De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino
Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚
Boa noite. Boa noite, Álvaro Moder. Boa noite, Jorge Elarrado. Desligue o seu. Isso. Ligue o seu áudio. >> Eu quero dar boa noite não para o Álvaro, nem para o professor Severino e nem para o Adriano. Não quero dar boa noite para nenhum de vocês. >> Alô. Alô. Boa noite para todos os queridos companheiros >> que se encontram ligados na nossa live de hoje. E só depois de dar boa noite para todo mundo que está aí nos aguardando, é que eu quero dar o meu boa noite muito especial para o professor Severino Celestino. Como estamos, professor? O Adriano tá congelado e vai ficar para depois. >> Nós estamos muito felizes, meu querido Jorge. Boa noite para você também, não assim com tanta energia com a cachoeira de Paula Afonso que você coloca nesse boa noite para o Álvaro Mory, nosso irmão querido, que hoje tá de volta em tempo hábil para fez falta na última quinzena, né? Então >> foi aí tá se reabilitando, >> tá, né? Boa noite, Adriano. Sem sombra de dúvida, endosçando, querido Jorgito. Boa noite, queridos internautas, amigos que nos estimulam, nos apoiam, nos trazem força e energia para continuarmos esse trabalho tão importante para todos nós, principalmente para nós três que estamos à frente, que é um trabalho que não nos orgulha, mas nos aumenta a responsabilidade de trazer a essência de tudo aquilo que está de Moisés a Kardec. Que maravilha, meus amigos. Quanta gente bacana. Eduardo, Teca Filizola, Zilminha, Helena, Anelise, Sara Lemes, >> Graça Lazarim, Fernanda Arquino, Rose, são muitos nomes. Flávia Teodoro, boa noite a todos. Boa noite, professor Severino Celestino, boa noite, Jorgi Telará. Boa noite ao nosso amigo que dificilmente vai responder porque parece que ele tá >> tá congelado. >> Tá congelado na nossa tela ao lado. Boa noite, Adriano. Você está aí. Graças a você, nós estamos aqui. Mesmo que em >> momento estático seu trabalho é responsável por essa reunião. >> Só deu para dar o entero. >> Mesmo o melhor, mesmo em movimento estático, ele ainda é o máximo. Tão
, nós estamos aqui. Mesmo que em >> momento estático seu trabalho é responsável por essa reunião. >> Só deu para dar o entero. >> Mesmo o melhor, mesmo em movimento estático, ele ainda é o máximo. Tão observando? >> Ainda é o máximo. Ainda é o máximo. >> Pronto, agora ele lá, mas tá sem som. >> Meu Ele mexeu. Mexeu. >> Ele mexeu, mas tá sem som. Então, Álvaro, eu quero saber qual é eh a conexão que existe entre este objeto, este objeto aqui que vocês podem ver, ó, é um objeto da elétrica, né? Aqui vocês podem ver qual é a relação entre este objeto e o conteúdo da doutrina espírita. O que que é isso aqui? Elará, fantástico, né? Você você trou você mostrou para nós agora a pouquinho e ficou maravilhoso, didático, pedagógico, digno de, vamos assim dizer, um orgulho no melhor dos sentidos de Allan Kardec para com a sua comparação. Ela lá, posso dar o spoiler? >> Pode, pode, >> pode dar. Tomadas mentais. Meu Deus, o cara tem quantos obsessores aqui? E dá para ele plugar três. Olha, >> três tomadas mentais bem acessíveis. >> Sim. E já é no padrão novo, tá? Isso não é um obsessor antigo, isso é um obsessor novo, brasileiro, inclusive. >> E e que bacana, né? André Luiz usa o termo de enxertia mental. Aí dá para entender bem isso, né? se utiliza a energia ou o fluido nervoso, animal do obsediado e os outros eles se acoplam, se utilizam na Terra como posição de passagem de energia ali o encarnado e os outros três mentalmente conectados e trazendo esse processo de enxertia, de obsessão. Fantástico. lá. Você às vezes >> olha >> me surpreende. >> Quero dizer a vocês que o homem do gelo, o nosso o homem das neves, ele despertou. Eu acho que ele despertou. Acho que ele tá querendo que a gente faça a prece paraa abertura do trabalho. >> Adriano, você está nos ouvindo ou tá travado? >> Você está entre nós. >> Uma pancada para Sim. Duas para não. >> Vocês estão me ouvindo? >> Estamos sim. [risadas] >> Então, estamos ouvindo e você está lentamente em câmera lenta, quando não está travado, tá?
á entre nós. >> Uma pancada para Sim. Duas para não. >> Vocês estão me ouvindo? >> Estamos sim. [risadas] >> Então, estamos ouvindo e você está lentamente em câmera lenta, quando não está travado, tá? >> Eu acho que ele está na lua. >> Ele tá na lua. Ele tá na lua. Hoje a gente vai testar ao vivo a tiptografia através do Adriano. A voz não tá saindo. A comunicação será por pancadas mesmo. [risadas] Tiptologia, [risadas] tiptologia típica das irmãs Fox, né, >> vai ser uma homenagem hoje, né? Ele continua travado essa essa. >> Adriano, olha, é o seguinte, você não vai conseguir falar, vai vai ficar difícil para você. Nós vamos fazer o seguinte, nós vamos começar. Quem de nós faz a prece paraa abertura do nosso estudo de hoje? >> O Álvaro. >> Álvaro. Pronto, você foi escolhido. >> Posso fazer, meus amigos? >> Ai, ai. Então, agradecidos por mais este encontro, onde vivemos a fraternidade, onde as pequenas dificuldades e tropeços que encontramos na vida tornam-se elementos de fortalecimento espiritual e união desse grupo de estudos que se estende por tantas casas. casas ao redor do Brasil e do mundo, onde despretenciosamente iniciou-se a série de Moisés a Kardec e tornou-se uma grande família de afinidade espiritual. Rogamos por inspiração a todos os presentes ou que assistirão futuramente essa live, pedindo que sejamos aptos a compreender, explicar e juntos despertarmos cada vez mais para as bênçãos do entendimento da doutrina dos espíritos, dos textos. indecifráveis do passado que tornam-se luz a nossa consciência. Que assim seja. >> Graças a Deus. Um abraço para Aparecida do Maredomos lá de Fortaleza. Mas ela está, é, ela tá dizendo aqui que tá muito bom hoje. Alegria de estarmos juntos, com certeza parecida. Nós, o trio, Adriano fazendo parte, dirigindo o trio e vocês aí dando toda a energia e toda a luz para que possamos estar juntos reunidos e unidos no mesmo pensamento e numa mesma busca. Eu sugeri, Jorge, faça a distribuição aí das tarefas. Eu acho que só uma sugestão,
toda a energia e toda a luz para que possamos estar juntos reunidos e unidos no mesmo pensamento e numa mesma busca. Eu sugeri, Jorge, faça a distribuição aí das tarefas. Eu acho que só uma sugestão, eh, seria interessante o Álvaro dar uma pequeno resumo até o versículo 7 que a gente viu na última quinzena >> para situar melhor o capítulo e a gente daí para frente a gente continua. Então, mas eu antes da gente começar de fato o estudo, eu queria só que o Álvaro eh falasse com as pessoas, porque eu vi muitas pessoas perguntaram por você na última live e muitos ficaram preocupados porque você não esteve conosco. Então, acho que vale a pena você passar para as pessoas a informação do trabalho, né, para que fique claro isso, porque as pessoas ficaram aflitas achando que teria tido algum tipo de acidente, alguma coisa que teria acontecido com você. >> Não, gente, fiquem tranquilos. Se fosse um homem de bem, teria morrido. Mas tá tudo certo. Muita estrada pela frente, muito trabalho. O a nossa casinha espírita em São Paulo, Cesco de Luz, ele tem recebido muitas pessoas. Professor Celestino esteve lá, o Ela esteve lá. Nas terças-feiras tem aparecido mais de 100 pessoas. A esposa do Sâmia também esteve lá. Sâve lá e e mais tem aparecido mais de 100 pessoas. É uma casinha muito pequenininha. >> Meu Deus, a gente na cozinha, a gente na garagem. É, a gente não cabe e e assim tem sido um trabalho muito maravilhoso e e acabamos nos estendendo um pouco aquele dia. Quando eu cheguei, faltava assim, vocês estavam no encerramento, eu falei: "Ah, eu não vou entrar para, né?" Eu fiquei até com vergonha, mas faz parte. Mas você qualquer hora você é sempre bem-vindo, tem problema nenhum. >> É beleza. Bom, então vamos lá. Eh, nós começamos na semana passada o capítulo 22 e nós respondemos muitas perguntas porque as pessoas foram fazendo e a gente foi aproveitando e já respondendo as dúvidas que as pessoas tinham e eh andamos pouco no texto, mas caminhamos satisfatoriamente em cima das dos
tas perguntas porque as pessoas foram fazendo e a gente foi aproveitando e já respondendo as dúvidas que as pessoas tinham e eh andamos pouco no texto, mas caminhamos satisfatoriamente em cima das dos questionamentos que surgiram sobre essas questões. Então, nós trabalhamos especificamente capítulo 22 de Deuteronômio, versículos de 1 até o 7, foi onde nós nós paramos. Nós vimos aí esse eh vimos essa parte do animal perdido que você não deve se desviar dele, do jumento perdido e da parte das vestimentas de homens e mulheres que precisam ser bem distintas, não é? Então foram essas coisas que a gente a >> mistura de tecidos também, né? É mistura de tecido. >> Mistura de tecido. Os filhotes de árvores de passarinho, de aves, né? >> Sim. Posso trazer algumas questões aqui interessantes. >> Tá bom. Vamos lá. >> Professor, eu escrevi um negócio no chat ali que o senhor vai gostar porque eu sei que o senhor o conheceu, mas não compartilhei aqui. Mas vamos lá. Eh, olha que coisa bacana. Todas essas, quase todas essas, não todas, né? Mas essa lei do homem investir-se como mulher, mulher investir-se como homem, é uma lei interessante. nós vamos encontrar que a grande razão disso estando escrita numa das em uma das e é um midrache que vai nos dizer a ele vai nos trazer a seguinte questão e ele levanta aqui a michnatklaim. Que que é a michnatklaim? Então, a gente até citou e escreveu sobre isso no nosso livro, ó, que se você não comprou, vale a pena ver a nova edição que tá fantástica. Nós explicamos um pouquinho com mais propriedade o que é o michnatkim. E aqui é a questão, a proibição de, por exemplo, se plantar duas eh espécies diferentes no mesmo campo, onde uma gera competição com a outra, ou, por exemplo, cruzar dois animais ou colocar dois animais diferentes, um que anda mais rápido e outro que tem mais força, como um cavalo e um boi, em uma mesma carroça. Existe essa proibição. E a gente vai encontrar aqui sendo trazido alguns elementos nessa nossa para-xá que a gente não deveria a realizar. Essa
is força, como um cavalo e um boi, em uma mesma carroça. Existe essa proibição. E a gente vai encontrar aqui sendo trazido alguns elementos nessa nossa para-xá que a gente não deveria a realizar. Essa questão das vestimentas, ela tá muito correlacionada a uma a um processo de idolatria que era feito. Isso é descrito no Targum de Jonathan Benuziel, onde vai nos falar que existia alguns povos próximos à terra de Israel que iriam levar, iriam fazer rituais de idolatria, onde se usavam vestes, vamos assim, trocadas. E aqui que nasce uma série de tradições do povo de Israel. Então, por exemplo, nessa mesma a parachá, a gente vai encontrar o talit ou para ser colocado, ou seja, aquelas quatro franjinhas chamadas tsito, vestes. Só os homens usam isso. Por que que não se usam as mulheres? A, hoje em dia em sinagogas reformistas já acontece isso. Isso se dá por conta de ser uma vestimenta, ou melhor, um mandamento para os homens. Por que que no judaísmo a gente não coloca uma série de obrigações para as mulheres, tal qual ao homem? Então, por exemplo, o homem tem a obrigação de realizar as preces nos horários adequados, da maneira certa. E as mulheres, as mulheres têm uma obrigação muito maior que no espiritismo a gente não coloca como mandamento, a gente coloca isso como missão, a missão da educação dos filhos. Não é que o pai não tem a sua obrigação, mas no judaísmo existe uma tradição de na primeira idade, no momento mais importante, segundo André Luiz, a mulher passar e transmitir esses mandamentos. Agora, olha só que coisa interessante. Imagina que seja um momento de arte. Vamos fazer uma peça teatral. Poderia, segundo a lei judaica, até poderia. Alguns vão dizer, outros dizem não, mas alguns vão dizer sim. Você poderia, nesse caso, em função da arte, do aprendizado, etc., se utilizar a dessa troca de vestimentas. Mas a gente vai encontrar aqui a outra questão. Por exemplo, as vestimentas mudam de local para local. As vestimentas têm uma condição cultural. E aqui a lei vai
utilizar a dessa troca de vestimentas. Mas a gente vai encontrar aqui a outra questão. Por exemplo, as vestimentas mudam de local para local. As vestimentas têm uma condição cultural. E aqui a lei vai dizer: "Olha, não, se você vai para um lugar onde é, vamos dizer, a tradição é outra, pode respeitar a tradição daquele lugar. Você não tem que mudar. >> Vou dar um exemplo. Eu vou dar um exemplo. Sujeito vai paraa Escócia, aonde os homens usam aquele >> o nome. Isso. Então ali é uma vestimenta masculina. Exato. Exato. Bem no bem bem observado. Ela agora a gente vai encontrar aqui uma outra tradição, porque você encontra duas algumas algumas leis que vão corroborar para isso. Primeira lei, um homem não pode encostar uma lina na face, ou seja, você não pode fazer a barba. Só que aqui também o homem tem a barba como uma característica masculina na no Oriente Médio, no judaísmo. E a gente tá falando uma tradição milenar. Então ali uma das tradições de não se tirar a barba também se apoiam nessa questão. Só que aqui quando eu falei da michinatklaim, que é a proibição de misturar as espécies aqui em um nível mais aprofundado, vamos assim colocar a de eu tô colocando como a percepção do judaísmo, tá gente? Só paraa gente entender, a gente vai encontrar aqui a possibilidade de se estimular, vamos assim dizer, eh energias espirituais que estejam guardadas em um arcabolso. Então aqui não é sobre eh homofobia, não é nada sobre isso. A gente tá falando num texto de 3.500 anos atrás. a gente só tá fazendo a leitura de acordo com o entendimento e dentro do judaísmo isso é muito bem, muito bem discutido. Então eu queria colocar essas questões pela >> Então tá. Então, só para sintetizar, nós temos aí a questão das plantas diferentes no mesmo terreno pela possibilidade de que elas possam competir e acaba que os nutrientes, uma canibaliza o nutriente da outra e você é eh acaba não tendo produção em nenhuma das duas, não misturar para que não haja nenhum tipo de prejuízo pela combinação
competir e acaba que os nutrientes, uma canibaliza o nutriente da outra e você é eh acaba não tendo produção em nenhuma das duas, não misturar para que não haja nenhum tipo de prejuízo pela combinação das espécies. A questão dos animais a mesma coisa, porque se você colocar um animal muito mais forte junto com o outro mais fraco, você vai sobrecarregar o mais forte, porque o mais fraco não vai dar conta de de de carregar nada, vai acabar sobrando pro outro. E se tiver um mais rápido e um mais lento também você vai ter desequilíbrio. Então a parelha de boi tem que ser dois bois. Se for jumento, dois jumentos, né? Cavalo, dois cavalos e assim, >> se for cavalo, dois cavalos, né? E aí também uma outra coisa aí até perguntar para confirmar pela leitura do que você tava falando. Então, o burro que é o cruzamento do jumento com uma égua ou de um cavalo com uma jumenta, ele então está fora do contexto da lei judaica, porque é a mistura de dois espécies, né? Perfeito. Ela pelo judaísmo seria, vamos dizer assim, não cacher, >> não permitido, não correto >> essa esse cruzamento. >> Certo. OK. >> Você comentou, Elahá, >> da questão da de espantar os passarinhos também, né, da mamãe pássaro para pegar os ovos. Ah, sim, sim. >> Eh, >> sabe que eu acho interessante nesse mandamento? >> Hum. Eu acho interessante que aqui é o honrar pai e mãe. A gente entende que existe uma lei que precisa ser cumprida, onde ainda a gente tem aquela cadeia alimentar e é natural que o homem tenha que se alimentar da proteína animal, do ovo, o que quer que seja. Então aqui quando a gente fala do honrar pai e mãe e terás os teus dias estendidos sobre a terra, é trazido também o afastar a mamãe do ninho para pegar os ovos, para que aquilo não seja tão dolorido para um animal. Também é uma é uma lei de bons tratos aos animais, já que essa consciência é relativamente nova. Eh, há 30 anos atrás, cachorro era cachorro. Hoje em dia a gente tem uma percepção e uma interação diferente já com o mundo animal. Não sei se vocês concordam, mas
sa consciência é relativamente nova. Eh, há 30 anos atrás, cachorro era cachorro. Hoje em dia a gente tem uma percepção e uma interação diferente já com o mundo animal. Não sei se vocês concordam, mas >> Sim, sim, claro, né? Naquela época você tem essa percepção. >> Eh, agora tem uma outra questão que eu queria colocar em cima da do do aspecto lá do do burro, né? é que se você tiver uma uma propriedade cheia de cavalos, de éguas, de jumentos, ela vai se reproduzir e vai durar para sempre. Mas na medida em que você vai colocando mulas, burros, né, que é a mesma coisa, masculino, feminino, >> eles são estéreis, então automaticamente você vai tendo prejuízo para a sua >> para pro seu rebanho, porque você vai tendo cada vez menos poder reprodutivo. Professor Severino aí que viveu no campo boa parte da vida aí, não é isso, professor? O burro ele é estéril, né? A morte. >> É porque é o seguinte, o burro que a gente chama aqui no no Nordeste, burro mulo, >> ele é burro mulo. Ele é fruto do cruzamento do Jirico ou jeg com a égua. Então nem nasce Jirico, nem nasce égua. nasce o burro mulo, que se chama, né, que é uma a ele nasce estéreo porque ele não é uma espécie, ele não é uma espécie, ele é um híbrido. >> Híbrido, né? eh de jeg como, então dá dá uma espécie muito mais resistente, mais forte, mais domável, porém não é uma espécie, é um híbrido. Então ele não reproduz, >> não reproduz, >> não reproduz. Mas as pessoas, pelo menos aqui no Nordeste, eles se utilizavam muito, porque o burro mulo, ele é mais resistente, ele é mais veloz, >> ele carrega >> mais alto, >> mais alto. Ele é um realmente um intermediário entre o Jegerico e o cavalo. >> E o cavalo. >> É. E é muito resistente e a e ele tem uma visão noturna perfeita. Eu já viajei muito de burro à noite, inclusive nos escuros do interior e ele não escorrega. Você pode andar num terreno pedregoso, numa ladeira altamente inclinada, ele desce e sobe, não dá um escorregão. O cavalo dá, o jeg dá, mas o mulo não dá. Então ele tem uma um equilíbrio e uma
orrega. Você pode andar num terreno pedregoso, numa ladeira altamente inclinada, ele desce e sobe, não dá um escorregão. O cavalo dá, o jeg dá, mas o mulo não dá. Então ele tem uma um equilíbrio e uma resistência muito maior a doenças e a outras coisas. que Mas é estéril. >> É, mas é estéril. >> Mas você é produzir, né? >> É, se você quiser interessante, >> é, se você quiser muito burro mulo, você vai ter que ter mais jumentos e éguas, porque só assim você vai obter um burro mulo. Não fecunda. >> É, burro mulo. É esse que o professor Cildo tá falando. Burro humano está nessa tela na parte de baixo dela, entendeu? Para poder [risadas] separar aí para as pessoas. >> E aí você acrescenta e os colegas na parte de cima. Pode acrescentar que tá autorizado. [risadas] >> Muito bem. >> Diga. >> Eu escrevi pro senhor, o senhor não viu aí no chat privado. >> Vi, vi, vi. Frei Damião tá aparecendo. >> Lembrei tanto do senhor. >> É aqui eu eu me lembrei de você domingo porque eu fui aqui ao interior brejo paraibano e nessa religião de Alagoa Grande, Alagoinha, Areia, Guarabira, esse brejo todo, dificilmente, sobretudo Guarabira, você ao atravessar Guarabira, você vê no mínimo umas cinco a oito estátuas de Frei da Milão. >> Ah, eu tive em Guarabira no encontro dos jovens, né, daí da Paraíba. Isso de noite eu não não lembro, >> mas você tem a maior estátua que você tem notícia ali naquela região tá em Guarabira. Numa serra que tem, numa montanha que tem, ele fica lá em cima e durante antes você passa em Cachoeira do Gued e DR, regiões ali próximo de Guarabilha, já vai aparecendo estátuas de freio da Mielão. Em todo canto tem e ainda tem lojas para voltar lá, a gente vai lá ver. Olha, Frei Damião não tem nada a ver com o nosso assunto, mas já que foi tocado, eu queria só >> do Mas é, mas eu queria contar uma coisa para vocês aqui. Quando eu fui nessa região aí do Brejo, eu vi muitas estátuas do Frei Damião. E aí eu perguntei, escuta, o que que o Frei o que que ele tem de importante? Por que que tem tanta estapa
para vocês aqui. Quando eu fui nessa região aí do Brejo, eu vi muitas estátuas do Frei Damião. E aí eu perguntei, escuta, o que que o Frei o que que ele tem de importante? Por que que tem tanta estapa dele aqui? O que que ele tinha? me fala dele que eu não sei nada dele, deixa me conta algo sobre ele. E aí eu fiquei pedindo para as pessoas me falarem, cada um foi contando uma história diferente. A síntese da história é a seguinte: ele era um médium de cura. >> Então ele chegava, >> ele chegava nos locais e assim, segundo dizem, ele não era nada doce, ele era assim meio áspero, né? Ele é austero. Ele era austero. Isso. >> E aí, mas ele o que ele tocava, ele curava. E aí o pessoal contou umas histórias dele que ele se hospedava na casa das pessoas e quando ele ia embora, às vezes ele deixava uma sandália dele naquelas naquela casa. Ficava um aquelas alpercatona que ele usava. Aí a pessoa já sabia, pegava aquela alercata dele, lavava e guardava. Quando tinha um doente, pegava a sandália dele, colocava em cima do doente e a energia dele na sandália provocava a cura das pessoas. Então acho que ele era um, em termos de cura ele era impressionante. >> Médium de efeito físico em geral, o Elar, ele era um grande médium de efeito físico. O professor viveu, conheceu Frei Damião, né, professor? Conheci e vi coisas dele assim impressionantes, impressionantes. Ele era rigoroso na ortodoxia. Ele não ele não admitia casais amaziados, como ele cham aqui no Nordeste, ou amancebados. Ou seja, ninguém poderia viver onde ele passava. Se ele soubesse que tinha um homem e uma mulher que não eram casados, ele fazia o casamento. Ele não só não aceitava, mas ele mesmo não cobrava nada. Ele fazia o casamento e unia as pessoas. >> Pronto. Agora você na minha cidade, ele em Alagoa Grande, ele influenciou na própria natureza, porque ele fez os sapos da Alagoa se calarem numa num serão dessa lá. É quando ele foi fazer um sermão lá na nossa cidade e na no começo do inverno os sapos cantam assim
fluenciou na própria natureza, porque ele fez os sapos da Alagoa se calarem numa num serão dessa lá. É quando ele foi fazer um sermão lá na nossa cidade e na no começo do inverno os sapos cantam assim e é uma gritaria que você não escuta nada, incomoda mesmo. Dá mais da da os decibéis do canto do sapo na época da reprodução são agressivos aos tímbolos da gente. Tão alto eles são. E ele queria falar e não podia. Ele levantou a mão e mandou os sapos se calaram. E até hoje na Alagoa de lá em Alagoa Grande não canta sapo. Essa é são algumas, né? >> É hoje ela >> até hoje. Até hoje. E ele teve matou os méd porque ele matou os sapo todinho. Aí o sapo não pensou >> não. A potência do médium de cura, do médium de efeito físico, não. E é completamente explicável pela >> pela >> pela doutrina assim. É possível. Mas pra gente entender, né, o o tamanho. >> Em 1956, 57, foi muito seco naquela região do brejo. E chegou o mês de maio, não tinha chuva e o povo não podia plantar porque o mês de plantar para começar a plantar é em março, tava todo mundo fome, com sede, um calor imenso. E tem uma cidade lá no quando que vai paraa Campina Grande chamada Serra Redonda. O patrono de lá é São Pedro. Eu conheço a a capela de lá e a igreja porque eu fui coroinha. Comecei ser coroinha lá com Benjamim nos anos 60, 1960, 61, 60 até 63. E o povo clamava por chuva e não tinha chuva. Frei Damião chegou na cidade, mandou avisar o pessoal que ia à Serra Redonda e quando ele mandava avisar, meu filho, a cidade lotava. Você chegava lá, quem tinha naquela redondeza, se deslocava pra cidade. Naquela época eu era pequena, meus pais também, eu tinha 9 anos aproximadamente e foi muitos gente lá de casa, porque meu pai era devoto dele, minha mãe, todo mundo era adorava frente da ele levou o pessoal para fora da cidade e lá a cidade tinha uma subida, era aproximadamente 2 horas da tarde, um sol a pino, não tinha uma nuvem no céu. o serviço de de tamanho, pequeno, médio, nada, o céu azul livre, vai ser o deserto da da do Negueva cama.
a uma subida, era aproximadamente 2 horas da tarde, um sol a pino, não tinha uma nuvem no céu. o serviço de de tamanho, pequeno, médio, nada, o céu azul livre, vai ser o deserto da da do Negueva cama. >> É nada. E ele começou a charchar, porque tem um um hino na igreja que diz assim: "Perdão, meu Jesus, perdão, Deus de amor. Perdão, Deus clemente, perdoai, Senhor." Ele mandou o povo cantar esse hino e alterou a letra e para se cantar. Perdão, meu Jesus. Perdão, Deus de amor. Perdão, Deus clemente. Dai-nos chuva, Senhor. Esse era o refrão final. O pessoal começou a cantar na entrada da cidade. Antes de chegar na metade da cidade, surgiu um vento, nuvens no céu e teve uma tempestade de água. O povo sorria, chorava e gritava de alegria. Eu ainda me lembro disso ficar arrepiado. Um fenômeno que ele quer dizer, ele influenciava até nos fenômenos da natureza. >> Natureza. >> Ele, como Jesus fez lá no mar da Galileia, né, parando a tempestade, ele >> Elias fez chover também. >> Ele ele fez os espíritos que produzem a chuva trabalharem e trazer chuva. Quando ele saiu de lá, todo mundo correu pro roçado, foi plantar suas lavouras e ainda se lucrou muito naquele ano. A a a colheta um pouco tardia, mas eu me lembro disso, a gente chorava, meu pai cantava, era aquele aquela aquela coisa que abalou aquela região todinha essa essa notícia. Quem é daquela região que seja mais ou menos dos anos 50 e 60 sabe dessa história e conhece? Que coisa, né? >> Coisa linda, né? >> Mas vamos voltar para o nosso né? >> Tal qual quadrip >> é >> que foi outro grande. >> E ele era italiano, viu? Ele era italiano. Era Frei Damião de Bzano. Ele nasceu na cidade de Banão, >> na Itália. >> Bacana, né? >> Muito bom. >> Culpa dele. >> Vamos voltar pro nosso texto que >> Vamos lá. Vamos lá. Bom, passada essas discussões sobre essas observações, nós vamos ter agora uma sequência de versículos só questões sexuais, questão de abuso, de eh pessoas que estão aí vai aparecer uma uma palavra que nós não temos muita
scussões sobre essas observações, nós vamos ter agora uma sequência de versículos só questões sexuais, questão de abuso, de eh pessoas que estão aí vai aparecer uma uma palavra que nós não temos muita intimidade com ela, que é a mulher desposada, uma mulher Mulher desposada não é uma mulher casada, é a mulher noiva que tá comprometida para casar. Tá bom? >> Candidata a esposa, né? >> Ela é candidata à esposa. Ela é noiva. Ela é noiva, >> sim. >> Tá. Já houve uma Já houve um compromisso. >> É o caso de Maria e José na R. >> É o caso de Maria José. Ela estava, ela era despousada, né? >> É, >> ele desposou a ela. Muito bem. E aí, nesse momento do texto, a gente vai encontrar várias várias situações, situações diferentes que inclusive vão trançar lá com o Novo Testamento, né? E aí a primeira delas está no versículo 13, quando diz o seguinte, é o primeiro caso, caso número um, lá vai, eh, um homem tomar uma mulher, ele casou com ela e tomou essa mulher para ele, casou com ela. Depois eles tiveram um relacionamento, ou seja, ele coabitou com ela e depois que eles têm o casamento, o casamento está consumado, ouve o ato sexual do casal, ele volta e vai desprezá-la, dizendo: "Olha, quando um homem tomar uma mulher e depois de coabar com ela a desprezar e lhe imputar coisas escandalosas e contra ela divulgar má fama dizendo aí ele falando: "Tomei esta mulher e me cheguei a ela, porém não achei virgem". Então é o caso de uma pessoa que casa com outra, ocorre o relacionamento do casal, mas após o relacionamento, ele começa a alardear que a mulher com quem ele casou não é virgem, porque ele teria a condição, se ela não fosse realmente virgem, de se libertar. do compromisso com ela. Então, o cara acaba se eh fazendo esse tipo de movimento para se desincumbir do fato de ter que ficar com aquela mulher. E aí vem a primeira hipótese, né? Se for falso, se ele tiver mentindo, se a mulher realmente não era isso que ele diz que ela era, então olha lá, que é que vai acontecer se isso se der? Bom,
a mulher. E aí vem a primeira hipótese, né? Se for falso, se ele tiver mentindo, se a mulher realmente não era isso que ele diz que ela era, então olha lá, que é que vai acontecer se isso se der? Bom, então o pai da moça e sua mãe tomarão os sinais da virgindade dela e levar usão aos anciãos da cidade à porta. Então eles vão pegar. Isso acontecia há muitos anos atrás na Itália. O que que o pessoal fazia na Itália? Quando o casal casava, no dia seguinte eles estendiam o lençol da noite de Núcias na janela para mostrar a marca de sangue, que era uma maneira de dizer para que a mulher era >> a comunidade, é que aquela mulher ela era virgem, né? >> Coisas que hoje isso não não não existe, mas que se fazia. >> É, não tem sentido. Mas naquela época, né? Então o que é que o pai da moça faz? pega os sinais da virgindade dela e leva para mostrá-los ao ancião da cidade. O pai da moça então vai dizer aos anciãos: "Eu dei minha filha por mulher a este homem, porém ele a despreza. E eis que lhe imputou coisas escandalosas, dizendo: "Não achei virgem essa moça, né? Porém, eis aqui os sinais da virgindade de minha filha, e estenderão a roupa, >> a chaba de sangue, >> com os sinais, né, diante dos sacerdotes da cidade. Então, os sacerdotes da mesma cidade tomarão aquele homem da mesma cidade. Tomarão o homem e o castigarão. Depois de ser castigado, ele não morre, tá? Ele não morre. Ele é castigado e ele é e ele tem que pagar 100 ciclos de de prata. 100. Eu disse 100. Depois vai ter uma outra multa numa outra condição. 100 ciclos de prata vai dar a moça porque divulgou má fama sobre uma virgem de Israel e ela lhe será por mulher. Em todos os dias ele não poderá se separar dela, né? Então, esse é o primeiro caso. A moça, o cara casou com ela e divulgou que ela não era virgem. Se isso for verdade, o pai vai levar a amostra de que ela era virgem e o o o caluniador, ele será então castigado. Ainda vai ter que pagar a moça 100 ciclos de prata e ela vai ficar sendo mulher dele. >> Esse castigo, como era esse castigo,
mostra de que ela era virgem e o o o caluniador, ele será então castigado. Ainda vai ter que pagar a moça 100 ciclos de prata e ela vai ficar sendo mulher dele. >> Esse castigo, como era esse castigo, Jorge? Qual era o castigo aqueles? Tu sabe, R? >> Não me lembro, professor. Não sei. >> Deve ter, deve ser. >> Acho que é macoto, >> hein? >> Acho que é macoto. É, não sei. Bastou, tipo, não sei. >> Bastão, né? >> É, pode ser >> a bastonada >> ou bastonada ou chicotada, né? Alguma coisa. >> Ou chicote, né? Alguma coisa assim. que no tempo de Paulo era varada, né, que ele levou, não sei qual era que era 40, 39 varadas que era o castigo que >> é açoite, né? >> Açoite. >> Eu uma vez eu peguei no Paulo Estev. >> O açoite é mais com chicote. O açoite é mais com chicote. >> As varadas é vara mesmo. São 39. É, >> são 40. >> Chicoteavam na mão, né? porque ele era artesão, chicoteava as mãos, fica tudo inchado, podia trabalhar. Muito bem. Então, este é o primeiro caso. Que que temos aí? Tem algum comentário no Temos comentário no painel, Silvio? Porque >> e e eu tenho um comentário. Quer comentar, professor? >> Não, foi que comente. Pode comentar. >> Eh, eu tô dando uma procuradinha. Bom, multa aí, mas cota. É isso mesmo. É, é macoto. Isso aí é bastonada. >> Bastonada, né? É varada, no caso. >> É, eu tava procurando. Interessante, né? Porque a gente conhece o mundo sobre a perspectiva, vamos assim colocar, dos dias atuais. E nós vivemos um momento que na história se chama revolução sexual. Então nós vamos encontrar a a década de 60 tendo como principalmente o marco, como sendo principalmente o marco da revolução sexual. Mas até então aqui nós estamos encontrando uma lei que vem trazer proteção, porque isso poderia ser criticado e mal interpretado. Poderia dizer assim: "Ah, mas que que o povo tem a ver com a sexualidade da moça ou do rapaz ou que quer que seja?" Isso, esse comentário, essa perspectiva só se tem sentido após década de 60, antes de 1960. Isso não faz absoluto nenhum sentido. E
m a ver com a sexualidade da moça ou do rapaz ou que quer que seja?" Isso, esse comentário, essa perspectiva só se tem sentido após década de 60, antes de 1960. Isso não faz absoluto nenhum sentido. E essa lei tem muito mais o intuito de proteção, de proteção, de resguardar e garantir direitos. Por quê? Porque a penalidade sendo tão alta, então vamos dizer, se a pessoa não pode pagar a a se a pessoa não pode pagar os 100 ciclos de prata, ele vai ter que trabalhar para isso, trabalhar até pagar, ou seja, praticamente uma escravidão, >> ou seja, e além disso, o açoite. Então você tá colocando a mulher numa condição de de proteção. Quando a gente fala em homem e mulher, existe por conta do testosterona 50% mais de força comparativa no mesmo peso e mesma idade de um homem para mulher. Então a mulher se encontra, vamos colocar fisiologicamente mais frágil. Por essa razão, o judaísmo traz essa perspectiva da proteção à mulher. Então, só tô colocando aqui um ponto a a um ponto uma um ponto acho que vale a pena observar. É, e proteção à mulher e ao mesmo tempo desânimo para os aqueles que quisessem se aproveitar da condição de não se ter responsabilidade pela virgindade dela, que ele foi o aquele o autor. >> Então, são os dois lados, né? Alerta para os homens e proteção para as mulheres. >> É, tem uma pergunta aqui do Paulo Iter que ele diz o seguinte: "Foi isso que o Jacó quis alegar para Labão para devolver Lia?" Não, foi outra situação. Situação de Jacó com Labão é que eh Jacó estava interessado na prima Raquel desde sempre. E o Labão enganou Jacó porque ele disse: "Não, tudo bem, pai. Não, beleza, vamos fazer o casamento. Se trabalhar 7 anos que eu te dou a minha filha. E o Jacó achou que ele ia ficar com a Raquel. Quando foi a noite de Nupsies, a menina vai com aquele véu. Ele então leva a mulher para a tenda. Naquela época não tinha luz elétrica. Resultado, o Jacó se relaciona sexualmente com a prima. De manhã, isso é o que conta a história. De manhã cedo, quando ele acorda, ele lá disse: "Ai,
ara a tenda. Naquela época não tinha luz elétrica. Resultado, o Jacó se relaciona sexualmente com a prima. De manhã, isso é o que conta a história. De manhã cedo, quando ele acorda, ele lá disse: "Ai, mas essa aqui não é a Raquel, essa aqui é a Lia". E aí ele volta com a filha, mas vai dis não foi essa mulher que eu que eu te pedi. Eu te pedi aquela, você me enganou, me deu essa. Aí o o Labão disse: "Não, tudo bem. É porque aqui nós não casamos a filha mais nova se não tivermos casado a filha mais velha. Mas eu recebo ela de volta, desde que ela esteja na mesma condição que eu te entreguei ela ontem. >> Pronto. >> Aí o Jacó diz: "Não, eu não posso te devolver mais ela do jeito que ela foi. Então, meu amigo, agora você vai ter que ficar com ela. Dis, mas eu queria outra. Trabalha mais sete que eu te dou a outra". Então, é uma circunstância eh diferente, >> diferente. >> E ele ele tenta devolver Lia dizendo que ele queria, que ele tinha acertado a mais a mais nova, né? Mas aí o o Labão dá um um ele engana quando ele tenta devolver. Não, não, não. Se ela tiver no estado que eu >> l lhe dei, tudo bem. Não, não tá nada. >> Labão era um tio meio meio aproveitador da situação, né? É meio esperto. >> Agora a pergunta, por que 7 anos do pastor Jacó Sevia? 7 anos para cada um. É dentro daquela daquele conceito que o direito de propriedade, depois de 7 anos de empréstimo, de qualquer coisa, a pessoa não precisa mais pagar, não, não. Eh, caduca o tempo, >> caduca, >> né, de serviço. Eh, ele já tinha trabalhado 7 anos, tava livre e podia casar, mas aí como não casou agora para que ele tenha Raquel, que é a que ele realmente desejava, ele teve que trabalhar mais 7 anos. E aí aí aí eh Luiz V Camões conta essa história inverso. Ele diz assim: "Por tão longo amor, tão grande amor, tão curta a vida. É porque 14 anos na vida da pessoa já representa muita coisa, né? >> Depois virou 21, né? >> Porque teve mais sete para sair. >> É >> bom. A Cosmo tá fazendo uma pergunta aqui. >> Elahá. Como os pais poderiam provar a
na vida da pessoa já representa muita coisa, né? >> Depois virou 21, né? >> Porque teve mais sete para sair. >> É >> bom. A Cosmo tá fazendo uma pergunta aqui. >> Elahá. Como os pais poderiam provar a virgindade da filha no caso de ser mentira a denúncia do marido? Aqui vale a pena. >> Esse é o próximo bloco. >> Próximo bloco. >> Beleza. Manda abraço. Depois a gente >> na frente vai ter isso aí. Agora, Fernanda Aqui no Brzard, que viveu em Porto Velho, participou de estudo sistematizado junto comigo lá em Rondônia, diz assim: "Eh, nesse versículo vemos como a biologia desmente a literalidade da lei antiga, pois o imem complacente é uma variação anatômica natural". Exato. As mulheres dotadas de ímenem complacente, elas não sangram, porque o íem, como ele é complacente, ele é elástico, então ele cede e vai até o final e ele não rompe. Então não há sangramento, >> não há comprova, né? Não há prova, >> não comprova. Não comprova. Isso é sobre >> isso é fato. Agora o que a gente precisa saber é se nessa linhagem de mulheres judias >> Sim, é isso, né? faz parte da da biologia desse dessa etnia. Porque talvez eu não eu não estou dizendo que tenha, tá, Fernanda, mas pode ser que que essa essa ocorrência ela seja mais típica de um de uma de um outro grupo étnico. Eu vou até dar uma olhada, ver se tem, mas isso também é uma questão menor, né? Isso é uma questão menor. O objetivo aqui era que se pudesse comprovar que as mulheres não tinham tido nenhum tipo de relacionamento. >> É, é aí que eu ia fazer o comentário, Elahrá, que eu acho que vale a pena a gente entender uma diferença. Você tá no século XX, a gente tá em uma sociedade onde a palavra não vale nada. Se eu dou a minha palavra, por exemplo, ao professor e ele confia e eu descumpro, eu firo a moral humana, mas não necessariamente a lei, apesar de que o acordo entre eh o acordo verbal também é um contrato, mas vamos dizer, diante do direito, você precisa de testemunhas, você precisa de uma série de questões, você precisa de provas. No judaísmo, não
o acordo entre eh o acordo verbal também é um contrato, mas vamos dizer, diante do direito, você precisa de testemunhas, você precisa de uma série de questões, você precisa de provas. No judaísmo, não é assim. Por quê? Porque é o seguinte, as pessoas que podem testemunhar, elas precisam de ter o reconhecimento através da conduta moral. Então, vamos lá. Conduta moral é a pessoa que é temente a Deus, que tem o teu o esforço da vida para o cumprimento da Torá. Então, vamos lá. A pessoa que cumpre o Shabat, a pessoa que eh procura a alimentação adequada, que procura o cumprimento de todas as leis que coloca a sua vida numa linha de conduta tão adequada e que exige tanto esforço para aquilo ser mantido, que imagina-se que alguém nessa condição não iria destratar a lei, principalmente porque diante de um julgamento, existe a necessidade do juramento. E o juramento, como a gente viu lá no caso da água, eh, eu não lembro como chama isso em português, da água azeda, eh, ela >> água >> da A gente não estudou água >> água de quando tem a quando tem o que o tal mundo fala, eu não lembro como chama a água que toma, que estouraria os órgãos internos. Se a pessoa mentiu, a gente estudou isso? >> Eu não lembro o nome disso. >> Isso tem no no isso tem no próevangelho de Tiago. >> Isso eu não lembro. acho que a gente estudou isso eh em algum outro momento em ou vamos estudar mais para frente. Mas então a quando a gente encontra isso, existe algumas consequências para o faltar com a palavra. Hoje a gente fala assim: "Ah, você chegar e falar assim: "Não, eu não disse mentir ou desmentir, falar ou desfalar pode significar pouco, mas a conduta dos pais da noiva ou da mulher, da menina, da noiva ou e a conduta da noiva é fundamental para um processo como esse. Então ali não são, não é um processo pautado em provas e simplesmente, como a gente viria num tribunal moderno, mas aqui o valor da palavra professor, sabe como que a gente chama isso? Fio do bigode. O fio do bigode é importante. A conduta do
do em provas e simplesmente, como a gente viria num tribunal moderno, mas aqui o valor da palavra professor, sabe como que a gente chama isso? Fio do bigode. O fio do bigode é importante. A conduta do dia a dia é força de demonstração de quanto alguém é correto e quanto alguém deve ser ouvido por um tribunal. >> Entendeu? Jesus não recomendou isso. Seja o vosso falar se ensina ou não. >> É isso, meu amigo. Aqui tem uma coisa importante, porque, por exemplo, e se nós fomos testemunha de algo e alguém for testemunha comprada do outro lado, a palavra tem o mesmo peso. Mesmo que a conduta, aqui a conduta é irrelevante. pessoa por si só tem o seu valor no judaísmo e aqui no Antigo Testamento. A conduta é muito importante, é fundamental. Então eu eu traria isso como principal de todos os aspectos para deixar bem claro que não adianta pensar no direito moderno e no século XX. Tem que ver. >> Uhum. >> Era outro povo. >> Hoje é outro povo, outra conduta, outra moral, né, Álvar? Exato. >> Muito bem. Vamos para o a segunda situação. O cara casou com ela, ela é esposa dele. Eles então tm a noite de Núcias. No dia seguinte o cara diz que ela não é virgem e ele tem razão. Vamos olhar versículo 20. Porém, se isso for verdadeiro, ou seja, a mulher não era virgem realmente, porém se isso for verdadeiro, isto é a que a virgindade não se achou na moça, então olha o que vai acontecer. Então, a moça é levada à porta da casa de seu pai e os homens da cidade a apedrejarão até que morra. Pois fez loucura em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai. Assim tirarás o mal do meio de ti. >> Então >> vamos lá. >> Tem um bastante se fosse verdade, ele não morre. a apanha, paga 100 ciclos e fica casado com ela. Mas se for verdade que ela realmente não era virgem, ela vai morrer. Então aqui tem um uma questão importante que é extremamente mal compreendida. A gente já fez seminário, palestra, falando aqui no de Moisés a Kardec, que é a questão da lei de apedrejamento. Não existe tacar pedra no outro no judaísmo.
tante que é extremamente mal compreendida. A gente já fez seminário, palestra, falando aqui no de Moisés a Kardec, que é a questão da lei de apedrejamento. Não existe tacar pedra no outro no judaísmo. Isso é coisa da sua cabeça. Isso não existe. >> Isso não existe, padre Quevedo. >> Isso não existe. Então assim, como que é essa pena de morte? Essa pena de morte. A pessoa é levada para um lugar entre 3 e 5 m de altura e ela é jogada em cima da pedra. Se ela não morrer, ela então ah vai receber as pedradas, tá? Então, só pra gente entender, quem empurra lá de cima, quem empurra, >> quem acusou >> é quem acusou. Ou seja, se o rapaz acusou, ele que vai ter que empurrar. Só que a lei de careta, a lei, a pena de morte, ela tem muito mais sentido de pena de morte espiritual. É daí que nasce a expressão raca ou quando se dizia raca, né, que tá no evangelho, que vem da palavra rec, vazio em hebraico, ou seja, teu espírito foi banido desse corpo. Ali só existe uma vida animal, não existe centelha divina. Seria uma o nível máximo, vamos assim dizer, de ofensa que nós poderíamos eh encontrar. Então, só pra gente entender melhor, um único tribunal que matasse uma única pessoa em 70 anos faria com que toda aquela geração estivesse comprometida. toda aquela geração. Ou seja, não é para matar, é para botar medo. A poder, é para botar medo. Medo é para que a pessoa fique com medo de transgredir. Ou seja, é para que exista um respeito às leis a serem cumpridas. Se alguém foi condenado, aquele débito, ou melhor, aquela punição, demoraria talvez 10 anos para ser tomada. E durante esses 10 anos, basta que a pessoa que foi a acusada diga que se arrependeu, que ela não morre. Basta que essa pessoa tenha qualquer pessoa ao seu favor, dizendo que ela é uma comete bons atos, que ela também não morre. Ou seja, não é feito para matar. Não é feito para matar. Vale muito a pena a gente prestar atenção nisso, porque a gente sai por aí, professor Celestino, falando a a falando bobeira. É, também acho. E aí, deixa eu fazer uma
ra matar. Não é feito para matar. Vale muito a pena a gente prestar atenção nisso, porque a gente sai por aí, professor Celestino, falando a a falando bobeira. É, também acho. E aí, deixa eu fazer uma uma colocação aí a Como é que fica o caso da do apedrejamento de Estevão? Ele foi empurrado. >> Então é interessante que Emanuel, quando ele descreve no livro Paulo e Estevão ali como foi realizado, é impressionante porque Chico não tinha acesso a uma serra de Sanredin ao tratado eh do Sinédrio, onde trata-se da pena de morte. Mas ele pega, eu tenho aqui o capítulo anotado em algum lugar, ele pega o capítulo do san redim, pode ser >> capítulo cinco, >> e ele vai colocando exatamente de acordo com a literalidade do capítulo, o que Paulo descreveu. E Emanuel, e o ato dos apóstolos não trata isso como sendo uma cerimônia, um ato judaico, mas ele fala assim: "Atos macabros, tenebrosos". Isso não tem nada a ver com o judaísmo. Onde Paulo, com a sua inteligência tão esplendorosa, conseguiu manipular 70 sábios para cumprir o que ele imaginava. Eu errei. Capítulo oito. >> Capítulo oito. Então é isso. Eh, eh, é é extremamente importante a gente entender isso sobre, ah, mas eh eu vi num vídeo, tudo bem, fizeram vídeo. O vídeo não é a reprodução, o vídeo é a visão de quem produz, não é isso? Exato. Mas vale muito a pena a gente reconfigurar isso na nossa mente. Eu digo isso, gente, porque eu quando tava lendo, eu como um judeu, quando tô lendo um um judeu, não, vamos dizer assim, um judeu que estudou a lei judaica, eu entendo um pouco de lei judaica e vou dizer assim, quando eu tava lendo >> o o Evangelho de Lucas, eu falei: "Isso aqui tá errado". paraa mulher adúltera. E ali você consegue descredibilizar eh tanto Lucas quanto Jesus por não entenderem da lei se não for muito bem eh muito assim muito muito bem lido segundo o judaísmo. Então eu vou dizer para vocês que a ignorância que nós temos em relação a ao judaísmo muitas vezes pode ter afastado afastado as escrituras bíblicas a
to assim muito muito bem lido segundo o judaísmo. Então eu vou dizer para vocês que a ignorância que nós temos em relação a ao judaísmo muitas vezes pode ter afastado afastado as escrituras bíblicas a possível compreensão por parte de judeus. Vamos lá, vocês podem continuar. Tem umas perg tem umas perguntas da Fernanda e e vocês quiserem comentar depois a gente pode. Tem Maria Eugênia também aqui. >> É a Magali também, ó. Vou vou vou pegar da Magali que que tá tá bem importante aqui, ó. Como sábios judeus explicam a pena de morte frente aos 10 mandamentos. Não matarás. É o que eu falei, a lei não é feita para matar. A a lei é feita para falar, olha, o limite é o limite de cruzar essa linha é grandioso demais. Então assim, a consequência é muito grande. Não faça. Então é é no sentido de que você não cometa, vamos dizer, a transgressão, não no sentido de que venha a ocorrer execução. É o que eu disse, um único ritual, um único tribunal, perdão, não ritual, que matar uma pessoa, uma única pessoa em 70 anos. 70 anos. Ou seja, vamos colocar isso em século. 10 seriam 700. Vamos colocar a 700 pessoas. É 20400 anos. 70 pessoas, aliás, né? 70 pessoas, 140. Se tivessem sido mortas em 3.500 anos, em 3.500 anos, se tivessem sido mortas 140, 280 e 380, 420 pessoas, todo mundo teria que reencarnar junto. Todo mundo teria que reencarnar junto no mesmo tempo por descumprimento da lei. Todas as pessoas, nenhum sábio, nenhum único sábio teria alcançado a elevação. Toda, toda, absolutamente é o que diz a lei, gente. Olha só, toda aquela geração. Não importa se você foi o maior de todos os sábios, você tem culpa no cartório se você deixou que alguém fosse condenado. >> É muito interessante isso mesmo. que Álvaro lá no no Êxodo 20 não tá escrito não matarás, é não assassinarás, né? No texto original, >> não assassinarás. >> Ela tem que dizer, tá certo? >> E aqui a Maria Eugênia, ela pergunta, então, a, então a então a história da mulher adúltera que foi levada a Jesus para testarem Jesus. Então aqui tá a
assassinarás. >> Ela tem que dizer, tá certo? >> E aqui a Maria Eugênia, ela pergunta, então, a, então a então a história da mulher adúltera que foi levada a Jesus para testarem Jesus. Então aqui tá a resposta. A mulher não foi levada para ser apedrejada. A mulher foi levada para testar Jesus. >> É >> porque se Jesus falasse pedreja iam falar: "Você não sabe nada de lei". Se Jesus falar não apedreja, ia falar: "Você também não sabe nada de lei". Então, não tinha resposta que Jesus pudesse dar que ele não ia se comprometer no processo. E aquela questão de Jesus está escrevendo na areia, aquilo é porque nós estamos diante de um tovo, de um dia que não se pode escrever. Jesus tá escrevendo. A única exceção da lei é que você pode escrever na areia. Então Jesus ali quando tá sendo testado, ele tá falando: "Olha, as minúcias da lei". Para um fariseu lendo o texto, as minúcias da lei eu a conheço. Vocês poderiam, se quisesse, dizer que eu estou descumprindo ela aqui, mas sendo tão bom conhecedor, vocês não vão conseguir me pegar. É como se ali ele, Jesus tivesse dizendo isso. Deu para entender? Professor, >> Deus, sim. Isso é, isso é difícil a gente falar, falar não, para um judeu é fácil entender o que eu tô dizendo, um judeu que conheça bem a lei judaica, mas isso é difícil entender porque a gente tá há 2000 1700 anos sem nenhum conhecimento de lei judaica, tentando ler texto escrito por doutor da lei. >> Exatamente. E há um detalhe também, todo o corpo doutrinário do cristianismo do século para cá foi montado por não judeus. A teologia do Logos, dos conhecidos pais da igreja, qual é o pai da igreja que era qual é o pai da igreja que era judeu? Alguém conhece um só? >> Nenhum, né? >> Entendeu? Então, é como se a gente quisesse falar de alguma coisa eh dos Estados Unidos que a gente não conhece e tirar pela nossa visão, pelo nosso entendimento. E a é uma coisa muito difícil, porque nós estamos subjugado a concílios, a dogmas e a muitas outras coisas que ninguém poderiam contestar,
ão conhece e tirar pela nossa visão, pelo nosso entendimento. E a é uma coisa muito difícil, porque nós estamos subjugado a concílios, a dogmas e a muitas outras coisas que ninguém poderiam contestar, né? Eu eu me pego muito a isso, né? Porque ninguém pode falar a interpretar Jesus como um ocidental, muito menos um ocidental romano. Ele era um judeu com seus costumes, com seu conhecimento. É mesmo que atirar na sombra da pessoa. Você tá com cara de frente pro sol e você quer matá-lo e não atira nele, atira na sombra que ele faz no chão. Você não vai acertar nunca. Agora aqui eu eu vou fazer um comentário aqui, professor. Ó, a Fernanda Quino tá dizendo, meninos, podemos entender então que a virgindidade tinha um valor econômico, social, não moral, espiritual, já que a legislação era de ordem civil e cultural, não mandamento moral de Deus? Eu eu eu vou dizer o seguinte, a imoralidade sexual, a imoralidade, o sexo desregrado não pertence, quer dizer, pertence a uma ordem moral. Sexo desregrado nos leva às inferioridades. Paixão desenfreada que se torna vício, é um grande abismo espiritual. Então assim, eu entendo, Fernanda, que é difícil olhar para uma legislação de 500 anos atrás ou de 1000 anos atrás ou aqui de 3.500 pela perspectiva do momento. Nós estamos vinculados o após década de 60 à revolução eh a revolução sexual. Então, eu discordo desse, eu discordo desse comentário, mas concordo com ele. Eu discordo e concordo. Por que que eu discordo e concordo? Porque sim, tem parte da lei de Moisés, como diz Kardec no Evangelho Segundo o Espiritismo, que tem uma correlação com a organização cívil, como por exemplo, o casamento é uma organização cívil e ao mesmo tempo é uma organização pertence à organização moral. Então aqui a as leis voltadas à sexualidade é porque o mundo, por exemplo, romano era altamente promisco. Então vamos voltar ao tempo ali, ao tempo ali de de Jesus, quando a gente vê Pôcio Pilatos sendo descrito ali no livro há 2000 anos, com todas as dificuldades em
xemplo, romano era altamente promisco. Então vamos voltar ao tempo ali, ao tempo ali de de Jesus, quando a gente vê Pôcio Pilatos sendo descrito ali no livro há 2000 anos, com todas as dificuldades em relação à moralidade no âmbito da sexualidade. Quando a gente vê isso ali de escrito ou quando a gente vê filho casando com não sei quem, com com mãe e etc para uma manutenção de poder e casamentos onde, por exemplo, chegava um pretor e falava: "Não, eu vou comprar aqui a sua esposa" e tirava a esposa. Tudo isso poderia ser entendido como uma organização cívil, mas ao mesmo tempo, quando o judaísmo traz leis em relação à virgindade, eh, a virgindade não, a a sexualidade, não especificamente a virgindade, mas a sexualidade, existe um cunho fundamental, importante, moral. é que às vezes é difícil a gente falar desses assuntos hoje, porque a gente tem muito aquela ideia de que pós-revolução sexual, entre aspas, tudo é permitido. Então, é um pouco delicado a gente falar. Então, eu tô falando com maior respeito eh ao momento em que nós vivemos, mas é controlar o comportamento através de lei também tem um intuito moral a ser aqui colocado. Eu queria fazer uma contribuição no seguinte sentido, sem ter muita proximidade com o texto em si, mas uma reflexão mais antropológica das coisas. Eh, a sociedade grega não pensava assim. Na sociedade grega havia muito mais liberdade sexual do que em Israel. Não havia essa preocupação de mulheres virgens ou não. O deus Baco, que era o deus do fim, o Deus Dionísio, na verdade, ele tinha eh a possibilidade de oferecer às pessoas os chamados bacanais. As pessoas bebiam, ficavam nas ruas embriagadas e tal. Então isso era isso era a prática da época. Então, não havia muito essa essa leitura que a gente encontra no judaísmo. A mulher precisa casar, veja, uma outra liberalidade, né? O mundo era diferente. Dentro de Corinto, por exemplo, que é uma das cidades gregas, havia uma frase dita em Corinto: "Tudo me é lícito porque tudo me convém". Aí Paulo escreve: "Tudo me é
lidade, né? O mundo era diferente. Dentro de Corinto, por exemplo, que é uma das cidades gregas, havia uma frase dita em Corinto: "Tudo me é lícito porque tudo me convém". Aí Paulo escreve: "Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém". Mas havia eram eram eram locais de muita licenciosidade. A sociedade grega era uma sociedade licenciosa. Não só ali, mas em todo o paganismo, a gente tinha e eh esse tipo de prática. A sexualidade ela tinha uma uma leitura muito mais frouxa do que em Israel. Israel era muito rígido, tinha que ser virgem, não podia, senão a mulher seria morta e tinha todas essas coisas. Muito bem. Então, a sociedade romana também não era diferente. A sociedade romana também tinha muita licenciosidade, muita promiscuidade. Mas o que que aconteceu? Quando o cristianismo chega e o cristianismo vai ser divulgado para a Ásia Menor e vai se espalhar dali paraa Europa, o cristianismo carrega a reboque eh as informações do judaísmo. Então, a cultura ocidental que formou o nosso pensamento eurocêntrico e depois a colonização daqui das Américas, ele vem dentro de uma visão judaico-cristã. aquele modelo de sociedade grega, de sociedade romana, aquilo vai tudo desaparecer, porque são modelos de sociedades pagãs. E o modelo da sociedade cristã, ele se impõe e por isso que nós herdamos na estrutura da nossa sociedade alguns valores que são valores judaicos. Então, essa preocupação grande com a virgindade que nós temos, ela tem raízes no judaísmo, ela não é de outra raiz. Essa raiz é judaica e ela é interessante, né? Agora eu tô fazendo uma análise, não estou fazendo uma análise religiosa, quero fazer uma análise antropológica. Se você tem uma sociedade, eu não vou não tô falando de tabu, de rigidez, de proibição, de traumas e de experiências, eh, que as pessoas ficam traumatizadas. Não, não quero falar disso. Eu quero dizer uma outra coisa. uma sociedade aonde as mulheres e os homens, claro, as mulheres e os homens se casam sem ter nenhum tipo de história e eh sexual anterior,
. Não, não quero falar disso. Eu quero dizer uma outra coisa. uma sociedade aonde as mulheres e os homens, claro, as mulheres e os homens se casam sem ter nenhum tipo de história e eh sexual anterior, torna o casamento com mais chance de ter que quando você traz uma história de alguém que ela já casou, descasou, teve um filho, depois ela casou de novo e tal, aí aí você traz os seus antigos amores para dentro da relação. É dificuldade que muitas vezes a gente tem quando se casou, mas o ex-marido eh reclama porque a mulher agora não, porque o filho do outro casamento que tá aqui. E aí o que que a sociedade judaica faz? Eu não tô dizendo que ela tá certa, nem que ela tá errada, mas ela diz: "Isso não pode ter, pronto, acabou". Então, constrói um modelo de sociedade aonde as pessoas, entre aspas, não têm passado, elas não têm passado, elas se conhecem e elas vão se casar e suas lidas sexuais vão começar daqui para frente na expectativa de que essa esse formato de sociedade diminua os conflitos que possam existir em uma sociedade mais licenciosa, aonde eh muitas As dores surgem em função dos abandonos, das mágoas, das feridas que se formam. Sei dos traumas, sei da rigidez, sei da hipocrisia, sei dos abusos sexuais que aconteciam dentro das suas residências. Sei que na Amazônia nós temos um mito que é o mito do boto. E o boto, na verdade é o pai que violenta suas próprias filhas. Sei de tudo isso. Não estou negando que isso seja verdadeiro. Estou apenas analisando o fato de que casais que se encontram sem uma história muito frouxa anterior ao seu encontro, possuem dentro dessa perspectiva a chance de seguirem sem um passado que possa assombrar. a vida do casal. >> É, e assim, ela não tem nada de casar virgem, porque você pode separar e casar de novo no judaísmo. >> Sim. >> Não é sobre casar virgem, não é sobre isso. Eh, eh, é muito mais a dificuldade de se enxergar. Agora, assim, eh, eu não vejo a possibilidade de encaixar, por exemplo, assim, Jesus foi um grande feminista, Dolores colocou. Eu não vejo
obre isso. Eh, eh, é muito mais a dificuldade de se enxergar. Agora, assim, eh, eu não vejo a possibilidade de encaixar, por exemplo, assim, Jesus foi um grande feminista, Dolores colocou. Eu não vejo essa possibilidade que o movimento feminista é um movimento muito muito recente, é uma é uma expressão política moderna. Então eu não colocaria Jesus dentro de nenhuma de nenhuma conduta política moderna, movimento, >> de nenhum movimento político moderno. Eh, muito pelo contrário, o que a gente tá vendo aqui é uma lei que desde o começo a gente falou era para a proteção das mulheres. Então, o judaísmo ele tem essa preocupação a todo em todo instante. Vamos continuar, gente. >> Bora, vamos paraa frente. Bom, o que que nós tem? >> Tem, tem mais, tem mais, tem mais no painel, Silvio? Tem. Nós temos mais, porque nós vemos aqui apenas duas circunstâncias. A circunstância em que eles estão casados e ela e ele mentiu. Na segunda, eles são casados e era verdade. E neste caso, eh, ela vai ser apedrejada, vai ser morta para tirar do teu meio o mal. Esse é o conceito. Agora vamos para o terceiro caso. E se um homem, se algum homem no campo, olha aí. Não, não >> é. E se algum homem no campo achar uma moça, >> é, se um homem no campo achar uma moça, Isso mesmo, é o 25, achar uma moça desposada, ou seja, ela mas antes tem aqui o 22. Ah, >> ah, é, eu tava achando que eu tinha pulado, tá? É isso mesmo. É isso mesmo. É isso mesmo. >> Tá correto. É o 20. Eu tava achando estranho. >> Certo. >> Vamos lá. Quando um homem for deitado, achado deitado, como a mulher que tenha marido, ela já casou aqui, tá? É a mulher adúltera ali, tá? >> Isso. >> Quando o homem for achado deitado com uma mulher que tem marido, então ambos, eu disse ambos. Ambobó. U o s. Ambos [risadas] morrerão. Ambos morrerão. >> Então, mais uma vez, voltando a mulher adultera, veio uma hipocrisia muito grande, porque só trouxeram a mulher. Cadê o homem? >> Exato. >> Se fosse se fosse legítima a denúncia, se fosse realmente porque havia uma
a vez, voltando a mulher adultera, veio uma hipocrisia muito grande, porque só trouxeram a mulher. Cadê o homem? >> Exato. >> Se fosse se fosse legítima a denúncia, se fosse realmente porque havia uma infração, a denúncia teria que ser que ser feita com o casal. Quando ele traz só ela, é porque denota que era uma armação. Então, >> mais uma armadilha, né? Mais uma armadilha. E você vê que era uma armadilha. >> A proibição rígida era só contra a sexualidade feminina. Não é verdade, porque aqui, ó, ambos morrerão. É de igual. É de igual. Eh, existe aqui a preocupação da igualidade. Ah, mas os homens fizeram diferentes. Aí é uma culpa dos homens e não da moralidade que está eh investida nesse conceito. >> E daí porque >> ah, o homem foi lá e se deitou com a mulher do outro, com a mulher adúltera. Quem que vai morrer? A mulher. Não, o homem vai morrer igual. Lembrando, gente, a pena de morte não é para matar. Ela é para que as pessoas aprendam a respeitar. Então ela tá vinculada a Michiná. Colocará a cerca em volta do poço. Por quê? Porque senão vai cair. Então se cria uma rigidez em torno da lei. Eh eh >> para não usá-la. >> Para não usá-la. É exatamente. >> Então aqui, ó, eh, 22. Quando um homem for achado deitado com uma mulher que tenha marido, então ambos, aqui está escrito ambos. H, a ti b. Ambos. Tá. Ambos morrerão. O homem que se deitou com a mulher e a mulher, e assim tirarás o mal >> de Israel. Então veja que eh havendo adultério, os se a mulher é casada, você não pode se aproximar dela, senão você morre, você morre e ela morre também. Os dois tm que ficar espertos. Beleza. >> Continua. Só para ver, só para ver como não tem sentido. A rigidez era só contra o feminino. Olha aqui, a gente vai encontrar de novo a lei protegendo a mulher e, por sua vez, dando a pena de morte exclusivamente para o homem. Só pra gente, porque a gente tem alguns preconceitos que são trazidos. a gente tem uma sociedade, a gente traz uma sociedade, eh, quando a gente fala em Brasil, principalmente ou no mundo
ara o homem. Só pra gente, porque a gente tem alguns preconceitos que são trazidos. a gente tem uma sociedade, a gente traz uma sociedade, eh, quando a gente fala em Brasil, principalmente ou no mundo latino, a gente fala de sociedades extremamente vinculadas à religiosidade. E quando a gente tá falando de sociedades que são derivadas de do catolicismo, ou seja, Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, quantidade de igreja que a gente vê no Brasil, você não vê em outros países, a não ser, quem sabe, na Itália, na Espanha e Portugal. você não você não vê essa quantidade de igrejas em outros países. Mesmo se você falar onde teve a reforma, não é tão forte a religiosidade, muito pelo contrário. Então a gente encontra que uma herança do nosso país em relação a isso. E aqui a má interpretação do a má interpretação de Adão e Eva traz uma série de conceitos e vamos assim dizer de questões em relação à sexualidade, ao ponto de que ao ponto de que foi criado um dogma sobre a virgindade de Maria que por vezes se torna até eh indiscutível. As pessoas querem imaginar e justificar isso de n formas. Então aqui a gente cria e traz uma série de preconceitos. Então eu tô trazendo atenção e referência às próprios comentários trazidos por nós, não intuito de bronca nem nada, mas é só pra gente perceber que quando a gente estuda evangelho e espiritismo, a gente precisa estar disposto a romper os nossos paradigmas pessoais para sair do ponto A ou do ponto B, da verdade A, da verdade B, para tentar se aproximar de uma algo maior do que isso. Minha referência só. Qual que que diz aí ela? A próxima questão? >> Vamos lá. Olha só. Bom, agora, eh, nós vamos ter duas circunstâncias. A mulher foi abusada na cidade e a outra mulher foi abusada no campo. >> Uhum. >> No primeiro caso, a moça vai ser abusada na cidade. Vamos lá. Eh, 23. Quando houver moça virgem, virgem no seguinte sentido, ela não tem marido, nem foi desposada. Ela não é sequer noiva, é uma mulher bastante jovem que ainda não está
busada na cidade. Vamos lá. Eh, 23. Quando houver moça virgem, virgem no seguinte sentido, ela não tem marido, nem foi desposada. Ela não é sequer noiva, é uma mulher bastante jovem que ainda não está pretendida por ninguém. E essa moça considerada virgem, tá? Ela é desposada apenas. Ela ficou noiva e um homem a achar na cidade se deitar com ela. Repara que ela não está casada, ela tá desposada. Tá. O homem achou ela na cidade. Que que ele por que que fala na cidade? Porque tem gente em volta. O homem achou, >> não tem parede. Vamos lembrar que as casas não têm parede. Vamos lembrar que você não tem projeto acústico, você não tem EPS, >> você não tem uma série de questões. >> É. E é tudo amontoado, né? >> É >> amontoado. Vamos lá. E o homem achar na cidade e se deitar com ela. Então o cara deitou com ela. A mulher era virgem, não tava casada. Aí ela é desposada. Aí o sujeito vem e encaixa eh a a uma possibilidade de encontrar com ela para ter um relacionamento e ali ele se deita com ela. Então trareis ambos novamente, ambos H A ti B O Z ambos. Atarei ambos à porta da cidade e o apedrejareis até que morram. Então, novamente, >> moça dois mesmo. É a mesma pena. Tanto faz ela estar casada ou ela estar apenas desposada. Se ela se relacionar com um homem na cidade que não seja seu marido, os dois vão ser a >> Na verdade, ela o que a lei tá trazendo é a questão do dolo, né? é se você tem intenção ou não tem intenção. Então, o que a lei tá tentando trazer é falar assim: "Puxa, eh, temos que proteger uma instituição chamada família diante, temos que proteger, proteger essa instituição em relação aos próprios paixões desenfreadas da humanidade." Quando a gente olha, lê Emanuel, a gente vai entender, André Luiz, que a última das energias que a gente consegue controlar, que a gente aprende a controlar, é a energia sexual. E aqui existe uma preocupação de fundo efetivamente moral. A gente sabe que essas questões já não cabem mais no nosso dia a dia, no nossa sociedade do século XX. Hoje a gente tem uma
a energia sexual. E aqui existe uma preocupação de fundo efetivamente moral. A gente sabe que essas questões já não cabem mais no nosso dia a dia, no nossa sociedade do século XX. Hoje a gente tem uma perspectiva diferente, mas o que eu tô tentando chamar atenção é a concepção da época. Então vamos lá. Por que que mata uma moça? A moça porque não gritou na cidade. Ela tava na cidade, ela não gritou. E o homem? o homem, porque humilhou a mulher do seu próximo e assim tirarás o mal do meio de ti. Então você tem uma mulher que foi abusada dentro da cidade, como ela não gritou, ela então vai ser vítima de pena de morte. Então veja só, cidade é pequena, tá todo mundo um por cima do outro. Se o cara abusa de alguém e ela não grita, ela se torna culpada. >> É com vem. >> Tem que torcer, tem que torcer para ele não abordá-la com uma paulada na cabeça, né? >> É. >> Se ele vem por trás, dá uma paulada e ela desmaia, aí ela tá morta porque ela não teve tempo de gritar. >> Mas vamos lá. e vai fazer isso. Agora, outra situação não foi na cidade, foi no campo. Aí no campo não tem gente em volta, né? Como é que a gente vai tratar no campo essa situação? Vamos lá. Muito bom. E se algum homem no campo, agora não é na cidade, no campo, achar uma moça desposada, não casou ainda, e o homem a forçar e se deitar com ela, nessa circunstância do campo, morrerá só um homem. >> É o estupro, no caso. >> É, ele estuprou a É, ele estuprou a mulher, >> ele estuprou a moça. Que que vai acontecer? >> Ela não vai. Porém, a moça, tu não farás nada. A moça não tem culpa de morte. Porque como o homem que se levanta como Porque como o homem que se levanta contra seu próximo e lhe tirar a vida, assim é o caso. Pois a achou no campo. A moça desposada gritou e não houve quem a livrasse. >> Uhum. Então, eh, mais uma vez, gente, não adianta olhar a perspectiva de século XX, isso aí não é lei moderna, mas qual é o propósito? Culpar quem comete a transgressão e inocentar quem foi, vamos assim dizer, vítima de uma colocação.
te, não adianta olhar a perspectiva de século XX, isso aí não é lei moderna, mas qual é o propósito? Culpar quem comete a transgressão e inocentar quem foi, vamos assim dizer, vítima de uma colocação. Dentro dessa sociedade, dentro de 3.500 anos atrás, é natural que a sociedade tenha eh e as leis tenham evoluídos. evoluído. >> Muito bem. Vamos para agora o penúltimo caso. Penúltimo caso. O homem achou uma mulher virgem que não está desposada, não está prometida para ninguém. Ele, ela tá ali uma mocinha jovem, não tem marido, nem tem noivo, não tem ninguém. Ele se engraçou dela e esse homem vai e a violenta. Então, houve uma violência de um homem contra uma mulher que não tinha sequer marido nem promessa. Então, quando um homem achar uma mulher virgem que não foi desposada e pegar nela e se deitar com ela e forem apanhados, tem que ser apanhado. >> Não, mas aqui não tem estupro, né? >> Aqui não é o violência, né? É sem violência, né? >> É, aqui não fala que ele a forçou, né? >> Isso aqui é sem violência, tem um consentimento dela, vamos dizer. >> Uhum. >> Por isso que ela não gritou, por isso que ele não tem a palavra forçado. >> Ele simplesmente se antecipou, né? >> Aham. >> Se antecipou. >> Quando um homem achar uma moça virgem que não foi despousada e pegar nela e se deitar com ela e forem apanhados. Então, o homem que se deitou com ela dará ao pai da moça 50 ciclos de prata. Lembram que ainda pouco era 100 se houvesse mentira. Agora ele vai pagar 50 ciclos. >> Metade, >> porque ele tem metade da culpa. a outra metade da ela >> aí, porque ele a humilhou e ela disserá por mulher e ele não a poderá despedir em todos os seus. Não pode separar dela. >> Nenhum homem. Ah, então isso daqui é interessante, Elará, porque aqui >> esse é o último. >> Ele tá dizendo o seguinte, nesse caso que você colocou, o melhor caminho é o caminho, vamos assim dizer, eh, adequado, gente. Não é século XX, esquece século XX, esquece pós 1960. Mas vamos colocar aqui o melhor caminho, qual é?
esse caso que você colocou, o melhor caminho é o caminho, vamos assim dizer, eh, adequado, gente. Não é século XX, esquece século XX, esquece pós 1960. Mas vamos colocar aqui o melhor caminho, qual é? que tudo seja efetivamente organizado, adequado e sob o consentimento das famílias, que aí a gente vai encontrar uma série de desdobramentos históricos que causam uma série de problemas, mas eh aqui vamos se lembrar que o judaísmo preza pela moral do ser, pelo caráter. Então, nós estamos aqui eh diante de uma ideia e de uma sociedade onde todos se esforçam para serem melhores pessoas. E Jesus, ele ele classifica numa parábola lá em Mateus, capítulo 25, ele classifica as virgens em prudentes e imprudentes. Todas duas são virgens, mas uma não se prepararam para receber os seus doivos. Isso aí é o imprudente, mostrando a importância da mulher se preparar adequadamente, estar pronta para receber aquilo que ele chama do seu noivo e ter além de tudo luz. Aí vem a parte espiritual da questão trazida por Jesus. Porque a lâmpada é luz e elas não souberam conservar a luz que tinham as imprudentes, porque não tinham o azeite, que é o símbolo da iluminação, que é é azeitona, que é aquela luz que iluminava na época o próprio templo, né? É, quer aproveitar só fazer um comentário. >> São 10, são 10 virgens e um noivo. Aí fica esquisito que se a monogamia que diabo fazem 10 noivas com noivo. Elas são as damas de companhia da noiva. Então vai haver o casamento e a noiva chama as amigas para fazerem a a >> a f a festa, né? A comemoração. >> É a festa. Só que dessas 10 que estavam lá, que eram as virgens que estariam para a celebração do casamento, metade delas esqueceram de trazer as velas e outras haviam lembrado. Então, são aqueles que dá durante o casamento, que vão ser parte integrante da festa do casamento, não se preparam, né, para as bodas que vão acontecer entre a humanidade e e o cordeiro. Muito bem. Então aqui nós temos uma situação final que é para arrematar, a gente poder daqui a pouco chamar o nosso
se preparam, né, para as bodas que vão acontecer entre a humanidade e e o cordeiro. Muito bem. Então aqui nós temos uma situação final que é para arrematar, a gente poder daqui a pouco chamar o nosso congelado Adriano. Aqui assim, >> eu acho, eu eu acho que ele agora não tá mais congelado, ele tá dormindo mesmo agora. >> É, agora acho que ele dormiu de verdade. Vamos lá. Eh, nenhum homem tomará a mulher de seu pai. Hum. E nem deixou. >> Acho que aí já é o 23, né? Aí já é o capítulo 23. >> Não, não é o último versículo do 22 >> aqui na na minha Torá é o primeiro do 23. >> Olha que interessante. >> É aqui, ó. >> E aqui v >> capítulo 23. >> É. E e de certa maneira faz até sentido porque >> muda um pouco a tônica da conversa. É outra questão, é outro raciocínio, é outra situação. >> Valores familiares também, né? >> É, aí já é a questão da sexualidade dentro da família. >> É, >> exato. Aí já é uma outra conversa. >> É, a primeira foi no 22, é na sociedade, no meio onde a pessoa vive, independente de quem seja. Agora, a questão vem pra família, >> para pra família. Vamos deixar então >> esse versículo pra gente explorar junto com os outros que virão em seguida dele e a gente fica aqui só nesse da sociedade e aí a gente pode chamar o glorioso Adriano para que ele esteja conosco. Dormiu, não tem condição de voltar. >> Não temos Adriano, vamos ter que ficar até dispar. Vamoscer aqui porque é, nós vamos ter que ficar aqui. >> Goiânia teve, eu vi que teve uma geada grande, é por isso que a gente resolve ficar até 4 da manhã mesmo ou pode ser 3:30. >> Oi, >> ele voltou. >> Ele voltou. O Boem voltou. >> Eis que surge. [risadas] >> Eis que surge. >> Vocês estão me ouvindo? Sim, perfeitamente. >> Está ótimo. >> Tá ótimo. >> Glória. >> Bom, nós vamos ver agora, Adriano, se tiver alguma pergunta ainda que tiver sobrado pra gente arrematar pro encerramento da nossa live, tá bom? Se tiver alguma coisa ainda. Eu acho que a gente veio veio tratando as questões por dentro. Eu acho que eu acho que não tem nenhuma
sobrado pra gente arrematar pro encerramento da nossa live, tá bom? Se tiver alguma coisa ainda. Eu acho que a gente veio veio tratando as questões por dentro. Eu acho que eu acho que não tem nenhuma que ficou pendente, mas >> pode ter. >> Aqui tem uma pergunta. Esse é um ponto hoje não é para mim, viu? >> Tá bom. >> Aliás, Adriano, fazendo um comentário extra programa. O seu o seu dia foi ontem com a Denise, >> cadê? >> Falando de olhar os L dos Campos. Denise Balou, estava com ele ontem numa live, com sinal muito boa. E foi bom porque eu matei saudade da Denise e ela fez uma uma live com dirigida pelo Álvaro ou pelo Adriano. Muito boa sinal. >> Bacana. Eu não não pude acompanhar, mas acredit, >> mas tá à disposição, tá à disposição >> no YouTube. >> Pode entrar. Aliás, no YouTube não, de Moisés Kardec. Foi de Moisés Kardec que eu vi, meu Deus. Eu acho que foi. Deixa eu confirmar aqui. Eu assisti hoje pela manhã. Foi ontem à noite. Eu acho que foi >> no Ige. Não, Moisés da Kardec. Jés. >> Sim, mas foi no no nosso nosso aplico zap. Tá aqui. >> Ah, cadê o a Sandra Maria tá falando para >> Olha os lírios dos campos. Convidado Denise Balô. Apresentação Adriano Máximo. >> Ó, a Sandra tá tá perguntando assim: como Jesus via essas leis morais. Primeiro ponto, vamos usar aquela ideia de que a distância de um espírito crístico é a mesma distância do ser hominal para um animal, para um cachorro. Então assim, a nossa compreensão de lei divina hoje foi completamente distante. Pera aí, Álvaro. Tem um som aqui no meio. É que o o Adriano entrou duas vezes. >> Não. >> E agora o professor caiu. Professor caiu. Eita nós caiu todo mundo. Só eu agora. >> Só ficou >> só bochecha. >> Eu eu voltei. O Jorge também. Então, se vocês quiserem comentar, eu acho que é importante comentar, mas vamos partir do princípio que o espírito crítico tá a mesma distância evolutiva do que nós do reino animal. Então assim, o toda a perspectiva que nós quisermos nos utilizar, porque um espírito crístico enxerga isso dessa forma, é
o espírito crítico tá a mesma distância evolutiva do que nós do reino animal. Então assim, o toda a perspectiva que nós quisermos nos utilizar, porque um espírito crístico enxerga isso dessa forma, é pura especulação. O que nós devemos entender é que Jesus enxergava com pleníssimo amor e que Jesus é o espírito responsável pela primeira revelação e por trazer, inspirar através dos seus emissários ou diretamente os profetas. Então, como Jesus enxerga tudo isso? como uma tentativa do homem alcançar os objetivos morais, mas com profundo respeito à escala evolutiva necessária. Porque hoje o que a gente compreende de espiritismo é muito caso. Ah, o que nós compreendemos de espiritismo é completamente diferente do que o que o espírito crístico enxerga e compreende de espiritismo. O problema é que esses assuntos às vezes são um pouco delicados e a gente acaba querendo levar para perspectivas pessoais, mas a grande proposta é o estudo a partir do entendimento da evolução da moral e da sociedade. Isso é uma tentativa de regulamentar. Então, vou dizer uma coisa, eh, o todo o Código Civil do Ocidente, ou seja, o primeiro Código Civil que trata do matrimônio é o Código Civil inglês, salvo engano. E o primeiro Código Civil inglês foi totalmente pautado na lei judaica. A família real britânica comprou o primeiro Talmud impresso a na história. E esse conjunto de livros do Talmud foi leiro há uns 20 anos atrás por 50 milhões de Libras na época. Isso foi comprado para um por alguma família judaica, não sei dizer quem foi, para que fosse guardado. Então, só pra gente entender, a pessoa chegar e pagar, por exemplo, ao pai eh da noiva um dó poderia ser mal interpretado por nós. Existe uma perspectiva, uma proposta de fundamental importância ao seu tempo. Aqui é a tentativa de preservação dos direitos, tanto do homem, quanto da mulher, quanto da instituição família. Ah, Álvaro, você concorda com tudo? Não, mas eu procuro entender o esforço na construção de uma narrativa, de uma narrativa, não, de uma discussão
mem, quanto da mulher, quanto da instituição família. Ah, Álvaro, você concorda com tudo? Não, mas eu procuro entender o esforço na construção de uma narrativa, de uma narrativa, não, de uma discussão que venha buscar o melhor para esse caminho. Hoje a gente fala muito sobre a perspectiva da nossa narrativa segundo a construção social e principalmente sobre uma polarização política, o que nesse estudo, na minha percepção, precisa de ser retirado. Então essa é a minha perspectiva. Não sei o que que vocês entendem. >> Eu concordo, Álvaro, mesmo, porque a primeira revelação não foi suficiente, a segunda também não. E veio a terceira. E cada uma tem um objetivo a seu tempo compatível com a evolução de cada povo, de cada nação, de cada sociedade de então. Então Jesus tá nas três. Isso que é interessante. Então ele como governador do planeta, ele está, ele preparou a primeira que foi eh, eu diria, não foi vivido na forma moral e espiritual que ele enviou. Ele veio traz a segunda que ainda achou que não era suficiente, por isso que ele prometeu uma terceira que ele chama de consolador, que viria para relembrar o que ele disse e ensinar coisas novas, obedecendo logicamente a lei de um progresso. >> Exatamente. Ela acho. >> Oi. Eu acho que a gente fechou, né? Porque fechamos o capítulo e fechamos as questões. A gente vai ter que encerrar e o Adriano depois fecha a live, ele dá um jeito dele de fechar a live aí, porque talvez seja mais fácil para ele do que participar do estudo em si. Penso que a gente poderia ir pro encerramento. Uhum. >> Posso fazer a prece paraa conclusão dos nossos estudos de hoje? Que a gente possa encerrar. Ela Rassa só quer dar o recado do nosso estudo. Sim. >> Da semana que vem. Ah, importante isso é importante. >> Semana que vem não, do dia 16. Dia 15. Nós vamos ter dia 16, nós vamos dar uma folga para vocês. Vocês estão cansados de nós. >> Não estão aguentando mais, estão mais tolerando, estão pedindo, >> já não estão nos aguentando. Vamos, >> vamos dar uma folga para vocês. No dia
r uma folga para vocês. Vocês estão cansados de nós. >> Não estão aguentando mais, estão mais tolerando, estão pedindo, >> já não estão nos aguentando. Vamos, >> vamos dar uma folga para vocês. No dia 30, dia 16 a gente ainda começa o capítulo 23. E no dia 30 de dezembro a gente faz uma pausa. E no dia, quanto é? 13, 12, não sei. Acho que é 12 >> por aí. É, é o segundo, a segunda, terça de janeiro. A segunda terça de janeiro. >> Na segunda terça de janeiro nós estaremos de volta, se Deus permitir. Tá bom? Então é só este aviso. Faremos uma pausa apenas de um programa e a gente retoma. >> E respondendo uma pergunta que foi colocada logo no começo, a nossa ideia é, assim que terminarmos o Deuteronômio, invadir os livros seguintes, Josué e etc. ir fazendo a leitura para sair de Moisés até Kardec. Tá bom? >> Escute o >> quando eu tiver a idade de Larrar, a gente vai est lá no livro de dos espíritos, >> tá? >> Aí eu e eu não tenho problema não, eu volto na próxima para terminar com vocês. >> Esse é um estudo que, meu Deus. Olha, Jorge, a foi abordado pelo o Adriano a possibilidade de a gente dedicar uma parte do próximo programa na no dia 16 a uma referência ao Natal, já que já estamos. >> OK. É, a gente fechou o 22, a gente poderia fazer um programa especial, né, falando sabe o quê? Eu vou propor o tema Roberto Carlos para cantar. >> Não, o nosso próximo programa vai se chamar Jesus, o Messias das Nações. O que que vocês acham? >> Nossa, fantástico. Eu, ó, eu assino embaixo, não sei se árvore tem alguma coisa. >> Vamos embora. E aí o professor Siberino, >> professor Siberino apresenta suas teses do seu livro magnífico Jesus, o Messias das Nações, e a gente faz os apartes e assim a gente encerra com Jesus dentro do contexto judaico, já que estamos no mês do Natal. Minha proposta. Bom, >> bacana. Lembra, Elahrá, quando você pegar o capítulo 23 >> do seu já no próximo ano, se Deus quiser, >> e aí nós começamos pelo último versículo >> do último capítulo, tá bom, meu amigo?
osta. Bom, >> bacana. Lembra, Elahrá, quando você pegar o capítulo 23 >> do seu já no próximo ano, se Deus quiser, >> e aí nós começamos pelo último versículo >> do último capítulo, tá bom, meu amigo? >> Tá bom. Ó capa, ó capa. Muito bem, nós vamos poder fazer então a nossa prece. Eu vou fazer a oração pra gente terminar o nosso estudo. A gente se despede e deixa o o o Adriano lutar para encerrar a nossa live de hoje, tá bom? Então vamos orar. Querido Senhor, te agradecemos penhoradamente o ano que tu nos ofereceste para estudo, a chance de podermos nos debruçar sobre esses textos e encontrarmos neles os ensinamentos significativos que eles trazem para o balizamento das nossas vidas. envolve as nossas almas na compreensão dilatada de que todas as mensagens espirituais trazem semente de verdade para que os nossos corações consigam encontrar a sabedoria que se oculta por dentro das palavras e da letra morta que os textos sagrados possuem. Que as tuas bênçãos estejam sobre nós, iluminando os nossos melhores propósitos e os nossos dons de vermos a tua mão invisível derramada por sobre as diversas doutrinas que a terra conhece. Obrigado, Senhor, pelas lições que tu nos ofereceste e que o teu amor permaneça sobre nós, envolvendo as nossas almas hoje e para todo sempre. Que assim seja, meu irmão. Muito bela sua prece. >> E o Adriano para acabar com o nosso trem aqui. >> O Adriano >> ele não vai conseguir entrar. Já disse que ele não consegue entrar. Nós vamos sair e ele vai lutar. >> Ele vai vai entrar para para colocar uma uma uma um prólegôm aí. O >> E se ele pedisse pra Ivana entrar? Não, mas ele, mas a gente pode fechar e ele se encarrega de fazer esse fecho aí, porque a gente pode ficar esperando por ele, ele não consegue, a gente pode encerrar. É, a gente não sabe a que horas ele tem a internet. >> A gente sai, todo mundo que está assistindo sai e o Adriano tenta que é mais fácil para ele dar um, ele entra sem, sem imagem, sem som, vem gastos banda e consegue fazer o encerramento da
internet. >> A gente sai, todo mundo que está assistindo sai e o Adriano tenta que é mais fácil para ele dar um, ele entra sem, sem imagem, sem som, vem gastos banda e consegue fazer o encerramento da live. Olha só, só para lembrar >> a nossa o nosso programa depois do dia 30 será na terça, 13 de janeiro de 2026. >> 13 >> porque o dia 30 a gente >> vai ser uma terça-feira 13. >> É uma terça 13. Exatamente. >> Oi, Larrá, tem uma pergunta no favoritos. Duas perguntas. >> Ah, eu não vi. >> Eu acabei de ver, Raquel. Amiga, irmã de Jesus, >> favorito. Deixa eu ver aqui. Perguntei ao professor Severino no chat do TB Bom Samaritano se ele faria a tradução completa das cartas de Paulo e do Apocalipse. Professor responde essa e depois seria bom se tivéssemos o Novo Testamento completo, traduzido por um irmão espírita. Nós temos o do Aroldo trabalho e tradução poderia ser realizado por um grupo de tradutores com um coordenador. Aqui não tá comp >> a tradução do Aroldo, ela ela é todo o Novo Testamento, né? Essa tradução temos >> falta Atos, >> só os evangelhos e e Atos, não é? Não é, Álvaro? É, falta uma, faltam alguns livros, >> falta as cartas de Paulo, falta as cartas. >> Me parece que ele já até fez uma boa parte disso, mas esse trabalho é realmente é muito complexo, né? A >> a tradução é um trabalho extremamente complexo, >> ainda mais quando você vai oferecê-lo como a tradução que que tem todo um apanhado, né? É, é bem é bem audacioso você escrever e dizer, ó, esta tradução aqui é que melhor representa o texto original, hein? É, e é assim, é admirável, né, o trabalho dele e até a própria coragem dele. Eu eu digo assim que eu não tenho condições de >> de traduzir o o Velho Testamento por si só, não tem menor condições >> não. E depois o o Velho não é legal traduzir por conta do das questões da Cabala, né? Muito é muito difícil porque você ter, >> você teria que ter um rodapé infinito, infindável. É para infinito. Verdade. >> Roda para infinito. Verdade. Não, não dá certo. Mas aí ela
tões da Cabala, né? Muito é muito difícil porque você ter, >> você teria que ter um rodapé infinito, infindável. É para infinito. Verdade. >> Roda para infinito. Verdade. Não, não dá certo. Mas aí ela faz uma pergunta pro senhor, professor. Se o senhor vai fazer a tradução. Ela pergunta aqui se o senhor vai faz a tradução completa das cartas de Paulo e do Apocalipse. Ah, eu eu precisaria de muito tempo para isso, muita dedicação >> e e na verdade e vocês acabaram de dizer, não é uma coisa tão simples, né? >> Não, >> ela mesmo sugeriu aí com a equipe, como eu tô fazendo eu e o Álvaro, a gente se avora. Tem, eu, eu traduzi junto com o israelense o Berechit, 1534 versículos. Nós levamos 5 anos para fazer isso e ficou uma tradução que vai atende a 50% da exigência da maioria e 50% é por conta de, eu diria assim, informar aqueles que não se aprofundam, porque a gente não poôde explorar a essência como ele realmente merecia. Como você bem colocou aí, a parte cabalista não tem praticamente nada na nossa. >> É, Adriano, você tem que fechar seu áudio. >> Bom, nós >> é, todos os que fazem esse trabalho estão de parabéns, porque é >> é muito difícil. É muito difícil, >> é muito difícil. >> Eu já eu já, olha, eu já tentei pegar textos de Emanuel de jogar pro Esperanto e já é difícil. que vai pegar um texto velho que já mudou de contexto não sei quantas vezes. >> Exato. É o que a gente tava vendo aqui, né? Eh, tem coisa que é até difícil a gente compreender porque tá totalmente fora do conceito que a gente >> é a gente tá falando de algo de 3600 anos atrás. >> Uhum. não é um outro conteúdo para outro povo, para outra realidade. Quer dizer, se você vai traduzir um texto e não conhece quem escreveu, por escreveu, para quem escreveu, qual o objetivo, qual a conjuntura social da época, você se perde. >> Não é simplesmente traduzir o hebraico, porque traduzir o hebraico não é difícil. Agora, coloca na tradução o verdadeiro significado é que é difícil. Adriano foi embora de novo. >> Adriano, se conseguir entrar, desliga a
raduzir o hebraico, porque traduzir o hebraico não é difícil. Agora, coloca na tradução o verdadeiro significado é que é difícil. Adriano foi embora de novo. >> Adriano, se conseguir entrar, desliga a gente. Pode desligar. >> Então, eh, e eu eu acho que a gente já pode se despedir e o Adriano faz o encerramento que para ele vai ficar mais difícil falar. >> Estão me ouvindo? >> Sim, estamos ouvindo. >> Nossa, meu Deus do céu. Aleluia. Olha, não era para eu entrar hoje mesmo, não, viu? É, você gastou toda a sua entrada ontem com a Adenise Balou. [risadas] Não sobrou nada pra gente hoje. >> Tô pelo celular agora e e ainda assim está oscilando. Então peço desculpas aí a ao público, né, que tá assistindo. Enfim, hoje não sei o que aconteceu. >> No último programa quem fez muita falta foi o Álvaro. Hoje quem fez falta você foi você, Adrian. É. E e venho trazer um abraço da Denise, tá, para todo mundo. Ontem nós fizemos uma live, ela ainda tá atravessando aquele momento complicado, né, de de saúde na família. Enfim, é por isso que ela ela tá tendo que dosar aí as participações, né, em lives, enfim. Mas ela mandou um abraço para todo mundo, que tá com saudade de todos. >> Maravilha. >> Diga ela que a recíproca é verdadeira. A gente também tá e que eu assisti a live. Parabéns a ela, viu? foi muito boa e gostei muito das colocações dela sobre olhar o livro dos campos. Bem, bem caprichado. Aliás, foi extraído do Sermão do Monte, né? Todo o estudo dela, o sermão do monte Emmanuel, ela falou muita coisa interessante sobre Emanuel. Foi muito bom o programa. Eu acho todinho e hoje de manhã >> bacana >> quando eu p >> audiência, a audiência qualificadíssima. >> Ah, que é isso. [risadas] Eu aprendi muito com vocês aí. Foi muito bom. As tuas observações também muito boas. Parabéns. >> Próximo programa, dia 16. >> É >> pausa no dia 30. >> Isso. E volta 13. >> E retornamos no dia 13. >> Exatamente. >> 3 de janeiro. Bacana. >> Encerrando. >> Encerrando. >> Então vamos lá. A preando. >> A prece já foi feita. Então, mandar
sa no dia 30. >> Isso. E volta 13. >> E retornamos no dia 13. >> Exatamente. >> 3 de janeiro. Bacana. >> Encerrando. >> Encerrando. >> Então vamos lá. A preando. >> A prece já foi feita. Então, mandar beijos para todos, né, e dizer que esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês, tá? Beijo nos corações e até o dia 16, se Deus quiser. Tchau, tchau, >> tchau, gente. Boa noite. >> Tchau. Boa noite. Fica com Deus. Tá bom.
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