De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 26/03/2025 (há 1 ano) 2:25:26 518 visualizações 117 curtidas

Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino !!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚

Transcrição

เฮ เฮ Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live da série de Moisés a Kardec, quinta temporada. Nós estamos aqui para mais um momento de estudos, né, acerca desses temas tão interessantes, tão intrigantes, que nos trazem sempre aqui Álvaro Mordenhai, Jorge Elarrá e professor Severino Celestino, aliás, Álvaro e professor Severino Celestino, eu já vou trazer aqui pra nossa tela. Oi, professor, seja muito bem-vindo. Tudo bem? Boa noite, Adriano. É um prazer imenso estar aqui com você. Boa noite, Álvaro Morter High. Uma alegria muito grande. Eu estava troncho de saudade de vocês, esses dias fora. Não esquecia. acompanhei até um pouquinho a a conversa de vocês antes da live da passada, mas eu estava em muitas atividades e não pude realmente ter condições de participar, mas tô feliz de estar aqui matando essa saudade do fundo do coração desse nosso encontro aqui de todas as quinzenas do mês. Professor Severino Celestino, Adriano Máximo, Jorgiá, que está em espírito aqui já com a gente. Boa noite a vocês, meus amigos. O senhor tá com o professor Severen Celest tá com um bronze de Turquia. Eu reconheço, o sol é diferente. É outro sol lá, meu filho. A gente a gente pegou lá foi 0 grau, quatro abaixo de zero com sensação neve. Até que foi aquela região da Capadócia, mas para leste tudo bem. Mas quando a gente foi chegando para oeste ali perto de de em buscas, aquela cidade que fica perto de Istambul, já pegamos neve na manhã. Sério? Então foi, então foi só o espiritual porque o senhor tá bronzeado, não tá, Adriana? Mas eu eu tô bronzeado pelo frio, porque o frio também bronzeia. Você você vai ver se tem aparecer alguma foto minha aí. Só aparece meus olhos, o resto tá tudo coberto de frio. Foi muito, foi uma, uma temporada muito rica. A região da Capadosia por ali deu bom. A gente chegou a ter 15, 17º, mas quando chegou pras bandas da da da de Istambul, a temperatura era quatro três, sensação de de negativo, muito frio mesmo. Mas eu, graças a Deus, eu levei uns agasalhos

gente chegou a ter 15, 17º, mas quando chegou pras bandas da da da de Istambul, a temperatura era quatro três, sensação de de negativo, muito frio mesmo. Mas eu, graças a Deus, eu levei uns agasalhos bons, que aqui no Nordeste não tem agasalho da gente aqui é regata camisa de regata. Mas lá a gente conseguiu, graças a Deus, fazer um um um temporada assim de duas semanas, né? E muito boa, foi muito muito muito compensadora. Valeu a pena. E e por falar na viagem do professor, teremos um material especial para hoje. Já sugiro a quem está aí nos acompanhando ao vivo, eh, para, ou se posicionar bem aí para assistir imagens, né, ver imagens no celular ou para espelhar o celular na TV, porque nós temos um material interessantíssimo para passar para vocês. Então, quem não tiver como assim assistir, vai perder, porque é interessantíssimo. Fiz um compilado aqui eh de um material que o professor Severin nos passou e a gente vai estar apresentando para vocês, né? Eh, só dizer de antemão, né, agradecer aí a presença de todo mundo que está nos acompanhando. Muitíssimo obrigado. Agradecer os canais parceiros, né, que estão transmitindo essa live. Canal do Ges, Instituto Goian de Estúdios Espíritas, TV Goiás Espírita, Web Rádio Fraternidade, TV SECAL, Rede Amigo Espírita, Grupo Espírita Fonte Viva. Muito obrigado a esses parceiros, né? Beijões aí para essas equipes, né, que e a gente espera que essa parceria perdure aí por muito e por muito tempo. E a gente pede que vocês que estão nos acompanhando, que vocês possam se inscrever aqui no canal do IG, nos canais parceiros. Se inscrevam nos canais, ative as notificações, curtam e compartilhem os nossos vídeos, né? Isso faz com que o nosso conteúdo tenha maior repercussão e possa chegar a mais pessoas e consequentemente a mais largo. Todos os canais que estão transmitindo essa live. é divulgar o espiritismo. Então a gente pede aí a sua contribuição que nos busque aí nas redes sociais para acompanhar a nossa programação, Facebook, você vai

canais que estão transmitindo essa live. é divulgar o espiritismo. Então a gente pede aí a sua contribuição que nos busque aí nas redes sociais para acompanhar a nossa programação, Facebook, você vai acompanhar a programação do IG e de todos os canais parceiros. Então a gente faz esse pedido encarecido aí a todos vocês que estão nos acompanhando. Eu vou pedir para o Álvaro fazer a nossa prece de abertura. Pode ser, Álvaro. Meu amigo, eu tô tomando suco de pequiagem à nossa viagem para Goiânia daqui 15 dias. A prece tá fácil. E por falar nisso, 4 a 6 de abril, como vocês viram aí no vídeo de divulgação, eh o 41º Congresso Espírita do Estado de Goiás. Todos estão convidados. Vamos lá, então. Vamos fazer a nossa prece pedindo aos bons espíritos amigos que derram seus bálsimos de luz. de amor, todos os lares, sobre todos aqueles que se encontram em sintonia para conosco, para que essa noite de hoje, esse momento de agora, torne-se importante em aprendizado do Evangelho. da doutrina dos espíritos, fortalecendo os laços de nossos corações, aproximando-nos e afinizando-nos no ideal de aprender para servir a cada dia mais nessa seara de amor e de luz. Que sejamos todos abençoados onde quer que estejamos e amparados em nossas necessidades nesse momento. Em especial, pedimos inspiração a todos os expositores para que possamos servir de maneira mais adequada. Que assim seja. Graças. Graças a Deus, ó. Graças a Deus. Muito bom, pessoal. Posso sugerir começarmos com a apresentação de do material? Falei? Claro. Vamos, professor. Vamos, meu filho. Eu queria que vocês explorassem esse material da melhor forma possível, que eu vou tentar fazer um resumão, porque foram 14 dias de muito intensa atividade e muito aprendizado, um grupo assim muito coeso. Fomos em 23 pessoas, eh, cinco na Paraíba e 18 de outros estados, Minas, São Paulo. Tinha uma uma uma uma companheira dos Estados Unidos, é brasileira, mas mora lá em Nova York, a Muriel. a mãe dela, uma Cátia, e uma a Laura, que era assim

ba e 18 de outros estados, Minas, São Paulo. Tinha uma uma uma uma companheira dos Estados Unidos, é brasileira, mas mora lá em Nova York, a Muriel. a mãe dela, uma Cátia, e uma a Laura, que era assim da, eu diria, da mesma família, a direção de Márcia e Vanda, as nossas companheiras, amigas, irmãs queridas, Márcia Valente, Vanda Guerreiro, vou pegar o carregador, né? Sempre dando todo o apoio, todo toda a acolhida, né? Uma organização assim impecável. E a gente teve 14 dias de muita alegria. E uma coisa curiosa que eu queria logo colocar é que na Turquia não existe cristianismo. Praticamente não existe. Eu acho que os cristãos que tem lá, nós com esses 23 que estávamos lá, poderíamos representar mais de 20% dos cristãos que existem na Turquia, que foi, para quem não sabe a Bizâncio, fundada pelos gregos. Depois foi Constantinopla no século com o Império Bizantino e depois é que veio se chamar Istambul e agora a atual Turquia. Então nós temos aquelas aquela região que foi habitada inicialmente pelos ititas, depois pelos invasores gregos, romanos, persas, eh otomanos, todos tiveram sua influência lá. Mas a espiritualidade lá é mais feminina do que masculina. Porque a Capadócia ou Anatolia, que chamava Anatólia o Áia Menor naquela época, eh, foi praticamente originada através da deusa mãe da Anata, que era simbolizava uma mulher de ventre, dilatado, se proeminente, representando aquela que deu vida a todos os habitantes naquele país. Depois veio outra mulher que dominou muito, foi a deusa grega Artemis, que tinha um templo considerado mais belo do do mundo em Éfeso, que era o templo de Artemis. E depois a depois de Artemise veio Mari Ana, que é mãe Maria, como eles chamam, Maria, mãe de Jesus. Hoje eles têm assim uma admiração muito grande, como se Maria fosse uma sucessora natural da deusa mãe da Anatóliia, depois Artemisa e depois Maria de Nazaré. E o que impressiona aquela região que não tem cristianismo ali, que domina é o Islã, mas 90% das ruínas daquela região tem

natural da deusa mãe da Anatóliia, depois Artemisa e depois Maria de Nazaré. E o que impressiona aquela região que não tem cristianismo ali, que domina é o Islã, mas 90% das ruínas daquela região tem raízes no cristianismo. É importante, é como eu me lembro de Jesus dizendo assim: "Se eles se calarem, as pedras é que falarão". Então, naquela região realmente as pedras falam. Álvaro já esteve por lá, que ele sabe muito bem, foi testemunha ocular de tudo isso. E nós ficamos, eu fico assim impressionado como a espiritualidade não é abafada por política, nem por opressão, nem por guerra. Ela existe porque ela está acima de qualquer situação da vida. Então, a gente vai tentar eh relembrar o que foi essa viagem, deixando um testemunho para vocês nas emoções espirituais vividas por nós. Então, eu agradeço aí ao Adriano, eu enviei o material para ele, ele organizou bonitinho no PowerPoint e fica mais fácil da gente eh conversar com vocês a respeito. Tô esperando o Jorginho aí para fazer parte do nosso grupo, né, que até agora ele não chegou, mas a qualquer hora é bem-vindo ao nosso grupo. Olha, eu não sei, viu? Vamos, vou vou deixa eu abrir deixa eu abrir esse bchidor para todo mundo assistir. Eh, o o Álvaro, o o Elará não tinha falado alguma coisa sobre não estar presente hoje? Ele entra a qualquer instante. Ah, então tá bom. Não, beleza. Mesmo que qualquer instante seja só daqui 15 dias, não? Então tá, professor. Então eu vou passando os slides. Eh eh nós vamos, como o senhor não tem o controle dos slides, o senhor vai ter que ficar me pedindo próximo. Próximo. Tá bom. Cer daquela ordem. Daquela ordem que eu mandei pro senhor. Tá bom, querido. Vamos lá. Aqui é a nossa chegada no início do nosso roteiro. Nós saímos, nos encontramos de São Paulo. De São Paulo pegou-se um voo para Istambul com 12 horas de viagem. Em Istambul fizemos uma conexão e fomos para esse local aí. Aí um aeroporto que fica em Kaiser Kaiser, traduzindo para o português e do turco é chama-se Cesareia. É uma das cesareia, uma das

e viagem. Em Istambul fizemos uma conexão e fomos para esse local aí. Aí um aeroporto que fica em Kaiser Kaiser, traduzindo para o português e do turco é chama-se Cesareia. É uma das cesareia, uma das cidades, das regiões, eh, fundadas no homenagem aos Césares, mostrando a influência de Roma. E aí esse ônibus nos esperava com a nossa guia turca. E a partir daí nós fizemos um roteiro por terra que somado o o o percurso que nós fizemos dá exatamente 3.000 km. Então nós daí aí já é praticamente ligado a Capadócia, Antioquia que fica praticamente 50 km da fronteira com a Síria. Então é leste da Anatóia ou da Turquia. E a gente fizemos a viagem do leste para o oeste, voltando, vamos dizer assim, para Istambul, que fica numa região da Turquia chamado Tráccia. A Tá é aquela região que fica o estreito de Bósporo, o Mar Negro ao Norte, o mar o mar, o mar Mediterrâno ao sul e que liga com o mar ejeu, o mar, o mar negro, o estreito de Bora e o pedaço que forma que a a Turquia é um país muito interessante. Ele tem um pedaço que chama essa região da tráca, que entra um pouco na fachada do Europa. Então esse esse essa ela faz o a Turquia faz divisa com a Bulgária no leste europeu. Então a gente tem aí nós fizemos desse local onde começamos a viagem até Turquia até Istambul, 3.000 1 km de deslocamento dormindo em dias alternados em hotéis, fazia aquela região em torno do hotel e tocava paraa frente e para outro local, outro hotel, outra região explorada. E assim, a gente foi até, eu acho que eu coloquei o mapa aí até Istambul pelo, vamos dizer assim, pelo norte, o sul, a parte sul da Turquia, que é exatamente acompanhando a cadeia do Monte Tauros, que é uma cadeia que corta toda a a Turquia como continuações dos montes pirmeus que vem lá da Europa. é uma uma cadeia montanhosa com uma extensão realmente muito grande, num lugar diferente, um clima diferente, um povo diferente, mas a Turquia surpreende pela beleza natural e por uma característica. É um país que tem como religião islamismo, mas as mulheres não

rande, num lugar diferente, um clima diferente, um povo diferente, mas a Turquia surpreende pela beleza natural e por uma característica. É um país que tem como religião islamismo, mas as mulheres não são obrigadas a usarem burcas, só as casadas ou prostitutas. Isso como consequência da fundação da República turca, por atatur no ano 1920, que ele determinou que a mulher turca só usaria burca se fosse ou casada ou prostituta. Portanto, as mulheres não compromissadas são livres. Você vê muito pouco burca, mulher com a cara coberta. As mulheres aí têm igualdade com os homens, não tem aquela característica de inferioridade que tem nos outros países árabes islâmicos. Mas vamos para aí. Esse aqui é o primeiro lugar, a primeira região que a gente visita a Capadócio. A Capadócia é uma região muito curiosa porque ela é, essa aí chama-se Vale do Goremê. é uma região que foi formada por erupções vulcânicas de três vulcões que durante milhões de anos atrás eramários nessa região e o a erosão da água e dos ventos formaram essas estruturas que só existe nesse lugar. É uma pedra calcária, é uma pedra que as pessoas viveram muito em cavernas aí. E a gente vai ver que esse vale do Goremê, ele tiver, ele teve uma importância muito grande, sobretudo a partir do século porque a os primeiros colonizadores dessa região foram os ititas. E os ititas foram muito invadidos, porque depois deles vieram os gregos, depois romanos, peças, o os otomanos. E todas essas invasões causaram influência muito forte nessa região, porque sobretudo as pessoas começaram a habitar em cavernas e aí nós vamos encontrar um fenômeno que só existe nessa região, que são as cavernas, as cidades subterrâneas, porque o cristianismo passou pelas suas perseguições, por cavernas, por eh cidades subterrâneas e por catacumbas, especificamente em Romas. Então, essa região não ficou livre também dessa questão das cidades subterrâneas que os cristãos construíram para sobreviver das perseguições. E eles aproveitaram eh escavações já iniciadas pelos ititas

tão, essa região não ficou livre também dessa questão das cidades subterrâneas que os cristãos construíram para sobreviver das perseguições. E eles aproveitaram eh escavações já iniciadas pelos ititas como defesa de guerra. E no na parte do cristianismo foi como defesa do das perseguições que eles sofreram. Pode passar. Essa essa é uma igreja, por incrível que pareça, que fica na região do Vale do Goromê, que é chamado Igreja de Basílio de Cesareia, porque essa igreja foi fundada por um dos chamados patriarcas daquela região. Basílio foi um vulto muito importante aí na na Turquia a partir do século V. Porque Basílio foi um pai, eu diria assim, um um pai da igreja que se a gente puder assim considerar, ele era irmão de Gregório de Nissa e ele foi o primeiro naquela época. Depois, aí eu já tô falando numa época pós eh perseguição do cristianismo, porque a partir daí já se já começou a a partir de Constantino, né, a libertação. E aí ele começou a formar uma espécie de teologia do Logos com os pais da igreja. E a curiosidade que eu encontrei aí foi muito interessante que nós encontramos é a característica de Basílio. Ele era de família muito rica, mas ele vendeu tudo que tinha, deu pros pobres. Ele fundou, foi ele quem fundou a cesta básica que hoje se distribui com os pobres, porque ele como padre, que ele foi padre, ele dizia que não adiantava o padre comer a hóstia quando as pessoas estavam com fome. Então, ele criou oração em comunidade, ele criou a cesta básica e ele criou a interpretação ou a exegese bíblica. Porque ele ele dizia que a Bíblia não era só para ser lida por padres, precisava chegar as pessoas. Então ele criou o sistema de de de pregação. Foi ele que criou a oratória de se pregar para as pessoas, porque nem todos tinham acesso à Bíblia e isso dificultava as pessoas de conhecerem Jesus. e a sua característica. Eu hoje com as minhas pesquisas, eu acho que ele pode ter sido eh o João Evangelista que depois voltou como Basílio, depois como Francisco de Assis e vai por aí aa como

Jesus. e a sua característica. Eu hoje com as minhas pesquisas, eu acho que ele pode ter sido eh o João Evangelista que depois voltou como Basílio, depois como Francisco de Assis e vai por aí aa como um seguidor natural, porque ele era uma pessoa muito simples. disse que ele tinha pouca saúde, ele tinha hepatite, ele tinha muitas, sofria de muitas doenças, mas era um uma pessoa que amava incondicionalmente as aqueles que estavam ao seu lado e seguia plenamente com racionalidade e amor. Evangelho de Jesus. foi o que é o que mais me chamou atenção. E aí nós visitamos isso é uma uma igreja e as igrejas aí as primeiras que tiveram pinturas, o os ícones que a gente conhece das das pinturas que eram feitas com eh coisas da natureza. Ele usava a cor das árvores, ele usava o preto das pedras, ele usava. E o que eu fiquei triste aí, tem uma igreja aí, a primeira igreja que a gente visita antes dessa daí, a igreja da fivela, ela tem o seu teto todo pintado numa de uma forma assim maravilhosa, mas toda picotada as paredes, porque quando os autoormônios chegaram aí, os árabes no seu eh fanatismo, destruíram muitas coisas, botaram os cavalos para o seus cavalos para dormir dentro daquilo que foi as primeiras comunidades, esse primeiro registro. E é é de é de entristecer, porque não tem como recuperar mais um material desse, porque a pintura era feita na pedra. Então eles picotaram as pedras, descascaram as cenas que tem de Jesus, da das via da crucificação, do nascimento de Maria, de toda foi tudo tudo tudo tudo danificado por conta da insanidade e desrespeito que os invasores representaram com relação às obras que marcam a origem do cristianismo. Pode passar. Essa aí sou eu e minha esposa. Eh, no vale também registrando a igreja de São Basílio como paisagem da nossa da nossa foto. Pode passar. Isso aqui é um local chamado Caravã Sarai. Sarai em turco é palácio e Caravã é caravana. É um é um palácio das caravanas porque naquela época Sensacional, né, professor? É. É. Você deve ter gostado muito daqui. Os

m local chamado Caravã Sarai. Sarai em turco é palácio e Caravã é caravana. É um é um palácio das caravanas porque naquela época Sensacional, né, professor? É. É. Você deve ter gostado muito daqui. Os caravaneiros dormiam aí. Aí eles deixavam seus cavalos. Por quê? Porque eles faziam longas travessias e eles por causa de assalto eles tinham medo dos seus camelos, dos seus das suas materiais que eles transportavam. Então eles passavam a noite desse ambiente aí de um lado e do outro tinha coxeira, tinha lugar para eles tomar banho, tinham tinham era era um lugar realmente de apoio nas caravanas que passavam naquela região. às vezes vinha de de leste para oeste e aí eles ficavam totalmente protegidos, sutões, aquelas pessoas que eram realmente grandes transportadores de comércio se se hospedavam. E observem que eram umas construções assim muito interessantes, né? Porque isso aqui é uma foto interna já é dentro desse páas construções, hein? Lindas, lindas, lindas. São todas essas conuções. Exatamente. Aí ele serviu o chá porque o chá turco é muito tradicional. O chá de de maçã de deles é uma delícia. Eu já não eu não gosto muito do chá do chá do mate que eu não sou muito chegado à amargura. Eu gosto de coisa que tem um sabor agradável. Mas amargura quem tiver seu chá preto, seu seu gilóia e sua cerveja não me dê, porque eu gosto de coisa mais vai suar. amargou, não gosto. Então aí eles t se vi o seu chazinho quente, o cara dormia, tinha atenção e ainda tinha seus cavalos preservados ou seus camelos sem nenhuma problema. Aí chamavam palácio das caravanas, hoje tá caravana sarai. OK, pode passar. Isso é mais curiosidade que a gente encontra como história do âmbito do do do país. Essa é uma cidade subterrânea que nós vamos nós visitamos de Osconac. Esse Osconaquec, essa região é esse sítio pertencia a uma uma freguesia eh de um padre. E esse padre, ele tentou fazer aí uma uma arguma coisa e achou um uma barreira como fosse um muro e descobriu uma cidade subterrânea que serviu de abrigo

pertencia a uma uma freguesia eh de um padre. E esse padre, ele tentou fazer aí uma uma arguma coisa e achou um uma barreira como fosse um muro e descobriu uma cidade subterrânea que serviu de abrigo para os cristãos antes, para os cristãos, para os ititas, antes da no período que nós consideramos autêntico do cristianismo, que foi o cristianismo primitivo, primeiro e segundo e terceiro século. Então eles se esconderam aí. A primeira vez que eu estive aí, faz uns 8 anos que eu faço essa, foi, já fui oito vezes a a à Turquia, não tinha nada disso aí. Isso aí já é um complemento. Ele deixou de ser padre. Hoje tem uma loja de juvenis aí porque o estado acampou isso. Deram um terreno para ele e ele tem ele ele troca dólar, ele vende juvenis, ele vende seda. Tem uma loja aí que ele aproveita para os as pessoas que chegam, né, os visitantes. Pode passar o próximo. Diz que o turco é muito bom negociante. O judeu também. Então, o senhor sabe quem perde o negócio entre um judeu e um turco? Não. O governo. Ó, isso aqui era a única coisa que tinha. Era essa. Quando eu fui aí a primeira vez em 2000 e eu acho que 2017, era só isso aqui, essa portinha que era a entrada. O resto tudo que eu mostrei antes, foi colocado depois. Aí mostra o próximo. Eu, só para vocês terem uma ideia, essa cidade, essa aí é a porta interna. Você vê que na minhas costas tem lá como se fosse um salão, que é a primeira entrada. Para você ter uma ideia, Adriano, você e os nossos queridos eh internauta, essa cidade chegava a ter 25 m de profundidade e era dividido em salões. Essa parte aqui que é mais externa, eh, seria para os animais. Aqui os animais ficavam escondidos nesses locais e eles cabeça ia descendo como não era um edifício, é como fosse um formigueiro, não é uma ordem, mas lá dentro tem jarros de coleta de de alimentos, tem tinha suspiro para saída de ar, pedras como fosse pedra de túmulo para dividir um compartimento do outro. O pessoa tinha acesso até ali. É um local assim que geralmente quando eu entro aí eu faço

tem tinha suspiro para saída de ar, pedras como fosse pedra de túmulo para dividir um compartimento do outro. O pessoa tinha acesso até ali. É um local assim que geralmente quando eu entro aí eu faço uma prece com o grupo para poder a gente eh porque ninguém pode negar que ainda pode ter espíritos daquela época, não os as vítimas, mas sobretudo os algos os perseguidores, né? Podem estar aí preso pelo pela insan, pela perseguição que fizeram. Então a gente faz muito professor, muit legal, muitos espíritos. Eu me recordo desse local e foi realmente, puxa vida, é, eu já entrei aí, eu já entrei aí umas oito vezes. São os ititas, né, professor? É exato, os ititas e depois gregos, romanos, peças e companhia, né? Então aí imagina, esse povo só chegava aí para destruir. Ele não chegava para levar nada, para tirar vida e tomar posse daquilo que as pessoas possuíam. Então deve ter sido uma coisa e eu não tenho, não sou claustófogo, eu entro nesses lugares, mas aí quando a medida que vai descendo, vai esfriando, sabe? Cada vez é então quanto mais você vai entrando, a impressão que dá impregnação de fluidos e a presença espiritual. Mais forte, né? Muito forte. Tu chegasse aí até lá embaixo, até onde todo mundo foi. Professor, eu sou médium. Eu eu a primeira vez eu fui, mas eu cheguei lá embaixo, eu não eu não me senti bem, embora tenha me preparado, feito minhas preças. E dessas vezes agora que eu vou, eu a guia começa, eu vou mostrando as pessoas a depois de fazer eu faço a prece, encaminho todo mundo, que todo mundo entre no sentido de ajudar e quando chega um certo ponto eu volto, porque não não não me apraz pelas energias que eu sinto aí de ficar muito tempo lá, nem ir até o final, entendeu? É isso que eu ia comentar, viu, professor? Eu estive na no me na minha última viagem, a passei, eu estive um forte e assim a energia para quem tem um mínimo de sensibilidade, você percebe claramente ali uma energia muito intensa, né? Impressionante. É impregnado. Impregnado mesmo. Imaginado. Eu fico imaginando aí

e assim a energia para quem tem um mínimo de sensibilidade, você percebe claramente ali uma energia muito intensa, né? Impressionante. É impregnado. Impregnado mesmo. Imaginado. Eu fico imaginando aí que vocês sentiram eh dentro aí dessas construções. Não é só o que você sente, mas o que você vê aqui, ó. É uma segunda sala aqui. Essa bolsa que tá falando é a nossa guia chefica. Aqui um casal do Rio Grande do Sul. Esse de casaco vermelho é a Zeneidia e o junto dela é o Bruno. Vocês são de F do Iguaçu. Muita gente boa que que a gente vê aqui a José, a Geogete, a a a Laura. Eu tô vendo Rosiane, Lourdes, Lurdinha. Aí eu ainda entrei. Passo o próximo. Eu acho que ainda tem alguma algum slide aí desse não. Aqui já é uma paisagem da Capadócia. Vocês vendo que uma praticamente uma montanha toda formada de residências. Isso é no vale da da das pombas que ele chama, né? que aí é você tem uma das visões muito interessantes da Capadócia. Esse vale ele é maravilhoso a visão que você tem dele. A gente, ó, fez uma refeição aí, um almoço e ela mostrando e essa essa essa esse monte que tem aí é chamado Palácio do Canto, que ele fica lá no extremo e é uma paisagem assim única. Não conheço outro lugar no planeta que seja igual a isso. As pessoas depois de um certo tempo morando nessas cavernas que eles mesmos cavavam com cada um ia fazendo sua moradia, foram aparecendo doenças características, né, de quem vive num lugar abafado, molhado, úmido, fungos e etc. E aos poucos foram saindo e hoje são praticamente eh memórias. Ninguém mora mais nesse lugar porque o o resultado para a saúde não é bom, mas as marcas estão aí. Pode passar o próximo aí. Au, Márcia e Vanda, quem a gente oferece aqui o nosso abraço fraternal. nos fundos nós estamos aqui, nós estamos num restaurante que fica no Vale das Pombas e é também um lugar assim muito muito muito rico, né? Aí as pessoas fazem, tem um passeio de balão aí que é característico, todo mundo deve quem for participar, é muito seguro e é muito agradável. E a gente depois do almoço a

muito muito muito rico, né? Aí as pessoas fazem, tem um passeio de balão aí que é característico, todo mundo deve quem for participar, é muito seguro e é muito agradável. E a gente depois do almoço a gente tirou essa foto para marcar, né? Esse restaurante ele é ele é equipado com calefação porque tava frio. Você vê não tem nenhuma foto que a gente não esteja bem agasalhado para suportar a temperatura. Pode passar. Isso aqui me chamou muito atenção. Isso é uma cerimônia que se chama Sema, criada por um um turco chamado Rum, um camarada que que foi que criou que se chama hoje de de eh sufismo do islã. É a parte mortal, é a parte, é como se fosse assim o estudo cabalístico do judaísmo. É a parte espiritual mística. É muito interessante. Professor, eu subi o vídeo, tá? Se o senhor quiser o vídeo Ah, sim. Eu vou, eu vou eu vou só só fechar. Você, você trouxe o videozinho que eu mandei, não foi? Sim. Deixa eu primeiro explicar um pouquinho, tá? J o o Mevilana. que é o Rum, ele tem um túmulo em Icônio, né, que é uma cidade muito grande, muito bonita da Turquia. E aí eles desenvolve que a tumba dele está aí, a gente visita e tudo, mas ele era uma pessoa muito muito elevada espiritualmente. O que ele pregava é a mesma coisa que a doutrina espírita prega, prega a espiritualidade. Ele tem tem que ele chama de sete conselhos de Mevilana, que ele diz o seguinte: "Na generosidade e ajuda ao próximo, seja como o rio, na compaixão e benevolência, seja como o sol, no segredo dos erros alheios, seja como a noite, na raiva e na fúria, seja como um morto, na modéstia e humildade, seja como a terra, na tolerância, seja como o mar e viva como você é, ou seja, o que você parece ser. Então, são princípios que ele pregava paraa conduta humana. E essa cerimônia, ela é uma cerimônia onde esses esses homens que se vestem dessa forma, que chama deviches, eles giram, eles giram sobre o pé esquerdo sem parar e não se desequilibram, nem ficam tontos. Eles giram assim quase uma hora. A cerimônia é imensa. Eles têm a eles têm

ssa forma, que chama deviches, eles giram, eles giram sobre o pé esquerdo sem parar e não se desequilibram, nem ficam tontos. Eles giram assim quase uma hora. A cerimônia é imensa. Eles têm a eles têm uma roupa preta que vocês vão ver que a roupa preta é o túmulo e é a morte. Desculpem. E esse chapéu que eles usam na cabeça é a tumba. que ele diz que nós não somos nada, somos apenas o instrumento de Deus e somos todos iguais perante eles. Quando eles giram, eles colocam a mão de eh esquerda aberta para cima e a direita voltada para baixo, que é como se você trouxesse as energias passando pelo seu coração e levando para a terra. Você é só o médium, só o intermediário. Então, depois que nós terminamos da faça a cerimônia para as pessoas verem, vocês terem observe como eles trabalham. Cada um dirigido por um. Tem música, um grupo que acompanha o ritmo. Eu não sei se vai aparecer a música aí, mas vocês vão observar. Pode subir o filme aí, Adriano. เฮ M. Bate palma. Não bate palma não. Não pode bater palma. Ladies Professor, vai ter conversa ou não? Vai, nós vamos ficar uma entrevista com ele. Fizemos muitas perguntas. Passa. Eu acho que tem outra foto do do do dirigente deles, tá? Professor, eh, enquanto estava passando o vídeo, eu não sei se o senhor estava querendo fazer algum comentário durante o vídeo, mas não, o som do saiu não, do senhor não saiu não, tá? O senhor quiser fazer algum comentário. Ah, o meu somante o vídeo não. Ah, sim. Mas vocês, o que eu quero, vocês poderem, o que eu queria observar, eu comentei que quando eles giram, a palma da mão direita dele fica voltada para cima e a esquerda para baixo, porque eles recebem a energia que vem do alto, passa pelo corpo dele e desce ao chão, porque ele disse que nós temos, somos apenas intermediários de Deus, não somos ninguém, nós não podemos nos julgar superiores a ninguém. Então veja a justiça, a igualdade, tudo aquilo que é pregado pela maioria das religiões. Inclusive o judaísmo prega é base da justiça. Jesus falava que se a

ão podemos nos julgar superiores a ninguém. Então veja a justiça, a igualdade, tudo aquilo que é pregado pela maioria das religiões. Inclusive o judaísmo prega é base da justiça. Jesus falava que se a justiça não fosse eh superior dos escribir fariseus, nós não entraríamos no reino dos céus. Então eles têm um princípio bem semelhante e depois a roupa preta simboliza a morte, o chapéu a tumba. E nós somos instrumento de Deus. E eles giram porque tudo no universo gira. Desde o átomo, a coroa do átomo, os elétrons prótons, giram em torno da coroa do átomo, a Terra gira, os astros giram, os planetas giram. Então a gente tem que girar para entrar em harmonia com a natureza. E ele, eu perguntei para ele, como é que vocês giram quase uma hora rodopiam e não ficam tonto? Vocês estão trabalhando contra o cerebelo, que é o órgão do equilíbrio e que a gente em qualquer brincadeira que você começa a girar, depois você fica tonto. E ele e ele não ele não me deu a resposta que eu queria, mas ele disse que no naquele momento que eles estão ali, eles estão entregue à vontade do alto. Então ele, eu pelo que eu entendi, que não são eles que giram, fazem ele girar e quem faz girar faz com que eles não se desequilibre, não, não caia ou não se perturbe. Faça o próximo. Esse é o chefe dele, tá vendo? Ele tá vestido, cara. queria que ele falasse é porque a gente tá mediunizado. Exatamente. E Chefka é a nossa guia lá que que tava fazendo a interpretação, né? Era foi a intérprete tradutora. E ele, o cara de uma simplicidade, você vê sorrindo o tempo todo, não se incomodou. Depois de comandar essa cerimônia, ela dura quase 50 minutos com esses caras rodando, viu? Sem parar. E depois ele veio com toda a atenção, recebeu o nosso grupo, respondeu todas as perguntas que todo mundo fez. E eu fiquei muito, muito, muito, muito impressionado com a semilhança que tem a essa cerimônia com a doutrina espírita, com a filosofia deles também, da humildade, da simplicidade, da eternidade, da vida. Falamos sobre reencarnação e

muito impressionado com a semilhança que tem a essa cerimônia com a doutrina espírita, com a filosofia deles também, da humildade, da simplicidade, da eternidade, da vida. Falamos sobre reencarnação e mortalidade da alma. Eles, tudo que ele diz tem muito a ver com tudo isso que a gente tem como princípio básico da doutrina espírita. Pode passar aí, gente. É um momento muito importante que a gente chega em Antioquia, aonde tudo começou no cristianismo. Essa é uma gruta que fica no monte Silpio, Silpius, que é chamada de gruta de Pedro. Aí ele se reuniu bem assim, a 100 m da do meio da montanha. na ao lado, né? Essa montanha faz parte de Antioquia e no na planície fica o rio Orontes, porque muitas antioquias foram fundadas. Antioquia da Pisídia. É porque Antíocoonde ele chegava, ele fundava uma uma vila e botava o nome de Antioquia, homenagem à mulher, mulher, homenagem a uma paixão, em homenagem a qualquer um. E essa Antioquia, porque ela é banhada pelo rio Horontes, é conhecida como Antioquia de Orontes. E aí é o local aonde a gente visita, que era onde os cristãos se reuniam naquela época, seguidores de Jesus. E foi aí que, pela primeira vez, sob sugestão de Lucas, eh, os sucessores de Jesus, aqueles que eram participantes da casa do caminho, receberam o nome de cristãos. É uma gruta assim. Agora eu fiquei meio chateado. Primeira coisa, não era para nenhum cristão chegar aí e pagar para entrar aí. Esse é patrimônio da do dos cristãos, o primeiro, segundo e terceiro século. E segundo tem sempre um uma pessoa vigiando, olhando, que a gente fica até inibido de de falar. E depois a nossa guia disse: "Não, isso aí é para proteger vocês". Mas eu não vi por esse lado. Particularmente não vi por esse lado. Eu achei que eu fiquei, me senti inibido até que a primeira vez que eu fui aí, não, eu até me batizei nessa gruta. Eu batizei não, um colega me batizou. Foi um momento assim muito emocionante da minha vida que eu não esperava, que aí dentro tem. Faça a próxima foto. Eu acho

aí, não, eu até me batizei nessa gruta. Eu batizei não, um colega me batizou. Foi um momento assim muito emocionante da minha vida que eu não esperava, que aí dentro tem. Faça a próxima foto. Eu acho que eu coloquei. Esse é o monte, né? onde fica por trás dessas árvores que vocês estão vendo, três árvores. Nessa do meio aqui fica essa gruta. Dentro dela tem do lado uma fonte que era o batistério e do outro túnel. Porque qualquer perseguição que acontecia eles entravam no túnel e saiu no meio da montanha e sobreviviam. Uma coisa que marcou muito a a visita à Antioquia é que o ano passado eles passaram por uma um terremoto e a maioria da morreu muita gente e hoje a maioria da população daí mora em contêers porque ainda não conseguiram ter um lá para voltar para morar. não houve nenhuma campanha, não houve nenhuma uma um uma situa um, vamos dizer assim, uma uma reportagem nesse sentido. Eu acho que porque o governo é meio forte aí, né, não permite esse tipo de de reportagem. Mas é é triste você ver. Eu não sei se eu coloquei uma foto aí, passa pro próximo. Esse é o rio Horontes que corta a a o V. Você vê que as montanhas aqui do lado esquerdo é bem visível. numa dessas montanhas que é a gruta que mostramos para vocês. E esse rio Orontes com certeza foi muitas vezes cruzados aí por Paulo, Barnabé, por Lucas, por todos Pedro, aqueles que formaram o grupo que constituíram o que nós trouxemos como primeira comunidade cristã, o cristianismo primitivo. Mas tem um lugar que para nós é sagrado é esse aí. Aí nasceu a célula mata do cristianismo fora de Israel pela perseguição, porque todos fugiram para essa região aí. E cruzando isso aí, eu eu sempre me lembro de de Barnabé, de Pedro, de Lucas e de tantos outros, Felipe, né, que muitos eh se reuniram aí e tinha um grupo de médiuns, segundo o livro de Atos. que depois de orarem e se reunirem, o espírito que desceu escolheu Paulo e Barnabé para a missão da primeira viagem. E todas as viagens de Paulo começaram a ir na Antioquia. Todas as três começava aí,

que depois de orarem e se reunirem, o espírito que desceu escolheu Paulo e Barnabé para a missão da primeira viagem. E todas as viagens de Paulo começaram a ir na Antioquia. Todas as três começava aí, ele ia, voltava, ia Jerusalém, dava, prestava conta e a viagem seguinte começava da Antioquia, primeira, segunda e terceira. Então é uma cidade de uma espiritualidade para nós importantíssima. Aí tem uma igreja, só tem uma igreja católica aí na Antioquia que o padre o Frei Domo, que foi que me recebeu aí várias vezes, ele não tá mais aí, mas o padre ante antecessor dele foi degolado e ele era ele era muito ecumênico, a igreja cheia de suras do Corão. E ele celebrar a missa eh em turco e em árabe. e os árabes vão assistir a missa dele, que acham que é mais rápida. E ele comemora as festas cristãs nas datas das festas turcas para não haver choque. Ele foi, ele é um padre assim muito, muito, muito especial. Eu gostei muito de, eu até coloquei a uma foto que eu tirei com ele no meu meu livro sobre comunidade do caminho. Pode passar. Olha aí, ó. Saiu fotografi do ônibus, um dos dos bairros que a gente passa. Tudo isso que você vê são contêinos, vítimas do terremoto ainda sem um abrigo, sem um Parece que eles estão bem acomodados, porque já faz um ano, é, dois desse desse terremoto. E eles continuam ainda. E eu até perguntei, a Guia, ela não respondeu quantos tem eh desabrigados. Eles escondem, não tem, não tem uma estatística, mas é uma você vê que a perder de vista. E eu achei isso muito, fiquei triste de ver essa situação. Pode passar. Isso aí já é Tarso. É o bairro judeu onde Paulo de Tarso nasceu. Aí ele viveu até os 12 anos e foi para Jerusalém estudar com Gamaliel depois de fazer o seu barcivá. E as casas são as mesmas daquela época. E tem um poço aí, uma fonte pode passar que a gente pode já pode adiantar. Olha, chamado Poço de Paulo. Ela tá aqui bem no meio, não tá bem visível porque a foto ficou uma foto ampla, né? Mas ela fica mais ou menos essa onde tem essa passagem por debaixo

de já pode adiantar. Olha, chamado Poço de Paulo. Ela tá aqui bem no meio, não tá bem visível porque a foto ficou uma foto ampla, né? Mas ela fica mais ou menos essa onde tem essa passagem por debaixo do da dessa cobertura. Você vê o negócio como uma moedaenda ali girando e ali é o poço. Esse poço tem entre m de profundidade. A água não é boa, mas eu bebi porque eu tenho que esperar de tudo, né? Eu tenho que experimentar de tudo. Eu bebi, não gostei muito não. Era meio salobra. Mas o que eu achei interessante é aquilo que a gente nota que a os poços, as montanhas, os riachos são marcas fortes na história da da humanidade, porque esse poço é do tempo de Paulo e ainda tem água do mesmo jeito. Então, as coisas que marcam aí é a cidadania de Paulo, porque os pais dele moravam aí, né? Mas os pais dele nasceram na Galileia, eram judeus. Mas os Paulo era cidadão romano. Por que nasceu o cidadão romano? Muita gente quer eh chutar ou tem alguns escritores que dizem que você entra em em taço, a coisa que chama a cham atenção logo é um arco que tem na entrada que é arco de Cleópatra porque Marc Antônio se encontrava com Cleóp aí, né? Ele vinha de de navio pelo Mediterrâneo, desembarcava ali perto da ilha de Chipre e entrava num arco dentro da cidade triunf triunfalmente e com a sua amante Cleópatra e vivia aí juras de amor nessa cidade. Eu vi um escritor dizer que Paulo era cidadão romano porque como consequência de Marco Antônio ter o amor que tinha pro Cleópter e jurou o amor a ela e que toda pessoa que nascesse em Tas em honra dela, do encontro deles aí seria cidadão romano. E eu achei isso terrível, que não tem nenhuma lógica, como é que um escritor coloca um negócio desse, mas quando você chega aí, você tem outras informações. Os pais de Paulo eram tercelões e eles eles forneciam todo o tecido para os batalhões romanos que viviam aí nessa região. E Roma, em reconhecimento deu o título a ele de cidadão romano com serviços prestados a Roma. E logicamente os filhos de cidadão

iam todo o tecido para os batalhões romanos que viviam aí nessa região. E Roma, em reconhecimento deu o título a ele de cidadão romano com serviços prestados a Roma. E logicamente os filhos de cidadão romano eram cidadão romano. Por isso que Paulo é cidadão romano. Tem nada a ver com Marco Antônio e Cleóp. Ele entrou aí só como uma desculpa. Pera aí, Álvaro, você tá falando. Libera o som do Álvaro aí, por favor. Adriano, libera o som do Álvaro. Não tô escutando. Ninguém tá escutando você agora. Ô professor, eu para mim os lugares mais interessantes eh entre, né, a Antioquia, aquele local tem algo verdadeiramente diferente e aí a o poço de Paulo, Tarsos, é encantador e é verdadeiramente comovente, né, essa essa região, a cidade toda, a viagem toda, eu sinto que é uma crescente, né? vai se envolvendo a energia do cristianismo primitivo até chegar nas cidades nas do apocalipse. Mas esses lugares são verdadeiramente impressionantes, né? Questão de energia. Muita, muita, Álvaro, muita energia. Pode passar o próximo. Essa é a igreja de Paulo em em Tarço. Ela hoje é um museu, ela não é mais igreja, foi transformada no museu. Mas a primeira vez que eu cheguei aí tinha três freiras que tomavam conta e ainda eram ainda era igreja. E quando eu cheguei, eh, tinha acontecido antes da minha viagem muitas coisas que eu achei que era para eu não viajar. Entre elas, eu sofri um acidente doméstico que quase que eu me machucava feio. E eu e eu e eu nas minhas pressas, eu disse: "Será que isso é porque eu não devo viajar a Turquia?" E um amigo espiritual disse: "Não, meu filho, nós vamos e o Chico também vai". Eu achei aquilo tão tão forte. que eu não acreditei. Eu digo, eu fiquei pensando, meu Deus, será que Chico vai essa viagem com a gente? Será que Chico não tem coisa mais importante para fazer? Porque eu não sou fanático, eu sou muito racional nas coisas que quando se trata de espiritualidade e espiritismo, eu não gosto de fanatismo, né? Porque ninguém gosta e nem não convém nenhuma religião. Mas eu guardei

u fanático, eu sou muito racional nas coisas que quando se trata de espiritualidade e espiritismo, eu não gosto de fanatismo, né? Porque ninguém gosta e nem não convém nenhuma religião. Mas eu guardei aquilo comigo, viajei. Quando eu cheguei na igreja, nessa igreja, eu não sei se tem mais alguma foto dela aí, se eu botei. Vê a próxima, Adriana. Não, volte, volte. Quando eu cheguei nessa igreja, a chefica perguntou: "Professor, o senhor vai falar?" Eu digo, vou. Só que eu tava pensando em falar da importância de Paulo como a base do cristianismo. E porque o Tarço é um osso do calcanhar, que é que dá suporte ao pé, é o táço, metatoo e o dedo, que são os ossos anatomicamente que compõem o pé. E eu e eu entrei na igreja. Álvaro, deixa o microfone do Álvaro eh ligado. Adrian. Não, não. Pode falar, professor. Uma pessoa que você tava querendo acrescentar alguma coisa. Aí, aí Adriane Alva e meus queridos irmãos internautas, eu entrei e com esse pensamento, mas quando eu entrei na igreja eu senti uma energia, uma coisa diferente. E é uma voz que me dizia, não era a voz do espírito que sempre fala ao meu ouvido, que eu costumo dizer que é o meu galvão bueno. Não era, era uma entidade que eu, a voz eu não não captei na hora que disse assim: "Meu filho, fale sobre a saudade de Jesus". Aí eu parei. Aí eu me emocionei. Aí eu olhei pro altar, que a dessa igreja tem um altar que tem uma uma pintura de Paulo. Aí eu disse: "Será que é Paulo? Tá falando?" Aí a a avó repetiu, não repetiu o seguinte: "Tudo que Paulo fez foi pela saudade que ele sentia de Jesus". Aí eu, aí foi que eu me emocionei mesmo, não era Paulo. Digo: "Meu Deus, quem é que tá falando?" Eu pensando, né? Eu me emocionei bastante, não me lembro nem o que foi que eu disse pro pessoal, que eu fiquei muito emocionado. E quando quando eu terminei toda a a minha a minha fala e tudo, eu fiquei com aquela interrogação, quem era aquela voz? Quando foi no ano seguinte, eu fui fazer participar de um seminário em Belém do Pará, congresso, e lá estava a Dra.

a minha a minha fala e tudo, eu fiquei com aquela interrogação, quem era aquela voz? Quando foi no ano seguinte, eu fui fazer participar de um seminário em Belém do Pará, congresso, e lá estava a Dra. Marlene Nobre, a esposa de que foi muito amiga do Chico, era da casa do Chico. Aí ela foi fazer uma palestra antes da minha. Eu tava na primeira fila e ela disse um certa vez eh um repórter perguntou para Chico Xavier porque é que ainda havia tanta violência, tanto desentendimento entre as pessoas. E Chico respondeu: "O que tá faltando às pessoas?" ao responder ao reporte. O que está faltando as pessoas é saudade de Jesus. Aí caiu a ficha ali um delen qual foi a voz que me falou, porque eu não tinha escutado ainda isso de ninguém. Eu escutei isso em 2012, 2000, primeira vez que eu fui à Turquia. E aí eu botei isso até no meu livro. Eu coloquei no livro Comunidade do Caminho, trajetória de Paulo de Tácio, porque aí eu sofria, passei por uma emoção assim contável, não dá para descrever, porque aconteceu que quando eu saí daí, que a gente pegou o ônibus para ir paraa Antioquia, a estrada acabou-se, o ônibus sumiu e eu vi uma estrada de terra com dois homens com cajado na mão caminhando que para mim era Paulo e Barnabé, o sol se pondo e eu me emocionando mais ainda. Eu fiquei assim com a energia desse lugar que eu nunca esqueço. Como o Ávil tava dizendo, a cada lugar que a gente chega, a gente pega um uma energia e é como se você visse que a geografia num lugar desse fala mais alto. que é uma um um ambiente desse, para mim é um slide espiritual que não tem valor, não tem preço, porque a partir daí quando se fala de Paulo, eu não tenho um Paulo contado pelas suas cartas, eu tenho um Paulo visto na terra dele, na cidade dele, no ambiente dele, com energias deixadas aí que ainda hoje existe para alimentar ou retroalimentar aqueles que vão em busca de um suporte histórico, espiritual para a mudança. que cada um de nós precisa ter em torno da história desses homens que foram verdadeiros heróis que deram a

u retroalimentar aqueles que vão em busca de um suporte histórico, espiritual para a mudança. que cada um de nós precisa ter em torno da história desses homens que foram verdadeiros heróis que deram a própria vida em favor de Jesus. E depois quando nós fizemos, quando eu fui ler Shleash, que é um grande escritor judeu, que tem uma obra sobre Moisés, sobre Jesus, sobre Paulo. E ele conta que Paulo quando foi em Roma, na viostiense, quando ele abraçou Pedro, eles deram o abraço antes dele, cada um ir para o seu sacrifício, ele fez um pedido a Paulo, a Pedro, disse: "Pedro, eu queria que você me fizesse um favor, eu que eu tenho um pedido a de fazer". E Pedro disse: "Mas o que é Paulo?" Disse: "Eu gostaria que você permitisse que eu beijasse os seus pés". Aí Pedro disse: "Mas que pedido mais sem razão de ser, Paulo? Por que isso? Aí ele, aí ele realmente provou que tinha saudade de Jesus, porque ele disse assim: "Eu gostaria de beijar os pés daquele que caminhou com meu Senhor, que eu não tive esse prazer. Paulo nunca foi discípulo de Jesus, conheceu Jesus em espírito, nunca fisicamente. Então tudo isso somou na no no sentimento que me envolveu, nas experiências que eu tive na minha casa, na viagem, na igreja. E depois com essa narrativa de cholen para mim fechou o ciclo desse porque Paulo dizia já não sou eu que falo, o Cristo que fala por mim, né? O evangelho que eu prego não me foi me dado por ninguém, mas pelo próprio Cristo. Ele diz na sua carta aos Gálatas. Então para mim é o foco da energia desse processo se encontra aí em Tá. pode passar o próximo. A a excursão tinha 23 pessoas, só tinha um quarteto, três homens, o resto de mulheres, o que mostra que as mulheres predominam no sentimento e na busca de uma espiritualidade, né? Aqui só da direita pra esquerda é o Carlos, que eu chamei ele de Carlão. Ele é, ele mora em Vinhedo, perto de São Paulo. Ele a esposa dele, Salete, um doce de pessoa. O da de camisa preta é o Samir, tem um nome turco, né? É filho de Georget que que que Álvaro conhece e foi

Ele é, ele mora em Vinhedo, perto de São Paulo. Ele a esposa dele, Salete, um doce de pessoa. O da de camisa preta é o Samir, tem um nome turco, né? É filho de Georget que que que Álvaro conhece e foi um grande companheiro de viagem. E ao meu lado, lado, meu lado esquerdo, está o Bruno. Bruno é de F do Iguaçu, é professor de de de inglês, de italiano, de é uma figura, um companheiro de viagem, ele e Zeneid, a esposa dele, que eu tirei saí, eu digo: "Olha, gente, vamos salvar pelo menos os homens que tão são, eu até chamei de minoria oprimida no grupo, né? Porque quatro homens 23 mulheres e realmente foram quatro companheiros assim que a gente se afinou bastante. Eu queria até render essa homenagem a eles com um abraço fraternal e saudoso. Pode passar. Isso aqui é a cidade de Icô. Nó nós descobrimos essa casinha lá em cima de um morro, aonde tem uma, isso hoje é um museu, mas originalmente foi a igreja em homenagem a Helena, mãe de Constantino, aquela mesma Santa Helena que foi a Israel e pontuou todos os as passagens de Jesus. E quando ela saiu de Constantinopla para ir a Israel, ela se hospedou aí, ela pernoitou aí e marcou geograficamente presença desse lugar frio para subir aí. E eu ainda brinquei, perguntei a Guia se a gente podia subir correndo, porque a a ladeira é bem bem forte, mas foi uma tem um museu aí muito interessante no local, no não é não é mais uma igreja, é um museu, mas é um marco da importância que essa mulher teve como aquela que realmente registrou as passagens de Jesus. Foi uma topógrafa espiritual dos locais por onde Jesus passou. A Miriam tá por aqui. Um eh um abraço, Miriam. Miram edira. Acho que ela é do grupo Espírita São José, né, Miram? Acho que é. Ela tá dizendo assim: "Pediram ao professor para rezar uma missa". É que ela tava com a gente, porque onde a gente chega na Turquia, o povo quer que a gente reze missa porque lá não tem padre, né? E como eu sou teólogo e a guia diz: "Olha, é um o o dirigente é teólogo, aí de pronto, é padre". Aí já chega

e a gente chega na Turquia, o povo quer que a gente reze missa porque lá não tem padre, né? E como eu sou teólogo e a guia diz: "Olha, é um o o dirigente é teólogo, aí de pronto, é padre". Aí já chega querendo que a gente celebra. Ah, por isso que o que lá na casa de Maria ele me pediu para rezar a missa. Possivelmente. Eu achei que ele era médium, o padre. Eu falei: "É médium". É porque geralmente esses grupos que ali vão só vão sempre dirigidos por padres por padres. É. Ah, entendi. O cara me perguntou umas quatro vezes. O senhor tem certeza que o senhor não é padre? Perguntou a mim. Senhor tá escondendo ou não? Não, meu irmão. Eu sou eu sou ex-seminarista, sou teólogo, mas não sou padre. Não me cheguei a me ordenar. Nem nem de arconato eu fiz. Eu nem tonsura, nem diaconato, nem nem O senhor vê para mim, ele perguntou: "Você tem certeza que você não é padre?" Eu falei: "Eu já fui". Ah, você deixou? Falei: "Ah, eu reencarnei". Você com essa cara de feio papinha, ele pensou logo que você era pai. Pode passar o próximo. É, isso aqui é outra fotografia da da igreja de Helena, né? Lá em cima, um frio que tava de de até o perespírito tava congelando, mas muito, muito agradável. Pode passar próximo. Aqui já é a igreja de Paulo em Icônio, né? Tem a de Helena e tem a de Paulo. A igreja de Paulo é um marco, né? A passagem de Paulo por Icôio foi muito forte, né? Aí para foi que ele perto ele foi apedrejado, né? foi dado como morto. E foi aí em Icôio que aconteceu o fenômeno do encontro dele com tecla que não tem no livro de Atos e tem no livro Paulo Estevo. Paulo não dá o nome, mas é um fenômeno, foi um foi um um fenômeno muito forte. Passa o próximo. Eu coloquei algumas fotos aí. Esse é o interior da igreja. Você vê Paulo no centro altar. À direita, uma fotografia da imagem de Paulo e à direita fotografia da imagem de tecla. Não dá para ver que tá muito longe. Ah, com uma leoa deitada pacificamente junto dela. Eu acho que eu aumentei essa foto. Passa próximo, Bruna. Ô, Adriana. Olha aí, ó.

a fotografia da imagem de tecla. Não dá para ver que tá muito longe. Ah, com uma leoa deitada pacificamente junto dela. Eu acho que eu aumentei essa foto. Passa próximo, Bruna. Ô, Adriana. Olha aí, ó. Tecla. Tecla conta a história no no no no no um apócrifo que é narrado. Eh, agora não, eu tenho impressão que é Inácio de Antioquia que fala. Eh, eu tirei de uma obra do do patrístico dos pais da igreja que fala dessa história de Paulo e Tecla, porque Tecla era noiva de um Ramiro, um homem muito influente em Icônio, mas ela ficou três dias ouvindo Paulo pregar pela janela e ficou completamente eh sintonizada e vidrada por Paulo, só que ela era noiva. E Ramiro veio buscá-la. A mãe dela, quando ela disse que não queria mais, queria seguir Paulo, a mãe disse que ela merecia morrer. Tanto ela como Paulo prenderam Paulo, ela levou Paulo para eh era amiga do governador do da região do prefeito. E Paulo foi preso, mas ninguém tinha nada contra ele, foi solto, mas ela foi punida severamente. levaram-na para ser a própria mãe disse que ela tinha que ser queimada no fogo e ela passou por eh por todos os testes, levaram ela para ser devorado pelas feras e uma lioa matou os leões, os outros leões que que iriam devorar o matar a tecla. E é por isso que essa foto sai, essa lea deitada pacificamente junto dela, como se fosse a protetora. E ela venceu todos os obstáculos, tiraram a roupa dela, botaram o fogo nela, o fogo apagou ela nas suas preces. Depois ela ela fugiu, foi contra Paulo na prisão, foi e ela a história dela é muito muito interessante. Depois que ela superou todos os processos, todas as as esferas e o fogo, as autoridades deram liberdade a ela e ela ainda foi se encontrar com Paulo na outra região. Depois voltou para Icônio, o noivo já havia morrido e ela pregou o evangelho até a morte. Então, o livro de Atos não não não fala dessa história, mas Paulo conta Paulo não, Emmanuel fala de uma mulher que se apaixonou pro Paulo, que eu creio que seja uma referência a ela. Eu não me

morte. Então, o livro de Atos não não não fala dessa história, mas Paulo conta Paulo não, Emmanuel fala de uma mulher que se apaixonou pro Paulo, que eu creio que seja uma referência a ela. Eu não me lembro se Álvaro, se Paulo dá nome a essa mulher, eu não tô bem lembrado. Ele acho que fala que é tecla. Sim, professor, ele fala o nome tecla. Eu acho que sim. Deixa eu até confirmar. me lembro não. Eu f sei que ele colocou uma mulher que coaduna com essa história que tem no apócrifo de é um livro chamado apócrifo de Paulo e Tecla que conta essa história desse ele fala assim de Tecla, uma jovem noiva ouvindo as pregações do apóstolo gentil, ele entrava no salão em busca de novembrava que ele d deu nome a ela. Não, Tecla, assim que se chamava, não mais atendia aos laços sacrosantos que deveria honrar no ambiente beleza. Obrigado aí por isso eu não tava lembrado desse detalhe que Paulo fala, ele fala ainda teóclea, ele fala sua mãe e Tamires o noivo acompanharam o caso com desagradável surpresa. Ah, interessante. É a mesma história. Então o noivo é Ramiro. Tem o nome do noivo aí? Não. O livro de Paulo. Deixa eu ver se Deixa eu ver se você tem. Atos de Paulo e Tecla. Exatamente, Mauro. É o nome do livro. Tem tem no na coleção de patrísticos tem. Eu acho que é no livro de Eusébio de Cesareia que tem a história dela. Não tem não, professor. O nome tem não. Mas o o o o o livro de Atos de Paulo Teta dá o nome de Ramil. Ele não tem o nome dela, tem o nome da mãe e da irmã, mas dele não. Pois é. Vale, mas é interessante que o livro de Atos não fala nada disso. Pode passar o próximo. Isso aí é para mostrar a vocês como tava. Tava bem bem. Obrigado, Mauro. Mauro Marcos aqui tá colocando a página 391 em Paulo Estevo. É bom tu botar edição, porque quem tiver diferente pode dar a diferença da página. Aí montanha cheia de neve, porque lá no Vale do Goremê também eu tirei foto com a minha mulher, ela pegando na neve. Que bonita, hein? É, não é bonita, né? Essa montanha tá linda. Aí eu eu não resisti,

í montanha cheia de neve, porque lá no Vale do Goremê também eu tirei foto com a minha mulher, ela pegando na neve. Que bonita, hein? É, não é bonita, né? Essa montanha tá linda. Aí eu eu não resisti, só para vocês terem uma ideia que a gente passou frio por lá. Pode passar. Ô professor, e essa montanha, essa cadeia de montanhas que Paulo se usava para se orientar, né? Exato. E ele e ele quando ele chegou em P, depois que ele saiu da primeira viagem, ele chegou em Pou essas cadeias de montanhas, ele disse: "Que montanhas belas que a gente possa atravessar para levar a mensagem do Senhor para do outro lado dessas montanhas." Aí foi aí que João Marcos disse assim: "Não dá para mim não, eu vou voltar." e voltou e abandonou a a missão e isso causou um grande dificuldade. Quarta edição, 2010. Obrigado, irmão. Eh, Mauro, um abraço, querido. Bacana, professor. E aqui e aqui nós temos a cidade de Laudiceia. Fantástic essa cidade. É a entrada Laudiceia. Hoje, a primeira vez que eu fui, só tinha praticamente essa rua de entrada, mas hoje ela tem tanta coisa. Descobriu-se sinagoga, igreja, tem um conjunto. E eu o que eu acho interessante em la Odisseia, porque você tá vendo a cidade aqui, do outro lado você tá vendo umas montanhas. Do outro lado é Pamucali, é aonde fica aquela chamada montanha eh da neve. Parece uma neve, né? Porque castelo de algodão é isso, castelo de algodão. Montanha do castelo de algodão, porque é é carbonato de cálcio e sai água com esse carbonato muito rica. Tem uma piscina aí chamada piscina de Cleópatra. E essa piscina naquela época é essa a cidade que imperava aí era hierápolis, uma cidade romana, uma cidade grande. E as pessoas criou fama que essa a água dali era uma água que curava medicinal e todo mundo que tinha doença de toda espécie ia para lá para se curar e as a maioria morria. E ali tem um verdadeiro cemitério com catacumbas, com tumbas de toda a natureza. E a a coisa que eu achei mais interessante, eu descobri naquela cidade que o quinto apóstolo de Jesus, Felipe,

morria. E ali tem um verdadeiro cemitério com catacumbas, com tumbas de toda a natureza. E a a coisa que eu achei mais interessante, eu descobri naquela cidade que o quinto apóstolo de Jesus, Felipe, pregou o evangelho aí 47 anos, saiu lá de das perseguições de Jerusalém, foi parar aí, ficou 47 anos aí com as duas filhas dele e aos 87 anos ele morreu martirizado. Tem um uma uma um martirólogo de Felipe aí. E eu achei, fiquei encantado como a mensagem de Jesus ultrapassou fronteiras. E é curioso porque a mensagem de Jesus a Laud Odisseia é uma mensagem através de João, né? Porque João escreveu sete, psicografou sete cartas. Essa é a última láia. É a última que todo mundo chama Igreja do Apocalipse, não é? comunidade de Jesus citada no Apocalipse. E João psicografou sete cartas ditadas por Jesus, que podia se dizer assim, é carta de João à comunidade la Odisseia, né? Psicografada por João e ditada por Jesus. Apocalipse podia se chamar, né? Apocalipse ditado por Jesus e psicografado por João. E aqui, gente, você chega em Laud Odisseia, você vê Pucale ou Hierápido do outro lado e no vale fica Colosso. Então você tem três cidades com a a distância de uma paraa outra é 15 km. Daqui você avista que lá Odissé, do outro lado Pamucale ou Hierápolis hoje naquela época, aliás. E você tem num num raio de 15 km três localidades que tiveram presenças de de João, de Jesus e de Paulo. Paulo nunca foi a Colosso, mas ele escreveu sua carta aos Colossenses na prisão referentes à comunidade que era eh o o o vamos dizer assim o líder religioso lá daquela comunidade de Colosso, foi visitar Paulo em Roma e ele escreveu uma carta eh eu tiro o nome dele agora, Párm Pagcas, é uma coisa assim que era o o o líder espiritual de Colosso. Então você tem num raio de 15 km três registros históricos de figuras cristãs sucessores de Jesus que marcaram presença numa distância tão imensa dessa. E tem uma curiosidade, gente, as cartas de Jesus, cada comunidade ele dava um sinal forte de que eu eu te conheço. Ele dizia, diz assim, a

Jesus que marcaram presença numa distância tão imensa dessa. E tem uma curiosidade, gente, as cartas de Jesus, cada comunidade ele dava um sinal forte de que eu eu te conheço. Ele dizia, diz assim, a comunidade de de Laudicel diz assim: "Eu te conheço, não és quente nem frio, és morno. E como não és quente nem frio, eu te vomitarei da minha boca". Essa, esse vale aonde ficava colossos era um vale que a água era muito gelada, água fria do rio Lixo, que fica aí nessa região. E aí a água do rio Lixo era drenada por Roma, por romano para alimentar a comunidade de laudiceia. E a água também de pambucale vinha para alimentar. Só que a água do rio Lixo era fria, a água de Pambucala era quente, ela se misturava. Quando elas chegavam aqui mornas, quem bebesse dela vomitava. Olha como Jesus usou uma coisa fantástica, uma metáfora para essa comunidade quando ele diz: "Tu não és nem frio nem quente". Porque eles tinham abandonado toda a fidelidade, a mensagem de Jesus nessa cidade e que e a cidade era muito rica. Aí tinha uma uma ovelha que tinha uma lra, era a única região e eles ganhavam muito dinheiro. O primeiro terremoto que Lauderra sofreu, eles não precisaram de ninguém para reconstruir. Eles mesmos reconstruíam a cidade com recursos próprios. Era um povo muito rico. E Jesus manda uma mensagem que eles estavam esquecendo da de se lembrar do que ele tinha falado para eles. Então é um é uma eu fico encantado com esse lugar para mim. essa cidade lá Odissé, Colosso e Erápolis. E éo outra outra cidade também que tem um registro muito forte de João, Maria e Paulo. E aqui tem Paulo, João e Felipe, discípulo de Jesus, o aquele que era um entusiasta, né? e, vamos dizer assim, o verbo de Felipe é o diálogo dele com Natanael, quando ele diz assim: "Encontramos o Messias, vem e vê". É o verbo do cristão que que ele chamou ele para ver e conferir. Então, vem e vê são dois verbos utilizados por Felipe para apresentar Jesus, que ainda serve hoje para qualquer um que queira realmente

É o verbo do cristão que que ele chamou ele para ver e conferir. Então, vem e vê são dois verbos utilizados por Felipe para apresentar Jesus, que ainda serve hoje para qualquer um que queira realmente mudar a sua vida, venha e veja, conheça Jesus que você vai mudar. Pode passar. Essa é a sétima comunidade. Professor, nós temos ainda 16 imagens. Sim, senhor. E já nós já chegamos aí às 22:58. Aí eu eu pergunto, eh, porque se a gente passa essas imagens muito rápido, talvez perca todo o conteúdo que o senhor tem para trazer em relação a elas. Então eu eu faço a sugestão da gente continuar na próximo programa. Que que a senhora acha? Por mim não tem problema nenhum, é só o Álvaro concordar. Já foi, Álvaro? Tá sem som, Álvaro? Está mutado. Isso, isso. Eu sou o último que fala e o primeiro que apanha aqui. Ah, porque cada slide é um é um é uma aula. Então, se tiver que passar muito rápido, acho que nós vamos perder. Não, mas tem e e tem e tem muita coisa boa, viu? Pois é, tem muita coisa boa. Eu acho que vale a pena. Eu concordo com você. Já somos às 11 horas e eu acho que os internautas também podem se manifestarem, né? Se quiserem a gente pode. Que vocês acham? Só agora que eu vi a mensagem interna do Álvaro aqui. Aí é com vocês. Com mim tudo bem. Fala um pouquinho mais rápido, talvez. E a gente faz vai mais meia hora, 40 minutos. Não. Bem, vamos tocando. Vamos tocando, então. Vamos. Vamos. Isso aqui é uma outra parte lá de serra que não vocês observem tudo isso na a primeira que eu fiz é como esse é bonito grande. Isso aí é quando você vai naquela rua principal que você dobra direita aí você tem essa imagem. Pode passar. Essa daqui é a comunidade de Filadélfia. é uma comunidade que foi a que mais foi fiel a Jesus e que marcou realmente a a sua eh sua construção. O que a gente tem são esses dois pilares que vocês estão vendo que eram oito desses que construí a base da do da comunidade de um ginásio que foi construído ali em Filadélfia. E como eles foram os mais fiéis, Jesus os

são esses dois pilares que vocês estão vendo que eram oito desses que construí a base da do da comunidade de um ginásio que foi construído ali em Filadélfia. E como eles foram os mais fiéis, Jesus os elogiam. é o que recebe mais elogio nas comunidades, nas cartas que veio através de João. E você observa, hoje nós temos uma cidade nos Estados Unidos com o nome de Filadélfia e muitas igrejas, sobretudo protestantes, se titula comunidade de Filadélfia, porque todo mundo só quer ser a cereja do bolo. Ninguém quer ser o o fermento que pode destruir ou ou não funcionar corretamente, né? Mas essa é a sexta comunidade, a que mais eh, vamos dizer assim, foi fiel a Jesus. Aí tem muitas, muitos textos, muitos, muitas placas, escrito em armênio, escrita em grego. E vale a pena a gente visitar um lugar e lamentar, porque como a cidade cresceu muito em torno, ninguém pode escavar aí, porque para escavar e essa só esse esse prédio aqui, você teria que derrubar esses prédios todinho que tem ao redor, porque eles estão tudo de baixo. Então, a maioria da dessas comunidades da da Ásia Menor, que são chamavam, que muita gente chama sete igrejas do Apocalipse, muitas delas você só tem um registro assim muito pequeno. Mirna é um exemplo que é a a pérola do Egeu que a gente vai falar dela ainda, mas é uma é uma comunidade que que às vezes você só você sente não ter mais registros, mas eh esses marcos aí vocês tão têm ideia do tamanho que é essa coluna. Ela deve dar de de diâmetro lateral uns 3 m só a largura de um. A a lateral tem mais uns dois. Então é uma é uma é um diâmetro imenso. E aí só foi só tem eh se eu não me engano três, mas são oito. Era era um uma construção oonal. Pode passar. E essa aqui, meu filho, Sardes. Isso é só o ginásio de Sardes. Sardes era uma uma foi um centro muito importante naquela época para os conquistadores. Espetacular, hein? Lindo esse. Lindíssimo, né? A gente comeu figo aí, professora. Era época de figo. É, tem quando tem tem um pé de figo logo aqui, onde tem essas quatro meninas aqui

s conquistadores. Espetacular, hein? Lindo esse. Lindíssimo, né? A gente comeu figo aí, professora. Era época de figo. É, tem quando tem tem um pé de figo logo aqui, onde tem essas quatro meninas aqui nessa foto, do lado direito, do lado direito do slide, o nosso lado esquerdo, tem um pele figo aí, né? O Mas só que o figo agora tava só brotando, porque o figo, olha, uma coisa puxa outra. Na parábola da figueira, o frigo é uma infrutescência, né? Então, a primeira coisa que aparece é a flor, depois o fruto e por último, a folha. Por isso que Jesus disse que condenou a figueira, que tinha folha, mas não tinha figo. Você não pode dizer que é uma coisa e ser outra. Não pode parecer uma pessoa por fora bonitinho de de fraque e por dentro não ter eh correspondência à sua presença. Você não pode se candidatar a seguidor de Jesus e não corresponder a ao fato de ser um seguidor dele. Isso em qualquer coisa. Você não pode dizer que é espírita se você não vive os postulados da doutrina em sua essência. Então não se candidate a nada se você não corresponde ao que você diz que é, né? É o é o exemplo da figueira. Mas esse ginásio ele tem inúmeras inscrições em grego. Tô enrolado, professor. Por quê? pela explicação do senhor, por você que que eu que eu saiba, você tem correspondido até agora. Não, não saia do do caminho não, viu? Porque eu puxo orelha as duas. Eu peço licença a Arcélio e a dona Ana e puxo sua orelha. Mas essa essa comunidade, essa que Jesus usa até para essa comunidade, porque a gente tem as cartas de Jesus do Apocalipse e pensa que é uma outra linguagem, mas tudo que Jesus diz no apocalipse tá no evangelho. É como se ele voltasse para mostrar nas suas cartas o que ele ensinou lá, porque essa comunidade ela se considerava imbatível, porque Sart fica entre montanhas e diz que as suas muralhas eram intransponíveis. e que eles tinham tanta confiança que ninguém conseguiria eh conquistá-los, que eles bebiam à noite e na noite que os peças chegaram, eles estavam todos

diz que as suas muralhas eram intransponíveis. e que eles tinham tanta confiança que ninguém conseguiria eh conquistá-los, que eles bebiam à noite e na noite que os peças chegaram, eles estavam todos embriagados, todos dormindo. E os peças que fizeram, fizeram um buraco no muro e invadiram a cidade. E Jesus diz ali: "Ninguém sabe a hora que o ladrão vem. Se soubesse, fecharia a porta. Orai e vigiai, porque quando menos esperais, chegará o filho do homem". Então, é uma metáfora do evangelho utilizada para a comunidade de Sardes. Essa comunidade ela, para você ter uma ideia da magnitude, eu tive que olha o tamanho que as pessoas ficam na foto para poder eu conseguir tirar uma foto e peguei todo o conjunto e não peguei 100%. Peguei o o o a parte mais central deste ginásio. Aí perto tem uma sinagoga que é a coisa mais bela de se ver. E eles ainda estão escavando. Passa o próximo. Eu acho que eu coloquei aí algumas fotos. Olha aí, ó. Isso é a sinagoga que a primeira vez que eu fui aí não tava coberta assim não. Hoje a curiosidade, hein? No sinagoga. É, e totalmente helênica, né, professor? Totalmente helênica. E tem uma coisa, ela tem hoje, Álvaro, por causa do piso dela, você vê, isso é mosaico do século nãoé, da época bizantina por ali com com Roma, com a com a Grécia, com os gregos. E agora você só pode circular pelos cantos. Você pode ver que tem umas máscaras escuras, uma marca escura que puseram um tapete aí pr as pessoas não pisar nesse nesse chão para não estragar, para conservar em essência. Tem tudos. Pode passar a próxima. Eu tirei mais foto. Olha a lateral da da das colunas romanas, de lojas, de tudo. Essa aqui é já é a igreja de Tiatira. A gente viu Laudiceia, Filadélfia, eh, Sardes e aqui Tiatira. Tiatira foi uma comunidade que Jesus se preocupou exatamente com as heresias, porque naquela época existia os cristãos dessa região, aqui havia muita muita muito comércio, muito mercado. Inclusive Paulo fala em Lídia nas suas cartas, né, que que eh que a Lídia era Tecelã de Tiatira,

e naquela época existia os cristãos dessa região, aqui havia muita muita muito comércio, muito mercado. Inclusive Paulo fala em Lídia nas suas cartas, né, que que eh que a Lídia era Tecelã de Tiatira, comerciante de tecido eh de purpurilinho, né? Isso. Comerciano de puro perilinho. E mas só que aqui nessa cidade referente a fala ao rei que está lá no no aqui é Norma Sueli, né, que tá chamando atenção aqui. Mas deixa só eu fechar aqui, Norma, que eu vou adiantar a tua pergunta. Ela era eh daí que tem os cara no Jezabel era uma comerciante daqui. Ah, tá. Que que era que que é semelhantemente a Jezabel lá do rei Acai, né, que tá tá tratando lá no livro do dos reis de Elias, do profeta Elias. E Jezabel, ela era infiltrou-se no meio dos cristãs. Ela era devaça e ela dizia que o não tinha nenhum problema que os cristãos se prostituíssem, porque ela era prostituta. Então ela começou a desviar os cristãos. E nessa carta aí, se eu não me engano, na carta de Smirna, ele fala exatamente disso, chamada doutrina dos nicolaítas. Não sei se já ouviram falar na doutrina dos nicolaítas, que foi uma doutrina criada com base no no no grupo de diáconos que veio Estevão, veio Felipe e veio Nicolau. e que diz que foi Nicolau que fundou essa doutrina, mas que foi pervertida e que a doutrina dos nicolaítas era uma doutrina que achava que as coisas eh ligadas ao corpo físico não poderiam ser condenáveis. Então podia haver prostituição, priscuidade, não tinha problema nenhum, desde que a pessoa se voltasse pro espiritual, quer dizer, era um negócio meio sem sem nexo. E é exatamente o que Jesus chama aqui em outras cartas. Vocês são estão se entregando à doutrina dos nicolaítas e por isso eu escondendo. Então mostrava a como Jesus estava atento a todas essas coisas. Porque Tiatira era uma coisa, uma comunidade pequena. Mas Jesus não deixou de trazer mensagem para todos aqueles que estivessem fugindo, porque isso isso era considerado uma heresia. E as heresias foram muito combatidas nas cartas

uma comunidade pequena. Mas Jesus não deixou de trazer mensagem para todos aqueles que estivessem fugindo, porque isso isso era considerado uma heresia. E as heresias foram muito combatidas nas cartas apostólicas, chamadas epístolas católicas, as não paulinas, né, que tem na igreja, que que era exatamente aquilo que combateu João na sua na sua primeira, segunda, terceira carta apostólica, Pedro, Tiago e Judas, eles sempre se preocupavam com as intrissão de heresias na comunidade nascente. Bem aqui, aqui Norma Sueli, professor, por favor, volta a explicar a questão da figueira. Podemos entender que se a figueira tem folha, então ela deveria ter f. Exatamente, minha filha. Jesus diz assim agora mesmo, eu eu eu peguei uma figueira e disse assim: "Olha, gente, chamei o grupo que a gente tá com slide a céu aberto aqui. Porque a figueira tava, ela não tinha, ela só tava seca, sem folha nenhuma. sem fruto, mas tava começando umas folhinhas norma. E quando a figueira começa a florir, ela é uma infrutesência. Ela primeiro vem a flor, depois vem o o fruto. Então ela começa, ela transforma-se a flor. Quando a gente vai ali paraa Cesareé de Felipe, no norte de de de Israel, na Galileia, é um cheiro no ar, uma beleza, porque é na nascente do Jordão, a árvore que permanece, que prevalece é a figueira. Então aquela flor, aquela florzinha se transforma num pequeno fruto que vai crescendo. Quando o fruto tá já formado, no seu formato, começa a surgir as folhas. E quando a folha cobre tudo, significa que o fruto já está pronto para ficar maduro. Por isso que Jesus disse: "Vede a parábola da figueira. Quando seus frutos surgem, o inverno está próximo." Por quê? Porque ele surge na primavera e a sustação seguinte é o verão. Jesus dava uma lição de tempo, de situação maravilhosa. Só que quando você vê folhas na figueira, significa que já houve a influorescência, enfrutescência, o fruto. Aí é que a folha chega. Por que é que Jesus condenou a figueira? Porque ela tinha folha. Ele foi lá, ele não

ê vê folhas na figueira, significa que já houve a influorescência, enfrutescência, o fruto. Aí é que a folha chega. Por que é que Jesus condenou a figueira? Porque ela tinha folha. Ele foi lá, ele não tinha fruto. Então não seja como a figueira. Se você se candidata a aparentar que você ou mesmo você se diz seguidor de Jesus, não seja na aparência, não seja como a figueira que tem folha, que deveria ter fruto, mas não tem frutos. Isso serve, gente, para o pastor, o padre, o o espírita, o presidente de casa espírita, aquele que é candidato a ser um seguidor de Jesus, tem que ser autêntico. É isso que Jesus nos ensina, norma, com a parábola da figueira. Essa é uma dica do Enem para vocês que não estavam no programa, mas foi a pergunta que foi feita e agora nós presenciamos isso. Nós fomos para lá agora e e as figueiras estão começando a florir. Eu dei uma aula lá no no tempo de Artemis que a gente foi visitar exatamente porque eu achei uma figueira que tava começando, até fotografei e expliquei o grupo. O grupo parou todinho e teve uma aula no campo sobre isso. Pode passar a próxima. Ah, Nossa Senhora. Aqui, aqui é 3 horas de explicação, viu, gente, em Éfeso. Porque isso aqui é isso aqui eu já coberto dizendo o seguinte: "A praia, professor, a praia". Gente, vocês vocês estão querendo dormir, ó. Já são 11:15 e eu não vou terminar mesmo não, porque aqui dá muito tempo, gente. Aqui eu vou ter que falar. Paulo deixou de pregar em sinagogas para ir pregar em ágoras. Primeira coisa, quando ele procura as comunidades judaicas que ninguém o o aceita, então ele vai para as ágoras. Águora não é praça. Ágora é um shop center. A ágora grega é um lugar onde vocês estão vendo aqui uma fileira de colunas. Isso aqui eram lojas na água de Éfeso. E lá onde tem esse guindast na fotografia lá no final ali prova segundo a guia e outros que estavam conosco, foi aonde Paulo teve uma loja por 3 anos na terceira viagem de 59 a 62. Então aqui nós temos um grande registro aonde Paulo pregou por 3 anos que ele

prova segundo a guia e outros que estavam conosco, foi aonde Paulo teve uma loja por 3 anos na terceira viagem de 59 a 62. Então aqui nós temos um grande registro aonde Paulo pregou por 3 anos que ele disse que ele tinha uma loja, mas ele não tava preocupado em formar em vender tecido. Ele tava preocupado em formar cristão. Se você passar 5 minutos na nova, na loja dele, podia não levar nada, mas saía cristão, entrava pagão e saía cristão, porque ele tinha um uma é o início do sinal da sua conversão. Exatamente. Então, e tem mais um detalhe, ele morava do outro lado desse guindast. entre esse guindast e a e a água tinha a avenida do Propion, que era o porto que daqui saía direto para o grande porto de Éfeso, por onde ele fugiu. Porque atrás aqui, gente, dessas colunas do do lado direito, nosso direito que a gente tá vendo o slide, atrás ficava o grande ginásio. Aqui foi houve o movimento onde Demétrios movimentou, fez um levante porque Paulo se opôs a Deus Artemisa e os origens de Éfeso viviam ganhando dinheiro, produzindo estátuas de ouro, eh eh brincos de ouro com a grande deusa grega Artemis. E Paulo disse que Deus não estaria em em prédios, em colunas feitas por homem, muito menos em bijuterias ou qualquer coisa de ouro que quisesse representar algum deus. Então ele desfez de Artemis. Então, Demeto se juntou todos os ouríos da cidade que viviam disso e criaram um movimento para linchar Paulo. E é quando o prefeito de Éfes prendeu Paulo. E prendeu, não foi que Paulo fosse condenado a nada, mas prendeu porque Paulo era cidadão romano e ele não teria como eh diminuir a turba, evitar que Paulo fosse linchado. E ele não sabia o que dizer a Roma de ter permitido o cidadão romano de ser linchado numa cidade sem dar de vida proteção. Então todo mundo diz: "Pulo foi preso?" Não, Paulo foi protegido pelo prefeito de Éfeso para evitar que ele fosse linchado. E depois disso é que ele pega a estrada aqui do propóion e vai- se embora e deixa Éfeso 3 anos depois de morar aí. Mas eu vou pedir

protegido pelo prefeito de Éfeso para evitar que ele fosse linchado. E depois disso é que ele pega a estrada aqui do propóion e vai- se embora e deixa Éfeso 3 anos depois de morar aí. Mas eu vou pedir licença para responder as perguntas que tiverem, porque realmente aqui ainda eu vou falar aqui em Éfeso de João, ainda vou falar de Maria e da casa de Maria em Éfeso, que é o ponto culminante da nossa viagem. E eu vou atrapalhar o Álvaro. Eh, nesse caso, quem vai apanhar sou eu. O primeiro, o último que fala, o primeiro que apanha. Professor, por mim o senhor pode terminar pra gente voltar pro livro de Deuteronômios semana que vem. Por mim tudo bem, tô com vocês, tá? Mas por mim manda brasa. Mas o Adriano que sabe aí, ele que é o nosso gerente. Adriana éist. Diga aí, Adriano. Não é com vocês, porque assim, e é muito conteúdo, né? Cada slide começa a falar sobre cada slide. Tem muito conteúdo aí. É com vocês. Eu acho que se a gente seguir, nós vamos terminar no dia 26 de março. E nós temos seis perguntas. Nossa, pelo que já foi exposto. Sim. Então vamos para pergunta, depois a gente termina. Encerra com Paulo aqui, fica Maria e João pra próxima. E aí a gente fecha na outra, a gente pode fechar com uma meia hora, no máximo e aí continua no nosso estudo normal. Ó, vamos lá, ó. Deixa eu colocar aqui então as perguntas que nós temos. Vamos lá. A a Marisa Velasques, ela pergunta aqui, Álvaro, se for possível, pergunta para o professor, onde posso adquirir um exemplar da revista Reformador, onde foi publicado o trabalho científico sobre a casa onde viveu Emanuel. Claro, posso perguntar, professor? O senhor pode dizer? Tô brincando. Foi publicado, minha filha, em fevereiro do ano passado. Foi na revista O Reformador, no volume de fevereiro. É o que eu posso lhe dizer. você vai encontrar, pode entrar no reformador, fevereiro de 2024, você vai encontrar a publicação. Temos aqui, ã, o Arhenius Felipe, tire uma dúvida da minha ignorância. Judaísmo tradicional rejeita Jesus como Messias? Então, Jesus

no reformador, fevereiro de 2024, você vai encontrar a publicação. Temos aqui, ã, o Arhenius Felipe, tire uma dúvida da minha ignorância. Judaísmo tradicional rejeita Jesus como Messias? Então, Jesus não é bem-vindo a Israel. Álvaro? Não, Israel é uma democracia. Eh, se fosse um país com fundamentalismo eh de qualquer tipo de religião, sim, mas Israel é um país laico do povo de Israel. Então lá você pode ser cristão, você pode ser muçulmano, 20% da população de Israel é muçulmano, a com todos os direitos, com todas os iguais direitos de um judeu, assim que também tem uma pequena percentual de cristãos. Mas poderíamos dizer que talvez hoje, se tivéssemos que dizer onde talvez não é bem-vindo, nós poderíamos dizer de Sudão, onde hoje ocorre um grande genocídio aos cristãos. Essa semana passada nós tivemos eh alguns cristãos sendo degolados na Síria porque se eh se recusaram a a negar Jesus. Mas não tem como a gente falar isso de Israel de absoluta nenhuma maneira. O que é proibido em Israel é a você querer converter alguém. Não se converte ninguém em Israel. Isso é crime. Existe respeito a todos os tipos de religiosidade, desde que não interfira nessa condição. Muito bem. É isso mesmo. Falou bem. Aí, eh, professor Severino, a luz da doutrina espírita, o que podemos entender para os dias de hoje e essa frase: "Eu te vomitarei de minha boca". Ah, com relação à doutrina espírita, é a é a mesma coisa que você tem que ser autêntico na doutrina, fiel seguidor dos seus postulados. Você não pode ser ficar em cima do muro, em outras palavras, você não pode. Essa frase de Jesus, íria, é exatamente um reforço daquilo que ele já dizia. Aquele que perseverar até o fim vencerá. Aquele que põe a mãe o arado e olha para trás, não é digno de ser chamado filho de Deus. não é digno de ser um seguidor da do do meu evangelho. Então o que ele tá falando é mais um reforço daquilo que ele diz no sermão do monte. Seja o vosso falar sim, sim, não, não. Autenticidade naquele que você vive. É o mesmo que nós falamos da da

ngelho. Então o que ele tá falando é mais um reforço daquilo que ele diz no sermão do monte. Seja o vosso falar sim, sim, não, não. Autenticidade naquele que você vive. É o mesmo que nós falamos da da figueira. Se você tem folha, você tem que ter fruto. É, é isso. É ponto passivo. Você não pode dizer que é um cristão se você não tem na prática atitude de cristão. E é exatamente o que Jesus se preocupava. Não seja como os fariseus, aqueles que cobrava dos outros, mas de si mesmo não fazia nada. Jesus nem condenou o que os fariseus ensinava. Eles sentam na cadeira de Moisés, eles ensinam, escutam o que eles dizem, façam o que eles mandam, porque eles ensinavam o certo, mandavam fazer o certo. Agora, não seja como eles, o que eles mandam fazer, mas eles de não fazem nada. Então, é isso que Jesus quer dizer. Eu não aceitarei vocês dizendo que é cristão, se não segue aquilo que eu ensinei. É a mesma coisa. aqueles que moravam em La Odisseia, que misturava a água do rio lixo com a água do rio da da fonte de Pamucar lá de Erápolis, que bebia aquela água morna, passavam mal e vomitavam. Então Jesus usa uma coisa que já era conhecida na região para dizer: "Se vocês não me seguirem, vou fazer igual aqueles que bebem água morna de de laudissia. Eu vomitarei de minha boca. Eu não vou aceitá-los como meu seguidor ou como cristão. É isso que ele quer dizer. Então, espírita não diga que conhece Kardec, conhece os postulados da doutrina, conhece de có salteado todas as perguntas do livro dos espíritos, lê as as obras de Emanuel, se emociona, chora, mas não faz nada diferente, não muda, não se auto não há aquele que o que o a filosofia da doutrina nas 1019 que a do livro dos espíritos nos ensina, a reforma íntima, se você não faz reforma íntima, você não é espírita, você pode até dizer que simpatiza, que gosta do ensinamento, mas você não vive, é o que Jesus disse: "Eu te vomitarei da minha boca". E aqui o Mauro, eh, o Mauro Marques, né? Ele traz pra gente aqui Atos de Paulo e Tecla, documento apóxo

e gosta do ensinamento, mas você não vive, é o que Jesus disse: "Eu te vomitarei da minha boca". E aqui o Mauro, eh, o Mauro Marques, né? Ele traz pra gente aqui Atos de Paulo e Tecla, documento apóxo do século I depois decoist. Também existe um livro espírita psicografado pelo Carlos Bacelli, editado pelo espírito irmão José. Eh, livro Tecla, A primeira marcha do cristianismo. Ah, muito obrigado, Mauro, pela informação. Carlos Bachelo, eu sou muito amigo do Carlos, eu não conheço esse livro dele, só que eu eu tiria que fazer uma ressalva, né? E ela não foi a primeira marte do cristianismo, né? Mas realmente é uma uma deve ter sido uma metáfora, alguma coisa nesse sentido, mas ela realmente foi uma grande eh defensora do cristianismo que podia ter custado a vida se não fosse a sua força e a sua fé. Aqui nós professor diga Maurício, né? Maurício Franco. Professor, alguns falam que a Ordem das Comunidades no Apocalipse reflete também a melhor eh rota terrestre a partir de Éfeso. É, é, é isso mesmo. Olha, não pode, não pode ser isso não, viu, Maurício? Geograficamente não. Se você pegar, dependendo de onde você vem, porque a a cidade mais próxima de Éfeso é Esmirna. Mas se você sobe, você vai encontrar umas comunidades. Se você desce, você vai encontrar outra. Talvez a posição geográfica de Éfesos facilite, mas não é a ordem, não é a ordem das comunidades, não é, não é a parte de de Éfeso, não. Éfeso naquela época era uma, vamos dizer assim, sub eh subordinada a Esmirna. que era realmente onde ficava um bispado que tinha eh força ou gerenciava Éfeso. Mas as outras não, as outras eram foram fundadas assim baseado nas conquistas do dos dos peças, dos da própria da da própria eh questão política e e muito pouco geográfica. Agora, o que eu acho interessante é que nesse sentido, a partir de Éfeso, você João, por exemplo, poderia subir, descer, ir para norte, ir para sul e voltar para Éfeso. A proximidade a gente pode pensar assim, viu, Maurício, mas a ordem de de eh como é que eu diria? Rota

o, você João, por exemplo, poderia subir, descer, ir para norte, ir para sul e voltar para Éfeso. A proximidade a gente pode pensar assim, viu, Maurício, mas a ordem de de eh como é que eu diria? Rota terrestre a partir de Éfeso. Não, Éfeso tinha Porto, mas também eh Tro tinha Porto, Esmirna tinha Porto, Mileto tinha Porto, aquelas aquelas aquelas comunidades, vamos dizer assim, beiram, tudo bem, mas de Éfeso com relação às outras não. Difere um pouco, não é? A gente não pode dizer isso 100%. Eh, nós temos aqui a íria, né? Professor Severino, um dia, a alguns séculos, eu aprendi que o, acho que é o figo, né? Não é fruto, que o É isso mesmo, fico é flor. Será verdade? Claro, o fígado é uma infrutescência, eu acabei de dizer, é uma influorescência, nasce a flor, depois se transforma num fruto. É diferente da da das outras que cada um, cada flor dá um figo. Ele são várias flores para dar um só fruto, entendeu? É como se nascesse um um um foco de de de flores para dar um figo, enquanto que outros outras árvores, cada flor é um fruto. A Miram eh pergunta aqui: "Estevão foi o primeiro márte do cristianismo, segundo o livro Paulo Estevon." É isso, professor? Procede, Biram, procede. Mas aí agora eu vou dizer antes anterior, por quando você fala cristianismo, aí eu vou entender, Miriam, que é o cristianismo a partir de de de Antioquia, já depois do movimento de Jesus ter que ter feito todo o seu processo, ter sido crucificado e etc. Mas os primeiros mártires na vida de Jesus foram as crianças mortas em Belém por Herodes. Agora, se você considerar que Estevo foi um divisor entre a comunidade do caminho e o cristianismo na Gruta de Antioquia, eu vou dizer que esteve foi o primeiro mártir após a morte de Jesus. Mas só a chegada dele já eh gerou muitos mártires em Belém e foram as crianças mortas por Herodes. E o Maurício Fran faz uma observação aqui que eh ele fala que alguns dizem que a carta sai de pátinos. Os pátimos vai ao porto de Éfeso, depois ao porto de Esmirna e a partir daí rota

tas por Herodes. E o Maurício Fran faz uma observação aqui que eh ele fala que alguns dizem que a carta sai de pátinos. Os pátimos vai ao porto de Éfeso, depois ao porto de Esmirna e a partir daí rota terrestre. Claro, naquela época. É, Maurício, tem lógica, porque João recebeu em Pátimos, tá certo? Mas depois que ele é libertado, ele volta para Éfeso, só que ele sofre um naufrágio e escapa, chega em Mileto agarrado num to de madeira. Aí depois aquele volta para Éfeso e daí tudo bem ao port ao porto de Esmirna. de Éves. Esmirna poderia ser também porque Esmirna é cidade portuária e a partir dali rota terrestre. Pode ser, podemos pensar assim, mas não é uma coisa taxativa. Tem lógica, Maurício, tem lógica. É isso aí. E a Vânia faz uma observação aqui. Eu acho que os primeiros mártires foram as crianças de até 2 anos mortas à época do nascimento de Jesus. É o que eu já falei, eu eu eu separei só que quando elas forem mortas não tinha cristianismo, tá certo? É isso aí. Era Jesus que ia chegando. Eh, nós eh finalizamos as perguntas, partiremos para a finalização da live ou retornaremos lá para pras imagens, pros slides? Aí é com vocês. Te acha Álvaro? Álvaro não tô ouvindo. Tá desligado teu microfone. Se quiser adiantar mais um pouco, professor. Uai, manda abraça mais horinha aí. Por mim tá tudo bem. Pronto. Vai, vai, ó. Vai. Joga agora com você, Adriano. Vamos nessa. É, vamos, vamos nessa. Eh, dá mais um, um toque desse. Éfesé. É bonito, hein, professor? É, olha, olha, olha o apogu uma cidade que tinha tudo naquela época. Ginásio, rua. Olha, olha o mármore dessa rua. Essa rua, gente, ela dá mais de 1 km de comprimento, toda forrada de lá. Tinha templo para deusa nique grega que tem aí tem a a o o o templo de Adriano, que Adriano, o templo dele aí em Éfeso tinha uma um globo, um globo terrestre com o pé dele em cima do globo. Ele estava, ele era o deus da terra. Você tem, isso foi antes da conversão. Aí ele se tornou, é um tarefeiro no Igese. Foi, né? Ai, ai, ai. Deveria ser um exemplo de

re com o pé dele em cima do globo. Ele estava, ele era o deus da terra. Você tem, isso foi antes da conversão. Aí ele se tornou, é um tarefeiro no Igese. Foi, né? Ai, ai, ai. Deveria ser um exemplo de humildade pelo nome, poxa. Mas ele mas ele é um exemplo de poder, Adriano. Ele ele se considerava assim simplesmente aquela história, é, bom, são vocês, eu sou apenas o máximo. Então, é, o sobrenome não me ajudou não, viu, professor? Exatamente. Eu acho que você tá bem bem bem bem bem dotado de nomes famosos na história do planeta. Só que eu tô eu tô correndo de poder de qualquer tipo, viu, professor? Então sei não. Mas Éferson, quando você vê que eu tô com a minha capa no braço, o És tava quente no dia que eu tive aí, ele tava com 17 ou 18º e eu caminhei muito. Aí teve uma hora que eu tive que tirar meu meu casaco para poder caminhar um pouco mais. Mas o que tem muito aí não tem mais nada construído. É uma cidade morta, mas com muita, muita, eh, eu diria assim, muita história, muita arqueologia. É impressionante porque aí nesse depois que eu andei quase 1 km, aí a rua divide ainda, gente. Aí a minha direita continua um braço e aqui na esquerda outro. E o que não falta aí é gato e cachorro. tem para você matar de chapéu. Porque a Turquia tem uma curiosidade, os animais são todos vacinados e todo animal tem um chip. Então, onde ele tá, a prefeitura do local, sabe? Os gatos, os cachorros são todos dóceis. Eu fui mordido por um gato lá em em em Não fui mordido, fui arranhado porque ele tava dormindo e eu fui passar a mão na cabeça dele. Pode passar o próximo. A casa de Maria. Nossa, a a casa de Maria em Éfeso é um caso à parte. É um caso à parte. João levou Maria, mas para vocês verem uma como João foi reverenciado em Éfeso. João tem o templo de Artemisa no século VI, na época de Justiniano, foi destruído para construir a Basílica de João numa montanha em Éfeso. Lá está uma das basílicas maiores que eu já vi na minha vida, que é em homenagem a João. Lá está um batistério

ca de Justiniano, foi destruído para construir a Basílica de João numa montanha em Éfeso. Lá está uma das basílicas maiores que eu já vi na minha vida, que é em homenagem a João. Lá está um batistério e lá está a tumba dele. Ele é reverenciado em Éfeso mais do que em qualquer outra parte do mundo. E João foi muito querido, foi muito aceito. E ainda hoje você tem quem faz a tem que o sino tocou dessa vez. Ô Mir, não me lembro não, viu? Mira fez essa viagem conosco, grande companheira de viagem. Então, João, com a sua forma de de de ser fiel a Jesus, levou Maria para uma mont para primeiro para ali perto da ágora que eu mostrei de vocês lá embaixo. E ali Maria ficou um tempo, mas o acesso e o assédio das pessoas pela pelo personagem que eu que eu já falei para vocês que da deusa mãe da Anatlia e da Artemisa de de Maria. Maria foi um um um vulto de muita aceitação como mulher e como a terceira deusa daquela região da Anatia. Então, Maria, João tirou Maria lá da Baixada e colocou numa montanha, montanha de Bilbu, lá no alto da montanha. E ali ela viveu até os 62 anos. E ela recebia aí os doentes, os pobres, os necessitados e fazia tudo que podia para confortá-los, para consolá-los na sua prática solidão ali naquela montanha. Mais um lugar assim que a energia ainda hoje toca os nossos corações. E Maria, Maria um um a história de Maria nessa casa, ela depois que ela morreu com 62 anos, ela foi enterrada numa gruta aí próximo dessa casa, enterrada por João. E depois Tomé veio no dia seguinte, queria rever Maria. Ele voltou, abriu a gruta, que ele tinha colocado ela numa gruta e disse que quando ele abriu o caixão, só tinha mortalha, não encontrou mais o corpo de Maria. Uhum. fechou e essa casa ficou 1800 anos sem ninguém ter notícia dessa casa de Maria, onde é que foi que ela viveu. Só tinha marca lá lá em Éfos, lá embaixo, mas lá em cima nenhuma notícia, ninguém sabia para onde ficou. E ficou em torno do ano de 1820 uma freira alemã chamada Ana Caterine Emeric. Ela era

la viveu. Só tinha marca lá lá em Éfos, lá embaixo, mas lá em cima nenhuma notícia, ninguém sabia para onde ficou. E ficou em torno do ano de 1820 uma freira alemã chamada Ana Caterine Emeric. Ela era freira, mas ela tinha uma faculdade que pode ser padre, freira, bispo, batê, o que for, tem. Ela era médium. E ela começou a nas suas orações a ver um lençol que sangrava. E quando ela ela sangrava, começou a sangrar as mãos e os pés e ela começou a passar pelo aquilo que a igreja chama de estigma. Ela começou a ter a todas as chagas de Jesus no seu próprio corpo, nas mãos, nos pés. E nesses momentos ela entrava em transe e ela começou a descrever, sem nunca ter ido àquela região, a casa de Maria em Éfeso. Ela via onde ficava a casa, numa montanha, junto de uma fonte, acima de uma fonte. E ela contava aquilo para todas as pessoas. E o bispo de Esmirna, a quem Éfes era submetido, era província de Éfeso, de de de Esmirna naquela época. O bispo de Esmirna não deu muita atenção à narrativa e ao recato, mas um grupo de um padre e um grupo tentou procurar essa casa onde era, foi e não conseguiu nada. voltou mais um outro padre Paulã, se eu não me engano, francês, ele se interessou de descobrir baseado no relatório e nos relatos de Ana Caterina Emeric, ele veio a Esbirna e criou um grupo de pessoas que se interessaram de ir com ele para descobrir onde ficava essa casa. Mas é curioso porque Éfeso tem montanhas por todos lados. A árvore deve se lembrar, a gente tá em Éfeso e a montanha atrás, na frente, de lado, você não sabe no meio daquelas montanhas, qual seria a montanha a se procurar. E o padre Paulã, ele saiu com o grupo e começou a procurar na montanha de Bilbu, exatamente aonde João tinha levado Maria, que significa montanha do Ruchinol em turco. E eles procuraram, procuraram quando deu 11:30, eu tava muito quente na época, era o meio de de verão. E eles acabar, acabou a água que eles levavam. E tinha um grupo de camponeses trabalhando ali próximo e eles perguntaram se ele não tinha água para

tava muito quente na época, era o meio de de verão. E eles acabar, acabou a água que eles levavam. E tinha um grupo de camponeses trabalhando ali próximo e eles perguntaram se ele não tinha água para arrumar para eles. Disseram: "Olha, a gente não tem água aqui, mas aqui na mata tem um local, tem uma fonte e a gente tira a água de lá. A água é boa." E eles na cedo que estava foram lá, começaram a beber da água, a colher a água e olharam, viram os restos do que teria sido os aliceces de uma casa. casa modé e pela referência de Ana Caterina e Emérica descobriram que ali teria sido a casa de Maria. E aí eles, baseado nas divisões que existia, eles reconstruíram essa casa. A gente vê mais ou menos a parte que é nova da parte antiga. Aqui não tá tão marcado porque aqui é a saída. Aqui não é a frente da casa. Essa foto que eu tirei com Márcia e Vanda é na saída da casa. E eles reconstruíram e uma freira começou a cuidar dessa região, desse dessa casa e achar um caminho para ela. E a partir de 1800 30 ou 60 reconstruíram e a casa começou a receber visitas e hoje tem uma romaria frequente. É um lugar indescritível. Quando a gente chega aí, a primeira coisa que surpreende é porque tá escrito Mary Ana Ev, que em Turco Mary é Maria, Ana é mãe em Turco e Ev é casa, casa da mãe Maria, porque eles tratam Maria como realmente fosse uma mãe, uma deusa mãe semelhante à deusa mãe da Anatia. E a primeira vez que eu cheguei aí, eu passei por uma experiência muito forte, porque eu tenho uma mediunidade em determinadas ocasiões que eu não sei descrever de de de E eu tive três visões fortes por onde eu já andei na minha vida. A primeira foi em Cafarnaum. A segunda foi no Monte Tabor e a terceira foi na casa de Maria. Que na nas minhas orações, nas minhas meditações, nesses locais, eu vi um cone de de luz como se saísse da montanha, né? uma pirâmide inversa, levando, espalhando luz para todo todos os sentidos em Cafarnaú, no Monte Tabor e aí na Casa de Maria. E quando eu cheguei aí pela

cone de de luz como se saísse da montanha, né? uma pirâmide inversa, levando, espalhando luz para todo todos os sentidos em Cafarnaú, no Monte Tabor e aí na Casa de Maria. E quando eu cheguei aí pela manhã, acho que era 2012 ou 2013, eh tinha o Frade que cuidava, era Freiéo, baixinho, italiano. Perguntou no italiano dele se eu era padre, como sempre pergunta, né? Eu disse a ele que não, mas ele me viu entrar na igreja, fiz as minhas preces, eu nessa época Paula foi com a gente, cantou a Maria de Gunô lá dentro da da Carne de Maria e eu quase que me derreti em lágrimas. Foi assim um momento que eu não esqueço. E curiosamente quando eu saí por essa porta aqui que é a saída, né, a gente entra na frente aqui do lado direito, não dá essa senhora de preto que é Márcia Valente, companheira e irmã e a outra é Vanda. Quando eu quando eu a gente quando eu saí por essa porta, ele tava esperando por mim e aqui na saída tem uma placa dizendo que é proibido turista numa entrada que ele me convidou. Chame seu grupo que eu tenho um local aqui para você ir. Aí eu chamei o grupo, nós fomos, entramos nessa capela. Era uma capela que foi construída para os papas que já tinha vindo aí. João Paulo I, Bento 16, só não tinha vindo o Papa Francisco naquela época. Acho que ele não tinha ido ainda, não. Me lembro dele não. Mas ele falou João Paulo I e Bento 16, que concelebravam lá embaixo e ficava hospedado aí. com essa capelinha aí, vizinha a casa de Maria. E o Freiense levou a gente para lá. Eu comecei a me lembrar muito, sentindo a presença da minha mãe espiritual, que é a fundadora da casa que hoje eu coordeno aqui em João Pessoa, o núcleo de Estudo Espírita Bom Samaritano, Helena Sobral Crispim, que era era filha de Maria e catequista da igreja e pela mediunidade se tornou espírita e fundou a casa que hoje eu dirijo aqui em João Pessoa, que o Álvaro conhece, já esteve lá, já fez um trabalho muito bonito lá de efeito físico e me veio a figura dela muito forte. E quando eu cheguei perto do

a casa que hoje eu dirijo aqui em João Pessoa, que o Álvaro conhece, já esteve lá, já fez um trabalho muito bonito lá de efeito físico e me veio a figura dela muito forte. E quando eu cheguei perto do padre, ele a minha altura, baixinho ele do frade, eu disse assim: "O senhor dá uma bênção pra gente?" Que eu me lembrei do meu tempo de seminário. Aí ele pegou uma, disse: "Aguarda um pouquinho que eu vou me preparar". colocou a estola e veio, disse assim: "Vamos abrir o santíssimo porque que aquela hóstia que eles ficam grande numa numa custódia que usa assim procissão e tudo fica dentro de um sacrário. E quando você vai dar aquela bênção fora da cerimônia tem que ter dois para abrir para fechar o sacrário." E ele me chamou e eu fui, comecei a me lembrar do do meu tempo de seminário, que a bênção do santíssimo era toda quinta-feira. e se cantava naquela cantava em latim tanto ergo, sacramento, veneremo, xerui. E eu comecei a me lembrar dos anos 60, do meu primeiro ano de seminário. Aí antes dele abrir, ele olhou para mim e disse assim: "Cante alguma coisa aí me virei, comecei a cantar um hino que a gente cantava do chamava hino do divino Espírito Santo. A nós descei divina luz e em nossas almas acendei o amor de Jesus. Comecei a cantar e me emocionar. E quando eu me virei, a igreja que tava com todo o nosso grupo, era umas 40 pessoas, todos estavam entre lágrimas. Foi um momento assim muito forte. Quando terminou, fechamos o sacrário com ele e ele perguntou se alguém queria banho, né, que italiano é WC. Aí entramos lá e aí eu vi que eu tava no banheiro do Papa, a cama do Papa e eu fotografei tudo porque essas coisas a gente diz e o pessoa pode não acreditar, mas eu tenho até o papel gente do banheiro saiu na foto. Tem tudo, a toalha, um local assim bem íntimo. Eu me senti até eh constrangido, né, assim, que eu tava como se fosse um invadindo uma privacidade. E quando eu saí, que essa capelinha fica mais acima, aí eu tirei uma foto com o casal do Rio de Janeiro, Valziro e a Ângela, e eu olhei para o de

ue eu tava como se fosse um invadindo uma privacidade. E quando eu saí, que essa capelinha fica mais acima, aí eu tirei uma foto com o casal do Rio de Janeiro, Valziro e a Ângela, e eu olhei para o de cima da montanha para o maregeu. Aí eu me lembrei de Humberto de Campos na obra Boa Nova, no capítulo 30, que ele fala de Maria nessa casa. me vê assim como uma uma revisão mental, uma lembrança que, aliás, essa obra agora ganhou o prêmio, né, nos Estados Unidos como uma das grandes obras da doutrina espírita. Aí uma reportagem essa semana, boa nova de Humberto de Campos. E quando eu olhei pro lá de cima, eu avistei o Marigu e eu estava acima do teto da casa de Maria. que tem um degrau, uma escadaria que tava, eu tava lá no topo do degrau, aí eu me transportei no tempo. Foi uma coisa assim de segundos que durou, não sei o tempo, mas eu vi o Marejeu e me lembrei de Humberto de Campo dizendo que Maria trabalhava o dia todo. acabaram de atender o último pedinte, o último necessitado e começou a meditar e a dizer assim: "Ô meu Deus, quanta tristeza, quanto sofrimento, até quando ainda vamos ter que conviver com essas dificuldades?" E que quando ela está naquela reflexão de Zumbert Campo no seu lirismo, né? As primeiras estrelas começavam a clarear nos céus da de Éfeso, quando Maria escutou uma voz de mais um pedinte que dizia: "Mulher, cheguei". E ela começou a pensar, mais um pedinte, só que aquele pedinte tem uma característica diferente. E Maria começou a dizer: "Eu conheço essa voz, não sei de onde, mas eu conheço essa voz. E o pedinte circulou por trás dela, veio para diante dela, estirou as mãos e ela viu as marcas dos cravos. E ela disse: "Meu filho, é você?" "Sim, mamãe, sou eu. Eu vim de buscar." Ela se ajoelhou, beijou-lhe as mãos, beijou-lhe os pés, reviu a chaga da lança que fizeram no seu peito e começou a dizer: "Ô, meu filho, o que fizeram com você?" Mas aquela voz continuou: "Mamãe, eu vim lhe buscar. Eu vim levá-la para o reino das bem-aventuranças, prometido

nça que fizeram no seu peito e começou a dizer: "Ô, meu filho, o que fizeram com você?" Mas aquela voz continuou: "Mamãe, eu vim lhe buscar. Eu vim levá-la para o reino das bem-aventuranças, prometido por Deus para aqueles que cumprem a sua tarefa." Diz Humberto de Canto que Maria desmaiou nos braços de Jesus, não viu mais nada, a não ser o cântico dos anjos que a recebia na pátria espiritual. E naquele momento ela que não viu mais nada, apenas no dia seguinte, um mensageiro foi a Éfeso dizia a João que Maria tinha falecido, tinha morrido. E ele a enterrou numa gruta junto da casa, fechou a gruta e colocou galv de árvores pelo lado de fora. Quando eu me quando eu terminei de de revisar esse momento tão importante, eu não eu não eu não sabia medir as lágrimas que envolviam-me, mas paraa minha emoção aumentar, o Ruchinol começou a cantar na montanha de Bibu. Eu entrei no ônibus e ele desceu para Éfeso a ladeira e aquela imagem de avistar a cidade Celtchuk, que é a cidade que hoje fica mais próximo de Éfeso. E a gente desce a ladeira e vai vendo. E foi algo que marcou realmente aquele aquele ano 2013 na minha vida. Até hoje eu não esqueço, toda vez que eu vou aí, semana passada nós tivemos aí e ficamos uma tarde, toda a tarde à disposição da casa de Maria. Fizemos oração em conjunto, meditação, tem as fontes estão lá, não são mais fontes como eram, mas tem torneiras que que canalizaram para colir a água da fonte. é um lugar de uma energia assim indescritível. E eu queria encerrar a nossa nossa noite com essa essa narrativa da Casa de Maria, porque eu acho que vale a pena as outras informações a gente deixar para a próxima 15, daqui a 15 dias para só para iniciar e depois retornar o nosso estudo. Mas para mim é foi assim mais uma renovação de energias, mais aprendizado. As pessoas que conviveram conosco foram realmente fraternas, muito unidas. O nosso grupo era um por todos, todos por um. Foram 23 pessoas que comungaram o tempo todo com as nossas eh com a nossa coordenação e

as que conviveram conosco foram realmente fraternas, muito unidas. O nosso grupo era um por todos, todos por um. Foram 23 pessoas que comungaram o tempo todo com as nossas eh com a nossa coordenação e com aquilo que a gente tinha que informar da das ruínas que da arqueologia e da história de um sucessor de Jesus que não tem religião, não tem geografia, não tem poder que possa destruir as marcas deixadas pelos marc os mártires de Jesus. Paulo, Pedro, Barnabé, eh Lucas e todos aqueles que foram testemunhos oculares e que não cederam a fidelidade e o amor a Jesus por nada. E que eles possam morar em nossa memória, continuar estimulando a nossa vida da importância que significa ser um seguidor de Jesus. Eram essas minhas considerações, desejando a todos uma boa noite e até um, se Deus quiser, passo a palavra para Adriana fazer o encerramento das nossas eh considerações e reflexões da noite de hoje. É isso aí. Vamos então, né, finalizando a live de hoje, reta final. Deixa eu ver com Álvaro se ele tem alguma alguma consideração, algum recadinho, enfim. Lembrando que o nosso próximo encontro será no dia 8 de abril, tá bom? 8 de abril, tá bom? Meus amigos. Eu não tenho não. Só agradecer a todos que estão presentes, ao professor, a você, e é isso, meus amigos. Então é isso aí, pessoal. Vamos finalizando a live de hoje. Eu vou pedir pro professor que até pela inspiração, viu, professor? Eh, o senhor contou aí acerca, né, dessa passagem que é narrada no livro Boa Nova, né, do encontro de Jesus com Maria. Eu me lembro que quando eu li esse capítulo do Boa Nova, eu ao final eu estava estava chorando de, como se diz, de molhar o travesseiro, viu? Realmente é uma e eh é impressionante estar ali. Então, aí eu não consigo nem imaginar. Eu vou pedir então que o senhor faça a nossa prece de encerramento, por favor, professor. É, meus irmãos, vamos agradecer a Jesus essa esse momento que tivemos de refletir sobre o testemunho desses dedicados seguidores do Cristo, que nunca se deixaram vencer

rramento, por favor, professor. É, meus irmãos, vamos agradecer a Jesus essa esse momento que tivemos de refletir sobre o testemunho desses dedicados seguidores do Cristo, que nunca se deixaram vencer pela opressão, nem pela perseguição. foram firmes, correspondendo exatamente ao carinho, à dedicação, a gratidão e ao testemunho daquele que deu também a própria vida por todos nós. Aquele que deixou uma mensagem libertadora, a mensagem da imortalidade, da continuação da vida, com seu exemplo de ressurreição. sua volta de entre os mortos foi e é para nós um testemunho da imortalidade da alma, como se dissesse que a morte existe, mas os mortos não. E que ele possa abençoar nossas vidas, colocar os nossos corações sempre em sintonia com o seu amor, com a sua luz, com a sua paz. agradecendo por mais esta oportunidade de poder dividir com vocês as nossas experiências de passar naqueles locais e conferir em loco o testemunho e o amor de cada um daqueles que ali viveram e que ali testemunharam a mensagem do Cristo. que ele possa estar em nossas mentes, em nossos corações e sobretudo na prática que cada um de nós tem que corresponder ao conhecimento, à dedicação e ao testemunho do nosso querido mestre, amigo Jesus. Que ele habite em nossas mentes, em nossos corações esta noite, amanhã e sempre. Que assim seja. Que assim seja. É isso aí. Isso aí, pessoal. Nós vamos encerrando, então, eh, dizendo sempre que todo esse trabalho aqui é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Beijo nos corações de todos vocês que estiveram conosco e nós aguardamos vocês no dia 8 de abril paraa continuidade da quinta temporada da série de Moisés a Kardec. Fiquem todos com Deus e até lá. Ciao. Ciao.

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