De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino

Conecta Espiritismo TV 27/08/2025 (há 7 meses) 1:42:58 124 visualizações 34 curtidas

Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚

Transcrição

Olá, olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live da série de Moisés a Kardec, quinta temporada. Estamos aqui neste dia 26 de agosto de 2025 para mais uma noite de estudos. Deixa eu já trazer aqui pro palco Jorgito Elarra. Seja bem-vindo, Jorgito. >> Boa noite, Adriano. E boa noite, professor Severino Celestino, que se encontra aqui nos nossos bastidores aguardando a hora de entrar. Mas antes do professor Severino entrar e eu eu dar boa noite pessoal que eu ainda não dei boa noite para todos que se encontram do Brasil e do mundo ligados no nosso programa de Moisés a Kardec. Boa noite para todos. Seja muito bem-vinda. Flaviga. Filizola, Fátima Rabelo Bastos, minha irmã Fátima, boa noite para você também. Boa noite para Renata cortada. Fazia tempo que eu não via. Patrícia Bispo, seja bem-vinda. Sejamos todos muito bem-vindos aqui. Cosm, seja bem-vindo, meu querido Marcondes Moreira, todos sejam muito bem-vindos ao nosso estudo. Eu queria comentar uma coisa com você, Adriano, que professor Severino, não me aguarde aí só um instantinho, deixa eu só falar isso aqui que eu queria comentar. É o seguinte. Eu estive esse final de semana numa cidade da Bahia. Só um instante, professor. Depois o senhor fala. Tive numa cidade da Bahia chamada Serrinha. Este final de semana eu fiquei muito impressionado com Serrinha, porque eu fui fazer uma atividade lá e começou a chegar jovens, muitos jovens, muitos, não foram poucos, muitos. A cidade é uma cidade pequena, não tem volume para ter. Eh, considerando aí a proporcionalidade um tamanho de juventude daquele jeito. É muita gente, muita gente jovem trabalhando, eles vão chegando e todos eles têm função no centro, eles vão, eles não são frequentadores, eles vão chegando aí, ó. E um vai pegando uma vassoura, outro vai fazendo um negócio, vai todo mundo cuidando. E eu fiquei assim olhando, gente, o que que é isso? muita muito muitos jovens na Ô, professor, tô aqui contando que eu, eh, eu estava esse final de semana em Serrinha, na Bahia, e

todo mundo cuidando. E eu fiquei assim olhando, gente, o que que é isso? muita muito muitos jovens na Ô, professor, tô aqui contando que eu, eh, eu estava esse final de semana em Serrinha, na Bahia, e eu fiquei muito surpreso com uma coisa que eu vi lá, muito jovem trabalhando, muita gente jovem no centro atuando. E eu terminei a palestra cedo. A palestra era era 7 horas da noite. Então eu falei: "Hum, pô, levante uma introdução, tal". Quando deu umas 9 horas acabou tudo. Eu saí do centro meia-noite, pois eles ficaram conversando, batendo papo, puxando conversa, jantando, convivendo a noite inteira. A gente terminou e o pessoal disse: "Você não quer comer alguma coisa?" Aí eu disse: "Olha, eu não costumo jantar." Mas não, mas é aqui mesmo. A gente aí tinha um lanche assim em cima da mesa, a gente foi comendo, foi comendo. Aí todo mundo foi comendo, um pegava um prato, pegava outro e nós ficamos ali aproximadamente umas 50 pessoas e uma boa quantidade deles de jovens até próximo de meia-noite. Foi quando a gente foi embora, que tava todo mundo cansado, com sono, mas se fosse querer fazer vontade, a gente ficava mais. No dia seguinte, eu voltei para um seminário pela manhã com eles. E nesse seminário os jovens estavam de novo presentes. Aí eu disse: "Qual é o segredo, hein, que vocês têm aqui? Por que que vocês estão tanto jovem? E o Brasil todo passa por uma dificuldade muito grande de juventude. E eu percebo que aqui é muito menino que tá trabalhando. Todos eles estão engajados. Eles não são só meros frequentadores encostados na parede olhando. Todo mundo com trabalhando com muita naturalidade no centro, sabe? Aí ele disse: "Qual é o segredo?" Aí eu disse: "É, qual é o segredo?" Aí ele riu e disse: "O segredo é a liderança. O segredo é a liderança. A nossa liderança aqui que a gente escolheu, ela é focada na juventude e a nossa casa tem como tarefa principal o atendimento ao jovem. Então a gente trabalha aqui jovem nossa prioridade. A a casa trabalha em função de atender a

gente escolheu, ela é focada na juventude e a nossa casa tem como tarefa principal o atendimento ao jovem. Então a gente trabalha aqui jovem nossa prioridade. A a casa trabalha em função de atender a juventude com muitas atividades. Nós temos dentro do a nossa lanchonete aqui da instituição, eh, o que vende é para a juventude, para ela viajar, para ela ir para os lugares, fazer excursão, participar de evento. O nosso foco aqui é cuidar deles. É por isso que você tá vendo muito jovem na casa. E aí eu queria deixar registrada essa experiência porque a gente às vezes tem aquela visão de que não tem mais conserto, né? Que a vaca já foi pro brejo, mas um do velho tá perdido, a vaca já foi pro brejo, como diz aquela música sertaneja. Mas eh talvez a nossa metodologia precise dar uma uma reanalisada, né? >> Boa noite a todos. Boa noite, Jorgito. Boa noite, Adriano. Boa noite, queridos irmãos internautas. >> Minha alegria muito grande estar aqui com vocês. O Álvaro deve estar chegando por aí, não é, Adriana? Também >> tem notícia >> daqui a pouquinho. Daqui a pouquinho é verdade. >> Daqui a pouco, né? Eu endosso suas palavras e acho que é um exemplo para se ser imitado, porque se a gente continuar com aquela mentalidade de que só os antigos, os idosos dirigem, eh, a gente vai perder o pique da bola e os centros vão desaparecer, porque a juventude é quem vai nos suceder. E Emanu dizia: "Evangeliza uma criança, porque amanhã tu poderás reencarnar no lar dela, eh, evangelizado por você." A mesma coisa. Isso cabe para nós dirigentes responsáveis para que nós deixemos uma herança de responsabilidade com raízes na codificação e bases primeiras no evangelho de Jesus, que é onde está tudo. >> Olha, ainda vou dar mais uma informação. O centro espírita que eu visitei da cidade de Serrinha é o centro espírita de André Luiz Peixinho, tá? aonde ele começou por aí. Você imagina a ambiência desse lugar, né? O pai dele, >> as raízes que ele deixou lá, não é isso? >> É as raízes que ele deixou, porque ele

pírita de André Luiz Peixinho, tá? aonde ele começou por aí. Você imagina a ambiência desse lugar, né? O pai dele, >> as raízes que ele deixou lá, não é isso? >> É as raízes que ele deixou, porque ele ele surgiu nessa casa e as raízes que foram deixadas lá. E o centro espírita teve a participação efetiva do pai dele, não é, né? que era Aristóteles Peixinho. >> Eu estou, eu atrasei um pouquinho, queria pedir desculpa porque eu estou comemorando esse mês 62 anos de existência da nossa casa e eu fiz uma programação especial de interreligioso. Eu tenho recebido toda terça-feira desse mês de julho um representante de religião diferente para ser entrevistado no nosso canal falando de a caridade na visão da sua religião. Então já veio um judeu responsável pela associação israelita aqui de João Pessoa, Hugo Boges. Na semana passada veio a Vanusa Cavalcante, representante dos cultos afro-brasileiro, eh, Umbanda, Jurema, todas essas essas essas esses essas divisões dos cultos afro brasileiro. E hoje foi um pastor representante da Igreja Presbiteriana, o pastor Fábio Bezerra. E queria dizer da minha alegria de poder, Jorgito está realizando um trabalho dessa monta. E curiosamente o nosso evangelho de hoje, de ontem, aliás, foi exatamente sobre a caridade, que é o capítulo 13 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que eu considero o capítulo da caridade, porque começa com Jesus ensinando como fazer caridade. E os espíritos que participam dele, eh, todos eles trazem uma mensagem em cima da caridade. e termina com São Luís, que é o item 20 do capítulo 13, mostrando que a beneficiência não deve ser feita só por aqueles que pensam como nós, que tem a mesma religião, que tem a mesma política, >> mas que todos eh todos são filhos de Deus. Essa é a visão da doutrina com Allan Kardec, da do espírito da verdade e desses espíritos, sobretudo eh Luís que foi o rei Luiz, né, da França, que participa do livro dos espíritos, do livro dos médiuns, do céu e inferno, do evangelho, e ainda dá alguma colaboração

rdade e desses espíritos, sobretudo eh Luís que foi o rei Luiz, né, da França, que participa do livro dos espíritos, do livro dos médiuns, do céu e inferno, do evangelho, e ainda dá alguma colaboração na Gênesis, além de ter sido o presidente de que guiou Associação Parisiense e Estudos Espíritas da revista Espírita fundada por Allan Kardec sobre os auspícios. >> Ele é o Ismael da França, né? >> Quem é? Isso é o Ismael da França. Exatamente. >> Me permitam reforçar o que vocês comentaram aí. Eh, isso é muito sério, né? Vocês sabem disso melhor do que eu. Vocês andam aí pelo Brasil inteiro participando dos eventos. Eh, eh, casas espíritas estão fechando as portas, né, em virtude da não renovação, de não, né, enfim. Eh, é preciso trazer o jovem. Eu participei há um tempo atrás aqui da reabertura de um centro na cidade de Itarumã, aqui no interior de Goiás, que estava fechado, as portas do centro estavam fechadas, literalmente fechadas. Agora você vê muita >> um período onde >> um período em que tem tanta dor, tanta depressão, tanta ansiedade, tanto suicídio, nós como mensagem tão transformadora, não faz sentido que a gente tenha uma instituição espírita ameaçada, né? Poxa, >> é isso aí. É isso aí. Falar nisso, deixa eu mandar um grande abraço aqui pra Selminha Selma Denmark. Eu eu apresento aqui o o Ig falando de espiritismo, né? Toda segunda-feira 19 horas e ontem eu fiz uma live com a Selma falando acerca do espiritismo nos Estados Unidos. Foi muito bacana. manda, não sei nem se ela tá nos acompanhando aqui, mandar um grande beijo para ela, agradecer imensamente a participação dela aí conosco no programa de ontem e tá todos que estão aí nos acompanhando, a Flavinha tá sempre aqui conosco. Valeu demais todos vocês que estão aí nos acompanhando pelo chat. Vamos fazer a nossa prece. Ah, Celminha tá aqui, ó. Celminha acabou de >> Eu não sei se você sabe, mas a Celminha já viajou comigo para Israel, já viajou paraa Turquia. A Celminha esteve em João Pessoa recentemente.

ossa prece. Ah, Celminha tá aqui, ó. Celminha acabou de >> Eu não sei se você sabe, mas a Celminha já viajou comigo para Israel, já viajou paraa Turquia. A Celminha esteve em João Pessoa recentemente. A Celminha, tomei um café com ela aqui, batemos um papo, ela passou aqui pro João Pessoa. As amigas de Campina Grande que viajaram com ela vieram. Celmin é um capítulo a parte desse. >> Ela ela dedurou tudo isso ontem, viu, professora? Ela contou tudo. Ah, ela não guarda nada. Celinha, isso aí, ela é especialista. Ela não esconde nada. Ela realmente abre as páginas da história da Deixa eu pedir pro Jorginho fazer a nossa prece inicial. Pode ser, Jorgino. >> Vamos orar. Senhor, nós pedimos as tuas bênçãos para o nosso estudo de hoje. traz para o nosso coração a luz do entendimento espiritual, para que nós sejamos capazes de absorver a sabedoria armazenada nos textos que iremos manusear, a fim de que as luzes do teu amor se façam presentes nos nossos estudos de hoje. abençoa os nossos corações e as nossas mentes e nos protege, Senhor, no grande propósito de conhecermos para sermos mais úteis. >> Que assim seja. >> É isso. >> Professor Severino Celestino, qual é a data de fundação da nossa instituição? >> Qual? O bom Samaritano. >> Sim. >> 29 de julho de 1963. >> 63. >> É. >> Então não foi o senhor que fundou? Não, não, não, não. Quem fundou esse centro foram os pais da minha esposa, meu sogro, minha sogra. E eu que eu sempre digo, genro não herda nada, genro não é família agregado. Mas eu acabei herdando por uma questão reencarnacionista, porque o nosso a a mãe da minha esposa, curiosamente, teve um filho em 1942. Ele desencarnou com 6 meses e 1949 esse filho dela nasce em Alagoa Grande e volta para dentro da casa dela e casa com a a filha dela caçula, que foi aquele mesmo que desencarnou em 42. E esse e esse espírito sou eu. Então, na verdade, e eu casei com a minha irmã num uma cena de incesto permitida pela reencarnação. Quer dizer, isso foi, eu fui descobrindo, Jorget, aos poucos na

m 42. E esse e esse espírito sou eu. Então, na verdade, e eu casei com a minha irmã num uma cena de incesto permitida pela reencarnação. Quer dizer, isso foi, eu fui descobrindo, Jorget, aos poucos na convivência, porque quando eu, quando eu a conheci, eu praticamente, com todo respeito, eu me dirigia muito mais e vivia mais ligado a ela do que a minha própria esposa. Foi assim uma uma questão de de afinidade plena, porque eu me tornei espírita, ela foi quem primeiro falou de espiritismo, né? foi o quem me acolheu na obsessão, mas depois eu fui vendo que a que coincidências não existe, tudo é tudo é planejado, logicamente, segundo o nosso livre arbítrio. Mas se nós sintonizamos com o a nossa, eu não digo nem missão, com as nossas tarefas de expiação e provas, a gente acaba realmente sendo canalizado para aquilo que tem que fazer. E eu tive uma, vamos dizer, >> grupo espírita bom samaritano, é grupo espírit, >> é núcleo de estudos espírita bom samaritano. Era núcleo, núcleo, era chamava-se núcleo espírita bom samaritano. Depois que ela desencarnou, eu transformei a a o nome social em núcleo de estudos espíritas bolsonaritano. Então, é uma casa pequena, mas é uma casa assim que tem muita, eh, eu diria, muito ecumenismo, muito evangelho, muito estudo do espiritismo. Então, a gente sempre abre os braços para qualquer pessoa que chega em nossa casa, precisando de ajuda, inclusive a Deus, porque Jesus nunca fez diferença nesse sentido. Ele abraçou todo aquele que precisava, sem perguntar sua crença, sua religião, de onde vinha, nem para onde ia. Então essa tem sido a nossa filosofia que eu assumi essa casa há acho que 30 anos atrás, porque eu era vice-presidente, meu sogro desencarnou e eu assumi a presidência e estou até hoje à frente. Mudamos diretoria, mas a gente tá sempre porque não há política na nossa casa, nem na eh, vamos dizer assim, eleição de diretorias. A gente convoca uma um grupo, quer trabalhar, quer. Vamos fazer uma uma chapa para representar socialmente a

porque não há política na nossa casa, nem na eh, vamos dizer assim, eleição de diretorias. A gente convoca uma um grupo, quer trabalhar, quer. Vamos fazer uma uma chapa para representar socialmente a casa. Aqui não tem competição, todos são irmãos. E assim a gente vai conduzindo o trabalho, respondendo social, mas aplicando no espiritual sempre. E graças a Deus não há disensão, não há política, não há problema. Nós somos realmente uma família. Essa é a filosofia da nossa casa. Meninos, eu vou pros bastidores, vou deixar vocês aí à vontade pro estudo dessa vez. Pois não, querido. >> Eh, só viu? Não cochila para quando a gente chamar. >> Como é que eu vou conchilar com o bate-papo de vocês aí com, né, com o estudo? Não tem jeito não. Só só mandar um abraço aqui para Dolores Queiróz, para Salete dos Santos e responder a Flavinha Teodoro. Aliás, a Alba Pureza já respondeu. Aqui em Goiânia 26º, quase 22 horas. 26º aqui em Goiânia. Tá brinquedo não, viu? >> Nossa, eu vou estar em Goiânia no carnaval, viu Adriano? Se Deus quiser. Mais uma vez. Esse ano, >> esse ano a gente se encontrou, né? >> Esse ano nós nos encontramos aí muito rapidamente, né? para o ano, se Deus quiser, eu estarei do carnaval aí lhe abraçando de novo, se Deus quiser. Você e essa turma boa aí de Goiânia, que eu gosto muito, a Márcia e todo esse grupo de de amigos que recebem a gente assim, eu fico, como diz aqui o nordestino, encabulado, porque eu não mereço, eu não mereço tanto carinho e atenção dos irmãos aí de Goiânia. >> Será um prazer gigantesco, professor. >> Se Deus quiser, estaremos aí. Muito bem. Muito bem. Hoje nós vamos trabalhar o capítulo 21, não é isso, professor Sederino? Exatamente, exatamente. >> Nós trabalhamos o capítulo 20 no na última live, aquele que tratava da história do homem que diante de quatro condições não vai para o combate, que é acabou de casar, acabou de construir a casa ou acabou de plantar uma vinha que não colheu, ou ele é medroso. Se ele tiver uma dessas quatro condições, então

tro condições não vai para o combate, que é acabou de casar, acabou de construir a casa ou acabou de plantar uma vinha que não colheu, ou ele é medroso. Se ele tiver uma dessas quatro condições, então ele tá liberado de ir paraa guerra, >> né? Exatamente. >> E agora a gente vai ver um outro, um outro fenômeno, não é, que acontece nessa sociedade, que é o assassinato, que ninguém sabe quem foi o causador dele, não é isso? >> Isso. Esse é esse é, aliás, tem postulados, né? São postulados. É um capítulo curto, né? Mas tem postulados assim muito interessantes pra gente discutir, né? Porque cada um deles, cada um deles dá pra gente ir dando uma uma, vamos dizer assim, uma explicação e um estudo, né, aprofundado para poder a gente entender o porquê daquelas recomendações que Moisés fez aos irmãos naquela época. É o o foco aqui que a gente vai ter a chance de ver é que um corpo foi encontrado. >> Isso. >> E agora nós vamos ver o que que a gente vai fazer com este corpo. >> Isso. >> Como é que vai ser tratado pelo fato de que ninguém sabe quem matou? >> Mas encontrou-se uma pessoa morta na beira da estrada. E o primeiro versículo que a gente tem aqui na abertura desse nosso capítulo, ele vai repetir uma mesma fala que já apareceu acho que umas 10 vezes nesse livro, quando na terra que te der o seu senhor, teu Deus para possuí-la. Isso já foi dito na abertura de vários capítulos >> já, inclusive na na metade do capítulo aqui do Deuteronômio 18, item no repete, >> né? Quando entr entrares na terra que o Senhor, teu Deus te dá, não aprender, é, >> não aprenderás a fazer abominações daquelas nações. Então, são realmente muitas recomendações nesse sentido. E aqui ele vai falar sobre, nós tivemos um momento anterior em que a gente falou daquelas cidades que eram edificadas para que aquela pessoa que teria cometido o crime culposo, ela pudesse se refugiar para não ser perseguido pela família. Houve um assassinato, ele não teve não teve dolo, né? >> Uhum. Não foi um assassinato violento,

pessoa que teria cometido o crime culposo, ela pudesse se refugiar para não ser perseguido pela família. Houve um assassinato, ele não teve não teve dolo, né? >> Uhum. Não foi um assassinato violento, mas aconteceu. Ele se refugiu nesta cidade para que ele possa ter condição de viver numa quase liberdade deste lugar onde ele viveria. E aqui já é uma outra condição de assassinato. Aqui é diferente. Aqui é assim. Quando na terra que te der o Senhor teu Deus para possuí-la, se achar um morto caído no campo sem que se saiba quem o matou. Ou seja, a gente passou por um lugar e encontrou um corpo tombado no chão. Eu não sei quem matou, eu não sei o que aconteceu. Eh, pode ter sido um acidente, ele pode ter tido um ataque do coração, ele pode ter, a gente não pode garantir que não aconteceu eh nada nesse sentido, que um animal tenha picado ou tenha ele tenha sido picado por um escorpião e aí tenha morrido ali na beira da estrada. Eh, qualquer outra coisa pode ter acontecido, ele pode ter tido um ataque qualquer, um aneurisma e de repente essa pessoa está morta na beira da estrada. Pode ter sido um assassinato. Pode ter sido um assassinato, sim. Ele pode ter sido morto por alguém, mas ele foi encontrado morto na beira do caminho. Ele pode ter sido envenenado e morreu no caminho. Ninguém sabe quem é o autor do crime. Como é que a gente vai tratar as questões nesse sentido quando nós estamos diante de um corpo que não tem eh apontado de maneira clara quem foi o seu causador, >> causador da sua? é da da sua morte, né? Então, o que que a lei de Moisés pra gente fazer nesse sentido? Olha o que diz aqui. Se isto acontecer, você chegar num local e encontrar uma pessoa morta na vida do caminho, então sairão os teus anciães, teus anciões e os teus juízes, e medirão a distância até as cidades que estiverem em redor do morto. Então, o sujeito caiu no lugar, os anciãos e os juízes irão medir a distância das cidades de onde possivelmente pode ter saído o possível assassino deste indivíduo que que está foi

em redor do morto. Então, o sujeito caiu no lugar, os anciãos e os juízes irão medir a distância das cidades de onde possivelmente pode ter saído o possível assassino deste indivíduo que que está foi encontrado seu corpo. Então eles vão medir qual das cidades seria a mais próxima do local onde o morto está. Eleita a cidade mais próxima, feita a medição e identificada a cidade mais próxima, algumas medidas serão tomadas. Está no versículo três. Na cidade mais próxima do morto, pronto, essa vai ser escolhida. As cidades mais perto vai ficar para trabalhar isso aqui. Os anciãos desta cidade pegarão uma novilha. O que que é uma novilha? Uma novilha é uma vaca adolescente. Uma vaca que ainda não pariu, que ainda não foi coberta, >> que não trabalhou no não sofreu >> eh uso da >> É essa daqui. Isso é aí. Essa novilha vai ser uma novilha especial, porque ela ela tem que ser uma novilha que nunca puxou carga, nunca trabalhou. É uma novilha que realmente ela não foi posta na produção. Ela além de ser uma novilha, que é uma vaca jovem, ela também ela é uma bezerra, quase uma bezerra. Na na minha terra chama mamote, né? Não sei se chama de mamote aí, professor. >> Não, a gente chama novilha ou bezerra mesmo. >> É, na na na minha terra tem bezerro, mamote, depois o novilho. Novilho já é um adulto jovem, né? O mamote é o bezerro que bezerrão é chama bezerr que tá amamentando. É, chama bezerro. Bezerrão. >> Acho que chama de mamote, né? é uma morte. E e então ela não tem trabalhado, não tem que ter tido nenhuma função. Aí o que que vai acontecer com ela? Que que vai acontecer com ela, professor? >> Vamos ter que procurar um localonde tem um ribeirão com água corrente para que o sangue dela não fique ali, né? Aí diz aqui que eh os sacerdotes, os filhos de Levi, pois a eles escolhei o Eterno para servi-lo e para abençoá-lo em nome do Eterno e por sua sentença será resolvida toda demanda e toda chaga. E todos os anciões, anciãos daquela cidade, os mais próximos do morto, lavarão suas mãos

para servi-lo e para abençoá-lo em nome do Eterno e por sua sentença será resolvida toda demanda e toda chaga. E todos os anciões, anciãos daquela cidade, os mais próximos do morto, lavarão suas mãos sobre a bezerra, cuja nuca foi quebrada no ribeirão ou no ribeiro, e protestarão e dirão: "Nossas mãos não derramaram este sangue e nossos olhos não viram. E os sacerdotes dirão: "Perdoa a teu povo Israel, ao que remiste o eterno, e não ponhas a culpa do sangue inocente no meio do teu povo Israel, e o pecado daquele sangue derramado servirá de expiação, e tu eliminarás a culpa do sangue nocente do meio de ti, pois farás o que é reto aos olhos do Eterno. Então esse é o proceder nesse caso. E aí, Jorget? Antes mesmo da gente avançar qualquer coisa, essa passagem me lembra o episódio narrado no Evangelho de Mateus lá no final, no julgamento de Jesus, nas prisão e julgamento de Jesus, quando Pilatos imitando esse esse gesto que existe aqui no Deuteronômio, lava as mãos e diz especificamente que eh perante o povo Estou inocente do sangue desse justo. >> E lava com água, né? éva com água, simbolizando exatamente a colocação desses versículos do capítulo 21 do Deuteronômio, acerca de alguém que foi morto, que não sabe a origem e se foi assassinado por alguém, os sacerdotes e os levitas procedendo dessa forma, tira a culpa. Quer dizer, aquela novilha, aquela bezerra, ela vem espiar todo o pecado gerado pela por quê? Porque o ser humano é vida, é criação de Deus. E qualquer coisa que for molestado nesse sentido é sempre muito grave. Então eles em em consideração a essa preocupação encontraram um meio, como não se sabe quem é ocupado, que também através do sacerdote do levita ninguém ali seja culpado por aquele crime que foi, aquela morte que surgiu, surgiu um corpo e aquele corpo não pode ficar ali sem ter uma colhida, porque é outro mandamento, outra mitivá, é enterrar os mortos, não é? que é que é uma >> tem que dar tratamento pro corpo, né? >> Exato. >> E como é que eu vou, como é que eu vou

sem ter uma colhida, porque é outro mandamento, outra mitivá, é enterrar os mortos, não é? que é que é uma >> tem que dar tratamento pro corpo, né? >> Exato. >> E como é que eu vou, como é que eu vou dar tratamento sem reconhecer que houve um assassinato? >> Exatamente. >> Interessante que essa prática é uma prática judaica e Pilatos vai exercer uma prática semelhante quando ele lava as mãos numa bacia de prata, manda buscar a bacia de prata e lava suas mãos nela, né? Não sei, não sei, Jorgito, se eh Pilatos conhecia esse princípio, mas ele acabou realizando alguém, talvez a esposa dele, não sei, porque tem uma história com relação à esposa dele, >> eh, e Jesus, né, que ela teve um sonho >> que ele não fizesse, né, que ele não o condenasse >> e talvez ela tenha orientado aí >> a melhor a melhor eh conduta fosse essa. Boa noite, Álvaro Morter, que chega para eh coroar o nosso trio, porque essa essa trindade no bom sentido, né, não tem nada a ver com a teologia, com todo respeito da Igreja Católica, mas somos três. É melhor chamar sou eu. >> Como é? O Espírito Santo sou eu. >> É, na verdade, professor Sober, >> a gente quando era da religião católica, a gente brincava quando a gente via alguém querer ser igual ao Espírito Santo, aí a gente dizia: "É, você é um Espírito Santo de orelha". Então, tirava tirava todo o nosso poder ou a nossa pretensão de sermos na concepção católica com o Espírito Santo. Mas bem-vindo, Álvaro. >> Boa noite, professor Severino Celestino, Jorge Laará, Flávia Teodório, Dolores, Guilar, Vera, Alba, Salete, tanta gente aqui. EMA Maria das Graças Lazarini, boa noite a todos. Boa noite a todos vocês. Desculpe meu atraso, estava em trabalho e a gente acaba tendo que ficar até o último assistido, então a gente chega um pouquinho atrasado, mas já como eu não fico lá, então provavelmente eu tava aqui com vocês. Vocês vão contando continuidade? Eu vou pegando aqui onde vocês estão. >> É, nós estamos no capítulo 21 lendo do um aove, que é aquela história de quando

á, então provavelmente eu tava aqui com vocês. Vocês vão contando continuidade? Eu vou pegando aqui onde vocês estão. >> É, nós estamos no capítulo 21 lendo do um aove, que é aquela história de quando encontra um corpo caído, que aí leva-se a novilha para um local, sacrifica a novilha >> e aí lava-se a mão sobre a novilha para dizer que não foi aquela cidade. Ninguém, ninguém dali cometeu o assassinato, >> que é escolhido o sacerdote, o levita, que é para poder eh através da da do sacrifício da da bezerra ou da novilha que nunca foi trabalhada e nunca levou canga, nunca uma novilha, vamos dizer assim, pura nesse sentido, que ela que vai servir de expiação e que ela é sacrificada num córrego para que os sacerdotes e os levitas digam que eles o sangue dela não venha macular ou cair sobre ninguém. E por isso que é, como eu acabei de falar aqui, eu Jorge, a gente acabou de comentar que Jesus também, que Pilatos fez a mesma coisa com relação a Jesus com lavoras mãos lá no final do evangelho de Mateus, porque no julgamento ele não queria manchar as suas mãos, segundo o Evangelho de Mateus, com o sangue daquele inocente que era Jesus. E a gente comentava, eu e Jorgito, o que de onde Pilatos, se ele tinha conhecimento desse princípio do Deuteronômio ou se foi a esposa dele. Eu não sei se você tem alguma versão, algum midraste nesse sentido que pudesse trazer ainda complementar alguma coisa, porque agora a gente vai entrar no livro no versículo 10, que nova achar, você sabe disso, né, que é a TC que significa quando saíres, né, para achar nova que que >> Olha, eu teria só uma uma colocação. A, a gente tem assim na Torá alguns mandamentos que a gente denomina em português supraacionais. Que que é? São são mandamentos que eles não têm assim um sentido absoluto dentro da perspectiva, do ponto de vista até mesmo do judaísmo, mas que eles têm importância. Isso não é desprezado pelos judeus. Agora este entra dentro daquela mesma ideia da supracionalidade acima da nossa. O que para nós no espiritismo, o

té mesmo do judaísmo, mas que eles têm importância. Isso não é desprezado pelos judeus. Agora este entra dentro daquela mesma ideia da supracionalidade acima da nossa. O que para nós no espiritismo, o Elará, com certeza, se eu não comentar, ele vai dizer que para nós no espiritismo não tem sentido, professor também, porque a gente trabalha com a ideia de uma fé raciocinada, né? A gente trabalha com a ideia de uma fé raciocinada. Então assim, o que eu poderia dizer, professor, que a Parachat Shfam, essa parachat encerrando hoje, ela começa dizendo que nós iríamos nomear juízes, guardas. E a gente falou sobre o valor dessa moral, dessa capacidade, não de julgar, mas de educar. E essa educação a gente sabe que vem pelo exemplo. Não existe forma de exercício de educação de uma população no sentido de que o SH team, de que os guardas não são aqueles que oferecem defesa à lei, mas são aqueles que têm que viver na sua mais pura essência. E o grande comentário que eu encontro a de Durv Durav, ele conta o seguinte, ele fala que a Parachá começa com os guardas e os juízes e que o propósito dela tá no final para que a gente não tenha que encontrar corpos no sentido de que as pessoas venham se excusar de sua responsabilidade, ocultar, mas ela traz grande condição da, vamos assim dizer, usar o termo do professor Eurípedes Barçanovo, da evangelização de espíritos através de exemplos, através da pedagogia mais nobre que pode existir, que é a pedagogia espiritual. para que isso seja um exemplo, para que o final da Parachá não seja uma realidade. Porque se a gente olha para um mundo ao nosso entorno e a gente vê um trânsito caótico, violento, a gente vê as pessoas não apenas vendendo drogas, mas mais do que isso, as pessoas embarcando nesses processos tóxicos, a imaginando que ali se encontram soluções de problemas que as raízes, sem sombra de dúvidas, se encontram no plano plano espiritual. Se a gente encontra os nossos ah políticos, é que eu não tô falando em de A, nem de B, mas a nossos

soluções de problemas que as raízes, sem sombra de dúvidas, se encontram no plano plano espiritual. Se a gente encontra os nossos ah políticos, é que eu não tô falando em de A, nem de B, mas a nossos políticos e exemplos diante de tantas nações tão corrompidos, é é o sinal de que falta o exemplo em muitas das lideranças. Quando a gente olha tantas matizes, tantos matizes religiosos, todos respeitáveis, todos dignos da nossa admiração, todas as religiões são dignas da nossa admiração mais profunda. Mas líderes religiosos que se corrompem e que se perdem, é porque a gente percebe que tem faltado exemplos. Agora, se a gente perseverar e procurar na história dos povos da humanidade, alguns exemplos jamais se apagam, mesmo que a gente não possa ter visto com os olhos os passos que eles deram na terra. Para nós espíritas, a gente fala Chico, a gente fala de Eurípets, a gente fala de Bezerra, a gente fala de Kardec, a gente fala de Leonela, a gente fala de tantos outros. Olha, uma médium como Ivone Pereira do Amaral, que veio na condição de uma mediunidade de prova, mas se torna uma missionária pelo cumprimento de uma tarefa e de um dever mediúnico magistral. E quando a gente lê os livros dela, a gente percebe que não faltava tendências para ela errar e ela conseguiu superar. Exato. >> Agora quando a gente olha para nós espíritas esses, mas a gente também pode olhar paraa Madre Teresa que foi uma católica, a gente pode olhar para São Vicente de Paulo, a gente vai olhando >> irmã da Bahia, >> irmã Dúce da Bahia. Quando a gente olha todos esses exemplos, a gente fala assim: "Poxa, pode ser que falte à frente de uma nação, pode ser que falte à frente de uma religião, mas não nos falta como humanidade. E fazer juízes e guardas é a preservação desses valores mais nobres que possam existir para que o encontrar corpos não seja parte do nosso dia a dia >> e que seja supracional, porque na realidade não deveria fazer parte da racionalidade humana. Temos que encontrar homicídios, abandonos,

para que o encontrar corpos não seja parte do nosso dia a dia >> e que seja supracional, porque na realidade não deveria fazer parte da racionalidade humana. Temos que encontrar homicídios, abandonos, corrupções a de todos os níveis na moral humana, ligados a todas as possibilidades, mas ao mesmo tempo que o nosso propósito é não achar, a gente precisa de focar no começo dessa lição tão preciosa que show team de juízes e guardas e devem ser nomeados por nós mesmos. para que seja o nosso exemplo de vivência, não substituindo Jesus, mas admirando aqueles que de alguma forma puderam e podem vencer o mundo diante de tantas dificuldades que a gente encontra. Então, minha contribuição é essa, meus amigos, para essa passagem. Eu peço desculpas mais uma vez pelo atraso. Não é irresponsabilidade e não é que uma tarefa é menos importante. É só em função de tantas pessoas que vão até lá procurando conforto, tá? >> Está mais do que perdoado. >> E esse quer comentar mais alguma coisa desse trecho, professor? A gente pode seguir para o segundo? >> Não, eu acho que a gente pode, podemos seguir sim, Jorgito. >> Seguir >> a partir do do versículo 10. Esse capítulo ele traz um um segundo ponto também muito interessante, que é quando você numa guerra encontra uma mulher no povo que você venceu e você se apaixona por ela. E aí, o judeu poderia casar com uma mulher que vem de um povo que não é o dele, porque ele invadiu uma terra e os homens morreram, mas houve uma mulher que sobreviveu a esse ataque e ela é forma, ele ela chamou a atenção dele nesse esse caso é lícito que ele case com ela ou por ela ser uma estrangeira e já foi fruto de uma dominação, isso aí vai gerar uma rejeição ou é possível que exista um relacionamento duradouro entre eles? É esse ponto que vai ser trabalhado agora. E eu queria destacar o respeito. A gente vai ver o respeito que existe dentro do texto. Reparem que isso aí é um texto muito antigo, tá? Esse texto não foi escrito em 2025, em 2030, não. Ele foi escrito

eu queria destacar o respeito. A gente vai ver o respeito que existe dentro do texto. Reparem que isso aí é um texto muito antigo, tá? Esse texto não foi escrito em 2025, em 2030, não. Ele foi escrito lá atrás, né? Há 3.300 anos atrás. E aí a gente vai ver o que foi que naquela visão de uma sociedade matéria machista, como era daquela época, que que Moisés traz dentro do corpo desse texto para que a gente tenha de leitura de como é que a gente deve se comportar diante dessa circunstância? Vamos ver o que é que nós temos. induçãozinha também depois do professor. Pode ser, professor. Sobre o o tema que o senhor sobre o título da Parachá, o senhor quer falar primeiro? Pode falar, professor. >> Não, não, pode falar. Depois eu eu dou minha faço as minhas observações. >> Latet, que que é latcet, professor? >> É sair, né? >> Aní, >> eu saio, né? Quit >> por ou quando, né? >> Quando saíres, >> é quando saí, >> então, como o senhor já trouxe para nós, quando saíres, mas pera aí, quando eu saí da minha casa, quando eu saí do meu trabalho, quando eu saí do centro correndo para não chegar tão atrasado, >> eu também saí correndo hoje já. Hoje fomos dois também, né? Cheguei, cheguei, tava Jorginho aí e Adriana esperando a gente e eu em cima da hora, atrasado. Foi hoje foi bem bem interessante. O o Adriano tá me dando só três estrelinhas. Ele dá cinco para vocês e três para mim com horário. E aí na hora que a gente entrou, eu ainda fui contar uma história antes, segurando o professor Severino nos bastidores e contando a história. Mole, né? Então >> aí, Adriano, que eu quero contar uma história antes. >> Que quando eu saí da onde? E aí a primeira passagem o Elar já trouxe, tá correlacionada à guerra. Então assim, eh, sabe que qual palavra, qual palavra tem a correlação com guerra? >> Hum, >> em hebraico, milhamá, guerra. >> Hum. >> Milham guerra. Lem, pão, >> pão, pão >> e guerra tem o mesmo, a mesma ligação espiritual, >> a estrutura da palavra. Então, o Zoar traz pra gente essa correlação de pão de

milhamá, guerra. >> Hum. >> Milham guerra. Lem, pão, >> pão, pão >> e guerra tem o mesmo, a mesma ligação espiritual, >> a estrutura da palavra. Então, o Zoar traz pra gente essa correlação de pão de guerra. Mas pera aí, nem só de pão vive o homem. A gente entende que aqui para a sobrevivência do corpo físico, o pão tem uma fundamental importância, principalmente quando a gente tá falando nos arredores ali do mar Mediterrâneo, onde nós encontramos os campos de trigo, onde nós encontramos Jesus falando da parábola do joio do trigo, onde o trigo tem a sua fundamental importância. O o Ela já explicou para nós que quando tritura o trigo se faz a farinha e a partir da farinha se coloca um pouco, tem que ser pouco de fermento para que de maneira adequada essa massa possa ser levedada. Essa massa, ela é constituída, ela é preparada, ela possui assim todo um processo de luta e de conquista para que nos dias mais especiais da nossa vida nós venhamos a celebrar com pão. Então, o Shabat se celebra com pão, a Páscoa se celebra com pão áimo, pão. O o o Yonkipur, não, o Rocha Chaná, todos os iomim tovim, todos os dias bons, os dias de festa, com exceção do Yonkipur, nós encontramos a comemoração com o pão. Por quê? Porque ele é guerra, porque ele é trabalho, porque eu preciso de curar. Existe a ideia de que nós trabalhamos na constância de uma guerra interior. Quando nós estamos em um mundo de provas e expiações, nós vivemos a guerra interior. Mas nem só de pão vive o homem. A gente trabalha, conquista o pão e ao mesmo tempo, quando a gente celebra o Shabbat, que é o dia, vamos assim dizer, como diz o espírito Mordery, o emblema da felicidade eterna. É quando nós abrimos as portas das nossas casas pros anjos adentrarem. E na e não por acaso nesse simbolismo, quando a gente abre as portas pros anjos cantando shalomaleirem, cantando, cânticos, nós também abrimos para outros anjos encarnados. Esses anjos são os nossos visitantes, são os peregrinos, são as viúvas, são os órfãos, são os

as pros anjos cantando shalomaleirem, cantando, cânticos, nós também abrimos para outros anjos encarnados. Esses anjos são os nossos visitantes, são os peregrinos, são as viúvas, são os órfãos, são os necessitados. Estes trazem a figura angelical e ao mesmo tempo, se eu vivo de pão no sentido da luta interior, eu também preciso de momentos de comunhão com o alto no sentido do Shabat, que o Shabat traz para nós a ideia dessa pacificação, desse pão que aqui não representa a guerra, mas o resultado da vitória para que a presença de Deus tenha se feito completamente estruturada. Ela me põe diante do quê? Da condição onde eu ofereço caridade, onde eu estendo as minhas mãos. >> Não por oferecer esmolas. >> Oi. >> Você tá lembrando aí do Shabat? E eu tô aqui lembrando que quando na reunião do Shabato você vai repartir o pão, os judeus repartem o pão de uma maneira que pode parecer agressiva para cristãos, porque o pão é rasgado e jogado. Ninguém dá o pão na mão de ninguém. Você não você não parte o pão e celebra dando na mão de ninguém. O pão é rasgado e jogado na mesa. Você tem que se esforçar para pegar seu pão para comer, porque você tem que correr atrás do pão que dá de meta. Então isso isso também traz uma conexão com isso que você tá falando dessa luta, dessa guerra. Eu tenho que lutar pelo meu pão. Eu não posso receber no chambado o pão na minha mão. Porque isso é dizer que você é incapaz de buscar o seu próprio sustento. >> Quem tá comandando a reunião >> rasga e joga, rasga e joga, rasga, joga. E aí a pessoa, cada um vai a seu turno se baixando lá, pegar o pão na mesa e comer. Certo, vai pegar, mas nada dado na mão. Sim. Então, se a gente tiver que sair, a gente vai ter que sair para uma guerra quando a gente abrir os olhos na manhã e a gente encontrar os desafios da matéria e quando a gente cerrar os olhos durante a noite, que aí a gente vai estar desprendido da matéria e vai poder ir para onde a gente talvez queira ter ido durante o dia, mas entre aspas não teve coragem ou não teve condições.

os olhos durante a noite, que aí a gente vai estar desprendido da matéria e vai poder ir para onde a gente talvez queira ter ido durante o dia, mas entre aspas não teve coragem ou não teve condições. Então, em todos os momentos, no mundo de provas, expiações, nós saímos da guerra, a guerra com o nosso espírito. Mas para que que a gente faz essa guerra exterior e proclama tudo isso para encontrar a paz no espírito? Pode parecer um contrassenso, mas os espíritos puros são aqueles que venceram as suas guerras interiores. Então, quando saíres ou se saíres para uma guerra não obrigatória, aqui é não obrigatória com os seus inimigos. Por que não obrigatória? Se eu fosse traduzir, porque essa guerra não obrigatória, ela permite ser vivida com o livre arbítrio e Deus entregar os nossos inimigos em nossas mãos e você capturar os cativos dele e você vir entre os cativos dele uma mulher bonita >> e você a desejar. Você a tomará como sua esposa. Você trará pela sua casa. Você raspará a sua cabeça. >> Deixará é a sua, não, a dela, perdão. Bem lembrado de lá. Bem ela lembrado, a as unhas dela crescerem e você vai tirar todas as roupas atraentes dela, mesmo a que ela usava quando for capturada. Ela, eu vou deixar você continuar porque, ô professor, porque eu sei que vocês estão doido para falar aí, porque >> olha, eu queria ainda voltar um pouquinho para fechar aquela colocação do pão aí. muito bem feita por você e por ela r porque o pão do shabate chama ralote, não é assim? Que é um pão trançado que ele tem duas partes, não é isso, Jorget? >> É a cada um deles é uma ralá. Os os dois são as ralas. >> Isso. Ele ele vem no plural. E aquele e é diferente do pão normalmente que é o pão pita, que é um pão redondo, né? Ele é trançado. >> É. é trançado porque simboliza >> ele assim, ó, ele é trançado assim. >> É exatamente. E ele simboliza as duas tábuas da lei, as duas tábuas do edut recebida por Moisés, aquelas que a gente viu, já estudou muito bem nos 10 mandamentos. E aí esse pão é um pão especial, por isso

atamente. E ele simboliza as duas tábuas da lei, as duas tábuas do edut recebida por Moisés, aquelas que a gente viu, já estudou muito bem nos 10 mandamentos. E aí esse pão é um pão especial, por isso que chama o ralote de pão do Shabat. Não é um pão qualquer especial feito para isso, com essa simbologia. Bem, essa era a minha pequena contribuição aí com relação ao chabate. >> Professor, >> diga, >> tem outra coisa que se trança na vida >> abel >> quando >> a o quê? >> Outras coisas. Então, outra coisa que se trança na vida, quando a gente vive a fraternidade, a caridade mais desinteressada, como o Shabat tem como símbolo e proposta as nossas vidas. >> Por isso que Jesus diz: "Eu sou o pão da vida". Tá certo? Por isso que a primeira parábola dele foi sobre o trigo, que é onde começa o pão. >> Os ocidentais, os cristãos, eles têm uma dificuldade de entender o sentido do Shabbato para os judeus, porque eles têm muito aquela crença que aparece de maneira bem evidente no Evangelho de o o Shabat ser um dia de imobilidade, né? Eh, você ficar imóvel durante o Shabat como se o Shabbato fosse uma penitência, fosse uma uma atividade que você deveria ficar >> sem produzir nada. Quando ao contrário, o Shabbat é a grande festa da família judaica, porque é o dia para ficar juntos, é o dia para celebrar. Por isso que não se trabalha para você poder ficar em contato com os seus, para você poder estudar, para você estar junto com as pessoas. Filhos e pais não saem para estarem juntos, para comerem juntos, celebrarem juntos. Família fortalecida. E quando a ralá apresenta essas duas tranças, que são as duas tábuas do alei, que se interligam, a ralá também representa o trançado da família que se que se >> se une, que se mistura. Quando você vê a ralar na mesa, você diz: "Este pão somos nós que fomos assados juntos. Estamos trançados juntos porque nós pertencemos a um todo indivisível. Depois do pão assado, meu amigo, você não tira mais um pedaço, aí só sai os pedaços, mas as duas partes da

fomos assados juntos. Estamos trançados juntos porque nós pertencemos a um todo indivisível. Depois do pão assado, meu amigo, você não tira mais um pedaço, aí só sai os pedaços, mas as duas partes da ralá não se separam mais. >> Só é um pão, né? Embora sejam dois pães, mas >> é, são dois pães, >> é >> que você trança e assa depois que assou o papai já era. >> Três três, na verdade, né? >> Por isso que ele vem no plural trans assim, né? >> É assim, né? >> É três. >> É dois. A minha mãe escreveu ali, tem abraço, para fazer o pão. Mãe, escreve pra gente aí que eu não sei essa decor. Qual é a brahá para fazer o pão? Escreve pra gente, mãe, que eu a hora que eu lecho que eu vou lembrar. Muito bem colocado, dona Ana, mais uma colaboração. Vocês observam quanta riqueza espiritual, porque são mensagens espirituais que parece um ritual, mas tudo culina com a importância da união. >> É um ritual. >> É, é tirado, né? >> É. Agora tem um detalhe, como como Jorget falou aí da família sentada, Shabat também deriva da parábola laevet, que é o verbo sentar em hebraico, que significa estar sentado literalmente. Se a família unida não se faz mais nada, >> porque é um dia também de descanso que também vem de Cheva, que é sete, que é o sétimo dia da criação. tanta riqueza de informações. Por isso que eu considero o idioma, né, hebraico, realmente, como dizem, um repositório de símbolos que trazem informações infinitas. Essas são algumas que a gente tá trazendo que a gente podia dizer assim, muito comum, muito corriqueira para um judeu. E para o ocidental parece é uma coisa tão complexa, mas para um judeu é uma coisa muito simples, muito natural. Não fazer aquilo para eles é que é errado, porque aquele aquele conjunto de de rituais, como Jorge tá dizendo, são indispensáveis para trazer a família essa mensagem de amor, de libertação, como Árvore diz, de comemorar esse T, né, que é um dia bom em hebraico, palavra, o Iom Touvin, que são os dias bons onde se comemoram essas festas. Eu tô aqui que eu tô lembrando da minha mãe

ertação, como Árvore diz, de comemorar esse T, né, que é um dia bom em hebraico, palavra, o Iom Touvin, que são os dias bons onde se comemoram essas festas. Eu tô aqui que eu tô lembrando da minha mãe que a minha mãe disse: "Meu filho, já tô na época com 85, tô com 85 anos, não consegui aprender nada porque é tanta tanta reza, tanto ritual." >> É, ó, ó que interessante. De uma ralá, eh, deve ser tirado pelo menos um casaite. Um casaite são 30 g. Então casa é o que você precisa de comer para fazer a lenar, para fazer a moto, para fazer a bircata amazona. Todas as vezes, só para pessoal entender, todas as vezes que um judeu senta na mesa, o Elará falou uma uma brah uma bênção. >> Aquele, bendito sejas tu, eterno nosso Deus, que tirou o pão da >> da terra. Então você faz essa bênção, você come ralá, você come pão. Depois que você come gão, você vai fazer no final uma rea que é é longa, chama bircatamazon. Então, gente, essa rea é longa mesmo, demora uns 15, uns 15 minutinhos para fazer. Não comeu pão. >> É depois que comeu, depois que você tá saciado. Eu lembro que muitas vezes eu não comia pão porque ah, não tô afim de fazer bricado Amazon não. Então não comia o pão. Olha só que coisa. Então, ah, muitas vezes, eh, quando você vai fazer a ralá, então o que que vircata amazon a bênção da refeição e você fala que você foi saciado na parábola do Rique. O Lázaro, ele procurava saciar-se com as migalhas. >> Isso. >> Então, o que que ele queria? Uma ralá só para ele? Não, ele queria ali 30 g de pão. É um peso. Eh, 30 g não é nada. 30 g de pão é bem pouquinho. Então, basta dizer, ô, ô Álvaro, só esclarecendo, aquele pãozinho que a gente chama pãozinho pequeno, ele tem 100 g. >> 100? Ah, tá vendo? 1 >> 1 do pãozinho de 100 g. >> É. Aí quando vai fazer a ralá, que é essa esse pão trançado do Shabat, por exemplo, a se fala uma bção. Baru tá reino melam, bendito sejas tu, eterno rei do universo, rei do rei dos da terra. A aque deixando otá que nos ordenou e nos santificou com seu

rançado do Shabat, por exemplo, a se fala uma bção. Baru tá reino melam, bendito sejas tu, eterno rei do universo, rei do rei dos da terra. A aque deixando otá que nos ordenou e nos santificou com seu mandamento. Vetsivano, Lefrich Ralá, que nos ordenou separar a ralá. Depois que você tira ralá esses 30 g de de pão, aí você vai falar: "Rarei zo ralá". Essa é a ralá. E aí você queima esse pedacinho, ele é queimado. Então a minha mãe faz ralar até hoje, ela faz quase todo xabato. Eh, dá para comprar aqui em São Paulo, mas minha mãe tem o costume de fazer. Ela adora fazer pão. Ó lá, ela ela mandou barato. Deixa aqui deixando Otávio de fralá. Então a minha mãe faz uma ralá, gente, que eu preciso falar para vocês. É boa demais. Não, quando eu for em São Paulo, a senhora ran pelo menos um pedacinho para mim, viu? Adoro. Eu já comi ralá, já comprei, que eu gosto muito dessas coisas. Sobretudo Israel tem bastante, né? assem todo canto. Mas eu queria experimentar a dona Ana deve ser realmente porque ela ela não faz ela ela essa ralar com essa bênção aí feito por ela é fluidificada na na visão da doutrinária é uma ralar fluidificada. >> Uhum. >> Verdade. Então, só pra gente entender o que é ral, o que é pão, por que se tira, como se reza. Eu sabe que eu acho tão bonito isso, Elah, professor, >> o Talmud Macerret Brahoto, uma tratado de bênçãos, fala que a gente tem que fazer pelo menos 100 bênçãos por dia. >> Nossa, >> 100 bênçãos. Então, quando você ouve um trovão para o ratado na reino melam, eh, chama o lam corroto, que enche o mundo de forças. Então, quando você vai comer o pão, vou comer, por exemplo, aqui um pedacinho de abobrinha. Só eu tô comendo, não é, só tô fazendo isso por maneira pedagógica, é para ensinar vocês. Baru ratado na bori periadam, >> que criou o fruto da terra, né? >> Da terra. Agora, se eu fosse comer um pedaço, vamos dar um exemplo. Se eu fosse comer um pedaço, só um exemplo, um pedaço de ovo, eu iria falar que bendito seja eterno, nosso Deus, que

a terra, né? >> Da terra. Agora, se eu fosse comer um pedaço, vamos dar um exemplo. Se eu fosse comer um pedaço, só um exemplo, um pedaço de ovo, eu iria falar que bendito seja eterno, nosso Deus, que tudo criou com a sua palavra. columinemeson de todos os as refeições. Se eu for comer carne tem uma b para tudo tem uma bênção. Quando você acorda tem uma bênção. Quando você vai ao banheiro, tem uma bênção. Quando você olha pro algo, tudo tem uma bênção. E eu acho >> até quando vai tomar água, né? >> Ou seja, >> até quando vai tomar água >> falta de oportunidade para fazer as 100 não falta, né? >> Não falta. E é bonito isso, Elará, porque a gente passa a vida não enxergando, >> celebrando, né? >> É, celebrando, agradecendo a Deus. A tudo dai graças. >> E eu acho linda a a oração Abrahá do despertar. Primeira oração que o judeu faz, Modei, que é o agradecimento, né? Bendito. Eu te agradeço, Senhor, porque rei do universo, da vida e eterno, por ter permitido que a minha alma voltasse ao meu corpo. Grande rabá é na terra. Grande a tua fé em mim. Quer dizer, Deus ao devolver a nossa alma todas as manhãs, ele e não importa quem seja a pessoa que ele está devolvendo, mas ele ele devolve por amor e por fé e confiança que mesmo você sendo alguém que pratica muita bobagem, faz muita besteira, aquele pode ser um dia que você reconheça essa magnífica eh eh esse esse grande amor de Deus, mesmo você praticando mal, ele Ele ainda confia, ele ainda tem fé e devolve a sua alma ao seu corpo. Eu acho isso maravilhoso, grandioso, né, professor? É, é riquíssimo. Eu eu eu não sou judeu, mas eu mereço o dia. A primeira oração, minha primeira oração é essa, porque eu acho ela belíssimo e tá de acordo com a doutrina que a gente aprende que durante o sono o nosso corpo, o nossa alma, o nosso espírito sai do nosso corpo. Quando a gente desperta, ele volta, ele volta porque Deus permite que ele volte. >> E >> é, >> não é a gente tem que ter essa consciência de agradecer. O primeiro agradecimento é poder abrir os olhos e

uando a gente desperta, ele volta, ele volta porque Deus permite que ele volte. >> E >> é, >> não é a gente tem que ter essa consciência de agradecer. O primeiro agradecimento é poder abrir os olhos e dizer: "Tenho mais um dia para trabalhar na seara de Deus, na serviço do evangelho, para quem já tem uma consciência melhor." >> Eu eu tô tentando lembrar, professor, aonde é que tá? Eu não tô lembrando aqui qual é o livro que tá. Eu não lembro se é Macarreto Brahoto. Eu acho que é no tratado do Macarrete Barraoto que tá no mesmo que eu tô dizendo, no mesmo tratado do Talmundo. É isso mesmo que ele fala que o sono é um 60avos da morte. E e a pergunta 400 livro dos espíritos >> fala sobre exatamente a emancipação da alma, né? >> É em torno da 400, né? >> É 400 a 450. Aí fala de todo tipo de desdobamento, de de mediunidade onírica, não é? De de sonambulismo, tá? E da questão 400 a 450. Jorge sabe disso mais do que eu, que ele é craque no livro dos espíritos. Eh, eu t eu tava tava aqui pensando, né, que os espíritos quando falam, eu eu não lembrava que eu estudei isso no no judaísmo, mas eu tô na pergunta 400 nos no estudo que a gente tem no livro dos espíritos, segunda-feira e e tem a ver. Então, querido, você vai ver que entre judaísmo e espiritismo há muito mais semelhança do que diferença. As diferenças são mínimas. Foi, não foi sem motivo que o meu professor de hebraico, o meu primeiro mestre que Abraham Benfan, ele disse: "Foi de lá que Kardec extraiu tudo". E eu até me admirei, né? E perguntei assim: "E o senhor conhece Allan Kardec?" Ele disse: "Nenhum judeu emite opinião sobre qualquer coisa que ele não conheça." E minha mãe quando ela falava assim, ela chegava para falar assim: "Eu acho que Kardec é judeu. Ah, tem outro jeito para ele falar essas coisas." Minha mãe falava, não sei se minha mãe vai lembrar disso. Mãe, você lembra? Tem muita lógica. Ele tem muita lógica. Ele não deu nada. Bom, o espírito a gente não sabe, né? já deve ter passado por lá várias vezes.

lava, não sei se minha mãe vai lembrar disso. Mãe, você lembra? Tem muita lógica. Ele tem muita lógica. Ele não deu nada. Bom, o espírito a gente não sabe, né? já deve ter passado por lá várias vezes. >> É, >> mas em resumo, gente, tudo isso a gente falou para falar do pão, para falar das bênçãos. E essa importante da da gente falar bênçãos, agradecer, abençoar as pessoas, as coisas, tudo que a gente recebe ao nosso entorno. Isso tudo é muito importante para nós, gente. Então, a gente falou sobre a guerra, para que de ser, se a gente sair, quando a gente sair, para isso, para entender a correlação com a guerra interior. E olha onde a gente foi parar, professor Ela. Que doideira. Você vê o leque que existe. Não existe vazio, não existe vácuo entre a mensagem de Deus. Existe ângulos que muitas vezes não atinge tudo, mas o o pouco que você possa assimilar da revelação divina, primeira, segunda e terceira, já é mais do que suficiente para que você se torne melhor. No mínimo, grato a tanta maravilha e tanta beleza que a gente recebe. Mas é, aliás, eu não respondi a pergunta do Álvar ainda, eu, Jorgite e ele, a gente tá falando em torno apenas do pão, da ralote, das bênçãos, do Shabat, que são realmente momentos importantes. Mas aqui você falava com relação à mulher que o judeu pode tomá-la por esposa. >> Mas veja que coisa interessante o que é que ele diz aqui. Ele diz assim: "Primeiro deixarás crescer suas unhas, rasparás a sua cabeça, tirará a vestimenta do seu cativeiro de sobre ela, ficarándo essa >> é >> chorará, >> veja bem, chorará seu pai e a sua mãe um mês. >> Um mês, >> um mês. Quer dizer, observe a importância que se dá a perda de um ente querido, o respeito mesmo. Esse é esse é um ponto maravilhoso. Mas antes, o que é fazer isso com a mulher? O que que ele vai faz? Vai fazer raspar a cabeça. Você sabe o que é raspar a cabeça de uma mulher e depois tirar eh >> tirar o vestido do seu cativeiro, tirar a sua identidade que ela tinha, a sua vestimenta, né? Pois é, a mesma coisa de tirar a túnica,

ê sabe o que é raspar a cabeça de uma mulher e depois tirar eh >> tirar o vestido do seu cativeiro, tirar a sua identidade que ela tinha, a sua vestimenta, né? Pois é, a mesma coisa de tirar a túnica, tirar o anel, tirar a sandália para um judeu, suponhamos assim, descaracterizá-la de onde ela vem. E é o mesmo tempo, >> ela vai nascer de novo. >> Nascer de novo. E tem uma coisa, uma mulher com a cabeça raspada, as unhas comprida. É o tempo que o judeu vai olhar para ela e não vai achar beleza. É um momento dele até se arrepender e não ficar com ela, porque a partir da não é porque ele vê ela fora daquilo que ela tem de belo, que são os cabelos, as unhas, o aparato, né? A primeira coisa que a gente sa conhece, que acontece com aconteceu e acontece com todos nós quando a gente conhece alguém que começa, hoje já tá diferente, mas na minha época para começar a namorar, ter aquele todo aquele preâmbulo, a gente vai ia se encontrar uma vez por semana na casa dos pais, na sala, a família, aquela coisa que você ia mais conversar com o sogro e a sogra do que com a sua namorada, mas ela vinha toda prontinha, vestida, maquiada, perfumada, preparada, vamos dizer assim, para você achá-la mais bela. aqui não. >> Primeira coisa que vai fazer com a mulher que ele tem interesse em casar com ela é descaracterizá-la como mulher e como a identidade da cidade a que ela permitia para que haja um tempo de reflexão. Em segundo tempo, ela perdeu entre os queridos que foi destruído na guerra feita por ele mesmo. Mas você tem que lhe dar o direito dela lamentar, ficar naquela, naquele período de luto que chama, né? Como é que chama a palavra que dá o eh eh como é, Joé? Álvaro? >> Qual palavra? >> Luto. >> O luto no judaísmo. Você vai curtir o luto >> como >> chiv. >> Isso. Aquele período que é uma semana, né? naquele aqui, ela ele ela tem direito de ficar um mês. >> E eu e veja, existe uma coisa também, os tratados de hoje, eu disse de hoje, não são do século passado. Os tratados de hoje falam sobre a necessidade dos

i, ela ele ela tem direito de ficar um mês. >> E eu e veja, existe uma coisa também, os tratados de hoje, eu disse de hoje, não são do século passado. Os tratados de hoje falam sobre a necessidade dos soldados terem respeito pelo pelos civis, >> aí >> dos >> porque hoje os caras entram num local, a primeira coisa que eles fazem é estuprar as mulheres. É a primeira coisa. >> Exatamente. >> É a primeira coisa. Isso >> chegando no local, >> eles violentam as mulheres, matam os homens, violentam as mulheres, né? >> Violentam para humilhar mais ainda, né? É um desrespeito total da dignidade corporal do ser humano. Uma mancha, >> é uma mancha. >> Vai dizer que em Israel isso ocorre quando, por exemplo, houve o 7 de outubro, mas em sentido oposto >> nunca acontece. Eu sei. >> Acontece. E isso é uma educação milenar. Isso é uma educação que a gente tá vendo aqui nascendo na Torá. Eh, >> exato. >> Mas o Elará tocou no E eu tava pensando, Elah, como que eu ia tocar nesse assunto, sabe? De maneira delicada, porque você trouxe aí, eh, desculpa, eu não vou te interromper, mas você trouxe aí, eh, >> eh, você trouxe isso. Ela muito bem, continua. Eles violentam as mulheres. E aqui ele tá dando um mês, tira, descaracteriza ela como prisioneira, despe ela das roupas de prisioneira para que ela eh faça uma revisão da da sua própria identidade. Ela vai nascer de novo porque ele raspa a cabeça dela, coloca outras roupas nela. Daqui a um mês, o cabelo dela não cresceu totalmente, né? O cabelo de um mês é igual o meu aqui. >> O cabelo aqui é como fosse cabelo de um mês. Tá bem bem curtinho ainda, né? Ainda não tá um cabelo longo de mulher, mas é um tempo bom para que ela refaça suas sua vida e ele também reflita >> e também reflita. >> Examente. Exatamente. Porque ela vai ficar qualquer impulso, né? qualquer impurso que poderia ter, né? >> Exato. Teve um tempo para pensar e repensar. E tem mais um detalhe. >> Repensar que é isso. >> É, e tem mais um detalhe que eu noto aqui. Depois disso, você depois desse

mpurso que poderia ter, né? >> Exato. Teve um tempo para pensar e repensar. E tem mais um detalhe. >> Repensar que é isso. >> É, e tem mais um detalhe que eu noto aqui. Depois disso, você depois desse mês, estarás com ela. Desposa desposá-la a e será para ti mulher. Agora, se depois disso você não a quiser, achar que não não valeu a pena, se enganou na escolha, que >> ela não era tão bonita quanto pensou, >> não era como ele imaginava, né? Aquela história, né? você, eu tinha um colega que disse assim que arranjou uma namorada e e depois que que casou com ela toda apaixonada e que no dia seguinte ele viu ela toda assanhada, toda desmaquiada e toda na hora de despertar disse houve um grande engano aqui. Ele disse para ele mesmo, né, pelo pelo que ele viu a mulher como ela realmente é. E aqui não, cara, ainda piorou a situação dela, né, porque raspou a cabeça e tudo mais. Se ele descobrir que não é aquilo que ele queria, ele vai deixá-la em ir em liberdade. Não a venderá por dinheiro e não te servirás dela porque a afligiste. Então tá aqui o que Álvaro falou aí, né? Diga, Jorge. >> Que não. Que coisa espetacular. >> Exatamente. Exatamente. >> Se você não vai ficar, não mexe não mexe nela. >> É. Se você não vai casar, né? >> Se você não vai casar, você não >> não mexe nela, não. >> E lembrando que casamento no judaísmo tem um contrato que se chama-se quetubá. >> Então, por exemplo, meus pais têm um contrato de casamento chamse quetubá. >> Então, esse contrato tá lá, né, o casamento deles e tem obrigações. Quais são as obrigações do marido? Sabe por que que você fala mal de sogra? Hum. Porque no Brasil os judeus fad vindo de Portugal, quem guardava quetubá era sogra para cobrar as obrigações. Então a a ideia de se fazer piada de sogra não tem nada de preconceito, não tem nada do que eh, vamos dizer, possam imaginar. É só porque a sogra que cobrava as obrigações aqui no Brasil, eh, da Quetubá, do contrato de casamento. Então, você só pode ficar com essa mulher se você tiver, se você for tratar

er, possam imaginar. É só porque a sogra que cobrava as obrigações aqui no Brasil, eh, da Quetubá, do contrato de casamento. Então, você só pode ficar com essa mulher se você tiver, se você for tratar ela como a sua esposa, com as obrigações todas que se deve. Interessante, Alv. Eu não sabia disso que essa questão vinha do judaísmo, porque não não tem nada >> agora agora dá até para falar piada de sogra, né, professor? >> É interessante. Que que que que recomendação interessante, né? É, se a gente olhar as guerras e pensar na desumanidade que possa existir em todas as guerras, em todos os excessos, em todas as tudo que a gente pode falar que a gente já sabe sobre guerra, a gente vai parar para pensar um minutinho e vai falar assim: "Pera aí, a Torá tem leis e regras para se fazer uma guerra. A Torá tem leis e guerras para caso, porque a gente é muito bonito a gente falar assim, gente, se vamos abaixar todas as armas do mundo, mas esse é utópico. A guerra ainda faz parte da realidade humana. Não que nós nos comprazamos disso, mas faz parte. Não, não tem como dizer que não existirá a guerra se a gente briga no trânsito, se a gente briga na fila do mercado porque alguém passou na frente, curto prazo, né? >> Pelo menos em um curto prazo, vai chegar um momento que a gente não vai precisar viver nisso. E assim, a guerra também não é elemento para ninguém não alcançar a redenção espiritual, porque Joana Dark vai pra guerra e demonstra uns respeito. Então, o que ela proibia na guerra? Tá lá, Joana Dark, a médium de Leon. Ela proibia estupros, abuso de qualquer abusos e excessos sexuais entre as tropas, abuso de qualquer tipo de prisioneiro, agressividade gratuita. Ela socorria dos dois lados. Mesmo que ela estivesse diante de um conflito e ela nasce dentro da realidade humana e ela se depara com o fronte de batalha, aqui tá escrito mesmo que se você tiver que passar por isso, porque às vezes você não tem opção. Vale dizer, às vezes você não tem opção. Em Israel o exército é

ela se depara com o fronte de batalha, aqui tá escrito mesmo que se você tiver que passar por isso, porque às vezes você não tem opção. Vale dizer, às vezes você não tem opção. Em Israel o exército é obrigatório. Em muitos países da Europa hoje o alistamento se tornou obrigatório. novamente está se tornando em muitos países da Europa hoje, 2020 e que a gente tá >> 25 >> em 2025. Então, às vezes você não tem a opção de não estar nela, mas tá, o que o texto tá dizendo? Olha, existe um processo para você não cometer nenhum excesso contra as mulheres que não foram paraa guerra na antiguidade, contra as mulheres que foram para um campo de batalha e que se fossem eh eh capturadas, elas não não deveriam ser estupradas, porque no máximo se você se apaixonarse, você poderia querer casar. Mas para você casar, você vai passar por um processo que ao final de um mês você vai olhar para ela e falar: "Não, eu não quero". Então o que que o texto tá falando? Não, quando você tomar consciência disso, liberta ela. Ó que coisa linda, >> maravilhoso. Você tem tempo para pensar. >> É como fosse um período para curtir. >> E não pode vender, tá? >> Não. >> E não pode vender. >> Não venderá e não te servirás dela. Por quê? Porque você já afligiu tudo, tirou, descaracterizou, desnaturalizou aquela mulher com o que você fez. Pai, matou mãe, >> é, >> tirou ela do povo dela, >> fez tudo que não deveria. Então, respeite pelo menos a integridade física e moral dela. >> Olha, tá na hora de chamarmos o Adriano. >> Eu quero só fazer um pequeno comentário lá, Rai, professor, e a gente chama o Adriano. Vamos lá. Memórias de um suicida. Reunião para assistência a um suicida. Lanceiros hindus se deslocam para realizar o preparo do local. Comentário de do benfeitor espiritual que escreve: Até mesmo os espíritas conscientes possuem dificuldade em entender a razão porque esses lanceiros eles verdadeiramente estão com lanças. Não é modo de dizer lanceiro, não é poético. É defendido por canhões. >> Quando campo da paz, no livro dos

dificuldade em entender a razão porque esses lanceiros eles verdadeiramente estão com lanças. Não é modo de dizer lanceiro, não é poético. É defendido por canhões. >> Quando campo da paz, no livro dos mensageiros, redefendido por canhões ao campo da paz, centros espíritas com armas eletromagnéticas. Agora, quando isso é questionado por André Luiz, por exemplo, no campo da Paz, fala: "Olha, a gente tá em uma região onde a gente se utiliza desses canhões para defesa, não para guerra". Agora, quem está na quem está na defesa, mesmo que não queira, acaba entrando na guerra. Se você se lembrar outro livro, Obreiros da Vida Eterna, Casa Transitória Fabiana de Cristo, >> fogo decorador. Então, o que que eu tô querendo dizer? >> Eh, são instituições maravilhosamente voltadas ao trabalho no bem. E ali é descrito, então, por esse benfeitor: "Enquanto ainda o bem não sobrepujar sobre o mal, em sua totalidade, serão necessárias mobilizações de forças para defesa da ordem e da paz." Então, para defesa e até um desses é guerra, é defesa. >> Defesa. Mas quem tá defendendo também tá na guerra, né, professor? >> Claro, claro. >> Também tá na guerra. Então, guerra o bem contra o mal, né? Eu não tô fazendo aqui, gente, nenhuma apologia, nenhuma guerra, a nenhum comentário nesse sentido. O que eu estou querendo dizer, que eu estou querendo dizer é que seria lindo. Eu também sou contra a droga, mas se você não educar os seus filhos, provavelmente eles não vão saber dizer não na hora que for oferecido. Eu também sou contra uma série de transgressões que fazem parte da humanidade. Só que a gente não pode pintar o nosso mundinho de cor de rosa ou de amarelo ou de azul, do que quiser e achar que a gente já vive em um mundo regenerado. Então não existe apologia a guerra. Mas aqui a Torá está enfatizando a condição humana e as dificuldades que diante de uma guerra pode levar alguém a uma catástrofe ainda maior do que apenas participar dela. Apenas participar, porque lembrando que tem perguntas sobre

o a condição humana e as dificuldades que diante de uma guerra pode levar alguém a uma catástrofe ainda maior do que apenas participar dela. Apenas participar, porque lembrando que tem perguntas sobre isso no livro dos espíritos. A história de Joana Dark conta sobre isso e o problema não é estar nela, é odiar. E vale lembrar mais uma vez que no livro dos mensageiros é descrito que aqueles que vibram mesma distância o ódio são tão responsáveis pelo são tão culpados quanto aqueles que seguram as armas nas trincheiras. Ou seja, às vezes você não tá nem nela, mas você tá alimentando ódio. Você tá você tá com uma vibração tão negativa que você tá sendo responsável por aquela por aquelas atrocidadesizar, né, >> os mensageiros. >> É, basta dizer que você pode provocar um infarto em alguém por telefone, >> é >> com a sua, com aquilo que você diz, com a mágoa que você leva pra pessoa. >> Tem guerra maior do que essa, né? Eu quero saber do Adriano. Cadê o Adri? A Adriano cortou o cabelo. Deixa só eu fechar esse pensamento. >> Tirei para lavar. >> Eu fico eclesiástico que diz uma palavra branda a placa ira. É sempre a paz e o amor que a gente deve levar. >> Uma palavra branda placa. >> Lindo, hein? >> Vamos lá. Ah, Adriano, >> eu quero saber se a Adriana se quero saber se a Andreia Maria Ribeiro de Carvalho Rodrigues é a Andrea que eu estive conversando hoje. Não, acho que eu tava falando com a Andreia. Eu acho que eu estava falando com a Andreia. Não era Andreia, mas é a Andreia de Ribeirão Preto, de de São José do Rio Preto. Vamos lá, vamos paraa frente. Cadê você, Adriano? >> Tá aí na nossa frente, >> ó. Tá falando: >> "Meu Deus! É ela mesma. Meu Deus! Ai, que legal! É isso aí. E aí, estamos na, como é que é? Estamos na reta final já. >> Sim. Veja aí o que >> tivemos aqui algumas colocações, mas questionamento nenhum, né? >> Vocês foram claríssimos aí na nas exposições das ideias. Então, sem questionamentos. Eh, vamos então aí para os momentos finais do estudo dessa noite

umas colocações, mas questionamento nenhum, né? >> Vocês foram claríssimos aí na nas exposições das ideias. Então, sem questionamentos. Eh, vamos então aí para os momentos finais do estudo dessa noite >> não significa que não poderão haver cortes. Poderão, mas vale lembrar. Expõe a ideia toda, não a a parte do corte que interessa. Esses tais cortes não são brinquedo não, viu, Alv? Muito bem. Olha, desses dois pontos que a gente viu hoje, me chama atenção essa visão que pode parecer uma visão assim: "Nossa, mas o cara possuiu a mulher que tava na guerra, levou para ele." Lembre que isso tem 3.300 anos e que para aquela época era uma visão de muito vanguarda respeito a à pessoa de uma mulher que na verdade era uma prisioneira de guerra, que não não precisava ter essa deferência toda se a gente for pensar como os outros povos tratavam seus prisioneiros. Então aqui há um ponto a ser destacado sobre isso, né? O ponto que eu destacaria. >> Muito bom, Elah. Muito. Vale muito a pena >> essa análise, né, temporária, né? Temporal, no caso. É >> temporal. >> E principalmente observar que nas guerras hoje, né, acontecem ainda >> sim >> muito esses processos. faz parte, na verdade, a Torá traz muitas questões importantes sobre as fragilidades humanas, né? E ela destaca de maneira assim direta, não tem floreios, né? Ficou bom o cabelo, Adriano. >> E e aí, meninos? Ninguém tem, ninguém tem pergunta, Adriano, >> hoje foi ótimo. Eu acho que a gente foi muito didático, então complicou muito. Meu pai dizia assim, depois de >> penso que sim, viu, professor? vocês foram muito didáticos aí tudo ficou muito claro e a gente e a gente se entusiasmou muito e eu acho que exploramos muito bem a questão do shabate, né, com a com aquele ritual maravilhoso e ficou bem rico o nosso comentário em torno dele, né, dessa festa que eu eu acho maravilhosa. Eu participei 5 anos de Shabat, 5 anos. No beit Rabad, inclusive da mesma corrente religiosa racídica, que Álvaro se se aperfeiçoou e se preparou para ser

, né, dessa festa que eu eu acho maravilhosa. Eu participei 5 anos de Shabat, 5 anos. No beit Rabad, inclusive da mesma corrente religiosa racídica, que Álvaro se se aperfeiçoou e se preparou para ser rabino pela corrente eh do Reb, né? Não é a Álvar >> de Lub. É, >> vou contar uma coisa para vocês. Quando você vai na Eastern Parkway 770, no Brooklyn, New York, quando você chega lá nesse endereço que é o a sede, a sinagoga onde Eureb de Lubavett eh viveu, ele é nascido, foi nascido na União Soviética, Ucrânia, foi preso diversas vezes porque na União Soviética, com a ideia a do socialismo, então tem-se aquela concepção de que a religião é o óbio do povo. Marx traz isso muito claro, né, na sua obra. E a religiosidade era proibida. Então, eu conheci muitas pessoas, conheci pessoalmente pessoas que passaram pela União Soviética e e lá era proibido o exercício da religião. Ah, e muitos e o judaísmo era muito perseguido na União Soviética como um todo. E o Reb de Lubavit saiu eh da União Soviética, ficou preso muitas vezes e ele acaba indo para morar nos Estados Unidos. E então a sinagoga dele era na ET Parkway 77. E até hoje, então quando ele entrava na sinagoga se abria assim uma uma corrente, um espaço, um corredor para ele correr, para ele passar. E o Rebe morreu já, mas até hoje quando ele entra na sinagoga abre-se aquele aquele corredor grande, gigante assim para que como se ele tivesse entrando. E eu fui lá com alguns amigos, com a Jusara lá de Nova York, com John Cornold, esposo, com alguns amigos mais, Solange e outra amiga. E nós fomos lá e alguns médunos falam: "Eu vi o Uber passando, eu vi ele passando até hoje em espírito ali na hora do culto, né, na hora do Sabbat, acontece isso." Então, muito legal, muito fantástico. >> É, eu eu admiro muito, eu estud, eu tenho muitos livros sobre o rap de Lubavit, parábolas com ensinamento. O o o Elará tá pedindo para colocar ele na tela. Ele caiu. Deixa eu ver se eu vou colocar a janela correta aqui. >> Tá com dois. >> Você coloca ele, mas não tira nem eu,

it, parábolas com ensinamento. O o o Elará tá pedindo para colocar ele na tela. Ele caiu. Deixa eu ver se eu vou colocar a janela correta aqui. >> Tá com dois. >> Você coloca ele, mas não tira nem eu, nem Árvore. Viu? Pronto. >> Tá certo. >> Caiu. Tropicou. >> Eu trupiquei, coitadinho. E o pior é que com essa idade para você cair é perigoso, sabe? Principalmente se tiver só, né, Jorginho? Não levanta mais nunca. É, >> deixa eu mandar um abraço aqui. Mas ficou uma dúvida aqui, viu? O Paulo Inter falou aqui, ó. O cabelo do Adriano ficou o máximo. O máximo com SC cabe interpretação, viu Paulo? Máximo SC, cabe interpretação. Valeu, um abraço. O Paulo é da quinta série também, tá? Do fundão. >> Então, é da minha turma. A nossa, >> sou, eu, eu sou espírito zumbeteiro, nem devia estar aqui. Meu Deus do céu. >> Você, você, >> ó, tem comentário do sul mo aqui, ó, para vocês. Abraço pro Álvaro. Eh, quem mais mandou? Teve, teve abraço aqui. Deixa eu ver quem mais. Poxa, agora fugiu aqui. Fugiu de mim. Mas tinha um abraço, acho que o professor Severino. É isso mesmo. Não, o Sul, o Sul Mus falou aqui, né? Mandar um abraço pro Álvaro e que quer conhecer o professor aqui em Goiânia. É isso aí. >> Pronto. Estaremos juntos, se Deus quiser. Su mousse, sem problema. E aí, meninos, vocês estão caladinhos agora no final? Não é porque não tendo perguntas, a gente só, eu só queria comentar o seguinte, que eu eu tive um mestre que ele dizia assim: "Depois de uma aula ministrada, se não tem pergunta, duas coisas temos que deduzir. Quem deu aula, a aula ou quem deu a aula era muito bom, que explicou muito bem. >> Então não é o caso >> que não é o nosso caso. Bom, somente Deus o é. E a segunda opção é ninguém entendeu nada. Então >> eu não sei qual das nem por onde perguntar. >> Eu não sei qual da É melhor a gente não perguntar pras pessoas aí porque senão a gente pode dormir com certo com ligeiro prévio pesadelo, né? >> É >> quem vai fazer a nossa prece aí? Adriano de encerramento, Álvaro,

da É melhor a gente não perguntar pras pessoas aí porque senão a gente pode dormir com certo com ligeiro prévio pesadelo, né? >> É >> quem vai fazer a nossa prece aí? Adriano de encerramento, Álvaro, o Jorge Abel, o Álvaro, eu ia, eu ia, eu ia passar a bola pro senhor para fazer para fazer a nossa préa de encerramento, mas o senhor tá passando pro Álvaro aí. >> Já pass, já passei pro Álvaro. >> E aí, professor Severino, >> vocês que mandam. Tá com vocês. Tá com vocês. >> Você faz não? Ou eu faço? >> Fazer? Posso fazer? >> Pois não, meu filho. Então faç. Então vamos lá. Agradecendo a Deus pela oportunidade de juntos nos reencontrarmos. procurando as luzes do Espiritismo, onde quer que tenha passado a inspiração divina e a ilucidação na forma de instrução de um povo que se consolida na história da humanidade, na busca dos valores que almeijamos viver na consciência de que muitos daqueles que não passaram No passado, absorveram os ensinamentos divinos. Hoje retornam na condição de missionários para então nos seus exemplos vivificarmos a proposta da religiosidade sobre a terra. que cada um de nós, onde quer que estejamos, reunidos diante do respeito a todas as nações, diante da proposta e da ciência de que todas as religiosidades possuem a essência e o fio da verdade. E que diante desse entendimento, um dia nos reuniremos todos como irmãos. mediante a regeneração de nossos corações que evocarão a paz em nossa sociedade. Então, que sejamos todos abençoados por essa luz e que os bons exemplos e o bom entendimento de cada momento dessa lição possam ser aplicados de forma da qual venhamos a ressignificar os nossos pensamentos, trazendo palavras mais doces e atos de amor diante do mundo. Que assim seja. >> Graças a Deus. Um abraço em todos. >> Ó, e nosso próximo encontro será no dia 9 de setembro, tá? >> Anotem aí então o próximo encontro no dia 9 de setembro. E nós, eh, ô ô, ô, ô, Jorgito, dá, vamos responder só essa aqui rapidinho, ó. >> Tá sem som. >> Tá sem som. Tá sem som.

a 9 de setembro, tá? >> Anotem aí então o próximo encontro no dia 9 de setembro. E nós, eh, ô ô, ô, ô, Jorgito, dá, vamos responder só essa aqui rapidinho, ó. >> Tá sem som. >> Tá sem som. Tá sem som. >> Nós fizemos todas as obras de dona Ivone. Não faltou nenhuma delas. Todas, sem exceção, todas. >> Brincadeira. >> E o estudo do Manuel Filomeno só depois que ela acabar o da Jona de Angeles, daqui a uns 5 anos. É isso aí. É isso aí, pessoal. Então, nosso próximo estudo será no dia 9 de setembro. >> Ou oit >> nove, né? >> Nove. Isso. Nove. 9 de setembro. Vamos, vamos ficando por aqui, então. Vamos encerrando a live de hoje. Agradecendo imensamente a todos vocês que estiveram nos acompanhando. Muitíssimo obrigado. Façam a mesma coisa no dia 9 de setembro. Estaremos esperando vocês. Beijo nos corações, Jorgito. Beijo no coração, Álvaro. >> Beijo, gente. Valeu demais >> e que Jesus nos acompanhe aí durante a nossa jornada até o nosso próximo encontro, tá bom? Então, fiquem todos com Deus e até lá. Tchau, >> tchau. >> Deus quiser. Um abraço em todos. Fiquem com Deus.

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