Desigualdade das riquezas, com Geraldo Campetti | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 28/02/2026 (há 1 mês) 450 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Desigualdade das riquezas. ESE, cap. 16, item 8. Palestrante: Geraldo Campetti Direção: Jorge Leite Oliveira Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Mais uma vez te buscamos, Senhor, para agradecer por este dia maravilhoso, o dia dedicado às mulheres, nossas mães e irmãs, que tanto bem tem feito a humanidade. Muito obrigado, Jesus pela nossa família, pela saúde que nós temos, pelos nossos amigos e até mesmo por aqueles que nos testam, que não simpatizam conosco, mas que tu nos recomendaste amar. Obrigado, Jesus por tudo. Compadece-te desta humanidade que na atualidade se encontra em conflitos previsíveis pelas tuas próprias previsões do futuro, mas que tudo passará e o bem prevalecerá sobre tudo. Senhor, abençoe Jesus querido, os nossos palestrantes, a nossa irmã Cecília, o nosso irmão Geraldo, para que nos tragam pela orientação inspiração do plano maior, a mensagem de amor do Teu Evangelho à luz do Espiritismo. Se conosco, Jesus. abençoa a todos nós, os nossos familiares, os que não puderam estar presentes, presente, nossa sociedade, nosso país e toda a humanidade. Muito obrigado por tudo e que assim seja. Vou passar agora a palavra à nossa irmã Cecília, que vai trazer para nós considerações a respeito da obra Palavras da de Vida Eterna. É o item 90, né, Cecília? Isso. Então, como dito, do livro Palavras de Vida Eterna de Emanuel e Chico, o capítulo 90, por título Em constante renovação. Renovai-vos no espírito disse Paulo em sua carta aos Efésios, capítulo 4, versículo 23. Aperfeiçoar para o bem é em positivo da lei. Em muitas ocasiões, afirmaste cansado, sem qualquer recurso para empreender a tua transformação. Acreditas-te doente, incapaz, dizeste: inabilitado, semimorto. No entanto, agora como há séculos de séculos, a natureza em tudo é sublime renascimento. Renovam-se os dias, renovam-se as estações. Velhas árvores decepadas deitam vergonteas novas. Pedras multimilenárias dão forma diferente aos serviços da evolução. Na própria química do corpo em que temporariamente resides, a renovação há de ser incessante. Renova-se o ar que respiras. Renova-se o alimento de que te nutres. Renova-se a organização celular em que

Na própria química do corpo em que temporariamente resides, a renovação há de ser incessante. Renova-se o ar que respiras. Renova-se o alimento de que te nutres. Renova-se a organização celular em que te apoias. Renova-se a limpeza que te acalenta a saúde. Deixa assim que a tua emoção e a tua ideia se transfigurem para fazer o melhor. Estuda, raciocina, observa e medita. Mais tarde é certo que a reencarnação te conduzirá para novas lutas e novos ensinamentos. Entretanto, permanece convicto de que toda lição nobre, aprendida hoje, por mais obscura e mais simples, será sempre facilidade a sorrir-te amanhã. Diz-nos, um dizer popular que a nossa renovação ou nossa mudança íntima se dá pelo amor ou pela dor, né? E aí, refletindo, meditando sobre o trecho, eu me recordei de uma história em que duas amigas muito queridas se encontraram depois de longo tempo. Uma delas, nesse período, tornou-se mãe ou a outra não. A outra, que não foi mãe ainda, perguntou à mãezinha: "O que é ser mãe? E esta, muito amável respondeu: "Se você soubesse que iria se transformar a deixar para trás, a podar em você agora para se fazer essa pessoa melhor do futuro, do amanhã. Ela entendeu que pelo amor se muda, se renova em algo bom. Mas nós temos uma outra nuance dessa desse dito popular, né? E a dor, por vezes habita o nosso coração, o nosso íntimo. Imaginem vocês que estão então as margens de um lindo lago, de águas serenas, cristalinas, aquela brisa suave que conforta o nosso coração. É noite, uma noite de céu aberto, onde a lua se faz presente, a pratear a imagem, a paisagem com a sua luz, fazendo companhia as estrelas. Mas no íntimo, no seu coração, ele está muito constrito, muito triste, nervoso, angustiado. E esse sentimento se contrasta, evidentemente, com a paisagem muito serena e acolhedora. Mas não é que por um instante você percebe que ela muda, ela se torna leve, ela se torna sublime, ela como que tem o poder de esvair todo aquele sentimento constrito do seu coração e trazer uma paz indescritível.

e por um instante você percebe que ela muda, ela se torna leve, ela se torna sublime, ela como que tem o poder de esvair todo aquele sentimento constrito do seu coração e trazer uma paz indescritível. E quando você se dá por conta ao seu lado, vem ao seu encontro, o Cristo. Esse trecho, bem evidentemente melhor ditado e narrado, está no livro Há 2000 anos, em que a personagem, o personagem Públulentos encontra Jesus à margem dos do lago de Genesaré. E ele estava num estado assim ou mais. E o Cristo naquele contexto, numa conversa que tiveram, o convida então a vivenciar o seu evangelho. Vocês iriam? Naquele momento, públos, não foi. Felizmente, as reencarnações fizeram com que ele encontrasse o evangelho de Jesus. E hoje nos é possível colher os seus frutos por meio desta coleção que lemos. E eu estava pensando no processo do progresso, no exercício da renovação e de uma palavra muito bonita, num trecho muito lindo que Kardec nos trouxe no seu livro, no na obra O Livro dos Espíritos, na questão 779, quando ele pergunta aos irmãos do plano maior se o homem colhe em si mesmo a força para progredir ou progresso é apenas fruto de um ensinamento. Nessas nuances do amor e da dor, onde é que nós vamos encontrar esses ensinamentos? E os espíritos muito amavelmente respondem: "O homem se desenvolve por si mesmo naturalmente, mas nem todos progridem ao mesmo tempo e do mesmo modo." E então é então que os mais adiantados auxiliam o progresso dos outros por meio do contato social. Então, nessa bela, nesse belo exemplo da marcha do progresso, dentro da lei do progresso, onde ela se une a lei de sociedade, nós vamos observar que neste processo de renovação, no contato social com uma amiga, um amigo, um familiar, ou quando Cristo bate, entre aspas, a sua porta convidando a seguir o seu evangelho, está para nós então um processo ou os processos de renovação. Então, que essas pequenas lições da tarde da tarde de hoje possam oferecer para todos nós a possibilidade de nos encorajarmos a seguir neste

tá para nós então um processo ou os processos de renovação. Então, que essas pequenas lições da tarde da tarde de hoje possam oferecer para todos nós a possibilidade de nos encorajarmos a seguir neste processo de renovação para o bem que o Cristo nos convida a vivenciar por meio do seu evangelho. Muita paz. >> Passar a palavra agora ao nosso irmão Geraldo Campete, que vai nos falar sobre a desigualdade das riquezas. Capítulo 16, né, Geralda? Item >> oito do Evangelho. Queridas amigas, irmãs, muito boa tarde a todas vocês. Deus parabéns neste dia 8 de março em que a gente comemora o Dia Internacional da Mulher. E vocês são tão especiais que também tem um dia nacional da mulher que é o dia 30 de abril, mas vocês são ainda mais especiais porque no fundo no fundo todo dia é dia da mulher. Então, parabéns a vocês. Vocês merecem. Tanto é, né, Jó querido, se não fossem as mulheres, nós homens, nenhum de nós aqui estaríamos hoje na presente encarnação. Então, a nossa gratidão de coração, de reconhecimento a todas vocês e amigos, irmãos queridos, não se sintam também desolados. os nossos cumprimentos para todos vocês e que estão nos acompanhando também pela internet, não é, pela rede aí da nossa querida Federação Espírita Brasileira. Olha, nós temos um tema para esta tarde que é um tema desafiador. É um tema que basta a gente olhar ao nosso redor que a gente vai constatar que se trata de uma realidade, porque nós vamos falar sobre as desigualdades das riquezas. E este item, que é o item oito, está inserido no Evangelho Segundo Espiritismo, que é o terceiro livro da codificação espírita. Allan Kardec materializou a doutrina dos espíritos, que vem da revelação da espiritualidade superior, através de cinco livros fundamentais. O livro dos espíritos, que é este livro aqui, nessa edição linda que a FEB fez, não é? é o primeiro de todos eles, com 1019 perguntas seguidas das suas respostas, com uma introdução belíssima, eh uma um prefácio feito pelos seus próprios autores, incluindo o espírito

e a FEB fez, não é? é o primeiro de todos eles, com 1019 perguntas seguidas das suas respostas, com uma introdução belíssima, eh uma um prefácio feito pelos seus próprios autores, incluindo o espírito da verdade, e uma conclusão maravilhosa. Depois nós temos originário das quatro partes do livro dos espíritos, os demais livros, que são mais quatro, formando com o livro dos espíritos cinco, por isso pentateu cardeciano, o livro dos médiuns, que é o maior tratado sobre a mediunidade, que a gente não pode eh deixar de estudar e eu aproveito a oportunidade para divulgar nos domínios da mediunidade de André Luiz, Chico Xavier, Feb editora, nesse formato. Grande, isso acabou de chegar. É nova edição com letras maiores. O formato 16 por 23 ou 15,5 por 23. A gente mede o livro assim, 15,5 aqui, 23 aqui, né? E você abre o livro, você tem as letras um pouco maiores do que a edição anterior. Esse livro cotejado com as primeiras edições desta obra belíssima. E já temos outros dois livros ali também disponíveis para vocês poderem é o sexo e destino e também o acho que é o entre a terra e o céu que já estão ali, não é? Ou um outro deles, mas já tá disponível na livraria esse formato grande. Eu recomendo vocês doarem o que vocês têm, adquirirem esse, né? Caso tenham condições, tá bom? Vale a pena. A nossa casa editora tá publicando as obras, né, gradativamente. Nós temos o terceiro livro, que é o Evangelho Segundo Espiritismo. É um manancial das lições no aspecto moral, ético, moral, das virtudes que Cristo testemunhou e vivenciou. O Evangelho Segundo o Espiritismo aqui em nossa mão, que é o objeto de estudo de todos os domingos aqui na nossa casa de Ismael. Depois temos o céu e o inferno, não é isso? que é a da quarta parte que fala das esperanças e das consolações. E é tão interessante porque esse capítulo de número 16 tem o título Não se pode servir a Deus e a mamã. Então Deus é a representação de tudo que é bom. Isso a gente sabe, não é? Quando a gente fala em Deus, a gente só pensa em

e esse capítulo de número 16 tem o título Não se pode servir a Deus e a mamã. Então Deus é a representação de tudo que é bom. Isso a gente sabe, não é? Quando a gente fala em Deus, a gente só pensa em coisa boa. Deus é nosso pai. Deus, ele tem esse atributo de ser soberanamente justo e bom. Não é assim? Ele cuida de todos nós. Ele criou tudo que existe, inclusive a nós mesmos, e nos dá sempre oportunidade da gente evoluir. Quando a gente pensa, sente, fala e vive Deus, não é? A gente ou fala sobre Deus, pensa em Deus, sente Deus, nós estamos nos sentindo integrados, nós nos sentimos bem. Aqui, ao contrário, tem uma figura que lhe é oposta, que é mamã. É como se fosse uma personificação, uma representação daquilo que é o material, o que é o transitório. Deus é eterno, mamão seria o transitório. Deus representa o imaterial, o permanente, o espiritual, o transcendente. Mamão representaria exatamente aquilo que é passageiro, transitório, material, não é? e que tem todas as suas implicações no sentido do consumismo, do hedonismo, de uma vida pelo prazer de viver unicamente a existência no gozo de tudo que ela possa nos oferecer, independentemente da consideração quanto ao nosso irmão, quanto ao próximo, esquecendo-se da fraternidade, da solidariedade. Então, não se pode servir a Deus e a mamã, porque não há como a gente servir a dois deuses, um representando o bem e outro eh simbolicamente representando o mal. Então, nós temos que fazer uma escolha. E aí tem essa questão da desigualdade das riquezas, porque esse capítulo riquíssimo, aqui já foram tratados vários assuntos, não é? E que a gente tem a questão, por exemplo, da salvação dos ricos, preservar-se da avareza, Jesus em casa de Zaqueu, a parábola do mal rico, parábola dos talentos, a utilidade providencial da riqueza. Tudo já estudado aqui, gente. Provas da riqueza e da miséria. E agora desigualdade das riquezas. é o que a gente vai ver o da riqueza que a gente vai estudar hoje. Depois vai seguir com as instruções dos espíritos, que é a

gente. Provas da riqueza e da miséria. E agora desigualdade das riquezas. é o que a gente vai ver o da riqueza que a gente vai estudar hoje. Depois vai seguir com as instruções dos espíritos, que é a segunda parte do capítulo, que vai trazer aí a verdadeira propriedade, emprego da riqueza, desprendimento dos bens terrenos e transmissão da riqueza. Tá bom? Falando especificamente no texto que é de Allan Kardec, é um tema que se a gente observar ao nosso redor, a nossa sociedade, a nossa vida, a gente vai ver uma desigualdade muito grande. Há pessoas que têm mais condições que outras em termos materiais, né? Materialmente falando, há pessoas que têm mais posses, propriedades, riquezas e outras que lutam pela sobrevivência. Às vezes tem aqueles que estão numa classe média, como assim designada, que tem um certo equilíbrio, né, mas que sofrem aí também com as agruras do cotidiano. E nós temos uma maioria estrondosa de pessoas que realmente estão numa luta pela sobrevivência. Alguns deles, inclusive, que virgem abaixo da margem da miséria, não é? E passam fome, passam frio, não tem onde morar, não tem como pagar suas contas. Isso é uma realidade do nosso mundo e especialmente do nosso Brasil. Eh, nós temos uma concentração de riqueza muito grande em mãos de pouquíssimas pessoas no mundo, não é? São dezenas de pessoas, não chega a uma centena, que detém mais de 90% de todo toda a riqueza, todo o patrimônio monetário do planeta. Então, e 10% que seria destinado pros 90% restantes. É uma diferença muito grande. Para trazer a obra fundamental, não é, da doutrina espírita o livro dos espíritos, Kardec fez uma pergunta muito interessante quando estava tratando exatamente da lei de conservação. E ele pergunta na na questão 705, porque nem sempre a terra produz bastante para fornecer ao homem o necessário? Porque será que a terra não produz o bastante para fornecer o homem, ao ser humano, o necessário, a sua sobrevivência? É que ingrato, a resposta do espírito da verdade, o homem, né, o ser humano a

io? Porque será que a terra não produz o bastante para fornecer o homem, ao ser humano, o necessário, a sua sobrevivência? É que ingrato, a resposta do espírito da verdade, o homem, né, o ser humano a despreza. A despreza o quê? Não é a própria terra. Ela, a terra, a mãe Gaia, no entanto, é a excelente mãe. A terra é nossa mãe, a natureza é nossa mãe. Nós somos natureza. Muitas vezes também ele acusa a natureza do que só é resultado de sua imperícia ou de sua imprevidência. Então, em perícia, nós não temos muita dedicação, muita atenção. Em previdência não tomamos os cuidados adequados, não é? E a gente até costuma dizer, a providência divina provê, desde que nós sejamos também previdentes, ou seja, precisamos fazer a nossa parte. A terra produziria sempre, olha que interessante, o necessário, se com o necessário, se soubesse o homem contentasse. Olha só, então se nós, seres humanos, nos contentássemos com o necessário, a terra estaria produzindo o necessário para todo mundo sobreviver. Se o que ela produz não lhe basta todas as necessidades, é que ele, o ser humano, emprega no superérflo que poderia ser aplicado no necessário. Olha que interessante. Então, o que é necessário? O que é o supérflo para um e para outro? A pessoa que sobrevive com um salário mínimo, ela tem que se virar com salário mínimo. A pessoa que sobrevive com 10 salários mínimos, ela tem que se virar sobrevivendo com 10 salários mínimos. A condição, evidentemente é diferente, mas aqui nós estamos falando, né, de uma relativa desigualdade a outros que recebem 100 salários mínimos no mês, outros recebem 1000 salários mínimos no mês. Alguns são extremamente ricos, outros são extremamente pobres. Onde há a concentração da riqueza, há também a miséria, inevitavelmente. Essa desigualdade é patente, ela é uma realidade. Não é a natureza, não é a terra que se torna responsável por essa situação. Essa situação é consequente da ação humana, das escolhas que nós fazemos. Portanto, nós somos responsáveis pelas desigualdades

o é a natureza, não é a terra que se torna responsável por essa situação. Essa situação é consequente da ação humana, das escolhas que nós fazemos. Portanto, nós somos responsáveis pelas desigualdades existentes. Agora, a desigualdade, ela faz parte da realidade na qual a gente vive, porque nós não somos iguais. Aos olhos de Deus, Maria Clara, querida, filha do coração, todos somos iguais aos olhos de Deus, porque Deus nos vê como filhos e ele concede a todos nós as mesmas oportunidades. Não faz a distinção, não privilegia, não gosta mais de um do que de outro, ama a todos indistintamente. O que nos torna então diferentes uns dos outros é exatamente o emprego que a gente faz da liberdade que a gente tem, do nosso livre arbítrio. Aí nós fazemos as escolhas para seguir um caminho outro, para nos desenvolvermos sobre um aspecto, para as vezes nos mantermos em vícios, às vezes o esforço de desenvolvermos virtudes e aí o progresso vai se dando de acordo com o emprego da nossa disposição, disponibilidade no pensamento voltado para o bem ou não. E aí nós empregamos a nossa vontade também para empreender, crescer ou eventualmente ficarmos ainda numa zona de conforto como se estacionados temporariamente. São escolhas. Como nós temos talentos, temos competências, inteligências distintas, múltiplas, cada um tem os seus talentos. Se nós distribuíssemos igualmente, por exemplo, 10 valores para um e 10 valores para outro, num prazo de um ano, fazendo uma avaliação, certamente nós encontraríamos naquele primeiro que recebeu 10 valores, talvez a multiplicação por dois ou por 10. Talvez ele teria 20 valores ao final do ano ou quem sabe até 100. E aquele segundo que também recebeu igualmente 10 valores, ele poderia estar com -10, - 20 ou até menos 100 valores, porque talvez não tivesse a competência necessária para empreender e fazer com que aqueles valores fossem multiplicados. Lembram das parábolas do talento, né? Das parábolas do talento que eram ao total, não é? Cinco talentos, foi isso? Para um, dois para

a empreender e fazer com que aqueles valores fossem multiplicados. Lembram das parábolas do talento, né? Das parábolas do talento que eram ao total, não é? Cinco talentos, foi isso? Para um, dois para outro, né? e um para um terceiro. O que recebeu cinco talentos, ele multiplicou e mais, né? Cinco, devolveu 10 ao Senhor. O que recebeu dois, devolveu quatro. O que recebeu um, devolveu um, porque ele enterrou o talento. Ele não aplicou, não desenvolveu por medo. A insegurança manifestada pelo medo ou o medo manifestado na forma de insegurança em que ele não conseguiu desenvolver, ele se travou, ele estacionou. Os outros empreenderam, se esforçaram, desenvolveram a inteligência e tal. Quando nós temos o talento, que é uma oportunidade, seja um recurso material, uma propriedade, algum bem que a gente tem, ou seja, uma competência em termos de uma virtude que a gente pode trabalhar, por exemplo, o conhecimento, né, a paciência, a tolerância, o não preconceito, enfim, tudo isso a gente pode trabalhar para multiplicar dentro das nossas condições ou quem sabe em botar esses talentos, arquivando-os, não é, ou depositando-os, enterrando-os e eles vão ficar ficar estacionados e a gente evidentemente assume a corresponsabilidade sobre o que estamos fazendo ou deixando de fazer. Então nós temos possibilidades de escolhas e vamos nos desenvolvendo de acordo com as nossas aptidões, as nossas tendências. Nem todo mundo vai se desenvolver da mesma forma e no mesmo tempo. Isso é natural, não é? Tem aqui a querida Paulinha, por exemplo, que tem um talento, né, na relação interpessoal, carismática, não é? Simpaticíssima, empática, que eu tô tentando ter assim ao longo de algumas encarnações. Ainda tô tateando, aos pouquinhos a gente vai chegando. Então, a gente vai vendo, um tem um talento que já está aparece ali já, mas pronto, porque certamente desenvolveu noutras existências, não é isso? nada é de graça. E nós às vezes estamos ali começando a desenvolver um certo talento, mas em contrapartida a gente pode ser às vezes

nto, porque certamente desenvolveu noutras existências, não é isso? nada é de graça. E nós às vezes estamos ali começando a desenvolver um certo talento, mas em contrapartida a gente pode ser às vezes muito melhor num outro aspecto. Aí a pessoa tá começando a desenvolver aquele aspecto. Assim que funciona a vida. Por isso que na interrelação a gente precisa ajudar uns aos outros solidariamente, porque somos todos irmãos e precisamos uns dos outros. A desigualdade da riqueza, ela é clara e existe. Não tem como dizer que não. E na situação no estado Jó e Cissa querida, que nós nos encontramos atualmente no planeta Terra, a gente poderia até afirmar com base em tudo que vemos estudando, vimos estudando, refletindo na doutrina espírita e o que está acontecendo no mundo, que essa desigualdade ela é até explicável, ela até sob certo aspecto, com um certo cuidado, a gente poderia dizer que ela até se faz necessária a desigualdade pela situação temporária em que nos encontramos. A injustiça social não, essa não tem nem como justificar. Você pode até explicar, mas não justifica. Não há motivo algum para injustiça social. A justiça consiste em cada um respeitar o direito alheio do outro. Isso é que é justiça. Respeitar o direito do outro não é ter o nosso direito respeitado em primeiro lugar. Assim como a caridade é amar ao próximo como a nós mesmos, não é amar a nós como amamos o próximo, que esse é egoísmo. Mas anjo é o Aguarô, filósofo espanhol, escrevendo esse livro aqui, Grandes e Pequenos Problemas, está disponível na livraria. Eu vou pedir que vocês adquiram, por favor, quem puder adquir, vocês não vão se arrepender. A abordagem que esse autor faz é muito curiosa. Ele vai dizer que do egoísmo nasce o amor, do orgulho nasceu a humildade. Falei, gente, mas que visão é essa? Eu sempre fui assim. Se eu sou egoísta, orgulhoso, eu tô distante completamente, não é? Da humildade, da caridade. Ele fala que não. O orgulho egoísmo pode ser o gémeo da caridade, da humildade. Você sabia,

pre fui assim. Se eu sou egoísta, orgulhoso, eu tô distante completamente, não é? Da humildade, da caridade. Ele fala que não. O orgulho egoísmo pode ser o gémeo da caridade, da humildade. Você sabia, Cissa? Cara, eu fiquei assim surpresa. Você sabia, Maria Clara? Ah, então é interessante a abordagem que ele faz. E a gente vai entendendo o contexto. Ele não tá justificando que a gente tem que ser egoísta, que a gente tem que ser orgulhoso, não para ser humilde, ser caridoso. Mas é que dessa condição, se nós estagiamos ali desenvolvendo em algum momento, por escolha, por uma situação XY, o egoísmo e o orgulho, nós vamos aprender um dia sermos humildes e caridosos, porque é a trajetória evolutiva e é uma coisa muito bonita. E o que a gente vê, Kardec, então vai trazer para nós aqui com clareza que é um tema, gente, difícil, não é um tema fácil, mas o espiritismo trata de temas atuais difíceis, temas que nós precisamos abordar e nós precisamos ver até que ponto estamos sendo efetivamente justos e mais que isso, amorosos, equitativos. Porque o que a gente vai ver na leitura de Angel Guarô é que nada está fora do prumo. Tudo tem uma razão de ser. Não significa que a gente vai justificar o erro porque é necessário. O erro nunca foi necessário, mas a partir do momento que a gente erra, ele se faz necessário pra gente aprender a lição que ele nos traz. Vocês concordam? Fica claro para nós? Eu não preciso do mal para evoluir, mas a partir do momento em que eu estagiei temporariamente no mal, Deus permite que desse mal eu retiro o bem para o meu próprio aprendizado. É assim que funciona a lei. Então, o contexto sistêmico harmônico, universal, ele predomina em todo o universo, no macro como no microcosmos. O que abala temporariamente esta beleza harmônica, este equilíbrio, é atuação da inteligência humana. Eu estou vendo um seriado, Jó, chama-se Dinossauros. Eu acho que o nome é esse, a narração de Morgan Freeman, aquela voz linda, não é? E são quatro ou cinco episódios, não é

ão da inteligência humana. Eu estou vendo um seriado, Jó, chama-se Dinossauros. Eu acho que o nome é esse, a narração de Morgan Freeman, aquela voz linda, não é? E são quatro ou cinco episódios, não é assim? Quatro, né? E é maravilhoso. Você vai ver ali são 160 e poucos milhões de anos, gente, o tanto que demorou os, né? A gente acha que foi rápido, não foi rápido não, né? Os dinossauros antes, os répteis. E a gente vai vendo, né, a ebulição que o planeta estava. Emanu trata disso lá no Caminho da Luz, falando desses momentos, né, da espiritualidade, fazendo também as suas abordagens de testes para ver como seria todo esse desenvolvimento, uma coisa maravilhosa. E a gente vê, meu Deus, quanta coisa. Nada deixou de ter razão, tudo tem o seu sentido, né, Walter? Tudo tem a sua razão de ser. Então, vamos ver aqui como explica para nós, não é? O nosso querido Allan Kardec, o codificador, no seu bom senso, ele vai falar da desigualdade das riquezas. É desigualdade das riquezas no plural, não é isso? Exatamente. A desigualdade das riquezas é um dos problemas, é um problema como questão a ser resolvido que inutilmente se procurará resolver desde que se considere apenas a vida atual. Bom, então se a gente considerar apenas a existência presente, a atual encarnação, a gente não consegue resolver esse problema da desigualdade das riquezas. Não tem como. Nós precisamos recuar admitindo a existência de várias vidas ou várias existências físicas, que é um princípio fundamental do espiritismo, que a gente chama de muito bem, é isso que vocês pensaram, não é? A reencarnação, a pluralidade dos mundos, não, a pluralidade das vidas ou das existências, não é? melhor expressando a chamada palingesia, não é isso? Então, nós nascemos novamente, renascemos novamente. É a chamada reencarnação. Se não houver o entendimento desse princípio básico que é reencarnação, dificilmente a gente vai conseguir explicar a questão da desigualdade. Kardec disse que não tem como, vai ser uma tentativa inútil. A

o houver o entendimento desse princípio básico que é reencarnação, dificilmente a gente vai conseguir explicar a questão da desigualdade. Kardec disse que não tem como, vai ser uma tentativa inútil. A primeira questão que se apresenta é esta: por não são ricos todos os homens? Por que nem todos os seres humanos são ricos do mesmo jeito? Por que não? Quem é rico aqui, por favor? Essa pergunta indiscreta não terá resposta, porque o rico ele não vai se manifestar dizendo que ele é rico. Eu vou fazer outra pergunta indiscreta. Quem é que tem mais de 500.000 aplicados na conta aqui? também não vai se manifestar por uma questão de descrição, não é? Quem não tem nenhum valor aplicado na conta aqui, alguns estão se manifestando discretamente que não querem aparecer também. Veja que situação, né? Nós temos as situações mais distintas a situação que a gente encontra-se hoje, que não dá para você simplesmente colocar todo mundo como olha, todo mundo é idêntico, é igual, teve teve as mesmas oportunidades, não foi nesta existência não. Alguns nasceram já herdando uma herança enorme que vão jogar fora, não é? que a herança vai passando de mão para mão. Por isso que a gente vai variando e Kardec explica aqui, às vezes nós temos, né, recursos abastados, às vezes, né, a gente tem moderadamente e às vezes nos falta, né, a gente nasce também na pobreza, tudo tem a sua razão de ser. Então, por que não são igualmente ricos todos os homens? Não são por uma razão muito simples. Olha a lógica de Kardec, por não serem igualmente inteligentes, ativos e laboriosos. para adquirir, nem sóbrios e previdentes para conservar. Kardec, está certo? Alguém ousa dizer que tá errado? Poderia até dizer que tá errado, mas ele tá certo, não é? Realmente nós não somos iguais em inteligência, nem todos temos as mesmas competências. Às vezes, né, uns podem desperdiçar, outro aplicar melhor, né? Alguns são ativos laboriosos para adquirir, não é? E às vezes não tem essa inteligência ou essa sobriedade de previdência para

petências. Às vezes, né, uns podem desperdiçar, outro aplicar melhor, né? Alguns são ativos laboriosos para adquirir, não é? E às vezes não tem essa inteligência ou essa sobriedade de previdência para poder conservar. Quantos não ganharam na loteria e perderam tudo, não é? Quantos não receberam herança e perderam tudo? Um esforço todo dos pais para deixar pros filhos e os filhos não querem saber daquilo ou não deram valor. Então a gente precisa examinar tudo isso. Nós não somos iguais. Há diferenças. Não o são por essa razão simples. Então é, aliás, ponto matematicamente demonstrado que a riqueza repartida com igualdade a cada um daria uma parcela mínima e insuficiente. Se for pegar em termos de riqueza aqui, tá falando material, nós não estamos falando dos produtos que a Terra poderia gerar, que a Terra poderia ofertar tudo o necessário para que ninguém passasse fome em termos de produção da terra. Questão 705. poderia, ah, mas Kardec se contradiz entre o Evangelho e o Livro dos Espíritos. Não, aqui tá falando da riqueza material, lá tá falando dos produtos da terra. A terra poderia produzir, poderia, desde que a gente se contentasse com o suficiente, mas a gente quer o superérflo. O meu superfro é o que tá faltando pro outro. Eu já me dei conta disso. Então, se a gente tem superf, a gente faça um bom emprego dele, porque senão nós estaremos sendo responsáveis por esse recurso que fica apenas voltado para nós. E não é que a gente vai sair doando tudo que tem, mas é a gente saber compartilhar o emprego da riqueza de uma maneira que beneficie socialmente aquele que não tem a mesma condição que a nossa. Isso é claro para nós, gente. Ah, eu não tenho campete 100, mas eu tenho 10. O que que eu posso fazer com 10? Aquela pessoa que tem menos é a pessoa que costuma doar mais. Vocês já viram isso? É impressionante. Por quê? Porque ele sabe da necessidade do outro, porque ele também passa a necessidade. Então ele retribui, ele contribui, ele distribui, ele compartilha. Agora, muitas vezes aquele que tem mais

nte. Por quê? Porque ele sabe da necessidade do outro, porque ele também passa a necessidade. Então ele retribui, ele contribui, ele distribui, ele compartilha. Agora, muitas vezes aquele que tem mais recursos, ele conserva, ele segura, porque ele vai querer multiplicar, duplicar. Não tô generalizando porque há muitas pessoas de pos que fazem muito bem anonimamente e isso é muito importante, necessário que se faça. Então, é, aliás, ponto matematicamente demonstrado que a riqueza repartida com igualdade, né? Se fosse distribuído para todo mundo igualmente, a cada um daria uma parcela mínima insuficiente. Então você tem essas distinções, essas diferenças, um tem mais, outro tem menos. Aquele que tem mais vai multiplicando porque ele vai gerando também empregos, vai dando condições das famílias constituírem, né, assim, base para poder sobreviver, poder ter dignidade dentro cada um das suas condições. O que não vale e não pode, é injustiça que corre a mãcheias no nosso mundo por causa do nosso egoísmo, do nosso orgulho. Isso a gente vivencia. Nós temos uma sociedade eminentemente dípara e covarde, eu diria até mesmo hipócrita, fingida, como a gente vê a manchez no que tá acontecendo no dia a dia. O nosso banco estadual tem que ser salvo agora por investimento e tudo por conta de corrupção e haja pessoas e pessoas envolvidas em todos os níveis, em todos os segmentos do poder público privado. É impressionante corrupção, falta de caráter, falta de ética. Angel Aguar vai dizer que a solução do problema da desigualdade social e aqui no caso das riquezas está na ética, porque não é que tenha que ser todo mundo igual, todo mundo ter a mesma coisa. Isso nem acontece no plano espiritual. Até no plano espiritual há diferenças, porque todo mundo tem o necessário, ninguém vai passar falta de nada. Aqui na terra acontece isso por uma série de razões, mas a gente não pode atribuir isso à lei de causa efeito, dizendo: "Ondido tá passando fome porque ele fez passar fome alguém no passado." Isso é

. Aqui na terra acontece isso por uma série de razões, mas a gente não pode atribuir isso à lei de causa efeito, dizendo: "Ondido tá passando fome porque ele fez passar fome alguém no passado." Isso é um equívoco. A lei de causa efeito não funciona assim, meus irmãos, porque senão Deus não seria Deus. A lei de causa efeito, ela é justa e é equânime, dando a cada um, segundo a sua necessidade, o seu merecimento. Isso é equanimidade, além de justiça, porque não vai dar mais a quem não merece, não vai dar menos também a quem merece. Isso é fundamental a gente entender, porque Deus ele é justo, mas ele é bom. Por isso vem a justiça e o amor, a revelação da justiça e do amor, porque esse amor é com base na justiça. E a gente vai vendo esse trabalho todo sendo desenvolvido com a necessidade da gente trazer paraa nossa atualidade para ver exatamente o que nós podemos fazer. O problema é tão grave que provavelmente a gente não vai conseguir solucioná-lo. Mas o que é que eu posso fazer? pergunta que eu faço no contexto em que eu estou vivendo, no meio ambiente que estou inserido, na minha família, na casa espírita, no ambiente de trabalho, junto das relações sociais que eu estabeleço, o que que eu posso fazer para ser sincero, honesto, probo, eu não admitir que em coisas pequenas eu seja, por exemplo, aquele que vai ser instrumento do mal, do escândalo, que eu possa ser agente passivo ou ativo da corrupção. que possa me deixar enganar fazendo mal semelhante, porque é impressionante a gente ter tudo isso que está acontecendo, que não dá credibilidade, não dá segurança nacional e mundial. Nós estamos com guerras praticamente em todos os cantos do planeta e a gente poderia até explicar a guerra, mas não há como justificar. Uma justificativa que tentaram fazer, dizer que a guerra se justifica porque a necessidade de pela força impor a paz. São vocábulos que não combinam força, imposição e paz, porque a paz não se impõe, a paz se conquista. Então, não há como gerar a paz pela guerra.

tifica porque a necessidade de pela força impor a paz. São vocábulos que não combinam força, imposição e paz, porque a paz não se impõe, a paz se conquista. Então, não há como gerar a paz pela guerra. É uma falácia dizer que a guerra é necessária para que haja paz. Não há necessidade da guerra para a paz. da guerra. Sim, uma vez instalada, se vai tirar os elementos ou os recursos para o desenvolvimento, até para a constituição da paz pela dor, pelo sofrimento, mas ela não se faz necessária no sentido de que a gente tem que passar por ela. Há planetas que evoluíram sem passar pela guerra. Marte é um exemplo, está dito aí na literatura espírita. Por que que a Terra passa o tempo todo por guerras? por causa da nossa condição belicosa. Nós ainda somos aqueles que odiamos, que ofendemos, que magoamos. Então, essa diferença toda existe e ela vai cada vez mais aumentando patentemente aos nossos olhos, porque a gente não ama efetivamente o próximo, porque nós somos preconceituosos. A gente vê algumas imagens, por exemplo, né, que aparece esses espíritos de luz. Os espíritos de luz são brancos. Não sei se vocês já viram. E seres de outros planetas representados são todos seres luminosos, com veste branca, com a pele alva, que quase você não enxerga. Ora, esse Jesus foi negro. Qual é o problema disso? Uma amiga psicóloga me fez um teste. Ela falou: "Quero que você sente à frente, olhe para trás, quero ver quantos negros você enxerga. Quantos negros nós temos aqui presente agora? É impressionante, não é? E uma pesquisa demonstra que os nossos irmãos revestidos por essa tes maravilhosa, segundo essa pesquisa, poderiam ser considerados, entre aspas até mais puros do que os supostos brancos, como nosso vermelho branquelo aqui. Somos preconceituosos ainda. Hoje é dia da mulher e pleno século XX, tanto que a gente tem que melhorar. Então nós vamos trabalhar por isso. Kardec vai explicando para nós aqui, não é exatamente? Supondo efetuada essa repartição, o equilíbrio em pouco tempo estaria desfeito pela diversidade

que melhorar. Então nós vamos trabalhar por isso. Kardec vai explicando para nós aqui, não é exatamente? Supondo efetuada essa repartição, o equilíbrio em pouco tempo estaria desfeito pela diversidade dos caracteres das apetidões. Em pouco tempo se desfaria, não é, essa igualdade, porque cada um vai aplicar a sua forma, que supondo a possível e durável, tendo cada um somente com o que viver, o resultado seria o aniquilamento de todos os grandes trabalhos que concorrem para o progresso e para o bem-estar da humanidade. Então, sob esse aspecto aqui entendido assim, essa igualdade absoluta que não existe em nenhum lugar do mundo, nem no plano físico, nem no plano espiritual, que a ideia de comunismo, quando se fala não é nesse sentido de igualdade para todos, que é uma falácia também engano, porque existe aqueles estão no poder numa situação diferenciada. Comunismo num sistema de se tornar comum tem que ser entendido como a justiça que se aplica, considerando as oportunidades semelhantes. Hoje fala com meu filho e fala: "Pai, não existe democracia". Eu falei: "Onde, filho?" "No Brasil?" Falei: "Não, no mundo não há nenhum lugar em que exista a democracia, nenhum lugar o povo assume o poder." É interessante isso, né? que democracia, democracia, temo povo, cracia, poder. E nem lugar do mundo o povo está no poder. É uma ilusão. Mas será que tem que ser assim? Allan Kardec fala em obras póstumas sobre aristocracia, intelecto moral, que aristocracia é o poder dos melhores. Mas de que maneira? daqueles que são mais desenvolvidos, competentes, intelectual e moralmente, necessariamente tem que ter a moral ética, porque senão não tem sentido. Nós estamos cheios de homens e mulheres públicos que são intelectuais, empreendedores que estão aí, mas a ética e a moral precisa ser vista e nós temos responsabilidade sobre tudo isso. Então, Kardec vai desenvolvendo o assunto. Se Deus a concentra em certos pontos, o caso da concentração da riqueza, é para que daí se expanda em quantidade

nós temos responsabilidade sobre tudo isso. Então, Kardec vai desenvolvendo o assunto. Se Deus a concentra em certos pontos, o caso da concentração da riqueza, é para que daí se expanda em quantidade suficiente de acordo com as necessidades. Ora, a gente vê a riqueza num ponto, ora noutra. Ora é uma família, outra família, uma pessoa, outra pessoa. Isso de encarnação com encarnação vai mudando. Deus vai dando essa oportunidade assim para ter uma visão genérica para que todos tenham realmente condições e de gerar o desenvolvimento, o progresso, porque a riqueza não é um mal. A riqueza é um recurso valiosíssimo que precisa ser empregada para o bem, para o bem social. Não é justo que alguém morra de fome, de frio, que não tenha o necessário para sobreviver. As necessidades básicas da pirâmide de Maslon, o administrador, precisa ser atendidas. Essas necessidades precisam ser atendidas, não só estas, como outras também. Então, Kardec explica, admitido isso, pergunta-se: "Por que Deus a concede, por exemplo, a pessoas incapazes de fazê-las frutificar para o bem de todos, né? Por que que determinadas pessoas absolutamente incompetentes têm a riqueza em mão? Não dão conta de fazer o bem, não conseguem reproduzir aquilo, provavelmente vão perder. Ainda aí está uma prova da sabedoria da bondade de Deus, dando-lhe o livre arbítrio, a liberdade, quis ele, Deus, que o homem chegasse por experiência própria, a distinguir o bem do mal e que a prática do primeiro, né, do bem, resultasse o quê? dos seus próprios esforços e da sua vontade. Então, não deve o homem ser conduzido fatalmente ao bem, nem ao mal. Gente, a nossa natureza é boa. Nossa natureza não é neutra, porque nós somos filhos de Deus. Deus só creu que é bom. Então, nós somos bons em potencial. Agora, essa bondade é impotencial para você ser desenvolvida pelo esforço da vontade. Isso é que vai fazer a diferença. Esse esforço da vontade é o emprego do livre arbítrio no desenvolvimento. Então, não deve o homem ser conduzido

al para você ser desenvolvida pelo esforço da vontade. Isso é que vai fazer a diferença. Esse esforço da vontade é o emprego do livre arbítrio no desenvolvimento. Então, não deve o homem ser conduzido fatalmente ao bem, nem ao mal, sem o que não mais, né, fora, senão instrumento passivo e irresponsável, não é, como os animais. Ele coloca aqui um exemplo, mas tomando de um modo geral, até hoje os animais a gente vê seres sencientes, nossos irmãos que merecem cuidados, não é? Precisam ser tratados com muito amor e muito carinho. Eles têm demonstrado isso para nós, aquela ilusão de que os animais estão a serviço do homem, a gente faz com eles que bem entender. Isso nunca deveria ter acontecido. Na verdade, os animais são nossos irmãos que merecem respeito, não é? E a gente precisa considerar dessa maneira. Mas Kardec coloca aqui a irresponsabilidade animal no sentido de que eles não estão sujeitos à lei de causa e efeito, porque eles não usam de um livre arbítrio a ponto de agirem por vontade própria e serem responsáveel pelos seus atos. Eles agem instintivamente e aí vem as consequências naturais, mas dentro de um controle do automatismo da lei que se cumpre para a harmonia e para o equilíbrio sempre, tá? A questão não é simples. Tem um livro inteiro sobre a evolução anímica, tem capítulos inteiros de A Gênes para explicar isso pra gente. Bom, a riqueza é um meio de o experimentar moralmente, de experimentar o ser humano, mas como ao mesmo tempo é poderoso meio de ação para o progresso, não quer Deus que ela, riqueza, permaneça longo tempo improdutiva, pelo que incessantemente a desloca. Então, ora num, ora noutro. Cada um tem de possuí-la para se exercitar em utilizá-la e demonstrar que uso sabe fazer dela, sendo no entanto, materialmente impossível que todos a possuam ao mesmo tempo. Daí a explicação porque não somos todos ricos, não é? E acontecendo além disso, que se todos a possuíssem, ninguém trabalharia. Também tem isso, hein? Quem já pensou em ganhar na loteria e não fazer nada aqui?

licação porque não somos todos ricos, não é? E acontecendo além disso, que se todos a possuíssem, ninguém trabalharia. Também tem isso, hein? Quem já pensou em ganhar na loteria e não fazer nada aqui? ninguém, né, gente? Muito bem. Então, veja lá o que que aconteceria nesse caso, né? Eh, a gente não se desenvolveria, não trabalharia com que o melhoramento do planeta ficaria comprometido. Cada um a possua, então, por sua vez. Assim, um que não a tem hoje, né? Não, não a tem hoje, já a teve ou terá noutra existência. Outro que agora a tem, talvez não a tenha no futuro, né? Kardec usa a palavra talvez não na tenha, não significa que vai ser castigado, punido. É tudo fruto do próprio uso do livre arbítrio. A gente vai responder. Além não pune num castiga, ela dá oportunidade de melhoria. Às vezes até nos retirando alguma coisa pra gente aprender o valor daquilo que vai nos faltar, não é? Então há ricos e pobres, porque sendo Deus justo como é, a cada um prescreve trabalhar a seu turno. A pobreza é para os que a sofrem. Olha que interessante, gente, a prova da paciência e da resignação. Aqueles que estamos atravessando a prova então da pobreza, é para testar em nós exatamente essas questões aqui, os valores da paciência e da resignação. Saber ser paciente, saber esperar, ter a compreensão do coração, aceitação pelo coração, que é resignação. E a prova da riqueza é para os outros a prova da caridade, da abnegação. Abnegação é renúncia, é desprendimento, é desapego. A caridade é a doação, é o bem ao próximo. Então eu tenho a prova da riqueza para ver se realmente eu consigo, né, ser abnegado e devotado e eu tenho a prova da pobreza para ver se eu sou paciente e resignado. Veja que tem sentido. Tudo faz sentido, tudo tem razão, não é? deploram-se com razão o péssimo uso que alguns fazem de suas riquezas assignóis paixões que a cobiça provoca. E pergunta se Deus será justo dando a tais criaturas? É exato que se o homem só tivesse uma única existência, nada justificaria semelhante repartição dos bens da terra.

s paixões que a cobiça provoca. E pergunta se Deus será justo dando a tais criaturas? É exato que se o homem só tivesse uma única existência, nada justificaria semelhante repartição dos bens da terra. Se, entretanto, não tivermos em vista apenas a vida atual, a existência presente, ao contrário, considerarmos o conjunto das existências, então a reencarnação, veremos que tudo se equilibra com justiça. Quando se amplia a visão, o antes, né, e o durante vai compreender o que virá depois, inclusive. Carece, pois, o pobre de motivo assim para acusar a providência, como para invejar os ricos e estes para se glorificarem dos que possuem. Na verdade, nós somos apenas uso frutuários, ou seja, tudo que a gente tem de material em nossas mãos é de uso temporário. Tudo deve ser empregado em benefício também dos outros, não é só para nós. Por isso, se alguém precisa de ajuda, a gente tem condições, ajudemo-la. Essa pessoa precisa de ajuda. Ah, não tem alguma coisa material. ee um pouquinho do seu tempo. Fique um pouco com essa pessoa, converse com ela, lhe dê atenção. A casa espírita faz isso constantemente, não é, Jó, né, C? Um atendimento fraterno desse diálogo amoroso que se faz, não é? Se abusam, não será com decretos ou leis suntuárias que se remediará o mal. As leis podem de momento mudar o exterior, mas não logram mudar o coração. Daí vem serem elas de duração efêmera, essas leis humanas e quase sempre seguidas de uma reação mais desenfreada. As leis estão mudando o tempo todo e principalmente quando você faz leis para conveniência, não é? para atender a caprichos próprios, como a gente está vendo o tempo todo. Infelizmente, a origem do mal reside no egoísmo e no orgulho. Os abusos de toda espécie cessarão quando os homens se regerem pela lei da, qual é a palavra-chave aqui? lei da caridade, porque fora da caridade não há salvação, fora da prática do bem não há felicidade. Então, o orgulho e egoísmo acabam sendo a origem de todos os males. E a gente tem recursos suficientes já a partir de agora para

da caridade não há salvação, fora da prática do bem não há felicidade. Então, o orgulho e egoísmo acabam sendo a origem de todos os males. E a gente tem recursos suficientes já a partir de agora para trabalhar a superação desse orgulho e desse egoísmo, buscando desenvolver a humildade. Há ricos que são humildes, há pobres que são orgulhosos, há ricos que são caridosos, não é? e pobres que são egoístas, porque não está propriamente na riqueza ou na pobreza propriamente, mas está no caráter, no comportamento, na postura que a gente adota diante das circunstâncias, as provas, tanto de uma quanto de outra, da pobreza e da riqueza, vem para nos testar. Toda prova carrega a lição que a gente precisa aprender. E hoje a gente vê essa diferença tão grande dessa desigualdade das riquezas. como uma real necessidade de nós nos aperfeiçoarmos no desenvolvimento dos laços de amor, trabalhando a fraternidade e a solidariedade. Por isso, queridos, toda vez que eu penso, reflito, sinto, eu me questiono como é que a gente pode, diante do que nós estamos vivendo, inserir esse contexto do conteúdo espiritista. que Allan Kardec nos traz, como viver essa mensagem transformadora do evangelho, como a Cista leu para nós, né? A renovação, que é o objetivo do espiritismo, a transformação moral. Como fazer isso no nosso dia a dia? Será que é possível? Será que a gente dá conta? E refletindo, pensando, sentindo, a gente chega à conclusão de que nós somos capazes de hoje mesmo fazer o que está ao nosso alcance. Porque Deus não quer que a gente faça nada além do que a gente dá conta. Ele não tá pedindo excessos, ele só pede o necessário. Para Deus não há supérfluo, mas há o recurso suficiente para todos, para que não falte nada a ninguém. E nós temos esse compromisso no que a gente faz, no trabalho que a gente desenvolve, na convivência que a gente tem com os entes queridos, com aqueles que são pares e ímpares, que são afetos e desafetos, que são simpáticos e antipáticos, aqueles a quem a gente ama e quem a

desenvolve, na convivência que a gente tem com os entes queridos, com aqueles que são pares e ímpares, que são afetos e desafetos, que são simpáticos e antipáticos, aqueles a quem a gente ama e quem a gente odeia, pra gente exercitar os laços do respeito, porque nós somos só uma família, não tem razão alguma de eu fazer o mal. E se eu tenho recursos em mão, eu tenho o dever de fazer o bem. Se eu não tenho nada material, eu tenho a minha própria pessoa para me doar ao semelhante no compartilhar a experiência de vida, em trocar uma informação valiosa de consolo, em levar a esperança, porque todos somos agentes de mudança, não somos meros espectadores da realidade. E se o Cristo nos ampara hoje e sempre vai nos amparar neste momento presente, ele também conta com a nossa parte. Que a gente possa assim desapegados, renunciando abnegadamente, exercitarmos a caridade, fazendo passo a passo o que a gente já pode fazer desde agora. Muito obrigado pela atenção. Agradecendo ao a Cecília, ao Geraldo pelas palavras inspiradas para a nossa reflexão. Estávamos nos lembrando de uma frase que está em Estude Viva, que o Espiritismo requer de nós uma espécie de caridade permanente que é a da própria divulgação da doutrina, né? Mas tem uns que dizem que já deturpando um pouco, né? dizendo e já já leva uma coisa para a mais importante. Não, não é a mais importante. A mais importante é dos nossos bons exemplos, não é? Da vivência, da prática do amor, da convivência, não é isso? Por isso que Deus dá a cada um de acordo com seu esforço. E conforme o Geraldo falou, se tudo fosse distribuído igual, logo ninguém teria mais nada, né? Mas vamos agradecer a Deus por esses momentos de reflexão, de ensinamento e pedir a ti, pai querido, em nome de Jesus, que continues abençoando a nossa vida, o nosso esforço, o nosso trabalho, a fim de que possamos cada vez mais exercitar o amor entre todos nós, trabalhar em nós a humildade, a perseverança no bem. Senhor, obrigado por esses momentos, mas que nós

o esforço, o nosso trabalho, a fim de que possamos cada vez mais exercitar o amor entre todos nós, trabalhar em nós a humildade, a perseverança no bem. Senhor, obrigado por esses momentos, mas que nós possamos cada vez mais aproveitá-los nas horas, nos minutos de cada dia, procurando ser um pouquinho melhor hoje do que fomos ontem. e amanhã um pouco melhor do que estamos sendo hoje. Obrigado, Pai, que a tua bênção, a tua proteção permaneça com todos nós e que Jesus continue sendo para nós o caminho, a verdade e a vida eterna pelos exemplos que deixou conosco. Muito obrigado e que assim seja. Agora, aqueles que desejarem o passe permanecerão sentados, porque a equipe de passistas deverá chamar de acordo com as prioridades, né? As pessoas com deficiência, mais idosos, com crianças, deverão ser chamadas primeiro para quem desejar o passe. A todos uma boa semana, um feliz restante de dia das mulheres para todas as mulheres. Grande abraço a todos. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho [música] acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes [música] pareciam inalcançáveis. A comunicação [música] é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos [música] de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe [música] profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são [música] mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de [música] áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do [música] nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho

ners, programadores e técnicos de [música] áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do [música] nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para [música] continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, [música] mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda [música] mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos [música] com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br e faça sua [música] doação. Eu quero ver. [música]

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