Bloco 3 - 9º CEU 2026 – Congresso Espírita de Uberlândia - 17 anos Web Rádio Fraternidade
Bloco 3 - 9º CEU 2026 – Congresso Espírita de Uberlândia - 17 anos Web Rádio Fraternidade https://youtube.com/live/bcPG_aNZumI 13h30 às 14h – Estúdio 13h30 às 14h – Acolhimento e Harmonização Apresentação Musical: Anatasha Meckenna (RJ) – 30 min 14h – Avisos e Prece Inicial PALESTRAS 14h10 às 15h – PALESTRA 06 (50 min) Tema: No Caminho de Emaús: Do Desânimo à Esperança com Jesus Expositora: Ana Tereza Camasmie (RJ) 15h10 às 16h – PALESTRA 07 (50 min) Tema: “Tende fé, tende esperança. P...
Queria pedir pro Guilherme, já tá no ponto ali, mostrar pra gente. É assim, é um apanhado que os meninos lá do céinho eles fizeram e encaminharam para as redes sociais, mas eu queria que você acompanhasse um pouquinho do Cézinho. Vamos assistir juntos. Vamos lá. Só não sei. Vamos torcer. Tomara que o YouTube não derrube a gente aí, né? Quer sa que esse fone musical? Eu já falei pros meninos que não pode usar umas músicas assim, porque às vezes o YouTube vai e derruba. Mas ficou muito bonitinho, né? Fala a verdade, gente. É o trabalho lá no céinho que a gente tem comentado, que a gente comentou aqui, né? Trabalho junto com as crianças, o envolvimento com as crianças, né? A gente tem os jovens, depois eu vou pedir pros jovens mandar também, mandar aqui pra gente um apanhado do trabalho que eles estão fazendo lá pra gente pôr e rodar aqui, se der, hoje ou amanhã, eh, compartilhando para que vocês que estão aí do outro lado acompanhando a gente pelos canais da Web Rádio Fraternidade, quem tem áudio não ouviu, não viu, né? Aí eu recomendo dar uma assistida, entrar lá no YouTube, eh, na live que tá passando agora, né, que tá ao vivo, que é o bloco três, volta um tiquinho que a gente fala aqui em Minas Gerais, a gente fala um tiquinho que é um pouquinho, né? E aí você vai ver essa apresentação dos meninos que tá, foi show, foi muito legal, né? um apanhado ali, de como é que foi o cézinho ontem no primeiro dia, agora tá acontecendo lá, tá intenso também as atividades do céinho eh que vai é paralelo a esse momento que a gente tem aqui do céu adulto. Então, quando a gente tá tendo atividade no céu adulto, eles estão lá no céinho e estão lá nos jovens fazendo o seu trabalho, divulgando e fazendo com que o conteúdo do tema central do céu também seja trabalhado lá junto às nossas crianças. Deixa eu aproveitar também e informar vocês, a gente falou da Sâmia, que vai estar falando à tarde, mas às 17 horas a gente tem também um novo encontro com a nossa querida Marina Lealina, ela que
ças. Deixa eu aproveitar também e informar vocês, a gente falou da Sâmia, que vai estar falando à tarde, mas às 17 horas a gente tem também um novo encontro com a nossa querida Marina Lealina, ela que vai estar com a gente também trazendo um tema muito importante nesses temas, nesses tempos atuais, que é não eh trabalhadores da última hora, o mundo regenerado já se opera. Sigamos servindo, Guilherme. Quando tiver no ponto lá, se o pessoal tiver para começar, você me avisa, tá? Então assim, é um conteúdo muito legal que a gente tá fazendo aqui no céu e compartilhando com você que tá aí do outro lado, relembrando que você pode nos ajudar compartilhando esse conteúdo para outras pessoas, divulgando para outras pessoas. O pessoal tá chegando, né? a gente teve dando uma volta lá no salão e foi vendo que tá realmente lotado, né? E isso é muito gratificante. Mas eu tava falando, você pode compartilhar isso com outras pessoas, as pessoas da sua casa espírita, né? Você vai lá e compartilha esse conteúdo lá. E é muito importante, é muito interessante também. E eu queria pedir para você que tá conosco ao vivo deixar seu nome e a cidade de onde você tá nos acompanhando. Então, Rubens de Castro de Uberlândia, Minas Gerais. Aí vocês vão aí colocando só para que a gente depois quando a gente fizer um apanhado geral do evento, a gente possa fazer essa recordação dos nossos amigos espalhados pelo mundo e que estão nos acompanhando. Os meninos estão mostrando o salão, pessoal tá voltando do almoço, né, agora porque as atividades à tarde são intensas, serão intensas. Nós vamos ter um intervalo no meio da tarde e aí depois vai até às 8 horas da noite, 8:15 da noite, tá certo? Mas é muito bom, como dizem os nossos amigos, nossos amigos aqui, ó, está maravilhoso o céu. Boa tarde a todos. Paz do de Deus. Que legal, viu, gente? Ó, vá fazendo isso. Coloca o seu nome, indica da onde você tá escrevendo e vamos que vamos, né? Deus não desampara nunca e não desampara mesmo, viu? não desampara nenhum de nós.
Que legal, viu, gente? Ó, vá fazendo isso. Coloca o seu nome, indica da onde você tá escrevendo e vamos que vamos, né? Deus não desampara nunca e não desampara mesmo, viu? não desampara nenhum de nós. No importante a gente tá sempre na condição de servidor dele. Assim como a gente tá aqui, você também do lado daí na tarefa que você desempenha, na tarefa que você abraça na sua casa espírita. Amanhã tem muita atividade bacana também acontecendo. Tá começando lá? Não. Ah, então eu que tô ouvindo demais ainda. Então, mas aí amanhã cedinho também a gente tá de volta. 7 horas da manhã. Vou fazer o Guilherme acordar cedo, tá aqui comigo, pra gente abrir às 7 horas da manhã esse encontro que vai pro último dia no domingo, né? Mas aí vai ser também muito intenso e você vai ser convidado nosso para acompanhar. Guilherme tá começando lá. Então vamos lá pro estúdio, ó, pro estúdio lá pro pro teatro, vamos dizer assim. E teremos um momento musical agora muito especial. E por isso nós vamos convidar ao palco a nossa querida a Natasha Mequena. que todos irmãos o sedento de Deus de amor, pois tu és o meu vaso escolhido. Necessário se faz amar, renovar o entendimento. necessário é trabalhar. >> Ohô meu Deus, muito obrigada. Vocês são lindos. Queridos amigos e irmãos, boa tarde. Muita luz e paz aos seus corações. Agradeço ao Congresso Espírita de Uberlândia, aos trabalhadores voluntários, ao público presente física e espiritualmente, principalmente espiritualmente, aqueles que nos acompanham pelas ondas da rádio Web Fraternidade. Que a música que nos reúne seja a mesma música que nos conecta a Deus. E nesse momento vamos a serenar os nossos corações para aprendermos um pouco mais a respeito da força motriz que é Jesus em nossas vidas e em nossos corações. A primeira canção é uma oração para fazermos juntos. Oração de Francisco que diz uma OD a natureza que segundo o espírito Joana de Angeles é a assinatura do Criador. Quando doce é sentir em meu coração que não estou sozinho. Sou uma parte de uma imensa e infinita
Francisco que diz uma OD a natureza que segundo o espírito Joana de Angeles é a assinatura do Criador. Quando doce é sentir em meu coração que não estou sozinho. Sou uma parte de uma imensa e infinita vida que generosa reflete em torno de mim o amor supremo, o amor de Deus. Deus que o céu criaste e as estrelas claras. Chamemos de irmão sol, irmã Lua, o ar, a terra, o fogo, a água pura, que é a fonte de vida que habita em toda criatura. e que generosa reflete em cada um de nós o dom supremo, o amor sem fim. Oremos juntos. Doce é sentire. Doce é sentir muita luz, muita paz e muita música sempre aos seus corações. เ Doce é sentir em meu corço. Humildemente vai nascendo o amor doce é saber que não estou sozinho. Só uma parte de uma imensa vida que generosa e luz em torno de mim. Um dom supremo do teu amor. Céu criastes e as estrelas claras. Nosso irmão sou nossa irmã L e a terra o fogo e a água pura fonte de vi. em toda criatura fonte divina em cada um de nós. e generosa, reluzcente intorno de nostre, um dom supremo do teu amor sem rir. Se eu amar, eu descobriria que a vida muito mais leve, muito mais vívida. Se eu amar, se eu amar, eu poderia transformar o mundo ao meu redor, apenas com o meu olhar voltado para a luz, que compreende os caminhos que levam a Jesus. Se eu então pudesse amar, eu poderia voar como as aves do céu, caminhar, nadar como os peixes, se apenas eu pudesse amar. E se eu amar, eu poderia finalmente florescer e compreender da vida também o seu entardecer. Se eu amar, eu poderia dissipar toda sombra, toda escuridão. Se eu amar, eu estaria ouvindo a alma e agindo com coração. Eu amar se to la jeig Si je t'aime je si je t'aime noir voix la prem si je t'aime de tous les je vois si je t'aime tu les maisons les gens je t'aime sinon c'est toi l'aime vi je t'aime c'est je vois c'est si la prem Si je vois si je t'aime tous les la premess je t'aime si des si vous la pression si je veux pr les Si si C'est Obrigada. Eu não me recordo se no ano passado eu cantei essa música, mas eh é uma
la prem Si je vois si je t'aime tous les la premess je t'aime si des si vous la pression si je veux pr les Si si C'est Obrigada. Eu não me recordo se no ano passado eu cantei essa música, mas eh é uma composição autoral minha. Ela se chama Quero que a tristeza se levante, mas quando ela foi, o fonograma foi eh registrado, ele foi registrado como que o mal acabe. E essa música, ela tem uma história. Eu recebi no Instagram há uns anos atrás uma mensagem de um rapaz muito desesperado, desenganado, desgostoso da vida. Ele disse que a tristeza dele era imensa. E como eu não sou muito boa em falar, às vezes eu gosto mais de cantar ou tocar, eu fiz uma música, uns versos, dizendo assim: "Fala o seguinte para você mesmo, diga assim: "Quero que a tristeza se levante porta fora e nunca mais me veja. Sei que dias tristes são instantes e não vão durar a vida inteira". E ele disse assim para mim: "Olha, eu não sou espírita, então eu não consigo alcançar a maioria das coisas". E eu falei para ele: "Olha, você pode não ser espírita, mas inexoravelmente, indubitavelmente, tu és um espírito. Aceita que dói menos." E ele então ele retrucou e disse: "Por quê?" Porque tem uma fala de Maria para Chico Xavier, o homem chamado Amor, que dizia assim: "Meu filho, isso também passa". E aí eu coloquei na letra da música que a dor passa e o mal acaba. E aí o resto da letra botei lara laraê laê laraê laê. Então eu gostaria que vocês cantassem comigo essa parte da letra. Eu vou fazer assim, ó. Larum, lar, lar, lar. L larum, lar, lar, lara lê. É vocês. Larum, lar, lar, lar. Larum, larum, larum, lará. Tá bom? Como ela repete várias vezes, a gente vai pegar rapidinho. Vamos lá, que o mal acabe. Lar lar. Quero que a tristeza se levante, porta fora, nunca mais me vê. Sei que dias tristes são instantes que não vão durar a vida inteira. Que a dor passa e o mal acaba, que a dor passa, que o mal acaba. Laro, laro lar. Quero que o medo se retire, que a vida volte sem limites, que pelas ruas o novo caminhe,
não vão durar a vida inteira. Que a dor passa e o mal acaba, que a dor passa, que o mal acaba. Laro, laro lar. Quero que o medo se retire, que a vida volte sem limites, que pelas ruas o novo caminhe, que o perdão seja o que define. a felicidade por toda a cidade, a felicidade é por toda a cidade. Laro, laro, laro, lara laro laro laraê aê laro laraê laro laro laro lara as flores, responda mensagens, descubra valores que A vida é feita de cores mil. Quero abraçar o mundo todo. Perdoar a quem não sabe amar. Tantas vezes eu também não soube e a vida soube perdoai que a dor passa e o mal acaba. Que a dor passa i e o mal acaba. Laro laro laro lara e laro laro laro lara la laro laro laro lara laro laro laro larê laro laro laro lara laro laro lara Obrigada. Vou pular pro Tem aí. Depois eu faço aqui era o número quatro. Pode ser, Marcos. Eita. Uh. Não, a próxima meia-noite, nenhum som na calçada. Será que a lua perdeu a memória? Ele está rindo sozinha. A luz dos lampões, as folhas secas caiam os meus pés e o vento começa a ivar memória tão somente ao luar posso rir do passado. era linda. Então eu me lembro do dia em que eu sabia ser feliz. Deixe que a memória ressuscite. Nós todos são tão iguais. A luz que se acende ao mesmo sol de amanhã. Alguém levanta a alma que se agita. Mais uma noite que passou. It's toy to leave me all the night have of my day if you me understand for happiness Look a new day. M. Teme. E a última vocês sabem qual é, né? Vou descer. Pode, pode, pode. Si fron la l tut amor deli tu R La luna e na lou. Então eu vi chegar a luz olhar. Amor, eu vim chegar a luz. o teu olhar a luz do teu olho. Muito obrigada. Gostaria de oferecer os dois últimos números musicais. Há dois corações muito queridos, meu avô e minha avó. que eles recebam o meu abraço sonoro nesse instante, rogando a Jesus que é preciso sempre confiar. E desta vez eu vim a um congresso que justamente é isso, não temais. E quem diz isso é Jesus. E isso é extremamente forte. Amour amor pia margar
instante, rogando a Jesus que é preciso sempre confiar. E desta vez eu vim a um congresso que justamente é isso, não temais. E quem diz isso é Jesus. E isso é extremamente forte. Amour amor pia margar seguida de Ave Maria Franço e Sebastian. Muita luz e paz aos seus corações. E o azul do céu escurecer e a alegria na terra venecer. Não importa. Querido, eu viverei do nosso amor. Tu és o sol dos dias meus. Hum. Se os meus beijos sempre forem teus, não importa, querido, o amargor nas dores desta vida. punhado de estrelas no infinito irei buscar e seus pés esparramarentemente jeit não importam os amigos crenças e castigos apenas lhe adorou. Quando enfim a vida terminar e distante a morte te encontrar, não importa, querido, porque eu morrerei também. Quando enfim a vida terminar e dos sonhos parece nada restar. No milagre supremo, Deus fará no céu te encontrar. te encontrou. Ave Maria. Мария plin initos frosta Ви мари проби pecus Moris nostre amen Muito obrigada. Muito obrigada. Obrigado. Gratidão, querida Natasha Mequena. Mais uma salva de palmas a ela, pessoal. E agora que estamos harmonizados, sintonizados, nós vamos então convidar ao palco a nossa querida Lucila Frazão para iniciar, para realizar a nós a prece inicial antes de iniciarmos os trabalhos desta tarde. Queridos irmãos de Ideal, ainda embalados pela emoção desses instantes, eu convido a todos para voltarmos os nossos pensamentos ao alto. Deus, nosso pai amoroso, sábio, justo e infinitamente bom. A Jesus, o nosso rabone amado e querido, que nos presenteou com esses ensinamentos que estão dentro de cada um de nós para a iluminação dos nossos passos. E aos amigos espirituais. responsáveis pela execução deste congresso, tributar a todos eles a nossa gratidão. Agradecer pela bênção desses instantes, pela bênção das nossas vidas, do nosso trabalho, da nossa família, dos nossos amigos e também dos nossos inimigos. Que a bênção do plano maior possa recair sobre cada um aqui presente, encarnado e desencarnado. E te pedimos, Pai amado, que o seu amor
a nossa família, dos nossos amigos e também dos nossos inimigos. Que a bênção do plano maior possa recair sobre cada um aqui presente, encarnado e desencarnado. E te pedimos, Pai amado, que o seu amor também possa alcançar a toda a humanidade, a todo o nosso planeta Terra, a todas as criaturas. que passam pela dor, pela dificuldade, pelas provações e expiações inerentes à nossa evolução moral e espiritual. que elas recebam essas energias para prosseguirem adiante, lutando, vencendo os desafios. E ainda mais, Pai, pedimos que cada um aqui presente possamos abrir os nossos corações, voltar para dentro de nós mesmos. e pensarmos nas dificuldades que trazemos, pensarmos em tudo aquilo que queremos melhorar e através destes ensinamentos tão significativos, que não possamos mais temer as dificuldades, os desafios, que possamos através de tudo aquilo que viestes nos trazer, mestre amado e querido, vencermos a nós mesmos, buscando o caminho da redenção. Muito nos ensinastes, mestre amado, mas o seu ensinamento que cala infinitamente em nossos corações é aquele que nos dissestes que os seus discípulos se reconheceriam por muito se amarem. E aqui estamos como seus discípulos, apesar das dificuldades que trazemos, que possamos unir os nossos corações para amarmos uns aos outros. amarmos aqueles que pensam diferentes de nós, amarmos aqueles que ainda se encontram em outras situações, diferentemente daquela que nós achamos corretas. Todos somos seus filhos e vós amastes a todos nós. Que aprendamos através de tudo aquilo que viemos buscar para esclarecer os nossos espíritos, brilhar a nossa luz, por onde passarmos e por onde estivermos. E acima de tudo, jamais nos desviarmos. do seu caminho, mestre, que é a nossa verdade e a nossa luz. Paz a todos os corações e ampara-nos hoje e sempre. E que assim seja. Que assim seja, Lucila. E agora sim nós convidamos a nossa querida Ana Teresa Camasmi. A Web Rádio Fraternidade apresenta Ana Teresa Camasmi, no nono Congresso Espírita de Uberlândia, com apresentação
Que assim seja, Lucila. E agora sim nós convidamos a nossa querida Ana Teresa Camasmi. A Web Rádio Fraternidade apresenta Ana Teresa Camasmi, no nono Congresso Espírita de Uberlândia, com apresentação do tema No caminho de Emaús, do desânimo à esperança com Jesus. Boa tarde, meus queridos, minhas queridas. Que alegria, não? Vocês são corajosos ver depois do almoço, hein? Mas como fica meio escuro pra gente que tá vendo aqui, eu não vou ver se vocês vão estar dormindo. Não tá, não vou ficar zangada com ninguém. Brincadeira, né? A gente vem de tão longe, é pra gente aproveitar todos os minutinhos, né? Depois em casa a gente dorme. Aproveitem bem. Eu tô aproveitando muito e já quero agradecer a Divina e o Rubens pelo tema lindo que me ofereceram para essa tarde, que eu fiquei muito tocada e feliz de conversar com vocês sobre o que que eu penso sobre essa passagem tão simples, mas profunda e que fala das nossas experiências tão comuns. Essa é a riqueza das palavras de Jesus. É impressionante. Não existe uma passagem evangélica que não conte nossas experiências. Então, hoje que nós vamos conversar sobre aquele momento que dois discípulos saem de Jerusalém e vão para Emaú depois que Jesus falece, depois que Jesus desencarna. E é sobre esse momento que a gente vai conversar. Então eu pedi para colocar o primeiro slide. Olha isso. Eu olhando para cá, joga a rede para outra banda do barco, né? É isso. >> Isso agora. Poxa, então, né? não tava tão errado assim, ainda mais para mim, né, que eu sou destra. Então, essa passagem acontece e tá registrada em Lucas, no capítulo 24, versículos 13 a 35. Então, as imagens que eu vou mostrar não são imagens reais, são concepções de artistas, tá? diferente do Severino que foi lá e tirou foto, eu não tive essa grandeza toda. Então eu me apropriei de imagens da internet paraa gente poder imaginar esse momento, né? E foi interessante o Severino contar hoje que Jesus deveria estar para nós com algo na cabeça e não de vermelho, como às vezes
priei de imagens da internet paraa gente poder imaginar esse momento, né? E foi interessante o Severino contar hoje que Jesus deveria estar para nós com algo na cabeça e não de vermelho, como às vezes a gente vê, né? Interessante isso. Nunca tinha ouvido essa explicação. Então, depois que Jesus eh sai da convivência, os discípulos ficaram desorientados, desorientados e perseguidos. E dois deles que essa passagem vai contar para nós, ficaram tão desorientados, tão desorientados que fugiram para Emaús. Emaus é uma cidade, eu tava vendo o significado da palavra, Emaú quer dizer manancial, deve ser uma cidade que tem, né, bastante recursos hídricos. Mas eles estavam se dirigindo a essa cidade que tinha uma distância aproximadamente de 11 km. Imagina caminhar 11 km assim. É. E nesse caminho eles estavam compartilhando as suas desilusões, né? Poxa vida, mas nós nos dedicamos tanto, nós imaginávamos que ele ia nos libertar. E como assim? Não só não nos libertou, como também morreu de uma maneira tão terrível. E agora nós somos perseguidos. Então eles estão naquele lamento que é muito próprio da nossa experiência, né? Quando algo acontece diferente do que a gente imaginava, do que a gente queria, nós entramos nesse lugar de não aceitar que as coisas sejam do jeito que são e começamos a lamentar, né, como deveria ter sido a circunstância e não como a circunstância é. Então, nós ficamos mergulhados em decepções, em desânimos, em desilusão, porque tem uma idealização que não se cumpriu, uma expectativa que não aconteceu, um resultado não esperado. O interessante que não foi isso que Jesus prometeu, mas o entendimento do que que Jesus prometeu. Quando Jesus fala de reino dos céus, não estava falando desse tipo de reino que eles gostariam que Jesus habitasse. E então quando eles estão nessa estrada para Emaús, Jesus se aproxima. E Jesus se aproxima. A gente acha que foi assim, seria fácil reconhecer, mas acontece que foi mais ou menos assim. mais ou menos, porque isso é uma concepção de cabeça coberta.
aús, Jesus se aproxima. E Jesus se aproxima. A gente acha que foi assim, seria fácil reconhecer, mas acontece que foi mais ou menos assim. mais ou menos, porque isso é uma concepção de cabeça coberta. E enquanto eles estão naquele lamento, né, reclamando bastante sofridos, né, eu não sei se choravam, mas sofridos, Jesus se aproxima e eles não reconhecem que é Jesus que tá próximo. Não reconhecem mesmo. Porque Jesus pergunta para eles: "Mas por que que vocês estão trocando essas ideias desse jeito? E por que que vocês estão tão tristes? Não é? Então, antes de continuar a passagem, gostaria de retomar uma coisa interessante. A metodologia de Jesus conosco toda é pela aproximação. Tudo o que os apóstolos aprenderam nos três anos de convivência com Jesus é na proximidade. Então, é comer junto, é dormir junto, andar junto, caminhar junto, pregar junto. Então, não seria de se estranhar que um apóstolo que se afastou do grupo pelas desilusões, pelo amargor, Jesus não viesse. Jesus vem porque ele entende que é na proximidade que a gente pode de volta retomar o nosso caminho próprio. Só que Jesus aparece e se aproxima de nós da maneira que for possível, não tão claramente como a gente gostaria que fosse, porque é preciso ser adulto para reconhecer a presença de Jesus. Eu quero dizer, não é adulto fisicamente, adulto na alma. Porque quando a gente tem muita imaturidade emocional, moral, espiritual, os nossos quereres são infantis. Então, queremos quase que Jesus seja igual uma babá da gente, que a espiritualidade maior, a providência divina seja assim, não é? Mimados que somos de uma certa forma, porque a gente só aceita daquele jeito que a gente gostaria que fosse, né? Certa vez eu conversava com o senhor que o neto tava adoecido e ele dizia para mim assim: "Isso no atendimento fraterno lá da casa". Então eu fiz muita prece para Jesus e olha a minha fé se fortaleceu porque meu neto se curou e tal e não sei quê e eu queria fazê-lo pensar assim: "Ah, então se o seu neto não se curasse
lá da casa". Então eu fiz muita prece para Jesus e olha a minha fé se fortaleceu porque meu neto se curou e tal e não sei quê e eu queria fazê-lo pensar assim: "Ah, então se o seu neto não se curasse certamente a sua fé estaria enfraquecida hoje, né?" Ah, mas claro, como assim? que Jesus não vai atender o meu pedido. Jesus atende o nosso pedido, só que a maneira como ele atende é que é muito diversa. Às vezes calha de ser o que a gente queria, mas às vezes não calha. Eu diria assim, quase que 80% das vezes não calha. Ele ficou sentido comigo, porque é como se eu tivesse duvidando da fé dele, né? Mas olha só o pensamento curto que eu quero dizer de achar que Jesus só é bom e só é o nosso mestre, nosso senhor e assim por diante, quando ele consegue atender o meu querer exatamente do jeito que eu imaginei. Agora, o que é interessante é que esses dois discípulos estavam junto com os outros apóstolos. Eles tinham um propósito de divulgação das ideias do evangelho, mas foi só alguma coisa não aconteceu como eles gostariam que eles se afastaram. Então isso é pra gente poder pensar, tem uma desconexão que acontece com a gente quando a gente passa por um rompimento das nossas idealizações. Quando algo não acontece, quando algo é inesperado para você, tem uma desconexão que você precisa cuidar, porque senão a gente vai para Emaúso. Continuando a história, então acontece uma coisa interessante. Ué, por que que tá andando para trás? Até porque pra frente é aqui. Ah, meu Deus. E assim eles foram caminhando. E acontece uma coisa interessante. Jesus não se importa que ele não tá sendo reconhecido. Ele, a metodologia dele é interessante. Ele vai fazer ali três movimentos que vocês vão ver. Então, o movimento primeiro é o de aproximação. Pode ser reconhecido ou não. Existem muitas maneiras de Jesus se aproximar. Pode ser através de um adoecimento, pode ser através de uma perda significativa, pode ser de uma pessoa estranha, pode ser um amigo que te telefona, pode ser uma velha história que volta.
e aproximar. Pode ser através de um adoecimento, pode ser através de uma perda significativa, pode ser de uma pessoa estranha, pode ser um amigo que te telefona, pode ser uma velha história que volta. Existem muitas maneiras de Jesus se aproximar de nós para que possamos voltar ao nosso rumo, o rumo certo da existência, ao teu propósito de vida, que é o que você veio cumprir aqui. E aí então depois que ele pergunta isso, por que que eles andam tão tristes? Ele diz assim: "Ué, mas como assim você não sabe o que que aconteceu?" E aí eles ficam assim um pouco, como assim você não sabe de onde que você vem? Você tava aonde que você não sabe que aconteceu, que ele foi crucificado, que nós perdemos o nosso mestre? Como você não sabe? E aí Jesus responde para eles assim: "Ó, lentos de coração para crer. Lentos de coração para crer. Não estava escrito que o Cristo iria passar por todas essas coisas." E aí ele começa a citar as escrituras que diziam respeito a ele desde Moisés até então. E aí eles com aquelas palavras de, nossa, como é que tem alguém com esse conhecimento todo? E eles começam a ficar diferentes após essas falas, mas ainda não sabem quem é Jesus, mas ficam mobilizados com essas palavras de Jesus. que depois eu vou retomar essa mobilização, mas olha que método interessante dele. Então Jesus não chega dizendo assim: "Você não reparou que eu sou Jesus ainda?" Não, não é? Não. Ele começa a perguntar: "Mas o que é que vocês têm? Por que vocês estão tristes?" Depois ele mostra a ilusão e mostra o quanto eles estão tardios de coração, lentos de coração. O que que é ser lento de coração? É quando a gente coloca a dúvida no lugar da nossa fé. Isso é ser lento de coração. O coração tá demorando a confiar. Lentos de coração para crer. Que que tá acontecendo com vocês que vocês estão lentos de coração para crer? Então eles estão mobilizados e escurece. E aí, então? Deixa eu ver se eu consigo. Não tá apertando aqui, moço. Aperta para mim aí, por favor. A próxima imagem aqui não tá indo. Ah, foi.
ção para crer? Então eles estão mobilizados e escurece. E aí, então? Deixa eu ver se eu consigo. Não tá apertando aqui, moço. Aperta para mim aí, por favor. A próxima imagem aqui não tá indo. Ah, foi. Os os discípulos estão mobilizados com aquelas palavras de Jesus. E acontece uma coisa interessante. Eles têm vontade de ficar um pouco mais com aquele homem. E aí eles dizem, em latinho achei bonito, né? Ó, mais uma um clique, por favor. Aqui não tá indo não. Eh, fica conosco, Senhor. Então, quando entardece, vamos pensar o que que é metaforicamente entardecer, né? Entarder tem a ver com amadurecer, com o fim do dia, em que a gente tá mais recolhido, em que a gente tá mais humilde, mais vulnerável. E é nesse momento que eles dizem: "Fica conosco, Senhor". E é muito interessante a gente pensar, esse pedido fica conosco. Quantas vezes a gente fala isso? Fica conosco, Senhor, nesse momento que eu tô atravessando. Fica. Então, quando a gente fala fica, a gente reconhece a nossa humanidade, reconhece a nossa pequenez, reconhece o quanto a gente é necessitado desse amor divino. Então, o Fica Conosco, Senhor. Foi um passo importantíssimo pro que vai acontecer. fica conosco, já é tarde. Amanhã o Senhor segue viagem quando amanhecer, quando vier outro dia. E Jesus aceita esse convite inteligentemente. Ele já sabia que ia acontecer esse convite. E aí então pode passar o próximo slide. Sim. Eles jantam juntos nessa hospedagem e quando eles sentam para comer juntos, lembra que a aproximação de Jesus tudo tem a ver com junto. Na maneira como Jesus parte o pão, tudo para eles faz sentido. A pergunta, a fala das escrituras fica conosco e ele parte o pão. Então a gente pode ver aí uma metodologia de Jesus. A aproximação, a pergunta, saber perguntar sobre o estado do outro e a palavra. Existe um teólogo francês, Claude Tremontan, que ele se pergunta assim: "Por que que as palavras de Jesus eram curativas e permanecem curativas?" A gente se emociona, a gente já sabe todas elas, mas a gente se emociona sempre que ouve.
remontan, que ele se pergunta assim: "Por que que as palavras de Jesus eram curativas e permanecem curativas?" A gente se emociona, a gente já sabe todas elas, mas a gente se emociona sempre que ouve. Por que quando Jesus vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, a gente sente, né? Então, por que que essas palavras nos tocam? Então esse teólogo, ele vai estudar e e mostrar pra gente que quando alguém reinforma, uma informação que a gente já tinha, mas nos reinforma de uma maneira amorosa, se organiza dentro de nós aquele conhecimento. Então, a palavra que cura é aquela que nos reorganiza, a que nos regenera, aquela que traz um sentido que dá ordem ao que estava desordenado. Eles estavam desordenados, distraídos, confusos, desanimados, desvalidos, tristes. Quando Jesus fala, recoloca as escrituras que eles conheciam, mas quando ele reinforma, reorganiza, regenera ai por dentro eles, inclusive eles dizem: "É por isso que quando ele falou sentimos um calor no coração". Sim, palavras curativas aquecem um coração, não é a cabeça. As palavras curativas de Jesus, que são até hoje, são palavras que nos organizam por dentro, organiza a nossa alma, nos devolve, nos traz de volta para casa, nos conectamos com a nossa essência, nos sentimos filhos de Deus, amparados, acolhidos. Mas se a gente estiver mergulhado em dúvidas, se a palavra chegar de imediato, ela não vai curar. Por isso tem a pergunta antes. Para lidar com aquele que tá sem fé, com o cético, com o que tem dúvida, com aquele que é mental, não adianta você trazer as palavras curativas primeiro. É preciso perguntar: "Por que estás triste? O que é que aconteceu?" Depois que eles falam que aconteceu, contam todas as mágoas, vaziam o coração, aí ele reinforma. Então, uma palavra curativa, ela precisa de ambiência, condição para chegar. Eu tava me lembrando de um pedagogo famoso, Levi Vigotski, que trabalha com conceito de zona de desenvolvimento proximal. Eu me lembrei por causa da proximidade. Ele vai dizer que o educador
a chegar. Eu tava me lembrando de um pedagogo famoso, Levi Vigotski, que trabalha com conceito de zona de desenvolvimento proximal. Eu me lembrei por causa da proximidade. Ele vai dizer que o educador ele precisa desenvolver no educando, na criança que tá aprendendo, descobrindo o que tem nela ali que tá próximo de brotar. E esse educador vai oferecer condições para o que há nele possa brotar. Por isso que é o que está próximo de se mostrar. Não está manifesto, mas está próximo de manifestar-se. Mas é preciso um educador amoroso para perceber o que está próximo e para oferecer condição e não oferecer já o conhecimento. Então é é nessa pegada que Jesus vai chegar e na proximidade fazer perguntas que abrisse um coração que destilasse todas aquelas mágoas e aí abrisse espaço para que aquele conhecimento reinformasse, reordenasse, reorganizasse, curasse as feridas. Mas eles não estavam de todos convencidos. Mas aí aparece o fica conosco, Senhor. Então, olha como é que a gente precisa da humildade pra gente conseguir a cura plena. Humildade é um estado de alma. É quando a gente descobre o nosso lugar. Quando a gente tá fora de lugar, a gente é orgulhoso. A gente ocupa lugares que não são nossos. Quando Jesus reinforma, eles voltam pro lugar de apóstolos. Naquele momento, estavam diante de um mestre que falava das escrituras. Então, era uma informação que para eles era familiar, que é o Velho Testamento, muito familiar. Então, eles começaram a se organizar por dentro. E aí fica conosco o Senhor, que é entramos no lugar de filhos de Deus. E aí Jesus parte o pão. Então partir o pão é um gesto sagrado. Então nós temos gestos que fortalecem vínculos. Eu me lembro quando eu era menina quarta de cinco filhos e mais os agregados que morava em nossa casa nos almoços de domingo era meu pai quem servia o almoço de todos. Ele se levantava, partia a refeição maior. Se era uma carne assada, um frango para todos, ele colocava para todos os pratos e ele se servia por último. Isso é um gesto sagrado. Hoje eu
lmoço de todos. Ele se levantava, partia a refeição maior. Se era uma carne assada, um frango para todos, ele colocava para todos os pratos e ele se servia por último. Isso é um gesto sagrado. Hoje eu tenho 61 anos, eu lembro que tivesse agora aqui com ele fazendo essa divisão. Então é aquele gesto que marca a maneira de ser. Quando Jesus parte o pão, tá relembrando o que que fortalece os nossos vínculos. Os nossos vínculos familiares, eles estão cheios de gestos sagrados, mas a gente precisa percebê-los e significá-los como sagrados, senão eles passam como uma ação qualquer. É muito importante que a gente identifique qual é a comida da alma que a gente tem, qual é a refeição, qual é o alimento, qual é a informação que eu tenho que me dá pertencimento nos meus vínculos. Porque quando a gente foge de Jerusalém para Emaús, a gente vai perdendo os vínculos, vai se afastando do que nos vincula, ao que nos é familiar e ao que nos traz saúde. Então, quando ele parte o pão, mas olha o que que aconteceu antes do pão. Olha que trabalhão que Jesus teve, digamos assim, né? para que eles pudessem no partir o pão poder retomar o vínculo tão sagrado entre eles. E aí depois que ele parte o pão e que eles identificam, ah, é ele? Aí Jesus desaparece porque ele já tinha feito o que era necessário, que era devolver a eles mesmos o sentido existencial. Ele não veio para ser aplaudido, ele veio para nos aproximar de Deus. Ele veio para nos aproximar de nós mesmos, da nossa essência divina. Quando Jesus consegue essa tarefa, ele se retira. Simples assim. Então, quando acontece, a gente tá indo para Emaús, pras nossas Emaús, e acontece uma aproximação que não garante que a gente vá voltar para Jerusalém, mas nos convida. Jesus permanece até que você dê uma virada de chave. É preciso voltar. A mesma virada de chave que acontece com o filho pródigo e que a gente vê naquele diálogo sobre a ovelha perdida. É a mesma coisa. Ou seja, em inúmeros momentos, Jesus lembra dessa nossa fragilidade que faz a gente
de chave que acontece com o filho pródigo e que a gente vê naquele diálogo sobre a ovelha perdida. É a mesma coisa. Ou seja, em inúmeros momentos, Jesus lembra dessa nossa fragilidade que faz a gente se afastar do essencial tantas vezes. E a vida material, ela é cheia de convites pra gente para Emaús. Muitos. Porque desqualifica a nossa ligação divina. Os valores materiais não conseguem ratificar e nos dar sustento paraas nossas escolhas de cunho espiritual. Então, toda vez que enfraquece a nossa fé e se enche de dúvida o nosso coração, a gente vai se afastando dessa essência e vamos fazendo escolhas cada vez mais distantes de quem a gente é. Às vezes estamos tão distantes, tão distantes, que a gente pensa assim: "Eu não sei nem o que que eu tô fazendo nessa vida aqui. Eu não pertenço a nada. Eu não me sinto vinculado a nada, nem a minha família, nem ao meu tempo, nem ao meu país, nem coisa nenhuma. O que que te aconteceu? Você virou alienígena? O que que houve? Você caiu aqui por acaso? É isso? Ou você não percebeu quando foi que você se afastou? Porque esse afastamento é próprio nosso movimento de crescimento, digamos assim, em algum momento da sua trajetória eh espiritual, você se afasta. Isso faz parte do nosso processo de amadurecimento. Mas então, quando a gente se sentir não pertencendo a nada, não é pra gente duvidar dos desígnios divinos, é pra gente fazer a pergunta que Jesus fez aos dois. Por que estais tristes? Por acaso você não percebeu que você tava envolto numa ilusão? E eu tava pesquisando a palavra ilusão. A palavra ilusão, a raiz dela é inudere. Ludere em latim dá origem à palavra que a gente conhece de lúdico, ludoterapia, brincadeira. Então em ludere é quando nós estamos distraídos, não desqualificando o brincar, que é muito importante brincar, mas na época em que a gente tá na vida adulta de compromisso, a gente precisa desfazer essas ilusões. De que ilusão eu me refiro? Não é tão somente de descobrir que Jesus não veio libertar, né, de um reino que eu achava
a gente tá na vida adulta de compromisso, a gente precisa desfazer essas ilusões. De que ilusão eu me refiro? Não é tão somente de descobrir que Jesus não veio libertar, né, de um reino que eu achava que deveria ser e tal. É muito mais do que isso. A grande ilusão é não perceber sem ilusão. Esse esquecer que é um espírito imortal, se esquecer que tá numa vida temporária, se esquecer que a qualquer momento nossos entes queridos irão de volta paraa casa espiritual, nós também. que todo o nosso comportamento, todas as nossas ações, as consequências, a gente tem participação delas, porque a gente tem participação na ação. E por aí vai estar envolta ilusão, quando é quando a gente tá esquecido disso, achando esquecido que estamos num processo de amadurecimento, achando que a gente pode se enganar ou enganar os outros ou enganar a Deus com as nossas brincadeirinhas. O que que tem? Todo mundo faz, por não dessa vez, depois eu faço, depois vai. São as nossas imaturidades que estão recheadas nas nossas experiências cotidianas. Mas o que é interessante nesse momento em que ele parte o pão é o espanto dos dois. É uma tela, não é? É uma concepção. E o que eu achei interessante nessa imagem é o susto. É isso. Que coisa interessante. Quando a gente se conecta com o que é familiar, tem um certo susto, um certo espanto. A filosofia utiliza o espanto como uma coisa muito interessante, que filosofar é precisa da capacidade de se espantar, sair do trivial, sair do comum. Nós precisamos nos espantar do sentido, a gente precisa acordar, despertar. É Jesus que tá entre nós. Isso que tá acontecendo na minha vida, isso tem uma função de me despertar, de mudar a direção. É para me desiludir. Que bom que veio a desilusão. Entriste, tá? Mas não fica morando aí. Porém, se permita um tempo de luto. É muito importante a gente sim lutar, porque o luto é a condição única da alma quando passa por traumas, perdas e dores desse porte. é a única condição da gente poder se encontrar com a realidade.
to. É muito importante a gente sim lutar, porque o luto é a condição única da alma quando passa por traumas, perdas e dores desse porte. é a única condição da gente poder se encontrar com a realidade. É por isso que a gente precisa ir enterro, por isso que a gente precisa ver o corpo, porque a gente precisa dessas coisas, porque a nossa tendência a imaginar que não aconteceu é enorme, porque a gente tem muita dificuldade de aceitar que as coisas são como são. Então, quando a gente vê, toca, sente, olha quanta coisa, quantos recursos Jesus usou, pão, palavra, proximidade, conversa. A gente precisa de tudo isso. É verdade. Morreu. É verdade. Acabou o casamento. É verdade. Eu fui demitido. É verdade. Não temos o que comer hoje. É verdade. Eu perdi a visão. É verdade, eu perdi a audição. É verdade. Uma outra coisa eu ficar igual aos discípulos de Emaú. Não, mas não podia ter acontecido. Mas não era assim. Eu fiz tudo muito correto. Eu sou uma pessoa bacana. Como é que isso me aconteceu? O que que eu, que mal que eu fiz para acontecer essa coisa? Enquanto eu tô mergulhada nesses pensamentos circulares e obsessivos, que eu não quero, eh, eu não quero é olhar o que tá acontecendo. Eu não tô conseguindo me enlutar. Em lutar é preciso. Nós precisamos atravessar a dor necessária que acontece quando as perdas vêm. Seja que perda for de dinheiro, pessoa, lugar, saúde, condição, inteligência, é, a minha mãe tá com mal de Alzheimer, não sabe nem quem eu sou. É, o meu pai demenciou. É isso. Eu perdi uma perna no acidente. É isso. Meu filho se suicidou. É isso. E é preciso chorar isso. Chorar porque você tá se encontrando com o real. Essa desilusão é fundamental para que você possa deixar o seu coração aberto para dizer: "Fica, Senhor, comigo agora, porque só assim eu posso de volta para casa, porque esses acontecimentos nos desalojam. Os acontecimentos inesperados, quem é que quer acontecimento difícil?" Ninguém quer, claro que não, mas no nível evolutivo que nós estamos faz parte as
casa, porque esses acontecimentos nos desalojam. Os acontecimentos inesperados, quem é que quer acontecimento difícil?" Ninguém quer, claro que não, mas no nível evolutivo que nós estamos faz parte as dificuldades, as vicissitudes da vida fazem parte. Achar que a gente pode passar por uma existência toda semer nada é uma enorme ilusão. Então, desilusão que venha. Precisamos das desilusões. Precisamos acordar, sair dessa imaginação de uma vida de felicidade através da prosperidade material. É bom ter prosperidade material, mas ela é meio, não é a finalidade da nossa existência. Ninguém reencarnou para enriquecer. É só você fazer um cursinho para enriquecer mais rápido. É que você não sabe administrar seu dinheiro, você não fez um curso direito. Não é isso não, gente. Há existências que precisam passar pela privação material, porque faz parte do amadurecimento daquela alma que numa encarnação anterior lesou muita gente ou então fez mau uso, não sabe se lá o que é. Ninguém passa por uma privação material ou qualquer outro tipo de privação do nada. Todos nós temos algum tipo de privação intelectual, material, de saúde, de tempo. Não importa. Nós estamos num mundo de provas e expiações. Abrir os olhos. Mas nós não precisamos passar por aqui de maneira lamentosa. Nós podemos passar por essas dificuldades de pé, adultos. Enquanto a gente tá na lamentação, a gente tá dizendo assim: "Eu não aceito, eu não aceito, tem alguma coisa errada. Não, não era para mim. Deus errou de endereço, não era aqui em casa, não era para mim, não. Tá acontecendo com você é com você. E você precisa nesse momento é ilutar-se. É doído. Desilusão sim. Não tem ninguém que passa por uma desilusão sorrindo. Claro que não. Aí endo mesmo. A gente quando passa por uma desilusão faz parte a dor. E é justamente essa dor, justamente esse momento em que você se entristece como eles. Jesus perguntou: "Por que estáais tristes?" Porque a gente precisa dessa conexão com a tristeza, porque a tristeza nos leva a lugares que
, justamente esse momento em que você se entristece como eles. Jesus perguntou: "Por que estáais tristes?" Porque a gente precisa dessa conexão com a tristeza, porque a tristeza nos leva a lugares que a gente não vai por vontade própria, não vai. É na tristeza que a gente começa a fazer algumas rememorações. A gente começa, ih, aquele dia e aquele é mesmo? Nossa, mas ali, hum, é mesmo ali eu escorreguei assim, eu escorreguei. É importante, não vai ficar fixado nesse inventário, mas é importante você fazer alguns retornos porque você já sabe aonde você não pode mais repetir. Então, esse momento em que eles contam para o peregrino, que eles não sabiam que era Jesus, o que que tinha acontecido, eles não tiveram chance de ver aonde eles tinham escorregado. Faltou parceria. Eles não ficaram lá com os outros apóstolos. Eles não se enlutaram lá juntos, de braços dados, não choraram juntos. Eles pé na estrada, vamos para Emaúo. Vamos esquecer isso, gente. Então é quando a gente se anestesia, não, vamos ver sério o dia inteiro, bora viajar, vamos morar em outro país, larga tudo aí, vamos vida que segue e tal. Quando a gente faz isso, essas anestesias, bora comer, bora se divertir, né? É assim, eu não tô aguentando ver o que que tá acontecendo. Então eu saio de uma ilusão, entro em outra. Então, nem toda dor ensina. Quando Jesus diz bem-aventurados aflitos não é qualquer aflição. Bem-aventurados os aflitos, aquela aflição que te ajuda a você se reconectar, porque aconteceu uma desconexão. Então, a desconexão, que são esse momento tão duro, né, em que a gente se sente meio sem lugar, a gente se sente sem lugar. Claro, eu tava ali me sentindo super protegido por Jesus e a gente ia implantar o reino de Deus na terra e aconteceu uma grande libertação. Que ótimo e tal. E de repente, não, não é mais isso não, hein? Oi, calma. Eu, como não é mais isso? Eu tava tão envolvido, como assim? Eu acordei de um jeito, dormi de um jeito, acordei de outro. Eu tava empregado ontem, ontem e eu acordo desempregado através de um
, calma. Eu, como não é mais isso? Eu tava tão envolvido, como assim? Eu acordei de um jeito, dormi de um jeito, acordei de outro. Eu tava empregado ontem, ontem e eu acordo desempregado através de um e-mail. Isso é muita coisa para nós. Então aí a gente vai ter que respirar, fazer alguns caminhos de volta. O que foi? Aonde foi que eu fiquei um pouco distraído? Aonde que eu eh posso ser um pouco mais atento comigo mesmo? Aonde eu me desproteg? Aonde eu dei um passo maior do que minha perna pôde sustentar? Aonde me faltou sustentação espiritual? Aonde eu perdi a parceria? com os meus iguais, aonde eu me achei maior, melhor, enfim. Nossa, nós precisamos fazer, nós podemos fazer muitas viagens, isso, mas não é para se condenar, não é para se culpar, é para ver. Para ver. Quando a gente não pode mudar as circunstâncias, a gente pode mudar o nosso olhar, que as circunstâncias são como são, mas o como eu vejo as circunstâncias é bem diferente. Eu tava trabalhando com jovens hoje de manhã e meu tema com eles era ansiedade. E eu fiz uma dinâmica com eles de que eles pudessem se encontrar com a ansiedade deles. E eu coloquei pessoas para representar a ansiedade deles, os participantes do grupo. e fui dando algumas frases para eles. Nas frases eu dizia assim: "E agora qual o tamanho da ansiedade?" E eles foram percebendo que o tamanho da ansiedade não é da ansiedade em si, é como eles lidam com o que tá acontecendo que torna essa ansiedade maior ou menor. O quanto eles se colocam pequenos diante daquele sofrimento e a ansiedade fica gigante. Então, não são as coisas em si que determinam como eu vou me sentir, mas como eu olho, como eu vejo, como eu lido com isso. Se eu tiver envolto em ilusão, a minha visão é uma. Se eu me desiludo e me encontro com o real, a minha visão é outra. Mas se eu vou pra vitimação, se eu começo a sentir pena de mim, tô me iludindo novamente, a minha visão é outra. E vamos ver. muitas maneiras de ver as circunstâncias de acordo com o nosso estado emocional.
eu vou pra vitimação, se eu começo a sentir pena de mim, tô me iludindo novamente, a minha visão é outra. E vamos ver. muitas maneiras de ver as circunstâncias de acordo com o nosso estado emocional. Então, é por isso que às vezes eu olho para trás e penso: "Nossa, que Emaú foi essa que eu fui parar?" O mais importante, Jesus não se importa que a gente vá para Emaú ou para outra região que seja da sua vida, porque desviar vai fazer parte do nosso processo mesmo. Ele tá incomodado e preocupado e estar junto se nós queremos voltar para casa. E aí então acontece uma coisa muito bonita. Depois que Jesus desaparece, que eles saem desse estado de espanto, eu trouxe uma outra tela, um espanhol, que ele fez de uma outra forma esse encontro, né? Do caravaja, como ele veio Jesus e como é que ele imaginou essa cena. Mas sempre os discípulos estão assim: "Oh, meu Deus! É por isso que a gente sentiu calor no coração quando ele falou: "Olha, é ele só ele podia partir o pão dessa maneira. Só o nosso mestre se aproximaria de nós dessa maneira". Então, quando a gente pensa o que que essa passagem encontra sobre nós, essa passagem fala de propósito de vida. Essa passagem conta para nós o quanto nós estamos conectados. com clareza do para onde nós estamos indo. E será que esse momento da nossa vida a gente tá indo para Emaú? Será? E se estivermos, não há problema algum. Essa passagem já disse como é que acontece, o que que é preciso pra gente pegar o caminho de volta. No evangelho diz que eles ficaram de olhos tapados que não conseguiram reconhecer Jesus. O que tá os nossos olhos é a dúvida, diz Emanuel na página O amigo Oculto do livro Caminho, Verdade e Vida. O que cega os nossos olhos é a dúvida. Então, se você tá diante de uma adversidade e os seus olhos se enchem de dúvida, seus olhos é a sua percepção, o como você vê, o como você lida. Se você tá mergulhado em dúvida, isso não é um bom caminho. Você ainda não se enlutou necessariamente para enxergar. Você tá cego. Estamos fora da humidade. Não dá nem
como você vê, o como você lida. Se você tá mergulhado em dúvida, isso não é um bom caminho. Você ainda não se enlutou necessariamente para enxergar. Você tá cego. Estamos fora da humidade. Não dá nem para dizer fica conosco, Senhor, porque eu nem vejo o Senhor para pedir para ele ficar. Me sinto em desamparo. Esse estado de cegueira da dúvida nos deixa isolados, desamparados. E não é que falte assistência divina, não. É a gente que não enxerga a assistência divina, porque Jesus estava ali do lado, eles não conseguiam enxergar que era ele. Então, para que os nossos olhos possam ver, eu preciso sair da dúvida. E como é que a gente sai da dúvida? Jesus se aproximou, perguntou: "Como é que Jesus se aproximou de você para você poder voltar? Será que você tá conseguindo escutar essa aproximação? É preciso a gente sim lutar para desilusão acontecer nas suas raízes. Se não brota outra vez a ilusão. Vai paraa vitimação, vai paraa raiva, vai paraa vingança, vai paraa culpabilização, vai pro adoecimento. Tudo isso é a gente fora do lugar. Então, o que acontece de bonito depois desse espanto deles é: "Vamos voltar para Jerusalém". Eles já estavam prontos para voltar e por isso então Jesus pôde ir, porque ele não tava mais ali para dizer: "Voltem ou não, ele já fez o trabalho dele." Então, a dor faz o trabalho pra gente de nos despertar. O que nós vamos fazer do despertar aí econômica livre arbítrio. O que que a gente faz depois que a gente desperta para as verdades espirituais? Então essa passagem fala sobre propósito de vida e da nossa fragilidade nos desviarmos o tempo inteiro. E o que que a gente precisa saber é os sintomas de quando a gente tá indo para Emmaus. A dúvida é um fortíssimo. Você tá sempre duvidando de si mesmo, dos outros, das ajudas. Tá orgulhoso, né? Tá difícil. Você não tá fazendo isso porque você é mal. Isso é ignorância do bem ainda. É ao nosso estado acriançado que a gente tem. É porque as coisas não aconteceram como você queria que fosse. É verdade. A
l. Você não tá fazendo isso porque você é mal. Isso é ignorância do bem ainda. É ao nosso estado acriançado que a gente tem. É porque as coisas não aconteceram como você queria que fosse. É verdade. A gente fica assim mesmo. Mas não se demore aí nesse mar de dúvidas. Não deixa a dúvida morar entre você e Deus. Que ela seja passageira, pelo menos para você perceber, hum, tô cheio da dúvida, isso não tá bom não. Porque a dúvida descarrilha, a dúvida me leva para caminhos solitários. E é tão bonito, porque quando eles voltam para Jerusalém, os 11 que estavam lá receberam eles com muito amor e escutaram a história deles de encontro com Jesus, como já haviam escutado outros que também se encontraram com Jesus e receberam como verdade cristalina. É claro que Jesus ia voltar. Claro que Jesus está sempre próximo depois desses 3 anos de convivência, de dessas verdades que a gente aprendeu, se ele não se aproximasse, então como é que nós ficaríamos com tudo isso que a gente descobriu? Então é como se fosse uma validação. Estarei convosco até o fim. Não é pra gente duvidar disso. Então não tem mais é não duvida. Não deixe o seu coração ficar cheio de medo, empanado. Isso é desvio de rota. Isso não é um problema genético. Você perdeu para onde tava indo. Você precisa se lembrar para onde eu estava indo mesmo. Qual foi a ilusão que eu tava envolvido que quando ela se desfez eu não conseguia aceitar? Aonde que eu me recusei ao enlutamento necessário? Quando aconteceu isso? O que que tava acontecendo comigo? Você precisa fazer esse caminho de volta. Como o filho pródigo caiu em si. Tem uma página linda do Emmanuel caindo em si, que é quando a gente percebe, nossa, não é que as coisas estão erradas, eu tô com problema de visão. E eu termina esse texto do amigo culto dizendo que foi na hospedagem que a confiança foi tecida novamente. Então, de tempos em tempos a gente se mergulha em dúvida. E aí a espiritualidade maior, que são os ministros de Deus, nos ajudam a despertar novamente.
hospedagem que a confiança foi tecida novamente. Então, de tempos em tempos a gente se mergulha em dúvida. E aí a espiritualidade maior, que são os ministros de Deus, nos ajudam a despertar novamente. E aí a gente humildemente pede: "Fica conosco, Senhor. Nós somos necessitados do seu amor. Nós somos necessitados da tua companhia. Parte o pão, bebe o vinho conosco, abraça, sorri conosco. Nós precisamos demais da tua companhia. Quando a gente achar que não precisa do Senhor e a gente transcendeu Emaús, aí a gente perdeu mesmo. Mas não há uma ovelha que ficará perdida no reino do Senhor. Se você tiver um filho assim, uma filha assim que tá no caminho de Emaús, confia, mantenha as tuas orações, faça o possível para que ela possa se aproximar de volta do Senhor, ele, ela. Mas entenda que o tempo de Deus não é o nosso. E se você começar com aquele tanto de dúvida, mas eu fiz isso e não adiantou. Mas eu fiz isso, não adiantou. Jesus vai te perguntar, mas não tava escrito que mundo de prova e expiações é assim? Seu filho ou sua filha fori entregue a você, a sua guarda, o seu trabalho é devolver um pouco melhor, não é para devolver perfeito, não. Espera o tempo dele, vai fazendo sua parte, te mantenha como porto seguro em Jerusalém. Não vá você para Emaús. Espera. O pai do filho pródigo esperou e quando o filho volta, não ficou recriminando, não. Tá vendo? Eu não falei, não disse que não era para você ir, não. Abriu os braços. Nós precisamos abrir os braços sempre. O nome disso é amor incondicional. Não importa os caminhos que os nossos entes queridos escolham, quando eles fizerem o caminho de volta, que os nossos braços estejam abertos de verdade. Porque quem de nós já não se iludiu? Porque se hoje é o seu ente querido que tá numa estrada desviada, ontem foi você. E é por isso que você é o ente querido referência, porque só quem passou pela experiência tem moral para poder receber o outro de braços abertos. Porque os braços abertos é dizer: "Eu sei como é minha filha, meu filho. Eu já
o ente querido referência, porque só quem passou pela experiência tem moral para poder receber o outro de braços abertos. Porque os braços abertos é dizer: "Eu sei como é minha filha, meu filho. Eu já tive sua idade, eu já estive nesses caminhos. Talvez não nessa encarnação, mas em alguma. Nessa Deus me conferiu o lugar de pai e de mãe para te dar o colo que você precisa, mas na hora em que você tem condição de receber. Então, o fica conosco, Senhor, é a frase que todos nós, em algum momento da nossa existência teremos a humildade de dizer e aí sim poderemos receber um alimento espiritual. espantados, mas despertos, pra gente poder fazer esse caminho de volta fortalecidos, fortalecidos. E nós temos no evangelho inúmeros personagens que nos contam sobre esse caminho de volta. A reencarnação está aí para isso. Nós aqui somos reencarnantes que já falimos muito, mas já acertamos muito também. E essa é a nossa melhor versão. Que a gente possa aproveitar essa melhor versão, que possamos voltar para Jerusalém quantas vezes forem necessárias, mas a gente já sabe que existe caminho de volta pra gente voltar para o ambiente dos nossos irmãos, voltar para o nosso coração, voltar para os braços do Cristo. É isso, meus amigos. Boa viagem de volta. Muito obrigada. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigada, querida Ana Teresa Camasmi, pela belíssima exposição e pelas reflexões que nos trouxe. E agora nós iremos assistir a um vídeo do lançamento de um livro que está sendo lançado hoje, onde os direitos autorais e a renda das vendas estão sendo revertidas à Web Rádio Fraternidade. >> Vivemos um tempo de profundas dores emocionais, ansiedade, depressão, medo, vazio existencial. Desafios que ecoam na alma humana e impactam famílias, relações e toda a sociedade. Há mais de uma década, essas inquietações encontram escuta e acolhimento na Web Rádio Fraternidade. >> Web Rádio Fraternidade >> é Web Rádio Fraternidade, a nossa ferramenta de paz. E a partir da pandemia, surgiu o programa Pinga Fogo
etações encontram escuta e acolhimento na Web Rádio Fraternidade. >> Web Rádio Fraternidade >> é Web Rádio Fraternidade, a nossa ferramenta de paz. E a partir da pandemia, surgiu o programa Pinga Fogo com Jorge Elará, como um espaço ainda mais próximo de escuta, diálogo e orientação diante das dores intensificadas naquele período. um ambiente de conversa fraterna, esclarecimento e consolo, onde vozes se encontram em torno do conhecimento da espiritualidade e da esperança. Ali, milhares de ouvintes compartilharam perguntas reais e sinceras, nascidas da vida como ela é, das angústias silenciosas, dos conflitos íntimos e dos desafios do existir. Dessas perguntas, nasceu uma obra extraordinária de temática atual e profundamente necessária. Saúde mental, os desafios da existência, reúne algumas dezenas de questões diretas e marcantes sobre o sofrimento psíquico que afeta o ser humano nos dias de hoje. Ansiedade, depressão, pânico, autismo, TDH, dependência digital, transtornos emocionais, mediunidade e os desafios da vida interior. Com respostas objetivas, esclarecedoras e acolhedoras, o livro integra os ensinamentos do Espiritismo à ciências mentais, reafirmando o compromisso da web Rádio Fraternidade, com o esclarecimento responsável. e o amparo espiritual. Esse trabalho é especial e fruto de um gesto de rara nobreza. 100% dos direitos autorais foram doados por Jorge Elará a Web Rádio Fraternidade. Saúde mental, os desafios da existência. A primeira obra da coleção Pinga Fogo com Jorge Elará, um livro que esclarece. acolhe e ilumina consciências. E agora à tarde, a partir das 16 horas, nós também teremos alguns momentos de autógrafos. estarão autografando Simão Pedro, Aroldo Dutra Dias e Ana Teresa Camasmi. Amanhã, domingo, às 9:45, teremos momento de autógrafo novamente com a Ana Teresa, com Jorge Larrá e Larissa Chaves. E no período da tarde, às 16:45, teremos os momentos de autógrafos com Eulália Bueno, Jorge Godinho, Severino Celestino e Evely Freire. A web Rádio Fraternidade apresenta
Jorge Larrá e Larissa Chaves. E no período da tarde, às 16:45, teremos os momentos de autógrafos com Eulália Bueno, Jorge Godinho, Severino Celestino e Evely Freire. A web Rádio Fraternidade apresenta Sâmia Aada, no nono Congresso Espírita de Uberlândia, com apresentação do tema tende fé, tende esperança para o infinito E agora convidamos ao palco para mais uma palestra da tarde a nossa querida Sâmia Aada. seou, mas eu não vou deixar para trás. >> Vocês viram que é ansiedade? Eu subi antes dela me chamar. É sempre uma honra e muito responsabilidade nós termos que falar de Jesus. Mas hoje eu gostaria também de falar sobre o Antônio. Vocês conhecem o Antônio? O Antônio foi o rapaz que viveu em meados do século XIX. Ele era de uma família baiana tradicional da época e teve uma história de vida não muito feliz. Foi uma história de vida marcada pelo luto, marcada pelas perdas. Eu imagino que ele deveria ser um rapaz um tanto melancólico por conta disso. Antônio, aos 12 anos, perdeu a mãe paraa tuberculose. Aos 16 anos, ele começou a ter os primeiros sintomas da tuberculose também. Aos 17 ele perdeu o irmão. Aos 19 Antônio Frederico, como ele se chamava, perdeu o pai que desencarnou também. E aos 24 anos, Antônio Frederico Castro Alves desencarna, deixando a sua marca no nosso país como um dos maiores poetas que nós já tivemos, com um dos maiores poemas, Navio Negreiro. Ele é considerado o poeta dos escravos com apenas 24 anos. Nós que temos filhos de 24 anos dizemos: "É apenas um menino ele tá pensando no que vai fazer da vida". Mas Castro Alves já tinha feito muito apesar da dor e talvez por conta da dor, do luto, das perdas. Quando ele via os nossos irmãos que não eram escravos, eles foram escravizados, mas os africanos sempre foram livres. Quando ele via os nossos irmãos escravizados, ele sentia a dor de alguém que também perdeu toda a família porque foi separado deles e perdeu muito mais do que ele próprio, porque perdeu a liberdade, a dignidade, a honra, o direito de existir como pessoa, porque
r de alguém que também perdeu toda a família porque foi separado deles e perdeu muito mais do que ele próprio, porque perdeu a liberdade, a dignidade, a honra, o direito de existir como pessoa, porque eram tratados como animais. Castro Alves retornou pela mediunidade de Chico Xavier mais ou menos um século depois, nos trazendo belíssimos poemas. Ele que a época dele quando encarnado na Terra se envolveu na causa da abolição. Ele um século depois continuou se envolvendo na causa da abolição. Não só, não apenas na abolição da escravidão que acontecia quando ele estava encarnado, mas agora na moderna escravidão. No mundo espiritual, Castro Alves entra em contato ou relembra, porque era uma alma, é uma alma nobre. Ele observa a infinitude da vida. Ele observa a beleza da nossa existência enquanto espírito imortal e ele observa o caminhar de todos nós enquanto espíritos imortais. E ele começa a nos trazer poemas maravilhosos e começa a falar da moderna escravidão. Existe um poema, eu não vou ler todo, eu vou ler apenas os três últimos versos num poema chamado Apelo a Mocidade Espírita, que está no livro Correio Fraterno. Ele diz nos últimos versos: "Exalça o amor que te eleva". desata os grilhões da treva da moderna escravidão. Ele continua sendo o poeta dos escravos, mas os escravos agora somos nós e os escravocratas somos nós mesmos. Nós nos fazemos escravos de nós mesmos nesse processo de crescimento espiritual, quando freamos a nossa marcha evolutiva deliberadamente, nos acorrentando a desvios, a desequilíbrios aos quais nós não precisaríamos nos acorrentar. O poema mais famoso de Castro Alves através da psicografia de Chico Xavier é o poema Marchemos imenso. Eu trouxe aqui de letrinha pequena. Não vou ler, não se preocupem, mas eu vou ler um pedaço para vocês terem uma noção. Há mistérios peregrinos no mistério dos destinos que nos mandam renascer. Da luz do criador nascemos, múltiplas vidas vivemos para a mesma luz volver. Buscamos na humanidade as verdades da verdade, sedentos de paz
peregrinos no mistério dos destinos que nos mandam renascer. Da luz do criador nascemos, múltiplas vidas vivemos para a mesma luz volver. Buscamos na humanidade as verdades da verdade, sedentos de paz e amor. E em meio aos mortos vivos, somos míseros cativos de iniquidade e da dor. E na última estrofe: "Uma excelsa luz ressoa no universo inteiro. Coa para sempre caminhai. O amor é a luz que se alcança. Tende fé, tende esperança para o infinito marchai. Olha só o tema de hoje, um presente que a Web Rádio me deu. O nosso tema, são dos versos de Castro Alves. Eu vou contar um segredo para vocês. Eu tentei bater um papo com Castro Alves e eu disse: "Castro Alves, é o seu poema, é o seu poema. Dá um jeito de aparecer no congresso, porque eu assim lê, o legal é você ler." Aí o Castro Alves respondeu: "Sâmia, que é isso? Você não tô vendo que eu tô aqui no céu?" Aí eu respondi: "Mas Castro Alves aqui também é céu". E nós estamos ainda aguardando a resposta dele, mas qualquer coisa o poema está aqui. o nosso processo evolutivo. O nome é muito bonito, mas muito mais bonito é a ideia que nós temos que Deus quando nos criou e como diz Castro Alves, nascemos do seu amor. Somos uma centelha do amor divino, uma luz. Essa criação se deu e nos fez da forma mais simples possível. Simples e ignorantes. Muita gente pensa quando é simples e ignorante que nós nascemos já homens, já seres humanos, só que muito simplesinho, muito ignorante lá na caverna, não é? é a simplicidade absoluta, é a ignorância de tudo. E os espíritos nos colocam, questão 540 do livro dos espíritos, é assim que tudo serve, tudo serve a Deus, que tudo se encadeia na natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo que também começou por ser átomo. admirável lei de harmonia que o vosso acanhado espírito ainda não pode apreender em seu conjunto. E interessante, os espíritos colocam que nós evoluímos, crescemos, aprendemos, amadurecemos, despertamos desde o átomo átomo, aquele que a gente estuda em química, desde o átomo até o arcanjo.
njunto. E interessante, os espíritos colocam que nós evoluímos, crescemos, aprendemos, amadurecemos, despertamos desde o átomo átomo, aquele que a gente estuda em química, desde o átomo até o arcanjo. E André Luiz e muitas outras obras vão começando a destrinchar, colocando que quando nós nos transformamos nessa centelha de vida, que nós eh didaticamente chamamos de princípio espiritual, porque dá origem ao espírito através do seu próprio amadurecimento, nós iniciamos nosso processo evolutivo, aprendendo os automatismos necessários. É a fase dos automatismos. Nós estamos nessa primeira fase, na fase do sono. Sabe o que é sono? Eu não sei que eu existo e eu não sei que existe algo além de mim. Eu não sei nada. Eu sou simples demais. Então, ele é convidado nos diversos ambientes, ele é convidado a participar das atividades da natureza de forma que ele consiga despertar. Então, a primeira fase que dura eras, que eu não estou falando que acontece apenas no planeta, acontece no universo, em muitos orbes, ele começa no automatismo e a a partir do momento e que começa a automatizar as funções mais semplórias, como por exemplo as ligações químicas, ele vai passando por uma segunda fase, que é a fase, isso são eras, para desenvolver a sensação, ou seja, ele passa a descobrir o exterior, a sentir de uma maneira primitiva, primordial. É o momento do desenvolvimento, da descoberta da sensibilidade, que aqui no nosso orb nós poderíamos dizer que seria o reino vegetal, aquela planta que já consegue perceber a luz e fazer aquele movimentozinho para onde tem a luz que ela precisa, mas ela ainda não caminha, ela não se reproduz sozinha, né? Ela não corre atrás da caça. As coisas ainda tm que vir a seus pés. Se a água não chegar pertinho dela, ela não tem como correr pro rio. Ela está descobrindo o mundo. E enquanto ela desenvolve a sensação, ela vai passando por um momento de transição, aonde após a conquista dos automatismos necessários, após a conquista das sensações que se automatizam também, ela ganha espaço
ela desenvolve a sensação, ela vai passando por um momento de transição, aonde após a conquista dos automatismos necessários, após a conquista das sensações que se automatizam também, ela ganha espaço para dar mais um passo. E esse ela somos nós, ainda enquanto princípio espiritual no reino animal, quando ela entra na conquista dos instintos, sempre sendo provocada, porque não sabem, não. Nós não sabíamos, nós não conhecíamos o caminho, nós éramos conduzidos e desenvolvemos. E como desenvolvemos no reino animal os instintos, onde o maior deles é o instinto da sobrevivência. Extremamente necessário processo evolutivo que acontece aqui na Terra, mas que acontece também no mundo espiritual. Eles trabalham em conjunto. Evoluímos aqui, evoluímos lá. Por isso, os elos perdidos, né, que a ciência nos mostra, passos que são dados do lado de lá. no corpo espiritual e depois renascem aqui. E nesse instinto nós começamos a aprender com mais facilidade a viver em grupos, a caçar, a a a descobrir a caça, a descobrir os desafios e a descobrir até como se curar de algumas doenças. Quem tem pet sabe que quando eles estão com probleminha no estômago, eles vão em determinadas matinhos e comem. Vocês acham que eles descobriram isso como? No desenvolvimento dos instintos. Quantas vezes eles desencarnaram com o problema até descobrir que aquele matinho fazia com que o problema desaparecesse. E isso se automatizou na forma de instinto. E desenvolvido o instinto, começa uma fase de transição para o desenvolvimento da inteligência contínua. E por que eu digo transição? Porque nós sabemos e quem tiver cachorro e gatinho vai dizer que é verdade, que os nossos bichinhos estão inteligentes e são. Os cientistas comprovaram que os cães têm uma idade média de uma pessoa de 2 a 2 anos e meio já tem alguma inteligência. Eles têm capacidade de aprender. Se eles percebem e vão tentar abrir a porta, pular para abrir a porta, eles estão aprendendo. Isso não é instinto, porque eles não traziam isso. E possivelmente na próxima encarnação
dade de aprender. Se eles percebem e vão tentar abrir a porta, pular para abrir a porta, eles estão aprendendo. Isso não é instinto, porque eles não traziam isso. E possivelmente na próxima encarnação deles, eles não vão lembrar mais, porque o instinto é algo que se automatiza e surge em encarnações posteriores. Mas vencido essa fase, nós entramos finalmente na fase hominal. caracterizada pela inteligência contínua, que nos animais eles têm flashes. De repente o nosso cachorro fica inteligente, faz uma coisa que a gente se admira, no outro momento ele vira burro de tudo e destrói a casa toda. São flashes de inteligência. No estágio onimal nós dominamos a inteligência. Evidentemente, no início, né, o que mais a gente conseguia fazer era descobrir a roda, mas já é uma inteligência contínua. É, assim como extinto se desenvolveu, também a inteligência se desenvolveu. Até os dias atuais não tem comparação. E com a inteligência nós conquistamos a razão. E é aí que a coisa pega. A razão é o quê? É poder raciocinar, planejar, deduzir, filosofar. a era da razão. Vejam que toda aquela fase de automatismo dos nossos amiguinhos eh pets lá pro átomo, o que era mais importante era se desenvolver essas capacidades automáticas e automaticamente criar corpos mais propícios à evolução do espírito. Porque os corpos eles só podiam se amadurecer da feito a que o princípio espiritual aprendesse certos dons. Então, precisou tudo isso para que hoje tivéssemos o nosso corpo humano com todas as características. Nós temos os automatismos e nós, o nosso coração bate sozinho. Alguém tá tá lembrando de ordenar ele a bombar o sangue? A gente esquece, mas ele continua. Por quê? Porque no nosso inconsciente nós estamos mandando essa mensagem. Cérebro reptiliano, não é isso? É. E também temos os nossos instintos que serviu ao seu propósito. Cada instinto no reino animal era usado com um propósito. Se o animal estava com fome, o leão estava com fome e via uma gazela dando sopa bem ali, ele fazia o quê? Ele
tos que serviu ao seu propósito. Cada instinto no reino animal era usado com um propósito. Se o animal estava com fome, o leão estava com fome e via uma gazela dando sopa bem ali, ele fazia o quê? Ele pulava na gazela e matava. Mas nós não fazemos mais isso, apesar de muitas vezes termos esse instinto. Se nós estamos com fome e vimos uma galinha na na no quintal do vizinho, a gente dá um pulo e rouba a galinha dela e volta, aí é o nosso instinto funcionando. Mas a gente não faz isso. Espero que não, né? A gente vai, corre supermercado, compra um franguinho, né? aquele franguinho de televisão de cachorro que é maravilhoso e leva para casa porque os nossos instintos já atenderam ao seu objetivo. Alguns até hoje nos servem. Quando eu me aproximo do fogo, instintivamente eu tiro a mão. Instinto de proteção, instinto de sobrevivência, ainda precisamos ter em alguns casos. Mas a partir do estágio em que nós estamos, nós fomos convidados com desenvolvimento da razão a evoluir numa outra área, que não é mais a área física apenas que continua, mas numa outra área. Por isso que eu disse, é aí que a coisa pega, é a área da moral. Moralmente nós somos convidados porque agora com a razão nós temos condição de saber o que é certo e o que é errado. A plantinha sabia o que é certo, o que é errado? Não. Vocês acham que o leão quando pegou a gazela, ele vai sofrer uma expiação, vai ser morto por uma gazela? Não vai. Por quê? Porque ele não tinha meios de saber se aquilo era certo ou errado. Ele estava seguindo seu instinto, a lei da natureza. Mas nós humanos temos agora que discernir o que deve, o que não deve ser feito, o que é certo e o que é errado, e aprender a ver um outro como um igual a mim e não como uma caça. E aí nós entramos na era dos nossos desafios. Neste momento, nós assumimos autonomia sobre o nosso processo evolutivo. Antes a natureza nos conduzia, nos levava por aqui, por ali, a gente não se preocupava com nada, né? Mas como seres humanos foi colocado nas nossas mãos esse processo evolutivo.
so processo evolutivo. Antes a natureza nos conduzia, nos levava por aqui, por ali, a gente não se preocupava com nada, né? Mas como seres humanos foi colocado nas nossas mãos esse processo evolutivo. E é necessário, como diz Castro Alves, tendes fé, tende esperança para o infinito marchar. E como é que tá a nossa marcha, hein? Tá veloz? Porque da feita que essa marcha é colocada nas nossas mãos, em que nós temos as rédias do nossa vida, nas nossas mãos, nós passamos a escolher se nós queremos marchar ou que se queremos frear. Como um aluno na escola, ah, para passar é sete, tem que aluno que faz o quê? Estuda para tirar sete, passa de ano. Tem um aluno que estuda e tira quatro, vai pra recuperação, fica de castigo, estuda e passa de ano raspando. Mas tem o aluno que estuda para tirar 10, passa de ano do mesmo jeito. Mas tem um outro tipo de aluno, o aluno que depois que o professor dá aula, ele não se satisfaz com aquela alma. E com aquela aula, ele volta para casa e vai pesquisar mais. Se o professor dá uma aula de história, ele fica intrigado, ele quer saber mais, ele busca em outros livros, ele pergunta pro pai, ele corre atrás e aprende mais. Entre o que tirou sete, o que foi paraa recuperação, o que tirou 10 e o que está insatisfeito com o que a escola aprende e quer saber mais, quem vai evoluir mais rápido? Pra escola é tudo igual. Todo mundo vai passar pro próprio Simão letivo, mas na no nosso campo espiritual, porque no estágio ominal não somos mais princípios, somos espíritos. Quanto mais insatisfeitos, mas nós evoluímos. Porque uma das características da evolução é a insatisfação. Porque é isso que faz nós corrermos atrás. Eu ainda não estou satisfeito comigo mesmo. Eu sei que eu preciso melhorar. Eu vou buscar como melhorar, eu vou tentar. Então, os nossos processos evolutivos são diferenciados. Mesmo que todos nós tivéssemos nascido na mesma forma lá, no mesmo dia, nós nos diferenciamos, dependendo do nosso interesse a partir do estágio hominal. E eu gostaria de contar uma história
enciados. Mesmo que todos nós tivéssemos nascido na mesma forma lá, no mesmo dia, nós nos diferenciamos, dependendo do nosso interesse a partir do estágio hominal. E eu gostaria de contar uma história para vocês, mais de uma história, mas é algo que aconteceu. Essa história acontece na época das guerras santas francesas, as guerras santas da França. E nós tomamos conhecimento através das mediúnicas. Em 2016 nós atendemos, as pessoas chamam de noite de São Bartolomeu. A gente, a gente até chama assim para que as pessoas entendam o que é, mas as guerras santas duraram desde 1562, mais de 20 anos de perseguição, que às vezes amenizavam, às vezes voltavam forte. A noite, evidentemente, ficou uma noite macabra, né, que ficou na história, mas nós recebemos eh numa reunião mediúnica em 2016, ainda no antigo estado onde eu morava. Eh, durante algumas semanas foram atendidos várias entidades vinculadas às guerras santas francesas. São coisas que acontecem na mediúnica. Nós temos o nosso trabalho, a nossa rotina, existe a equipe espiritual, a gente já sabe como vai desenvolver. De repente, num determinado período, específicas entidades com específicos tipos de problema começam a renascer. E a gente fica sabendo que um outro grupo que trabalha no acolhimento desse tipo de problema se vincula para usar a mediúnica para atender aqueles que eles estão resgatando. E é isso que acontece. e aconteceu algumas semanas, ficamos atendendo eh esses irmãos, atendíamos dos algozes e atendíamos as vítimas, né? E é muito interessante. E tem uma que me marcou, porque ele era vítima e ele conta o seguinte: "Nós estávamos na nossa casa". eramenotes. Nós estávamos na nossa casa, era noitinha, estávamos jantando. É claro que ele falava isso com ódio, porque ele foi trazido com muito ódio de coração. E ele diz: "Você não sabe o que nós passamos. Eu estava, eu, minha esposa e minha filhinha, deviam ser muito jovens. E eles arrombaram a porta, entraram e me agarraram e agarraram minha esposa e minha filha.
iz: "Você não sabe o que nós passamos. Eu estava, eu, minha esposa e minha filhinha, deviam ser muito jovens. E eles arrombaram a porta, entraram e me agarraram e agarraram minha esposa e minha filha. E eu suplicava por elas e elas erguiam as mãos para mim. Minha filha gritava: "Papai!" E eu não pude fazer nada. Eles me levaram para fora para me queimar. Mas me doía. E essa frase me marcou, me doía muito mais vê-las morrer pela espada na minha frente do que o fogo que me queimava. Mas eu descobri que no inferno aonde eu fui colocado, eu poderia me vingar. Ele disse: "E eu trago a cada 500 anos acorrentados a mim, cada um dos meus algozes, fazendo com que eles sintam a mesma dor que nós sentíamos." E aí sim se desenvolveu todo o atendimento, né? Nós fomos pelo caminho da filha e da esposa, porque ele dizia, quando perguntamos: "E elas? Elas estão no céu, elas estão no paraíso, o lugar que eu não mereço entrar." E nós dissemos: "Mas elas têm saudade de você. e esperam constantemente que você volte para elas. E a partir daí ele conseguiu ser atendido e também sim os algózes acorrentados, acorrentados pela culpa que traziam. E nós imaginamos aí como alguém, né, que é filho da reforma protestante, com o objetivo de ver um Cristo mais puro, Cristo longe de toda todos os equívocos que foram que foram levados, né, até até a igreja, como ele poderia nesse momento se entregar de tal forma à vingança esque cido da mensagem do perdão de Jesus. E nós lembramos que Jesus quando pregava aos discípulos, e agora nós estamos começando a falar daqueles que se consideram cristãos no seu processo evolutivo, ele falou a eles daquele famoso sermão profético, a seguinte colocação: "Então vos hão de entregar para serdes atormentados e matar-vos ão e sereis odiados de todas as gentes por causa do meu nome. Exatamente o que estava acontecendo. E Jesus sabia que ia acontecer. E ele continua logo adiante, mas aquele que perseverar até o fim será salvo. E aí nós encontramos o bloco dos cristãos
do meu nome. Exatamente o que estava acontecendo. E Jesus sabia que ia acontecer. E ele continua logo adiante, mas aquele que perseverar até o fim será salvo. E aí nós encontramos o bloco dos cristãos que não perseveram. 9 anos depois desse caso, eu já na atual cidade em que estou residindo e não mais na antiga, nós na mediúnica recebemos um grupo de irmãos da espiritualidade e e soubemos disso, né, porque a pessoa que dirige os trabalhos explicou quem era a entidade e que eu vou resumir nesse mesmo mesmo período em que esse novo, esse nosso irmão não suportou a dor. Um outro ugenote foi preso. Não foi eh morto no mesmo momento, mas foi preso. O significa que ele deve ter sido preso depois da noite de São Bartolomeu e deveria ser um dos líderes, talvez, dos ugenodes. Ele foi preso, levado à cadeia e conhecendo as torturas que eram impostas aos protestantes presos, ele disse: "Eu vou me matar". E no momento que ele disse: "Eu vou me matar, porque eu não vou suportar o que vão fazer comigo", ele lembrou de Jesus e disse: "Jesus, tu suportaste a cruz e não fugiste. Me ajuda, eu não vou me matar." e decidiu não tirar a própria vida. E realmente ele passou pela pior das torturas. Trouxeram à frente dele a esposa e as filhas, deveria ter pelo menos duas, e as mataram na frente dele. E logo depois o mataram. Ele retornou à pátria espiritual iluminado, vencendo a sua maior prova nesse processo de amadurecimento da alma. Dois ugnotes, dos que conheciam Cristo mais simples, da mesma forma, no mesmo período da história. Um seguiu um rumo, o outro perseverou e o primeiro não. E muitas vezes essa é a nossa história, mas ainda existe mais um capítulo nessa reunião agora que aconteceu ano passado, em que esse grupo chegou à casa espírita contando a história, né, e dizendo: "Eu, no mundo espiritual formei o meu grupo e agora estou acolhendo os nossos algozes." Eles montaram um grupo no mundo espiritual. uma falange de espíritos de luz, ugenodes e outros que devem ser desjuntados para
espiritual formei o meu grupo e agora estou acolhendo os nossos algozes." Eles montaram um grupo no mundo espiritual. uma falange de espíritos de luz, ugenodes e outros que devem ser desjuntados para acolherem, resgatarem as milícias que se formaram para persegui-los. E ele disse: "Entre os que estão acolhendo falta um, e esse um é o que vocês atenderam. E realmente atendemos um, eu vou chamar de soldado, mas só sabemos que não existiam soldados do rei e os soldados da família de Guize, né? Todos soldados católicos. E esse senhor, esse soldado, quando foi atendido, veio com muito orgulho e uma altivez muito impressionante, começando a colocar que ele estava buscando a religião correta, mas não encontrou, que resolveu ficar na casa espírita, estava lá alguns dias, mas começou a colocar os defeitos que ele via nas pessoas, aquele é orgulhoso, aquele vaidoso, aquele não sei o quê. E aí nós, nesse momento, a gente não tinha muita certeza de quem ele era. Colocamos, e você tem razão, porque a gente não vai eh bater de frente com o espírito, né, na diálogo. E você tem razão, todos nós temos esse defeito. E é com esses defeitos que ainda temos que nós tentamos servir para a Jesus, porque perfeito e puro só Jesus. Aí ele mudou a chave. Ah, Jesus, o que eu fiz por Jesus? Me prometeram o céu. Me prometeram o céu. E quando eu cheguei, encontrei o inferno. Encontrei só dor. E começou a falar das perseguições que ele sofreu amando do poder da época. E aí nós dissemos: "Mas você foi enganado. Sinto muito, porque esse Jesus que te apresentaram não é o verdadeiro Jesus. O verdadeiro Jesus falava com todos, vivia junto dos pobres, dos doentes, dos devalidos. andava com chinelo no pé, pregava a simplicidade, a amorosidade, dizia pra gente nos julgar, pra gente aceitar os outros do jeito que eles são, para amar até o inimigo. E ele disse: "Nunca". E ele falava com esse tom de voz: "Nunca me falaram assim de Jesus. É a primeira vez que eu ouço. Não nos permitiam ler o Evangelho. E eu disse: "Pois é, você se enganou.
nimigo. E ele disse: "Nunca". E ele falava com esse tom de voz: "Nunca me falaram assim de Jesus. É a primeira vez que eu ouço. Não nos permitiam ler o Evangelho. E eu disse: "Pois é, você se enganou. Não se culpe tanto. Mas e agora? E agora? Eu não mereço perdão." Você sabe o que Jesus disse quando estava morrendo na cruz? Pai, perdoai-vos porque eles não sabem o que fazem. Você, meu irmão, não sabia o que estava fazendo. Aí eu disse, mas a verdade está sempre na nossa consciência. E por mais que você não tenha lido o evangelho, não tenha conhecido o verdadeiro Jesus, a verdade cristã está no seu coração. E ele disse uma coisa que eu me impressionei. Ele disse: "Teve uma vez que eu fui até um vilarejo, aquela mulher, eu ia matá-la e ela me implorou: "Por favor, não me mate". E eu tive um lampejo e de pensei comigo, não pode estar certo isso, isso está errado. Mas ao mesmo tempo eu lembrei que eu estava trabalhando para Jesus e Jesus queria isso. E então eu apertei o silício em mim. O silício era um aro com alguns espinhos que as pessoas colocavam os cristãos fervorosos, geralmente na perna. que lhes dava no dia a dia uma dor moderada para que eles peneticiassem seus erros e merecessem eh o paraíso. E ele diz que quando ele titubeou com pena da mulher, se comoveu, ele apertou o silício para que toximo e então a matou na espada. E mais uma vez eu penso, quantas vezes nós conhecemos Jesus e não conseguimos seguir em frente. Freamos a nossa evolução. Cautelai-vos, diz Jesus no sermão profético, acautelai-vos de que ninguém vos enganhe, porque muitos virão em meu nome, dizendo: "Eu sou o Cristo" e enganarão a muitos. E quantas vezes agora passando para os cristãos atuais, quantas vezes nós nos enganamos? Quantas vezes nós nos deixamos enganar e nos enganamos? Nos deixamos enganar por gurus, por falsos gurus, por ideias mirabolantes que surgem. nos deixamos enganar pelos modismos, pela inversão dos valores, pelo que é que tem, achando que o que antes era crime hoje é natural,
r por gurus, por falsos gurus, por ideias mirabolantes que surgem. nos deixamos enganar pelos modismos, pela inversão dos valores, pelo que é que tem, achando que o que antes era crime hoje é natural, aceitando o que diz a mídia, aceitando o que diz as doenças morais da época e se justificando que realmente deve ser a si mesmo. Nós nos deixamos influenciar e escolhemos mamon dizendo que amamos Jesus. E muitas vezes nós provocamos o próprio autoengano, aquela preguiça moral. Nesse auto engano, nós nos achamos cristãos e bons cristãos, porque nós damos muito valor ao fazer daqui para fora. Não, mas eu dou tal coisa, eu faço tal coisa, eu participo de tal coisa. e usam essa camada para esconderem de si mesmos a transformação interior que eles não fizeram, que nós não fizemos. E é só observar quem eu sou na casa espírita e quem eu sou na minha casa com a minha família. Porque na minha família, na nossa casa, a gente não tem como se enganar. Esse é o processo evolutivo. É um processo de interior interiorização da alma. E por multiplicar a iniquidade, o amor do muitos se esfriará. Jesus diz isso para nós. Um amor que se esfria, na verdade, ele nunca foi amor, porque o verdadeiro amor é para sempre, né? Mas muitas vezes até aqueles que estão mais vinculados à palavra do Cristo, até aqueles que estão promovendo, na medida das suas forças, a sua transformação moral, entram num processo de desesperança. Esse outro grupo, esse processo muito imperigoso em que a gente diz: "Não, não tem jeito. O mundo enlouqueceu. Jesus perdeu. Jesus passou essas eras todinha governando o o nosso orb, mas perdeu a mão, perdeu o controle, porque não é possível que o mundo esteja bagunçado moralmente da maneira que está. E nós observamos muitas almas, muitas pessoas em desalento, perdendo a fé. perdendo a esperança. E Jesus prevê, prevê todas essas situações que nós todos passaríamos, porque muitas vezes a gente acha que venceu, por exemplo, a prova da paciência. Não, antes eu era muito impaciente com meus filhos, mas agora eu
prevê todas essas situações que nós todos passaríamos, porque muitas vezes a gente acha que venceu, por exemplo, a prova da paciência. Não, antes eu era muito impaciente com meus filhos, mas agora eu aprendi que eu tenho que compreender o modo de ele ser. tenho que orientar, mas sem perder a paciência. Só que quando a gente no processo evolutivo vence uma etapa da paciência, vem um desafio maior. Não é expiação, é prova. um desafio aonde eu preciso ir mais fundo no meu interior para buscar essa paciência para algo mais sério. E então a gente se, poxa, mas isso aí eu não sabia que essa situação ia surgir. A situação é muito difícil, eu não tenho paciência. Essa pessoa me tira do sério todo dia e nós vamos, vamos, vamos com o passar do tempo e nós conseguimos nos acerenar. E aí surge mais uma prova. Então o primeiro ele não conseguiu perseverar na tarefa do perdão, o perdão supremo, o perdão até os inimigos. A gente até perdoa o chefe chato, né? A pessoa que nos ofendeu, mas o inimigo, aquele que nos quer o mal, que se pudesse matava. Será que nós temos condições? Mas na caminhada evolutiva esses desafios surgirão. Existe nessa questão da desesperança a ideia de que Jesus largou a nossa mão. Mas Jesus nos nos falou de três palavras, de três parábolas que eu gosto de chamar a parábola dos perdidos. as parábolas dos perdios, que é a da dracma perdida, da ovelha perdida e dos filhos perdidos, que é o filho pródigo, tá? Se vocês bem lembrarem, a parábola da dracma perdida é aquela parábola em que a mulher tem 10 moedas, perde uma moeda, ela usa a vassoura, com a vassoura ela acha a moeda, fica feliz e vai festejar, festejar, fica feliz e vai festejar com as amigas. Parece bobo, né? Você perde 10 moedas, cai no chão e junta e vai festejar. Eu não sei se era moeda, era um Bitcoin, né, que tá valendo uma fortuna. Aí justifica festejar. E a segunda parábola é a parábola da ovelha perdida. Ele tem 100 ovelhas. Uma se perde e o pastor vai atrás da ovelha e a encontra e traz de volta. Como é que ele traz a
ortuna. Aí justifica festejar. E a segunda parábola é a parábola da ovelha perdida. Ele tem 100 ovelhas. Uma se perde e o pastor vai atrás da ovelha e a encontra e traz de volta. Como é que ele traz a ovelha de volta? Vocês sabem? pega, pega a vara e diz, volta pro lugar, né? Ele traz no ombro, ele carrega no ombro a ovelha. Por que ele carrega no ombro? Por que a mulher juntou a moeda? Porque a moeda não poderia voltar para a mesa sozinha. Por que ele põe no ombro a ovelha? Porque a ovelha, ele sabia que não conseguiria voltar para o campo com as outras ovelhas sozinha. Possivelmente ela já estava machucada, afinal ela saiu do campo seguro, se envolveu com com espinho, com pedra, com animais que poderiam ter machucado ela. Então ele a encontra e carrega de volta. É tão bom pensar em Jesus assim para nós, né? Aí nós fazemos, como a Ana falou, uma oração dizendo: "Jesus me carrega, salva meu filho". E meu filho não se salva. Mas tem a terceira parábola, a parábola do filho pródigo, que sai voluntariamente como se fosse uma ovelha perdida, gasta toda a herança, a própria herança que o pai antecipou, tá? Ele não roubou nada do pai. gasta toda a a a herança com tudo que a bagunça que fosse possível. E no momento em que ele se arrepende, o pai aparece para carregá-lo no colo. Não. Ele se ergue, ele se determina a não merecer mais ser filho, mas sim servo do Pai. E ele se ergue todo arrepentado, magro, faminto, cuidando daqueles porcos sem se alimentar, e caminha pra casa do pai sozinho. Jesus não foi lá carregar ele, porque aquela moeda, o dracma que se perdeu, representa nós naquele momento de início do processo evolutivo, dos automatismos. Muitas vezes nós já somos espíritos imortais, seres humanos com razão, mas em certos momentos da vida a gente parece uma moeda. Se me jogar para cá, eu vou. Se me jogar para lá, eu vou. Se dizer que é azul, eu digo: "É azul". Se alguém disser que é é verde, é verde. A pessoa vive num estado de sono, com ciências adormecidas, como diz Jon de
ra cá, eu vou. Se me jogar para lá, eu vou. Se dizer que é azul, eu digo: "É azul". Se alguém disser que é é verde, é verde. A pessoa vive num estado de sono, com ciências adormecidas, como diz Jon de Anjelos, mas representa aquele estágio. E Jesus coloca a ovelha no ombro, representando aquele estágio da evolução dos instintos em que nós não tínhamos ainda como raciocinar. A ovelha não tinha como refletir, pera aí, eu errei. Porque ela não tinha noção de certo e errado no momento dos instintos. Então ele ia, carregava no ombro, mas o filho já tem condições de dizer: "Eu errei, eu vou voltar, eu sei o caminho de volta". Ele podia decidir. E é aí que entra o que nós falamos no início, a autonomia. que nós temos que aprender a assumir o nosso processo evolutivo e parar de frear. E por que eu digo parar de frear? Se eu perguntar aqui para vocês, quem não planejou a própria encarnação? Nem que fosse de brincadeira, ah, na próxima, né, eu vou nascer em Mônaco. Na próxima eu quero você com minha irmã. Sabendo como a gente se contenta com pouco? O nosso sonho de espírito imortal entre a terra e o nosso lar. Nosso lar e a terra. A gente tá na terra, sonha ir pro nosso lar e os equivalentes, né? Mas ele é o mais famoso, né? Então é bom ir pro mais famoso. E quando a gente tá no nosso lar, a gente, como dizem, entra na fila para reencarnar que tá doido para vir na terra. O, nossa ânsia de evolução tá aqui entre a terra e o nosso lar, que é um bral melhorado. Quando é que nós vamos despertar para fazer um processo, e eu me incluo nisso, um processo sincero de transformação do meu modo de ser, um processo de autoconhecimento, de autoaceitação, de autão, de arrancar culpa, de de arrancar todas essas pedras que nós carregamos e dizer: "Eu vou seguir em frente". O filho pródigo é o maior exemplo que Jesus poderia ter dado para nós. Porque nós não conseguimos ser filhos pródigos. Quando nós caímos, a gente quer que Jesus venha resolver o nosso problema. Em vez de dizer: "Jesus, lembra para mim
que Jesus poderia ter dado para nós. Porque nós não conseguimos ser filhos pródigos. Quando nós caímos, a gente quer que Jesus venha resolver o nosso problema. Em vez de dizer: "Jesus, lembra para mim quem eu sou. Me dá força, me dá coragem para que eu tenha sabedoria para resolver o meu problema". Então, este é o convite que fica e que é trazido também por Castro Alves. Tende fé, tende esperança. Ao infinito marchai. Ele nos convida a fazer um processo de virar ficha, de reconhecer quem somos, de aceitar quem somos, mas de decidir iluminar aquilo que nos machuca por dentro, que chamamos de as nossas sombras. Mas eu soube, tá? Mosquitinho me falou que o Castro Alves aceitou o convite da Web Rádio Fraternidade. Vamos ver se ele aparece. Há mistérios peregrinos no mistério dos destinos que nos mandam renascer. Da luz do criador nascemos, múltiplas vidas vivemos para a mesma luz volver. Buscamos na humanidade as verdades da verdade, sedentos de paz e amor. E em meio aos mortos vivos, somos misíseros cativos da iniquidade e da dor. É a luta eterna e bendita em que o espírito se agita na trama da evolução. onde a alma presa forja a luz, forja a grandeza da sublime perfeição. É a gota da água caindo no arbusto que vai subindo pleno de seiva e verdor. O fragmento do estrume que se transforma em perfume, na corola de uma flor. Flor que expirando cai ao solo, fecundando o chão duro que produz, deixando um aroma leve na aragem que passa breve nas madrugadas de luz. É a rija bigorna, o malho, pelas vainas do trabalho, a enchada fazendo pão, o escopro dos escultores transformando a pedra em flores em carraras de eleição. É a dor que através dos anos dos algozes dos tiranos anjos puríssimos faz, transmutando os neros rudes em artos de virtudes, em mensageiros da paz. Tudo evolui, tudo sonha na imortal ânsia risônia de mais subir, mais galgar. A vida é luz, esplendor. Deus somente é o seu amor. O universo é o seu altar. Na terra às vezes se acendem radiosos faróis que esplendem dentro das trevas
tal ânsia risônia de mais subir, mais galgar. A vida é luz, esplendor. Deus somente é o seu amor. O universo é o seu altar. Na terra às vezes se acendem radiosos faróis que esplendem dentro das trevas mortais. Suas rútilas passagens deixam fugores imagens em reflexos perenais. É o sofrimento do Cristo portentoso jamais visto no sacrifício da cruz. sintetizando a piedade e cujo amor à verdade nenhuma pena traduz. É Sócrates e siuta é César trazendo a luta tirânico e lutador. Étieline com sua arte ou sapre de Bonaparte, o grande conquistador. É a dominando a ensinar catequizando o selvagem infeliz. É a lição de humildade, de extremos caridade do pobrezênio de Assis. Ó bendito quem ensina, quem luta, quem ilumina, quem o bem a luz semeia. Nas fainas do evolutir terá aventura que anseia nas sendas do progredir um excelça voz ressoa no universo inteiro ecoa para a frente caminhai. O amor é a luz que se alcança. Tende fé, tende esperança. Para o infinito marchai. Meus amigos, muito me emocionou ter participado com este meu poema do Nano Congresso Espírita de Uberlândia. Até o bom dia. Bonitinho ele, né? Uma gracinha. Mas muito obrigado pela atenção de todos vocês, pelo carinho de todos vocês. Obrigada, Jesus. Uhu. Não tento me aproximar do bem que há em mim, mas não consigo superar barreira. Gratidão à nossa querida Sâmia pelos ensinamentos que nos trouxe, pelas reflexões de fé e esperança e por ternos trazido, né, este convidado tão especial que aceitou o seu convite, Castro Alves. A Sâmia, nossa querida, ela está com agenda bem apertada e se houver possibilidade, ela estará por alguns minutos, né, aproximadamente até às 16:40 em um momento de autógrafos. Tá bom? Bom, pessoal, e após esses dois momentos de aprendizado, é hora do nosso intervalo. Mais uma vez nós lembramos a todos a importância de permanecerem com o crachá e com a pulseira nas dependências do Congresso. O cronômetro estará na tela para que nós possamos nos organizar e nós nos vemos novamente às 16:50. E agora vamos ver se o pessoal lá do
em com o crachá e com a pulseira nas dependências do Congresso. O cronômetro estará na tela para que nós possamos nos organizar e nós nos vemos novamente às 16:50. E agora vamos ver se o pessoal lá do estúdio consegue nos trazer as notícias de como estão as coisas lá pelo pavilhão. Rubens de Castro está na escuta. >> Obrigado. >> Na escuta, minha querida Gace. Vamos seguindo aqui com o nosso espaço dentro do pavilhão, fazendo esse trabalho de cobertura. Ah, obrigado. Eu fico olhando ali pro povo. A gente vai fazer o seguinte, na prova a gente põe a câmera aqui que aí eu fico olhando pra frente, né? Mas o pessoal já tá formando uma fila aqui pra gente acompanhar. Ah, acompanhar não, o pessoal vai pegar autógrafo. Mas eu queria te convidar, vou pedir pro Gabriel Guilherme, Gabriel. Guilherme, pro Guilherme eh trazer pra gente o material que foi feito aí dentro do congresso. Tá no tá na tá no ponto aí. Então vamos assistir junto. Vamos lá. A gente agora vai conhecer o céinho, onde tá a galera mais nova que também tem espaço aqui no céu. A gente vai seguir umas placas ali indicativas agora, gente. Ó, tá aqui o Chico. Chico tá indicando onde é que fica o cézinho. Vamos lá. Cézinho tá aqui. Sejam bem-vindos ao céinho. Vi conhecer o céinho. Onde que é o céuzinho? É aqui. Ah, é aqui o céuzinho. Quem pode me explicar o que é o cézinho? >> Quem pode me explicar que lugar é esse? Segura o microfone então e fala. Hã, >> cézinho. É quando é é a é uma sala que pras pras crianças brincarem e divertirem. >> É. Que que vocês estão fazendo aqui agora? >> Agora a gente tá pintando e foi muito legal. >> Ah, é. E aí, pessoal, tudo bem com vocês? Quem mais quer falar aqui comigo? >> Quer falar também? Segura o microfone, mostra aí pra gente aí. Oi, >> mostra pra gente. Mostra aqui para mim onde que é o que que vocês estão fazendo. Vocês quiseram. >> Foi. Ó, os nossos desenhos são são esses. Tem as mesas. Esses foram do os é aqui, tá? os nomes >> e é a outra mesa. >> É, eu tava nessa mesa aqui.
e é o que que vocês estão fazendo. Vocês quiseram. >> Foi. Ó, os nossos desenhos são são esses. Tem as mesas. Esses foram do os é aqui, tá? os nomes >> e é a outra mesa. >> É, eu tava nessa mesa aqui. >> E quem fez esse desenho aqui? >> Esse aqui foi, >> tá se não >> foi ela ali. Ela ali, ó. >> É >> ela que fez. Eu vou fazer isso aqui. Eigual você fez. >> O qual eu fiz? Foi esse daqui. >> Ah, tá. E você, qual você fez? >> É aqui. >> Esse, >> olha que bonito esse. Nossa, que legal. Muito obrigado. Muito obrigado. Muito obrigado. Tá. >> Tá. E agora o que que vocês vão fazer com esses desenhos? >> Agora a gente vai colocar para secar. >> Ah, para secar. >> E depois aqui a gente vai fazer uma eh dinâmica e >> e não sei. É, eu acho que era uma roda. >> Ah, muitas surpresas, Zé, Lucas. É, >> Lucas, obrigado, então. Tá, >> tá. você obrigado por você ter colaborado aí com a gente. Tá vendo um pouquinho mais. >> Quer falar também? >> E aí, tudo bom? Como é que você chama? >> Gael. >> Gael, você veio de onde, Gael? >> Vi de Ribeirão Preto, mas eu nasci aqui em Mirandelândia. >> Nasci aqui em Belândia. >> Não, você nasceu em Uberâia, mas você tá morando em Ribeirão. >> E você? Quem? >> Eu sou irmã dele. >> Ah, vocês são irmãos. Que legal. E essa turma toda aqui? Que mais, gente? Me mostra aí. Ai, a tia tá ali cantando. A gente é, >> a gente tá pr pra web rádio fraternidade. >> Ah, que legal. >> Raíça. Raía, me fala um pouquinho das atividades aqui. >> Hoje nós tivemos aqui oficinas de pintura primeiro com as crianças maiorzinhas, agora. Meu Deus. E foi muito divertido. As crianças conseguiram eh participar de um momento de meditação através da pintura. >> Agora elas são mais agitadas porque terminou e realmente elas conseguiram concentrar e aproximação de Jesus através da arte. >> E agora vocês vão cantar? >> Vocês vão cantar agora? É, vamos cantando. Ai, sai daqui. Vamos cantar uma música bem bonita pra gente gravar. >> Chefe, chefe. >> Calma aí, calma aí. Vamos junto. Vamos
> E agora vocês vão cantar? >> Vocês vão cantar agora? É, vamos cantando. Ai, sai daqui. Vamos cantar uma música bem bonita pra gente gravar. >> Chefe, chefe. >> Calma aí, calma aí. Vamos junto. Vamos junto. Vamos cantar algum dia que a gente aprendeu. >> Ó, todo mundo junto comigo. >> Bom dia. Hoje eu estou tão feliz, tão feliz. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Meu coração é quem diz, é quem diz. Bom dia. Bom dia. Bom dia. >> Vamos. sorrir e cantar. A natureza é tão bela e nos ensina amar. De novo. >> Bom dia. Bom dia. Bom dia. Hoje eu estou tão feliz, tão feliz. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Meu coração é quem diz, é quem diz. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Vamos sorrir e cantar. Éa que nos ensina. Bom dia. Tá aqui agora o Chico de tá indicando pra gente que agora tem uma outra turminha aqui. Que que vai acontecer aqui agora? >> Eles estão brincando. >> Ah, vocês estão brincando que é. É, olha essa turma aqui, gente. >> É pato gan. >> Como é que é? Qual que é a dinâmica? >> É assim, ela ela vai escolher um ganso e o ganso tem que pegar ela. Ela tem que correr dele. >> Agora, gente, elas. Vamos ver aqui a brincadeira. >> Pato, pato, pato, pato, pato, pato, pato, pato. Uh. Eu peguei, eu peguei, eu peguei, eu peguei, eu peguei, eu peguei, >> eu peguei. >> E agora? >> Eu peguei. Vamos lá. >> Oi, pessoal do congresso. >> E agora? Explica aí a dinâmica. Que que você tem que fazer? >> A gente tá brincando parto Ganso. Aí eu tenho que escolher alguém para seu gans que vai sair correndo atrás de mim. >> Só tá faltando um. Quem é? >> E agora? >> Eu, eu, eu, eu. >> Agora é quem? >> Tchau, tchau, pessoal. Tchau. >> Deus ama todos vocês >> aí. Então, manda um abraço pro pessoal que tá assistindo vocês agora. >> Abraço, gente. >> Dá tchau pro pessoal que tá te assistindo agora. >> Tchau. >> Tchau. >> Tchau, pessoal. Tchau. >> Tchau. Que todos os nossos caminhos. >> Amém. Amém. Tchau. Tchau. Tchau, pessoal. Tchau. >> Ah, gente, que coisa mais fofa, que coisa mais legal a gente poder trazer
chau. >> Tchau, pessoal. Tchau. >> Tchau. Que todos os nossos caminhos. >> Amém. Amém. Tchau. Tchau. Tchau, pessoal. Tchau. >> Ah, gente, que coisa mais fofa, que coisa mais legal a gente poder trazer para você que tá aí pela rede mundial de computadores, acompanhando um pedacinho do céinho. Claro que a gente tá em áudio pela rádio, mas quem também tá acompanhando aqui no canal do YouTube da rádio também dos parceiros da FEB TV, a rede a rede amigo espírita, os amigos outros parceiros que estão somando com a gente para espalhar esse conteúdo e ver esses nossos baixinhos, né, as crianças de 6 a 12 anos compartilhando eh esse momento deles lá no céinho. Papai e a mamãe tá aqui no céu adulto acompanhando as palestras. Eles lá trazendo um pouquinho da convivência que eles estão tendo lá. Aquilo que a gente disse já durante a nossa transmissão que o momento que a gente faz aqui no congresso é um momento de família. Então é trazer a família quando um uma parte dela tá aqui concentrada, a outra tá lá também participando. Um evento paraa família. Mas é com muita alegria que eu recebo aqui no estúdio desse nosso momento ao vivo esse querido professor AC Rangel. Tiro, muito feliz de te receber aqui mais uma vez. Uma honra. Eu fico muito honrado também de poder estar aqui. Eu considero esse congresso. Eu vim o ano passado pela primeira vez e eu considero esse congresso um sucesso. Realmente ele tem um nome certo. A gente se sente no céu aqui. >> Você sabe que o pessoal fala seu? Falei: "Não, a gente fez uma liberdade poética, pôs um assento onde não devia pôr para falar justamente essa essa palavra bonita céu." >> Pois é. Eh, Congresso Espírita de Uberlândia é a sigla céu. >> Mas olha, tem um outro céu que às vezes é mais difícil, é o Centro Espírita do Umbral. É verdade. Eu não tinha parado para pensar por esse prisma, meu. Muito bem. Ô Tiro, eu queria que você falasse um pouquinho pra gente. Eu vou até tirar meu crachá aqui porque o Rubinho já tá, né? Você falasse um pouquinho desse tema central que a gente
prisma, meu. Muito bem. Ô Tiro, eu queria que você falasse um pouquinho pra gente. Eu vou até tirar meu crachá aqui porque o Rubinho já tá, né? Você falasse um pouquinho desse tema central que a gente trouxe pro congresso, que foi inspirado pela espiritualidade, que foi tirado do livro da dona Amélia Rodrigues, né, até o fim dos tempos. Nunca temais, eu seguirei convosco e vos aguardarei por todo sempre. Uma fala de Jesus. que eu queria aproveitar a sua presença aqui com a gente para que você pudesse compartilhar com os nossos internautas o seu pensamento, a sua visão acerca dessa temática. >> Eu considero esse tema de extrema utilidade, exatamente porque nós estamos passando uma fase da vida terrena muito complexa, não é? Jesus avisou a gente disso, né? que no final até aqueles que se deixassem enganar seriam enganados, porque é um momento de desafio. O não tem mais me lembra a passagem de Jesus da tempestade. >> Uhum. No momento da tempestade, a gente viu, enquanto Jesus descansava no convés da barca de pesca, os discípulos estavam apavorados, perdendo significativamente a própria segurança, mostrando a fragilidade humana. Nós ainda somos a humanidade frágil. Os valores espirituais ainda não estão consolidados nos nossos corações. E esse momento de transição, onde o joio e o trigo tem que frutificar para ser distinguido um do outro, é um momento crucial na história da humanidade. E a crença de muitas pessoas esfriam, porque olhando o mundo, a gente vê notícias muito desagradáveis. A gente vê, não é, uma tecnologia avançada, mas ainda sendo utilizada pro mal. Vejo os drones >> que podem ser utilizados nas lavouras, né, na vigilância, na segurança e mesmo vai ser usado no nosso transporte ainda, estão sendo usado como armas de guerra. É sério, não é como a gente desenvolve a tecnologia, mas dá uma diretriz para ela inadequada por causa das nossas ambições. Então, se nós não tivermos com segurança uma visão espiritual do mundo, a gente não acredita no mundo melhor. E é
e a tecnologia, mas dá uma diretriz para ela inadequada por causa das nossas ambições. Então, se nós não tivermos com segurança uma visão espiritual do mundo, a gente não acredita no mundo melhor. E é interessante isso, você colocou, você tava falando, aí me veio à mente o seguinte, o que que a gente pode fazer então para tentar superar todo esse pessimismo que que a gente tá sentindo? Porque é bem isso que você falou, a gente liga a televisão ou lê um jornal ou escuta uma rádio, é problemas espalhados para todo canto. E a visão espírita nos dá um um alento, nos mostrando caminhos, não é? Mas a gente precisa querer participar desse processo. Como é que você vê isso? >> Eu, primeiro a gente devia ter um olhar histórico da nossa evolução como humanidade. Nós já tivemos em momentos históricos, em milênios atrás, próximos da destruição humana e ainda assim o ser humano continua porque a diretriz do nosso planeta não está na mão das pessoas. A diretriz do nosso planeta obedece um uma lei fundamental que é a lei divina, que é a lei de evolução e tem um condutor para ela que é o nosso mestre Jesus. No mesmo exemplo da barca, Jesus dá segurança para os discípulos e mostra para eles que é possível controlar todos esses desequilíbrios quando a gente tem confiança no futuro, quando a gente tem confiança na realidade espiritual. Olha, se nós somos espíritos, Rubens, o que que pode nos destruir? Pois é, isso é interessante porque às vezes a gente fica assim parado pensando e aí vai até chegou uma pergunta pra gente lá na rádio assim: "E se acabasse, tivesse uma bomba, acabasse com tudo, para onde que a gente ia, né?" >> Olha, eu eu acredito tanto na segurança do mundo espiritual, porque o ser humano é o bicho mais frágil que tem. Um vírus tira a vida dele, um AVC, um ataque cardíaco tira um a pessoa importante de cena. Então, se já é momento do mundo passar pro mundo de expiações e provas para regeneração, ninguém será capaz de impedir isso, porque qualquer das criaturas que tentar
ra um a pessoa importante de cena. Então, se já é momento do mundo passar pro mundo de expiações e provas para regeneração, ninguém será capaz de impedir isso, porque qualquer das criaturas que tentar fazer isso, o momento atual não mais permite essas coisas. será tirado de cena naturalmente, porque num processo de transição planetária, como nós estamos vivendo, tem que haver um processo da colheita. Essa aí entra a passagem do do joio do trigo, que é muito significativa para nós. Primeiro joio é colhido, amarrado em feixes e levado para depois aproveitar todo o trigo que tá plantado. Então a justiça divina não deixa ninguém sofrer aquilo que não merece. E o nosso mundo está na mão de quem sabe dirigir, porque foi ele mesmo que o coordenou todas as leis da natureza paraa formação do nosso planeta. Quem tem esse poder tem o poder da direção do mundo. Eu tô tranquilo. Jesus está no leme. >> Professor, eh, o senhor falou no começo, eh, até a passagem de Mateus 24:12, né? Vou ter que sair se >> e por se multiplicar em iniquidade, o amor de muitos se esfriarão. Como a gente, como nós podemos, todos nós, muitos corações aqui espalhados por este mundo, que estão assistindo neste momento, estão machucados, doloridos. E este é um momento de alento que nos traz paz, nos traz uma segurança. Como não deixar que o nosso amor se esfri neste momento? Olha, com a certeza na vida futura, com a certeza na da nossa imortalidade, com certeza que não é o homem que é importante, é o ser espiritual. E Jesus não falava pros homens, Jesus falava para os espíritos travestido naquela época de homens e mulheres com por causa da encarnação no corpo masculino ou feminino, mas era aos espíritos. Jesus tem que ser entendido do ponto de vista espiritual. Ele não veio como um rei humano. Ele veio como o príncipe da paz, como o espírito que é o nosso guia, o nosso modelo. Não é para mostrar pra gente que a gente só atinge a felicidade quando a gente está em harmonia com as leis espirituais que nos governam. Então, é
, como o espírito que é o nosso guia, o nosso modelo. Não é para mostrar pra gente que a gente só atinge a felicidade quando a gente está em harmonia com as leis espirituais que nos governam. Então, é preciso saber ser espírito e conhecer as leis espirituais que nos governam, porque com isso a gente tem tudo na mão para dar certo >> e se identificar realmente nos enxergarmos como espíritos imortais. Muito difícil para todos nós, né, professor? Muito difícil. Talvez neste momento que nós estamos passando hoje aqui neste congresso abençoado, nós sentimos toda essa confiança, mas quando todo mundo vamos retornar à nossas atividades, parece que balança. >> É verdade, nossa, eu não sei se a palavra correta é fé, né? Fé confiança. >> É, a nossa fé é pequena. A nossa certeza na realidade espiritual ainda é frágil. Você sabe o que que deu a força capaz de fazer os discípulos de Jesus seguirem em frente? Foi Jesus ter demonstrado para eles que a vida continua com a ressurreição. Paulo diz isso claramente, né? Sem a ressurreição de Jesus, tudo era uma fantasia. >> Porque a vida espiritual é a nossa garantia, porque o ser humano é um ser frágil, não é? qualquer coisa pode destruir. Quer dizer, se certamente se os homens aparentemente de poder nos nas recursos da guerra que já tem montada, o tanto de armas nucleares que a gente tem, é capaz de destruir a vida. Não destrói o planeta, mas destrói a vida no nosso planeta por pelo menos 2.000 anos. E você acha que Jesus como governador espiritual do planeta vai permitir que o mundo trabalhado até agora paraa nossa evolução ficará a mercer da mão de alguns poucos para fazer um desastre desse jama de bilhões de anos? Não, jamais. Jamais. >> Jamais. Então, a confiança da gente tem que ser na realidade espiritual. A ressurreição de Jesus tem um papel importante na nossa convicção de que o mundo espiritual continua. Jesus não faz isso para nós somente com a ressurreição dele. Ele antes mostra no monte Tabor que Elias e Moisés eram vivos.
m um papel importante na nossa convicção de que o mundo espiritual continua. Jesus não faz isso para nós somente com a ressurreição dele. Ele antes mostra no monte Tabor que Elias e Moisés eram vivos. >> Isso >> mostrando pra gente que nós somos espíritos imortais. e fala duramente, firmemente para os os saduceus, que Deus não era Deus de mortos, Deus era Deus de Abraão, Isaque e Jacó que estavam vivos no mundo espiritual. Então, se a gente não se convencer de que nós somos espíritos imortais em evolução, a gente se desespera, porque o momento atual é o momento do espírito. Nós chegamos na fase evolutiva do nosso planeta que nós estamos entrando na era do espírito. Não podemos olhar para trás e pensar que somos homens e mulheres. Nós somos espíritos imortais. Por isso que nós vemos hoje, professor, tanto jovens, o termo mais utilizado hoje em todo meio, principalmente meio acadêmico, né, é o vazio existencial que tem acometido muitos corações, desde pré-adolescentes, crianças, jovens, adolescentes, jovens, adultos, idosos. Então, vem o encontro que o senhor tá dizendo, realmente é o período estamos passando, né? o período do espírito, porque essa essa não é a materialidade, os as fantasias que a própria que a própria existência nos proporciona, a experiência na matéria nos proporciona um um monte de facilidades são efêmeras e isso acaba gerando um vazio essencial. Então, acho que o momento chegou. O que que o mundo atual oferece pro jovem? Não é, >> se você pensar bem, >> oferece uma fantasia, uma ilusão que não é mais sustentável. >> Isso. >> A ansiedade do ser espiritual que está ali em cada um daqueles jovens que são espíritos reencarnados, não é isso. Não é essa ansiedade que o jovem tem. O jovem anseia por uma vida de segurança e a única coisa que nos dá segurança é a própria permanência do ser espiritual. Então é hora, o momento atual nosso, é o momento da descoberta do ser espiritual. Eu diria sem medo de errar, que o maior desafio para o homem atual é a descoberta
ópria permanência do ser espiritual. Então é hora, o momento atual nosso, é o momento da descoberta do ser espiritual. Eu diria sem medo de errar, que o maior desafio para o homem atual é a descoberta da imortalidade da alma. como professor, né, nós estamos aqui hoje com um público, a grande maioria espírita, mas acredito também que de outras vertentes religiosas estão estão nos ouvindo por esse todo esse mundo, esse mundo governado pelo nosso amoroso mestre Jesus. Então, como abordar, como buscar cada um, a cada um na sua maneira, a cada um no seu conhecimento, dentro do seu despertar, como buscar essa felicidade, buscar essa paz. >> Isso. Primeiro a gente tem que definir o que felicidade a gente quer. >> Isso. Não terrena. >> Qual é a felicidade? O que é ser feliz? A gente ainda quando tá muito ligado à vida material, a gente pensa que a felicidade é a sucessão dos prazeres. Então a gente fica buscando o mesmo prazer todo fim de semana. Você já viu como é que ficam os bares todo fim de semana? >> As pessoas já inventaram aqui no Brasil, né? O cestou. Seestou significa ir pro, no fim do dia para um barzinho, tomar cerveja, conversar com os amigos, porque a gente não sabe o que é felicidade. A gente confunde o prazer com a felicidade. >> Momentos de prazer. >> O prazer é um estímulo que vem de fora para dentro. A felicidade é um sentimento que vai de nasce de dentro da gente e a gente espalha pela nossa própria realidade de vivência. É algo interno. A felicidade não é uma sucessão de prazer. A felicidade é uma alegria interior de você estar em harmonia com as coisas da natureza, com as coisas divinas. Não é felicidade não é ter, é ser. Então, se nós não tivermos esse entendimento, a gente fica buscando no prazer o engodo da felicidade. Mas é uma fantasia, é uma ilusão, não é? Porque a felicidade está na plenitude espiritual. Por isso, descobrir o espírito é fundamental a gente entender que há 15.000 1000 anos atrás, éramos nós mesmos que estávamos saindo das cavernas para construir a civilização.
na plenitude espiritual. Por isso, descobrir o espírito é fundamental a gente entender que há 15.000 1000 anos atrás, éramos nós mesmos que estávamos saindo das cavernas para construir a civilização. Éramos nós mesmos, porque a lei da reencarnação nos mostra o caminho que nós temos seguido. Então, a não basta compreender que nós somos espíritos imortais. É preciso, junto com a compreensão de sermos espíritos imortais, de entendermos que nós somos um espírito em evolução, saindo da fase primitiva da vida, buscando a angelitude espiritual, que é a felicidade plena. E é essa felicidade que a gente tem que buscar. Aí tudo muda de figura, porque o mundo material deixará de ser objetivo para ser apenas material didático paraa conquista espiritual da plenitude. >> Na verdade, sempre foi o material didático, só que utilizamos durante todo esse tempo de uma forma equivocada, talvez, né, professor? Abusar. É, mas é é outro ensinamento de Jesus que mostra isso daquele senhor, não é, que tinha muitas terras, que plantou, conseguiu muita colheita, não tinha silos para guardar, derrubou, fez novos e disse para si mesmo, né? Descanse, alma, aproveite, não é? Coma, beba, goze a vida. E aí Jesus coloca na lição: "Pobre, coitado, mal sabe hoje que sua alma será chamada paraa realidade espiritual. Para quem ficará tudo que foi montado e guardado nos silos." Então essa é a fantasia, é a ilusão de achar que a nossa conta bancária nos faz a felicidade, porque às vezes a gente gasta toda ela com um câncer. É, é, é, é verdade. Mas vamos fazer o seguinte, por tá se descansar um pouquinho, vamos colocar mais uma matéria que os meninos fizeram aí percorrendo. Aí eu vou tá sendo descanso um tiquinho a voz e a gente volta já já aqui direto do estúdio. Vamos lá, >> pessoal. Agora tô indo conhecer o pessoal do céu jovem. Vamos lá comigo conhecer o pessoal do céu jovem, saber onde é que essa turma tá. >> Olá, pessoal. Eu sou Alan Fulin aqui do Céu Jovem e a gente tá aqui nesse congresso maravilhoso com o pessoal da
em. Vamos lá comigo conhecer o pessoal do céu jovem, saber onde é que essa turma tá. >> Olá, pessoal. Eu sou Alan Fulin aqui do Céu Jovem e a gente tá aqui nesse congresso maravilhoso com o pessoal da juventude, com várias atividades de diversas naturezas. É a nossa programação é um pouco diferente da programação do seu adulto, né? A gente adapta muito ela para as necessidades do jovem. Então, a gente, além de palestras, a gente tem eh atividades, eh brincadeiras e dinâmicas, a gente tem muita música, a gente tem rodas de conversa, tá acontecendo agora, a gente e então muitas palestrantes, por exemplo, vê e a gente tem, por exemplo, uma roda de conversa em que em vez de ser só uma palestra onde a pessoa ouve, as pessoas podem conversar com os palestrantes, né, nesse momento aqui e conversar para falar suas dúvidas, fazer as perguntas e debater. Então é uma coisa muito mais próxima, né, muito mais intimista, onde os jovens têm essa oportunidade de est se expressando e tá trocando essa ideias, tem essa interação com os palestrantes, né? Então, a gente tem nosso momento cinco rodas de conversas com diversos palestrantes do eventos, todos eles debatendo temas altamente eh relevantes para a juventude, como questão de família, questões sociais, questões profissionais e são temas que o pessoal eles escolhem qual desses dos temas eles querem, né? Então essas são uma das atividades que a gente tem e a gente tem outras atividades como oficinas de reflexão, né, que vários palestrantes costumam essas oficinas. que são eh mais são um ou dois palestrantes às vezes que vão fazer uma oficina de uma mais profundas, mais introspectivas, né, como, por exemplo, escrita e terapêutica e e criativa e entre outras. A gente também tem as oficinas de artes, né, que tem músicas, teatro, dança, pintura esse ano e a de música, provavelmente a mais conhecida que a gente compõe uma música aqui e que a gente apresenta no domingo da tarde no congresso, no congresso adulto. vocês e já viram várias vezes as
sse ano e a de música, provavelmente a mais conhecida que a gente compõe uma música aqui e que a gente apresenta no domingo da tarde no congresso, no congresso adulto. vocês e já viram várias vezes as músicas maravilhosas compostas todas aqui na oficina de música, que não só conta com a equipe de música, que é um pessoal maravilhoso, mas também com e outras pessoas da música, como é o M Camargo e outros da que estão aqui da música. >> Alan, então conta aqui pra gente, né? Então aqui é um grupo dessa dinâmica que tá acontecendo aí. Ali >> iso aqui são dois grupos as dinâmicas. a gente tem outras salas onde o pessoal estão nelas fazendo as dinâmicas, né? Eh, aqui a gente divide esse espaço, né, para conseguir pegar o melhor local. Aqui a gente no outro espaço, a gente tem outra roda de conversa que tá sendo gravada inclusive no comum, mas eh e eles estão discutindo, por exemplo, questões profissionais que tá sendo eh para descobrir essa verdade, eu tenho uma jornada, >> então o pessoal tá ali conversando. Então, nessa nessas rodas de conversa, a gente dá 10 minutos para os expositores poderem introduzir o tema, fazer alguma preparação, reflexão e depois eles abrem paraas pras perguntas onde os participantes vão eh fazer questionamentos e tudo. E tem esse debate, né? E e é muito sempre produtivo. Pessoas gostam muito desse momento onde muitas vezes em vez de ficar ali aquela coisa distante, você tá ali perto trazendo as suas questões cotidianas, né, para para ali pro pessoal debater e conseguir trazer isso pra realidade do jovem. Então é uma coisa que o pessoal gosta bastante. >> Estamos de volta aqui no estúdio. Que legal, né, gente? A gente mostrou o céinho agora. Acabou de mostrar o céu jovem. E é interessante que eles estão até porque o o o Alan tava mostrando ali as rodas de conversa. E as rodas de conversas elas são aquelas lá, não tem filmagem, não tem gravação. Para quê? para que haja uma fala bem gostosa de quem tá ali envolvido no processo. E aí a gente vê jovens trazendo
rsa. E as rodas de conversas elas são aquelas lá, não tem filmagem, não tem gravação. Para quê? para que haja uma fala bem gostosa de quem tá ali envolvido no processo. E aí a gente vê jovens trazendo assuntos, como hoje eu fiquei sabendo, né, numa das em uma das rodas, uma jovem falou assim lá: "O que eu tô falando aqui eu não falei nem paraa minha psicóloga". Então isso é legal. E a proposta do evento é ter esses momentos em que o jovem que tá numa fase de muita luta, de muita transformação, muitos convites, possam nesses encontros ter a chance de se refazer, de se aliviar, de se fortalecer, de encontrar outros jovens para poder seguir a caminhada. Muito bacana. Mas você ia fazer uma pergunta para ele ou não? tava fazendo >> não >> conduza. >> Então tá, senhor Tiro Rangel, segundo ano com a gente aqui, hein? Que bacana. Mas é isso. Eh, que mais que você não falou sobre esse tema que você gostaria de acrescentar pra gente? >> Olha, eu acho que a gente podia eh parar um pouco, né? Acho que o ser humano precisa parar para olhar para si mesmo. Falta o ser humano perguntar para si próprio por vive. Na verdade, eu mantenho um diálogo muitas vezes na casa espírita, quando as pessoas procuram centro e nesse diálogo eu pergunto pra pessoa, faz três perguntas: como você vive? E a pessoa geralmente descreve, né, o dia a dia da vida dela, né, o rotina da vida. Depois eu pergunto, para que você vive? E é muito curioso porque as pessoas primeiro têm uma pequena dificuldade de responder isso. No final ela compreende que a gente faz um diálogo e começa a falar do do que ela espera da vida, o que que ela busca, o que que ela tá fazendo ali, por que ela quer ser profissional de uma coisa ou de outra, qual é a ambição dela, o paraquê da vida dela. Aí depois que a pessoa fala isso, eu pergunto: "Por que você vive? E essa pergunta quase sempre não tem resposta. >> Olha que interessante, porque as pessoas não sabem porque vivem. Tem algumas pessoas até que faz uma resposta curiosa. Fala assim, ó, porque
ocê vive? E essa pergunta quase sempre não tem resposta. >> Olha que interessante, porque as pessoas não sabem porque vivem. Tem algumas pessoas até que faz uma resposta curiosa. Fala assim, ó, porque eu tô vivo, porque eu vivo, meu pai e minha mãe transaram, eu tô aqui. Veja bem, a pessoa não tem uma perspectiva do significado da vida. Então essa falta de objetividade é que desgasta o ser humano, porque quando vem uma dificuldade que parece maior do que as forças dele, ele não acredita na vida. A razão porque suicídio tem aumentado. Uhum. Não só no meio jovem, mas na velhice. Olha que coisa curiosa. A gente olhando a estatística de suicídio, o o a faixa etária de maior suicídio é é a juventude e a velhice. Por que o velho tem que tirar a própria vida? Porque ele não sabe porque vive. E ele chega num momento crucial da vida dele, porque ele agora é dependente e o orgulho da gente não gosta de fazer a gente ficar dependendo dos outros. Então, a pessoa tira a própria vida para não dar trabalho pros outros ou porque não tem nenhuma perspectiva do que é que ele tá fazendo ali. Então isso é a falta da espiritualidade. Porque quando a gente compreende que a gente é um espírito imortal, a fase da velice representa pra gente o momento da reflexão. Ela passa a ter uma importância fundamental. Eu tô vivenciando isso. Eu na terça-feira vou fazer 82 anos. >> Que legal. 32. >> É, >> e há 4 anos e meio a minha esposa desencarnou. Então eu tô sozinho e tô reflexivo. >> Interessante. >> E a vida, não é, espiritual passa nesse momento a ser de fundamental importância, porque você começa a reavaliar tudo que você fez, os objetivos, para quê, aquilo que você deu valor, que que representa agora, quais são os verdadeiros valores que ficaram, entende? E a gente aprende que as as coisas espirituais são as fundamentais da vida da gente. Eu vou sair dessa vida, Rubens, melhor do que eu entrei. >> E essa é a proposta. >> Essa é a proposta. Então isso aqui é uma escola de progresso. A vida material, a
o as fundamentais da vida da gente. Eu vou sair dessa vida, Rubens, melhor do que eu entrei. >> E essa é a proposta. >> Essa é a proposta. Então isso aqui é uma escola de progresso. A vida material, a vida física é uma escola de progresso. Eu vou entrar de férias, quando o meu corpo desencarnar, vou pro mundo espiritual e lá vou ter uma visão ampla. não só dessa vida, mas das anteriores que se conectam com ela. E vou me avaliar como espírito em evolução. E se a gente sabe que os mesmos homens das cavernas foram vivenciados por nós espíritos, usando aqueles corpos, >> a gente sabe que a gente tem uma angelitude espiritual para alcançar. Então isso muda de figura completamente o significado da vida. Muito bem, vamos deixar o T descansar um pouquinho, depois a gente vai usar ele em outros momentos, deixar, você tá em comida de levar lá pro camarim para ele tomar uma água lá agora, tomar um cafezinho, né? Eu vou convidar o pessoal que tá conosco aqui pela internet para acompanhar o nosso amigo, a homenagem que a gente fez ontem pro Divaldo Fran. Vamos lá. Tá no ponto aí que eu nem te avisei, Guilherme. Mas vamos lá. Vamos acompanhar. >> Olá, queridos amigos. companheiros que estão aqui conosco no Congresso Espírita de Uberlândia, pessoal que tá com a gente acompanhando pela internet, sejam todos muito bem-vindos a esse nosso encontro. Nós queremos prestar hoje uma homenagem singela ao querido amigo, querido irmão Divaldo Pereira Franco, nosso querido embaixador da paz. Divaldo retornou à verdadeira vida em maio de 2025, deixando pra gente um legado imensurável para a humanidade. Foram mais de 250 obras psicografadas, né? Livros que vieram através da sua psicografia. Mais de 10.000 conferências. mais de 70 países visitados, uma dedicação integral à doutrina espírita. E nós da Web Rádio Fraternidade não poderíamos deixar de registrar a gratidão. E tudo que nós disseros aqui hoje vai ser pouco para agradecer ao querido Divaldo Franco todo o trabalho que ele desempenhou no propósito de divulgar a
e não poderíamos deixar de registrar a gratidão. E tudo que nós disseros aqui hoje vai ser pouco para agradecer ao querido Divaldo Franco todo o trabalho que ele desempenhou no propósito de divulgar a doutrina espírita. Eu me lembro, era fevereiro de 2009, Divaldo havia chegado à cidade de Uberlândia, como fazia todos os anos, para mais uma palestra pública. E normalmente se hospedava na casa da nossa amiga Creusa Rezende. Me lembro que a gente pediu paraa Creusa ver se a gente conseguiu um espaço para poder conversar com o Divaldo para apresentar o projeto da Web Rádio Fraternidade. nosso querido amigo com muito carinho aceitou a nossa solicitação e nós tivemos a oportunidade de poder contar para ele o projeto que é a web rádio Fraternidade que nós tínhamos com a nossa emissora do bem. E paralelo a isso, a gente também pediu para ele autorização para usar as palestras dele dentro da grade de programação da rádio. E assim, com muito carinho, com muita gratidão, ele nos concedeu essa permissão. E desde então, desde fevereiro de 2009, quando nós havíamos conversado com Divaldo Fran e a rádio havia entrado oficialmente no ar, a gente veicula uma palestra do Divaldo, seja no momento de palestras da semana, seja no domingo especial, sempre uma palestra do nosso amigo Divaldo Pereira Franco. em várias ocasiões, nosso querido Divaldo, né, a gente poôde transmiti-lo ao vivo ou mesmo gravado nas reprises, mas é interessante que muitas vezes Divaldo começava a sua palestra fazendo assim: >> Ilustríssimo senhor representante do excelentíssimo senhor prefeito de Vitória da Conquista, senhoras Senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, jovens, caros amigos que nos acompanham pela tvi.com e pela Rádio Fraternidade, nossos votos de muita paz. Mas nós também tivemos nesse nesses momentos de encontro com Divaldo Franco um momento muito marcante pra gente que foi em 18 de março de 2017. Estava acontecendo a conferência espírita do do Paraná e nós contando sempre com voluntários na
entos de encontro com Divaldo Franco um momento muito marcante pra gente que foi em 18 de março de 2017. Estava acontecendo a conferência espírita do do Paraná e nós contando sempre com voluntários na ocasião, nosso amigo Estevão Melo teve a oportunidade de entrevistar o querido Divaldo Franco. Qual não foi a surpresa? Eh, quando o nosso querido Estevan passou a palavra pro Divaldo traçar as suas considerações finais e ele disse isso. >> Divaldo, em nome da Web Rádio Fraternidade, nosso grande agradecimento por esses momentos que você concedeu aos nossos ouvintes. Que Jesus o abençoe e que você encontre a paz. Permita-me dizer-lhe que a web Rádio Fraternidade desde há alguns anos, encontrou uma grande guarida no meu coração, porque a mim como a todos tem proporcionado levar a mensagem espírita aos mais variados recantos do Brasil e de outras nações, companheiros de cidades humíimas, de fazendas distantes ou de países algo longínquos. Dizem-me, eu te ouço pela rádio fraternidade e uma emoção muito grande me toma, porque eu vejo quando Jesus diz que a mensagem dele entraria pelos telhados. Mesmo hoje com a comunicação virtual, o telhado representa essa construção de fora que a comunicação penetra e ilumina. Sou eu, portanto, um grande devedor à Rádio Fraternidade Web, orando a Deus para que ela continue seguindo o conceito cardeciano divulgar o Espiritismo por todos os meios ao alcance. E Emanuel, a maior caridade que faz o espiritismo é a sua divulgação. Muito obrigado. >> Mas Divaldo Franco também eh ele também esteve conosco no céu. era do ano de 2019, a gente tava completando 10 anos de web rádio Fraternidade e estávamos fazendo o quarto congresso espírita de Uberlândia. E com muita alegria Divaldo aceitou o convite e veio estar conosco naquele momento. Ele falou pro céu adulto, falou no céu jovem, foi um momento ímpar. E eu queria deixar registrado esse momento de homenagem, de agradecimento a Adivaldo Franco quando teve conosco e todo o seu trabalho com essa parte final da participação dele
m, foi um momento ímpar. E eu queria deixar registrado esse momento de homenagem, de agradecimento a Adivaldo Franco quando teve conosco e todo o seu trabalho com essa parte final da participação dele aqui no céu. >> Nós convidamos o amigo Divaldo Franco para proferir algumas rápidas palavras e a prece final do evento. Senhor Jesus, assinalaste-nos com a tua mensagem em brasa viva. O amor seria o nosso cartão de identidade, através do qual todos saberam que somos teus discípulos. E durante esse período largo, temos tentado corresponder à tua sublime expectativa. Muitas vezes ouvimos o chamado e falemos abandonando-te na cruz da nossa ingratidão para atender as paixões de solventes que nos desesperavam. Compreendemos infinitamente o nosso dever de servir, mas sempre utilizemos do teu nome para servir-nos, levando a tua mensagem ao ridículo, ao apóbrio. Hoje, bafejados pelas claridades do mundo espiritual, o espírito de verdade nos conclama ao amor, ao estudo, ao serviço da caridade. que estamos após esta tentativa de reorganização interior para construirmos o mundo novo, a tua confiança enseja-nos mais uma vez o trabalho de redenção, que isto nos escapa de um momento para outro, por ignorância ou por negligência, agradecemos-te a imerecida honra de nos encontrarmos na tua seara mais uma vez, a fim de atingirmos as metas que ficaram do passado. Ada-te nossas imperfeições e distende o teu olhar magníimo sobre nós próprios sofredores e necessitados, ajudando-nos a escalar a montanha da sublimação evangélica, superando o ego perturbador. e cruel e as marcas das imperfeições pretéritas. É com esta emoção que encerramos este conclave em nome dos espíritos espíritas, em nome dos trabalhadores que ostentam a tua bandeira na espiritualidade em tentativas contínuas de dominar a terra. nossa querida mãe no atual processo de desenvolvimento moral. Com este sentimento de gratidão, colocamos o ponto que suspende os trabalhos nesta forma para prosseguirem nas canções de amor e de caridade
ssa querida mãe no atual processo de desenvolvimento moral. Com este sentimento de gratidão, colocamos o ponto que suspende os trabalhos nesta forma para prosseguirem nas canções de amor e de caridade em nossos corações, filhas e filhos dos sentimentos bons. Ide e vive o evangelho. Pregai-o pelo exemplo. A humanidade necessita de Cristo hoje, mais do que nunca. Não tereceis, nem postergueis o vosso momento de santificação. É agora, corações queridos, em nome, portanto, deste a quem amamos e a quem procuramos servir. Abraçamos todos os servidores do bem, declarando encerrado o nosso congresso. Muita paz com os votos de carinho os servidores, humilmo e paternal Bezerra de Menizes. >> Edivaldo Pereira Franco. muita gratidão, muito amor e muita paz você vive em nossos corações. E eu tenho certeza que o trabalho que você nos trouxe, que você foi instrumento, nos ajuda nesta caminhada. a nossa web rádio Fraternidade, direto aqui do Centro de Convenções de Uberlândia, Minas Gerais. É ao vivo. Tá ao vivo. Estamos ao vivo. É aqui, ó, com você do outro lado. Vocês viram que mensagem mais linda, né, do nosso querido Divaldo Pereira Franco. Eu lembro direitinho, gente. Olha, foi emocionante aquele instante em que a gente teve a chance de ter a presença do Dr. Bezerra de Menezes conosco aqui no Congresso Espírita de Uberlândia em 2019. Quarto céu, 10 anos da nossa emissora do bem a web rádio Fraternidade. A gente tá se preparando já. A gente tem o retorno das atividades. Eu roubei o papel do Marcelo, dei para alguém. Eu vou pedir para ele falar para nós o que que a gente tem no período da tarde agora no retorno, Marcelo, a partir das 17 horas. >> Vamos lá. A partir das 17 horas, Marina Leal Costa, nossa Nina, com o tema trabalhadores da última hora, o mundo regenerado já se opera, sigamos servindo. É à noite, a partir das 18 horas, Maurício Keller com texto musical. >> Na verdade, ele até falou, vai ser um lítero musical. É que o Rubens quando tava fazendo isso aí não conseguia falar
s servindo. É à noite, a partir das 18 horas, Maurício Keller com texto musical. >> Na verdade, ele até falou, vai ser um lítero musical. É que o Rubens quando tava fazendo isso aí não conseguia falar com ele, né? Fala, vamos pôr alguma coisa no musical, né? Vai ser completo. É >> completo. Às 19:10, a palestra com Aroldo do Tradias, tema Jesus, sol da eternidade, o amor que liberta e conduz. E às 15, o encerramento e a prece encerramento, as informações para amanhã. >> Vem cá, o nosso repórter tá então tá bom. Ele tá fugindo do estúdio, o nosso repórter >> não deu tempo. >> É, então tá bom. Então, ó, então hoje tem Nina, tem Maurício Keller e tem nosso irmão Aroldo Dutra diz. Então você que tá aí conosco, se programa já chamou lá, então vamos lá, vamos lá pro salão principal do céu. A gente volta no encerramento lá pelas 8 e pouquinho para falar tchau para vocês, tá? Se a gente aguentar, porque a gente tá quebrado. Tchau. Agora mesmo. C. A web Rádio Fraternidade apresenta Marina Leal Costa, Nina, no nono Congresso Espírita de Uberlândia, com a apresentação do tema trabalhadores da última hora. O mundo regenerado já se opera. Sigamos servindo. >> Boa tarde a todos e a todas. Gostaria inicialmente de cumprimentar a todos os que estão aqui presentes, a todos os que nos acompanham pela web Rádio Fraternidade, demais emissoras. agradecer de uma maneira muito especial a pessoa do Rubens da Divina, pelo convite, por toda a colhida, pela oportunidade de estarmos aqui, porque estando aqui, nós somos lembrados vez e outra, que o nosso compromisso conosco mesmo, ele se dá diariamente na busca, na tentativa, de escolher para nós lugares, pessoas que nos reconectem com o nosso propósito de jornada espiritual, que nos façam lembrar que dentro de nós mora a possibilidade da decisão ou da paralisação para que a vivência do céu não seja apenas um evento, mas para que, assim como Jesus nos ensinou, o reino dos céus viva verdadeiramente dentro de cada um de nós. Ao sermos convidados não apenas a
ação para que a vivência do céu não seja apenas um evento, mas para que, assim como Jesus nos ensinou, o reino dos céus viva verdadeiramente dentro de cada um de nós. Ao sermos convidados não apenas a momentos de reflexão como estes, como este, não apenas há momentos de estudo nas nossas casas espíritas, mas de uma maneira geral, ao sermos convidados ao momento da nossa encarnação, desta oportunidade de vida, somos todos chamados e cabe a nós nos tornarmos os escolhidos. nos apresenta o livro dos espíritos, a jornada pela qual cada um de nós, desde a criação, simples e ignorantes até a nossa perfeição, somos fadados a trilharmos a partir das nossas escolhas. apresenta-nos o Evangelho segundo o Espiritismo. Que todos nós hoje, trabalhadores da lida do Espiritismo e não apenas da lida desta doutrina tão preciosa, mas da lida de todo o contato com o evangelho na atualidade planetária. Sob o nome de cristãos ou não, somos trabalhadores da última hora. Estes que são apresentados por Jesus em uma parábola tantas vezes mal compreendida, mal interpretada talvez, mas que, como tudo o que veio da parte do mestre, encerra em si grandes ensinamentos e um grande espelho que reflete as verdades da nossa vida espiritual. nos contará Jesus nesta bela parábola que o reino dos céus é semelhante a um senhor que saiu de manhã cedo para buscar trabalhadores para sua vinha. Chegando à primeira hora, encontra alguns trabalhadores na praça, os convid. O convite é aceito. Combina com estes então agora trabalhadores que lhes pagaria um denário ao final do dia. Sai posteriormente às 9 horas da manhã, traduzindo para nossa sequência de horários. Encontra outros tantos que também estavam na praça. Mais uma vez, convida-os para serem trabalhadores da sua vinha. Eles aceitam. Mas neste momento já há uma diferença. Segundo a narrativa do mestre, este senhor da vinha não combina com eles um salário. Convida para o trabalho e diz: "Vinde e eu lhes pagarei o que for justo". E eles aceitam. O mesmo repete três vezes,
egundo a narrativa do mestre, este senhor da vinha não combina com eles um salário. Convida para o trabalho e diz: "Vinde e eu lhes pagarei o que for justo". E eles aceitam. O mesmo repete três vezes, até que na última hora, às 5 horas da tarde, encontra mais alguns trabalhadores que permaneciam na praça e pergunta: "Por que ainda estão aí? Por que não estão a trabalhar?" E estes agora convidados, convocados respondem: "É que ninguém nos deu trabalho. Pois então vinde trabalhar na minha vinha e eu lhes pagarei o que for justo." Antes de darmos seguimento à parábola de Jesus, talvez caiba pensarmos o momento do chamado, o momento pelo qual todos nós somos sensibilizados para a possibilidade de nos tornarmos trabalhadores da vinha do Senhor. É interessante observarmos os detalhes da narrativa de Jesus. Aqueles trabalhadores foram individualmente convocados, cada um ao seu horário. Os trabalhadores que foram convocados da terceira vez que o Senhor saiu não foram convocados na primeira hora. Cada um de nós nas nossas jornadas particulares e singulares, enquanto espíritos imortais. Muito embora nos esqueçamos tantas vezes na condição de matéria da nossa condição verdadeira de mortalidade, somos convocados ao nosso tempo para trabalhos específicos e condizentes com o nosso momento. Os trabalhadores que foram convocados à terceira hora talvez não estivessem prontos para o trabalho à primeira hora. talvez estivessem ainda a dormir, a dormirem, mas na terceira hora estavam despertos. E é neste momento que o Senhor se encontra com cada um deles e estende as mãos para ofertar o trabalho. E o grande ponto é é um convite. É apenas um convite. Todos nós recebemos os mais diversos convites ao longo das nossas jornadas, ao longo da nossa vida presente, em cada fase da nossa existência, em cada fase dos nossos convívios, nós temos diferentes chamamentos, diferentes desafios, diferentes lições que nos são ofertadas pelo mestre na forma das convivências, na forma dos estudos, na forma das
cada fase dos nossos convívios, nós temos diferentes chamamentos, diferentes desafios, diferentes lições que nos são ofertadas pelo mestre na forma das convivências, na forma dos estudos, na forma das reflexões íntimas. e do nosso contato com o nosso próprio sentir, com o nosso próprio pensar. Se Jesus veio ao mundo para trazer a boa nova a cada criatura, é porque ele tinha e tem a plena consciência da necessidade de cada criatura de encontrar-se com a boa nova, de encontrar-se com cada detalhe. que preencheria o vazio de cada um. Se formos lembrar das passagens do mestre, nós encontraremos roteiros diversos para momentos diversos. Na série de Chosen, com uma liberdade poética dos autores, dos roteiristas da série, nós encontramos uma cena simbólica que não está narrada na Bíblia, mas que talvez nos sirva de reflexão, em que antes discípulo de João Batista, André, agora discípulo de Jesus, recebe a notícia de que o seu primeiro professor, seu primeiro mestre, estava preso e vai visitar João Batista. na prisão. Novamente uma cena que não está retratada na Bíblia, mas na série João Batista faz uma pergunta a André que estava aflito, ansioso, profundamente ansioso. que tinha acabado de ouvir o sermão do monte, aquele belo sermão onde Jesus nos apresentou as bem-aventuranças, onde Jesus nos mostrou que, em verdade, a verdadeira felicidade é de posse, de propriedade de todos aqueles que souberem viver o momento presente, com suas dores e alegrias, sem esquecerem-se da verdadeira condição de espíritos imortais, cuja verdadeira vida é A vida espiritual. Pergunta João Batista de tudo que Jesus falou. O que André foi para ti? Algo Jesus há de ter dito que foi para ti. E André então se lembra. Olhai os pássaros no céu. Eles não semeiam nem ceifam, mas Deus lhes dá de comer. Olhai os lírios do campo, que nem Salomão em toda sua glória se vestiu como eles. Não somos mais, pergunta Jesus, do que os pássaros e os lírios. Portanto, encontrarmo-nos cada um com a parte da boa nova, com a parte do
campo, que nem Salomão em toda sua glória se vestiu como eles. Não somos mais, pergunta Jesus, do que os pássaros e os lírios. Portanto, encontrarmo-nos cada um com a parte da boa nova, com a parte do evangelho que nos diz respeito, para que possamos entender qual o chamado do trabalho, para que vinha nós estamos sendo convidados. Porque na parábola a vinha era um uma plantação de uvas. Na vida traduzida para a espiritualidade, a vinha é a vida, é a própria convivência do dia a dia. O que nos faz pensar que talvez quando Jesus nos convida, particularmente na hora precisa de cada um, conforme as tarefas que cada um já pode desempenhar diante de si, do outro, de todos, ele nos está convidando ao mundo, como o homem no mundo, no Evangelho Segundo o Espiritismo, onde nós recebemos orientações tão preciosas da parte da espiritualidade que nos afirma caso nos restasse alguma dúvida, o que era muito provável pela nossa dificuldade de compreensão de tudo que diz respeito à nossa natureza verdadeira. A espiritualidade nos abre os olhos a dizer: "Quando chamamos para que estejais em contato constante conosco, não penseis que buscamos que leveis uma vida afastada da sociedade apenas em oração. Vivei com os homens, os homens da vossa época, como vivem os homens da vossa época, cada individualidade. Sacrificai as frivolidades. Vivam as pequenas alegrias, mas vivam com o sentimento que as possa santificar. Somos chamados ao mundo. Quando Jesus ora por seus discípulos, ele diz: "Não peço que os livreis do mundo, mas livra-os do mal". Só que tudo no Evangelho de Jesus tem uma contrapartida que foi um pouco do que a Sâmia belamente nos trouxe. Assim como o filho pródigo teve de levantar-se para caminhar com as próprias pernas, ao orar por cada um de nós para que fôssemos livrados do mal, no caminho de nos tornarmos trabalhadores da vinha do Senhor, Jesus não nos chama para que esperemos a ação do Pai, libertando-nos das dificuldades do caminho, mas nos chama para o movimento, para o movimento que nos torne capazes
abalhadores da vinha do Senhor, Jesus não nos chama para que esperemos a ação do Pai, libertando-nos das dificuldades do caminho, mas nos chama para o movimento, para o movimento que nos torne capazes de em conexão e em comunhão com Deus percebermos a sua forma de comunicar-se conosco, para que assim nós possamos evitar o mal. O mal que sobretudo e primeiramente reside dentro de cada um de nós. Trabalhadores da última hora, estamos aqui num propósito sincero e verdadeiro. Como diz a música de Tim Vanessa, aqueles que já descobriram as verdades do evangelho e que buscam com fé e razão seguirem uma jornada de maior proximidade e serviço com Cristo, que já buscam, que já buscamos não mais nos contentarmos com as dificuldades íntimas que tanto nos caracterizam, não mais nos contentarmos com o nosso orgulho e com o nosso egoísmo, que com fachada de nos elevar, de nos elevarem, em verdade tanto nos ferem e tanto prejudicam a possível felicidade da qual podemos desfrutar, ainda estando aqui, pela convivência amorosa e fraterna dos verdadeiros cristãos entre irmãos e entre amigos. Já somos nós aqueles espíritos ainda tão profundamente imperfeitos que descobrim-nos filhos de Deus e perfectíveis, portanto, e mais do que isso, responsáveis pela nossa própria jornada. Sermos trabalhadores da última hora significa compreendermos um pouco mais. daquilo que a doutrina espírita nos apresenta como a jornada da transição planetária, em que não é o mundo que muda, não é a hora que apenas passa, não é a regeneração que nos chega, mas somos nós que a convocamos dentro para a concretizarmos fora. e através da regeneração de cada um de nós, que nós poderemos não apenas ostentar um título pretenso de trabalhadores, mas verdadeiramente nos tornarmos estes trabalhadores. Temos no Evangelho a proposta de compreensão, uma forma de interpretação desta parábola de Jesus, em que a primeira hora haveria sido Moisés, os profetas e os demais emissários do Cristo, que em diferentes religiões, diferentes regiões do nosso planeta, do
de interpretação desta parábola de Jesus, em que a primeira hora haveria sido Moisés, os profetas e os demais emissários do Cristo, que em diferentes religiões, diferentes regiões do nosso planeta, do nosso mundo, vieram introduzir a mensagem do bem, do amor, da paz, da solidariedade e da fraternidade, que a segunda hora seria protagonizada pelo maior mestre de todos, pelo nosso querido e amado governador e por todos aqueles que foram os primeiros enviados ou os primeiros que decidiram, a partir do convite recebido, serem cartas vivas do seu evangelho, como nos ensina Paulo, que a terceira hora seríamos nós, os remanescentes desta jornada de transição, desta jornada de evolução, que por desleixo, por revolta, por preguiça, por tantos outros fatores, todos frutos ainda da nossa pequenez, nos fizeram permanecer parados, que ao longo dos séculos e das nossas existências fizeram com que nós olhássemos para a mensagem do Cristo e talvez até enxergássemos um pouco de beleza, mas não tivéssemos a coragem de segui-la, que talvez enxergássemos nela, em verdade uma plataforma forma através da qual nos alçaríamos aos olhos dos nossos companheiros como superiores, melhores que todos, para descobrirmos vez e outra, repetidamente, ao chegarmos no plano espiritual, em contato com a verdade que tanto buscamos esconder, que os últimos serão os primeiros, que aquele que quiser ser o maior haverá de ser o servo de todos. Mas hoje somos nós convidados para uma jornada diferente. Talvez por isso, em tantas mensagens, nosso benfeitor Emanuel nos convoque a necessidade do trabalho e em uma delas, que vai estar no livro Pensamento e Vida, no seu capítulo sete, intitulada trabalho. nos convide a uma reflexão mais profunda sobre qual a nossa postura diante do trabalho que já compreendemos como necessário, que já aceitamos como propósito de nossas vidas e que agora buscamos descobrir como realizar, como fazer. Ao iniciar a mensagem, Emanu abrir os olhos para o primeiro fator essencial, que é a espontaneidade
á aceitamos como propósito de nossas vidas e que agora buscamos descobrir como realizar, como fazer. Ao iniciar a mensagem, Emanu abrir os olhos para o primeiro fator essencial, que é a espontaneidade da alegria de nos encontrarmos com Jesus, da consciência plena de que se o trabalho é um fardo, ainda não nos encontramos com o serviço, mas estamos presos no campo da obrigação. E obrigação pela obrigação, estaremos apenas a repetir as nossas histórias passadas, mas não estaremos a construir novos passos em voos maiores e mais altos. Mas se, portanto, se desta forma nós olhamos para nós, reconhecemos que sim, é necessário trabalhar, mas ainda não consigo abraçar de coração aberto e a obrigação ainda fala muito mais alto do que a vontade de servir. Que fazer? Que fazer? Jesus convida a cada um mais uma vez dentro da sua particularidade. Talvez nós estejamos a buscar o serviço do evangelho como uma cópia daqueles que já trilharam esta mesma jornada, como uma cópia daqueles que nos inspiram e talvez daqueles aos quais a nossa vaidade gostaria que nós nos assemelhássemos e nos esquecemos de olhar para dentro e enxergarmos os talentos que já possuímos. e lembrarmos de Jesus que convida de acordo com os talentos para multiplicação dos talentos, que na parábola é uma quantia monetária, mas no nosso linguajar, no nosso português, é uma bênção e uma dádiva, um tesouro que carregamos nas mãos e que podemos ou não fazer frutificar. Emanuel vai nos convidar para um olhar mais cauteloso. Qual a nossa vontade ao nos alistarmos para o trabalho do mestre? Desejamos o holofote? Desejamos o reconhecimento? Ou desejamos a nossa transformação? Ou desejamos colocar as nossas mãos em serviço, porque já descobrimos que no movimento de nos tornarmos úteis, que ganhamos forças íntimas para superarmo-nos a nós mesmos e encontrarmos um pouco mais de paz e da verdadeira alegria na convivência de mim para comigo, de mim para com Deus. Se a nossa vontade é a vontade dos verdadeiros servidores, é a vontade de
ós mesmos e encontrarmos um pouco mais de paz e da verdadeira alegria na convivência de mim para comigo, de mim para com Deus. Se a nossa vontade é a vontade dos verdadeiros servidores, é a vontade de que transformemos a obrigação num impulso genuíno e espontâneo, não há o que temer. Em todas as épocas da humanidade, desde a primeira hora, o mestre supremo e absoluto sempre soube utilizar de todos os recursos, por menores que fossem. Ao ser questionado por uma autoridade religiosa, Jesus afirma que o cinzel mais precioso para a construção do reino de Deus era a boa vontade e que a argila que o mármore mais perfeito era o mármore do sentimento, que não seria necessário o trabalhador pronto, o trabalhador que acorda todas as semanas empolgado para ir à casa espírita. Mas seria necessário o trabalhador que reconhecendo em sira a necessidade do trabalho, reconhecesse também na vida o convite para a alegria de descobrirse trabalhador e que para isso basta o ex-me aqui. Basta escolher o que se gosta, basta começar por aquilo que já se tem. Basta começar como Simão Pedro, que era pescador a aprender a pescar almas, como Paulo, que era pregador a mudar o seu verbo para não mais falar do ódio, mas para falar do amor. Para aqueles nós que gostamos de cuidar, basta redirecionarmos as nossas mãos a um cuidado consciente, de modo a sabermos que aquele serviço, que aquele momento, aquele toque, aquele olhar, aquela palavra e aquele instante são a nossa oferta gratamente recebida por Jesus, que nos qualifica e nos capacita para passo a passo, pouco a pouco. Prossegue, Emanuel, não basta, portanto, agir por agir. Nos relembra que as zonas espirituais inferiores estão repletas de ação. Não falta trabalho nas nossas convivências diária. de áreas, não faltam aqueles que se movimentem e que muitas vezes somos nós, em favor de prejudicar aqueles que compartilham conosco a caminhada. Agir, mas não agir no que ele denomina o trabalho ação, mas agir no trabalho serviço, no trabalho de servir.
uitas vezes somos nós, em favor de prejudicar aqueles que compartilham conosco a caminhada. Agir, mas não agir no que ele denomina o trabalho ação, mas agir no trabalho serviço, no trabalho de servir. Primeiro a quem? Quais os primeiros beneficiados somos nós? E isso nós não precisamos que ninguém nos diga e nem que esteja escrito. Sabemos pela nossa própria vida que se não fosse o trabalho, se não fosse o sustento das ocupações que nos tornam úteis diante dos nossos próprios olhos, não saberíamos quais os destinos das nossas almas, em quais buracos tão profundos nós nos afundaríamos. E aqui reside o primeira explicação do restante da parábola. Prossegue Jesus que ao far, ao cair da tarde, o Senhor manda chamar a todos os seus colaboradores do da primeira última hora para que fossem assalariados. Começando pelos últimos, lis entrega um denário, de modo que os primeiros imaginaram que receberiam mais. Trabalhamos mais hora essa ainda questionam como pode o Senhor dar um denário para todos se nós suportamos o peso e o suor do dia, o calor do sol, é porque não entenderam estas primeiras verdades. Aqueles que trabalharam desde a primeira hora receberam sim um denário, mas este não foi o único salário. Receberam um denário e mais todas as horas de trabalho. Aqueles que foram contratados à última hora receberam um denário e apenas uma hora de trabalho. O primeiro salário do obreiro do Senhor é a própria obra, é o próprio serviço. Porque é no serviço que nós nos descobrimos, que nós saímos dos buracos tão profundos, que nós saímos das desilusões do caminho, que nós temos bases firmes para que não nos percamos diante das distrações e que muitas vezes aquilo aquilo que gostaríamos de ter como possibilidades do mundo e que a necessidade da tarefa nos impede de alcançar é em verdade a maior bênção. da mais pura materialização da misericórdia e do amor do Pai para com cada um de nós. Porque se não fosse por estes entraves benditos, nós mais uma vez nos perderíamos. Nós mais uma vez esqueceríamos do nosso
pura materialização da misericórdia e do amor do Pai para com cada um de nós. Porque se não fosse por estes entraves benditos, nós mais uma vez nos perderíamos. Nós mais uma vez esqueceríamos do nosso propósito, do nosso objetivo, da nossa possibilidade de que dessa vez a história seja diferente. Se nos falta ainda consciência, Deus pega em nossas mãos. Assim como crianças pequenas que espiritualmente somos, nos encontramos guiados. E agora na possibilidade de não mais darmos calundus e seguirmos, porque não mais é apenas Jesus que um dia ordenou, que um dia ensinou, mas agora nós também temos os relatos nossos próprios, espíritos como nós que viveram e se foram na continuidade da vida para nos alertarem que é Grande é a bção de estarmos aqui. Que grande é a bênção da dor. Que grande é a bênção da alegria. Porque se bem sabemos viver a dor, bem saberemos apreciar a bondade divina. Porque na convivência com a dor é onde nós temos a grande chance de virarmos a chave para encontrarmos Jesus dentro de nós e não mais fora. Na vivência da alegria é onde nós vamos descobrir se verdadeiramente já aprendemos ou não a enxergarmos esse tal de Jesus, essa tal de espiritualidade. Porque se nos momentos em que mais nos contentamos, nós nos esquecemos dele, é porque ele ainda não faz parte verdadeiramente da nossa essência de forma de enxergar o mundo e o viver. E mais, se dentro do espiritismo nós somos esclarecidos que tal vida, tal morte é a lei das nossas existências, se não somos capazes de aqui apreciarmos e reconhecermos a presença divina através das pequenas coisas divinas que através do outro, da natureza, do mundo e de nós mesmos se nos apresentam, o que nos faria pensar que no plano espiritual seria diferente. Por nós que hoje não somos capazes de olhar para um gesto e dizer: "Eis aqui a presença e a conversa de Deus para comigo". De olhar para um arco-íris, para o sol, para o mar, para um rio, reconhecermos a Jesus. Como mudar a chave? Só porque perdemos o corpo, acredito que já sabemos
sença e a conversa de Deus para comigo". De olhar para um arco-íris, para o sol, para o mar, para um rio, reconhecermos a Jesus. Como mudar a chave? Só porque perdemos o corpo, acredito que já sabemos que não é o corpo que define a nossa relação para com o Pai, para com a vida, mas que é a nossa condição de visão espiritual que determina quem seremos nós diante dos nossos desafios. Em outro momento, narrado por Humberto de Campos, no capítulo chamado Bom Ânimo do livro Boa Nova, nós vamos encontrar Jesus em diálogo com outro discípulo, desta vez com Bartolomeu, um discípulo que já havia sido convidado a ser um trabalhador da vinha, que já havia entendido que o serviço com Jesus não era apenas uma obrigação, mas era o grande alimento da sua alma, que todos os passos até aqui elencados já havia percorrido, já trabalhava na busca do trabalho serviço, na busca genuína da sua transformação interior. Possuia ainda uma característica, a tristeza. e o desânimo, uma profunda descrença, um profundo desgosto na humanidade que olhava o mundo e reconhecia, como nós hoje olhamos e reconhecemos ao nosso redor tanta dor, tanta maldade, mas que ainda não tinham seus olhos abertos para reconhecer tanto amor, tanta bondade. E é por isso então que certa feita Jesus se aproxima do seu coração como um bom mestre, como um bom irmão, como um bom amigo e pergunta discretamente Bartolomeu, que está passando na sua mente que te perturba, meu filho, e permite que ele fale. E ele fala, fala, fala, discorre sobre tamanhas tragédias e ao final tem uma afirmação que é extraordinária, que talvez seja uma afirmação de todos nós, que reconhece, diz ele, no evangelho de Jesus, a sua grande fonte de esperanças, a grande fonte da razão da sua vida, mas fica só no evangelho, no campo do abstrato, porque o mundo concreto não valia de muita coisa. Jesus então lhe responde: Bartolomeu, achas então que eu teria vindo sem a plena certeza de que o meu reino um dia também seria deste mundo? de Jesus, que se bem é verdade que ele
alia de muita coisa. Jesus então lhe responde: Bartolomeu, achas então que eu teria vindo sem a plena certeza de que o meu reino um dia também seria deste mundo? de Jesus, que se bem é verdade que ele afirmou que ainda não é deste mundo, é porque um dia será que era necessário olhar para o trabalho que se pode fazer, ter bom ânimo pela fé, pois não nos sustentamos nas nossas próprias forças, não nos sustentamos nas forças na boa vontade daqueles que compartilham serviço conosco. A nossa posição de trabalhadores da última hora não depende daqueles que na casa espírita compartilham o trabalho, mas divergem muitas vezes no ideal, que compartilham a tarefa, mas conflituam muitas vezes na forma do desejo de como realizar. depende sumamente da nossa fé, da nossa confiança e da nossa entrega para com o Pai, para com ele, o Mestre Jesus, porque é necessário que nos lembremos, como ele lembra Bartolomeu, que não somos convidados a concluir a tarefa, mas a participar dela. Talvez o nosso desconforto, a nossa revolta, os nossos ciúmes e milindres se deem profundamente num campo onde nós gostaríamos de finalizar as obras, de sermos aqueles cujos nomes aparecem como os grandes obreiros, que tornaram possível a concretização, a concretude do reino dos céus na terra. E Jesus prossegue para que o reino dos céus um dia seja ao mundo, seja do mundo, é necessário que o evangelho e a boa nova primeiro floresçam no coração de cada criatura para depois frutificar no espírito dos povos. Tende bom ânimo. Portanto, Bartolomeu, o mundo regenerado já se opera. Os processos da transição já estão frente aos nossos olhos. Já estamos aqui sob o chamado de tomarmos de uma vez por todas a grande decisão das nossas vidas, de não nos alistarmos mais para a finalização da tarefa, mas para nos alistarmos para o processo da construção do reino de Deus dentro de nós e que Jesus saberá perfeitamente se utilizar dos recursos que tivermos a ofertar para que cumpramos com a nossa parte. Porém, ainda nos resta
ra o processo da construção do reino de Deus dentro de nós e que Jesus saberá perfeitamente se utilizar dos recursos que tivermos a ofertar para que cumpramos com a nossa parte. Porém, ainda nos resta muitos passos a serem dados. Se bem é verdade que já entendemos que não é sobre o mundo, não é sobre o todo, não é sobre ser bom, mas é sobre o processo de melhorar-se. O desafio permanece. De modo que Joana de Angeles no livro Jesus e Atualidade nos traz uma mensagem belíssima, de uma profundidade característica. Extraordinária. A mensagem tem por título Jesus e desafio. E desafio. Inicia a benfeitora dizendo que a própria jornada de evolução é em si e por si só um grande e talvez possamos acrescentar o maior desafio do espírito. Neste desafio, nós temos na figura do mestre o roteiro para vencermo-nos a nós mesmos, mas que, como bem sabemos, somos pequeninos, frágeis, rebeldes e que, portanto, muitas vezes se faz necessário o aguilhão da dor para que despertemo-nos, que diante deste aguilhão da dor nós Temos muitas vezes os corpos espirituais lançados à frente, empurrados pela mão divina, para que não mais possamos estar parados, para que se todas as oportunidades que tivemos desperdiçamos de aprendermos pelo amor sem precisar do sofrimento, para que deste modo nós não fiquemos à margem do caminho evolutivo que nos conduz ao Pai, para que deste modo nós possamos ser incluídos por esta bondade suprema no retomar desta marcha, portanto, a dor que diante da dor nos movemos, muitas vezes nos movemos em direção à revolta. E que coisa triste, porque será necessário mais e mais complexos novos movimentos, mas que se bem prestarmos atenção, poderemos nos movimentar em direção do encontro de nós mesmos, do encontro das forças espirituais que não conhecíamos dentro de nós até que fôssemos ou que fomos até sermos chacoalhados pela necessidade de sermos fortes. Não sabíamos que existia em nós tamanha capacidade de sermos donos da nossa própria felicidade, da nossa própria paz, até que, pela força do caos das
os chacoalhados pela necessidade de sermos fortes. Não sabíamos que existia em nós tamanha capacidade de sermos donos da nossa própria felicidade, da nossa própria paz, até que, pela força do caos das circunstâncias, nossa única alternativa foi encontrar em nós a presença de Jesus, que descortinou o mundo inteiramente novo dentro dos nossos próprios corações que estava escondido e que nos faz em tão não perceber que a nossa felicidade e a nossa alegria dependem de nós e que estão aqui para serem conquistadas. Não apenas a fé, a resiliência, a humildade, mas que para que este processo seja possível, para que tenhamos a força de trilhá-lo, primeiro o encontro nosso da alegria, da paz, da satisfação de viver. A dor nos move. E quando nos movimentamos nesta outra direção, em um movimento profundamente feliz, nos diz Joana que nos acostumamos, que temos um outro despertar de consciência e que reconhecemos nas nossas próprias mãos e nos nossos próprios pés os instrumentos utilizados para nossa melhora e que vamos querer mais. que se um passo foi dado, ele nos fortaleceu, nos tornando capazes de darmos passos maiores, mais firmes, embora ainda pequeninos, e que assim, diante do desafio, teremos a possibilidade de recobrarmos as forças nas certezas das nossas próprias vivências, daqueles momentos que nós mesmos já fomos capazes de superarmos com as mãos dadas. com Jesus e vencermos mais um desafio, vencermos mais um convite, nos tornarmos mais uma vez trabalhadores. Caminhando para as últimas etapas da nossa reflexão, Joana nos dirá que a partir deste momento nós olharemos para Jesus com outros olhos. Encergaremos nele um amigo, um companheiro fiel que trilha a jornada conosco, que caminha não por nós, mas ao nosso lado, dirá ela. Jesus quando desafiado, ensinou-nos o grande exemplo. não tomou a cruz de ninguém, nem carregou os fardos alheios, mas fez da sua própria existência o grande exemplo daquele que carregou a sua própria cruz e ensinou como tornar o fardo mais leve,
xemplo. não tomou a cruz de ninguém, nem carregou os fardos alheios, mas fez da sua própria existência o grande exemplo daquele que carregou a sua própria cruz e ensinou como tornar o fardo mais leve, que como prometido, jamais abandona a nenhum dos tutelados seus. Não permite que ninguém carregue o fardo sozinho, mas que uma vez mais não carregará o fardo de ninguém. Porque senão pelas forças constituídas espiritualmente pela necessidade do fardo carregado, nós não seríamos capazes dos próximos passos que precisam dessa força. sur nos girar o Evangelho Segundo o Espiritismo, que de olhos abertos todos trabalhadores da primeira e da última hora, agora plenamente integrados com as noções da justiça divina, não mais murmuram, adoram. Que sejamos nós aqueles que decidimos pelo trabalho da última hora. aqueles que confiamos em Jesus para que se utilize dos instrumentos dos quais dispomos, dos talentos que possuímos, que não tenhamos medo de trabalhar, que não tenhamos medo do serviço, mas de ficarmos parados, que pela fé, pela confiança, pela alegria e pela certeza, possamos realimentar os nossos corações. e todos juntos não mais murmurarmos, mas adorarmos. Que assim seja. Segue adiante. Se tu me amas, estende a mão e o coração. Se tu me amas, vem comigo, apacenta. Se tu me amas, estende a mão e o coração. >> Que maravilha a palestra da Nina, né, gente? Representando a juventude espírita aqui no céu adulto. E agora a gente vai para um momento muito especial. Vocês sabem que a música ela é muito importante para todos nós. Ela tem o papel de ir além, né, de da gente sentir, de ter essa sensibilidade. E pensando nisso, neste momento, a gente vai convidar o nosso querido Maurício Keller paraa sua apresentação musical. A web Rádio Fraternidade apresenta Maurício Keller no nono Congresso Espírita de Uberlândia com uma apresentação musical. Boa tarde. Vocês estão ouvindo o som do violão? Sim. Muito bem. Vou começar essa apresentação com uma canção que foi feita em Franca, São Paulo,
so Espírita de Uberlândia com uma apresentação musical. Boa tarde. Vocês estão ouvindo o som do violão? Sim. Muito bem. Vou começar essa apresentação com uma canção que foi feita em Franca, São Paulo, com crianças carentes no setor, chama-se aeroporto, e as crianças todas estavam na salinha de evangelização. E aí me solicitaram, Maurício, você pode fazer uma alegria com as crianças logo elas voltarem ao salão? Então eu respondi: claro e as crianças chegaram. Então imagina uma quantidade enorme de crianças. E aí eu fui perguntar: "O que que vocês estudaram hoje?" Ah, sobre a prece, sobre a oração. E o que que vocês aprenderam? Que é coração e pensamento para falar com Deus. Oh, que lindo. E o que mais vocês aprenderam? Tem que fechar os olhos, imaginar Jesus. Eu, muito bem. Então vamos fazer assim. Enquanto vocês vão falando para mim o que vocês aprenderam na aulinha, eu vou compondo uma canção. E assim foi feito. Essa letra toda foi feita pelas crianças do setor aeroporto de Franca. Eu só coloquei a melodia e eu gostaria que vocês aprendessem porque ela é tão simples, ela é pequenininha para vocês cantarem pra criança interior de vocês, para as crianças também que estão à volta de vocês, seja na família, seja no movimento espírita, no centro espírita. E ela é assim: coração e pensamento para falar com Deus. Para falar com Deus tem que rezar para falar com Deus. Tem que rezar. coração e pensamento para falar com Deus. Para falar com Deus tem que rezar para falar com Deus. Tem que rezar. Feche os olhos com carinho. Imagine o céu e Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". Feche os olhos com carinho. Imagine o céu e Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". Fácil, né? la tur루. Vamos ver se aprendeu. Olha como é fácil. Coração e pensamento para falar com Deus. Essa é a primeira parte. A segunda, feche os olhos com carinho. Imagine o céu. Jesus dizendo. Não é isso? Então vamos lá. coração e pensamento comigo. Para falar com Deus, para falar com Deus, tem que
Essa é a primeira parte. A segunda, feche os olhos com carinho. Imagine o céu. Jesus dizendo. Não é isso? Então vamos lá. coração e pensamento comigo. Para falar com Deus, para falar com Deus, tem que rezar. Para falar com Deus tem que rezar. Olha, vocês ouviram a voz da Nina? Que linda. Pode soltar mais essa voz. É isso aí. E da Evelyn também. Vamos lá de novo. Coração e pensamento para falar com Deus. Para falar com Deus tem que rezar. Para falar com Deus tem que rezar. Feche os olhos com carinho. Imagine o céu. E Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". de novo. Feche os olhos com carinho, imagine o céu. E Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". Vamos libertar essa criança interior. Vamos. Porque criança canta com alegria, com os lábios sorrindo, não é? Então vamos lá, vamos resgatar, vamos evocar essa criança que somos de novo. Coração e pensamento. Ó o couro. Para falar com Deus. Para falar com Deus tem que rezar. Para falar com Deus tem que rezar. Só vocês. Vamos lá. Coração. Uh. Bonito, hein? Lindo. Feche os olhos, carinho. E Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". De novo. Fecha os olhos. Vamos lá. Feche os olhos com carinho. Imagine o céu. E Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". Que lindo, né? La la tururu. Palmas para vocês. Que couro lindo, que couro maravilhoso. Deixa eu ver aqui o meu timing. Ó, comecei antes do meu tempo. Tá bom demais. Vamos lá, então, o nosso tema, qual que é o nosso tema, pessoal? Não ouvi. >> Não tem mais. Não tem mais. Não tenha medo. Mas e aí, como não ter medo? Será que existe uma possibilidade de não ter medo? Somos seres humanos afetivos e afetados. Existe um sistema no nosso cérebro que chama sistema límbico profundo, onde existe algumas estruturas importantes para as emoções, como o hipocampo, amídala, enfim. O fato é que toda vez que nós recebemos uma informação de fora, essa informação passa primeiro pelo sistema emocional para depois ir para o nosso córtex,
as emoções, como o hipocampo, amídala, enfim. O fato é que toda vez que nós recebemos uma informação de fora, essa informação passa primeiro pelo sistema emocional para depois ir para o nosso córtex, para depois ir para a racionalidade. Ao contrário do que se dizia antigamente, nós somos muito mais seres emocionais, emotivos, sensíveis do que realmente racionais puramente. Então, na verdade, quando você é afetado por algo, o seu sistema emotivo, ele vai reagir independente da sua vontade. E nós sabemos disso. A questão não é o que não é frear o medo. A questão é o que fazer com o medo? O que fazer com as nossas emoções? Como trabalhar com os nossos sentimentos? Então, Kardec e os espíritos e toda a sabedoria da nossa filosofia nos diz o seguinte, que nós sim precisamos fazer o diálogo entre a ciência e a religião, andar de mãos dadas para que possamos cada vez mais compreender a nós e aos e as pessoas que estão ao nosso redor. E Jesus, então, ele nos dá a dica e ele diz: "Vigiai". Por que que essa é a dica? Vigiai e orai. Por que essa é a dica? Porque quando você fala vigiai significa ver, observar, testemunhar, estar consciente dos seus sentimentos e das suas emoções. E quando você está consciente dos seus sentimentos e das suas emoções, você pode acolher. E aí Jesus diz: "Não julgais". Não julgais. A primeira pessoa que não deveria ser julgada somos nós mesmos. E o quanto a gente se julga, né? Parece que tem um triturador de ossos na nossa mente que a todo momento tá vendo. Olha o que você fez. Você vai lá no céu, aprende tanta coisa, mas continua fazendo a mesma coisa e se repete. Então Jesus, ele nos dá técnica: vigiai, observai, testemunhar a si mesmo. Em outras palavras, seja consciente de si mesmo no aqui e agora. Observe a si mesmo no aqui agora o que rola no seu pensamento, o que rola no seu sentimento, o que acontece no seu corpo, o que acontece fora de você. E nós podemos estar conscientes de várias formas. E aí Joana de Angeles nos fala sobre a meditação dinâmica.
to, o que rola no seu sentimento, o que acontece no seu corpo, o que acontece fora de você. E nós podemos estar conscientes de várias formas. E aí Joana de Angeles nos fala sobre a meditação dinâmica. Às vezes eu posso estar consciente só naquilo que eu sinto ou só naquilo que eu falo ou só naquilo que eu penso. E aí o desafio agora, será que você está no aqui agora vigiando, observando? Sei. Então vou fazer um teste. Sinta o seu corpo agora. Esteja presente vigiando o seu corpo. Alguém vai dizer: "Ai, Maurício, tô sentindo uma dor no joelho. Princiente usar acima de 50 como eu, que eu já tô aqui." Ótimo. Então, sinta o seu corpo, observe ele. No momento que você faz isso, que você entra num estado de consciência, sabe o que que cala? O triturador mental. Quando você entra num estado de vigilância, de autopercepção, de testemunha de si mesmo, o triturador some. Exemplo, perna direita, pezinho direito, cinco dedinhos, né? Você tá consciente do seu dedinho mindinho do pé? Dá uma mexidinha nele aí. Ele ele existe. Observa. Tá aí. Assim como o nosso corpo inteiro, amar-se é estar consciente de si mesmo o tempo todo. Vigiai e orai. Por que que Jesus falou vigiai antes de orai? Porque quando estiver orando, esteja pleno na oração, esteja inteiro na oração, vivendo a oração, sentindo a oração, experimentando a oração, porque o mapa não é o território, as palavras Não são a verdade. A verdade não são as palavras, mas o espaço que existe entre as palavras. A palavra do orador aqui não é a verdade. A verdade é a sua consciência, é seu estado pleno, conectado, onde você vive e experiencia, porque a palavra direciona a sua experiência interior. Se você quiser, a palavra, ela é uma direção, é uma seta e não é a realidade. A realidade é o que você vivencia. Então eu tenho uma proposta. Minha proposta é: vocês topam vivenciar as canções que ainda faltam para eu cantar neste momento? Topam. >> Não ouvi direito. >> Ah, muito bem. Então vamos lá. OK. Tem uma melodia. que eu tocava essa melodia
roposta é: vocês topam vivenciar as canções que ainda faltam para eu cantar neste momento? Topam. >> Não ouvi direito. >> Ah, muito bem. Então vamos lá. OK. Tem uma melodia. que eu tocava essa melodia e só por tocá-la já me emocionava. Eu tinha muita dificuldade de colocar qualquer letra nela. Então, certo dia, sozinho em casa, na penumbra, me vem uma intuição. Vou lá no Evangelho destacar ensinamentos do mestre e colocá-las aqui. Então, se você quiser, no momento que tiver cantando, tente sentir Jesus te abraçando e dizendo silenciosamente através das vibrações espirituais, cada palavra para direcionar as suas emoções e viver e sentir o aqui agora. E Jesus diz assim para nós: "Brilhai a vossa luz. Vós sois deuses. Amai com toda força. Vós sois o sal da terra. Vós sois a luz do mundo. Tomai a vossa cruz o louvor. Sedes pois perfeitos como vosso pai é perfeito. rará. Brilhai a vossa luz. Vós sois deuses. Amai com toda força. Vós sois o sal da terra. Vós sois a luz do mundo. a vossa cruz o sedes pois perfeitos como vosso pai é perfeito. Tudo quanto eu faço vos podeis fazer. E se quiserdes muito mais, muito mais, muito mais. рарае раера. É difícil voltar depois. Quando nós estamos conectados, é isso que acontece. A gente se emociona, a gente vive. E é muito legal isso, porque o que fica em nossas memórias não é o quanto a gente ouve das pessoas, não é o quanto a gente lê, mas o que fica gravado em nós é aquilo que nos emociona. E para isso a gente precisa viver. E aí então a grande pergunta: quem sou eu? E Jesus respondeu: Brilhai a vossa luz. E Jesus respendou, respondeu também, já não foi dito antes, vós sois deuses? Aí eu faço uma pergunta para vocês. Me respondam agora na hora. Filho de peixe, >> filho de Deus, >> deusinho é isso aí. Jesus então lhe afirma: "Vós sois deuses". Aonde está? Quero ver agora em provinha. Provinha. Aonde está escrita as leis de Deus? Exatamente. Tá vendo? Porque tudo já está em nós. Jorge Andreia, um grande escritor espírita, ele criou uma estrutura, uma
á? Quero ver agora em provinha. Provinha. Aonde está escrita as leis de Deus? Exatamente. Tá vendo? Porque tudo já está em nós. Jorge Andreia, um grande escritor espírita, ele criou uma estrutura, uma representação do espírito que eu acho muito interessante, porque no núcleo, vamos recordar lá o abacate da evangelização infantil, né? Para quem já vivenciu isso, o núcleo, a semente do abacate nada mais é do que o espírito puro crístico. A massa, a massa do abacate é o nosso passado arcaico, é o nosso passado de todas as outras vidas, né? E a casca do abacate é o nosso passado da vida atual. Então, e Joana diz o seguinte, que o grande trabalho, a grande missão do espírito é um trabalho de autoencontro, de fora para dentro e para o alto. Olha só, de fora para dentro e para o alto, rumo à essência que somos, que é a essência divina, porque nós já somos bons. Já está na nossa semente a beleza, o amor, a caridade, a doçura. Já está tudo aqui, mas cabe ao nosso esforço essa jornada e às vezes levam muitas vidas, mas o quanto antes nos esforçarmos podemos abreviar isso tudo, não é mesmo? E uma dos mecanismos que o pai maior se utiliza, que a vida se utiliza para que nós possamos tomar o rumo certo desse alto encontro é a dor. Um dia virá, quando nós tivermos mais evoluídos, que nós vamos agradecer a dor. Já imaginou isso? Um dia virá que você vai agradecer a dor de toda a sua alma, de todo o seu coração. Não importa que dor seja. Você está aqui, já parou para pensar. Por que tantas mazelas diferenças entre nós? Se Deus é tão perfeito e sequer jamais errou, como tudo se explica na justiça universal. Quero crer que colhemos o que plantamos nas eras sem fim. que nascemos e vivemos sim e morremos para renascer. Quero crer que a vida além continua sempre a existir. E todos os que se foram vivem felizes perto de nós. Tudo é amor, até mesmo a dor. Tudo faz crescer, moldar a nossa luz. Tudo é amor, até mesmo a dor. Tudo faz crescer, moldar a nossa luz. Amor, amor, amor, amor, amor,
foram vivem felizes perto de nós. Tudo é amor, até mesmo a dor. Tudo faz crescer, moldar a nossa luz. Tudo é amor, até mesmo a dor. Tudo faz crescer, moldar a nossa luz. Amor, amor, amor, amor, amor, amor, amor. Você está aqui, já parou para pensar? Por que tantas mazelas, diferenças entre nós? Se Deus é tão perfeito e sequer jamais errou, como tudo se explica na justiça universal. Quero crer que colhemos o que plantamos nas eras sem fim. Que nascemos e vivemos sim e morremos para renascer. Quero crer que a vida além continua sempre a existir. Que todos os que se foram vivem felizes perto de nós. Tudo é amor, até mesmo a dor. Tudo faz crescer, moldar a nossa luz. Comigo, será que alguém aprendeu? Tudo é amor, até mesmo a dor. Tudo faz crescer, moldar a nossa luz. Cante sentindo, cante alto. Tudo é amor, até mesmo a dor. Tudo faz crescer, moldar a nossa luz. Amor, amor, amor, amor, amor, amor, amor, amor. Eu acho que eu já posso ir embora, né? Viver, experienciar, se conectar com aqui agora, o momento presente, é um momento de libertação. E isso, em outras palavras, chama-se iluminação. Eu tive o cuidado de pegar algumas frases importantes sobre esse tema. E olha só que interessante, o livro Consolador Emanuel diz o seguinte: "A palavra do guia é agradável e amiga, mas o trabalho de iluminação pertence a cada um." O que é iluminar-se? Não é você acreditar que você vai sair daí como se fosse uma lâmpada, né, iluminando o escuro. Mas iluminar-se é trazer consciência a cada coisa, cada pensamento, a cada momento de nossas vidas. Isso é iluminar-se e é um exercício. Vigiai e orai. Vigiai e amai. Vigiai e trabalhai em tudo que tiver fazendo, vigia, observa. Então, o que acontece muitas vezes com o espírita é que ele não está no aqui agora, ele tá sempre pensando no futuro. Então, vou fazer caridade. E quando vai fazer caridade, ele já fica pensando no quê? No bônus horas. É, vou fazer caridade porque vou ter o bônus horas. O bônus horas é aqui e agora. O bônus horas não está lá na frente.
ridade. E quando vai fazer caridade, ele já fica pensando no quê? No bônus horas. É, vou fazer caridade porque vou ter o bônus horas. O bônus horas é aqui e agora. O bônus horas não está lá na frente. O bônus horas está aqui e agora na sinceridade, na autenticidade, na forma genuína com que você faz a caridade de forma desapegada, desprendida, desinteressada. é o desinteresse, é o desapego. Então, se você estiver tocando violão, toque, não esteja em outro lugar. Se estiver cantando, cante. Não esteja em outro lugar. Se estiver fazendo a sua prece, esteja orando, não esteja em outro lugar. Fazendo a palestra. Se tiver fazendo a caridade, dando um colher de sopa na boca de alguém, de uma criança, de uma pessoa idosa, esteja ali sentindo aquela colher entre os seus dedos, sentindo você colocar a colher na boca dessa pessoa, tirar essa colher, esteja ali olhando. Se tiver conversando com alguém, esteja ali, não esteja 5 minutos depois ou 5 minutos antes, olhe nos olhos, ouça, perceba o ser humano e a sua energia ali naquele momento, porque o amor só está no aqui agora. O amor não está em outro lugar. E quando fazemos isso e vem os momentos de provas, de expiações, momentos de dificuldade na vida, em que de repente desperta em nós a descrença, o medo, o temor, você se conecta com o eu divino que é você, que está conectado com todo o universo, que está conectado com o pai, porque Jesus não está lá. Jesus está aqui. Então, precisamos sentir Jesus em nós. Sentir Jesus em nós. Jesus está aqui. Dar as mãos, soltar o som, vibrar, cantar, amar. Viver sorrindo para vida. Ah, sentir raiar a luz dentro do peito, expandindo, dividindo para todas as pessoas. Jesus está dentro de nós. Basta querer buscar, sentir a sua voz. Jesus está dentro de nós. Basta querer buscar, sentir a sua voz tão bela. convida a caridade, a a humildade a Ah! Ah! Eu Jesus! E eu na minha consciência, né, os pés já estão doendo. Muito bem. Então, quando Jesus diz vigia é luz sobre as trevas. Toda vez que tomamos consciência do
a caridade, a a humildade a Ah! Ah! Eu Jesus! E eu na minha consciência, né, os pés já estão doendo. Muito bem. Então, quando Jesus diz vigia é luz sobre as trevas. Toda vez que tomamos consciência do nosso ego, que é o falso eu, porque tanto Gabriel Deline como Leon Deni, eles abordam o eu e o não eu. Porque na criação só existem duas coisas, tirando Deus de lado, né? espírita e matéria, eu e não eu. E o autoencontro se dá por pela descoberta do que não somos. Olha que interessante. Ao descobrir o que é falso o ego, nos caminhamos para a nossa luz interior. Mas primeiro você precisa reconhecer o falso eu. E ele se dá de várias formas. pela vaidade, pelo orgulho, pelo que mais? E isso que você pensou, isso também. Ah, ah, muito bem. Também tudo isso que vocês estão pensando que estão relacionados ao ego, a ganância, por exemplo, não é? Então, quando estamos conscientes do ego acontecendo, o importante é não reprimir o ego, porque toda repressão vem do ego mesmo. Toda repressão vem do próprio ego. É o ego que reprime, é ele que julga, é ele que condena. Toda vez que você reprime a si mesmo, é o ego pegando as portas do fundo. Então, ao invés de reprimir, de julgar ser, acolha, ame, acolha o seu ego com carinho, olhe para o seu ego com ternura e diga: "Tô te vendo bonitão." Ha, você tá aí, né? com carinho. Olhe para o seu ego com carinho e fale com ele: "Estou te vendo". Porque a consciência é luz sobre as trevas. O ego não suporta a presença. O ego dilui na presença. Então tem pequenos detalhes no dia a dia tão interessantes, porque o ego adora disputa, adora ganhar. Não importa o quê, pode ser no palitinho, não importa o tamanho da coisa. E às vezes eu tô saindo com a minha esposa e ou ela tá dirigindo ou eu. Isso só acontece lá em casa, não acontece na casa das outras pessoas não. Aí eu falo assim: "Bem, por que que você não pegou esse caminho de cá?" Eu falo: "Porque". Ela fala: "Não, porque aqui tem menos sinal". É, mas aqui e vai. O ego quer ganhar, ele quer disputar.
s não. Aí eu falo assim: "Bem, por que que você não pegou esse caminho de cá?" Eu falo: "Porque". Ela fala: "Não, porque aqui tem menos sinal". É, mas aqui e vai. O ego quer ganhar, ele quer disputar. Então, alguém tem que sair vencedor, de preferência eu mesmo, né? Então, outra coisa que acontece com o ego, porque o ego ele adora ficar sempre por cima, por isso que ele gosta de ganhar. A morte do ego é ele perder. E quando você percebe o seu ego e você observa ele, tô te vendo, ele dilui sem precisar de repressão, né? E na casa espírita tem uma forma que o ego se manifesta que é muito peculiar. Sabe o que que é? Alguém conseguiu ler meus lábios? Ó, entendeu? Fofoca. uma das formas do ego se manifestar, porque ele tem uma ficção, uma ficção de grandiosidade. Ele adora a fantasia de ser maior. Então, através da fofoca, ele se manifesta e fala assim: "Você viu? Pronto, já despertou no outro". Quando fala o outro, fala assim: "Não vi". Então, aí, pronto, tô num patamar acima. Eu sei e você não sabe. É o ego. Só de você ver ele. Então, às vezes quando acontece isso e vai acontecer, você sabe disso, né? A fofoca vai acontecer. Então, ao invés de você reprimir e falar assim: "Nossa, leu de novo fofocando". Você olha pras para aquele eg e fala assim: "Tô te vendo bonitão. Você tá aí, né? Colhe com amor, com carinho, acolha o seu ego. Porque quando você começar a fazer acolhimento com o seu ego e amá-lo com carinho, você vai fazer com o ego de todas as pessoas, porque o seu ego, ele só fica injuriado quando ele vê o ego outro. Tá vendo? Olha a vaidade ali. Tá vendo? Olha, apontando o dedo, né? É o seu ego que tá vendo a vaidade no outro. É o seu ego que tá vendo o orgulho no outro. O ego adora ver o ego do outro. Então, quando você começa com esse espelhamento, essa projeção, observe ela com amor e carinho. Olhe para o seu ego, com respeito e diou te vendo só de você falar isso, ele fala assim: "Tá bom, tá bom, tá bom, tá bom". Às vezes me pergunto, Maurício, quem tem mais ego? Uma pessoa que canta num
. Olhe para o seu ego, com respeito e diou te vendo só de você falar isso, ele fala assim: "Tá bom, tá bom, tá bom, tá bom". Às vezes me pergunto, Maurício, quem tem mais ego? Uma pessoa que canta num centro espírita bem simples, chão batido, né? Eh, cadeirinhas de madeira ou uma pessoa que canta para centenas ou milhares de pessoas. Quem tem mais ego? Que que vocês acham? Quem será que tem mais ego? Hum. Não sei. Pode ser que aquele que esteja lá na cadeirinha, no chão batido, queira ouvir o quê das pessoas? Nossa, como você é simples. Ah, como você é humilde, não é? E pode ser que aquela pessoa que esteja cantando para centenas ou milhares de pessoas, ela esteja no aqui agora vivendo cada palavra. sentindo o que está fazendo sem se preocupar com a reação dos outros, porque o ego adora se ver pelo olhar dos outros. A maioria das coisas que fazemos na vida é para sermos aceitos, respeitados, vistos, reconhecidos, admirados, aplaudidos e muitas vezes estamos dormindo com relação a essas reações. Então, a grande proposta do Cristo, da espiritualidade forçada por Joana de Angeles é autopercepção, o autoencontro, um caminho de fora para dentro, como se fosse uma cebola. Você vai superando a materialidade pouco a pouco, não é? Então essa outra canção agora, ela vem nos mostrar a luz que somos. Teve um dia que eu tava tão concentrado nisso, né? Imaginando a minha luz, eu pensei assim: "Cara, essa luz é muito poderosa e eu não tenho noção. E nós tentamos através das nossas palavras que são tão pífias, porque as palavras não conseguem representar a verdade." Você pode ver, você pode ouvir, você pode ver, ler milhões de livros sobre o amor, mas nada supera um segundo de um amor genuíno. Nós temos uma luz e precisamos nos direcionar a essa energia. E o que me veio em mente foi o seguinte, cara. Todos nós somos uma energia nuclear e que precisamos despertar essa energia através da consciência e da prática do bem no aqui e agora. Há em mim, em você, um universo infinito para viver.
inte, cara. Todos nós somos uma energia nuclear e que precisamos despertar essa energia através da consciência e da prática do bem no aqui e agora. Há em mim, em você, um universo infinito para viver. Um gigante esquecido, adormecido, querendo despertar. Força que vem de dentro de ti. Força que vem de dentro de nós. Uma bomba luz nuclear capaz de detonar. Uh uh uh. E é h a em mim, em você, um universo infinito para viver. Um gigante esquecido, adormecido, querendo despertar. Força que vem de dentro de ti. Força que vem de dentro de nós. Uma bomba luz nuclear capaz de detonar, de superar o medo e a culpa. Todo abismo da ilusão, por essência criadora, libertadora, que dá força o meu querer. Força que vem de dentro de ti. Força que vem de dentro de nós. Uma bomba luz nuclear. Rapaz comigo. Força que vem de dentro de ti. Força que vem de dentro de nós. Uma bomba luz nuclear. Rapaz, só isso comigo. Força que vem de dentro de ti. Força que vem de dentro de nós. Uma bomba luz nuclear capaz. De novo comigo. Força que vem de dentro de ti. Força que vem de dentro de nós. Uma bomba luz nuclear. Rapaz, você quer exercitar agora essa questão de você estar consciente do seu ego? Lembra que eu falei que o ego adora se ver pelos olhos dos outros? Então, esquece essa pessoa que tá aí do seu lado e solta a voz. Ahã. Pensa que você tá lá no chuveiro, não tem ninguém perto, porque o que vale é o coração, não é a sua afinação. Que vale é a sua emoção e seu sentimento. Topa? Vamos comigo. Vamos lá então de novo. Força que vem de dentro de ti. Força que vem de dentro de nós. Uma bomba luz nuclear capaz. Tá ficando bom. É isso aí. De novo. Força dentro de ti. >> Força que dentro de nós. >> Uma bomba luz. Muito bem. Mais forte. Agora vamos trincar aqui essas luzes. Vamos. Vamos trincar com toda a energia. Vamos lá comigo, hein? 1 2 3. Força que vem de dentro. Força que vem de dentro de bonito. Força, luz nuclear capaz. Muito bem. Agora mais baixinho. Vai. Força que vem de dentro de ti. Força que vem de dentro
á comigo, hein? 1 2 3. Força que vem de dentro. Força que vem de dentro de bonito. Força, luz nuclear capaz. Muito bem. Agora mais baixinho. Vai. Força que vem de dentro de ti. Força que vem de dentro de nós. Uma bomba luz nuclear rapaz. Mais baixinho, mais baixinho. Força que vem de dentro de ti. Força que vem de dentro de nós. Uma bomba luz nuclear, rapaz. Mais baixinho ainda. Mais baixinho. Vai. Força que vem de dentro de ti. Força que vem de dentro de nós. Uma bomba luz nuclear capaz. Só com pensamento. Agora vai. de detonar. Oh, temos um couro aqui. Já podemos contratar esse coral pro próximo evento, né? Vocês topam. Maravilha. Muito bem. Bom, como eu estava dizendo a vocês, Jesus nos deu tantos ensinamentos sobre como lidar com o ego. E um deles é tão bonito, é tão lindo. E Jesus vem e diz: "Vinde a minhas criancinhas e não as empeçais. Por que será? As crianças elas ainda não têm o ego estruturado. Então eu tenho três filhas, Melina, Mariá e Maitê. Lá em casa é assim, Maurício, minha esposa Merissa, Melina, Mariá e Maitê lá é M5, mas esqueci da Moana que é cachorrinha. Chitson. Ah, não pode esquecer da Moana. Então lá é M6, né? E passei com as meninas praticamente, né, quando eram bebês, pelos mesmos processos, né? A gente sabe como é que é. Quando eram muito novinhas, estavam no colo, às vezes estava aquele choro ardido, sabe? Aquele choro ardido e as lágrimas caindo e o queixinho tremendo. E de repente você levava uma delas para o jardim. E aí de repente encontrava uma borboleta e apontava a borboleta. Ela olhava pra borboleta. Ah, a borboleta vermelhinha, com lágrimas nos olhos, a chave fez assim, p, mudou a energia, mudou o foco, desapegou do momento anterior. Nós adultos temos muito, muita dificuldade do desapego, porque nós temos o passado psicológico. Se a pessoa fez alguma coisa comigo, eu fico ali e não para de pensar. sabe? Tá lá lavando os pratos e pensamento lá no outro. Não é assim. Tá lavando os prato, tá pensando ou no futuro, na ansiedade do que vem ou no passado, remoendo
o, eu fico ali e não para de pensar. sabe? Tá lá lavando os pratos e pensamento lá no outro. Não é assim. Tá lavando os prato, tá pensando ou no futuro, na ansiedade do que vem ou no passado, remoendo alguma coisa. Então, temos que exercitar o desapego. Para exercitar o desapego, estamos que estar presentes, como Jesus diz, vigia, observa. Esteja consciente dos seus pensamentos, dos seus sentimentos. Agora, como está o seu pensamento e como está o seu sentimento? Será que tem pessoas ao seu redor que você ainda sente um sentimento de mágoa? Observe essa mágoa, vá de encontro a ela. Se você tem qualquer dor, vá de encontro a dor. A dor serve para no despertar. Mas não venha com aquela historinha, da onde será que vem isso? Será que isso é do passado? Será que isso da encarnação passada? Não crie histórias, apenas sinta. Uma coisa que eu costumo fazer é o seguinte. Às vezes quando tô com aquela dorzinha no peito que eu não sei da onde vem, eu vou pro quarto, fecho a porta, deito e eu vou de encontro essa dorzinha no peito e vou sentir ela. Só sentir, sem raciocinar, sem pensar em nada. Eu quero sentir essa dor. Adivinha o que acontece? Muitas vezes a dor dilui, a dor passa, porque a dor ela está ali por algum motivo. E não é você entrar com a razão, com córtex pré-frontal, dor lateral, seja lá o que for, para querer entender aquilo, mas sim sentir a sua emoção profundamente e vivenciar isso, porque se ela está ali, não é por acaso. E assim também para qualquer outro momento de alegria, vigia, porque tudo que faz parte da nossa consciência divina, aquilo se dilata, se expande. Vou tocar uma canção. Deixa eu ver como é que tá o tempo aqui, né? Porque logo de mim, depois de mim, adivinha quem vem, pessoal? Quem sabe quem vem depois de mim? O Aroldo, né? E aí pensa, imagina o Maurício Keller comendo a parte da, né, da palestra do Haroldo não dá, né? Mas eu vou contar uma história que eu contei hoje pro Haroldo. Eu vou contar essa história. Eu vou contar essa história. A história é a seguinte.
ndo a parte da, né, da palestra do Haroldo não dá, né? Mas eu vou contar uma história que eu contei hoje pro Haroldo. Eu vou contar essa história. Eu vou contar essa história. A história é a seguinte. Estava eu lá no porque eh, para quem não sabe, eu sou de Goiânia, faço parte do gangupo Arte Nascente e sempre estou, né, como atualmente estou como coordenador da área de arte. e também faço parte da coordenação da área de arte da FEB, da Federação Espírita Brasileira, e estou atualmente como diretor da região centro na área de arte e sempre trabalhando, né? E teve um congresso que eu estava no estande do Gan e aí alguém chega para mim e fala assim: "Ó, o Aroldo quer falar com você". O Aroldo fala: "É, é porque na verdade ele vai entrar agora, vai fazer uma palestra, ele quer que você cante alguma coisa lá". Mas é longe, gente, o negócio. E eu saí correndo esbaforido. Cheguei lá, ele tava no camarim. E então cheguei, Aroldo, o que que é? É o seguinte, nós vamos fazer um louvor aqui. É, eu também fiquei assim impactado. Como assim um louvor? É, vamos abstrair. Vamos abstrair. Não é louvor de igreja, não é, né? Não é ser evangélico, mas vamos mexer com as emoções das pessoas. Ele falou para mim: "Você tá vendo lá a plateia no Teatro Rio Vermelho, todo mundo sentado só ouvindo as pessoas, mas não acessando o coração, as emoções, o sentimento?" Eu falei: "É verdade." Então você vai me dar duas canções para que você venha lá do fundo do palco cantando, depois você sobe e vamos mexer com o coração da plateia. Eu falei, eu não estou fazer isso não. Vai fazer, vai dar certo. Ele é sempre otimista, né? Eu falei: "Tá, vamos lá". Então ele falou, eh, eu falei: "Ó, uma das canções é Nova Luz". Pronto, Nova Luz. E aí, então foi que eu fiz. Cantei Nova Luz pra Plateia. E eu gostaria de fazer o mesmo aqui. Posso cantar para vocês? Ah, tá bom. Essa canção tem uma história muito bonita, porque eu ainda era jovem, eu tinha meus 20 anos de idade e também na cidade de Franca havia um médium, né, um
smo aqui. Posso cantar para vocês? Ah, tá bom. Essa canção tem uma história muito bonita, porque eu ainda era jovem, eu tinha meus 20 anos de idade e também na cidade de Franca havia um médium, né, um amigo que ele era muito conhecido, é como se fosse Chico Xavier de Franca, que era o Zé Paulo, conterrâneo de Chico, trabalhavam juntos. E aí toda vez que a gente ia em Franca tinha que visitar Zé Paulo, porque seria mais ou menos como você ir em Uberl em Uberaba e não visitar Chico. E a gente ia conversar com ele e ficava aquela galera toda num bairro afastado, uma casinha simples e humilde, conversando com ele. E ele era daqueles médium que eu via, via, enfim, tinha tudo, né? E a gente foi conversar e lá no meio da conversa ele falou assim assim: "Maurício, vem aqui". Ele me levou até a cozinha dele. Uma cozinha simples, uma mesinha de madeira em cima, uma caixinha de sapato com várias mensagens espíritas. Olha o tempo, né? Lembra dos momentos de mensagem espírita que a gente pegava, aquelas mensagens, saía distribuindo? Então ele foi lá, mexeu e pegou uma. Faz um favor, coloque uma canção nessa mensagem de Meimei, porque irá consolar milhares de espíritos. Então essa canção foi uma canção em parceria com Mei. Imagina, né? Eu tava até brincando aqui nos tava até brincando aqui, né? Eu sou ousado. Primeiro faz parceria com Jesus, ele é o letrista, depois faz com Mei. Não sei se se tiverem, né? Se quiserem cobrar direitos autorais, não vai ter encarnação que pague, né? Então essa mensagem meia, ela é linda, chama-se Confia Sempre. É claro que eu adaptei pra melodia da canção e essa canção é assim. E eu gostaria muito que vocês vivenciassem, experimentassem essa canção, essa melodia no aqui e agora, para que possamos levar essa energia para o mundo. E é assim. Não percas a tua fé. Entre as sombras do mundo, o teu lar, o teu lar, mesmo que sangrem os teus pés. Segue sempre em frente, erguendo-te feito sol. Crê e trabalha sempre no bem, confiante em ti mesmo e em Deus.
a tua fé. Entre as sombras do mundo, o teu lar, o teu lar, mesmo que sangrem os teus pés. Segue sempre em frente, erguendo-te feito sol. Crê e trabalha sempre no bem, confiante em ti mesmo e em Deus. E em Deus. Tudo passa, tudo se renova, mas o que vem dos céus permanecerá, durará. É nova luz, vem de Jesus Cristo. Todo o amor é nova luz. Vem de Jesus Cristo. Todo amor é nova luz. Vem de Jesus Cristo. Todo o amor é nova luz. Vem de Jesus Cristo todo amor. O infortúnio, maior é prosseguir, vivendo a privação da fé, sem perceber a luz. e se irradia de cada um de nós. Eleva, pois teu olhar e caminha. Luta e serve. Aprende, adianta ti. Brilha a alvorada além da noite. Ergue tuas asas rumo ao céu. Azul é nova luz. Vem de Jesus Cristo. Todo o amor é nova luz. Vem de Jesus Cristo. Todo amor é nova luz. Vem de Jesus. Amor é nova luz. Vem de Jesus Cristo, todo amor. Muito obrigado. Pingos, joelhos ao chão. Lava a presos pescadores de ilusão que divisam esses olhos límpidos. Bom, pessoal, agradecer esse momento muito lindo do Maurício. E agora, eh, a gente vai seguir, apesar da gente ter muito tempo ainda de nono congresso espírito de Uberlândia, vocês sabem o que que é spoiler? Spoiler é quando a gente dá aquele gostinho. Então, a gente já vai dar o gostinho da 10ª edição do Céu no ano que vem. E para falar sobre isso, a gente vai convidar Rubens e Divina para poder falar um pouquinho dessa edição de número 10 do céu. Pronto. Para não ter problema com o microfone é dois. Então, gente, eh, tá muito bonito, tá muito bom. é desafiador sempre, mas tudo isso que a gente faz, a gente não faz para nós. Eu costumo dizer que a gente é um instrumento de Deus, materializando tudo isso que vocês estão tão vendo aqui. Então, a gente vai fazer o seguinte, né? A gente correu, trabalhou e preparou mais uma edição do congresso, né, Divino? É verdade. E a gente chorou muito, sabe? Foram muitas noites sem dormir, muito tempo se pensando, preparando, né? E eu sou eu sou engraçada. Graças a Deus tem alguns sentados
do congresso, né, Divino? É verdade. E a gente chorou muito, sabe? Foram muitas noites sem dormir, muito tempo se pensando, preparando, né? E eu sou eu sou engraçada. Graças a Deus tem alguns sentados coordenadores ali de pé. Eles estão do nosso lado, firmes e fortes. Mas às vezes eu deito lá, né? Aí eu começo a pegar no sono. Aí de repente vem assim, faz isso. Eu acordo, vou lá, anoto. Onde eu perdi o sono, era 2 horas da manhã. Falei: "Rubens, Rubens, Divina, vai dormir, né? 2 horas, eu tenho que levantar agora mesmo. Eu falei: "Rubens, eu tive esse essa e essa ideia, anota aí, vamos voltar a dormir. Não consegui dormir." E aí de repente eu olhei, ele já tinha ido para fazer a prece. E aí vai tendo as inspirações e a gente, graças a Deus, tem muita gente por detrás do nosso lado que agarrou firme e forte, entendeu o propósito, porque é importante, não é entender o propósito disso aqui. Porque se você não entender o propósito, você não vai entender nada do que tá acontecendo. E quando a gente vê esse público gigantesco aqui, ó, assentados para participar deste movimento do Congresso Espírita de Uberlândia, é uma honra, né, Rubens? >> E é interessante que a gente a gente tá completando 17 anos e a gente vai lançar hoje é a proposta pros 18 anos. Vamos descendo. Mas eu vou falando que eu quero assistir também porque eu já me emocionei porque eu assisti uma pré, eu quase chorei, tinha alguns defeas coisinhas que precisava arrumar e o Henrique já arrumou pra gente, trabalhou muito bem, mas anotem esse endereço, é congressespirrita.com.br. congressespirita.com.br. Nós teremos um lote especial sendo lançado hoje a partir das 22 horas. Por quê? para dar tempo de todo mundo que tá aqui poder tentar se inscrever, porque se eu falasse e abrisse agora, quem tá aí na internet já corria lá, né? Aí para ser justo, nós vamos nós vamos liberar esse primeiro lote a partir das 22 horas, mas eu convido vocês pra gente assistir esse vídeo e muito obrigado pela presença. Quando a luz nasce, ela não precisa
ser justo, nós vamos nós vamos liberar esse primeiro lote a partir das 22 horas, mas eu convido vocês pra gente assistir esse vídeo e muito obrigado pela presença. Quando a luz nasce, ela não precisa lutar contra a escuridão. Ela simplesmente ilumina. Assim é o amor de Jesus, uma luz que transforma tudo ao seu redor. Meus discípulos serão reconhecidos. por muito se amarem. Palavras que atravessam séculos e continuam chamando cada um de nós. Haverá um só rebanho, um só pastor. No mundo em que ainda surgem divisões, dores e incertezas, o Cristo nos devolve o rumo. Ele é o amor que acolhe, que une, que cura. A fraternidade é a norma sublime do Evangelho. É lei divina que clareia os caminhos humanos. é o amor e a presença de Deus entre nós. A fraternidade será a base da nova era. Por isso, em 2027 não será apenas um encontro, será um reencontro com Cristo, com a esperança, com a fraternidade, com a nossa missão espiritual. 10º Congresso Espírita de Uberlândia. A fraternidade em Jesus. Um só rebanho, um só pastor. Dias 29, 30 e 31 de janeiro de 2027 no Center Convention em Uberlândia. Dias para sentir profundamente, dias para aprender e dias para amar mais. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. >> Venha caminhar conosco na luz do Cristo. Venha viver a fraternidade que nos reconduz ao coração de Jesus. Informações e inscrições. Acesse www.congressosespespírita.com.br. Esperamos você. bem. >> Olha, pessoal, aproveitem, hein? São apenas 500 inscrições. E outra coisa, tem uma pessoa que vai est ali no final entregando para vocês um cartãozinho do nosso 10o céu. Contamos com todos vocês aqui conosco, tá? Beijos. Gostaram do tema do ano que vem? Bom, eh lembrando que amanhã ainda vai rolar mais uma surpresa, mas essa a gente deixa para amanhã. E agora a gente convida o Aroldo Dutra Dias paraa última palestra desse sábado. A Web Rádio Fraternidade apresenta Aroldo Dutra Dias, no nono Congresso Espírita de Uberlândia, com apresentação do tema Jesus, sol da eternidade, o amor que
a Dias paraa última palestra desse sábado. A Web Rádio Fraternidade apresenta Aroldo Dutra Dias, no nono Congresso Espírita de Uberlândia, com apresentação do tema Jesus, sol da eternidade, o amor que liberta e conduz. Minha tá bonito, tá bonita a vista daqui. Tá maravilhoso. É um trabalho de amor. e deles, desse casal e um trabalho de amor de vocês todos que estão aqui. Eu gostaria de dedicar essa palestra a todos os expositores espíitas que estão participando desse evento, que já passaram por aqui e que vão passar ainda. E eu vou eleger um deles, que é o Simão Pedro, para representar esse amigo do meu coração e tantos outros que estão aqui, né? É difícil falar de Jesus porque dá-nos uma impressão inicial de que temos a mesma estatura que ele, o mesmo tamanho que ele, mas o Cristo é imensamente maior em amor, em sabedoria e em experiência. evolutiva. Por isso, toda vez que abordamos a figura do Cristo, nós somos como um singelo pescador que lança as redes sobre as águas na esperança de colher alguns peixes. Toda vez que nós abordamos a figura do Cristo, o que captamos, na verdade são aspectos da sua grandiosa figura que nós podemos captar. talvez aspectos com os quais nós estejamos em maior sintonia, aspectos da personalidade do Cristo que nos tocam mais diretamente, mas não ele por completo. Então, logo eu percebi, ao receber o tema, deveria falar como o centurião de Cafanaum: "Senhor, eu não sou digno que entreis na minha morada, mas dizem uma só palavra. Não cabe a figura do Cristo na minha compreensão. Então, achei por bem falar não da grandiosidade que eu não consigo acessar do Cristo, mas falar da nossa compreensão do Cristo. A compreensão que temos do Cristo é relevante, porque você se relaciona na medida direta da compreensão que você tem da pessoa com a qual está se relacionando. A sua compreensão sobre o outro determina a qualidade e a intensidade da relação que você terá com essa pessoa. Portanto, é importante trabalharmos a nossa compreensão do Cristo para que a
lacionando. A sua compreensão sobre o outro determina a qualidade e a intensidade da relação que você terá com essa pessoa. Portanto, é importante trabalharmos a nossa compreensão do Cristo para que a nossa relação com ele seja mais intensa e de maior qualidade. E para falar da nossa compreensão do Cristo, eu escolhi o caminho da história, as compreensões que já tivemos do Cristo. para encerrar essa reflexão com a proposta que a doutrina espírita faz a cada coração no sentido de ressignificar, de ampliar a compreensão que cada um de nós tem e teve do Cristo. Esse é o percurso. e decidi começar por uma história singela, porque não poderia deixar de lado nesse percurso histórico as revelações, a primeira revelação, a segunda revelação e a terceira revelação. Nós vamos começar na primeira e terminar na terceira, como tem que ser. Era rei em Israel. Davi, Davi. Davi é rei. Davi é general, mas Davi é salmista. Davi é cantor, Davi é letrista. Você deveria convidá-lo para uma parceria. A maior parte dos salmos ele compôs e inspirou ou encomendou. dos salmos sobraram as letras e temos que fazer um esforço para lembrar das melodias. Letras importantes porque retratam uma compreensão, uma compreensão de Deus, da vida e das pessoas, daqueles indivíduos. que participavam da implementação da primeira revelação. E digo isso para mostrar a estatura de Davi. Neste dia, Davi, num dia chuvoso, Davi estava no seu palácio e ele olha pra arca da aliança, o símbolo, a metáfora da primeira revelação. Porque segundo a tradição judaica, na arca estariam as duas pedras que resumem a lei, conhecidas por nós por 10 testamentos. Os 10 mandamentos, desculpem, os 10 mandamentos. Cinco mandamentos numa pedra, cinco emoutra, mais a vara de Arão e a arca coberta pelos dois querubins com suas asas, simbolizando que não se chega angelitude sem o cumprimento da lei de justiça, amor e caridade. Ele olha pra arca e diz: "Não é justo que o rei more melhor que a arca. Não é justo que o rei more melhor do que
zando que não se chega angelitude sem o cumprimento da lei de justiça, amor e caridade. Ele olha pra arca e diz: "Não é justo que o rei more melhor que a arca. Não é justo que o rei more melhor do que a arca. Preciso construir um templo para abrigar a arca." E ele chama o profeta Natã. Esse profeta é danado. Mas ele seduziu Natã. No primeiro momento, Natã, que ideia brilhante, meu rei. Um templo suntuoso, um templo imperial para brigar a arca. Tô emocionado. E sai na linguagem metafórica da Bíblia hebraica. Deus inspira e conversa com Natã num puxão de orelha. Não diga a Davi, meu servo, que a terra é o apoio dos meus pés. Eu tô aqui fazendo uma paráfrase para não ficar citando o texto no original. Uma paráfrase. A terra é o apoio dos meus pés e Deus não habita em templos feitos por mãos humanas. Diga, meu servo Davi, que eu vou construir meu próprio templo e meu templo será meu filho. Da raiz de Jessé, descendência de Davi, meu servo. Natã chegou. E o Davi, Natã, e aí trouxe a planta? falou: "Meu rei, não é o Roberto, não, o Davi, meu rei, você não pode construir o templo". E repetiu isso. A primeira compreensão de Jesus foi essa expressa por Davi. Davi pensou: "Será meu filho? Meu filho da raiz de Jessé. Jessé é meu pai, é meu ancestral. Um filho que será um tempo. Descendência do meu servo Davi é meu filho. Qual a primeira expectativa? A primeira expectativa, Jesus é Salomão, próspero, o homem mais rico, sábio, o mais sábio, rico, sábio. Davi passou longe. Passou longe. Passou longe porque a descendência não seria tão próxima assim. E o Cristo, contrariando as expectativas, nasce numa manjedoura, discute apenas uma vez com os doutores da lei e depois não se envolveu mais, nem montando escolas filosóficas, nem participando de debates infindáveis. sobre a lei. Por quê? Porque ele era e deveria ser o exemplo vivo de que a lei divina está na consciência, de que quando Deus brilha em nós e mora em nós, nós somos o templo. Volve ao teu templo interno e abandonado, a mais alta de todas as
everia ser o exemplo vivo de que a lei divina está na consciência, de que quando Deus brilha em nós e mora em nós, nós somos o templo. Volve ao teu templo interno e abandonado, a mais alta de todas as capelas. Ouve o teu coração em cada prece. Deus responde em ti mesmo e te esclarece. Compreenderás então a dor que te domina sob a linguagem pura e peregrina da voz de Deus em luz de redenção. Nós somos a capela, nós somos o templo. E Jesus era o modelo do templo construído, do templo perfeito, do ser no qual Deus mora, das mãos pelas quais Deus age, do coração pelo qual Deus socorre, sente e tem compaixão, da boca que fala o que Deus quer dizer, e da atitude de quem quer apenas amparar e nunca apedrejar. falhou Davi na sua perspectiva. Então veio Isaías 600, 700 anos antes de Cristo. Isaías viu uma fresta de luz. Isaías viu o que todos temiam. Porque a expectativa, já que ele não fora Salomão, já que Jesus não era Salomão, a expectativa agora é de que ele seria um general com amplos poderes bélicos para se engajar pela força e pela violência. num projeto político de libertação do povo hebreu. Alguém disposto a matar em nome de Deus é atrativo. Atrai milhões de corações até hoje. É sedutor. É sedutor. Muitos ainda enxergam Jesus como um símbolo de poder que massacra, mata e submete. Mas Isaías desvisou uma fresta de luz e descreve um Messias que sofre. O Messias que enverga, porque suporta o peso da nossa ignorância e da nossa maldade e das nossas faltas. Não agradou. Esse trecho da profecia foi esquecido, escondido, desprezado. E então vem o Messias, vem Jesus e ele começa a circular entre os discípulos, apóstolos e sofredores. Sofredores em todos os lugares. Os que sofriam nos palácios e os que sofriam nas choupanas, os que sofriam em todos os lugares, os que sofriam em todas as posições. que jamais desprezava os que estavam alegres, porque também convocava os que estavam alegres para transmitir sua alegria aos que estavam chorando e prometia felicidade aos que estavam
das as posições. que jamais desprezava os que estavam alegres, porque também convocava os que estavam alegres para transmitir sua alegria aos que estavam chorando e prometia felicidade aos que estavam sofrendo. tanto por lidar com uma mentalidade espiritual ainda infantilizada, como se dá hoje com a maioria dos encarnados da Terra, ele precisava produzir sinais que fossem capazes de convencer da força do seu ser. Então ele anda sobre as águas, ele cura leprosos, ele multiplica pães, ele faz tantos sinais, ele fez tantos sinais que os apóstolos acreditaram que ele se resumia a sinais. E então, quando ele é preso, o que os apóstolos esperam? Um sinal. Um sinal em que ele agora vai libertar a si mesmo. Ele que libertou tantos, ele que curou tantos, ele que salvou tantos. Agora, com muito mais propriedade, usaria do seu poder para salvar a si mesmo. Mas ele não fez. E do momento da prisão até a crucificação, nós assistimos a um Jesus que silencia. Toda vez que se tratava dos interesses do outro, ele sempre ergueu a voz. Quando se tratava do interesse dele, ele silencia. Não se defende, não salva a si mesmo, não cura suas feridas. Não cura suas feridas. e prefere suportar a nossa antiga e milenar violência vestida de fé. Porque, infelizmente, os encarnados mais violentos do planeta são os religiosos. E ele suporta a ignorância, a maldade, a violência, a truculência, o orgulho em silêncio e passa pela cruz, porque de uma tarefa de mais de 3 anos, a cruz só durou 3 dias. E mesmo ela tendo durado a crise da cruz, mesmo a crise da cruz tendo durado apenas 3 dias num trabalho de mais de 3 anos, o símbolo que nós escolhemos para representá-lo é ele crucificado. Não é a manjedoura, não é ele caminhando sobre as águas, não é ele curando, é ele crucificado. E não é ele depois da cruz, porque depois da cruz ele procura os apóstolos, entra na casa todos os apóstolos que gostariam que ele tivesse dado uma demonstração de general ou de brigadeiro. Todos que esperavam isso, ele entra sem
orque depois da cruz ele procura os apóstolos, entra na casa todos os apóstolos que gostariam que ele tivesse dado uma demonstração de general ou de brigadeiro. Todos que esperavam isso, ele entra sem nenhum ressentimento encontra os mesmos apóstolos que por fragilidade o abandonaram e diz: "A paz seja convosco." E logo depois da cruz, o que nós temos? um domingo ensolarado e ele se encontrando por primeira vez com Maria de Magdala. Portanto, o evangelho começa numa noite estrelada, numa estrela incomum Belém e termina com domingo ensolarado. Mas o símbolo que nós escolhemos para representar esse evangelho não é nem a noite estrelada, nem o domingo ensolarado. É ele pregado na cruz. E então começam as discussões em Israel, não mais agora sobre a atuação dele, sobre quem ele é. Quem é ele? O que ele representa? Ele traz algum perigo? Ele representa alguma solução de continuidade? Por quê? Porque agora, contrariamente a determinação divina, contrariamente à profecia de Natã, teimosamente, como de costume, o templo foi construído e grande e construção grande do jeito que encarnado gosta. do jeitinho que encarnado gosta. Gigante. Uma palavra resume o templo de Jerusalém. Poder. Poder. Então agora a discussão não é mais já matamos ele. A discussão agora é o que ele representa. Quem é Jesus? Agora eu vou ter que pedir ajuda aos universitários. E nós temos, está em Atos dos Apóstolos, mas tá descrito pela mediunidade de Francisco Cândido Xavier no livro Paulo Estevo, de uma forma magnífica, que eu peço licença para ler. O primeiro debate sobre quem é Jesus, o que ele representa, o que ele representa? Qual a compreensão devemos ter dele? E é Estevão. Quem vai dizer: "Amigo, bem se dizia que o Mestre chegaria ao mundo para confusão de muitos em Israel. Toda a história edificante do nosso povo é um documento da revelação de Deus. No entanto, não vedes nos efeitos maravilhosos com que a providência guiou as tribos hebreias no passado, a manifestação do carinho extremo de um pai desejoso de
o é um documento da revelação de Deus. No entanto, não vedes nos efeitos maravilhosos com que a providência guiou as tribos hebreias no passado, a manifestação do carinho extremo de um pai desejoso de construir o futuro espiritual de crianças queridas do seu coração. Que que você dá pra criança? Mamadeiro. Que que você dá pra criancinha? Berço. Que que você dá pra criancinha? De vez em quando? bala, bombom, docinho, afago, assim que a gente faz com a criança. Então, todas as bênçãos, todas as dádivas, todos os afagos feitos a Israel e descritos no Velho Testamento são afagos dados a crianças espirituais. Com o correr do tempo, observamos que a mentalidade infantil enseja mais vastos princípios educativos. O que ontem era carinho é hoje energia oriunda das grandes expressões amorosas da alma. Energia oriunda das grandes expressões amorosas da alma. É quando você tem que segurar o filho para dar injeção. É quando você tem que tirar ele debaixo do edredon numa noite, num dia que amanheceu frio e chuvoso para ele ir pra escola. Aí não é afago, aí é energia oriunda das grandes expressões amorosas da alma. O que ontem era bonança e verdor para nutrição da sublime esperança, hoje pode ser tempestade para dar segurança e resistência. Tempestade para dar segurança e resistência. Antigamente éramos meninos até no trato com a revelação. Agora, porém, os varões e as mulheres de Israel atingiram a condição de adultos no conhecimento. O filho de Deus, o filho, esse é o filho, ele é o templo. O filho de Deus trouxe a luz da verdade aos homens, ensinando-lhes a misteriosa beleza da vida com seu engrandecimento pela renúncia. É aqui que o pai de família deixa de comprar coisas para ele porque tem que pagar a educação dos filhos. É aqui que a mãe come menos porque tem que deixar pros meninos. É aqui que o casal dorme menos porque tem que velar os filhos que estão doentinhos. Se você é adulto e tá hoje no nono céu, se você já tá no céu, você já devia agradecer. No céu já é maravilhoso, porque na Bíblia
casal dorme menos porque tem que velar os filhos que estão doentinhos. Se você é adulto e tá hoje no nono céu, se você já tá no céu, você já devia agradecer. No céu já é maravilhoso, porque na Bíblia Hebraica só tem sete céus. Você tá no céu, mas por você tá aqui hoje, sua mãe teve que lhe dar sangue transmutado em leite materno. Teve que dar horas e horas em vigília. muita renúncia, mas não renúncia de quem tá com a cara fechada, renúncia de quem faria tudo de novo. Renúncia de quem voltaria no tempo e repetiria tudo de novo. Sua glória resumiu-se em amar-nos como Deus nos ama. Sua glória resumiu-se em amar-nos como Deus nos ama. Amar sem ser retribuído. Amar sem ser reconhecido. Acaso poderíamos aguardar um Salvador de acordo com os nossos propósitos inferiores? Mas não é o que a gente aguarda até hoje? Não é o que esperamos de Jesus? que ele seja um provedor de prosperidade e de sucesso, especialmente material, ou que a cruz seja um amuleto para afastar todos os males da nossa casa e de preferência que esses males vá paraa casa do vizinho. Os profetas afirmavam que as estradas de Deus podem não ser os caminhos que desejamos. As estradas de Deus podem não ser os caminhos que desejamos. Como dizia Oscar Wild, se você quiser destruir uma pessoa, dê a ela tudo o que ela deseja. Que dizermos de um Messias que empunhasse o cetro do mundo, disputando com os príncipes da iniquidade um galardão de triunfos sanguinolentos, sangrentos. Porventura, a Terra já não estará farta de batalhas e cadáveres. Parece que não. Parece que não. Tem muita gente ainda querendo ver sangue em nome de Deus. Perguntemos a um general romano quanto lhe custou o domínio da aldeia mais obscura. Consultemos a lista negra dos triunfadores. Segundo as nossas ideias errôneas da vida. Israel jamais poderia esperar um Messias a exibir-se num carro de glórias magnificentes do plano material, suscetivo de tombar no primeiro resvaladouro do caminho. A cena é forte. Um carro suntuoso de um general, um carro que tropeça numa pedra, cai o
e num carro de glórias magnificentes do plano material, suscetivo de tombar no primeiro resvaladouro do caminho. A cena é forte. Um carro suntuoso de um general, um carro que tropeça numa pedra, cai o carro e cai o general. Tá bom. Vou usar uma metáfora melhor, um Air Force One que cai, que cai. Eu vou usar uma metáfora mais realista. O homem ou a mulher mais poderosa do mundo que chega o dia do velório dele. Vocês já viram como é que é bonito o velório de pessoas poderosas? Você quer? Quer? Converso com o Rubes e com a Divina para providenciar no 10º céu. Não pode. Essas expressões transitórias pertencem ao cenário efêmoro. Efêmero, no qual a púrpura mais fulgurante volta ao pó. Ao contrário de todos os que pretenderam ensinar a verde. virtude, repousando na satisfação dos próprios sentidos, Jesus executou sua tarefa entre os mais simples ou mais desventurados, onde muitas vezes se encontram as manifestações do pai que educa através da esperança insatisfeita e das dores que trabalham do berço ao túmulo a existência humana. Por quê? Por que que nós separamos a dor do amor? É possível educar sem dor? Não, Maurício, quando você prendeu tocar violão, doía a ponta dos seus dedos? Doía. Doía. Agora tá com calo, não tá? Como é que você reconhece violonista? Olha pro calo. Olha aqui os dedos. Tá cheio de calo. Sabe o que que é calo? É dor que foi acolhida e se transformou em resiliência. Isso é calo. Por que Deus permite a dor? Porque ele ama. Sem dor você não cresce. Eu não tô falando de dor desnecessária. Eu não tô falando da dor que vem do desespero. Eu não tô falando da dor que vem da revolta. Eu não tô falando da dor que vem de quem comete um crime e precisa sofrer as consequências. Eu não tô falando dessa dor. Eu tô falando da dor evolução, a dor do parto. A dor de ficar com um ente amado no hospital. A dor de acompanhar o filhinho, a filhinha doente. A dor de ter que varar a noite para poder estudar. A dor de ter que vencer uma dificuldade, a dor de ser casado, não é? Eu assistia
mado no hospital. A dor de acompanhar o filhinho, a filhinha doente. A dor de ter que varar a noite para poder estudar. A dor de ter que vencer uma dificuldade, a dor de ser casado, não é? Eu assistia um programa evangélico nos Estados Unidos, John Piper, grandes teólogos, né? Tinha um casalzinho, 55 anos de casado. E aí o John Piper perguntou pro pro senhorzinho, em algum momento, 55 anos de casado, já pensou em divórcio? Ele olhou pra esposa assim, olhou pro John Piper, falou: "Divócio, divórcio, bemó divórcio não. Divórcio? Divórcio não. Homicídio sim, divórcio não. Hã? É o que que você constrói? É o que que você constrói? Como é que você constrói um relacionamento duradouro? Um relacionamento que depois você colhe frutos do amor verdadeiro? achando que você só vai ter prazer, que não vai ter dor. E não é só a dor da imperfeição do outro ou da sua imperfeição. A dor das vicissitudes da vida, das vicissitudes da vida corporal, a dor dos perrengue que a gente passa juntos, os perrengue chique. Você já passou perrengue chique? Tu tinha uma expectativa e não foi nada daquilo, não é? O evangelho é amor em sua expressão mais sublime. O mestre deixou se imolar, transmitindo-nos o exemplo da redenção pelo amor mais puro. Mas não foi fácil. Estevão tentou, Estevão tentou trazern-nos uma compreensão mais profunda de Jesus, mas os séculos passaram. Sabe o que fizeram? Fizeram o seguinte. Esse evangelho tá muito simples. Nós precisamos de um de um evangelho que esteja no poder político e econômico do mundo. Então, surge o cristianismo romano. Cramismo romano é interessante porque aí você apaga Jesus e fica com o império. Aí você pode trazer de volta os generais, você pode trazer de novo os instrumentos de morte, os instrumentos de violência e os símbolos de poder que o encarnado mais gosta. E detalhe, todos esses símbolos de poder, o caixão filtra. Quanto você leva de recurso financeiro no caixão? Quantos que você leva? Chega lá no mundo espiritual, fal e aí, economizou, trouxe quanto?
. E detalhe, todos esses símbolos de poder, o caixão filtra. Quanto você leva de recurso financeiro no caixão? Quantos que você leva? Chega lá no mundo espiritual, fal e aí, economizou, trouxe quanto? Caixão dá para levar um caixão, rapaz. Comida dá café, pão de queijo. Não. Título. Título. Diploma. Título. Dá para levar no caixão? Porque até pro caixão dá, mas para depois do caixão. Porque o caixão é é porta. Você passa por ele. Você só passa por ele. Dá para levar título? Dá não. Cargo dá. Dá para levar. cargo dá, dá para levar sua casa, minha casa, minha vida. Dá, não, não. Você morreu, fica a vida biológica e fica a casa. Direito autoral dá para levar? Não dá. Não dá. Veja o processo do caso Humberto Campos. Dá para levar direito autoral? Não. Qual foi a decisão judicial? Direito autoral não vigora pros mortos. Que bom. Imagina morto pagando imposto, declarando imposto de renda. Então, o caixão filtra, filtra todos os nossos símbolos de grandeza e poder. Não que eles não sejam importantes, eu não tô desmerecendo nenhum deles. Eles são instrumentos de crescimento. Se você souber usá-los, se você souber usá-los, porque o conhecimento que você adquiriu para conquistar um título, ninguém tira de você. Você pode tirar o título, não conhecimento. A experiência que você tem comandando e exercendo o poder, ninguém tira de você. Tira o cargo e o poder, mas não a experiência. Percebe? Então é tudo instrumento. Então agora o evangelho estava com o império. O que que nós construímos? Eu vou relembrar. Eu vou relembrar. Agora, o símbolo do cristianismo é Jesus na cruz, que é bem simbólico, faz sentido, porque se eu evangelho com império, eu fiquei com o império, tem que matar Jesus de novo. Faz sentido? Faz sentido. Tem que matar pela segunda vez. Mas se nós matamos Jesus pela segunda vez, quem que é o próximo a morrer? Quem não crê? Então, surge um movimento cristão com base no evangelho de Jesus chamado inquisição, cujo lema é: "Ou crê ou morre". Você tô te dando opção.
a segunda vez, quem que é o próximo a morrer? Quem não crê? Então, surge um movimento cristão com base no evangelho de Jesus chamado inquisição, cujo lema é: "Ou crê ou morre". Você tô te dando opção. Tô te dando opção. Você morre se você quiser. Então morre o que você quiser. Eu lembro tava numa reunião mediúnica e a pessoa que tava dialogando com o espírito falou assim: "Meu irmão, imagina Jesus, uma cruz". Ele falou: "Não, para. A última vez que eu vi uma cruz, eram umas pessoas que tinham uma cruz nas roupas. Elas entraram na minha casa, violentar a minha mulher, violentaram as minhas filhas, mataram a minha mulher, mataram as minhas filhas, depois me mataram. Eu tenho trauma de cruz, por isso que tem o cruz, credo. Essa foi a compreensão de Jesus depois de matar muitas pessoas, porque eu espero que a gente não esqueça da noite de São Bartolomeu, que tem muito espírita que tava lá, que a gente também não esqueça da Inquisição Espanhola, porque muitos estávamos lá. Credo, cruz credo. E nós passamos e entra o século XX. E agora a nossa compreensão de Jesus é o Jesus dos sinais. Jesus sinais é maravilhoso, é o que tá mais em moda hoje. Qual que é o Jesus o sinal? Tu tem dinheiro, tá com dinheiro na conta? Não. Então tá afastado de Jesus. Quem tá com Jesus tem que ter dinheiro na conta. Tá com saúde, não tá doente, pega com Jesus. Tá afastado de Jesus. Quem tem Jesus tem saúde. Tem prosperidade, tá com prosperidade? Tá aqui. Não, não tá com Jesus. Ah, pode. Tem que vir para Jesus. Aceita Jesus. Aceita que dói menos. Se você tiver com Jesus, você vai ter prosperidade. Quem tem Jesus tem prosperidade. Ora. Quem tem Jesus não tem doença. Entrou algum mal na sua casa, não tá rezando. Cadê a cruz para afastar os males? Que entra na casa do vizinho que não tem cruz, que não aceitou Jesus. Tem até um salmo que é maravilhoso. 1000 cairão ao meu lado. 1000 do lado do seguinte, menos eu. Oxe, gente, imagina se eu falar isso aqui agora. Deixa eu ficar no meio. Vocês estão vendo que tem um tem um
té um salmo que é maravilhoso. 1000 cairão ao meu lado. 1000 do lado do seguinte, menos eu. Oxe, gente, imagina se eu falar isso aqui agora. Deixa eu ficar no meio. Vocês estão vendo que tem um tem um corredor aqui? Tem tem um corredor, tem 1000 pessoas para cá, não tem? Tem 1000 para cá. Eu vou orar por vocês. 1000 cairão à minha direita, 1000 cairão à minha esquerda, mas eu não cairei. Senhor, gostaram da minha oração? Gostaram? Que prece é essa? Perceberam? Mas é tudo em nome de Jesus. Tem outros aspectos da deturpação de Jesus, mas eu não quero entrar porque eu não quero impregnar a mente de ninguém aqui com quadros mais infelizes. Nenhum expositor espírita deve fazer isso. Então chega. Então, já que os vivos não deram conta, os mortos tiveram que ajudar. Vieram os mortos e os mortos falaram. Ah, falaram. E a primeira coisa que eles disseram ou nos relembraram é: "Meu reino não é deste mundo." O reino dos céus não vem com aparências exteriores. Nada contra a aparência, mas não ligue as coisas. Não ligue. Aparência é instrumento. Aparência é instrumento. Às vezes tá bom na aparência, às vezes não tá. Eu lembro aqui do Ariano Soçuna dizendo que uma senhora chegou para ele, falou assim: "Você é de qual sigo?" Dele: "Gemiliano. Ah, então você tem duas caras". Aí ele falou assim: "Minha irmã, se eu tivesse duas caras, você acha que eu usava essa? H aparência. Aparência é instrumento. Aparência é instrumento. Não ligue a aparência ao reino, porque o reino dos céus não vem com aparências. Ele é espiritual demais para ser enxergado com os olhos da carne. E no Evangelho do Segundo Espiritismo está uma mensagem de uma rainha. francesa. A realeza de Jesus. A realeza de Jesus. Um rei no mundo dos espíritos, um rei terrestre. O governador planetário tem tanto poder que nunca usou para ferir. Sua palavra é tão poderosa que nunca foi usada para diminuir ninguém, para machucar ninguém, só para curar. tem tanta autoridade, tanta autoridade que a usava para educar e engrandecer o outro.
ferir. Sua palavra é tão poderosa que nunca foi usada para diminuir ninguém, para machucar ninguém, só para curar. tem tanta autoridade, tanta autoridade que a usava para educar e engrandecer o outro. Zaqueu, desce da árvore, porque hoje eu me hospedarei na sua casa. percebe? E então os mortos? Por que os mortos? Porque não puderam levar para o outro lado do caixão nenhum dos nossos símbolos de poder. Perceberam? Por que os mortos? Porque já estão despojados de todos os símbolos de prosperidade e poder que os encarnados costumam exibir. Alguns utilizaram bem, outros utilizaram mal. Os que utilizaram bem estão felizes como essa rainha. Como essa rainha. Sabe quem é essa rainha? Sabe quem é ela? Ela é aquela que o Kardec conta quando fala da caridade, que ela pegava a carruagem e ia atender, socorrer em silêncio os sofredores. Lembram dessa história? É essa rainha, é essa rainha que vem falar da realeza de Jesus. Então o problema não tá na riqueza, na fama, na beleza e nada disso. O problema tá em quem usa isso. E se tá em quem usa, pode ser solucionado. Basta a pessoa se transformar. E então, revivecendo o evangelho e nos apresentando de novo o verdadeiro Jesus, vem esses mesmos mortos e nos dizem: "Ele, ele é o guia e modelo." E o que muda? E o que muda, meus irmãos? O que muda? Muda a nossa compreensão dele. Se muda a nossa compreensão dele, deve mudar a nossa relação com ele. E como ele quer ser visto? Porque se eu não posso vê-lo em toda a sua grandeza, qual dica ele nos dá? Como ele quer ser visto? Eu vou selecionar duas passagens, duas. A primeira tá aí em João, ele diz assim: "Tenho vos chamado amigos". Então, acho que chegou a hora de, com todo conhecimento espírita que nós temos, qual o conhecimento espírita? Você é um espírita imortal. Você é um espírita imortal. Ah, o Aroldo tá com cabelo branco. Aroldo tá com cabelo branco nenhum. Quem tá com cabelo branco é meu corpo. Eu nunca envelheci. Eu sou o mesmo espírito imortal. Agora o corpo tá dando sinais de algumas vicissitudes, vários
lo branco. Aroldo tá com cabelo branco nenhum. Quem tá com cabelo branco é meu corpo. Eu nunca envelheci. Eu sou o mesmo espírito imortal. Agora o corpo tá dando sinais de algumas vicissitudes, vários inclusive. Você aprendeu, você é um espírito imortal. Você está numa experiência transitória. Como encarnado, você terá que passar por vicissitudes da vida corporal. E uma das duas das vicissitudes é, eu vou citar três, três, três vicissitudes da vida corporal. Você vai envelhecer, você vai adoecer e ao final você vai morrer. Então não importa se Jesus tá com você, se você é abençoado. Você é abençoado, mas você vai morrer. Você é um abençoado, mas vai adoecer. Você é abençoado, mas vai envelhecer, porque isso são vicissitudes da vida corporal. Você é um encarnado. Nenhum encarnado passa pela encarnação sem as vicissitudes da vida corporal. Nós aprendemos isso, mas aprendemos também que estamos a caminho dos mundos celestes, que a lei que vigora no universo é a lei de justiça, amor e caridade. E que a misericórdia de Deus paira no mesmo nível da sua justiça. Portanto, nada do que você faz fica sem consequência, porque o universo é um universo moral e responsável. Dois princípios vigoram no universo, a moralidade e a responsabilidade. Você é responsável por tudo o que escolhe e faz e terá que lidar com as consequências. Como você vai lidar? É uma escolha sua. Nós sabemos tudo isso e agora olhamos para esse Cristo como amigo. Outra maneira que ele nos ensina, vós me chamais mestre e dizeis bem porque eu sou. Então ele é um amigo, mas como eu disse pros jovens, é um amigo chato. Chato. Jesus é chato. Sabe por que que ele é um amigo chato? Porque ele é um amigo verdadeiro. Que que um amigo falso faz com você? Você chega e fala assim, ó, faz isso aqui. Que que um amigo falso faz? Não desista. Dê um passo adiante. Que que o amigo verdadeiro faz? Meu amigo, recua. Não faz isso. Recua. Você vai cair. Qual que é a sensação que vem no seu coração? Mas é chato, hein? Não posso fazer nada do meu desejo, do
o adiante. Que que o amigo verdadeiro faz? Meu amigo, recua. Não faz isso. Recua. Você vai cair. Qual que é a sensação que vem no seu coração? Mas é chato, hein? Não posso fazer nada do meu desejo, do meu capricho. Como ele é mestre, ele educa. Ele educa. Então, alguém fala alguma coisa atravessada, você fala assim: "Me dá 3 segundos que eu vou te dar uma resposta". Aí vem Jesus, toca nos seus ombros e fala assim: "Cala, meu filho. Já aconteceu isso com você no grupo de WhatsApp? Já tem até uma figurinha. Eu ia falar, mas Jesus tocou no meu e falou: "Meu filho, cala". Não é? É um amigo mestre. Ele te educa. Ele te educa. Então de dizer uma coisa. Eu gostaria de encerrar dizendo o seguinte: alguns estão assim, graças a Deus. Deixa eu te dizer uma coisa. Se nós entendermos isso, nós resgatamos a nossa relação com Jesus. >> Ele é um amigo e mestre, tem muito mais experiência do que nós e ele conhece todos os caminhos pelos quais nós trilhamos e, portanto, todos os desdobramentos desses caminhos. É bom falar com ele. Mas para encerrar, ele ele não vai te responder falando com você. Você não vai dizer assim: "Amigo, mestre, que que eu faço? Eu eu tô no lugar certo? É aqui que eu devo ficar? Que que eu faço agora? Que decisão que eu tomo? Ele não vai chegar assim: "Oi, Haroldo, sou eu, Jesus?" Não, se for, cuidado, tem um problema sério contigo. Não vai ser assim. Como que ele se comunica com você? Você não manda emoji no WhatsApp? Você não manda emoji. Já mandou algum? Não é? Tem uns amigos meu que manda emoji que é com a minha foto, geralmente em palestra. Aí teve uma que eu fiz assim, mandei um coraçãozinho, aí um emoji sou eu mandando um coraçãozinho. Falei: "Meu Deus, que coisa ridícula". Mas é um emoji, então OK. Aí eu mando um coraçãozinho, não é assim? Ai, Deus abençoa. Aí manda uma mãozinha, não é? Jesus te manda emoji. Como é que ele te manda em? Você começa a conversar com ele, você tá angustiado. Você fala: "Senhor, mestre, eu eu não gosto de falar, chamar Jesus, senhor". Fala,
ozinha, não é? Jesus te manda emoji. Como é que ele te manda em? Você começa a conversar com ele, você tá angustiado. Você fala: "Senhor, mestre, eu eu não gosto de falar, chamar Jesus, senhor". Fala, amigo, mestre, eu tô angustiado. Eu tô angustiado. Olha, tá acontecendo isso. Deu errado. Tudo errado. Eu já achei que ia ser assim. Tô tudo dando errado. E passa 30 segundos, eu começo a sentir um um trem, um trem aqui dentro. Gente, não é aquele troço que anda em trilo, é um trem. É um trem. Uma coisa. Eu começo a sentir uma coisa, uma um trem que fala assim: "Tá tudo certo, tá tudo certo". E aí eu comecei angustiado. Você tá, você tá me acompanhando? Eu comecei angustiado. 40 segundos depois eu tô com um trem aqui dentro que tá me enchendo de esperança. Que que é isso? Emoi que Jesus te mandou. é um emoji porque ele comunica com você através do seu sentimento. Ele comunica com você através de sentimentos que ele desperta em você, sentimentos que ele desperta em você. Então você entra assim, tem hora que se afasta, fala assim: "Mestre, eu vou matar, eu vou vou matar, eu vou matar. É, agora só uma torcida no pescoço. 30 segundos depois você fala: "Vou matar nada, vou matar nada, eu não mato, eu não sou, eu já não mato mais. Eu matei muito, eu não mato mais. Não mato, senhor. Não vou matar. Não vou matar, não vou matar não. Eu vou, eu vou só responder esse zap. Não, eu eu vou eu vou entrar na internet. Eu eu vou eu vou responder isso. Eu eu vou fazer um comentário aqui nesse post. Aí dá 10 segundos depois você fala assim: "Vou nada. Vou não, senhor. Vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não, eu vou ficar em silêncio. Eu vou ficar em silêncio. E ele comunicou com você e conseguiu. Aí você sai, não mandou mensagem, não matou, não fez nada, ficou em silêncio e ele fala assim: "Filho, tô orgulhoso de você. Continua assim". Mas tem situações que você fala assim: "Mestre, eu não, eu não sei o que que eu decido. Agora me pegou, me pegou desprevenido, mestre, eu eu tô perplexo.
"Filho, tô orgulhoso de você. Continua assim". Mas tem situações que você fala assim: "Mestre, eu não, eu não sei o que que eu decido. Agora me pegou, me pegou desprevenido, mestre, eu eu tô perplexo. Eu tô perplexo, eu tô perplexo. Eu tive uma situação agora. Tá acabando, viu, gente? Tá, tá. Eu vou, eu, eu já calculei, eu tô passando do tempo só 3 minutos. Eu cheguei agora para passar o Natal Ano Novo em Belo Horizonte. Eu cheguei, tinha que chegar um pouquinho antes, chegou um compromisso, a esposa chegou com a filha mais nova dia 19 de dezembro. 19 de dezembro, dia 20 de dezembro, a filha mais nova interna com cálculo renal. Ah, tudo bem. Cálculo renal, coisa simples. Vai fazer o duplo J, vai tirar. É uma complicaçãozinha, ficou três dias internado. Tá bom, ué. Saiu 23, 23, 8 horas da noite. No dia seguinte, véspo de Natal, falei: "Tá, tá ótimo, tá bom, tá tranquilo". Véspa de Natal, passei o Natal, dia 26, minha mulher entra numa UTI cardiológica. Seis dias na UTI, fibrilação atrial, pressão lá em cima. Aí eu fiquei perplexo. Eu fiquei perplexo. Onde que eu fiz oração? Não podia ficar na UTI, mas o pessoal do hospital, tudo, meu amigo que eu fiz a pesquisa lá, só vão arrumar uma cadeirinha para você, tu fica disfarçado, fica quietinho, não canta a cadeira, faz pouco barulho, senão eles tira você de lá. É um TI sem celular, evita. Ficava na cadeirinha. Aí eu falei: "Senhor, mestre, amigo, agora eu tô perplexo. Eu queria só passar um Natal ano novo, seis dias na UTI, dois no quatro". Perceberam? Só que foi bênção, foi uma bção atrás da outra, porque tudo se resolveu. Aí chegava o médico, chegava aqui, resolvia, resolvia, resolv, resolv, resolvi, resolvi, resolvi, resolvi. Minha esposa é católica. É católica. No quinto dia da UTI, ela tava ela, e ela tá gravando, né? Ela é muito corajosa. Ela não tem medo de hospital. Não tem corajosa, não tem medo de hospital, não tem medo de doença, nada disso, não tem medo. Aí ela tava lá corajosa, corajosa, vocês entenderam? Corajosa, corajosa,
sa. Ela não tem medo de hospital. Não tem corajosa, não tem medo de hospital, não tem medo de doença, nada disso, não tem medo. Aí ela tava lá corajosa, corajosa, vocês entenderam? Corajosa, corajosa, tal. E aí tava tão corajosa que deram um remedinho só para ela poder dormir. Era muita coragem numa UTI. Não é bom você ficar muito corajoso. Deram um remedinho, ela dormiu, tá? Daqui a pouco ela acorda chorando. Aí eu cheguei, ela fala assim: "Você não sabe o que que aconteceu?" Eu falei: "O que que foi, amor? O Chico teve aqui." Falei: "Meu Deus". Aí no primeiro momento eu falei: "Tô viúvo, falei: "Tô viúvo". Aí eu falei assim: "O que que ele falou? Ah, olha, ele teve aqui. Ela é de Uberaba, minha mulher. Aí ele pôs a mão no meu coração, falou assim: "Minha menina, para que tudo isso? Se eu tivesse falado isso, eu tinha apanhado na UTI. Eu tinha apanhado. Quem ia pro pro leito ao lado seria eu. Falou: "Minha menina, para que tudo isso?" e sorriu para ela. Aí eu falei assim: "Amigo, mestre, obrigado, >> porque eu não sou digno de que entreis na minha morada, mas eu também sou homem sob autoridade. E eu digo alguém que tá subordinado a mim, vá e ele vai. Vem e ele vem. Então, basta que tu digas uma palavra e meu servo será curado. Então eu disse para ele: "Senhor, eu não sou digno que entreis na minha casa, mas uma palavra tua acionou o maior cisco do Brasil. Não preocupa em compreender Jesus, se preocupa em se relacionar com ele. A partir de hoje, conversa com ele. Antes de decidir, pergunta a ele. Antes de agir, pensa no que ele faria. Ele nunca bateu em ninguém. Ele nunca usou de violência com ninguém. Ele nunca caluniou ninguém. Jesus nunca transformou o seu trabalho em agredir ou atacar os outros. Porque ele é o amor que educa. Ele é o amor que engrandece. Um dia nós vamos compreendê-lo por hora, por hora. Amigo é coisa para se guardar debaixo de sete chaves do lado esquerdo do peito. Muito obrigado. Cura das feridas na transfiguração, nos dando água viva. >> Boa noite, gente. Vocês que eu sei que
hora. Amigo é coisa para se guardar debaixo de sete chaves do lado esquerdo do peito. Muito obrigado. Cura das feridas na transfiguração, nos dando água viva. >> Boa noite, gente. Vocês que eu sei que vocês não estão tão felizes de me ver aqui. Vocês que vocês queriam ver o Aroldo, mas assim, a gente já tá encerrando o céu e olha, hoje o dia foi muito, muito, muito bom. Só que eu tenho uns recadinhos pra gente já encaminhando pro final. Lembrem-se de recolher todos os pertences, porque de hoje para amanhã a nossa equipe vai dar uma ajeitada aqui. Então assim, se você esquecer alguma coisa, amanhã é só aparecer na secretaria que vai tá lá bonitinho o seu pertence te aguardando. Eu tenho um recadinho para dar para vocês. Valendo um ingresso pro Cé 2027. Quero que vocês adivinhem quem vai fazer a prece final. Algum palpite? >> Ó, eu tenho uma duas dicas. Começa com Otaciro e termina com Rangel. Eu convido agora o nosso querido para vir fazer a nossa prece final. Acho que é boa noite a todos. Amém. >> De fato, a visão daqui é diferente. >> Quantas carinhas, quantas pessoas, quantos irmãos, quantos amigos. É uma alegria muito grande para todos nós podermos estar aqui reunidos em nome do nosso mestre Jesus. Ar tem razão. Nós estamos muito longe de compreender Jesus, porque há 4,6, bilhões, bilhões de anos atrás, quando o nosso sistema planetário estava em formação ainda, Jesus já era espírito angelical. A distância entre os macacos e nós são 6 milhões de anos. A distância que nos separa de Jesus é incomensurável, mas ainda assim Jesus está conosco, sempre esteve e estará conosco até que nós sejamos espíritos angelicais, todos nós, Porque Deus nos criou para isso, para sermos espíritos angelicais e trabalhar em seguida com Jesus, construindo novas civilizações. Porque Deus não criou. Deus cria, continua criando. E nós somos criaturas que estamos aprendendo a ser parceiros da criação. Na criação menor ainda, a gente aprende que o próprio verme trabalha para Deus. Me lembro de Chico Xavier,
a, continua criando. E nós somos criaturas que estamos aprendendo a ser parceiros da criação. Na criação menor ainda, a gente aprende que o próprio verme trabalha para Deus. Me lembro de Chico Xavier, que há algum tempo, quando alguém fazia elogio para ele, ele dizia isso: "Ah, meu irmão, não passe de um verme." Até que um dia Emanuel disse para ele assim: "Chico, por que que você fica humilhando o verme? O verme é uma criatura de Deus e ele cumpre a obrigação dele. Você cumpre a sua. Aí ele mudou e pegou o pedacinho do nome dele, Cisco. E passou a dizer: "Eu não passo de um cisco." Mas agora ele aprendeu que era um cisco de Deus, que é o que nós somos. Também somos criaturas de Deus e só estamos aqui para agradecer, agradecer os esclarecimentos, as vozes que daqui nos alertaram para o nosso crescimento espiritual. voz de pessoas mais experientes e de jovens que a gente fica surpreso de ver a maturidade espiritual, porque o corpo esconde o espírito. Agradeçamos a Deus com a prece simples que Jesus nos ensinou. Pai amado que estás nos céus, santificado Senhor, seja o teu nome, seja feita a tua vontade, venha a nós o teu reino, pai, perdoa as nossas dívidas. Assim como devemos carinhosamente perdoar os nossos irmãos que falam comigo, que falam conosco. Dá-me, Senhor, o alimento de cada dia, mas em especial alimento espiritual que temos esquecido há tanto tempo. Livra-nos, Senhor, das tentações que são expressões das nossas fragilidades e dá-nos força para superar o mal que ainda existe em nós, ensinando-nos, Senhor, a fazermos o bem a todas as criaturas que convivem conosco. Pois que é teu, Senhor, o poder, o reino, a glória para todo sempre. Que assim seja, Senhor. Obrigado por esses momentos sublimes que representam para nós um verdadeiro banquete espiritual. Estamos, Senhor, num planeta ainda de provas, expiações, mas vemos no horizonte, Senhor, pelo esforço que devemos todos fazer, um mundo de regeneração. possamos, Senhor, ficarmos de pé e trabalharmos pela regeneração do
m planeta ainda de provas, expiações, mas vemos no horizonte, Senhor, pelo esforço que devemos todos fazer, um mundo de regeneração. possamos, Senhor, ficarmos de pé e trabalharmos pela regeneração do mundo, começando por nós mesmos. Se somos gratos pela vida que temos, pelos amigos que possuímos, pelas pessoas generosas que nos ajudam. E nos esforçamos, Senhor, para sermos também assim para com todos que nos cercam. que esse nosso mundo, Senhor, que abriga uma família espiritual de mais de 20 bilhões de espíritos, como nos esclarece Emanuel, possamos nós ser uma única família de amigos. Que assim seja, Senhor. >> Comprou uma caixa. >> Assim seja. Muito obrigado, tá Ciro? E a gente encerra esse segundo dia. Bom, já estamos ao vivo aqui >> e até amanhã. Deus estúdio. É, vamos. Vocês gostaram do dia de hoje? Fala a verdade. Hã? >> Hã? Que que tem? Eu falou do Estamos aqui, estamos aqui ao vivo direto do estúdio da web Rádio Fraternidade, encerrando mais um dia de aprendizado aqui na nossa emissora do bem. Muita coisa bacana, né? Desde cedo o Marcelo coitado, tá arrebentado, né? >> Tem bastante gás aí na Rubens. >> Ó, gente, eh, a gente vai bater um papo já aqui pra gente encerrar a nossa transmissão com o nosso irmão Thago do Espiritismo. Gente, que Espirití, eu tô ao vivo. Meu Deus do céu, me salva aí, me deu branco. Espiritismo TV, né? Nossa, TV. >> Espiritismo, meu Deus. TV. Gente, Instituto eu sei, gente, eu tô com um problema sério. >> Vamos lá, Thago. Não, esse cara aqui, você chamou ele, ele tá de castigo comigo, bicho. >> Ele tá de castigo comigo. Ele fala assim: "Não, eu te mando o link para participar aqui das portas do céu. Eu tô inspirando o link até hoje. É possível. >> Ah, lê lá a mensagem que ele me mandou >> ao vivo que eu tô fazendo isso aqui para 1 milhão de pessoas que tá escutando aqui. >> Pensa bem, Rubens, ninguém, ninguém vai acreditar de você. É verdade, eu sou mentiroso. Mas vamos lá, vamos falar eh desse livro. Mostra pra câmera lá para nós que livro é esse?
tá escutando aqui. >> Pensa bem, Rubens, ninguém, ninguém vai acreditar de você. É verdade, eu sou mentiroso. Mas vamos lá, vamos falar eh desse livro. Mostra pra câmera lá para nós que livro é esse? >> É, não >> é? É, mas ele não cortou ainda não. Nós vamos fica segurando aí. >> É porque aqui a gente não combina nada, né? Todo mundo que vem para cá é de supetão assim. Vem cá. Vamos. >> Já tá lá. >> Isso >> já. Memórias dequ >> Que que fala esse livro? Rubens, eh, >> chega mais perto. Esta obra >> nasceu na reunião mediúnica de pintura. >> Olha que legal. >> O Lisboa chega na reunião, nos diz assim: "Nós estamos fazendo um curso com Dr. Bezerra na colônia dos pintores". Eu falei: "Mas não é possível. É verdade. É, como é que chama esse curso? O cicômoro de cada um. Aí minha cabeça explodiu assim, que loucura pensar sobre isso, pensar sobre a possibilidade ou a realidade de termos cada um de nós, o seu a sua árvore que você sobe para ver Jesus. E então ele eh eu na reunião nossa mediúnica, eu perguntamos ao Dr. Bezerra sobre o tal curso e ele falou que iria trazer pra gente os textos, que é falando da experiência de Zaqueu, como Arudo até tava falando na palestra dele, né? A na >> hum >> a palavra, né? >> Fugiu a palavra aqui. >> É, mas assim, no na entre os espíritas se acredita, né? se fala que Dr. Bezerra é reencarnação de Zaqueu. Não defendendo a proposta específica disso, mas eh levando esse em consideração que ele disse na mediúnica. Então ele trouxe as memórias de Zaqueu e ele começa a narrar então desde o encontro com Jesus. E essa obra eh acabou nos ganhando muito, né, por conta dessa proposta do trabalhador espírita, né, do eh desse trabalho nosso com as coisas, das dificuldades, né, que a gente enfrenta para poder ver Jesus, né, com clareza. >> Que livro é esse? Tá perguntando a nossa irmã aqui. Vamos falar de novo, vai. >> Memórias de Zaqueu, o cicômodo de cada um. >> Eu sei que todo mundo quer saberonde que encontra esse livro. aqui no tá aqui no nosso stand do ser,
tando a nossa irmã aqui. Vamos falar de novo, vai. >> Memórias de Zaqueu, o cicômodo de cada um. >> Eu sei que todo mundo quer saberonde que encontra esse livro. aqui no tá aqui no nosso stand do ser, >> mas tem muita gente aqui na internet. >> Portals.com. >> Anota aí. Você tá comigo aí, anota e corre lá. Pega a caneta, um papel. Então, digita no texto, pega o celular, manda o WhatsApp para você mesmo. Como é que faz para acessar o portal ser? >> www.portalserir.org. >> Anotou, gente? >> De novo, Thago. >> www.portalser. portalser.org. >> E além de ter esse livro, tem outros trabalhos sendo a gente a gente a gente tá aqui brincando porque a gente é amigo, né? Mas eu acho que esse conteúdo chega numa hora importantíssima para todos nós. >> Sim. Sim. Porque a gente percebe que, e a gente tem visto isso aqui no céu, no congresso, que os desafios têm chegado para todo mundo e muitas vezes as pessoas não encontram meio, não, elas acabam não encontrando meios de vencer esses desafios. E uma forma que a gente tem é através do estudo, da leitura, da reflexão para ajudar a encontrar instrumentos, né, gente? >> Sim. Sim. E hoje a proposta desses livros tá muito calcada no momento que a gente vive, né? Essa obra, Rubens, tem aproximadamente 10 anos que ela tá sendo tá guardada sendo recebida. >> Pois é. Então, olha só que interessante, >> não é um conteúdo que foi recebido e e foi publicado. >> Porque olha, tem uma curiosidade, >> atual, hein? Sim, >> isso. E tem uma curiosidade, né, Júlio, porque esse livro ele, a coletânia dele são psicografias e psicofonias. Psicofonias. E as psicofonias, a gente percebeu que elas foram coletadas em momentos em que após atendimentos difíceis na reunião mediúnica, >> entendi. >> Dr. Bezerra vinha para refazer o médium e aí ele trazia as mensagens e trazia as histórias dele como Zaquir. >> Quer dizer, o médium refazia suas forças sendo instrumento desse dessa comunicação. >> Exatamente. Às vezes, depois de reuniões de du 3 horas de atendimento do médium,
s histórias dele como Zaquir. >> Quer dizer, o médium refazia suas forças sendo instrumento desse dessa comunicação. >> Exatamente. Às vezes, depois de reuniões de du 3 horas de atendimento do médium, ele vinha para recompor energias do médium através das mensagens e das histórias que ele contava pra gente. >> Legal, gente. >> Isso em 10 anos. 10 anos. Aí tem psicografias, tem psicofonias, né? Então é bem interessante esse trabalho. >> Tem uma coisa bacana também, quem vier ao stand, conhecer o livro, nós preparamos uma experiência, uma animação da passagem de Zaqueu. >> Ah, que legal. >> Com um texto, com parte de um texto que tem aqui no livro. >> A outra coisa bacana desse livro, Rubens, é que o último capítulo dele você escreve. Então a gente deixou página >> quando ele falou assim, você escreve, não é eu, Rumens, não é você que tá em outro lado. >> Cada um escreve. >> Eu fiquei, eu fiquei, eu fiquei até assustado que Rubens, você escreve. Meu Deus. >> É. Aí chega no último capítulo aqui, é o meu é legal. >> E as pessoas vão poder escrever a sua história, ou seja, qual foi o cicômoro que proporcionou ver Jesus? >> Interessante. Exatamente. Que legal, né? E no portalsor a gente vai ter um grupo de estudos da obra, >> ó. Então, ó, que que eu recomendo para você que tá com a gente? Acessar o portal Ser, porque lá é o caminho que você vai para todo o trabalho que é desenvolvido dentro da plataforma, as várias frentes de trabalho, o livro, a TV, os estudos, tem muito estudo. A gente sabe que o nosso meio gosta de estudar muito, né, Marcelo? Eh, >> então o caminho é esse. A gente não tem muito tempo, mas eu queria que vocês deixassem um recado para todo mundo, hein. Olha, eu gostaria de agradecer agradecer a Rádio Fraternidade por este evento, pela parceria de tantos anos do Rubens e da Divina junto com o Instituto Ser, junto com Espiritismo.tv. Pra gente é um bálsamo estar aqui junto com vocês. É uma oportunidade da gente estar aqui em fraternidade. Isso é que é maravilhoso. A gente não
na junto com o Instituto Ser, junto com Espiritismo.tv. Pra gente é um bálsamo estar aqui junto com vocês. É uma oportunidade da gente estar aqui em fraternidade. Isso é que é maravilhoso. A gente não deixa de vir ao evento de vocês porque a gente gosta de estar aqui, a gente acha ele importante e a gente que eu gostaria de agradecer vocês pela oportunidade da gente poder estar aqui com vocês. >> Eu vou chorar. É muito bonito, >> nosso irmão, viu? >> Eh, eu acho que um caminho nosso é a fraternidade mesmo. A gente precisa precisa trabalhar isso no nosso meio. A gente tem um conteúdo que nos ensina tanta coisa e na relação que a gente tem uns com os outros, a gente acaba muitas vezes esquecendo esses princípios. E você, meu amigo, >> deixa seu recadinho aí. É, eu deixo esse recado para que vocês continuam prestigiando esse encontro, que todos nós, todos envolvam o Rubens e a Divina e toda a equipe. >> Precisa de muita prece, >> muitas preces. Eh, e que a gente possa estar juntos mais aqui esperando vocês aqui no no stand, visitar os outros standes também que estão aqui. >> Ah, o Vira, fala pro pessoal aí. >> Ah, pois é, tem o Vira, gente, se vocês quer um encontro assim para vocês fazer assim um relax. Ao lado de Jesus, não, relax. Ao lado de Jesus ficou bom, hein? Mas assim, mas assim, é muito bom a experiência, gente. >> É relaxar trabalhando, >> mas é, mas é um trabalhando assim que você nem vê que tá trabalhando. >> É, >> mas como é que faz? Tá lá no, tá lá no portal também. >> Portal.org, procura lá, Vira Serra, ainda tem vagas para participar esse ano, né? A gente tá com uma novidade que a gente vai soltar lá no site, >> segura aí, não conta novidade, né? É, mas eh vir o tema caridade >> em abril, >> né? Em abril agora 10, 11, 12, né? >> E então portal.org você acessa tudo isso >> e ajuda. Você lembra que a gente falou no começo das nossas transmissões hoje? O nosso trabalho, o espiritismo precisa ser divulgado. E para ser divulgado, a gente precisa usar de recursos
udo isso >> e ajuda. Você lembra que a gente falou no começo das nossas transmissões hoje? O nosso trabalho, o espiritismo precisa ser divulgado. E para ser divulgado, a gente precisa usar de recursos financeiros para poder, por exemplo, um livro tá pronto, ele custou alguma coisa. Então veja qual a contrapartida que nós podemos fazer dentro das nossas possibilidades, adquirir o livro. Ah, mas eu já tenho, então compre de presente. Por exemplo, você pode fazer a assinatura da TV, >> Espiritismo. Espiritismo.Ttv tá lá no portal C. Você pode contribuir com menos de R$ 30. >> Você vai ajudar a plataforma. Tem, se você não conhece, gente, para quem gosta de estudar, a gente tava brincando, mas ali é uma referência para que haja o quê? haja aperfeiçoamento na plataforma para que, por exemplo, as pessoas possam ter condição de trazer novidades. Você tem inteligência artificial, imagina a inteligência artificial, inteligência artificial voltada pro conhecimento espírita. Os meninos tem esse projeto, tá trabalhando. >> Só que muitas vezes falta a contrapartida de cada um de nós, que é a questão financeira. A gente não tá pagando, a gente tá ajudando a divulgar, a gente tá fazendo um investimento para que a mensagem chegue a mais lugares. É lá a gente gosta de dizer que é colaborar. >> É, >> a plataforma espiritismo.tv, ela está aberta, ela não é gratuita, >> ela está aberta para que todos possam ter acesso ao conhecimento espírita. Mas é importante que quando a gente olhar para aquilo e falar assim: "Eu posso colaborar, é importante que eu colabore para que eu faça a manutenção junto com quem tá trabalhando." >> É, e é isso mesmo, Marcelo, não deixar falar nada hoje. Passar a programação de amanhã. >> Então passa. Você não falou tchau pro pessoal que tá te acompanhando? >> Tchau, pessoal. Muito obrigado por tudo. >> Dá uma palinha de alguma música para nós aí, vai. É assim, você viu? Não sei. É, ué, eu fiz com isso. Eu fiz isso com o baú Scanner. Então, pera aí. Pensa numa
au, pessoal. Muito obrigado por tudo. >> Dá uma palinha de alguma música para nós aí, vai. É assim, você viu? Não sei. É, ué, eu fiz com isso. Eu fiz isso com o baú Scanner. Então, pera aí. Pensa numa música, ele vai falar >> amanhã, gente, a partir das 7:30 da manhã, morir cabado. >> Não tá errado. A partir de 7 horas da manhã nós estamos aqui. >> Ah, 7 horas da manhã. Rubens. Bom, >> o Rubens pelo menos tem >> Rubens, pelo menos. >> Tô brincando, né? Mas é eu mesmo. >> Tá ótimo. 7:30 da manhã, Mociir Camargo. Teremos Simão Pedro de Lima, Jorge Godinho, Víor Hugo, Menino. Teremos logo após o almoço, ah, Cordeia, Faiad, depois é o Lara Bueno, Jorge Alará e finalizando a Natasha Mequen e tem uma, quem falou para você que tá descritando >> aí? Tem aqui, ó. >> Ah, tem a Natasha Mequen depois tem uma surpresa. >> Tem uma surpresa aí. Rubens. Ah, ô Rubens, mas não me faz cantar sem violão, não, Rubens. >> Não é para cantar sem violão. Não me faz isso. >> Tô brincando, então. Então, deixa. Ele se recusou a cantar aqui. Eu vou falar para todo mundo. Tô brincando, Júlio. >> Não, mas você é um o >> o cara que gosta do >> O músico, o músico que geralmente tem cantores acompanhando, né? Eu até tô querendo sair a cantar mais, mas assim, sem o violão é é um pazer o diapazão já dentro de você tá querendo baixar a vibração aqui. >> Tô brincando, gente. Então vamos embora que os precisa comer. Então o Júlio se recusou a cantar aqui pra gente. Vocês eh, pode marar o Júlio. Não, o Júlio pode mar ele. Ele não ele me chama de novo. Eu canto, eu me preparo e canto. >> Não, mas aqui todo mundo tem canta preparando. >> Ah, é mesmo? >> Perdeu. Dançou. Brincadeira. >> Um dia, um dia vem o trogo. R, >> você tá, você tá me desejando mal? >> Brincadeira, gente. Olha, foi muito bom estar com vocês. Fica com Deus, muita paz, gratidão imensa e até amanhã, 7 horas da manhã. Ciao. Ciao.
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