Mayse Braga | Como EQUILIBRAR AUTOCUIDADO e o CUIDADO com o OUTRO? [Cuidar sem Adoecer]
ocê se sente esgotado ao cuidar dos outros? Descubra como a ESPIRITUALIDADE e a IMORTALIDADE da alma revelam o segredo para um AUTOCUIDADO profundo e um CUIDADO COM O OUTRO que transforma! Não é egoísmo se cuidar: nossos pensamentos nos curam ou adoecem. A verdadeira CARIDADE é o maior legado, um RESGATE glorioso para sua alma, preparando-a para a VIDA ETERNA. Aprenda a equilibrar essa jornada vital. Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. 👉 Assista até o final para não perder nenhum detalhe! 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 📢 Interaja com a gente! Deixe sua opinião nos comentários. ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais, conforme Lei n.º 9.610/1998 (Lei de Direitos Autorais), e a aplicação de sanções pelo YouTube e e demais redes sociais. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
O que nós pensamos, vocês sabem, a doutrina espírita nos recorda, nos cura ou nos adoece. Tudo começa aqui e passa por aqui, pelo coração, pelos nossos sentimentos. Se for para ser espírita, de qualquer jeito, vamos procurar outra coisa para fazer. Hoje lembrando uma palestra que eu assisti em Presidente Prudente da Ana, uma psicóloga maravilhosa. Ela perdeu o filho há 9 anos atrás no infarte fulminante. Ele tinha 20 anos. Então eu disse a ela: "Ana, não sei se eu te lastimo ou se eu te admiro, porque você viveu a dor mais difícil que alguém pode viver na terra e continuou". Eu fiquei admirada. Ela fez uma palestra maravilhosa, na verdade duas, inclusive uma delas comparando as bem-aventuranças que o Cristo preceituou com as dificuldades emocionais. que nós estamos atravessando. Porque hoje agora é moda falar de saúde mental. Por que saúde mental? Porque fulano não tem saúde mental, não sei o que, Beltrano. Isso sempre existiu. Mas graças a Deus agora existe o cuidado. Hoje está começando a existir o cuidado, o diagnóstico, a observação para que nós possamos cuidar, cuidar de nós mesmos e dos outros da melhor maneira. possível até que esse corpo se desgaste ou fique doente e nós o deixemos e continuemos a nossa trajetória. Isso é fundamental. E eu começo o nosso bate-papo lembrando aquele momento em que Maria e a mãe de Jesus o vê na cruz. E claro, Emanuel conta que ela não aceitava que ninguém que tinha sido curado pelo filho dela se apresentava para dizer: "Eu fui curado por esse Messias". Não havia ninguém. Na verdade, havia muitos que tinham sido beneficiados por ele, mas escondidos no meio da multidão. Quem é que teria coragem de enfrentar Roma, de enfrentar os soldados que estavam ali, as gargalhadas? crucificando Jesus e os outros dois ladrões para dizer que tinha sido beneficiado pelo mestre. Mas claro que como mãe, ela nunca imaginou que o final do seu filho na terra seria crucificado aos 33 anos de idade. Jesus sabedor, claro, da dor e da solidão em que ela
sido beneficiado pelo mestre. Mas claro que como mãe, ela nunca imaginou que o final do seu filho na terra seria crucificado aos 33 anos de idade. Jesus sabedor, claro, da dor e da solidão em que ela ficaria, vê que João, o mais jovem discípulo, que começou a segui-lo quando tinha 17 anos e estava ali com 20 anos de idade, ele sabia muito bem que João seria o único que não daria sua vida em sacrifício, torturado e morto pelos cipriotas. romanos, enfim, aqueles que mais tarde matariam os outros discípulos. João viveu mais de 100 anos e escreveu Apocalipse. Ele sabia que João permaneceria. Então, num momento que, sem dúvida, foi também de renúncia, ele afirma apontando para Maria e dizendo a João: "Filho, eis aí a tua mãe, mãe! e aponta para João: "Eis aí o teu filho". Não é mole. Jesus não era mole porque ele entrega Maria a João, sabendo que ela viveria e ela viveu mais 13 anos até a sua desencarnação na Terra. E claro, ele se preocupou em pensar como ficaria a sua mãe. E de forma gloriosa ele diz: "Filho, eis aí tua mãe. Mãe, eis aí o teu filho." Ensinando renúncia para a mãe e cuidado para João em relação àquela mulher maravilhosa. A casa do caminho que surgiu depois era um lugar cuidador, porque as pessoas desesperadas sob influência espiritual tremenda, crianças que se manifestavam mediunicamente, mas na época não se falava disso, não existia o conceito de mediunidade, eram socorridas pelos discípulos na casa do caminho. Ali começou o trabalho dos cristãos que espalhavam pão, palavras e abrigo, ou seja, o cuidado, a preocupação com o outro. Vem aqui que nós vamos cuidar de você. Jesus dividiu os discípulos de dois em dois. Depois que aparece além da morte para eles, de dois em dois os conclama a espalhar-se pelo mundo. Por que não um, mas dois? Quando duas ou mais pessoas estiverem reunidas em meu nome, eu aí estarei. Duas pessoas para troca de cuidado, de energia positiva, de comunhão mental, para que eles pudessem se espalhar pelos lugares. Quando vocês forem não bem
estiverem reunidas em meu nome, eu aí estarei. Duas pessoas para troca de cuidado, de energia positiva, de comunhão mental, para que eles pudessem se espalhar pelos lugares. Quando vocês forem não bem recebidos, tirem as sandálias dos pés, tirem todo o pó daquela cidade das suas sandálias. Visto as sandálias novamente e continue o caminho. Vejo a simbologia da energia que Jesus ensina a não levar de um lugar para outro onde eles não fossem bem recebidos. Isso é extraordinário porque dá um monte de pensamento pra gente e um monte de palestra. Francisco de Assis, envolvido, engolfado num sonho, começa a construir igrejas, pequenas igrejas que estavam destruídas e ele e alguns seguidores resolvem recuperá-las. Mas o papa, porque ele é recebido, tinha tido um sonho. Sonhou que um rapaz sustentava a igreja com a mão estendida para o teto da capela sistina. E isso porque a espiritualidade quis que aquele Papa recebesse Francisco e os seus seguidores e reconhecesse que ali surgia uma nova igreja. uma igreja simples, humilde, uma igreja de cuidar. E vocês sabem, ele não poôde casar-se com Clara, o amor da sua vida. Ela também toma o hábito, porque na época para você servir a Jesus só através da vida religiosa em geral. Então, Francisco de Assis, toma o hábito e Clara também, mas é claro que o amor entre eles permaneceu. E os amigos espirituais contam que quando eles acampavam à beira de um lago, por exemplo, Francisco se sentava próximo à água e quando a lua batia na água iluminando tudo, um amigo sempre perguntava: "Francisco, o que que você está fazendo? Você está orando a Deus?" E ele dizia: "Enamorado, não, eu estou vendo o rosto de irmã Clara pousado aqui no lago e era lua. Gente, esse homem amava essa mulher, mas foi chamado a uma tarefa maior. Eu não desejo para nenhum homem aqui isso, entendeu? Não, não, não vão paraa tarefa maior, deixando o amor da vida de vocês no caminho, não. Isso era para Francisco de Assis. E cada um deles, tanto ele como ela, cuidaram. Cuidaram para uma
so, entendeu? Não, não, não vão paraa tarefa maior, deixando o amor da vida de vocês no caminho, não. Isso era para Francisco de Assis. E cada um deles, tanto ele como ela, cuidaram. Cuidaram para uma nova igreja surgir, uma igreja simples, que não tinha aquelas coisas todas complicadas, mas simplesmente estendia a mão para o seu semelhante, aquilo que o Cristo sempre preceituou. O homem é que complicou. E vocês se lembram? Ele atravessa uma floresta, sente uma dor profunda no pé. Quando ele olha, o seu pé sangrava quase partido ao meio, porque um espinho enorme tinha caído de uma árvore e machucou Francisco. Ele senta numa pedra, com todo cuidado, tira o espinho, limpa com as folhas do chão o sangue do seu pé. E ao olhar o espinho na mão, diz: "Perdoa, espinho, meu irmão, porque se eu não tivesse pisado em você, você não teria me machucado." Ah, meus amigos, vamos dizer que a diferença entre os homens da plateia e Francisco de Assis é essa. Isso resume tudo. Imagine se você ia pegar o espinho que tinha quase partido seu pé no meio e dito: "Perdoa". espinho, meu irmão. Mas ele fazia isso. Era o irmão Sol, a irmã Lua, o irmão Pássaro, tudo era natureza, tudo era simplicidade, tudo era beleza. E ele voltava das cruzadas e ficou ardendo semanas em febre absurda. E então sai do corpo físico. Todos julgam morto. O pai era um comerciante rico. Sonhava que ele fosse seu sucessor. Mas ele acorda completamente transformado, porque com certeza foi informado da missão que tinha, que era cuidar, trazer para a igreja da época essa noção de de que o pequenino, o necessitado, o frágil era quem nós devíamos buscar. Mas a pergunta que nos cabe para nós, meninos de sábado, é: como cuidar do outro se nós não nos cuidamos? Porque em geral, quando nós temos uma grande preocupação e cuidamos de outra pessoa, uma pessoa enferma, por exemplo, se nós não abrirmos o nosso olho, nós ficamos doentes. Porque a relação é difícil, porque a energia entre um e outro é difícil. Porque quando a pessoa está muito doente e você
oa enferma, por exemplo, se nós não abrirmos o nosso olho, nós ficamos doentes. Porque a relação é difícil, porque a energia entre um e outro é difícil. Porque quando a pessoa está muito doente e você não, você doa o seu ectoplasma, a sua energia mais profunda, mas a pessoa que está doente não pode devolver. Não há uma troca como há na relação afetiva, no beijo, no abraço, na preocupação natural. Há uma deficiência da pessoa que recebe não só o cuidado material, mas o emocional. E nós que estamos cuidando, se nós não nos cuidarmos, nós vamos ficando enfraquecidos, malumorados, impacientes. Por isso, cada vez mais a figura do cuidador, da cuidadora, de alguém que vai ajudar vai ser mais importante, porque a minha geração está envelhecendo. Nós estamos com quase 70 anos, então com a série de limitações e dificuldades que raramente você não tem. É difícil encontrar uma pessoa cujos exames são ótimos. Essas pessoas são raras. Hoje em dia, então, que a medicina quer vender remédio, é a Nossa Senhora. Eu me lembro na minha adolescência, você ter um colesterol de 240, era aceitável. Hoje, se você tiver um um colesterol sem, o médico já te olha com aquele olhar de você está condenada. Nossa senhora, hoje em dia para você se adaptar ao que os médicos acham que é ideal é uma coisa horrorosa. Alguém me contou numa dessas cidades que agora vai surgir uma seguinte proposta da medicina. Sabe o que é aquela glicemia glicada? Que o diabético tem pavor? Porque aquele exame de sangue que você faz, você que é diabético, duas horas depois do almoço. E exceuando Jesus, todo mundo aparece com a glicemia alterada porque você almoçou. A não ser que você tenha comido alface e água, vai aparecer uma glicemia alterada. Mas ela é aceitável quando você tem diabetes, é claro, quando ela é seis, quando ela é sete. Agora já fiquei sabendo, vai surgir uma história de que o ideal não é mais seis, sete, é quatro, é cinco no máximo. Mas o que que significa remédio? Ah, não. Esse remédio que você toma,
do ela é sete. Agora já fiquei sabendo, vai surgir uma história de que o ideal não é mais seis, sete, é quatro, é cinco no máximo. Mas o que que significa remédio? Ah, não. Esse remédio que você toma, essa insulina que você usa, gente, a gente tem que ter todo cuidado, porque a medicina é para muita gente um negócio e para os laboratórios mais ainda. Então, cuidado com os médicos que cuidam de nós, porque daqui a pouco um de glicemia glicada é a morte. Você já deita e se despede de todo mundo. E o pré-diabético, coitado, 99% da população mundial hoje é pré-diabética. Mas claro que é. Eu vejo o McDonald. As crianças tomam café da manhã de uniforme da escola no McDonald. Porque mãe e pai não tem tempo de fazer café da manhã pra criança. Aí quando for adolescente você vai dizer que não pode comer no McDonald's. Ela tomava café quando era criança. Então tudo é hábito, tudo é. Eu sei que isso não me faz bem, então eu vou cortar isso agora. Isso me faz bem, pelo amor de Deus, né? Então, juro por Deus que isso não é propaganda pros laboratórios pagarem insulina, mas eu sou esperta e acho que vocês todos são. Ninguém vai me convencer que eu tenho que ter depois do almoço glicemia quatro, porque para o diabético isso não é possível, para o pré-diabético também não. As duas grandes coisas, entre aspas, que existem hoje é o pré-diabete e você ser TDH. Ah, meu Deus. Você fala pro seu marido, dá para você lavar aquele copo que tá desde ontem na pia? Não posso, amor. Eu tenho TDH. Olha, gente, abra o olho. Eu via quem morreu desde os 5 anos. Eu devia ter TDAH ao triplo, mas na época não tinha esse diagnóstico. Hoje todo mundo tem DDH. Você já levou o carro para consertar? Tem três semanas que ele tá estragado. Calma, amor. Eu tenho TDH. Você que tome um ônibus, um táxi, eu vá a pé, né? Então cuidado, porque o preguiçoso tem TDH. Aquele que não quer se equilibrar espiritualmente tem TDH. Daqui a pouco ninguém precisa tomar passe. Para que passe? Para que transmissão de energia boa se o cara tem
do, porque o preguiçoso tem TDH. Aquele que não quer se equilibrar espiritualmente tem TDH. Daqui a pouco ninguém precisa tomar passe. Para que passe? Para que transmissão de energia boa se o cara tem TDH? Que que ele vai fazer com essa energia boa? Com esse citoplasma bom? Nada, porque o TDH vai paralisar tudo. Então, tudo é respeitável, tudo é maravilhoso. Imagine hoje a medicina com tantos recursos. Já imaginaram quando a gente viveu na Terra e não tinha penicilina, anestesia, antibiótico? Já existiu essa época e não é tão distante assim, não. Então, felizes de nós que vivemos numa época em que a medicina diariamente busca recursos para que vivamos melhor. Mas é preciso cuidado. É preciso cuidado para não nos fanatizarmos em relação àquilo que dizem. Lembram quando comer ovo era o fim da picada? Meu Deus, comer um ovo era morte física, né? Eu me lembro do Luiz Fernando Veríssimo. Ele adorava ovo. Quando disseram que ele não podia mais comer ovo, porque ele tinha colesterol alto, ele parou de comer. Aí passou-se uns anos, o ovo era maravilhoso. Então ele escreveu uma crônica maravilhosa em que ele dizia assim: "Deus está me devendo todo ovo que eu não espremi no arroz. Ele adorava o ovo em cima do arroz, mas passou anos sem comer porque o colesterol dele era alto, não podia. Hoje as pessoas brigam porque quem come 40 ovos por dia que tem saúde, você olha pra mulher ou pro homem dá medo de ver a aparência da pessoa, mas ela come 40 ovos por dia. O ovo foi pras alturas há poucas semanas, agora baixou de preço. Os americanos estão sofrendo mais do que a gente. O aluguel de galinhas triplicou nos Estados Unidos. Juro por Deus, não é invenção minha, não. Saiu hoje na televisão. Pelo amor de Deus, gente, viver na terra tá muito difícil. Uma hora você vai para cá, outra hora você vai para lá. Uma hora alface é maravilhoso, mas cuidado, cuidado com o agrotóxico da alface. Então, vou beber só água. A água pode estar contaminada e por aí nós vamos. Olha, Jesus disse: "Não é o que o que entra
Uma hora alface é maravilhoso, mas cuidado, cuidado com o agrotóxico da alface. Então, vou beber só água. A água pode estar contaminada e por aí nós vamos. Olha, Jesus disse: "Não é o que o que entra pela boca do homem, mas o que sai que o contamina." Eu acho que ele nem ele imaginava que nós íamos viver numa época como essa. E os gordinhos têm sempre essa desculpa. Não é o que entra pela minha boca que me contamina, mas o que sai. Então eu só falo coisa boa, meu amor, minha querida, minha paixão. Aí pronto, eu posso avançar nas coisas de jeito nenhum. por motivos inclusive pessoais que eu não entendi ainda, toda vez que eu viajo a minha glicemia fica baixa. E aí o pessoal lá do interior de São Paulo, eu passando pelas cidades, fazendo palestra, vem morar com a gente, mais olha como a sua glicemia tá baixa. Não caio nisso, não. Caio não, porque os espíritos te protegem quando você tá trabalhando para eles. Depois, quando você volta paraa Brasília, pimba. Eu olho e penso: "Bem-vinda, querida. Você voltou, né? Eu moro quase 60 anos em Brasília. Essa altura fica difícil. Eu cheguei aqui criança, inventar de morar em outro lugar. Mas a glicemia fica baixa. Eu ainda vou descobrir porquê. Eu vou descobrir, na verdade, amigos, como é que nós vamos identificar os cuidados que nós devemos ter em relação ao nosso semelhante? Claro que vamos ter que ser gentis, generosos, afetivos, mas quando fisicamente eles estão enfraquecidos, envelhecidos, quando são nossos pais ou avós, e nós temos que começar a dizer isso você não pode mais, isso não é mais para você, aqui você precisa parar. Não é fácil. Para alguém que foi autoritário ou nem foi autoritário, mas sempre dirigiu a própria vida, escutar um filho ou um neto dizer: "Aqui não pode, isso não pode". É muito complicado, dá um mau humor federal, mas você tem que acabar entendendo que a pessoa está fazendo pro seu melhor. Ah, vocês sabem que o título, se pode se dizer assim, da doutrina espírita é: fora da caridade não há salvação. E não foi por acaso, foi
que acabar entendendo que a pessoa está fazendo pro seu melhor. Ah, vocês sabem que o título, se pode se dizer assim, da doutrina espírita é: fora da caridade não há salvação. E não foi por acaso, foi porque toda a espiritualidade inferior, sofredora ou superior, ao se comunicar através do que depois se tornaram as obras lançadas por Kardec, o professor Rivaio, falavam sobre isso. Só o bem que eu deixei na terra em algum momento prevaleceu sobre o meu sofrimento aqui na verdadeira vida. Então, fora da caridade. E Jesus ensinou isso. Faz ao outro o que você gostaria que o outro fizesse para você. Mais simples do que isso, impossível. Ah, outra coisa, os profissionais de saúde em toda parte do mundo tinham que ter um psiquismo diferenciado. Não tem. Muita gente nem dava para ser enfermeiro ou médico, mas se aventura numa profissão que é extremamente delicada, porque você recebe a pessoa quando ela está fragilizada ao extremo, quando ela está precisando de ajuda de verdade, porque alguma coisa no físico dela já não está correspondendo àquilo que ela sempre teve. Então, é complicado porque nem todos têm paciência. me marcou muito. Meu pai morreu há mais de 20 anos. Ontem ele teria feito 98 anos. E claro, minha mãe saudosa dele disse: "Ele podia estar aí." Eu dizia: "Não podia não. Com 98 anos ele seria uma múmiazinha e era um fumante inveterado, então não tinha condição de ficar. E hoje ele está jovem no mundo espiritual, que é o que realmente importa. Mas eu me recordo de que há mais de 20 anos ele, general do exército, internado no hospital 3 horas da manhã ele começou a passar mal. E eu e minha irmã, ele tinha câncer no cérebro, fomos chamar a enfermeira da noite para atendê-lo. Olha, ela entrou no quarto do meu pai e raivosa disse para mim e pra minha irmã: "Vocês não dormem nunca?" Eu nunca me esqueci disso, porque na hora me baixou os 5 minutos. Não teve José Grosso, não teve Euripos Bçanufa, não teve Dr. Bezerra, não teve nada. Não teve nada. Eu virei para ela
o dormem nunca?" Eu nunca me esqueci disso, porque na hora me baixou os 5 minutos. Não teve José Grosso, não teve Euripos Bçanufa, não teve Dr. Bezerra, não teve nada. Não teve nada. Eu virei para ela de imediato e disse: "Minha filha, quando ele morrer, eu vou dormir muito, mas enquanto ele estiver aqui, eu não durmo e você vai ver o que ele tem, vai atendê-lo." No dia seguinte, calma, tranquila. Eu fui até ela antes que ela voltasse pra casa dela e falei: "Olha, quem sou eu para lhe dar um conselho?" Mas eu vou lhe dar. Tem gente que não pode trabalhar à noite, porque à noite as pessoas pioram até de um resfriado, porque o sol, o prana do sol quando escurece deixa de nos atender. Então, todo mundo que tem alguma coisa, algum problema, de noite piora. E meu Deus, meu pai estava partindo e ela quase raivosa, achou erradíssimo eu e minha irmã não estarmos dormindo para que ela não fosse incomodada. E meu pai não era um soldado, não, era general. Imagine como ela cuidava dos soldados. Aquilo me deixou indignada. E 23 anos depois eu me lembro disso. E nós temos que lembrar disso, entendeu? Tudo que nos acontece, nós temos que dizer: "Ó, tô aqui, sabe? Eu tô precisando de ajuda." Na minha última internação, há quase 3 anos, por diabetes, eu descobri que tinha perdido a audição e depois descobri que fiquei 70% mais surda de um ouvido e de outro. Eu só tenho 30% de cada ouvido e obviamente uso o aparelho. Olha, quando eu dizia para uma enfermeira, hospital particular, plano de saúde, quando eu dizia para uma enfermeira, a senhora podia repetir o que a senhora falou que eu não entendi direito? Nossa senhora, gente, elas quase avançavam em mim e elas falavam baixinho porque elas perceberam que eu não tava ouvindo. Então, me lembro muito bem que uma delas disse a outra: "Vamos fazer tudo rápido que a filha dela tá chegando." A minha filha Mariana, minha única filha, chegava lá cedo e obviamente mudava o esquema. Porque se você ficar internado, não se interne sozinho. Tem ao seu lado alguém
o que a filha dela tá chegando." A minha filha Mariana, minha única filha, chegava lá cedo e obviamente mudava o esquema. Porque se você ficar internado, não se interne sozinho. Tem ao seu lado alguém que te ama e tenha muita saúde para ficar doente, porque você vai precisar, você vai precisar experiência própria, entendeu? É impressionante. Por isso que eu digo que pessoas que trabalham com a saúde do outro deviam não só fazer curso, faculdade, mas também serem pesquisadas no seu emocional, porque nem todo mundo tem psiquismo para cuidar. E às vezes, mesmo sem psiquismo, nós precisamos cuidar. Precisamos cuidar dos nossos pais, dos nossos avós ou vamos ainda precisar? Pedro, uma vez bateram a porta da casa do caminho. Quando Pedro foi abrir, havia um escravo segurando um homem leproso. E este homem disse: "Olha, a família jogou ele na rua e eu fui empregado dele e o recolhi. E sei que vocês, discípulos de Jesus, recebem todo mundo aqui na casa do caminho. Pedro, ao olhar para o doente, reconheceu nele um dos juízes que havia condenado Jesus e imediatamente disse: "Este homem aqui não entra". E o escravo disse: "Mas ele está leproso, não interessa. Ele foi uma das vozes que se ergueu para condenar meu mestre. Eu não vou cuidar dele. Nenhum de nós aqui nessa casa vai cuidar dele. E bateu a porta. Quando ele atravessa a cozinha, Jesus aparece. Pedro, Pedro, o que você fez? Senhor, mandei embora. Imagine se eu vou acolher um dos juízes que te condenou. Pedro, vai lá, abre a porta, atende a necessidade dele. Ele vai viver. Pedro, com teu cuidado, ele vai viver. E Pedro, indignado, mas Senhor, eu queria que ele morresse. Pedro, que castigo maior há para a consciência culpada do que simplesmente viver? E Pedro, entendendo a lição de Jesus, foi até a porta, chamou o escravo e por 3 anos cuidou daquele juiz leproso até a sua morte. Meus amigos, nenhum de nós está perto de ser Jesus, a alma perfeita que já viu na terra, o governador da terra. Porque eu logo diria: "O que? O cara me crucificou
daquele juiz leproso até a sua morte. Meus amigos, nenhum de nós está perto de ser Jesus, a alma perfeita que já viu na terra, o governador da terra. Porque eu logo diria: "O que? O cara me crucificou de jeito nenhum. Pode mandar embora." Mas Jesus lembrou muito bem, todos nós vamos viver eternamente e a nossa consciência vai junto conosco. Então, não adianta, não adianta fingir, não adianta não ouvir essa voz que é a voz íntima que cada um de nós possui. Vocês sabem que Pedro dizia sempre às pessoas: "Eu não curo. Quem curava era Jesus. Mas começou a acontecer de correr o boato, de que se você visse Pedro passar, devia se deitar próximo a ele. Porque quando a sombra de Pedro passava por você, você ficava curado. E era isso que acontecia. Pedro passava, as pessoas se deitavam e quando a sombra de Pedro caía sobre elas, elas se limpavam de lepra. Elas eram curadas de tumores absurdos, porque até a sombra de Pedro curava. Então, meus amigos, como tudo evolui, um dia nós vamos chegar nesse nível. Com certeza. O que nós pensamos, vocês sabem, a doutrina espírita nos recorda, nos cura ou nos adoece. Tudo começa aqui e passa por aqui, pelo coração, pelos nossos sentimentos. Se for para ser espírita, de qualquer jeito, vamos procurar outra coisa para fazer. Enquanto considerarmos que somos imortais, que voltaremos quantas vezes forem necessários para retomar a vida que um dia deixamos, nós nos consideraremos espíritas, sim, e vamos tentar agir como espíritas que somos. Um dia, dona Aparecida foi colocada para fora, ela era enfermeira, foi colocada para fora do hospital onde trabalhava com quatro portadores de fogo selvagem, o pênfigo. Ela sentou-se com os quatro abraçada na rua. Quem passa? Chico Xavier. Dona Aparecida, que que a senhora tá fazendo aí sentada na calçada? Ah, Chico, o hospital me botou para fora, eu e os quatro pacientes com fogo selvagem, dos quais eu cuidava. E aí começa a luta de Chico para ajudar dona Aparecida. O hospital do Pêfico existe até hoje em Uberaba. E um
ital me botou para fora, eu e os quatro pacientes com fogo selvagem, dos quais eu cuidava. E aí começa a luta de Chico para ajudar dona Aparecida. O hospital do Pêfico existe até hoje em Uberaba. E um trabalho extraordinário que essa mulher magnífica, que eu tive a honra de conhecer pessoalmente, executou por muitos anos. Chico dizia, ela foi uma rainha das mais conhecidas e poderosas. Com a sua maldade, matou muita gente. Mas hoje, neste corpo preto, humilde, tão carregado de lutas, abraçando seus enfermos, ela resgata de forma gloriosa o mal que fez há muito tempo atrás. Meus amigos, que é a nossa vida se não reencontrar para cuidar aqueles que desprezamos em vidas que se foram. Não duvidemos disso. Hoje chamamos de pai, mãe, marido, filho. Ontem foram nossos adversários e nós, sem dúvida nenhuma, os maltratamos. Hoje os temos grudados a nós, às vezes dão trabalho, você tem que botar debaixo do do braço e sair carregando, mas é o nosso passado que volta. A Ana, essa amiga que perdeu o filho aos 20 anos, ouviu Divaldo Franco contar a ela que ele era o suicida, tirou a própria vida explodindo seu coração. E nesta vida, como filho dela, ele retorna para viver os 20 anos que haviam faltado na encarnação em que ele cometeu suicídio. Olha, meus amigos, eu confesso que eu sou espírita desde garota. Não por crer simplesmente, mas porque eu não acreditaria em outra coisa. O mundo tão difícil está que se você não acredita que somos o passado em forma de presente, você realmente se desilude, fica muito pessimista e amargurado. Chico cuidou dos irmãos mais jovens e Emanuel Eu sabia tanto disso que de vez em quando dava um refresco pro Chico. Não, Chico, hoje vamos fazer menos. Hoje vamos psicografar por menos tempo, porque ele sabia que o Chico tinha ficado responsável pelos irmãos e cuidava deles. Seurip de Baçanufo, um dos organizadores deste sábado à noite fazia partos e quando batiam a porta a janela do seu quarto, ele já pegava sua sacolinha porque ele sabia que alguma
mãos e cuidava deles. Seurip de Baçanufo, um dos organizadores deste sábado à noite fazia partos e quando batiam a porta a janela do seu quarto, ele já pegava sua sacolinha porque ele sabia que alguma mãe em algum lugar estava precisando da ajuda dele. Um dia ele vinha pelo caminho, havia uma grande árvore próximo à casa dele e Dr. Er de Menezes, que havia já desencarnado, com a maior tranquilidade, diz a ele: "Meu filho, embaixo daquela árvore tem dois pistoleiros contratados para te matar." E Seí diz: "Meu Deus, o que que eu faço?" Dr. Bezerra disse: "Vai andando, vai andando na direção da árvore que na hora eu vou inspirar você". Gente, só eu ripe de baçanufo, porque eu na mesma hora dizia: "Eu vou é voltar para casa". Esta criança que nasça sozinha em algum lugar. Mas seu Euip foi obedecendo, Dr. Bezerra. Obediência é uma das coisas da alma disciplinada. E quando ele vai chegando na árvore, ele não sabe o que vai fazer. Os dois pistoleiros prontos para matá-lo. Ele tem uma ideia que ele foi originalmente colocada na cabeça por Dr. Bezerra. Todos usavam chapéu. Seurípid tira o chapéu e alto e bom som diz: "Boa noite, senhores". Os dois pistoleiros, "Boa noite, seuedes, paralisados pela surpresa do cumprimento e não fizeram nada. Seu UIPES vai até a moça, a criança nasce, ele volta para casa e nunca mais ele viu os dois pistoleiros. Meus amigos, não contem comigo. Se eu chegar um dia naquela porta da comunhão e alguém me apontar alguma coisa, eu vou dizer: "Gente, eu sou parecidíssima com essa maíze. Todo mundo me confunde, mas não sou eu, não, entendeu? Ela vai aparecer aí em algum momento. O papa fofinho partiu, mas com certeza muito abençoado por tudo que ele se esforçou para transformar. Eu fiquei tão triste de vê-lo no último dia em que ele apareceu inchado e no caixão ele ficou lindo. Tudo desapareceu porque sua alma com certeza estava muito longe daquele corpo homenageado. João 23. foi também um papa maravilhoso. E ele custou a ser canonizado santo porque
o caixão ele ficou lindo. Tudo desapareceu porque sua alma com certeza estava muito longe daquele corpo homenageado. João 23. foi também um papa maravilhoso. E ele custou a ser canonizado santo porque diziam que ele tinha morrido demente. A irmã morava com ele no Vaticano e ele andava pelas pelas salas e dizia assim para ela: "De quem é isso?" e apontava para um castiçal de ouro. Seu santidade, ela respondia: "E aquele quadro ali é seu, santidade?" Ele mandava vender tudo. Vendia, ela, a irmã, vendia no mercado negro e distribuiu dinheiro pros pobres. Um dia ele mesmo contou a irmã, ele estava em cima de um puff e havia uma discussão entre os costureiros de qual teria que ser o tamanho da bainaha da roupa que ele ia vestir, se era para cima, se era para baixo, se devia aparecer o pé, não devia aparecer o pé. E ele olhando aquela discussão em cima daquele puff, ele já é um homem de idade. Quando ele olha pro lado, ele viu um desencarnado que o acompanhava e o espírito riu e disse: "Josep, não te leves tão a sério, meu filho." Ele saltou do puff e disse: "Vocês resolvem". E foi assim. E por isso ele ganhou a fama de não estar bem da cabeça nos últimos anos da sua vida e tornou-se santo a questão de poucos anos atrás. Meus amigos, a vida talvez não seja aquilo que os espíritos nos disseram que poderia ser, porque se eles tivessem nos contado detalhes, nós não teríamos vindo. Pode ter certeza. A mangueira que eu costumo dizer que eu vou deitar por 800 anos, já tá tão repleta de gente, eu passo pelos lugares, a pessoa diz: "Guarda o lugar para mim na mangueira com a certeza de que eu vou morrer antes dela." Até oradores espíritas chegam para mim e diz: "Maí, quanto tempo você vai ficar mesmo na de baixo da mangueira?" "3 anos?" Eu: "Não, 800. Não põe menos anos, não, 800 anos. Mas na verdade, seu Erasmo Cravo, um dos fundadores dessa casa, uma alma extraordinária. Morreu há poucos anos com 95 anos de idade e trabalhou até o último dia da sua vida pela comunhão, pela doutrina. Foi um espírita de
rasmo Cravo, um dos fundadores dessa casa, uma alma extraordinária. Morreu há poucos anos com 95 anos de idade e trabalhou até o último dia da sua vida pela comunhão, pela doutrina. Foi um espírita de verdade em toda a sua existência. Ele e sua esposa, dona Clara. Ele que inventou a história da mangueira, porque ele disse, "Maí, as pessoas pensam que eu vou continuar do jeitinho que eu sou na terra do lado de lá. Não vou, não tem uma mangueira me esperando. Eu vou deitar nela e as pessoas vão passar e eu vou dizer: "Vão com Deus, a terra é ótima. Vão com Deus. Vocês podem ter certeza que eu também vou. Vou dar uma deitadinha. Aí alguém vai aparecer. Mais faz uma palestra?" Não faço palestra. faz uma prece, não faço prece, entendeu? vai ser a hora do descanso. Mas meus amigos, o que eu queria mesmo dizer a vocês é que nós precisamos na nossa hora de ser cuidados, pedir ajuda, aceitar as limitações que a idade ou as enfermidades trouxerem e curar a nossa alma que é eterna para a continuação da vida eterna. O corpo, com muito avanço da medicina vai viver 80, 90, 100 anos para as próximas gerações, mas vai perecer. E nós vamos sair dele felizes com as nossas aquisições íntimas, com aquilo que nós tivermos feito da nossa própria vida. Na quarta-feira próxima, dia 7, no na Biblioteca Nacional, a partir das 6:30 da tarde, vocês vão me encontrar, a mim e a minha filha Mariana, porque nós vamos lançar o livro que nós duas escrevemos exatamente sobre as dificuldades que eu passei da minha saúde. E as pessoas ficam, conta, conta, conta. Agora não preciso contar mais. Escrevemos um livro. O livro se chama Aquele Tempo entre nós. Essa é a capa. Eu tô que nem o Roberto Carlos. Tô achando que quarta-feira não vai aparecer ninguém. E já vou logo dizendo como eu patrocinei o livro. Não tem coquetel, não tem. E as dedicatórias, pelo amor de Deus, eu não posso escrever um livro, eu vou dizer amor maise. E a Mariana, claro que é coautora, vai colocar o nome dela também. Aqui tem duas fotos. Eu com a
não tem. E as dedicatórias, pelo amor de Deus, eu não posso escrever um livro, eu vou dizer amor maise. E a Mariana, claro que é coautora, vai colocar o nome dela também. Aqui tem duas fotos. Eu com a Mariana e os amigos tão queridos que já leram o livro dizem: "Quantos anos você tinha aqui?" 26 anos. Você tá igualzinha. Gente, espírita sabe mentir. É inacreditável. O cara olhando para mim dizendo: "Você está igual". A Mariana tinha 7 meses. Foi a primeira festa junina dela. Por isso que ela tá vestida de junina. Ela tinha 7 meses. Ela hoje tem 41 anos. E essa outra foto de baixo esplendorosa, eu e ela na Disney tínhamos acabado de beijar a Margarida e o Donald. Então tá parecendo que nós temos 30 anos a menos, porque Disney provoca essa esse tsunami de emoções positivas. Os capítulos começam, ela falando, depois eu falo. O outro capítulo eu começo e ela fala. Porque na verdade nós queremos contar o quanto uma relação de mãe e filha também padece na hora em que a mãe precisa da filha e é rebelde como eu e não quer obedecer. O livro vale a pena. vocês vão poder falar de mim mal de mim à vontade. E não é um livro triste, não. É um livro divertido. Embora muita gente que já o adquiriu pelo Instagram tenha dito que chorou a beessa, mas chorou porque ou cuidou ou está cuidando de pai, de mãe, de filho. E é claro que na hora do cuidado fica complicado você manter o bom relacionamento. Eu estava na cadeira de roda e minha filha dizia: "Você tem que fazer fisioterapia porque senão você não vai mais levantar dessa cadeira de roda e a deus palestra". Mas eu teria feito palestra na cadeira de roda, sem problema. Mas ela falava e três vezes por dia as minhas cuidadoras me faziam levantar e eu fazia exercício morrendo de raiva. Mas deu resultado. Eu ainda ando devagar e nesta terça-feira eu vou para uma nova etapa. A reeducadora física começa comigo. Orem por mim, pelo amor de Deus. Orem por mim, porque quando a mulher me conhecer e eu contar para ela que eu fazia questão de fugir de educação
ara uma nova etapa. A reeducadora física começa comigo. Orem por mim, pelo amor de Deus. Orem por mim, porque quando a mulher me conhecer e eu contar para ela que eu fazia questão de fugir de educação física no colégio, ela vai dizer: "A senhora é um caso perdido". Mas mesmo assim, na quarta-feira, na Biblioteca Nacional, 6:30 da tarde até às 9:30 da noite, eu estarei esperando a vocês. Se você, mulher apaixonada, abre a porta, o amor da sua vida resolveu aparecer de novo, você vai dizer: "Agora não posso. Estou indo no lançamento do livro de uma amiga. Depois eu falo com você. A lotérica, onde você fez o seu jogo, te informa que quem ganhou os 11 milhões foi você e você diz: "Agora não posso receber esse jogo". Eu vou ao lançamento do livro da Mais e da Mariana, dia 7, quarta-feira, lá na Biblioteca Nacional. É de 6:30 às 9:30, porque parece que depois das 9:30 da noite eles expulsam a gente, mas foram muito queridos em conceder o a sala, né? E vamos ter os nossos amigos aqui que são voluntários do passe e que sempre orientam vocês para nos ajudar lá também. O interessante é que os meninos de sábado são tão queridos que eu tive, por incrível que pareça, vocês vão rir. Eu tive um segurança em Presidente Prudente, um cara maravilhoso, ele, a esposa, as filhas, quase 2 m de altura. Eu perguntei a ele: "O que que você faz na sua profissão?" Mais, por muitos anos eu fui segurança de carro forte. Eu falei: "O quê?" Ele disse: "Fui segurança de carro forte. Hoje eu já não trabalho mais com carro forte. Eu tenho um carro e vou à casa das pessoas que precisam de ajuda para fazer compra, para ir ao médico, para comprar remédio. Espírito é fogo. Ele não para de trabalhar." Eu falei para ele, "Vou te falar uma coisa. Se você morasse em Brasília, você ficava rico. Porque eu conheço um monte de gente que precisa, precisa de cuidado porque não tem ninguém. O que, olha, quando o livro foi em pré-venda, vocês não têm ideia das mensagens que a minha filha começou a receber, das histórias.
nte de gente que precisa, precisa de cuidado porque não tem ninguém. O que, olha, quando o livro foi em pré-venda, vocês não têm ideia das mensagens que a minha filha começou a receber, das histórias. O livro sequer tinha sido lido pela pessoa e a pessoa contando a grande dificuldade de cuidar do outro. E pelas cidades onde eu passei, meu Deus, que geração é essa que veio depois da minha indiferente? Indiferente. Não tem outra palavra. Ao seu pai, a sua mãe, ao seu tio necessitado. Como é que a Como é que a humanidade pode melhorar? Não melhora. Mas temos que melhorar a humanidade. Nós somos a humanidade. Todos nós. O Chico dizia, nós somos a mesma humanidade que tornou o mundo assim. Por isso, nós voltamos para colher aquilo que seemos. Mas colher com dignidade, com força de caráter, dizendo à pessoa: "Eu estou aqui, pode contar comigo. Ah, eu não faço nada, não tenho força, tenho problemas também. Vou ajudar financeiramente, materialmente, vou visitar, vou levar um neto que a minha mãe não vê há tanto tempo. Vou, quando o mais velho falar, ouvi-lo de verdade e não dizer: "Fica quieto que você não entende nada do que a gente tá falando". Vocês não têm ideia das histórias que apareceram. Só porque eu e Mariana dissemos que íamos lançar o aquele tempo entre nós, que é sempre um tempo de renovação e de dificuldade também quando nós percebemos você que está doente, que você talvez tenha limitações para sempre e aquele que te cuida, o medo de ter que cuidar de você para sempre. Por isso, meus amigos, nessa semana em que no domingo próximo comemoramos o Dia das Mães, se temos nossa mãe desencarnada, podemos ter certeza que de madrugada ela nos busca e quando acordarmos vamos orar pedindo que onde quer que ela esteja, ela esteja bem. E se nossa mãe ainda está na terra, digamos a ela: "Obrigada, porque ela permitiu que nascêssemos, que viéssemos, que fôssemos amados do jeito que queríamos ou não. Mas enfim, quando tantas mães abandonam os filhos e os filhos abandonam as mães, pensemos sobre
, porque ela permitiu que nascêssemos, que viéssemos, que fôssemos amados do jeito que queríamos ou não. Mas enfim, quando tantas mães abandonam os filhos e os filhos abandonam as mães, pensemos sobre qual é o papel que nós queremos desempenhar para o mundo, para o círculo pequenino da nossa família. Sem nenhuma tristeza, vamos refazer os nossos relacionamentos enquanto estamos aqui. Porque quando nós voltarmos à verdadeira vida, nós vamos lamentar não termos deixado no coração de cada pessoa que nos conheceu o melhor. Combinado? Combinado. Meu último aviso diz respeito à festa junina que acontece no primeiro domingo do mês de junho. E vocês sabem, durante muitos anos, sempre pedindo a vocês um bolo, uma torta, eu ameaçava vocês de morte. Mas morte, para quem acredita que a vida continua é uma tolícia, né? Uma vez o meu cardiologista me indicou uma médica e avisou para ela. Depois ela me contou: "Não ameaça Maíse com morte, porque morrer para ela é ir pra Disney." Então ela nunca me ameaçou que eu ia morrer porque ela sabia que não tinha problema nenhum. Mas esse ano, gente, torta tá muito caro. Então, se você puder, doe um bolo simples. Faça você um bolo e doe para a festa junina. No mês de junho, o próximo, eu não vou estar aqui com vocês porque tem um evento em Fortaleza, no Ceará e eu estarei lá. Sérgio Castro, querido amigo, estará aqui fazendo palestra para vocês no primeiro sábado e no domingo, no dia seguinte, é a festa julina no nosso lar de meioia às 10 da noite. Se você não puder ir, traga o bolo no sábado na palestra do Sérgio. Haverá aqui uma Kombi e uma van do nosso lar recebendo os bolos e as tortas que vocês trouxerem. Claro que essa altura os desencarnados presentes sabem disso, os amigos espirituais sabem disso, os mentores aqui sabem disso. E quando você desencarnar e quiser deitar na mangueira, eles vão dizer: "Pode levantar". E você, ingênuo, pensará: "Ah, eu vou para alguma instância espiritual positiva". E o amigo espiritual dirá: "Não, meu
o você desencarnar e quiser deitar na mangueira, eles vão dizer: "Pode levantar". E você, ingênuo, pensará: "Ah, eu vou para alguma instância espiritual positiva". E o amigo espiritual dirá: "Não, meu filho, você ficou devendo um bolo e aí o seu mundo vai cair. Meu Deus, por que que eu não doei aquele bolo? Escutem o que eu estou dizendo. É muito duro reencarnar por causa de um bolo. Vou logo avisando, meus queridos. Que Jesus nos abençoe, que o dia das mães, seja para nossa mãe desencarnada ou ainda na terra, seja de luz e de paz. Digamos talvez pela primeira vez que ela é importante para nós. Tenhamos toda tolerância e carinho com aquele que anda devagar, fala devagar, conta a mesma história 10, 20 vezes. Se você tiver sorte, você vai envelhecer também e vai fazer tudo isso que você hoje critica nos outros. Que Jesus nos abençoe sempre. Que essa casa que nos ilumina ao nos receber possa ser também iluminada e protegida.
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