De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino
Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino !!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚
เฮ Olá, pessoal. Sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio da série de estudos de Moisés a Kardec, quinta temporada. E nós estamos aqui com os amigos. Deixa eu, deixa eu abrir aqui pela ordem que tá aparecendo aqui para mim. Professor Severino Celestino, Jorge Elará e Álvaro Morenhai. Boa noite meus queridos. Tudo bem? Álvaro? Tá, tá, tá. Pronto. Agora sim, professor. Agora sim. Uma boa noite a vocês. Meu pai dizia que soldado no quartel doente não não presta serviço bom. Eu hoje eu eu hoje estou um soldado debilitado. Eu passei um dia em casa tomando um remédio que eu peguei um resfriado muito forte na volta do congresso, por sinal. Eh, boa noite a Jorgito, boa noite Álvaro, boa noite Adriano. E dizer da nossa o nosso balanço do congresso lá de Goiás, de Goiânia. Foi um congresso excelente, muito organizado, um conteúdo, um conteúdo doutrinário, a vida no mundo espiritual, um assunto assim muito importante. Muito bom. E a gente teve a felicidade de participar. Eu participei de duas mesas redondas, o Álvaro participou de outra e uma ótica muito comum para vocês que para você, Jorgito, todo mundo dizia: "Só falta o Jorge aqui". Porque é o nosso o nosso programa de Moisés a Kardec tá tendo assim uma aceitação onde a gente vai. Pessoas que se emociona quando vê a gente, abraça a gente com maior carinho, pergunta por vocês e cadê o Jorge? Não veio? Eu digo: "Não, mas o Álvaro está por aí, vocês vão ver." E a gente fez assim, o Álvaro também pode corroborar aí as minhas palavras porque foi realmente final de semana perfeito. Perfeito. Organização impecável. assistência muito boa. A aquele sempre, né? Eu já participei dos congressos de Goiânia há mais de 20 anos atrás, desde o tempo de Humberto Ferreira. E já faz um bocado de tempo. Eu lancei o primeiro livro analisando as bíblicas, na Federação Espírita no ano 2000. Então faz 20 nem nascido. Mas você vê que eu não sou velho, eu sou bem usado, né, Jorge? Então, palavra, eu quero dizer para vocês que se eu não estive em Goiás, a culpa é de vocês
pírita no ano 2000. Então faz 20 nem nascido. Mas você vê que eu não sou velho, eu sou bem usado, né, Jorge? Então, palavra, eu quero dizer para vocês que se eu não estive em Goiás, a culpa é de vocês dois. Vocês dois são porque nós viemos a Fortaleza para fazer um trabalho aqui. Acho que foi outubro, não foi? Ano passado. Sim. Oi. Aí eu fui fisgado nessa vinda para voltar agora para fazer uma atividade aqui. Aí eu vim. Então a culpa é de vocês que se eu não tivesse vindo em Fortaleza daquela vez. Eu estou nesse momento em Fortaleza. Boa noite. A testemunha entra em campo neste momento. Meu Deus. Meu Deus do céu, Ana Cele, a testemunha ocular está na na no chat. Muita gente boa. E a sua presença foi muito cobrada, viu, Jorge? Foi bastante. Eu não te vi. Bom, pois é, nós não nos encontramos, infelizmente. Eu dei um abraço. Boa noite, professor Severin Celestino. Boa noite, Jorge Elarrá. Boa noite, Adriano. Não adianta, eu cheguei agora no máximo. Boa noite, Adriano. Máximo. Quem quem faz isso? Não adianta, viu, Álvaro? Não adianta. Quem faz isso com propriedade é o Jorgito. O Jorgito. É o Jorit. Olha, eu posso até fazer, eu posso até fazer, mas hoje eu não darei boa noite a nenhum de vocês. Nossa, eu darei feliz aniversário, Denise Balô. Feliz aniversário, Denise. Meu Deus. Feliz aniversário, Denise. Liguei hoje, ela nem me atendeu. Não liga mais para mim. Eu mandei uma mensagem para ela, ela respondeu a mensagem, vi a mensagem do Adriano também que que Adriano mandou para ela, ela agradecendo e Denise, a gente de Santauperi dizia que tu te tornas responsável por tudo que cativas. Cativou a gente muito. Uma vez ou outra, se você quiser aparecer, o Adriano não vai ficar com raiva e muito menos não. Nossa, que que é isso? O lugar é dela, entendeu? Isso aqui é dela. Mas você você tá preenchendo muito bem agora. É porque é porque nós nós aqui o o Trio Esperança, que eu, Álvaro e e o Jorgito, a gente a gente sabe que uma mulher dá um um clã, né? Você é muito capacitado, você é excelente
chendo muito bem agora. É porque é porque nós nós aqui o o Trio Esperança, que eu, Álvaro e e o Jorgito, a gente a gente sabe que uma mulher dá um um clã, né? Você é muito capacitado, você é excelente companheiro. Aqui é só é só o contraste, né? É só o contraste que Denise faz muito bem. é uma pessoa que tem uma sensibilidade muito boa e saúde para você que a paz, que a felicidade, o amor e essa luz que você tem, essa sensibilidade e esse carinho se multiplique não por nós, mas por todos aqueles que lhe dissertam que você deve ser uma pessoa muito querida, né? E a gente, eu que sonhava, eu e o Álvaro, dar um abraço na Denise agora e na Goiânia e ela não apareceu também, né? O Adriano, eu não encontrei com você, Adriano. Nem eu. Nós nos desencontramos lá na eh lá no centro de convenções. Eu tive que fazer uma viagem. Ah, eu viajei na Eu viajei no sábado. Ele só ficou na sexta-feira a fiquei na sexta à noite no sábado pela manhã. É. Aí no sábado quando eu cheguei ele jáva mais. Mas o professor Celestino, quando ele terminou a a palestra dele, eh, o senhor tava com o Roos não me engano, professor, quando o senhor desceu, eu dei um abraço no senhor. Então, o professor eu encontrei, acabei encontrando, infelizmente, com Álvaro. E o Ela foi muito cobrado lá. A presença dele lá foi foi muito solicitada. Todo mundo, todo mundo perguntou por você, cadê o Ela? Vocês três não pode? É aquela história, onde vai, o outro também vai. Ó, lembrando que o aniversário da Denise, o dia certinho mesmo, é dia 6, né? Então foi no domingo. Quem quiser mandar aí um abraço para Denise. Eu eu acabei mandando atrasado também que eu só fiquei sabendo hoje, então só mandei mensagem para ela hoje. Mas as felicitações são sempre bem-vindas, né? Ah, e ela e ela e ela foi muito gentil com você, disse que estava você não estava nada atrasado e agradeceu muito. Sim, verdade. Aí, aí eu aproveitei o entusiasmo dela e também atrasadamente também mandei o meu. Hoje também foi hoje. Ô, Adriano, quando que saem os
a você não estava nada atrasado e agradeceu muito. Sim, verdade. Aí, aí eu aproveitei o entusiasmo dela e também atrasadamente também mandei o meu. Hoje também foi hoje. Ô, Adriano, quando que saem os vídeos na internet da FEGO? Você sabe? Olha, fotos. Eu sei que não, eu eu eu vou, enquanto vocês estiverem conversando, eu vou dar uma olhada nisso e depois eu falo. Se Mas assim, o o per como é que é o nome do fotógrafo? Eu me fugiu aqui. Não, as fotos não, os vídeos. Luiz Mar, as fotos eu já recebi. Ele mandou para mim os vídeos. Possivelmente eu vou ver o canal de YouTube da FEGO e os perfis de redes sociais. Aí eu falo para vocês. Eu não vi ainda. Foi muito bom o congresso. Parabéns à Federação Espírita Estado de Goiás. Parabéns a todos os que se dedicaram para que pudesse acontecer. Foi muito bom o nível, o nível espiritual assim de conhecimento, muito bom, não deixou a desejar. Foram mesas assim bem bem fantásticas. Eu tive pessoas comigo, a a Luziane da Bahia lá de Salvador, a Joselma de Minas Gerais, o o Rosville, né, o que ele teve comigo na no sábado de manhã, nós dois fizemos a primeira parte de 8:30 às 10 horas, também um grande companheiro, um bom conhecedor da doutrina, cada um deu a sua contribuição da melhor forma possível e todos, todos, todos foram fantásticos. a organização perfeita, autógrafo não teve problema, nem todo mundo, eu meus livros que eu levei foi embora logo no primeiro dia. Então, foi assim, eu só fiz um dia de autógrafo no sábado, no domingo eu não fiz mais porque não tinha mais livro, eu levei e foi embora. Então foi assim, realmente uma experiência muito boa. Encontrei o Álvaro, notícias quentes sobre a parábola de Jesus, volume dois. Já está tudo revisado, já vamos receber as capas para publicar, se Deus quiser. Mais tardar, fim de maio, recebemos o prefácio da irmã Aía. Estamos esperando do Jorge Ela. Exato. Do volume do fácil. Lará. Você você faz o pósf. Eu fazer o pré, eu faço o pósfácil do dois. É o pósfácil. Exato. É o póstil. Eu já enviei, eu já
cio da irmã Aía. Estamos esperando do Jorge Ela. Exato. Do volume do fácil. Lará. Você você faz o pósf. Eu fazer o pré, eu faço o pósfácil do dois. É o pósfácil. Exato. É o póstil. Eu já enviei, eu já enviei para você. Al recebeu, né? o recebi tudo OK, meu amigo. Queria fazer só um comentário ou sim, sim, sim, Jorge. Eh, eu queria só fazer um comentário pra gente perceber o quanto que o movimento espírita se engrandece com essas possibilidades de inter de encontros, de interação. Porque nesses tempos de internet nós temos a possibilidade de ter acesso a todo esse material. Eu acho isso tão maravilhoso, sabia? Porque num passado o que que acontecia? Os eventos ocorriam e a gente, eu não consigo ir, é difícil comprar uma passagem. Às vezes é difícil você chegar num local, por exemplo, eu sou da Amazônia, saí da Amazônia para ir participar de um congresso em São Paulo, Rio. É uma coisa impensável, é muito distante, é muito longe. E hoje com a internet isso tudo fica à nossa disposição, fica tudo gravado para os anos, as as palestras todas disponibilizadas para que você possa acessar a qualquer tempo. Eu acho que a gente a gente ganhou muito com a internet no movimento espírita, sabe? Muito, muito. Eu cheguei aqui no na ontem, era 1 hora da manhã do domingo para segunda. E quando eu recebi o recado aqui de uma uma companheira, uma senhora que morava, o nome naquele da cobertura do nosso prédio, queria falar comigo. E aí eu liguei para ela, queria falar comigo? Não, eu tô querendo lhe parabenizar que eu assisti o congresso lá de casa aqui no meu prédio, no meu prédio, eu saí daqui, fui para lá trabalhar dois dias e ela ficou aqui, assistiu tudo sem sair de casa. Quer dizer, é uma coisa que a gente não imaginava nunca isso, né? E e curiosamente a frequência muito boa, pessoal muito receptivo, fraternal para mim foi perfeito em todos os sentidos. deixou saudade naquele, eu queria até aproveitar aqui de público para para aprendizar a Márcia, que é a presidente da FL, e a Ivana, que foi quem nos
ternal para mim foi perfeito em todos os sentidos. deixou saudade naquele, eu queria até aproveitar aqui de público para para aprendizar a Márcia, que é a presidente da FL, e a Ivana, que foi quem nos convidou para agradecer pela honra da oportunidade que nos foi dado de participar desse congresso. E eu gostaria de fazer uma menção ao até comentei com o professor Severino, ao Geraldo Campete, que eu não conhecia, conhecia aqui no no nosso congresso, uma pessoa espetacular. Eu fiquei responsável por por recepcioná-lo aqui, né? Então, foi foi muito bacana conhecê-lo. Ganhei até uma um livro dele de presente. Foi muito bom, muito bacana mesmo. São oportunidades assim maravilhosas, né, para para reencontrarmos ou encontrarmos pessoas, enfim, muito muito muito bacana mesmo. Mais uma vez uma experiência muito valiosa. Eh, deixa eu só fazer a prece rapidinho. Pode sair, pode, meu filho. Deixa eu só fazer a prece rapidinho. pedir que todos nós fechemos os nossos olhos, vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, pedir que o divino amigo possa estar neste momento nos amparando, nos intuindo, abençoando a todos nós que estamos nessa live, a todos que estão acompanhando a live, que Jesus possa atuar sobre cada um, levando os as melhores sensações, os melhores sentimentos e que nós possamos receber essas energias com muita muita alegria, com muita disposição, muito receptivos e que sejamos multiplicadores dessas bênçãos. Nós te agradecemos, Jesus, essas oportunidades. Muito obrigado por tudo. Graças te damos. Que assim seja. Graças a Deus. Graças a Deus. Muito bem. Eh, vamos dar continuidade aos trabalhos. Vamos, vamos. Eu tenho os slides para terminar, Jorge, que a gente começou há 15 dias atrás. Você não estava aqui. Sim. E eu vou eu vou dar uma resumida neles e provavelmente depois eu deixo vocês à vontade, porque hoje eu não sei se eu vou ter condições de falar muito, né? Tô com Não, a gente a gente vai com o senhor até onde der, quando não der mais, a gente para e a gente continua na
o vocês à vontade, porque hoje eu não sei se eu vou ter condições de falar muito, né? Tô com Não, a gente a gente vai com o senhor até onde der, quando não der mais, a gente para e a gente continua na próxima quinzena. Eu acho mais produz. Tudo bem, meu filho. Eu agradeço. Então, eh, Adriano, pode projetar aí o que você tem. Essa é a as ruínas são as ruínas da famosa eh comunidade la Odisseia, na AS Menor. Só um instantinho, professor. Deixa eu fazer uma pergunta que eu não tava aqui na quinzena passada. A sua viagem foi para onde? Eu fui à Turquia, certo? Turquia. E eu eu nós rodamos de ônibus, Jorge, nós pegamos o ônibus São Paulo, Istambul, de Istambul pegamos outro paraa ou Cesaré. Cesaré você já está na região da Capadócia e da Antioquia. Então de lá um ônibus nos esperava e a gente desse ônibus a gente rodou 3.000 km. Vou deixar aqui fechado porque eu tô comendo, tá? Mas tô assistindo e ouvindo. Tá bom, filho? 3.000 km, Jorge, desde Antioquia, que fica a 50 eh quilômetros de de Assíria, até voltar pela cadeia do Taurus, que é uma continuação dos apeninos que vem da Europa. Seguimos toda a cadeia do Taurus, passando pelas comunidades fundadas por Paulo na primeira, segunda e terceira viagem. Só não atravessamos o paraa Macedônia, né? Porque o Maru não estavam no nosso programa, mas visitamos todas as sete comunidades de João. Hum. E todos os caminhos aproximadamente de Paulo. Foi uma viagem assim muito rica, muito eh espiritualizada e de uma história assim que é um livro aberto, né? Essas viagens que eu faço, eu costumo dizer que elas passam a ser slides daquilo que eu tenho nos meus arquivos de epístolas que eu tenho, de livros que eu tenho. É, é um slide a céu aberto. Isso aqui é um slide a céu aberto. Essa cidade lá odserra foi a última das sete comunidades citadas no apocalipse por Jesus, psicografado por João. E essa cidade você, essa região de la Odisseia, você lá nos fundos você avista a as montanhas de Pambucale, onde fica Ierápolis, que é a cidade que você chega
calipse por Jesus, psicografado por João. E essa cidade você, essa região de la Odisseia, você lá nos fundos você avista a as montanhas de Pambucale, onde fica Ierápolis, que é a cidade que você chega lá, uma cidade romana, né, cidade santa, né, Hierápolis. Eh, ali tinham umas termas que ainda hoje tem e ali como as águas criou-se a ideia que aquelas águas eram medicinais e ali vinha gente do mundo rumano todo naquela época e morreu muita gente ali porque quando essas notícias aparecem todo tipo de doença que a pessoa tem acha que vai curar. E lá tem um tem uma região somente de de sarcófagos e de muitas tumbas. E entre elas descobri uma tumba que me surpreendeu, que é a tumba do discípulo de Jesus, o Felipe, o quinto discípulo, que pregou o evangelho 47 anos nessa cidade aí do outro lado d do vale do do Lix, que é um rio que passa aí. E ali ele foi martirizado nessa cidade. Então você tá em Laud Odisseia, você vê do outro lado de Hierápolis e você vê no vale a região de Colossos. Então você tem aí Colossos, é aquela região onde Paulo escreveu da prisão a carta aos Colossenses, a Epáfes, né, que era o o o representante de de Colossos, que foi a Roma e Paulo mandou uma carta para aquela comunidade. Então, num ambiente só, você reúne Felipe, você reúne la Odisseia e você reúne Colossos. E quando você vai ler o apocalipse sobre Odissea, Jesus faz uma observação curiosa que ele diz assim que la Odissé ela tinha uma particularidade. Ela era uma uma região que tinha era muito rica. Eles produziam uma lã de ovelha negra, não era pintada, era natural. A lã não era pintada. É, era natural e era muito rico. É, tanto que um terremoto que houve aí, ele não sabia de ninguém. Eles mesmo construíram a cidade. E o povo foi, como João estava preso, foi perdendo a sintonia, a fé. E Jesus manda um recado muito curioso, porque ele diz assim: "Vocês precisam ser quente ou frios, porque morn eu os vomitarei". O que é realmente uma senha que Jesus dizia, seja o vosso falassem sim ou não. Aquele que põe a
muito curioso, porque ele diz assim: "Vocês precisam ser quente ou frios, porque morn eu os vomitarei". O que é realmente uma senha que Jesus dizia, seja o vosso falassem sim ou não. Aquele que põe a mão arrás, né? Não é digno se chamar Deus e aquele que perseverar até o fim vencerá. Agora essa essa colocação de Jesus que as ele queria que eles fossem quente ou frio e morro nelos vomitaria. Tem uma curiosidade geográfica aí muito importante, ela Adriano e os nossos queridos internautas, é que a água que vinha para lá odisseia, ela vinha ou do rio Lixo, que era uma água gelada, ou ela vinha das termas de Pambucale, que era uma água quente. Então a água havia em canos e a a encarnação a gente visita aí tudo e elas misturavam e elas ficavam morna porque tinha água do rio L que era fria e a água de de de Arápos que era mor que era era quente. E aquela água, enquanto ela estava morna, quem tomasse dela passava mal e vomitava. Então, quando você quando você vê Jesus dizer isso, ele tá falando do de um fato real que acontecia aí e que tá transferindo para que nós não fiquemos em cima do muro, sejamos sim, sim, não, não. Então, é um é uma é uma curiosidade, é uma uma mensagem que identifica exatamente a autenticidade da psicografia de João e o conhecimento que ele traz de que Jesus estava dizendo aquele povo que eles precisavam tomar uma posição. estavam indiferentes a tudo que ele ensinou. OK, pode passar o próximo. Eu queria só fazer uma professor, eu queria Ah, desculpa, faz ela depois eu quero fazer um comentário. Ia só perguntar aí o senhor entrou por Éfeso, aí foi em Esmirna, aí subiu, foi até Pérgamo, aí desceu, passou em Tiatira, Sard. Isso aí a famosíssima Filadélfia e chegou em em Laudissia. Laissia. Isso. É essa que é a história. Então se eu já fiz todo o percurso das outras seis. Já já mosti. Essa é a última que é a sétima. É. E a sexta que foi Filadélfia é o que foi aqueles a única comunidade que foi alugiada por Jesus. Porque ele foi Filadélpia. É, tanto que muitas
ras seis. Já já mosti. Essa é a última que é a sétima. É. E a sexta que foi Filadélfia é o que foi aqueles a única comunidade que foi alugiada por Jesus. Porque ele foi Filadélpia. É, tanto que muitas igrejas colocam o nome de comunidade de Filadélfia, porque as pessoas só querem ser esse bolo, né? Quer ser o melhor, né? Só quer ser elogiado por Jesus. Mas fala, Áura, você queria dizer alguma coisa? Não ia dizer que em Philadelphia Tom Hanks e Denis Washington sempre tô brincando. Não, eu ia falar, professor, que lá odisseia que a questão da indiferência, vou falar o óbvio que nem precisava ser dito, mas que a questão da indiferença na realidade é a nossa condição, porque Filadélfia trazia aquela lã, trazia a condição da a de ali próximo às águas curativas, trazia o ouro Isso traz muita realidade, muita semelhança à nossa vida. E dentro desses caminhos que nós nos encontramos, é muito complicado às vezes seguir, escolher a porta estreita, o caminho da abnegação, o caminho da devoção, o caminho da caridade, o caminho a de sacrifícios no plano material em favor do crescimento espiritual, que essa carta particularmente do apocalipse, é a minha predileta. É, e ela tem uma coisa importante, né? Ela ela ela nos exorta a sermos perseverantes, né? Não desistir, ir em frente, não ser nem quente, nem morn, não ser morto, não ser quente ou frio, mas ter uma posição, ter uma ter uma perseverança e confiança de que Jesus está sabendo. Eu te conheço. Ele sempre dizia, né? as cartas toda ela, ele se titulava o alfa, o ômega, aquele que tem a chave do reino, aquele que é descendente de Davi. Cada carta tinha uma forma dele se identificar. E aqui tem Artemis, Felipe, a carta de Jesus lá disse, é a única sem elogio, apenas repreensão e um convite ao arrependimento. É verdade, Artemus, exatamente isso. E tem, eu tô vendo aqui Terezinha Soares também, mandou um abraço para você lá de Goiana. Ela encontrou comigo, encontrou com o Álvaro, disse: "Olha, eu não perco vocês de maneira nenhuma, mas dá, consegui
, eu tô vendo aqui Terezinha Soares também, mandou um abraço para você lá de Goiana. Ela encontrou comigo, encontrou com o Álvaro, disse: "Olha, eu não perco vocês de maneira nenhuma, mas dá, consegui abraçar vocês e não consegui abraçar o Ela". Um abraço, Terezinha, saúde para você. Saudade, minha filha, obrigado pelo Alba Pureza estava por lá também. Quem? Alba Pureza. Ela mandou mensagem, tava com a gente lá, mandou um beijo pela Rá. A gente é porque o alvo não é ciumento não, viu? Mas o povo só palavra em você. Mas vamos paraa frente. Mas ó, professor, o senhor sabe, é tudo questão de merecimento, né? Não mereceram Jorge Elarrá, receberam só nós dois mesmo, professor. Um prêmio de consolação, nós dois, né? Né? Álvaro e você. Olha, isso aqui é mais uma a primeira vez que eu esse esse prédio aí é o quê, professor? Essa essa pessoa aqui é um ginásio imenso construído que existia em Laudicea e que é você tá vendo a entrada do portal dele. Você entra nesse portal, ele é o o chão é a sualha é todo de vidro transparente. Você vê a ruína desse prédio lá embaixo. É uma coisa maravilhosa de se ver. A primeira vez que eu vi, fui aqui, Jorge, só tinha uma rua. Hoje tá cheio, tem uma sinagoga, tem ginásio. Era uma uma cidade realmente de um apogeu assim impressionante. Como que você tá vendo? Ela era capital da Fría, se não me engano. Era exatamente, era uma cidade muito rica, muito muito important, né? Era, era outra também que foi muito que não tem quase ruína é Teatira, né, que foi também muito critic muito muito criticada, porque a Jezabel, a a a vendedora de púrpura, ela ela era adepta da doutrina dos nicolaítas e desviou muito cristão. Aí Jesus mandou uma carta para ela, para eles, dizendo que não fossem na conversa de Jezabel, porque ela tava desvirtuando os seguidores dele. E, aliás, fala até na Jezabel do rei Acai, né, lá da de Elias e tudo mais. Sim. Faz uma uma comparação que também queria desvirtuar, mas pode passar o próximo. Deixa eu ver se ainda tem alguma coisa lá. A Borba.
ala até na Jezabel do rei Acai, né, lá da de Elias e tudo mais. Sim. Faz uma uma comparação que também queria desvirtuar, mas pode passar o próximo. Deixa eu ver se ainda tem alguma coisa lá. A Borba. Os pirilampos de Laudiceia, Flávio Borba. Aqui, ó, essa é a igreja de a a comunidade de Filadélfia. Olha o tamanho dessa coluna, J. Deus, ela tinha oito colunas dessas. Ela era o octogonal a estrutura. Isso aí é uma coisa. Você observa que quem tá aqui no meio dessas duas colunas, o tamanho que aparece em relação ao tamanho das colunas. Ela tem aí tem escritos muitas placas escritênio, em grego. É uma e e hoje se se quisessem cavar esse cavar aqui para ter mais coisas, tinha que destruir esses prédios todinho que você tá vendo aqui, porque e debaixo desses prédios aí tá cheio de ruínas dessa comunidade. É. E ali tá escrito São João, né? Igreja de São João em em inglês. É Filadélfia. Essa comunidade. Pode passar o próximo que foi a mais elogiada, né? Como eu já falei. Olha esse Jorge. Esse é o ginásio de Sardes, de uma comunidade impressa. Isso está desse jeito, meu Deus. Desse jeito, Jó. Olha, cheio de inscrições em grego, cara. mostrando, mostrando que Roma, com todo seu apologê, não se livrou da influência grega, da força da cultura grega. Mas isso era tudo revestido de mármore, é porque o mármore dessas cidades foram saqueados para construir novas cidades depois que elas foram destruídas pelos terremotos. Então, comumente os mármores de todos esses locais, como por exemplo as catacumbas em Roma, próprio Coliseu, o Odisseia, era tudo mármore. Essas essa comunidade de Sardes, ela ficava entre montanhas. Ela era uma das cidades mais inviolável, mais intransponível. Além de ter as montanhas, tinha muralhas. Eh, Ciro chegou aí de madrugada e abriu um buraco porque eles tinham tanta confiança na na na segurança da cidade que eles se embriagaram, soldado, todo mundo tava bêbado. Mas Cri chegou, fez um buraco no muro e entrou e saqueou a cidade e tomou conta, né? Conquistou
m tanta confiança na na na segurança da cidade que eles se embriagaram, soldado, todo mundo tava bêbado. Mas Cri chegou, fez um buraco no muro e entrou e saqueou a cidade e tomou conta, né? Conquistou assim. E Jesus bota, coloca na carta uma coisa que ele diz no Evangelho. Ele diz assim: "Vigiai e orai, porque quando você menos esperar, o ladrão chega e entra". E foi exatamente o que aconteceu com essa comunidade. E essa comunidade, eu me lembrei muito de você e do Álvaro, porque ela tem uma sinagoga que é a coisa mais linda do mundo. A sinagoga de Sardescritível, imensa. E ela é da daquele período, não é uma uma moderna. Aquele período, período, exatamente daquela época. Passa-se ver se tem hoje ela é habitável. Não, não. Hoje é só tem ruínas, tem cidade ao redor. Sim, só tem ruín. Isso aí só tem ruínas. Só tem ruína. Olha aí, olha, olha a sinagoga como é. Que coisa linda. A última, a primeira vez que eu está preservado, todo preservado. E se você observar, Jorget, aqui nas nas laterais tem uma parte escura, um tapete de borracha, que é para as pessoas passarem por cima dele e não estragarem o piso. A o patrimônio que tá dando para ver nas laterais, na nas paredes, uma faixa escura no chão. Uhum. Á dess de um lado atrás das colunas e do outro bem no pé da Isso aí é um tapete de borracha que todo mundo tem que passar aí por cima para não estragar. É muito rico a sinagoga. Tem tanta coisa escrita, tem fotografias. Passa o próximo. Eu acho que tem alguma coisa. Isso aí ainda é ela. Não é não. Desculpe. Isso aqui é tira. É, Tiatira é outra que tem muito pouca coisa de de de ruínas, porque a cidade também hoje, olha o tamanho dessas colunas. É, é isso, tem muita coisa. E foi essa que eu falei que eh a doutrina dos nicolaítas aí foi o que Jezabel trouxe. Como ela dizia que os cristãos, que os nicolaítas eles defendiam, disse que foi fundado por um diácono, né? Estevo, Felipe, Nicolau era um dos diáconos escolhidos no cristianismo primitivo e que ele fundaram uma doutrina baseada com o nome dele, mas
eles defendiam, disse que foi fundado por um diácono, né? Estevo, Felipe, Nicolau era um dos diáconos escolhidos no cristianismo primitivo e que ele fundaram uma doutrina baseada com o nome dele, mas que dizia o corpo físico, o o as pessoas não tinham não tinham que ter nenhuma reserva, eles pregavam promiscuidade. E Jezabel eh incentivou muito isso, que ela era uma prostituta famosa. Inclusive Paulo fala que encontrou na beira do rio Lídia, a produtora de de de tecido. Lembra que ele fala na na sua casa? Sim, sim. E era tecido, era daí que a tira que ela produziam muito tecido. Aí era uma uma comunidade muito comercialmente próspera. Passa a próxima. Olha, Éfeso. Éfeso é um é um é um caso à parte. É, Éfeso é muito linda também, né, professor? É, essa é a ágora de Éfeso. Você você tá você tá vendo um guindaste ali. Eles hoje ainda continuam trabalhando, né, fazendo as arquiteturas. E aqui por trás dessas colunas tem umas construções altas que isso aí era o ginásio. Foi aí que que Demetrio se uniu com o grupo para pedregejar Paulo, porque Paulo foi contra a produção de joias da deusa Artemis, né, que era a deusa grega nesse mercado aí ele era contra. Pronto. Pronto. E ele ele comércio do lugar, né? Eh, Paulo foi muito inteligente, pessoal, porque ele deixou as de ir visitar os o grupo desde Corinto que ele ele deixou de visitar os conterrâneos dele, né, as sinagogas e foi pregar nas águas, porque a águora todo mundo traduz água como praça e água não é uma praça. Água é um shopping center. Aí tinha loja de toda a natureza, as pessoas mais ricas ficavam no nas extremidades. essas colunas aí, tudo era loja. E lá no final, segundo a nossa guia, era que Paulo tinha a loja dele. Aí ficou 3 anos aí na terceira viagem e disse que ele não se preocupava de vender nada na loja dele, mas quem entrava lá, se passasse 5 minutos, saía cristão, porque ele sabia. O objetivo dele era levar Jesus para vender. Ele queria vender a mensagem. E e do outro lado dessas colunas aí era a casa dele. E entre a casa dele e ara
sse 5 minutos, saía cristão, porque ele sabia. O objetivo dele era levar Jesus para vender. Ele queria vender a mensagem. E e do outro lado dessas colunas aí era a casa dele. E entre a casa dele e ara tinha o a estrada que levava ao propóion, que era o porto de de de Éfeson, importantíssimo, porto comercial. Hoje tá tudo acorado, né? A a os rios aterraram tudo. O porto era 1 km daí, agora tá 4 c de distância. Mas é diga. Eh, Paulo ficava ali curando os enfermos, expulsando os demônios. Tô usando as palavras do capítulo 10 de Mateus. E consolando os aflitos. Era óbvio que todos que passassem diante das aflições, diante das dificuldades, iriam deixar de adorar Artemis para receber uma mensagem gratuita com as respostas das suas dores. Isso é extremamente provocativo, né? extremamente provocativo. Eh, e a figura de Paulo nesses grandes centros e a percepção dessas cidades do apocalipse mostra um pouco, né, de de do ambiente onde foi difundido o evangelho, que às vezes a gente pensa que foi única exclusivamente naqueles vilarejos, mas tem aí a grande proposição, né, de alcançar grande, né, é osados de pensamentos que são nocivos disse que até as as as a roupa dele se passasse dos doentes, ele ficava curado. É, ele tinha uma energia tão tão boa que curava as pessoas e é roubava roupa da corda, né? Eh, ele ele é e essa cidade tem uma coisa para mim que eu acho assim ela concentra porque Éfeso era município de Esmirna naquela época que é a chamada Pérola do Egu, né? E e É É Éfeso, ela tem ela concentra Maria, João e Paulo no mesmo lugar. que Paulo, não é? De todas as comunidades que a gente visita, é a única que concentra a presença de Paulo, João e e Maria. E onde ele permanece tanto tempo, né? Bizar. Trs anos foi onde demorou mais. É, ele sai daí porque teve uma destruição. E aí ele diz: "Não, tem que ir embora daqui porque a perseguição tá muito grande, eu preciso". Não, ele ia ser, ele não foi apedrejado aí porque ele foi preso. O prefeito daí prendeu Paulo não para castigálo, prendeu para
em que ir embora daqui porque a perseguição tá muito grande, eu preciso". Não, ele ia ser, ele não foi apedrejado aí porque ele foi preso. O prefeito daí prendeu Paulo não para castigálo, prendeu para que ele não fosse assassinado, salvá-lo, né? É, foi, foi uma prisão para salvá-lo, porque o que que ele ia dizer a Roma? Que um cidadão romano foi linchado em Éfeso, e ele não tomou nenhuma providência. Então, depois que acalmou todos os anos, Paulo pegou as as coisas dele e foi para o porto e saiu de Éfeso. Mas ele teve aí com Maria e teve com João. O templo de Artemis aí foi destruído no século VI por Justiniano para construir a Basílica de João. João está enterrado na maior e melhor montanha de Éfeso. Ele tem muito prestígio aí. tem a tumba dele, tem batistério, a gente visita assim. Eu fiquei encantado com o prestígio que João tem lá no nessa região. E uma coisa que chamou atenção, Jorge, em toda essa nossa viagem, é que a Turquia tem 90% das suas da sua arqueologia são cristãs e não tem cristão aí. Não é curioso isso, né? E eles vivem da arqueologia cristã aí, do cristianismo primitivo. Toda tá tudo aí. É, é o local depois de Roma que tem mais arqueologia cristã é a Turquia. Que interessante isso. E aquele que foi na casa de Maria? Foi, meu filho. Nossa, é um capítulo a parte aquele eh guindast é do tempo. É do tempo de Paulo. Não, aquele ali tá chegou. Ô, ô ô Álvaro, olha, olha, olha essa rua que tá aí atrás. Olha a estica do professor Celestino. Essa rua tem quase 2 km de mármore. Deixa eu entender. Isso aí é a rua principal do shopping center e as lojas ficam nas laterais. Não, não, não. O shopping center é aquela água, o quadrado. Aí é outra rua de Éfeso. É outra rua. Outra rua. diz que à noite essas essas os templos ali tinha o templo de Adriano que Adriano era era ele tinha uma era não, ele se ele estava acima de todos os deuses. Tem aí tem uma uma bola feita de de mármore que simboliza o planeta Terra com o pé dele em cima tivesse sendo apoiado no planeta tão
ele tinha uma era não, ele se ele estava acima de todos os deuses. Tem aí tem uma uma bola feita de de mármore que simboliza o planeta Terra com o pé dele em cima tivesse sendo apoiado no planeta tão poderoso ele era. E essas e essas entradas aí ficava o sanitário, aí ficava casa de banho, aí ficava o tempo da deusa Nick, que todo mundo chama de Nike, que é a deusa da olímpica da vitória, né, grega. E diz que à noite essas laterais aí tudinho ficavam com tochas que ficava ali iluminado isso aí. E esse mármore, olha, olha o estilo desse mármore branco até hoje, depois de 2000 anos, ainda está nessa nesse nessa situação. Essa rua aqui, gente, onde eu cheguei, ela bifurca, vem aqui pra minha frente e tem outra à minha direita. É uma coisa assim imensa. Deu até quase 3 km. E lá nos fundos aí do meu chapéu ficava a biblioteca de céus. Ah, dá para ver ali a biblioteca, né? Dá, dá para ver lá nos fundos. Dá para você ver. e diz que essa biblioteca, Marco, pegou todos os livros que tinha aí e deu de presente a Cleóp e ela levou para Alexandria no Egito. E quando houve o incêndio da biblioteca, queimaram-se todas essas obras. Ele chama os os estudiosos chamam o apagão da Idade Média, porque não tem registro na história, porque os pergaminhos daí que tinha tudo na biblioteca de Cécio foi levado para Alexandria e foram queimados no incêndio da biblioteca. Segundo a maior biblioteca da antiguidade contava aí, se eu não me engano, com mais de 100.000, né, professor? Manuscritos. A defes é era a a do Egito tinha 995 títulos. Foi aí que Ptolomeu Filadelfia II convidou o sacerdote Eliazar e pediu a ele para levar 70 tradutores para traduzir a Torá para o grego, porque naquela época o Egito já falava grego em Alexandria e tudo mais. E foi aí que surgiu a famosa septoaginta. Foi baseado nesse desejo da biblioteca de Alexandria. Pode passar. Só fazer observação que a postura do imperador não condiz com o nome que ele carregava, viu? Você, você é humilde, porque você é apenas o máximo. Você é Adriano
biblioteca de Alexandria. Pode passar. Só fazer observação que a postura do imperador não condiz com o nome que ele carregava, viu? Você, você é humilde, porque você é apenas o máximo. Você é Adriano Máximo. Essa aí é a Casa de Maria, descoberta eh 1800 anos. Ficou aí sem ninguém saber onde era, numa montanha de él. E quem descobriu foi uma média de uma freira alemã chamada Ana Catarina Emmet. E ela descobriu, ela na, ela tinha entrava em emas medões, né? Visões e tinha e sangrava os pés e as mãos. Ela tinha estigmat estigmas de Jesus. E ela narrou e um grupo de padre foi aí e descobriu a casa de Maria. E hoje é um lugar, olha, nós passamos aí, né? Nossa, é, é de uma leveza a energia. ficou aí uma tarde toda, chegamos aí 2 horas, sai mais cinco. Mas olhe, é indescritível o que você recebe aí de de informações, de de energia. E foi aí que Jesus veio buscar Maria, né? Depois de um dia de trabalho, ele veio buscá-la. Olha, tem uma tem uma coisa muito interessante sobre isso. Capítulo 30 do Boa Nova. Isso. Quando descreve que Jesus veio buscar Maria, ele faz uma descrição que ela saiu e sentou na perto de uma árvore. E aí quando você lê, você assim, mas como é que sentou? Sentou um perto da árvore? Como assim? Que como é? Como é que seria isso? Não dá pra gente imaginar. Aí quando você vê a casa de Maria que tem uma espécie de uma mureta e umas árvores atrás da mureta, você diz: "Ah, foi aqui nessa mureta". E tem mais um detalhe, Jem. Ele diz que da casa de Maria se avistava Mariguel e a vista-se ou se avista lá nos fundos o Marigu é uma é um espírito. Eu vou dizer a vocês, eu tenho uma certa mediunidade de divididência e eu tive três lugares que me chamou atenção. Tafarnaum, Monte Tabor e a Casa de Maria, dos quais eu vi saicones luminosos como se tivesse drenando energias negativa e irradiando para todo oriente para o ocidente. É como fosse um segundo monte tabor aí a energia desse dessa dessa dessa caça con que senhor fala com a base para cima, né? Para cima. Uma
gias negativa e irradiando para todo oriente para o ocidente. É como fosse um segundo monte tabor aí a energia desse dessa dessa dessa caça con que senhor fala com a base para cima, né? Para cima. Uma pirâmide invertida. Uma pirâmide invertida, como fosse uma pirâmide invertida. É, irradiando as energias, né? É, pode passar, querida. Essa daqui, gente, chama atenção porque Pérgamo, ela tem uma particularidade que você não encontra em nenhum outro lugar. Perga, é, minha cidade, quem quem é da área de saúde, como eu, que estuda, estudou muita coisa, tem um grande patologista eh romano que nasceu aí chamado Galeno. Galeno foi, é, Galeno foi quem descobriu que os vasos não eram ocos e conduziu sangue. Foi ele quem descobriu os os sinais e sintomas da inflamação, calor, tumor, rubor e dor. E por último, a função lesada. E ele foi tão importante, 300 anos antes de Cristo, viu, pessoal? Esse homem foi levado para Roma para ser médico dos imperadores, dos césares, porque ele era uma professor, diga. A Denise Ferrante está dizendo que ela fez esta viagem maravilhosa com o senhor. Denise comenta é. E ela lembra como se fosse hoje a emoção que sentimos quando chegamos na casa de Maria. Ela disse que chorou de emoção quase uma hora ao chegar nesse lugar. Eu eu posso dizer, a minha percepção é que ali existe uma dobra do tempo e espaço e eles param. Quando você tá dentro daquela casa, parece a impressão que eu tenho que eu tive é que o tempo e o espaço desaparecem. É indescritível. E outra coisa, você tem um choque quando você entra assim, porque a esquerda tem um memorial da médio que contou toda a história e que descobriu a casa sem nem ter entrado aí, a Ana Caterine e realmente Denise foi conosco. Eh, é, é indescritível, descritível. E aí essa montanha do Rinol, Bilbul, chama-se montanha do Rinol. E ainda hoje canta o Rinol na casa de Maria. Você chega assim no fim da tarde ou na manhã. É, é impressionante, meu filho. Aí você aja, haja emoção, haja emoção. Não tem como. A Denise, eu lembro quando ela era
je canta o Rinol na casa de Maria. Você chega assim no fim da tarde ou na manhã. É, é impressionante, meu filho. Aí você aja, haja emoção, haja emoção. Não tem como. A Denise, eu lembro quando ela era minha amiga, professor. Agora ela, a Denise Ferrante, eu lembro do tempo que ela era minha amiga. E não é sua amiga? Não é, eu acho que agora ela só gosta do senhor e do Elará, mas tá bom. Mas você tá com ciúme da gente, não é possível. Que coisa feia, hein, Denise? Denise é um doce de pessoa, já viajou com doce, não foi só para ele, não, mas para muitos lugares. Olha essa, volta, volta esse slide que eu quero contar uma história para vocês. Essa é a entrada de Pérgamo. Aí tinha um templo, o templo de Asclépio, o deus da saúde. Sim. Asclépio e Gieia. Aí tinha uma placa na entrada que dizia assim: "Aqui a morte não tem direito de entrar". É enquanto é enquanto Ierápolis morreu muita gente, aí não morreu ninguém, não tem uma tumba de ninguém aí, porque aí só entrava os doentes com problemas psicológicos. Ele só era interno, ele só era se ele entrasse caminhando. Esse corredor tinha 800 m. A pessoa só poderia entrar caminhando. E o símbolo que a gente Ai, coitado de mim. É, tem conta história. Ia ficar bem na no início desse negócio aí. É, Asclepo é o Deus da medicina, o Deus da cura. E a cura aí, gente, é uma coisa, eu vou eu vou rapidamente tentar eh resumir para vocês, vocês ver que coisa interessante. Você disse que veio um senhor, um idoso já com uma jarra de leite, eh, para entrar aí, que ele queria entrar e se tratar, que ele tava doente. Aí ele chegou com deitou debaixo de uma árvore. No meio dessa dessa avenida tinha uma árvore. se deitou debaixo, colocou eh a jarra de leite junto e adormeceu. Vieram duas serpentes, entraram na jarra, brigaram uma com a outra e deixaram o veneno dentro do leite. E ele não sabia de nada. foram embora as serpentes. Quando ele acordou, que ele tomou do veneno que elas deixaram lá, ele ficou curado. Aí a partir daí o símbolo da medicina é uma serpente, que é o
e. E ele não sabia de nada. foram embora as serpentes. Quando ele acordou, que ele tomou do veneno que elas deixaram lá, ele ficou curado. Aí a partir daí o símbolo da medicina é uma serpente, que é o símbolo, são duas serpentes entrelaçadas no num ataque. Entrelaçadas. Exatamente. E você chega aí, ela passa agora o próximo. Você ia para o templo de Ascleép fazer a triagem. Olha aqui, tá vendo essa essa partezinha azul? Eu tenho uma plaquinha aqui que vocês veem e junto da plaquinha tem um um uma espécie de uma de um começo de coluna branquinha ali. É exatamente a jarra com as serpentes. É o símbolo dela. E aqui à nossa esquerda ficava a triagem. O doente passava, tá vendo esse ginásio? Ele passava por três situações de cura. Primeiro ele era admitido. Se não tinha nenhum problema de físico, era só mental, ele era admitido. Conversa fraterna primeiro. Primeiro, é primeiro. Depois disso eles iam para trabalhar na arte, eles iam assistir peças teatrais, se divertir no ginásio. Depois eles, é, depois eles faziam tratamento também com com terracota, bvam na barriga lama, né? aquela aquela terra com água para servir de de tratamento. E o outro tratamento e o e o terceiro era com água, era água e psicoterapia, porque os os psicólogos chamavam-se os ascíades, que era aqueles que conversavam, faziam análise com os doentes. Então tinha passe o próximo, Adriana, uma frase e e esse esse momento, isso só deixa a medicina só passa a ser a do ponto de vista o dos dias atuais, só passa a ser ortodoxa e alopática, agindo somente sobre os sintomas a partir do século XIX até o século X a gente encontra a medicina com essa preocupação integral do ser. Então, quando tá falando ali de teatro, que são teatros ligados a lições extremamente positivas de moralidade, isso arte, cena, né, encenações, em substituir os pensamentos que causam, que são parte da causa do adoecimento psíquico. É uma das recomendações de André Luiz lá no capítulo 18 do livro Missionários da Luz, quando fala a de desobsessão, ele fala: "Olha, substituir
causam, que são parte da causa do adoecimento psíquico. É uma das recomendações de André Luiz lá no capítulo 18 do livro Missionários da Luz, quando fala a de desobsessão, ele fala: "Olha, substituir o conteúdo que é enfermiço por novo conteúdo." É um dos elementos trazido por André Luiz, a água, água fluidificada, passe. E aqui o passe ele é verdadeiramente oferecido dentro desse ambiente. Existe a questão do próprio enfermo apontar as suas enfermidades pelo sonho. Isso era exatamente o que eu vou eu vou resumir agora. Esse túnel tem 80 m de comprimento aonde tá Geoget aqui na entrada dele. E do lado de cá, atrás das costas dessa menina aqui que é acho que é a Márcia, é, você vê a parte escura, tem uma fonte de água e a pessoa entrava nesse tú e ficava ouvindo o barulho da água, passando junto dele, o glu das águas para ele se acalmar o tratamento com a água. Então ele já tinha feito o teatro, a terracota e agora eles entraram nesse túnel. Pode passar o próximo que vocês vão ver como é que tem uma coisa muito interessante, aproveitar fazer um comentário aqui. Nós temos um amigo irmão em Porto Velho, que ele coordena um trabalho de recuperação de apenados. Então ele recepciona os apenados que estão no fechadão lá. Ele só trabalha com a com homicida, não trabalha com roubo, furto, nada, só homicídio. E ele tem várias técnicas terapêuticas para tratar esses apenados. Uma das técnicas é o banho de argila. Ele pega a argila. que já vem daí pessoa. E ele tem um outro, ele tem 20 técnicas e uma outra técnica que ele usa lá é psicodrama. O que que é o psicodrama? É uma interpretação em que eles fazem uma catarse colocando para fora as histórias reais vividas por eles, psicodrama. Então eu tô vendo aí de repente nessa escola muito daquilo que o meu amigo Luís Marques faz. sem ter uma relação direta com isso, né? De repente pode ter passado por aí. E um outro detalhe, a última frase de de Sócrates é essa, né? Ele fala para um dos discípulos, Cloton, se não me engano, o nome do discípulo
ão direta com isso, né? De repente pode ter passado por aí. E um outro detalhe, a última frase de de Sócrates é essa, né? Ele fala para um dos discípulos, Cloton, se não me engano, o nome do discípulo dele, não te esqueças que devemos um galo para Asclépio, porque como ele eh era assim que era feito, né? Quando alguém morria tinha que entregar um um galo, devia um galo para o o deus Asclépio. Aí e aí tá o deus Asclépio aí aparecendo. E essa e essa esse túnel lindo, olha esse túnel tem 80 m e tem janelas em cima. Tão vendo as janelas claras? Não é possível. Não é possível. Cada janela dessa por cima ficava um sacerdote, uma esclepíade, conversando com o doente, acalmando ele durante todo esse trajeto. Ele já passou pelo teatro, ele já passou pela a terra a a terra cota e agora pela ouviu já o som das águas e agora ele tá caminhando nesse túnel para um uma região, um dormitório redondo chamado Telésforo, que é onde ele quando ele vai passando aqui, o sacerdote lá de cima vai conversando, ele hipnotizando com palavras de elevação, de tranquilidade. Quando ele chega lá no final, passa o próximo, Adriano, quando ele chega lá no final, aí olha aí, tem essa essa essa estrutura circular chamada teléfo, que era um dormitório. Aí o doente chegava aí já com sonolento para dormir. Ele ia dormir para quê? para sonhar com a cura do deus ascllar para ele qual era o tratamento para ele. Então era mediunidade onírica, 300 anos antes de Cristo, aplicado nessa região de Pérgamo ou Bérgamo, como se diz em turco. E aqui, gente, curiosamente aqui é que eu reúno todo mundo e a gente faz uma prece. Professor, eu queria falar uma coisa. Nas fotos que nós tiramos daquele túnel, quando estivemos aí, saíram uma, em uma das fotos saiu a materialização na foto de estruturas metálicas com a ponta de laser que se encontram aí muito provavelmente alguns milênios. Então, a espiritualidade naqueles dias já agia e durante uma daquelas fotos saiu assim completamente. Não é assim, é, talvez seja, é perfeita
r que se encontram aí muito provavelmente alguns milênios. Então, a espiritualidade naqueles dias já agia e durante uma daquelas fotos saiu assim completamente. Não é assim, é, talvez seja, é perfeita a ponta de laser vermelha e uma estrutura que trabalhava na na cirurgia do paciente, o tratamento que era mand mandado para ele. Cao é um lugar, eu vou dizer a vocês, é muito, é uma coisa muito forte a história. Isso tudo é Pérgamo. Tudo isso é Pérgamo. Esse isso é no no ginásio de Asclépio e Pérgamo, porque a parte romana fica numa montanha lá em cima. Aqui é onde fica o deus da da medicina da saúde de Asclep Gieia, que é a sua filha, né, que é representa a higiene. Tudo quem é da área de saúde vem o negócio. Eu fiquei encantado com isso aí. Fiquei encantado. Fantástico mesmo. Olha, Telforo também, assim como as Clépios, que é um personagem do livro Obras da vida eterna, Telésforo é o grande eh comprometido trabalhador descrito por André Luiz como longo período de tempo servindo a humanidade num intercâmbio mediúnico. Pensou, isso vem de lá. Agora você capítulo você existe muitas pessoas que diz assim: "Ah, fulano é um espírito maravilhoso". Ah, porque fulano já Gente, e esses espíritos, esses anônimos que passaram aí, nossa, quantas, quantos milhares de espíritos geniais estão envolvidos só nesse processo terapêutico que tem aí? O cara que bolou, que construiu, que fez, que que botou isso para rodar, os sacerdotes. Verdade, esse quantas mentes geniais, pelo amor de Deus, quantas mentes geniais nós já tivemos envolvidas em coisas que hoje a humanidade sequer se debruça para estudar, né? Puxa, é verdade. Já conhecia tudo. É, é um lugar que chama atenção porque é diferente de tudo que eu vi na Turquia, sabe? essa parte, porque eu acho que é a parte mais espiritualizada que eu acho com com teléfono pode ser, meu filho, comunicação com a luz pode, F, tem problema nenhum. Eh, é é eh luz à distância, né? Ou transmissão de luz à distância. E que era exatamente e outra coisa, eles
ho com com teléfono pode ser, meu filho, comunicação com a luz pode, F, tem problema nenhum. Eh, é é eh luz à distância, né? Ou transmissão de luz à distância. E que era exatamente e outra coisa, eles dormiam, se acalmavam e quando acordavam eles diziam qual era o tratamento e os sacerdotes utilizavam e eles ficavam bons e se orgulhavam. Como a gente vi a placa na entrada aqui, a morte não tem direito de entrar. Ninguém morreu aí. Que se tenha notícia não tem, não tem sarcófago, não tem nada. né? O contrário de Herápolis, que é tem um um cemitério assim de bem uns 3 a 4 haares só de túmulos e de de de sarcóf. Aí não tem nenhum. É impressionante. Pode passar aí. Essa aí, gente. Impressionante, né? Esse lugar fui eu que descobri, por incrível que pareça, eu e a nossa guia. Agora eu tô começando a limpar porque quando Paulo na segunda viagem ele vai, ele vai para a região da Galáxia, ele queria subir ao norte para ir paraa Bitinha. E Jesus chega para ele e diz: "Não, vá Alexandria de Trôde". Todo mundo chama Tro, porque Troed é a região toda. Essa região, ela tem duas coisas distintas. Ela tem Alexandria, que era o porto daquela época que ficava em Trodde, e tem a cidade de Troia, que é muito famosa na história grega, que foi aquela guerra de gregos e troianos e etc, etc. Uhum. E quando Paulo, esse local aí, ele é susgênere também, porque eu vou dizer a vocês, não tem nada, mas foi onde eu encontrei muita energia. Eu implantei um evangelho, aí você entra por dentro do mato para chegar aí. Aqui Paulo teve uma visão de um homem que chamava, vem a Macedônia, passa a Macedônia. Ah, o varão macedônio. É aí isso aí. Exatamente. Aí e ele vou pegar água. Vá, meu filho. Vá. Estou ouvindo. Na terceira viagem dele, ele chega aí e ele se despede. Quando ele foi, ele tinha tinha terminado o Shabat. Todo mundo disse que era no domingo, mas não era. Foi no sábado à noite que ele já tinha terminado o shabate, queria viajar no domingo de manhã. E Paulo começa a discursar as pessoas aí.
ado o Shabat. Todo mundo disse que era no domingo, mas não era. Foi no sábado à noite que ele já tinha terminado o shabate, queria viajar no domingo de manhã. E Paulo começa a discursar as pessoas aí. eutico que cochilar, que sentou na janela, adormeceu e caiu da janela e foi dado como morto. E o a epístola disse que foi dado que Paulo já que ele já não tinha mais vida, mas Paulo chegou lá e pegou ele nos braços e ele voltou. Ele, a ressurreição de Éêutico é algo que marcou muito esse local. Então é um local diferente, tem uma energia também muito, eu gosto disso nesses locais assim porque não tem, não tem ninguém perturbando. Você se concentra, você vê tudo que tem aí espiritualmente falando. E foi daí que Paulo mandou chamar os o os irmãos de Éfeso para encontrar-se com ele num porto que ficava mais abaixo, de Mileto. E ali ele faz a sua seu grande discurso de de despedida. E ele diz claramente, ele inclusive ele levava uma arrecadação para os os cristãos de de Jerusalém que ele tem arrecadado. E ele disse disse: "Tudo que eu construí foi com o trabalho das minhas mãos, porque eu nunca fui pesado à comunidade nenhuma. Eu nunca vivi de auxílio de comunidade nenhuma. Paulo deixa isso bem claro, que ele não teve nenhum proveito material pelo trabalho que ele fez. Então ele deixa isso bem bem bem bem registrado. Pelo contrário, ele levava para ajudar. Ele nunca recebeu nada. Trabalhei sempre com a minha profissão de fabricante de tendas. E é aí que quando ele chega em em Mileto, ele disse que era aquele último momento que está com eles. E aí se abraçaram com Paulo. Foi um momento de comoção mesmo forte e que marca muito esse local. Quando eu cheguei aí, eu vi claramente um espírito amigo dizer: "Funde um evangelho aqui". Eu fundei um evangelho aí. Toda vez que a gente vai, a gente se reúne, ora, agradece e pede a Deus pela paz, pela harmonia, pelo por tudo que é positivo para que as pessoas se entendam. Se você sobe nesse arco que é proibido, ninguém deixa, mas que a gente nunca tem ninguém
, agradece e pede a Deus pela paz, pela harmonia, pelo por tudo que é positivo para que as pessoas se entendam. Se você sobe nesse arco que é proibido, ninguém deixa, mas que a gente nunca tem ninguém aí, a gente chega, não tem ninguém, você já fica avistando aí atrás já é o porto de Alexandre de de Alexandria de Trod. E esse porto é que marca a passagem de Paulo para o outro lado, né, para Filipos, para Tessalônica, para toda aquela região onde ele começou a escrever cartas depois que saiu daí fugido de lá, aliás, foi para Atenas, chegou em Coríntios, aí ele escreve a sua primeira carta. Alguma pergunta, alguma observação? Quer fazer alguma observação? Esse foi o esse foi outro dos lugares que muito me impressionou, a assim a atmosfera do ambiente muito me impressionou. Eu acho que como tá distante ainda, né, da das visitações e etc. Então, a integração de fluidos ali no ambiente me dá a impressão ainda que é muito autêntica. Aí você sabe qual é a você sabe qual é a distância daí paraa Troia? Hum. 45 km. É longe, né? Longe. É um local que pra gente chegar aí, meu filho, não foi nem com com GPS, era procurando no meio das árvores. E a gente achou, depois que a gente achou isso aí, já limparam. Você vê que isso aqui já tem umas gramas, mas toda vez que a gente vai aí tem um ou outro que já descobriu, tem uma plaquinha escrito de de madeira sem nenhum um um zelo. Eh eh esse slide aqui, minha filha, é da semana, faz 15 dias que esse slide foi tirado. Foi a última fotografia que eu tirei lá. Vou dar revelação esses dias atrás. Eu não subi no arco porque eu tive medo de de cair lá de cima ou então o arco derrubava. Mas teve um colega Sami e outra menina que tava lá, Muriel, elas subiram não no arco, mas nessa base que fica atrás dele. E eu e eu eu fiz questão de perguntar ele, dá para avistar o porto? Aí ele disse que dá perfeitamente. Esse slide é novo. Pode passar o próximo. Deixa eu ver se ainda tem alguma coisa. Olha aí a Nona Santana falando. É a mesmo comentário da Ana
á para avistar o porto? Aí ele disse que dá perfeitamente. Esse slide é novo. Pode passar o próximo. Deixa eu ver se ainda tem alguma coisa. Olha aí a Nona Santana falando. É a mesmo comentário da Ana Cele. Quando eu fui aí era tudo mato. Isso. Exatamente. Agora já tá mais Santana, né? Porque ela e Denise quando vieram aí conosco estava exatamente tudo cheio de mato, não tinha nada. Isso aqui já é novo, Santana, viu? 2016 não tinha esse arco, hoje já puseram e estão colocando essas pedras. E aí você tá vendo essa silhueta é de Muriel e de Samir. Sami é daquele João Pessoa e Muriel é de Oh meu Deus, ela tá morando nos Estados Unidos, mas eu acho que ela é de São Paulo. Acho que é de São Paulo. Que foi dois que falou que lembra quando foi fundada a cidade lá. É quem esse arco aí é o mesmo, professor? É, é o mesmo. Visto de perto, tá vendo, ó? Uhum. É o mesmo, só que você tá vendo ele do lado de láum aí. Aí você, a gente inclusive tava no frio, frio, passou o arco, né? A gente se a gente se colocou aí atrás do desse arco, dessa base. Daqui onde eu tava olhando, eu pensava que ele era baixinho, que se eu fizesse assim eu pegava, mas Ah, pega não. Olha, olha a altura. Depois que você tem uma referência de uma pessoaidade, né? É. E daí onde eles estão, o Sami e Amuriel, eles avistam o mar, o porto de Alexandria, onde Paulo atravessou o o maru para chegar a Macedônia. Passa o próximo, Adriano. Não, isso aí era uma foto do grupo que tá distorcida. Era só para mostrar, mas a foto não ficou boa. Bem, essas eram as minhas observações com relação à viagem. que eu acho que para mim é muito rico, hein? É sempre uma rico isso é que fantástico, né? Todos os muitos locais que você passa são slides da natureza, coisas assim muito fantástico, maravilhosa, marcas indeléveis deixada em Icôio aonde Paulo foi apedrejado, aonde ele encontrou encontrou tecla, né, que teve aquele caso bem forte. Lá em Esmirna mesmo, eu descobri uma uma comunidade que ninguém da Turquia conhece, chama Filomélio, que fica eh perto de
jado, aonde ele encontrou encontrou tecla, né, que teve aquele caso bem forte. Lá em Esmirna mesmo, eu descobri uma uma comunidade que ninguém da Turquia conhece, chama Filomélio, que fica eh perto de Antioquia da Psídia, que foi fundada por Policarpo de Esmirna. Olha, é, ninguém tem nenhuma referência lá, ninguém tem nada. Aí eu tô, na próxima vez que eu for, eu vou eu vou ver se eu acho pelo menos um sinal, alguma coisa, porque eu fui e achei que hoje o local chama Atheir, a cidade que é uma cidade onde tem hoje tem um filósofo, a história de um filósofo turco chamado acho que é que é, ele é montado num burrinho com a cabeça para trás, burro ele disse: "O burro vigia minhas costas e eu vigio as costas do burro". era um filósofo bem eh popular na Turquia e na cidade que se chama hoje acheí, que há aqui em em em Turco, eu acho que é neve. Sheir cidade, cidade da neve, que é aonde tem essa comunidade que quando ele foi sacrificado, martirizado lá em Roma, a ele a Policarpo de Esmirna e e Inácio de Antioquia, eh, tem uma tem uma carta que foi escrito para Policarpos sobre a vida de Policarpo, que é uma uma é uma é um texto apó que conta toda a história dele e inclusive que a comunidade de Filomélio recebeu a notícia de que ele tinha sido sacrificado, martirizado. Muito fantástico isso. Muito fantástico. Pergunta ouv pode fazer a pergunta? Pode. Bom, a gente pode fazer essa pergunta aqui. A gente tem que encerrar porque professor não tá bem, tá? Hum. Tá adoentado. Vamos ver essa pergunta aqui. Já ouvi? Ah, desculpa. Vej, já ouvi. Já ouvi dizer que no Antigo Testamento, não é na Torá, falou o Antigo Testamento, não tem referência sobre vida após a morte. A proibição das evocações, a evocação de Samuel pelo rei Saul não seriam um entendimento sobre vida após a morte. Posso dizer? Bom, se você partir da letra que mata e não do espírito que vivifica, você na literalidade, principalmente nas traduções, não encontrará grandes referências a com os elementos que a gente conhece dentro do espiritismo.
r da letra que mata e não do espírito que vivifica, você na literalidade, principalmente nas traduções, não encontrará grandes referências a com os elementos que a gente conhece dentro do espiritismo. Mas, porém, nós encontramos a Torá sendo trazida dentro de um conjunto, onde existe a Torá escrita e a Torá oral. Nós poderíamos imaginar e entender que a Torá oral, que é a tradição do povo judeu, hoje escrita no Talmud e ali registrada, nós vamos encontrar a referências plenas, não apenas sobre a vida após a morte, mas sobre experiências reencarnatórias. O que acontece com o homem a apegado à matéria no processo de desencarne? Nós vamos encontrar a espíritos manifestando-se através de evocação ou sem evocação. Nós vamos encontrar todos os elementos, talvez não com as exatas e as mesmas explicações da qual foi trazida por Allan Kardec, mas a vida a após a morte é encontrada no Antigo Testamento. E eu diria que não apenas no Antigo Testamento, até mesmo na Torá, inclusive nos 10 mandamentos. Eu diria que muito mais do que isso. Essa semana mesmo, eh, eu estava vendo um vídeo de um rabino falando, um rabino ortodoxo, uma autoridade rabínica do Brasil falando sobre a comunicação com os espíritos e como isso é trazido como estando descrito no Talmud e estando descrito depois lá no século XI por uma série de sábios que realizavam essa comunicação, mas ele cita que não se deve invocar o os mortos dentro do judaísmo, mas que o correto seria aguardar que esses viessem segundo a condição moral daqueles que recebem esses esses espíritos. Então, nós estamos aqui diante eh eu diria, talvez o Ela a ou professor possam até ter uma opinião diferente, mas eu diria que a se nós formos pela literalidade do texto, talvez a gente não encontre detalhes, mas a eu sempre gosto de dizer, o texto do Antigo Testamento não foi escrito para ocidentis entenderem. Ele é um conjunto de símbolos de difícil interpretação para maior parte de nós. Então, pro acidente, poderíamos até partir da explicação e
Antigo Testamento não foi escrito para ocidentis entenderem. Ele é um conjunto de símbolos de difícil interpretação para maior parte de nós. Então, pro acidente, poderíamos até partir da explicação e dizer: "Não, não se fala muito sobre isso, mas do ponto de vista da leitura judaica, da tradição e dos escritos antigos que contam aí com séculos ou mais do que milênios, nós encontramos a vida no mundo espiritual bastante importante. Agora, meninos, respondam vocês, porque podem até eh tá em desacordo com o que eu disse, com a promessa. Isso mesmo. Queria trazer uma contribuição no seguinte sentido. Torá é diferente de Antigo Testamento, porque a Torá é composta fundamentalmente por três grandes blocos, né? o Antigo Testamento, que é a própria Torá em si, os profetas e os outros escritos que dão origem ao acrônimo Danar, Torá, Neveim, Retuvin. Então, eh, no Antigo Testamento, que é o que você está dizendo, é você pegar desde o Gênese até o último dos profetas Malaquias. Nesse elenco de obras, você vai encontrar muitas manifestações sobre comunicação com os espíritos, vida após a morte. E meu Deus, tem vários livros comentando sobre isso. Na Torá, que são os cinco primeiros os livros de Moisés, na literalidade do texto você não vai encontrar muita coisa. O o versículo mais próximo sobre a questão da imortalidade é Deuteronômio 1819. 191, que diz que não se deve evocar os mortos, não deve existir entre vós os adivinhadores, etc. Que nos remete a isso. Mas na Torá você vai encontrar poucas referências. Na literalidade, no Antigo Testamento, não tem bastante riqueza sobre imortalidade da alma. E como Álvaro lembrou, os ocidentais se abraçam com o Tanar, como se o Antigo Testamento fosse a única obra religiosa dos judeus. Meu Deus, eu encheria duas mãos minhas de obras religiosas judaicas. E essas obras religiosas judaicas, elas eram estudadas juntos com o Taná. E elas são riquíssimas de informações sobre a questão da imortalidade da alma, sobre a comunicabilidade dos espíritos e
aicas. E essas obras religiosas judaicas, elas eram estudadas juntos com o Taná. E elas são riquíssimas de informações sobre a questão da imortalidade da alma, sobre a comunicabilidade dos espíritos e todos os demais princípios que a gente está acostumado a lidar em doutrina espírita. Então, respondendo aí a pergunta, na minha visão, no Antigo Testamento, não tem bastante material. Eu poderia criticar em cima da Torá literal, aí sim, mas Antigo Testamento, muita coisa espiritual. É, eu queria só enfatizar, endossar e concordando com Elar e e Álvaro, que o primeiro capítulo do livro de Samuel, versículo é o capítulo 28 do primeiro livro de Samuel, versículo 7 em diante, você tem uma verdadeira história de Saul preocupado que os filisteus estavam chegando e ele orou a Deus, não conseguiu e ele foi procurar pitoniza emendou. E essa pitoniza um médio excelente pelo pelo pelo narra o próprio livro de Samuel. Ela ela diz ela diz Saul diz assim: "Eu queria que você me evocasse, me chamasse Samuel". Aí ela diz assim: "O senhor sabe o que o rei Saul fez com todos os méditos que ele mandava matar? Ele não queria. Ele foi realmente durão com os médicos. Ela disse: "Não, mas eu não vou não vou deixar que lhe aconteça nada." Só que ela não sabia que ele era Saul. Aí assim que ela entra, ela entra em transe, ela descobre que ela diz assim: "Eu vejo um Elohim que sobe". A palavra que tem lá é Eloim. Eu vejo. Ela viu Samuel subindo porque o Xol fica embaixo na visão judaica. Eu vi uma um Deus que sobe e a maioria traduz isso como fantasma. A todas as traduções da maioria que você encontra pro português diz que ela disse: "Eu vejo um fantasma". Ele viu eh eh Samuel e ele estava dizendo que o senhor é Saul. Aí a mulher deu um grito. O senhor tá me aprontou para mim. O senhor vai me matar? E aí ele disse que quem descobriu que ela que Saul estava ali não foi ninguém, foi o próprio Samuel que disse paraa médico, esse aí é o rei Saul. E ele disse: "Eu vim te dizer que amanhã tu estarás comigo". Então tudo que a médio
briu que ela que Saul estava ali não foi ninguém, foi o próprio Samuel que disse paraa médico, esse aí é o rei Saul. E ele disse: "Eu vim te dizer que amanhã tu estarás comigo". Então tudo que a médio disse aconteceu, porque no dia seguinte Saul se suicidou eh naquele processo de da dos filisteus que vieram invadir, houve aquele problema todo, a história que a gente conhece. Sim. Então, esse é um é um do é um dos casos assim que eu acho muito palpável de comunicabilidade entre os dois planos, fortíssimo. Uhum. Sem falar também de Jeremias no primeiro capítulo que Deus disse para ele, antes que tu foste gerado no ventre de tua mãe, eu já te conhecia e te consagrei profeta das nações. Então ele está exatamente pode. É, então isso mostra que a gente tem um chip aí, um pen drive que todo mundo tem fora do corpo para se identificar. E ainda o exatamente que você citou aí, Deuteronômo, Deuteronômio 18, versículo 9 a 11, que Moisés diz: "Quando entrares na terra que o Senhor deu te deu, não aprenda a abominação daquelas nações pagães, não faça passar seu filho, seu filho, pelo fogo." E ele usa a expressão vestetim e aquele que exigi alguma coisa dos mortos. Então, se se Moisés proibiu, é porque existe. Ninguém pode proibir o que não existe. Então, existe vida após a morte, existe comunicabilidade. E o que Moisés temia era a idolatria e o politeísmo que aquele povo trazia, que eles iriam abusar exatamente de uma faculdade, uma coisa que, como Kardec diz no item 171 do livro dos espíritos, as comunicações e as evocações tem que ser feito com fins positivos, com seriedade e com respeito. Então, foi o que os gregos fizeram, né? Exatamente. Jogaram na consulta aos mortos direto. Pois é. Criaram seus oráculos, né? E as médias eram verdadeiras reuniões mediuínicas, né? Com aquelas, né? Então nós temos passagens assim, muitas, não uma só não, no no próprio no próprio Velho Testamento, que eu não chamo Velho Testamento, eu chamo primeira revelação. Eh, e assim vale dizer que na realidade Moisés está regulando a
ssim, muitas, não uma só não, no no próprio no próprio Velho Testamento, que eu não chamo Velho Testamento, eu chamo primeira revelação. Eh, e assim vale dizer que na realidade Moisés está regulando a mediunidade para aqueles que se encontrem já sobre a busca, eu não vou dizer sobre uma moralidade perfeita, mas sobre um despertar consciencial. da busca da moralidade é muito mais nesse sentido do que qualquer forma. E a pergunta que ela fez, se talvez já não tinha compreensão sobre a imortalidade da alma, vale a pena fazer a pergunta, trazer o trecho do Evangelho de Mateus, onde o mancebo rico, o jovem rico, vai a Jesus e ele faz a seguinte pergunta: Como posso eu herdar a vida eterna? vida eterna é a vida do espírito que não tem, não é perecível. Então, a imortalidade da alma, sem sombra de dúvidas, é uma concepção, sim, do judaísmo muito forte. Ah, sim. Tem demais. Tem muita coisa nesse sentido. Tem parábola, inclusive parábolas, né, do do Natã Subel que ele mostra. Ele ele diz que a nossa vida é semelhante a um barco num lago. Ele diz que o o o mundo é um grande oceano com um barco dentro dele e que esse barco é o homem. Quem dirige esse barco? A mão divina. E aonde esse barco vai ancorar? Ele ele vai ter que ancorar numa praia, num num local e quem o dirige é Deus. E quando ele chegar do outro lado, quando ele ancorar, o que vai valer é a carga que ele leva. Então significa que a vida não foi criada para ter uma só existência. Deus não criou o homem para se se acabar, pelo contrário, ele criou uma sequência natural que vem depois desta vida física, pela colheita do que ele fez de boa ou de ruim. Porque segundo a metáfora de de de Natã Subel, o o homem vai ser julgado pela carga que ele leva, as obras que ele construiu durante esse período. E como um barco ele navega no mar revolto da vida, vencendo dificuldades. Aí a gente tem muita coisa em cima disso aí, o Deuteronômio 30 que a gente vai estudar ainda, que mostra os dois caminhos, vai ter a tua opção de escolher e de acordo
o da vida, vencendo dificuldades. Aí a gente tem muita coisa em cima disso aí, o Deuteronômio 30 que a gente vai estudar ainda, que mostra os dois caminhos, vai ter a tua opção de escolher e de acordo com a carga que você levar, você poderá ser bem recebido ou mesmo não ser recebido porque você não leva nada que possa ser útil para sua vida espiritual. Professor, a Clarissa está perguntando aqui se o roteiro, né, se as fotos, os slides serão disponibilizados de alguma forma. Bem, se você quiser, você que quiser disponibilizar em algum algum pen drive, algum algum zap, tem toda a minha autorização, é só disponibilizar para quem quiser. Não sei se tem como deixar no no YouTube, porque tá no YouTube agora, né? Depois que a gente mostrou tudo, está no YouTube, porque tudo que passa aí fica registrado, né? Isso aí, pessoal. Sem mais perguntas, encerramos as perguntas. Ah, só respondendo que a Suenica tá perguntando pela Denise. Denise tá no tá no período sabático dela, mas se Deus quiser logo logo estará de volta, viu, Su Eli? É, eu acho que a gente pode então me encerrar, né, por conta do Eu eu sinceramente, se vocês quiserem continuar, eu vou ter que parar porque minha garganta vamos encerrar minha garganta, professor Severino. É, vamos, vamos deixar aqui pra gente poder aí a gente vai começar só para me situar, vai ser o capítulo 16. É, próximo é 16. 16 é as festas judaicas, eu acho que é ou é a Parachate não é quem não é a Parachat of team acho que é o é o 16 eh 18 não é 16 18 não é isso vocês já começaram o capítulo 16 acho que é o 16 18 semana que vem se eu não tô enganado. Eh, já começamos o o 16 e fizemos duas festas. Pensa, foi, né? Pça e chavoto. Foi. E Xavoto. Foi. Ah, paça e não é chavote. Deve. É chavote. Aí fica faltando sucote. 6 13. Aí vai ficar faltando sucote, não é isso? Sucote peregrinação. Acho que sucote a gente chegou a ver também. É, então, então é a peregrinação também é 16 18. 16 18, professor. A vai começar no 16, o caso. A chat. Isso. Dia 22 de abril já fica o convite aí,
inação. Acho que sucote a gente chegou a ver também. É, então, então é a peregrinação também é 16 18. 16 18, professor. A vai começar no 16, o caso. A chat. Isso. Dia 22 de abril já fica o convite aí, então, para todos que acompanham essa série de estudos de Moisés da Kardec. Dia 22 de abril daremos então aí a continuidade a esses estudos que trazem tanto conhecimento para todos nós. Show team. É isso mesmo. É 16 18, começa no 17 o team. OK. Então você determina aí quem vai fazer a prece eh livre espontânea pressão. Livre espontânea indicação. Pessoal, alguém tem alguma consideração final ou já podemos partir para este encerramento? Acho que já podemos partir. Vamos partir pra pressa assim. Já vamos paraa pressa. Então, acho que sim. Quem quem pode fazer pra gente hoje? Álvaro. Pedir pro Álvaro. Posso fazer? Bom, primeiro agradecer todos, né, pela presença aqui conosco, imediante a esse convite de reflexões numa viagem ao passado da história da humanidade, onde foi grafado sob a completa abnegação dos propósitos do mundo material, as vibrações imortais daqueles primeiros cristãos que souberam amar, que souberam viver as suas vidas, deixando que o Cristo habitasse os seus corações. Espíritos esses que se tornaram luzes imortais. mediante toda a consciência futura da humanidade. Na medida em que alcançamos, através da arqueologia dos valores sinceros do cristianismo primitivo, nós igualmente mergulhamos na explicação mais benemérita que poderíamos alcançar a doutrina dos espíritos. Encontramos os valores da imortalidade da alma, os caminhos do mais legítimo amor a Deus, da mais preciosa forma de servir o evangelho do Cristo. E assim nos conectamos com o passado e com o futuro. O passado na forma do exemplo dos missionários. e o futuro, pela forma da qual almejamos todos a alcançar a plena vivência dos valores sinceros do evangelho. E que essas luzes, que esses irmãos que caminharam à nossa frente traçando o caminho missionário e legando o exemplo do Cristo em histórias de
ançar a plena vivência dos valores sinceros do evangelho. E que essas luzes, que esses irmãos que caminharam à nossa frente traçando o caminho missionário e legando o exemplo do Cristo em histórias de transformação, possam nos inspirar para que sejamos igualmente amparados por esses fluidos, por esses sublimes espíritos queem que hoje aproximam-se de nós para regular as diretrizes da doutrina dos espíritos e assim nos inspirar a prosseguir adiante, servindo da maneira em que serviram, amando da mane maneira em que amaram desinteressadamente e sempre em estado de prontidão para abrirmos mão dos excessos em favor da humildade e para que esse amor possa contagiar a aos nossos corações e a todos aqueles sob das direções das federativas ao redor de todo o mundo, das casas espíritas, para que o semblante mais leal do Cristo seja a forma de nos inspirar a viver, a forma de nos inspirar a dirigir, a forma de eternizar nessa encarnação. o exemplo do Cristo pela transformação de nossos espíritos. Que assim seja. Graças a Deus. Graças a Deus. Que assim seja, pessoal. Então é isso, chegamos ao final da live de hoje, esse episódio da quinta temporada da série de Moisés a Kardec, dizendo sempre que esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Jorgito, beijo no coração, professor. Beijo no coração. Para vocês. Beijo no coração. Então, até o dia 22 de abril para continuarmos o trabalho, tá bom? Ó, um minutinho só, Adriano, se interessar alguém, tá? A a RW tá formando uma nova turma para Israel, para maio, viu? Se alguém tiver interessado, 10 ou 12 dias, tá certo? Um abraço, uma boa noite, obrigado por tudo. Então, tá com Deus, gente. Até a próxima. Tchau, tchau, tchau, tchau.
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