A MÁSCARA DA OBSESSÃO - Débora Moraes e Gilda Coqueiro - AMEDF [COMUNHÃO INSPIRA]

Comunhão Espírita de Brasília 26/10/2025 (há 5 meses) 1:21:25 893 visualizações

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Transcrição

Toda a beleza [música] de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. [música] >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver. Doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti. Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi qual o [música] valor dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda beleza. de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. >> Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. >> เ เฮ >> Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos mais uma vez ao Salão Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília. todos elevados, né, pela música que pelas músicas que acabamos de ouvir, que com a norma Regina ao piano, Paulo César no ao violino. Então, está todo mundo navegando nessa maravilha de música e entra essa voz estridente para atrapalhar o ambiente, né? Mas vamos cumprir o nosso o nosso papel também, agradecendo a Norma e ao Paulinho pela apresentação. Bom, hoje o nosso comunhão inspira, temos a satisfação de receber a Dra. Débora Morais e a Dra. Gilda Coqueiro. Ambas fazem parte da AMDF, Associação Médico Espírita do Distrito Federal. E nós vamos bater um papo sobre a obsessão e suas máscaras. Então, hoje nós estamos sem o voluntário para fazer para trazer as perguntas, então vamos ficar sem a participação do público. Sejam bem-vindos, meninas. Obrigada, Ricardo. Está consegiu. >> Não. >> Boa, boa noite. >> Agora sim. >> Boa noite a todos. >> Seja bem-vindas, hein? >> Obrigada. >> Eh, antes de começar o nosso bate-papo, eu vou pedir para o Wagner fazer a prece inicial. Pode ser, Wagner, por favor. Mais uma vez queria agradecer a tia Norma e ao Paulo César que harmonizaram o nosso ambiente. Muito obrigado com essas músicas que acalmam nossos corações. É um prazer imenso, uma alegria estarmos

or. Mais uma vez queria agradecer a tia Norma e ao Paulo César que harmonizaram o nosso ambiente. Muito obrigado com essas músicas que acalmam nossos corações. É um prazer imenso, uma alegria estarmos aqui mais uma vez nesse comunhão espírita com o Ricardo e os convidados nesse tema hoje tão importante para nós, principalmente para mim, que fez 60 anos agora, dia 5 de junho. Quero agradecer a todos que estão nos ouvindo através dos nossos canais. Não esqueçam de ativar as nossas notifica as notificações, seguir a nossa página para que possamos continuar levando o evangelho a todos os cantos. Vamos fazer a nossa prece inicial para passar a palavra ao nosso irmão. Fechar nossos olhos aqueles que sentirem mais à vontade, aqueles que estão aqui presente e aos que estão nos ouvindo através dos canais. de sendo: "Pai amado, mestre Jesus, Dr. Zerra de Menezes, diretora espiritual desta casa, e aos nossos espíritos amigos, espírito da espiritualidade maior que toma conta deste horário, que prepara todo esse ambiente para chegarmos aqui, encontrarmos através dessa música, esse ambiente harmonizado, para que os nossos corações se acalmem, possam tirar aquilo que é hoje do tema para nós. nós sairmos daqui um pouco melhor do que chegamos, que os nossos entrevistados, que o Ricardo Honório recebam todo o amparo espiritual nas suas palavras, nas suas colocações. Sim, mestre Jesus, pedimos permissão para dar início a mais um comunhão espírita espira de Brasília. Da comunhão espírita de Brasília, dando graças a Deus e graças a Jesus. Assim seja. Estão abertos os trabalhos. Palavra é sua, Ricardo. >> OK. É a primeira vez que vocês estão aqui no Comunhão Inspira. >> Primeira vez. >> Ah, sejam bem-vindas. Sejam bem-vindas. Fiquem à vontade. Obrigada. >> É um é um bate-papo informal, tá? >> Não, não se preocupem, eu não vou fazer nenhuma pergunta surpresa para vocês. Bom, então, como o nosso tema é a obsessão, eu quero começar perguntando eh quem vai responder primeiro, a Débora ou a Gilda?

, não se preocupem, eu não vou fazer nenhuma pergunta surpresa para vocês. Bom, então, como o nosso tema é a obsessão, eu quero começar perguntando eh quem vai responder primeiro, a Débora ou a Gilda? >> Pode ser. Pode sim. Pronto, combinamos previamente, vai ser ela mesma. >> O que caracteriza o fenômeno da obsessão? Claro, tanto do ponto de vista espírita, né, como do ponto de vista médico também, eu acho que deve ter alguma característica, né, né, Débora, que se confunde com a obsessão eh estritamente do ponto de vista espírita. O que você nos diz? Bom, o codificador Allan Kardec vai nos dizer, né, Ricardo, lá no livro dos médiuns, no capítulo 23, que a obsessão ela se caracteriza pelo domínio que se logra, que um espírito logra ter sobre alguém. E é importante notarmos que esse processo, né, essa esse domínio, esse constrangimento, ele se faz por um espírito inferior. Os espíritos superiores, eles não constrangem ninguém, eles não exercem coersões, eles não exercem domínios. Eles podem nos intuir e tentam nos auxiliar, mas a partir do momento em que deliberamos, eles respeitam profundamente o nosso livre arbítrio. Então, em linhas gerais, a obsessão seria esse assédio, esse domínio que se intenta, que um espírito inferior, né, logra sobre alguém. >> OK? E a Gilda como psicóloga, como a psicologia vê essa questão da obsessão? Tem algum entendimento? eh sobre a ótica da psicologia para a obsessão também ou ou é a mesma percepção que o Kardec nos traz? >> Não, eh, a psicologia não deita olhar sobre a questão da dos processos obsessivos, né? Eh, cuidamos particularmente das questões emocionais, do sofrimento, dos sofrimentos psíquicos, mas diferentemente daquilo que já está inclusive dentro dos manuais de eh diagnóstico de adoecimento mental, que aí já tem os estados de possessão que já são reconhecidos, né, dentro da codificação. Na psicologia não há essa abordagem, não temos uma esse olhar e a não ser que seja da parte individual do profissional da psicologia. >> Ótimo. E considerando o tema, né,

s, né, dentro da codificação. Na psicologia não há essa abordagem, não temos uma esse olhar e a não ser que seja da parte individual do profissional da psicologia. >> Ótimo. E considerando o tema, né, Dra. Débora e Dra. Gilda a obsessão e suas máscaras. Queria que vocês comentassem agora um pouco sobre essas máscaras. Quais são as principais máscaras ou fórmas disfarçadas que a obsessão pode assumir? Eh, eh, já pegando o gancho, né, da questão da psicologia, das emoções, primeiramente a gente eh pensar que processos obsessivos eles ocorrem eh diante de uma transgressão das leis divinas. De uma forma geral, estamos desconectados das premissas básicas, né, que nós temos aprendido de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Então, é uma já um sinal de desconexão, olhando de uma forma geral. Agora, olhando de uma forma específica, é possível verificarmos os processos obsessivos que, eh, como o Dr. Bezerra de Menezes diz, Manuel Filomena de Miranda também diz, é algo como uma pandemia que assola toda a humanidade desde a sua existência sobre a Terra. Então nós podemos eh a partir disso considerar alguns processos obsessivos durante todo o processo civilizatório de conquistas do ser humano em todas as suas, vamos dizer, em todas as os seus objetivos, tanto de forma coletiva quanto quanto de forma individual. Então, se a gente for falar de uma forma específica sobre o contexto coletivo, nós podemos nos lembrar das grandes conquistas, das opressões, das violências, das perseguições. Eh, nós temos a por trás, como pano de fundo dessas ocorrências que estão descoladas das leis divinas, processos muito severos, obsessivos. Temos várias histórias, inclusive, né, as nossas obras da doutrina espírita notadamente nos narram diversos personagens que inclusive tinham missões bastante importantes aqui, eh, no sentido de fazer avançar a humanidade, porém foram tomados pelo processo obsessivo à semelhança da questão da exacerbação do poder, ao invés de fazer um processo

sões bastante importantes aqui, eh, no sentido de fazer avançar a humanidade, porém foram tomados pelo processo obsessivo à semelhança da questão da exacerbação do poder, ao invés de fazer um processo mesmo de eh dito civilizatório. Então, de uma forma coletiva, nós a gente vem lidando com os processos obsessivos e colocando máscaras sobre esses processos obsessivos a conta de conquistas, eh, competência, eh cumprimento de deveres a ponto de fazer perseguimos enxergar claramente os processos obsessivos por trás dessas investidas do ser humano enquanto humanidade. É, desde sempre. E a gente pode pegar eh podemos pegar vários exemplos, inclusive no evangelho de Jesus, né, quando eh várias pessoas eram levadas para Jesus, tomados de processos obsessivos, envolvidos por espíritos inferiores, né, que faziam ali uma ação pertinis, né, que caracteriza o processo obsessivo. e até os dias de hoje também, né, nós estamos falando aí de também de violências, crimes e erotização da das situações e fugas eh no sentido da pessoa buscar as ilusões ao invés de enfrentar os seus processos. Eem nível individual, a obsessão, ela se mascara muito também a conta da personalidade mais difícil, da eh de uma de um transtorno psíquico, de um comportamento mais eh vamos dizer eh descolado das questões éticomorais. Então, as coisas se confundem um pouco, né? Mas é possível a gente fazer e, vamos dizer, uma separação. Mas as máscaras da obsessão elas estão aí a todo momento de um em um contexto coletivo e um contexto individual, que às vezes a gente coloca conta, eh, como eu falei agora a pouco, de uma personalidade mais difícil. No entanto, ali atrás daquele daquela desorganização psíquica, pode haver um processo obsessivo em curso, né, que começa sutilmente e vai se agravando. Aí sim torna-se mais do que um processo obsessivo, torna-se um processo de adoecimento. É, é interessante isso que você trouxe, porque eu, eu costumo dizer, inclusive, que nós espíritas eh temos o hábito ou a cultura de colocar tudo na conta dos

sivo, torna-se um processo de adoecimento. É, é interessante isso que você trouxe, porque eu, eu costumo dizer, inclusive, que nós espíritas eh temos o hábito ou a cultura de colocar tudo na conta dos obsessores. >> Sim, >> né? E tem um grupo de teatro, eh, esqueço o nome deles agora, que tem um quadro muito interessante quando eles, eles trazem o indivíduo, entre aspas, obsidiado e o obsessor, né? E quando o indivíduo coloca a culpa no obsessor, o obsessor diz assim: "Não, realmente eu sou o teu obsessor, mas eu não consigo te obsidiar. Quando eu chego, você já está obsidiado, você já se autoobsidia, né? Então, nesse contexto de que eh temos as obsessões espirituais, eh aqueles espíritos eh menos nobres, como você colocou no início, que nos influenciam, >> sim, >> mas tem também as questões pessoais, >> sem dúvida nenhuma, né? as questões pretéritas que trazemos, né, os as personalidades vividas que trazemos. Então, Débora, e é acho que você quem vai nos responder isso agora, como diferenciar os sintomas da obsessão e espiritual das questões emocionais e psicológicas. >> É interessante, né, Ricardo, o que você traz. Eu gostaria de começar falando sobre a importância do pensamento nos processos obsessivos, né? Desde que adquirimos o pensamento contínuo com a nossa entrada no reino nominal, adquirimos a capacidade de mentossíntese, passamos a ser então uma antena emissora e receptora. Nós criamos, vivemos em associação. Então eu costumo dizer que os processos obsessivos, eles têm em nós mesmos as suas maiores resistências e os seus maiores fatores causais. Aqueles que se aproximam de nós nesses processos de adoecimento pela obsessão são nossos ilustres convidados. Daí, então, já fazendo um uma brecha aqui, né, falando de tratamento, por isso que se diz que uma das principais ferramentas para tratamento dos processos obsessivos é a autotransformação, é a transformação moral da criatura. Porque como o Ricardo disse, muito desses processos se alicerçam nas nossas imperfeições morais.

as para tratamento dos processos obsessivos é a autotransformação, é a transformação moral da criatura. Porque como o Ricardo disse, muito desses processos se alicerçam nas nossas imperfeições morais. Então nós abrimos brechas, brechas pelas nossas imperfeições, brechas pelos nossos feitos de ontem, brechas psíquicas, emocionais que trazemos pela nossa forma de ver a vida. Então, muitas vezes nós trazemos uma personalidade propensa a processos de adoecimento no campo psíquico, no campo neurológico. E isso pode se agravar com a associação a mentes e corações que se aproximam de nós. Muitas vezes não são cobradores do ontem, às vezes são atraídos por aquilo que nós vibramos, por aquilo que nós plasmamos, por aquilo que nós construímos. Então, não é um processo fácil identificar-se se aqui há um adoecimento psíquico exclusivamente, um transtorno psíquico exclusivo, ou se há a associação ao processo obsessivo. ter um olhar atento, uma análise criteriosa, muitas vezes o concurso de profissionais experientes na área para que possamos identificar, né? Mesmo assim, muitas vezes é como o tratamento na casa espírita, o tratamento nos grupos de eh tratamento espiritual obsessivos, é que vamos identificando, não é, aquilo que é do âmbito da da ciência material e aquilo que, na verdade, tem a concomitância dos processos obsessivos. Não é muito fácil. Em se tratando, por exemplo, de transtornos mentais, nós sabemos que o nosso ontem, o adoecimento nasce no espírito. O espírito adoecido plasma na matéria mais densa, no corpo físico, o seu processo de adoecimento, né? muitas vezes num processo expiatório, outras vezes naquele processo de de reparação e renasce então como se o corpo físico fosse um carvão filtrando as imperfeições que são alicerçadas, se sediam no espírito e no perespírito. Mas nós sabemos que os transtornos mentais eles oferecem pelos processos de dissociação, pelos processos de alteração da sensopercepção, favorecimentos para processos obsessivos. Então, muitas vezes a diferenciação não

e os transtornos mentais eles oferecem pelos processos de dissociação, pelos processos de alteração da sensopercepção, favorecimentos para processos obsessivos. Então, muitas vezes a diferenciação não é um processo fácil. A academia, como a Gilda tava dizendo, tem muita dificuldade em aceitar a realidade do espírito. Então, diagnosticam. Muitas vezes é um processo obsessivo que vem com a pseudoalucinação, a o pseudelírio. Então, aquela pessoa é diagnosticada e muitas vezes atravessa longos períodos sem que se avente a possibilidade de haver ali um processo obsessivo ou a concomitância de um processo obsessivo a um processo mental, a um transtorno mental orgânico propriamente dito. E há um outro ponto importante que nós precisamos lembrar, não é? muitos processos obsessivos que são diagnosticados como transtornos mentais e protelam o tratamento espiritual. O tempo de obsessão é passível então de adoecer organicamente esse cérebro. Nós temos um exemplo disso na belíssima obra A loucura sobre novo Prisma de Dr. Adolfo Bezerra de Menezes. A alguns irmãos, né, desejos de prejudicar Dr. Bezerra, na sua tarefa grandiosa na última encarnação e sem lograrem conseguir, acabaram obsediando um filho de Dr. Bezerra. E esse moço passou a existência toda num processo aflitivo muito sério. E no final, com muito tratamento, o empenho de Dr. Bezerra, a era uma uma legião de espíritos, eles resolveram se afastar, mas um deles vem e diz para Dr. Bezerra, olha, pelo tempo em que nós atuamos sobre o cérebro do seu filho, ele adquiriu um adoecimento físico e ele não se recuperará completamente. Nós nos afastaremos, mas ele necessitará dos tratamentos médicos e também espirituais até o termo da sua existência. Então, a concomitância ela é muito frequente. Eu costumo dizer o seguinte, que todo transtorno mental deveria receber um tratamento integral, o tratamento médico, a medicação quando necessária e o tratamento espiritual. Porque na grande maioria das vezes, mesmo quando é um processo de outras

no mental deveria receber um tratamento integral, o tratamento médico, a medicação quando necessária e o tratamento espiritual. Porque na grande maioria das vezes, mesmo quando é um processo de outras existências, um processo expiatório que a criatura plasma o adoecimento no corpo físico em virtude do adoecimento espiritual e perispirídico, ainda assim, o tratamento espiritual se impõe junto ao tratamento médico psicoterápico, porque a possibilidade de que as duas situações se se eh eh coadunem é muito grande. Não sei se ficou claro. >> Você foi até um pouco além. >> Uhum. >> E enquanto você falava, você falou do do processo que é muito natural de acontecer, do processo obsessivo do ponto de vista espiritual levar a uma degradação física. >> Sim. do organismo. E o contrário também, não é, Dra. Débora porque muitas vezes um um um processo que é fisiológico acaba abrindo margem também para uma >> inserção espiritual. >> Sim. >> E eu gostaria de ouvir de uma de vocês, porque a senhora tocou de de maneira ampassaã, a questão familiar. >> Ah, >> né? O, muitas vezes o indivíduo eh no âmbito familiar, que é o o eh tomado, digamos assim, pelo processo, quer seja do ponto de vista espiritual ou do ponto de vista eh eh médico, biológico, acaba sendo a porta de entrada para a desagregação da família. Esse exemplo do Dr. Bezerra de Menezes é é excelente para isso, né? Então, eu gostaria que vocês falassem um pouco sobre isso para que as famílias eh atentassem para essa questão, porque muitas vezes não é só aquele indivíduo que está doente, às vezes é a família toda, mas o problema se manifesta apenas em um indivíduo. Acontece isso mesmo? acontece, acontece muito e é bom a gente também lembrar que o processo obsessivo, alguém em processo obsessivo dentro do nosso ambiente familiar não se constituiu algo isolado pertencente apenas àquele indivíduo. A família toda está envolvida no processo obsessivo. Quem diz isso é a Joana de Ângeles, né, dentro de uma das obras dela, que ela

r não se constituiu algo isolado pertencente apenas àquele indivíduo. A família toda está envolvida no processo obsessivo. Quem diz isso é a Joana de Ângeles, né, dentro de uma das obras dela, que ela trata sobre obsessões na família em duas obras, aliás, ela fala muito sobre processos obsessivos dentro do lar. Então ela inicialmente ela coloca que eh em se constatando um processo obsessivo em um dos membros da família, tenhamos consciência que em que de que todos nós estamos envolvidos naquela trama em alguma medida, em algum grau. E essa pessoa, muitas vezes, a pessoa obsediada, o membro da família que está ali com adoecimento pelo processo obsessivo, ele se torna também uma porta de entrada como uma possibilidade de espiritualização de toda a família. Porque olhando de uma forma geral, os processos obsessivos, eles não vêm como eh algo para aniquilar as famílias, para aniquilar a nossa existência. Vem como, principalmente como despertar. no mínimo despertar para a existência do mundo espiritual. Porque se há processo obsessivo, existem espíritos de outro lado, há um princípio inteligente atuando em outro âmbito da vida, em no mundo espiritual, né? Eh, fora da da da nossa visão, da nossa matéria. Então, portanto, existe o mundo espiritual. Então, a família é muito despertada dentro do contexto do processo obsessivo de um dos seus membros. E nesse sentido, a atuação da família tem que ser em conjunto, precisa ser em conjunto. Ali também não só se abre a oportunidade da família se espiritualizar, ir em busca das informações, o que está acontecendo, o que significa um processo obsessivo, mais do que focar na nas relações em si. as relações familiares já eh a princípio são bastante desafiantes, porque nós reencarnamos com pessoas muitas vezes que são verdadeiros inimigos nossos e a gente se encontra dentro do ambiente familiar para que nós possamos mutuamente fazer um processo de reparação. Então, é muito natural termos muitos conflitos familiares e quando há o processo obsessivo, é uma oportunidade

tro do ambiente familiar para que nós possamos mutuamente fazer um processo de reparação. Então, é muito natural termos muitos conflitos familiares e quando há o processo obsessivo, é uma oportunidade de toda a família para deitar o olhar so sobre a outra parte da existência que a é a vida espiritual. Então, o processo obsessivo não é algo que devemos achar que fomos premiados dentro da do nosso ambiente familiar com esse tipo de adoecimento, porque nós estamos todos estamos envolvidos e temos um aprendizado. Há uma função bastante importante eh naquele processo obsessivo do nosso familiar. Ótimo. Eh, atualizando uma informação que eu dei no início, nós podemos sim retomar a a os questionamentos de vocês, tá? Vocês estão vendo, tem um colega nosso voluntário aqui na frente de azul. Se alguém quiser encaminhar alguma pergunta paraa Dra. Débora, paraa Dra. Gilda, por favor, levanta a mão. Ele vai até vocês e anota a pergunta, tá bom? Doutoras, gostaria que vocês falassem agora sobre as atitudes que podem facilitar a o início de um processo obsessivo. Eh, porque eu entendo que muitas vezes o espírita, que a família que já frequenta a casa espírita consegue perceber mais facilmente quando alguma coisa está degringolando, digamos assim, n? Olha, acho tem alguma coisa acontecendo. Vamos procurar a casa espírita. Mas quem não é espírita, eh, quem não conhece a doutrina espírita, mas que vai ver por alguma razão esse nosso bate-papo, ou, ou mesmo pessoas que frequentam a casa espírita, mas que não estão muito atentas aos processos, aos aos fatos, né? Eh, o que que pode facilitar para todos nós de maneira geral a identificação de um processo obsessivo? Qual é o o start pra gente para chamar a nossa atenção e dizer, tem alguma coisa errada aqui. Vamos buscar ajuda? >> Interessante, né, Ricardo? Porque nós vivemos hoje num mundo das distrações. Então, nós estamos distraídos dentro da família, como a Gilda bem trouxe agora, né, a o processo obsessivo como prova, fator de despertar,

é, Ricardo? Porque nós vivemos hoje num mundo das distrações. Então, nós estamos distraídos dentro da família, como a Gilda bem trouxe agora, né, a o processo obsessivo como prova, fator de despertar, mas nós andamos distraídos. Nós vivemos dentro do mesmo lar, sem nos ver, sem nos identificar. convivemos, mas assim, sem aprofundarmos as nossas convivências, inclusive conosco. Nós não fazemos um diálogo interno, nós não fazemos uma escuta íntima. Vamos vivendo, levando a vida num piloto automático, num processo de horizontalização, em que amanhecemos o dia e vivemos ali nos no trabalhando, angareando o bem material, reproduzindo até um dia que vem a morte biológica que nos leva para que possamos reconhecer ser um processo obsessivo ou que algo não vai bem, é preciso um olhar atento num primeiro momento. É preciso que tenhamos olhos de ver. É preciso que estejamos no nosso processo de autoconhecimento, porque aí eu consigo perceber aquela emoção que me chega. Mas espera lá, eu estava bem. Que tristeza é essa que me chega? Mas espera a essa raiva que me vem em relação a fulano, a belrano, seja familiar ou não. Quantos processos obsessivos se desenvolvem além do seio da família nos nossos ambientes? profissionais, nos nossos ambientes sociais e, por que não nos nossos ambientes religiosos? Mas é preciso que estejamos querendo ver, é preciso que caminhemos pela vida nesse processo de autoobservação, porque aí eu identifico, né? Quer dizer, essa emoção eu não estava assim. A vida caminhava bem e de repente vem uma raiva, uma tristeza, uma ogeriza em relação a alguém ou uma repulsa. E nós, então, se estivermos atento de onde isso vem, é lógico que o conhecimento e a aceitação da realidade espiritual, do mundo espiritual, da existência, né, do mundo espiritual, essa força da natureza que são os espíritos atuando sobre nós, Kardec irá nos dizer dizer que eles se nos acotovelam, né? E há o entendimento de que nós somos influenciados pelos espíritos, como tá lá no livro dos

natureza que são os espíritos atuando sobre nós, Kardec irá nos dizer dizer que eles se nos acotovelam, né? E há o entendimento de que nós somos influenciados pelos espíritos, como tá lá no livro dos espíritos, de ordinário, são eles que nos conduzem. Então, é preciso estar atento que tipo de pensamento eu tenho cultivado, onde eu tenho colocado a minha casa mental, as minhas emoções, porque assim se faz mais fácil. Se vem algo, um pensamento intrusivo, uma emoção que não é minha, eu mais facilmente, mais prontamente a identifico. Mas se eu sigo na minha vida ali levando a vida sem, como diz o o o rapaz da música, deixa a vida me levar, cuidado, porque nessa onda de deixar a vida me levar, sem os olhos atentos, sem o nosso autoconhecimento em prática, sem a a a as escutas internas, nós Nós podemos ser confrontados por processos muito sérios e às vezes já muito avançados. Falando das máscaras da obsessão, eu gostaria de lembrar das máscaras que às vezes vem como adoecimentos físicos, hipertensões, arritmias. às vezes processos de adoecimentos graves no âmbito das emoções, né, a área da Gilda, a síndromes de pânico, aqueles medos infundados. Mas se estamos desatentos, como saber se esse medo é apenas meu ou se esse medo traz o acréscimo de uma mente de alguém que se aproximou de mim em determinado momento. Como saber que aquela gastrite, como saber às vezes que aquele processo oncológico não teve a sua gênese num processo obsessivo? Estamos descuidados, não é, minha gente? Caminhando descuidados com uma instância importantíssima da nossa vida, que é o pensamento, a sintonia. as induções mentais, o que plasmamos com a mente, o que atraímos, as associações que trazemos para junto de nós com aquilo que pensamos. Então, identificar um processo obsessivo é preciso que estejamos atentos, porque se não estivermos, muitas vezes a coisa assume proporções complicadas, aflitivas e às vezes vamos fazendo périplo de consultório médico em consultório médico. sofrimentos atrozes do ponto de

s, porque se não estivermos, muitas vezes a coisa assume proporções complicadas, aflitivas e às vezes vamos fazendo périplo de consultório médico em consultório médico. sofrimentos atrozes do ponto de vista físico, do ponto de vista emocional, sofrimento psíquico, até que muitas vezes vamos bater as portas de uma casa espírita, mas já num grau de patologia que demandará longo tempo para se reequilibrar e às vezes os danos que esse processo traz ao arcabolso físico, seja neurológico ou de outros órgãos e ao arcabolso psíquico, talvez sejam para essa existência irreversíveis. Então, se eu pudesse deixar, né, nessa pergunta do do Ricardo algo para pensarmos, por onde temos caminhado, onde temos depositado a nossa casa mental e quanto de tempo e energia temos dedicado à nossa escuta interior, porque dessa maneira estaremos mais propensos à identificação dos processos obsessivos em fase precoce e mais fácil de tratamento. >> Ótimo. Eh, enquanto você falava, Débora, eu lembro daquela resposta do Kardecado sobre o que era aquilo que ele estava propondo quando do lançamento da primeira edição de O Livro dos Espíritos. E o Kardec conceituou o Espiritismo como uma ciência de observação e uma filosofia com consequências morais. Eh, talvez hoje o Kardec dissesse que o Espiritismo é uma ciência de autoobservação, >> né? Porque eu tenho sido repetitivo nas palestras em dizer, gente, não é suficiente a gente ler centenas de livros, não é suficiente a gente assistir centenas de palestras. Se a gente não fizer essa viagem para dentro em busca de alguma coisa que não mostre o caminho, a gente vai voltar do jeito que chegou. O Dr. Inácio Ferreira, ele tem um livro cujo título é emblemático. O título é egos em conflito. >> Olha, >> né? Quantos egos nós trazemos das encarnações anteriores estão conflitando com o ego atual? Isso para dizer, não é, Débora e e Gilda, que muitas vezes pior do que um processo obsessivo é o processo autoobsessivo. >> Porque o obsessivo você olha para fora e

estão conflitando com o ego atual? Isso para dizer, não é, Débora e e Gilda, que muitas vezes pior do que um processo obsessivo é o processo autoobsessivo. >> Porque o obsessivo você olha para fora e identifica o, entre aspas, o inimigo. E quando o inimigo está dentro de você e quando são os egos que estão em conflitos dentro de você e você não não consegue perceber porque você está procurando eles fora, tá procurando o inimigo fora e o inimigo está dentro. E aí, minha amiga, é gastrite atrás de gastrite, não tem não tem médico, não tem remédio que resolva, >> resolva, >> não é isso? >> Exato. As fixações mentais, as rigidezes mentais, né? É exato >> que às vezes a gente caminha na vida assim, se autoobsidiando. >> É aquela coisa, né? Você sabe como eu sou, não mudo não. Pelo amor, vamos mudar sim. A gente veio para mudar, a gente veio para isso. >> É. E, e é interessante assim, eh, você tá falando da questão aí de ego, eh, eu também enquanto a a Débora estava falando, né, eu estava me recordando dessa questão da nossa bagagem, né, nós trazemos, né, primeiro, pelo princípio mesmo das vidas sucessivas, nós trazemos todas as nossas bagagens emocionais, psíquicas, vida após vida. E isso fica depositado em algum lugar. Nós não transitamos aqui no mundo consciente ou na parte consciente da nossa dinâmica psíquica, trazendo todos os dias esses conteúdos, mas eles ficam guardados no nosso inconsciente. Isso pouco a pouco vai sendo dispensado na medida em que nós requeremos por uma via ou outra, seja pela busca do autoconhecimento, ou seja, por um transbordamento aonde já não cabe mais dentro da nossa alma esse conflito que eh se estabelece entre luzes e sombras, vamos assim dizer. Então, nós trazemos um conteúdo imenso eh no nosso mundo inconsciente. E nesse mundo inconsciente, o espiritismo reforça não somente a psicologia, a parte da psicologia profunda, a psicologia de Car Gustavo Jung, a transpessoal de que nós temos uma a nossa maior parte da nossa vida psíquica está no inconsciente, mas

rça não somente a psicologia, a parte da psicologia profunda, a psicologia de Car Gustavo Jung, a transpessoal de que nós temos uma a nossa maior parte da nossa vida psíquica está no inconsciente, mas também no espiritismo, né? os espíritos nos trazem que esses conteúdos inconscientes trazidos de outras vidas também ficam lá nesse próprio inconsciente e eventualmente eles vão sendo dispensados, né? Então, eh, saber lidar com essa questão do que é meu, o que não é meu, requer esse processo de autoconhecimento, essa coragem para olhar internamente, olhar para si mesmo tal qual se é, compassivamente, sem julgamentos, sabendo que nós estamos dentro de um contexto de aprendizado, estamos dentro de um contexto de reparação nós conosco, né? Porque quantos de nós não carregam culpas milenares de vários processos que nos impedem muitas vezes de transitar de uma forma mais equilibrada emocionalmente. Então a via essa de essa esse essa percepção que Débora tá falando é esse processo é enveredar por esse processo de autoconhecimento para saber quem se é, para então no outro momento distinguir o que é meu o que é do outro. Não, isso não é meu, porque eu me conheço com lures e sombras. Eu sou capaz, sim de ter esse tipo de atitude, mas não aquela outra. Então, nós temos essa tarefa impostergável, notadamente nessa encarnação tão importante que nós estamos vivenciando dentro de uma transição planetária onde tem trazido gravíssimos processos. E esses processos estão muito vinculados a essa vida interior nossa, aquilo que devemos decidir no aqui e agora para que a gente possa então fazer essa esse caminho de de ter a certeza, não sou eu que estou atuando aqui neste momento, não. Mesmo sendo influenciados para o bem e para o mal, mas sabemos que somos nós que estamos atuando. E aí eu lembrei também que eh Joana que traz muito a questão da autoconsciência, né? Eh, essa autoconsciência diz respeito a essa diferenciação que nós devemos fazer eh entre nós e a massa e o todo, que ao final nos leva ao chamado processo de

z muito a questão da autoconsciência, né? Eh, essa autoconsciência diz respeito a essa diferenciação que nós devemos fazer eh entre nós e a massa e o todo, que ao final nos leva ao chamado processo de individuação, se se reconhecendo como ser singular, único e com a sua própria individualidade, que faz com que nós percebamos também quem somos. nós o que é um movimento de massa. Porque todas as vezes que eu cito isso, eu lembro eh daquela multidão, daquela turba que pediu a crucificação de Jesus. Ali flagrantemente pessoas reunidas, muitas sequer sabiam o que estavam falando, mas tomados por uma energia psíquica influenciada por espíritos inferiores, foram tomados daquela obsessão coletiva e pediram a condenação de um inocente. Então isso não, eu tô estou colocando isso para dizer que também acontece no nosso mundo contemporâneo essas situações aonde a gente se envolve em um movimento de massa porque não estamos dispostos a fazer um processo de autorresponsabilização, de olhar para nós mesmos e nos distinguir em pensamentos, sentimentos, desejos diferentes daquilo que a sociedade contemporânea está requerendo no momento, né, que a gente chama espírito da época, né, ou aigast dentro da psicologia, aonde há um conjunto de crenças, valores, aonde nós somos todos inseridos e a gente corre atrás daquilo, melhor performance, competência, né, alguns valores que nos distraem desse processo de interiorização e dizer isso, aqui não cabe para mim, isso aqui não diz respeito a mim, esse sentimento aqui decorreu de um processo que não é um processo meu. Então, eh, em resumo, o processo de autoconhecimento, ele envolve tudo isso, que é a proposta que a doutrina espírita traz precipue. E filosoficamente, há muito tempo a gente já está com essa dica, né? conhece-te a ti mesmo, até para que a gente possa fazer todo esse processo de reconhecimento. Então, é impostergável, mais do que nunca, a gente se diferenciar como seres únicos, com a sua história de vida e com teu processo individual de eh de

possa fazer todo esse processo de reconhecimento. Então, é impostergável, mais do que nunca, a gente se diferenciar como seres únicos, com a sua história de vida e com teu processo individual de eh de reconhecimento, percepção e ajustes dessas questões que há muito nós estamos guardando no inconsciente que vai eventualmente vir à tona para que a gente possa trabalhar. Então, é melhor que façamos de uma forma voluntária, empreendendo esse processo de autoconhecimento, do que sermos surpreendidos em algum momento por um impulso, por uma raiva que a gente não consegue reconhecer de onde vem, mas muitas vezes vem de nós mesmos, de algumas coisas guardadinhas que a gente guardou porque não tinha condições de elaborar, mas virar à tona porque nós temos um destino que é a plenitude e todos nós precisaremos passar por essas noites escuras da alma pela caverna de Platão, para que a gente possa então enxergar tais quais somos e então dessa forma nós vamos saber diferenciar quem somos nós, quem é o outro, né? >> Ótimo. Ou seja, já que você citou o Jung, precisamos chegar ao nosso estado de Nigredo. >> É isso aí, >> lá no fundo do poço para poder vislumbrar a luz. Isso. >> Eu estou aqui com umas perguntas eh da nossa plateia e tem uma pergunta do chat e nós temos 10 minutos. Eh, essa daqui do Ari Borges. Eu vou fazer as três porque uma, inclusive, eu acho que a Débora já respondeu. O Ari Borges, obrigado, Ari. Ele colocou assim: "Como vocês identificam quando o indivíduo, no lugar de uma obsessão está com a mediunidade aflorada? pode confundir também, né? Eh, como seria o tratamento? >> É interessante que todo obsediado é médium. É importante lembrarmos isso, não é? A pessoa chega muitas vezes num processo obsessivo severo, a mediunidade está envolvida. Muitas vezes a eclosão da mediunidade ela se dá de uma maneira torturada, tormentosa, aflitiva. E às vezes a pessoa a depender do meio onde ela está inserida, do ambiente familiar, do quanto de conhecimento ela própria e a família, o meio onde ela transita. tem

a torturada, tormentosa, aflitiva. E às vezes a pessoa a depender do meio onde ela está inserida, do ambiente familiar, do quanto de conhecimento ela própria e a família, o meio onde ela transita. tem a cerca da realidade espiritual. Às vezes esse processo se estende por muito tempo, até que por alguma via, um conhecido, um amigo, às vezes até um médico, hoje a gente tá recebendo, né, nas casas espíritas encaminhamentos de colegas médicos. Olha, meu amigo, isso que você tem transtorno mental. Isso que você tem um adoecimento físico, né? Isso que você apresenta é uma mediunidade em desequilíbrio. Procure uma casa espírita e a pessoa chega até nós, né, até oos centros espíritas. Então assim, essa pessoa é colocada em tratamento e ao longo do tratamento vai se identificando, né, a mediunidade. Mas às vezes esse é um processo longo, doloroso, em que a pessoa passa bons momentos de adoecimento, de sofrimento, até que se identifique, não é? Mas nos processos obsessivos, em especial os processos mais severos, né, processos de subjgação em que a pessoa se encontra sobotes, né, obsessoras. Às vezes o processo é bem complicado, realmente, mas lembrando que são médiuns, né? E aí então a identificação se dá por uma criteriosa análise, né, por uma orientação pelos tratamentos. Nós temos aqui na comunhão espírita uma divisão vinculada a DAI, a diretoria de assistência espiritual, que é a diamo, que é a divisão que presta esse acolhimento, esse atendimento aos médiuns que chegam com esse tipo de mediunidade. mediunidade que eclode, aparece de maneira ostensiva, em desequilíbrio, atrapalhando o exercício diário, a pessoa começa a sofrer constrangimentos na vida profissional, na vida social. Então, essa pessoa chega a casa, é encaminhada para essa esse setor, né? E ali ela recebe orientação, tratamento, mas e muitas vezes chegam em processos obsessivos severos, né? Então é eh eh é e é é importante lembrar isso e às vezes a identificação é demorada. Não sei se a Gilda quer complementar. E

tratamento, mas e muitas vezes chegam em processos obsessivos severos, né? Então é eh eh é e é é importante lembrar isso e às vezes a identificação é demorada. Não sei se a Gilda quer complementar. E >> não, acho que ficou perfeito isso aí. Eu quero aproveitar o os 5 minutos restantes. Você já disse que não vai complementar, né, Jilda? Eh, eu queria ouvir a pergunta que veio pelo chat. Wagner, você pode ler pra gente, por favor? >> Sim. A nossa irmã aqui, ela tá perguntando: "Quando o obsidiado não quer tratar no centro e se recusa a receber qualquer tipo de ajuda, como podemos ajudar ele da melhor forma neste caso, >> excelente pergunta. É >> excelente. >> Eh, não necessariamente precisaríamos de um centro espírita para fazer esse processo de desobsessão, porque como Débora falou anteriormente, eh, a desobsessão se dá pela mudança que empreendemos em todo o nosso contexto de vida, começando pelos pensamentos, comportamentos e tantos outros que proporcionam o processo obsessivo. Então, se a pessoa se comprometer mesmo a fazer eh de uma forma solo um processo desobcessivo, também daria certo. Ou seja, buscar observar quais comportamentos que está levando aos desequilíbrios, aonde percebe-se que há uma influenciação espiritual que esteja exacerbando esse contexto, se vincular à prece, por exemplo, uma forma que nós temos de obter o amparo dos benfeitores espirituais que nos assistem nesses processos notadamente de adoecimento espiritual, que é o caso da da obsessão. buscar leituras, buscar conhecimento, mais do que nunca tá falando de autoconhecimento como processo interno, mas nós precisamos também conhecer esse o que envolve um processo obsessivo, quais os mecanismos de um processo obsessivo, notadamente mediunidade. O que é mediunidade? Como é a minha mediunidade? como a minha mediunidade proporciona eu vincular tão rapidamente ao mundo espiritual de baixas vibrações. Nós precisamos também fazer esse processo de busca de conhecimentos para que a gente possa fazer essa rede de

diunidade proporciona eu vincular tão rapidamente ao mundo espiritual de baixas vibrações. Nós precisamos também fazer esse processo de busca de conhecimentos para que a gente possa fazer essa rede de apoio para fazer uma autodesobsessão caso a pessoa não queira vir para um centro espírita. Temos todos esses recursos aqui, esse programa, as palestras, os o estudo sistematizado da doutrina espírita, o estudo da mediunidade, tudo isso nos auxilia a fazer esse processo de desobsessão e caminhar de uma forma mais segura, sem o adoecimento espiritual. melhor seria, né, optar por uma estrutura, uma instituição bem montada, né, com os grupos de desobsessão, com os passos, né, o passe é uma parte bastante importante, porque como quando estamos tomados por um processo obsessivo, principalmente aqueles mais agravados de subjulgação, fascinação, também os chamados obsessão simples, que para mim no simples não tem nada, né? Nós somos tomado também envolvidos por energias deletérias ensufladas pelos espíritos que estão fazendo essa eh injunção negativa pertine. Quando nós tomamos o passe, nós somos liberados, somos recebemos um banho energético que faz com que a gente tenha um respiro e tome as próximas decisões em direção à saúde espiritual. Então, se a pessoa não está aceitando vir ao Centro Espírita, né, e se tivermos condições de ter essa conversa franca, que possamos passar esse eh essas informações, eh sugerir as palestras que a gente tem no YouTube, não somente da nossa casa, mas de outras também, para que a pessoa possa então iniciar o processo dela desobcessivo, porque eh não salvamos ninguém, não temos como obrigar ninguém fazer um processo desobsessivo, vir se cuidar dentro de um centro espírita. A pessoa só o faz deseja. É preciso respeitar o livre arbítrio dessa pessoa, exceto se essa pessoa já totalmente tomada das eh das suas, vamos dizer, já comprometida nas suas decisões, né, como são os casos mais agravados de possessão, precisa de um terceiro para poder acudir. Então a gente faz uma

já totalmente tomada das eh das suas, vamos dizer, já comprometida nas suas decisões, né, como são os casos mais agravados de possessão, precisa de um terceiro para poder acudir. Então a gente faz uma intervenção como existe as intervenções em todas as áreas da saúde também, né? Mas nós precisamos sugerir, porém não obrigar, né? É verdade, >> Gild. Eu podia só pegar um gancho na sua fala para essa irmã que também que trouxe a a questão. Muitas vezes o processo obsessivo às vezes é um familiar, é um filho, é alguém muito vinculado ao nosso coração num processo obsessivo já muito sério, em que a sua vontade está completamente cerciada. pelo processo. Então, a oração, a força da família, a força do ente querido, da mãe, do pai, como a Gilda trouxe aqui, a força da família orando. Oração, irá nos dizer Aniceto é o maior influxo magnético que a criatura humana pode lançar mão, orar por esse seu ente querido. Porque às vezes a pessoa tá tão tomada pelo processo obsessivo, notadamente quando associado a ele os processos de vampirismo, com o resvalo na droga de são, na dependência química severa. E a pessoa está destituída naquele momento da sua vontade orar por ele. Evangelho no lar, orar por ele nas casas espíritas, orar por ele em casa, colocar o seu nome nas irradiações, irradiar em seu favor, orar. Nós esquecemos muitas vezes desse recurso precioso. A Gilda trouxe a prece, o passe, né? Então assim, não desistamos. Vamos orar, vamos seguir com com a certeza de que podemos e devemos fazer muito pelos nossos entes queridos que se encontram em graves processos de adoecimento para que eles saiam desse eh processo mais sério de fundo do poço e cheguem numa situação como que a Dilda disse em que a consciência então já melhor, mais tratada, pode optar pelo seu tratamento, sua autocura, sua sua melhora, né? Então, muitas vezes eles estão completamente cerciados e a oração é esse influxo magnético poderoso. Orem. Orem pelos seus filhos, orem pelos seus queridos, orem por aqueles que estão

sua melhora, né? Então, muitas vezes eles estão completamente cerciados e a oração é esse influxo magnético poderoso. Orem. Orem pelos seus filhos, orem pelos seus queridos, orem por aqueles que estão perto de vocês em processos graves de adoecimento e que com certeza em algum momento eles despertarão. Antes de você passar, só lembrar também que a nossa casa tem um tratamento espiritual à distância. Temos o atendimento fraterno que pode ser acessado pelo nosso site e pode ser feita uma solicitação de atendimento fraterno que, por sua vez, ouvindo o caso, pode encaminhar o caso para um tratamento espiritual à distância. Perfeito, gente. Infelizmente o nosso tempo acabou, mas eu quero passar uma missão impossível para vocês duas. Eu não queria deixar sem resposta os nossos amigos que mandaram essas perguntas. Eh, uma delas fala sobre a síndrome de pânico, né? como abordar, como sair dela. E na e a outra pergunta que eu acho que pode ser associada na resposta, Débora, se o bornout pode ser considerado um processo obsessivo coletivo. Então, bornout e síndrome do pânico. >> Sim, sem dúvida nenhuma, são duas máscaras, né, da obsessão, a a o transtornos, o transtorno de ansiedade chegando a a síndrome do pânico, os medos, né? Muitas vezes a síndrome do pânico nasce com a ensuflação do medo sutil e a pessoa então vai agasalhando aquela ideia, aquilo vai tomando o corpo, vai crescendo até chegar num momento, né, de adoecimento grave, como é uma crise da síndrome do pânico. Síndrome do pânico, sem dúvida nenhuma, pode sim ser uma das máscaras que os processos obsessivos assumem. Aliás, todos os transtornos psíquicos, a gente precisa lembrar, podem ser brechas para os adoecimentos obsessivos. Então, é importante que estejamos atentos, né? E o Barn, sim, pode ser também uma das máscaras da obsessão. Agora, é importante lembrar, minha gente, que isso não nasce da noite pro dia. O burnout, nem o a síndrome do pânico não nasce da noite pro dia. Eles começam, não é, em processos sutis.

s da obsessão. Agora, é importante lembrar, minha gente, que isso não nasce da noite pro dia. O burnout, nem o a síndrome do pânico não nasce da noite pro dia. Eles começam, não é, em processos sutis. Por isso que a gente diz, é importante estarmos nos analisando, nos observando no ambiente de trabalho. Como eu me conduzo, como eu chego no ambiente de trabalho, como eu me coloco frente à vida, qual a minha visão de mundo. oro, né, antes de sair de casa, eu mantenho um padrão vibratório elevado, porque nada surge de súbito. Os processos obsessivos não surgem de súbito. Muitas vezes nós somos observados por décadas pelos nossos irmãos. Eles vão nos conhecendo. Eles nos conhecem muitas vezes mais do que nós mesmos. Sabem das nossas fragilidades e das nossas vulnerabilidades e nos atacam exatamente nos pontos de vulnerabilidade. Então eu quero trazer pra gente compreender a frase de Kardec. Há uma força física, contrapõe-se uma força física. A uma força moral, contrapõe-se uma força moral. Os processos obsessivos precisam do contraponto moral, da autoobservação, do autoconhecimento, reta, da concentração mental, da busca pelo autoequilíbrio. poderemos conviver com os nossos cobradores de ontem por uma vida inteira, mas sabendo que eles estão ali, porque muitas vezes Deus permite que eles caminhem conosco, porque às vezes no ontem nós colaboramos para suas quedas. Então, no hoje, adivinhem quem tem a tarefa de reequilibrá-los? É o que Jesus disse, é o que Chico disse aquela senhora. Chico, tem um encosto aqui, um obsessor do meu lado. Tira ele, Chico. E Chico disse: "Ah, minha irmã, vamos nos evangelizar nós e eles." Então, às vezes a gente pode sim caminhar com aquele obsessor, sabendo que ele tá ali e nos esforçando pela nossa evangelização, ao mesmo tempo que trabalhamos pela evangelização dele. Porque, minha gente, somos seres humanos, nós e eles, com as nossas dores, as nossas dificuldades, as nossas vulnerabilidades. E todos trazemos um determinismo que é divino, que é da felicidade.

dele. Porque, minha gente, somos seres humanos, nós e eles, com as nossas dores, as nossas dificuldades, as nossas vulnerabilidades. E todos trazemos um determinismo que é divino, que é da felicidade. Então, nada de temor, nada de medo, nada de pensar que se deve exorcizar. Não acreditamos, né, em nenhuma técnica de exorcismo. Nós acreditamos na autoconsciência, no autodespertar, no autoconhecimento. Nós acreditamos no autoaprimoramento nosso em primeira instância. E ao fazê-lo, colaboramos pela evangelização, pelo autoaperfeiçoamento desses irmãos que convivem conosco. Muitas vezes trazemos do ontem ou às vezes os atraímos no nosso hoje. >> É isso sempre, gente. Infelizmente o nosso tempo acabou. Gostei de bater papo com vocês. Muito interessante. Vocês gostaram também? >> OK. Muito bom. Quero agradecer aqui a Débora, a Gilda, muito obrigado por terem aceitado o nosso convite. É, o convite está aberto, as portas estão abertas para outros encontros. Voltem sempre que vocês quiserem contribuir com todos nós. A, o comunhão inspira está sempre de portas abertas para vocês. Muito obrigado, hein? >> Obrigado. >> Muito obrigado a vocês todos pela participação, pela audiência. Obrigado aqueles que nos acompanham também pela TV e pela rádio comunhão. A gente se encontra aqui no próximo mês, no último sábado do mês de novembro. Eu não estarei aqui, eu estarei viajando, mas o Alcío Almeida vai me substituir no Comunhão Inspira do mês de novembro. E para encerrar, eu vou pedir a uma de vocês para fazer a prece de encerramento. Pode ser? >> Pode. >> Você, Gilda? >> Uhum. por favor. Então, neste momento, nós agradecemos ao nosso pai maior por aqui estarmos mais uma vez na lida conosco, no sentido de cumprirmos e abraçarmos nosso legado divino. Fomos criados para plenitude, para felicidade. Estamos a caminho, mas nós solicitamos a esse pai, a Jesus notadamente, nosso mestre de amor, que nos ensinou o caminho, a verdade e a vida, porque necessitamos desses condutores do amor para que

ade. Estamos a caminho, mas nós solicitamos a esse pai, a Jesus notadamente, nosso mestre de amor, que nos ensinou o caminho, a verdade e a vida, porque necessitamos desses condutores do amor para que possamos alcançar o nosso destino, a plenitude E agradecidas e agradecidos todos nós também pelos benfeitores espirituais que nos assistiram aqui durante todo o nosso encontro. Nós então encerramos dando graças a Deus, que possamos levar aquilo que bateu mais forte em nossos corações para a nossa análise pessoal. E que não hesitemos em buscar o socorro necessário para que possamos nosguer um eventual processo obsessivo, do qual ninguém está livre enquanto estivermos nesse planeta de aprendizado. Então, na certeza do amparo, na certeza de que fomos inspirados, acolhidos, nós damos então graças a Deus e graças a Jesus por mais este encontro. >> Forte abraço a todos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.

om os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando [música] a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a [música] paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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