Desafios da Vida Familiar à Luz do Espiritismo com Allan Marques e Marco Leite | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 30 de março de 2022, abordaremos o tema "Desafios da Vida Familiar à Luz do Espiri...
E aí ao lado dos irmãos muito boa noite sejam bem-vindos a mais uma semana do nosso programa na FEB família no ar esse programa tem como objetivo trazer a todos os participantes e as famílias temas relevantes para a discussão no nosso meio da de casa e podemos por meio disso trazer também as orientações que a doutrina espírita nos oferece para fazermos o nosso trabalho com as nossas famílias sempre um trabalho cada vez melhor hoje teremos nosso programa o tema desafios da vida familiar na à luz da doutrina espírita e teremos dois convidados conosco essa noite o nosso irmão Marco que é pedagoga psicanalista é diretor da área da febre diretor da área de família trabalha no Conselho federativo Nacional seja bem-vindo Marco e teremos também e o nosso irmão Alan Alan Marques o Alan tá vindo de um pouquinho mais longe lá do Maranhão O Alan é Paula Marques coordenador da área da família lá na Federação Espírita do Maranhão Alan e articulista Espírita expositor é filho da marenize e do Marcelo tem dois irmãos e dois sobrinhos que ele na apresentação falou que são a o grande amor da vida dela dele Hotel né E como é que é o nome da sobrinha da outra da sua sobrinha a lá espera aí espera espere Hotel que trouxeram encantamento para família dele né Então seja mês seja também bem vindo para começarmos o nosso trabalho na noite de hoje nós vamos ver um pequeno vídeo das pequenas do bem falando sobre a nossa o nosso tema da noite E aí e Catarina se você acha desse tema o desafio de conviver em família eu acho que é difícil né a gente conviver com as diferenças de cada integrante da família pois ela também acha a gente fez uma enquete com alguns adolescentes sobre o que que eles acham desse desafio né que convém Família primeiro foi a ignorância dar respostas porque às vezes você vai falar com seu pai com seus pais e aí ele já vem na grosseria com você e você nem ouvir o que você faz para lá né aí eu tinha que também manter a Tais obedecer tem que emprestar tudo não encher o saco dos
ar com seu pai com seus pais e aí ele já vem na grosseria com você e você nem ouvir o que você faz para lá né aí eu tinha que também manter a Tais obedecer tem que emprestar tudo não encher o saco dos irmãos Então é isso né gente acontece em todas as famílias Pois é e aí a gente tem que ver como a gente pode tentar melhorar isso exatamente a gente espero que tenha contribuído esse vídeo né beijo tchau bem é muito bem Catarina e Valentina Obrigado meninas pela colaboração de vocês vocês são muito lindas e aí meninos elas fizeram Esse levantamento com os amigos e falaram sobre as diferenças sendo o primeiro desafio da convivência em família e desafio para família pessoas de diferentes convivendo no mesmo tudo o que que nós podemos é trazer de nosso conhecimento espírita sobre essa formação da Família com pessoas diferentes Isso é uma vantagem ou é uma dificuldade como é que vocês vêm isso Marco pode começar é muito bem uma formos verificar essa situação é interessante porque Como você mesmo disse eu chegar lá fazer alguma enquete com uns colegas alguns jovens nessa situação e você é mesmo trouxe para será que é uma dificuldade Então tá recordando que Deus vão usar um peso maior do que o que a gente pode carregar e às vezes a gente diante das situações da vida nós vamos sair a verificando ou acreditando que que ele é difícil da gente tá suportando a e o nosso tema hoje Ele termina sendo muito interessante Porque não são dificuldades da vida familiar mas desafios da vida familiar moeda que a gente começa a mudar até mesmo a semântica para entender essa diferença é tudo que acontece conosco nós temos condições e tá dando condição de resolver aquela situação Ah mas é é difícil vamos tá trocando isso para é Um Desafio momento em que trocamos essa palavra de trabalhar a nossa situação não da dificuldade em se mas dos Desafios que nos são apresentados dia após dia nós vamos ver que é possível e Se nós formos ver viver em família é o desafio constante viver em família não é uma
uação não da dificuldade em se mas dos Desafios que nos são apresentados dia após dia nós vamos ver que é possível e Se nós formos ver viver em família é o desafio constante viver em família não é uma situação assim da gente dizer Ceará é muito fácil não vou dizer que é difícil porque a palavra a gente tem que tá mudando Tá mas é Um Desafio Às vezes as coisas são muito tranquilas outras vezes não estão tranquilas mas isso a gente vai tá conversando aqui ao longo do nosso bate-papo dela é exatamente Primeiramente boa noite a Cristina o Marco a todos que nos ouvem uma alegria um abraço caloroso aqui do Maranhão São Luis do Maranhão terra corações aquecidos e a gente fica feliz pela oportunidade recorda logo nesse início aproveitando a falar das meninas que o evangelho segundo espiritismo Capitulo 14 o evangelho como um todo é uma mensagem voltada para o indivíduo e para as famílias mas Capítulo 14 do Evangelho Segundo espiritismo ele é mais especial que é um raiva raiva sua mãe porque ele fala ele toca os nossos corações né de forma mais direta nesse tema família e lá a gente encontra Kardec nos mostrando nessas interações e configurações familiares a presença de espíritos simpáticos de antipáticos e até estranhos então nessa observando essa configuração a gente se dá conta de que realmente é um Desafio porque nem sempre nós teremos os simpáticos aos nossos e teremos também esses que são criaturas com quem a gente precisa se ajustar e a estratégia Divina justamente é essa estratégia de que Deus utiliza para que a gente possa crescer para que a gente possa amadurecer é nas diferenças no contato com o diferente mas extrair nos lições nosso aprendizado Então realmente é um Desafio como uma falou a gente precisa mudar essa esse palavreado Nossa é um problema nós dificuldade não é Um Desafio feliz uma oportunidade abençoada de crescimento que a gente tem ah é verdade muitos desafios a superar temos muito ainda a crescer e na fala ainda das meninas me chamou bastante atenção quando elas colocaram que os
tunidade abençoada de crescimento que a gente tem ah é verdade muitos desafios a superar temos muito ainda a crescer e na fala ainda das meninas me chamou bastante atenção quando elas colocaram que os colegas falaram que uma dos problemas que eles sentem é a ignorância das respostas quando os pais vão conversar com eles e já trazem muitas vezes é é uma opinião formada e às vezes nem escutam os filhos de direito né vamos continuar com Allan para comentar um pouco isso né como é que a gente pode pode auxiliar para que essa ignorância no ambiente doméstico vem a diminuir que eu acredito que não é só do lado dos Pais às vezes do lado dos filhos também se aparece é exatamente Cristina Exatamente é um Desafio e a gente entende que muitas vezes essa ignorância na verdade é o desconhecimento o pai a mãe aquele adulto que tá ali diante da criança do jovem ele age com ignorância um pouco Rude porque ele não sabe a resposta ele não entende ele não compreende e aí nessa sua falta de habilidade para lidar com a situação ele Age dessa forma equivocada tem uma doutrina espírita nos ajuda e muito porque com o esclarecimento que ela nos traz essas questões que muitas vezes nos enrolam ela são desenrolados você falou ali lembrou da minha querida Ester a esterzinha tem três anos então quando ela chega para o Alan para perguntar algumas questões e a gente sabe que ali nós temos uma criança mas no espírito Imortal que reencarnou que está criança a gente fala como conhecimento Espírita é de questões que são básicas mas que vão dar o norte para essa criança que vem com as suas a questionamentos estão muito muito Muitas dessas dificuldades né na fala do pai e da mãe do tio daquele que responsável ela se dá por esse desconhecimento mas também a gente precisa entender a necessidade do treino que a gente Necessita fazer um treino constante o exercício constante de algo que consta no evangelho que é afabilidade e doçura a gente precisa treinar isso no nosso dia a dia então são essas oportunidades que surgem a
ta fazer um treino constante o exercício constante de algo que consta no evangelho que é afabilidade e doçura a gente precisa treinar isso no nosso dia a dia então são essas oportunidades que surgem a pergunta que não chega é o desafio no trânsito Então são essas várias chances que Deus nos dá a gente mostrar e quer mudar e isso parte do esforço da criatura em promover essa transformação agora a gente só consegue se transformar quando se conhece quando busca-se conhecer e compreender essa dificuldade para a partir daí mudar a e é isso é muito verdade vamos ver aqui é a contribuição da nossa irmã Teresa de brita no livro Vereda familiar ela nos fala que se a correta que não ambiente do Lar Você tem o território livre para que se mostra como é para desenvolver não se pode olvidar entretanto que não cabe aos outros suportar seus impulsos negativos ou sua desastrada a invigilância por fazerem parte de sua equipe doméstica Marco comendo um pouquinho aí essa contribuição da Teresa de Brito para gente e quando quando a gente tem os nossos problemas e às vezes estamos dentro do nosso lar terminamos com a natureza nos recorda você né as pessoas mais próximas a gente nós descontarmos nele porque são próximos e nós achamos que isso vai ficar muito tranquilo porque só as pessoas que usavam né Isso me recorda a conduta Espírita O André Luiz nos lembram uma das frases é dele que é trate o seu familiar como se fosse uma visita é é todos nós queremos a conduta Espírita vamos estar lembrando desse trechinho porque muita das vezes a gente termina trazendo para as nossas relações familiares uma situação de que como esse é muito próximo está do nosso lado ele pode tá levando as pancadas do nosso mau humor da nossa invigilância como a própria Teresa nos recorda e Trago essa lembrança de André tradição familiar como se fosse uma visita como assim né a gente não vai tá descontando a gente não vai estar batendo a gente não vai estar sendo ignorante muito das vezes é então a gente não pode até esquecendo disso
como se fosse uma visita como assim né a gente não vai tá descontando a gente não vai estar batendo a gente não vai estar sendo ignorante muito das vezes é então a gente não pode até esquecendo disso porque na hora que a gente começa um relacionamento dentro da nossa casa de tar tratando esse familiar como se fosse alguém que tá chegando a nossa casa com todo carinho que a gente quer o melhor de nós muito simples é para uma visita Às vezes a gente vai lá na cozinha buscar um copo de água para um familiar gente para você né É porque entendeu então é trazendo Esse princípio de lembrança de André faz com que essa colocação da nossa Theresa debrito comece a se transformar no nosso cotidiano no nosso cotidiano E aí trazendo um pouquinho até mesmo na resposta anterior que o Alan nos passou é e às vezes nós temos a indigência de não tá dando ouvido a uma pessoa que é dentro da nossa casa faça uma visita a gente não deixa ouvir é isso me relembra o nosso querido Rubem Alves Rubem Alves tem uma frase é muito interessante ele nos diz que existem Muito muitos cursos e formação probatória é mas quase nenhum de formação para escutatória Ou seja a gente quer falar muito às vezes e eu vi pouco a gente não é preparado para ouvir para entender o que o outro está falando então é Trazer isso mais para os nossos relacionamentos e eu colocaria que é a providência de mim é tão sábio todo mundo já ouviu esse ditado que quando Deus criou esse corpo ele nos deu dois ouvidos e apenas uma boca Qual é o sentido da gente poderão ouvir mais e falar menos e na relação familiar essa tem que estar sendo literalmente uma prática é mas só que não é uma prática tão simples né Ela tem que dar sendo uma prática em que a gente para poder fazer com que isso venha existir é praticar Parece até o Óbvio Mas é isso mesmo a prática era só se adquire quando a gente traz isso na prática Nossa no dia a dia então incorporar um hábito um hábito em um hábito se incorpora como disciplina disciplina disciplina lembrando nosso
a prática era só se adquire quando a gente traz isso na prática Nossa no dia a dia então incorporar um hábito um hábito em um hábito se incorpora como disciplina disciplina disciplina lembrando nosso querido Emanuel então é vamos ser a disciplina de estar nos vigiando porque muita das vezes nem da família a gente quer dizer ao outro né mas é o cuidado de si vigiar para você não está indo além do que você não gostaria da regra de Ouro Só faça o outro que gostaria aqui o outro também te fizeram Esse é o Marcos já começou a comentar também um outro problema da comunicação O que é a questão de não estarmos sendo ouvidos pelas pessoas né E vamos aqui ouvir os nossos irmãos internautas deixando para que sal dados temos aqui a nossa irmã jocilda lá de Caxias do Sul Boa noite dos Ilda seja bem-vindo achei na Ri ara de Santa Cruz na Bolívia Boa noite seja um sejam muito bem-vindos meus irmãos é um prazer temos aqui conosco vamos ver então como é que essa questão do escutar a escutar tória é é algo que nós temos que treinar Mas por que será Alan que nós escutamos tão pouco nosso próximo temos tanta dificuldade de dar atenção aquelas pessoas que convivem tanto conosco é interessante Cristina a e se entrelaçar né de falas de opiniões o Marco colocou algumas questões muito interessantes a gente vai resgatar aqui quando se fala em diálogo a gente tem percebido essa dificuldade muito grande de ambos os lados né a gente viu Ali as meninas falando da dificuldade que os adolescentes sentem com relação aos pais mas os pais também se queixam dos filhos e não usou vem então a gente percebe que de ambos os lados né a relação às vezes na família ela ela necessita Desse nosso exercício constante em torno do Diálogo me recordo que o Doutor Alberto Almeida ele veio no ano 2000 aqui no Maranhão na época a gente comemorar os 50 anos da nossa federativo e eu me recordo que ele ministrou um seminário que era intitulado amar se aprende amando da mesma forma de alongar se aprende dialogando a gente desenvolve essa
omemorar os 50 anos da nossa federativo e eu me recordo que ele ministrou um seminário que era intitulado amar se aprende amando da mesma forma de alongar se aprende dialogando a gente desenvolve essa aptidão né para para ouvir e ver o que a pessoa tá falando que ela quer nos repassar nas suas angústias a sua vontade de colocar algo a gente vai fazer isso no treino no dia a dia o mar colocou isso muito bem questão é que nós nesse afã de querer falar mais e ouvir menos E aí Marquinho colocou muito bem a gente só tem uma boca e temos dois ouvidos para fazer justamente o contrário eu ouvir mais e falar menos Então nesse afã de querer falar que que acontece muitas vezes a pessoa está falando conosco e a gente já tá aqui maquinando o que é que vai responder na sequência Na verdade nem responder ao que ela está nos perguntando é o que nós vamos falar a gente está só aguardando ela fazer a pausa aqui naquele momento da pausa da parada a gente fale e coloque para fora então falta esse diálogo O que é é importantíssimo quando a gente parte para as obras do Espírito Camilo e Theresa debrito a gente observa como esses Pires Joana de Angelis são espíritos que um a família tem muitas obras interessantes cima que a gente precisa visitar e eles são unânimes em falar que nós precisamos estabelecer essas Pontes no lar se diálogo ele é fundamental sem diálogo realmente a gente não consegue estabelecer essa harmonia que se busca tanto no ambiente familiar isso a gente vai fazer um exercício diário não tem outra é isso é verdade temos que treinar bastante e para podermos nos esmerar quanto a isso e pensarmos que às vezes essa nossa ansiedade nos não nos permite entrar em contato com o outro que tem tanta nos ensinar Mas vamos vamos agora colocar uma outra um outro ponto que é em relação aos irmãos as nossas meninas falaram sobre os irmãos os conflitos entre os irmãos e gostaria de ouvir o Marco um pouco sobre esse tema o Marco teve uma família era um cinco filhos Oi meninos e uma menina
irmãos as nossas meninas falaram sobre os irmãos os conflitos entre os irmãos e gostaria de ouvir o Marco um pouco sobre esse tema o Marco teve uma família era um cinco filhos Oi meninos e uma menina tão de desafio para convivência com irmãos ele deve ter muito a nos dizer aí como é que era para harmonizar esse pessoal todo E aí é o som Marquinhos os fã e ouvindo falou ok né é Se nós formos ver a relação fraterna era pode constituir um dos vínculos mais duradouros que a gente inicia na infância e persiste ao longo de toda a nossa vida ao longo dessa nossa existência é bem provável que a gente tenha com o nosso irmão o pa trás longo ao longo dessa Encarnação é esse vim com ele pode descer vagas funções nesse nosso nesse nosso desenvolvimento emocional e ele até representa um laboratório para as relações sociais e uma maneira geral porque o que a gente vivência dentro de casa é o que a gente depois leva ao nosso contato social Então desse modo entende-se que o irmão ele tem uma função o cara nessa nossa formação nesse nosso desenvolvimento enquanto cidadão nesse sentido a gente não pode estar deixando isso de jeitinho e os pais eles têm que estar sabendo trabalhar isso dentro de casa e nas confusões que acontecem muito das vezes os pais se não conseguem é desenvolver uma condição para que esse vínculo de fraternidade ele possa estar sendo constituído as confusões vão existir vão o Alan bem lembrou no capítulo 14 do evangelho que nos fala que dentro das nossas famílias nós vamos ter espíritos que são afins no sentido positivo e eles tiveram afinidades conosco no passado e a gente vai estar recordando muito claro que quando se fala afinidade Às vezes as afinidades não são só positivas nós temos afinidades negativas do nosso passado a gente pode repetir do afinidade com o irmão nosso hoje que foi uma vítima Nossa um algoz a em que um fez mal para o outro e nesse mal que foi feito existia uma afinidade não positiva e fez com que nesse momento da vida a gente Viesse a estar juntos às vezes
e foi uma vítima Nossa um algoz a em que um fez mal para o outro e nesse mal que foi feito existia uma afinidade não positiva e fez com que nesse momento da vida a gente Viesse a estar juntos às vezes como irmãos então então numa situação dessa a gente observa que brigas entre irmãos não acontecer vão e é comum muito como muito fiz aqui os pais têm que estar observando é o momento que vai intervir porque às vezes os pais é para senão não pode ter briga entre irmãos vai ter diferença de opinião vai vai ter diferença de Gosto de gosto dentro desse vão vão ter essa situação isso as vezes vão estar gerando algumas dificuldades nesse relacionamento é lembrando quando a dificuldade acontece na verdade é um desafio a ser superado não é a ideia de uma dificuldade que o problema está ali com a boa não é Um Desafio Então é os pais têm que estar sempre muito atentos no momento em que a gente vai ter que intervir e às vezes é deixar com que as coisas possam acontecer porque é muito comum muito mas muito comum mesmo ou mamãe vê dois irmãos brigando vai ali briga com os dois põe os dois de castigo ela fica emocionalmente abalada dez minutinhos depois os dois são brincando se abraçando e pronto acabou em pó luta que não era uma coisa muito forte e dos irmãos não negócio Já se resolveu né então é saiba o momento de interferir porque a gente não pode estar querendo seguir que ele possuía incontrolável de não deixar que confusão aconteça e as confusões vão acontecer pão não Ei acompanho e nesse acompanhar um dos papéis primordiais em um relacionamento Pais e Filhos é quando o momento de intervenção propõe uma solução e esse é o x da questão tá a gente vai tá chegando aqui para compor solução eu lembro de um vídeo quando assisti ainda na adolescência em um vídeo mesmo não é da minha escola em que dois irmãos estavam brigando pelo pedaço de bolo não é o bolo tava pronto e não mal eu vou partir eu vou orar né Aí eu a mãe vendo aquela confusão toda chegou para os dois fazer roupa pera aí
a em que dois irmãos estavam brigando pelo pedaço de bolo não é o bolo tava pronto e não mal eu vou partir eu vou orar né Aí eu a mãe vendo aquela confusão toda chegou para os dois fazer roupa pera aí pera aí estão brigando por pedaço de louro né o botar aqui os dois vão comer né aí ela pegou a faca deu para outra assim pode partir o primeiro pedaço E aí o primeiro que chegou partiu aquele pedação né aí depois que ele partiu ela virou para o segundo agora você escolhe um pedaço que você vai querer e olha só o processo de negociação de acerto e de saber intervir porque normalmente numa situação dessa né vou participar tio primeiro pedaço o que partiu que deu um pedaço grandão e foi que ele fez deixando o outro menor Só que quem escolheu o primeiro pedaço é um segundo que não partiu não então a gente tem que ter a sabedoria de estar conduzindo essas confusões que acontecem com os nossos filhos e são irmãos mano visão dessa mas a orientação base quer avalia ordem dele e não vá de enxofre para que ele resolver tudo porque se você fizer isso você não resolve o problema entre eles e quando for resolver é sempre a presente solução oferece a solução com tranquilidade o quê Qual é o grande papel entre irmãos é se amarem qual é a visão que a gente tem que ter esses irmãos eles vão ter mais tempo de vínculo na terra do que conosco como o país nós vamos partir um dia e se tudo der certo esses irmãos ainda vão continuar existindo bom então a gente tem que estar favorecendo sempre essa Fraternidade entre eles Esse é um desafio de Sabedoria para os pais para poder realmente promover esse equilíbrio sabendo que eu papel dos irmãos é muito importante na nossa trajetória evolutiva mas já temos algumas perguntas aqui nós vamos partir para as perguntas a primeira pergunta que chega aqui para nós chega do nosso irmão Carlos não me engano deixa eu ver aqui no nosso irmão Carlos Souza lá de Caxias do Sul né é ele nos pergunta o seguinte né Vamos lá na minha vida o maior desafio até tempo para tudo que
do nosso irmão Carlos não me engano deixa eu ver aqui no nosso irmão Carlos Souza lá de Caxias do Sul né é ele nos pergunta o seguinte né Vamos lá na minha vida o maior desafio até tempo para tudo que considera importante o trabalho a família Centro Espírita eu me esforço muito porém quem está comigo sempre reclama um pouco mais e aqui ó vai aparecer sempre que tira um pouco mais sempre quer um pouquinho mais que que a gente pode dizer para o nosso irmão é é Carlos de Consolador de uma mensagem orientadora que conforte essa angústia do nosso irmãos lá E aí e é na verdade o desafio do Carlos é o desafio de todos nós né a gente também passa por essa pressa situações né de tentar conciliar trabalho família nós fazemos parte do movimento Espírita as atividades do centro e é natural né uma amiga costuma dizer que de vez em quando alguém da casa dela diz assim e aí vai levar a rede quando para o centro tá levando quando o cobertor porque aparece dá a impressão de que a pessoa dá mais atenção alguma coisa do que a outra e realmente é um Desafio porque a gente precisa dosar isso com cuidado com muito carinho muita que livre e fazendo aqui algumas leituras prévias antes da gente Partiu para esse bate papo tava recordando ali no desafios da vida familiar do Espírito Camilo é o fotografia do nosso querido Raul Teixeira uma pergunta folheando ali fazendo uma pergunta em que esse se questionava né espírito Camilo sobre a que O que é trabalhador Espírita se ela precisa dar prioridade ao filho ou ao trabalho espírita e o Camilo faz uma reflexão interessante ele diz assim mas quer dizer então que ser mãe já não é uma grande tarefa né nesse contexto né de atuação Espírita já é uma grande tarefa agora a gente não pode é se utilizar dessa justificativa de que não eu sou mãe eu sou eu só vou dar atenção para os meus filhos e aí eu deixo tudo de lado com relação às outras atividades que também são importantes e e não dou não dose com carinho com equilíbrio essa situação então é saber realmente se
nção para os meus filhos e aí eu deixo tudo de lado com relação às outras atividades que também são importantes e e não dou não dose com carinho com equilíbrio essa situação então é saber realmente se organizar e como o marco falou parte muito da disciplina que nós precisamos introjetar nas nossas vidas não é à toa queimando disse para ti por três vezes é disciplina disciplina disciplina na verdade é muito mais do que três a gente entende que assim a um esforço muito grande da nossa parte em conciliar todas as é mas a gente vai mostrando pouco a pouco nesse relacionamento com os familiares que isso não faz bem essa mensagem nos faz bem ela nos transforma para melhor e com certeza quando as pessoas observando em observando essas situações elas vão se perguntar ponte mais então quer dizer que Fulano que era de tal jeito agora tá diferente e será isso porque será isso E assim a gente vai ficar ativando vai conquistando esses que são tão importantes na nossa jornada que são os familiares então é perseverar Carlos a gente percebe era com carinho do usando com equilíbrio todas essas nossas atividades e com certeza a espiritualidade amiga está o nosso lado anjo da guarda aí para está nos ajudar e colaborar nesse processo de crescimento quem é Alan cumprimentando um pouquinho que você nos disse tempo é uma questão de prioridade bom né É sempre isso quando a gente diz assim eu não tenho tempo para minha família porque a gente não está priorizando minha a família aí eu não tenho tempo para estar com meus filhos é porque a gente não tá previsão de estar com os nossos filhos porque a gente está priorizando fazer uma outra coisa e ele é interessante quando trabalhamos isso no aspecto espiritual é eu gosto de uma mensagem que Kardec nos trouxe sobre a caridade na família a em agosto da Revista Espírita 1865 espírito acorda né ele acordar ele nos coloca muito claro a ideia que a nossa grande ocupação não é preocupação é ocupação aqui na terra tem que ser com a nossa família e isso é tão marcante que para nós que
o acorda né ele acordar ele nos coloca muito claro a ideia que a nossa grande ocupação não é preocupação é ocupação aqui na terra tem que ser com a nossa família e isso é tão marcante que para nós que trabalhamos às vezes com pacientes terminarem vamos encontrar aqueles companheiros no finalzinho da vida chegando sim é porque chegam os médicos né Doutor Será que eu não tenho mais uma semana de vida eu preciso estar encontrando a minha filha aqui há tanto tempo saiu de casa outro não faz assim não é eu saí de casa obrigado com meu pai né e não se eu seja no finalzinho da nossa vida o que fica na nossa consciência pesando são os nossos relacionamentos familiares é né não é uma viagem que você não fez não é um carro que você comprou o que nada disso você leva é o que a gente cima da nossa Consciência São aqueles compromissos que muitos de Nós firmou antes do nosso processo encarnatória you jun junto ao nosso pai ao nosso irmão ao nosso filho a nossa esposa ao nosso marido aqueles que estão convivendo conosco e a gente terminou pegando alguns atalhos pegando alguns atalhos e não fez o que devia fazer Ah não então é o que a gente precisa está priorizando família porque isso é o que vai tá dando essa paz e consciência no nosso momento final primordialmente do nosso momento final Às vezes a gente se dedica como você colocou lógico nós vamos ter momentos da nossa existência vou pegar aqui um jovem no momento da Universidade a dedicação para ser na universidade né quando ele entra no trabalho EA dedicação dele tem que tá sendo realmente para o trabalho mas quando ele casa nos primeiros momentos tem que tá sendo para dentro de casa né quando o filho nasce e dedicação tem que tá sendo para esse filho o e às vezes ele começa a formar aquela família é a prioridade dele é a profissão é a compra da casa né eu lembro de uma paciente adolescente que eu aprendi filha única 15 para 16 anos neta aquela situação assim que você via a condição social e financeira daquela família um negócio assim maravilhoso
né eu lembro de uma paciente adolescente que eu aprendi filha única 15 para 16 anos neta aquela situação assim que você via a condição social e financeira daquela família um negócio assim maravilhoso Oi e a garota estava tendo problemas emocionais ao extremo e ao extremo inclusive chegando a se cortar fazer a automutilação ah ah eu longo do processo a identificação do problema em si ela solidão quero tinha dentro de casa Apesar de morar com o pai e mãe e os pais estavam totalmente focados no ambiente do trabalho e querer dar uma condição para essa filha que eles não tiveram Vejam só que interessante a inversão os pais estavam se matando um trabalho para dar condição para filha só que o que a filha precisava era de presença não leva de presente bom né E às vezes essa confusão nosso dia a dia tem então eu coloco o que muita das vezes a família tem uma vida mais simples uma vida mais regrada termina gerando uma família é muito mais equilibrada muito mais saudável do que que eles que saem para o mundo para poder ganhar bem né quase tá dando um status social almoço família aqui depois vai ter que tá gastando essa condição financeira para estar recuperando uma saúde que talvez não precisasse se a gente estivesse encaminhado para o caminho Desde o Primeiro Momento tá E aí só um minutinho Cristina é só para fazer uma complementação bem rápida Eu penso que a gente não pode deixar de falar quando você toca nesse assunto que a cor verde ela veio fazer um convite para que a gente refletir sobre tudo isso né O que é que realmente é importante E aí muitos filhos dizendo o país né dizendo prato as pessoas que gostariam que a poderia permanecer por mais tempo porque o pai almoça em casa porque agora amanhã tem mais tempo para ele então tudo isso todo esse cenário que a gente vivenciou e continua vivenciando já no nível mais moderado vamos dizer assim veio como o realmente dá uma sacolejado né para que a gente pudesse perceber que você colocou só está dentro tá Cristina volto para você
ontinua vivenciando já no nível mais moderado vamos dizer assim veio como o realmente dá uma sacolejado né para que a gente pudesse perceber que você colocou só está dentro tá Cristina volto para você muito bom complementação Alan de temos que lembrar que não é à toa que nós passamos por esses desafios e a pandemia foi um desafio mas que nos trouxe várias oportunidades de crescimento e de aprendizado Mas vamos logo para o nossa próxima pergunta que da nossa irmã Janine aqui do Distrito Federal a Janine nos pergunta Faz uma pergunta mesmo muito interessante como lidar com os desafios da vida familiar com leveza sem fazer da rotina uma guerra é no cotidiano que é bem às vezes é bem difícil trabalhar com eles Alan começa aí a falar com a Jane para nós é bom a Janine então nos propõe entender os desafios ou enfrentar esses desafios com leveza bom primeiro ponto e aí O Marco já falou sobre essa questão as palavras Elas têm uma força muito grande é a gente encarar os desafios não como problemas mas como oportunidades até a mudança né no sentido dessa expressão a eu tenho problema na família tem um problema família é um Desafio desafio Como já foi colocado aqui que eu sou capaz de encarar e superar porque se eu não fosse capaz dele não me colocava esse fardo para carregar então entender isso também entender quando a gente trabalha essa questão dos conflitos em família gosto de Recordar uma fala se não me engano e do Divaldo numa palestra uma das suas exposições e ele coloca aqui família eles não é família sem problema que na verdade assim desafios porque na verdade desafios todas as famílias vão enfrentar e na terra toda a família enfrenta desafios da família feliz é aquela que mesmo diante dos Desafios ela consegue superar essas situações que são oportunidades de crescimento então encarar com leveza nesse sentido não vê como algo pesado lá mas é um fardo que eu carrego não entender que toda a família na terra passa por essas situações que são desafiadoras que são realmente algo que vem para o nosso
sse sentido não vê como algo pesado lá mas é um fardo que eu carrego não entender que toda a família na terra passa por essas situações que são desafiadoras que são realmente algo que vem para o nosso aprendizado e um ponto interessante a gente precisa nessa relação se tornar para torná-la leve a gente precisa aprender a ceder a gente tem muita dificuldade em ceder a gente tem muita dificuldade Principalmente quando tem razão quando nós temos razão em um determinado. A gente tá vendo aí a gente vai eu disse eu falei que era assim e a gente então pior uma situação que estava se encaminhando para resolver e a gente vem põe lenha na fogueira e antes de passar para o mar para ver se ele ajude também nessa complementação Eu me recordo quando a gente fala dessa questão de uma como a gente pode encarar isso com leveza como é que a gente pode enfrentar esses desafios não transformar a rotina numa guerra Emanuel numa situação que envolve Chico ele nos traz uma grande lição certa feita uma pessoa procurando o Chico uma mulher procurando o Chico vai para um lado Chico não tava vai para o outro tipo não tava ela ia no ambiente já mas ele não tá aqui às vezes ele até tava mas para não ser importunado dizendo que é E ela ficou naquele vai e vem até que ela resolveu ir à noite no centro atrás do Chico e quando ela chegou ele tava sozinho e ela ainda agora você tinha que Xavier ele sim sou eu sim e aí ela deu um tapa na cara dele deu uma festa do outro lado e disse levante agora me deu um passo ele virou olhou assim fica essa mulher meu Deus do céu chegou aqui em casa com ela com seus botões ele que que essa mulher chega aqui em agredindo e e Mano aparece de levante-se e atenda essa pessoa e aí ele deu passe conversou ela chorou se emocionou foi embora e a irmã Chico vira para ir mano ele diz assim mas o senhor não tá vendo uma coisa dessa eu não acho que eu tenho razão e aí amanhã eu disse para ele sim você tem razão mas ela é a necessidade então a gente precisa entender isso que muitas
z assim mas o senhor não tá vendo uma coisa dessa eu não acho que eu tenho razão e aí amanhã eu disse para ele sim você tem razão mas ela é a necessidade então a gente precisa entender isso que muitas vezes na nossa relação com os familiares a gente pode até ter razão mas o outro tem mais necessidade do que nós e aí a gente encarando dessa forma a gente e é com mais leveza era situações que não são fáceis né Vamos desafios mesmo a gente é capaz sim superar é capaz de vencer esses obstáculos mas quem quiser complementar com alguma coisa nem à vontade meu amigo ela essa tua fala só me lembrou uma frase atribuída a sei que Speed não acredito que seja dele mas de tanto você falar que era dele e hoje em dia já assumiu a autoria quer você quem está certo ou ser feliz né porque muita das vezes a gente numa relação familiar vai tá vendo Exatamente isso eu sei que eu tô certo mas se eu for em pó aquilo que é certo Óbvio dentro dos vídeos porque alguma coisa que você vai deixar do que é certo ou está gerando algum desastre familiar e não tem muito que fazer né mas numa situação de relação simplesmente para você estar mostrando que você tá certo sim óbvio que você feliz Ah entendeu deixa outra pessoa naquele momento atender a essa necessidade E aí recordando o nosso querido Evangelho Segundo espiritismo Quando é que a gente alcança a nossa felicidade quando a gente faz a felicidade do outro o momento em que nós estabelecemos o querer dizer que eu estou certo você vai um pouco coisa em cima no outro o outro não vai estar feliz porque ele vai estar se sentindo importunando ameaçado né posição Firme em cima dele ou seja e essa coisa acontecer Óbvio dentro dos limites quando isso vai estar gerando maiores problemas da família né Então na hora que você faz essa avaliação é a gente tem que tá escolhendo as batalhas que nós vamos estar travando dentro de casa é muito boa tarde você é a você perdeu essa batalha perdi mas ganhei a guerra Ah não então dentro da família às vezes você perder muitas batalhas faz com que
ue nós vamos estar travando dentro de casa é muito boa tarde você é a você perdeu essa batalha perdi mas ganhei a guerra Ah não então dentro da família às vezes você perder muitas batalhas faz com que você ganha a guerra é estranho tá colocando nesse sentido mas é verdade porque a guerra é a felicidade que você tá construído para você e para os demais esse é o x da questão e quando a nossa os animos coloca dessa rotina e não uma guerra a gente tem que lembrar aqui na rotina não pode ter só problema é porque na hora em que trazemos para rotina coisa pesada E aí realmente o desafio é muito difícil se você tem que estar incluindo nessa rotina as coisas boas as coisas prazerosas coisas que dão satisfação e eu trago muito isso as vezes para os nossos companheiros que estão com dificuldades emocionais que chegam lá em Portugal e aí pegando o início da tua fala o nosso período de Val toda a sua amiga vai ter problema e diga-se passagem todos nós vamos ter problemas nosso querido André Luiz tem uma mensagem aham daqui a pouco vem o livro acho que esse aviso volta né infração resolvido o problema prepare-se para o próximo é porque eu próximo problema vai chegar bom né Então a nossa vida é um suceder de problemas para gente tá resolvendo mandando isso você lembra muito bem isso dentro da família nós vamos ser problemas vamos e esses problemas são desafios seus problemas o acontecendo Eles são passíveis de resolução é E aí qual é a grande dificuldade Nossa que às vezes a gente senta somos problemas e esquece que a vida também tem coisas boas prazerosas satisfatórias e a gente esquece de estar buscando isso e só fica nisso Oi e aí a gente começa a ter os nossos bliter aumentes é desequilíbrios domésticos de uma família problemas aconteceram sempre mas nós temos que está promovendo momentos de tranquilidade de satisfação de prazer ou seja é fazer com que essa balança ela esteja equilibrada porque se você só convive com os problemas ó ela tá pesando aqui e você não traz nada positivo nada
de tranquilidade de satisfação de prazer ou seja é fazer com que essa balança ela esteja equilibrada porque se você só convive com os problemas ó ela tá pesando aqui e você não traz nada positivo nada satisfatório nada de fazer só o problema vai ser visto por você e lembrando vamos sempre ter problemas mamusca isso aqui isso aqui acontece uma maneira muito natural isso aqui tem que ser buscado Ah é Então nosso esforço dentro da nossa família dentro da nossa vida pessoal vai ser sempre está buscando esses momentos de felicidades de fazer de satisfação e aí por mais problemas que a gente venha ter o equilíbrio vai desistir e existe o equilíbrio é o vencer o desafio é é perfeito agora vamos para nossa próxima pergunta que vende Porto Velho Rondônia dá para rimar parecida a maior dificuldade que tenho que tem que superar é a resistência dos meus filhos que não querem participar das atividades de evangelização devo forçar os ou dar tempo para eles despertarem e aí meninas O que que a gente orienta nossa irmã disse que está da nossa irmã que Aparecida que está com esse problema grave é equilíbrio entre resistência dos filhos e não querer participar da evangelização deixa o tempo passar ou dar uma forcinha mais quem é que pode começar aí falou eu penso o seguinte que Aparecida precisa entender que ela está ofertando o melhor para os filhos é o melhor que ela tem apertar o conhecimento Espírita e a eu tenho certeza que os pais não só Aparecida mas pais e mães eles não se perguntam eu devo levar para escola para assistir aula ou eu preciso esperar ele amadurecer um pouco mais para ir à escola eu tenho que levar ao médico porque sabe eu tô vendo que ele não tá muito bem então será que eu levo não levo o médico a gente não faz esse tipo de questionamento a gente leva leva ao médico a gente leva para escola é então a evangelização ela surge começa a dizer essa terapia para o espírito que na condição infantil precisa de orientação e você está ofertando melhor e eu penso inclusive o seguinte se a resistência
então a evangelização ela surge começa a dizer essa terapia para o espírito que na condição infantil precisa de orientação e você está ofertando melhor e eu penso inclusive o seguinte se a resistência porque a porque que você não quer ir porque você não gosta porque eu acho maçante eu acho chato eu acho isso Esse é um momento da família colaborar com trabalho na casa Espírita porque eu sinto preciso ter esse canal essa abertura para conversar com evangelizador com coordenador de evangelização quer dizer Olha meus filhos estão dizendo que tava coisa não tá tão legal não é não seria hora de mudar e tentar uma outra dinâmica a gente pode interagir a família precisa interagir com a atividade que é desenvolvida na casa e penso que esse questionamento ele passa muito por isso que a gente colocou no início né Se é o melhor que nós podemos apertar não tem que questionar e nem achar que não dá tempo ao tempo o tempo é agora a gente precisa aproveitar ou agora o Marco se você quiser complementar que tem a vontade é Pestalozzi Alan o educador de nosso querido Rivail né o Allan Kardec ele colocava muito caro que na educação de uma criança você tem duas pilastras a pilastra do amor é a pilastra da espiritualidade e essa espiritualidade traduzida no sentido de religiosidade o Ou seja você não pode estar criando o indivíduo com valor dos materiais é independente da religião e essa visão espiritual ela tem que existir a nossa querida Aparecida como até por é o fato dela tá falando da evangelização né Tudo indica que é espírita mas é independente da religião que a gente venha professar nós temos que estar conduzindo os nossos filhos para o caminho da evangelização ou da religiosidade como nos lembra Emanuel na introdução do livro Nosso Lar não a religiosidade ela tem que estar sempre base do nosso processo educacional de tá trazendo esses valores se você bem lembrou se você não pergunta para o seu filho se ele quer ir para escola se ele tem que ir para o médico se ele vai ter que
base do nosso processo educacional de tá trazendo esses valores se você bem lembrou se você não pergunta para o seu filho se ele quer ir para escola se ele tem que ir para o médico se ele vai ter que comer é você sabe o que é certo e você vai estar colocando ele aquilo lá não há religião Nossa é Idêntica decidido sim dentro da sua casa você é católico você tem que estar conduzindo seu filho no catecismo e se na sua casa o seu filho é uma família muito dista 70 levando o seu filho Ela tá aprendendo os princípios da gautama é ou seja esses valores disse que faz eles têm que existindo dentro da família e não pode infelizmente ela já ouvi isso Provavelmente você também já escutou de amigos nossos que são espíritas e dizerem assim não marco mais espera aí a doutrina espírita fala no livre-arbítrio como eu vou implorar o meu filho a doutrina eu não vou tá respeitando Ligar Bita e o dele Olá meus amigos ele vai ter livre arbítrio quando ele foi responsável por ele é mas enquanto ele estiver dentro do seu lar comendo a tua comida vivendo sobre seu pé tu é sendo dependente seu ele tem que dar seguindo as orientações da casa mas na frente lógico quando chegar na final da adolescência né já é um jovem adulto Lógico que ele vai estar conduzindo pelo seu nariz mas a base lá trás ou sem plantou então Aparecida e não querem participar das atividades de evangelização né muita das vezes como Alan lembrou pode estar tendo algum problema dentro da casa Espírita que evangelização está sendo tão motivador para que ele se então é essa questão de tá indo ao vão estar junto para poder fazer agora eles têm que estar participando tem católico leva para igreja evangélica leva para o tempo vai levar para casa espírito excitado que tá sendo nosso papel enquanto educadores desses espíritos que Deus colocou sob Nossa responsabilidade estão desafio é E muita das vezes dentro do nosso ar nós vamos estar encontrando espíritos renitentes no seu passado que não querem o evangélico E cabe a nós neste momento
u sob Nossa responsabilidade estão desafio é E muita das vezes dentro do nosso ar nós vamos estar encontrando espíritos renitentes no seu passado que não querem o evangélico E cabe a nós neste momento plantar a sementinha é o ponto não é Nossa responsabilidade da colheita né mas a sementinha é e excelentes questões dos nossos participantes temos aqui um comentário da da nossa irmã gêmea Inácia tema super atual com reflexões importantes para a família agradecemos a Jane das o deck esse comentário é sempre essa nossa intenção temos uma questão aqui meus irmãos muito boa que é feita pelo nosso irmão José Afonso aqui do Distrito Federal o nome a esse de António José acreditamos que já respondemos que é sobre o equilíbrio um OK pode voltar essa pergunta que tava lá é o nosso desafio aqui é que liberar os vários braços da família meus pais meu sogro seus filhos casados e a nossa vida doida o que que é mais importante bem rapidinho vamos e começa o eu trazendo a caridade na família tá e quando o nosso querido acordei nos passa como é que deve está tendo a questão da qualidade da família interessante poucas pessoas vão achar esse estranho mas ele fala de uma prioridade que a gente tem que estar exercendo na caridade dentro da família e o que é mais importante a esposa e filhos para gente estar mais presente coisas porque a família que a gente criou a família que a gente formou Quando nós ainda não temos as nossas esposas e os nossos filhos e aí é onde ele coloca que é o segundo não é na verdade é depois que antes destes a são os nossos pais aqueles que nos deram a vida o Miguel então é uma hierarquia que o nosso acordei nos traz a gente tem que dar muito atento a nossa esposa o nosso marido aos nossos filhos porque a família que a gente conseguiu ai Eu ainda não tenho uma família constituída né que eu constitue então é a sua família de origem para nós realmente nos seus pais ele ainda lembra no terceiro nível dessa ele era ia os nossos irmãos porque muita das vezes nela esquecemos
tituída né que eu constitue então é a sua família de origem para nós realmente nos seus pais ele ainda lembra no terceiro nível dessa ele era ia os nossos irmãos porque muita das vezes nela esquecemos os nossos irmãos quando ficamos grandes saímos no lá e Deixamos os nossos irmãos levados a doutrina espírita vem para nos relembrar que se nós nascemos dentro do Lar e temos irmãos esses irmãos eles têm um objetivo de terá sido conosco e a gente não pode estar deixando o uso no mundo muito das vezes até porque tive uns problemas junto com eles é o quarto e aí vem o nosso que ele vai acordar ele manda que são os nossos irmãos o coração os nossos amigos do coração e é muito comum encontrarmos pessoas que falam assim Alan você é tão amigo amigo amigo meu que na verdade você é muito mais do teu irmão é eu não tenho a preocupação ajuda com o meu irmão como tem com você quer que eu tô fazendo né tô trazendo provavelmente para o Alan um vínculo que eu tive no passado para esse momento da vida só que nesse momento da vida o Alan não é o meu irmão E qual é o amigo que faz parte dessa malinha família espiritual mais a consaguinidade até mesmo quando a gente traz um irmão adotivo que dá dentro daquele nosso lado e a consaguinidade nessa hora brincaria espiritual né E vai estar fazendo parte ele é considerado o irmão prioritário para a gente atender então às vezes a gente atende muito mais é que ele amigo do que a nossa família quem é e o nosso querido acordei lembre-se e por último assim você conseguiu fazer esse trabalho de caridade junto à sua família junta essa família espiritual são seus amigos tá vamos partir para caridade a começar pelos mais poros pobres a começar pelos mais miseráveis no nosso dia-a-dia vezes a gente tem invertido essa situação efeito a caridade com os miseráveis esquecendo que primordialmente a qualidade tem que tá sendo iniciada dentro de casa até mesmo nessa e ela ar Kia a família que nós conseguimos a família que nós nascemos Aquela nossa família que nós pertencemos que são os
dialmente a qualidade tem que tá sendo iniciada dentro de casa até mesmo nessa e ela ar Kia a família que nós conseguimos a família que nós nascemos Aquela nossa família que nós pertencemos que são os nossos irmãos Aquela nossa família espiritual são os nossos amigos para depois a gente está partindo para fora a E é só que Kardec nos traz Ok Marco Vamos então a nossa última pergunta que eu acredito que não vamos ter mais condições de responder temos mais duas ainda mas temos uma pergunta do José Afonso que a gente gostaria de estar trazendo aqui para vocês que é a seguinte é os desafios da vida familiar são decorrentes da rotina ou apenas podem ser influência das vidas passadas é na verdade uma coisa e outra né a gente sabe que nesse nessa rotina vão surgir obstáculos desafio situações desafiadoras mas também pelo que a gente já conversou aqui a referência do Evangelho Segundo espiritismo é muito importante né a gente tem todo esse essa contingência aí do passado todas essas questões do passado que é a bagagem que a gente traz então esses desafios ele surgem por conta dessa rotina do dia-a-dia por conta dessa dessa situação cotidiana que a gente vivência Mas o importante né a seja ela fruta de algum diálogo agora do presente ou do Passado O importante a gente sempre se perguntar né diante desses Desafios que é que eu posso fazer nós Será que o outro faça que o outro mude que o outro homem determinada atitude surge o desafio não importa sendo passado do presente que é que eu posso fazer o que é que Deus espera de mim nessa situação com a qual eu estou envolvido a dificuldade que não semelhantes Qual é o meu papel é isso que a gente precisa se perguntar e se é de agora se é do passado isso aí ele só menos importante entender que esse crescimento ele é constante e que nós precisamos sempre nos desafiar Como eu posso agir aqui isso Mude mude para melhor então a gente pensa que dessa forma né de maneira bem resumida se responde a isso questionamento E se o Marco quiser complementar
sempre nos desafiar Como eu posso agir aqui isso Mude mude para melhor então a gente pensa que dessa forma né de maneira bem resumida se responde a isso questionamento E se o Marco quiser complementar vamos lá falou tudo é exatamente isso né É nós geramos dificuldades no passado essas dificuldades do passado estão hoje sendo trazidas como desafios para gente resolver é isso tá bom né E quando a gente traz isso para a família qual é o grande desafio não falar nosso querido Emanuel lá no consolador é uma família existe para que a paternidade possa ser implementada implantada nós estamos aqui para isso é aprendermos a nos amar qual é o grande desafio de toda a família Aprender amar família é uma laboratório de amor e como laboratório nós vamos ter várias experiências Às vezes uma experiência não deu certo mas lembrando se a experiência é porque nós estamos tentando Alcançar aquilo que o objetivo entendeu então nós vamos partir para outra experiência para alcançar o objetivo quer o amor EA Fraternidade que tem que está sendo definida dentro do nosso lar dentro da nossa família sempre sempre sempre é o desafio primordial em nossa família Oi meninas foi um bate papo muito gostoso queria agradecer muito a participação de vocês dois gratidão por vocês terem estado aqui conosco esperamos ter vocês aqui ainda mais vezes com a gente gratidão por hoje e queremos convidar a todos que estão aqui conosco prestarem com a gente na próxima semana discutindo o tema Porque a vida é o primeiro direito do ser até lá aguardamos então todos aqui conosco Façam as suas perguntas que queremos todos vocês aqui com a nossa família numa boa noite a todos fiquem com Deus hoje nós queremos agradecer do fundo do coração e aproveitar esse momento para pedir que você se junte a ao projeto continue sendo um colaborador continue fazendo as duas Nações para que o trabalho prossiga levando esclarecimento levando Consolação há milhares de corações espalhados pelo Brasil e pelo mundo gratidão e esperança Na
m colaborador continue fazendo as duas Nações para que o trabalho prossiga levando esclarecimento levando Consolação há milhares de corações espalhados pelo Brasil e pelo mundo gratidão e esperança Na continuidade da sua doação e E aí o início nós queremos agradecer do fundo do coração e aproveitar esse momento para pedir que você se junte a ao projeto continue sendo um colaborador continue fazendo as suas doações para que o trabalho prossiga levando esclarecimento levando Consolação há milhares de corações espalhados pelo Brasil e pelo gratidão e esperança Na continuidade da sua doação e nós iniciamos hoje a campanha com essa a Federação Espírita brasileira que busca mostrar que ela é o trabalho realizado por meio desta instituição Centenária trazendo você para dentro da nossa casa como surgiu a Federação Espírita Brasileira de Augusto Elias o seu fundador aos dias de hoje o que ocorreu quem foram e quem são os vultos que fizeram e fazem parte dessa história e qual a relação de nomes como Chico Xavier Bezerra de Menezes Simone Pereira com esta instituição com a sua missão como ela atua na formação do ovo de dem apresentaremos a Federação Espírita brasileira em formato de exame com vídeos depoimentos postagens históricas áudios conheça e faça parte desta família e e a Federação Espírita brasileira lança o portal FEB podcast com conteúdos em áudio que o objetivo é esclarecer e consolar corações para uma postura de vida com fé harmonia e esperança diretamente dos estúdios da Federação Espírita brasileira está começando podcast espiritismo em Pauta você está ouvindo Podcast estudando o Livro dos Espíritos Olá eu sou Thiago Toledo e você tá ouvindo Podcast do cidadão do universo você está ouvindo Podcast do Entre Dois Mundos você está ouvindo o podcast do gostinho de leitura estudando o Livro dos Médiuns Olá eu sou a Marina Miranda e você está ouvindo Podcast Minha Nada Mole Encarnação essa nossa forma de transmitir Esperança conhecimento e alegria e E aí
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