A beneficência, com Geraldo Campetti | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 24/11/2025 (há 5 meses) 59:53 467 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: A beneficência. ESE, cap. 13, 11 a 16. Palestrante: Geraldo Campetti Direção: Jorge L. Oliveira Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

inicial para a abertura dos trabalhos. Deus, pai amado e Jesus, querido amigo de todos os momentos, nós te buscamos para primeiramente agradecer pela dádiva da vida, pela assistência espiritual que temos recebido ao longo da tua atual existência por esses irmãos e amigos, não só aqueles que se se encontram conosco, mas também aqueles que do plano maior velam por todos nós. Obrigado, Senhor, por todos nossos palestr É um espetáculo imponente da natureza, mas não se agigantou sem o concurso de sementes pequeninas. Nossa deficiência de análise quanto à contribuição individual no equilíbrio comum nasce via de regra da aflição doentia com que aguardamos ansiosamente os resultados de nossas ações sequiosos de destaque pessoal no imediatismo da terra. Isso faz com que procedamos à maneira de alguém que se dedicasse a levantar uma casa com total menospreo pelas pedras, tijolos, parafusos e vigas. aparentemente sem importância quando isoladamente considerados, mas indispensáveis à a construção. Habituamos-nos frequentemente a maldizer o irmão que se fez delinquente com absoluta discidade para com a debilitação de caráter a que chegou depois de longo processo obsessivo, que lhe corroeu a resistência moral, quase sempre após fugirmos da providência fraterna ou da simples conversação esclarecedora, capazes de induzi-lo à vitória sobre as tentações que o levaram à falta consumada. Lideramos reclamações quanto estridor de buzinas na via pública e não nos pejamos das maneiras violentas com que abalamos os nervos de quem nos ouve. Todos somos chamados à edificação da paz, que, aliás, prescinde de qualquer impulso vinculado às atividades de guerra e que, paradoxalmente depende da nossa luta por melhorar-nos e educar-nos, de vez que paz não é inércia, e sim esforço, devotamento, trabalho e vigilância incessantes a serviço do bem. Nenhum de nós está dispensado de auxiliar-lhe a defesa e a sustentação, porquanto muitas vezes a tranquilidade coletiva já suspensa de um minuto de tolerância, de um gesto, de

santes a serviço do bem. Nenhum de nós está dispensado de auxiliar-lhe a defesa e a sustentação, porquanto muitas vezes a tranquilidade coletiva já suspensa de um minuto de tolerância, de um gesto, de uma frase, de um olhar. Não te digas, pois, inabilitado, a contribuir na paz do mundo. Se não admites o poder e o valor dos recursos chamados menores no engrandecimento da vida, fazem um palácio diante de vigorosa central elétrica e procura dotá-lo de luz e força sem a tomada. Bom, nessa mensagem, então, Emanuel, ele nos convida a refletir sobre a responsabilidade que nós temos na promoção da paz, porque a paz é algo que muitos de nós, se não todos, desejamos. A gente deseja viver num mundo pacífico, num mundo em que não existem conflitos, em que não há violência, em que todos vivem em harmonia. Por que não, né? Esse é o nosso objetivo, é o nosso desejo maior. Só que nós caímos no erro de acreditar que esse mundo, essa paz que nós idealizamos depende das ações individuais de um ou outro indivíduo, né? Como Emanuel coloca aqui, muitas vezes nós acreditamos que se os líderes políticos agissem de uma melhor forma, se a pessoa A ou a pessoa B, né, que tem mais poder, que tem mais influência na sociedade, usasse a sua influência de uma forma mais proveitosa, talvez nós vivêssemos em paz. Mas essa não é a verdade, porque a paz ela depende de toda a coletividade, ela depende de todos os indivíduos, porque a sociedade ela reflete a nós mesmos, a cada um de nós. Então, enquanto nós gerarmos conflito, o mundo será conflituoso. Se um ou outro líder que faz guerra decidir se transformar e deixar de fazer guerra, mas a sociedade como um todo for de guerra, outro tomará o seu lugar e continuará fazendo conflitos. Então, é preciso que todos nós construamos essa paz em nós para que ela possa reverberar no mundo. Nós temos que fazer a parte que nos compete a cada dia. Emanuel diz: "Todos agimos uns sobre os outros, ou seja, todos nós nos influenciamos. E quando a gente fala de influência, não

erberar no mundo. Nós temos que fazer a parte que nos compete a cada dia. Emanuel diz: "Todos agimos uns sobre os outros, ou seja, todos nós nos influenciamos. E quando a gente fala de influência, não só a influência espiritual, né, dos desencarnados para encarnados, mas dos seres entre si, qualquer que seja o plano da vida, todos nós influenciamos uns aos outros. Então, qual é a influência que nós estamos passando paraa frente? Será que nas oportunidades da vida nós estamos eh sendo tolerantes, pacientes com o erro do próximo? Será que nós aproveitamos uma oportunidade de conflito para trazer uma outra visão, uma visão apaziguadora, uma reflexão? Ou será que nós caímos na maledicência, na reclamação, na revolta, que é que nós temos feito? eh que nós possamos refletir sobre o papel que nós fazemos na nossa própria paz e na paz daqueles que estão à nossa volta. Porque a partir do momento que a gente propaga ideias positivas e a gente faz exemplos positivos, né, através das nossas ações, a gente possibilita com que outras pessoas sejam contaminadas positivamente dessas ideias e desses exemplos e elas possam propagar também para outros essas mesmas ideias, essas mesmas essa mesma disposição a fazer o bem para que no fim das contas a gente crie uma grande corrente, uma corrente de influência positiva, uma corrente de amor, de caridade, porque é nessa transformação coletiva que a gente vai construir a paz, mas ela começa de nós, não começa de fora. Então, que a gente descruze os braços e que a gente comece a tentar. Como Emanuel coloca, paz não é não é inércia, é esforço. Ou seja, não é apenas calmaria e tranquilidade ser pacífico. É lutar a cada dia para manter a paz. para pacificar diante de uma palavra maldita, para silenciar quando dá vontade de dizer algo ruim. Então, que a gente lute, que a gente defenda a nossa paz, a paz dos que estão perto de nós, para que essa paz um dia possa abranger a todos nós e a gente possa viver em fraternidade. Boa palestra a todos. Passar agora a palavra

e a gente defenda a nossa paz, a paz dos que estão perto de nós, para que essa paz um dia possa abranger a todos nós e a gente possa viver em fraternidade. Boa palestra a todos. Passar agora a palavra Geraldo Campete, que vai falar conosco para nós sobre a beneficência. Capítulos 13, itens 11 a 16 do Evangelho Segundo Espiritismo. Boa palestra, geral. Queridas e queridos amigas, amigos, irmãs e irmãos, muito boa tarde. Boa tarde, amigos. Boa tarde, >> né, pessoal com essa chuvinha deliciosa, né, de domingo, tava vendo, ouvindo o primeiro tempo de São Paulo e de Juventude, aí o comentarista no final disse assim: "Olha, né, no intervalo tá realmente um jogo naquele estilo de um domingo chuvoso, de uma tarde que a gente quer ficar, né, mais tranquilo. Gratidão pela presença de vocês aqui na casa de Ismael. Nossa gratidão especial eh Samideano G amico titeste, eh nossos irmãos esperantistas que vieram participar do 59º Congresso Brasileiro de Esperanto, que aconteceu nesse final de semana, desde sexta-feira até hoje, na hora do almoço. na Universidade de Brasília e também foi o 43º Congresso da Juventude Esperantista. Não sei se vocês já ouviam falar no Esperanta, já ouviram falar. Esperanto é o idioma da fraternidade, é o idioma da paz. A Raíça, tão belamente essa menina falando, não é, gente? Vocês gostaram? Que gracinha, tão expressiva, né? Comunicativa. Muito bem. E o nosso querido amigo, irmão Jó, que eu conheço há quatro décadas, né, Jó, que a gente é amigo, amigo, irmão, estamos ficando jovens a cada vez mais. Gratidão pela presença de todos vocês, inclusive nosso amigo irmão, seu papaizinho, que bonitinho aqui presente, viu? Muito obrigado, senhor. >> 92 anos, >> 92 anos, né? O esforço de estar aqui conosco, que coisa mais linda, a gente agradece. E todos vocês estão nos acompanhando aí pelas redes, não é? ão acompanhando pela FEB lives a transmissão ao vivo deste momento aqui. Olha, o nosso tema, conforme anunciou o nosso querido amigo irmão Jó, é sobre a beneficência.

ompanhando aí pelas redes, não é? ão acompanhando pela FEB lives a transmissão ao vivo deste momento aqui. Olha, o nosso tema, conforme anunciou o nosso querido amigo irmão Jó, é sobre a beneficência. A beneficência é um tema muito interessante, porque se insere no próprio conceito de caridade. E esse conceito foi explicado para nós numa pergunta didática extremamente inteligente, como era costume de Allan Kardec, o nosso codificador, porque era um, diria assim, realmente um talento, uma inteligência assim admirável e uma capacidade didática metodológica também que nos deixa assim encantados. Ele simplesmente na questão 886 o livro dos espíritos pergunta qual é o verdadeiro sentido da palavra caridade conforme entendia Jesus. Simples assim esta pergunta. Qual é o verdadeiro sentido da palavra caridade? Como a entendia Jesus? Olha só, ele quer saber a essência. Quando Jesus em aramaico, que era o idioma que o Cristo falava, inclusive um idioma de pouquíssimas pouquíssimos vocábulos, né? Às vezes uma palavra tinha vários sentidos numa policemia, assim que fala, né, Jó? Policemia. Jó, professor de português, revisor, não é? Aí uma palavra com vários significados. E quando Jesus falava caridade, ágape, amor, no fundo o que ele estava querendo dizer, qual era o significado mesmo, conforme o entendimento do Cristo. Kardec não queria saber pouca coisa, não. Ele queria saber no âmago, na essência, o que Jesus estava pensando e sentindo quando ele dizia caridade. E a resposta do espírito da verdade, que é o próprio Cristo. Há um artigo do nosso querido Jó aqui que deixa claro isso. O espírito de verdade é o Cristo. Isso vai ficando cada vez mais patente, mais claro para nós, à medida que a gente vai estudando as obras não espíritas, as próprias mensagens que existem. E o espírito da verdade responde benevolência para com todos. A caridade começa pela benevolência. ser bom indistintamente, independentemente de crença, de raça, que hoje a única raça que existe é humana, mas a gente ainda

e responde benevolência para com todos. A caridade começa pela benevolência. ser bom indistintamente, independentemente de crença, de raça, que hoje a única raça que existe é humana, mas a gente ainda tem muito preconceito, não é isso? Sem também distinção de gênero, que ainda muito preconceito, há muito homofobia, misia, não é assim? eh, sem preconceito inclusive de classe, porque às vezes a gente acha porque tem uma condição socioeconômica um pouco mais favorecida. Aquele que está numa condição de menor posse, digamos assim, ele deve ser subalterno, ele é inferior, ele é um indivíduo fracassado. Claro que não. O espiritismo é inclusivo, ele vê a todos nós como irmãos, assim como Deus nos enxerga todos como filhos. E para Deus todos nós somos iguais. Quem nos diferenciamos somos nós mesmos uns dos outros pela própria potencialidade desenvolvida no emprego do livre arbítrio, da nossa vontade, do nosso pensamento, segundo as decisões que tomamos e ações que empreendemos. OK? Então, benevolência é uma necessidade para todos nós. Faz parte da caridade. Aquele que é benevolente é caridoso. E o nosso tema tem a ver com isso, porque segundo os dicionários, a beneficência seria a espécie de caridade material, a esmola, ajuda que a gente faz, algum bem, algum benefício, um auxílio, como esta casa aqui, por exemplo, a casa de Ismael presta diversas famílias que estão cadastradas e que recebem ajuda. E diariamente as pessoas vêm doar bences, roupas, alimentos, objetos aqui para nossa casa. E eles são catalogados, devidamente identificados e distribuídos aqueles que necessitam. Isso é beneficência. Quando a gente dá, por exemplo, né, um recurso material para uma pessoa, pessoa que bate a nossa porta, né, a gente dá um alimento, dá uma vestimenta, dá um dinheirinho, né, quando a gente está no sinal de trânsito, alguém vai lá, bate e a gente dá uma moedinha, isso é beneficência, a caridade material. Segundo o dicionário, benevolência seria a caridade moral e a caridade espiritual, tão bem explicada

trânsito, alguém vai lá, bate e a gente dá uma moedinha, isso é beneficência, a caridade material. Segundo o dicionário, benevolência seria a caridade moral e a caridade espiritual, tão bem explicada pela irmã Rosália aqui mesmo no Evangelho Segundo o Espiritismo, quando vai dizer que a caridade moral é a capacidade que a gente tem de suportar-nos uns aos outros. suportar-nos não é só termos a paciência, a tolerância, não é indulgência, que a gente vai falar na sequência, mas é nós darmos suporte, é nós sermos aquela base para que os outros possam se sustentar em nós, não abusando de nós, mas nos utilizando como instrumento da dignidade, para que eles se sintam também capazes de seguirem a sua caminhada, a sua jornada, mesmo diante dos momentos mais difíceis que possam enfrentar. Continua o espírito da verdade para dizer que a caridade, segundo o entendimento de Jesus, é a indulgência para com as imperfeições alheias. Vocês estão me ouvindo bem, né? Tá tudo perfeito aí? Então, indulgência significa tolerância, a capacidade da gente entender o outro, da gente enxergar o outro nas condições, nas situações, no estado em que ele se manifestar, sem qualquer espécie de julgamento, muito menos de condenação. A gente é indulgente quando tolera, aceita, respeita, considera e inclui o outro na nossa relação sem nenhum tipo de preconceito. A gente vê que ser indulgente é muito simples, né? Fácil, mas é um esforço. Como a benevolência, como a indulgência, como o perdão que a gente vai ver agora na sequência, todas elas são virtudes e qualquer virtude precisa ser conquistada. Nenhuma virtude é dada gratuitamente, porque Deus nos acha bonito. Porque para nós, Deus que nos criou, claro, todos somos bonitos. É a obra divina, não é isso? Só que a gente tem que se tornar belo na conquista das qualidades morais íntimas, desses valores, destas virtudes. Então, o terceiro aspecto da caridade, segundo o entendimento de Jesus, depois da benevolência para com todosência para com as imperia.

das qualidades morais íntimas, desses valores, destas virtudes. Então, o terceiro aspecto da caridade, segundo o entendimento de Jesus, depois da benevolência para com todosência para com as imperia. A questão do perdão, perdão das ofensas. Como é importante nós perdoarmos. Perdoarmos é como se a gente tivesse se libertando e libertando aquele a quem perdoamos. Quando alguém nos perdoa, ele está nos libertando e libertando a ele próprio. Porque enquanto a gente não perdoa, a gente está preso, amarrado. Nós estamos circunscritos a mágoa, ferimento, a ofensa, a melindre. E a gente começa a remoer aquilo e de repente a gente até esbraveja diante do outro. Eu até te perdoo, mas eu não quero nunca mais ver você na minha frente. Isso não é perdão. Não é o perdão verdadeiro, ele vai implicar o quê? Não revidar o mal que a gente recebe com outro mal, mas revidar o mal com o bem. Eu me lembro do meu papaizinho que desencarnou aos 88 anos. Ele sentava bem onde você está sentado aí, um pouquinho paraa frente talvez, viu, meu amigo? Você de blusa preta aí, camisa preta. Sempre sentava ali o papaizinho. E é engraçado, cabelizinho já todo cabelinho branco e tal. E ele vinha todos os domingos aqui nas domingueiras da FEB, assistia a palestra, depois dava passe. Fez isso durante mais de 30 anos. E no domingo de manhã ia no André Luiz, no Guará dois, no Guará um. André Luiz, ele morava no Guará dois para fazer o trabalho da campanha Alta de Souza. Era o primeiro a chegar, o último a sair. Chegava em casa, almoçava, ia descansar um pouco, depois vinha para a FEB. E no sábado já tinha vindo no DAS aqui também. Então, muito bonitinho o papaizinho. Certa feita, ele me contou que ele levou um bofetão. Ele foi esbofeteado. Um jovem lhe deu um tapa no rosto. Quando eu ouvi essa história, eu falei: "Mas papai, esse rapaz devia ser bem desorientado, né?" E eu fiquei com raiva, que eu fiquei com amor para com meu pai e raiva por aquele infeliz. E eu tava com vontade, se eu pegasse aquele indivíduo, de repente eu

e rapaz devia ser bem desorientado, né?" E eu fiquei com raiva, que eu fiquei com amor para com meu pai e raiva por aquele infeliz. E eu tava com vontade, se eu pegasse aquele indivíduo, de repente eu queria partir para uma agressão física. Olha a minha inferioridade espiritual. E aí eu olhei, mas papai, o que que o senhor fez, né? O rapaz jovem, forte, o papaizinho já mais idoso, imagina já deve ter mais de 70 anos. Aí ele falou: "Eu virei a outra face como pede o evangelho?" Aí eu fiquei curioso para saber o que que tinha acontecido com o jovem. Eu falei: "Papai, e esse moço? O que ele fez?" "Ah, meu filho, ele começou a chorar. Ele começou a chorar e pediu perdão. A gente vê a força do amor combatendo o ódio, da paz combatendo a violência. A gente não combate o ódio com ódio, a guerra com guerra, o mal com o mal, mas é o bem que fala mais alto, é o amor que inicia e que encerra tudo e dá continuidade nessa exuberância da natureza, da criação divina, para que todos sejamos felizes, vivendo integradamente num regime de intercomunicação, de interconectividade. Nós todos vivemos num regime de interdependência, somos irmãos. Então, fazer o bem ao outro é o nosso dever. Por isso, vem trazer Allan Kardec aqui em seis itens tratando da beneficência e a nossa organização colocou simplesmente os seis itens para uma palestra. Então, a gente tem que se virar nos 30 aqui para dar conta de todo esse conteúdo. Mas o mais importante não é passar integralmente por todo o conteúdo, mas é destacar os seus pontos principais para que a gente leve a lição. Leve a lição guardando-a no nosso entendimento, na nossa mente e no nosso coração, porque é preciso entender, refletir, sentir para viver. Essa é a proposta do Evangelho Rede Vivo. Então, este capítulo que vai falar da beneficência, são seis itens, é o capítulo de número 13, quando fala: "Ninguém não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita". E é muito interessante porque isso está no Evangelho. Jesus expressando esta

seis itens, é o capítulo de número 13, quando fala: "Ninguém não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita". E é muito interessante porque isso está no Evangelho. Jesus expressando esta maravilhosa lição para nós e Mateus tomando nota no seu capítulo 6. E a beneficência já está aqui no que a gente chama no Evangelho Segundo Espiritismo de instruções dos espíritos, que o Evangelho normalmente tem 28 capítulos, basicamente uns 20, 21 capítulos tem a segunda parte que se chama instruções dos espíritos. Essas instruções dos espíritos são mensagens que Kardec recebeu, cerca de 1000 mensagens advivindas de 1000 lugares distintos do mundo inteiro. Ele selecionou cerca de 10%, portanto, uma centena, para constituir a segunda parte de 20, 21 capítulos aqui cerca, né, no Evangelho do Segundo Espiritismo, ficou o chamado como instruções dos espíritos. E aqui nós temos um elenco delas, são várias mensagens tratando da beneficência. Cada item é uma mensagem. Então o item 11, por exemplo, é Adolfo, bispo de Argel, em Bordô, 1861. O 12º item, o item 12, é uma outra mensagem, uma mensagem até longa que é trazida por São Vicente de Paulo, Paris, 1858. O item 13, outra mensagem, esta, por sua vez, é de Cárita, lembra? Carita que tem aquela prece linda, foi martirizada em Roma. E essa mensagem é de Lon, em Lyon, França, 1861. E a gente vai ter aqui outra mensagem de Cárita que é o item 14 também em Lon 1861. O item 15 vai trazer um texto muito bonito do espírito protetor Lon 1861. E finalmente o item 16, que é a mensagem de João em Bordô, 1861. Todas tratando sobre a beneficência. A beneficência, assim começa a primeira mensagem que é exatamente de Adolfo, bispo de Argel. Bispo vinculado à igreja, né, gente? Então, nós vamos ver no Evangelho uma linguagem que muitas vezes vai ser carregada das próprias expressões daqueles que percorreram a igreja ao longo da sua existência. Eles vão trazer, por exemplo, palavras que muitas vezes utilizavam quando aqui encarnados. E a gente precisa fazer a

s próprias expressões daqueles que percorreram a igreja ao longo da sua existência. Eles vão trazer, por exemplo, palavras que muitas vezes utilizavam quando aqui encarnados. E a gente precisa fazer a leitura então do Evangelho Segundo o Espiritismo, uma leitura contextualizada, assim como qualquer obra. A gente não pode isolar do contexto, tem que entender o seu contexto para retirar do texto, que é emblemático, o seu significado profundo, assim como tirar da palavra, que às vezes a gente não consegue entender ao certo o seu sentido também profundo. O espiritismo, ele tira da letra que mata o espírito que vivifica. Por isso, a leitura precisa ser feita com bom senso, sem pressa, procurando o entendimento. Então diz assim, bispo de Argel, a beneficência, meus amigos, dar-vos a nesse mundo os mais puros e suaves deleites, as alegrias do coração, que nem o remorço nem a indiferença perturbam. Olha, a gente vai destacar um trechinho ou outro de cada mensagem. Veja que profundidade que o bispo de Argel nos traz aqui. A beneficência vai nos oferecer o quê? Os mais puros e suaves deleites, as alegrias, os júbilos, os prazeres, que não são momentâneos apenas, mas são aqueles que transcendem. é uma felicidade propriamente que a gente já pode usufruir aqui neste mundo. E ele diz aqui que nem o remorço, nem a indiferença perturbam. Eu fico às vezes pensando na minha inferioridade espiritual, querida Bela, né, Isabel, nossa amiga e irmã aqui da Bahia, não é? E tem os amigos do Rio de Janeiro, não é isso? As nossas irmãs são da onde mais? Minas Gerais, não é? Goiás. Olha que coisa linda, né? Pessoal tá aqui de vários estados, não é? Muito obrigado pela companhia. E a gente vai ver que na minha inferioridade assim espiritual, eu fico às vezes eh pensando, nossa, eu já fiz coisa errada nessa existência que eu não deveria fazer. Eu acho que não sei se é o caso de vocês, você já chegaram a errar alguma vez, né? E aí a gente fica às vezes assim, né? Ah, bate aquele aquele arrependimento, vem bater um remorço,

não deveria fazer. Eu acho que não sei se é o caso de vocês, você já chegaram a errar alguma vez, né? E aí a gente fica às vezes assim, né? Ah, bate aquele aquele arrependimento, vem bater um remorço, fica aquela coisa. Olha, às vezes a gente cometeu algum equívoco, hoje mesmo, esta semana, este ano, este mês, não sei. E a gente pode ficar incomodado com isso. Aí o que o o espírito aqui, o bispo de Agel recomenda. Vamos fazer o bem, vamos trabalhar ajudando os outros, vamos fazer a beneficência e a benevolência, vamos praticar o amor. Vamos estender as mãos ao necessitado, vamos ser caridosos, porque se a gente faz isso, nem um remorço nem indiferença vão dar conta de nos perturbar, porque a gente vai estar preenchendo o tempo com coisas boas, com coisas úteis. Uma amizade, por exemplo, é algo que a gente jamais deve desprezar, não é, Rosana? A Rosana, ela não tem nem 30 anos. Eu já conheço há 35 anos também, né? Eu tô brincando. Conheço do tribunal onde a gente trabalha faz aí uma mais de década, né, Rosana? Por aí. É. Então, veja assim, que curioso. A gente tem que valorizar esses momentos importantes na nossa vida. Caridade, diz ainda bispo de Agel, sublime palavra que sintetiza todas as virtudes. És tu que hás de conduzir os povos à felicidade. Gente, a caridade é a síntese de todas as virtudes. Kardec faz outra pergunta genial, porque tudo que ele fazia era genial. Ele vai perguntar no capítulo 12, encerrando o capítulo 12. Já, aliás, iniciando o capítulo 12 da terceira parte do livro dos espíritos, quando vai falar das virtudes e dos vícios. E ele pergunta: "Qual é a mais meritória de todas as virtudes?" E o espírito da verdade, politicamente, no sentido da boa relação, ele vai tomar uma chuvinha, querido. Oh, chuva abençoada, né? Que bom. E aí as gotas estão fluidificadas, né? pra gente ser beneficiado. E aí então o Espírito da verdade vai responder que todas as virtudes são boas porque elas conduzem o homem ao bem, nos melhoram, né? O ser humano. Quando a gente faz uma virtude, pratica,

beneficiado. E aí então o Espírito da verdade vai responder que todas as virtudes são boas porque elas conduzem o homem ao bem, nos melhoram, né? O ser humano. Quando a gente faz uma virtude, pratica, né, a virtude, a gente tá aí no caminho certo. Nós estamos, digamos assim, nesse rumo da felicidade. OK? Mas ele vai dizer, aquela que poderia se eh se dizer a a que é por excelência, a virtude ou por excelência é aquela que se assenta na caridade mais desinteressada ou na mais desinteressada caridade. Fazer o bem sem ostentação, sem esperar recompensa alguma. Aí ele pula uma questão e faz uma outra questão falando do mal, né, dos vícios e tudo e tal, tal, tal, tal, tal. No que se assentaria o mal principal, qual é a origem de todos os males? Ele vai dizer o interesse pessoal, que é o contrário da caridade. Quando há interesse pessoal, a gente se torna egoísta quando não sabe dominá-lo. Quando a gente é caridoso, a gente se doa. Perdão, por exemplo, implica em doação, que compõe a caridade. Ser benevolente é ser também aquele que perdoa, que se doa, não é? Por isso, a caridade aqui é o caminho da felicidade. O evangelho diz de maneira clara, a caridade é o único caminho para a felicidade. Não há outro. Qualquer outra coisa vai ser ilusão. Por isso que a gente tem que associar tudo que é caridade e praticar e viver. Não se atenda às questões que não são boas, às vezes às críticas, aos momentos que não são tão assim agradáveis, mas até vendo nas provas mais desafiadoras as oportunidades que a gente tem de evoluir. Veja, esse nosso irmão, ele vai dizer desta caridade. Quando nós estivermos junto de Deus, a gente vai observar quanto bem a fazer. não reclamar. Joana de Angeles, a benfeitora espiritual, espírito protetor de Divaldo, né, durante a encarnação dele aqui na terra. Esse nosso irmão que retornou ao plano espiritual inesquecível, assim como o Chico Xavier, Joana já nos dizia que reclamar é perder tempo. E o contrário da reclamação qual é? Fala, Andrea. Agradecer.

Esse nosso irmão que retornou ao plano espiritual inesquecível, assim como o Chico Xavier, Joana já nos dizia que reclamar é perder tempo. E o contrário da reclamação qual é? Fala, Andrea. Agradecer. agradecer, né? Quem reclama perde o tempo, quem agradece ganha tempo, que quando a gente reclama, você só tá arrumando defeito, só problema. Você não tá vendo o que é o bom, o que é o bem, o que é o belo. E quando a gente agradece, a gente abre os olhos para enxergar as coisas boas da vida, que a gente tem oportunidade de desfrutar merc da misericórdia divina. Então vamos aqui ver a segunda mensagem que é a de São Vicente de Paulo. Tão caridoso, né? A gente ouve tanto na expressão também católica, é uma referência e acabou assinando também a codificação. Gente, esses espíritos, eles acabaram sendo reveladores, pertenceram e pertencem à equipe de Jesus. É claro, a denominação pouco importa. O importante é o bem que se faça. Quando a gente for chegar do outro lado lá, passar pela alfâ, não vão perguntar se a gente era espírita, católico, protestante, judeu, o que que a gente era muçulmano, né? Islâmico, não interessa. O que mais importa é o que nós fizemos. Por isso que conta para nós é a caridade, não é isso? Então vai dizer aqui Paulo, esse São Vicente de Paulo, olha, sede caridosos, sede bons e caridosos. Essa a chave dos céus, chave que tendes em vossas mãos. Está em nossas mãos a chave dos céus, que é o quê? A bondade, a caridade. Toda a eterna felicidade se contém neste preceito: Amai-vos uns aos outros. E essa mensagem o Cristo já nos trouxe. A primeira revelação é fundamentada na justiça, trazida por Moisés cerca de 1250 anos antes de Cristo. Cristo depois traz a revelação do amor, que é fundamentada na justiça, porque o a justiça precede o amor, porque todo aquele que ama é justo e todo aquele que é justo tenderá a amar um dia. E a base da mensagem do Cristo é o amor. amor a Deus sobre todas as coisas, de todo o nosso coração, de toda a nossa compreensão, todo o

ue ama é justo e todo aquele que é justo tenderá a amar um dia. E a base da mensagem do Cristo é o amor. amor a Deus sobre todas as coisas, de todo o nosso coração, de toda a nossa compreensão, todo o nosso entendimento e de toda a nossa alma e amar ao próximo como a nós mesmos. Aí está a chave. A gente já conhece essa mensagem, já sabe da sua importância, do seu significado. Resta apenas um detalhe para nós. Qual é? Colocar em prática. Praticar. Eu me lembro uma vez, e isso a gente vê na literatura, o palestrante fazia suas palestras eárias. Sabe o que que significa isso? Semanais, né? E sempre tinha ao fundo um senhor, já mais de idade assistindo, sempre assistindo as palestras. E em dado momento não se viu mais a presença daquele senhor. Ele havia desencarnado. Passou um tempo, o palestrante também desencarnou. Vocês conhecem a história, né? Quando chegaram no plano espiritual, o palestrante se admirou porque aquele senhor simples, quietinho, ele chegava, tinha palestra lá, pois ia embora, não falava nada. Ele estava numa elevação espiritual admirável. Imagina aí o palestrante. Mas como é que pode? O senhor conseguiu chegar nesse nível espiritual? falou: "Ah, meu filho, eu me esforcei por colocar em prática tudo aquilo que você falava, tudo que você tava ensinando, eu procurava viver." E a gente vê a essência, né, transformadora do evangelho em nossas vidas. É isso que vai fazer a grande diferença. Diz mais ainda São Vicente Paulo: "Homens fortes, armai-vos. Homens fracos, fazei da vossa brandura, da vossa fé, as vossas armas. sede mais pessoas vivos, mais constantes na propagação da vossa nova doutrina. Ele tá falando aqui do espiritismo. É uma coisa impressionante ele, né? Um representante da Igreja Católica. A caridade é em todos os mundos a eterna âncora de salvação. Não é só aqui no planeta Terra não, Rosana. A gente quer ir pro mundo de regeneração para não fazer mais nada, não é? Pelo contrário, tem muito trabalho. E é exatamente aqui, né? A caridade em todos

. Não é só aqui no planeta Terra não, Rosana. A gente quer ir pro mundo de regeneração para não fazer mais nada, não é? Pelo contrário, tem muito trabalho. E é exatamente aqui, né? A caridade em todos os mundos é a eterna âncora da salvação. É o mais é a mais pura emanação do próprio criador. É a sua própria virtude dada por ele a criatura. Como desprezar essa bondade suprema? Veja só como é importante. Qual que é a bandeira do espiritismo, né, Jó? Raíça, fora da, fora da caridade não há salvação. Fora da prática do bem não há felicidade. Esse é o nosso caminho. Não tem outro. Por isso que fazer o bem é bom, é gostoso. Quando a gente faz o bem, não tem nada de ficar se sacrificando. Ai, é tão difícil. É difícil é a preguiça que a gente tem, não é? Ah, eu tenho assim impecílios, obstáculos. Tá tão complicado. Tá complicado que a gente complica muitas vezes. Ah, hoje tá chovendo, né? Tá tendo futebol. Melhor eu ficar assistindo em casa. Fica, a escolha é sua. Você pode aproveitar bem a encarnação. Não é que assistir um futebolzinho, né, não seja bom. Assim como, né, praticar esporte, fazer outras coisas. Excelente. A gente tem que ter o tempo para tudo, não é? A espiritualidade aqui presente, por exemplo, esse salão tá lotado de espíritos que vem aqui receber as benéces dos esclarecimentos trazidos pelos benfeitores, porque já reconhece e sabe o que é o mais importante. Tantos que estão acompanhando aqui pela internet também poderiam estar fazendo de repente outra coisa, estão assistindo, estão acompanhando, ouviram a Raíça falar tão bem, não é? Então ali elucidativa, isso é muito importante. A gente vai fazendo as escolhas e essas escolhas, evidentemente depende de nós. Então olha lá. Qual o filho bastante mal para se rebelar contra essa doce carícia caridade. A gente se entrega à caridade, não tem jeito quando a gente compreender a sua importância, a sua finalidade. Essa mensagem de Cárita aqui, ela é maravilhosa. Chamo-me caridade. Sigo o caminho principal que conduz a

rega à caridade, não tem jeito quando a gente compreender a sua importância, a sua finalidade. Essa mensagem de Cárita aqui, ela é maravilhosa. Chamo-me caridade. Sigo o caminho principal que conduz a Deus. Acompanhai-me, pois conheço a meta que deveis todos visar. Aí vai narrar aqui, sabe o que que eu me lembro da minha adolescência? Quando eu cheguei aqui em Brasília, eu tinha 17 anos, 1983. Pode fazer as contas. Então, eu tô perto dos 60, né? Dia 13 de janeiro faço 60 anos de idade. André, você tá muito longe disso ainda, né? Tá 40 e poucos, talvez 30 e poucos. cara dela. [risadas] E aí, olha só que interessante, nós fizemos uma peça, Jó, e eu foi tão gostoso estar com os nossos amigos aqui esperantistas, porque eles fizeram a visita aqui sexta-feira, não foi, gente? Foi quinta, né? Quinta à tarde, né? A gente não foi de manhã, quinta de manhã e o pessoal do teatro tava ensaiando uma peça que vai ser apresentada no final do ano. E aí eu vendo lá aquele ensaio me lembrei de quase 40 anos, né? passados, a gente tava naquele mesmo palco fazendo teatro também. É uma coisa muito bonita. E eu me lembro de um de uma peça, Andreia Japiaçu era a protagonista, eh, e ela declamou essa, ela fazia o papel de Cárita e ela declamou esse trecho, exatamente essa passagem aqui tão linda. Eu aquela época eu fazia um orador. Você imaginou desde aquela época fazendo, né? Ver se aprende alguma coisa. E essa nossa irmã ficou marcada assim por conta dessa chamo-me caridade. Então a gente se encontrava aqui está a caridade, né? É muito bonito essa prece de Cárita e ela vem evocando para nós aqui de maneira muito bonita, né? Mas se peço também dou e dou muito. Cárita, ela foi martirizada em Roma, foi um exemplo de caridade, né? Convido-vos para um grande banquete e forneço a árvore onde todos vos saciareis. Vede quanto é bela, como está carregada de flores e de frutos. Ide, ide, colhei, apanhai todos os frutos dessa magnificente árvore que se chama a beneficência. Ó, gente, como é bom, viu?

os saciareis. Vede quanto é bela, como está carregada de flores e de frutos. Ide, ide, colhei, apanhai todos os frutos dessa magnificente árvore que se chama a beneficência. Ó, gente, como é bom, viu? Fazer o bem. Tudo que Chico recebia, ele doava, não ficava com nada. Ele recebeu, por exemplo, de Frederico Figner, que esteve vice-presidente da FEB, era um homem de negócios. Ele quem trouxe a questão do, ah, como é que é o nome, hein? Aquela questão do disco, da sonografia, ele quem trouxe para o Brasil, não é? E ele tinha muitos recursos. Quando ele estava para desencarnar, ele doou pro Chico um uma quantidade vultosa de recursos financeiros. O Chico do FEB e foi graças a esse recurso que se fez a chamada cidade do livro na época de Vantu de Freitas. Então, né, o desenvolvimento da divulgação do espiritismo pelo livro espírita por meio da federação, graças a esse recurso, é tão interessante. E aqui nesse livro Chico, nossos momentos com Chico Xavier, um homem chamado Amor, é uma parceria da FEB com o Ideal. Tem uma passagem muito rápida, é de Osvaldo de eh Godói e Bueno. E ele vai contando aqui as vivências dele com Chico. Mas o livro é uma delícia, tá na livraria. É uma delícia. Eu recomendo. Chico tinha mais de 30 gatos, vocês sabiam? Eu também não sabia. Impressionante. Ele tinha gatos. Por quê? Porque tinha muita psicografia de muitas mensagens, eram muitos papéis que ficavam nos cômodos. Então, para os amiguinhos, irmãozinhos, ratinhos não comerem, tinha os gatinhos. Então, era bom que os ratinhos não se aproximavass, porque senão os gatinhos iam fazer a tarefa deles. Cada um fazendo a sua, né, cumprindo a sua, a sua utilidade, digamos. E aí o Chico, então ele precisava se mudar, mas ele ia mudar pra casa da frente, era só passar a rua para outra casa que tinha melhores condições e tal. Ele tinha 30 gatos, cerca de 30 gatos. Aí ele foi, então, conversou com os gatinhos. Era uma gata representante dos gatos. Ele foi conversou com ela, falou: "Olha, meus amiguinhos, amiguinha, conta pros

e tinha 30 gatos, cerca de 30 gatos. Aí ele foi, então, conversou com os gatinhos. Era uma gata representante dos gatos. Ele foi conversou com ela, falou: "Olha, meus amiguinhos, amiguinha, conta pros seus amiguinhos aí, nós vamos precisar nos mudar. Eu convido vocês para estarem comigo porque eu preciso do serviço de vocês e tal". Aí ele faz, a Chico se mudou e aí ficou observando e nada, nada dos gatinhos virem. Aí de repente vem a gata passando a rua, sobe no muro, vai até o fundo do quintal, faz a inspeção toda e volta. Aí o Chico, ixe, não vai dar certo. Passou um tempo, vem a gata e os 29 gatinhos atrás. Todos aceitam a mudança. Mas aqui tem uma passagem que é sobre a pedra. Nesse vocês vão querer o livro, né, gente? Tão gostoso. Tem essa e tem várias outras histórias. Esse da pedra aqui, tudo que Chico ganhava, imediatamente ele eh passava adiante, gostava de doar tudo que recebia. Numa oportunidade em que participamos do culto do abacateiro, lembra da história, né, sobre o a sombra do abacateiro, né? Uma senhora da das assistidas, muito pobrezinha, ela deu ao Chico uma pedra, uma pedra muito linda que ela tinha retirado ali do rio. Eu fiquei encantado de ver aquela pedra e falei: "Isso aqui é o Godói contando a história, né, Chico? Que coisa linda que é essa pedra, que amor dessa criatura trazendo essa pedra para você. Ele disse: "Segure-a para mim, Osvaldo, que Lourdes, esposa do Osvaldo, vai conhecer esta pedra. Eu sabia que a pedra estava sendo dada para mim e a trouxe para casa e aguardei no cofre, né, por muitos anos. Até que um dia a dei para o meu filho Osvaldinho, que é o Osvaldo de Godói, no caso aqui Osvaldo Godói Filho, com quem a gente fez a parceria paraa publicação dos livros de Chico Xavier editados pelo Ideal. A gente pela FEB, com esses parceiros queridos, vamos resgatando as obras de Chico. E por isso que é importante que a gente conheça e que a gente adquira, porque é uma forma de colaborar, tá bom? Quem adquirir esta obra e outras na livraria hoje, tá, vai

resgatando as obras de Chico. E por isso que é importante que a gente conheça e que a gente adquira, porque é uma forma de colaborar, tá bom? Quem adquirir esta obra e outras na livraria hoje, tá, vai ter 20% de desconto. Avisem a menina lá, por favor, que ela nem ela está sabendo, tá bom? Então é isso, gente. Eh, na continuidade aqui, a gente tem a mensagem, outra mensagem de Cárita, quando ela vai dizer: "Várias maneiras há de se fazer a caridade". Claro, né? Nós temos muitas maneiras de sermos caridosos. Muitos dentre nós confundimos a caridade com a esmola, né? Caridade é muito mais do que a esmola. A esmola às vezes é dar uma coisa e a gente fala: "Ah, então esmola não é importante". É sim, não é, Luiz? Dar esmola é importante. Muitas vezes a pessoa tá com fome. A gente dá uma esmola, um dinheirinho, dá um alimento para ela, mata a fome daquela pessoa. A esmola é necessária sim, mas nós não podemos nos circunscrever a esmola. Eu me lembro uma vez estávamos numa festividade de uma casa espírita no Guara dois, o grupo espírita Casa do Caminho. Tava tendo lá um encerramento do ano, alguma coisa assim, tortas, né, aquelas coisas, tá? Almoço. E o espírito é assim, né? Ele faz, compra as coisas, faz, leva. E ainda o que não é veiculado lá para as obras de assistência, promoção social, ele compra, né? Além dele ter comprado, ele prepara e ele compra de novo. É assim que acontece com vocês também. Ela tá rindo porque é mestre em fazer isso, né? Mas é bom, é uma forma da gente tá ajudando. E naquela oportunidade tinha um indivíduo que ele chegou à porta da casa assim, tava pedindo alguma coisa, ele queria dinheiro, falou: "Meu carro está ali no posto, eu preciso abastecer, precisam dinheiro." Falei: "Mas como que petulância? O indivíduo pedindo ajuda, tá com carro no posto, acabou a gasolina e ele pedindo ainda dinheiro para abastecer o carro". Eu achei aquilo assim, falei: "Mas que arrogância". Aí fui lá dentro tudo, demorei um pouco, trouxe bolo, trouxe um monte de coisa e

ou a gasolina e ele pedindo ainda dinheiro para abastecer o carro". Eu achei aquilo assim, falei: "Mas que arrogância". Aí fui lá dentro tudo, demorei um pouco, trouxe bolo, trouxe um monte de coisa e tudo e tudo, fui entregar para ele, falou: "Eu não quero isso, eu não quero isso. Eu preciso de dinheiro para bciar o carro". Eu fiquei tão nervoso com Olha, minha inferioridade, gente. Eu peguei R$ 10 do meu bolso, dei para ele e ele não queria o bolo, não. Não levou bolo, não levou nada e pegou os R$ 10. Aí eu fiquei depois pensando na minha pequenez espiritual. O indivíduo ele tem uma necessidade específica. Às vezes a gente não sabe enxergar isso. Ele foi honesto, meu carro tá na parado, eu preciso de combustível para abastecer, para ir embora, não é? E a gente não sabe fazer essa leitura. É como uma vez estava aqui próximo do Banco do Brasil, lá na região central, fui visitar meu irmão que trabalhava a época no Banco do Brasil e aí estávamos lá conversando, de repente chegou uma pessoa tava embriagada e assim, evidentemente, aí tal, né? Pedindo ajuda, humano já conhecia e tal. tava, eu acabei pegando, tinha aquela época existia nota de um de um real, aquela nota verdinha, vocês se lembram? E aí eu tirei a nota e dei para ele, né? Aí ele me deu um abraço, né? Com aquele bafo não muito agradável. Ele disse: "É, é você sorrindo assim daquele jeito. Você não sa não tava ele falando, tava os amiguinhos com ele falando, você não tem ideia do que eu vou fazer com isso aí". Eu falei: "O seu desgraçado, o que você vai fazer com isso? problema é seu. Depois eu caí em mim, falei: "Meu Deus, eu entrei na sintonia, né? Porque a gente tem que fazer o bem sem exigências. Não é fácil, né? De não exigir, fazer o bem. faz o bem, segue, que às vezes fica assim, mas a pessoa nem agradeceu. Seu, meninas lindas, são suas filhas. Eu fico assim pensando, se a gente espera um agradecimento, um obrigado, a gente tá já esperando uma recompensa, não é? Então, o que Carita fala aqui é fazer esse bem

meninas lindas, são suas filhas. Eu fico assim pensando, se a gente espera um agradecimento, um obrigado, a gente tá já esperando uma recompensa, não é? Então, o que Carita fala aqui é fazer esse bem absolutamente, não é? Desapegado pra gente ser feliz. Várias maneiras tem-se de fazer. Não é só esmola, mas é um olhar, é um aperto de mão, é um conversar, é um dar atenção, não é? E aí tem a mensagem aqui do espírito protetor. Meus caros amigos, todos os dias ouço entre vós dizerem assim: "Sou pobre, não posso fazer a caridade, todos os dias vejo que faltais com indulgência aos vossos semelhantes." Ora, a gente não pode fazer a caridade porque às vezes não tem um recurso material, mas não é por isso que a gente vai ser mal educado. Eu posso ser caridoso sendo indulgente, tolerante, não é? Apenas ficando Chico Jó, quando ele não podia ajudar assim alguém com as palavras, não tinha o que fazer, não conseguia consolar. Sabe o que ele fazia? Ele sentava ao lado da pessoa e chorava junto com ela. Essa é a melhor maneira, a gente ser companheiro, estar juntos. Isso vai fazer a diferença. E a última mensagem aqui que é de item eh 16 de João, vai dizer para nós: "A mulher rica, aventurosa, que não precisa empregar o tempo nos trabalhos de sua casa, não poderá consagrar algumas horas e trabalhos úteis aos seus semelhantes?" Não só a mulher rica, mas o homem rico também, né? Aqui tá citando um exemplo e tudo. Quantas coisas a gente pode fazer, não é? Todos vós que podeis produzir, dai, dai o vosso gênio, dai as vossas inspirações, dai o vosso coração, que Deus vos abençoarás. Poetas, literatos, que só pela gente mundana sois lidos, satisfazerem os os lazeres, mas consagrai o produto de algumas de vossas obras ao socorro aos desgraçados. Ele vai citando aqui. Vocês se lembram de André Luiz? Quando chegou no plano espiritual, foram catalogar o que ele tinha de bem feito? Se tinha alguém que, por exemplo, fosse agradecido a ele. Você se lembra dessa história? Tá em nosso lar. Uma senhora

? Quando chegou no plano espiritual, foram catalogar o que ele tinha de bem feito? Se tinha alguém que, por exemplo, fosse agradecido a ele. Você se lembra dessa história? Tá em nosso lar. Uma senhora orava por aquele médico que havia desencarnado. Sabe por quê? Porque uma vez ela bateu a porta pedindo ajuda e André Luiz, o médico, não queria ajudá-la não, mas a sua secretária insistiu e tudo e ele então meio a contragosto, acabou fazendo o atendimento, a consulta gratuitamente e prestou assistência àquela mulher que foi muito útil para ele. Ela ficou para sempre agradecida. Ela nunca se esqueceu e sempre orava por ele. E aquela prece foi um benefício para ele no plano espiritual. Então, tudo que a gente faz é catalogado. Nada passa assim em vão. Tudo tem o seu valor, a sua utilidade, a sua função. Por isso que a gente tem que aproveitar bem o tempo. E eu queria para além do Evangelho Segundo Espiritismo, né, que tem vários formatos, vários tamanhos aqui, é letras grandes paraa nossa leitura, a gente pode ler à vontade, não é? E tá à disposição na livraria. Eu queria divulgar esse daqui que é sementes do evangelho, caridade. São cinco volumes, né? Tão bonitinhos os livros, são livros de bolso. E aqui nós temos, né? Amor, caridade, fé, paz e trabalho. Esse aqui é sobre a caridade, é do projeto Evangelho por Emanuo. Aí tem as frases, os pensamentos, os conceitos aqui catalogados em ordem alfabética pelos assuntos dentro do tema principal. Bom, aqui, por exemplo, o tema principal é caridade. Aí vamos pegar beneficência relacionada com a caridade. E a fonte que vai trazer para nós aqui é a fonte de número 48. A gente vai ao final da obra para saber qual é o livro. E este livro aqui, deixa eu ver aqui. O 48 é um livro de emanalmente, publicado pela FEB Editora, tá em Reformador e também Palavras de Vida Eterna, publicado pela FEB e pela SEC. Diz assim: "A beneficência pode efetuar prodígios. Prodígios é como se fosse milagres, levantando a generosidade, levanta-se a generosidade, a bondade, e

de Vida Eterna, publicado pela FEB e pela SEC. Diz assim: "A beneficência pode efetuar prodígios. Prodígios é como se fosse milagres, levantando a generosidade, levanta-se a generosidade, a bondade, e conquistando a gratidão." Como é bom a gratidão, nós agradecermos e também espontaneamente recebermos a gratidão daqueles que assim se manifestarem, sem que a gente cobre. Contudo, em nome da caridade, toda beneficência para completar-se não pode viver sem a paciência. Então, é nesse sentido que a gente gostaria de encerrar aqui esse momento, dizendo que a paciência é necessária paraa nossa caminhada. Ela também é uma forma de beneficência, de benevolência e de caridade. A paciência de saber esperar o tempo de cada um na relação para que a gente entenda o momento do outro e que a gente possa compreender que nem tudo será como a gente gostaria que fosse, porque se assim o fosse, provavelmente não seria a melhor maneira. Então, cada um tem a sua forma, o seu jeito e a gente precisa ter paciência. Paciência é arte de saber esperar. E a vida nos apresenta sempre as respostas de acordo com as nossas necessidades, os nossos merecimentos e, acima de tudo, mercer da misericórdia divina que nunca nos deixa ao desamparo, porque é sempre beneficente, benevolente e caridoso para com todos. Muito obrigado pela atenção. Agradecemos ao nosso irmão Geraldo por mais esta palestra que nos trouxe bastante conteúdo para nossa reflexão, sobretudo que nós não nos esqueçamos jamais da recomendação dos espíritos, né, sobre a questão da beneficiência, né, que está na questão oito. 86 do livro dos espíritos, que é o bip, benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Que nós reflitamos sempre nisso, mas sobretudo lembrando-nos de uma frase que está na mensagem que nós recebemos ali na entrada do nosso irmão Daniel. É importante que nós estejamos sempre vigiando os nossos pensamentos, né, e mantendo a nossa vontade firme no bem, não é isso? Jesus

na mensagem que nós recebemos ali na entrada do nosso irmão Daniel. É importante que nós estejamos sempre vigiando os nossos pensamentos, né, e mantendo a nossa vontade firme no bem, não é isso? Jesus nos abençoe. Vamos então fazer a nossa prece encerramento, ao final da qual nós pedimos que aqueles que desejarem passe permaneçam sentados, que serão chamados de acordo com as prioridades, né? Pessoas que estão com crianças, idosos, eh deficientes físicos, né? portadores de necessidades especiais, conforme se diz atualmente, mas todos serão chamados para receber o paz. Assim, Jesus, nós agradecemos por mais este momento, Senhor, em que podemos entrar em sintonia com os teus emissários que nos suprem. As nossas deficiências estão sempre prontos a nos atender naquilo que estivermos merecendo, Senhor, pelo nosso esforço, pela nossa boa vontade, pela dedicação que nós tenhamos ao bem e pela luta que façamos contra todas as nossas deficiências. não somente físicas, mas sobretudo morais e espirituais. Abençoa, Senhor, a todos aqueles que aqui se encontram. abençoa aqueles que se encontram enfermos, os nossos amigos necessitados das nossas preces, que eles possam ser beneficiados deste momento e que, Senhor, estas bênçãos se estendam aos hospitais, à casas de saúde, aos lares mais humildes, onde haja dor, onde haja sofrimento. Que a caridade dos nossos irmãos do plano maior possa assistir a todos em teu nome, Jesus. Muito obrigado por tudo e que fiquem conosco estas considerações que ouvimos nesta tarde para nossa reflexão e colocação em prática do dia a dia das nossas vidas. Muito obrigado, Jesus, e que assim seja.

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