Fora da Igreja não há salvação, com Geraldo Campetti | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Fora da Igreja não há salvação. Fora da verdade não há salvação. ESE, cap. 15, itens 8 a 9. Palestrante: Geraldo Campetti Direção: Jorge Leite de Oliveira Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
Boa tarde a todos. Vamos dar início a mais uma a uma reunião sobre a proteção de Deus e de nosso Senhor Jesus Cristo. E vamos para nossa prece inicial. Jesus amado, aqui nos encontramos, Senhor, em teu nome, para entrar em sintonia com os teus mensageiros que haverão de inspirar os nossos palestrantes, a fim de que as mensagens desta tarde possam calar fundo nos nossos corações. E nós possamos a cada hora, a cada dia, a cada momento, enfim, Senhor, colocar em prática, observar nas nossas atitudes e pensamentos aquilo que precisa ser corrigido, mas não desanimar jamais, continuar perseverante. no trabalho de iluminação, a fim de que possamos um dia, Senhor, dizer com toda a humildade: "Eis-nos aqui servos imperfeitos, Senhor, fizemos o que podemos. Ajuda-nos para que possamos cada vez mais, esforçando-nos, trabalhar no bem, na divulgação do teu evangelho, à luz do consolador prometido por ti, que é o Espiritismo cristão. abençoa a todos aqueles que se encontram aqui, os nossos familiares, o nosso país e a humanidade conturbada, Senhor, envolvendo-nos na todos nas tuas bênçãos de paz. E que assim seja. Passo agora a palavra à nossa irmã Shelma, que vai fazer uma leitura da obra Palavras de Vida Eterna e o comentário. >> Boa tarde a todos. Primeiro agradecer, né, a todos que estão nos acompanhando pela virtualmente, pela internet e vocês que tiveram a gentileza de nos ouvir aqui presencialmente. É uma é muito, a gente fica muito grato de ver essa casa cheia, né? Então, hoje a gente vai ler o capítulo 72 deste livro, Palavra de Vida Eterna, que é dessa coleção Fonte Vida. A mensagem é de Emanuel, ouvidos. Quem tem ouvidos de ouvir, ouça. Jesus. Mateus 11:15. Ouvidos toda a gente os possui. Achamos, no entanto, ouvidos superficiais em toda parte. Ouvidos que apenas registram sons. Ouvidos que se prende a noticiários escandalosos. Ouvidos que se dedicam a boatos perturbadores, ouvidos de propostas inferiores, ouvidos simplesmente consagrados à conversão. Ouvidos de festa, ouvidos de mxiricos,
prende a noticiários escandalosos. Ouvidos que se dedicam a boatos perturbadores, ouvidos de propostas inferiores, ouvidos simplesmente consagrados à conversão. Ouvidos de festa, ouvidos de mxiricos, ouvidos de pessimismo, ouvidos de colar as paredes, ouvidos de complicar. Se desejas, porém, sublimar as possibilidades de acústica da própria alma, estuda e reflete, pondera e auxilia fraternalmente, e terás contigo os ouvidos de ouvir a que se reportava Jesus, criando em ti mesmo o entendimento para a assimilação da eterna sabedoria. É uma mensagem bem eh simples, né, de entendimento, mas eu tenho certeza que enquanto eu tava lendo, cada um aqui ouviu de um jeito essa mensagem, porque cada um traz suas experiências, sua sensibilidade, cada um é um universo. Então, ninguém ouviu da mesma forma. E quando a gente analisa essa essa mensagem, cada um faria uma análise até melhor do que a análise que eu vou fazer. Alguns fariam, outros fariam totalmente diferente, porque todo mundo tem as suas experiências e que vai interferir nesse ouvir, não é verdade? Então, quando eu tava lendo essa mensagem, primeiro eu pensei em que circunstâncias Jesus disse isso. Quem tem ouvidos, ouça. Jesus estava falando sobre João Batista, que João Batista tinha vindo antes dele e que tinha trazido a mensagem. E muitas pessoas não deram atenção a João Batista. Por isso ele termina falando isso. Ele tava falando da multidão e ele fala: "Quem tem ouvidos ouça". Porque havia uma profecia sobre João Batista que ele viria, a profecia dizia: "Eis que envio o teu mensageiro à tua frente". Então, João Batista veio antes de Jesus. Ele preparará o teu caminho diante de mim. Mas as pessoas não, algumas pessoas não deram a importância a João Batista, que era aquela voz que clamava no deserto. E Jesus depois ele segue julgando a sua geração. Nesse mesmo capítulo 11 de Mateus, ele fala: "Com efeito veio João Batista que não come nem bebe, e dizem: "Um demônio estar nele." Veio o filho do homem que come e bebe e
egue julgando a sua geração. Nesse mesmo capítulo 11 de Mateus, ele fala: "Com efeito veio João Batista que não come nem bebe, e dizem: "Um demônio estar nele." Veio o filho do homem que come e bebe e dizem: "Eis aí um glutão e um beberrão, amigo dos publicanos e pecadores." Veja só, as pessoas se prendiam muito mais a forma como Jesus se apresentavam, como João Batista se apresentava do que a mensagem que eles traziam. Isso Jesus está fazendo um julgamento daquela geração dele. Em 1965, Emanuel escreve essa mensagem. e fala da forma como a gente escuta. Parece que não mudou muito, porque a gente tem uma seletividade no ouvir, mas não é uma seletividade de escolher o que é bom, o que é eh verdadeiro pro meu crescimento. É uma seletividade para escolher o que nos convém pela nossa imperfeição ou pelo nosso egoísmo. Então, é Emanuel e Jesus faz essa análise. Parece que muita coisa continua igual, porque a gente ainda tem esses ouvidos viciados, direcionados ao que a gente quer ouvir, ao que é música aos nossos ouvidos. Então, só fazendo essa análise aqui de Emanuel Jesus, eh, numa discussão, por exemplo, é um ponto que eu quis eh selecionar numa discussão, muitas vezes você tá discutindo com uma pessoa e a pessoa tá falando e você já tá pensando junto com ela o que que você vai responder para ela. Você nem escuta o que aquela pessoa tá te falando. Isso é um exemplo. Então, a gente não tem a caridade de escutar o outro. a gente já tá, ele tá falando e na nossa cabeça tá falando junto com ele. Mesmo que os argumentos dele não sejam argumentos que a gente considere verdadeiros, a gente pode ter a caridade de escutar para entender o ponto do outro, a razão do outro, porque o outro se sente assim, ele se sente assim por algum motivo. Então, a gente tem esse ouvido pronto para discutir, que não escuta. Uma outra coisa que Emanuel fala aqui é o ouvido de complicar. Muitas vezes, eu fiquei pensando ouvido de complicar. Muitas vezes a gente convive com as pessoas e elas têm vários
utir, que não escuta. Uma outra coisa que Emanuel fala aqui é o ouvido de complicar. Muitas vezes, eu fiquei pensando ouvido de complicar. Muitas vezes a gente convive com as pessoas e elas têm vários pontos que concordam com os nossos pontos. Nós temos vários pontos em comum de pensamentos, mas a gente se apega ao único ponto divergente e começa a construir a nossa relação a partir da divergência. Isso acontece muito nas religiões, com posições políticas. Às vezes a gente tem ali convive com a pessoa, a gente tem tantos pontos incomuns, a gente tem tantas coisas que a gente concorda e a gente só vai se apegar ao que é discordante, ao que destoa. Então é o ouvido de complicar. A gente não tenta ir pelo lado da da do que é comum, do que é do que pacifica. a gente se apega ao que complica. Então, Emanuel fala aqui desse ouvido de complicar. Então, o que que a gente precisa trabalhar? Uma escuta mais humilde, né? Às vezes você vai numa palestra e o palestrante tem uma coisa muito boa para falar para você e aí ele usa um vocabulário, às vezes num vocabulário que você acha, nossa, esse vocabulário é muito simples ou conjuga ali na hora um verbo de forma errada e aí você já desconsidera tudo que ele tá falando e se apega à forma. Não considera a mensagem, joga tudo fora porque você tá com aquela escuta preconceituosa. Não, mas essa pessoa tem um vocabulário muito a quem do meu. Ela não tem nada a me oferecer. Será? Será que os doutores da lei não olharam para Jesus, para João Batista assim aquela época? Não todos, mas muitos não olharam? Será que não olharam porque eles tinham essa forma humilde de estar com pessoas humildes, de estar com pescadores, de estar com os publicanos e já não desconsideraram tudo que eles traziam? Então, a gente tem que ter essa escuta humilde, fraterna e entender que nós já sabemos bastante, mas a gente ainda não sabe o bastante e a gente aprende com o outro. e ter essa escuta e como diz Emanuel, né, estudar e refletir, não é aceitar tudo, não é essa
entender que nós já sabemos bastante, mas a gente ainda não sabe o bastante e a gente aprende com o outro. e ter essa escuta e como diz Emanuel, né, estudar e refletir, não é aceitar tudo, não é essa proposta, é ouvir, estudar, refletir, ponderar, auxiliar fraternalmente. Então, eu tenho certeza que as relações ficariam muito melhores se nós todos trabalhássemos a nossa escuta. E eu falo para mim primeiro, eu sou a primeira em escutar isso que eu tô falando, porque muitas vezes nós somos assim, o outro tá falando e eu já tô pensando aqui, eu não tô nem ouvindo. Então convido vocês agora, né, a gente escutar, né, o que o Campete tem a nos dizer hoje nessa tarde. >> Isso aí, Kelma. Desculpe eu chamá-la de Shelma, mas Shelma é irmã dela, >> trabalhou comigo, inclusive. Eh, passar a palavra agora pro nosso irmão Geraldo Campete, que vai falar sobre fora da igreja nossa salvação e fora da caridade nossa salvação. Não é mesmo Geraldo? Queridos e queridas amigas e amigos, irmãs e irmãos, muito boa tarde a todos. Boa tarde, amigos. >> Boa tarde. >> Que delícia, não é? Esta tarde de domingo chuvosa. Nós estamos numa temperatura mais agradável aqui em Brasília, com esta prece tão agradável que o nosso irmão Jó dirigente fez, essa preparação de ambiente numa leitura e comentário tão assim assertivos da nossa querida Kelma. Aprendi muito, viu, com a sua fala, tão gostoso e tenho certeza que coube a muitos de nós. Obrigado a todos que estão nos acompanhando aí pela FEB Lives também, né, na transmissão pelo YouTube. Que possamos ter uma tarde muito agradável nesta oportunidade 25 de janeiro. Hoje é aniversário de um amigo, irmão querido, chamado Marco Leite. E a gente sempre brinca que ele é tão assim significativo para nós que é feriado lá em São Paulo, não é? Por conta do aniversário. Hoje também é aniversário, né, da de São Paulo. É uma coisa maravilhosa. Amanhã é aniversário de Santos, né, Andreia? Tá sintonizada? É. Tá pensando o quê? Não sabia, né? também não fiquei sabendo
io. Hoje também é aniversário, né, da de São Paulo. É uma coisa maravilhosa. Amanhã é aniversário de Santos, né, Andreia? Tá sintonizada? É. Tá pensando o quê? Não sabia, né? também não fiquei sabendo hoje. Então é muito importante a gente ter esses aniversários de pessoas, né, de locais e a gente vai se sentindo cada vez mais integrado. Eu, amigo Jó, você fica falando que você já tá no 7.4, é isso? Vai fazer em março, >> março. >> Você tá ficando cada vez, >> você tá ficando cada vez mais jovem, jovem há mais tempo. Eu cheguei no 6.0, né? fiz no dia 13 de janeiro, 60 anos. Eu estava esperando chegar nessa idade. 60 anos vai ser uma coisa muito boa. E realmente me sinto muito bem, graças a Deus, né? Evidentemente nenhuma mulher tem essa idade ainda aqui, não é? Também a quem, mas nós homens aí, alguns já chegamos nesta fase da vida. Quantos 18 anos você tem, menina? É, você tem 15. Que coisa, mamãe. E esse menino aí tem o quê? 13 ou 17? >> 18. >> Ah, ele que tem 18. Eu li errado aqui, viu? Muito bem. Ótimo. Quem tá ali? É a Cláudia, querida, não, amiga lá do TSE. Isso, a Paulinha querida. Nossa, eu tava falando pra Kelma, Joel, o seguinte, para eu enxergar a distância, eu tenho que botar o óculos. Para eu enxergar de perto, eu tenho que tirar o óculos. Ela falou: "Resolva esse seu problema pagando apenas $000 num óculos, como o meu, por exemplo, você vai enxergar de perto, de longe, não vai ter problema, né? Que gracinha! É uma verdadeira joia o óculos, né? Tem que cuidar muito bem. Que bom, gente. O tema anunciado aqui pelo nosso amigo Jó é um tema bem interessante e muito atual. Está no capítulo Paulinha, 15º do Evangelho Segundo o Espiritismo. É uma obra básica da doutrina, uma obra de Kardec. É a chamada terceira obra do chamado pentateuco cardequiano. São cinco livros, né? Livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o Evangelho Espiritismo, Céu e Inferno, comemorou 160 anos nesse ano de 2025 passado, né? e a obra A Gênese. E esta obra, O Evangelho Segundo Espiritismo, não é o Evangelho dos
s, o livro dos médiuns, o Evangelho Espiritismo, Céu e Inferno, comemorou 160 anos nesse ano de 2025 passado, né? e a obra A Gênese. E esta obra, O Evangelho Segundo Espiritismo, não é o Evangelho dos Espíritas. Às vezes o pessoal pensa que a o Espiritismo tem o seu evangelho, né? Os espíritas tem o evangelho próprio e então é o evangelho dos espíritas, não. Esse aqui é o próprio evangelho de Jesus, mas é o evangelho explicado à luz do Espiritismo. Então se fundamenta na essência, que é exatamente o ensino moral, trazendo as virtudes notadamente da humildade, da caridade, que são significativas para a nossa evolução e felicidade. E o 15º capítulo traz a bandeira do espiritismo. Eu quero saber se vocês conseguiriam dizer, por favor. É só o pessoal daqui vai ser salvo, né? Porque os outros ninguém falou nada. Como é que é? Fora da >> isso. Fora da caridade não há salvação. A gente interpreta essa expressão que é uma bandeira, realmente é um dístico, né? pra gente poder seguir como prática, como roteiro, como sendo fora da prática do bem, não há felicidade. Ou seja, nós seremos felizes se nós vivenciarmos o bem. Por isso que o Evangelho coloca aqui, Andreia, com muita clareza, que apenas a felicidade é encontrada pela caridade. O caminho único da felicidade para nós sermos felizes, chama-se caridade, ou seja, a prática do bem. E Kardec, na sua genialidade de codificador, nesse capítulo 15, vai trazer então essa bandeira com explicação: "Fora caridade não há salvação." Só que antes de adentrar nas chamadas instruções dos espíritos, ele faz uma abordagem curiosíssima em nove itens anteriores, trazendo as explicações para nesse oitavo e nono itens trazer fora da igreja não há salvação, que é o item oito do capítulo 15 e fora da verdade não há salvação, que é o item nove. E ele sempre faz a dicotomia, o paralelo comparativo com a expressão fora da caridade não há salvação. Bom, a pergunta que eu faço para vocês, que tal fora da igreja não há salvação? Quem é que se ocupa com a salvação aqui?
tomia, o paralelo comparativo com a expressão fora da caridade não há salvação. Bom, a pergunta que eu faço para vocês, que tal fora da igreja não há salvação? Quem é que se ocupa com a salvação aqui? Por favor, permaneça como está. Todos nós nos ocupamos. Quem é que não tem interesse em ser salvo? Provavelmente, se a gente falar, ah, não tem interesse nenhum nisso aí, nós vamos estar sendo hipócritas, talvez falsos, ou ainda não admitimos bem o que a gente quer. Todos nós queremos ser salvos. Mas como é que é essa questão da salvação? O que é ser salvo? A conquista dos céus, a superação dos infernos? a gente passar pelo purgatório e chegar a um estado melhor. O que é a salvação? Estarmos livres da dor, do sofrimento, é sermos felizes. Ao longo da história, nós tivemos várias interpretações e vários entendimentos e buscas com relação à salvação. A própria igreja histórica e tradicionalmente estimulou durante séculos e séculos o chamado pagamento das, vocês vão me ajudar a lembrar do vocábulo? >> Indulgências. >> Isso mesmo, indulgências, não é? Era só para saber se vocês estavam atentos, viu, Kma? Muito obrigada. Ó, pontual ali das indulgências, que era assim, até estava vendo uma expressão recentemente do livro Nosso Lar, que a gente tá fazendo uma leitura de revisão para uma nova publicação, vai sair num formato maior toda a coleção André Luiz. Três livros já estão sendo impressos agora nesse mês de janeiro, né? e já vão estar disponíveis a partir do mês que vem, com letras maiores, com formato maior e à medida que os outros forem sendo esgotados, né, em termos das dos seus exemplares, a gente já vai publicando os livros num formato maior. Isso é um planejamento que já tem 5 anos e que agora a gente tá conseguindo colocar em prática. E revisando o nosso lar, a gente estava relembrando aquela passagem de uma mulher que bate aos portões de nosso lar. Não sei se vocês se lembram, é um capítulo forte chamado vampiro. E aí então Narcisa é chamada a enfermeira. André Luiz estava
embrando aquela passagem de uma mulher que bate aos portões de nosso lar. Não sei se vocês se lembram, é um capítulo forte chamado vampiro. E aí então Narcisa é chamada a enfermeira. André Luiz estava trabalhando nas câmaras de retificação com Narcisa e aquele que estava cuidando ali das da como vigilante, né, dos portões, vai chamar a Narcisa para poder verificar se essa mulher poderia ser atendida no seu pleito. O que que ela estava pedindo para ser atendida? Ela queria adentrar nosso lar. E é interessante que nacisa, quando a vê, visualiza corpo perespiritual. mais de 50 pontos escuros que André Luiz, que estava junto de Nassia, não conseguia enxergar. Interessante, não é? Olha a visão espiritual. E aí, então, ela percebeu uma certa gravidade e ela não podia tomar decisão quanto a permitir a entrada daquela senhora em nosso lar. foi então chamar aquele que era o responsável realmente por toda a segurança. E quando ele chega, ele diz que aquela mulher não poderia ter acesso a nosso lar. André Luiz fica assim, né, surpreso. A Narcisa também fica surpresa. Mas, irmão, será que não poderíamos considerar e tudo? Aí foi que Narcisa não estava conseguindo, assim como André Luiz não sequer enxergava os pontos escuros, NCA não conseguia enxergar a extensão do significado, né? Ela compreendia aquilo até sim que aquela nossa irmã havia sido abortista e aqueles pontos representavam crianças que haviam sido impedidas de nascer e estava registrado no seu perespírito. Mas a extensão que o irmão responsável pela segurança via era que aquela mulher efetivamente não tinha interesse em ser acolhida. Ela na verdade fala: "Mas eu paguei as indulgências, eu paguei lá as orações da missa e eu tenho direito aos céus. Eu preciso ser tratado aqui na minha condição de pessoa que já tem mérito, ela exigindo. E o irmão vai esclarecendo para ela que ela não poderia e ela começa a esbravejar, começa inclusive a falar umas palavras no aumentativo. Ela calunia, injuria, ela maltrata, inclusive com uma leedicência aquele
vai esclarecendo para ela que ela não poderia e ela começa a esbravejar, começa inclusive a falar umas palavras no aumentativo. Ela calunia, injuria, ela maltrata, inclusive com uma leedicência aquele irmão e todos que estavam ali. No fundo, ela não tinha nenhuma preparação. E aí ela sai praguejando, voltando pras condições umbralinas. E aí então o irmão depois explica realmente por não atendê-la, porque ela não estava em condições de ser atendida. Ela não queria de fato contribuir e ajudar de alguma maneira. Ela queria apenas benefícios dos quais ela ainda não tinha direito de oferir e ela poderia ser um motivo de perturbação. Então isso me fez recordar porque a exigência que a gente pode fazer, a compreensão que a gente pode ter, vai ser decorrente das oportunidades de esclarecimento que nós vamos adquirindo ao longo das nossas existências. A Igreja Católica, ao longo do tempo, historicamente, ela trouxe várias interpretações particulares, com interesses específicos, que, na verdade, não eram para clarear, não eram para iluminar. Eu digo isso com segurança e sem nenhum laivo de crítica, porque o espiritismo não critica. E a gente tem que agradecer muito as hostes católicas, apostólicas romanas, porque vários de nós aqui, não é Jó, já pertencemos às essas hostes e não faz muito tempo não, viu, Andreia? Então, nós servimos de certa maneira ao Senhor Jesus com esse entendimento na possibilidade. Quem já leu o livro Nome da Rosa ou já viu o filme, lembram-se? Ali eram conhecimentos numa biblioteca maravilhosa que tinha em ambientes religiosos, cujos ensinamentos, informações e conhecimentos ali registrados eram reservados. O Beto Eco coloca muito claramente isso para nós e eram inclusive aplicados nas folhas, nas páginas dos livros, eram aplicadas determinadas substâncias tóxicas, de tal maneira que a pessoa ao foliar ela fazia aquele movimento, sabe, de não é molhar assim na língua, né, os dedos e depois ela se contaminava e muitos pereceram, muitos morreram, envenenaram.
cas, de tal maneira que a pessoa ao foliar ela fazia aquele movimento, sabe, de não é molhar assim na língua, né, os dedos e depois ela se contaminava e muitos pereceram, muitos morreram, envenenaram. porque tinha leitura, informação, mas não iriam veicular porque era reservado. Quantas coisas não foram guardadas, escondidas? Então, quando a gente fala fora da igreja, a gente poderia interpretar atualmente, queridos, fora de qualquer templo religioso, seja protestante, seja muçulmano, seja espírita, seja católico, a gente não pode afirmar que fora dele não há salvação. Nós jamais poderíamos dizer que fora do Espiritismo não há salvação. Fora da febe não há salvação. Jamais ouviremos isso. Porque toda vez que nós segmentamos, delimitamos, nós estamos de certa maneira escolhendo uma parte excluindo tudo que está fora dela. Quando eu digo que fora da igreja não há salvação, tudo o que não vai alinhado ao pensamento igrejístico estará irremediavelmente perdido. Imagina quantos entendimentos equivocados e lamentáveis a gente tem ainda hoje em pleno século XX de preconceito. preconceitos, os mais distintos, preconceitos com relação ao gênero, a cor de pele, que se chamava de raça, a questão da cultura, do nível, preconceito religioso. Até hoje nós temos irmãos professando um entendimento em que eles praticam o bem apenas entre eles. Se é uma pessoa que tem um pensamento, um credo, uma religião diferente da deles, eles não auxiliam. E entendem, inclusive que aqueles que estão fora do entendimento que eles têm vão para o inferno ou no máximo para o purgatório. Não vão ter salvação. Ora, perguntamos nós, qual é a religião do Cristo? Qual a religião que o Cristo professou? Essa resposta está no capítulo 46 de um livro chamado Opinião Espírita, disponível aqui na livraria, publicado pela FEB em parceria com a comunhão espírita cristã de Uberaba, Minas Gerais, que foi o Centro Espírita e a editora que Chico fundou quando saiu de Pedro Leopoldo para Uberaba. E é uma mensagem daquele que foi o
parceria com a comunhão espírita cristã de Uberaba, Minas Gerais, que foi o Centro Espírita e a editora que Chico fundou quando saiu de Pedro Leopoldo para Uberaba. E é uma mensagem daquele que foi o primeiro presidente da Federação Espírita Brasileira. Vocês sabem qual foi? Começa com Everton e acaba com quadros. Um marechal Everton Quadros. Hoje o presidente da Febre é um brigadeiro. Só para dizer o primeiro foi militar, o atual também é militar. Mas isso é o que menos importa. O mais importante é ter bom senso, independentemente porque aqui não se existe o cargo. Importante é o equilíbrio, importante é a razão, o importante é essa consciência do bem que todos nós precisamos ter para nos esforçarmos em sermos melhores a cada dia. Então, Everton Quadros dá a resposta sobre a religião de Jesus. E a gente vai entender na explicação dele como aquela fala do Cristo com a mulher samaritana no poço. Ela estava se servindo d'água, colocando água, pegando e colocando num recipiente para poder levar a cidade. O poço ficava um pouco distante da cidade. E o Cristo chega e pede-lhe água. A mulher se assusta porque primeiro que era uma mulher, o homem não se dirigia à mulher. Na época de Jesus, a mulher não era sequer considerada, ela não era contabilizada nas estatísticas. Olha que loucura. Quando se fala do sermão do monte para 5000 pessoas ali que foram atendidos naquela multiplicação das dos pães e dos peixes, você tem a contagem dos homens. As crianças e as mulheres não eram consideradas. Jesus traz dignidade, traz paridade, traz inclusão e respeito à mulher como ela sempre mereceu. E além de tudo, aquela mulher quesa era samaritana. samaritanos eram meio que excluídos da sociedade, como se fossem paras, não eram aceitos, tinham lá uns pensamentos diferentes e os demais praticamente não gostavam deles, não. Tanto é que a parábola do bom samaritano é a que causa aquele choque, porque passava por ali descendo de Jerusalém a Jericó um sacerdote, não é isso? Depois um, qual era o outro que
stavam deles, não. Tanto é que a parábola do bom samaritano é a que causa aquele choque, porque passava por ali descendo de Jerusalém a Jericó um sacerdote, não é isso? Depois um, qual era o outro que passava mesmo? Vocês não estão lembrando não da parábola? Oi. Passava um sacerdote que olhou a pessoa necessitada e tudo, mas ele tinha compromisso e foi embora. Depois passava um outro, né? Era quem? Um levita. Era um estudioso da lei também que tinha lá os seus compromissos, foi embora. Mas passava um samaritano que era um João, ninguém, não era nem considerado. Ele foi e prestou assistência. Olha que interessante, o samaritano que não era valorizado, reconhecido. E aquela mulher se assusta porque o Cristo vai falar com ela e ela não aceita. A não ser quando ele começa a falar: "Por que você está assim? Você que já teve cinco maridos?" Ela começou a se assustar. Como assim ele sabe da minha vida? Ninguém sabe disso. Não conheço esse. E aí quando ela vai se despedir, que ela já está mais sensibilizada com a presença do Cristo, reconhece aquele Messias, ele diz: "Virá o dia em que Deus não será mais cultuado em templos de pedra, mas será adorado no templo íntimo do coração." Então, qual a religião de Jesus? a religião da fraternidade, da solidariedade, do amor. Então, jamais poderíamos dizer que fora da igreja, fora de um centro espírita, fora de um templo religioso, seja ele qual for, não haverá salvação. Porque a religião não salva ninguém, já diria meu papaizinho nos seus 88 anos, enquanto esteve entre nós. Depois retornou à pátria espiritual. Ele se sentava invariavelmente nesta quarta poltrona, onde esse rapaz de blusa preta está sentado. Toda vez ele sentava e dava passe no final durante anos e anos aqui na Federação Espírita Brasileira. Papaizinho Arlindo. A Késia também teve o papai Arlindo, né? E também a Maria Aparecida. A sua mãe? >> Maria. >> Só Maria. A minha é Maria parecida, mas também coincidente os nomes, né? Interessante. E aí o papaizinho dizer: "Religão não
ve o papai Arlindo, né? E também a Maria Aparecida. A sua mãe? >> Maria. >> Só Maria. A minha é Maria parecida, mas também coincidente os nomes, né? Interessante. E aí o papaizinho dizer: "Religão não salva ninguém, mas aponta caminho". Então, as religiões vão apontando caminho para facilitar a nossa trajetória, porque como diz Raquel de Queiroz, não é nada mais a literata brasileira, nada mais desolador do que a gente chegar numa etapa da vida, que é ali já para o encerramento, quando a gente tá quase despedindo desta existência, a gente não ter expectativa, não ter esperança, não ter no que acreditar. Porque aí vai bater realmente a questão do que é efetivamente relevante na minha existência e o que é que eu vou levar desta existência para a vida imortal. Quando eu tenho uma fé, uma esperança, uma crença, uma certeza, eu consigo consolação. Eu tenho perspectiva, eu tenho continuidade. Então, a religião ao longo do tempo, ela acabou no seu tradicionalismo, na sua historicidade, nos seus preconceitos, no seu dogmatismo, na sua hierarquização, na sua infalibilidade, associando-se com o próprio poder temporal do Estado, materialmente falando, se desviou muito. a religião. Por isso que Kardec teve todo o cuidado de não adotar inicialmente a expressão ou vocábulo religião para designar o espiritismo. Quando ele vai no que é o espiritismo, dizer que o espiritismo é uma doutrina filosófica, científica, de consequências ético-morais. Ele vai trazer o livro dos espíritos falando de Deus, da criação. Vai trazer a quarta parte desse livro sobre as esperanças e consolações. Depois vai escrever o Evangelho Segundo o Espiritismo, trazendo os princípios éticomorais da religião, do ensino do Cristo, da essência da mensagem cristã e vai culminar com o céu e o inferno para desenvolver essa quarta parte das esperanças e e consolações para dizer que o céu e o inferno são estados íntimos, conscienciais, sentimentais, emocionais. O inferno e o céu não estão fora, estão dentro. Não está no exterior, estão na nossa
nças e e consolações para dizer que o céu e o inferno são estados íntimos, conscienciais, sentimentais, emocionais. O inferno e o céu não estão fora, estão dentro. Não está no exterior, estão na nossa intimidade, no nosso interior. Por isso que Allan Kardec, na sua genialidade vai responder a essa questão efetivamente se o espiritismo é uma religião, em dezembro de 1868. São araras. É. >> Aham. Olha que maravilha. Essas irmãzinhas nossas estão passeando, né? Geralmente elas voam em dupla, né? É o casal tão bonito. Faz uma arte danadinha. Onde é que a gente estava mesmo? 186. >> Isso. Em dezembro de 1868, na revista cristã, na revista espírita, vai Allan Kardec fazer a pergunta: "Se o Espiritismo é uma religião." Sabe qual a resposta que ele dá? O espiritismo, senhores, ele fala assim, né? Se dirigindo ao público, é uma religião. É ou não é? Não é. Não é uma religião no sentido histórico, dogmático, de hierarquia, de sacerdócio, de dogmas. Não é que o espiritismo não tem ritual, não tem dogmas, não tem sacerdócio, não tem hierarquia. Então, não é uma religião tradicional, histórica, mas o espiritismo é uma religião. Sim, senhores, o espiritismo é uma religião no sentido do recolhimento, da intimidade, da confraternização, da fraternidade, da solidariedade, do bem ao próximo, da ligação da criatura com o criador, da religação do filho com o pai, é religião, sim. E a gente se admira das vezes as pessoas parando para ficar 10, 20, 50 minutos explicando que o espiritismo não é religião. Sinceramente, com todo o respeito, Kardec já deu a resposta. A gente não tem tempo a perder, porque a religião toca na necessidade essencial da nossa transformação. Mas isso não significa um tempo de pedra, porque como nos ensina André Luiz e Emanuel a apresentar André Luiz como um novo amigo na obra Nosso Lar, que nós precisamos sim do espiritualismo, precisamos do espiritismo, mas a nossa maior necessidade é de espiritualidade. E aí depois vem Kardec: "Fora verdade não há salvação". E ele faz um
Nosso Lar, que nós precisamos sim do espiritualismo, precisamos do espiritismo, mas a nossa maior necessidade é de espiritualidade. E aí depois vem Kardec: "Fora verdade não há salvação". E ele faz um paralelo muito interessante numa comparação pedagógica de muitas luzes cognitivas. Ele vai dizer que acreditar nessa expressão de que fora da verdade não há salvação, seria o mesmo que dizer que fora da igreja não há salvação. Porque de certa maneira toda a igreja ou toda religião, expressão religiosa quer ser detentora da verdade. E a pergunta é: o que é a verdade? Alguém sabe dizer? Quando Pilatos pergunta para Jesus, a resposta de Jesus vem com nenhuma palavra, no absoluto silêncio. Uma das interpretações que eu faço ainda na minha ignorância de entendimento, é de que Pilatos não tinha a mínima condição de entender o que era verdade, mesmo porque ele tava pouco interessado na verdade. Ele era um devaço, um homem realmente indigno. Quando a gente vai ver há 2000 anos, a esposa do senador Públo Lentolos, Lívia, é interessante, ela vai buscar Pilatos para interceder por Jesus. Jesus estava sendo julgado para ser condenado. E aí eles armam de certa maneira junto com os protetores de Pilatos para que ela vá ter em particular com ele. E ele como um homem devasso, amoral e imoral, ele tenta seduzi-la. Ela evidentemente não cede porque é um espírito acima destas tentações. Só que a imagem negativa chega aos ouvidos do senador e ele comete, no meu entendimento, o maior equívoco daquela existência, porque era um homem digno, era um homem honesto, embora orgulhoso. Ele não quis escandalizar, mas ele separou a mãe Lívia da filha Flávia. Isso está há 2000 anos. E ele praticamente quem educa a filha. Algumas pesquisas indicam que esta filha Flávia, que foi curada por Jesus de Ranceníase pela fé de Lívia, de Ana e da própria menina, não do senador que era orgulhoso, que naquele momento não aceitou o Cristo, levou mais de 1000 anos para depois reconhecer a importância, embora já tenha começado a
Lívia, de Ana e da própria menina, não do senador que era orgulhoso, que naquele momento não aceitou o Cristo, levou mais de 1000 anos para depois reconhecer a importância, embora já tenha começado a sofrer as consequências pela lei de causa e efeito já naquela própria existência. Ele então recua. Essa menina, segundo alguns estudos, seria próprio Chico Xavier, já desde aquela época aprendendo a escrever a literatura, a arte, a beleza por influência do seu pai, Públo Lentulus, que depois foi identificado como Emanuel, o guia espiritual de Chico nesta última existência. Então eles vêm de uma relação já muito antiga segundo essas pesquisas. Mas quem foi quem nas encarnações isso pouco importa. O mais importante é o valor. E aí veja o que que acontece nesse contexto. Quando então Pilatos pergunta a Jesus que estava sendo julgado, que era verdade. Jesus não responde. Públo lento intercede porque era um homem honesto, embora vaidoso, orgulhoso, mas ele era um homem probo, honesto, digno. E ele foi buscar também Pilatos e sugerir, porque aquele homem que estava ali sendo julgado era inocente. Mas como argumentar? Então foi Públo Lentolos, o senador romano, que tinha inclusive a ascendência. Ele poderia ter determinado tudo, mas respeitou o governador da Judeia, no caso Pôcio Pilatos, para que ele pudesse tomar as decisões no sentido de gestão administrativa. O senador teria uma sendência nesse sentido por uma questão federal, mas ele sugere a Pilatos, vamos colocar a votação pelo público entre o malfeitor e este, quem eles escolhem para ser condenados ou ser libertado. E aí o que acontece? O povo, provavelmente se nós estivéssemos naquela época de Jesus, a gente deveria estar lendo esse povo. Pelo menos eu eu me coloco assim. Escolhemos como inocente Barrabá, que era um malfeitor. E para condenar o Cristo. O que Emanuel vai dizer para nós sobre a verdade? Está aqui no livro Consolador, disponível na livraria. É um livro de perguntas e respostas que traz o aspecto científico, filosófico, religioso da
to. O que Emanuel vai dizer para nós sobre a verdade? Está aqui no livro Consolador, disponível na livraria. É um livro de perguntas e respostas que traz o aspecto científico, filosófico, religioso da doutrina de uma maneira brilhante. Emanuia espiritual de Chico Xavé respondendo. E tem uma pergunta sobre a verdade. O que seria a verdade? A pergunta é a seguinte: a verdade quando dita com sinceridade e franqueza, Rudes pode retardar o progresso espiritual pela dor que causa? Ora, Jesus não responde o que é verdade para Pilatos. Ele não tava preparado para saber. Ele preferiu silêncio, até por caridade. E o que Emanu responde sobre essa pergunta no sentido o que que seria propriamente a verdade? A verdade é a essência espiritual da vida. Pronto. A verdade é a essência espiritual da vida. Quando a gente tá falando em verdade, nós estamos falando no que é essência. e no que é espiritual e o que é da vida. Vejam três vocábulos importantíssimos. essencialidade que vai aqui de encontro, porque o contrário do que é o aparente ilusório, passageiro e temporário. Porque essencialidade diz do que é profundo, do que permanece, do que é então permanente, do que transcende daquilo que é real. a vida no seu sentido amplo do que não se limita apenas a uma existência, mas que transcende a imortalidade. E ainda ele vai dizer, é exatamente a verdade a essência espiritual da vida. Essência espiritual da vida é dizer da imortalidade. Isso é a verdade. A verdade é atemporal. Ela é e continuará sendo. Ela foi no passado, é no presente e será no futuro a mesma verdade que ela independe do tempo, porque ela é essência, ela é o que é. Então, a verdade é essa essência espiritual da vida que não passa. Por isso, os ensinos do Cristo são a verdade. Por isso, a revelação do Espiritismo é a da verdade. E é por isso que o espírito revelador desta doutrina que coordena uma equipe de uma pleade de espíritos superiores se chama verdade, espírito de verdade, espírito da verdade ou verdade. João capítulo 14 versículos 15 a 17 e
rito revelador desta doutrina que coordena uma equipe de uma pleade de espíritos superiores se chama verdade, espírito de verdade, espírito da verdade ou verdade. João capítulo 14 versículos 15 a 17 e 26. Se me amais, guardai os meus mandamentos, e eu vos enviarei outro consolador, o espírito de verdade, para que fique eternamente convosco. E aí quando Kardec pergunta aquele espírito que estava acompanhando o trabalho todo da codificação, da revelação espirita, como devo chamá-lo? Isso está na revista espírita. Ele diz: "Chame-me verdade, eu terei contigo 15 minutos por mês para estar ao teu lado." [risadas] Imaginemos a dimensão. 15 minutos por mês. Cristo, cocriador da terra com Deus, governador espiritual da terra, o nosso amigo, irmão, querido, guia, protetor, mestre e senhor. A visão que o Espiritismo tem de Jesus é como um irmão maior, não é Deus, mas com relação à terra tem poderes divinos. Da onipotência, todo poder, da onipresença presente em todos os lugares e também da onisciência sabedor de todas as coisas. Por isso ele cocriou com Deus. O que a gente vê da beleza natural que os nossos olhos podem enxergar são expressões do psiquismo de Jesus materializado diante dos nossos olhos. Esse mestre, senhor, amigo, irmão, que quer o nosso bem, que é o pastor dessas ovelhas, que somos todos nós e que nenhum de nós se perderá, mesmo diante do nosso orgulho, do nosso egoísmo. Então, Jesus é a própria verdade, o espiritismo é a própria verdade. Por isso que Kardec tem a coragem de trazer a materialização do espiritismo entre nós como doutrina codificada que não existia antes, mas existia na sua essência, nos seus princípios fundamentais. Deus existe, o espírito existe, é imortal, continua vivo após a morte, conserva a sua individualidade, a comunicabilidade dos espíritos, a reencarnação, a lei de causa efeito, o livre arbítrio, a lei de evolução, a pluralidade dos mundos habitados, são leis naturais, leis divinas que existem desde todo sempre porque são a verdade.
tos, a reencarnação, a lei de causa efeito, o livre arbítrio, a lei de evolução, a pluralidade dos mundos habitados, são leis naturais, leis divinas que existem desde todo sempre porque são a verdade. Então, a verdade, ela é absoluta ou ela é relativa? Muito bem. A voz da sabedoria tá dizendo, ela é absoluta porque ela vem de Deus. O que é relativo é a nossa capacidade de entender a verdade. E por isso a revelação da verdade se dá gradativamente. Isso foi fruto de reflexão durante anos e anos pra gente chegar a essa conclusão. A verdade é absoluta. O entendimento que a gente tem verdade é relativo e a revelação da verdade é gradativa ou gradativamente se dá. Perfeito. Pra gente não confundir. Ah, mas a verdade é relativa. Não, relativa é o nosso entendimento da verdade, porque ela é absoluta, porque vem de Deus. Ah, mas eu tenho a minha verdade, então você não é dono da verdade. Por isso que a gente não pode se arvorar em dono da verdade, né, Andreia? Jamais. Porque eu tenho que ampliar o olhar para poder entender que o outro também, do ponto de vista dele, está enxergando uma parcela da verdade na sua relatividade, assim como eu. Esse número que a gente está vendo aqui é seis ou é nove? Vocês se lembram do número? Imagina um de cada lado, não é? Eu vejo daqui é seis, a senhora vê daí é nove. É o mesmo número. Que número que é afinal? depende da perspectiva, do ponto de vista, que é a vista sobre um ponto, como diria Leonardo Bof, o teólogo estudioso das religiões. E esta vista sob um ponto precisa ser sempre relativizada, porque eu não sou dono da verdade. Por isso, preconceito, prepotência, dominância, qualquer postura nossa que venha colocar o outro numa posição de subseviência, eu me achando dono do mundo, de territórios, de terras, de mares, de países, vão revelar uma ignorância estupenda ainda, que alimenta a inferioridade espiritual. Nós todos somos irmãos. Por isso que a sabedoria de Allan Kardec vai registrar como pauta, como bandeira, não é fora da igreja ou dos templos religiosos,
inda, que alimenta a inferioridade espiritual. Nós todos somos irmãos. Por isso que a sabedoria de Allan Kardec vai registrar como pauta, como bandeira, não é fora da igreja ou dos templos religiosos, nem fora da verdade, porque eu poderia aventar que eu tenho a verdade que você não tem, a minha verdade é melhor que a sua e a gente ficar brigando para sempre. O que nós estamos vendo como espetáculo de insensatez, como diria Viana de Carvalho, pela psicografia de Valdo Franco em pleno século XX, é pela falta de informação e de conhecimento. A informação como meia verdade, e eu me lembro quando eu fui escrever um artigo, já há uns 30, 40 anos, Dr. Vani, que era um mentor nosso, ele presidente da FEB, ele devolveu um rascunho de um artigo que eu escrevi, Jó e Késia, todo rabiscado. Eu fiquei tão envergonhado, ele falou: "Meu filho, a gente tem que tomar cuidado com as meia verdades. Quando você vai escrever alguma coisa, escreve por completo. Não fique nas entrelinhas, não fique assim apontando, não fica deixando o outro deduzir. tem o bom senso de dizer com objetividade e clareza o que precisa ser dito. E não seja envezzado nas interpretações, porque não é a sua opinião, mas é o valor que a doutrina espírita nos traz sobre esse tema. Por isso que a gente tem que tomar cuidado. O espiritismo não é preconceituoso, mas nós somos. O espiritismo não é tendencioso, mas nós espiritistas muitas vezes nos colocamos tendenciosamente. Isso independentemente de qualquer credo, crença, de qualquer partido, de qualquer posição. Não importa. Qualquer extremismo é negativo. Por isso que a gente tem que se informar e mais que isso, tem que conhecer. Ora, o espiritismo nos deixou por Allan Kardec, que materializou a doutrina que vem dos espíritos superiores, materializou esse conjunto de princípios básicos codificados entre nós, um trabalho de um missionário admirável e deixou como legado a fé raciocinada. A fé raciocinada coloca que fé inabalável só o é aquela que pode encarar face a
princípios básicos codificados entre nós, um trabalho de um missionário admirável e deixou como legado a fé raciocinada. A fé raciocinada coloca que fé inabalável só o é aquela que pode encarar face a face a razão em todas as épocas da humanidade, porque é a verdade e a verdade não tem medo. Mas precisamos tomar cuidado para que não seja ignorância estúpida que aparentemente não tem medo e comete ediondez. comete verdadeiros crimes achando que está fazendo o que é correto. Por isso, o equilíbrio, a harmonia, o bom senso que Kardec nos recomendou, fé inabalável só o é a que pode encarar face a face a razão em todas as épocas da humanidade. Por isso a gente vai ver que o espiritismo não combina com radicalismo, com polarização, com tendenciosidade, muito menos com fanatismo, porque o fanatismo é o contrário da fé raciocinada. A fé cega nos conduz ao fanatismo e o fanatismo nos leva a ações trêsloucadas. A razão nos coloca diante do equilíbrio, do bom senso, da postura que precisa ser adotada com exatidão e com respeito, com consideração e, acima de tudo, com amor, porque todos somos irmãos. Então, fora da caridade não há salvação. É o que vai ser estudado no próximo domingo, porque exatamente essa é a temática central, que não isola, que não exclui, mas que une e que inclui, porque todos somos partícipes, todos podemos colaborar. E a gente vai aprender que aos poucos, quanto mais cientes e conscientes dos nossos deveres, gradativamente nós vamos sendo representantes desta verdade pelo exemplo, pelo testemunho. E para fechar aqui a nossa fala, lembrando deste livro lindo Respostas da Vida, que é uma obra de Chico Xavier pelo Espírito André Luiz, disponível aqui na livraria, publicação da FEB Editora em parceria com o Ideal, falando de males e de remédios, inconformação diante do sofrimento, olhem de redor e reconhecerá legiões de pessoas que sofrem muito mais sem as suas possibilidades de reconforto. Desentendimento em família. Oriente as crianças da casa e respeite
diante do sofrimento, olhem de redor e reconhecerá legiões de pessoas que sofrem muito mais sem as suas possibilidades de reconforto. Desentendimento em família. Oriente as crianças da casa e respeite os adultos, deixando a eles a faculdade de decidirem quanto às próprias realizações, qual acontece no mundo íntimo de cada um de nós. Algum erro cometido, reconsidere a própria atitude e não se constrange em aceitar as suas deficiências de modo a corrigi-las. Erros alheios, observando-se quão difícil aprender sem errar, saibamos desculpar os desacertos dos outros, tanto quanto esperamos tolerância para os nossos erros. E André Luiz continua com um elenco aqui de situações pra gente poder dar o testemunho espírita cristão, como o Jorge bem falou, espiritismo cristão foi a única designação adjetiva que Allan Kardec adotou para o Espiritismo cristão, porque o Espiritismo está totalmente vinculado ao cristianismo. O evangelho de Jesus é a base do Espiritismo. Por isso que Jesus é a porta e Kardec a chave. Não podemos jamais dissociar o espiritismo do evangelho e Kardecus, porque caminhamos juntos nessa busca da construção de um mundo melhor, um mundo de regeneração, cuja regeneração começa na intimidade de cada um de nós. Façamos a nossa parte, queridos, porque os recursos não nos faltam. E que Deus nos abençoe hoje sempre. Obrigado pela atenção. >> Obrigado, Geraldo. Como podemos perceber, temos bastante material para refletir e para nos incentivar ao estudo desta obra extraordinária à luz do Evangelho de Jesus, que é o Pentateuco chamado Pentateuco cardeciano, né, que começa com o livro dos espíritos e termina com a Gênese. Então, passando pelo livro dos médiuns, evangelho sem inferno e a Gênese, estudando, refletindo, voltando a estudar, voltando a refletir, porque espiritismo, Kardec dizia aqui, é um pouquinho mais extenso do que a formação mesmo de um médico que pode ser feita em cerca de 6 anos e no espírito espiritismo. Isso aí é apenas um início do nosso conhecimento.
, Kardec dizia aqui, é um pouquinho mais extenso do que a formação mesmo de um médico que pode ser feita em cerca de 6 anos e no espírito espiritismo. Isso aí é apenas um início do nosso conhecimento. Quanto mais nós estudarmos e quanto mais nos esforçarmos, sobretudo em pôr e em prática com a tolerância e a vivência dos ensinamentos espíritas à luz dos evangelhos de Jesus, mas nós estaremos nos iluminando. Que ele, portanto, nos abençoe. Jesus e os bons amigos possam cada vez mais estar conosco, Senhor, sobre a proteção de Deus, nosso Pai, a quem nos aconselhavas a buscar incessantemente, sem qualquer fanatismo, mas cientes da nossa necessidade de nos libertarmos das paixões, dos vícios da matéria, a fim de que cada vez mais, Jesus possamos, como Paulo dizer, um dia diante de ti, eis-nos aqui, Senhor. Dizemos a nossa parte, que se faça em nós a tua luz, as tuas bênçãos, para que possamos cada vez mais aumentar esta participação sobre o teu auxílio e dos nossos benfeitores espirituais. Abençoa-nos, Jesus. Paz de nós, espíritos dóceis, amigos, tolerantes, sem preconceitos contra quem quer que seja e contra qualquer tipo de pensamento ou de manifestação que ainda não esteja de acordo com o que nós pensamos, falamos e praticamos. S conosco, Jesus, para que nós possamos cada vez mais ser irmãos verdadeiramente uns dos outros. Que nós possamos cada vez mais, como tu, querido amigo, possamos dizer: "Já não vos trato como irmãos somente, mas sobretudo como amigos. abençoa-nos neste propósito. Abençoa todos que aqui nos encontramos, nossos familiares, os nossos governantes, enfim, Senhor, que a tua paz, a tua luz se expanda sobre toda a humanidade e que assim seja. Agora, aqueles que desejarem o paz permanecerão nos seus lugares que vão sendo chamados de acordo com as prioridades, né? Pessoas mais idosas que estão com crianças, gestantes, todos serão chamados quando desejarem passe. Uma bo um bom final de domingo e excelente semana para todos. Muito obrigado.
Mais do canal
#1759 Palavras de Luz - Mensagem ao seu coração | 03/03/26
20:46
#1095 Vamos Orar | 04/03/26
15:16
#35 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos
1:37:13
#1094 Vamos Orar | 03/03/26
13:11
#1758 Palavras de Luz - Mensagem ao seu coração | 02/03/26
23:53