DOR EMOCIONAL - Germana Carsten [PALESTRA ESPÍRITA]
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Tarde, irmãos. Sejam bem-vindos a essa breve palestra das 13 horas de quinta-feira. Damos as boas-vindas aos nossos internautas que através da TV Web Comunhão nos acompanha nessa nesse comentário do tema de hoje que é a dor emocional. Hoje nós trazemos rapidamente esse tema porque quem não as tem, quem não tem, a dor emocional. Então, muitos de nós têm frases tipo essas: "Sou injustiçado, sempre perseguido e impedido de agir conforme planejo, como gostaria por interferência dos outros. Os projetos que eu elaboro não consigo colocar em prática por perturbações, disfunções que me absorvem e perseguições que eu desconheço. Sou sempre excluído de alguma forma do meio em que me relaciona, seja ele profissional, social ou familiar. E um outro ainda diz: "Tenho certeza de que estou sendo castigado por Deus, que nasci destinado ao insucesso, pois sei que o resultado de qualquer coisa que fizer será sempre destruído, um verdadeiro fracasso." Outro fala assim: "Não tenho culpa de estar passando por toda essa situação de desastrosa." Outro ainda diz: "As pessoas nunca me entendem e só tem críticas para comigo. Não aguento mais. Estou no meu limite. E de fato para muitas dessas falas e muitas dessas pessoas a dor é lancinante, a dor da decepção, a dor de ser excluído, de ser rejeitado, de ser deixado de lado, de ser desrespeitado nas suas razões, na sua forma de pensar. A, o outro sempre tem razão e você sempre com uma experiência, uma experiência negativa. E são falas que a gente reconhece que são de história, que são verdadeiras. E essa dor emocional, como diz aqui a nossa querida Iraci Campos do livro Reconstruindo emoções, ela disse que essa dor cala fundo e fecha a boca, negando o direito da mente de se expressar, de sentir. A angústia quebra a resistência corporal e aciona como uma válvula de escape algum órgão em estado maior de maior vulnerabilidade genética ou fragilidade adquirida. Então, dependendo da do quanto energético, o quão profundo essa dor, sim, nós geramos
como uma válvula de escape algum órgão em estado maior de maior vulnerabilidade genética ou fragilidade adquirida. Então, dependendo da do quanto energético, o quão profundo essa dor, sim, nós geramos dores fisiológicas. somatizamos. É isso que essa expressão quer dizer, um órgão mais frágil e nós nos entregamos essa dor emocional. E o que ela traz essa médio de nossa querida Nise da Silveira, que é realmente a autora espiritual desse desse desse livro. Ela nos diz que é preciso enfrentar o conflito. Ah, não basta admitir através dessa dessas frases o quanto eu sou vítima. Aní da Silveira vem dizer que não. Você reconhecer que você é vítima de uma situação, não atira da situação. Não o tira da situação. Você como vítima, você permanece ali patinando como fosse fosse estivesse numa areia movediça, porque aí você vai se acostumando, a sua mente vai se acostumando, o seu ego vai se acostumando, porque ele percebe que ele sobrevive. O cérebro fala: "Ah, estou sobrevivendo." Então, é a dor já conhecida. E você permanece nessa dor e vai se vitimando em todas as situações. Você relata e você descobre que temporariamente esse falar dessa dor te dá te dá um certo alívio. Por quê? Porque é o ponto de tensão que a dor te leva. E aquele ponto de tensão é ali. Ah, coloquei para fora. Só que aqui são frases que a pessoa já está denunciando a dor. Mas adiante, Nísio da Silveira nos alerta através de Iraci, essa médium querida. Ela nos diz que o pior mecanismo do ego para esconder essa dor emocional é o mecanismo da negação. Então aquele que relata, ele tá relatando uma dor, mas essa dor emocional é exatamente como tudo ocorreu. Que lembrança é essa que você tem dessa infância, desse passado, até de outras vidas sem você saber? Você tem a dor da rejeição. Toda situação você é rejeitada. Era bully na escola, rejeição em casa, rejeição de quem você ama. Os amigos faziam bully. Então você tá sempre com a dor da rejeição. Ela é uma repetição na sua vida. E aí você, pela dor, pelo mecanismo de
ully na escola, rejeição em casa, rejeição de quem você ama. Os amigos faziam bully. Então você tá sempre com a dor da rejeição. Ela é uma repetição na sua vida. E aí você, pela dor, pelo mecanismo de negação, você começa a não mais falar, porque você não sabe da onde ela vem, você não sabe a causa. Então, o que você faz? Você começa, como a gente fala, uma frase muito utilizada hoje pela psicologia, você sangra nas pessoas que estão em torno de você aquilo que você não sabe de você, mas que você sente. Então é quando você fica numa animosidade gratuita, quando você começa a ficar irritadiço, quando você começa a ir para o que ela chama de compulsões. Ela fala, cita muitas aqui, ó. Saborear gulosemas, compulsão pelo trabalho. A, o Bornout hoje diz muito sobre isso, né? por jogos, videogame, o dia inteiro no videogame ou você ir paraa rua e fazer jogos por compras. Ai, eu tô nervosa, tô irritada. Aí entra num shopping e lá se vai o cartão de crédito em dívidas parceladas. E pelas redes sociais você vai passando um TikTok atrás do outro, Facebook. Para quê? para você se libertar da tensão dessa dor oculta e desconhecida. E aí você começa a se submeter a esses vícios como álcool, fumo, as drogas e tudo em busca do quê? Daquele prazer transitório do alívio. Você desloca o ponto de tensão dessa dor pra situação externa. Então, a dor emocional é algo que tem que ser enfrentada de que forma? Se você, ah, não, então eu vou começar a falar dela para todo mundo, ah, eu sou um rejeitado, eu sou uma pessoa que não dou sorte no amor, no trabalho, não resolve. Por quê? Porque quando você relata que você está na vítima, você não está buscando solução, você está buscando aliado. Por quê? Eu não expliquei que o cérebro, que a mente e todo o seu ser já fica confortável naquela dor já conhecida. Então, por que que você vai fazer qualquer esforço para sair dela se o desconhecido dá nos traduz um medo muito maior? Se eu quiser sair daqui, eu vou encontrar mais dor ou eu vou ficar na dor conhecida? Então, todo seu ser
vai fazer qualquer esforço para sair dela se o desconhecido dá nos traduz um medo muito maior? Se eu quiser sair daqui, eu vou encontrar mais dor ou eu vou ficar na dor conhecida? Então, todo seu ser escolhe, o cérebro escolhe permanecer na dor conhecida. Então, aí a vítima procura um aliado porque ele se alivia contando e conta e conta e conta. Aí daqui a pouco é a melhor amiga que fala: "Ó, tô com pressa, mas sabe a gente conversa, né? ou o marido ou a esposa e fala assim, mas tá a gente fala sobre isso. Ou os parentes que já falam: "Ai, meu Deus, mudo disco, não aguento ouvir essa história e aí vamos fazer o que com isso?" Então, quando você começa já ter essas expressões, é porque os seus aliados não são tão aliados assim. Eles já estão querendo que você encontre uma solução. Então, a dor emocional, ela pode nos levar a essa armadilha da negação e a gente se deslocar para esses comportamentos incoerentes, destrutivos. Perdemos amigo, perdemos quem amamos, perdemos até nós mesmos. Não sabemos nem o endereço de quem nós somos, dos nossos propósitos de vida, o que será de mim, para onde eu vou, o que eu quero, porque eu já tô tão vitimado que o único lugar confortável que eu realmente quero estar é na autopiedade. Como eu sou infeliz. E nós vamos nos acostumando com essa rede que ela balança, né? ela nos dá aquele alívio que é a rede do da do inconformismo. Então a gente é ela aqui nos diz que essa ansiedade que nos leva para essa rede nos leva também para as doenças. Aí começamos a ter doenças que os médicos não explicam. É genético? Não, não, não é genético. Ah, então é por será? Aí o médico nos manda pro psiquiatra, nos medicaliza e aí nós vamos ser o quê? Mais uma pessoa que a psiquiatria tem que todo mês assinar uma receita porque nós não conseguimos lidar com a nossa dor emocional. E a psiquiatria faz um trabalho maravilhoso. Por quê? Porque ele pacifica a pessoa pra pessoa não se autodestruir mais. na compulsão alimentar, ir para uma obesidade de grau sério ou a pessoa ir para um vício de
tria faz um trabalho maravilhoso. Por quê? Porque ele pacifica a pessoa pra pessoa não se autodestruir mais. na compulsão alimentar, ir para uma obesidade de grau sério ou a pessoa ir para um vício de álcool ou de droga. Então a psiquiatria ela fica o quê? ali na regulando a situação para destrutividade no ser maior, que é o grande trabalho que a psiquiatria faz com os medicamentos e essas fórmulas que nos mantém sob controle pra gente não ir para uma fuga maior, como diz a nossa querida, é uma fuga e uma distração para não encontrar essa dor. E o psiquiatra sério, coerente, ele encaminha esse paciente para o quê? Para um terapeuta, para um psicólogo. E um dos lugares mais lindos para se vir, para responder a essas dores é vir exatamente por uma casa espírita. Na casa espírita você conversa com atendente fraterno. Aqui nós temos vários grupos de autoajuda em que você vai falar sobre a sua dor, mas os nossos queridos coordenadores de grupo de autoajuda vai te retirar dessa rede do vitimismo e te levar para onde? Paraa ressignificação e para a cura, que é o quê? Qual é o caminho da autocura? O enfrentamento. A Nise de Oliveira, ela fala das, ela traz a resposta. Quando o indivíduo opta pelo enfrentamento dos conflitos, assimila que é inevitável o autodescobrimento. O que é o autodescobrimento? Você vai caminhando dentro dessas camadas de relatos, de ressignificação. Alguém da roda, do grupo ali da roda fala alguma coisa. Aí o coordenador fala outra coisa, o atendente fraterno fala outra coisa, você vai para os grupos de tratamento desobsessivo, aí descobre que você também como vítima estava atraindo quem estava na mesma sintonia e frequência espiritual com você. E quando você sentia aquela dor emocional, ela tava muito mais potencializada do que há 10 anos atrás. Por quê? Porque você vai criando, sabe aquele canal FN, internet, Wi-Fi, senha? Você vai tendo a senha, vai, vai entregando a sua senha, seu login para os irmãos que desencarnaram no mesmo lamento e na mesma dor. Então,
ê vai criando, sabe aquele canal FN, internet, Wi-Fi, senha? Você vai tendo a senha, vai, vai entregando a sua senha, seu login para os irmãos que desencarnaram no mesmo lamento e na mesma dor. Então, nossa, mas você piorou com o tempo, claro, porque você já não está mais sozinho. Você tem uma multidão ressentindo, sentindo, ressentindo e ruminando essa dor da rejeição ou essa dor lancinante que você sente. Então você já tem uma multidão que dorme e acorda com você. Então o atendente fraterno vai te encaminhar para esse tratamento. Então essa multidão vai ser recebida com muita amorosidade pela espiritualidade superior que vai acolher e ouvi-los. Aí vão levar o quê? Vão levar os desencarnados para onde eles devem estar, nas cidades espirituais e não ao seu lado ou na sua casa ou no seu trabalho ou no seu carro. Então eles vão ser convidados amorosamente para os grupos de mútuajuda do outro lado e aí lá eles vão estar muito mais acolhidos. Então muita gente fala: "Vou lá na comunhão fazer uma puxada e tirar tudo isso". Ninguém aqui puxa nada. Ninguém aqui laça espírito. E os espíritos aqui são acolhidos. Nós conversamos com eles amorosamente porque eles só perderam o corpo de carne. É um espírito como nós e eles merecem toda dignidade e respeito de estarmos conversando. Então aqui não tem livramento. O que a gente tem aqui é encaminhamento. Encaminhamento para as cidades onde terapeutas e pessoas boníssimas de generosidade servem a paz mundial, servem a felicidade do homem. Então, esses irmãos são ali levados e você sai do passe. Nossa, eu tô tão bem, aquela dor tá tão mais calma, tão pacificada. Aí vai pro grupo de multuda, chega lá, você ressignifica o quê? As crenças limitantes que fazem você buscar a gulozema, o cartão de crédito e gasta e vai pro consumismo e vai pro álcool e vai pras fugas. Vou viajar, viajar, viajar, viajar para ver se a dor silencia. Aí você se despede desses mecanismos e vai para os mecanismos de enfrentamento, autodescobimento, que que percebe que por meio das suas
. Vou viajar, viajar, viajar, viajar para ver se a dor silencia. Aí você se despede desses mecanismos e vai para os mecanismos de enfrentamento, autodescobimento, que que percebe que por meio das suas dores existe sempre um aprendizado oculto. Então esse livramento tão falado é o enfrentamento para se entender o aprendizado oculto. dessa maneira passa a desvendar os seus conflitos camuflados e segue em busca da causa do sofrimento e da dor. Então, o que que a Nise da Silveira fala? Você tem que compreender esse caminho da rejeição. O que é que você vem carregando de crença limitante que pode ter começado em outra vida ou na infância em que você precisa se ressignificar? sanear-sequela crença limitante que te leva a sempre repetir o mesmo comportamento e que atrai essa postura. Então você tem que fazer uma renovação mesmo de crenças, abandonar mesmo comportamentos que são verdadeiros vícios e hábitos morais que te levam para sempre o loop que você está. Então você vem paraa casa espírita, você tem todo esse atendimento e lá fora vocês têm todos os psicólogos, os psiquiatras para conversarem com vocês. Terapia 1000. Terapias 1000. Aqui em Brasília é uma cidade repleta por pessoas que buscam a expansão de consciência e elas buscam em várias linhas terapêuticas a psicanálise. E a psicanálise nos ajuda muito. Eu sempre falo que a psicanálise é um é um cotonete que vai ali limpando os escaninhos da nossa alma para que a gente vá se conhecendo. Então, tem várias terapias na psicologia, tem Yung maravilhoso, com um ponto de contatos incríveis com a com a doutrina espírita. Então, vá pro autodescobrimento, saia da fuga. Se a sua dor emocional tá te levando para um lugar em que você está numa situação destrutiva, comendo muito, bebendo muito, falando muito, viajando muito, viaja, viaja, viaja, viaja para se distrair do quê? Viajar é a coisa mais linda do mundo quando é um descanso merecido, mas quando é uma fuga para você não parar e se ver, uma outra forma de autodescobrimento é meditação. A
aja para se distrair do quê? Viajar é a coisa mais linda do mundo quando é um descanso merecido, mas quando é uma fuga para você não parar e se ver, uma outra forma de autodescobrimento é meditação. A meditação tá em toda a obra de Joana de Angeles. Então aí um outro caminho maravilhoso, literatura espírita. Vamos pegar 30 minutos do dia e começar a coleção de Joana de Anjes. Ela vai fazendo, ela vai mapeando as dores emocionais. O livro Plenitude de Joana de Anes mapeia as dores da alma. Ah, falando nisso, as dores da alma de Ramed mapeia também todos essas essas dores emocionais. Aí vocês vão compreendo. Ah, meu Deus, eu sou isso. Eu tenho ciúmes mesmo. Ai meu Deus, eu tenho inveja. Gente, olha como é que é, gente. Eu eu estou exatamente o que essa página aqui tá falando. E nenhum autor espiritual levanta o problema sem aplicar solução. Não existe isso. O espiritismo tem o como. Porque hoje nota-se que que muitas ciências elas estão eh jorrando, jorrando, tá brotando em tudo quanto é lugar. Eh, nomes, vamos falar mais ou menos um CID, né? Um CID disso, um CID daquilo, um CID daquilo. Só que quando você tem o diagnóstico, muitos diagnósticos tem que ter o como se curar. E às vezes essas ciências não sabem como chegar lá. Eles dão o diagnóstico e a cura. Como é que é? Eh, estamos aguardando a conclusão dos estudos, óbvio. E isso é óbvio por quê? Porque as pessoas são sérias, os nossos cientistas são sérios. Eles conseguem diagnosticar, mas eles não chegaram no como. E o e o bacana e o bonito dos nossos livros de autoajuda, os livros que são de autoconhecimento, autodescobrimento, Joana de Anes Ramed, a nossa querida Iraci, com a Níise da Silveira reconstruindo emoções e muitos outros que tem na na no acervo espírita, os autores espirituais, eles fazem o diagnóstico e depois eles eles descrevem o caminho de cura e um deles é a meditação. A meditação é um caminho incrivelmente sério, a oração e a prece. Joana de Anjes, no livro Momentos, ela fala, ela explica qual é o valor
les eles descrevem o caminho de cura e um deles é a meditação. A meditação é um caminho incrivelmente sério, a oração e a prece. Joana de Anjes, no livro Momentos, ela fala, ela explica qual é o valor técnico de uma oração, que é para você continuar lustrando o seu caminho de conversa com o divino, com Deus, para que ele não fique desprezado, você não faça prece, você perca a conexão, o endereço do divino. Quando vier uma dor extrema, você não consegue se conectar com ele, você fica aturdido. Então você está sempre orando para essa conexão se fazer em segundos e você buscar força no momento em que essa dor emocional bater a sua porta. A prece, a oração ali naquela conexão profunda diária com Deus, ele te inspira para ressignificar, te inspira a quem você pode pedir ajuda. E essas obras elas são, na realidade um curso terapêutico. Você compra o primeiro livro, aí você, poxa, eu sou assim. Aí vê a terapêutica espírita ali do autor espiritual. Porque gente, Joana de estudou 50 anos psicologia no mundo espiritual para lançar sua coleção. Então 50 anos lá, com certeza eles têm uma tecnologia avançadíssima e ela ela lançou uma obra inteira para nos ensinar o como lidar com a dor emocional. E hoje é um dia muito interessante. Qual é a grande dor emocional da do dia da consciência negra? Exatamente. A história contada e recontada das dores lancinantes, das dores terríveis da tirania da escravidão. Como os nossos irmãos sofreram nessa cultura que era a injustiça legalizada nos navios negreiros. foram caçados em sua terra natal, trazidos para cá, foram terrivelmente torturados, açoitados e tinham eh eh foram mortos. A os filhos deles foram arrancados, o nascimento e vendidos quanto como criança. Uma negra não podia ver a sua, o seu, um casal negro não podia ver da cenzala seu filho crescer. Então, quantas dores nós temos na nossa história nesse dia lembrado e contado e recontado. O que fazer com essa dor emocional? O que que a Nise falou aqui? O aprendizado. O que a gente faz com essa história ao
antas dores nós temos na nossa história nesse dia lembrado e contado e recontado. O que fazer com essa dor emocional? O que que a Nise falou aqui? O aprendizado. O que a gente faz com essa história ao recontá-la? Nós vamos para o aprendizado oculto dessa dor emocional da escravidão, a força dessa raça. Conseguiram destruir quantos negros a a o número expressivo deles em toda a terra. Sobreviveram a todas as torturas. estão de pé, são líderes em várias partes do mundo, são grandes escritores, grandes jornalistas, médicos, está firme em pé e o qual foi o grande aprendizado oculto que essa raça deu, que quase poucas pessoas falam disso, que muitos deles nos ensinaram a humildade. A humildade de Jesus naquela cruz. O Senhor do mundo, construtor da terra, arquiteto maior, participou da construção da terra. Ele passou, carregou a sua cruz no silêncio, em momento nenhum brasfermou. Em, em momento nenhum qualquer impropério, em momento nenhum qualquer atitude de ódio na cruz. Perdoa, Pai, eles não sabem o que fazem. E todos esses negros queridos que humildemente serviram e morreram velhinhos de cabeça branca. Eles deixaram a marca de Jesus na história da da da escravidão. Eles humildemente serviram e morreram velhinhos, dizendo da humildade, da doçura, da brandura, quando podiam assassinar, quando podia matar os seus senhores. Eles foram ama de leite. Eles amaram as crianças brancas, criaram e ajudaram muitas famílias se manterem. Muitas famílias se mantiveram até hoje porque eles estavam lá criando seus filhos, ajudando e eh eh cozinhando para essas para essas senhazinhas, para todas esses senhores de engenho. E eles trouxeram essas famílias inúmeras, sobrevivendo a todas as intemperes, com amor, com doçura, com humildade. Eles foram Jesus de novo, reditado e nos ensinando a ser humildes. Então, hoje o aprendizado oculto da escravidão é a humildade e a vitória dessa raça que nos trouxe até aqui. E muitos delas, muitos deles estão nas fotos de muitas famílias sorrindo na brandura e dizendo:
o, hoje o aprendizado oculto da escravidão é a humildade e a vitória dessa raça que nos trouxe até aqui. E muitos delas, muitos deles estão nas fotos de muitas famílias sorrindo na brandura e dizendo: "Dia virá em que todos vão perceber que essa injustiça legalizada será reconhecida e a igualdade entre todas as criaturas de Deus será a nossa bandeira" e eles tiver tiveram fé no futuro, acreditaram e aqui estamos, aqui estamos lembrando que todos somos iguais e que o bem vence o mal, porque Jesus está no leme. Jesus e nos acompanha como acompanhou cada um deles e os trouxe até aqui na vitória de que todos nós somos filhos de Deus. De que cor que nós formos, a cor do cabelo, dos olhos, não existe diferença. Somos iguais e ele nos ama igualmente a todos. Então, hoje é um dia que tem que ser celebrado pela vitória do bem sobre a tirania, sobre o mal. E devemos acreditar porque Jesus disse: "Eu estarei com convosco até o fim dos tempos, porque eu sou o caminho, a verdade e a vida. Fique em paz e que cada um de vocês possa saber lidar com a própria dor emocional. Ela existe. Estamos num planeta de provações. Vamos enfrentá-la com inteligência, buscando ajuda, com temperança e nos desviando das fugas que mais nos levam para mais dor. A fuga traduz mais dor. Mas o enfrentamento, a compreensão e a ressignificação é a busca do aprendizado oculto. Porque toda dor aprendizado oculto que nos traduz evolução, porque somos buscadores da luz. Que a paz permaneça com todos. Uma boa tarde e um bom dia a ser lembrado da humildade e que devemos servir ao bem com humildade. Muita paz. Agora nós vamos para o passe, tá? O passe virtual. Fiquem em paz, meus queridos internautas. E obrigada a todos vocês. Boa tarde. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas,
O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais [música] dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor [música] meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura [música] para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os [música] nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a
raternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, [música] damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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