoje, mas paraa vida, porque a gente tem uma perspectiva da natureza como aquilo que nos serve, aquilo que nos traz alguma coisa. Quando a gente pede pra criança: "Ai, o que que a árvore é? Ah, a árvore é um vegetal. Ah, o que que a árvore dá para nós?" Vejam essa pergunta, né? A gente nunca pensa a árvore como um ser vivente, como um ser que tem necessidades também, um ser que está envolvido na ecologia da natureza e não só servindo ao ser humano. A natureza ela é parente nossa. Cada um dos seres que existem são nossos irmãos. Veja,

r que tem necessidades também, um ser que está envolvido na ecologia da natureza e não só servindo ao ser humano. A natureza ela é parente nossa. Cada um dos seres que existem são nossos irmãos. Veja, agora tá bem claro. Que bom. Tá, essa é a imagem. Espero que vocês tenham tido algo próximo, né, quando vocês olharam a imaginarem. Eh, a natureza sendo nossa parente modifica toda a nossa relação com ela, né? A gente vai ver cada um dos seres à nossa volta como um familiar próximo, como alguém com necessidades, alguém com valores e interesses, com alguém que tem possibilidade de relações, de expressão da sua individualidade. Cada ser, cada um deles tem valor inerente. Vamos pro próximo. Aqui eu resolvi trazer uma forma de arte diferente para vocês. Talvez alguns de vocês conheçam, né, da Iara Tucano. Eh, ela é uma indígena, uma artista indígena e esse, essa, eh, esse mural especificamente, né, chama-se Selva Mãe do Rio Menino, é um mural de 2020 e e ele está pintado em Belo Horizonte, tá? E então assim, eh, vejam só que interessante, selva mãe do rio menino. O corpo do menino é um rio, né? Toda a roupa da indígena e no caso, vai expressando esta selva, né? E toda a a o conjunto que ela coloca aí para nós é de um colorido, é de uma vibração intensa. E é interessante que essas figuras humanas elas aparecem praticamente diluídas, né, junto com a natureza. Enquanto o Ocidente separou a natureza da cultura, né, separou o humano do não humano, a filosofia indígena, principalmente aquelas da do dos andes ou as nossas mesmo originárias puderam manter um outro tipo de pensamento não separador, não dialético, não o positivo, tá? Então, quando chegaram aqui os colonizadores, eles inferiorizaram o pensamento que aqui existia, as línguas que aqui existiam, as formas de expressão artística, ah, inclusive as formas de escrita, né, dos incas, dos maias, tudo foi considerado inferior e foi praticamente erradicado, né, foi praticamente tirado eh da existência. E a gente percebe aí um pensamento um

clusive as formas de escrita, né, dos incas, dos maias, tudo foi considerado inferior e foi praticamente erradicado, né, foi praticamente tirado eh da existência. E a gente percebe aí um pensamento um pensamento que é muito mais favorável à comunhão, a união, a preservação, a conservação, porque é o sentir-se natureza, não apenas parte da natureza, mas sentir-se natureza, sentir-se em comunhão e unidade. Vamos pro próximo. Aqui é um outro artista, o Jaideresbel. Ele já é falecido, tá? Também indígena. E ele vai dizer aqui: "Desde antes do tempo vir a ser tempo, as plantas partilham entre si a maestria da vida. São portas para portais de mais mistérios. Hoje em crise, humanos, que nos achamos, ainda temos talvez as últimas chances de nos conectarmos ao tudo. Uma moita de mato, por menor que seja o ramo, contém ali todo o antídoto para o veneno, que é a megalópole. Isso nem deveria ser segredo, embora ainda seja segregação. Poeta, né? A gente percebe aqui eh essa outra perspectiva que é uma perspectiva ameríndia, totalmente diferente. Se nós observarmos, há aí uma mescla, né, que a gente quase não enxerga os contornos porque parece que uma coisa se junta à outra. e se dilui, né? É um aspecto maravilhoso, é uma arte diferente. Percebam as cores, percebam as linhas, né? É tudo tão orgânico e ao mesmo tempo tão sereno, né? Vejam que céu maravilhoso. A gente tem um céu que que céu que a gente tem, né? Às vezes a gente tem a noite estrelada do Vangog na nossa lembrança, mas vejam essa arte, vejam que noite estrelada é essa que está presente nessa arte de um indígena brasileiro. Vamos pro próximo. Aqui é um outro indígena. Aqui ele tá fazendo uma arte mais engajada, uma arte mais política, digamos assim. Eh, vejam, eh, essa infogravura chama-se natureza morta. né? Eh, basicamente ela aí representando para nós um desmatamento. Então você veja um engajamento da arte como ela se dá. E ao lado nós temos uma instalação, né, uma fotografia de uma instalação, eh, que foi feita aqui no Centro

epresentando para nós um desmatamento. Então você veja um engajamento da arte como ela se dá. E ao lado nós temos uma instalação, né, uma fotografia de uma instalação, eh, que foi feita aqui no Centro Cultural São Paulo, em São Paulo mesmo. E e aí a gente tem uma metáfora aí, né, da violência contra os indígenas, né, essa cruz, eu não sei se tá dando para vocês verem, né? É um montinho, é uma instalação, né, que tá aí um montinho no piso, né, que é feita, vejam só, de pira de pacote de açúcar da marca Guarani, tá? E ao mesmo tempo essa mancha em volta de sangue, essa cruz fincada, tá? E tem uma inscrição nessa cruz escrita assim: "Eu sou guarani caiová". Tá? Eh, na parede tá escrito decolonize com Z mesmo, tá? Isso tem uma provocação aí, né? eh eles estão justamente provocando eh os estudos eh de antropologia, enfim, que pretenderam estudar os indígenas, né? Pretenderam dizer o que eram os indígenas sem de fato terem apreendido a realidade deles, as expressões, a cosmovisão deles. Tá bom? Então, eh, eu trouxe essas artes para poder até mostrar para vocês uma outra referência. Vamos pro próximo rapidamente pra gente já partir pro nosso, né, paraa nossa conclusão. Aí aqui a gente tem a metodologia da campanha, tá? A gente realizou aqui uma circularidade até para mostrar que não tem início, não tem fim, a sequência não é linear, né? Mas a gente tem aqui três princípios que qualificam a campanha, o aprender, o amar e o ajudar. E quatro ciclos metodológicos de ação, digamos assim, né, de melhor dizendo, de eh implantação de ciclos pedagógicos. Acho que é melhor explicar assim, tá? Então nós temos o sentir, o conhecer, o integrar e o agir, tá? Cada um deles com um símbolo que vocês devem ter visto nos slides que foram passados, sempre tinha um desenho desses. Então, cada uma dessas slides estava representando muitas vezes um ciclo pelo menos ou mais de um, tá? E aí, rapidamente pro próximo, aqui eu vou ser o mais eh breve possível também para não cir mais o tempo, mas a

a dessas slides estava representando muitas vezes um ciclo pelo menos ou mais de um, tá? E aí, rapidamente pro próximo, aqui eu vou ser o mais eh breve possível também para não cir mais o tempo, mas a gente tem dentro do sentir, né, essa necessidade de desenvolver uma sensibilização, né, preferencialmente prática. E a arte entra como uma luva, né, que nos permita sair de um estado de indiferença moral individualista, tá? Deixar apenas o eu, eu, eu, eu que tenho que melhorar, eu que tenho que ser eu que tenho que evoluir, eu que tenho que crescer, só eu, né? Mas nos permitir ver a beleza e sentir a dor dos seres do mundo, utilizando observação, percepção, comparação como métodos. E aí o sentir na arte seria o quê? É um sentir com sentir com o rio, sentir com a terra, sentir com todos os seres, com tudo que existe na natureza. E é fazer sentir, onde os sentires se somam em formas, cores, sons, movimentos e aí refletem, fazer sentir essa unidade da vida. OK? Conhecer. Conhecer traz o conhecimento científico, eh, os diversos campos das ciências humanas, ciências sociais. Então, a gente procurar ver o que que avançou no conhecimento de fato no século XX para cá. Isso nos ajudando a analisar os fatos, ver a complexidade das causas, o que que tá causando aquela dor, levar a refletir realmente o que que o mundo está vivenciando hoje, problematizar as questões, propor soluções através da arte, sanar os males, como a gente faz para isso, né? que afligem o mundo, as causas dessas aflições, onde elas estão, quais são, não são apenas de ordem espiritual, sempre considerando as características, lógico, de cada centro, de cada educador, de cada educando. E o conhecer na arte é o quê? Aprofundar o encontro da arte com o mundo, tá? Lá onde o mundo se pensa e onde a arte se pensa também. é estimular a aprendizagem, a reflexão, um pensamento ativo e dinâmico. Vamos pro próximo, rapidinho. E aí a gente tem integrar. Integrar a gente adiciona compreensão moral através de uma reflexão ética e espírita. Aí

endizagem, a reflexão, um pensamento ativo e dinâmico. Vamos pro próximo, rapidinho. E aí a gente tem integrar. Integrar a gente adiciona compreensão moral através de uma reflexão ética e espírita. Aí entra, né, a filosofia, entra espiritismo. Se conjunto, filosofia não apenas ocidental, mas filosofia também dos saberes originários. a gente comunga outras ideias, outros pensamentos para promover o quê? Essa consciência integrativa interdependente da existência. Pois todos os seres somos indivíduos espirituais, sociais e naturais, convivendo no mesmo planeta vivo. Integrar a arte é o quê? é promover a descoberta da grandeza, do valor, da importância de cada coisa e de cada ser em si mesmo. É compreender a finalidade de tudo o que nós realizamos. E como é que a gente faz para agir? A gente soma a adoção de ações, condutas e posturas condizentes com a não violência, com a justiça, o amor e a caridade interespécies, pela melhoria das condições da existência coletiva e de cada um dos seres humanos e não humanos e de toda a natureza. E o agir na arte, ele se expressa onde ocorre o engajamento, onde a arte convida à transformação do ser e do mundo. Bom, gente, é isso daí. Eu deixo aí para vocês essas reflexões, né, trazidas aí do conjunto dos nossos esforços eh na campanha eh espírita permanente de conscientização ecológica. Então eu espero que vocês tenham feito anotações aí no chat, tá? Que que vocês costumavam pensar sobre arte e ecologia e agora o que que vocês estão pensando a partir aí da nossa reflexão? As dúvidas, os comentários, estou à disposição. Desculpa, acho que eu passei um pouquinho do meu tempo. Nós que agradecemos, Juliana. Nós queríamos ter assim muito tempo para ficarmos aqui te ouvindo, entendendo, eh conhecendo um pouco mais eh a campanha e como podemos fazer essa integração, essa interação. Eh, e foi muito legal você trazer no sobre a perspectiva da equipe da campanha, como que a arte pode integrar esse processo, porque afinal nós estamos aqui hoje falando com trabalhadores da

interação. Eh, e foi muito legal você trazer no sobre a perspectiva da equipe da campanha, como que a arte pode integrar esse processo, porque afinal nós estamos aqui hoje falando com trabalhadores da arte, né, já que esse esse momento é um momento de formação continuada, né, da área de arte. Então, hoje nós estamos aqui dialogando com este público que pode às vezes não entender muito bem onde é que eu me encaixo dentro desse processo. Então, você trazendo, trazendo esses exemplos, trazendo, fazendo essas colocações, nos abre assim um leque de possibilidades e nos insere diretamente dentro desse processo, dentro do trabalho, porque este é o nosso objetivo. E nós, trabalhadores da arte, como podemos nos integrar, nos engajar e verdadeiramente trabalhar e colaborar com essa consciência, né, com essa, eh com essa construção, né, desse conhecimento em torno da ecologia. Muito obrigada. E nós temos aqui, sabe, Marco, alguns comentários no nosso chat que eu vou pedir nossa colega Clébários e enquanto ele coloca, a gente agradece também a todos que estão ali dando seu bom dia, >> né? Eh, que estão aqui se identificando. Tem pessoas de todos os cantos aqui do Brasil. Isso é importante, pessoal. Muito legal essa interação, esse engajamento. E o nosso primeiro comentário aqui vem do nosso querido Paulo Rabelo lá de Belém do Pará. Bom dia, Paulo querido. Ele ele fala o seguinte: "A ecologia da arte é a busca por sermos jardineiros do invisível, colhendo frutos do invisível". Olha que legal. a partir, né, do princípio que somos natureza, nós temos essa conexão direta aí, né, com com o invisível e que também colhemos os frutos, mas também damos esses frutos a partir do momento que estamos verdadeiramente integrados e entendendo qual o nosso papel, o que que nós estamos fazendo aqui. Vamos trazer outro comentário. Você lê pra gente, Marcos? >> Sim. a Noilane, eh, Noelane fala do Mato Grosso, né? Mato Grosso, Cuiabá. Muito importante termos esta consciência do coletivo inclusivo e reconheçamos o direito de

ário. Você lê pra gente, Marcos? >> Sim. a Noilane, eh, Noelane fala do Mato Grosso, né? Mato Grosso, Cuiabá. Muito importante termos esta consciência do coletivo inclusivo e reconheçamos o direito de viver de todas as espécies, né? Essa essa é a base, né? Eh, do programa da conscientização e nos sentimos todos integrados, né? Não com diferenciando as espécies, não é isso, Juliana? Você acha também dessa? >> É, é fundamental, né? a gente, a gente não é sozinho no mundo, né? E e tudo girava em torno da gente, como eu disse, no antropocentrismo, né? Então agora precisamos mudar a perspectiva. >> Uhum. Isso mesmo. >> Cléber, você pode trazer aqui mais o nosso último comentário? Tem vários, mas a gente não consegue eh falar todos, infelizmente. Outro aqui do Paulo, a arte arte referência é a criação. E como criaturas do amor perfeito, o artista espírita busca na obra da do criador a estrutura, a simbologia, a sinergia para o ofício sublime de tocar almas. Olha que legal, arte referência é a criação e como e somos criaturas do amor, né? E nós, enquanto trabalhadores da arte, temos a possibilidade de colaborar nesse processo de nos entendermos como co criadores, como colaboradores, como cooperadores de todo esse processo. E eu tô me recordando aqui que o nosso objetivo enquanto área, nosso primeiro objetivo é promover, ampliar a percepção da arte como ferramenta de autotransformação, de conhecimento, indutora do processo de transformação íntima. Então, olha como estamos interligados, né, Juliana? >> Estamos, né? Eu acho que a gente eh o que o que é fundamental que a gente se una, né, em todos aqueles que estiverem expressando a arte, eh, estiverem envolvidos, mergulhados assim nessa, nessa expressão divina, né? aquele momento em que cada um de nós reflete o que há de mais grandioso, né, da criação, que é quando a gente exerce a criação, né, a cocriação, digamos assim, a partir dos elementos que a o Pai nos dá, a gente poder também eh unir almas, unir expressões e perceber que a arte

da criação, que é quando a gente exerce a criação, né, a cocriação, digamos assim, a partir dos elementos que a o Pai nos dá, a gente poder também eh unir almas, unir expressões e perceber que a arte ela não é circunscrita ao ser humano. Existe arte no pólen de uma flor, existe arte na dança de uma abelha, >> né? Existe arte na expressão das cores de um arco-íris, existe arte na na dança do vento com a o capim, né, ou com as folhas das árvores. Então, em tudo a expressão artística, a gente só se distanciou e a gente passou a criar um olhar sobre a natureza, ao invés de nos sentirmos eh integrantes, né, nos sentirmos tocados pela sua arte, pela arte que ela expressa. Eh, Juliana, a gente quer agradecer muito a presença, né, a representação da campanha espírita, né, permanente conscientização ecológica. E certamente existem muitos pontos, né, que poderiam ou poderão ser aprofundados. Eu gostaria que você, né, se possível, eh, fizesse suas considerações finais e falasse do site, onde é que a gente pode pesquisar mais, né, onde é que a gente pode buscar mais informações para conhecer cada vez mais essa campanha maravilhosa, que é uma fonte de inspiração para o artista, para o trabalhador espírita, para o ser humano como um todo, né? Hum. >> Por favor, >> no meu último slide, não sei se consegue trazer de volta, por favor. Isso aí a gente tem exatamente o, né, o link para vocês copiarem. Aí dá para fazer um print, né, eh, ou dá para voltar no vídeo porque vai ficar salvo aqui, né? E então aí fazer e copiar e acessar, porque eh você pode também no site da FEB, né, e você vai encontrar lá também, acho que na aba de divulgação, mas aqui tá mais fácil, tá bom? Ali tem todo o material que eu falei para vocês. Eh, tem um glossário de termos bastante útil também para vocês se atualizarem, termos que estão em utilização hoje, né? Eh, tem alguns materiais, o site é um produto em construção, tá gente? Então a gente vem atualizando, vem trazendo cada vez mais coisas ali e tem formulário de

termos que estão em utilização hoje, né? Eh, tem alguns materiais, o site é um produto em construção, tá gente? Então a gente vem atualizando, vem trazendo cada vez mais coisas ali e tem formulário de contato também. >> Maravilha. >> Nós colocamos, viu, Marco, o link do site aqui no nosso chat, então se as pessoas já quiserem >> eh copiarem, tá lá no nosso chat, tá bom? >> Que ótimo. Então, Juliana, gratidão, minha querida. Vamos estar juntos aí nessa >> nesses outros passos, né, nesses outros momentos que já é permanente mesmo. Então a gente tá juntos aí nesse nesse caminhar, nessa jornada. >> É isso. Agradeço. Agradeço a você, a todos. >> Um ótimo, um ótimo domingo, uma ótima semana a todos. >> Gratidão. E aí, Simone? Vamos ver o que é que tá acontecendo em outros momentos aí do nosso país, né? Eh, a participação do público que a gente já teve. >> Sim. Vamos fazer o seguinte. Eu acho que a gente pode ver os cartazes, né? o vídeo dos cartazes, eu acho que é acho que é bacana, porque é o seguinte, eu vou explicar aqui, >> nós fizemos, na verdade, uma consulta colaborativa, né, as federativas para ajudar-nos a criação da nossa identidade visual da nossa live, né, de ecologia na arte. Então, algumas federativas contribuíram, né, os art designers, né, fizeram aqui uma colaboração e nós escolhemos a coordenação nacional, escolhemos a contribuição da Federação Espírita do Tocantins para ser a nossa representante esse ano. as demais estão guardadas, né, no drive e vão ser é uma produção que vai continuar conosco e para pesquisa, para quem desejar também conhecer todas, né, a as contribuições. Então, a gente vai passar aqui eh um vídeo eh mostrando essas contribuições das federativas e vamos nos ater a que foi a vencedora, tá? OK. Então, vamos lá, Cléber. Então, inicialmente agradecer a todas as federativas que participaram, né, a FERGs, a Federação do Piauí, a Federação do Acre, a Federação do de Pernambuco, a Federação Espírita Catarinense, né, e a nossa FETINS, né, que eu

adecer a todas as federativas que participaram, né, a FERGs, a Federação do Piauí, a Federação do Acre, a Federação do de Pernambuco, a Federação Espírita Catarinense, né, e a nossa FETINS, né, que eu gostaria de passar aqui para vocês. eh, que foi uma a produção que nós escolhemos, né? Quem produziu foi a Dayane Fernandes Silva, ela é de Palmas do Tocantins. E fazendo assim uma pequena descrição da imagem, a identidade visual representa a união, né, entre arte, espiritualidade e consciência arqueológica. A mão segurando o pincel simboliza o ser humano como coautor do bem, canalizando pela arte os valores espirituais que promovem o cuidado com a vida e com o planeta. O pincel, ao tocar o espaço, revela expressões artísticas como música, teatro, dança, sinais de que a criação consciente é capaz de sensibilizar e transformar. A natureza implícita na leveza das formas e cores reforça a ideia de que a arte é uma ponte entre o espírito e a criação divina. Então essa é a descrição da identidade visual ganhadora, né, desse ano, ecologia da arte expressar para transformar. Então, a gente agradece aqui a Dayane Fernandes pela contribuição. Ela é trabalhadora da área de comunicação, Simone, lá do nosso querido Tocantins. Um abraço bem forte para ela por ter criado essa essa beleza de suavidade, né, dessa arte. a ela e a todas, né, que que pararam para pensar, para refletir um pouquinho sobre >> o tema, né, a ecologia da arte. E e pensando nisso, Marco, antes da gente contextualizar rapidamente, por ecologia da arte, vamos ver o que tá acontecendo nos quatro cantos do Brasil. Sim, >> porque isso, pessoal, é o que está acontecendo hoje, mas desde o início do ano já vem o movimento com a nossa com a nossa querida Abrar, que fez a Ecoarte, que tá lá no YouTube, que vocês podem acessar lá depois ver como que foi a Ecoarte. depois tiveram também podcasts produzidos pela BRAT com essa temática e hoje nós estamos trazendo aqui como um dia de formação do trabalhador da área de arte, né, essa discussão também.

foi a Ecoarte. depois tiveram também podcasts produzidos pela BRAT com essa temática e hoje nós estamos trazendo aqui como um dia de formação do trabalhador da área de arte, né, essa discussão também. Então existem vários pontos, em vários momentos sendo eh essa discussão em voga, mas hoje vamos ver o que que tá acontecendo. Cléber, roda aí pra gente o que que tá acontecendo no Brasil. Bom dia, Marcos Simone. Estamos aqui hoje reunidos na Sociedade Catarinense de Estudos Espíritas, uma das entidades espíritas aqui de Florianópolis, Santa Catarina. E estamos aqui reunidos e vamos com certeza assistir esta live nesta campanha tão importante de preservação da natureza, de conscientização ecológica que o mundo está precisando. Será transmitido aqui pelo telão e nós temos aqui o público que vai nos eh prestigiar este nosso evento. É isso. Aqui em Santa Catarina teremos algumas atividades como um evangelho no mar. As pessoas vão se reunir na praia para estudar o evangelho. Outras cidades também terão algumas atividades com esse intuito de valorizarmos a nossa mãe natureza e agradecer a Deus por todos esses eh benefícios que ele nos trouxe, né, ao construir esse planeta tão belo e tão bonito. Bom dia para todos. >> Meu nome é Terra. Meu nome é Mata, sou céu e mar, eu sou vida. Uhu! É isso aí, gente. Que maravilha. Até que, enfim, chegamos na nossa live tão esperada. Que coisa boa. Aqui todos nós juntos, reunidos, ligados pelo fluído cosmo universal numa mesma sintonia de cuidado, de acolhimento, de ternura. de respeito à nossa terra tão querida. Eu acho tão importante isso, né? Ecologia da arte, expressar para transformar uma campanha permanente de conscientização ecológica. Nós precisamos muito disso, mesmo que fazendo aos pouquinhos. E e é exatamente isso que nós estamos fazendo aqui na região centro também. todos os estados, cada centro espírita, assim como todo mundo no Brasil, estamos juntos num só pensamento, num só coração, de mãos dadas desse propósito. >> Olá, irmãos. Falo de Porto Velho,

o também. todos os estados, cada centro espírita, assim como todo mundo no Brasil, estamos juntos num só pensamento, num só coração, de mãos dadas desse propósito. >> Olá, irmãos. Falo de Porto Velho, capital de Rondônia e a exemplo dos demais estados da nossa região, estamos unindo esforços para promover momentos de reflexão e estudos e, principalmente, ações concretas, ainda que pequenas, relacionadas à temática ecológica. Já iniciamos o mês com uma live muito especial no programa Rondônia Espírita intitulada Consciência Ecológica. E encerrando essa live de hoje, teremos um momento aqui bem especial ao final de uma palestra temática. A área da infância e juventude do Seja fará uma colagem de folhas desenhadas e impressas que foram entregues às crianças e jovens para serem colocadas numa árvore painel que ficará exposta nesse período com os registros das boas ações ecológicas realizadas por eles durante esta última semana. E vocês aí no chat, deixe também sua contribuição e compromisso para que juntos e unidos efetivemos os cuidados com o nosso planeta. Um grande abraço bem quentinho aqui do norte para todos vocês. >> Oi pessoal, tudo bem? Eu sou Juliane, coordenadora regional Nordeste da Arte e eu tô aqui para falar para vocês o que é que a gente tá preparando e organizando aqui em Pernambuco. E claro, não só a gente, em paralelo, outros estados, nossos nove estados do Nordeste também prepararam algumas ações bem especiais. Hoje é um dia muito legal. A gente preparou na metade do mês de agosto uma oficina sobre materiais recicláveis na evangelização. E hoje, no dia da nossa live, agora de tarde, vai acontecer a exposição do material. Então, claro, a partir, né, dessa exposição, é só um ponta-apé inicial para que a gente comece a falar, a divulgar e a vivenciar a ecologia através da arte. São ações como essa, aparentemente pequena, mas quando a gente pensa no todo, no grande, na unificação, são fundamentais para esse processo. Um beijo para vocês e eu quero saber o que vocês estão fazendo,

ações como essa, aparentemente pequena, mas quando a gente pensa no todo, no grande, na unificação, são fundamentais para esse processo. Um beijo para vocês e eu quero saber o que vocês estão fazendo, tá? Coloquem aqui nos comentários. >> Maravilha, né? A gente vê o Brasil mobilizado, né? Desde, >> né? Pequenas ações, porque todos falaram, tudo começa pequeno, né? Toda caminhada começa no primeiro passo, né? Importante a gente fazer, eu percebi, Simone, assim nos relatos dos grupos, né, das oficinas, que existem muitas ações que estão sendo programadas e e as que vão eh ainda serem executadas. Por exemplo, rapidamente, ó. Campanhas. Adote uma garrafa para acabar com copião descartável. Reciclagem, plantação de mudas, jardinagens, trabalho com solo, energia solar, produções artísticas, teatro, músicas e danças, fotografia e alimentação saudável. São algumas ações, né, no Brasil que estão sendo planejadas. >> E também >> muito bom. E também existem em algumas federativas, como a exemplo aqui do Espírito Santo, que logo em seguida vai ter uma roda de conversa >> sobre a temática, refletindo qual o nosso papel enquanto trabalhador da arte na temática, né, junto à campanha de conscientização ecológica. Olha que legal, gente. Então, é esta é a proposta. Vamos realizar, né? Eh, vamos conversar, refletir e de fato partimos para ação, mas ações conscientes. Não é apenas um momento de olha, vou vou utilizar aqui uma fala do nosso querido amigo Paulo Rabelo, que tá aqui assistindo a nossa live. Não é apenas um salve às baleias, é nos nos percebermos como parte da natureza, >> nos sentirmos natureza e expressar através da nossa arte, dos nossos trabalhos eh voltados para a arte. Então vai muito além disso. >> Isso mesmo. E para terminar a nossa live, já com os agradecimentos, né, do coração, do fundo do coração, pela participação de todos vocês, eu gostaria de fazer um convite muito especial, na verdade é quase uma convocação. Vamos nos unir, né? Vamos participar. Os centos espíritas estão

o fundo do coração, pela participação de todos vocês, eu gostaria de fazer um convite muito especial, na verdade é quase uma convocação. Vamos nos unir, né? Vamos participar. Os centos espíritas estão precisando de trabalhadores nas federativas. Então, se a gente tem uma habilidade em música, em teatro, em algumas das linguagens artísticas, vamos nos predispor, né, a ser um colaborador do Cristo e um construtor de uma nova era. Esse é o convite que fazemos em nome da área de arte nacional a todos os corações que estão aqui nos assistindo para cada vez mais, né, Simone, unir esforços para, né, e a casa espírita está de braços abertos, né, muitas casas federativas estão precisando dessa colaboração do artista trabalhador, do trabalhador da arte espírita. Então, um beijo no coração, um ótimo domingo, né? Sejam muito felizes, né? E tudo de bom para cada um de vocês. Tchauzinho. >> E não esqueçam de registrar e compartilhar tudo depois, tá bom? a gente quer conhecer um pouquinho do que foi realizado. Então, registrem, fotografem, filmem e mande pro seu coordenador regional que vai tá lá apostos para receber todo esse material pra gente compartilhar posteriormente. Um grande beijo a todos e um bom dia de trabalho. Até breve. Tchau. Tchau. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa, independente da distância. Nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores

produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br br e faça sua doação.

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