AUTO-OBSESSÃO - Dr. Wesley Assis [COMUNHÃO INSPIRA]
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Sejam todos bem-vindos mais uma vez ao Salomão Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília para mais um programa Comunhão Inspira. Eh, agora neste mês de junho, recebendo a grata presença do Dr. Wesley Assis, que vai nos falar sobre um tema extremamente oportuno, sempre oportuno, que é o tema da autoobsessão. Mas antes de chamar o Dr. Wesle pro nosso bate-papo, as orientações de sempre, né? O nosso programa é um programa de entrevista, como a maioria já deve saber. E e ele é um programa aberto para os senhores e senhoras que nos acompanham tanto aqui no salão Bezerra de Menezes, que podem encaminhar suas dúvidas, suas questões para o nosso convidado. Tem uma colaboradora ali com o de em azul, tem papel e caneta. E aqueles que nos acompanham pela TV e pela rádio comunhão também poderão participar. encaminhando suas questões pelo chat, que a Flaviana, que está a postos, eh, a transmitirá, as transmitirão para o Dr. Wesley, tá bom? Então, vou pedir a Flaviana para dar outros avisos, se tiver, e fazer a prece inicial, por favor, gentileza. Por favor, Flaviana. Boa noite, Ricardo. Boa noite, Dr. Wesley. Boa noite a todos que estão aqui. Gostaríamos de registrar a presença da diretoria de atendimento e orientação. Nós temos aqui a Evani, a Rute, temos também a Patrícia, que também coordenou o seminário, que hoje encerrou o seminário do acolher. E vamos a prece. Convidamos todos nesse momento para que possamos nos sentar confortavelmente, respirando fundo, trazendo a nossa consciência para o presente, sentindo as benéces desta casa de amor que nos acolhe. E assim, com o pensamento elevado, vamos agradecer. a Deus, nosso pai, a Jesus nosso mestre, a Dr. Bezerra de Menezes, que é o mentor desta casa, e pedir para que cada um de nós recebamos as bênçãos aos nossos familiares, ao nosso planeta que tanto precisa, esse planeta maravilhoso que nos serve de morada. E assim, envolvidos nesses sentimentos elevados, nós agradecemos por mais esta oportunidade de aqui estarmos reunidos
nosso planeta que tanto precisa, esse planeta maravilhoso que nos serve de morada. E assim, envolvidos nesses sentimentos elevados, nós agradecemos por mais esta oportunidade de aqui estarmos reunidos em nome de Jesus para compreendermos um pouquinho mais desta doutrina maravilhosa que nos foi enviada através do Allan Kardec. que chegou até nós, né, pelos espíritos e que nos auxilia na nossa autransformação. Pedimos as bênçãos para o Ricardo, para o Dr. Wesley, que aqui estão e que nós tenhamos um ótimo momento de conversa. Assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. Bom, esta não é a não é a primeira vez que o Dr. Wes nos visita. Eh, ele além de conferencista e espírita, ele é médico, é especializado em psiquiatria, atua na cidade de Goiânia e de vez em quando nos dar a honra da sua presença aqui na comunhão espírita de Brasília. Dr. Wesley, seja bem-vindo mais uma vez ao Comunhão Inspira. Boa noite a todos. Que a graça de Deus envolva e fortaleça o propósito e as vibrações que já trouxemos para cá, porque é uma iniciativa feliz, então tem vibrações boas. É um prazer estar aqui novamente. Bom, eu pensei aqui algumas perguntas pra gente iniciar o nosso bate-papo e eu quero começar perguntando pro Dr. Wesley, porque apesar do termo, né, autoobsessão, a gente já pode imaginar do que se trata, mas eu gostaria que o senhor nos falasse sobre o que é a autoobsessão e o que caracteriza essa problemática eh do espírito humano. Muito bem. Ah, nós precisamos primeiro entender a essência humana. Na verdade, vamos mudar, vamos, a gente tem que entender, trazer pra nossa mente o conhecimento da nossa dimensão, da nossa realidade espiritual. O ser humano, o cérebro humano, ele lida bem com questões dessa equação de tempo. O nosso cérebro lida bem, né? Bem ou mal, a gente lida, por exemplo, com a experiência da infância, tudo assim, OK? A gente sabe o enredo, sabe que foi uma função cuidadora autoritária ou negligente, tá? Aquelas situações, elas estão no nosso cérebro e a gente
exemplo, com a experiência da infância, tudo assim, OK? A gente sabe o enredo, sabe que foi uma função cuidadora autoritária ou negligente, tá? Aquelas situações, elas estão no nosso cérebro e a gente consegue entender eh acessar isso através de terapia. Aquilo pode ser um conteúdo dessa desse tempo e pode nos atormentar, mas com tratamento tudo a gente sabe o enredo, o nexo. Agora o nosso cérebro não sabe nada das nossas experiências milenares, porque estão fora do cérebro. São memórias extrafísicas e, portanto, elas estão guardadas no inconsciente. Yung identificou complexos e arquétipos. Freud identificou o inconsciente profundo. Em alguns momentos, em algumas situações, quando a nossa mente fica alterada, a gente pode acessar pequenos fragmentos da memória extracerebral e muitas vezes são fragmentos felizes. A gente tem uma alegria, uma coisa que invade a gente. Outras vezes essas lembranças são tormentosas, gerando então um desequilíbrio, porque aqueles conteúdos assomam ao nossa memória de superfície, mas a gente não sabe porquê. E a gente começa a se atormentar. A esse fenômeno nós chamamos de autoobsessão, quando a mente do indivíduo se torna um campo de batalha. Todo mundo já viu o indivíduo com tag, todo mundo já viu o indivíduo com hipocondria. Tag é quando o indivíduo tem uma preocupação patológica com tudo, tem um evento na vida dele, ele não consegue deixar de se preocupar com aquilo. E não precisa ser ruim o evento, pode ser até bom. Então, muitas vezes ele traz isso do inconsciente dele e começa a se atormentar com aquela pensamento. Esses conteúdos não traz um enredo, vem só a emoção e o sentimento. A esse conceito, a esse fenômeno, nós chamamos de autoobsessão. Com muita frequência, a autoobsessão pode se degenerar em processos secundários. excessivos por causa do fenômeno básico, né? Se me permite, o fenômeno básico que a gente tem que entender tanto para compreender o fenômeno patológico, psicopatológico, como também para entender a terapia, o
os por causa do fenômeno básico, né? Se me permite, o fenômeno básico que a gente tem que entender tanto para compreender o fenômeno patológico, psicopatológico, como também para entender a terapia, o tratamento terapêutico, as estratégias. O fenômeno presente na autoobsessão é um negócio chamado fixação mental. A fixação mental é quando nós perdemos a capacidade progressivamente de alternar o pensamento. Isso, isso, isso. Você vai dormir e aquele trem tá entrando na tua cabeça. Aquele pensamento não desgruda. É intrusivo. Você veio do trabalho com aquele problema, ele dormiu com você e te tornou insôneo, porque você ficou com a mente fixa nele. Isso chama fixação mental. Ela é é involuntária, é diferente da concentração mental que é voluntária. Eu dedico a ela o tempo que eu desejar. Eu posso ficar impressa 5 minutos, como posso ficar mais tempo? A mente tá concentrada, ela tem um objetivo e eu alterno o pensamento e desfoco dela. Não, a fixação. A fixação eu per eu eu eu faço uma desconexão dessa alterna alternada do pensamento. Então isso gera emoções e fluídas. Por isso que a primeira coisa que a o grupo mediúnico tem que saber é sobre fixação mental e concentração, porque na hora da terapia o o indivíduo com fixação mental, geralmente ele tem que ir lá no frontal dele para ver como que tá, tem que ver como tá o coronário dele, porque quando você tá com fixação mental, você baixa o padrão vibratório. Então aí tem mais outras consequências. Mas a diferença entre concentração e fixação é fundamental. Por isso que Joana de Angeles chama o rancor, a mágoa de prisão mental, porque é um exemplo de autobsessão, fixação mental no na mágoa. Ele não segue em frente, ele fica parado naquilo, ressentindo, ressentindo. Isso é fixação mental. Eh, de certa forma, Dr. Wesley, o senhor praticamente já respondeu essa próxima pergunta, mas certamente o senhor vai poder aprofundar um pouco mais. Eh, se o processo de autoobsessão se ele eh seria apenas, o senhor já demonstrou que não, de cunho espiritual
spondeu essa próxima pergunta, mas certamente o senhor vai poder aprofundar um pouco mais. Eh, se o processo de autoobsessão se ele eh seria apenas, o senhor já demonstrou que não, de cunho espiritual ou se tem um conteúdo psíquico, psicológico também que reforça o processo e até que ponto esse processo psicológico ele vai determinar a as consequências da autoobsessão? Muito importante isso, Ricardo. É o seguinte, a fixação mental, ela tem um filhote, um filhotinho, chama rigidez mental. Lembra que eu falei na primeira momento aqui que o indivíduo fala assim: "Você sabe como é que eu sou? Lembra que eu brinquei assim? A a fixação mental leva uma rigidez mental. Vamos falar dessa rigidez de uma forma mais fácil de entender. Vamos pegar um ansioso. Qual é a fixação mental dele? Três defeitinhos de fábrica sem direito a recal: Perfeccionismo, olha que rigidez. Ilusão de controle, olha a segunda rigidez. A terceira antecipação ansiosa. Ele tá sempre no futuro. Ele tá sempre querendo olhar pro mundo como ele acha que tem que ser. E tá sempre com ilusão que quer sob controle. Já imaginou um perfeccionista para cuidar de uma pessoa adoecida? Logo logo ele fica doente. Por quê? Ele fala pros cinco irmãos dele. Tem cinco irmã pai com Alzheimer. Não deixa que eu cuido do papai. Pode deixar que esse aqui é comigo mesmo. E começa, começa. Não vai, não vai. 6 meses, um ano, ele muda de cuidador para dor que cuida, porque ele vai começando a ficar irritado com o velhinho. Por qu, ó, meu pai é pirracento, meu pai é pirracento, ó. Tá, agorinha ele tava aí tudo bom, falando os trem lúcido. E agora crítica, emoção expressa. Isso é um exemplo de rigidez. E a rigidez ela é autoobsessiva. O indivíduo se atormenta porque errou, porque não controlou. Se um familiar perfeccionista morrer, é culpa dele. Ele devia ter levado para aquele hospital, não levava para isso e fica. Isso que é autooessão. Eu tô dando esse exemplo cru assim para entender que é no cotidiano nosso a rigidez. Não posso errar. Se eu errar
a ter levado para aquele hospital, não levava para isso e fica. Isso que é autooessão. Eu tô dando esse exemplo cru assim para entender que é no cotidiano nosso a rigidez. Não posso errar. Se eu errar eu não me perdoo. Então isso é autoobsessivo, isso tá alastrado, muito mais que obsessão espiritual. É claro que ficando dessa forma envolvido, ruminando, ele fica mais vulnerável a complicações. Então, é um quadro psicológico, é um quadro anímico, é um quadro espiritual e é uma condição grave, porque leva a vampirização, leva a bloqueio de centros de força, bloqueia quatro eixos, se me permite. os quatro eixos que bloqueiam porque é estressante. Então ele bloqueia o eixo psíquico, fixação mental, o nervoso que é adrenalina, o endocrinológico, que é o cortisol, e o eixo da imunidade. Então, o indivíduo autoobsessivo, ele cai a imunidade, ele pega mais inflamação, ele inflama mais o intestino, ele dá mais pissorias, ele dá mais tensão muscular. Ele dá mais fibromialgia porque ele vive tenso, os eixos químicos e psíquicos alteram. Então, quando você vê um indivíduo queixar isso, você já sabe que ele precisa de um remédio para uma um alívio que é chamado de cura aparente, cura parcial, para que ele com a alívio do medicamento ele possa se educar. possa romper com a fixação mental. Então isso é importante para entender que tem que ser multidimensional o atendimento. Tem que ser psicoterapia, atendimento médico para mexer nos eixos, pro indivíduo não adoecer e tem que ir pra parte da atividade física, a parte de espiritualidade e a busca de fluído energético. Por quê? O efeito colateral mais frequente da autoobsessão é a desvitalização, é a perda de energia. Aliás, gente, em psiquiatria, em saúde mental, né? em saúde mental, porque nem todo o sofrimento mental é psiquiátrico. Nem todo você pode ter sofrimento mental sem ser psiquiátrico. Então, a grande característica é a desvitalização. Você abre uma sangria no duplo etérico. Sangria que eu brinco é assim, é perda de vitalidade.
o você pode ter sofrimento mental sem ser psiquiátrico. Então, a grande característica é a desvitalização. Você abre uma sangria no duplo etérico. Sangria que eu brinco é assim, é perda de vitalidade. Perda de vitalidade. Então, é importante entender essas conexões do termo autoobsessão para entender que é algo multidimensional. Nós somos os seres espirituais vivendo uma experiência física. Nós estamos aqui. Nós não somos daqui, gente. Nós estamos. Nós precisamos entender que há uma essência milenar em nós. E se nós não fortalecermos o nosso ego atual, quem domina nós é o nosso porão. Porque aquilo que já são conquistas estão no corpo mental, no corpo búdico. Isso significa o quê? Significa que para acessar eles eu tenho que desbloquear o frontal e o coronário, as noções superiores e a fixação mental faz o contrário. Então, quando a gente fica com a mente fixa na inveja e na maledicência, o obsessor não tem trabalho nenhum, porque a fixação mental faz tudo que ele precisava fazer. É uma facilidade, gente. Quer ficar obsidiado? Fique com tr 4 meses com a ideia. É tranquilo. Então, fixação mental precisa ser identificada no nosso cotidiano. Esse é o alarme que precisa ser tocado. Inconformismo, insatisfação, são tudo fatores de fixação mental. Consumismo, né? Fixação mental. Você atravessa a rua com o tinhoso, não olha para lugar nenhum, faz só com o bicho. Eu não sei como não cai no buraco. É o anjo da guarda. Aí direcionando. Porque quantas pessoas zumbi a gente vê na rua atravessando ruas com negócio lá e tocando, olhando. Isso é autoobsessivo. Sabe por lida tanto com isso? para não ter que pensar e entrar em contato com as coisas. Então, é necessário ficarmos alerta com a fixação mental. Ótimo. O senhor falou do consumo, consumo desmedido, a questão dos do do celular também que tá presente na nossa vida. E aí eu lhe pergunto, até que ponto as demandas impostas pela vida moderna impactam no surgimento e na manutenção dos processos autoobcessivos? Porque eu quero crer que os processos
nte na nossa vida. E aí eu lhe pergunto, até que ponto as demandas impostas pela vida moderna impactam no surgimento e na manutenção dos processos autoobcessivos? Porque eu quero crer que os processos autoobcessivos de hoje talvez não sejam idênticos à aqueles que nós sofríamos há 50 anos atrás ou são idênticos? Eu acho que são a mesma coisa. O que muda é um pouco os valores e princípios. Teve uma pesquisa em na década de 80 que eles pegaram a pesquisa o seguinte, só para você entender, Ricardo e todos nós aqui, eles pegaram qual eram os maiores problemas na escola, né, na década de 60. Sabe quais eram? Mascar chiclete, ir com uniforme incompleto, falar alto nos corredores, provocar ruaça na porta da escola, brigas, tá certo? E não levantar na hora que a diretora ela entrasse em sala. Esse que eram os maiores problemas naquela época. Quem tá aí da minha idade para para trás sabe disso. Qual que era na década de 90? gravidez indesejada, uso de droga, violência, eh tráfico e a questão eh do bullying. Então, que que mudou? Mudou os conteúdos, os valores e os princípios. Então, é importante observar que hoje acontece muito aquilo que o Víor Franco falou na década de 60 também, que chegaria o tempo que haveria uma uma neurose de massa, o normal que o errado que parece certo, chama normose. Então tá muito errado, então chama de normose. Durin fala isso no no livro dele do suicídio. Então é importante então é importante a gente observar que esses processos equivocados, sociais eles precisam ser eh precisa se olhar pra família, pro processo da família, da educação familiar, dos valores, dos princípios, para que quando a gente entrar em contato com a normose, a gente poder modular e escolher os nossos valores e princípios e não entrar no efeito boiada. Entendeu? O efeito boiado é grave, né? Você tem, você vê uma manchete, você quer ver o efeito boiada, né? Você vê uma pressa, você passa rápido. Você vê outra coisa, passa rápido. Então é importante envolver a mente humana com
é grave, né? Você tem, você vê uma manchete, você quer ver o efeito boiada, né? Você vê uma pressa, você passa rápido. Você vê outra coisa, passa rápido. Então é importante envolver a mente humana com valores elevados. Isso é que protege da autoobsessão. Não é uma coisa que você vai eh construir ou conseguir com o processo. É um esforço individual. Individual. Preste bem atenção. Amanhã, depois da manhã, segunda-feira, olha como você começou seu dia. Segundo que o Ricardo perguntou, como você começou seu dia? Como você terminou? E a hora que você chegar em casa, senta, toma banho, senta e depois que fez as refeições, tudo e dá uma avaliada desde a hora que você pôs o pé no chão até a hora que você se recolheu em casa e dá uma avaliada. Santo Agostinho fazia isso. Dá uma avaliada. A hora que você tá fazendo isso, você tá fazendo concentração mental. Exercício diário disso é 10 para proteger a mente e fortalecer. E se você ainda fizer uma prece e ler algo edificante, agora fica na TV, fica na tela ruminando tudo. Você não está pensando, tá zumbizando. Então é preciso pensar como lidamos com o nosso cotidiano. O dia que não tiver luz, não tiver energia elétrica, você vai ver aquele rapaz lá, 18 anos, quem que é você? Sou seu filho, pai. Você não viu? tá aqui todo dia, você não vê todo dia eu tá ali com você, mas vocês estão separados por um fenômeno da da do brinquedo tecnológico chamado divórcio emocional, cada um no seu canto. Divórcio emocional, afastamento. O filho tá usando cocaína há 6 anos, ele sabe há 3 meses. Não percebeu que chegou travado, não percebeu. Então é preciso entender que a gente também pode viver ou existir. Na autoobsessão é mais comum a gente existir. Existir em função de coisas ou emo ou sensações. Viver é diferente. É a capacidade de estabelecer laços de afeto. E a gente usa concentração, usa o contato interpessoal. Nós somos seres gregários. A gente vive uns pros outros, né? A gente não pode ser possuído pelo hardware. Nós somos o software,
laços de afeto. E a gente usa concentração, usa o contato interpessoal. Nós somos seres gregários. A gente vive uns pros outros, né? A gente não pode ser possuído pelo hardware. Nós somos o software, tá sendo o contrário. Muita gente tá sendo usada, né? Muito aparelho tá dominando. Hoje você faz um consultório, uma orientação, devia tá lá no chat GPT. Tem gente fazendo terapia pelo chat GPT. Vocês acreditam? Tá, né, doutor? Mas aqui tá falando isso, tá falando esse negócio aqui. Falei: "Ó, o problema do chat da inteligência do IA é porque ela não tendo alma, ela não entende tua emoção. Você vai lá, olha a lista de bolo do transtorno do espectro autista, fala: "Ó, eu tenho autismo." Você esqueceu que aquela lista não conhece você e nem conhece o espírito seu, seu temperamento, seu jeitão, sua família. Então, nós temos que buscar alternar o pensamento pela sabedoria externa, conhecimento. Porque quando a gente conhece, toda hora que a gente viola, nós sabemos, porque nos incomoda num fenômeno autoobsessivo, comum, mas produtivo, chamado remorço. Remorço aponta o erro. Arrependimento nos dispõe a mudar o erro. Mas só a reparação muda efetivamente, diz a doutrina espírita. Então, se nós não tivermos que não passarmos por isso, que são tudo mental, a gente fica no fenômeno de fixação mental. Aí a gente para no remorço, então a gente fica com martírio martirizando. É assim na dependência química, por isso que tem os 12 passos na dependência química, né? Já respondendo, eu tô invadindo o Ricardo aqui. Tem o ressentimento, a raiva. Por isso tem os 12 passos, porque tem a raiva, o paciente intoxicou com droga, a família intoxicou com desconfiança, raiva, medo, etc. Um intoxica de um jeito, outro intoxica do outro. Então aí tem o ressentimento, é o ciclo. Às vezes tá sem droga, não se usa droga e o pau tá comendo lá todo dia, porque um tá recaído na desconfiança e o outro não tem credibilidade porque a imagem que ele formou criou uma estrutura de fixação mental naquilo. Toda vez que sai do
a e o pau tá comendo lá todo dia, porque um tá recaído na desconfiança e o outro não tem credibilidade porque a imagem que ele formou criou uma estrutura de fixação mental naquilo. Toda vez que sai do campo de visão tá usando. Então isso é a autoobsessão no pós tratamento, na pós desintoxicar, a pessoa descobre que desintoxicar não finaliza o tratamento. Ele tem que recuperar, ele tem que mudar a forma de lidar e tem que ser o sistema todo, não só o paciente, tem que ser o sistema todo, né? Então é isso. Ótimo. Flaviana, temos pergunta do público. Temos duas. uma eh refere-se a que o senhor falou de rigidez e assim: "E como pode se então combater a rigidez mental se por muitas vezes o indivíduo nem tem noção de que a possui, que possui tal patologia? A abordagem teria de ser espiritual ou tópica conjuntamente?" A rigidez mental, gente, ela tá presente em muitos processos. Então, a primeira coisa para se trabalhar a rigidez mental é o terapeuta, os profissionais que lidam com aquela pessoa, trabalhar a aliança terapêutica com ele. Aliança, ele aceitar que a pessoa pode ajudá-lo. Uhum. O segundo é analisar de forma progressiva as crenças que ele tem sobre as coisas. Por que que a gente fala que tem muito ansioso que tem rigidez mental por causa do perfeccionismo? É porque o perfeccionismo dele, a ilusão de controle, a antecipação ansiosa, ele precisou delas para sobreviver de onde ele veio. Ele construiu isso. Agora ele precisa desconstruir no processo de crescimento. Não dá mais. Se ele levar isso pro lado da profissão, ele pode até chamar de competência e funciona. É competência. Mas pro lado das relações humanas, cada um tem uma mentalidade. Não vai funcionar, porque ele vai falar assim: "Não, a rigidez eu marquei com o indivíduo, é 8 horas. Se passou 1 minuto ou se adiantou 2 minutos, não é 8 horas, é rigidez. Ele vai ter que trabalhar isso, porque isso vai fazer com que ele se submeta a uma das piores efeitos colaterais da rigidez, que é o quê? a determinação externa.
u 2 minutos, não é 8 horas, é rigidez. Ele vai ter que trabalhar isso, porque isso vai fazer com que ele se submeta a uma das piores efeitos colaterais da rigidez, que é o quê? a determinação externa. Isso quer dizer que qualquer indivíduo, posso brincar aqui, né? Qualquer spirit por determina como você vai ficar. Qualquer um, até um cara no trânsito tira, você te ultrapassa. Não vou deixar, vou passar ele também. Vou fechar. Ele tá querendo passar. Vou fechar. Ele tá, você tá sendo determinado e nem sabe, o cara nem te conhece, tá te determinando. Isso é um efeito colateral da rigidez. Qual é o final da rigidez? Determinação externa. Determinação externa é imaturidade. É quando uma pessoa determina como você vai ficar, né? Como você vai ficar. Então, por isso que o perfeccionismo é uma máscara do ego, porque nós somos humanos, o que nos caracteriza é a imperfeição. Você querer ser perfeito num mundo imperfeito, um erro de cálculo. Você vai ter que ter tanto controle, tanta coisa, que você vai se atormentar todo dia no fenômeno da fixação mental. É um esforço muito grande. Bastava admitir, se essa rigidez está levando o indivíduo a esse desgaste, ele precisa trabalhar psicoterapicamente. E nós temos exemplo do tanto que terapeuta que ama o próximo, que ama o trabalho, ele é assistido espiritualmente. Quantos? Eu fico pensando como que a gente atende sem não ter as intuições nos graves quadros que a gente atende no cotidiano consultório. Temos. Por quê? Porque a gente quer fazer o bem, aí a gente assessora. Quando a gente quer fazer o mal, a gente não tem assessor. Tem gente, é um monte fazer o mal, mas para fazer o bem tem também. Então é muito importante entender que a rigidez mental precisa ser trabalhado em terapia. precisa ser trabalhado com informação, com ensino moral, com a o despertar da nossa essência divina que há em todos nós. E isso precisa ser trabalhado em vários ângulos. Nós somos seres emocionais, espirituais e físicos. Nós temos que trabalhar nessa dimensão.
a o despertar da nossa essência divina que há em todos nós. E isso precisa ser trabalhado em vários ângulos. Nós somos seres emocionais, espirituais e físicos. Nós temos que trabalhar nessa dimensão. E eu percebo muito o quanto que as pessoas mudam. Tenho atendido uns pacientes com rigidez grave e eu percebo que com o tempo, né, o motivo eles para ir paraa terapia tem que motivar, motivo para ir paraa psiceducação, para ouvir e à medida que vai ampliando a mente, essa rigidez vai vai rompendo e o indivíduo começa a perceber isso no cotidiano. Então, é importante trabalhar isso em várias frentes. Ótimo. Tem mais uma pergunta, Flaviana? Ela, essa uma não tem muito a ver com o tema, mas vamos perguntar, né? Eh, boa noite. O senhor é a favor da regressão uterina ou regressão de vidas passadas para casos complexos psicológicos ou até mesmo para depressões severas? Gente, a questão da regressão é o seguinte. No trabalho mediúnico a gente vê um critério exagerado mesmo, muito forte. Não é que seja exagerado, é um é intenso o cuidado da equipe espiritual em permitir o acesso aos arquivos mentais. Você tem pequenos fragmentos da consciência extrafísica que vem pro seu consciente, você já se atormenta, principalmente se o indivíduo tem mediunidade, que ele vê muito mais conteúdos, chegar no seu, aportar no seu consciente. Então, fazer isso tem que ter muita responsabilidade. Contar pro paciente tem que ter mais responsabilidade ainda. Eu vejo pessoas percebem no grupo mediúnico e começa a falar: "Olha, foi isso". A partir dali o paciente só explica aquilo. Ah, eu fui isso, gente. É um um fragmento que foi acessado para tratar, gente. Por que que fez para tratar? Para esquecer. Aí vai o médium, vai idoso, vai lá e conta. Vai o técnico lá em consultório, regrita e fala: "Olha isso. Ah, não, eu vou fazer isso porque vai disseminar". Não vai. vai se tornar um processo autoobsessivo. Então a gente tem que tomar muito cuidado. Então sempre que vai fazer alguma regressão, a gente pede autorização.
u fazer isso porque vai disseminar". Não vai. vai se tornar um processo autoobsessivo. Então a gente tem que tomar muito cuidado. Então sempre que vai fazer alguma regressão, a gente pede autorização. Agora, quando o indivíduo tá fazendo no consultório, ele vai fazer as regressão de vidas passadas e vai ter que assumir o ônus. Se não tiver bem orientado, pode abrir arquivos que não devem. Por exemplo, se o indivíduo tem uma culpa muito grande, gente, ele começa a ter sintomas pré-morbidos, pré-dença, eh, na esquizofrenia por volta de 8 anos de idade, sete, já que a esquizofrenia hoje é um transtorno do neurodesenvolvimento, igual TDH, espectro autista, etc. Não, espectro autista, transtorno neurol, não é considerado mais doença, isso nem esquizofrenia, é um transtorno do neurodesvolvimento. O que que acontece com isso? pequenas cotas da memória extracerebral vai apoando na mente do indivíduo e ele vai começando a ficar estereotipado. Até que na adolescência, quando o espírito assume, ele abre o quadro e dá o primeiro episódio psicótico. Quando ele dá o primeiro episódio psicótico aos 18 anos, os conteúdos extrafísicos já estavam vindo. Se ele fizer uma TVP ali naquele período, ele abre o quadro com força enorme. E muitas vezes quando a gente vai tratar, ele abriu o primeiro episódio, vai pra emergência, o primeiro episódio de psicose, delírio, alucinação, ele já tem 8, 10 anos que ele tá evoluindo sem tratamento nenhum, porque primeiro ninguém vai aceitar. as manifestações que aparecem são fixação mental, estereotipias, coisas bem diferentes de um surto até que fica evidente. Então, com atraso, depois de 5 anos que as memórias vieram pra consciência, aí ele fecha a janela de oportunidade de tratar, ele fica com defeito, fica com cisão da mente, por isso que chama esquiso, cisão. Então, o que que acontece? Ele olha pra mãe dele e fala que ela é um clone, olha para pro irmão, false não é meu irmão não, porque a consciência extrafísica dele assumiu o controle, ele desconhece.
o. Então, o que que acontece? Ele olha pra mãe dele e fala que ela é um clone, olha para pro irmão, false não é meu irmão não, porque a consciência extrafísica dele assumiu o controle, ele desconhece. Aí a medicina estuda e vê nisso o delírio e a alucinação, como é mesmo. Ele tá falando de outra equação de tempo, tá? Ele tá vendo coisas e ouvindo coisas e tendo entendimento da realidade, mas com aquela consciência dele anterior, não tá mais com a da atual. E isso é grave. Então, fazer isso tem que ter responsabilidade. Eu não faço isso em consultório, não tenho formação. Quem tem que ter muito cuidado, porque você pode fazer isso com TV, mas você pode fazer isso com droga, com álcool, com santo da você pode fazer o que você quiser para pegar os fragmentos e trazer para cá. É, e Flaviano, eu sei que você tem mais duas perguntas, mas eu queria aproveitar o o gancho dessa, desse comentário do Dr. Wesley e e pedir pro senhor falar um pouco mais sobre o seguinte. O o Jorge Andreia lá no livro Forças Sexuais da Alma, ele usa uma expressão bem interessante disso que o senhor acabou de falar, que ele chama de vazamento, né? um vazamento do inconsciente para o consciente. O o Jung, que o senhor citou agora a pouco, tem uma frase dele que é interessante, quando ele diz que não é importante a gente desejar ser santo, ficar ser perfeito, mas o importante é a gente ter consciência, se tornar consciente. E ao mesmo tempo o Jung, eles ele também ressalta a importância do inconsciente, principalmente do inconsciente coletivo, para que a gente faça essa conversação entre o consciente e o inconsciente. E o último elemento para o senhor fazer um comentário é a questão do ego, n? O o ego eu acho que ele ainda é muito pouco conhecido um senso comum. Eh, uma vez eu fiz uma palestra abordando a questão do ego e ao final o dirigente na sua prece pediu a Deus que eliminasse o ego da gente, né? Eu falei: "Caramba, tem que falar tudo de novo." Então, gostaria que o senhor comentasse um pouco dessa questão da
o e ao final o dirigente na sua prece pediu a Deus que eliminasse o ego da gente, né? Eu falei: "Caramba, tem que falar tudo de novo." Então, gostaria que o senhor comentasse um pouco dessa questão da necessidade da consciência, conversar com o inconsciente e a importância do ego na encarnação atual. Gente, interessante, muito interessante, porque o ego é a consciência menor, o self é a consciência maior. Nós estamos nessa encarnação para trazer os conteúdos desarmônicos que estão no inconsciente, né? Porque se a gente ficar preso à sensações, a gente vai virar um smigle, né? Preso a uma neula, preso aos nossos atavismos, aos nossos automatismos. e desfigurando a nossa essência. Desfigurando não, obscurecendo a nossa luz, nossa essência divina. Então, o que eu penso eh a respeito dessa dessa fala do Jung é porque, na verdade, se a gente for pensar com clareza esse fato, nós precisamos trazer a luz, como diz o Cristo, tem que trazer paraa luz. Sabe por quê? A, o, o fenômeno chama autoconhecimento. Só que esse autoconhecimento é trazer a nossa sombra, a nossa penumbra pra luz. Faz o que com isso? Faz nada. Faz nada não. Hora que você for se comportar, já tá no seu consciente. Então, já aconteceu o que tinha que acontecer. Você já sabe, tá no seu consciente, não é mais no seu inconsciente. Jesus falou isso. Agora que sabes, aí está o teu erro. Então Jesus é terapeuta. Então ele falou agora que tá na tua consciência que você se conheceu e você aceitou que você é mesquinho, que você tá invejoso. Então agora que sabe, faz de novo para você ver. violei, porque agora eu sei. Então, o autoconhecimento é importante e o ego tem que saber disso. Sabe por quê? O nosso ego é a nossa consciência menor, mas nós precisamos iluminar ele com a essência divina, com o selfie, como diz com imagodei, como diz Jonas de Angeles, nós temos que trazer esse senso para o presente. E a partir do momento nós tomamos conta que nós fomos mal, fomos maus, fomos ignorantes da lei, agora nós já sabemos a lei, sabemos valores que
ngeles, nós temos que trazer esse senso para o presente. E a partir do momento nós tomamos conta que nós fomos mal, fomos maus, fomos ignorantes da lei, agora nós já sabemos a lei, sabemos valores que nos transcendem, sabemos sobre reencarnação, vida sucessiva, lei de são valores que nos transcendem. Isso é espiritualidade. E se nós já conhecemos, então a hora que a gente vai fazer errado, a gente, opa, violei. A raiva sequestrou meu céreb, eu falei umas asneiras para meu pai. Nossa, aí não tem jeito. O inconsciente deixou de ser inconsciente. Aquelas mazelas que eram da minha vida passada não combina mais comigo, vem na forma de espurgos enfermiços. E eu venho aqui com meu sentimento de querer mudar. O tratamento é exitoso. Ali vai a energia e eu tenho um insight. E agora eu conheço um pouquinho mais da minha sombra e ela vai deixar de me dominar e vai deixar, como diz o Jung, me chamar isso de destino, não é destino. Então é porque agora se eu não buscar me conhecer, é o meu automatiso, meu meu meu inconsciente que me domina. E isso é grave. Por isso que é preciso iluminar o eu com conhecimento superior, o ego. Não tem jeito de você destruir, né? Você tem jeito de iluminar, de transcender. Essa é que é uma das funções, porque a rigidez muitas vezes é quebrada, é com o sofrimento, né? Me dá o dinheiro que me pertence, diz o filho. Me dá a riqueza que me pertence, a minha herança. Essa é uma mentalidade adoecida. Ele só mudou essa rigidez dele, porque naquela época pedir a herança, ele só tinha de um jeito quando o pai morre. Era o princípio da época. É grave isso. A distorção mental dele era muito grande. A rigidez, ele só quebrou a rigidez lá no meio dos porcos quando ele dissipou tudo os valores que ele tinha. Aí ele teve a primeiro despertada da consciência. Ele pegou um fortalecimento moral, ele ficou humilde e ele queria até ficar trabalhando junto com os jornaleiros lá do pai. E depois que ele viu o pai, ele foi para outra virtude, compaixão. Ele olhou o pai e sentiu isso. Nada disso
l, ele ficou humilde e ele queria até ficar trabalhando junto com os jornaleiros lá do pai. E depois que ele viu o pai, ele foi para outra virtude, compaixão. Ele olhou o pai e sentiu isso. Nada disso ele tinha antes do sofrimento e da privação. Então o sofrimento tem essa função de quebrar a rigidez. O indivíduo aprende até a orar. Excelente, Flaviana. Questões temos aqui do da dos nossos irmãos que nos acompanham. A Dani Nard, ela diz assim: "Boa noite, excelente abordagem no mundo onde as pessoas tomam remédio para acordar, remédio para dormir, remédio para ficar feliz e atento, como julgar se realmente a medicação foi bem indicada?" E aí em seguida ela faz uma mesma uma outra pergunta com a mesma abordagem. Qual a sua opinião sobre esse panorama atual de uso excessivo de medicação? Obrigada. É, a gente tem que avaliar cura real e cura aparente. O remédio, gente, dá uma cura real, chama alívio. Por quê? Porque alívio ajuda a pessoa a pensar com clareza e fazer a cura real, que é sempre uma autocura. Então, focar o tratamento no medicamento é um equívoco e é esperado o remédio, forças sobrenaturais. Não tem jeito do remédio curar uma pessoa. Medicamento foi feito para o corpo. O inquilino tem que tomar providência para cuidar bem do corpo. Porque se ele não faz isso, não é assim que funciona os mecanismos. Cada molécula do nosso corpo aglutinou ao redor do perespírito, gerando um negócio chamado corpo físico, sistemas, funciona tudo. Então, não tem jeito do nosso corpo inventar moda. Nosso corpo sempre tem razão. Ele não inventa moda. Nosso corpo sempre vai refletir e espelhar a nossa consciência. Ele não sabe, diz a neurociência, nosso corpo não separa se a gente tá lembrando, se a gente tá pensando agora no presente ou se a gente tá antecipando. Tá na consciência, ele responde. Por isso que a preocupação é ruim, que é focada no problema e dá-lhe cortisol, porque ele sabe responder só de jeito. Sistema simpático e parassimpático, eles cruzam, dão um choque, curto circuito.
e. Por isso que a preocupação é ruim, que é focada no problema e dá-lhe cortisol, porque ele sabe responder só de jeito. Sistema simpático e parassimpático, eles cruzam, dão um choque, curto circuito. A hora que dá um curto circuito, dá um pânico. Hora que d um curto circuito, dá diarreia. dá um curto circuito, dá dor de cabeça, dá pressão no peito, dor no peito. Então esse circuito ele é ativado. Os medicamentos e de uma forma muito eficaz, a medicina descobriu como mexer no circuito, na circuitaria cerebral para dar alívio, mas é para por misericórdia divina e evolução científica, por messe divina, permitir o alívio, mas é pro indivíduo se educar. aliviada, ele conseguir seguir em frente, mas é para que ele possa realmente entender que precisa mudar, mas aí cabe aos terapeutas, cabe aos profissionais ajudar a pessoa. Você pensa que um indivíduo que vai usar vevance, como que ele vai e não tem diagnóstico nenhum? é um psicotrópico. Como que ele vai usar uma medicação dessas por automedicação ou um médico passar de qualquer jeito, não sabe como tem acontecido. Fui dar uma aula na na medicina lá da Católica, dos 600 lá, quase que 90% levantou a mão que tava usando psicoestimulante. Vocês não tm ideia. A maior recompensa orgânica no cérebro de descarga de dopamina que dá prazer, que dá energia, maior recompensa é o orgasmo na relação sexual, 200%. Cocaína é 325% de descarga. Craque em torno de 450. Esse é um italiano diara que fez essas pesquisas. O vevance, o MD, o êxtase, a ritalina é 1000%. O cérebro não dá conta de entregar. Então, usar o medicamento nesse cenário sem saber a causa é um problema grave, é um abuso, é o ser humano achando que ele pode resolver tudo para fora, de fora para dentro. O indivíduo não é ansioso de fora para dentro, é de dentro para fora. O indivíduo tem os problemas psiquiátricos e mentais. é de dentro para fora. Toda ansiedade vem de dentro. O que vem de fora são as pressões. Então é importante entender que esse uso indiscriminado vai fazer a mesma coisa.
blemas psiquiátricos e mentais. é de dentro para fora. Toda ansiedade vem de dentro. O que vem de fora são as pressões. Então é importante entender que esse uso indiscriminado vai fazer a mesma coisa. O indivíduo faz bariátrica, larga da comida e vai pro álcool. tá ansioso, abre a porta, da comida e come um desvalido. Tá ansioso, fica maratonando sério, esse final de semana todo, noite toda, tá ansioso, vai comer, vai jogar, vai se mutilar. Então, de toda forma, todas essas questões ligadas ao corpo são apenas uma parte do tratamento. O indivíduo tem que buscar outras formas de lidar com isso e entender que o medicamento é uma ferramenta igual caneta. Não tem o propósito de curar, tem de aliviar, porque a cura tá noutra instância, não na instância física. A instância física, ela pode sensorialmente mostrar o desequilíbrio da pessoa. Você trata o efeito, como você quer mexer na causa? Você mexe no sintoma, a causa é outra. Mais alguma coisa, Flavena? Não, né? Bom, eh, eu quero tocar num assunto agora, Dr. Wesley, que, como nós falávamos agora a pouco, eh, inicialmente surgiu numa outra abordagem, mas que mas acabou vindo para a questão da autoobsão, que é o chamado triângulo da autoobserção. Nós temos 8 minutos, mas eu acho que dá para o senhor fazer uma abordagem sobre o chamado triângulo da autoobsessão, o ressentimento, a raiva e o medo. Esse triângulo foi muito colocado no, é muito nos livros do AA e do na, né, no na questão das drogas. O indivíduo lida com muitos ressentimentos ligado ao período que estava na ativa, como eles dizem. E esse ressentimento tá ligado à dificuldade de se desligar dos feitos e maus feitos decorrente do uso de substância, né? Eh, o medo tem a ver com a com a questão de enfrentar o mundo de cara limpa, o medo do futuro, tá? a dificuldade de lidar com a estrutura que está posta significa que à medida que o indivíduo atribuiu o uso de substância para lidar com as questões da vida, então significa que ele dá conta de lidar com algo que ele acha que
m a estrutura que está posta significa que à medida que o indivíduo atribuiu o uso de substância para lidar com as questões da vida, então significa que ele dá conta de lidar com algo que ele acha que controla. Então é só eu ficar abstinente, eu uso o que melhora. Aí ele vai lidar com uma outra realidade. Ele chega na sua casa, os vínculos estão adoecidos, a família não tratou, recebe ele como se ele tivesse usando, não confia, começa os conflitos porque a família tá recaída e ele tem que lidar com isso com pouca maturidade, gerando então muitos problemas no campo do ressentimento, da mágoa, dos medos, né? Então, precisa integrar a família e o sistema conjugal familiar ao tratamento, engajar esses tratamentos para que possa sair do triângulo. O triângulo eh autoobsessivo, ele é muito tormentoso para o paciente, mas a gente precisa acolher ele para que ele possa romper com esse triângulo. Por isso que os 12 passos são importantes, né? três passos pro indivíduo harmonizar consigo mesmo, três para ele reparar o que fez, né, para sair do sofrimento e seis para ligar um poder superior. Ou seja, ele ele precisa de fé, de transmutar a sua mente que era ligada a um produto. E ele percebeu que ele continua usando o produto, apesar de todos os prejuízos. Isso é que é o conceito de dependência hoje, é você continuar o comportamento, apesar dos prejuízos. Qualquer ser humano tem prejuízo, ele afasta. Mas por que que ele faz isso? Porque ele desligou a região pré-frontal do autocontrole. Ele usou tanta substância que a dopamina queetou. Hora que a a dopamina zera, não tem dopamina, se ele ficar abstinente, vai demorar 4 meses para ela repovoar aqui os níveis sanguíneos. Essa área tá desligada, só que aqui é a área do autocontrole. A dopamina é é é é o que manifesta a função executiva, o prazer, o desejo de fazer, o autocontrole. Sem ela, a área pré-frontal tá desligada. Por isso que o indivíduo continua comportamento, apesar de todos os prejuízos. tá grávida e usa craque, entendeu? É por causa disso. A droga vai
autocontrole. Sem ela, a área pré-frontal tá desligada. Por isso que o indivíduo continua comportamento, apesar de todos os prejuízos. tá grávida e usa craque, entendeu? É por causa disso. A droga vai ali e deturpa os processos. Como o espírito eterno age no corpo através das monaminas, que são moléculas de emoção, ele não consegue acessar por ele zerou ele. Aí vai paraa autodestruição, pro por comportamentos autodestrutivos. O papel é desintoxicar para então sair da saliência daquele comportamento. Então esse processo é fundamental. Esse triângulo aí tá na mente tanto da família como do paciente, tá? E isso tem também o circuito da culpa gente dentro desse processo reto aliment é culpa dos pais, às vezes culpa do paciente, dificuldades. Quando não consegue lidar, aí busca alívio. Muitas vezes surge no contexto de uma recaída que deve ser olhada com de forma positiva. Excelente como sempre. Mas, infelizmente o nosso tempo está acabando. Nós estamos a 3 minutos do final do nosso tempo. Então eu gostaria de pedir ao senhor, Dr. Wesley que usasse esse tempo final para que deixasse uma mensagem para o nosso público, tanto esses que estão aqui, nós que estamos aqui no salão, como aqueles que nos acompanham pela internet, uma mensagem como espírita e como psiquiatra, eh, no sentido de que quem não estiver passando pela pela experiência autoobsessiva, que não chegue até até ela e aqueles que estão vivendo que encontre uma maneira de sair e retornar a um equilíbrio fora da autoabsão. Eu penso que o maior risco da gente ficar autoobsessivo é a questão do amor, porque nós somos muito distante da do amor, eh, esse amor totalmente pleno como Jesus. praticou, a gente consegue praticar o amor na forma de tolerância, perdão, é nas relações com as pessoas mais perto de nós. Então esse exercício ele pode modificar muito a visão uns dos outros, essa visão hostil de desconfiar, de querer dizer o que tem que fazer. Então, eu penso que o amor é a única essência que pode envolver e nos proteger da autoobsessão.
icar muito a visão uns dos outros, essa visão hostil de desconfiar, de querer dizer o que tem que fazer. Então, eu penso que o amor é a única essência que pode envolver e nos proteger da autoobsessão. Lembrando sempre que saúde moral é saúde mental. A nossa saúde mental depende da nossa saúde moral. Não tem como mudar isso. Isso quer dizer que nós precisamos de virtudes, precisamos experimentar essas coisas no no seio familiar. Precisamos sentar junto, fazer coisas juntos, sair do isolamento, sair do processo de distanciamento. A autooessão, ela precisa ser trabalhada na intimidade das relações humanas, nos valores e princípios que precisam ser resgatados, porque aí o assunto fica, mesmo que seja pra gente brincar uns com os outros, né? eh curtir uns com os outros, mas de uma forma plena. Precisamos viver de novo relacionamentos plenos, afetos. Eu acho que aí nós estamos presos na realidade física a que nos propomos retornar depois. E lembrar sempre que não somos daqui, nós estamos aqui momentaneamente e daqui um tempo nós estaremos lá. E a alfânda da morte, ela é complicada. OK, gente, vamos ter que encerrar o nosso programa. Quero agradecer mais uma vez a todos que vieram até o Salomão Bezerra de Menezes, prestigiar ao nosso programa, prestigiar a presença do nosso convidado, agradecer ao Dr. Wesley por mais essa disponibilidade, agradecer ao departamento que trouxe o Dr. Wesle para mais esse bate-papo e deixar já agendado o nosso próximo encontro eh no último sábado de julho, quando teremos a presença de um outro eh eh profissional da área da saúde, o Dr. Heno também lá de Goiânia, estará conosco para mais uma uma noite de aprendizado como esta que tivemos hoje. Muito obrigado também aqueles que nos acompanharam pela TV e pela rádio comunhão e deixar desde já o nosso abraço para aqueles que nos verão posteriormente pelo nosso canal no YouTube. Flaviana, obrigado mais uma vez pela sua presença e para encerrar quero pedir ao Dr. Wesle para fazer a prece de encerramento, por gentileza.
que nos verão posteriormente pelo nosso canal no YouTube. Flaviana, obrigado mais uma vez pela sua presença e para encerrar quero pedir ao Dr. Wesle para fazer a prece de encerramento, por gentileza. Mestre amado Jesus, aqui estamos, Senhor, nessa egrégora de energia, nesse campo salutar de vibrações. Muitas mentes, muitas energias positivas. A equipe espiritual, utilizando o magnetismo dessas trocas, nos envolve e nos fortalece. Obrigado, meu Deus, por tudo que nos concede, pelas oportunidades muitas vezes não percebidas e que a luz do teu amor nos envolve, nos socorre e nos intui. Então, Senhor, fortaleça-nos nos nossos propósitos elevados. Faça, Senhor, que enxergemos os nossos familiares, enxerguemos os seres humanos. e os envolvamos como irmãos em fraternidade para que possamos seguir adiante na grande família terrena. Graças te damos por iniciativas como essa e que a luz do teu amor discutine novos caminhos, novos passos, iluminando as nossas decisões. Graças a Deus. Que assim seja. Forte abraço a todos.
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