Cine-debate "The Chosen"
O Cine-debate está de volta ao auditório principal da Federação Espírita Brasileira, em Brasília. O primeiro episódio da primeira temporada do seriado The Chosen, Eu a chamei pelo nome, abre a nova temporada do projeto Luz além da tela, um diálogo entre o Espiritismo e as produções audiovisuais para o cinema, streaming e televisão. A exibição do episódio começa às 18h do dia 26 de abril, seguida de uma conversa mediada pelo diretor da FEB Cinema, João Rabelo, acompanhado pela palestrante Fabiane Oliveira e pelo vice-presidente, Geraldo Campetti, além de participação especial da jornalista Daniela Migliari falando sobre a série. A entrada é gratuita. Apenas o debate será transmitido ao vivo pela FEBlives.com
poder estar aqui na FEB, que é a federação que reúne todas as nossas casas. Eu sou uma servidora da comunhão espírita de Brasília e poder estar aqui trazendo essa mensagem do The Chosen, que é uma mensagem aberta, ecumênica, que traz um fenômeno muitíssimo interessante. Todas as pessoas que são cristãs, sejam elas católicas, protestantes, espíritas, acabam assistindo a série de Chosen e falam: "Essa série é e fala a sua religião". Isso fala que eles estão acertando na mosca, no alvo, onde a gente precisa focar, que é o essencial da mensagem de Jesus. Então, quando numa certa época da minha vida, eu tava passando por um sofrimento muito grande, eu comecei a rever 2019, quando ela começou a ser transmitida em 19. Já estávamos ali em 2023 recebendo a terceira temporada e eu recebi uma orientação espiritual muito específica de fazer um estudo ecumênico de cada episódio da série, focando neste essencial, naquilo que é comum a todos nós. E aí eu comecei a estudar, eu tava me recuperando de uma cirurgia grande e tive 40 dias de resguardo e comecei a assistir a todos os vídeos, todos os vídeos de bastidor, todos os vídeos de preparação. E foi aí que eu entendi o porquê The Chosen, os Escolhidos, é tão fantástico e tão poderoso assim. Eles têm no conselho ali de preparação de cada episódio, além do Dallas Jenkins, que é o proprietário e é uma pessoa extremamente devotada a Jesus. A religião dele é protestante, mas é um protestante de coração muito aberto. Ele convidou um padre católico, ele convidou um pastor protestante, ele convidou um rabino judeu messiânico. Os judeus messiânicos são aqueles que professam que Jesus é o Messias. Isso corresponde entre 1 a 3% da população judaica mundial. É bem pequenininho esse grupo de pessoas, mas são judeus que confessam Jesus como Messias, o enviado, o ungido de Deus. E eles quatro se reúnem para fazer rodas bíblicas, ecumênicas a respeito do The Chosen. Então, sempre que entra numa seara, no meio da história em que vai separar, isso não é tratado nos episódios.
s. E eles quatro se reúnem para fazer rodas bíblicas, ecumênicas a respeito do The Chosen. Então, sempre que entra numa seara, no meio da história em que vai separar, isso não é tratado nos episódios. E os episódios, vejam, são oito temporadas. Aliás, sete temporadas com oito episódios cada. Vão ser 56 horas ou mais de uma exploração artística ali daquele tempo, com histórias plausíveis que são criadas por roteiristas bastante responsáveis. E eu fiquei analisando ali durante aqueles tr 4 anos cada episódio, sentindo e percebendo a responsabilidade com que a mensagem de Jesus vinha sendo tratada. E aí eu comecei a fazer um estudo de cada um desses episódios, um estudo bíblico aprofundado e que traz também a base da fé de Jesus, porque Jesus veio nessa encarnação dele naquele tempo como judeu. E ali eu fui vendo vários trechos do Antigo Testamento que eu tinha bastante resistência. Eu não conseguia navegar muito bem por essas águas. E ao perceber aqueles processos de abertura de cada episódio, trazendo isso, eu falei: "Nossa, que interessante, Deus tá ali também em um outro tempo da humanidade". E fui percebendo meu coração se tornando mais e mais próximo de todos esses entendimentos. Eu sou jornalista, fui repórter do Correio Brasiliense muito tempo e uma grande amiga minha diretora de redação do Metrópolis, a Lilian Tarhan aqui em Brasília. Quando eu soube que o Jonathan Roomy, o Paras Patel e a Eden Silva viriam ao Brasil, eu já estava fazendo esse estudo há do anos e eu perguntei para ela: "Vocês vão mandar alguma equipe a São Paulo?" Ela falou: "Não, nós fomos convidados pela Paris Filmes, mas eu não vou enviar ninguém". Eu falei: "Bom, eu posso me apresentar para ser só repórter por um dia?" E ela falou: "Claro". E fomos, eu meu marido que tá aqui comigo, Máximo, fomos a São Paulo e eu participei das rodas de entrevista pelo Metrópolis e pude estar junto com eles e atestar de perto tudo isso que a gente vem encontrando. São pessoas que estão a serviço desse dessa
os a São Paulo e eu participei das rodas de entrevista pelo Metrópolis e pude estar junto com eles e atestar de perto tudo isso que a gente vem encontrando. São pessoas que estão a serviço desse dessa grande árvore da vida que reúne tantas visões cristãs. Então, a gente tem ali no centro, né, a fé de Jesus, aqueles judeus messiânicos que o confessam como esse ungido. Depois a gente tem ali, né, na segunda revelação, a gente tem esse movimento que vem bem forte com Jesus, com esse movimento que traz os irmãos protestantes, católicos, enfim, todo esse ambiente, depois o espiritismo, mas são como aquelas aqueles círculos de uma árvore que se você corta uma árvore e você vê aqueles círculos, aquelas revelações, nós precisamos de todos esses aros que estão dentro da árvore. Se eu quiser retirar um desses aros, essa árvore vai ficar mais frágil, mais débil. Nós precisamos dar lugar para toda essa história como foi. E eles estão fazendo isso com muito cuidado e com muita seriedade. E esse primeiro episódio em particular que traz a história de Maria Madalena, que nós espíritas compreendemos como poucos quando disse que ela era eh, enfim, eh, vítima ali de sete demônios, nós sabemos do que se trata dentro do espiritismo. Nós entendemos isso. Nós entendemos o sofrimento de Maria Madalena como poucos. Aqueles que tm a mediunidade ostensiva compreendem o nível de desconexão que ela estava vivendo naquele tempo. E ali, ao encontrar Jesus, Jesus devolve a ela um senso de identidade. Você é minha. Ele traz um trecho de Isaías. Quero que ela ouvia com o pai. E a gente vai mergulhar nessa nesse encontro desses mundos e a gente poder perceber que isso está disponível para todos nós, porque nós todos somos dele, nós todos somos filhos de Deus e somos irmãos. E ali Jesus veio relembrá-la, que ela é uma filha de Deus. Então esse chamado tá para todos nós. Os escolhidos são aqueles que se escolhem, que escolhem seguir essa mensagem. E cada um desses episódios, é claro, gente, que há muita criação artística. O
Deus. Então esse chamado tá para todos nós. Os escolhidos são aqueles que se escolhem, que escolhem seguir essa mensagem. E cada um desses episódios, é claro, gente, que há muita criação artística. O The Chosen não traz um texto ipsis líteres do Novo Testamento, tá? a não ser na quinta temporada, que já começa a ter um um momento ali dos quatro evangelhos que traz muitas frases eh que são mais detalhadas da quinta-feira santa, da sexta-feira santa, então que eles conseguiram utilizar mais o Novo Testamento, mas a princípio foram histórias plausíveis criadas e inclusive trazendo humor, trazendo, né? Vocês vão começar a perceber, às vezes nos primeiros episódios aparece Simão, Simão Pedro, né, trocando ali numa luta, numa briga com os colegas. É lógico que isso não tá escrito nos Evangelhos, mas eles trouxeram esses elementos de humanidade para que a gente pudesse se aproximar, nós espectadores, da década de 2020, a gente pudesse se sentir como esse terreno sequioso do evangelho, sequioso da fonte viva, dessa água viva. Então, todas essas mensagens que vocês vão ver aqui são mensagens que foram criadas e com essas histórias factíveis para que o evangelho pudesse ser plantado naqueles corações. E é lindo porque a gente encontra apóstolos extremamente necessitados, humanos com histórias tão doloridas quanto as nossas daquele tempo super rude, quando ainda se crucificavam pessoas tendo que encontrar, tendo que lidar com encaixe daquela presença plenamente humana e plenamente conectada com Deus, plenamente divino. E ele falou isso pra gente. Vós também sois deuses e podeis fazer coisas iguais ou maior do que eu faço. Então, a gente poder assistir. E eu fiquei muito feliz quando eu cheguei hoje aqui na FEB, que eu vi a Feb inteira vestida de Jesus naquele outdoor imenso, aquela frente eu fiquei: "Ah, nossa, Jesus tá aqui, tá em cada cantinho dessa casa". Eu eu me senti muito emocionada quando eu cheguei aqui e fico super feliz, Maara, por esse convite, porque abram seus corações para
fiquei: "Ah, nossa, Jesus tá aqui, tá em cada cantinho dessa casa". Eu eu me senti muito emocionada quando eu cheguei aqui e fico super feliz, Maara, por esse convite, porque abram seus corações para se sentirem unidos. Eu gosto muito de uma visão da professora Lucielena, só para fechar, a professora Lucielena Galvão, que é daqui de Brasília também, uma filósofa muito interessante. Ela traz um raciocínio que parece com esse que eu trouxe da árvore, né? Porque nós precisamos de todos os nossos irmãos e de todas essas visões dentro do nosso coração. E ela traz pra gente a visão da pirâmide. a pirâmide como aquelas quatro faces da pirâmide subindo e se encontrando lá no alto, no Uno. Então, se eu tô subindo a face da pirâmide como espírita e eu tenho um irmão subindo a face de cá como católico, o outro subindo como protestante, o outro subindo por uma um outro caminho, mesmo que seja um caminho que não se intitula como cristão, mas que promove e vive de acordo com a sua consciência, que tá escrita de todas as leis naturais divinas, quanto mais próxima eu me sinto desse Esse irmão que tá subindo por essa outra face quer dizer que eu tô mais próxima do Uno. Agora, se eu começo a julgar e a falar, hum, esse aqui é dessa religião, esse aqui pensa assim, pensa assado, é sinal que eu tô subindo ou que eu tô descendo a pirâmide para eu tá mais longe daquele outro. The Chosen é sobre isso, é sobre a gente focar no essencial e eles realmente despiram o ego deles e tem sido assim atacados e amados por diferentes denominações cristãs de acordo com o tempo evolutivo de quem assiste e de quem olha. Então, que vocês possam abrir os seus corações. Nós já temos eh 40 episódios, né? 40 com cinco temporadas. Eles estão atualmente editando a sexta temporada, que é vai ser a temporada da crucificação, que vai ao ar em 15 de novembro na Prime Vídeo e daqui a uma semana eles começam a filmar a sétima e última, que é a última temporada que vai trazer a ressurreição. Eu tenho acompanhado de perto. Quem
que vai ao ar em 15 de novembro na Prime Vídeo e daqui a uma semana eles começam a filmar a sétima e última, que é a última temporada que vai trazer a ressurreição. Eu tenho acompanhado de perto. Quem quiser também acompanhar esses estudos que eu faço, eles são ecumênicos e eu recebi da espiritualidade, amiga, exatamente assim. Eu falei: "Mas eu sou espírita". e fiquei duas semanas meditando, confirmando e foi essa a orientação que eu recebi. Então, nos meus estudos tem padres, tem pastores, tem várias pessoas que acompanham e que eu posto isso também no meu YouTube para quem quiser acompanhar e que a gente possa se sentir cada vez mais próximos dos nossos irmãos e honrar o que essas pessoas estão fazendo no The Chosen, porque isso aqui veio de financiamento de pessoas comuns, não tem nenhum grande estúdio por trás, são todos cristãos E ninguém tá interessado em saber qual é a denominação de quem é quem quer que seja. é quem ama o Cristo e quem ama a mensagem dele. E caso vocês encontrem alguma mensagem no meio do caminho de estranhamento, deixa ela quietinha ali e segue adiante, porque o essencial é o que nos une e é onde merece estar o nosso coração e a nossa atenção. Então que vocês aproveitem muito esse primeiro episódio de hoje, que é um episódio que eu acho que todos nós nos identificamos em algum nível, porque é um episódio que trata daquela fase que a gente tá tão distante de Deus que a gente até esquece quem é, a gente até esquece o nosso nome e a gente até esquece que é filha e filho dele. Então, que a gente possa junto com Maria Madalena sermos relembrados dos momentos em que a gente esteve muito mal e alguém foi lá e nos tocou e nos chamou para voltar pro caminho para lembrar da nossa identidade. É isso. Muito grata. Bom filme. Bom, então a generosidade da Daniela em nos trazer esse olhar, né, tão especial sobre esse conteúdo. Obrigado. Então, estamos sempre abertos para recebê-la, viu, Daniela? Com alegria, meus amigos. Vamos continuar esse momento de emoção.
em nos trazer esse olhar, né, tão especial sobre esse conteúdo. Obrigado. Então, estamos sempre abertos para recebê-la, viu, Daniela? Com alegria, meus amigos. Vamos continuar esse momento de emoção. Preparados? Então, que começa a exibição. Er Er Er Er Er Er Er Er Er Er Er Er Er Er Er Quem nunca tinha assistido? Ah, então agora vai continuar a série, né? De certo. [risadas] Que bom. Bom, que aprendizado, né, gente, que nós tivemos todos prontos para assistir então o nosso segundo tempo. Agora nós vamos começar o nosso debate, né, com convidamos ao palco então a Fabiane de Oliveira, o Geraldo Campete e o João Rabelo que mediará a discussão. Também nos trazendo o olhar de cada um sobre o episódio que acabamos de ver. Pode ser por aqui. Tá boa, velho. Ela vai controlando o tempo. O Geraldo, o Rabilo aqui. Você ia já tem o microfone aí. Tá todo mundo. Bom, nós vamos ter 45 minutos dessa etapa de debate, tá bom? Nós vamos avisando aí se se tiver passado. Eh, bom, enquanto vocês recuperam, nós vamos trazer alguns avisos, tá? Em nosso hall, todos já puderam ver ali os figurinos originais do filme Emanuel, em parceria da FEB Cinema com a Cinética Filmes e a Universal Movies e a Imagem Filmes como distribuidoras. Trouxemos um pouco do que será essa bela adaptação que tá prevista para ser lançada agora em 2027. traremos novidades em nossas redes até o lançamento efetivo. Ainda sobre cinema, para aqueles que ainda não anotaram em suas agendas, no dia 21 de maio, menos de um mês da agora, né, até lá, teremos pelos cinemas do Brasil aquele filme Sexo e Destino, que é uma adaptação do livro de Chico Xavier e Valdo Vieiro, uma oportunidade de vermos temas tão necessários contemplados nesses livros, né? Eh, a interpretação de atores, os atores do filme são um elenco muito bonito, muito bom. Totia Meirelles, Tato Gabos Mendes, Bruno Gissone, Letícia Augustim, Carol Macedo, Jaedson Bahia, como parte de um grande elenco, uma coprodução da FEB Cinema com a Estação Luz, a Nils Cine e
ito bom. Totia Meirelles, Tato Gabos Mendes, Bruno Gissone, Letícia Augustim, Carol Macedo, Jaedson Bahia, como parte de um grande elenco, uma coprodução da FEB Cinema com a Estação Luz, a Nils Cine e distribuição de Paris Filmes. E falando em marcar na agenda, o próximo dia 2 de maio, agora semana que vem, teremos um encontro de duas gerações de escritores espíritas, Valdeir Bezerra de Almeida e Jeferson Vasques, que irão comentar um pouco sobre os mais recentes lançamentos pela febre editora, o que os espíritos ensinam aos pais, evangelizadores e jovens, e o outro é a casa espírita construída na rocha do evangelho. Á aqui neste mesmo auditório às 17:30 às 20 horas no sábado, né, Geral? Nesse mesmo local aqui. Aí no dia 3 de maio, teremos a celebração dos 5 anos dos encontros virtuais do Palavra de Luz, aquele filme Palavras de Luz. também neste auditório das 20 às 21 horas, um encontro com música, poesia e vivências no bem com os colaboradores vindos de diversas partes do país para essa comemoração. Então nós convidamos a todos para participar aqui nesse auditório ou na FEB Lives pela TV, feblives.com, viu? Quem quiser anotar. Então, amigos, agradecemos a presença de todos que estiveram aqui conosco. Esperamos que tenham gostado, né? Então, vamos ver se no próximo encontro a gente depois continua. Nós já falamos que vamos ter mais ced debate. Então, vamos iniciar o trabalho. Então, passamos a palavra então pro Rabelo, que vai ser o mediador, para ele dar início. >> Muito boa noite a todos. Muito prazer estarmos juntos e muito obrigado por estar conosco. Nós lhes apresentamos os nossos debatedores. Quem não conhece aquele cidadão ali é o Geraldo Campete, que é vice-presidente da Federação Espírita Brasileira. Na sua hora, na sua área de trabalho está FEP Cinema, entre outras coisas, e ainda editora da FEP. Todos o livro da febre sai por essa área que é a nossa departamento responsável pela produção de livros. Acho que Geraldo na Febre ninguém conhece tão bem livros quanto
coisas, e ainda editora da FEP. Todos o livro da febre sai por essa área que é a nossa departamento responsável pela produção de livros. Acho que Geraldo na Febre ninguém conhece tão bem livros quanto ele. E aqui nós temos essa jovem nova, madura, mas muito jovem, inteligente, advogada, trabalha no no Supremo Tribunal Federal. Então, muito cuidado com as perguntas para que nós possamos é tirar o mau proveito. Vimos o filme, vamos começar a conversar sobre eles. Vamos fazer um debatezinho rico, porque os dois conhecem profundamente o evangelho, a doutrina espírita e nós queremos que todos nós tiremos o maior proveito. Então, vamos começar aqui pelo nosso pelas damas primeiro, não é isso? Que que você perguntaria o Geraldo ou pediria a ele para clarear na no uma parte qualquer do filme que ele chamou mais atenção? >> Bom, muito bem. Agora todos me ouvem? Boa noite a todos. É um prazer enorme estar aqui com vocês, ver a nossa febre cheia, né, para debatermos esse filme tão fantástico. E eu tava pensando enquanto o filme rordava, tem que ser uma vez por mês esse cin debate aqui, viu? [risadas] Porque realmente nos proporciona reflexões muito intensas. Nós estamos com Jesus, nos sentimos na psicosfera do Cristo. Eh, preparei para que a gente fale um pouquinho sobre cada personagem, porque eu acho que isso é muito rico para que a gente possa entender eh bem esse primeiro capítulo. Mas eh uma das reflexões eh muito vieram mesmo assim a à tona durante eh enquanto eu assistia, por será que o primeiro capítulo foi justamente tratando um tema tão especial que é a obsessão e a presença dos espíritos entre nós aqui encarnados. Então, eh, eu sempre comento aqui nas palestras ou nos cursos que a gente tem oportunidade de estar juntos, que desde que o mundo é mundo, a mediunidade existe, é algo absolutamente ordinário, ou seja, do nosso cotidiano. Eh, a gente brinca que aqueles que falam: "Ah, nunca ninguém voltou de lá para falar, tá vivendo em outro planeta". Porque no planeta Terra sempre
absolutamente ordinário, ou seja, do nosso cotidiano. Eh, a gente brinca que aqueles que falam: "Ah, nunca ninguém voltou de lá para falar, tá vivendo em outro planeta". Porque no planeta Terra sempre os espíritos retornaram de lá para se manifestarem. E interessante, a Daniela comentou, né, fez uma contextualização sobre eh a o aspecto ecumênico da da obra. Mas por que será que o primeiro capítulo é justamente trabalhando o tema da mediunidade e da intervenção dos espíritos na matéria? Então, já que eu tive a missão de te passar uma bola, eu vou fazer essa pergunta para você, >> tá bom? Daqui a pouco eu devolvo a bola, né? [risadas] Gente, boa noite. >> Boa noite, gente. >> Boa noite. >> Que honra, né, estarmos juntos aqui neste sábado iluminado. A gente domingo iluminado, né? Ele falou tanto em sabato, né? [risadas] Nesse domingo iluminado, né? de noitinha assim, a gente poder aproveitar o tempo. É tão gostoso. Então, Fabiano Rabelo, obrigado. Carlos tava falando exatamente, né, na questão da obsessão. Vejam vocês, né, este livro aqui, Loucura e Obsessão de Divaldo Franco, Manoel Filomeno de Medo. A Féli está fazendo todo um trabalho de redição das obras num formato maior, bem agradável paraa leitura, letras maiores. Olha esse capa aqui. Alguém se anima? Tá na livraria, tá bom? À disposição. E exatamente essa temática da obsessão, da mediunidade, da influência espiritual, né, Fabiana, que a gente vê e numa personalidade feminina. Isso é um somatório, porque Rabela é médium, não é? A gente também é médium. Todos nós somos médiuns porque a mediunidade é uma faculdade espiritual, mas precisa de uma predisposição orgânica para que ela seja desenvolvida. E é tão interessante a Lourdes é médium, né? É diferente a mulher médium do homem médium, né? Chico Xavier era uma exceção, porque era uma alma que estava acima de qualquer, diria até expressão, né, de masculinidade e feminilidade. Mas é interessante, né, o rabelo quando recebe aquela sensibilidade, a mulher tem assal
ção, porque era uma alma que estava acima de qualquer, diria até expressão, né, de masculinidade e feminilidade. Mas é interessante, né, o rabelo quando recebe aquela sensibilidade, a mulher tem assal e Maria Madalena, esse personagem assim que no dizer de Emanuel é a maior transformação de todo o evangelho, maior exemplo de renovação diante de tudo que enfrentou. E a gente vê a conexão, Fabiana, que eu entendo entre os dois planos da vida e muito sabiamente a conexão que se faz da antiga lei com a nova lei. Jesus trazendo a boa nova. Eu até trouxe o livro aqui, o Carlos trouxe para nós, né? Tá aqui, ó. Boa Nova, que tem o capítulo 15, 20 e 30. O 15 é sobre Joana de Cusa. O 20º é sobre Maria de Magdala, Maria Madalena. E o 30º é sobre Maria, mãe de Jesus. Três mulheres, né? para dizer dessa expressão forte que a mulher tem e a dignificação que Jesus fez reconhecendo o valor, porque vendo na intimidade de Maria Magdala o seu valor, como ele viu e vê em cada um de nós. Então entendo que a mediunidade é essa expressão do amor, da revelação divina, da possibilidade da conexão entre os dois planos e da gente poder se desenvolver pelo trabalho no bem. E foi no decorrer do tempo, como a gente vê na na história de Maria de Madalena, o que ela efetivamente fez. Foi, sem dúvida alguma, a 13ª apóstola, se a gente pode dizer isso, com uma influência enorme entre os 12, não é, que ali estavam trabalhando na equipe de Jesus. Eu sei se respondi, Rabelo, >> muito bom, Gerald, eu imagino que muitos dos senhores, senhoras, senhoras, depois senhoras, as mulheres são mais importantes, né, Fab? São sempre >> deve tá perguntando e isso acontece a obsessão é aquilo mesmo? Aquilo é possessão ou é obsessão? A obsessão pode levar a criatura a um certo nível de de suicídio, por exemplo, cometer crimes, fazer coisa errada, como aconteceu com de Madalena. Então eu vou perguntar a Fabiane que trabalha com a lei. Eh, Fabiane, é possível que uma criança que a suicidou, que fez uma loucura qualquer, que fez coisas que entra na
mo aconteceu com de Madalena. Então eu vou perguntar a Fabiane que trabalha com a lei. Eh, Fabiane, é possível que uma criança que a suicidou, que fez uma loucura qualquer, que fez coisas que entra na droga, não consegue sair, podíamos chamar is de obsessão? >> Eh, primeiro eu queria contextualizar eh porque Maria de Madalena, os evangelhos falam que ela tinha sete demônios. O número sete é muito especial paraa cultura judaica. O sete ele significa totalidade. Então o que os evangelhos nos trazem é que a obsessão de Maria Madalena era tão complexa que ela era reverberada como possuída por sete demônios. Então era uma obsessão realmente num grau máximo, uma obsessão muito complexa e que Nicodemos não foi capaz de curar. E nós sabemos por quê? Porque Nicodemos era o homem da lei, mas não era o homem da autoridade moral. A autoridade moral ali foi Jesus, né? Então realmente somente uma autoridade moral curaria Maria Madalena. E nós percebemos que a obsessão ela realmente ela pode ocorrer em todos os níveis e em todas as pessoas, inclusive obsessões também em crianças em e pessoas frágeis. Nós estudamos muito no livro dos médiuns a importância sempre de uma terapêutica aliada, uma terapêutica psicológica com psiquiátrica, com uma terapêutica espírita. Por quê? Porque quando a gente tá com corpo físico vulnerável, fragilizado, isso também abre as portas para uma obsessão. Então, não raras vezes nós vemos crianças passando por quadros difíceis de obsessão, assim como outras pessoas que estão em momentos de fragilidade da sua vida, né? Então isso, infelizmente, é possível. Por quê? Porque a obsessão ela exige uma sintonia vibracional. Então, a partir do momento em que eu tenho os meus campos, né, fluídicos perespirituais em sintonia com determinados espíritos, eles se acoplam espírito a perespírito e acabam nos manipulando. Tá aí o capítulo 23 do livro dos médiuns, que fala sobre as obsessões. A gente trata, né, Kardec traz sobre a subjção a que é o que muito se reverbera como
rito a perespírito e acabam nos manipulando. Tá aí o capítulo 23 do livro dos médiuns, que fala sobre as obsessões. A gente trata, né, Kardec traz sobre a subjção a que é o que muito se reverbera como possessão. Hoje a gente não usa mais esse termo porque possessão é como se o espírito nos possuíssemos e, portanto, ele entrasse no nosso corpo. Esse esse termo não é o adequado, mas sim subjulgação. Quer dizer, eu fico com a minha mente, a minha vontade absolutamente paralisada, subjugada. E e há também a fascinação, né? um outro tipo de obsessão também eh possível e muito bem tratada no capítulo 23 de O livro dos Médiuns. Mas realmente, Rabelo, eh a Maria Madalena, ela vivia uma situação, e isso diz eh Humberto de Campos trata em Boa Nova, no capítulo já trazido pelo Geraldo, ela vivia um quadro de uma realidade que abria espaço para esses tipos de obsessão. Por quê? Porque Maria Madalena era muito bonita e ela tava sempre em busca de um grande amor, aquele amor humanizado, aquele amor da eh aquele amor do do foco na matéria, não o amor sublime da, né, eh, espiritualidade. Então, com isso, ela foi sempre se eh entregando a vida, como diriam, né, antigamente, a vida fácil. Quer dizer, eh, até a questão da prostituição, e aqui eu acho importante também dizer, eh, há dúvidas se Maria Madalena de fato era prostituta, né? Há informações de que o Papa Gregório, o primeiro Papa, confundiu as Marias. Eh, isso nos anos 500 e alguma coisa depois de Cristo. E ele teria trazido a figura da prostituição para Maria Madalena, quando na verdade se dizia respeito a uma outra Maria, né? Então eu não digo aqui com relação à prostituição, mas com relação a uma Madalena muito focada pros prazeres materiais. ela buscava um amor eh romantizado, ela era muito bonita e acabava então eh no meio da riqueza, da promiscuidade da época, né? Então esse quadro fez de Maria Madalena toda a fragilidade possível para ela ter a as obsessões mais difíceis e, né, no grau mais complexo. Então eu fui um pouco
iqueza, da promiscuidade da época, né? Então esse quadro fez de Maria Madalena toda a fragilidade possível para ela ter a as obsessões mais difíceis e, né, no grau mais complexo. Então eu fui um pouco além do que você perguntou, mas para dizer que realmente eh é possível a obsessão eh em diferentes graus e e quadros aí da nossa história, né? Obrigado, Fabiano. Imagino que alguns dos senhores, senhoras primeiro, né, senhoras e senhoras devem estar perguntando que que é obsessão, que como é que é isso, como é que funciona, de que maneira e como é que cura. Uma autoridade da da igreja, na época era igreja lá, templo de Jerusalém, era o professor dos professores e não conseguiu superar o problema. Mas depois ela saiu depois dos comeu aquelas coisas no ambiente que estava dá uma ideia de de um ambiente promisco ali do ambiente e ela sai e Jesus lhe aparece. Geraldo, dá para você explicar pra gente o que é que é obsessão, como é que funciona, por que aquele cidadão lá não conseguiu a professor professor e porque Jesus sem nenhuma discurso a tratou e a curou definitivamente. Bem interessante. Interessante. Tá? É interessante que eles utilizam até o termo e aquele termo que quando você expulsa, né? Como é que é a palavra mesmo? Exorcismo, não é? que ele foi fazer o exorcismo, mas ele não tava muito habilitado para fazer o exorcismo mesmo, porque o exorcismo em essência ele não funciona. Porque a obsessão é um processo de influência continuada de um espírito para outro, geralmente com um poder de coersão, de domínio, de importunação, de fazer com que o indivíduo ele se se sinta assim restrito ou restringido quanto a sua liberdade. é uma atuação que incomoda. E então você tem a obsessão simples, tem a obsessão que é aquela, né, fascinação que começa já você perdeu o controle, a subjulgação, que já é uma perda do controle de maneira mais acentuada. Kardec inicialmente não admite a possessão e ele vai admitir depois. Existe a possessão, sim, ele admite, ele reconhece, mas é naquele sentido em que
é uma perda do controle de maneira mais acentuada. Kardec inicialmente não admite a possessão e ele vai admitir depois. Existe a possessão, sim, ele admite, ele reconhece, mas é naquele sentido em que o espírito é dominado completamente pela influência externa. Não é que ele entra no corpo do outro e o outro se afasta. Porque tem alguns livros na literatura que se diz espírita, que substitui, né, o corpo do outro. Uma coisa impressionante. Isso não existe, mas existe um domínio. Ele fala da possessão, sim. e depois vai dizer, são casos extremos, mas ali na no livro dos médios, capítulo 23, como Fabiana explicou, tem esses três, essas três situações, né? De qualquer maneira, a possessão seria uma coisa ainda mais enfática, como era o caso do sete, né, entre aspas, era uma obsessão completa que ela sentia. Ela sentia influência, era dominada e tudo mais. Tanto é que quando não tava sob influência, ela estava num, digamos, normal, entre aspas, né? Ela tava assim numa situação da vida do cotidiano. E aí o que acontece, Rabelo? Você vê que interessante, né? Ele não teve Nicodemos, que era o doutor da lei, conhecedor profundo da lei antiga, era uma autoridade religiosa, mas não possuiu naquela situação autoridade moral. Quando ele percebe no olho, no olhar de Madalena, quando olhou nos seus olhos, ele se sentiu intimidado. Ele de cara percebeu aqui não é para mim. Eu não tenho condições, tem que ser. E depois ele fica refletindo também, né, Daniela, que é emblemático. Só Deus vai conseguir. Nenhum ser humano vai conseguir. E aí já vai dando a deixa para Jesus como representante de Deus, o filho de Deus, né? A pureza. A gente vê que ele teve autoridade moral, não precisou usar de exorcismo, mas usou da sua presença e do seu acolhimento. A diferença está em não expulsar, mas em acolher. >> É o que Jesus faz com cada um de nós. Mesmo com os obsessores, mesmo com os espíritos que temporariamente são maus, ele coloca no devido lugar com autoridade moral que tem, mas nunca no
em acolher. >> É o que Jesus faz com cada um de nós. Mesmo com os obsessores, mesmo com os espíritos que temporariamente são maus, ele coloca no devido lugar com autoridade moral que tem, mas nunca no sentido assim de abandoná-los, mas de dar oportunidade mesmo pelo sofrimento depois deles retomarem a caminhada. Isso é inclusão, isso é amor. E é o que Jesus faz com todos os seus irmãos menores, que somos todos nós, né, Rabelo? Isso é uma um consolo. >> Pode ser que algum que foi, alguém levantou o braço ali. Os te estão de olho na gente aqui, né? O o se algum dos algum de nós tiver o problema em casa, eu tô querendo contextualizar para nós. Depois eu mudo, vamos mudar um pouco. Mas será que eu tenho na minha casa ou tive um problema de obsessão? Será que um jovem começa cortar aí insinuado por algumas situações estranhas começou a se cortar? Será que um Adolf Hitler que envolveu a nação inteira teria sido um processo obsessivo? Será que na hora que Allan Kardec fala no livro obras póstmas que um cidadão ele andava nas ruas de Paris e toda a mulher que ele via ele ajoelhava e pedia em casamento? Isso é obsessão? Pode acontecer. É possível? Esses fatos curiosos e estranhas são comum da nossa vida ou só acontece excepcionalmente? Você podia nos explicar, Roberto? Não adorei a pergunta porque foi nosso tema de sexta-feira aqui. Antes de ontem, o tema da palestra foi justamente a a influência dos espíritos nos acontecimentos do dia a dia. Eh, e nós sabemos que eles estão conosco 24 horas do nosso dia. De ordinário são eles que nos dirigem. Isso tá lá em O livro dos espíritos. 459. Questão 459. Então, realmente, eh, nós somos médiuns em maior ou menor grau, porque é da lei de Deus a interação entre espírito e matéria. É da lei divina. Nós estudamos que em Kardec e um livro dos espíritos que nós temos assim um triângulo. É Deus lá em cima, espírito e matéria. Para que o espírito chegue até Deus, ele precisa passar pela matéria. O que significa que espírito e matéria estão em constante interação, 24
assim um triângulo. É Deus lá em cima, espírito e matéria. Para que o espírito chegue até Deus, ele precisa passar pela matéria. O que significa que espírito e matéria estão em constante interação, 24 horas do dia. Então, nós somos médiuns. Quando nós temos uma intuição, e o Geraldo falou muito aqui sobre as mulheres, as mulheres elas sempre prestaram mais atenção nas suas intuições. Por quê? Porque as mulheres têm aquele zelo do sagrado do lar, tem o zelo. Eu digo historicamente, porque hoje eu sei que os homens também estão exatamente no mesmo patamar, né? Então, os homens estão evoluindo, quer dizer, olhando pro [risadas] olhando pro sagrado dos seus lares, olhando pros seus filhos, né, também com esse dever do cuidado das interações sociais e humanas, né? Então, a partir disso, a mulher já tem esse olhar da intuição, de E o que que é a intuição senão essa mediunidade latente que todos nós temos? Porque somos espíritos que estamos na matéria. Nós não somos matéria. Nós somos espíritos que estamos acoplados temporariamente a matéria. De modo que a mediunidade ela acontece 24 horas do nosso dia. Na hora que a gente recebe um bom dia, na hora que a gente escuta um colega de trabalho, na hora que a gente tem aquela aquele lance de intuição de abaixar assim, ó, e na hora passa um raio e a gente não sofre um acidente maior, porque foi um espírito que nos assoprou, né, pra gente abaixar a cabeça. Quantos de nós já não viveu situação de dizer, gente, foi por milímetro que eu não bati o olho em determinada e objeto ponte agudo, né? Por quê? Porque aquele espírito protetor que tá do nosso lado cuidando da gente, que na hora ele fala: "Agacha e você agacha e realmente aquele, né, objeto ponte agudo sai do nosso do nosso lance ali." Então, de fato, a mediunidade, essa interação espiritual, ela acontece 24 horas. da hora que a gente acorda e durante o sono também. >> Nós gostaríamos de, nós queremos fechar a parte da obsessão para pular para outra o ensino do filme, mas eu gostaria
tual, ela acontece 24 horas. da hora que a gente acorda e durante o sono também. >> Nós gostaríamos de, nós queremos fechar a parte da obsessão para pular para outra o ensino do filme, mas eu gostaria que o Geraldo fechasse esse tema. Tô lhe pedindo, Geraldo, nós não temos Jesus. Ah, ela buscou o que seria de mais nobre na época, do homem exemplar, modelo, professor dos professores, fariseu, que era os líderes da religiosidade. Então, ele, mas ele não curou, mas Jesus tratou e curou. Hoje nós não temos Jesus como como está no filme, mas temos os fariseus. Eu quero dizer fariseus, autoridade, não necessariamente fariseus, autoridade religiosa dos vários níveis. É possível curar, Geraldo, com os recursos que você tem, >> inclusive fariseu no próprio espiritismo, né, Rabelo, pra gente, né, fazer atribuição aqui, porque é um comportamento, né, farisaico, que a gente precisa, eh, corrigir ao longo do tempo, 2000 anos que Jesus esteve conosco e parece que as lições ainda não reverberaram como deveriam. Estamos em constante aprendizado. Olha, é perfeitamente possível curar Abelo, porque a equipe de Jesus e a gente fica assim ocupado, né? Divaldo foi, Chico foi, não é? A agora sim, a Martinha foi e eu tava falando com o meu irmão Carlos Campete. Falei: "Mano, como é que vai fazer? Porque os referenciais estão indo embora, como é que vai fazer?" Aí ele falou: "Mano, você já parou para pensar que a gente tá chegando uma idade também? De certa maneira? que a gente não deixa de ser referência. Guardadas as proporções, e eu tô falando aqui com toda a humildade que eu ainda não tenho, mas assim, que as pessoas já vem em nós também uma referência no sentido de um exemplo que a gente precisa dar, de um esclarecimento, de uma posição segura, né, na comunicação, né, pelas essas coisas todas. Então, é muito assim de a gente verificar que hoje nós somos milhões de trabalhadores, de tarifeiros, não propriamente de missionários como a gente tem, né? Tivemos um Divaldo, um Chico, não é?
todas. Então, é muito assim de a gente verificar que hoje nós somos milhões de trabalhadores, de tarifeiros, não propriamente de missionários como a gente tem, né? Tivemos um Divaldo, um Chico, não é? esses trabalhadores mais assim que vieram com esse compromisso. Nós somos tarifeiros, somos aqueles que vamos colaborando em equipe e somos os médiuns que exercemos as diversas faculdades de acordo com a necessidade, não é? Com o merecimento que a gente tem. E a gente vai ver que o médium, principalmente não é um espírito evoluído, é um espírito em necessidade evolutiva. A mediunidade vem pro nosso processo educativo, pra nossa transformação efetiva e por isso o trabalho da mediunidade sempre com Jesus, a referência que o Espiritismo nos dá. Não dá para dissociar jamais, Rabelo, o Espiritismo do cristianismo e não é Kardecus. Porque se Jesus é a porta, como está no livro Opinião Espírita no capítulo 2 Emanuel por Chico e também André Luiz por Valdo Vieira, a gente vai verificar que se Jesus é a porta, Kardec é a chave. Então, hoje nós temos um entendimento, há muitos médiuns de efeitos físicos, inclusive de materialização e de cura que a gente vê, mas hoje nós não damos um destaque, como já houve no passado, e é preciso ser bem dito isso, porque não está se excluindo, não se está dizendo que não há necessidade, que não é importante, mas é que hoje as casas espíritas oferecem um trabalho, por exemplo, aqui, vocês repararam a fila do passe, eh, Quem tomou passe aqui, por favor? Ótimo. E quem só chegou aqui para o debate também? [risadas] Parece que então ótimo. Chegaram, né, pro cine, aproveitaram, tomaram passe. Tá excelente, tá na casa espírita. A fluidoterapia, né, pela água fluidificada, pelo passo, pela oração. É um recurso. Quem não se sentiu elevado e elevado na prece que a Lourdes fez aqui de abertura do nosso debate, vocês perceberam o ambiente, né? A hora que a nossa ida foi retomar ali nela, ela estava assim também toda envolvida, não é? E isso é muito bom. A emoção, né, que
fez aqui de abertura do nosso debate, vocês perceberam o ambiente, né? A hora que a nossa ida foi retomar ali nela, ela estava assim também toda envolvida, não é? E isso é muito bom. A emoção, né, que a Daniela sentiu chegar aqui na casa de Ismael. Quando a gente for sair desse auditório, nós vamos ver a frase de Ismael que tá escrito lá. É uma coisa impressionante, né, Germana? Porque toca o nosso coração. Ontem estive lá na comunhão, aqui na comunhão, nossa casa, irmã. É tão assim gratificante a gente poder estar trabalhando. E essa mediunidade, rabelo de cura não significa necessariamente que ela seja ostensiva, porque ela pode ocorrer inclusive à distância pela oração, pelo passe, não é, aqui pela água fluidificada, por uma palestra que a gente escuta que a gente se sente envolvido. Então são milhares e milhões de trabalhadores hoje espalhados no mundo afora, independentemente da identificação religiosa. Isso é que é bacana em Jesus. Quando a gente, certa feita, eu tava gravando uma informação e coloquei Jesus como governador espiritual da terra. Não sou eu que estou colocando. É isso. O espiritismo diz, mano. Eu falo, tem uma caminha da luz aqui que eu já vi alguém para saberos ali. Assim, é tão bonito a gente verificar. Jesus é o governador espiritual da terra, é o nosso mestre, é o nosso senhor, é o nosso guia, o nosso modelo, não é? E todos os demais que vieram são enviados pelo Cristo. Aí os outros diz: "E excluiu mais, né? quase que a totalidade da da população, porque poucos são cristãos ainda. Falou: "Não, não é questão de excluir, porque Jesus encaminhou esses outros todos. São todos da equipe do mestre e com todo o respeito aí nós não estamos excluindo, nós estamos somando. As denominações são diferentes, mas os conceitos eles caminham para esta pirâmide que vai para a unidade, né? conforme a filósofa coloca com tanta sabedoria, né, a nossa irmã e de tanta eh tanto amor, né, e tanto acolhimento na fala dela e tanta sabedoria, não é? Então, a gente vê essa
vai para a unidade, né? conforme a filósofa coloca com tanta sabedoria, né, a nossa irmã e de tanta eh tanto amor, né, e tanto acolhimento na fala dela e tanta sabedoria, não é? Então, a gente vê essa diversidade que leva a unidade num trabalho que é em equipe, Rabelo, e o trabalho da mediunidade aflorando, independentemente da questão de ser espírito ou não. Que o espiritismo faz é o estudo metodizado, sistematizado, pra gente poder compreender melhor esses fenômenos. Obrigado, Geraldo. Eh, vamos aproveitar a o filme. Foi muito feliz quem a o pessoal que fez o filme, o roteiro do filme, tem um claro processo educativo, né? Então, Geraldo, eu eu vou pedir a Fabiana, por favor. Fabiana, eh, Nicodemos, ele foi lá porque ele tava, ele não gostou ter ido naquele ambiente que é o bairro vermelho lá, como ele fala, né? ambiente de prostituição, de equívoco, etc. Como tem a Misterdan Dan em outro lugar do mundo, né? Eh, nós, para quem não sabe, toda a Casa Espírita ou quase todas tem um atendimento fraterno. A nossa irmã Germana, que é diretora da comunhão, tá aqui. A comunhão é a maior caia de Brasília em termos de tamanho de pessoas, etc., né? Mas lá tem atendimento fraterno. Aqui também nós temos todos os dias na parte da tarde, a partir das 14:30, 15 horas, nós temos uma equipe enorme ali que fica atendendo pessoas que vem trazer suas angústias, seus problemas, suas dúvidas e as suas preocupações de obsessão. Mas vamos mudar um pouco dentro do filme. Nicodemos, ele sentiu que que foi vencido. Ele não foi competente, entre aspas. Ele não teve autoridade moral para afastar o espírito ou certo espírito, como ela falou aqui para nós. E ele ficou matutando. Por que que eu não conseguia? O que que foi que houve? Qual foi o problema que eu não consegui? Eu fracasso. A, o fracasso acontece com os pais, acontece com as mães, acontece com nós, com cada um de nós. No trabalho, em casa, a gente comete uma equipe, fez uma coisa que arrependeu e poxa, já não podia repetir isso. Na vida comum,
com os pais, acontece com as mães, acontece com nós, com cada um de nós. No trabalho, em casa, a gente comete uma equipe, fez uma coisa que arrependeu e poxa, já não podia repetir isso. Na vida comum, Fabiana, o que é que você nos ofereceria para o nosso entendimento? Essa postura de de ele fazer essa autoanálise, esse auto exame, reconstruir a sua pobreza. Eu fui feliz naquela hora, cometi uma coisa que não devia fazer. >> Eu achei tão linda a postura do Nicodemos, né? Porque ele ele não foi orgulhoso >> ao ponto, ele ele fica se remoendo com aquilo, né? Porque ele fala: "Gente, se eu sou o senhor das leis, por que que as ervas não deram certo? Por que que as palavras simbólicas, né, não deram certo? O que que me faltou?" Então é muito bonito porque Nicodemos ele para e ele volta-se para si mesmo. Eu acho que é exatamente isso que nós temos que fazer. Nós estamos voltando-nos a nós mesmos e perguntando: "Eu estou melhor do que eu era antes, né?" Quando Jesus falava da importância da oração e da vigilância, é a vigilância nos nossos próprios atos, nas nossas atitudes, né? Nas nossas ações, palavras. Eh, então, realmente, e aí a gente tem que se colocar como alguém que está em constante vigilância. Como é que eu estou diante dos meus eh colegas de trabalho? Eu sou uma pessoa agradável, eu sou uma pessoa que auxilia, eu tenho um espírito colaborativo, eu tenho o espírito de facilitar a tarefa ou eu sou aquela futriqueira que coloca uma pitada de de pimenta na situação, né? É, será que dentro de casa eu presto atenção nos meus filhos? Será que eu realmente sou uma mãe atenta? Presto atenção nas necessidades de cada um, porque cada filho é diferente. Eu tenho dois completamente diferentes, absolutamente diferentes, né? Eu tô prestando atenção nas necessidades deles. Eh, e a mesma coisa no na comunidade com a qual eu convivo, seja na vizinhança, seja nos templos religiosos. Então, o Cristo, ele nos faz essa eh ele nos dá essa missão de nós sermos responsáveis pela nossa própria vida. Eu
na comunidade com a qual eu convivo, seja na vizinhança, seja nos templos religiosos. Então, o Cristo, ele nos faz essa eh ele nos dá essa missão de nós sermos responsáveis pela nossa própria vida. Eu também costumo falar muito isso. Outras religiões, elas ainda estão entregando a determinadas outras pessoas, outras autoridades, o poder de transformar, né, culturas ou eh ações no espiritismo, que traz essa ideia do cristianismo puro, rede vivo, em que Jesus falava: "Tudo bem, você é pecador, tá tudo certo, estamos em processo de melhoria, mas não peques mais. Então você se transforme, você se redima, né? Então a o espiritismo ele ele nos convida justamente a isso, a que nós sejamos responsáveis pela nossa vida, a que nós não tenhamos motoristas, que nós sejamos o motorista do nosso próprio carro, né? e possamos nos conduzir para caminhos melhores. Então, de fato, eh, e Nicodemos é extraordinário porque ele nos leva justamente a sempre se indagar como que eu posso ser melhor, o que é que onde eu falhei, né? Como é que eu posso ser melhor? E então realmente é uma figura extraordinária. >> Muito obrigado. O Geraldo, ele fala sobre corrupção do filme. Não sei se observaram. Pedro, antes de conhecer Jesus e a pescaria não tava muito boa, não tava conseguindo levar a comida para casa, vender no mercado, ele vai lá e se oferece lá ao general, comandante, o que seja, romano para espionar, porque na Sabate é o dia do descanso, é o que diz a Bíblia, né? Então ele se completificou a espionar quem é que tá, porque o sabato não tinha fiscalização porque era o dia do descanso do Senhor. É como diz a Bíblia. Então e ele se ofereceu para ter favores, tanto que ele pediu para dispensá-la lá, pediu quintos, que era o líder, o chefe lá para liberá-lo e ao irmão da dívida com o estado. A o estado é queelee, a a Roma dominou o mundo há aproximadamente 600 anos e atrasou a história da humanidade, certamente, né? Então, Geraldo, a corrupção ali naquele ambiente é, então a corrupção não é a coisa presente de hoje, nascido
ou o mundo há aproximadamente 600 anos e atrasou a história da humanidade, certamente, né? Então, Geraldo, a corrupção ali naquele ambiente é, então a corrupção não é a coisa presente de hoje, nascido agora naquela época já tinha corrupção e ele se entregou à corrupção e ele não conhecia Jesus ainda, mas como na ausência dos meios, ele foi lá e entre aspas se vendeu. Geraldo, nesses dias que nós estamos pregando uma nova era, a doutrina espírita tá nos ensinando a ter valores novos. É o homem novo deixar o homem ver para lá, o homem corrup para lá. O que é que o movimento espírita, a doutrina espírita está oferecendo ao homem, eu digo homem, a generalidade homem, mulher para essa construção nova nesse contexto, Geral, [música] >> a grande novidade, Rabelo, queridos, que a doutrina espírita traz é a própria boa nova, que a gente às vezes fica procurando novidades e tudo, coisas assim, né, que vão fazer uma revolução. O evangelho do Cristo é a boa nova e a boa nova revivida na sua essência. conforme o espiritismo faz. Outras religiões estão trazendo também os seus entendimentos. A gente tem que agradecer. Todas estão dentro da possibilidade também crescendo, evoluindo e atendendo as necessidades dos seus adeptos. Emana fala que se todo mundo fosse espírita, a gente não daria conta jamais de poder atender a todos. Então nós temos que agradecer as demais crenças, né, os demais credos, porque cada um absorve dentro da sua condição, da sua possibilidade e pode evoluir muito mais do que nós do espiritismo se a gente não fizer um bom aproveitamento, porque não é questão de comparação que é mais evoluído ou mais inferior, mas é a questão do bom senso que a gente tem que ter de acolher a todos. Por isso tem essa diversidade enorme. A corrupção, de fato, Rabelo, não é de agora. Ela praticamente existe desde que o homem existe. A corrupção sempre no sentido da gente levar melhor enganando o outro, a gente prejudicando. Nós estamos cheios de exemplos na atualidade, né, de homens
a praticamente existe desde que o homem existe. A corrupção sempre no sentido da gente levar melhor enganando o outro, a gente prejudicando. Nós estamos cheios de exemplos na atualidade, né, de homens e mulheres públicos que são corruptos. A gente precisa fazer a pergunta como Nicodemos fez, né? E Fabiane estava lembrando, volta para dentro de si mesmo. Porque toda vez que a gente vai pensar num comportamento que é negativo, num vício de alguém e vai estabelecer uma crítica, a gente tem que lembrar o que Kardec nos ensinou no que é o espiritismo quando dialogou com o crítico. O primeiro recurso para a crítica é o conhecimento e o segundo é a autoridade moral. Então, nós devemos sempre direcionar primeiro aquela crítica ou aquela demanda, aquele questionamento para nós mesmos. Será que eu também não sou corrupto ou não estou corrupto em alguns comportamentos? Ou seja, desviado do caminho certo, do caminho do bem, que é essa questão da moral, do conhecimento e sobretudo da ética, que é a vivência prática mesmo dessa moral, que a moral a gente sabe, a necessidade nós sermos melhores, nós sermos humildes, né? Sermos caridosos, vencemos o nosso orgulho, o nosso egoísmo, mas no dia a dia, não é, Fabiane? Será que a gente tá fazendo isso no nosso lar, na nossa família, no nosso ambiente de trabalho, na casa espírita, na sociedade, um modo geral? é o questionamento que a gente tem que fazer. O espiritismo é uma proposta, rabilo, de inovação, porque ele nos leva à nossa renovação, a melhoria de nós mesmos. Daí o conceito do verdadeiro espírita, que me tocou muito, né? Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, pelos esforços que empreguem domar as suas más inclinações. Então, reconhece que há más inclinações. Nós não somos perfeitos. Estamos numa condição de espíritos perfectíveis. Estamos a caminho da perfeição relativa a que todos estamos destinados. E atrasamos muito esse processo com o tal do livre arbítrio. Como diria o professor Nei Lobo, né? O livre arbítrio
perfectíveis. Estamos a caminho da perfeição relativa a que todos estamos destinados. E atrasamos muito esse processo com o tal do livre arbítrio. Como diria o professor Nei Lobo, né? O livre arbítrio é um fator complicador, mas também é aquele que pode nos trazer a possibilidade de evolução, como está no Código Penal da Vida Futura, no primeira parte, capítulo 7, do céu e o inferno. Livre pode complicar fazendo escolhas erradas, mas também pode solucionar fazendo as escolhas certas. O poder está em nós, como o Fabiane falou, e depende de nós. E Pedro, essa representação Abelo, de nós, eu acho que a gente se identifica mais com Pedro naquela, naquele momento de ansiedade, na de precipitação do homem que tá ali, às vezes nervoso, né, que fala: "Eu não dou conta, não sou capaz e se revolta". Quem já não ficou assim alguma vez? Quem é que já ficou assim esta semana? Quem ficou assim hoje por um acaso aconteceu a experiência? Então a gente vai vendo, tem muito isso e o boa nova que exatamente o retrato em 30 capítulos de personagem que vai mostrar a situação de cada um. Não são espíritos assim, né, puros eh superiores no sentido que já superaram os seus enfrentamentos, né, provacionais. não estão ali no dia a dia como nós. Então a corrupção vai bater a nossa porta porque ainda é o calcanhar de Aquiles. É o nosso ponto de fragilidade rabelo, que a gente tem. Cada um vai ter ali o seu pontinho. Às vezes, olha, se eu estou sendo maledicente, Pedro entregava companheiros da mesma, né, raça, como ele fala, povo nosso, você tá entregando e tudo mais, porque ele tinha outros interesses no benefício. Quantos não são beneficiados assim? Quantas coisas não acontecem que hoje são fake news, são falsas informações. Quantos não estão utilizando a religião o nome do Cristo para fazer o mal, serem corruptos? Isso existe. Então, a gente precisa ter esse bom senso de saber distinguir e ter a honestidade, a ombridade da gente procurar fazer o melhor, né, Fabiane? Esse esse assim desafio que a gente tem,
tos? Isso existe. Então, a gente precisa ter esse bom senso de saber distinguir e ter a honestidade, a ombridade da gente procurar fazer o melhor, né, Fabiane? Esse esse assim desafio que a gente tem, ele é do passado, mas é do presente também. Porque depois que a gente supera, por exemplo, uma dificuldade, a gente se sente bem. Nossa, eu dei conta, eu sou capaz, né, Maria Clara? Então, eu posso seguir em frente, mas eu vou ter outros obstáculos também, porque às vezes uma dificuldade minha é facilidade do outro, a facilidade do outro pode ser uma dificuldade minha. Então, a gente vai trabalhando em conjunto para poder aprender. Nicodemos deu esse exemplo, era um indivíduo sincero, honesto, era probo no seu entendimento, ele era fiel ao seu entendimento e foi um servidor do Cristo. Isso que foi maravilhoso. Ele se torna um adepto do Cristo. Ele procura o Cristo e depois ele se torna um trabalhador. E Pedro, então, nem se fala, né? >> Posso falar uma coisinha rápida? >> E não há pecado que não possa ser redimido, né? Então, a corrupção realmente ela é vista como um grande mal, como de fato é. E a gente precisa lembrar dos publicanos, né? O Mateus, que aparece muito hoje no seriado, o Mateus era um publicano. E o que que eram os publicanos? Eram os traidores do povo judeu. Porque eles eram judeus coletores de impostos, corruptos, porque os publicanos eram ricos. Por que que eles eram ricos? Porque ele ficava ali coletando imposto, ele cobrava um pouquinho a mais e embolsava, né? Eu acho lindo assim no The Chos. É tão bonito que ele usa de uma simplicidade. Ele pega aquele primeiro que ele é colocado com uma personalidade eh autista, né? Isso fica declarado pelo comportamento. É uma coisa curiosa. Alguns criticam, como, né, a nossa querida Daniele especialista, ela falou no tem gente que critica, tem gente que elogia e tal. Alguns criticaram isso. Eu achei o máximo colocar Mateus ali como autista e tudo. Tem tudo a ver. A sacada foi excelente, né? E aí quando ele pega
no tem gente que critica, tem gente que elogia e tal. Alguns criticaram isso. Eu achei o máximo colocar Mateus ali como autista e tudo. Tem tudo a ver. A sacada foi excelente, né? E aí quando ele pega aquele, né, aquela bolsinha e pela bolsinha, não tem ouro aqui, diamante não, só tem, né, prata. Aí ele já calcula quanto é que vai ser, quer dizer, da forma mais assim, né, com certo, com certeza não foi nem justa nem equitativa, né? Claro que não. E é isso. Então, e e o o seriado mostra bem, você vê que ele é rico, as sandálias são, né, chiquíssimas pra época, né, >> quer dizer, a porta dele é uma porta de ouro. Vocês viram quando ele bateu a porta da casa, né? O coitado do homem lá que do do carroceiro que carrega, ele fala: "Eu vou carregar estrume". [risadas] Porque os publicanos eram realmente considerados estrumos, porque eram traidores, eles eram judeus que entregavam o próprio povo e ainda corrompiam e pegavam dinheiro, né? Então, eh, e Jesus chama chama Mateus para estar com ele, né? Então, realmente não há pecado que não possa ser redimido, né? Porque Jesus vê o coração. >> É claro. Os dois nós estamos encaminhandos pro finalmente do nosso encontro. Esperamos que tenha sido um bom proveito para todos. E eu quero apenas para fechar, eu queria pedir que o Geraldo e a Fabiana se despedissem, mas vou deixar no ar uma pergunta. Na questão 919A do livro dos espíritos, eh, Kardec pergunta aos espíritos superiores o que fazer para esse processo de crescer, de mudança, de busca da perfeição humana, né? E a resposta é assinada. Nem todas as perguntas são assinadas no livro dos espíritos. Aparece Santo Agostinho fez questão de assinar. Ele marcou ali porque não é ele ele lembrou dele antes e ali ele assumiu a grandeza que ele desejava alcançar. Então ele pediria que cada um eh se despedisse, mas que fizesse uma uma ligeira impressão sobre esse momento do fecho do pico da nossa vida. de um dia. Nós desejamos chegar lá e esperamos que todos cheguem nobres, santos, família feliz, alegres, sem marcas, sem
se uma uma ligeira impressão sobre esse momento do fecho do pico da nossa vida. de um dia. Nós desejamos chegar lá e esperamos que todos cheguem nobres, santos, família feliz, alegres, sem marcas, sem remorços. E se tiver remorço, como fazer? >> É, da minha parte, eu penso sempre que estudar é muito importante, porque no momento em que nós estudamos, nós paramos para refletirmos sobre as nossas posturas, né, as nossas atitudes diante da vida. Então, que nós nunca desistamos de estudar, fica um convite para todos vocês, para todos nós aqui, que nós estejamos sempre envolvidos no estudo das obras básicas, no estudo das obras complementares, né? O espiritismo tem uma vasta literatura que muito nos toca o coração, mas nós precisamos sair desse desse estado, desse espaço de apenas nos emocionar e realmente colocarmos em prática. E para isso é todo dia antes de dormir perguntar como foi o meu dia, se eu ofendi alguém, como eu posso ser melhor, se eu atendi bem as necessidades dos meus filhos, daqueles que conviveram comigo. Acho que é assim, de pouco em pouco, né, de anos em anos, a gente vai, quando a gente fizer aquela retrospectiva, a gente vai perceber que a gente está muito melhor hoje do que estava anos atrás. Então fica um convite pro estudo e agradecer, né, que agradecer essa produção fantástica, a ideia da da casa, que nós possamos ter mais cinebates, porque esse filme nos transportou pra ambiência psíquica ali de Jesus. Quando Jesus apareceu, eu ouvi alguns falando assim: "Nossa, agora eu me arrepiei", né? [risadas] Porque a a arte ela tem esse poder, né? A arte nos teletransporta para as situações. É, é como o Emanuel psicografando, né, com o Chico, ele com certeza era teletransportado pros ambientes e por isso ele podia ditar com tanta riqueza de detalhes, né, pro Chico essas obras extraordinárias. Então, que a arte sobreviva sempre. Obrigada a todos. >> Que ótimo, né? Os aplausos aqui paraa Fabiane e pro nosso rabelo também, né, nessa condução. Bom, gente, eu não sou apresentador
traordinárias. Então, que a arte sobreviva sempre. Obrigada a todos. >> Que ótimo, né? Os aplausos aqui paraa Fabiane e pro nosso rabelo também, né, nessa condução. Bom, gente, eu não sou apresentador aqui, né? Vai difícil, né, Maia? Gente, gente, é uma ravilhoso aí nessa condução, trazendo questões, inclusive paraa atualidade, que é isso que o Espiritismo faz na nossa vida, né? A mensagem do Cristo, ela é viva. Não é o Cristo crucificado, morto, mas é o Cristo ao nosso lado. Tava vendo essa senhorinha tão simpática, não é? Uma autoridade moral que a gente vê com tanta graça, viu? Muito obrigado pela presença. Hoje eu fui almoçar com a minha mãe sanduíche, porque ela fala: "Meu filho, faz tempo que a gente não sai para comer um sanduíche, né?" Aí quando a mãe fala assim, autoridade moral, ela não tá lembrando, ela está, né? convocando. Aí eu levei assim, fiz uma imagem, botei no Instagram, o pessoal curte porque é tudo muito natural. E a gente vê, né, Jesus teve a mãezinha, que é a mãezinha simbolicamente de toda a humanidade. E a cena final desse episódio é ele acolhendo Maria de Magdala, Maria Madalena num abraço. Vocês se lembram disso? é tocante, ele acolhe, ele recebe, ele inclui Jesus sempre olhando o potencial, o lado bom. Essa mensagem para nós é assim consoladora e é entusiástica porque para dizer que todos nós estamos com possibilidade de melhorar a cada dia e eles foram muito felizes com toda a representação que a gente vai acompanhando os episódios, fica querendo ver cada vez mais a simplicidade, a genialidade. Veja, todos estavam esperando quando é que Jesus vai aparecer, né? Quando é que de repente aparece a mão assim inicialmente aquele olhar, aquele jeito simples, é um Jesus que tá próximo de nós, tá no dia a dia, né? Então é muito bonito isso, Rabelo, a gente sentir Jesus. E o espiritismo é o próprio retorno do Cristo. Tem uma mensagem muito bonita que é psicografada por Chico, um ex-presidente, vice-presidente da casa, diretor, eh, que é o Manuel Quintão. Ele diz assim
E o espiritismo é o próprio retorno do Cristo. Tem uma mensagem muito bonita que é psicografada por Chico, um ex-presidente, vice-presidente da casa, diretor, eh, que é o Manuel Quintão. Ele diz assim pela psicografia que o consolador prometido é a onipresença de Jesus na terra. Ou seja, aquele consolador prometido que está anotado por João, capítulo 14, né, do Evangelho, né? Se me amais, guardai os meus ensinamentos e eu vos enviarei outro consolador, o espírito da verdade ou de verdade ou a verdade para que fique eternamente convosco. Ele tem ali exatamente essa mensagem da consolação. Consolador é o que consola a dor, é o que nos acolhe, é o que nos recebe, é o que nos abraça. Então, muito obrigado pela presença de vocês, pela presença dos amigos que estão aí pela internet também nos acompanhando essa transmissão ao vivo e que vão assistir depois. Obrigado aí pela organização, uma honra estarmos juntos e com certeza, né, equipe, vai ter a sequência aí, não é, desse, como é que é o nome? Luz. Luz além da tela. Olha que nome bonito, não é? O Cine de Debate aqui na FEB, uns horários assim bem gostosos, mas a gente curte numa boa, não é? Obrigado, gente. Deus os abençoe. O Geraldo falou tão bem que eu não preciso nem pedir as palmas ao pessoal espontaneamente. Eh, só lembrar que essa série é belíssima, vale a pena ver. Nós vamos repetir. Além disso, a FEB está trabalhando intensamente pela FEB Cinema. A Feb Cinema é enorme aqui na FEB tem três pessoas, quatro. Éda, Mayara, tá ali, o Diego, está ali, a Yok, está aqui, eu e o Geraldo, que é o vice-presidente da área. Então, nós estamos produzindo esse ano um, lançando um filme agora em maio, Sexo e Destino. Nós estamos com hã de maio nós vamos lançar nos cinemas, deve ser 450 salas. Nós estamos com pro ano que vem com dois filmes prontinhos para lançar. Um deles é nosso lat, que é com base no livro Obreiro de Vida Eterna, que é lindíssimo. De todos que fizemos, eu acho que é o mais bonito dele e vai ser parece um pouquinho mais
rontinhos para lançar. Um deles é nosso lat, que é com base no livro Obreiro de Vida Eterna, que é lindíssimo. De todos que fizemos, eu acho que é o mais bonito dele e vai ser parece um pouquinho mais longa. A gente acompanha, a FEB acompanha todos os processos, né? Não entrega para lá e deixa não. A Feb acompanha rigorosamente. É o dever de zelar pelo pela pureza doutrinária. E ainda o ano que vem nós estamos lançando Emânel. Em é uma figura extraordinária. Aquelas figuras que estão ali fora é um prefácio do que vai ser o filme Emmanuel. Emânuel teve inúmeras reencarnações, inclusive a última com Chico, mas com padre Manuel da Nóbre, etc. Não vou contar, senão o filme fica feio, né? Mas nós estamos trabalhando nisso assim, é, trabalha-se muito, viagens, divulga-se. Então é importante a gente, a arte, como dizia a nossa Fabiana, a arte ter esse lado bonito de vender, as ideias boas, as coisas bonitas, as coisas da alma com com os meios que a tecnologia nos oferece. Então nós um dia teremos a nossa nosso instrumento aqui de produção. Por enquanto são esse grupinho pequeno trabalhando, aprendendo, fazendo isso, mas tá indo tão bem, me permita isso. Modestia parte, >> tão entusiasm [risadas] parte que nós estamos empolgado e convidando para que valorizem, por favor, todo filme é lançado sempre numa quinta-feira aqui nos Estados Unidos, na Europa, onde seja. Por quê? Porque a os avaliadores, a imprensa especializada, ela avalia o filme nos primeiros dias, quinta, sexta, sábado, domingo. Se não tiver sucesso, pode tirar do mercado que não vai ter sucesso. Então, nós pedimos as casas espíritas que façam um acordo com as a sala de cinema. Se puder, faz fora do horário habitual, consiga o desconto, faz um grupo e vê o filme, depois focar as conversas, debate, chama aí a Fabiano Geraldo para fazer eventualmente um debate lá, que é uma coisa gostosa que a gente faz, é o papel nosso. Então os a FEP tá em tem livros excelentes. Ali na livraria tinha alguns deles, mas nós temos, segundo
para fazer eventualmente um debate lá, que é uma coisa gostosa que a gente faz, é o papel nosso. Então os a FEP tá em tem livros excelentes. Ali na livraria tinha alguns deles, mas nós temos, segundo nossos cálcos ainda não não confirmado, 900 livros que dá para fazer filme aproximadamente. Então nós v encarnar, desencarnar, desencarnar, voltar para poder fazer filme, né? E esperamos contribuir com Jesus nesse grande processo. Você você falou na livraria, eu esqueci de dizer, gente, a livraria tá aberta até agora por causa da gente, tá? Então, antes da gente sair correndo embora, que já tá dá um pulinho na livraria, eu estarei lá mesmo, porque tem lançamentos. A coleção e a vida no mundo espiritual tá com formato maior agora. Aos poucos a gente tá publicando. Tão lindos os livros. E tem esse lançamento aqui, 101 curiosidade sobre a Gênese. É um livro maravilhoso, único, na literatura espírita. Nunca vi nenhum livro igual a esse. Eu eu só vou ler aqui um trechinho. Ida, segura aí. Olha só aqui, ó. Abrindo a casa. A terra já levou um re quit da natureza. Que que é isso? Faça a mínima ideia. Vai aqui, tem um glossário no final. E olha o que ele diz aqui só como resposta. Com certeza Deus não desiste e nem se frustra com as suas criações. O planeta passou e ainda passa por umas atualizações bem brutas. Terremotos, erupções, tsunamis, dilúvios e meteoros. É tipo aquele jogo que você ama, mas tem fases mais difíceis. Tudo acontece para fazer a gente dar um up. E o livro feito com imagens pela IA, inteligência artificial, para jovens, não é? de 8 a 80 anos, maravilhosamente ilustrado, é o primeiro de uma série de cinco livros que a gente tá contando de trás para frente. 101 curiosidade sobre a Gênese, depois vai ser sobre o céu e inferno, sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo, o livro dos Méuns, o livro dos espíritos. Vale dizer a criação de um selo novo da FEB editora, da FEB instituição, FEB jovem em parceria aqui com a Folhinha Espírita. Então, por favor, adquiram os seus aí. Hora que
uns, o livro dos espíritos. Vale dizer a criação de um selo novo da FEB editora, da FEB instituição, FEB jovem em parceria aqui com a Folhinha Espírita. Então, por favor, adquiram os seus aí. Hora que sair aqui, eu vou estar lá na livraria também. Era, >> ótimo, gente. Excelente, né? Essas lançamentos para jovens, isso sempre é muito bem-vindo. Bom, então nós queremos dizer que vamos ter mais debates, cine debates e podem acompanhar pelas redes quando será, o que será e nós contamos sempre com vocês, tá? E aí nós queremos então agradecer a o Geraldo, a Fabiane ao Rabelo pela pela pelo bonito trabalho que eles fizeram aqui com esse debate gostoso, essas perguntas inteligentes e essas respostas mais inteligentes ainda, mais esclarecedoras. E nós queremos dizer obrigado a vocês e vão para casa. Vamos todos para casa, que sigamos com Deus e Jesus Cristo para com muita serenidade, com muito amor e vamos em segurança. Muito obrigada e boa noite para todos. [aplausos] >> Há lugares onde o corpo não alcança, mas a mensagem [música] chega. Há dores silenciosas que uma palavra pode iluminar. Há corações [música] distantes que a comunicação aproxima. A FEB TV existe para isso, para levar [música] o evangelho do Cristo além das paredes, além das distâncias, além do tempo. Chega lares, hospitais, [música] centros espíritas e momentos de silêncio interior. Cada programa, cada transmissão [música] e cada conteúdo produzido carrega um compromisso de ser fonte segura, [música] fiel e responsável pela mensagem espírita em um mundo que clama por sentido. Nada disso é possível sem você. Ao doar [música] para FEB TV, você se torna parte ativa dessa corrente. Você ajuda a manter os canais no ar, a produzir novos conteúdos e a garantir que a mensagem do Cristo continue alcançando você e a todos que precisam. Este ano [música] queremos ir mais longe, alcançar mais pessoas, acolher mais histórias, [música] semear mais esperança. Onde a mensagem chega, o bem acontece e ela só chega porque você
que precisam. Este ano [música] queremos ir mais longe, alcançar mais pessoas, acolher mais histórias, [música] semear mais esperança. Onde a mensagem chega, o bem acontece e ela só chega porque você [música] faz parte. Doe, apoie, caminhe conosco. Acesse dofebtv.com.br. [música] br
Vídeos relacionados
#104 FEB Cinema: Nosso Lar 2 | Espiritismo Ontem e Hoje
FEBtv Brasil · Geraldo Campetti, João Rabelo, Mayara Paz, Wagner de Assis
#60 Conheça a FEB: Área de divulgação Doutrinária | Espiritismo Ontem e Hoje
FEBtv Brasil · Geraldo Campetti, Evandro Noleto, João Rabelo, Mayara Paz
Missão do homem inteligente na Terra com Geraldo Campetti | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · Geraldo Campetti
O mal e o remédio com Geraldo Campetti | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · Geraldo Campetti
Não julgueis para não serdes julgados, com Geraldo Campetti | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · Geraldo Campetti
O jugo leve com Geraldo Campetti | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · Geraldo Campetti
Live comemorativa de 1 ano da Área de Arte CFN/FEB
FEBtv Brasil · André Peixinho, Jorge Godinho, Marta Antunes, Geraldo Campetti
Os infortúnios ocultos, com Geraldo Campetti | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · Geraldo Campetti