De Moisés a Kardec - 6ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 25/03/2026 (há 4 dias) 2:14:23 245 visualizações 58 curtidas

Série de estudos De Moisés a Kardec em sua sexta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚

Transcrição

Olá. Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live da série de estudos de Moisés a Kardec, sexta temporada. Aqui estamos para mais um programa. Então, com eles, deixa eu já trazer aqui pro nosso palco, professor Severino Celestino e Jorgito Elarrá. Professor, tudo tranquilo? Eu >> pera aí. Graças a Deus, Adriano. Boa noite para você. Boa noite pro Jorgito que está hidratando as suas células que precisa. >> Uma boa noite todo especial para esses irmãos queridos internautas que tanto nos honra com a presença Aparecida Maredomos Hotel de Fortaleza, tá bem pertinho aí de você, viu? Jorget parecida. É uma uma pessoa paraibana. paraibana, que eu digo para paraibanense, porque ela já é cearense com a mistura de paraibana com cearense, mas é um doce de pessoa. Ela sempre nos hospeda ali no Maredom, nos hotel ali na praia de Iracema. Não tá pedindo, ela nunca me pediu fazer nenhuma propaganda, mas agora eu me lembrei de fazer porque ela merece. Ela, a Celminha, eu já vi que está por aí. Vai dizendo aí, Adriano, quem é que é Rio Grand Rio, >> ó, vi aqui >> Grande Cassino, >> Rio Grande do Sul, né? Santa Catarina, Crissúa, Fortaleza, João Pessoa, Buritama, São Paulo, que mais? Que mais? Que mais? Sateca, Filizola, né? E a e a Selma dos Estados Unidos, as duas, né? Elas moram nos Estados Unidos, a Celminha Demarque, a Teca Felizola. É isso aí. Quem mais João Pessoa que você viu >> acompanhando aqui, ó? >> Quem foi que tu viste de João Pessoa que eu não tô vendo? >> São José dos Campos tá aqui de João Pessoa. Enquanto eu encontro aqui. Boa noite, Jorge Cuela. [risadas] >> Liga o som, liga o som, liga o sol. >> Olá, olá. Muito bom. Boa noite, professor Severino Celestino. Meu Deus, quanta honra poder dividir uma tela com o Senhor. Ó, poder partilhar no meio da tua companhia. >> Eu estou com a tua eu estou agora fazendo um trabalho junto do Evangelho Red Vivo na FEB com a Sâmia. Nós estamos trabalhando no projeto empolgadíssima, >> empolgadíssima, porque ela disse: "Eu não imaginava que isso fosse tão bom".

a fazendo um trabalho junto do Evangelho Red Vivo na FEB com a Sâmia. Nós estamos trabalhando no projeto empolgadíssima, >> empolgadíssima, porque ela disse: "Eu não imaginava que isso fosse tão bom". Ela tá impressionada com o Evangelho do Reio de Vivo. Impressionada. >> É um trabalho que nós estamos nele desde Mateus até, já estamos agora trabalhando com os apócrifos. >> Sim, sim. Mas é um trabalho, >> ela foi convidada para trabalhar os apócos e ela é uma apaixonada por esses temas. As pesquisas que ela faz, ela vai no corão sagrado, ela vai nas tradições de outros povos >> e eu fico e eu fico empolgadíssimo sabendo que ela tá empolgada, viu, meu querido? Porque esse homem é é gente mulher quando quando entra mesmo na história ou ou os homens funcionam ou sai de sai do meio, sai da frente, >> rapaz. E aí ela desde que ela foi convidada, ela tá estudando esses esse essa metodologia e tá cada dia ela diz assim: "Eu estou mais cada dia mais motivada, mais impressionada com a beleza disso, com a grandeza desse trabalho, que acho que estamos encontrando verdadeiramente o sentido das coisas". Ela tá muito empolgada, ó. Não, o trabalho é muito bom, viu? Viu, Jorgito? Eu lhe digo, eh, eu eu tô fazendo, eu trabalho, eu tenho umas 15 ou mais obras só sobre apócrifos, umas 15 ou 20 obras. >> É um material muito rico que eu venho trabalhando isso desde o meu tempo, né? E hoje eu sei que os apócrifos foram rejeitados, muita coisa dos apócrifos, como nós hoje somos rejeitados entre outras religiões cristãs, porque nós somos, na verdade, nós somos mais gnósticos do que muita gente imagina que somos, né? Porque >> eu diria que eles foram rejeitados porque eles incomodavam. É exato. O eles, veja bem, quando entra a questão dos concílios, quando entra a questão de Constantino, principalmente que acabou-se a pureza do evangelho e entrou a política na religião que nunca deu certo. Isso aí foi um desastre para o cristianismo. Daí tem cruzadas, inquisição. Diga, querido. >> Vamos só dar uma conceituada aqui

pureza do evangelho e entrou a política na religião que nunca deu certo. Isso aí foi um desastre para o cristianismo. Daí tem cruzadas, inquisição. Diga, querido. >> Vamos só dar uma conceituada aqui rapidinho, que é o seguinte. Nós estamos falando de evangelhos apócrifos e algumas pessoas podem não ter intimidade com esse termo. Então, deixa eu colocar aqui. Questão é a seguinte. Muitos textos surgiram no passado como sendo a história de Jesus. E esses textos que falam sobre o que teria sido a história de Jesus são chamados de evangelhos. Só que não são só quatro. quatro estão na Bíblia, mas teve muitos outros textos que eh embora eles sejam antigos, outros menos, a gente não tem muita segurança sobre a origem desse material, então eles acabaram sendo tratados de maneira diferente, ou porque o seu conteúdo colidia com as verdades que as pessoas queriam que os evangelhos dissessem e eles estavam trazendo outras verdades. porque não tinham legitimidade sobre seus autores. Alguma coisa aconteceu e esses evangelhos não foram eh acolhidos como textos realmente eh >> canônicos canônicos. Então >> aí em função disso eles receberam um rótulo, passaram a ser chamados de evangelhos apócrifos, ou seja, que não se tem garantia da sua legitimidade. É apóco, tem suspeição sobre a origem deles. E o que o professor Severino tá falando é que só dos Evangelhos apócrifos ele tem 15 obras produzidas sobre esse material. Olha só. E agora a FEB está querendo fazer um trabalho em cima dos evangelhos apócrifos para construir o que é que esses textos, que são diversos, são vários, apresentam o que que eles têm que a gente possa aproveitar dentro da nossa visão espírita, né? Exatamente. >> Só para contextualizar o pessoal para saber o que a gente tá falando. >> Isso. A questão é o Evangelho é de Vivo é um estudo fundado por Marta Antunes de saudosa memória, que já tá desencarnou há muito pouco tempo. Inclusive eu mandei a introdução dos textos após para ela e ela nem ela recebeu, mas nem

é de Vivo é um estudo fundado por Marta Antunes de saudosa memória, que já tá desencarnou há muito pouco tempo. Inclusive eu mandei a introdução dos textos após para ela e ela nem ela recebeu, mas nem chegou a abrir no computador. desencarnou antes que ela ligou para mim, eu senti que ela não estava muito bem e eu larguei tudo que eu tava fazendo e passei quase uma um dia e uma noite para deixar o trabalho pronto. No dia seguinte eu mandei para ela e disse: "Martinha, larguei tudo, mas para atender a sua urgência, eu estou enviando aí o resumo da introdução dos apócrifos." E ela já estava interna quando chegou esse material. Foi assim, de um dia pro outro. Mas os apócrifos, Jorge, são eh o último volume de uma série que começa com Mateus, vem Marcos, Lucas, João, Atos dos Apóstolos, epístolas de Paulo, epístolas católicas, Apocalipse e por último apócrifos. Então, todo novo testamento está estudado no estilo eh eh miudinho, como se chama, pelo um programa criado por Marta Antunes desde 2016, 17. E nós chegamos, graças a Deus, ela foi embora, mas deixou tudo entabulado. Formou-se agora uma nova equipe com o o Carlos Campete, o Geraldo, eu, a Sâmia, o menino de Fortaleza, eles estão escolhendo uma opção de pessoas para que a gente troque, vamos dizer assim, figurinhas no bom sentido. Um veja o texto do outro para poder a gente elaborar esse último volume de todos. >> Então, vai ser vai ser um volume então, né? Não vai ser volume número um, Evangelho de Mateus. Estudo do Evangelho de Mateus do >> Não, dos apócrifos será um volume. >> Não, um volume que é o último. É o último. Porque a gente >> Mas eu tenho uma dúvida. >> Eu tenho uma dúvida. Eh, o material do Evangelho Rede Vivo tem sido composto com as opiniões de Emanuel naquela série, eh, Fonte Viva, mas ele não escreveu sobre os evangelhos apócos. Então, quando pera aí, Emanuador da bibliografia, mas não segue a >> Não, não é o único não. Nós temos uma bibliografia riquíssima, tá certo? com com pelo menos todos os volumes eu eu prefaceei. Todos

Então, quando pera aí, Emanuador da bibliografia, mas não segue a >> Não, não é o único não. Nós temos uma bibliografia riquíssima, tá certo? com com pelo menos todos os volumes eu eu prefaceei. Todos eles tem um inroite que fui eu que produzi e mandei para Marta e todos eles têm uma bibliografia riquíssima, grupos estudando do do rio de Amazonas a Porto Alegre. O Brasil todo estuda Evangelho de Vivo. Toda segunda-feira existe um grupo dirigido por algum alguém que faz isso. E eu tenho feito a aula inaugural de todos esses estudos. Inclusive já estou terminando a aula inaugural de apócrifos. Eu já fiz já de Mateus, Marcos, Lucas, João, Atos, epístola de Paulo, epístolas católicas ou universais, Apocalipse e e agora Apócrifos, que é a série onde a gente vai estudar por esses livros que foram produzidos depois do século aliás, entre o século e o século porque são obras que foram escritas por alguém que conheceu Jesus. >> Uhum. >> Que admirou a história dele. Aí, por isso que a igreja considerou a partir de Constantino, com o chamado na teologia, né, do Logos. Aí entraram os pais da igreja com Constantino, que foi quem convocou o primeiro concílio de Niceia. E a partir daí começou o distúrbio, o que se aceita e o que não se aceita. E essa, esses que nós vamos, estamos estudando como apócrifos, representam exatamente todos aqueles que ficaram de foras, porque a gente inclusive mostra, tem apócrifos do Velho Testamento, da Primeira Revelação, que tem no livro da Igreja Católica, que os os protestantes chamam de eh pseudo epígrafos, que eles não aceitam no canon deles, a Igreja Católica aceita, mas existe também os apócrifos do Velho Testamento, tá certo? Como o testamento de Adão, o apocalipse de de de Adão, tem outras obras que não são consideradas canônicas, tudo >> eh, vamos dizer assim, >> organizado e e aquilo que os homens dentro da hierarquia da Igreja Católica eh fizeram ou consideraram, tá certo? Porque inclusive os próprios, todo mundo queria ter o evangelho de Pedro. Quem é

m, >> organizado e e aquilo que os homens dentro da hierarquia da Igreja Católica eh fizeram ou consideraram, tá certo? Porque inclusive os próprios, todo mundo queria ter o evangelho de Pedro. Quem é que não gostaria de ter o evangelho de Pedro? Mas não tem, >> tá certo? Tem evangelho de Mateus e e e João, que foram os dois que viveram com Jesus. Lucas e Marcos não viveram. O evangelho de Tomé, que é considerado o evangelho gnóstico da sabedoria mesmo, que é o quinto volume, que é o quinto considerado o quinto evangelho e é considerado um apócrifo. Diga, Georgi. >> Eh, a Vera, a Vera Rodrigues tá fazendo a seguinte pergunta: se esse estudo que o senhor tá falando do Evangelho Rede Vivo, se é possível a gente acompanhar esse estudo, como é que é isso? Como é que funciona isso? Vou e funciona da seguinte forma. Toda segunda-feira no Brasil tem pessoas estudando e eh tem grupos reunidos estudando. Tem uma um facilitador que o volume número um, deixa eu mostrar alguma coisa aqui para você, ó. Aqui eu tenho alguns volumes, é verdade? Isso aqui tudo é evangelho redivo. O número um, que é esse daqui, ó. Qualquer pessoa pode ter em contato, existe essa coleção na FEB, à disposição de quem quiser adquirir. E você pode entrar em contato com a Federação Espírita Brasileira, com o Carlos Campete, que ele ele fundou agora um grupo no Zap, inclusive Sami tá no grupo na tua esposa para e poder acompanhar, poder adquirir, poder ter é de acesso livre, porque a a Sion diz que o evangelho de Jesus Cristo de de Jesus deve ser pensado, revivido, eh eh assimilado, >> conhecido, estudado, meditado e >> e exatamente. Então, é esse trabalho que são, até agora são, eh, até o apocalipse são nove, que nós temos 10 volumes, que é o apófo, o apócrifo é o número 10, o número um é esse, mas esse aqui é para você aprender ou entender como é esse conceito, metodologia, >> metodologia todinha dos facilitadores, porque o número dois é o evangelho de Mateus, que significa exatamente O primeiro estudo que é esse aqui, ó, o

ou entender como é esse conceito, metodologia, >> metodologia todinha dos facilitadores, porque o número dois é o evangelho de Mateus, que significa exatamente O primeiro estudo que é esse aqui, ó, o volume. >> Uma pergunta. Quando eu abro um grupo de estudo de Evangelho Rede Vivo, esse primeiro volume aí a gente não apresenta pro público, isso é um estudo interno. Ou apresenta também, >> não é? O primeiro, o primeiro grupo estuda exatamente a metodologia. O primeiro grupo que se forma passa um semestre, se eu não me engano, é, eu acho que é um ano para formar, saber quem quem pode ser facilitador, como é que começou, entendeu? É um, como fosse assim uma calibragem para o estudo. Aí depois você vai estudar em grupo volume um, volume dois, que é o evangelho de de >> Então aquele ali é o volume zero. >> É, a gente chama volume um, mas com relação ao evangelho é zero. Mas quer dizer, são oito volumes com o número um forma nove. Mas são oito. Mateus, Marcos, Lucas e João. Atos, epístola de Paulo, epístola Católica, Apocalipse e Apócos. >> Que maravilha. E tudo maravilhoso. Agora, o que tem me chamado atenção nas discussões que eu vejo a Sâmia fazendo lá em casa num estudo desse material é que o foco não é uma discussão exaustiva dos textos divorciado de um processo de mudança interior. Eles têm uma preocupação muito grande, batem muito na tecla de que o foco do estudo é efetivamente a transformação das pessoas, é o estudo do evangelho para que aquilo se transforme numa vivência. usar, tá? Não, por isso que tem esse essa característica que você colocou aí, muito bem estudado, compreendido, vivido e assimilado. É mais ou menos isso, os princípios >> daqueles que formam o grupo do R EV. O ano passado tivemos um encontro em Brasília que eu participei, fiz até uma aula de abertura, foi um encontro assim maravilhoso, ficamos eh isolados assim num grupo dividido dois dias numa numa no numa perto de Brasília ali numa espécie de granja com infraestrutura, com auditório, com refeitório, refeições,

o assim maravilhoso, ficamos eh isolados assim num grupo dividido dois dias numa numa no numa perto de Brasília ali numa espécie de granja com infraestrutura, com auditório, com refeitório, refeições, tudo ali feito ali. dormia-se ali, despertava-se com carro tocando violão pras pessoas, dando bom dia, um grup assim uma verdadeira fraternidade de conhecimento e de >> cristão. >> Muito bom, >> que bacana. Muito feliz, muito feliz mesmo, porque eu tenho algumas preocupações com os estudos de textos bíblicos que desconectem a gente de uma vivência que seja o estudo pelo estudo. E quando surge um programa dessa ordem, eu fico realmente muito, muito, muito feliz com isso >> aí, >> porque a gente >> alcança oo real dessas coisas, né? Olha, Aparecida tá dizendo aqui pra gente que em Fortaleza eles já estão estudando do quarto para o quinto volume. E ela tá dizendo: "Centro espírita cearense". Maravilhoso o estudo. Todas as quartas eles estudam à noite. Aqui João Pessoa segunda. Diga. >> É um um volume por semestre, um volume por ano. Como é que é? >> Eu acho que é um volume por ano, não é isso, Aparecida? Confirma aí. Eu acho que é um volume por ano. Por favor, >> vou pegar mais água. Tô ouvindo vocês. Já pegar só mais água. Falou. Ô, Adriano, falta a nossa prece aí para você responder. >> Exatamente isso que eu ia pedir para vocês. Como diz o amigo meu, precemos. >> Exato. Deixa eu ver aqui o que é que Cida vai dizer. Se eu acho que é é que é é por ano, é anual, tenho quase certeza. Mas é bom ela confirmar porque eu dou muita aula nesse nesse nesse grupo, mas como eu não sigo, eu sou um apoiador indireto, aí eu não sei dizer se é anual ou é semestral, mas eu acho que é anual. Jor, >> ó aí, olha aqui, >> ó. Nossa, fazendo inveja, né? Tem não, viu, professor. Ô, professor Severino, eu não tenho não. [risadas] >> Eu tenho. O meu é é camisa preta letra branca. >> Eu vou, >> diga, Jorginho. >> Vou esperar o Álvaro chegar para dizer. Gente, eu não tinha nenhum, vocês desculpem, eu não tinha mais nenhuma

sadas] >> Eu tenho. O meu é é camisa preta letra branca. >> Eu vou, >> diga, Jorginho. >> Vou esperar o Álvaro chegar para dizer. Gente, eu não tinha nenhum, vocês desculpem, eu não tinha mais nenhuma camisa para vestir. Eu tive que colocar essa. Vocês me desculpem aí e tal, esperar ele chegar para dizer, existe um detalhe aí, viu? Viu, viu, Adriana? A minha é preta com letras brancas, que é a camisa da turma da geral. Agora, quem é cinco estrelas já é classe ouro, aí pega a branca com letras douradas. >> É outra prateleira, é outra. >> Não, aí é outro nível, né? É outro nível. Eu eu eu pela primeira vez eu tô me sentindo realmente no lugar que eu preciso estar e que eu mereço estar com a turma da geral na arquibancada sol não é nem sombra. >> Olha, o que eu sei é que Uber Black é mais caro. Cartão Black é cartão mais caro, [risadas] né? >> É mais bons argumentos. Bum. >> Você tá falando do material. Você tá falando do material agora. O berb o black para o espiritual. É a turma da geral, meu filho. É zero estrela. >> Ó, eh, nós vamos fazer então a prece inicial, agradecer a todos vocês que estão nos acompanhando. >> Eh, não dá para falar aqui o nome de cada um, né, porque é muita gente, as cidades a gente começou a falar, mas aí vieram dezenas de mensagens, fica difícil mencionar, porque se não deixar de mencionar uma pessoa pode achar ruim, né? Então, mas assim, a gente tá vendo todas as mensagens aqui, todas as referências. Quem mandou boa noite aí, mandou abraço, ó, beijão no coração, muitíssimo obrigado. A gente tá vendo tudo aqui. Valeu demais a lembrança, né? As boas vibrações. Eh, isso nos deixa muito felizes. Presta inicial. >> Sim. Vamos, eu vou fazer a prece inicial e Jorge faz a de encerramento, tá bom? >> Fechou. Ou ou então ele manda, depois passa pro Álvaro se ele quiser, né? Porque o Álvaro pelo já tem que o Álvaro vai se atrasar, né? Como sempre, né? E a gente vai pro trabalho dele lá, coitado, não deixa ele sair na hora que ele deseja, mas na hora que é na que que é

né? Porque o Álvaro pelo já tem que o Álvaro vai se atrasar, né? Como sempre, né? E a gente vai pro trabalho dele lá, coitado, não deixa ele sair na hora que ele deseja, mas na hora que é na que que é possível. >> É possível. Então vamos aproveitar este momento para agradecer a Deus por mais esta noite, que ele assista ao Adriano, ao Jorgito, a nós em particular, a todos os nossos irmãos que todas as semanas estão conosco, os internautas queridos, que eles possam cada vez mais colaborar com a nossa tarefa de esclarecer e oferecer um pouco daquilo que nós conhecemos. para iluminar as nossas vidas, aliviar os nossos corações e sensibilizar a nossa mente. Jesus amigo, abençoa esse estudo. Dai-nos a luz da compreensão, da humildade, da paciência, para que possamos cada vez mais crescer na tua estrada que nos conduz à evolução espiritual. Abençoados sejam aqueles que colaborarem neste trabalho material e espiritualmente. E que nós possamos ser úteis a causa de Jesus na seara do bem e do amor do seu evangelho. Que Moisés, Kardec e o Espírito da verdade permaneçam conosco esta noite, amanhã e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. >> Que assim seja. Graças a Deus. Pessoal, hoje nós vamos fazer então o estudo do Deuteronômio, capítulo 24. Não é isso? >> Isso é 24. >> 24. A gente tinha anotado 24. >> A gente vê terminou 23, Jorgita. Semana passada >> terminou 23. >> Foi. >> Olha vocês. >> É o 24. A gente vai começar inclusive falando do divórcio. A gente não falou de divórcio ainda. Lembre-se? >> É isso aí, Jorgita. O primeiro versículo, se você quiser já abrir aí a sua Torá, você vai ver que eu tenho aqui marcado na minha Torá, porque ela tem uma fitinha que marca. E aqui, ó, para a Parachá TC capítulo 24, certo? É isso mesmo. É isso mesmo. Ó, eu pensei que sim, >> eu vou ficar nos bastidores. Beijão pra Flavinha Teodoro. Vitória >> você, você >> não vai, >> viu, Adriano? Você ronque baixo para não atrapalhar a gente. [risadas] >> Impossível. Não tem jeito não. Eu fico acompanhando vocês.

. Beijão pra Flavinha Teodoro. Vitória >> você, você >> não vai, >> viu, Adriano? Você ronque baixo para não atrapalhar a gente. [risadas] >> Impossível. Não tem jeito não. Eu fico acompanhando vocês. >> Eh, vamos. >> Sim, sim, sim. Jor, >> nós vamos abrir o CFER para estudar, mas antes tem umas perguntas aqui. >> Exatamente. É isso que eu falar. Tem três perguntas. >> Vamos trabalhar perguntas que é o tempo que o Álvaro chega para ele vir junto conosco. >> Exato. Eu já vou colocar para vocês aqui. Nós temos até agora três perguntas, então vamos lá. Já vou colocando aqui para vocês, tá bom? Ó, a primeira é a seguinte, professor. O caminho que José, Maria e o bebê Jesus quando foram para o Egito, eles fizeram o mesmo caminho que fizemos de ônibus. É, é esse trajeto. >> Cel é Celminha, né? É, >> é Celminha. >> Celminha. Celminha. É o seguinte, você sabe que as coisas mudam, os tempos mudam, mas o que a gente pode saber é que José e Maria foram ao Egito e provavelmente eles devem ter fugido das rotas das caravanas para que, já que eles estavam fugindo de Herodes, eles temiam, né, que alguém os denuncias. >> É, razoável. E mesmo que a gente fizesse o mesmo caminho dele, mas você sabe que as estradas mudam suas rotas, porque a engenharia precisa acomodar determinados trechos, desviar determinadas regiões, montanhas, etc. Mas eles devem ter feito um caminho especial sobre a proteção do anjo, né, para chegar exatamente a Gruta de São Sérgio, onde você visitou lá conosco, aonde eles ali ficaram, segundo a história, se meses. Hoje essa gruta, Jorge, eu não sei se você conhece o Egito. >> Não, não conheço nada. Mas essa essa gruta ela ela fica no bairro Copta, né, que é o bairro é um bairro muito interessante lá no no Cairo, porque vizinho ficam sinagogas, tem cemitérios lá, vizinho, eh, cemitério não, muitas tumbas, né, muitos muitos templos, muitas a gente visita muita coisa bonita lá, uma riqueza muito grande. Embora a pobreza do Egito seja marcante hoje, né, gritante, mas eles fizeram um caminho no mínimo

bas, né, muitos muitos templos, muitas a gente visita muita coisa bonita lá, uma riqueza muito grande. Embora a pobreza do Egito seja marcante hoje, né, gritante, mas eles fizeram um caminho no mínimo Celminha, paralelo, de acordo com a história. E porque mesmo que eles tivessem feito a estrada das caravanas que vinham lá da Síria, né, daquela região chama famosa estrada de Damasco, ou havia mares que vinha pela costa, né, passava ali para o Egito, mas eles devem ter feito um caminho todo especial sobre a a assistência do próprio anjo, que deve ter sido Gabriel, que é foi quem trouxe a notícia. e protegeu eles tanto na ira como na volta. Depois da morte de Herodes, eles voltaram e foram habitar em Nazaré. Quer acrescentar alguma coisa, Georgito? >> Não, eu acho que é isso mesmo, não é? Porque e o que eu acho interessante é que quando Moisés saiu com o povo na direção de Canaã, ele sai do Egito para Israel. Quando José sai com Maria e a criança, eles saem de do do de Israel para o Egito. Ou seja, é uma viagem ao contrário, né? >> Isso. >> Deixa eu só pera aí que as crianças jogaram uma bola aqui na área. Deixa eu jogar a bola para elas, senão nós vamos ter que entrar aqui para ela. Estão lá embaixo do prédio jogando. >> Vai lá. Mas essa estrada ela, você sabe, eu não sei se é minha, se você atravessou o deserto do Negev conosco, não sei, mas é uma é uma outra rota que eles podem ter feito, né? >> Então, quando Moisés faz o caminho, eu não tô dizendo que o caminho levou 40 anos, mas a viagem levou 40 anos. Isso. >> Enquanto, né, enquanto que a viagem que Jesus, José e Maria fazem, é uma viagem que demora muito menos tempo. Tanto que eles fazem e voltam e ele ainda é criança. Então, o que mostra que realmente Moisés fez paradas intencionais ao longo do tempo. >> Ah, ele girou para para todos os lugares que >> é, girou, parou, parou muito, né? Porque a viagem era o interesse dele, não era a chegada. Ele queria a viagem fazia parte do processo educativo. No caso de Moisés, no caso de José e

os lugares que >> é, girou, parou, parou muito, né? Porque a viagem era o interesse dele, não era a chegada. Ele queria a viagem fazia parte do processo educativo. No caso de Moisés, no caso de José e Maria, a viagem não fazia parte da história. O objetivo era o destino, >> era chegar e se misturar com as pessoas e desaparecer na multidão. Então, é um percurso que eu posso dizer assim, que grosso modo, se assemelha, porque é o de ida e o de volta, passando por aquelas regiões. Só que, evidentemente, eh, a, o propósito de José querendo se esconder não deve ser, evidentemente, as rotas das caravanas que a gente tem hoje, porque era necessário preservar o menino. Sim, disse o anjo para ele, né, que ele se levantasse e fosse embora porque haviam pessoas interessadas em matar a criança. >> É exato. Tem tem um detalhe, Jorge Vitor. Eles saíram da Judeia, de Belém, das comunidades de Belém e voltaram paraa Galileia, >> né? >> Sim. Ele vai para cá quando ele trabalha em ver, né? Ele vai para o Egito, saindo da Judeia e volta e volta do Egito, saindo do Egito até a Galileia, porque ele veio habitar em Nazaré. O norte. Tem uma tem uma curiosidade nesse nesse trecho do evangelho que é a seguinte: quando eles saem do Egito de volta para Israel, quando eles voltam, o evangelista Lucas diz assim: "E eles então voltaram e foram para uma cidade chamada Nazaré, na Galileia. A sensação que a gente tem quando Lucas escreve é [limpando a garganta] que esta cidade ainda não fazia parte da história. Porque quando ele apresenta Nazaré, ele não diz assim: "E eles voltaram para Nazaré". Ele diz, "Es então foram para uma cidade na Galileia chamada Nazaré, como se fosse eh a primeira vez que eles estariam indo naquela direção." Não. Então isso teria que olhar aqui no texto, vou ver se eu localizo aqui, porque tem essa singularidade, né? Tem essa questão específica. >> Quando o anjo an, >> quando o anjo anuncia, eles estão em Nazaré. Maria está em Nazaré. O anúncio do o anjo Gabriel, o anjo do

aqui, porque tem essa singularidade, né? Tem essa questão específica. >> Quando o anjo an, >> quando o anjo anuncia, eles estão em Nazaré. Maria está em Nazaré. O anúncio do o anjo Gabriel, o anjo do Senhor foi enviado a uma jovem da da aldeia de Nazaré, cujo nome era Maria. Esse é o primeiro capítulo do Evangelho de Lucas. Deixa eu conferir aqui que a gente a gente não incorre em nenhuma dúvida que >> não é quem fala melhor disso é Lucas. Lucas, Lucas 2, eu acho. >> Marcos não fala nada não. Lucas é o >> É aqui é no primeiro, é no capítulo número um. Capítulo número um. Eh, deixa eu pegar aqui só um minuto. No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré. Há uma aqui tem virgem, mas lá em Lucas, em Isaías não é virgem. Lá é Almar. Almar é jovem. Há uma jovem desposada com um homem que se chamava José da casa de Davi. É Lucas 1:26. Então ele dá no sexto mês. Sexto mês significa sexto mês da gravidez de Isabel. Porque Lucas tá falando do nascimento de João Batista. Quando Isabel tava no sexto mês, aí ele disse que é a uma aqui ele bota cidade, mas aquela época era uma aldeia, né? >> Eram quase nada, né? >> É. Não, o o o Velho Testamento, por exemplo, a primeira revelação, não fala uma palavra sobre Nazaré. Agora é curioso, >> não existe, né? Não, na na no a palavra notite, que é cristão, é como se fosse eh Natsaret, veja bem, Natsaret é a aldeia a kifá e notsito. É que usa >> é porque a palavra natar pode há muitas muito significado entre eles significa broto. aquela, aquele broto da planta, aquela coifazinha nova da planta, aquilo chama natarete. Então é é como se o notit fosse um broto da descendência de Nazaré, porque Jesus é o filho de Maria. >> Deixa eu colocar aqui as traduções. Eu peguei duas traduções aqui. Eu peguei uma tradução católica e peguei uma outra protestante. E as duas falam diferente do que eu falei, tá? que nas duas que eu tô pegando aqui diz assim: "E voltaram para a Galileia, para a sua cidade de Nazaré,

radução católica e peguei uma outra protestante. E as duas falam diferente do que eu falei, tá? que nas duas que eu tô pegando aqui diz assim: "E voltaram para a Galileia, para a sua cidade de Nazaré, diferente do que eu falei, que diz: "Eles eles voltaram para a Galileia, para uma cidade chamada aqui fica tudo certo". Ou seja, tá voltando para a cidade que era deles. Mas eu já vi algumas traduções que colocam que como se Nazaré fosse um uma cidade nova, mas aqui fica até melhor. Ou seja, estavam no Egito e aí voltaram para o lugar que eles era próprio e fica tudo certinho. Então acho que essa primeira pergunta aqui, professor, a gente já tratou. >> Isso. Vamos ver a segunda. >> Vamos ver a segunda. A segunda diz assim, ó. Boa noite, amigos do chat. Adriano Jorge e professor Severino, amigos do Cisco. Ah, sim. O Cisco de Luz estava com bastante assistidos e o Álvaro deve se atrasar. OK. Muito bem. E aqui temos qual a opinião do senhor professor sobre o livro de Enoque? Precisa saber qual deles, né? É >> sobre o livro de Enoque. Acho que a primeira coisa para saber qual deles, porque tem tantos livros de Enoque. Tem Enoque Etíope, tem Enoque Babilônico, tem um uma série de >> Esse aqui é o livro de Enoque, que é o livro das origens da Cabalá. O o Enoque é um livro apócrifo, tá certo? Do antigo, >> quem? >> Do Antigo Testamento. >> Isso. Da Primeira Revelação Antigo Testamento. É uma obra que inclusive está nos nos achados do Mar Morto, né? Do >> nos manuscritos. >> Manuscrito de Curram. tem é um livro que fala de um, de um, de um ser eh muito ligado ao misticismo, ao gnosticismo, a cabalar, a, vamos dizer assim, a ocultismo. É um livro eh cabalístico, o livro de Enoque, porque Enoque era uma figura que inclusive eu coloquei ele até no meu no meu na minha tese de pós-doutorado sobre o o o judaísmo e e a origem do cristianismo. Então, a toda a literatura de Enoque é um livro assim, Enoque para o Velho Testamento, é como Elias, que ele também acredita-se que ele foi arrebatado, era

o o o judaísmo e e a origem do cristianismo. Então, a toda a literatura de Enoque é um livro assim, Enoque para o Velho Testamento, é como Elias, que ele também acredita-se que ele foi arrebatado, era um homem místico que fazia que >> deixou a terra e foi caminhar com Deus, tá certo? Então, >> não experimenta a morte, né? >> É. Eh, quem quiser ver alguma coisa melhor, eh, ele é um livro que ele é colocado juntamente com o corpus hermético numa categoria muito especial das grande obras da humanidade. É tomada, ao mesmo tempo como meio e fim para a compreensão das coisas ocultas dos do mundo dos homens, dos anjos e da divindade. Em termos de cabalá hebraica, esse trabalho é fundamental pela apresentação dos nomes dos anjos e demônios e permitir assim uma leitura cifrada e altamente determinada das origens do homem. é uma obra de referência realmente indispensável para todo estudioso do oculto ou do simples aficcionado, do maravilhoso e fantástico. É uma obra, ela tem, só, só para vocês terem uma ideia, esse livro ele tem aproximadamente, quer ver quanto? Eu quero só dizer para vocês o número de capítulos que ele tem. 103 capítulos. Tá certo? Aliás, 104. Tem muito, é um livro muito, muito, eh, fala de Matusalém, é um livro ligado muito à genealogia do mundo da da dos personagens de sete e companhia. E que Enoque, a história dele começa, eu acho que é no capítulo 6 do livro do Gênesis. Então, é uma é uma literatura apócrifa, que é como como eu, por exemplo, eu não entendo como é que primeiro e segundo Macabeus é considerado apócrifo, inclusive para os judeus, né? que é um livro que ele [roncando] tem, eu ouvi uma história, eu eu tenho assim o meu meu pensamento se coincide com um grande que eu considero um grande estudioso dos apócrifos, que é, aliás, é até um um protestante Briones, eu cito ele na no prefácio do dos apócrifos. Ele diz o seguinte, que a gente não pode rejeitar essa literatura porque mesmo que ela não seja aceita pelo seu gnosticismo, coisas que muita

ante Briones, eu cito ele na no prefácio do dos apócrifos. Ele diz o seguinte, que a gente não pode rejeitar essa literatura porque mesmo que ela não seja aceita pelo seu gnosticismo, coisas que muita gente acha maravilhoso, sobrenatural, mas ela é sempre uma referência sobre alguém de importância na espiritualidade. Você vê todos os apócrifos que foram escritos foram entre o século e o século quto sobre Jesus. Então, esses livros, mesmo que ele não seja considerado assim, vamos dizer, que leva a um espiritualismo de dentro da ortodoxia, mas traz uma história sobre Jesus que deve ser considerada. Até mesmo você sabe que Jesus é o maior o homem mais biografado do planeta. Tem o Jesus histórico, tem o Jesus eh eh espiritual, tem o Jesus teológico. Mas hoje as pessoas vão rejeitar como literatura grandes biografias como Jesus, como Ernesto Renan, como o próprio o próprio eh eh Scholenash, né, que tem, >> não é, trabalhos riquíssimos sobre Moisés, sobre Paulo, sobre Jesus, sobre Jesus. >> São obras que deixam a, eu fico encantado com esses escritos. Agora imagina aqueles que estavam mais próximo de Jesus. né? Por que rejeitá-los, né? O o evangelho de Nicodemos, o evangelho de Pedro, o evangelho de Tomé, o evangelho de de de Nicodemos que fala até da descida de Jesus aos aos umbrais, cheol, como fala a carta de Pedro. Então são obras que eu acho que a igreja, por capricho, por mesmo por autoridade tirou na nossa vida. E o livro de Enoque é um de Enoque é um livro que eu gosto muito de de consultá-lo porque ele é muito rico, ele tem coisas muito interessantes sobre E por último dizendo que Enoque foi arrebatado, foi viver com Deus, porque eles era um vulto espiritualmente bem evoluído. >> Ó, deixa eu fazer aqui uma defesa do judaísmo no seguinte sentido. >> Pois não, >> não é uma não é uma crítica. Não é uma crítica, é um uma análise apenas. O cristianismo, ele tem um comportamento igual esse negócio de proteger bolo. >> Hum. >> Existe um conjunto de obras que foram entendidas como sendo as obras

ão é uma crítica, é um uma análise apenas. O cristianismo, ele tem um comportamento igual esse negócio de proteger bolo. >> Hum. >> Existe um conjunto de obras que foram entendidas como sendo as obras canônicas, são aquelas 27. E essa redoma caiu em cima dessa peça e o que tava aqui dentro foi considerado legítimo. E tudo que está fora do Novo Testamento, tudo aquilo que se fala de Jesus e que não fez parte do cânone, que são os quatro Evangelhos, Atos dos Apóstolos, as cartas de Paulo, aquelas que tomam a Bíblia, as outras cartas universais e o apocalipse, o que saiu disso é tido como um texto rejeitado, apócrifo, que não deve ser estudado. O judaísmo, ele tem uma maneira muito diferente de lidar com a questão da verdade, porque ele aceita as discussões e a construção de novas ideias. Então, você tem a Torá, que seria o texto básico, que a gente tá estudando aqui, os cinco livros de Moisés. Depois você tem os escritos que são retuvin, tem os neveim que são os profetas e a composição desses três elementos, torá t, neviim, letra n e retuvim, os escritos fazem a sigla ta que é como nós chamamos a bíblia judaica, ou que o >> que é masculino, né? Se diz utanal. A Torá é feminino, mas o Torá é masculino. O taná >> é [limpando a garganta] em português, quando a gente tem consoantes, nós colocamos uma letra E entre as consoantes, por exemplo, I, B, G, E. A gente coloca um um E no meio, I, B, G, E. Em hebraico, a gente coloca a letra A. Então, se fosse fazer a sigla seria ib. Ibagae. Então, como é t N e re, ficou em vez de ser tener, porque torá, neveim, retuvino, ficou tanar. Torá, neveim, retuvino. Só que isso é a Bíblia judaica, a Bíblia do Antigo Testamento. Porém, existem dezenas de obras que estão fora da do Tanar, mas nem por isso deixam de ser importantíssimas. Então, você pega, por exemplo, Talmud da Babilônia, >> Guemará, né? né? Guemará, eh, a michnar, o o você pega o pirqueia, o Zoa, o Sefar e etcera. Isso, >> Tania, você tem um um elenco de obras muito grandes que são estudadas com

, Talmud da Babilônia, >> Guemará, né? né? Guemará, eh, a michnar, o o você pega o pirqueia, o Zoa, o Sefar e etcera. Isso, >> Tania, você tem um um elenco de obras muito grandes que são estudadas com muito respeito pelas pessoas, mesmo não fazendo parte do cânone. O próprio livro de Macabeus, os livros de Macabeus 1 e 2, que não estão compondo a Bíblia judaica, também são livros profundamente respeitados dentro do judaísmo. Então, eh, dentro do cristianismo, e eu não estou criticando, tô fazendo uma análise, existe uma preservação de uma verdade única que não pode ser questionada, que foi aonde essa campana bateu e fechou as obras que podem ser lidas e que podem ser eh respeitadas como como obras. Tudo que tiver fora disso aqui não tem valor nenhum. No judaísmo não é assim. Existe muita sabedoria em muitas obras que não estão dentro desse corpo, tanto obras antigas como essas que eu falei, como obras mais modernas da idade média, como por exemplo o Shar Hagulin, portal das reencarnações, aonde o autor apresenta como é que a lei de causa e efeito opera nas reencarnações, segundo a visão do judaísmo. Ou seja, você tem um uma abertura muito maior para os aspectos do conhecimento, sem uma restrição de dizer: "Olha, a fronteira é aqui, passo desta fronteira, você está em pecado." Não, se eu quiser estudar, os rabinos vão me dar o maior apoio. Não, estude que tem. Pode buscar, vá atrás, descubra que quanto mais você descobrir, mais sábio você será. Então isso eu considero uma grande diferença entre a leitura que o judaísmo tem sobre como lidar com a suas obras religiosas e como o cristianismo trata. Parece que ele tem um pouco de medo das pessoas acessarem o conhecimento, diferente do judaísmo, que estimula que as pessoas se dediquem, aprendam, mergulhem de cabeça no conhecimento que não está simplesmente dentro do Tanar, não é? Então aí o livro de Enoque é um livro que está fora do cânone judaico. Ele não tá aqui dentro da do Antigo Testamento, mas é estudado, é é pesquisado e

ue não está simplesmente dentro do Tanar, não é? Então aí o livro de Enoque é um livro que está fora do cânone judaico. Ele não tá aqui dentro da do Antigo Testamento, mas é estudado, é é pesquisado e >> respeitado e respeitado, né? >> É. E tem vários livros de Enoque. Tem um Enoque Etíope, tem um Enoque Etíope, tem outro Enoque Babilônico, tem um tem uns vários livros aí, eh, nesse sentido, tá? Muito bom. Eu eu acho que passou um outro antes, hein. Acho que tinha uma outra antes. Não tô enganado. Mas vamos ver. É só para manter na mesma no mesmo assunto, >> tá? Por isso que >> não, meu não, Adriano, tem uma aqui. Quem determinou quem era o apócrifo foi a Igreja Católica. >> Não, >> por que nesse ponto os protestantes concordam? É uma boa. É, é se quem determinou que é apógrafo são os protestantes, são os católicos, por que os protestantes apostaram nisso? Mas os protestantes apostaram nisso, mas não apostaram em outras obras, como por exemplo, o livro de Macabeu. Livro de Macabeu 1 e do está na Bíblia, está na Bíblia Católica, mas eles não me foram trazidos para a Bíblia protestante, porque tem partes do livro de Macabeu que colide com a verdade de interesse. Então, é assim, eh, as às vezes me dá a sensação de que o movimento cristão ele não está em busca da verdade. Me dá a sensção que ele tá procurando compor uma verdade. E aí quando isso não encaixa na no meu conceito de verdade, não, isso aqui vou do lado de fora. Ele não se abre, para dizer, não, deixa vir, vamos analisar tudo. Então, quando no caso o texto dos Macabeus fala sobre a oração aos mortos, no capítulo 12, a partir do versículo 42 do segundo livro de Macabeus, quando eh os acontece uma guerra e depois da guerra eles vem que tinham muitos soldados mortos. Aí eles vão olhar os soldados que tinham morrido, eles estão com ídolos. Debaixo da roupa deles tem ídolos. Aí o o líder dos Judas Macabe diz assim: "Meu filho, seja muito bem-vindo, muito bem-vindo. Olha, Álvaro, desculpa a minha camisa, mas é porque era a

tão com ídolos. Debaixo da roupa deles tem ídolos. Aí o o líder dos Judas Macabe diz assim: "Meu filho, seja muito bem-vindo, muito bem-vindo. Olha, Álvaro, desculpa a minha camisa, mas é porque era a última, não tinha outra e eu tive que colocar essa, tá? Desculpa aí, eu peço desculpa paraas pessoas estão na live. >> Que camiseta bonita! >> Eu fiquei protestando aqui, sabe, Álvaro, quando ele me mostrou. Primeiramente, seja bem-vindo também, meu filho. Muita alegria de ter você aqui. Mas eu fiz um protesto aqui, já que a gente tá falando aqui de apócrifos, sobre foram os livros protestados. Eu fiz um protesto aqui porque a minha camiseta é preta. >> Ah, mas aí é merecimento de cada um. >> Ah, é exatamente isso que eu disse que tô dizendo. Branca de letras douradas. >> Eu só uso preto, ó. Eu tô é porque você ortodoxo, >> você é ortodoxo assíndico ainda. Esse lá do seu moleque, >> eu não, eu sei, eu sei porque que ele só usa preto, viu? Eu sei. [risadas] É >> para parecer que a bochecha é mais fina. >> Faixa preta. Professor, senhor que entendeu errado, professor. Faixa preta é pro graduado. [risadas] >> Eu já achei, eu já achei que que eu ganhei preta porque é o, é o máximo que eu mereço. É, continua ainda na geral. Agora os iluminados, o de perespírito branco, como diz o Apocalipse 20, felizes, os convidados para ser do Senhor, é os que tm o perespírito puro, tá? Jorgito é, eu não sou o meu ainda tá muito manchado. >> Vocês vocês sabem que a gente não fez mais dessa camiseta. Vocês são >> meritosos de ter. >> Eita, eu tenho que cuidar mais dela então, né? [risadas] >> Desculpa, ela continua que aí eu eu vou ouvindo vocês. Ô >> ô, professor, nós que estamos nós que estamos alguns poucos gramas, pouquinho acima, o preto cai melhor, disfarça mais. >> Pode é um ângulo, é um ângulo visual caridoso, viu? Viu, Adriano? O seu, por isso que você é o máximo. Mas continue, Jorginho, termina aí o seu raciocínio que eu quero dizer também ainda alguma coisa. Não quer quer colocar minha mãe.

ual caridoso, viu? Viu, Adriano? O seu, por isso que você é o máximo. Mas continue, Jorginho, termina aí o seu raciocínio que eu quero dizer também ainda alguma coisa. Não quer quer colocar minha mãe. >> Dona Sol, dona Chemes. Chemes tá aqui. Então quando quando Judas Macabeu vai ver os homens que estão mortos, que eles vem as roupas, estão cheios de ídolos e ele diz: "Eles morreram porque adoravam ídolos". Aí ele diz o seguinte: "Nós vamos orar por eles já estavam mortos para tentar mudar a sorte". Olha aqui, minha mãe. Boa noite. >> Pera aí, não tá nem aparecendo. Tem que ficar mais para cá. Precisa ver. Precisa passar falar. Boa noite. >> Boa noite. >> Boa noite, dona saudade da senhora, viu? Prazer em revê-la. Muito obrigada. Álvaro e Severino. >> Sim, todos eu conheço. >> Conhece. E eu e eu tava olhando aqui agora, >> eu tava vendo aqui o mapa do Nordeste e Fortaleza tá com uma luz diferente. É por causa do Jorgite e a senhora aí eu e a gente quem me lira. Infelizmente a minha vista não permite que eu veja vocês. É muito, é muito baixa. É minha visão. É, mas >> mas nós estamos vendo a senhora, viu? Prazer imenso em revê-la. A senhora é um sol que brilha eternamente, dona Chames. Vocês são tão bondosos. Obrigado. >> Mas com o nome desse não podia ser diferente. É a justiça. É o nome. É o nome. Esse é o nome. Esse é o nome. Boa noite para você. Prazer. >> Um beijo no coração da senhora. A senhora não pode de não pode nos ver, mas a senhora pode sentir quanto a senhora é importante para nós. >> Muito obrigada. Bom, então aí ele vê as os livros e decide que eles vão orar [roncando] para eles que haviam morrido em pecado. Então essa leitura de que é possível mudar a sorte das pessoas após a morte, ela é uma coisa tácita dentro do judaísmo. Tanto que toda reunião que tem tem lá. Olha isso aqui em honra da alma de fulano de tal. Vamos orar para que ele possa eh progredir de onde ele está. A possibilidade de mudança da sorte das criaturas é uma coisa bastante clara dentro do

á. Olha isso aqui em honra da alma de fulano de tal. Vamos orar para que ele possa eh progredir de onde ele está. A possibilidade de mudança da sorte das criaturas é uma coisa bastante clara dentro do judaísmo. Então, é daí que o catolicismo tirou a ideia de purgatório. Quando os católicos tomaram a Bíblia, perdão, quando os protestantes tomaram a Bíblia católica, disseram: "Não, esses dois livros aqui não tão legal não, tirar fora isso". Então eles são retirados de dentro do Tanar. Eles não estão eh eles não estão no Tanar e também não estão na Bíblia protestante. Estão na Bíblia católica que quando chegou na mão do protestante ela não passou paraa frente. >> Então inclusive na tradução do Jerônimo Navata, eles estão na Vugata também, né? >> Estão porque a primeira tradução foi para a Igreja Católica, então estava dentro do corpo do texto, né? Isso. Agora os protestantes não concordam, entre aspas, não concorda com todos. que no, por exemplo, a epísta de São Paulo, a a a pastor Hermos, que era uma carta que fazia parte, a dequê, fazia parte do cano do Novo Testamento e a carta de Paulo, a a os atos de Paulo e Tecla, né, que inclusive existe na nas obras de Eusebros da igreja, mas os protestantes aceitaram aquilo que convinham. Eles foram mais radicais nesse ponto porque ignoraram obras como a história de de Macabeus eh eh era eh Tobias, Macabeus, primeiro e segundo, Rute e outras obras que não constam. Eu tenho aqui todas as as a relação dessas obras, inclusive eu fiz agora no prefácio do do da do grupo dos apócrifos. Pessoal, só pedir a vocês que estão nos assistindo, eh, perfil Sulm, acho que é Sultane, né? Eh, tá falando aqui que os áudios estão cortando. >> Eh, dá o feedback pra gente aí, tá bom? Não, o áudio não têa >> não, não está cortando. O áudio tá vindo normal para nós e é só ela que >> tá falando isso. Então tá normal. >> Eu estou ouvindo muito bem, Jorginho. Tô ouvindo o Álvo, tô ouvindo você, não sei o que é. >> Tá, J. >> Se tiver acontecendo com mais alguém,

nós e é só ela que >> tá falando isso. Então tá normal. >> Eu estou ouvindo muito bem, Jorginho. Tô ouvindo o Álvo, tô ouvindo você, não sei o que é. >> Tá, J. >> Se tiver acontecendo com mais alguém, nos comunique aí, dê o feedback para nós, tá bom? Pode ser a internet de quem tá assistindo, coisa assim, mas não tem mais pergunta nesse sentido para >> tem sobre a carta aos Hebreus. >> Vamos ver qual é. >> Essa é para o para o Álvaro que ele tá fazendo um trabalho sobre a carta da carta aos Hebreus. Essa é a pergunta. >> Hum. Porque a carta de Paulo aos Hebreus não é considerada escrita por Paulo e Emanuel em Paulo e Estevão cita como Paulo escrevendo. >> Eu eu eu diria o seguinte, é interessante, né? André Luiz, entre tantos, tantos exemplos, ele traz questões que são inimagináveis. E a gente vê isso com a própria obra de Kardec, quando na Gênese, por exemplo, é é discutida a relatividade do tempo, é escrita uma fala de Galileu sobre a relatividade do tempo, algo completamente inimaginável, em 1868, quando a gente vê André Luiz dizer que o citoplasma é a sede da inteligência celular, isso era considerado um absurdo. O André Luiz, ao exemplo pela mediunidade de revelação de Chico Xavier, traz inúmeras, dezenas e dezenas e dezenas de citações que ao tempo da qual foi escrito não eram compreendidos. Então, o professor como eh professor de ciência das religiões vai dizer a segunda teologia que a carta aos Hebreus pode ser considerada uma carta apócrifa, porém Emanuel diz que é a única carta que Paulo escreve em lágrimas e com as próprias mãos. Oi. >> Sozinho. >> Sozinho. Eh, ele tá escrevendo pro seu povo amado. Ele tá escrevendo para aqueles, vamos dizer assim, pros rebeldes tutelados de Deus, tal qual ele fora, não muito tempo antes. Então, ontem a gente eh terminou, a gente recebeu um convidado especial, Paulo W. Wter, para finalizarmos a carta aos Hebreus. a gente fez um overview, né, uma um panorama em 20 19 encontros sobre a carta de Paulo aos Hebreus, só explicando eh alguns dos pontos sem

pecial, Paulo W. Wter, para finalizarmos a carta aos Hebreus. a gente fez um overview, né, uma um panorama em 20 19 encontros sobre a carta de Paulo aos Hebreus, só explicando eh alguns dos pontos sem grande profundidade para que a gente pudesse compreender um pouco mais por é que Emanuel escreve e a teologia ainda não deu, não entende? Porque para mim, para mim, adivindo de Emanuel e André Luiz, eu entendo que ainda está por ser compreendido a humanidade. Então, eu diria isso, tá? Eu não estou sendo fanático, não tô dizendo que a gente tem que acreditar em tudo que é psicografado. Tô dizendo que as psicografias do Chico t demonstrado nos últimos 60, 70 anos que por vezes a ciência parece discordar, porém ao final da no frigir dos ovos a gente vê a a ciência se curvando a isso. Mas eu respeito, o Elará vai ter talvez outra opinião, o professor outra ainda. Eu gostaria de ouvi-los também. >> Particularmente eu diria o seguinte, >> teologicamente fal falando, as pessoas, os teólogos, né? Aí, aí não é, eu não tô falando como eh admirador que eu sou de Emanuel, tô falando como teólogo. Ele disse que a característica da epístola foge muito do estilo de Paulo. Só isso. Só que os teólogos desconhecem o sentimento que envolveu Paulo no momento que ele tava escrevendo essa carta. É diferente. É inclusive uma carta escrita em hebraico. Ele tava falando pros conterrâneos, né? Então, reforça muito hoje, como como eu eu não digo que transito, né? Eu conheço os dois lados, o lado da teologia, o lado da ciência, lá os três e o lado da espiritualidade. E a Emanu existem, eu diria assim, alguns irmãos, eu não condeno não, eu acho meio encaltos de dizer que a mano comete muito erro nas suas em algumas coisas que ele escreve. Eu já ouvi muitas críticas nesse sentido, mas eu como pesquisador, eu já tentei muitas vezes nas minhas dúvidas de teólogo buscar erro nas informações de Amanda. E todas vezes eu quebrei a cara. Nenhuma vez eu encontrei coerência. Pelo contrário, fiquei surpreso com algumas colocações que eu

nas minhas dúvidas de teólogo buscar erro nas informações de Amanda. E todas vezes eu quebrei a cara. Nenhuma vez eu encontrei coerência. Pelo contrário, fiquei surpreso com algumas colocações que eu confesso que como teólogo católico, eu desconhecia que Mateus era irmão de de Tiago Menor, que é filho de Levi. E eu fui eh procurar isso. Eu fala isso, né, Tiago, irmão do Levi. Digo, gente, alguém que quem quem quem é esse, né? Que [limpando a garganta] que eu não eu nunca vi onde? Eu até disse até assim, de onde Chico foi tirar isso? Essa foi a minha pergunta, mas quando eu fui ver, tanto Tiago como Mateus é filho de Alfeu, então são irmãos realmente. Então veja, veja a minha, a minha o meu lado teológico literal da questão, né? Eu fui, não escutei a doutrina, escutei a ciência, porque Kardec disse: "Procure, siga a ciência". Só que a ciência teológica me levou à pesquisa e na pesquisa eu descobri que irmão Emanuel estava certíssimo e ainda me surpreendeu a autenticidade da mediunidade de Chico Xavier, porque eu como teólogo não sabia disso. E Chico escreveu que não tinha nenhum curso primário. Eu acho que Chico nunca chegou a estudar, ter nenhum curso de religião, nunca teve nenhum nenhum acesso. Pedro Leopoldo, mais ainda, >> mais ainda a e e em 1910, entre 19, >> pior ainda, >> pior ainda. Então, por isso que hoje eu tenho muita cautela emitir algum algum parecer nesse sentido. Eu só digo que realmente, como colocou Álvar, ele se choca Emanuel com os teólogos com relação à carta aos Hebreus, mas eu eu fico em respeitar os dois lados. até a segunda ordem, acreditando que Emânio não se enganou pelo que eh é narrado na obra Paulo Estevo, a forma como ele escreveu, o que tava envolvendo ele naquele momento, né? Ele escreveu em lágrimas, né? Quer dizer, era um judeu convertido ao cristianismo, falando para o judeu que ainda não era. Tá certo? É igual ele cidadão romano escrevendo na epísta Romanos. Quer dizer, tem muita, muita particularidade na vida de Paulo que mexe com a gente à medida que a gente se

o judeu que ainda não era. Tá certo? É igual ele cidadão romano escrevendo na epísta Romanos. Quer dizer, tem muita, muita particularidade na vida de Paulo que mexe com a gente à medida que a gente se aprofunda um pouquinho na sua missão. >> Olha, eu queria trazer aqui algumas contribuições no seguinte sentido, só um momento. Eh, que existe uma obra, vocês todos conhecem, chama-se: O que Jesus disse, Jesus não disse? Quem mudou a Bíblia e por quê? Bartirma. >> Isso. Bartirma. Nessa obra ele diz que os textos, e aí vamos colocar dentro dos textos as cartas, mas os textos existiam três formas de serem escritos. Três formas. Uma, pessoa pegava a carta do próprio punho e escrevia, coisa que era rara, porque só 10% da população era alfabetizada. Então, eh, não era qualquer pessoa que poderia escrever uma carta de próprio punho, não era muito usual. Ah, Saulo de Taro, por ter sido doutor da lei, sabia ler, evidentemente, ele lia o grego, lia lia, falava latim e também falava hebraico. Então, tinha facilidade para fazer isso. Tranquilo. Segunda forma de se fazer uma carta, eu ia ditando a carta e uma outra pessoa escrevia a carta que eu ditava. Isso é uma segunda forma muito comum. Por quê? que eu tinha o ofício de escriba, a pessoa ia falando para mim e eu ia colocando no papel o pensamento que a pessoa tinha. E ó, tá aqui. >> E que na própria carta aos Romanos, Paulo quando deixa os abraços a fulano, a Clano, a Beltrano, deixa muito claro isso, né? Só que ele diz assim: "Este trecho eu escrevo com a minha própria mão para saberes que sou eu que estou dizendo. Ó, se tá dizendo que tá escrevendo com a própria mão, é porque a outra parte da capa não foi escrita com a mão dele. Ele deve ter usado alguém para quem ele ditou e essa pessoa escreveu." E havia uma terceira forma de fazer também as cartas. Essa terceira forma, eu acho pouco provável que Paulo tenha usado, que seria difícil alguém fazer isso. A terceira forma é a seguinte, você entrevista a pessoa assim, o que é que

zer também as cartas. Essa terceira forma, eu acho pouco provável que Paulo tenha usado, que seria difícil alguém fazer isso. A terceira forma é a seguinte, você entrevista a pessoa assim, o que é que você quer? Ah, fala para ele que eu tô que eu tô doente, que preciso que essa pessoa venha para me ver, que eu tô morando em tal local. Avisa para ele, inclusive que eu tô trabalhando. Aí a pessoa conta o que é, a pessoa pega a ideia e aí com a com as palavras dela, ela põe no texto: "Oi, fulano, estou aí". Não é não, não é, ele não tá ditando, ele tá apresentando as ideias que o outro vai colocar no papel do jeito que ele quiser. No caso de Paulo, acho pouco provável, porque é difícil encontrar alguém que ele falasse e a pessoa disse: "Entendi, pode deixar que eu vou colocar no papel mais fácil que ele tenha feito de próprio punho ou ditado, uma vez que já era um homem de uma certa idade e em sendo de uma certa idade para ler, não tinha óculos, não tinha essas coisas todas e já tinha idade, não é? Então, é, andou no deserto, o olho devia ser uma beleza, uma catarata maravilhosa. Então, para ele seria mais difícil escrever eh de próprio punho. Então, ter alguém para escrever a carta para mim me parece bastante razoável. Então, eh, não vejo com estranheza isso. E o que eu vejo de comentário sobre a carta aos Hebreus não é que ele não seja o autor, é que o estilo é não é usual. Então, pode ser que seja, porque se eu for pegar textos do professor Severino, em certos momentos os livros dele, eu vejo ele, ouço ele falando quando eu tô lendo. E tem outros textos que eu não ouço falando. Então, é, é, tem [limpando a garganta] pegadas diferentes. Tem certos momentos que a pessoa tá com um texto que parece muito com o meu estilo. Outra hora pode parecer outro. Álvaro faz uma palestra e a gente identifica claramente na palestra o raciocínio dele. Pode fazer uma outra que pode não ter exatamente palestra do Divaldo. Nem todas elas tinham a mesma pegada. Eu posso ter palestras com enfoques distintos. Então

aramente na palestra o raciocínio dele. Pode fazer uma outra que pode não ter exatamente palestra do Divaldo. Nem todas elas tinham a mesma pegada. Eu posso ter palestras com enfoques distintos. Então não vejo que seria uma comprovação de que não é de uma pessoa pelo fato do das imagens das construções de frases não serem as usuais. V cara tá dentro de um de uma vibe de inspiração diferente. Pode ter uma pessoa que ditou. Ah, posso ter muitas coisas que podem acontecer nesse cenário todo aí. Então >> tem um outro ponto, se eu puder interromper aqui, quando Paulo vai começar a escrever as cartas, eh, Emânuel descreve que Estevão estaria aconchegado >> próximo >> junto dele para transmitir o pensamento do Cristo. Isso acontece quando ele não tinha condições de receber >> o próprio Cristo. Então vamos dizer, da mesma forma que o Apocalipse não são cartas de João, são cartas do Espírito. Aqui nós estamos lendo cartas inspiradas por Jesus através de Estevão ou diretamente por Jesus, porque Emmanuel coloca estaria conchegado Jesus junto de Paulo e quando ele não conseguisse Estevão ia transmitir. Naquele momento, ele pode estar numa psicografia verdadeiramente de uma mensagem do próprio Cristo. ou de outra entidade de outra. Não necessariamente Estevão, ele pode estar encostado nele, Elias pode estar encostado. >> Sim, pode ser outro espírito. Agora também Elará, tem outra questão. Eh, a nosso conceito de autoria no século XX é o seguinte. Eu eu cheguei aqui pro eu cheguei aqui, contei pro professor, professor, você sabia que a água São Lourenço, que eu tô também água com gás e tá tá tá tá tá e dou a a descrição química, a a composição da água que eu acabei de de fazer aqui. Isso aqui é uma delícia. Esse professor vai lá e registra essa patente de quem é a autoria, de quem é a é a carta, de quem é a patente, é do professor. Agora no passado não. No passado os textos todos >> de reis ou o que quer que seja dos profetas, eles não se dão por essa compreensão. Quem fala é o autor, quem

a, de quem é a patente, é do professor. Agora no passado não. No passado os textos todos >> de reis ou o que quer que seja dos profetas, eles não se dão por essa compreensão. Quem fala é o autor, quem escreve é o escriba. >> É o escriba. É, >> é, tem outra coisa, Álvoro, você tá dizendo aí é muito importante, sabe porque um dos dos grandes reforços que a teologia justifica é porque a carta aos Hebreus foge da situação que Paulo sempre começava, Paulo apóstolo, Cristo, aos irmãos da cidade, tal, pá, pá, pá. E essa carta não contém isso na sua introdução e nem no encerramento. Ele sina só, >> não é? E isso faz com que eles pensem que não é de Paulo. Mas exatamente aí aí reforça mais ainda o que você tá dizendo. essa essa colocação que você coloca aí, que você faz aí, desculpa o a cacofonia ou repetição da palavra, mas essa colocação que você faz aí é muito interessante, porque realmente ele poderia estar recebendo aproximação de Estev e já entrar num assunto direto mesmo, porque ele estava em êxtase, ele tava mediunizado, ele estava, não é, numa situação que não era ele, porque a gente sabe que, por exemplo, João teve prócoro na ilha de Pátimos. Ele ele a o apocalipse é todo mediúnico de vidência. Era o que João via e Prócolo ia escrevendo na caverna lá em na ilha de Pátimos. Então todas essas produções tinham características diversas e a carta hebreu tem realmente uma peculiaridade que as outras não têm. >> É, você vê a coincidência. Eu acabei de comer brócolis. É João, >> exatamente. >> Eu vou eu vou colocar mais lenha na estatogueira. Eh, nesse mesmo livro, quem eh que Jesus disse que Jesus não disse que mudou a Bíblia, por quê? Ele diz o seguinte: "Nos primeiros quatro séculos não havia possibilidade de você ter uma preservação da legitimidade do texto, porque as pessoas chegavam nas cidades e diziam assim: "Ó, esse aqui é o evangelho, tá? que o evangelho de Mateus. Aí ele comenta, se você tivesse a possibilidade de copiar esse evangelho, você copiaria ele todo ou você pegaria as partes que

diziam assim: "Ó, esse aqui é o evangelho, tá? que o evangelho de Mateus. Aí ele comenta, se você tivesse a possibilidade de copiar esse evangelho, você copiaria ele todo ou você pegaria as partes que te interessam, >> né? >> Preço, né, de copiar. >> Ah, o preço que eu vou ficar uma semana copiando um texto. Eu pegava o sermão do monte, umas duas ou três parábolas e olha, vamos paraa frente. Esquece o resto. Isso aqui eu nem entendi e pula. Eu não entendi e pula. E aí você pôde com isso formar mosaicos dos evangelhos nesses primeiros séculos. O que impede que uma carta de Paulo tenha sido copiada sem ser a integridade dela, sem um pedaço alterado, mexido, incluído, retirado algo, ninguém pode garantir, porque o texto ele era absolutamente sem nenhum tipo de selo. Só depois que Gutenberg imprime, depois que o Gutemberg imprime, é que ela entra num certo padrão. A a isso aqui que é o texto, porque até antes de Gutemberg, isso é 13 49, se não me engano, até esse período nós não tínhamos e >> eh a garantia [limpando a garganta] de que o texto era o mesmo, que tava sendo copiado dentro das dentro dos mosteiros, isso poderia mudar. Então >> isso aí, isso aí, isso aí, Jorgito, você tá falando de copistas e aqueles que interpolaram Sim. >> Porque o o o copista, era era interpolista. >> É, é o que é o que Bart mostra. Ele ele encontrou texto na pesquisa grega dele que o cara tinha putado ao lado da página dizendo assim: "Não altere o texto herege". Porque alguém foi lá no meio e alterou o texto no original escrito lá na na na no rodapé. Não altere o texto alguém foi lá e interpolou, alterou, mudou. Então, Bartme deixou de ser eh protestante e hoje ele ele é ele é mais um ele não é ateu, mas ele é meio agnóstico, sabe assim? Não, >> ele é é é uma pessoa que decepcionou-se com o protestantismo. Ele é um dos maiores professores da >> Eu preciso deir uma data. É 1440 a data da imprensa no século Ponte, tá? Não é, falei 13, >> é 1440. conceito aqui, ela que por vezes a gente conflita também dentro do

um dos maiores professores da >> Eu preciso deir uma data. É 1440 a data da imprensa no século Ponte, tá? Não é, falei 13, >> é 1440. conceito aqui, ela que por vezes a gente conflita também dentro do espiritismo, mais especificamente na mediunidade. Imagina, desencarnei, morri, virei um homem de bem, tô lá no plano espiritual, >> tô lá no plano espiritual. Aí o o professor Celestino tá sentado com ela lá na por lá numa reunião mediúnica. Eles vem uma bochecha, professor falou assim: "Nossa, tô vendo uma bochecha tão tão fofinha ali e e vem a mensagem. T t t t tã". O o próprio Morderai falando páá pá Bezerra de Menezes. Eu trouxe a mensagem de Dr. Bezerra, a pedida dele com o pensamento dele. Quem trouxe foi o Morde Hai ou Morry. a depender de onde se encontra, qual a pronúncia e e aí a mensagem é de quem? O o livro dos espíritos, o livro dos médicos deixa bem claro que a mensagem é do Dr. Bezerano. Por quê? Porque o conteúdo da mensagem é dele. Quem transmitiu não foi ele. >> Mensageiro. >> O, eu fui o mensageiro. Então aqui >> o carteiro. Carteiro. Carteiro. >> Exato. Aqui quando a gente vê outro escrevendo o pensamento de Paulo, exatamente o que a gente enxerga no plano espiritual e consegue entender que por vezes acontece. Agora eu pra gente encerrar essa discussão e abrir o serfer, eu diria para vocês o seguinte, que conforme o item 256 do livro dos médiuns, a última coisa que importa na mensagem >> é o conteúdo, >> é o autor. >> É o autor, >> é o autor. >> É o autor. Uma coisa que importa é o conteúdo. >> É, >> quem é o autor? Não foi Santo Antônio de Pádua, foi Santo Antônio eh eh [limpando a garganta] de sei lá do quê. Você vê São Francisco de Sal se titulando François de Neva no Evangelho Segundo Espiritismo. Por que ele não botou Francisco São Francisco de Sal? Você vê Agostinho completamente transformado, porque quando ele chega no mundo espiritual que ele descobre a verdade, aí ele vem paraa doutrina, exatamente corrigir e trazer muita coisa que ele nunca defendeu na

stinho completamente transformado, porque quando ele chega no mundo espiritual que ele descobre a verdade, aí ele vem paraa doutrina, exatamente corrigir e trazer muita coisa que ele nunca defendeu na época dele, que ele chegou até a ser maniqueísta, a gente sabe da vista da vida dele, da história dele. E no livro nosso lar, o ministro Pádua, será que não é o próprio santo de Pádua? Exato. Nunca se sabe. Não sabe. >> É indiferente. Mas o nível o nível é o mesmo. Então se torna mais. O que Kardec diz é o seguinte. Aqui embaixo é fácil identificar quem é o autor, porque a maneira como a pessoa fala, as expressões que usam, né? Na medida que vai subindo, vai ficando cada vez mais difícil, que eu não vou pegar uma mensagem, esse essa mensagem aqui é de São Vicente de Paula. Não, não é não. Isso aqui é de Santo Antônio de Pádoa. Cara, vai eu saber se é de um, se é do outro. muito difícil, porque a identidade de pensamentos vai ficando cada vez maior. >> E o espírito, quanto mais superior, menos preocupado ele tá com a identidade dele. Ele quer que a mensagem chegue, >> quer que a mensagem chegue. Eu vou contar uma coisa para vocês que aconteceu certa feita. Eh, eu tava junto com amigos e aí eu a gente conversando, eu falei: "Não, eh, e eu por força do hábito, né, de ouvir criado no interior, foi porque a perca e o rapaz falou: "Nossa, Álvaro, você falar uma palavra assim, não existe perca, né, Álvaro? É perda". Eu falei: "Nossa, eu falei perca". Falou: "Falou". Eu falei: "É bom, vou fingir que eu sei gramática, tá?" Mas eu não sabia, eu achava que era perca mesmo. Aí beleza. Eu aí ele me corrigiu e aí deu umas duas, três semanas depois recebi a mensagem de um benfeitor. E o benfeitor eu tava consciente na mensagem, então ele ia falando e eu ia transmitindo a mensagem. Eh, e aí o espírito falou: "Percamos". A hora que ele falou percamos travei porque eu falei: "Eita, pera lá, perca não existe. Como que ele tá falando percamos?" Um espírito trazendo uma mensagem tão nobre dessa

espírito falou: "Percamos". A hora que ele falou percamos travei porque eu falei: "Eita, pera lá, perca não existe. Como que ele tá falando percamos?" Um espírito trazendo uma mensagem tão nobre dessa aí. O espírito na minha cabeça, percamos e eu falei: "Nossa, o espírito errou". Aí ele mais uma vez, percamos. Aí eu virei e falei: "Bom, eu vou repetir no final eu dou uma olhadinha no dicionário. Se tiver errado, eu falo: "Gente, mistificação, o espírito não, o espírito des não sabe português." E falei e falei: "Percamos e tá tá". Terminou, né? Terminou a reunião, tal. Eu discretamente peguei o celular, percamos. Aí eu vi que existia a palavra, né? Aí eu só ouvi a voz do espírito. É, meu filho, você tem que estudar mais português. É, >> não é perdamos, é percamos mesmo. >> Exato. Tava certo. Mas você vê como é, imagina eu escrevendo a carta. >> No substantismo você diz, você diz a perda, mas no verbo não percamos, né? >> Não percamos a fé. Mas imagina, imagina o professor, a gente, eu transmitindo o pensamento de um de vocês e eu escrevendo errado, né? Vocês transmitindo aqui, eu escrevendo errado, entregando, gente. Ó, o Elará deixou essa ideia aqui, ó. partiu pro plano espiritual. Mas eu me lembro até hoje quando eu escrevi isso aqui, que a gente ficou conversando até tarde, eu quis registrar, aí eu leio lá a perca, aí vou falar: "Não, não é não, não pode ser, ele é culto." >> Olha, é o seguinte, nós vamos nós vamos fechar as perguntas, não vamos não vamos mais trabalhar nenhuma delas além das que já entraram. que já entrou, tá dentro do curral, a gente vai trabalhar antes de abrir o CFER, senão a gente não atende as pessoas e se tem dúvidas vamos atendê-las aqui, tá? Vamos ver se a gente avança paraa gente poder terminar. Alguns estudiosos citam que o nome de Jesus era comum, Yesua, naquela época, que o Cristo está na, perdão, que o nome de Jesus era comum na época que o Cristo estava entre nós. Seria verdadeira essa afirmação? Ou seja, o nome Yeshua era um nome comum naquele período?

la época, que o Cristo está na, perdão, que o nome de Jesus era comum na época que o Cristo estava entre nós. Seria verdadeira essa afirmação? Ou seja, o nome Yeshua era um nome comum naquele período? >> É, era sim. Era um nome muito comum. Era como se virindo aqui no Nordeste, José Manuel. Era um nome realmente comum. Aqui no Nordeste, se você subir no ônibus, Manuel, todo mundo vira a cabeça para trás, porque é tudo Manuel, né? E Jesus era um nome muito comum. Yesua era realmente um nome muito comum. E e o nome coisa para dizer da mensagem, Carlos, sua pergunta foi perfeita, mas eu diria que Jesus está entre nós. Quando perguntavam pro Chico que é o Espiritismo, ele responde: "É Jesus de novo entre os homens." >> É >> perfeita a sua pergunta. >> Nada a dizer. Só só diria isso, nem corrigindo nem nada, mas é que às vezes a gente coloca Jesus muito distante. Próxima pergunta que temos aqui. Como José aguentou fazer essa viagem, já que ele estava numa idade tão avançada, tipo a minha? Será que eu entendi certo que ele estava com 90 anos quando Jesus nasceu? Os evangelhos canônicos, os que estão na Bíblia, não falam qual era a idade dele. O protoevangelho de Tiago, que é um evangelho apócrifo, estudado pelo professor Severino, fala que ele era um homem idoso de 60 anos, mais então não tinha 90, tinha 60. Um homem de 60 anos dá dá conta de de sair se ele tivesse 60, se ele for mais [limpando a garganta] novo, mais fácil ainda. Mas 90 eu não conheço nenhum texto que apresente José como sendo um homem de 90 anos. >> Concordo com você. Só faço um adendo. A iconografia de José na Igreja Católica é sempre Maria, muito jovem e ele bem velhinho, barbudinho, quase sem poder andar. Por quê? Porque como Maria era virgem, para justificar a virgindade de Maria, José tinha que ser hom muito velho para poder não ter havido realmente cohabitação física com ele. Tenha mais esse pretexto de de sempre apresentar ele como uma pessoa muito idosa, incapaz de qualquer atitude ou contato com Maria, mas não

a poder não ter havido realmente cohabitação física com ele. Tenha mais esse pretexto de de sempre apresentar ele como uma pessoa muito idosa, incapaz de qualquer atitude ou contato com Maria, mas não era 90 anos. Nunca tive, talvez até menos de 60, viu, Jorginho? >> É. É. Porque naquela época os homens com 30 anos já era considerado velho. Você sabe disso, né? >> Imagine eu. >> Meu Deus. >> E eu também lhe acompanhando mais ainda. >> Mas hoje em dia tem mais de 30 anos que o é considerado velho. >> Vixe, [risadas] já tô tô pela bola sete já. Não temos só a bola sete. Pode me salvar. >> Você tá indo muito a fundo no processo. Você tá dizendo que há 30 anos Jorginho já era velho. Aí exagerado também, não é? né? Porque já tô com mais de 90. Tá certo? >> Vamos lá, >> próxima. Essa que ele já falou, não já quando tava falando do livro de Enoque. Quem são livrosantes? >> É, é só que eh os vigilantes, na verdade, são aqueles espíritos considerado como espíritos caídos do alto que desceram, não é? e que na verdade é uma uma uma, como é que eu diria? É uma linhação, >> é uma linha que eu não comungo muito com ela, né? Porque todas aquelas aquela expressão eh que está lá em Isaías 14:1, está lá no capítulo 28 de Jeremias, eh são são são, eu diria, são mensagens aos poderosos rei da Síria e Nabuco Donozor, que eram homens que estavam muito elevado, viviam no paraíso por serem poderosos, mas que acabaram caindo, porque grande é o poder de Deus. Não é um anjo, era um rei poderoso que se você for estudar o o o que ele chama de Ben Shahá, filho da manhã ou ou filho da luz, que tá lá nas traduções de Jerusal >> isso era eram são colocações de um anjo que na aí entra o ocultismo ou a mitologia ou a crendice maior que os espíritos subiram tanto ficaram perto de Deus e e quiseram tomar o trono de Deus. Isso não concebe em nenhuma lógica em em nem no judaísmo, nem no espiritismo. Pode ser que no cristianismo alguém acredite, mas eu particularmente >> é não dá, não tem lógica. >> Vamos pro próximo.

s. Isso não concebe em nenhuma lógica em em nem no judaísmo, nem no espiritismo. Pode ser que no cristianismo alguém acredite, mas eu particularmente >> é não dá, não tem lógica. >> Vamos pro próximo. Emânuel também diz que Paulo não escreveu as cartas sozinho. Ele pede ajuda de Silas e outros. Pode ser esse o motivo para não atribuírem a Paulo a carta aos Hebreus que ele escreve só, né? Emanuel diz que ele escreveu só. Temos essa informação, não temos outras informações, né? Eu vejo às vezes as pessoas falarem: "O autor da carta aos Hebreus não diz que não é Paulo e também não diz quem é". >> É o estilo, né? a questão do estilo. Mas aí, como o Alvio bem colocou, a situação em que ele se encontrava, a questão emocional, a presença de Estevo e etc, etc. Ele ele ele não precisava padronizar nessa carta, né? Porque além de ser uma carta aos próprios judeus, né, os hebreus na época, ele ele tinha o objetivo de trazer a sua mensagem. O preâmbulo e o encerramento fazia muito pouca diferença na história. Faz muito para quem é teólogo, pesquisador dizer que o estilo é outro, que isso não foi ele. Mas como a gente sabe, como diz Jorito, ou ele escreveu, ou ele mandou escrever ou ele ditou para alguém. Então fica difícil da gente afirmar. Mas eu eu ainda hoje eu fico com Emel. >> Próxima. O estudo citado pelo professor Severino, o Evangelho R vivo, é necessário realizar o estudo na ordem ou pode ser realizado aleatoriamente, independentemente que ele está fazendo o estudo sobre o Evangelho de João. >> É porque você pode conversar, mas não é aconselhável, porque a gente colocou a ordem canônica, vamos dizer assim, né, das obras. É tanto que as apócrias ficaram para a última como fosse um um apêndice pela questão mesmo, né, como elas são colocadas. Mas é bom que você comece por Mateus, o volume um, que é o preâmbulo para preparar os os facilitadores e comece com Mateus, que é o mais longo, é o mais teológico, é o mais. Depois vem Marcos, Lucas e João, já seja o quatro, porque se bem você

ume um, que é o preâmbulo para preparar os os facilitadores e comece com Mateus, que é o mais longo, é o mais teológico, é o mais. Depois vem Marcos, Lucas e João, já seja o quatro, porque se bem você pode estudar João separado, mas a o o projeto foi feito para você fazer na ordem com que foi com que não está no Evangelho no na Bíblia, no Novo Testamento. E ter também estudar o volume um para saber como a tecnologia, a técnica, a forma como você deve estudar toda a obra. Eu faria só uma observação. Você estuda na sequência que é o melhor. Se você não [risadas] quiser estar na sequência, o volume zero você tem que estudar, que é para você não tomar o estudo sem ter estado a metodologia, >> para não correr o risco de se perder no labirinto dos pseudoconhecimentos, >> é >> de você se apropriar de uma vaidade intelectual, porque domina determinados saberes do campo do evangelho. Não é essa a proposta do evangelho rede vivo. Muito pelo contrário, o objetivo é exatamente quebrar essa possibilidade de nós ficarmos fixados nos aspectos puramente textuais e nos esquecermos daquilo que é o mais importante, que é a transformação moral. Então, eh, o ideal é na sequência. Se não vai fazer na sequência, um volume zero, que é o estudo, depois você pega os outros, Mateus, Marcos, Lucas e João. Mas esse é >> um >> essencial. E porque se você estudar o volume zero, como o Jor tá dizendo aí, que o nosso é o volume um, >> você não vai querer começar pro João, você vai querer realmente começar por Mateus. Verdade. Cosm Ferreira diz: "Me refiro não à carta aos Hebreus, mas às demais. Agora vai ficar difícil, Cosmo, que eu não sei qual é a fala que ele fez antes. >> Não, ele diz aqui, esse é Paulo Inter. É, é Paulo. >> Não, esse é Paulo >> é, ele disse que teria ditado as cartas, exceto a carta aos Hebreus. >> É uma possibilidade que ele, como ele tava junto, ele ter usado os outros para junto com ele fazer. Na carta aos Romanos, isso fica muito claro quando ele diz: "Este trecho, escrevo com a minha própria

uma possibilidade que ele, como ele tava junto, ele ter usado os outros para junto com ele fazer. Na carta aos Romanos, isso fica muito claro quando ele diz: "Este trecho, escrevo com a minha própria letra para que saibais que sou eu que estou escrevendo". >> Em letras maiores. >> Além de ser a própria, ele ainda escreveu em letras maiores. Então assim, você então é sinal de que ele se servia de outras pessoas para fazer os seus textos, que ele ditava, porque se não tivesse isso aí eu diria: "Não, ele escreveu sempre da própria mão dele". Mas tá aí ele dando um testemunho muito claro de que ele ditava as cartas e as pessoas com outro túnel escreviam as ideias que ele apresentava. Aqui temos uma a Fênix 435. É verdade a afirmação de que o ato dos apóstolos foi ditado por Paulo e escrito por Lucas? Não, não, não, não tem lógica não. Atos dos Apóstolos, inclusive Atos dos Apóstolos, Evangelho de Lucas, era um volume só depois que desmembraram. Então é o autor, todo mundo sabe que estuda teologia ou qualquer outra coisa sabe que essa obra é escrita por Lucas, companheiro de Paulo, mas não ditado por Paulo. >> É, mas ele ouvia o evangelho de Paulo e de Maria, né? que desou >> isso. >> E tem uma coisa também, eh, o, o Evangelho, o o ato dos Apóstolos, no livro Paulo e Estevão, tem uns momentos em que Paulo sugere a Lucas algumas coisas. Isso tem. Eles já estão na última viagem, eles estão no barco e as pessoas estão vindo para deixar ofer eh presentes, né? O Paulo tá viajando e as pessoas vão para para pros portos e entregam coisas para ele. Aí o Lucas começa a anotar que ele chegava nos porcos e as pessoas levavam coisas para ele. Aí o aí o Paulo diz: "Ó, pode parar. Não coloque nada disso no texto para que ninguém sirva na expectativa de receber alguma coisa pelo que faz. Coloque só as pedradas, coloca só os açoites, só a parte do sofrimento. Essa parte aqui do carinho das pessoas não coloca no texto não. E se você for em Atos dos Apóstolos, realmente de não fala, diz que ele parava nos portos e

oca só os açoites, só a parte do sofrimento. Essa parte aqui do carinho das pessoas não coloca no texto não. E se você for em Atos dos Apóstolos, realmente de não fala, diz que ele parava nos portos e que as pessoas iam, mas não diz que o que tá escrito no livro Paulo e Estevão, que elas levavam comida, levavam coisas >> para a continuidade da jornada. E tem uma coisa do livro de Atos que eu até hoje nunca entendi. Porque é que Paulo, que Lucas não narrou da captação de Paulo até hoje. >> Ele para antes. >> É só fala da prisão e que ele não foi preso por por acaso também, né? >> Excelente pergunta pro Chico, hein? >> É, eu até hoje sinto essa lacuna. Me dá vontade de terminar o livro de Atos e completar. >> Porque a gente sabe que ele seria um um narrador maravilhoso, que ele tava lá, ele por pouco não foi preso junto com Paulo, não é? E não narrar, porque ele não narrou. Ele deve ter tido n pessoas que disse a ele como foi, que levaram ele paraa Viapia, tudo aquilo que é mano conta, né? Só que quem termina o livro de Atos é Manuel. Sim, mas o livro, o livro de Atos também não fala da morte de Pedro. Não tem. >> É, realmente não. >> Não fala crucificação dele. >> Fala de Atos de Pedro, né? Fala de Atos de Pedro e Atos de Paulo, mas não fala da morte nem de um, nem de outro. >> Não, não tem. Como é que terminou a história de Pedro? Tá em aberto. >> É >> muito bem. Vamos lá. Temos uma última aqui da Selma que a gente pode falar um pouquinho sobre Baal. Baalc. Ba era um deus pagão, né? Muito >> início, >> não é? Muito seguido pela e condenado, né? Pelo pelo judaísmo. Sempre foi, porque o os judeus eram sempre eh eh como é que se diz? Defensor do monoteísmo, né? E quem mais? Quem mais lutou contra Baal foi Elias. >> Elias [limpando a garganta] foi lá que ele desafiou seu sacerdote lá no Monte Carmelo. E mesmo provando, como ele provou muito bem lá no com a a descida do fogo lá na no lautar, na cerimônia toda, mas ele ainda não ficou satisfeito, ainda mandou degolar todos

erdote lá no Monte Carmelo. E mesmo provando, como ele provou muito bem lá no com a a descida do fogo lá na no lautar, na cerimônia toda, mas ele ainda não ficou satisfeito, ainda mandou degolar todos eles para ele podia ter ficado quieto, né? Eu acho que isso aí foi que criou. Eu não vou chamar karma porque não é uma palavra da doutrina, mas criou um débito que ele como João Batista acabou sendo degolado. É, olha só, fazer umas contribuições seguinte sentido. Nós, o o Israel era uma nação só, era só o rei Davi havia unificado o reino de Israel numa única nação. Eram 12 tribos e o rei da eh tornou-os com os reis de Saul. vira um reino só, depois é uma divisão e tal, mas no período em que o reino se uniu, ele ficou como uma única nação. Depois de Saú, de David, Salomão, aí vem o filho de Salomão Boboão. O reino vai se dividir em dois. Vai ficar um pedaço de Israel no sul e um pedaço maior de Israel no norte. E ficam dois reinos independentes, o reino de Judá no sul e o reino de Israel assim chamado, ou o reino do norte para cima. Esse reino do norte tinha um rei no norte e o do sul tinha um rei no sul. Ficaram dois reis. Os re o reino de Israel foi dividido em dois pedaços. Um pedaço pequeno, pedaço grande >> é [limpando a garganta] no reino do norte, com a sequência da da sucessão dos reis, nós vamos ter um rei ali dentro que Acabe, o rei Acabe, ó o nome dele, Acabe. Então o rei Acabe, ele se casa com uma fenícia, com uma mulher >> que vem da fenícia. Então é um judeu casado com uma fenícia. É igual meu caso, eu judeu casado com uma fenícia que é a Sâmbia, que é libanesa. Então ela se casa com Acabe e vem morar em Israel. Só que como ela é fenícia e ela é rainha, ela traz a religião da fenícia para dentro de Israel. É aí que entra a o conto a Baal. Já havia um interesse [limpando a garganta] nas fronteiras de Israel, que o deus Baal fosse cultuado em terras judias. Só que a fé judaica não permitia que isso fosse assim. Quando a rainha Jezebel ou Jezabel, não faz Jezebel, quando ela vai reinar em

nteiras de Israel, que o deus Baal fosse cultuado em terras judias. Só que a fé judaica não permitia que isso fosse assim. Quando a rainha Jezebel ou Jezabel, não faz Jezebel, quando ela vai reinar em Israel, ela traz o culto, ela traz os sacerdotes, ela traz toda a liturgia de Baal. E aí você traz esse material e aí o reino do norte tomba nas mãos da religião de Baal. O reino do sul permanece ainda com Jerusalém e mais fiel às tradições eh judaicas de maneira mais exata. E o reino do norte se perde. Em no Líbano, se você for hoje ao Líbano, você vai encontrar umas ruínas de um templo chamado Baal Bec. Vocês podem pegar aí na internet, coloca templo de Baalbec. São ruínas de um templo gigantesco que tinha lá em homenagem a Baal. Tem uma pedra lá que tá assim no chão. O o se o Adriano não tiver dormindo, ele de repente pode até localizar essa pedra para nós aí. >> É uma pedra do templo de Balbec que ela é enorme, é uma pedra assim gigantesca. Eu vou chutar aqui, mas eu não tenho certeza. Parece que ela pesa 60.000 toneladas. Essa pedra tava ninguém sabe como é que esse negócio foi esculpido, ninguém sabe como é que foi feito. Ela tá no chão, ela tá inclinada assim. E a as colunas do templo são uma coisa colossal esse templo. Então ele era muito cultuado. Ele era um Deus muito poderoso na Fenícia. Ele não era um deusinho meia boca, não. Ele era uma referência da de poder. Tanto que Jezebel traz o culto do deus Baal para cá. Israel absorve e aquilo se torna, de certa maneira bastante, digamos assim, aceito dentro da cultura do povo local. É quando aparece Elias, que ninguém sabe de onde veio, mas ele é ele é chamado de Tesbita. >> É, o Tesbitava nas montanhas de Gileade. Ali Gileado não é na onde hoje é a Jordânia. >> É, >> ele vem de fora de Israel. É, é do lado leste do Jordão. >> É, ele vem de fora e dali ele aparece. Ele já aparece adulto. Ninguém sabe quem é seu pai, ninguém sabe quem é sua mãe, ninguém sabe nada dele. É, >> ele aparece adulto. Curiosamente, ele se

ordão. >> É, ele vem de fora e dali ele aparece. Ele já aparece adulto. Ninguém sabe quem é seu pai, ninguém sabe quem é sua mãe, ninguém sabe nada dele. É, >> ele aparece adulto. Curiosamente, ele se veste com pele de carneiro, de camelo, com cinto amarrado na cintura, vive no deserto, é um homem muito austero, uma personalidade muito parecida com João Batista. E ele então aparece, faz aquele desafio que nós conhecemos muito bem, desafios profetas de Baal. E os profetas de Baal teriam que acender uma fogueira, não conseguem. E aí, segundo o texto de Reis, ele pega um três baldes de água e joga a água no na fogueira e a fogueira pega fogo. Eu acho que ele tava com três baldes de água. E aí ele joga, porque até a água pega fogo. Aí ele joga, ele joga aquela água na oferta e pega umas pedrinhas. Ele pega umas pedrinhas, diz: "Senhor, acende aí o negócio pega fogo e consome a ferta, consome a lenha, consome tudo e até a água que foi jogada, >> essa água se converte também. Olha isso. É o templo de Baalbeck. Olha como ele é gigantesco. Ó o tamanho das pessoas. Vocês conseguem ver as pessoas bem miudinhas do lado da coluna? >> Imenso. Imenso. >> Ele é gigantesco. Agora, cadê a pedra? >> É maior do que a pedra do muro de de de de >> Ele vai mostrar a pedra >> do muro ocidental. Aquela que tem 13 m de de tamanho. Vai mostrar a pedra aí. Ele acho que ele dormiu de novo, mas quando ele acordar o [risadas] >> ele traz a pedra, >> ele vai mostrar a pedra. A pedra tá fora do templo. Ela tá aqui do lado de fora e tem umas pessoas nas fotos sentad em cima da pedra. Pedra é enorme, mas tudo bem. Então ocorre esse desafio. A as os profetas de Baal, que eram 450 perdem. E aí o povo tava tudo assistindo o desafio. O povo cerca, os profetas, eles são mortos. E ele havia dito que Jezebel seria comida pelos cães. E ela é ela é jogada lá em cima cá lá da torre do palácio e os cães comem ela lá embaixo, corpo dela. E a partir do momento em que eh Elias vence esse desafio com os profetas de Baal, culto

elos cães. E ela é ela é jogada lá em cima cá lá da torre do palácio e os cães comem ela lá embaixo, corpo dela. E a partir do momento em que eh Elias vence esse desafio com os profetas de Baal, culto Baal diminui porque Zé Jabel havia morrido, não tinha quem mais eh defendesse essa questão. Então, o Deus de Israel acaba se tornando eh mais relevante. E o Adriano não conseguiu achar a pedra de Balbec. Eu vou ver se eu localizo aqui. Pedra. Pedra. Templo. Alberg. Poxa, vocês estão me ouvindo? Não, >> eu já achei a pedra. Puxa a vida. Na primeira batida eu achei a pedra. Queria que tivesse gente em cima. J >> Oi, >> Jorginho. A questão não é encontrar, é copiar pra área de trabalho aqui e compartilhar. >> Não, é, é. Você manda abrir em outra, em outra, clica da direita assim, abrir em outra guia. Aí você abre. Eu vou fazer isso aqui. Você pega a imagem e você diz abrir em outra, abrirem nova guia. >> Vocês estão me ouvindo ou não? >> Estamos, >> mas eu >> abri em nova guia. Abri. Agora eu vou compartilhar a imagem, tá bom? >> Sumi, sumi da tela. Ô, meu Deus. >> Vou tentar compartilhar a imagem agora. Pera lá. A tela do arquivo de imagem. Compartilhar a tela. Pedra de [limpando a garganta] templo de Balbec. Não. Eh, essa daqui é esta aqui. Pronto. Eh, compartilha aí essa imagem que eu coloquei aí. Vê se dá. Joga para nós. Essa não sei se tá dando para para todo mundo ver. Esse é o tamanho aqui é uma do ladinho aqui é uma pessoa, tá? [risadas] Isso aqui é uma pessoa. Essa sombrazinha que aparece aqui. >> Esta é uma das pedras do templo de Balbec. >> Eu acho que é maior do que a do muro ocidental, aquela grande de 13 m. >> Eu acho que sim, porque ó o tamanho dela, como ela é retangular demais. As pedras do templo elas não são tão retangulares assim. >> É, mas essa que eu vi lá dentro da do túnel, >> hein? >> Mas é menor que essa, professor, >> hein? >> É menor que essa. >> É menor. >> É menor. Ó o tamanho dessa pessoa. Essa pedra tem 50 m. >> Exatamente. >> A de lá do do tempo são 13 m, né? Né? Lá

ein? >> Mas é menor que essa, professor, >> hein? >> É menor que essa. >> É menor. >> É menor. Ó o tamanho dessa pessoa. Essa pedra tem 50 m. >> Exatamente. >> A de lá do do tempo são 13 m, né? Né? Lá debaixo do túnel. Brincadeira. Olha, gente. >> Nossa, é grande mesmo. É, tá aqui >> o o chama o o monolito de Baalbek. Ele pesa 1650 toneladas. >> Tá bom para trazer como lembrança, né? Botar no bolo. >> É dentro da malaveirinho, né, professor? Hein? >> Chaveirinho. >> É, ela tem, ela tem 21 m de comprimento, >> quatro de eh quase cinco de largura e 4 m de altura. 21 por 4 por5. É o tamanho dela. >> É, então, professor, não é tão menor a outra lá, não >> é? Não é grande. É de lá do do do túnel. Túnel do rabino. Tú do rabino. Rabinho >> lá do muro ocidental. É, são 13 m de comprimento. Eu acho que é por dois de altura. É imensa pedra também. >> É. Muito bem. Então, e eh viveu acho que é 700 anos antes de Jesus, não é? É mais ou menos 750 anos. Mais ou menos. Professor tá sem câmera. >> Tô sem câmera. Eu não deve ter fechado. Aqui em cima tem um controle que fecha a câmera e aí passa a mão pra direita, abre. >> Não, não fechei nada. Não mexi em nada. Ela apagou sozinha minha câmera. Eu vou sair e entrar >> pra gente abrir a torar que já são 11:30, viu? 23 e 25. >> Hum. Eu vou sair todo mundo, viu? >> É, eu vou sair e vou e vou voltar, >> tá bom? vai voltar a fazer a prece. >> Então, Álvaro, aí depois que tem essa a questão aí do Elias, aí o culto ao deus Baal diminui, né, e acaba não tendo mais a força que teve antes dentro de Israel. Agora, o interessante é que 700 anos depois, Elias reencarna como João Batista e diante de tantos espíritos evoluídíssimos encarnados, tal qual Estevão, Abigayum, tal qual Maria, Elisva, Isabel, >> Aquía, >> Aquía, dos nascidos de mulher, Elias, João, maior, ou seja, 700 anos, 750 anos depois, ele é o espírito encarnado mais elevado, ao menos daquela narrativa o queissá. Olha que coisa interessante, porque 700 anos antes, quando você vê esse episódio, dá a impressão que ele

750 anos depois, ele é o espírito encarnado mais elevado, ao menos daquela narrativa o queissá. Olha que coisa interessante, porque 700 anos antes, quando você vê esse episódio, dá a impressão que ele ainda é um espírito bárbaro. >> Bárbaro. Mas é, eu entendo Elará, não com pureza, mas que o texto no seu simbolismo já tá está tratando da vitória espiritual, porque senão não teria como Elias ter em s dos anos alcançado uma elevação maior que Maria, por exemplo. >> Sim, mas é dos nascidos de mulher, né? É dos nascidos de mulher. Então, mas do dos encarnados, né? >> Não sei. Algumas pessoas consideram que os nascidos de mulher não seria a totalidade do planeta, seriam aqueles que estavam ligados à história da Terra. >> Eu eu eu acredito que os nascidos de mulher, Jesus está se referindo aos judeus, porque o que dá nacionalidade judaica é a mulher. >> Sim. Aí você, aí você colocou Maria no bolo. >> Aí botou Maria. Eu eu não sei. Eu penso que >> nascido de mulher. Dos nascidos de mulher. Que eu tô falando dos homens nascidos de mulher, não das mulheres. >> Não >> sei. >> Eu entendo assim. >> É atismo aqui tá da minha parte. Não, eu eu eu dos homens nascidos de mulher dos homens que são >> homens e mulheres nascid >> o maior foi João entre os judeus. >> Entre os judeus homens, o maior foi João. >> Então já tá maior que que Estev. >> É difícil. >> É, eu não vou discutir tamanho não, que eu ten só tenho 1,30 m. pessoa não. Mas você entendeu, professor, que em 700 anos, 750, 800 anos, o texto trata, desculpa, de maneira muito muito simbólica, que é o natural e o óbvio, né, do ponto de vista de 4 anos de estudo de Moisés a Kardec é sempre simbólico, porque Elias não encarna e dos de mulher é maior. >> É, eu não posso imaginar que João Batista seja maior do que, maior do que Maria, maior do que eh outros que eram contemporâneos dele, maior do que Simeão. >> E ele tá falando de quem na visão de vocês? João, João >> não, ele tá falando >> ele tá falando de de João. João é do sexo masculino, né?

h outros que eram contemporâneos dele, maior do que Simeão. >> E ele tá falando de quem na visão de vocês? João, João >> não, ele tá falando >> ele tá falando de de João. João é do sexo masculino, né? >> Sim. >> Tá falando dos dos homens judeus nascidos de mulher, porque quem dá nacionalidade é a mulher. Para o judeu, para o judaísmo, ninguém foi maior do que João. >> Tá aí. Se o senhor considerar assim, eu vou considerar que o senhor tá certo, só para achar que Maria não tá no bolo. Não >> tá não. Porque eu nunca discuto espírito. Tô escutando ser encarnado entre os espíritos do planeta Terra. Depois de Jesus eu vejo Maria. >> Sim. >> Eu tenho eu tenho um uns amigos que são espíritas inclusive que dizem o seguinte, olha que dizem, né? Isso aqui, gente, assim, olha, eu acho que o verdadeiro, o verdadeiro governador do planeta é Maria e Jesus é o gerente para ela. Algumas pessoas colocam Maria de uma condição até mais. Não, mas aí a gente aí tá aí é muito tópico porque a gente tem argumento para dizer que Jesus é o maior que o próprio espada é clar >> Maria não essa >> questão 625 né >> eu não sei se eu tô acho que eu tô confundindo ele é o governador e ela é o gerente. Acho que é isso. >> É isso aí. >> Aí tá aí cai aí bate. >> É ele é o governador. >> Eu acho que Maria encarnou antes como uma das matriarcas do povo de Israel. Se for, ela é Raquel. >> Eu também acho. >> Por que que ela é Raquel? Porque a mesma representação >> arquétipica que nós temos de Maria no cristianismo, nós temos de Raquel >> no judaísmo. A protetora, a intercessora é Raquel. A gente percebe que existe um um uma seleção. Quando essa seleção vai a campo, quando a gente tem Copa do Mundo, é a mesma seleção que vai a campo. Então assim, quando o o no Antigo Testamento a gente percebe Estevão, Isaías, Jonas, etc. E todos esses reencarnam próximo a Jesus ou construindo a história do cristianismo. Todos sem exceção. Paulo não tem afinidade fluídica para encontrar com Jesus e ver porque perseguia. Paulo tem afinidade de outros

reencarnam próximo a Jesus ou construindo a história do cristianismo. Todos sem exceção. Paulo não tem afinidade fluídica para encontrar com Jesus e ver porque perseguia. Paulo tem afinidade de outros momentos. Ele ele se ele se perde na própria rebeldia do espírito. Então, Raquel, ao exemplo Raquel, ou um Isaías, eh, com a docilidade e a compreensão desse espírito que a gente enxerga ali ao entorno em quais personagens? Um Estevan >> Jesiel. Para mim, a personalidade Isaías é Jesiel. >> Para mim também. Paulo para mim seria para mim não estamos dizendo que é, né? Estamos discutindo personalidade para entender com mais profundidade o texto bíblico. Para mim é Jonas. Agora, quando você >> vê um Jeremias, quem sabe um Simão Pedro ou um Ezequiel? >> Jeremias. É >> um Jeremias. Ezequiel. Eu acho que um Jeremias. Mas assim, isso daqui >> Daniel João. >> Daniel João, sem sombra de dúvidas. Então a gente percebe que o time volta a campo. O time volta a campo. E o que o que naquele livro, né, naqueles manuscritos de Kardec publicado, que o movimento espírita a gente nem prestou atenção. Eu falei e falo em tantas são os são os textos pessoais de Kardecam que ele é a própria encarnação de Elias e de Ju. >> Mas aí, >> mas aí eu vou dizer o seguinte. Cadê a universalidade dos ensinos? Então eu pego, ponho na prateleira e aguardo. >> Não, mas ali a universalidade tá descrita no documento, porque quando ele pergunta, ele fala: "É o que muitas vezes ouvi de tantos espíritos". Ele passa pela universalidade das informações. Isso que tá no, isso que tá na nas anotações e não é um documento, são muitos espíritos. É o mesmo critério. >> É, eu me confundi. Jesus é o governador, Maria é o CEO. Essa aqui é >> agora e e mais diz sobre Platão, que realmente apenas um espírito como Platão poderia escrever o livro dos espíritos, trazer os questionamentos à altura do livro dos espíritos. É, é, >> é porque ele é colocado como um dos precursores, né, do cristianismo. >> Vale a pena ela, leia, pegue os

ever o livro dos espíritos, trazer os questionamentos à altura do livro dos espíritos. É, é, >> é porque ele é colocado como um dos precursores, né, do cristianismo. >> Vale a pena ela, leia, pegue os documentos, tem muitos documentos já publicados pela Universidade de Juiz de Fora. é um patrimônio dos espíritas, é uma oportunidade da gente eh pescar nuances através de informações que foram dadas para serem guardadas e reveladas lá na frente para nós. Para mim suficiente para mim para ressignificar o meu entendimento de espiritismo. O meu entendimento de espiritismo é completamente diferente do dia que eu peguei esse texto. esses pergaminhos na minha, [limpando a garganta] >> eu sou eu sou muito desconfiado das coisas. Eu pego um texto desse, a primeira pergunta que eu vou fazer, quem garante que o que tá aqui é o que realmente foi escrito? Porque na medida em que você traz um texto que tem polemicidade, eu já começo a desconfiar que existe dentro dele interesse pessoal em promoção pessoal. Aí eu já começo a olhar com estranheza. Eu preciso ter primeiro certeza de que o texto é legitimamente o texto que se encontrou lá. Depois tem a questão da universalidade dos ensinos. Se uma coisa não tiver universalidade, eu olho com uma certa estranheza. Só tem uma pessoa falando isso. Isso é uma revelação. É isso falar. Eu tô dizendo. Kardec escreve de próprio punho. E assim ela, você pode até te dizer dizer isso, mas eu vou te dizer. >> Hum. O espiritismo se dobra ciência e isso, isso sendo documento e sendo parte do espo de Canuto Abreu mesmo, do espóo pessoal de Kardec, você pode falar: "Eu não quero acreditar", mas aí vai ser uma opinião pessoal. >> É, você quer ver, por exemplo, eu já vi textos escritos dizendo que aon é a mesma Célia. É, já li >> que ela reencarnou. E quando você olha, existe um encaixe bastante interessante em vários personagens. Fulano aí, ah, é verdade. Personalidade bate, ah, é verdade, vai batendo, mas tem um personagem que não bate, no meu entendimento, que é a figura de Ciro do

astante interessante em vários personagens. Fulano aí, ah, é verdade. Personalidade bate, ah, é verdade, vai batendo, mas tem um personagem que não bate, no meu entendimento, que é a figura de Ciro do livro 50 anos depois, que é uma um rapaz incrível. Ele de ser o o Carlos do livro Renúncia. Eu ódio. Não, não bate para mim. >> Eu não enxergo porque o Ciro já tá despertando a consciência. >> Ah, para mim o Ciro tá bem mais na frente. O Carlos tá muito >> então essa dificuldade, mas quando eu olho sé e olha corda, >> sabe? Eu olho sé, olho. Essa faz sentido. Essa faz sentido. Eu sinto que é possível encontrar a conexão, >> mas não. Então eu pego esses textos e guardo. >> Agora >> espero que eu consiga ter maturidade para entender. >> Se debruce sobre os textos, porque não é um texto publicado por uma pessoa. Esses textos estiveram com Oceano Vieira, esses textos tiveram com Canuto Abreu, esses textos passaram por algumas pessoas e o próprio livro são 11 pesquisadores. E o que tá sendo publicado pela Universidade lá de Juiz de Fora é pelo NUPS também. É um grupo de pesquisadores. É acadêmico o negócio, não é? Não é assim. Agora sim, eu vou dizer, tira o vai tirar os espíritas do da do conforto, >> vai tirar. E por isso muita gente vai bater. Eu respeito quem bater e até se você discordar eu respeito para você, o professor, quem quer que seja, eu respeito. Mas assim, eu já sabia disso há mais tempo, porque eu tenho amigos que tiraram fotos desses textos a quando realizando pesquisa e me contaram em segredo. Eu tenho dois amigos que fizeram isso, mas eu vou falar, não ferem nada a doutrina. E essa questão está escrita lá. Foi o que ouvi por diversas vezes. Não é por curiosidade, mas é para entender a dimensão da obra. >> É, eu tô eu tô falando sem conhecer, tá? Tô falando sem conhecer. >> Olha, tem uma, tem uma cita aí que o Al faz que eu respeito demais, que é o Canuto de Abreu. Os trabalhos de Canuto de Abreu são muito respeitáveis. É, e ele é muito ele. >> Esse ano, esse ano é respeitado.

tem uma, tem uma cita aí que o Al faz que eu respeito demais, que é o Canuto de Abreu. Os trabalhos de Canuto de Abreu são muito respeitáveis. É, e ele é muito ele. >> Esse ano, esse ano é respeitado. >> Exato.É, esse ano é respeitado. >> Mas eu tô falando porque eu conheço um pouco mais o trabalho de Canuto de Abreu, né? >> E eu tive contato com isso e só sei porque vieram alguns diretores da FEAL aqui no centro e eu falei e eu questionei por esses documentos não são publicados? Isso precisa ser publicado. Eu questionei, isso é um patrimônio dos espíritas, é o é o é o espóo de Kardec. É o que é o que não foi destruído. E sabe por que ela vai vai >> hum >> vai tirar muita gente de conforto? Você vai entender que, por exemplo, fala que o corpo fluídico de Maria, quer dizer, de que perdão, que a virgindade de Maria, Kardec escreve a respeito sobre nesses e fala que não não tem como ela seguir por esse caminho, >> concebido sem ser de forma natural. >> Essas questões são tiradas de pauta, então vai incomodar muita gente que, por exemplo, se debruça sobre os quatro evangelhos. e coloca como texto de cabeceira. Então assim, por essa razão o texto em si, >> qual evangélico você tá falando >> de Rustã. >> Rustã, >> sim. >> Então vai vai mexer com muita gente. Agora assim, eu não tenho intuito de atacar ninguém, dizer nada. Só tenho o intuito de dizer se é documento original, se tem a verdade e se tira a gente do da zona de conforto e me tirou e tem me tirado todos os >> D uma olhada. Eu vou dar uma olhada. >> Olha, >> mas eu eu quero eu quero dar os meus parabéns a vocês dois, porque hoje nós conseguimos nem abrir o CFER. Parabéns. >> Desse jeito. >> Eu tô, ele tá aberto aqui, ó. O meu tá aberto desde o começo. Capítulo 24. >> Meu também. A minha mãe foi trazer para mim. Pegue, meu filho. >> Abri abriu, né, professor? Abri, abri. Só não consegui ler. Só, só não nos deixaram ler. Mas eu abri. >> Ol possível. É o fim do mundo. Um trem desse mundo. >> Pois é. [limpando a garganta] Então a

>> Abri abriu, né, professor? Abri, abri. Só não consegui ler. Só, só não nos deixaram ler. Mas eu abri. >> Ol possível. É o fim do mundo. Um trem desse mundo. >> Pois é. [limpando a garganta] Então a gente vai deixar o capítulo 24 para a próxima quinzena, não é? Eu queria justificar eh o que diz meu amigo Raul, professor Raul José Teixeira, José Raul Teixeira, aliás, quando ele diz assim: "Eu não respondo nada agora. Se me perguntarem, eu respondo. Então, perguntaram, a gente teve que responder, né, Jorginho? Começamos e fomos e fomos e fomos e >> não, mas é, mas é importante, essas coisas também são importantes porque faz parte nosso estudo. A gente não >> eu acho muito importante. É, >> acho muito importante isso. E de certa maneira a gente vai decedentando as pessoas daquilo que são as curiosidades, porque nós temos que trabalhar não só a literalidade do texto, mas o entorno da cultura judaica. Então, hoje a gente pode um texto da na Torá, >> mas o que a gente conversou aqui foi cultura judaica. A gente não falou da da Torá, mas falou dos apócrifos, não é? >> Falamos dos apócrifos, falamos do Evangelho Rede Vivo, falamos sobre Elias. >> Isso foi muito rico. Eu achei que foi muito rico. >> É, falamos informações valiosíssimas. Informações valiosíssimas. >> Não, a questão é, nós estamos aqui como instrumento de estudo, né? Espiritualidade vai usando como a gente se dispõe, né? É, é isso aí. >> Bom, então acho que a gente eh eh chegou já tá passamos da hora aqui. Professor Segino tem que dormir, já tá tarde para ele. >> Não, daqui a pouco já é amanhã, né? E a minha preocupação [risadas] é essa. >> Para frente é cada vez mais cedo, gente. >> Ó, próximo programa, dia 7 de abril, tá? Já agendem aí. Dia 7 de abril. Abril. de acompanhar, estudar antes, né? Deuteronômio, capítulo 24. >> Eu nem recomendo que leia, que >> eu não sei se vai abrir, né? [risadas] >> É porque é porque a gente fica conversando, esperando o Álvaro chegar e aí a coisa embala quando vê, porque quando o Adriano falou, tinham três

e leia, que >> eu não sei se vai abrir, né? [risadas] >> É porque é porque a gente fica conversando, esperando o Álvaro chegar e aí a coisa embala quando vê, porque quando o Adriano falou, tinham três perguntas, não tenho três perguntas aqui, tá? Vamos tocar essas três enquanto o Álvaro chega. Acabou. >> O Al chegou na primeira e saiu na última sem abrir a Torá, sem abrir o >> É o ele é o culpado. Então, >> culpa de Álvaro Morenha. >> Agora, agora veja bem, Jorgito chegou citando que nós íamos abrir o capítulo 25 do Deuteronómio. >> Pô, eu eu me preparei pro 25. Achei que a gente tinha pegado 24. >> A gente não começou nem o 24. Não começou. Terminamos o 23. Só isso. >> Meu Deus. Mas olha a minha camisa. Olha só que camisa espetacular. [risadas] Inveja é uma coisa que eu já tô superando. Eu eu sofro calado, viu? Viu, Jorget? Eu eu sofro a minha inveja calado. Eu não eu não exteriorizo não. Mas não tem problema não. Deus tá vendo. >> Me ruendo. Fica se ruendo. >> E nós não estamos nessa prateleira, viu, professor? Porque eu também, aliás, eu tô na eu tô 5 at nem camiseta eu tenho. Você tá fora do armário. Eu tô numa prateleira, ele tá na outra. Mas você tá fora do armário, >> tá no sexto. [risadas] >> Quem vai fazer a prece? Quem vai fazer? >> Responsabilidade do Jorgito se ele mesmo vai fazer ou vaiar. >> Posso, posso fazer? Posso fazer? Vamos orar então gente poder terminar. Vamos. Senhor das nossas vidas, protege os nossos corações para que todas essas luzes que depositas ao redor dos nossos passos, nós saibamos aproveitá-las para iluminar não somente o nosso caminho, mas fundamentalmente os nossos corações. Não permite, Senhor, que nos percamos à margem do caminho, na crença de que o saber intelectual será suficiente para nos aproximar de ti. Deixa com que nos banios verdadeiramente do propósito da mudança. Deixa com que os nossos corações se inundem da tua presença e que todos os saberes que tu nos ajudas a nos aproximar deles possam verdadeiramente transformar os nossos dias,

e do propósito da mudança. Deixa com que os nossos corações se inundem da tua presença e que todos os saberes que tu nos ajudas a nos aproximar deles possam verdadeiramente transformar os nossos dias, modificar as nossas disposições mais profundas e fazer com que as nossas histórias de vida sejam verdadeiramente diferentes. Porque nós encontramos a tua lei, que ela mude a bússola das nossas, a agulha das nossas bússolas, que ela altere as caminhadas que estamos fazendo, oportunizando a nós a maravilhosa chance de sentirmos a graça da tua presença sobre as nossas vidas. Que o teu amor, Senhor, esteja em nós e que a tua misericórdia cubra os nossos dias com a tua graça infinita. Estejas conosco e nos guarda hoje sempre. >> Que assim seja, meu irmão. >> Que assim seja. Graças a Deus, pessoal. Então, próximo programa dia 7 de abril, tá? Então, já agende aí, por favor, 7 de abril e vamos encerrando. Al, alguém tem mais algum recadinho final ou já podemos finalizar? >> Finalizando, >> finalizando sim para nós >> finalizando. Então, eh, mandar um grande beijo nos corações de todos vocês que estiveram conosco, tanto vocês que se manifestaram através do chat, quanto vocês que só somente acompanharam, que assistiram, né, ouviram o programa. Muito obrigado. Nós lemos todas as mensagens, todas as manifestações de carinho. Isso aí no nos dá muita alegria, muita felicidade. Estejam sempre conosco. Fica esse pedido aí para que vocês continuem acompanhando essa série de estudos de Moisés da Kardec, sexta temporada, tá bom? Então, continuidade no dia 7 de abril para quem gosta de acompanhar o estudo aí Deuteronômio, capítulo 24, tá bom? Você que gosta de ler antecipadamente para >> ler todo, hein? E tomara que a gente, tomara que os meninos consigam abrir [risadas] no próximo, no próximo, aliás, abrir abriu. Tomara que consiga iniciar. >> Vamos trabalhar pra gente conseguir ler, >> pessoal. Então é isso, tá bom? Eh, esse trabalho é feito com muito carinho, tá? Para vocês, por vocês. Beijo nos

abrir abriu. Tomara que consiga iniciar. >> Vamos trabalhar pra gente conseguir ler, >> pessoal. Então é isso, tá bom? Eh, esse trabalho é feito com muito carinho, tá? Para vocês, por vocês. Beijo nos corações, meninos. Beijos nos corações. Fiquem com Deus. Beijo >> para vocês, gente. >> E até a próxima, então, até o dia 7 de abril. se Deus assim permitir. Tá bom? >> Tchau. Tchau, pessoal.

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