MEDO E O INTERMINÁVEL PRESENTE - Germana Carsten [PALESTRA ESPÍRITA]
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A paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz. buscando [música] a ti. Senhor, [música] mesmo tão longe, meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Pedimos aqueles que têm celular que mantenham no modo silêncio ou desliguem, por favor. E saudamos também aqueles que nos assistem e nos ouvem pela TV Rádio Web comunhão. O livro Dias melhores, não reclames. É natural que vaciles, que repetidas vezes caias e te sintas vencido. Porém, não te acomodes na inércia. Levanta-te, embora passos trôpegos. persiste na caminhada. Tudo luta, tudo sofre, tudo anseia. Quem veja sorrindo, é possível que traga o coração em lágrimas. O corpo escultural encerra um espírito com traumas psicológicos que não denda. Quantos em plena juventude já comprometeram amanhã? Aprende a agradecer as bênçãos de que dispões. Se possuístes mais ampla liberdade, é possível que complicasses o destino. Não reclames da disciplina em que a tua vida se pauta. Dentro de a tua atual conjuntura evolutiva, o que tens é mais do que suficiente para que sejas feliz. E nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o médico dos médicos, e pedir esses abnegados amigos espirituais, em especial os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Bezerra de Menezes para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão à distância, aqueles necessitados das nossas energias, aqueles, Senhor, que estão pelos hospitais, pelas ruas, muit das vezes em busca tão somente do pão material, que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino. Seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim
is no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino. Seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo mal. E que assim seja. Meus irmãos, vamos passar a palavra para nossa irmã Germana CER, que vai nos brindar hoje o medo e o interminável presente. Boa noite, irmãos, irmãos internautas, irmãos que estão presentes. Nós temos um tratamento que eu acho que é do conhecimento de alguns de vocês e outros que estão chegando na casa, que é o passe de tratamento obsessivo e tratamento individual. O o que é de desobcessivo é aquele que entram várias pessoas, que que tem uma influência básica, um pouco mais severa. E se ali algo ainda fica para se demorar mais ou ser vista um pouco mais, a pessoa é é encaminhada para o tratamento individual que se chama PTI. Lá nós encontramos cinco ou quatro casos, até oito casos por vez. E às vezes nós encontramos pessoas com casos assim bem bem severos para com elas mesmo e para com a história delas. Então, uma senhora chegou lá e falou assim: "Eu me separei do meu marido porque ele achou outra mulher e eu não perdoo ele e eu não vou me casar com ninguém para ele saber que eu estou sozinha, para ele saber que ele não cumpriu a promessa dele e que ele Ele não foi correto comigo. Vou ficar sozinha para que a minha solidão magoe ele. E aí todo mundo, é, mas é um caso de psicoterapia, psicanálise, terapia e fora. Fez todos os filhos levaram todos, passou por todos os tratamentos e ela continua. É uma ladaainha. Já ouviram falar em ladaainha? Ladaainha você fica repetindo aquela oração 50 vezes, 10 vezes, 15 vezes para que ela possa criar, ela se torna num mantra, né? Então esse era o mantra dela e ela repetia. Isso foi reduzindo e estreitando o presente dela a ponto dela não conseguir mais fazer nada, de não ter mais nenhuma realização profissional remunerada.
né? Então esse era o mantra dela e ela repetia. Isso foi reduzindo e estreitando o presente dela a ponto dela não conseguir mais fazer nada, de não ter mais nenhuma realização profissional remunerada. Os filhos começaram a começaram, não cresceram e colocaram ela o quê? Nas suas despesas. Filhos que cresceram, casaram e continuaram tratando da mãe porque a mãe não conseguia sair dessa ladaainha. Aí eu nós perguntamos o básico para ela naquele papo inicial, mas isso foi esse ano ou em que ano que aconteceu isso? Porque tá muito, tá muito presente, tá muito vulcânico em você. A gente vê se você muda de cor. Há 50 anos atrás, eu falei quanto? 50 anos atrás. Um outro caso, o rapaz depressivo, triste, nada na vida dele dava certo, tudo muito arrastado e eu não consigo chegar nele lugar. Tudo que eu começo eu não termino, eu não tenho disciplina. E eu acho que tudo isso a culpa é da minha mãe. Falei: "Nossa, o que que sua mãe fez de tão terrível com você? Minha mãe tentou se matar pulhando de um telhado e eu só tinha 3 meses de vida. Ela peg me pegou no colo e subiu no telhado. Meu telhado, nossa casa era alto, pé direito alto e ela ia pular. Falei: "Nossa, então ela ia ou pulou, você tá sobreviveu, o que que aconteceu?" E ele falou assim: "E no minuto que ela ia pular, ela mudou de ideia. Falei: "Ah, então por isso que você tá aqui. E quantos anos você tem?" 45 anos. O que nos faz ficar presos no passado? Esta mulher estava no presente, este homem estava no presente. O que que acontece com a mente humana quando você fica ruminando uma situação que pode ter sido inevitável, pode ter te pego de uma forma inesperada, porque sempre é, né? Mas esse homem, a memória era da mãe. A mãe contou para ele, mas ele tinha memória. Claro, a criança percebe a carga da mãe, recebe aquela memória da da de toda a situação, porque nós somos seres bidimensionais, estamos temporariamente no corpo físico, na dimensão material, mas a nossa dimensão é espiritual e nós temos capacidades de forças mentais
da de toda a situação, porque nós somos seres bidimensionais, estamos temporariamente no corpo físico, na dimensão material, mas a nossa dimensão é espiritual e nós temos capacidades de forças mentais e espirituais de perceber o entorno de nossas vidas. Então, não espere vocês que as crianças não entendam nada. As crianças entendem, sim, elas captam a carga energética que vem dos pais numa situação mais severa. Então, ele tinha essa memória de dor e a mãe contou e a memória desceu para camadas muito mais profundas. O que que acontece quando nós vivemos nesse passado? Nós criamos um aqui, agora, lá. O corpo tá em 2026 e a psiquê ela se fragmenta. Eles fizeram um filme sobre isso que se chama Fragmentado, que a psiquiatria fizeram pesquisas e ali comprovaram que realmente a psqu se fragmenta. Parte sua tá lá e uma parte muito pequena e milp está aqui lidando como se você vivesse olhando a vida por um buraco de fechadura, mas você tá ruminando aquele passado e você está aqui não. Mas o oposto também é verdadeiro. Uma pessoa que tem uma negação dessa vida, a vida que recebeu, o corpo que recebeu, os pais que recebeu, o esposo, marido, a profissão, a cidade, não gosto daqui, não gosto do meu corpo, não gosto da vida que eu recebi. Isso aqui para mim é uma negação. E aí eu cheguei aqui e recebi um um uma frase do meu amigo que é sempre muito bem inspirado. Toda vez ele nem sabe do que que eu vou falar. Aí ele recebe uma frase inspiradíssimo, porque essa casa tem essas coisas, tem essas pessoas estranhas que se chama médiuns. E os médiuns percebem coisas, né? E os médiuns chegam e falam uma frase dessa. Presta atenção a frase, ele to primeira segunda-feira ele me dá uma frase. A saudade, vamos falar também do oposto. A saudade é a maior prova que o passado valeu a pena. Então, OK. Então, vamos voltar lá pro nosso tratamento individual severo. A pessoa chega e a vida é um do presente é uma tristeza. Não gosta de nada que tá aqui usando a frase do meu do nosso amigo. Que que a gente percebe no
oltar lá pro nosso tratamento individual severo. A pessoa chega e a vida é um do presente é uma tristeza. Não gosta de nada que tá aqui usando a frase do meu do nosso amigo. Que que a gente percebe no trabalho mediúnico? Que a pessoa teve uma vida passada em que ela viveu com quem? com os afetos mais caros, que conviveu com pessoas que ilustrou a alma dela. Tipo assim, nasce, nasci do lado de Monteiro Lobato, nasci ao lado de Rui Barbosa, fui a a a servente da casa dele, fui a governanta, fui a prima, a irmã, a esposa. E era interessante ouvir aqueles homens sábios falarem, nasci na França, nasci ao lado de Leonardo Davis. Então nós tivemos momentos assim de convivência com gênios e momento também de gramu financeiro, momento de ao lado de pessoas incrivelmente iluminadas. E essas pessoas, claro, a evolução é intransferível individual. mesmo que seja em grupo coletivamente que vivamos, mas essa elas seguem e aí a pessoa, vários casos, não quer estar no presente, amigo, por saudade do passado que valeu a pena. E aí a pessoa não consegue seguir em frente e fica no passado também, não porque ele foi traumático, mas porque ele foi muito bom. Então eu quero que repita. Eu mereço de novo que isso aconteça. Só que nós temos que viver muitas experiências. Nós temos que viver viver situações diferentes para que a gente possa evoluir em todos os segmentos da sociedade. Então nós também temos que nos desapegar do passado quando ele também foi muito bom. Por nós vamos continuar aonde? nas duas situações, nós vamos continuar no medo. No medo, porque foi tão ruim que eu tenho medo que aconteça de novo no futuro. Aí eu me torno uma pessoa incrivelmente controladora, porque eu tenho que garantir que não vai acontecer de novo. Então, voltemos à experiência da senhora. A minha solidão vai castigá-lo. E ela toma o próprio veneno. Ela fica na solidão dolorida, porque ela na realidade tem medo de novamente ser abandonada. Então ela tem uma narrativa de autoengano. Eu estou aqui vingando dele. Não, ela
ela toma o próprio veneno. Ela fica na solidão dolorida, porque ela na realidade tem medo de novamente ser abandonada. Então ela tem uma narrativa de autoengano. Eu estou aqui vingando dele. Não, ela tem medo de casar de novo e ser abandonada. Eu sou incapaz de manter uma pessoa. Então, no bojo de toda essa raiva, de todo esse ressentimento, tem também essa possibilidade. E a pessoa que tem saudade do passado, ela se acha merecedora desse passado. E aqui não é suficiente. E o nosso amigo acabou de abrir um livro que ele também não abriu, né? ele é médium e abriu ali na como é que é? Sem saber do que se tratava aqui. Então, inspiradíssimo, ele abriu esse texto. Então, o que que foi que ele leu? O presente não é suficiente para essa pessoa que tenha essa saudade. Mas a saudade que o meu amigo recebeu na frase é uma saudade que é uma joia. Se nós vivemos uma coisa muito bacana no passado, pô, obrigado, Senhor, por essa joia. Ela me sustenta, porque eu sei o que é felicidade, o que é amor, o que é fraternidade, o que é genialidade. E isso são ferramentas para quê? Para que eu possa no aqui agora evoluir. Mas aí a pessoa vai para o quê? paraa arrogância de achar que por ter vivido aqui o presente é pouco, não é suficiente. Eu quero outro gêno, eu quero outra pessoa iluminada, eu quero todos aqueles afetos, eu tenho, quero todos aqueles bajuladores, eu quero toda aquela riqueza, eu quero todo aquele poder, porque isso aqui é pouco. Deus errou. O meu mentor com certeza devia estar dormindo quando eu reencarnei e ele não viu que me deram uma ficha errada. E a prece dele deve ser assim pro mentor: você pisou na bola, você colocou uma outra ficha para mim, porque eu não era para nascer aqui. Quem aqui já ouviu a frase? Aqui tem muita gente que vem fazer tratamento. Eu sou de outro planeta. Senta lá no nosso tratamento. Sim, você é de outro planeta. Então eu não suporto isso aqui. Já tentei três vezes o suicídio, porque eles vão me devolver pro meu planeta. O que que tem na base desse pensamento?
no nosso tratamento. Sim, você é de outro planeta. Então eu não suporto isso aqui. Já tentei três vezes o suicídio, porque eles vão me devolver pro meu planeta. O que que tem na base desse pensamento? Uma ausência de confiança nas inteligências celestiais. Eles acreditam realmente que as inteligências celestiais não batem o ponto, não vão trabalhar, se esquecem do processo, perde o processo. Eles acham de verdade que as inteligências celestiais, ai meu Deus, erraram. Eu caí sem querer aqui nesse planeta. E aí a morte para ver se voltam para onde eles acham que merecem. E aí o que que eles fazem? Eles projetam o futuro. Então eles ficam vivendo no futuro quando eu voltar para aquele planeta, quando aquele marido que deixar aquela mulher voltar para mim, quando aquela situação linda, maravilhosa que eu vivi vai se vai de novo se estabelecer. E aí o que que acontece? As pessoas um dia se dão conta de que elas estão estacionadas, que o presente não evoluiu e elas começam a se queixar de serem felizes e vitimadas. E aí sempre a espiritualidade tem uma psicografia bonitinha. E eles são tão gentis, tão fofos, eles são tão assim fraternos, solidários, tem uma palavrinha tão bonitinha e eles falam assim uma palavra sempre inteligente. Meu filho, Jesus te ama, ele é misericordioso, tudo está certo. Você está no lugar certo, com a família certa, porque é algo que você tem que aprender. Aí eles fazem assim. Esse espírito é muito fraco. Então, o que que nós podemos aqui dizer? Que nós criamos uma gangorra que a gente fica entre o passado e o futuro. E o aqui fica uma vala, uma vala de ausência do ser. O ser fica no presente. O presente não serve. E aí vem a segunda frase que eu falei dos medos, né? O medo que h que faz você permanecer no passado e projetar um futuro que esse futuro eu quero, outro não me serve. Então existe o quê? o medo e a estranha capacidade de transformar o presente em um lugar estreito, como nos diz Joana de Rangeles. E e ela e ela fala assim: "Esse medo rouba a leveza do agora e o
rve. Então existe o quê? o medo e a estranha capacidade de transformar o presente em um lugar estreito, como nos diz Joana de Rangeles. E e ela e ela fala assim: "Esse medo rouba a leveza do agora e o preenche com antecipações. Então eu fico eu preencho o futuro. Não, isso vai acontecer porque eu tô com medo. Então eu eu transformo a minha mente numa mente catastrófica. Eu me torno um controlador impedindo que aquela dor aconteça. Ou eu fico correndo atrás de situações que pareçam com aquela que eu quero que retorne. Então, a Joana de Anges, ela traz uma coisa muito interessante que eu acho que eu eu quero ser literal aqui, ó, que ela fala assim: "O medo é uma das emoções mais profundas do ser humano, nascendo muitas vezes da insegurança interior, das culpas inconscientes, da dificuldade de confiar na vida. É como se a criatura se afastasse da certeza divina e passasse a enxergar apenas as ameaças do caminho. Então o medo dilata o tempo. E quem é que perde isso? O presente, o presente perde porque a pessoa está ausente. E aí o tema de hoje que é super interessante, muita gente me ligou para perguntar por o que que seria o presente interminável. Eles acharam que era uma pessoa que ficava no presente o tempo inteiro. E aí vem Joana de Angesatura fantástica que ela diz o o seguinte: "O medo desfigura e entorpece a realidade, agiganta e avoluma insignificâncias, produzindo fantasmas onde apenas suspeitas se apresentam. É responsável pela ansiedade? medo de perder isso e aquilo, sem se dar conta que somente se perde o que o que se não tem, portanto, o que não faz falta. Então, ela dá exemplos incríveis. Ela fala o seguinte: "Olha onde estava o medo. Ela elenca pessoas da era apostólica. O Simão Pedro, por medo dos poderosos do seu tempo, negou o amigo que o amava e a quem amava. Então, o que que aconteceu? que Simão Pedro naquele momento que negou Jesus três vezes, ele desconfiou do passado recente. Ele foi o que presenciou todos os milagres, todos os feitos de amor de
amava. Então, o que que aconteceu? que Simão Pedro naquele momento que negou Jesus três vezes, ele desconfiou do passado recente. Ele foi o que presenciou todos os milagres, todos os feitos de amor de Jesus. Quando ele se viu na possibilidade de passar pelo sofrimento de Jesus e morrer, ele olhou para aquilo e falou: "Então, eu não vivi o que eu vivi". Ele desconfiou do de si mesmo, do que ele viu, do que ele presenciou. O medo tomou tanto, tão conta dele, a estreiteza da mente dele chegou a tal ponto que solapou as emoções emocionantes do que ele viveu ao lado de Jesus. Foram foram assim feitos grandiosos. Ele tinha assistido Lázaro sair do túmulo. Ele tinha visto todas as os milagres com os leprosos, todos aqueles que endemoniados que voltaram à consciência saudável, todas as doenças que ele curou, sermão da montanha, que é o maior código divino na terra de beleza e justiça, fraternidade, solidariedade. Naquele momento o medo foi tão grande que Simão desconfiou de que o que ele viviu, os sentidos dele viveu, não, não existiu. Isso não é real. Então não é real. Se ele foi preso, ele foi, então não é real. Ele duvidou de si mesmo, das próprias convicções. Judas, por medo que ele não levasse a cabo os compromissos assumidos, vendeu o benfeitor. O caso do Judas é o contrário. Ele forçou Jesus a se tornar verdadeiramente o príncipe da Judeia, daquele povo, e que e que transformasse e libertasse ele eles do julgo de Roma. Ele queria que Jesus usasse o poder dele revolucionário. Então aí ele fez o quê? Por medo, ele projetou o futuro. Não, se Jesus for preso, ele vai reagir. Então, ó, o medo, o que que o medo faz? Os beneficiários das mãos misericordiosas de Jesus, por medo, se omitiram quando ele foi levado ao sublimo holocausto. Quem vocês escolhem? Barrabás ou Jesus? Todo mundo ficou em silêncio. Os curados por ele, o que ele os que ele curou. Naquele momento, eles olharam o poder do mundo e olharam Jesus e duvidaram também de si mesmos. Tiveram medo de morrer, enquanto Jesus só falou do reino dos
urados por ele, o que ele os que ele curou. Naquele momento, eles olharam o poder do mundo e olharam Jesus e duvidaram também de si mesmos. Tiveram medo de morrer, enquanto Jesus só falou do reino dos céus. Pilatos, por medo indeciso, lavou as mãos quando quanto à vida do justo. Pilatos, por medo de manchar a própria imagem, ele também não fez o que devia. E Aná e Caifás com medo do homem livre. Verdade. Porque Jesus não chegou com nenhum título religioso, com nenhum título de seita, nem nem nenhum partido político. Era um homem livre. E para os rapazes lá do Sinédrio, eles se livraram daquilo que eles não podiam controlar e que mostravam mais poder do que ele, do que eles. E aí Joana vem e diz uma coisa fenomenal, que é a palestra de hoje. Mais importante do que pensar e repensar nas causas do medo é atitude saudável ante uma conduta existencial tranquila pelo fluir cada momento em plenitude sem memória do passado, evitando o padrão atemorizante, nem preocupa com o futuro. A existência humana deve transcorrer dentro de um esquema atemporal, sem passado, sem futuro, num interminável presente. Momentos de felicidade de Valdo Pereira Franco. autora espiritual é Joana de Angeles, que é uma psicóloga que estudou 50 anos de psicologia no mundo espiritual para estar aqui e trazer a coleção, a coleção que se chama coleção psicológica. Então, gente, quando eu li isso aqui, eu falei: "Gente, eu tenho que levar isso uma palestra no interminável presente". Então, quando a gente vê esse interminável presente, o que que a gente pensa? Nossa, a gente não pode porque a gente não morre. A gente não reencarna, a gente, mas o interminável presente que ela se refere é uma condição íntima, é um estado de ser dos iluminados. O Frei Leião chegou para Francisco de Assis e falou: "Francisco, você está aí capinando esse mato, esse jardim. Se eu dissesse para você que você vai morrer amanhã, o que você faria? A resposta dele foi o texto de Joana. Eu continuaria capinando. O que significa? Significa que os
pinando esse mato, esse jardim. Se eu dissesse para você que você vai morrer amanhã, o que você faria? A resposta dele foi o texto de Joana. Eu continuaria capinando. O que significa? Significa que os iluminados, quando eles vêm paraa terra, eles estão sempre no aqui e agora. Eles podem ter vindo da companhia de Jesus, da companhia dos grandes e memoráveis mártires da nossa história, com projetos incríveis planetários. Mas quem lê e compulsa as obras deles, onde eles estão, eles estão. Eles nem estão com horas a fio falando do passado, nem horas a fio do que viria ser. Eles estão no presente porque a única coisa que nós temos é o presente. Aqui a saudade desse passado que valeu a pena é uma joia que me sustenta em capacidades e recursos íntimos de que eu lá tomei boas decisões que poderão o quê? fazer uma musculatura emocional comprovando para mim mesma que eu sou capaz de passar por situações porque eu tenho aquelas aqueles mesmos recursos e habilidades íntimas. É isso. Mas não significa que se o presente não foi igual ao passado, o presente não serve. Eu posso voltar ao passado e viver aquilo? Não, esse passado pode mudar aqui o meu presente? Não, mas eu posso mudar o presente, o passado no presente. Como Germana? fazendo tudo aquilo ter um significado no presente numa versão melhorada, numa versão muito melhor. Pegar os recursos do passado e aqui mudar o passado de uma forma em que eu faça diferente e eu olho pro passado e falava: "Ah, poderia também ter sido melhor se eu soubesse o que eu sei." Aí eu faço o que eu sei no agora. Aí o passado melhorou no presente. Aí o que eu posso fazer com o futuro, vivendo um presente dentro das condições que ele me apresenta de uma forma proativa? A Joana fala aqui, continua dizendo aqui, ó, não transfiras para depois a execução de tarefas ou deveres algum. Então, viver o dever de agora. Se é pai, seja pai. Se é mãe, seja mãe. Se tá na profissão, esteja na profissão. Aí todo mundo, ah, mas o que você tá falando é óbvio, não, gente. Às vezes a
eres algum. Então, viver o dever de agora. Se é pai, seja pai. Se é mãe, seja mãe. Se tá na profissão, esteja na profissão. Aí todo mundo, ah, mas o que você tá falando é óbvio, não, gente. Às vezes a gente vai pro trabalho e quem a gente leva pro trabalho? todos os nossos problemas familiares. Quando a gente tá no num trabalho em que a gente tem que ter uma capacidade, porque nós estamos sendo remunerados para aquela capacidade em que a gente tem que dar o nosso melhor, nós minimizamos a nossa entrega porque a gente carrega os problemas de casa pro trabalho. Então, nós estamos aonde? No passado, no passado que terminou 8:30 da manhã, quando eu bati meu ponto no trabalho, deixei a minha família e que que eu levo? Eu levo a minha tristeza porque briguei com a esposa, porque eu não consegui educar meu filho, as minhas frustrações financeiras, acabou o gás, o dinheiro não tá no banco. Aí quando chega na hora da minha capacidade mental estar presente no trabalho, eu tô no passado. Ou a frustração é tão grande, estou tão triste porque tô frustrado que aí eu fico no trabalho assim: "Ah, meu Deus, quando é que eu saio dessa situação? Eu começo a sonhar o dia que eu vou sair dessa situação. Aí quando você vê o dia terminou e você não entregou ao trabalho o que você está sendo pago para entregar. Então isso acontece no aqui agora. Então o que que acontece com o que a Joana tá falando? O que você tem que fazer? Executa direito. Esteja onde você está. Toma a atitude natural do momento e aja conforme as circunstâncias e as possibilidades. Cada instante vive-o totalmente sem aguardar o que virá ou lamentar o que se foi. Então o que que a Joana tá falando? Não gastes as suas forças mentais, porque nós temos forças mentais incrivelmente disponíveis pra gente. Nós recebemos um quanto de vitalidade para essa vida. Germana, você vai nascer e vai viver 96 anos. Então você tem esse quanto de energia e de vitalidade e tem as forças mentais que são as matrizes que eu sou o somatório de tudo que eu
de para essa vida. Germana, você vai nascer e vai viver 96 anos. Então você tem esse quanto de energia e de vitalidade e tem as forças mentais que são as matrizes que eu sou o somatório de tudo que eu vivi milenamente. Então todas essas memórias estão aqui com essas forças mentais para elaborar o quê? O meu livro da vida aqui dessa existência. Não importa se eu fui rainha, escrava, é é uma pessoa do povo. Todas essas personas elas se somam aqui no quê? Em experiências vividas, em sensações, umas boas, outras ruins. O que que eu faço com esse conteúdo? Quando eu sonho, quando eu lembro do que fui, quando eu lembro que aquela pessoa, aquela, eu sou antipática essa, sou simpática essa, o que que eu faço com esse combo dessa memória? Eu olho pro presente e olho o que eu estou sentindo hoje que agregaria valor a minha experiência na persona germana. Então, aí que que a gente faz? Vou num terapeuta para ver o meu passado. Aí a pessoa vai lá e faz regressão de memória. Aí, nossa, eu fui isso, eu fui aquilo, eu fui, fui aquilo outro. E tem um amigo em comum que é muito querido, ele fala assim: "Olha, você me matou várias vezes em várias vidas." E aí a primeira vez que ele falou, eu fiquei impactada. Eu falei: "Meu Deus, eu gosto tanto dele, deve ter milênios que eu matei ele, porque eu gosto tanto dele hoje, ele não é um desafeto para mim". Aí um dia ele brincou e falou isso de novo. Eu falei assim: "Sabe de uma coisa? Se eu te matei, eu devia e eu devia o que eu fiz." Ele riu tanto. Porque eu falei assim: "Meu, meu amigo, essa informação que você fez na regressão de memória não me adianta em nada hoje, porque hoje eu te amo tanto, eu gosto tanto de você. que eu vejo o quanto eu evoluí. Você conseguiu descobrir que século foi? Porque hoje eu seria incapaz de te matar. Então, para que que eu vou lembrar de um passado que o que eu trago dele já tá aqui comigo? As minhas tendências, as minhas capacidades, as minhas habilidades. Para que que eu vou, como diz Emanuel, vou revolver um passado que
lembrar de um passado que o que eu trago dele já tá aqui comigo? As minhas tendências, as minhas capacidades, as minhas habilidades. Para que que eu vou, como diz Emanuel, vou revolver um passado que o que que eu faço? Ah, eu fui um policial, eu fui um vaqueiro, eu fui um cangaceiro, eu fui prefeito, eu fui rei, eu fui César. Aham. E daqui e hoje você é quem? É essa que está no presente interminável. O que você vai fazer com o seu presente é que importa. E o medo do passado e o medo do futuro são as suas âncoras paralisantes. Ou medo do futuro, você fica uma pessoa ansiosa, vai pro ansiolítico ou vai ou vai ser um controlador, um controlador severo que controla a vida de todo mundo, a sua e tudo. Você se judia, não tem paz interior, porque você tá sempre olhando aquela bocarra do futuro que pode te passar a perna, porque um dia te passou a perna aqui, então vai te passar a perna aqui. Não, não. Lá aconteceu coisas que não vão acontecer lá. Hoje você tem recursos que você não tinha no passado. Se realmente acontecer, você vai ter outros recursos. E aí, pros ansiosos, eu quero dizer o seguinte: "Ah, Germana, mas na minha família isso sempre se repete. O que você tá falando não é verdade. Aí vai uma grande lição. Não estou falando para vocês que tem as forças mentais, OK? Nós temos uma força mental e que a força mental pode produzir formas pensamento. O que que é formas pensamento? São verdadeiros clichês astrais que criam situações, ainda mais quando toma a mente de pessoas mais invigilantes ou qualquer uma que a gente tem um pouco mais de ascensão. E aqu aí essa forma pensamento vai o quê? Criando uma conexão para aquilo de verdade acontecer. Enso Bonzano, um grande pesquisador do século eh eh XIX, ele fez um livro que ele falou que um escritor tinha tanta capacidade mental com essas forças mentais que ele conseguiu eh eh criar um personagem do livro dele que tentava matá-lo, porque no livro dele o personagem era um assassino. E ele via esse personagem e o Enes Bano foi estudar e falou assim, ó:
que ele conseguiu eh eh criar um personagem do livro dele que tentava matá-lo, porque no livro dele o personagem era um assassino. E ele via esse personagem e o Enes Bano foi estudar e falou assim, ó: "Isso é criação da sua própria cabeça. Ele de verdade existe, porque a sua força mental, você é cocriador, o fluido cósmico universal combinado com a sua ectoplasmia, né? Você criou isso que é a forma pensamento." Então, quando alguém fala assim: "Ah, Germana, minha minha família se repete mesmo." Por quê? Porque todas as pessoas daquela família que tem a memória daquela tragédia, elas guardam e si aquela memória como um medo e elas ficam ali no lupando o que aconteceu com aquele ancestral, com aquela pessoa, com aquela história contada e fica repetindo, repetindo, repetindo. Que que acontece? a forma pensamento do inconsciente coletivo dessa família, da alma sistêmica dessa família, porque é uma um grande iCloud com vários integrantes, com uma capacidade incrível e vai fazer aquilo se repetir. Por quê? Porque eles ficam naquele loop loop loop loop identifica e a identificação tem capacidade de criar esse futuro. E aí você tem que olhar para isso e falar assim: "Gente, aconteceu essa tragédia na minha família que vem se repetindo, só que veja bem, aquele ancestral que viveu isso, um suicídio, um acidente fatal, ele não deve ser lembrado porque se suicidou". Então eu sempre pergunto pras pessoas e falo assim: "O que mais ele fez além de ter se suicidado, quem era ele?" uma pessoa incrível, uma pessoa inteligente, era um matemática. Eu falei: "Então, a partir de hoje você vai falar para contar para a nova geração que este homem era uma pessoa maravilhosa, que esse homem era um matemático, que o gênio dele era maravilhoso, que ele era um pai carinhoso, porque esse lupo se a tragédia definisse a personalidade da pessoa como um todo." Nós somos imperfeitos, só que a nossa imperfeição, uma delas não nos define. Quem aqui não tem um alcólatra na família, que ele é a pessoa que todo
a definisse a personalidade da pessoa como um todo." Nós somos imperfeitos, só que a nossa imperfeição, uma delas não nos define. Quem aqui não tem um alcólatra na família, que ele é a pessoa que todo mundo ama e adora, todo mundo quer ele todas as festas, é a pessoa mais alegre, ele tem uma dor interna que o leva ao entorpecimento e o álcool. Só que a dor interna é dele. Só que quando ele convive com os demais, que ele não está ou alcoolizado ou sem álcool, ele é uma pessoa incrivelmente carinhosa e amável. Eu tinha um tio que eu lamentei a bça quando ele morreu de cirrose. A presença dele era a presença mais alegre. O vício destruiu ele, mas a relação dele com a gente era uma relação positiva. Então, ah, meu tio é alcólatra. Não, vamos lembrar dele também. O que que definia o nosso tio? Alegria. Era uma pessoa incrivelmente doce. Então, nós não podemos nos definir pelo medo, pela tragédia. Nós erramos, sim. Somos humanos, sim, somos fracos, somos. Mas nós também somos capazes de grandes lances de doçura, de ternura, de amorosidade. Aqui esse eu eu tava assistindo lá o Globo News, aí foi o dia da presença lá das famílias na nos prisioneiros mais severos que ficam na solitária. Gente, o menino pequenininho correu lá, agarrou o pai, o adolescente foi lá cheio de lágrimas. A, o cara era um criminoso, danado, assim, do narcotráfico. Eu olhei para aquela família amando aquele homem e eu olhei assim: "O que define esse homem quando tá em família? Então, nós temos que começar a construir a partir do presente, na capacidade que nós temos da nossa melhor versão, esquecer esse passado e o futuro que ainda nem chegou, que nós não podemos pegá-lo, que ele não tá próximo para que a gente possa puxá-lo, é estar aqui agora, como Joana nos falou. A existência deve transcorrer dentro de um esquema atemporal, sem passado, sem futuro, no interminável presente. E ela fala assim ainda: "Não busques nem nem não aguardes, nem busque a liberdade, realiza-a na consciência plena". Então, tem muita gente que fala
, sem passado, sem futuro, no interminável presente. E ela fala assim ainda: "Não busques nem nem não aguardes, nem busque a liberdade, realiza-a na consciência plena". Então, tem muita gente que fala assim: "Eu não quero ser casado com essa mulher, eu quero viver livre dela. Eu não quero ser casada com esse com esse homem. Ah, eu não quero cuidar desse meu pai idoso que só dá trabalho com essas cuidadoras. E como me dá trabalho trocar fralda desse idoso. Ah, esse filho meu, gente, eu quero me livrar, não quero ser pai. Igual uma mãe, uma mãe falou para mim que o que o marido dela deu, bateu 50 anos, falou: "Não vivi minha adolescência porque criei todos os meus irmãos, então agora eu quero ser livre". Aí ele virou um jovem e esqueceu que tinha filho e foi embora. Então é disso que ela fala. E a mãe também, uma mãe que chegou, fica com os filhos que agora eu vou curtir a vida. Não aguardes, nem busque a liberdade. Realiza na consciência plena. Então, que liberdade ela tá dizendo? Ah, eu sou pedagoga, mas não quero saber mais de ser professora das escolas públicas. Tô cansado de criança. Nossa, mas você tem um talento absurdo para ser professora. A sua paciência, quando você fala as crianças, mas não quero ser mais professora. Ah, também não quero ser médico. Cansei de ser cirurgia, tô aqui querendo ganhar na loto para ficar sem fazer nada. Então, o que que ela tá dizendo? Que essa liberdade e se livrar do propósito de vida que nós nascemos não nos faz progredir. A indolência espiritual nos libertando do propósito e do dever do aqui e do agora. Aí sim nos paralisa um assentimento interior de que nós estamos no lugar certo, na hora certa, com as pessoas exatas e que nós vamos cumprir esse dever com honra, com dificuldade, com desafio. E é chegando ao final desse propósito, é que nós estaremos o quê? O por nós nascemos, falamos pro nosso mentor, eu quero progredir. Então, vá até o fim no aqui agora, nessa vida, nessa persona. Não queira saber o que você for e nem o se você vai ser uma uma
s o quê? O por nós nascemos, falamos pro nosso mentor, eu quero progredir. Então, vá até o fim no aqui agora, nessa vida, nessa persona. Não queira saber o que você for e nem o se você vai ser uma uma pessoa milionária, abundante lá na frente. Viva aqui. Se você quer ser feliz lá na frente, tem que começar no agora. Passa direito agora. É o que ela tá dizendo. Não busque a liberdade. Que liberdade, gente? A liberdade é a morte, né? Porque a gente perde o corpo e todo toda o karma que nós trouxemos, tudo que a gente tem que fazer aqui. Então tá. Então você quer ser livre? Então, se livra desse programa e desse roteiro reencarnatório com essa mãe, com esse pai, com esses filhos, com essa esposa, com essa profissão. Então, não queira essa liberdade, queira chegar até o fim. Então, o que que eu falei para essa menina? Eu falei assim, ó, o negócio é o seguinte, eu também sou de outro planeta. Ela devia ter 16 anos, ela também. Eu falei: "É, meu planeta era demais. Sabe o que que eu tô fazendo? Aquela o quê? Eu vim para cá porque eu não fui boa coisa lá. Então eles sabiam que eu precisava de umas lições. E eu vim para cá e olhei para esse planeta aqui, falei: "Que planetinha? Menina, você sabe que eu já me apaixonei por esse planeta. Não quero mais voltar para lá não". Ela falou: "Porque". Eu falei: "Ah, eu criei afetos aqui. Eu amo esse lugar. Eu aprendi a amar esse lugar e cheguei à conclusão que eles lá em cima t razão. Se eles me colocaram aqui é porque eu tenho alguma coisa para aprender. Você já se perguntou o que você tá fazendo aqui e para que você veio? Eu não sei. Eu falei: "Qual é seu talento? O que que você faz com muita facilidade?" Gente, o olhinho dela brilhou, ela começou a discorrer as coisas que ela ama fazer. Falei: "Foi para isso que você nasceu". Eu acho que de onde você veio não tinha mais, não tinha mais interesse nisso. Dia ter, deve ter caído de moda. Então você veio para cá porque aqui tá na moda. Ela começou a rir comigo, terminou o tratamento e e parou
nde você veio não tinha mais, não tinha mais interesse nisso. Dia ter, deve ter caído de moda. Então você veio para cá porque aqui tá na moda. Ela começou a rir comigo, terminou o tratamento e e parou de pensar em suicídio, porque é aceitar o aqui agora é um sim para o presente. É isso que ela tá dizendo. Realiza na consciência plena dentro de você. Eu quero estar aqui e fazer o melhor com o que eu tenho. Que age de forma responsável e tranquiliza os sentimentos. Você sai da ansiedade, você sai da tristeza porque você fica desejando o que não chegou ou sentindo saudade do que foi. Então, se você tá aqui no presente, você olha, você acorda todo dia e fala assim: "Querido mentor, estamos juntos, né? Você tá comigo? Porque sabe, né? Uma vez eu venho, uma vez é você, então passeerão e olha pra vida e fala: "O que temos para hoje? É transformar o hoje em algo que vale a pena. Ah, mas a minha vida é repetida. Todo dia eu faço a mesma coisa. Talvez porque no passado. Ser novidade demais, ser aventureiro demais. te criou uma indisciplina íntima tão grande que essa vida, fazer todo dia a mesma coisa, talvez seja o alinhamento espiritual para que você consiga ter paz interior, porque no caos você não se encontrou, você se autodestruiu. Emanuel no livro Fonte Viva, ele tem uma frase que marcou muito a minha vida, porque eu sou uma pessoa visionária, né, inventiva. meu amigo já tá rindo ali porque eu sou daquelas que invento, sou do teatro, gosto disso, mas ele me consertou pro teatro de agora e ele falou assim: "Os grandes gênios da humanidade trouxeram muito avanço, mas quem os manteve?" Os homens de rotina. Gente, aquilo ali marcou a minha vida. Falei, gente, é verdade. Basta lembrar do reveon, que é coisa mais linda do que aqueles fogos de Copacabanda, da esplanada, onde você esteja no mundo, aquela, aquela aí no outro dia, cadê os fogos de artifício? Você tem que acordar, fazer o café, escovar seus dentes, ir pro trabalho. Então, Emânel tem razão no Fonte Viva. São os homens de rotina é que mantém a
ela aí no outro dia, cadê os fogos de artifício? Você tem que acordar, fazer o café, escovar seus dentes, ir pro trabalho. Então, Emânel tem razão no Fonte Viva. São os homens de rotina é que mantém a evolução no carro. Os grandes gênio vem, entrega o avanço tecnológico, o avanço onde quer que seja, na saúde, na pedagogia. Ah, então tá entregue, tá? Agora eu tenho que voltar lá porque eu sou lá de outro planeta, sou de uma instância superior. Eu vim aqui entreguei o pacote. Quem é o continuador desse fogo de artifício que invadiu a nossa alma e a gente ficou encantado? Jesus ficou 3 anos. Foram os mártires da era apostólica, sentindo a presença de Jesus que nunca se foi, que continuaram a sua obra. Somos nós aqui vivendo a mensagem de Jesus, que somos os homens de rotina aqui nesse microfone falando dele, falando da obra dele, falando o quanto ele deixou, falando de amor, que é a grande lei que ele trouxe, as bem-aventuranças. Somos nós, os apóstolos de agora no presente falando de Jesus. E tem uma historinha muito interessante que eu quero aqui, que eu sempre finalizo com uma historinha que eu leio para não esquecer coisas pontuais. Naquela noite, Clara não conseguiu dormir. O silêncio do quarto parecia mais alto do que qualquer barulho. O relógio na parede marcava as horas com uma lentidão quase cruel, como se o tempo tivesse decidido parar apenas para ela. Deitada com os olhos abertos no escuro, sentiu o coração apertado. Não era um medo específico, não era medo de alguém, era medo da vida, medo do amanhã, medo de não suportar, medo de continuar. E o presente, ah, o presente parecia interminável. Os dias vinham iguais, pesados, repetitivos. Clara acordava, fazia suas tarefas, respondia mensagens, sorria por educação, mas dentro dela havia um vazio inquieto, como se estivesse presa em um corredor ou sem saída. Na semana seguinte, por insistência de uma amiga, ela foi a um centro espírita. Não queria ir, mas foi. Sentou-se no fundo tentando ser invisível. Lembre-se do buraco de fechadura que a
ou sem saída. Na semana seguinte, por insistência de uma amiga, ela foi a um centro espírita. Não queria ir, mas foi. Sentou-se no fundo tentando ser invisível. Lembre-se do buraco de fechadura que a gente vai se diminuindo e estreitando o presente. O estudo da noite era sobre confiança em Deus. O expositor, um senhor de voz serena, disse algo que tocou no fundo. O medo é um pedido de socorro da alma que esqueceu por um instante, que nunca caminha sozinha. Clara sentiu os olhos marejarem. Depois da palavra, durante o passe, ela fechou os olhos e, pela primeira vez, em muito tempo, fez uma prece sincera. Senhor, eu não sei mais como seguir. Me ajuda. Isso é presente no aqui e no agora. É o tipo da prece que põe você em si mesmo no presente. Naquela noite ela adormeceu com dificuldade e então sonhou. Estava num lugar simples, iluminado por uma luz suave. À sua frente, um jardim silencioso e ao lado mulher de presença maternal, olhar profundo e paz indescritível. Clara, reconheceu sem saber como que era uma mentora. A mentora observou com ternura e perguntou: "Por que temes tanto, filha?" Clara baixou a cabeça, "Porque parece que nunca vai passar. Estou presa numa tristeza que não acaba. E a mentora sorriu levemente. Não, minha querida, o presente não é uma prisão, é uma escola. Clara ergou os olhos confuso, confusa, mas dói tanto. Então, a mentora caminhou até uma pequena árvore que estava sendo podada. "Vês esta árvore?", disse ela, durante o corte, ela parece perder, parece sofrer, mas é ali que ela se prepara para florescer com mais força. Clara sentiu o nó na garganta. Então, esse tempo difícil é tempo de poda interior, respondeu a mentora. O medo surge quando desejas controlar o amanhã e esqueces de viver o agora. Clara chorou. Eu queria que Deus tirasse isso de mim. Joana aproximou e falou com o doçura, que é a mentora. Deus não te abandona no vale. Ele te ensina a atravessá-lo. Clara respirou fundo. Mas porque parece interminável essa minha dor? E a mentora
mim. Joana aproximou e falou com o doçura, que é a mentora. Deus não te abandona no vale. Ele te ensina a atravessá-lo. Clara respirou fundo. Mas porque parece interminável essa minha dor? E a mentora tocou levemente o peito dela. Porque a tua mente corre, a tua alma pede repouso, o presente se alonga quando o coração se rebela, mas ele se transforma quando aceitas aprender. Clara ficou em silêncio e a mentora continuou: "Não te dado esse dia para sofrer sem sentido. foi te dado para crescer, para orar, para descobrir forças que ainda desconheces. Clara sentiu algo diferente, como se pela primeira vez o medo não fosse um monstro, mas uma criança assustada dentro dela. E a mentora concluiu: "O medo é sombra, a fé é luz, o presente é lição. E a e é a lição, filha abençoada. A a luz do jardim pareceu apareceu aumentar e Clara acordou. O quanto o quarto era o mesmo, a vida era a mesma, o problema ainda existia, mas dentro dela algo havia mudado. Ela levantou devagar e foi até a janela. O céu começava a clarear e Clara sussurrou: "Hoje, apenas hoje, eu vou viver." O presente pode parecer interminável na dor, mas é nele que Deus trabalha. E aquilo que hoje pesa como prova, amanhã será lembrada, lembrado como como bênção. O medo passa. E aí eu reservei para finalizar o Pai Nosso da confiança. Pai nosso que está no céu, em toda parte, na luz do céu e no silêncio do coração. Ajuda-me a confiar. Santificado seja o teu nome, mesmo quando os meus olhos ainda não compreendem os caminhos da vida. Vem a mim a tua paz. Não apenas quando tudo estiver bem, mas principalmente quando o medo me visitar. Seja feita a tua vontade acima da minha pressa, acima do meu desejo de controle, acima de minha ansiedade pelo amanhã, o pão nosso de cada dia, Senhor. Dai-me hoje o pão da coragem, o pão da serenidade, o pão da fé. Perdoa-me as vezes em que duvidei do teu amparo, assim como eu busco perdoar as dores que ainda não entendo. Não me deixes cair na ilusão do desespero, nem nas sombras do pensamento negativo.
o da fé. Perdoa-me as vezes em que duvidei do teu amparo, assim como eu busco perdoar as dores que ainda não entendo. Não me deixes cair na ilusão do desespero, nem nas sombras do pensamento negativo. Livra-me do medo interminável, ensinando-me a viver o presente como lição e bênção. Porque teu é o tempo, teu é o caminho, teu é o amor que sustenta tudo, agora e sempre na vida eterna do espírito. Graças a Deus. Boa noite, meus queridos. Nossa irmã falou muito do passado, né? Jesus quando curava não perguntava sobre o passado da daquela pessoa, só perguntava: "Querem ser curado? E nós vamos nesse instante pedir aos nossos anjos guardiães para que leve até Jesus e este leve até Deus os nossos agradecimentos, os nossos agradecimentos pela oportunidade de aqui estarmos reunidos. Os nossos agradecimentos, Senhor, pela família que temos. os nossos agradecimentos por esta cidade que nos acolhe, os nossos agradecimentos pelo teto que nos abriga, os nossos agradecimentos pelo ontem, pelo hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã, mas que amanhã possamos ser melhores do que hoje. E que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passe, por favor, pode aguardar sentados que já são serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus
música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música]
rdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso [música] ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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