De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino

Conecta Espiritismo TV 08/10/2025 (há 5 meses) 2:12:00 113 visualizações 24 curtidas

Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚

Transcrição

Olá, olá, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio da série de estudos de Moisés da Kardec, quinta temporada. Nós estamos aqui com vocês, deixa eu já trazer para o nosso palco aqui Jorgito Elarrá. Seja bem-vindo, Jorgito. Professor Severino Celestino, seja bem-vindo. Fala, Jorgito, como é que está? Tudo bem? Pera aí, pera aí, pera aí. Não, volta, volta, volta que tá mutado. Volta. Ah, aí, aí, agora vai de novo, de novo. >> Boa noite, meu querido. >> Até caiu meu computador. Meu Deus. >> Isso vai, isso vai dar corte o pessoal fazendo ele, viu? Meu querido Adriano Máximo, >> boa noite, meu queridíssimo professor Severino Celestino, meu Deus do céu. E boa noite para todos que estão conosco, rapaz. Olha, até o meu computador caiu, rapaz, na hora. Negócio isso, né? Boa noite para todos nós. Sejamos todos muito bem-vindos a mais uma noite de estudo, né? >> É isso aí. É isso aí, professor Severino. Deixa eu ativar o som, professor. O aí, pronto. Pronto. >> Agora você você me dá boa noite e não me deixa responder, meu querido Máximo. Você é o máximo em tudo, né? Até na hora de tirar a voz da gente. Parabéns. Boa noite, meu querido mestre, companheiro Jorgito Elarrat. você é uma é algo assim só, não é mais do que o máximo, mas fica ali par e passo, entendeu? porque você também é um é um espetáculo e os nossos queridos internautas, motivo de estarmos aqui, eh, energia potencializada para que a gente tenha cada vez mais humildade e cada vez mais empenho em oferecer o melhor, aquele que for mais importante para todos. Boa noite, meu querido Adriano, que é o nosso médo de mídia. é o nosso condutor, diretor, orientador e educador tudo ao mesmo tempo. Que era só educador. Você é tudo isso. A a educador é apenas mais uma qualidade das que você já tem muita. Eu queria dizer da minha alegria de estar aqui com vocês, comunicar que nós tivemos em Campinas, São Paulo, participando do 72º ano da Sociedades Espírita na US, União do Estado, dos Espíritas do Estado de São Paulo, né?

inha alegria de estar aqui com vocês, comunicar que nós tivemos em Campinas, São Paulo, participando do 72º ano da Sociedades Espírita na US, União do Estado, dos Espíritas do Estado de São Paulo, né? Tava lá Nesu, você deve conhecer, né, Jorge? a nossa querida Júlia Nezu, que é uma pessoa muito atual. >> Sim, conheço muito >> na US São Paulo. >> União das Sociedades Espíritas, São Paulo. É uma pessoa a lá, eu tinha visto Nesu a última vez no congresso da Espanha em Valença, não? E depois no México, aliás, foi no México em 2017, 2018. E tive a alegria, satisfação de tá lá no comando do nosso amigo Carlos. Carlos é uma pessoa maravilhosa, nos recebeu com muito carinho, com muita atenção. E Jorge, o de Moisés da Kardec lá é muito assistido, viu, >> rapaz? Então, e no Uruguai, >> exatamente, no Uruguai também, né? >> No Rio Grande do Sul, muito. >> Rio Grande do Sul é o Brasil todo, viu? de Manaus, da Porto Alegre, aí além fronteiras por aí aa e a gente fica muito feliz com isso. Nada de orgulho, mas mais um senso de oportunidade, de responsabilidade, >> de representar a altura o que o que significa na vida desses irmãos que nos estimulam tanto ao estudo, a aprendizagem. E eu fiquei muito feliz e falei para que ia divulgar, né, avisar aqui no programa de que nós somos também muito assistidos lá no interior de São Paulo, São Paulo capital, na naquela região sudeste, tava um clima muito gostoso. Sexto e sábado, domingo abri um solão e aí tinha uma exposição de carro lá perto do hotel. Ainda fui ver, ainda fui ver o ainda tive a oportunidade de ver um gordine. Isso é do seu tempo, viu, Jorge? Eu acho que Adriano nunca sabe Gordini, >> né? Gordine rural, muito Fusca. Foi assim uma viagem toda para mim muito rica, muito rica. Eu queria agradecer mais uma vez ao Carlos lá, diretor, ele é o diretor da US lá em Campinas, naquela região. Tinha muita gente de muitos, muitos, muitas casas espíritas. A nosso encontro foi na sede da APAI, Campinas. E foi assim um um dia muito rico. Eu fiz

é o diretor da US lá em Campinas, naquela região. Tinha muita gente de muitos, muitos, muitas casas espíritas. A nosso encontro foi na sede da APAI, Campinas. E foi assim um um dia muito rico. Eu fiz uma palestra de abertura no sábado às 9:15, depois fiz outro às 15 horas. E das 17 às 19 eu, Marco e o Silvio, professor lá também da universidade. Nós ficamos 2 horas no Pingafogo. Me lembrei muito de Jorgito, né, que ele tem até um programa com esse nome, né? Ele foi muito, muito, muito rico. E eu que além de agradecer, queria em nome do programa exteriorizar a nossa alegria de ter tido estado com vocês e agradecer a honrosa audiência dos irmãos daquela região campineira, né? Porque aqui na Paraíba é campinense, porque aqui é Campina no singular. Aqui como não tem plural, não é Campinas. Aí o por volta Campina grande para também não ficar por por baixo da situação. E lá é Campinas, é mais de uma Campina, né? Mas foi muito bom o nosso encontro. Um abraço também para nosso amigo Gerciel, que também não deu uma colhida muito grande. Ela é um colaborador da US São Paulo, toda aquela gente boa, pessoal muito atencioso. Tinha lá muita gente da livraria Allan Kardec, muitas, muitas representações da doutrina. Foi muito acolher minha esposa também com muito carinho e isso a gente não esquece. >> É isso aí. Só ressaltar, só ressaltar, né, professor, a alegria que a gente sente >> com a presença de de tanta gente acompanhando o programa, eh, que todos saibam que a gente recebe essas vibrações e a gente sempre vem pro de Moisés da Kardecção, com muita alegria, de verdade, né? um momento eh eu eu tenho certeza que eu falo por todos nós, é um momento de muita satisfação e muita alegria para nós, porque a gente recebe mesmo essas energias e o carinho de todo mundo que acompanha essa série de Moisés a Kardec, né, Jorgetto? >> É verdade, é verdade, verdade. >> Eh, como diria um confrade, precemos. >> Vamos pressar, >> professor Severino. >> Vamos lá, meu filho. Vamos orar. que sem

série de Moisés a Kardec, né, Jorgetto? >> É verdade, é verdade, verdade. >> Eh, como diria um confrade, precemos. >> Vamos pressar, >> professor Severino. >> Vamos lá, meu filho. Vamos orar. que sem a prece a gente não é ninguém. >> Lembrando que Alvinho daqui a pouco deve estar chegando, né? >> Alvinho está Morig, >> Morder tá arrumando um médio de transporte para trazer ele para o nosso trabalho. >> É isso aí. Tá bom, gente? Então, vamos agradecer a Jesus essa oportunidade, pedindo a ele que nos conceda a inspiração, a assistência espiritual dos nossos mentores, diretores espirituais deste programa, o Igese, que é a nossa casa mat, que possa continuar sempre nos proporcionando esta oportunidade. E para vocês, queridos irmãos internautas, toda a nossa gratidão aqui. Rogamos ao mestre Jesus, ao Dr. Bezerra Menezes e à equipe espiritual que nos assiste, que possa levar a todos vocês alegria, mente inspirada e aberta para entender a mensagem que cada um deverá receber nesta noite. corações puros, como recomendou Jesus, para que sejamos portadores das melhores palavras, do melhor compreensão, do melhor perdão, maior fraternidade, agradecendo a assistência e a fraternidade dos nossos queridos irmãos Adriano, do nosso querido irmão Jorgito e ao mesmo tempo pedindo luzes para o nosso querido Álvaro Morteri, que a qualquer momento deve estar conosco para complementar o nosso estudo e abrilhantar com sua presença o conteúdo teológico, espiritual e bíblico e doutrinário e evangélico deste programa. Que Jesus continue conosco nos assistindo esta noite, amanhã e sempre. Que assim seja. >> Que assim seja. Graças ao bom Deus. Graças a Deus, meninos, a bola está com vocês. Então, ficarei aqui nos bastidores hoje, inclusive numa situação especial que eu tenho que terminar uma, sou advogado para quem não sabe, né? Eu tô terminando um trabalhinho aqui enquanto os meninos tocam aí o estudo do de Moisés da Kardec, mas logo logo eu termino e volto a ficar ligado aqui. >> É, não aproveite a desculpa de que tá fazendo o

tô terminando um trabalhinho aqui enquanto os meninos tocam aí o estudo do de Moisés da Kardec, mas logo logo eu termino e volto a ficar ligado aqui. >> É, não aproveite a desculpa de que tá fazendo o programa de advocacia. Cochilar enquanto a gente tá falando, viu? Não, isso não acontece. Isso não acontece. >> De repente a gente lhe chama, você não responde porque tá dormindo e diz que tá no relatório o seu processo aí, né? >> Tá sem sem som, Jorgito. >> Olha, eu acho que a gente pode ter com isso. Tô sem som. Não, agora está. Agora tá com som. Estamos ouvindo. Estamos ouvindo. Estamos ouvind? Estão ouvindo agora? Estou. Estava, mas já chegou. >> Então, eh, como ele vai ter que trabalhar essa peça, eu tenho certeza que ele não vai dormir. Essa vai ser a vantagem. Mas vamos lá. Eh, nós estamos no capítulo 21 porque na última live a gente praticamente não andou no texto, a gente nem abriu o sefer, né? porque nós começamos a conversar sobre alguns outros assuntos e assim a gente foi levando e acabou que a gente não avançou nos conteúdos específicos que a gente teria para tratar. Então, nós ainda estamos no capítulo 21 de Deuteronômio, porque nós temos ainda uma coisa muito importante para falar que começa do item 18 para baixo. E a gente ainda não discutiu essa parte, mas antes de a gente passar à frente, eu quero dar também o meu boa noite para todos que estão aqui, dizer que a gente tá muito feliz, né, com a presença de todos. E a Lúcia Araújo, ela faz uma pergunta aqui, professor. A Lúcia diz o seguinte, professor, o senhor comentou agorinha na live do Bom Samaritano sobre o Evangelho Rede Vivo, onde posso encontrar para fazer os estudos. >> Ah, quem foi que de quem é essa pergunta? Lúcia Araújo. >> Lúcia, é o seguinte, minha filha, você pode entrar no site da FEB e pode colocar no próprio Google e Evangelho Red Vivo. Ali você vai encontrar como você se acompanhar, porque o os o estudo do Evangelho Red Vivo já está à disposição no YouTube. Então, tem sempre pessoas falando de

no próprio Google e Evangelho Red Vivo. Ali você vai encontrar como você se acompanhar, porque o os o estudo do Evangelho Red Vivo já está à disposição no YouTube. Então, tem sempre pessoas falando de todos os os níveis, o primeiro grupo do livro livro um, livro livro dois, livro três, porque nós estamos no livro sete, né? Então, até o seis já tá pronto, publicado. Então você pode entrar no Google e colocar até no próprio YouTube estudo do Evangelho Red Vivo, que você vai ter acesso facilmente acerca de como assistir, a onde assistir e acompanhar todos os níveis que possam lhe interessar e que você o ideal seria procurar um grupo um, né, o primeiro grupo, porque ali você vai ter oportunidade de entender toda a o desenrolar, as orientações, a história de como você se portar e acompanhar todos os grupos de estudo, entendeu? Você colocar aí, eu já tô colocando aqui para eh exatamente confirmar o que eu tô dizendo a você. Eh, Amagali, Amagali Isua está dizendo que todos os livros do Evangelho Rede Vivo já estão disponíveis em PDF também, né? >> Tem, tem PDF para você baixar. Exatamente. Todos que a gente fala porque são nove. >> Todos que estão prontos, né? Todos estão prontos que são seis. Meia dúzia. Faltam, portanto, as cartas de Paulo, faltam as cartas de de apostólicos, >> cartas universais, >> é, e o apocalipse. Aí você vai encontrar, podem agora mesmo, eu coloquei aqui evangelho red vivo no no Google e aparece já aqui embaixo o livro um com a capa e com a orientação, curso intensivo de verão de evangelho Red Vivil. Então você vai encontrar sem dificuldade no YouTube, inclusive, como bem o Jorgito colocou aí, tem já em PDF para você baixar gratuitamente. >> É, em PDF tem a vantagem de você poder ter a a pronta entrega na internet, você não pagar, tem todas essas questões. É >> aí, >> você pode transferir para o Kindle, >> tem muitas vantagens. Agora, o texto comprado, seja ele para Kindle ou seja ele na forma de papel, eh tem um outro uma outra um outro apelo que é a

. É >> aí, >> você pode transferir para o Kindle, >> tem muitas vantagens. Agora, o texto comprado, seja ele para Kindle ou seja ele na forma de papel, eh tem um outro uma outra um outro apelo que é a manutenção do movimento espírita, né? Porque a Federação Espírita Brasileira ela se vale da venda dos volumes paraa manutenção da obra. E tem também o fato de você ter uma obra física para você anotar, arriscar, fazer sua. Tem gente que gosta da obra física, né? Eu tenho aqui, ó, tô com a mão em cima de toda a coleção dos seis, certo? Dos que já tem. Vou até mostrar aqui, ó. Certo? >> É esta capa aí, né? >> É o o o sexto é esse aqui, ó. Que é essa capa meio lilás, tá vendo, ó? O sexto, o quinto também uma capa assim mais >> puxada pro marrom, né? >> É, >> esse é o primeiro que é onde tá toda a >> metodologia. >> Metodologia. Esse é o segundo que é o estudo do Evangelho de Mateus. Esse é o terceiro, o Evangelho de Marcos. Esse Lucas e o quinto João. Então aqui nós já temos fisicamente prontos à disposição na FEB para quem quiser, como bem disse Jorgito, ajudar a divulgação, ajudar a própria FEB, está à disposição o livro físico. Mas todos aqueles que não puderem, aqueles, né, >> pode pegar o PDF >> para qualquer outra situação, pode ter importante, pode ter baixar e ter em casa. O importante é que você não deixe de ter acesso a esse estudo que ele é muito libertador, como eu já falei, e não se choca com a doutrina, porque Jesus é universal, está acima de qualquer coisa. E o evangelho red vivo. Eu sinto que é Jesus voltando. Obrigado aí você pela pela sua dúvida, pela sua pergunta. >> Falando em Jesus, voltando, antes da gente abrir o Cfer, tem uma pergunta aqui da Flávia Teodoro. Ela quer perguntar enquanto o Álvaro não chega. O Yonkpur já aconteceu este ano ou ainda não? E quando será? Então eu vou responder. Yonk. Começou o dia, ô, o Yonkpur já foi. Nós estamos agora na festa de Sucoto. Yonkpur foi terça-feira da semana passada. >> Faz uma semana já, né, Jorge? >> É, faz uma semana que foi o Yonkour.

der. Yonk. Começou o dia, ô, o Yonkpur já foi. Nós estamos agora na festa de Sucoto. Yonkpur foi terça-feira da semana passada. >> Faz uma semana já, né, Jorge? >> É, faz uma semana que foi o Yonkour. E ele é um dia só. Então ele ocorre no dia 10 de Trei. Quando vem o dia primeiro de Treayi, que é a virada do ano, início do ano, é quando você celebra o ano novo. E nesses 10 dias são os dias de reflexão, de análise de você mesmo, de autoconhecimento, que vai se maturando ao longo desse tempo para que quando chegar no dia 10, que foi terça-feira passada, o seu inventário de de quedas, de promessas não cumpridas, de erros, de equívocos, ele já tá todo inventariado. você já inventariou tudo. Aí eu briguei com o meu pai, briguei com a minha mãe, briguei com não sei quem e eu me desentendi com isso. Eu falei a Deus que eu ia fazer isso, eu não fiz. Então esse inventário ele tem que estar concluso até o dia do Yonkpur. Aí no dia de Yonkpur, que é o dia 10 de Treay, Trei é o primeiro mês do ano. Aí eh no dia 10 de Treayi, que foi terça-feira, você vai pra sinagoga e vai se penitenciar, né, durante o dia de jejum. São 12 horas de jejum. você vai ficar ali refletindo sobre o que aconteceu, pensando no que fez, né, e pedindo perdão a Deus pelas suas faltas. As faltas cometidas contra o seu próximo não são levadas para o Yonkpur, elas são levadas para a conversa com as pessoas. Você tem que ligar pro seu amigo diá me perdoa pelo que eu fiz. Me desculpa que eu te magoei. Quero pedir desculpa do que eu fiz. Não se pede perdão a Deus pelas faltas cometidas contra o próximo. E aí o dia também já passou. Agora nós estamos hoje é dia que dia hoje que dia é? Hoje é 7, né? >> Dia 7 de outubro. >> É 7 de outubro. Começou ontem, dia 6 de outubro começou a festa de Sucot. vai até o dia 13, que é uma festa das cabanas, uma festa em que o a o os objetivo é relembrar que os judeus quando saíram do Egito ficaram morando em cabanas no deserto. Então você tem que construir uma sucar que a cabana e

uma festa das cabanas, uma festa em que o a o os objetivo é relembrar que os judeus quando saíram do Egito ficaram morando em cabanas no deserto. Então você tem que construir uma sucar que a cabana e morar dentro dela, ficar eh eh usá-la como se fosse uma residência nesse dia. É, não é só fazer, representar, fazer e sentir um pouco do que que é eh você viver dentro de uma cabana sem nada. Você não tem nada, você não tem nada. >> E outra coisa, não tem nem teto, né? aquele o deserto não chove praticamente. Então >> ali eles colocam alguns enfeites de frutas, de de legume, deh, vamos dizer assim, eh, colheas agrícolas, né, que podem ter acontecido nessa hora, eles às vezes enfeitam. E Jerusalém é uma festa capital mesmo, >> é bonita, é belíssima, as ruas ficam lindas e eu já passei, aliás, já tive felicidade de ir a Jerusalém quase todos os meses do ano. Poucos são aqueles que eu não fui e já tive a felicidade de participar de todas essas festas. Só um detalhe, a festa de sucote, que é o plural de sucar, >> que é barraca ou tabernáculo, >> ela é a terceira grande festa. Exato. De caminhada chilochete e regagalim são as três festas. Pessa ou páscoa é a primeira. Chavuote ou pentecoste para os cristãos é a segunda, que são sete semanas depois da Páscoa. E Sucote, que é a terceira e a última festa. E aí eu faço uma ressalva. Não sei se vai dar nó na cabeça de vocês, mas essa é a festa que a Igreja Católica chama de Domingo de Ramos. É a festa que Jesus entrou em Jerusalém, trazendo aqueles, é, trazendo aqueles, aqueles ramos de palmeira, que é a Tâmara, né, que é um fruto da terra que se comemora com aqueles quatro frutas que eles colocam, né, o Etrog, o ramo da palmeira, a murta, como se eu não me engano, que faz as quatro que o rabino faz aquela aquele gesto com aquela aquelas quatro plantas juntas com que é uma simbologia com relação à conduta das pessoas. Mas a curiosidade maior é que a igreja diz que Jesus entrou em Jerusalém uma semana antes da Páscoa, que foi na

quelas quatro plantas juntas com que é uma simbologia com relação à conduta das pessoas. Mas a curiosidade maior é que a igreja diz que Jesus entrou em Jerusalém uma semana antes da Páscoa, que foi na festa das tabernácul do dos tabernáculos. E a festa dos tabernáculos não acontece. A Páscoa lá é é março, abril, como bem Jorgito colocou agora, a festa de sucote quase sempre cai de Xirei, que é o mês de setembro. Então Jesus não entrou uma semana antes, mas 7 meses antes. Antes para quem não conhece judaísmo, foi dado um nó no tempo aí para adequar essa festa, né? >> Acho que o que a igreja chama Domingo de Ramos, que na verdade é exatamente a festa que está se comemorando agora já no começo de outubro. Vocês estão vendo, porque como o mês judaico são 28 dias, é o calendário é lunar, não é babilônico, solar. Então, às vezes coincide, às vezes não coincide. Por isso que às vezes tem 13 meses, às vezes tem 12, às vezes tem até 14 no calendário judaico para adequar ao calendário solar. Mas eu esse registro eu faço porque é uma curiosidade, muita gente nem se lembra que sucote não é uma semana antes do da Páscoa. É a terceira festa que vem muito depois da festa. dos do de Pentecostes, que é uma festa batizada por Lucas com o nome de Penta em grego, coste 50 dias. >> Sim. >> No judaísmo são 49 dias porque são Xavuôot vem de semana plural de Xavua 7 semanas que são 49 dias e não 50. Só esclarecimento para tirar eh passar limpo, né? que por isso que muita coisa no judaísmo e no cristianismo não bate exatamente por essas adequações, essas mudanças, acomodações, muitas vezes na visão ocidental que fica completamente diferente do costume e daqueles que que se comemora, na verdade, que a igreja chama festa da peregrinação e o judeu chama festa da caminhada. Porque regal em hebraico é perna ou pé. Então, regalim, festa dos pés. Chelochete, terceira festa de chaloch em hebraico. Pessa chavuote e silochete regalime ou a festa das caminhadas, como se diz na tradução exata do texto

o é perna ou pé. Então, regalim, festa dos pés. Chelochete, terceira festa de chaloch em hebraico. Pessa chavuote e silochete regalime ou a festa das caminhadas, como se diz na tradução exata do texto do da palavra do termo hebraico. Bem, Jorgito, a palavra é sua. >> Então, vamos lá. Vamos abrir o sefer, finalmente pra gente poder ver o que é que nós temos. Todas as nossas dúvidas, >> o sefer Torá, né? Sefer Torá, né? >> É, vamos abrir aqui >> especificamente é o Cfer Torá paraa gente poder ver. Nós estamos no livro de Deuteronômio, que é o quinto livro, >> é 21, >> especificamente no capítulo do livro de Deuteronômio. Nós estamos no quinto livro, que é o Deuteronômio, no capítulo 21 a partir do versículo 18, que a gente vai começar agora, >> porque tem um tem um negócio aí muito forte que a gente vai ver que era >> uma ordenação do povo com relação a seus próprios filhos. Aqui diz assim: "Eu posso ler?" Pode, Jorge, pode ler. >> Eu vou ler. Ah, quando alguém tiver um filho obstinado e rebelde, que não obedecer a voz de seus pais e a voz de sua mãe e castigando eles e eles o castigando, ele não lhes dê ouvido, então tem que acontecer alguma coisa. Então aqui é uma orientação para o filho rebelde que não obedece o pai e a mãe. É aquele que ele é desobediente, os pais castigam e mesmo castigando esse filho, o filho não obedece. Não é para qualquer filho não, tá? Se você tiver um filho e e por algum motivo esse filho ele não ele não obedece os pais e aí você impõe castigo e ele recua, não é a condição que nós estamos falando. A condição que estamos falando é o filho desobediente que mesmo sendo repreendido pelos pais, castigado pelos pais, afronta os pais. e não se submete, não se submete a tudo aquilo que ele estaria eh deveria obedecer por conta dos seus pais no mandamento honrar seu pai e sua mãe. Então é para uma circunstância específica. Filho rebelde desobedece mãe, desobedece pai, os pais impõem castigo e ele não obedece os filhos. É um filho, entre aspas, incorrigível.

r seu pai e sua mãe. Então é para uma circunstância específica. Filho rebelde desobedece mãe, desobedece pai, os pais impõem castigo e ele não obedece os filhos. É um filho, entre aspas, incorrigível. A situação é para este tipo de espírito. Certo, professor? >> Certo, Jorgito. E a questão é aqui, ele dizem que se ele for glutão, beberrão, né? Desobedecer, >> né? Porque como bem você disse aí, honra de obedecer o pai e a mãe, porque ele está inflingindo o que está lá no Êxodo 20. Honra teu pai e tua mãe para que os teus dias sejam longos na terra que o Senhor te prometeu. Eu faço aqui mais uma vez a uma ressalva que o verbo aí é cavode. A palavra é cavodra. Não é nem o verbo aravar que é amar. A, aliás, a ravá é amor. A rav é que é o infinitivo do verbo na terceira pessoa do incompleto, que é honrar, né? Cavode. Jesus usa esse termo, se usa muito em Israel. Eh, Anavod Meod, eu estou muito honrado de estar com você. É uma é uma palavra que vai além do amor, porque já a gente viu lá no no Levítico 19:18, ama teu Deus de todo o teu coração, toda tua alma, ao teu próximo como a ti mesmo. É um mandamento, uma mitvá universal >> para todas as pessoas indistintamente serem amadas por nós. Mas quando se trata de pai e filho, o verbo é outro, é honrar. Veja que significa que há algo mais aí. E Jesus usava muito isso, né? Ele lá lá em João 17:5, ele diz: "Pai, chegou a minha hora. Honra teu filho com a honra que eu tinha quando eu me encontrava contigo antes da criação dos céus e da terra". Quer dizer, e ele declarou muitas vezes: "Eu e meu pai somos um. Eu vim para fazer a vontade do meu pai". Então, o filho que não honra seu pai, que não faz a vontade do seu pai, ele tá infringindo todos esses princípios determinado na Torá, especificamente no no Timoteo, que é no Êxodo, capítulo 20. Então, nessas circunstâncias que ele além de ser desobedecer, é rebelde, é glutão, é beberrão e ainda mais, mesmo sendo castigado como manda eh por não honrar o seu pai e sua mãe, merece correção. correção se

essas circunstâncias que ele além de ser desobedecer, é rebelde, é glutão, é beberrão e ainda mais, mesmo sendo castigado como manda eh por não honrar o seu pai e sua mãe, merece correção. correção se diz, como a gente usa, usasse o chicote para punir, para o filho obedecer e mesmo assim o filho não corresponde, >> ele não obedece. >> Ele não obedece. Então, a ordem é o apedrejarão, o apedre e o apedrejarão todos os homens das suas cidades, e morrerá e eliminarás o mal do meio de ti, e todo Israel ouvirá e temerá. Então, há uma ordem forte nesse sentido, no Deuteronômio 18. O filho nós temos >> o filho incorrigível não sobrevive na sociedade de Israel. >> Exatamente. Não tem lugar para ele. >> Não tem na sociedade, na sociedade mosaica, na sociedade mosaica, não existe espaço para o filho que afronta seus pais. E ele não é apedrejado ou morto pelos pais. Os homens da cidade, >> todos juntos apedrejarão a máente, veja como é o modelo de sociedade apresentado aqui nesse momento. Veja como é que são as coisas, né? Quem vai apedrejar, como bem você tá colocando bem aí, são todos os homens da sua cidade. Não é o pai nem a mãe, porque o pai e a mãe não teria, não existe pai e mãe que execute uma sentença dessa. >> É, >> né? Mas está determinado. E eu gostaria de lembrá-lo que Jesus não deixou de falar dessas questões. Eu gosto sempre de falar, de trazer a a a bailha, né, uma correlação entre Jesus, ou melhor, Torá, Jesus e a doutrina. E aqui a gente só pode nos reportar, Jorgeto, ao capítulo 15 do Evangelho de Lucas, onde nós encontramos >> a parábola do filho pródigo, um filho, né, que Jesus não tá dizendo que era rebelde, mas é um filho que foi materialista. >> Foi materialista. Ele queria aquilo que na sociedade antiga de Israel tinha uma cota para cada filho. Ele não era o mais velho. O primeiro herdeiro que herdava a maior cota era o primogênito. E se ele fosse o único, ele herdaria tudo. Mas quando tinha outro, que que acontece? Ele antecipadamente pede a herança dele, vai embora, gasta tudo,

rdeiro que herdava a maior cota era o primogênito. E se ele fosse o único, ele herdaria tudo. Mas quando tinha outro, que que acontece? Ele antecipadamente pede a herança dele, vai embora, gasta tudo, né? Porque já foi uma insubordinação ele não querer se submeter a esperar o momento de pegar a sua cota que ele tinha direito. É como se diz, sacou por antecipação. Mas tem um fato aí. Jesus mostra que quem age assim sempre vem a colheta. Ele caiu, vamos dizer assim, em desgraça e sofreu bastante. Perdeu tudo que tinha, porque o que vem de graça, sem experiência não persiste. Mas aí acontece que ele depois de passar por todas as dificuldades, ele despertou e se arrependeu. Aí entra o arrependimento, que é uma coisa importantíssima. Ele não foi rebelde, ele não foi contra o pai, ele não era beberrão, ele não era comilão, ele não era glutão, não. Ele apenas se precipitou em receber a sua herança. >> Mas >> e aqui, eh, nesse texto, eh, o filho tem cinco características. Ele é rebelde, ou seja, ele ele não aceita as ordens. Segundo, além de ser rebelde, ele também é obstinado, ou seja, ele é meio que surdo, né? >> É aos apelos. Ele é o meio obstinado. Meu filho não faz, cara. Meu filho já vai levando, não faça. Então ele é rebelde, ele é obstinado. Terceiro, ele não dá ouvido aos pais. Os pais falam, ele não considera quatro, ele é comilão e ele é beberrão. E observe que eh já nesse período aí já se fala sobre bebida alcoólica, tá? Boa noite, meu querido. Você tá tão bonito hoje, meu filho. Você cortou o cabelinho? Cortei >> não. Você não cortou o cabelo. Barbeiro cortou seu cabelo. Conta a história. >> Olha, já que vocês estão >> tão falando que foi o barbeiro que cortou, eu vou fazer um um um desafio para vocês. A mulher chegou no no cabeleireiro e disse pro cabeleireiro o seguinte: "Eu quero que você me corte o cabelo, mas eu não quero o cabelo cortado". Como é que ele fez? >> Como é que ele fez? >> Eu quero que você me corte o cabelo, mas eu não quero cabelo cortado.

seguinte: "Eu quero que você me corte o cabelo, mas eu não quero o cabelo cortado". Como é que ele fez? >> Como é que ele fez? >> Eu quero que você me corte o cabelo, mas eu não quero cabelo cortado. >> O cabeleireiro disse: "Tudo bem". Foi, executou, ela saiu satisfeita. Que foi que ele fez? Ele aparou somente as as pontinhas do cabelo dela. >> Ele cortou o cabelo dela e pegou o cabelo cortado, jogou no lixo, porque ela disse: "Eu quero que me corte o cabelo, mas eu não quero o cabelo cortado". >> Ah, não quero ficar muito >> português é difícil mesmo de de se entender, né? Não quero o cabelo cortado, >> mas Alvinho, seja muito bem-vindo. Távamos aqui com saudade de você. Que bom que você está aqui, né? Falamos já muita coisa aqui antes de você chegar. >> E mal >> de mal de de de mal no bem, viu? De mal no bem. Mas que a gente falou que nós tivemos em Campinas esse final de semana e o programa é muito assistido lá. As pessoas mandaram abraços para todos e começamos já o nosso estudo. Abrimos o Cfer Torá hoje, né? Porque >> hoje a gente conseguiu abrir, >> conseguiu abrir. Lemos, lemos o versículo 18, >> explicamos toda a situação e que na época e hoje não se aceita um filho rebelde, beberrão, glutão, mesmo que sendo castigado pelo pai e pela mãe, que não honra seu pai e sua mãe porque está contrário ao shimot, né, estrim, que é o o versículo que fala de honrar pai e mãe E nós e o e o que que vai acontecer com isso? Você tem um instrumento no qual aqueles que não se enquadrassem no modelo de sociedade, eles eram retirados. Se aparecesse alguém para afrontar pai e mãe, questionar eh querer eh se posicionar surdo a tudo aquilo que eram apresentado pelos pais, ele não sobrevive. Ou seja, Israel não permitia que alguém que não se enquadrasse no modelo de sociedade sobrevivesse naquele lugar. Então você podia até ser um filho questionador, mas não podia ser surdo aos pais. Poderia até ter algum tipo de coisa, mas não poderia ser também beberrão e e e glutão. Se o cara tivesse essas cinco

. Então você podia até ser um filho questionador, mas não podia ser surdo aos pais. Poderia até ter algum tipo de coisa, mas não poderia ser também beberrão e e e glutão. Se o cara tivesse essas cinco características, rebelde, obstinado, não dá ouvido aos pais, eh, glutão e beberrão, tá frito, vai ser apedrejado pela comunidade. Então isso de certa maneira estabelece até um processo de controle social, né? >> Sim. Eh, eh, eh, lembrando que esse último versículo ele diz assim, né? Eh, esse último versículo ve Israelu v Iraú. Então, todo o povo de Israel vai ouvir e vai ver isso. Então, aqui existe uma uma processo. A gente encontra lá no Macerret San Redr, a gente encontra no Macerret Braoto, no Talmud. Em alguns aspectos a gente encontra na Michiná, a mais especificamente no Piquavoto, onde vai dizer que uma geração que viesse a condenar uma única pessoa, uma única pessoa por a morte, a morte toda a geração, ou seja, todas as pessoas vivas >> naquela geração. Então, vamos supor eh o Ela lá em Curitibros tempos, tá? Outros tempos. O o Elará lá em Curitiba resolve apedrejar alguém. Todos nós, mesmo aqui em São Paulo, na Paraíba, teríamos responsabilidade sobre aquela pena capital, sobre aquela pena de morte. Por quê? Porque toda a pena de morte, ela é deve ser concentrada no sinédrio, ela deve ser concentrada a Suprema Corte, vamos assim colocar. E a Suprema Corte possui mecanismos, eh, formas, possui meios de que isso seja um processo educativo. Então, esse último versículo, o versículo 21, que tá escrito verol, Israel, Ismeú, ve Iraú, todo o povo de Israel ouvirá e virá, eh, já faz parte de um processo, de um despertar. daquele espírito para a educação, vamos assim dizer, nada positiva, mas a educação onde a pessoa vem a obter a vergonha da exposição dos seus feitos. Porque, vamos assim dizer, se ele foi o sabichão em casa, entre aspas, diante do público, diante do povo de Israel, ele não vai ser nada mais do que alguém envergonhado. Então, ah, eu vou dizer assim, por mim, na minha infância, eh, o

foi o sabichão em casa, entre aspas, diante do público, diante do povo de Israel, ele não vai ser nada mais do que alguém envergonhado. Então, ah, eu vou dizer assim, por mim, na minha infância, eh, o chinelo cantava, era cada, era ópera, cantava ópera, recital, depois de ópera. Então, quando a gente era criança, a gente muitas vezes recebia algumas reprimendas, >> vamos assim dizer, um pouco maiores. Hoje em dia, eu vejo muitas crianças em um processo de educação onde existe o diálogo, entre aspas, né, onde os pais falam e as crianças ouvem. a gente nascia surdo porque os pais falavam e a gente não ouvia, então a gente tinha que sentir. Então a gente tá diante aqui de um momento da humanidade onde nós estamos um pouco mais necessitados de intervenção. >> Stop. Luís Eugênio Martins está no chat. Meu Deus, eu não acredito. >> Tô falando >> o que que a gente fez ela para merecer essa presença. >> Caramba, eu vou me colocar de pé. Com licença. >> Não, eu vou também. >> Nossa, >> eu vou também. >> Eu eu tenho que acompanhar, rapaz. >> Ah, gente, eu não sei que agora eu fiquei até envergonhado de falar. Vai, vai que eu falo alguma coisa que que não o agrada. Ela sexta-feira, sexta-feira à noite, se Deus assim permitir, eu e Samia estaremos lá. Nós vamos encontrar o Sara Corn Gold, João Corn Gold >> e mais Jesiane e ele. >> Se eu não tivesse palestra sábado, eu ia lá. >> Aonde é que vai ser? Curitiba. >> Em Curitiba mesmo. A gente vai se encontrar. >> Jusara tá vindo do congresso mundial que foi no Uruguai lá em Punta del Leste. E ela tá chegando, ela tá tendo, teve reunião hoje do Conselho Espírita Internacional, a plenária do Conselho e aí de lá ela agora tá se deslocando para Curitiba. Mas é legal, que >> bacana, né? A Ju também, queridíssima. Um beijo no coração a todos vocês. Então, ela, que que a gente quer dizer? A gente quer dizer o seguinte, que se essa pessoa não tem respeito pelos pais, ela deve possivelmente receber, vamos assim dizendo, o medo da condenação pública.

ntão, ela, que que a gente quer dizer? A gente quer dizer o seguinte, que se essa pessoa não tem respeito pelos pais, ela deve possivelmente receber, vamos assim dizendo, o medo da condenação pública. >> E se o medo da condenação pública não for suficiente, quem sabe é a pena capital. Agora, lembrando que essa pena capital, ela tem um intuito de educação. Eh, eh, sabe assim, eh, no militarismo é você não vai sair final de semana, você vai ficar 15, 20 dias sem final de semana. Na casa dos meus pais era, por exemplo, essa esse carinho fraternal, uma tentativa de incorporação do chinelo. >> É, na minha casa a técnica era outra. >> Qual que é? >> Minha técnica era outra. Minha casa técnica era a seguinte. Você sabe qual é a diferença entre a mãe italiana e a mãe judaica, né? Eu sei. >> A mãe, a mãe italiana diz assim: "A mãe tá com um filho na mesa querendo que o filho coma". E aí a mãe italiana disse: "Vamos embora, menino. Come, come, senão eu te mato". Isso é a mãe italiana que diz pro filho isso. Come ou então eu te mato. A mãe judia diz: "Come, meu filho, come, senão eu me mato". né? Então, >> sim, >> ela é mais dramática ainda. Então, ela é mais dramática. Então, imagina a tua mãe dizer assim: "Meu filho, você me decepcionou muito. Eu estou muito triste. Eu eu não vou falar nada, eu vou vou me recolher". Aí você vê, você ver a sua mãe demonstrar que ela se envergonhou por algo que você é desesperador. É desesperador. Então, a estratégia da minha mãe eh era essa, dizer: "Eu não acredito". E isso, >> desculpa, >> essa essa essa decepção, você sentir que você decepcionou a sua mãe. Se você fez isso, eu não acredito. Pronto. Isso era um uma coisa, era era uma ferida de morte. Lá em casa era diferente. Lá em casa não tinha diálogo. Primeiro tinha lá em casa de cidade de interior, tinha os arreios. Não sei se você sabe o que são arreios. Arreios são os elementos que se usam no cavalo. >> O cavalo >> tem o freio que é tem aquele aquela brida que coloca no nos dentes. Tem o

rior, tinha os arreios. Não sei se você sabe o que são arreios. Arreios são os elementos que se usam no cavalo. >> O cavalo >> tem o freio que é tem aquele aquela brida que coloca no nos dentes. Tem o freio do nariz. tem o o chicote e sempre no meio desses instrumentos sobra algum que já estão mais usado, o cavalo não não é mais eh merecedor e sobra pra gente a herança dos arreios que não se usa mais no cavalo, ficava lá em casa uma parede, uma casa de taipa, uma parede e ficava ali e a gente era que ia buscar para apanhar. >> Ai meu Deus. E se não fosse, apanhava duas surgas, se fosse apanhava só uma. Então era preferível a gente ir. Agora entre o ir e voltar, se tivesse coração fraco, desencarnava, porque era uma tensão nervosa, terrível. Mas cada um no seu tempo, com a sua forma de educar. Mas o importante é que meu pai, na sua sabedoria de interior dizia: "Eu prefiro bater em casa do que a polícia na rua". >> E aí a gente e aí a gente entendia, hoje eu entendo que ele estava com 10 de razão. >> E e professor é uma estratégia de contenção, né? Porque você >> é >> você sabe que se você fizer aquilo tá esperando você. >> É, exatamente. >> Então é um freio. >> Eu tenho para não momento, né? educacional. A gente não tá avalizando isso, mas a gente tá analisando >> como existe uma diferença. >> Então, por exemplo, o professor tinha que buscar o arreio, minha mãe só quebrava a cadeira que tivesse. Tô brincando. Tô brincando. Então, a gente vê comigo já era, na minha geração, já era algo mais assim, um pouco mais leve, mas ainda era pesado. Hoje eu vejo a maior parte dos pais trazendo uma, não vou, não vou dizer todos, mas trazendo outra perspectiva de educação, de espírito, outra perspectiva de educação dos filhos. >> Quer saber por quê? >> Por quê? Porque eh com as eu não tô dizendo que que hoje está errado ou que tá certo, eu tô analisando a coisa pelo o lado puramente pragmático da coisa. >> Sim. >> No passado, o homem trabalhava e a mulher ficava com as crianças em casa.

zendo que que hoje está errado ou que tá certo, eu tô analisando a coisa pelo o lado puramente pragmático da coisa. >> Sim. >> No passado, o homem trabalhava e a mulher ficava com as crianças em casa. Então a a mãe era permanente no lar, na educação das dos filhos. É, >> quando a mulher e o homem saíram de casa, as crianças ficaram sozinhas. Então, hoje os pais têm muito sentimento de culpa, porque os filhos ficam só, porque eles não dão atenção. Então, eles compensam com presentes e compensam com eh uma forma de relacionamento que, de certa maneira tente dizer que eles não são maus, que já passam o dia fora e ainda por cima eh são eh rígidos. E aí você vai percebendo que há um afrouxamento. Na medida que isso vai acontecendo, vai se dando um afrouxamento. Não estou criticando, não tô dizendo que isso tá errado. Eu tô analisando o aspecto soció do que aconteceu e do e do que a gente tem, né? >> Eu digo a mesma coisa, eu nunca fiquei traumatizado, nem tenho raiva de meus pais. Não, não, não, não. Eu sei que na condição deles naquela época, com uma família numerosíssima, não tinha tempo para dialogar com 15, 16 filhos, tinha que ser uma reunião diária de 4 horas para falar com todo mundo. Então, era aquele aquele instrumento de contenção ali na meia parede e acabou. E digo mais, meu pai nunca chegou a bater em mim. >> Minha mãe >> não. >> Não, ele só olhava. Meu pai era diferente. Ele dizia: "Chegou alguém em casa, não quero menino na sala". A gente se arrumava qualquer lugar para ficar menos perto dele. E ninguém desafiava ele, ninguém nunca, nunca. E aí meus irmãos com mais de 20 anos pediam para ir na casa de uma pessoa, ele não deixava, o cara ficava quieto. E ele dizia assim: "Aqui em casa pode ter a barba, do tamanho da barba de Antônio conselheiro, mas o dono da casa sou eu." Era assim e acabou. Ninguém desobedecia. A gente cantava, sorria, brincava e f: >> "Professor, minha mãe só me bateu duas vezes. O resto foi tentativa de homicídio. >> Não diga isso, dona Ana, é uma pessoa

ssim e acabou. Ninguém desobedecia. A gente cantava, sorria, brincava e f: >> "Professor, minha mãe só me bateu duas vezes. O resto foi tentativa de homicídio. >> Não diga isso, dona Ana, é uma pessoa muito boa. Não coloque sua mãe em dificuldade, não, que você tá exagerando. Você está Você está adquirindo um débito familiar, viu? dizendo nada, né? >> Olha isso. Olha, eu quero dizer para você, Álvaro, que live não apaga, tá? >> Daqui a 200 anos. Não, mas o que eu quero dizer é que é o seguinte, que aqui a gente não tá lendo uma lei que é rígida e que vem a expor todos os filhos e todos os comportamentos, que venha a condenar a todos os maus comportamentos. Mas aqui a gente tá encontrando uma um direcionamento da Torá que os filhos mais rebeldes, ou seja, o extremo, aqueles que, >> vamos dizer assim, tá dando ruim, tá dando ruim mesmo. Aqui existe uma um dever da sociedade para com esse espírito. aqui. Oi. >> A Selma tá dizendo que ela vai ligar pra dona Ana. >> Vai ligar pr Ela tá no centro trabalhando, ainda não chegou em casa. >> Pois. >> Isso é um filho, isso é um filho malvado. Não respeita nem a ausência da mãe. Ele só tá dizendo isso que a pobrezinha tá trabalhando, não tá nem escutando. Senão ela ele que entrava dizia: "Tenha vergonha, mentiroso". Então, mas é isso. E aqui, olha, alguém fez um comentário: "Infeliz por nós, que somos guias da humanidade em marcha, o chicotaremos e forçaremos a sua vontade rebelde com duplo esforço do freio e da espora. Toda a resistência orgulhosa deverá ceder cedo ou tarde, mas bem-aventurados os mansos". Então isso daqui tá no bem-aventurados os mansos e pacíficos. Ah, eu digitei aqui no Evangelho a mensagem obediência, resignação, né? >> É, alguém citou aqui no nosso chat, eu fui pegar. Então você vê, isso que eu li foi uma leitura do espiritismo. Então, na realidade não é um castigo, é uma escolha. Aquele que escolhe os caminhos equivocados acaba colhendo de de maneira que dá com os cortes. O pau pessoal tudo defendendo minha mãe,

espiritismo. Então, na realidade não é um castigo, é uma escolha. Aquele que escolhe os caminhos equivocados acaba colhendo de de maneira que dá com os cortes. O pau pessoal tudo defendendo minha mãe, gente. Olha só. Ah, então o Víor tá perguntando, não tinha presídio. Víor, a lei é feita para não ser aplicada. Um único tribunal que matasse uma única pessoa em 70 anos. Toda aquela geração teria sangue em suas mãos, um débito comum. Então, para que que era dada essa lei? A lei de pena capital numa sangredim que trata das penas de morte. Então é um tratado do Talmudo que trata das penas de morte, tratado do sanred ou tratado do Sinédrio, ele vai trazer todos os mecanismos antes da pessoa ser eh apedrejada, que aqui não é ninguém tacar pedra nela, é ela ser jogada numa medida de mais ou menos 5 m em cima de uma pedra. E quem deve empurrar a pessoa? Quem levou a acusação, quem levantou a acusação deve empurrar. Ou seja, a se aquele que levantou a acusação em dado momento olhar e falar: "Eu vou te dar mais uma chance", naquele momento a pessoa passa a ter mais uma chance porque quem empurra, quem executa a pena é quem incentivou a acusação. Então, antes de tudo isso acontecer, a pessoa passa por um aprisionamento, mas não é uma simples prisão, é uma prisão um pouco mais desconfortável, porque em qualquer momento, se essa pessoa levantar uma fala no sentido eu me arrependo, eu quero mudar, isso é totalmente transformado. Então, existe uma história, acho que todos vocês já conhecem, todo mundo, quem sabe os mais novos, os netos do Luís podem não conhecer. O resto todo mundo conhece, mas é aquela história do pai que olha para os maus hábitos de um filho e vê que não tem mais jeito. Eh, eh, não tem mais jeito. Então ele fala: "Filho, eu vou pregar um prego para todos os defeitos, para todas as vezes que você se comportar muito mal." E ele prega um prego numa mesa de madeira. Filho, quando toda a mesa tiver pregada, eu vou te mandar embora de casa. E ele vai então colocando um prego. No dia

vezes que você se comportar muito mal." E ele prega um prego numa mesa de madeira. Filho, quando toda a mesa tiver pregada, eu vou te mandar embora de casa. E ele vai então colocando um prego. No dia seguinte, o filho faz mais uma, duas, mais um, dois pregos e ele vai enchendo centenas de prego na mesa. Quando ele vê que passa uns meses, o passa mais de ano e aquele filho, ou melhor, e aquele pai não parou de pregar os pregos e a mesa tava acabando, o filho olhou e falou: "Ixe! Deve ser verdade. Meu pai vai me botar para fora de casa. Quando ele faz isso, ele fala: "Pai, deixa eu te fazer uma pergunta. Se eu fizer uma boa ação, ao invés de pregar um prego, você tira um prego?" Ele falou: "Sim, meu filho, eu tiro." E o filho começa a fazer boas ações e o pai vai tirando todos aqueles pregos. Depois de mais um ano, meses, ele tira o último de todos os pregos e o filho chega: "Tá vendo, pai? Não foi necessário você me mandar embora. E a mesa já não tem mais nenhum prego." O pai se volta ao filho e disse: "Mas sabe, filho, você precisa de perceber uma coisa. os buracos dos pregos ainda continuam na mesa. Então isso é um processo de educação onde existe prisão, existe uma acusação formal, existe a possibilidade de arrependimento, existe a possibilidade daquele que acusou o próprio pai retirar a acusação. É, e aí a gente percebe a que a proposta é a educação de espíritos mais rebeldes, do mesmo jeito que foi trazido aqui, que os mais rebeldes precisam dar espore do freio, que o professor dava, né, professor, foi o senhor que disse. A gente percebe que aqui tem um intuito de educação. Ó, tem uma pergunta aqui que eu acho que seria interessante a gente já trabalhar, que é uma pergunta feita pelo Víor Freitas. Ele pergunta se naquela época não tinha presídio. Nós já conversamos sobre isso, sobre aquelas cidades, não é? E sobre as penas, como elas eram aplicadas de fato de verido no deserto. Se alguém quiser comentar sobre isso, era bom. Vamos lá. É, então eu eu até li essa pergunta, ela

sobre aquelas cidades, não é? E sobre as penas, como elas eram aplicadas de fato de verido no deserto. Se alguém quiser comentar sobre isso, era bom. Vamos lá. É, então eu eu até li essa pergunta, ela e coloquei dentro da resposta que nesse caso até existe um momento em que a pessoa fica presa por um tempo até longo para que ela possa se arrepender antes de uma pena de morte. Tá lá no tratado do San Redrin. Mas eh o intuito, Víor, é muito mais a gente entender que esse processo é gradual. Ninguém vai chegar e vai falar assim: "Mata que vai chegar e falar assim: "Olha, preenche todos os requisitos, tem acusação dos pais e assim por diante." Gente, posso contar uma história? >> Pode >> pode. >> Uma história prática que nós vivemos há algum tempo atrás. Conhecemos um jovem, esse jovem extremamente agressivo, esse jovem assim nervoso, eh, e ao mesmo tempo um ótimo coração, um coração bondoso, sabe aquela pessoa que tira a roupa do corpo se precisar >> e ao mesmo tempo uma pessoa extremamente explosiva e e violenta. >> Uhum. recebemos eh pedidos, né? Conheci o jovem, recebemos inclusive áudio dele de como ele se comportava em casa, uma coisa realmente impressionante. E nós reencontramos esse jovem depois de um tempo, fizemos a a desobsessão e etc. E eu reparava as presenças espirituais próximos ao jovem e o vacilo emocional que abre a porta para, vamos assim dizer, um processo obsessivo mais ligado à possessão. Mas aqui não exatamente uma possessão no sentido mais caricato, mas uma incorporação que é uma possessão de um espírito inferior, mas que no caso o espírito saia brigando, saía xingando e etc. Eu percebi que aquele jovem era um grande médium de incorporação, porque eu via os espíritos e eu via o momento. Eu conversei com esse jovem, expliquei para ele sobre as suas faculdades mediúnicas. E eu não sou daquele que vê qualquer coisa e chega e fala: "Ah, é médium, é médium". Não, eu sou daquele que usa a mediunidade como um diagnóstico de exceção. E pude entender que pelo que eu via,

cas. E eu não sou daquele que vê qualquer coisa e chega e fala: "Ah, é médium, é médium". Não, eu sou daquele que usa a mediunidade como um diagnóstico de exceção. E pude entender que pelo que eu via, pelo que eu acompanhei durante alguns dias consecutivos, durante diferentes meses, que o jovem era um jovem eh médium, médium extraordinário de incorporação. Ele incorpora assim, ele tá falando, de repente ele incorpora e já não é mais ele. Só que uma mediunidade desequilibrada, passando ali pela sua juventude com as dificuldades. Conversei com o jovem, a os pais foram ao centro, conversei com os pais, expliquei para eles a condição daquele jovem. Falei: "Olha, eu passei por tudo que ele passou. Tudo que ele está passando, eu passei. Eu falei: "Eu estou me vendo no passado". Eu falei: "O seu filho, ele não quer te agredir". Eh, no caso, ele não agredia aos pais, mas ele não quer agredir com as coisas da casa, quebrar. Ele não quer xingar, ele não quer se bater, ele não quer ser esse jovem que ele é. Como eu sei disso? Porque ele mesmo fala, ele fala: "Olha, eu não quero ser assim. Eu me arrependo de tudo que eu faço, vamos assim dizer. era o jovem problema. Falei: "Olha, a gente precisa de começar um caminho de transformação". Conversei com seu filho e ele ficou todo entusiasmado. "Tio, essa é a resposta, o por eu não consigo me controlar." Eu falei: "Essa é a resposta. Porque você não consegue se controlar?" Eu falei: "Você precisa de aprender a estudar, aprender a controlar". Liguei para um amigo, falei: "Você pode receber no seu na sua casa espírita, já que ele morava muito longe de onde eu estava. Eh, São Paulo é muito grande, ele tava em outro lado da cidade, então não tinha como ele ir. Esse meu amigo recebeu esse jovem. Eu falei, receba ele, eu recebo os que você manda para nós com todo o carinho e coloca esse jovem para dar passe, porque ele é um médium de efeitos físicos e ele tem ectoplasma em excesso, fluido vital em excesso e isso precisa ser gasto. Ele não tem

para nós com todo o carinho e coloca esse jovem para dar passe, porque ele é um médium de efeitos físicos e ele tem ectoplasma em excesso, fluido vital em excesso e isso precisa ser gasto. Ele não tem condições de conhecimento e ainda de estrutura psíquica, espiritual para adentrar uma desobsessão, mas ele pode aprender e estagiar levemente na fluidoterapia, mas ele precisa de colocar esse fluido em movimento. Um mês depois, o jovem não teve absolutamente mais nenhuma crise. O jovem me mandou áudios dizendo: "Eu encontrei o sentido da minha vida. Eu encontrei as pessoas. Por que que quando eu dou um passe, eu sinto a felicidade mais profunda? Cada passe que eu dou, eu me sinto mais feliz e aquilo habita o meu espírito. Olha que coisa interessante. Um médium, uma pessoa rebelde pra escola, pra casa espírita, para todos os ambientes, evangelizado desde a infância e a gente só encontra um direcionamento para esse jovem. E gente, uma transformação belíssima, belíssima. é a pessoa que eu gostaria de ter para trabalhar ao meu lado no trabalho mediúnica. Que coisa bonita, né? >> Muito bacana. Muito bacana. >> O poder transformador é incrível, né? Antes de você chegar, eu falava com Jorge, Jorgito sobre aquela parábola do nosso livro dois que tá para sair, né? um tá na já tá provavelmente para semana já deve estar nas bancas, nas livrarias, em todos os lugares. Mas o livro dois a gente estudou as três parábolas da misericórdia. Concluí, >> tem uma pergunta sobre a parábola da misericórdia aí, professor. Nós vamos depois pegar. >> Tem, >> termine aí pra gente pegar. E a gente fala do filho pródigo, né, que foi rebelde, foi materialista, pediu por antecipação a herança que tinha direito e depois vai no cai no mundo e descobre que as coisas não eram do jeito que ele podia imaginar. Perdeu tudo que tinha, vê toda aquele aquela punição pela sua pelo seu erro, pela sua rebeldia. E aí vem aquilo que você falou, que em todo esse processo que está aqui no no Deuteronômio 21 18 em diante, todo esse

ue tinha, vê toda aquele aquela punição pela sua pelo seu erro, pela sua rebeldia. E aí vem aquilo que você falou, que em todo esse processo que está aqui no no Deuteronômio 21 18 em diante, todo esse processo que é feito com relação ao filho rebelde é para ver se ele apresenta um arrependimento. Porque em qualquer momento desse processo de o pai bater, de de se bater até o extremo e o filho não obedecer, continuar bebendo, sendo glutão e etc, etc., até aí não teve arrependimento nenhum da parte dele. Aí passa pra sociedade. Os anciãos, o pai e a mãe não é quem vai apedrejá-lo, é a própria sociedade. Às vezes se reúne fora da cidade ou no Sanedrinho aí mesmo, como você colocou. para decidir. Em todo esse processo, se ele em algum momento disser que quer mudar e se arrependeu, eles eles ele terá a oportunidade, não será sacrificado. E é exatamente o que Jesus traz nessa parábola, o arrependimento do filho e a misericórdia e o perdão do pai. Por isso que é essas três parábolas mostram a misericórdia. Como a gente viu, eu e você, nós estudamos bem isso aí e colocamos no nosso segundo livro de parábolas que se Deus quiser oportunamente também estará indo paraa gráfica. É, professor, >> uma pergunta aqui, eh, uma pergunta feita pelo Carlos Campos e e já faz tempo, faz meia hora que ele fez essa pergunta, mas a gente acabou entrando no outros assuntos, não voltou. >> O Carlos é de Campinas, né? É o meu querido Carlos. >> É, eh, ele fez uma pergunta porque a gente num certo momento falou sobre a parábola do filho pródigo lá atrás. Aí ele diz o seguinte: "Na parábola do filho pródigo, alguns estudiosos dizem que o filho mais velho não é aquele que permaneceu na propriedade, mas aquele que contou a parábola, ou seja, Jesus, o Cristo, vocês concordam?" Vou logo falar minha opinião. Eh, na verdade não, não é o Cristo, porque o capítulo 15 de Lucas começa com Jesus dialogando com os doutores da lei, porque eles estavam incomodados, porque Jesus estava dando atenção para os publicanos e os as pessoas de má vida,

sto, porque o capítulo 15 de Lucas começa com Jesus dialogando com os doutores da lei, porque eles estavam incomodados, porque Jesus estava dando atenção para os publicanos e os as pessoas de má vida, os pecadores. Então, Jesus conta uma parábola que um pai tem dois filhos. Um filho são os publicanos e as pessoas de uma vida. O outro filho são os sacerdotes. Porque repare que o outro filho mais velho deixa o outro irmão embora. Ele não vai atrás do irmão, ele não se preocupa com ele. Ele deixa o irmão se lascar. Quando o irmão volta, ele não entra na casa do pai, de longe, ele vê a festa, ele já questiona o que tava acontecendo e chama um dos servos para tomar eh conhecimento do que tava acontecendo. O E aí ele diz pro pai que veio esse teu filho. Ele nem reconhece como irmão dele. >> É, >> mas o que mais caracteriza que ele é problemático é porque ele diz assim: "E tu nunca me deste um cabrito sequer para que eu me alegrasse com os meus amigos. O miserável não quer nem se agradar com o Pai. O miserável não quer nem eh eh fazer a celebração do Ele nunca Ele não disse assim: "E tu nunca me deste um cabrito para que nós dois nos alegrássemos?" Ele não banqueteia com o pai. Ele quer ir se encontrar com os amigos dele. Então ele não tem conexão, ele não entra na casa do pai, ele é invejoso, ele é problemático. Tanto que Vinícius no livro, hã, nas pegadas do Mestre, ele diz que o nome da parábola deveria ser parábola do filho pródigo e do filho egoísta, porque o segundo filho é uma personalidade tão rica quanto o primeiro na percepção da da ideia de que ele está certo. E aí, só terminando meu comentário, Carlos Campos, nós quando lemos a parábola do filho pródigo, a gente se acha muito o filho, ah, eu sou o filho pródigo que voltei. Nós somos o filho mais velho que acha que tá na convivência de Deus, mas é arrogante, é preconceituoso, tem uma série de posturas completamente equivocadas. Nós somos muito mais o outro do que o que caiu e que já se encontrou. Nós estamos rondando a casa

ência de Deus, mas é arrogante, é preconceituoso, tem uma série de posturas completamente equivocadas. Nós somos muito mais o outro do que o que caiu e que já se encontrou. Nós estamos rondando a casa do pai sem termos entrado nela de fato ainda. >> Olha, nesse capítulo bem lembrado, Jorge, gente, bem analisado, concordo com você. Eu queria só fazer uma ressalva que essa parábola a gente concluiu, eu e o Álvaro, nós fizemos uma conclusão muito interessante, é que a primeira parábola é da ovelha perdida no deserto, não é? Que o pastor vai, bota no ombro e traz de volta. A segunda é a dracma perdida na casa onde a mulher varre até achar. Quer dizer, na primeira parábola, porque são três parábolas da ovelha perdida, da dracua perdida e do filho pródigo. Na primeira, >> o filho perdido. >> O filho perdido. Não, mas espera aí. F chama filho pródigo, né? É o nome que se dá. Mas a gente chegou à conclusão o seguinte. Na primeira, a ovelha tá perdido fora. Na segunda, a dracma tá perdido dentro de casa. E na terceira tem um perdido dentro e outro fora de casa. >> Porque o prógio foi para fora de casa e o outro não saiu de casa, mas também estava perdido. Tá certo? >> É porque a Dracam foi perdida dentro. É, e a gente faz um paralelo, professor, no livro com a história de Jacó, >> porque você tem um filho que fica em casa, que éav, você tem um filho que vai pro mundo. O ir pro mundo é o povo de Israel com a sua tarefa. Quando ele deveria retornar ao seio do Messias, eh, vamos assim dizer, com os equívocos vividos. Então, existe um paralelo, né, professor? >> Também ex >> a gente colocou também. Muito bem colocado. Eu queria fazer um só fazer um comentário em cima do comentário. Valdir Vieira, eh, você escreveu assim, Álvaro, esse jovem começou a trabalhar antes de estudar a doutrina. Isso é uma crítica, uma pergunta ou eh uma excelente constatação? Então, ainda esse final de semana mandei uma mensagem para um amigo que sabe as passagens de cabeça e falei: "Ela, ah, me lembra qual passagem

ma crítica, uma pergunta ou eh uma excelente constatação? Então, ainda esse final de semana mandei uma mensagem para um amigo que sabe as passagens de cabeça e falei: "Ela, ah, me lembra qual passagem e tal, tal e tal". E aí ele falou: "Ah, essa daí, Álvaro, é o O Bom Espírita." capítulo 17, versículo eh item quatro do Evangelho Segundo o Espiritismo. E aí ali tá escrito assim que o espiritismo não é necessário para compreender uma inteligência fora do comum. Não, não, não é necessário. Tanto que há homens de notória capacidade que não o compreendem. ao passo que inteligências vulgares, >> moços mesmo apenas saídos da adolescência lhe aprendem com admirável precisão os mais delicados matizes. Isso se dá por conta de que o aparato, o cabedal intelectual, prossegue aqui os espíritos superiores dizendo, esse se aprende, mas a sensibilidade é da natureza do espírito. Então esse jovem ele foi evangelizado desde os sete 8 anos. Esse jovem não tem conhecimento de centro de força, isso tudo, mas nada impede de que ele aprenda com alguém que o instrua. Eu não estou dizendo que a instrução não é importante, mas é que o espírito verdade diz: "Espíritas, eis o primeiro mandamento, amai-vos". >> Exato. >> Eis o segundo, instruí-vos. Em primeiro lugar, o que esse jovem precisava e precisa é de amor e acolhimento na tarefa para que ele pudesse despertar o entendimento. Dentro da tarefa, ele mesmo levantou as suas perguntas, pediu orientação e se inscreveu em outros estudos. Então eu não estou dizendo que assim deve ser realizado em todos os casos, mas que a melhor de todas as regras é enxergar a individualidade e a necessidade da pessoa e faz recordar aquela pessoa que foi tomar um passe com o Chico e deu-lhe um tapa na fuça e falou: "Todo esse tempo para tomar um passe, dá logo o passe." E o Chico fecha os olhos. faz uma prece e aparece Emanuel e ele disse para Emanuel: "Eu não tenho condições de dar o passe. Você tem a razão, Chico, mas ela tem a necessidade. Então isso coloca a situação muitas

echa os olhos. faz uma prece e aparece Emanuel e ele disse para Emanuel: "Eu não tenho condições de dar o passe. Você tem a razão, Chico, mas ela tem a necessidade. Então isso coloca a situação muitas vezes sob a condição de nós enxergarmos aquele momento. Eu não aceitaria tomar um passe, um um tapa, mas o Chico precisou aceitar. Segundo a necessidade da mulher, quem sabe ela estava prestes a um suicídio. Você não pode tomar um tapinho para evitar um suicídio. Eu, se eu pudesse, eu tomaria. Quem sabe essa não era a necessidade. Então, Valdir, eu vi que você falou assim que você concorda e e é isso. Eu não tô dizendo que esse tem que ser o proceder em todos os casos. Não estou dizendo e eu não é o meu proceder comum, mas eu tô dizendo que é um jovem com uma mediunidade fantástica, que as instruções foram: "Mãe, não bate mais nele". Porque quando ele bate, você desequilibra o emocional dele e o desequilíbrio emocional é a porta de continuidade desses espíritos para o que eles querem realizar. A gente precisa de ensinar inteligência emocional para ele e a gente precisa fazer ele se apaixonar pelo trabalho espírita. Se ele se apaixonar pelo trabalho espírita e entender que realmente ele pode oferecer algo que poucos podem na sua condição de médium extraordinário, natural, com mediunidade desequilibrada, esse jovem sua vida. E eu vou dizer uma coisa para vocês, eu já chorei tanto porque quando eu vejo as fotos, quando eu vejo os áudios, quando o pessoal me liga da casa espírita contando, todas as vezes eu choro, porque eu falo assim: "Se fosse para escolher ganhar na loteria ou tocar a vida desse jovem, poderia ser até a mega da virada". Jamais, jamais. E olha que eu sou judeu, jamais eu aceitaria. Eu ia falar, não, vamos tocar a vida desse jovem. Então, é uma questão assim singular, mas que eu vou dizer para vocês, tá acontecendo demais por aí. Eu acho que não sei se o Elará quer comentar, o professor Ctin >> tudo bem, tem opiniões diferentes, tá, Elará, professor? É, eu gostaria de comentar no seguinte

a vocês, tá acontecendo demais por aí. Eu acho que não sei se o Elará quer comentar, o professor Ctin >> tudo bem, tem opiniões diferentes, tá, Elará, professor? É, eu gostaria de comentar no seguinte sentido. Eh, nós, na verdade, nós temos na na casa espírita muitas atividades, muitas. E uma das coisas importantes para o jovem é o protagonismo deles. Eles precisam se sentir importantes, dar protagonismo a eles. Então, existe uma frente muito grande de ideias e de tarefas na casa. Aí você pergunta: "Poxa, esse cara tava trabalhando, tava trabalhando antes de estudar?" Eh, existem muitas tarefas na casa espírita que a gente pode executar sem grandes conhecimentos. Por exemplo, qual é o problema de eu dizer para ele: "Você vem no sábado para ajudar a gente a preparar a cesta básica". Ele vai para lá montar a cesta básica. Pega 2 kg de feijão, dois de arroz, pega um um pacote de farinha, bota aqui dentro, amarra saco, coloque saco para lá. Quantos já tem? Tá beleza. Agora vai lá. arrumar fia, ajudar o a o trabalho assistencial é o que mais cura as pessoas. >> Porque você se doar, não é você chegar lá para só eh eh fazer o trabalho, ai vai vai sujar a minha mão. Não, o trabalho de construção é o que mais dá. Você vê a pessoa colocando o saco nas costas para levar e dizer: "Fui eu que montei essa cesta básica". Eu cheguei aqui e fui eu que montei o que essa família vai comer, fui eu que fiz. Isso dá uma alegria tão grande e isso promove tecnicamente uma descarga de ocitocina, que é um um neurotransmissor importante nos processos depressivos. Então, a melhor forma de curar a nós mesmos é cuidando do outro. Quando eu cuido do outro, eu esqueço de mim, da minha própria dor. Então assim, eu preciso dar protagonismo ao jovem que entra na casa. Coloca o cara no assistencial, dá uma tarefa para ele, bota alguma coisa que ele possa fazer, leva o cara paraa biblioteca, meu querido, venha cá, olha, pega essas livros aqui, vai colocando aqui, tira dali a livraria, vai colocando preço nesses livros,

, bota alguma coisa que ele possa fazer, leva o cara paraa biblioteca, meu querido, venha cá, olha, pega essas livros aqui, vai colocando aqui, tira dali a livraria, vai colocando preço nesses livros, ajeita para ali. Puxa, existe tanta tarefa para fazer que não precisa de nenhum tipo de preparação. Então, eh, a gente precisa é deixar a casa aberta. Se a casa não tem uma tarefa, ah, mas aí o jovem vai chegar, não tem, então cria, cara, cria uma tarefa para eles, inventa. Olha, a partir de hoje vai ter visita no hospital, tá? E quem vai fazer são vocês. Se virem aí, vocês vão visitar o hospital, vão ver os doentes, algo que eu doei de mim. Vocês viram aquela mensagem infortúnios ocultos que tem no Evangelho em que a mãe diz: "Minha filha, você não pode entregar o que eu faço". você para você entregar o que eu faço. Você não tá envolvida na coisa. >> Uhum. >> Você tem que fazer, tem que fazer o paninho e entregar, porque aí tem a descarga de ocitocina. Você dizer assim: "Eu construí e fui eu que entreguei". E um detalhe dessa mensagem, Fortúnios ocultos, ela não é uma instrução dos espíritos, é um Kardec. Ele deve ter conhecido esta mulher e ele pegou e reduziu a história dela num texto, mas não é uma instrução. Ou seja, foi ele que desenhou aquilo. Ou seja, ele colocou, se vamos dizer que seja hipotético, ele colocou os elementos que constituem eh a caridade despretenciosa. Não precisa de estudo para essas coisas. Então tem muita coisa para fazer. Valdirêz dentro da ela se se o menino tá desde os 7 anos, passou 10 anos na casa espírita estudando e não tem condições de entender isso, vamos paraa neurocirurgia, porque daí é mais de 10 anos, porque aí é >> não tem muitas tarefas. A tarefa do passe pelo conhecimento que ele poderia ter, é uma possibilidade, não é? É uma possibilidade, >> ele já temção. Você você pode sentar com o cara e dizer para ele, deixa eu te explicar aqui, >> isso funciona dessa forma, você vai aplicar o passe dessa maneira. Funciona, >> mas eu eu tô dizendo para ele que a

ão. Você você pode sentar com o cara e dizer para ele, deixa eu te explicar aqui, >> isso funciona dessa forma, você vai aplicar o passe dessa maneira. Funciona, >> mas eu eu tô dizendo para ele que a gente não tem que se preocupar com as tarefas que possam ser passíveis de uma instrução. Coloca, se o problema é esse, coloca o pessoal nas tarefas que não deita. Outra coisa, Elará, preparar preparar os jovens para que eles possam entender e estudar os aspectos da mediunidade. Eu não tô falando necessariamente de prática mediúnica, mas não tô dizendo que não possa acontecer também, mas eu estou falando que livro dos médiuns é obra básica, não é obra avançada do espiritismo, obra básica é de conhecimento. necessário na base do espiritismo. Então, esse final de semana fomos até passamos em CIA Norte, fiquei sabendo que alguém passa por lá semana que vem passamos lá na cidade e não fiz palestra em Cia Norte, mas a gente passou Elará por lá fomos a Luanda, pessoal todo comentou de você também. Temos até alguém aqui que escreveu aqui. >> Gosto Luanda. uma mensagem de Luan, de Luanda agradecendo o trabalho. Eu não me lembro o nome, mas eu li a mensagem, acolhi aqui no meu coração e e a gente fez um trabalho, sabe o que a gente fez? Qual foi o nosso trabalho? >> Hã? >> Seminário de mediunidade para os jovens. >> E foi fantástico. Foi fantástico. Quem é de Luanda, se tiver aí, quem mandou a mensagem, eh, se puder escrever. Ah, sim. Cásia, acho que é, foi Cásia, isso mesmo, que escreveu lá de Luanda. Foi fantástico o processo. Sabe por quê? Eles falaram assim: "Ah, por que que a gente não ouve falar de mediunidade?" E eu trouxe os exemplos da mediunidade no dia a dia, a mediunidade eh impulsionando o médium a sensitivo, impressionável, por exemplo, para ser arremessado eh aos processos depressivos sem que queira, aos processos de, vamos assim dizer, de extrema vergonha, aos processos no dia a dia que a gente vive de excitação e quem sabe eh se a entrega os vícios. Eu trouxe essa mediunidade,

os sem que queira, aos processos de, vamos assim dizer, de extrema vergonha, aos processos no dia a dia que a gente vive de excitação e quem sabe eh se a entrega os vícios. Eu trouxe essa mediunidade, eu trouxe a mediunidade para o dia a dia. E isso foi algo assim que marcou os jovens. No final, a gente fez uma dinâmica onde os os grupos de jovens fizeram teatro. Cada cada grupo fez um teatro com uma narrativa onde eles deveriam mostrar a mediunidade no dia a dia. Gente, a gente teve um teatro, eu coloquei os jurados para dar nota, né? avaliar conteúdo doutrinário e aí o primeiro grupo, apesar de ser uma competição, cada um ganhou um livro a da obra de André Luiz, eh, um livro a espírita, um livro de Emanuel, etc. Gente, foi fantástico o negócio. A gente chorou em um dos teatros porque eles mostraram a influência numa questão de aborto e no futuro aquela criança sendo a alegria da vida da mãe. Então, sendo assim a a o canal de, vamos assim, de aconchego emocional daquela mãe. Então, foi lindíssimo. Então, o que também assim eu acho que é importante a gente ver é que cada médium, cada médium ou cada jovem tem a sua necessidade. Eh, o passe em si, eu me lembro quando eu fui fazer o curso do de passe, eu ainda virei para um colega meu, falei: "Eu acho que vai materializar Jesus Cristo para ensinar da paz". Eu esperei 4 anos pelo curso de passe e e foi a algo assim, ah, é algo básico, é algo assim tranquilo que não exige meses e anos de entrega de serviço. Me recordo que a dona Annabel, esposa do médium Euríiclides Formiga, que psicografou alguns alguns livros com o Chico, em companhia com o Chico, ele sentava-se na mesa, eles escreviam a a livros, cada uma mensagem e publicaram, acho que dois ou três livros de mensagens mediúnicas. Eu Formiga, o nome dele. E a dona Anabel, família dele é aqui da Paraíba. As as irmã sobrinha dele foram minhas clientes de consultório. >> É. >> Ah, jura? >> Juro sim. >> Ah, que legal. >> Jane Formiga e Janete Formiga. Duas irmãs. >> Ah,

l, família dele é aqui da Paraíba. As as irmã sobrinha dele foram minhas clientes de consultório. >> É. >> Ah, jura? >> Juro sim. >> Ah, que legal. >> Jane Formiga e Janete Formiga. Duas irmãs. >> Ah, >> que foram for minhas amigas e foram >> Que sorte que mandando hein, professor. >> E eu me lembro que a dona deles, ela chamava Tio Euríc. É o seu Euríicle, só pra gente, ele ele incorporava, quebrava a casa toda também e transfigurava, não era ele que tava falando. Os mesmos sintomas. Quando ele decide então um dia ir ao Chico, o Chico olhava assim na na fila. Olhava assim na fila. Inclusive a G tem o vídeo dela contando isso. A a Ela porque foi na casa da G que ela contou. E ela olhava, ele olhava assim e aí ele falava assim: "Formiguinha". O Chico falava: "E aquele silêncio? Formiguinha e aquele silêncio. Aí a dona Anabel falou: "Tá falando com você?" Falou: "Não, meu nome não é formiguinha. Meu nome não é esse. Ele tem que me chamar pelo nome." Aí ele olhou assim, a, o Chico olhou de novo e falou: "Eu Formiga, venha aqui agora. Eu te espero há muitos anos." E aí ele sai da fila, vai e o Chico a coloca ele eh eh coloca ele ali para trabalhar. Então ela me contou que certa feita ela tava lá na casa do Chico e o Chico tava passando pela pela garagem e a dona Anabel é viva. Ah, o filho dela, Miguel, tem o Quito Formigo. Quito eu não conheceu. con esse Miguel que desencarnou de câncer há alguns anos atrás e e ela falou que o Chico para, senta numa cadeira e fala: "Me aplica um passe". E ela olhou para mim e falou: "Mas eu não sei dar um passe, eu só vejo dar". Ela falou: "Minha filha, você tá preparada, pode aplicar." E aí o ela aplica, né, da forma dela, sem conhecer a técnica ao certo. Aí ele bate no ombrinho dela e fala: "Pronto, minha filha, agora você é passista". ou o Luís Fernando Grijó, que o professor Severen Celestino conhece, muito amigo do seu Carlos Sanchez, que conta que tava sentado ao lado do Chico e o Chico tava muito fraquinho, dando beijo na mão das pessoas e ele coloca a mão no ombro

sor Severen Celestino conhece, muito amigo do seu Carlos Sanchez, que conta que tava sentado ao lado do Chico e o Chico tava muito fraquinho, dando beijo na mão das pessoas e ele coloca a mão no ombro do Chico e ele fala assim: "Coitado do Chico, né? Tanta força para beijar, beijar a mão das pessoas". Aí o Chico olha para ele e fala assim: "Eu beijo a mão, as mãos delas porque eu realmente não tenho mais força para beijar os pés". Aí ele ficou com a mão assim no ombro dele. Ele olha e fala: "Muito obrigado pelo passe, meu filho". Então assim, eu não estou dizendo que a técnica não é fundamental, que o estudo não é fundamental. A casa da qual eu dirijo para tudo. A gente tem muito estudo, estudo, estudo, estudo, estudo e mais estudo. A gente estuda profundamente a mediunidade, a doutrina espírita. São inúmeros estudos por dia. Hoje eu tô fazendo segundo, de segunda eu faço dois, de terça eu faço dois, de quarta eu faço dois. E ó, que eu sou um dos mais vagabundinhos lá nossa casa. Então, a gente estuda o dia todo, mas o que eu tô dizendo é que é que apenas cada situação deve ser analisada sobre a individualidade do ser que habita a situação. Quando os espíritos vêm nos auxiliar, eles olham a individualidade. E eu concordo com ela se der para colocar no trabalho da sopa, se der para colocar na cesta básica, se der para colocar na palestra, se der para colocar em qualquer outro lugar, coloque o a o jovem. Mas eles não, a gente não pode cometer o crime, crime que eu vou falar crime de impedir os jovens de estudarem a mediunidade e se necessário e compatível com >> ó, nós temos que chamar o Adriano e tem algumas questões que ainda estão aqui pendentes pra gente trabalhar. Eh, eu queria aproveitar o momento para parabenizar o Cisco de Luz por dois anos de existência agora no dia primeiro de outubro, né? >> 2 de outubro. Oi. >> E nós somos, é, eu diria, eu não sou fundador do centro, mas eu acompanhei desde os primeiros momentos e já tive a oportunidade de desfrutar das energias

imeiro de outubro, né? >> 2 de outubro. Oi. >> E nós somos, é, eu diria, eu não sou fundador do centro, mas eu acompanhei desde os primeiros momentos e já tive a oportunidade de desfrutar das energias daquela casa muitas vezes. E sempre que eu vou ali, eu sempre saio com as baterias recarregadas, graças a Deus. Sempre encontro muito ensinamento, muita acolhida. Gosto de todo mundo ali como se fosse minha casa. Ele tem o maior carinho por dona Ana, mãe do Álvaro, que até ele fez essas lorotas aqui à noite, mas ele viu que ela é um doce de pessoa. Não faltou advogado para dona Ana. Você anda direito, viu? >> Porque ela é uma realmente um espírito muito iluminado ali no Cisco de Luz. O o centro chama-se Cisco de Luz, mas Dona Ana é um raio de luz no centro. É bom, nós vamos chamar o Adriano que tá na hora e tem algumas questões aqui que a gente precisa trabalhar. Nós temos meia hora ainda. >> Deixa eu ver se >> e a gente sendo objetivo, a gente consegue >> resolver. Jorgito, o Carlos ainda tá acordando, ou melhor, >> ele tá ele já dormiu. >> Pois é. Enquanto ele não acorda, eu queria lembrar aqui com relação aos castigos dos filhos que a gente tava falando ali, uma mensagem do Carlos Fontes ali por volta das 22:29, quando ele ele traz aqui uma uma lembrança muito forte da minha infância, porque lá em casa a gente inveja dos primos, porque eles apanhavam de chinelo, a gente não apanhava de chibata, né? Então, e a minha tia Maria, irmã da minha mãe, batia no meu primo, exatamente do jeito que Carlos coloca aqui, que ele diz assim: "Aqui a mãe batia ensinando as sílabas. Eu já te falei para você não fazer isso. Cada sílaba era uma chinelada". Então, eu vi muito isso minha tia fazer com meu primo, né? Eu já te falei, cada vez que ela dizia eu jate, era uma chinelada. Mas >> ach pesso >> se for uma chinela de sola, daquelas de é melhor, é melhor a chibata. >> É. E eu tenho uma história de mulher com chinela na mão curiosa aqui do sertão da Paraíba. >> Chinela de sola >> é muito e aquilo é ardido demais.

de sola, daquelas de é melhor, é melhor a chibata. >> É. E eu tenho uma história de mulher com chinela na mão curiosa aqui do sertão da Paraíba. >> Chinela de sola >> é muito e aquilo é ardido demais. >> Eu já apanhei de chinela, eu eu sou campeão nessas coisas. você imaginar. Eu já inaugurei, graças a Deus. >> Eh, existe aqui algumas questões enquanto o nosso querido não entra. O Adriano acho que dormiu. >> Não, ele ele já tá, >> ele já tá desdobrado. Lavar o rosto. >> Como vocês estão maldosos, gente do céu. Vale, >> olha só, nós temos uma pergunta aí da Zilda, da Zilma, da Zilminha. Eh, dá uma olhada no privado que eu já até passei pro privado, né? >> Eu não vi. >> Seria essa daí. >> Você pode até colocar já pra gente. >> É, essa é uma essa é uma pergunta interessante. >> Qual que é, >> Zilma? Helena >> tá no privado. Tá no chat privado, meu filho. >> 22:39. nossa amiga lá de >> barulhos >> barulhos querida amiga. >> Por que a gente encontra tanta burocracia nessas casas espíritas? Não dá para ser mais fácil? A, o grande problema, Zilminha, é que daria para ser mais fácil. É porque nós somos difíceis. Esse é o problema. Se nós verdadeiramente fosse, fôssemos todos fáceis, a casa também seria. Mas eu, eu tô cansado de ver pessoas que chegam de uma cidade para outra, chega na cidade de destino e diz: "Olha, eu na outra cidade, eu era doutrina, trabalhava no no como dialogador da reunião mediúnica, eu queria vir pra região mediúnica". Tama, calma, entra no grupo de estudo, porque veja, a casa espírita não tem nenhum interesse de segurar um trabalhador qualificado numa tarefa que seja inferior a ele, mas ela precisa ter certeza do que ela tá fazendo. Então, a o meu aconselhamento é, chegou numa casa nova, entre na tarefa mais básica que tem, entra e participa normalmente, que naturalmente a casa vai ver você aí, vai dizer: "Você tá aí no grupo de estudos, você não quer colaborar na condição do grupo, colabora com a gente e puxa a pessoa para colaborar". Em pouco tempo você tá ativo

nte a casa vai ver você aí, vai dizer: "Você tá aí no grupo de estudos, você não quer colaborar na condição do grupo, colabora com a gente e puxa a pessoa para colaborar". Em pouco tempo você tá ativo na casa. Mas se você chegar numa casa espírita dando um, como diz lá em Rondônia, jogando um carrão de cena na mesa, você vai ter problema. Você vai ter problema porque as portas vão se fechar. Então, quanto mais humilde você for, mais rápido abre a porta. E se você ao contrário, quiser entrar por cima dando uma carterada, você vai ter problema. Agora, sim, existem casas espíritas mais burocrática. Eu tô falando, não tô dizendo que alguém me disse, eu tô falando eu. Eu, eu, eu. Eu, aqui, ó, eu fui durante, só fui, sei lá, secretário da Federação Espírita de Rondônia. Eu, eu não tô falando de outra pessoa, fui eu. E eu recebia de companheiros espíritas que saíam de Rondônia para outro estado. E o seguinte, eu preciso de uma carta de vocês, uma carta assinada pela pela federação dizendo que eu já participei do estudo sistematizado da apostila um para eu poder ingressar no no número dois, na apostila do do programa dois. Porque senão senão eu não posso entrar. E aí eu cansei de fazer carta declaro para Devos Finsano de tal participou de maneira regular do curso do estudo. Ah, eu já fiz isso várias vezes, né? Então aí eh essa essa essa colocação que eles fazem é um é um excesso de determinadas instituições, é um excesso, né, que não é necessário essa rigidez toda. Você tá num grupo de estudo, você percebe se a pessoa tem ou não qualidade para ingressar. Tá? Não precisa você ficar não, eu quero uma uma comprovação para que você ingresse num grupo mediúnico, >> tudo bem, vamos ter os critérios mais adequados. Mas para um grupo de estudo isso não é necessário, essa rigidez toda, né? A gente pode eh trabalhar isso de forma muito mais tranquila. Você já estudou? Já eu estudei, eu fiz o curso. O que que a pessoa ganha mentindo, né? Não, eu já estudei, já fiz o curso um, então beleza. Então entra no entra na

isso de forma muito mais tranquila. Você já estudou? Já eu estudei, eu fiz o curso. O que que a pessoa ganha mentindo, né? Não, eu já estudei, já fiz o curso um, então beleza. Então entra no entra na segunda turma. Pronto, né? Se nós fôssemos fáceis de um ah, como seria mais tranquilo. Mas nós muitas vezes é que complicamos as coisas e as casas espíritas se vem a braços com muitas pessoas bem estranhas que aparecem de diversos lugares do Brasil. Então, é uma questão de termos prudência, de termos eh serenidade. Eu conheci uma uma cidade, conheci uma cidade que os centros espíritos eram todos assim muito organizados e tinha um centro que qualquer pessoa que queria eh ir paraa reunião mediúnica lá entrava sem nenhum tipo de dificuldade. Então, quando aparecer alguém na cidade com algum tipo de interesse mediúnico, vá paraa casa tal, que lá você vai ter facilidade. Aí uma vez o presidente da casa de destino foi questionar dis: "Puxa, vocês estão mandando muita bucha para mim, vocês t que dar uma uma aliviada que todo mundo que é problemático vocês estão mandando para mim". É, >> então isso acontece. A gente tem realmente eh muitos comportamentos que são eh complexos. da criatura humana. E isso faz com que muitas vezes as casas se tornem assim mais burocráticas, né? Mas é uma questão da criatura humana. Eu concordo com tudo que você disse, inclusive a reunião mediúnica, ela necessita de uma afinidade e essa afinidade é uma construção. É uma construção. Então, o capítulo seis do livro Memórias de um Suicida vai falar que o principal elemento necessário eh entre os integrantes de uma reunião mediúnica para realizar, por exemplo, a assistência aos espíritos retalhados é o amor, a humildade e a fraternidade sincera entre os integrantes. Isso você não desenvolve em um dia, em uma semana, dois meses. Isso pode demorar mais ou menos tempo a depender também do esforço que a pessoa empenha para estar servindo em todos os ambientes da casa. Concordo com Elará que, por exemplo, para os

ana, dois meses. Isso pode demorar mais ou menos tempo a depender também do esforço que a pessoa empenha para estar servindo em todos os ambientes da casa. Concordo com Elará que, por exemplo, para os estudos, que para os estudos a gente pode ser um pouco mais tranquilo. Eh, eu concordo também que às vezes existe uma burocratização. Então, eu me recordo de um amigo espírita que chegou numa casa e falaram assim: "Olha, aqui a gente demora 8 anos pra pessoa começar a trabalhar na mediunidade e a pergunta dele foi, >> fica alguém?" Essa foi a pergunta dele. Fica alguém? >> Olha, deixa >> um dos um dos elementos. >> Vou cortar você, vou cortar você. Quando eu conheci o movimento espírita, isso que você tá falando, isso aí você tá contando, é é real. É real. Eu cansei de ver casas espíritas que as pessoas demoravam 10, 12 anos para sentar numa mesa mediúnica. Isso eu vi, eu vi isso. Mas o que que aconteceu nesses últimos tempos? Hoje o movimento espírita ele deu uma reorganizada nisso. Então, como é que funciona? Hoje você tem o estudo sistematizado que dura 3 anos. Terminou o estudo sistematizado, o cara entra no grupo de educação na mediunidade, bola paraa frente, já vai começar o trabalho eh de mediunidade. Então ele fica 3 anos de formação, apostila fundamental um, fundamental dois, complementar, terminou complementar, muda o programa para um programa de educação na mediunidade. Claro que não é só isso que tem. O cara pode estudar André Luiz, pode estudar Manuel Filomeno, pode estudar eh Joana de Andes, pode ir para eh livro dos médiuns, >> livro dos espíritos, livro dos médiuns, >> livro dos médiuns. É obra básica. pode estudar a dona Ivone do Amaral Pereira, ele pode estudar eh o Evangelho, ele pode estudar eh obras de Emânel, pode fazer estudos do EAD, estudando a mediunidade de André Luiz, um grande livro. Gosto muito desse livro. Pois é, pode pegar o Martin Esperalva lá para estudando da mediunidade. Você tem você tem muitas opções e uma das opções é não, eu quero fazer estudo

ré Luiz, um grande livro. Gosto muito desse livro. Pois é, pode pegar o Martin Esperalva lá para estudando da mediunidade. Você tem você tem muitas opções e uma das opções é não, eu quero fazer estudo da mediunidade, pronto, aí vai entrar no grupo mediúnico mesmo. Aí, então repara, hoje hoje hoje 3 anos e aí você pode, de repente já depois daqui iniciar num trabalho mediúnico. Mas eu já vi dentro do movimento espírita pessoas de 12 anos na casa que ainda não tinha conseguido, que não estava metodizado naquela época. Mas é uma questão >> e assim ela, o estudo da mediunidade também, a mediunidade não serve apenas para o trabalho mediúnico. >> Uhum. >> Mas o a mediunidade serve no dia a dia para todas as coisas. Agora, nesse momento, estamos todos sendo médiuns, menos o Ela que não tem mediunidade. Estamos todos usando a mediunidade, tanto como quem recebe, eh, tanto que André Luiz no livro Nos domínios da mediunidade tem aqueles casos que ele entra no bar e vê as pessoas usando o álcool, fumando e encontra um jornalista escrevendo um texto, que foi um dos exemplos que eu usei no seminário com jovens. E a primeira pergunta de André Luiz, ele é médium? Ele é médium não, ele é espírita. O espiritual fala: "Não, ele não é espírita, mas ele tá escrevendo, olha só, ele tá psicografando as um espírito que envolve com uma massa a negra o seu cérebro, sua mão, fazendo uma acusação. Fala: "Mas isso, a mediunidade é uma faculdade humana." >> Logo depois ele sai >> e ele vê um passando um uma ambulância. Quando ele olha, ele vê o socorrista acompanhado de um espírito de nobre envergadura. >> Sim. >> Quando ele foi entrar, ele vê um senhor sendo colocado para fora porque tava alcoolizado. Ele vê ele envolvido com duas entidades. E sempre a pergunta de André Luiz é: "Ele é espírita?" E André Luiz fala: "Não." E Aulus fala: "Não, não é espírita, a faculdade é humana". Então, conhecer a mediunidade não significa trabalhar em uma reunião de desobsessão ou qualquer que seja a outra reunião mediúnica que você vá participar

: "Não, não é espírita, a faculdade é humana". Então, conhecer a mediunidade não significa trabalhar em uma reunião de desobsessão ou qualquer que seja a outra reunião mediúnica que você vá participar ou conhecer a mediunidade. Me disseram os me disse um espírito amigo que é uma um conhecimento tão importante que no futuro será dado nas escolas a todos. Porque havendo a comprovação científica e entendendo o quanto isso influencia nas nossas vidas, isso torna-se fundamental para todos os exercícios. No seu almoço de domingo com a família, você precisa de saber e reconhecer a influência dos espíritos. Senão, >> quando alguém começar uma discussão, você entra nela. Não porque você quer, mas porque você está sendo influenciado pelos espíritos. E isso é ser médium. E não é menor do que trabalhar em uma reunião mediúnica. E não é um estudo que deve, vamos, vamos assim dizer, que deve estar eh, completamente distante ou nada ou desse nesse sentido. Então eu hoje hoje procuro falar da importância da mediunidade no dia a dia, em todas as classes sociais, para todas as idades, para todas as propostas e percepções de seres sobre a terra. Isso é fundamental e importante, não para que sejamos todos partícipes de reuniões mediúnicas, mas para para que sejamos conhecedores. E você também abrir o livro dos médiuns e lê na sua casa, ler a a obra de André Luiz também é parte do seu esforço. Eu primeiro livro espírita que eu li na minha vida, livro dos médicos, e me esclareceu. Então, eu acho que é um pouco disso, né? Não sei se vocês concordam ou não, mas é e eh eu vejo que existe uma renovação da perspectiva do movimento espírita com os com uma geração mais jovem que vem com uma mediunidade mais aflorada ainda. Percepção minha. >> Eu a minha eu tenho uma visão assim semelhante a de vocês, mas eu vejo a casa espírita com três finalidades básicas. Ela é um ambulatório, ela é um hospital e ela é uma escola. Sim, sim. >> E a maioria, para não dizer a maioria, grande parte das pessoas que vão à casa

jo a casa espírita com três finalidades básicas. Ela é um ambulatório, ela é um hospital e ela é uma escola. Sim, sim. >> E a maioria, para não dizer a maioria, grande parte das pessoas que vão à casa espírita vão por causa da mediunidade. Eu fui por causa da mediunidade e e digo mais, eu tive uma felicidade muito grande na minha vida que eu eu primeiro eu fui eh assistido na minha mediunidade, mesmo sem conhecer doutrina, >> porque eu entrei precisando de um tratamento, de um atendimento de urgência. Então, quando você chega no no hospital, a primeira coisa que você vai para ambulatório, fazer uma triagem, fazer um atendimento para saber a sua situação, seus exames, o que é que você tem, por que é que você tá ali, o que é que você tá ali maltratando, o que é que está causando tudo a desorganização do que você está passando. Depois dessa triagem feita, aí você vai ter que receber um tratamento, porque senão, meu filho, você vai criar problema onde você chegar. você não pode. É porque o médium deseducado, porque a gente chama de de educação mediúnica, mas eh não é uma educação mediúnica, é uma uma condução ou uma colocação pelo conhecimento sobre a sua mediunidade, porque você já é médium. Você chega na casa espírita, a maioria já chega como médium. com seu grau de medidade, com toda a sua dificuldade. Então, quando você chega no hospital, você quer ser atendido por quem? Pelo serviçal do hospital, pela moça que te atende, que faz a ficha, ou por um médico capacitado para fazer o bom diagnóstico da tua situação. >> Aham. Então daí porque a casa espírita tem que ter um grupo preparado para receber quem chega para fazer a triagem, não é a pessoa se atender. >> Pronto socorro, né? >> Exatamente, meu filho. É o pronto socorro ambulatorial. No pronto socorro já se sabe o que é que você precisa, por onde você deve começar na casa, >> exatamente. Tá doente, tá com hemorragia, tá com abesso, não vai mandar o caba sentar e estudar o que é abesso, o que é hemorragia, não. >> Pura o obsesso, sana, sana a hemorragia

começar na casa, >> exatamente. Tá doente, tá com hemorragia, tá com abesso, não vai mandar o caba sentar e estudar o que é abesso, o que é hemorragia, não. >> Pura o obsesso, sana, sana a hemorragia e aí diz: "Olha, agora você vai aprender porque você chegou doente". >> Uhum. aí orienta ele, porque aí ele vai ter consciência que se ele agir conforme a orientação, ele não vai precisar mais de de de cirurgia, nem de abesso, nem de nada, porque ele canalizou a sua mediunidade pelo conhecimento. Aí sim, porque se você não agir assim, não, não adianta você, é lógico que você para atender, você precisa de de 10 anos, 6 anos para formar um curso superior. Mas se você já chega com mediunidade desorganizada, você tem que ser atendido como um regime de urgência, atendimento espiritual. >> Espiritual. Por isso que na nossa casa a gente começa com atendimento fraterno. Vamos conversar com a pessoa. Eu tenho, vi, graças a Deus, tenho uma sensibilidade, tenho vidência e e quem orienta tudo é aquele os espíritos que estão ali conosco, sabendo o que é que a pessoa tá precisando, o que que vai acontecer, qual é a melhor. Aí a gente tem evangélioterapia, que é o primeira coisa para desintoxicar o perespírito da pessoa e trazer, vai estudar aquela aqueles aquelas duas, não é muito tempo, são 10 semanas a luz do evangelho, que é orgulho, inveja, avareza, caridade, tudo isso. Depois disso aí ele vai ser encaminhado ou para começar pelo ESD ou para começar pelo o o estudo da mediunidade, >> nós estamos com toda a condição de atender. Essa é a minha preocupação, que a casa espírita desburocratize mais. Ela precisa do conhecimento, mas não vamos deixar a pessoa morrendo, levando choque, obsessivos, sem dar atenção que precisa. Eh, mudando um pouquinho de assunto, vocês vão me permitir, mas eu vou falar de uma coisa que não tem nada a ver com isso. Mas professor Severino, tocou um assunto e eu queria compartilhar aqui, vocês que são dirigentes de casa, eh, ter uma atenção mais voltada para o jovem na casa espírita, fazendo a

nada a ver com isso. Mas professor Severino, tocou um assunto e eu queria compartilhar aqui, vocês que são dirigentes de casa, eh, ter uma atenção mais voltada para o jovem na casa espírita, fazendo a especialização do atendimento espiritual com roda de conversa para jovem. Então >> é, então você tem o atendimento espiritual, atende todo mundo no salão, todo mundo misturado, todo mundo junto, tem o luto depressivo, pessoa com ansiedade, o outro que que tá com um problema de perturbação espiritual, tá todo mundo misturado. Então você pega naquele grupo, aí quem é jovem aqui, pega esse pessoal, bota numa roda de conversa numa outra sala, porque aqui a gente vai fazer um programa alternativo só jovens. Então, a gente não vai oferecer a massa da doutrina, mas vai acolhê-los e dar um tema. Olha, hoje a gente vai falar sobre, sei lá, mediunidades. E aí a gente vai conversar com eles e ouvi-los e tratar. Na outra semana, hoje a gente vai falar sobre automica, na outra conflito familiar. Mas é roda de conversa. Você vai mais ouvir do que falar. leva um pouco de doutrina para provocar e solta e deixa eles conversarem. Esse é o embrião da juventude pra gente criar o grupo de jovens. Vamos criar os grupos de jovens a partir do trabalho e atendimento espiritual. Se a gente fizer isso, a gente vai conseguir acolher essa juventude que tá muito perdida hoje e que não tá conseguindo se encaixar de maneira muito fácil nos grupos de jovens. Então, se a gente usar essa técnica, talvez possa vir a dar resultado, tá bom? É, eu acho que vocês trouçaram vários elementos aí importantes, vários, vários, vários, vários. Professor, você, >> eu tive esse insite sozinho, ninguém me inspirou. >> Sozinho. Jorge, essa tua colocação, só para fechar, nós estamos implantando na nossa casa. Ótimo. É o que eu posso dizer o seguinte, que as pessoas falam assim: "Falta trabalhador, falta trabalhador, dá oportunidade para quem encontrou na doutrina espírita a resposta e o consolo para suas dores." esse trabalhador, ele se torna tão fiel

as pessoas falam assim: "Falta trabalhador, falta trabalhador, dá oportunidade para quem encontrou na doutrina espírita a resposta e o consolo para suas dores." esse trabalhador, ele se torna tão fiel ao espiritismo. E eu olho assim, eh, para os novos que se aproximam da doutrina espírita e eu procuro não ter nenhum preconceito. Então, se a pessoa chegar falando de exetorismo, misticismo, ufologia, eu sempre digo a todos lá na nossa casa, gente, paciência, eles chegaram no lugar certo. Eles, esses nossos irmãos que estão chegando muitas vezes completamente perdidos do teor espírita, chegaram aqui porque estavam à procura. A gente não pode ter preconceito, a gente não pode ter nada. A gente vai moldando aos poucos e colocando a explanação do que é a doutrina espírita. Então, o que a doutrina espírita compreende que é diferente dessa doutrina esotérica, dessa eh questão X, Y, Z. E a gente vai moldando. Gente, vou falar uma coisa para vocês. Nós temos 2 anos de casa, temos aí quase, talvez quase 30 pessoas no ESD hoje com 2 anos de casa. Temos, não temos cadeira para sentar na casa, não temos cadeira para tá na >> Não tem banco, não tem falta banco, falta cadeira, não tem cadeira suficiente, não tem espaço para colocar. Ela viu, professor viu, quando estiver lá a gente senta no chão e tá tudo bem e tá tudo maravilhoso a gente sentar no chão. O grande elemento é o amor, o acolhimento. Se você ofere esse amor principal acolhimento, gente, vem médium para chuchu, vem. A gente tem tanto médium chegando na casa e vou dizer mais, tantos jovens, tantos jovens a gente tem chegando na casa hoje, médiuns, recebem um bocado de amor, recebem um punhado de instrução, uma dose de acolhimento cavalar e essas pessoas querem ser espíritas e querem viver o espiritismo. E quando eu vejo um desses jovens, uma dessas pessoas falando, eu encontrei o sentido da minha vida, eu >> demorei anos chegar, né, chegar aqui, eu falar, não, pode parar, me desencarna. Essa é a proposta da encarnação.

desses jovens, uma dessas pessoas falando, eu encontrei o sentido da minha vida, eu >> demorei anos chegar, né, chegar aqui, eu falar, não, pode parar, me desencarna. Essa é a proposta da encarnação. >> Bom, temos uma pergunta aqui do Cosm Ferreira dizendo assim: "Essa mulher do Evangelho, do Evangelho Segundo o Espiritismo, aquela que leva a filha, não é a condessa Paula do livro Céu e Inferno?" Olha, eu não sei se a gente pode dizer que uma é a outra. Não, não sei dizer. Não sei qual seriam os pontos de conexão entre as duas histórias, mas até onde eu sei, a conde Paula é um caso do capítulo segundo da segunda parte do céu inferno, espíritos felizes. Ela é uma mulher nobre que é muito caridosa, mas eu não sei dizer se é o mesmo espírito, né? Pode ser. É, pode ser. De repente Kardec pegou e criou esse texto em cima da história dela, mas eu não tenho essa >> eh >> eu também não sei não. >> Olha, a Salete perguntou aqui: "Vocês têm grupo de ESD virtual?" Gente, eu não faço grupo de estudo de mediunidade, atendimento espiritual, é de online, porque o São Paulo é uma cidade grande e eu falo assim, se a gente colocar online, ninguém vai pegar uma, duas horas. A gente tem gente que vem de Guarulhos, a gente tem gente que vem de Sorocaba, a gente tem gente que vem de Uberaba toda semana estudar aqui com a gente. Juro, juro, juro mesmo. Verdade. Todas as semanas. Então, fala assim: "Por que que você não coloca isso online. Eh, porque a gente valoriza essa interação, esse amor. Tem muito estudo online, muito bom. A gente lá defende essa eh esse sentar no chão para assistir o lá. Ai o professor Celestino, o Adriano quando for lá também. Eh, meninos, tem uma o o Álvaro marcou uma pergunta no privado aqui, mas eu não perderia. Não, não, não, não foi não. >> Brincadeira comentar o assunto. >> Foi piada, foi piada, piada interna. Ai, ai. Olha, sem a princípio sem mais perguntas. E aí? >> E aí? Vamos a perdido alguma coisa aqui. Não sei se o Elará viu algo que passou batido. >> Não, eu não tenho grupo de R virtual.

ada interna. Ai, ai. Olha, sem a princípio sem mais perguntas. E aí? >> E aí? Vamos a perdido alguma coisa aqui. Não sei se o Elará viu algo que passou batido. >> Não, eu não tenho grupo de R virtual. >> Professor, vocês têm? >> Mas o Paulo tem. E o Paulo tá no chat. >> Tem o quê? >> Paulo Wter tem. E é bom o estudo com ele, >> não? Na nossa casa tem um um companheiro que realiza um estudo no livro dos espíritos virtual. Sabe o que que a pergunta que me fizeram? Ela professor Adriano, essa semana fizeram a seguinte pergunta lá no seminário de trabalhadores da terceira URI aí da FEP lá. Hum. Por que nós temos dificuldade de manter o o trabalhador constante, feliz, envolvido em várias atividades? Eu falei: "Porque a gente precisa de fazer com que o trabalhador sinta o mesmo amor que ele sente quando ele chega em casa ao chegar na casa espírita. Se as pessoas se amarem, não vai ser um peso ir pra casa espírita. Então eu vou paraa casa espírita porque eu quero encontrar a Marisa, o Rodolfo, o Elson, o Gláuscio, eh a a minha mãe, a Júlia, eu quero encontrar cada uma dessas pessoas que entram no ESD, porque eu vibro com a melhora, com aprendizado. Quando eu coloco um deles para fazer um estudo e eles fazem direitinho, eu fico feliz da vida. Eu falo: "Gente, que maravilha. Eu fico feliz quando eu vejo alguém superar uma obsessão, quando alguém falar que o Espiritismo tá mudando a vida. E então assim, eh eh tudo isso, tudo isso me faz sair todos os dias do meu trabalho, ir para casa do espírito, às vezes às 3 horas da tarde, às vezes às 4, às vezes às 5, às vezes às 6 e ficar até meia-noite, 1 hora da manhã todos os dias, porque eu estou com os meus amigos, com as pessoas que eu amo. Eu olho para aquelas pessoas, falo: "Meu, vocês que que eu queria est aqui". Eu eu falo, eu falei, vamos começar a trazer colchão pra gente fazer dormir todo mundo na casa espírita, para acordar, fazer trabalho, dmir, fazendo trabalh porque eu amo vocês. E aí as pessoas fazem a mesma coisa. Então eu

amos começar a trazer colchão pra gente fazer dormir todo mundo na casa espírita, para acordar, fazer trabalho, dmir, fazendo trabalh porque eu amo vocês. E aí as pessoas fazem a mesma coisa. Então eu falo assim, por que que a gente tem dificuldade? Porque a gente às vezes tá se amando pouco. Se a gente professor Adriano, é um peso estar aqui, não é uma alegria sempre? >> Com certeza >> a gente fica, a gente, eu fico marcando os dias, tá chegando. >> É, >> eu gosto demais de estar com vocês, muito, muito. É uma bção, como a gente costuma dizer. Ó, vou dar uma vou dar uma oportunidade para Alvinho divulgar novamente o trabalho lá, Alvinho. >> Ah, nós frequentamos a casa espirito, Cisco de Luz. Eu inclusive vi aqui alguém pedindo um auxílio pra filha que está em depressão. Manda para nós uma mensagem no grupo Cisco de Luz. Instagram, Grupo Cisco de Luz, tudo junto, sem ponto, sem assento, sem nada. Grupo Cisco de Luz no Instagram. Manda o nome da sua filha, seu endereço, a gente passa a instrução para você fazer evangelho. E se vocês aceitarem, a gente tá disposto a a prestar assistência para vocês à distância. Se quiserem vir aqui, a casa tá aberta. E quem quiser vir ao grupo Cisco de Luz, nós estamos na Vila Mariana em São Paulo. Entra no Instagram que você acha, rua Cláudio Ross 364. pra gente tá de segunda, de sábado a sexta a quinta-feira direto com trabalho, gente. Então, só não tem sexta. Parece por lá, passa lá que a gente acolhe vocês. Se Deus, >> eu queria, eu queria dizer que quando eu falo que é uma bção para mim estar com vocês, não é só a maravilha de estar com os quatro, com Adriano, com Jorge e com Álvaro, mas com certeza, mais especificamente com todos aqueles que nos honram com a assistência, com as perguntas, que alimentam, né? representa o combustível da nossa responsabilidade perante esse estudo. E a nossa querida irmã Miram lá de São José, lá lá de José no Rio, um abraço, Miram. Não tinha mais tido notícias suas e você mandou uma mensagem aí para todos nós. Gratidão

idade perante esse estudo. E a nossa querida irmã Miram lá de São José, lá lá de José no Rio, um abraço, Miram. Não tinha mais tido notícias suas e você mandou uma mensagem aí para todos nós. Gratidão para você. Tava com saudade, tava sentindo sua falta. você sempre está prestigiando nosso grupo. Eu nunca mais tinha visto seu nome por aqui, mas recebo o nosso abraço. É isso. Acho que >> partindo para o encerramento. >> Sim, >> vamos. Vamos encerrar. >> É isso aí, pessoal. >> Não nos resta opção. Aparece. >> Como é que é aquela aquela brincadeira? É dura a dor do parto, mas temos que partir. >> É, a dor do parto é grande, né? Mas temos que partir. >> É >> algum recadinho final? Só a felicidade de estarmos mais uma vez, mais uma terça, né, concluindo aqui o nosso estudo. Alegria de rever os nossos queridos Jorgito Álvaro e esse companheiro humilde que ele é apenas o máximo, que é o Adriano. >> É, a gente é dois versículos do capítulo 21. >> Dois versículos. Foi, >> foi. >> Que beleza. Então, na próxima quinzena nós vamos falar também de mais um do filho rebelde. >> É, foi só isso. Foi só o filho rebelde, né? >> É, porque o próximo é o cara que sofreu a pena de morte. O que fazer com o corpo dele? >> Exatamente. >> É. E a e a forma como ele morreu, né? >> Que a gente vai ter alguma coisa para comentar. A morte no madeiro, né? Como muita gente fala. no madeiro. Exatamente. >> Vai ser interessante esse estudo. >> Aguardeme. É muito bom. >> 21 de outubro. >> Muito bom a gente tá com vocês. A gente sai tarde de lá e e vem correndo porque quer chegar logo e eu fico com medo de às vezes atrapalhar, de chegar atrasado. Mas ser >> eu estarei em Porto Velho, capital do mundo. >> E eu continuo aqui no meu porto Novo aqui na Paraíba. Capital. >> E quero para vocês que aqui está 9º. Só o que eu posso dizer. >> Vamos lá. >> Aqui tá 28, viu? Tá tudo bem. >> E eu estarei no meu porto seguro. >> Que bom. E eu no meu porto de cabedelo. >> Nossa, que isso, professor? Aí é bom, hein? Ô cabedelo, que lugar espetacular.

s lá. >> Aqui tá 28, viu? Tá tudo bem. >> E eu estarei no meu porto seguro. >> Que bom. E eu no meu porto de cabedelo. >> Nossa, que isso, professor? Aí é bom, hein? Ô cabedelo, que lugar espetacular. Ó, me permitam mandar um abraço aqui para um amigo aqui de Goiânia, o Jader. Que bacana ver o Jader aqui acompanhando de Moisés da Kardec. Grande abraço, viu Jader? >> Depois eu falo contigo aí, >> pessoal. Vamos encerrar então. >> Vamos, >> vamos. Eu faço a prece, >> pois não, Jor, >> por favor, Jorgito. >> Então, vamos orar. Querido Senhor, nós te agradecemos as oportunidades de reflexão e estudo e as chances que tu nos concedes de consagrarmos à amizade e a fraternidade legítima. que os ensinamentos que nos ofereceste na noite de hoje possam ser de grande utilidade para as nossas almas, a fim de que tudo aquilo que aqui debatemos mergulhe na profundeza dos nossos seres, permitindo uma transformação real e verdadeira das nossas almas. Obrigado assim por tudo, Senhor da vida. Abençoa nossos corações, protege a toda a humanidade e guarda-nos na certeza de que tu estás sempre no controle de todas as coisas e que as nossas vidas repousam nas tuas mãos. >> Que assim seja, meu irmão. >> Que assim seja. Graças na >> festa dos tabernáculosar a todos. >> Um abraço, meus amigos. >> Um abraço, pessoal. Então, até o dia 21 de outubro, né? Estaremos juntos novamente, se Deus >> Deus permitir, né? >> Se Deus permitir, estaremos juntos. E é isso, sempre dizendo que todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Beijo nos corações, Jorgito. Beijo no coração, professor Severino, beijo no coração, Alvinho, beijo no coração. >> Um abraço para todos os nossos. >> Até a próxima, então, se Deus. Ciao.

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