CUIDAR COM AMOR - Dr Wesley Assis [9º SEMINÁRIO DO GRUPO ACOLHER]

Comunhão Espírita de Brasília 29/06/2025 (há 9 meses) 1:04:44 2,193 visualizações

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Transcrição

Sejam todos bem-vindos a essa casa de Jesus. E nós estamos assim muito felizes, né, com a presença de todos aqui no nosso salão, com os nossos irmãos que estão nos acompanhando pelas mídias sociais, sintam-se também acolhidos. Então, é motivo de alegria, mas também com uma pontinha já de saudade, porque nós estamos ao longo dessa semana realizando por meio da diretoria de atendimento e orientação à nossa DAL, o nono seminário do grupo Acolher. E hoje com esse nosso encontro, nós estamos no último momento, né, do nosso seminário. Então, por isso o motivo de alegria, mas também de já de saudade, mas é bom que o tempo passa rápido e ano que vem nós estaremos de volta. E nós, ao longo dessa semana podemos trabalhar sobre uma temática que é a temática que deu origem ao grupo acolher. Então, Patrícia, o que que é o grupo acolher, né? O grupo acolher é um grupo de autoajuda que oferece momentos de compartilhamento às pessoas em sofrimento por transtornos de ansiedade, medo, insegurança, depressão e outros transtornos emocionais. Esse grupo ele se reúne aqui na comunhão espírita às quintas e sextas-feiras às 19 horas na sala 13. Ele é um grupo aberto, não precisa se inscrever, não precisa pegar ficha, é só chegar e participar. Então, para todos que estão aqui nos ouvindo nesse momento, é importante que divulguem essa informação para que ela possa chegar a um coração em sofrimento e que necessite desse auxílio, desse amparo e vai encontrá-lo aqui nos nossos grupos. Como a temática de trabalho desse grupo são os transtornos de ansiedade e depressão, dentre outros, esse essa semana nós podemos então refletir um pouco sobre esses assuntos. afetos ao transtorno de ansiedade e a depressão. E o tema do nosso seminário é: quem governa o mundo é Deus e o amor não age com inquietação. Essa é uma fala de Jesus aos discípulos quando eles estavam lá perturbados, ansiosos, angustiados, nervosos, com medo. Jesus então os reúne e para acalentar seus corações e para orientá-los, Jesus diz isso a eles para

e Jesus aos discípulos quando eles estavam lá perturbados, ansiosos, angustiados, nervosos, com medo. Jesus então os reúne e para acalentar seus corações e para orientá-los, Jesus diz isso a eles para que eles se lembrassem que quem governa o mundo é Deus e que o amor não age com inquietação. Então, ao longo dessa semana, os nossos irmãos que estiveram aqui conosco falaram sobre essa temática. E hoje, nesse momento, nós vamos ter, então, a culminância desse nosso encontro com um irmão que nos é muito caro ao coração e que nós não abrimos mão na todo ano ele está aqui conosco. Ele fala assim: "Ah, vocês se cansam, vão se cansar de mim, vão enjoar de me ouvir". a gente fala nada disso. Nós temos muita alegria e aprendemos muito com as partilhas que ele faz conosco. Mas antes de apresentá-lo e falar do tema que ele vai trazer pra gente, eu vou convidar a Roberta para fazer a nossa prece inicial para que nós possamos continuar harmonizados e que possamos também envolver nas melhores vibração o nosso irmão que vai nos falar nessa tarde para que ele possa ser fiel mensageiro do que a espiritualidade preparou para cada um de nós. Então vamos neste instante a serenar a nossa mente, o nosso coração e elevar o nosso pensamento a Deus nosso pai, que é todo bondade, que é todo amor, que é todo misericórdia. e a Jesus que é a luz do mundo e que é a luz em cada coração. Aqui estamos, Senhor, e queremos pedir que toda inspiração do mais alto possa, neste instante encontrar abertas as portas do nosso coração e que Dr. consiga fazer da sua palestra um sinal que toque a cada um de nós, que sensibilize para o fechamento dessa semana gloriosa que tivemos de muito aprendizado e que possamos assim vibrando nesse amor celestial, retornar depois aos nossos lares. levando toda essa emanação de amor, de energia de amor dos céus. Muito obrigada, Senhor, pelo seu infinito amor. Que assim seja. Bom, o nosso tema dessa tarde é cuidar com amor, quando o outro nos ensina a sentir e a servir. E para nos abordar esse tema, o nosso

s. Muito obrigada, Senhor, pelo seu infinito amor. Que assim seja. Bom, o nosso tema dessa tarde é cuidar com amor, quando o outro nos ensina a sentir e a servir. E para nos abordar esse tema, o nosso irmão especial que eu falei é o Dr. Wesley Assis, trabalhador da seara de Jesus no movimento espírita do estado do Goiás e que sempre com muito carinho atende aos nossos convites. Então, a palavra do senhor, Dr. Wesley. Um bom final de tarde para todos nós. A energia do ambiente é formada pelo propósito de cada um vir até nós e até aqui a comunhão, mergulhar nesse salão que vibra esclarecimento, prece e propósitos elevados. Então, sempre que chegamos até esse ambiente, nós também participamos da formação da psicosfera do ambiente, gerando o êxito no tentame. Sentir e servir. Na verdade, são duas palavras que precisam ser entendida. Às vezes, o indivíduo que tem uma expressão de amor muito grande, a virtude que sai dele pode curar. Mas nós temos ainda, em decorrência do estágio evolutivo, a dificuldade de sentir verdadeiramente. Há um trânsito evolutivo do sentir, que é a empatia, e a compaixão, que é a prática da empatia. Então, sentir, evoluir, fazer, tudo tem a ver com processo. Então, Jesus, ele tinha esse processo como evangelho vivo de Deus, nas palavras de Aroldo Dutra. Então ele tinha essa esse poder. Nós muitas vezes deixamos que a dor e o sofrimento alheio preencha o nosso ser e a gente deixa de conseguir ajudar o próximo. Quando a gente está diante de uma pessoa que sofre, nós temos que entender qual é o nosso papel. Muitas vezes a gente olha pro ser que sofre e que aquele pensa com a nossa cabeça. Isso é um contrassenso. Não tem jeito. Nós temos mentalidade. E a mentalidade nossa tem degraus, viu? O primeiro degrau é aquele desde a concepção na embriogênese, lá na barriga da mãe, ali começa a vivência dessa personalidade aqui, de cada um de nós. O nosso cérebro conhece só o que essa existência lhe permitiu entrar em contato. A outra parte do ser, a mentalidade mais

iga da mãe, ali começa a vivência dessa personalidade aqui, de cada um de nós. O nosso cérebro conhece só o que essa existência lhe permitiu entrar em contato. A outra parte do ser, a mentalidade mais antiga, tá num negócio chamado inconsciente. É extracerebral, tá fora do cérebro. Quando alguma coisa vem lá de dentro dessa memória extra cerebral, a gente se perturba ou se alegra profundamente. Às vezes é uma frase de alguém, às vezes é uma emoção expressada por alguém, às vezes é uma ironia, um comentário malicioso, aquilo toca a gente, uma tristeza profunda, outras vezes uma alegria serena de ver uma paisagem, uma determinado local. como se aquilo ali fosse lá na memória extra cerebral e tocasse. Então, cada um é único. De forma que o sentir e o servir eles se conectam num convite a quem convive com aquele que sofre. Servir é diferente de julgar. Sentir é diferente de hostilizar. Você veja que no trânsito aí há duas experiências mentais preciosas. A empatia, que é o se tocar pela dor do outro. Não é falar que depressão não é nada, que ansiedade é besteira, isso é coisa da sua cabeça. Não, nosso papel não é esse. A experiência da ansiedade tá com a pessoa, a nossa. é a experiência de sentir isso. E para sentir realmente a dor do outro e entender e não ir pro julgamento, nós precisamos compreender a fragilidade do outro e que ele vive com aquela situação, com a cabeça dele, não com a nossa. Isso é importante pra gente caminhar da empatia para a compaixão. Então isso é o motivo desse seminário, desses encontros que teve aqui a semana toda. Mudar a experiência. Você veja que o amor é tão grande que basta a mulher com hemorragia tocar as vestes do Cristo, que a cura se faz. Então, todo auxílio ao sofrimento é baseado no amor. Toda cura é baseada no amor. Toda técnica é baseada no amor. Então, se todo processo ligado à sensação do sofrimento tem a ver com amor, por que devemos conviver com aquele que sofre com desamor e julgamento? Como que a gente quer ajudar com comportamento de afastar?

se todo processo ligado à sensação do sofrimento tem a ver com amor, por que devemos conviver com aquele que sofre com desamor e julgamento? Como que a gente quer ajudar com comportamento de afastar? Lógica. Kardec falou que a gente deve trabalhar com raciocínio, com raciocínio racional, né? Então, nesse caso, é importante que o sofrimento possa ter uma função iniciática de quem sofre e ninguém sofre por ver alguém que ama sofrendo. Então, o sofrimento tem uma visão, tem uma uma função iniciática, é uma ferramenta e uma estratégia pedagógica, mas ninguém evolui porque sofre na ninguém evolui. Você pode sofrer resmungando, revoltado. Ninguém evolui porque sofre e ninguém é feliz porque tá aflito. Bem-aventurados aflitos. Cuidado, a letra mata. Se você olhar só de de um jeito, quem vai ficar feliz na aflição? Então não tem jeito. Nós precisamos entender que o sofrimento ele é uma condição que nos faz lembrar da nossa essência espiritual, a nossa essência divina que tá eclipsada pela ignorância, pela turvação da mentalidade. Então, a primeira premissa para lidar com quem sofre, não ampliando o sofrimento da pessoa, é a compaixão. Portanto, tanto aquele que quer auxiliar, quanto aquele que precisa de ajuda, ele tem que pacificar a mente. Se nós diante do sofrimento não mudarmos a nossa mentalidade, manter os nossos conceitos, nós vamos viver sem mudar. Nós vamos viver de préonceitos, porque préonceito é aquela pessoa que não muda, é dogma, não. A frase muito conhecida, eu falo isso na psicodeducação, muito conhecida nesse caso. Lembra dela? Você sabe como é que eu sou? Sabe, então você sabe como é que eu sou, quer dizer, eu não mudo. Então é importante a mentalidade. Então o sofrimento é uma ferramenta educativa, tanto para despertar o papel daquele que quer ajudar. E tem fases, como nós vamos ver, para ver se o indivíduo é cuidador ou se é dor que cuida. Então, nesse caso, cada pessoa então tem um entendimento, uma mentalidade. Diante de sofrimentos, de condições, que a gente chama de

amos ver, para ver se o indivíduo é cuidador ou se é dor que cuida. Então, nesse caso, cada pessoa então tem um entendimento, uma mentalidade. Diante de sofrimentos, de condições, que a gente chama de desafios existenciais, a pessoa vai passar por aquilo com a cabeça dele, não é com a nossa. Se não começa o nosso adoecimento. Às vezes eu vejo acompanhantes no consultório psiquiátrico que estão mais adoecido que o paciente eleito. Eu não chamo nem de paciente, eu acho que o paciente devia ser mudado de nome. Ele chama de mensageiro do sistema de onde ele veio. Ele é só o paciente indicado. Tem mais coisa por trás. Então, a mentalidade é importante. A mentalidade, diz o Ramed, eh é a capacidade intelectual, ou seja, o conjunto das crenças, hábitos, entendimentos, costumes que a pessoa tem. São verdadeiras disposições psíquicas. E é claro que em determinadas condições essa mentalidade é alimentada pelos frestas do nosso inconsciente, da nossa memória extracerebral, na forma de tendências e reminiscências. Então o indivíduo pode sob certas circunstâncias, quando ele tá em estado alterado da consciência, raiva, por exemplo, sentimentos ruminados, ele pode ficar em estado alterado e os conteúdos aparecem, despertando em nós padrões de comportamento que muitas vezes são contrários ao que a gente já sabe. Hoje Paulo de Tar falava muito isso. Quando eu quero fazer o bem, o mal tá comigo, mostrando a tendência que a gente tem de automatismos. já conhece, mas faz essa ambivalência, esse conflito. E muitas vezes quem tá adoecido desperta essas coisas em nós. Da mesma forma que ansiedade e depressão nunca vem de fora, só vem de dentro. O que vem de fora são as pressões. Agora, a ansiedade só vem de dentro. Então isso quer dizer que inúmeras inúmeras reencarnações nossas, os registros vão se acumulando na nossa mentalidade extracerebral. Eles são profundos, tão no corpo espiritual, no corpo mental, são registros profundos que determinam o nosso modo de agir e pensar na noite dos tempos diz Ramed.

do na nossa mentalidade extracerebral. Eles são profundos, tão no corpo espiritual, no corpo mental, são registros profundos que determinam o nosso modo de agir e pensar na noite dos tempos diz Ramed. São vários eus dentro de nós que podem nos atormentar num fenômeno chamado autoobsessão. É quando o próprio indivíduo atormenta a si mesmo. Preocupação é uma ferramenta do atormentado. Então, a mentalidade irradia de nós. Muitas vezes a nossa aura é estruturada em cima dos nossos corpos e da nossa memória exacerebral, o nosso jeitão de ser. Então isso mobiliza fluídos. Então, muitas vezes, aquela pessoa que sofre, como a imagem sugeriu lá do Cristo e a mulher com hemorragia, muitas vezes a nossa irradiação acalma nosso paciente que está, nosso familiar, viu? Outras vezes irrita. Eu sempre gosto de dar o exemplo da cascata que tem lá no meu consultório, na entrada. Fica aquele barulho de água cascateando até lá embaixo. Tem gente que pergunta se é de propósito para irritar eles. Senhor faz isso? É de propósito para já testar a paciência da gente? Dá vontade de meter o pé nesse negócio. Outro fala: "Nossa, doutor, podia ter uma rede aqui. Eu queria ficar aqui deitado o dia inteiro, acalmando, ouvindo esse essa água borbulhando aí". Então, não é o que ocorre no mundo externo, não é a doença do nosso familiar, é como nós olhamos, como a nossa afetividade olha pro mundo. Tem a ver com os nossos conteúdos. Então, é importante observar que tudo que está acontecendo em nossa vida é produto de nossas crenças e pensamentos que deixam de estar internalizados e vão pro mundo de relação causando impactos. Esses impactos, nós somos responsáveis por eles. Então, quando a gente faz as coisas, nós temos mecanismos para fazer as coisas. Isso são ações. Ramédia, é claro, ao citar isso lá no livro Renovando Atitudes, ações, então são resultados. Toda vez que a gente pensa, a gente toma decisão. Sempre você pensou, você decidiu. Então, sempre que a gente pensa, mobiliza fluídos. O edifício da criação

ando Atitudes, ações, então são resultados. Toda vez que a gente pensa, a gente toma decisão. Sempre você pensou, você decidiu. Então, sempre que a gente pensa, mobiliza fluídos. O edifício da criação é assim. Deus, espírito e matéria. Deus, princípio inteligente e matéria. Como que o corpo há de tomar decisões contrários à mente? Como que o nosso corpo vai funcionar diferente do inquilino que tá nela? Então, é importante a gente ver que punições e recompensas não são castigos, são apenas consequência. Então não tem quando a gente adoece, não tem nada errado, só tem consequência dessa equação de tempo ou de outra equação de tempo, porque senão todo o edifício da criação vai ruir. Deus em seu atributo é infinitamente justo e bom. Não pode trazer nada que esteja acima da capacidade do indivíduo, porque aí fica injusto. Então, é importante que a gente entenda que a vida é uma ferramenta, é uma oportunidade muito grande. Já imaginaram, gente, a logística? Eu não dou conta. Aquele indivíduo vai nascer aqui, vai nascer aqui, vai ver, vai sincronicidade, vai vir todo mundo ficar nessa família aqui, grupo mediúnico, vai ficar tudo junta, erraram no coletivo, trabalham no coletivo. Então isso tudo é uma logística imensa e a gente não aproveita adequadamente a oportunidade interna na enfermaria da terra e pede alta. Ata pedido, suicida, suicida indireto usando substância e vai indo escolhas. Então o evangelho fala o seguinte: o homem assim num grande número de casos o artífice dos seus próprios infortúnios. Já pensou, gente, esses conteúdos alimentando quem cuida da depressão, do Alzheimer, do autismo, alimentando a mente para que o cuidador modifique a forma de enxergar a dor do outro? Porque muitas vezes aquele que é cuidado é tirando do que cuida, mas muitas vezes o que cuida não entende o processo da doença e se irrita com o outro. E dando emoções expressas. O transtorno bipolar tem mais quedas com emoções expressas do que com a própria recorrência natural da doença. Emoção

o entende o processo da doença e se irrita com o outro. E dando emoções expressas. O transtorno bipolar tem mais quedas com emoções expressas do que com a própria recorrência natural da doença. Emoção expressas são críticas comentários. Vamos mostrar no final aqui. Então, é importante entender que essa coisa de karma com K não é nem um assunto da doutrina espírita, mas a gente tem que dar o conceito adequado. Não tá ligado a castigo, né? Por que que isso foi acontecer comigo? Por que que o fulano é assim? Por que que meu pai é desse jeito? Não é castigo, tem um um entendimento no sânscrito, karma quer dizer ação. Então a gente decide, pensa, faz, realiza, depois dá o nome disso de destino. O indivíduo fica automaticamente repetindo coisas. Paulo não avisou. Quando eu quero fazer o bem e o mal tá comigo, é para que a gente vença e não ficaando, né? Fica flertando com o mal. As pessoas não sabem o que que um beonha, o que que uns gole de cachaça, o que que bebê social mente, né? Porque não é social, por isso que ele mente. Porque quando entra aqui é biológico. Até você experimentar é social. Hora que você experimenta é biológico, é genético, é predisposição, é vulnerabilidade. Depois daí, aí só se o indivíduo depois que vai pro uso, depois vai pro abuso. Hora que ele chega na dependência é tratamento paliativo, igual o câncer terminal, porque é biológico, tem regras. Então, é importante entender que quando tem alguma coisa acontecendo conosco, não é porque algo está errado na natureza, é porque alguma coisa está precisando ser reavaliada em nossa mentalidade. Muitos não percebem que muitas das doenças que acontecem no campo mental, no campo físico, são espurgos enfermiços, porque já aprendemos, já vivemos. E aquelas energias dos nossos maus feitos passados, no uso do livre arbítrio são incompatíveis com o que nós somos hoje. Tem que ir embora. E o corpo é o mata borrão disso. E se a gente estiver na ação, no bem, a gente não precisa pagar isso com sofrimento e dor,

ivre arbítrio são incompatíveis com o que nós somos hoje. Tem que ir embora. E o corpo é o mata borrão disso. E se a gente estiver na ação, no bem, a gente não precisa pagar isso com sofrimento e dor, que eu falei, sofrimento e dor por si só não evolui ninguém. Então, nossa liberdade de agir gera duas condições, dever e responsabilidade. Nós precisamos mudar essas ações. Então, diante da dor do sofrimento, Jesus já orientou sobre a pacificação do ser com humildade, mansuetude e resignação. São as três degraus do sermão da montanha pro indivíduo pacificar. Sabe por que que é importante isso? Porque aí as antenas psíquicas dele, frontal e coronário, lhe permite voltar a orar na hora da dor. E ele aprende no duro a fazer prece. E ele começa a entender que prece integrar o ser às forças espirituais. Surge a quarta dimensão do sermão da montanha. Fé, a noção de espiritualidade, a reconexção. Quem cuida precisa também reconectar. O indivíduo tá pelo sofrimento dele e você tá buscando equilibrar para ajudar melhor. Essa é importante condição. Então, aquele que muito amou foi perdoado, não aquele que muito sofreu. O amor é que cobriu, isto é, resgatou a multidão dos pecados. Não a punição, o castigo, diz Ramed sabiamente. Então, o sofrimento apenas serve de transporte da alma. transporta ele do desatino, desperta a consciência da pessoa para que ele possa então se renovar intimamente. Isso quer dizer que aquele que sofre tá no caminho dele, aquele que cuida tá no caminho dele. Ambos estão precisando aprender qual é a sua vivência, qual é o seu desafio existencial. De forma que o esquema é o seguinte: acolher, compreender a fragilidade daquele que está passando pela pelo pelo sofrimento. E isso tem nome, chama compaixão. Compreensão daquela fragilidade, em suma, todo o cuidado, o amparo é o amor. Então, na verdade, o amor é a excelência do sentimento. O sentimento, gente, é uma expressão da nossa afetividade. A nossa afetividade é o humor, o binóculo com que você olha tudo.

o amparo é o amor. Então, na verdade, o amor é a excelência do sentimento. O sentimento, gente, é uma expressão da nossa afetividade. A nossa afetividade é o humor, o binóculo com que você olha tudo. Negativo, positivo, estável, eufórico, eu fora de mim, deprimido, etc. Euforia é diferente de alegria. Euforia é eu fora de mim. Você consegue isso com química. Agora, a alegria não precisa não. A euforia tá ligado a sensação, a alegria tá ligado ao espírito, à alma. Um traz culpa, o outro traz integração. Então, é importante observar que cada ser humano apresenta um grau de entendimento que lhe permite ver e compreender as coisas de uma forma muito particular. E isso é a única forma possível de levar a pessoa a uma transformação, a essa função iniciática que a gente fala aqui, que o sofrimento permite. É levar a pessoa a uma mudança de entendimento, de atitude com amor, com julgamento, com revolta, não. que é muito facinho ele ir pra parte instintual e reagir ou escamotear, ir para queixa. O evangelho fala que aquele que enfrenta, ele é bem-aventurado. O conceito de bemaventurança é estar em movimento. Quem está em queixa tá parado, parado na doença. A mente dele tá verbalizando a doença o tempo todo. Nós temos que compreender, mas não podemos fazer assim, acusar igual aquele indivíduo tá assistindo a palestra, falou: "Ó, cutuca, isso é para você". Você viu, né? Presta atenção. Não, palestra não é para essas coisas não. Livre arbítrio não foi feito pros outros. Poucos dias demos um pulso magnético na entidade. Não, e o livre arbítrio? Eu falei, você tem livre arbítrio para fazer o mal? Livre arbítrio é só para fazer o bem, porque se você faz o mal, não é livre armbito, é maldade. Muda de nome. Então, tu quer fazer tudo aí com com o paciente, quer ir embora tranquilo. Não, você vai ficar aqui pra gente dar um jeito. Ah, meu livre arbítrio. Não, você não tem livre arbítrio fazer o mal, não. Livre arbítrio é outra coisa da lei. Cuidado. tá querendo achar uma brecha na lei.

ocê vai ficar aqui pra gente dar um jeito. Ah, meu livre arbítrio. Não, você não tem livre arbítrio fazer o mal, não. Livre arbítrio é outra coisa da lei. Cuidado. tá querendo achar uma brecha na lei. Advogado tu consegue, mas com a lei divina não. Não tem nenhuma coisa assim não. Então, ó, é importante entender que diante do sofrimento de terceiros, a gente tem uma lição a aprender. Não piore as coisas, aja com amor. É importante esse conceito. E isso é para quem é terapeuta, para quem é familiar, para quem cuida, para quem quer orientar. Gente, a prática compassiva é o único caminho, senão a gente adoece junto. Principalmente sofrimento mental, principalmente. Devemos evitar também um efeito colateral de lidar com sofrimento, a tal da angústia vazia. A angústia é um sintoma muito difícil de ser explicado. A angústia é o sintoma do vazio. Então, não dá para explicar. Tem uns que chamam ele de dor, me doei aqui profundamente. Tem outro fala assim: "Eu não sei o que que é um aperto é angústia. Vem da alma. A angústia é tão forte porque ela vem da alma. vem da sensibilidade global do perespírito. O indivíduo sente como um todo. É isso que chama sofrimento moral, gente. No plano espiritual só tem ele. Você tá com corpo plástico, você perdeu o mataborrão, você perdeu o isolante. Então a dor é real. A gente tem que observar o sofrimento, mesmo que seja um sofrimento ignorante, hostil, mas a gente tem que aprender com isso. Então, a preocupação é uma ferramenta inútil. Por é inútil? Porque a pessoa fica presa no problema, um pensamento intrusivo, não ancorado na vida real. Porque se for ancorado é previdência, porque a previdência toma cuidados e esses cuidados leva a solução. Portanto, a mente fica cheio, mas fica ruminando, andando em círculo. numa conversa com a entidade suicida semana atrasada, mais ou menos, e falou: "Não, eu enganei, estou muito arrependido. Agora a minha mente flutua sem parar. Eu vou no necrotério, depois eu vou lá na minha família, depois eu vou lá no hospital, depois eu

ais ou menos, e falou: "Não, eu enganei, estou muito arrependido. Agora a minha mente flutua sem parar. Eu vou no necrotério, depois eu vou lá na minha família, depois eu vou lá no hospital, depois eu vou lá no lugar que eu prometi o suicídio, depois eu venho aqui que eu não sei o que que é isso aqui. Depois eu vou num lugar muito escuro, eu fico num loop interminável, me ajuda. Difícil trazer harmonia nesse processo. Então o processo vai ser longo de tratamento, mas não confundir, tirar a roupa carnal com alívio. Então essa função instrumental do suicídio é um engano. Então, é importante observar também que a preocupação ela pode gerar uma perda de energia muito grande. E como é para dentro, o indivíduo fica ruminando aquilo, o padrão vibratório torna ele vulnerável a todo tipo de complicação. Por quê, gente? Porque preocupação diminui o padrão vibratório da pessoa, deixando ele vulnerável. e pode trazer uma desarmonia no ambiente familiar, baixando o padrão vibratório de todo mundo. Então, é importante ter esse pensamento. Então, quando o sermão da montanha foi colocado, é porque precisava no mundo de provas e expiações aqueles conceitos de virtudes. O criador provê as criaturas com o necessário. Porquanto seria impossível a natureza criar em nós uma necessidade sem dar meios para supri-lo. E como o sofrimento precisa associar à sensação sensorial uma coisa moral, o sermão da montanha vem o entendimento das coisas. Porque já com fé, já com mansuetude, com humildade, com resignação, o indivíduo consegue perdoar. Ele consegue ter um entendimento, uma compreensão do outro e ele já consegue assim: "Eu quero ficar em paz, eu vou perdoar." Não é porque a pessoa merece e nem porque é justo, é porque eu tenho que ficar em paz. A minha vida tem que seguir. Se eu não fizer isso, eu vou ficar parado. Isso é importante. Importante. Então, as estratégias da preocupação, além de irracional, bloqueia o frontal, deixa o indivíduo preso a um loop interminável de pensamentos não

sso, eu vou ficar parado. Isso é importante. Importante. Então, as estratégias da preocupação, além de irracional, bloqueia o frontal, deixa o indivíduo preso a um loop interminável de pensamentos não construtivos. Dessa forma, previdência é melhor. É o bom senso e a lógica que a doutrina espírita tão acertadamente nos convida. O ensino moral não é para ser só uma instrução. O ensino moral ele toca o coração do ser, mas ele toca também toda a nossa mentalidade extrafísica, fazendo a gente entrar em contato com conhecimentos, às vezes conhecimentos que a gente fez lá na erradicidade, lá naquela colônia que um bom samaritano nos recolheu à beira da estrada após o desencarne. E aquele conhecimento que a gente fez lá, igual Emânuel fazia lá com o livro Pensamento e Vida, é uma apostila lá do plano espiritual para quem ia retornar. Aí ele trouxe essa apostila para cá, leia para ver. É um preparo para quem vai voltar. Nós temos esses preparos lá. Se a nossa encarnação não foi eh para fugir de uma grave situação, uma internação, uma compulsória, né? reencarnação compulsória. Senão, gente, nós aprendemos e a gente deve estudar porque o estudo edificante toca nesse saber e inunda nosso corpo do mesmo jeito que os conteúdos desarmônicos das nossas ações erradas, as nossas áreas da nossa noção mental, a área das nossas consciência desperta, o ensino moral orienta. Então, quem sofre deve estudar para que ele haja em condições o estudo edificante para que aquilo que ele lida lá na maca, lá na cadeira tomando passe, eles mantenha e sustente. Dessa forma, a estratégia da preocupação deixa o indivíduo preso, distante, né, da solução, porque a mente ou tá no futuro ou tá em condições não ancoradas da vida real. Como não estão ancoradas na vida real, não tem jeito de tomar providência. A gente vai só se sobrecarregando de forma angustiante. O corpo, gente, vai manifestar isso na forma de ansiedade, batedeira, dor no peito, tensão, todos os sintomas do estado, porque o corpo tá recebendo o sinal de que é

recarregando de forma angustiante. O corpo, gente, vai manifestar isso na forma de ansiedade, batedeira, dor no peito, tensão, todos os sintomas do estado, porque o corpo tá recebendo o sinal de que é ameaçador. Então é importante que a gente tenha disseparar a preocupação diante de um problema de saúde, né? A preocupação normal não interfere. A preocupação normal a faz a gente alertar para tomar alguma providência. a gente consegue controlar a preocupação. Depois de alguns dias, alguns momentos, a gente consegue seguir em frente, apesar de desagradável, fazer um fenômeno chamado ansiedade fisiológica. A gente fica mais apreensivo, mais tenso, a gente vai conversando até que acha solução para aquilo. Ela é limitada a um número específico de coisas. Sua preocupação dura apenas um curto período e, portanto, ela não comanda pro sistema nervoso. Já prestar atenção que o indivíduo que dá pânico, 40% a 50% dele dá pânico só de madrugada quando tá dormindo, porque ele foi mandando uns comandos assim, a hora que o corpo adormeceu, pá, vai pro pronto socorro porque tá inando, tá nada. Então é importante entender que a preocupação patológica é essa. Ela rumina, interfere no psicossocial da pessoa, ela é incontrolável, é autoobsessiva, são pensamentos perturbadores de que algo ruim vai acontecer. Aquele está de apreensão esperando o pior de tudo. Alguém chama, o telefone toca, sobressalta. Esse estado vai gerando um adoecimento. O indivíduo adoece com aquilo que ele tá e o cuidador adoece do jeito dele. Cada um por sua vez. Então, nossas vivências são convites para o exercício do livre arbítrio, ancorados nas leis divinas. O indivíduo preocupado fica preso no problema. Então, avaliando as relações entre pessoas que vivenciam doença, sofrimento mental, como que seria o que a ciência mental, que a neurociência explica a psiquiatria? Bem, primeiro conceito, como Kardec nos orientou, tô seguindo ele. Falei do campo moral, falei do campo filosófico, agora batemos na ciência. E Kardec

mental, que a neurociência explica a psiquiatria? Bem, primeiro conceito, como Kardec nos orientou, tô seguindo ele. Falei do campo moral, falei do campo filosófico, agora batemos na ciência. E Kardec falou: "O dia que a ciência não confirmar o espiritismo, deixa, fique com a ciência. Aqui sempre a ciência vem e confirma sempre, porque no mundo espiritual tá 500 ano na frente de nós aqui. Então a Organização Mundial de Saúde divulgou em que uma em cada quatro famílias tem pelo menos um membro que sofre de transtorno mental, condições afins. essas pesquisas nas últimas décadas colocou o primeiro impacto, o impacto do próprio transtorno na família, um impacto muito grande. Segundo, no ambiente, o impacto do ambiente na evolução do transtorno. Quando um paciente chega de 19 anos, chega com a mãe, eu não posso fazer falar nada. Quando chega com o pai, eu já oro. Ih, chegou com o pai. Quando chega com a avó, eu já penso muita coisa. Quando chega com a polícia ou com o amigo, com alguém, fala: "Já desestruturou." só de chegar, porque ele é mensageiro do sistema que ele tá vindo. Então, o impacto do ambiente familiar na evolução do transtorno é grande. A experiência familiar com adoecimento mental é importante. Kardec falou aí, Kardec falou que quando famílias renascem juntas com anteriores simpatias, fala isso no evangelho, o indivíduo tem mais chance de oferecer ajuda uns pros outros, sentir, né, e servir. E que aqueles indivíduos que têm anteriores antipatias, ele fala lá de jeito, eles têm mais dificuldade de ajudar. por anteriores conflitos a serem sanados porque estão juntos numa logística incompreensível para nós. Juntou tudo depois de 100 anos de espera e nós desperdiçamos aqui com picuinhas. Por isso que eu brinco lá no grupo psicoeducação em Goiânia. Larga desses grupos de família que só fomenta discórdia, larga disso. Você já não entende conversando, quanto mais com palavra de só digitada, só tem a mensagem, o pensamento você manipula. Sentimento não, então conversa com as

lia que só fomenta discórdia, larga disso. Você já não entende conversando, quanto mais com palavra de só digitada, só tem a mensagem, o pensamento você manipula. Sentimento não, então conversa com as pessoas. Larga o tinhoso. É importante, não tem jeito. A alfâiga da morte não vai deixar esse trem passar. Não passa. vai reter um caixão, não tem jeito, vai muito difícil, não pode. Então é importante também que no final da década de 40 foi tirando os hospitais psiquiátrico, com certeza uma ótima decisão, mas muita família foi alçada a condição de cuidadora, sem nenhuma capacitação. Aquelas que Kardec falou que tinha anteriores simpatias souberam dar coisa, mas e as outras que precisariam de resguardo, proteção, esclarecimento, não foi. Então, cada condição associada à associadas às relações, né, os familiares, tudo ali e o sistema familiar, a entrou os problemas. indivíduo com transtorno mental, ele tá com alteração do entendimento, do teste da realidade. Então, cada pessoa tem um entendimento. Havia muitas diferenças, dificuldades mesmo. É muito comum você ter um negócio chamado diagnóstico fenotípico ampliado. Ó que trem complicado. Ou seja, você tem um autista na família, você tem um diagnóstico fenotípico. Ou seja, o a o fenótio tem no pai e na mãe, nos irmãos tem uns pedacin do negócio daquele paciente. Tem um bipolar ali, você vê sinais nos avós, nos pais. Isso chama diagnóstico fenotípico ampliado. Não é que todo mundo tem o diagnóstico, mas tem um cadiquim de cada. É, a gente vê isso demais. Aí não quer dizer que aos 40 anos eu tenho autismo. Humum. Ele tem um fenótio um pouquinho. Então parentesco espiritual e corporal, isso não é avaliado pela ciência. Empatia e compaixão também não sublimar os vínculos familiares, só espiritualidade, a orientação, os grupos de acolhimento na casa espírita para que possa então complementar aonde a ciência faltou. Então eles estudam essas dificuldades e nós pedimos que o ser é humano, ele é humano nas relações interpessoais.

acolhimento na casa espírita para que possa então complementar aonde a ciência faltou. Então eles estudam essas dificuldades e nós pedimos que o ser é humano, ele é humano nas relações interpessoais. Se ele não tomar cuidado nas relações interpessoais, ele não fica humano, ele fica desumano. Isso são jogos de palavra, mas é para entender isso. Então, cada pessoa tendo um entendimento, ela vai passar pela experiência. A experiência de lidar com aquela doença é só dele, não é a da minha cabeça. Então eu tenho que ter muito cuidado de ver se a minha ação não agrava a condição da pessoa. Chama emoção expressa negativa. Eu expresso emoções. E a ciência estudou, né, em todas essas condições, no alcoolismo, no uso de substância, na depressão, no transtorno afetivo bipolar, na ansiedade, no Alzheimer, no autismo, esquizofrenia. E nós estamos estudando na obsessão e na autoobsessão. Por, gente, autoobsessão é é quando a nossa memória extracerebral que eu expliquei aparece o indivíduo. Então, meu tempo aí, viu? Ixi, tá apertado. Então, muitas vezes a a medicina como o impacto extracerebral impacta no corpo, ela dá nome, ela estuda e ele sabe, porque aquele padrão bipolar repete naquela pessoa, naquela outra, naquela outra. Então as pessoas compartilham aquele sintoma, mas a alma daquela pessoa é única, então ele dá um colorido diferente, vai chegar o tempo que não vai ter mais essas divisões. Tanto é que esquizofrenia hoje já se sabe no congresso semana passada em Fortaleza ficou bem correto em duas mesas redondas. Esquizofrenia é um transtorno do neurodesenvolvimento. Então ele já começa desde cedo. A família percebe aos 19, 18 anos, mas já tá com sinais, sintomas desde a meninice. Então igual qualquer TDH ou transtorno do espectro autista. Então já ficou bem claro, tanto é que essas condições compartilham quatro quatro gens. esquizofrenia, transtorno do espectro autista, eh, TDH e os transtornos afetivos bipolares, eles eles compartilham gens. Isso quer dizer que a ciência tá indo, indo, indo em

tilham quatro quatro gens. esquizofrenia, transtorno do espectro autista, eh, TDH e os transtornos afetivos bipolares, eles eles compartilham gens. Isso quer dizer que a ciência tá indo, indo, indo em direção ao espírito. Ele não consegue mais ter separadinho as condições. Isso é pesquisa para comprovar, como o pastor falou na biografia dele, pouca ciência nos afasta de Deus, muita ciência nos aproxima de Deus. Então é importante entender então para finalizar o que seria emoção expressa, né? A emoção expressa é um conceito referente à qualidade das relações entre quem convive com quem tá em sofrimento, em doença, principalmente mental, né? Eh, pode ser considerado um traço ou um estado das interações. Quais são as três dimensões da emoção expressa? Mais rapidinho fazer comentários críticos. Não, eu não tenho tempo ficar depressivo, não. Trabalho demais. Julgamento, aliás, é psicofobia, é crime hoje. Ah, você tomou seu gardenal. Crime, psicofobia, deixou quebrar um crato? Você tá, você tá, tá tomando seu remédio. Psicofobia. Então, comentários críticos, hostilidade quando o indivíduo manifesta sintomas. super envolvimento emocional, ficando uma irritabilidade quando tem que ir, levar, fazer as coisas. Então, essas três dimensões aí juntas são chamadas de emoção expressa nas relações interpessoais. Os estudos sobre emoção expressa aponta que o nível elevado de emoções no ambiente familiar fazem com que o tratamento do paciente seja boicotado, apesar de tá tomando o remédio certo, na dose certa, na hora certa. É o eixo quatro. O diagnóstico em saúde mental são seis eixos, viu? Eixo um, diagnóstico. Eixo dois, temperamento e personalidade. Eixo três, condições médicas que mexem na mente. Eixo quatro, psicossocial, família, conjugalidade, trabalho, autorrealização. Eixo cinco, resiliência, capacidade de enfrentamento. Eixo se espiritualidade. Todos esses quatro eixos, todos esses cinco eixos sem o não aponta necessariamente para medicamento e sim mudança da mentalidade,

co, resiliência, capacidade de enfrentamento. Eixo se espiritualidade. Todos esses quatro eixos, todos esses cinco eixos sem o não aponta necessariamente para medicamento e sim mudança da mentalidade, tanto de quem tá passando pelo sofrimento quanto quem tá convivendo. A influência ocorre de maneira interrelacional, ou seja, o familiar do ambiente também, os níveis de emoção expressa vão agravando e o pau quebra toda hora. Então os comentários é porque cada um fica olhando pro outro, a um nó afetivo, aí são resultantes dessa observação, dessa vigilância uns dos outros. Essas afirmações depreciativas ou negativas ou reduzindo o padecer do outro ou descaracterizando. Você tá depressivo para isso, para isso você não tá e vai o pau quebra. Todo mundo com rigidez mental. É preciso quebrar isso. Não é sentir e servir, é o que tá. E não as relações tóxicas. A hostilidade é ironia, mímicas faiais, imitação, interpretação depreciativa. As emoções vão se trocando, isso tudo gera um conflito. Gente, imagina os fluídos agregados por esse estado de coisa. Imagina a parte espiritual invadindo. Então, é preciso a gente ter essas noções para não ter ingenuidade e achar que vai ficar oito semanas fazendo tratamento espiritual e vai melhorar. Os atores e protagonistas têm que entrar. O tratamento espírita é complementar e não é sobrenatural. Ele não é sobrenatural. Ele é baseado em leis. A hostilidade prejudica o vínculo familiar, agrega energiasmônicas, cai o padrão vibratório, a comunicação fica prejudicada, você não lida mais com a realidade, você lida com a imagem que tem uns dos outros, de forma que o sistema vai ruindo em suas relações básicas. Nós temos dentro de nós a essência divina e esses comportamentos vão eclipsar essa nossa essência divina, essa nossa perfectibilidade. Então nós precisamos entender que os desafios das doenças e sofrimento é um desafio para quem está adoecido e para quem cuida. São desafios evolutivos. Porque a essência divina tá ligada à bondade, ao amor, sabedoria, não ao

ender que os desafios das doenças e sofrimento é um desafio para quem está adoecido e para quem cuida. São desafios evolutivos. Porque a essência divina tá ligada à bondade, ao amor, sabedoria, não ao julgamento, a depreciação e o desamor. A essência divina tá ligada ao amor. A ideia central é que nós somos seres imperfeitos, mas que nós temos essa possibilidade de crescer, de evoluir. Cada um de nós traz dentro de si essa essência, mas ela tem que se manifestar diante dos desafios, das ofensas, dos impulsos maldcionados, da falta de autocontrole e diante da dor alheia, ele tá passando pelo sofrimento, nós estamos passando pela aprovação. Então a caridade, nesse sentido, é a equação que liga o sentir e o servir. Essa é a caridade. De forma que os erros do passado eles não são pagos. Essa pessoa tá sofrendo não é para pagar um erro do passado. Ele poderia ter feito isso de outra forma, mas se tá sofrendo, ele tem que ressignificar e entender que ele, se tá acontecendo, tem alguma razão de ser. Então, buscar o conhecimento nobre é importante, porém a gente precisa seguir o modelo deixado por Jesus. Será que ele faria isso diante dessa situação do escarnio? Ele fez o quê? Diante do abuso, diante da hipocrisia. Então, nós não podemos ter a dimensão de ação de um Cristo, mas ele falou que é o caminho, a verdade e a vida. Então isso quer dizer que nós precisamos entender que essas lições elas estão aí para ser aprendida. O indivíduo deve buscar o ensino superior. O ensino superior ele é importante porque ele pode despertar em nós outras possibilidades. Então, além de nos instruir, ele pode também ajudar a gente a ter uma auto educação. Então, a instrução, o ensino tem a ver com o conhecimento. Ata educação tem a ver com discernimento, pra gente aprender olhar e discernir. Discernir para servir, discernir para compreender e para ter compaixão. Então, tá aí o exemplo do Cristo que nos foi dado em todos os instantes. Aqui não houve fala, não houve nada, houve só fé e sentimento.

ir para servir, discernir para compreender e para ter compaixão. Então, tá aí o exemplo do Cristo que nos foi dado em todos os instantes. Aqui não houve fala, não houve nada, houve só fé e sentimento. ação e autoridade. Autoridade pela doutrina espírita é o exemplo que se dá do bem. Esse é o grande legado que o Cristo nos deu. Eu agradeço e que Deus abençoe a todos nós. Eu convido para nossa prece final a nossa diretora de atendimento e orientação, Evani Bueno, e que nós possamos nos manter em sintonia com os bons espíritos e com essa energia boa para agradecer por esse tempo que passamos juntos e pelas reflexões que aqui foram compartilhadas. Queridos irmãos e irmãs, ao final desse seminário, com os corações que enche de gratidão por essa semana, com tanto aprendizado, com a presença de cada um de vocês que nos acompanharam, com as palavras compartilhadas pelos sentimentos silenciosos que circularam aqui entre nós. E aqui refletimos, agradecemos acima de de tudo essa aproximação maior com Cristo que nos convida dia a dia a ser melhores, mais conscientes e compassivos. Que as sementes lançadas neste seminário floreça em atitudes no cotidianos, em palavras de consolo e acolhimento, em gesto de amor e que possamos sair daqui não apenas com mais conhecimento, mas com a luz no olhar e a ternura de agir. Por isso oramos. Senhor Jesus, amigo de todas as horas, agradecemos com a alma enternecida por esse momento de luz e aprendizado. Agradecemos pelas bênçãos derramadas sobre todo este seminário, por cada ensinamento, por cada presença. Ilumina, mestre, os nossos caminhos daqueles que estiverem acompanhando aqui presencial e nas redes sociais da comunhão. Fortalece os corações que acolheram tal lições e que inspira a seguir diante com a coragem, a fé e a humildade. E que as palavras elevadas aqui proferidas permaneça vivas em nossa consciência. Que ao deixarmos este salão, levemos conosco a paz, a esperança e o desejo sincero de servir. Fica conosco, Senhor, hoje e sempre. Que

as elevadas aqui proferidas permaneça vivas em nossa consciência. Que ao deixarmos este salão, levemos conosco a paz, a esperança e o desejo sincero de servir. Fica conosco, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Nós queremos só eh informar, nós mencionamos aqui os grupos de autoajuda e além do grupo acolher, nós temos também o grupo Viver e o grupo Miozotes. O grupo Viver, ele funciona na casa às quartas-feiras, na sala 14 às 19 horas e ele é voltado para pessoas que têm ideação suicida e familiares que perderam seus entes queridos pelo suicídio. E também nós temos o grupo Miozotes, que é o grupo dos nossos irmãos comprometido com as drogas e seus familiares. Esse grupo se reúne às segundas e quintas-feiras, segundas e quartas-feiras na sala 13 às 19 horas. Então, que essa informação possa chegar a um coração necessitado e que possam vir estar conosco no seu processo de busca de auxílio. Fiquem em paz. Muito obrigada pela presença, pela companhia e aqueles que puderem, nós convidamos para permanecer aqui porque às 19 horas o Dr. Wesley vai falar conosco um pouco sobre autoobsessão. Ele comentou aqui e vai ter no programa Comunhão Expira a oportunidade de se aprofundar um pouco mais no assunto. Então aqueles que puderem que permaneçam conosco. Será às 19 horas. Quem não puder pode nos acompanhar pela TV Comunhão no nosso canal do YouTube e todo o seminário, todos os dias anteriores estão lá para que nós possamos assistir e mesmo a reflexão de hoje, que nós possamos ouvi-la novamente e refletir tantas vezes quantas necessárias. Fiquem em paz e tenham uma excelente noite. Boa noite,

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