De Moisés a Kardec - 6ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino
Série de estudos De Moisés a Kardec em sua sexta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚
เฮ Olá, olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live da série de Moisés a Kardec, sexta temporada. Deixa eu já trazer aqui pro nosso palco professor Severino Celestino Jorgito Elará. Boa noite, Jorgito Elará, boa noite, professor Severino. >> Pronto. Pronto. >> Professor Severino Celestino, tem prerrogativas, por favor. Boa noite, Adriano. Boa noite, querido Jorgi Telará. Cada dia mais a gente vai sentindo próximo, mais acolhido, mais unidos. Agora até a Samia está no nosso grupo lá na FEB com o trabalho dos apócrifos e é uma alegria muito grande para mim. Boa noite, queridos internautas. Estamos aqui felizes, mas muito felizes de poder estudar com vocês e merecer esse carinho, essa atenção, essa audiência, essa presença tão importante para que a gente cada vez mais tenha consciência do que representa esse trabalho para vocês, para nós e para aquele que nos assistirá. Meu abraço fraterno, querido Jorgito Elará. A palavra é sua, meu irmão. >> Ah, muito obrigado. Boa noite, professor Severino Celestino, o homem objeto da primeira pergunta que farei após a morte. É a primeira pergunta. Quando eu abrir meu olho do outro lado da vida, eu perguntarei como cabia tanta coisa na cabeça do professor Severino. Essa é a primeira pergunta. E a segunda é: Quem foi Ciro? Essa é a segunda pergunta. Me falem quem é esse cara. Essas são as duas perguntas que eu vou fazer para começar do lado de lá. Depois eles fazem comigo, eles fazem, façam comigo o que quiserem. Mais uma boa noite para você, meu querido Adriano. E boa noite para todo mundo que está aqui no nosso chat do Brasil, de fora do Brasil. Sejamos todos muito bem-vindos a mais um episódio. Mas antes de você falar, eu quero fazer uma pergunta. Eu tô pálido para vocês? Eu tô pálido, não tô? Tô sem cor ou tá colorido? Tá colorido. Tá colorido. >> Eu tô me achando tão, >> Eu acho que é você. Você tá com pouca luz? Não, >> não sei. Não sei. Eu tô achando assim que eu tô meio descoisado. Isso aqui aparece roxo para vocês. Parece, né?
colorido. >> Eu tô me achando tão, >> Eu acho que é você. Você tá com pouca luz? Não, >> não sei. Não sei. Eu tô achando assim que eu tô meio descoisado. Isso aqui aparece roxo para vocês. Parece, né? >> Roxo. Roxo, né? A cor do a cor do seu liv tá meia desbotadinha mesmo. >> Tá. Tá, eu acho que a minha câmera tá meio descoisada. Deixaar, >> hein, Jorginho? Mas a sua primeira pergunta para a primeira pergunta que você eh fará me lembrou a passagem da escolinha do professor Raimundo. Você acredita? É >> daquele daquele personagem que era feito pelo eh aquele seu seu como era seu Balho era que era o o Lúcio Mauro. Ah, era o Ah, esqueci o nome. >> Era o Gus Mauro que que que ele fazia pergunta e ele dizia assim: "Esta cabecinha, aquele joelhinho". A resposta dele não é. >> Vocês estão percebendo aí, gente, que a internet hoje não está? Minha blusa é cor- deosa. Minha blusa é cor- deosa. >> É, mas não tá parecendo. Tua blusa tá parecendo que é um creme, uma coisa assim. Mas a minha rosa também. >> Sabe como é que diria isso na Amazônia? A minha imagem. Eu tô panema. Panema é quando a pessoa tá assim pálido, desbotado, sem cor. Mas eu acho que as suas câmeras que estão sem alimentação, elas >> Meu Deus, eu tô tão triste. Eu vou tentar, vamos conversando. Eu vou tentar ver, se Deus me permite. Eu vou tentar ver se eu dou uma corr aqui nisso. Vamos ver >> aí. Alguém tá colocou aqui, Ângela Israel. Jorge, sua camisa nem tem cor. É isso. É o É, é a Gigi. É a Gigi. Puxa a vida. >> São José dos Campos. Ela já está acinzentado. >> Meu Deus. >> Eh, >> opa, eu achei aqui brilho, contraste, saturação, temperatura, exposição, realce, vivacidade, nitidez. Tem tanta coisa aqui. Redefinir tudo. Gru. Não tô nada. Eu vou ver se a câmera lá dentro. Vamos ver se melhora. Melhorou. Melhorou. >> Mel. Parece que melhorou um pouquinho. >> Melhorou um pouquinho, sim. Melhorou. um pouquinho. >> Deixa eu mandar um abraço aqui pra Marisa e pra Salete. Beijos para vocês. Rio de Janeiro, tem muita gente aqui boa.
ue melhorou um pouquinho. >> Melhorou um pouquinho, sim. Melhorou. um pouquinho. >> Deixa eu mandar um abraço aqui pra Marisa e pra Salete. Beijos para vocês. Rio de Janeiro, tem muita gente aqui boa. Silvia do Rio de Janeiro. Eh, eh, Silvia, Silvia Silva, >> a Ângela tá lembrando aqui o personagem do Lúcio Mauro aí que a gente >> é Dr. Gemar Vigário. Exatamente. Era o personagem do >> Obrigado, Ângelo. Isso mesmo. Que ele dizia assim com aquele aquela cabecinha aí, o professor que era aquele cabeção do Ceará, né, que ele tinha o prece. Vamos fazer a nossa prece de abertura. >> Vamos. Vamos fazer a nossa prece de abertura. Eh, quem ficará com a incumbência? >> Eu faço a prece abertura e o Álvaro vai fazer a prece final como punição por não ter chegado ainda, né? Não é, Jor? Por não ter chegado. Exatamente. Então, vamos orar. Senhor, nós te agradecemos a honra de estarmos hoje reunidos em Teu nome, de estarmos hoje buscando as tuas verdades espirituais, de termos o nosso coração voltado para entender a tua lei a fim de vivê-la, e a descoberta do amor como regra maior para nossa conduta. Obrigado, Senhor, por isso e que o Teu amor abençoe o nosso estudo da noite de hoje. Que assim seja, pessoal. Minha internet está oscilando absurdamente, então ficarei mais fora da da telinha, ficar na retaguarda mesmo, auxiliando aí com as perguntas, tá bom? Aí, ó, travou novamente. >> Olha aqui, Jorge. Uma pessoa disse assim: "Joelma Xavier, você é bom de qualquer jeito." Ela, tá vendo? >> Não se preocupe com a casca. >> Meu Deus, eu tô aqui tentando abrir a configuração dessa câmera para descobrir. >> Eu concordo com com a Joelma. Acho que >> Boa noite, Lúcia. Estados Unidos, Orlando. Você tá morando mal, viu, Lúcia? >> Tá, >> tá morando mal. >> E a E a e a E e a Celminha já apareceu por aí? >> Celminha ainda não. Mandar um abraço aqui para Dolores também, ó. Bacana demais. >> Mário, Mário José Arã. >> Maria José Maria José Arantes. >> É beirio, né? Beigo. >> Isso. Beigo >> da terra do Chico.
elminha ainda não. Mandar um abraço aqui para Dolores também, ó. Bacana demais. >> Mário, Mário José Arã. >> Maria José Maria José Arantes. >> É beirio, né? Beigo. >> Isso. Beigo >> da terra do Chico. >> Uberaba. Uberaba. Isso aí. Ó. >> Minha camisa agora ficou rosa. >> Que isso? Agora o homem ficou colorido. >> Agora você é você total. Agora eu fiquei até com medo de mim porque eu eu >> até medo me deu >> agora você tá coragem mais pros meu pro meu gosto. >> Ficarei ficarei nos bastidores. Então tá >> táando muito minha internet aqui para mim toda hora eu tô travando aqui. >> Não, >> agora sim. >> Não durma. >> Agora fiquei até vermelho demais. Vou até diminuir que eu tô >> E se você quiser dormir, durma agora. Não ronque alto para não atrapalhar o estudo da gente. >> É baixa, desliga o som para poder dormir em paz. Tá bom. >> Vocês são muito engraçadinhos. Ó, bem, como como nós temos feito eh nas lives anteriores, antes do nosso amado Álvaro chegar, nós nos colocamos em condição de atender possíveis perguntas, questionamentos que existam, até que a gente consiga eh ter a chegada do Álvaro aqui para nos ajudar nessa questão. Então está aberto aí para nós. Vamos lá. Quem tem algum tipo de questionamento, dúvidas sobre essas nossas questões mais focadas nesses aspectos mais religiosos, eis o momento ideal pra gente trabalhar essas questões. Tá bom? E vamos aguardar um pouco. E se não aparecer a gente abre o rolo até a >> Isso. Se exatamente se não tiver, a gente vai dar prosseguimento aos nossos estudos, tá bom? >> Que hoje o nosso capítulo é o 24, não é isso? >> Exatamente. É o capítulo 24. Muito bom. >> Que aliás é um tema muitíssimo bom. que que fala do >> agora agora eu tô satisfeito. Olha, a Maria José Arante tá dizendo que o senhor já nem gosta, nem lembra dela e ela já viajou quatro vezes. >> Maria José, nossa querida Zezé, eu sei quem é minha irmã, não diga isso não. Viajamos já realmente para muitos lugares. Quero muito bem a você, viu? Você mora no meu coração, você e todos
ro vezes. >> Maria José, nossa querida Zezé, eu sei quem é minha irmã, não diga isso não. Viajamos já realmente para muitos lugares. Quero muito bem a você, viu? Você mora no meu coração, você e todos aqueles que dividem conosco, nossos as nossas buscas, né? Você é uma grande companheira de viagens, não é só eh você dizer assim: "Viajamos juntos várias vezes, quatro vezes, não. Você é uma pessoa muito boa, companheiro de viagem". Tá bom, querida? Ó, o sonâmbulo colocou já uma pergunta e tá dormindo, mas ele está sonâmbolo ativo. Então ele colocou assim para nós: "Eu gostaria da explicação a respeito dos endemoninhados gadarenos. Por que os porcos? Professor Severino Celestino, a palavra é sua." >> Olha essa pergunta de É Magali, né? >> É a Magali. >> Olha Magali. Essa essa essa sua pergunta, ela traz na sua constituição trabalho que eu levei 5 anos pesquisando. Viajei a Israel já muitas vezes. Fiz duas viagens à Jordânia e as minhas viagens à Jordânia tinham exatamente a preocupação de tirar dúvidas sobre essa essa essa história de Jesus com os obsediados de Gadara, não é? Porque Mateus fala em dois, Marcos e Lucas fala em um. Outros eh falam na história, né, que Jesus que ao descer do barco, eles começaram a gritar que tens Jesus, filho, >> que tens conosco? >> É filho de Eloim, que tens contra nós? Jesus não tinha dito uma palavra e eles já estavam perguntando o que Jesus tinha contra eles. Por quê? Porque a luz de Jesus os incomodava. Jesus não precisava expulsar nenhum espírito. Bastava sua presença para resolver. As pessoas falam que Jesus expulsou o espírito. Não, ele nós não expulsamos espíritos. Nós dialogamos com os espíritos, esclarecemos os espíritos. E Jesus nunca expulsou ninguém. Ele simplesmente trazia sua luz, libertava o obsediado e conduzia o espírito para ter a sua assistência, seu despertar, para ele reencarnar agora numa condição mais consciente de evoluir. Mas o que era que me me preocupava nessa história toda, eh, os porcos, realmente foição, mas tem uma coisa que me sempre
despertar, para ele reencarnar agora numa condição mais consciente de evoluir. Mas o que era que me me preocupava nessa história toda, eh, os porcos, realmente foição, mas tem uma coisa que me sempre a gente usa uma expressão aqui no Nordeste que eu não sei se no Belém do Pará usa, sempre me encafifou. Já ouviu falar nisso, Georgito? >> Encafado, sim. É, eu ficava sempre encafifado, né, com relação a isso, porque diz a história que Jesus, quando Jesus se aproximou e perguntou como qual é o seu nome, eles responderam legião. que eles pediram a Jesus para entrar nos porcos e que os porcos e eram 2000 porcos, segundo Marcos, saíram disparado e se precipitaram no mar da Galileia. >> No mar. No mar. >> No mar. Exato. >> No mar. >> No mar. E aí eu ficava pensas duas regiões muito importante na na Jordânia, Gerasa, que chama Jarach em em em árabe e Gadara. São duas regiões distintas. E por que eu digo isso? Porque alguns evangelistas chamam de gesarenos, outros chamam de gadarenos. >> É porque as são duas passagens dos porcos. Uma diz que foi em Gadara e outra diz que foi em Geraza. Nós temos duas narrativas e elas não são iguais. Quer ver? Vou procurar aqui. >> Procura. Eu já apresento aqui. Pode falando aí que eu vou >> Mas é para o mesmo fato, viu, Jorgito? E é o mesmo fato. >> É o mesmo fato. Então aí o o que é que a gente tem que levar em consideração aí? A geografia e a distância dessas duas regiões para o mar da Galileia. Quando eu cheguei em Geraza e eu fui visitar, que é uma das ruínas de Geraza, são assim impressionante, imensa. O Império Romano que deixou lá marcas e é uma é uma ruína assim gigantesca, megalomaníaca. E o que mais me me cafifou, a distância entre Geraza e o M da Galile dá aproximadamente uns 90 km >> da da beira do mar. >> É. E entre essa região e o mar ainda tem um rio, rio Yarm, que fica ali no meio. Quer dizer, uma maratona de porcos. caminhar 100 eh mais de de de 90 km numa disparada até se jogar no mar da Galileia. Não, não justifica esse nome. O Carlos Torre Pastorino
rm, que fica ali no meio. Quer dizer, uma maratona de porcos. caminhar 100 eh mais de de de 90 km numa disparada até se jogar no mar da Galileia. Não, não justifica esse nome. O Carlos Torre Pastorino chama de Gjesgesenos. É porque tem no evangelho aqui que eu tô vendo de Mateus, >> sim, >> no capítulo 8, no versículo 28 diz: "E tendo chegado ao outro lado, na província dos Gergesenos, saíram ao encontro dois endemoninhados". Então >> isso >> na narrativa de Mateus é geresenos. OK. É, mas os outros falam em gadarenos e Mateus fala de de dois >> endemoniados. Ele fala de dois endemoniados, né? Não é um só. E os outros só falam de um. >> Ele cita, você vai ver aí que no título dele deve ter os endemoniados, não é? >> Aham. Não é isso que tá lá. >> Eu não sei que eu tô pegando aqui na internet. Aí não tem essas separações. >> Tem exigências >> aqui, ó. >> Pois >> os endemoniados gadarenos, >> gadara. >> Gadara, >> gadara. Aí aqui em Lucas, em Lucas assim: "E quando desceu para a terra, saiu ao encontro dele vindo da cidade um homem, um >> não, dois, um. >> Mateus fala de dois. >> É que que a que um homem que estava desde muito tempo possesso pelos demônios e não andava vestido, nem habitava em qualquer habitação, mas nos sepulcros. Então é uma outra história. Eh, esse é com um e o outro Mateus no 28 98 28. Ao chegar ao outro lado, ao país dos gadarenos, >> gadarenos. >> Gadarenos. Aí aqui o rodapé diz habitantes da cidade de Gadara, situada a sudeste do lago. Eu vou eu vou eu vou esclarecer isso aí. Tem mais uns detalhes aí que não é dito. Vieram ao seu encontro dois endemoniados. Então Mateus fala de dois, Lucas fala de um. Tá certo? Jorgito travou? Não, não travei. Não tô aqui. Tá certive operante. >> É que eu tô lendo. >> Aí você vai para eh é Lucas, é que você tava lendo. >> É eu o que eu, ó, eu já achei aqui o texto de Mateus. Mateus, >> sim. >> Fala especificamente de eh gadarenos, da cidade de Gadara. Isso. Isso. >> E Marcos e Lucas já falam que isso aconteceu na cidade de Geraza. Então
eu já achei aqui o texto de Mateus. Mateus, >> sim. >> Fala especificamente de eh gadarenos, da cidade de Gadara. Isso. Isso. >> E Marcos e Lucas já falam que isso aconteceu na cidade de Geraza. Então tem duas cidades diferentes. Gadara, >> por isso que eu ficava >> e Geraza. >> Por isso que eu ficava encafifado, né? Parecia que ser duas histórias, mas é a mesma história. Observe que é a mesma história. >> Aí quando eu quando eu cheguei em Geraza, que eu descobri a distância, eu digo, não pode ser daqui. É >> que distância que ela tava do mar? >> É uns 90 km. >> Não tem condição do porco correr 90 km para se jogar. Porque deixa eu contar um pouco da história. Eh, Jesus eh, livra o endemoniado ou os endemoniados, tanto faz ser um ser dois. E aí esses demônios quando saem dizem assim: "Nos deixa entrar naquela vara de porcos". >> E havia uma vara de porcos. Vara é coletivo de porcos, tá? Isso. >> Então, eh, tinha aquela quantidade lá de porcos grande. E aí esses demônios entram nos porcos e os porcos correm e se jogam no mar. Ok? Então, é por isso que os porcos entraram nessa história e o mar entrou, porque eh se é verdade que os porcos correram e se lançaram no mar, eles não iam correr 90 km para pular na água. Tem alguma coisa errada aí. Essa essa essa cidade, professor, muito provavelmente não é ela. Isso. Agora vamos para Gadara. >> Gadara. >> Gadara. Ele chama cidade de Gadara. Eu estive tanto na cidade de Gerasa como na cidade de Gadara. Só que a cidade de Gadara é como São Paulo. São Paulo, a capital é São Paulo. Então, Gadara era uma cidade que ficava no território de Gadara, tá certo? E de lá de Gadara, no lado da Galileia, você avisa? falou, falou que Gadara aparecia São Paulo. Eu imaginei ela com 11 milhões de habitantes, aquela aquele trampo, >> parece como o estado de São Paulo, que a capital tem o mesmo nome do estado, >> certo? >> Tá certo. Era um território cuja cidade, o território chamava Gadara. A cidade chamava Gadara. De lá você visto o mar da Galileia, mas tem uns 10 a 12 km de
al tem o mesmo nome do estado, >> certo? >> Tá certo. Era um território cuja cidade, o território chamava Gadara. A cidade chamava Gadara. De lá você visto o mar da Galileia, mas tem uns 10 a 12 km de distância. E entre ela e Gerasa e o Madia tem um rio Yarm que desemboca ali no rio Jordão já abaixo do ao sul do mar da Galileia. Então nenhum dos dois bate porque mesmo assim 12 km para você >> o por correr é muito. >> É uma maratona de 2000 porcos, né? E e diz ainda o detalhe que eles se precipitaram, veja aqui que eles se precipitaram. É e eles foram para os porcos logo de manado. Precipitou no mar do alto de um precipício e pereceu nas águas. Quer dizer, eles para se precipitar no mar, vindo de um precipício, eles têm que estar próximo do mar e tem que ser uma encar, uma escarpa, né? >> É. É. Aí, pasme que eu descobri que o ali dentro do território de Gadara, as margens do mar da Galileia, tem uma região chamada Gergesa, daí Gesenos, tá certo? Paz-me também que hoje ali tem uma placa escrita cur hebraico. Porque em 2016 o da Galileia baixou o nível e descobriu-se ali os os estudiosos das universidades. O que é lá vive? Os arqueólogos descobriram que ali tinha uma igreja do século IV junto de um de um precipício onde tinham as cavernas, como diz que eles viviam ali recluso. E lá tem nomes que registram que aquela região foi onde aconteceu o encontro de Jesus com os obsediados. Então, nem na cidade de Gadara, nem na cidade de Geraza, mas na cidade no do território de Gadara, num local chamado Gegesa, que é inclusive Carlos Torre Pastorini chama Gjesgesenos. >> É Gerasa mesmo, não é Guerasa não é Gerasa. A pronúncia é Gerasa. É, eu eu então e e a questão do porco é a questão dos porcos é o seguinte, aquela região pertencia a Decápolis e Decápolis era território grego. >> 10 cidades, >> 10 cidades, décadas, >> década e polo cidade. >> Entãoonde Jesus naquela época era domínio grego. E o judeu não cria porco, mas o grego sim. Por isso que os porcos estavam ali para eh que a inclusive os
cidades, décadas, >> década e polo cidade. >> Entãoonde Jesus naquela época era domínio grego. E o judeu não cria porco, mas o grego sim. Por isso que os porcos estavam ali para eh que a inclusive os gregos não gostaram e pediram para Jesus sair do território. Diante disso, a cidade inteira saiu ao encontro de Jesus. Ao vê-lo, rogaram-lhe que se retirasse do seu território, porque pertencia ao domínio grego naquela época. Tá certo? Daí, >> muito bem, >> os porcos. Agora tem ainda um outro detalhe. Isso é a visão teológica, histórica, cristã, mas tem um detalhe a parte. A gente sabe que espírito de de de porco não entra em espírito humano. Perespíritos são diferentes. Para haver comunicação ou afinidade tem que ser dois perespíritos. Aí você tem que ter perespírito humano e perespírito animal, senão a não ser nos casos de licantropia, né, zopsia, essas coisas, mas normalmente ninguém pensa que um médium vai receber o espírito de um lubisome na expressão da palavra. Mas o que se diz é que com essa essa atitude se representa o desejo do povo hebreu de se libertar dos romanos que era que oprimiam naquela região, que mesmo jeeno sendo eh eh habitado por grego, mas era no território era pertencia a Decapos, a beira mar que terminava na beira mar. atravessou, já era o território deles. E aí diz que o 10o batalhão da legião, da 10ma legião romana tinha como símbolo um javali, que é um porco. Então, era um desejo do povo que os romanos fossem afogados no mar da Galileia, na Galileia. É mais >> essa essa versão referente à Legião Romana foi a versão que eu encontrei em alguns estudiosos. Então, nessa leitura aqui não é essa de ir ao local para verificar se porque assim as cidades são distantes do mar. Então, alguns estudiosos, não tô falando que seja a verdade, mas só pra gente poder trazer outras visões, porque é importante que a gente conheça de tudo, eu encontrei alguns eh pensadores que dizem o seguinte: havia as legiões romanas, elas ficavam sediadas em determinados lugares. a primeira legião
ões, porque é importante que a gente conheça de tudo, eu encontrei alguns eh pensadores que dizem o seguinte: havia as legiões romanas, elas ficavam sediadas em determinados lugares. a primeira legião fica aqui, a segunda para lá, igual hoje tem primeiro batalhão, segundo batalhão, terceiro batalhão, eles tinham as legiões e essas legiões elas ficavam sediadas em alguns eh lugares. E a 10ª legião, a 10ª a 10ª legião ficava na Palestina e em Israel. era a legião romana designada para conter os levantes, as revoltas, todos os processos revolucionários que pudessem ter ali sob a ocupação dos romanos. Essa legião chamada 10ma chamava-se fretenses. É, a legião 10ma chamava fretenses. >> E o símbolo dessa dessa legião era um javali. Então, vão somando aí os elementos. A legião romana que refreava os levantes na Galile, na na Galileia principalmente, era a 10ma legião que tinha como símbolo um javali. Aí conta a história, não é? Eu vi esses historiadores falando, não sei até que ponto isso pode ser tomado como verdade absoluta, mas que teria acontecido uma revolta na Galileia e que essa 10ma legião havia perseguido as pessoas, queimado as casas e eles teriam fugido. E ao fugirem de Jeraza, eles se esconderam próximo do mar. Quando a Legião Romana soube que os sobreviventes haviam se escondido lá naquela outra região, eles partiram ao encontro desse grupo. E ao chegarem nesse lugar, os romanos teriam lançado os judeus dessa escarpa, precipitando-os no mar. Então, criou-se um ódio muito grande e um desejo de vingança, porque os, entre aspas, javaliis haviam jogado os judeus no mar como se fossem verdadeiros demônios. Segundo esses estudiosos, então esse desejo do ideário judaico se apresentou dentro do texto quando Jesus libera a pessoa dos demônios. Então os demônios são os javali mesmo, que são os romanos, que são demônios que jogam os outros no mar. Então os demônios entram no javali e os javali se jogam no mar. Então eu ouvi essa explicação também. A gente vai pegando esses detalhes e vai montando o
, que são demônios que jogam os outros no mar. Então os demônios entram no javali e os javali se jogam no mar. Então eu ouvi essa explicação também. A gente vai pegando esses detalhes e vai montando o quebra-cabeça dessa realidade, tá? Porque é importante conhecer, né? importante conhecer, mas o que tem de mais eficaz no estudo do evangelho são os aspectos que tocam mais de perto a nossa conduta paraa gente não correr o risco de se perder num labirinto e ter dificuldade depois de encontrar dentro do evangelho as verdadeiras lições que ele teria para nos oferecer. a gente pode ter o risco de ficar preso na borda, né? Então, a gente deve conhecer, deve estudar, é importante, mas penso que a gente não deva dar atenção demais para esses aspectos, porque eles podem ser movimentos de distração, evitando que a gente possa efetivamente entender o propósito da missão de Jesus. >> Muito bem, Jorgito. Muito bem. Boa noite, João Carlos. Seja muito bem-vindo. João Carlos andou assistindo aí umas palestras sobre transição planetária. Então, seja muito bem-vindo você. Olha, Ana Cristina Aragon da cidade de Picaba traz aqui uma questão para nós sobre os profetas. Como se reconhecia alguém como profeta? Imagino que naquela época o processo de confirmação era bem difícil. Como se confirmava isso, professor Severino? Olha, os profetas, na verdade eram médiuns. E na sua condição, que é curioso isso, você não conhece nenhum profeta que fosse de família nobre, >> ó. >> Nem rico, nem famoso. Os profetas se notabilizaram pela sua missão de se opor aos poderosos. Você observe Natã, você observe eh Jeremias, Elias, todos tinham problema com as autoridades. >> Sim. Agora, a sua mensagem é que os identificava primeiro porque ele tinha, eles, eles faziam profecias que provavam ali o foi o caso de Elias, né, de que havia tanto tempo de de seca e a as suas previsões eram confirmadas e a unanimidade era de que aquela pessoa se tratava de um profeta. É tanto que tem uma uma uma um documento mais antigo do Novo
que havia tanto tempo de de seca e a as suas previsões eram confirmadas e a unanimidade era de que aquela pessoa se tratava de um profeta. É tanto que tem uma uma uma um documento mais antigo do Novo Testamento chamado dequir como professor eh porceb universidade Federal que chama-se a didqu do grego didátic didática, né? ensino, >> verdade, ensino. >> Foi o primeiro catecismo dos apóstolos, primeira cartilha do Novo Testamento escrita pelos apóstolos como normas de conduta para os cristianos primitivos. E lá eles falavam das características de um profeta. Cabe aqui a gente trazer porque enfatiza exatamente a pergunta da Ana Cristina. Ele dizia assim: "Aqueles que se dizem profetas, cuidado com os falsos profetas. Observe o que ele diz, observe o que ele faz. Observe se o que ele diz é condizente com a autoridade que ele precisa ter de conhecer as coisas espirituais. E se o que ele faz também a sua conduta, então ele era conhecido pela conduta pelo que dizia. E tem um detalhe curioso que eles colocavam colocado na didatia, eu acho que é o capítulos 15. Se ele pedir dinheiro, não é profeta. >> Ó, >> é o que significa que eles eram sobretudo pobres. Mas pobres, o que é que significa isso? pobres desinteressados, pobres sem estar preocupado em enriquecer as custas da profissão. Isso é tão útil para nós hoje com com relação à mediunidade, ninguém deve enriquecer com a sua mediunidade. Então essa é a primeira característica que a gente pode dizer dos profetas. E a segunda era o zelo que eles tinham. pel por pelo povo de Israel. Você vê que Jeremias ele se preocupou demais, foi inclusive escolhido por Deus para alertar o povo que tava fugindo da presença de Deus. E Jeremias disse: "Se se o Senhor me convocou". O primeiro ele que tinha era uma criança, o que mostra que médiidade não tem idade, porque ele diz para lá no capítulo primeiro do seu livro, ele diz assim: "Eh, eu não tenho essa condição quando ele é convidado para ir alertar o povo, eu sou apenas uma criança."
idade não tem idade, porque ele diz para lá no capítulo primeiro do seu livro, ele diz assim: "Eh, eu não tenho essa condição quando ele é convidado para ir alertar o povo, eu sou apenas uma criança." E Deus disse para ele, antes que você fosse gerado no ventre da sua mãe, eu já te conhecia >> e já te e já te consagrei profeta das nações. Então significava, isso é uma característica >> da pré-existência. É, Isaías também. Todos têm uma história diferente pelos que eles faziam, mas nenhum rico, nenhum poderoso, nenhum que que dominasse pessoas ou dirigisse nações. Então essa é a característica que a gente pode encontrar. Diga, Jorgito, você deve ter alguma coisa para acontecer? Tenho, veja só, Oragon, eh, eles são chamados de profetas, mas a verdade, numa linguagem mais espírita, eles seriam médiuns. >> Uhum. >> Então, como é que você reconhece médiuns? Isso a gente vê muito no evangelho, quando eh os os fariseus abordam Jesus, eles dizem: "Tu és o Messias, então dá-nos um sinal". O que que eles queriam? Eles queriam sinal de Jesus. O que que seria um sinal? um fato mediúnico impactante. Então, por exemplo, Moisés quando é defrontado com as pessoas, você é realmente, então mostra, faz sinais para nós. Aí ele pega o cajado, bota no chão, o cajado vira uma cobra, ele pega a mão dele e a mão dele fica velha. Aí ele mete a mão dentro da túnica. quando puxa a mão tava zerada de novo. Eles estavam atrás de fenômenos mediúnicos, de fatos do ponto de vista de previsões, de falas que aconteceriam e ao mesmo tempo um fenômeno físico que impactasse as pessoas. Não, realmente esse cara é. E isso que o professor Severino colocou é muito importante nessa etapa, nesse horizonte, segundo Herculano Pires, nesse horizonte chamado horizonte profético das etapas, são cinco horizontes da mediunidade, o horizonte primitivo, que é na pré-história, depois vem o horizonte eh agrícola, que é quando o homem se torna sedentário, e aí ele cria uma uma outra proposta de mediunidade. Depois o horizonte civilizado.
onte primitivo, que é na pré-história, depois vem o horizonte eh agrícola, que é quando o homem se torna sedentário, e aí ele cria uma uma outra proposta de mediunidade. Depois o horizonte civilizado. O horizonte civilizado é o horizonte dos oráculos, das pitonidas, daquelas coisas tod. E depois o horizonte profético, que é o horizonte onde está Israel. E o quinto horizonte é o horizonte espírita, que é o horizonte espiritual. Então, esses cinco horizontes que Herculano Pires coloca, ele fala desse quarto horizonte, que é o horizonte profético, é que ele diz que o profeta tinha que ter uma conduta irrepreensível. Então, aí você tem eh algumas medidas para saber se uma pessoa ela é um profeta ou não, produz fenômenos, faz profecias e tem uma vida de dedicação a Deus, de recolhimento e de grandeza espiritual. >> Vida e libada. >> Vida e libada. >> Pedir dinheiro não é. >> Acabou. Acabou. Eu quero saber se a minha roupa agora tá a minha roupa tá rosa agora já >> tá tá boa melhorou >> agora tô bonit >> tá >> tá bonito não tá lindo viu a >> sua aula tá brilhos fica tranquil >> meu Deus estão perguntando se tem um livro de Moisés a Kardec Não, não tem ainda. Não tem >> ainda. Mas eu eu estava pensando nisso, sabe, Jorgito? Meu Deus, Jusara Corn Gold, meu Deus, Jusara Corn Gold está conosco. >> Aondeu? Tá aqui Jusara Cornigold às 21:15. >> 21 ou 22? >> É 22. É porque eu tô no horário de Porto Velho. 21:15. >> Nosso abraço. J Sara, querida Jusara, quero. >> Olha aí, saudade. Ou a gente a gente se encontrou pela internet, né, na no domingo batemos um papo ainda aqui curtinho, mas deu pra gente contar um pouco da saudade, viu? Sara dizendo que você tá lindo. E tem mais já chegou assim dando uma aumentando o seu horizonte de beleza. E a última vez que eu estive com Jusara foi no MIEP em Campina Grande. Fizemos um trabalho junto a eu acho que uns uns dois eh encontros atrás. Esse último é que tava eu e você e o Álvaro. >> Sim, é verdade. >> Mas é, >> olha aí, estão perguntando quando que o
na Grande. Fizemos um trabalho junto a eu acho que uns uns dois eh encontros atrás. Esse último é que tava eu e você e o Álvaro. >> Sim, é verdade. >> Mas é, >> olha aí, estão perguntando quando que o senhor vai de novo para a Terra Santa. Eu lhe aconselho que não vá agora. >> Olha, a gente tá esperando primeiro que a guerra acabe, né? Mas já já hoje eu tive eu tive vendo que agora recentemente que o Irã tava aceitando a condição de de de dos Estados Unidos para abrir o Golfo, né, o o Streito de Ormus. Eu vi isso, não sei que que ele tinha dado o ultimato, mas aí eu tô só porque entrou na história de da pergunta de quando eu vou eu muito obrigado. Tá dizendo que a terra santa é João Pessoa. Eu eu considero também muito santa, muito. Quero muito bem a João Pessoa. Quem é essa? Maria >> Maria José Arantes. >> É Zezé, né? É aquela que falou que você >> um dia eu vou lembrar também vou lembrar dela >> também. >> Eu tô muito velhinho, não lembro de Tem horas que eu tenho que olhar até minha carteira de identidade para saber quem eu sou, >> quem sou eu, né? >> Quem sou eu? Eu vou, pego a carteira e ah, lembrei. >> É, é Maria José. Não. Ô, gente, >> meu Deus. Quem é esse que eu conheço? Não sei de onde, mas quando ele chega clareia tudo, né? A luz, a luz, a luz aparece. E é, >> não é minha não, professor. Pode ter certeza. >> E ri ouro. E rir ouro. Vai rir ouro. >> Olá, meus amigos. Seja bem-vindo, meu filho. Ô, >> Ju, um beijo no seu coração. Você chegou na hora, eu acho que você, >> eu acho que você marcou algum encontro com Ju, né? Porque foi ela entrar, você chegou. >> Foi, eu vi atrás dela. Eu tô com saudade dela. >> É, ela entrou exatamente agora às 22:15. Segunda. Beleza. É, faz Álvaro, é o seguinte, tem algumas eh tem algumas questões que estão aqui e a gente em respeito às pessoas que estão perguntando, a gente precisa responder, mas nós temos que ser objetivos porque as pessoas vieram não para ouvir as respostas, mas sim para ver o andamento do estudo. Então, nós
to às pessoas que estão perguntando, a gente precisa responder, mas nós temos que ser objetivos porque as pessoas vieram não para ouvir as respostas, mas sim para ver o andamento do estudo. Então, nós vamos ter que fazer aqui um milagre em que a gente vai trabalhar essas perguntas respondendo aquilo que as pessoas estão perguntando de uma maneira bastante concisa pra gente poder ter tempo de abordar, abrir o CFER e estudar um pouquinho do texto. Primeiro, seja bem-vindo, Álvaro Morenha. Sinta-se em casa. A casa é sua, alegra-nos a sua presença. Estamos felizes. E nós vamos já começar a abrir a abrir o sefer torá, mas antes vamos fazer o que Jorgin disse. >> É, pergunta lá. >> Marisa é professor, como foi a sua última viagem a Israel com essa guerra acontecendo? Bem, a minha última viagem foi em setembro de 2023, quando eu saí de Israel, tava os tabernáculos todos já aberto, ia começar a festa a de sucote e uma semana depois começou o conflito entre Israel e o Ramasso. Essa foi a última vez, mas eu não estava vendo guerra. E tinha uma viagem agora para para a março e uma semana antes da de viajar começou a guerra. A última começou uma semana depois que a gente voltou. Essa começou uma semana antes da gente ir. E eu não quero que comece a nenhuma na semana que a gente vai, porque já aconteceu as duas coisas antes e depois. E até agora estamos esperando só que essa guerra terminando. Se Deus quiser, a gente vai. Aqui a Iva da Silva pergunta se é por essa razão que os evangélicos adventistas não comem carne de porco. Não. É por conta da restrição alimentar dos judeus que está no Levítico. Não tem nada a ver com essa passagem de Jesus eh com os porcos lá que ele jogou no mar. Não é sobre as regras de alimentação que os judeus possuem. E não só é porco, é aves com membrana nos dedos, frutos do mar. Todas as restrições alimentares que os judeus obedecem, os adventistas também obedecem em virtude de uma valorização muito grande que eles têm do Antigo Testamento. Inclusive eles são o
frutos do mar. Todas as restrições alimentares que os judeus obedecem, os adventistas também obedecem em virtude de uma valorização muito grande que eles têm do Antigo Testamento. Inclusive eles são o sétimo dia porque priorizam o sábado em detrimento do domingo, como faz a maior parte da cristandade. Próxima. Porque na passagem da mulher cirufenícia, Jesus diz a ela que não seria bom tirar os pães dos filhos e dar aos cachorros, deitar aos cachorrinhos. No primeiro momento soa como uma grosseria de Jesus, o que não que não seria esperado, né? Professor Severino, que temos para este ponto do Evangelho? Bem, a primeira coisa que a gente tem aqui é que Jesus nunca teve discriminação com ninguém, ele sempre foi universal, mas Jesus estava, de uma certa forma eh querendo dar um pouco de razão aos discípulos, que os discípulos eram que estavam, ela estava gritando e os discípulos, mulher, Jesus manda essa mulher embora. Que mulher chata, porque eles estavam afastaram-se da Galileia, entraram na terra da da na Síria, né? E para Jesus descansar. E ela aparece, coitada, naquele momento em que ela tava afrita por causa da sua filha e os discípulos não quiseram que Jesus chegasse. A ideia deles realmente esse pensamento não era de Jesus, era dos discípulos. E aí quando Jesus transmite para ela a ideia ou o pensamento dos discípulos, ela dá uma resposta que calou não só os discípulos, como o próprio Jesus. Eu acho que essa foi a única mulher que calou Jesus, porque ela na sua humildade disse: "Mas eu ficarei satisfeito com a as migalhas que cai da mesa do do meu senhor." Ela não queria o pão de ninguém, ela queria um o que sobrava. Lembrando a parábola do Rick Lázaro, que ficava esperando alguma migalha cair da mesa do rico. Então ela naquela sua humildade e na força de uma mãe sofredora, ela mostrou assim uma fé que Jesus ficou impressionado com o que ela disse. E diz: "Mulher, grande é a tua fé". Eu só, ele só não disse igual a fé do centurião na entrada do Cafarnão, >> mas Jesus naquele momento curou a filha
ue Jesus ficou impressionado com o que ela disse. E diz: "Mulher, grande é a tua fé". Eu só, ele só não disse igual a fé do centurião na entrada do Cafarnão, >> mas Jesus naquele momento curou a filha dela à distância. Então é uma passagem também muito rica essa também como a mulher do fluxo de sangue. >> É, eu queria acrescentar aqui nesse aspecto um ponto que é o fato de que eh essa há uma passagem de Jesus Evangelho de Mateus capítulo a capítulo 10 em que ele dá a ordem na qual eh os discípulos deveriam fazer as suas abordagens. Então, ide ovelhas perdidas na casa de Israel. >> Não entreis na nas terras dos samaritanos >> e nem vade aos gentios. >> Então, a primeira regra era: primeiro vamos pregar para os judeus, vamos treinar entre esse povo que é mais fácil de entender o que dizemos. Uma segunda camada seria atingir os samaritanos, que seriam também eh debaixo da lei, mas com outros princípios, mas estariam eh seriam entendedores da lei de Moisés e depois os gentios. Tanto que Paulo já vai aos gentios. Então havia três camadas, Israel, samaritanos e depois os gentios. Naquele momento, o objetivo era trabalhar a mensagem especificamente para o povo de Israel. Eu vim para as ovelhas perdidas da casa de Israel para que aquele momento fosse o momento voltado para que quando a gente vai colocar fogo numa quando a gente primeiro sopra o braseiro, só pros gravetos, depois que o graveto pega que a gente coloca o carvão. Então assim também para que a mensagem pudesse avançar, o Cristo trabalha primeiramente este segmento eh social, ou seja, os judeus. Observe que no dia da sua crucificação, que é a sexta-feira, eu falo sexta porque quinta noite para nós já é sexta para os judeus. Então, na sexta ele poderia ter saído gritando pelas terras, dizendo que era para que todo mundo vivesse o amor, o perdão, mas ele decide jantar com os amigos. Então você vê que ele não tinha ansiedade no na condução da sua mensagem. Ele queria deixar a mensagem bem alicerçada para que os seus
do vivesse o amor, o perdão, mas ele decide jantar com os amigos. Então você vê que ele não tinha ansiedade no na condução da sua mensagem. Ele queria deixar a mensagem bem alicerçada para que os seus discípulos fizessem o papel de divulgação. Então essa frase realmente soa estranha é porque ele diz: "Agora não é momento. Não, não se faz. Vou primeiro trabalhar esse aqui. Só que a mulher apresentava uma característica tão, tão enfática de fé que ele então percebe que era possível que aquela mulher, mesmo sendo cirofenícia, ou seja, não era judia, ela era ela era na verdade que seria hoje uma libanesa, porque ela era da região entre Tiro e Sidom. A região entre Tiro, sul do Líbano e Sidon, que fica também no sul, mas eh chama em em árabe chama Saidida. Sur e Saida, Tiro e Sidom, que são no sul do Líbano, elas são regiões fora de Israel. Então ali não era o Deus de Israel. Ali não existia a compreensão do Deus único. Ela era uma mulher de uma outra cultura, de uma outra verdade e que não necessariamente seria alguém h aparelhada para o entendimento da mensagem. Mas aí o que é que faz o Cristo? Ele observa e diz: "Essa aqui dá para atender". que diz: "Então, mulher, será feito conforme a tua vontade e cura a filha dela." Mas realmente sou soua assim uma frase eh meio áspera, não é? Sim. >> Eh, no entanto, ele recomendou no capítulo 10 de Mateus para os discípulos, mas ele fez, ele foi a Samaria, os discípulos não estavam prontos para aquilo, mas ele estava, ele foi a a Samaria. Ele foi aonde foi preciso. Ele curou pessoa, curou samaritanos com, apesar dessas questões, os 10 leprosos da Samaria, ele atendeu essa mulher cirofenícia. Ele foi aos gentios, ele foi aos samaritanos e ele foi a todos aqueles que precisavam. Aos discípulos ainda não estavam prontos para isso. Eu vejo também esse detalhe, mas vamos lá. O próximo que seria tem alguma mais? >> Tive ali som. >> Eu acho que agora >> que emoção. Depois de muito tempo acompanhando essa série maravilhosa. Hoje finalmente consegui estar com vocês
vamos lá. O próximo que seria tem alguma mais? >> Tive ali som. >> Eu acho que agora >> que emoção. Depois de muito tempo acompanhando essa série maravilhosa. Hoje finalmente consegui estar com vocês em tempo real. tive a alegria de conhecer e agradecer ao Álvaro. É a >> Soline, >> Soline, >> Soline, de onde, Soline? Escreve aí. Eu não consigo ver >> ZBA >> a sua foto. >> Zerbatotila. >> Ó, ó, a Sueli mandou. Sueli de Cartolas. do Sueli de Cartolas. Eh, ela perguntou: "Cadê o Álvaro de Camisa Listrada?" >> É que o pessoalou um vídeo lá no Instagram do Cisco de Luz. Eu nem tinha visto. Eu vi agora. Eu tinha visto o o vídeo antes, eu não sabia que tinham postado. E tem uma criança loirinha correndo. E essa é a representação, na realidade de um espírito amigo que chama-se Jacozinho. A Ju conheceu Jacozinho tem maior orgulho de falar que foi para Nova York. Ju, é com você aí a sincrenca. e postaram um vídeo muito bonito, fizeram um vídeo de a super bonitinho, mostrando eh ele trabalhando no plano espiritual e etc, que teria sido meu irmão na última encarnação, eh, morrendo lá na na Cracóvia. Então, o médium que fez a primeira psicopictografia, o espírito apareceu primeiro numa transcomunicação instrumental, depois apareceu ele eh ele foi pintado por um médium e e esse médium falou: "Olha, Álvaro, eu tomei a liberdade de durante a a psicopictografia aderir a sugestão de pintar ele com uma camiseta listrada por conta do desencarne eh na Segunda Guerra Mundial. Eu falei: "Nossa, ficou linda a pintura, ficou super bonita". E postaram esse vídeo e por acaso a gente parece fisicamente, apesar que o Jacozinho é um, hoje a gente sabe, é um rabino, um rabino bastante eh trabalhou muito pelo bem, trabalhou na área da filosofia, da explicação da lei, na área da medicina. Ele foi um espírito muito dedicado. Então aquele lá e Sueli, Cartolas, de Cartolas. É, não sou eu. Aquele ali é representação de um espírito. Um vídeo feito por Iar na representação de um espírito. >> Mas é porque nós estamos os dois de
Então aquele lá e Sueli, Cartolas, de Cartolas. É, não sou eu. Aquele ali é representação de um espírito. Um vídeo feito por Iar na representação de um espírito. >> Mas é porque nós estamos os dois de camisa de estrada. Ela pode estar querendo que você esteja também. >> Ah, será que é por isso? >> Deve ser. >> Ah, pode ser. Ó, a Soline, eu acho que é Solini ou Soline, ela é de Paranvaí. >> Paranavaí. >> Ah, que legal. Ah, já me lembrei. Olha só, João Carlos falando: "Primeira vez em tempo real, maratonei 6 anos em 6 meses, quase um jcelino." Que bom, João Carlos, seja bem-vindo. >> Muito bom. Pró. Ó, esse aí dos dois, quem pagou o prejuízo? O pai do endemoninhado. Porque quando o filho dele ficou salvo, eu pago os porco. Pronto, >> eu pago resolvindo problema. >> Eu pago o prejuízo. >> Pago. Cadê >> capítulo? Professor Severino, >> estudando o Evangelho Rede Vivo ontem, surgiu a seguinte pergunta: como podemos compreender o sentido espiritual da restituição quadruplicada mencionada por Jesus? Deve ser na passagem de Zaqueu, que ele vai pagar quatro vezes o que ele tiver, >> é, >> tirado de alguém. >> Sentido espiritual, isso está na Torá. Isso é, isso é lei que quando você prejudicasse alguém você tinha que indenizar. É tanto que Isaque usa exatamente a mesma. Se eu prejudiquei alguém primeiro, ele diz: "Eu vou dar metade do que eu tenho aos pobres". Foi a opção dele. Não tá na Torá. Mas se eu prejudiquei alguém, eu quero pagar o quádruplo daquilo que eu prejudiquei. Isso é regra que está na Torá. É tanto que Jesus disse: "Este também é filho de Abraão, Isaque e Jacó." Porque ele também era um judeu que conhecia a Torá e sabia daquilo que era necessário a eh recompensar aquele que foi enganado ou prejudicado por alguém. Reforçando isso para o seu servidor tá colocando, a Torá diz assim: "Se você roubar uma ovelha, para cada ovelha roubada, você tem que pagar quatro ovelhas. >> É. >> E se você roubar um boi, para cada boi que você roubar, você tem que pagar cinco bois.
Torá diz assim: "Se você roubar uma ovelha, para cada ovelha roubada, você tem que pagar quatro ovelhas. >> É. >> E se você roubar um boi, para cada boi que você roubar, você tem que pagar cinco bois. Ovelha é quatro, o boi é cinco. Por quê? Porque a ovelha dá trabalho para roubar. Você tem que botar na costa, tem que levar. É, é complicado. >> Bo >> e o boi você tange, ele vai embora. Então a pena tem que ser maior porque é mais fácil de fazer para desestimular. Ok. >> Ok. Próximo. Tem alguma? >> Ixe. E as que entraram depois do Álvaro não serão respondidas hoje. Fica pra próxima oportunidade. Ah, Jesus sempre nos traz ensinamentos. poderia falar sobre a transfiguração no Monte Tabor e porque nem todos os discípulos a presenciaram. É, é Franca, né? >> Franco, Franco. Fogaça. >> Olha, olha, Franco, essa pergunta dá uma uma uma palestra de 1 hora, 1 hora e pouco, 1 hora e meia. >> Não, a pergunta é o seguinte: por que que os outros discípulos não estavam? Porque Pedro, Tiago e João eram os discípulos que mais se estavam presentes nos maiores fenômenos. Pesca milagrosa, Pedro, Tiago e João. Multiplicação dos pães, Pedro, Tiago e João. Cura da filha de Jairo, Pedro, Tiago e João. Oração no orto, Pedro, Tiago e João. Hora da transfiguração, Pedro, Tiago e João. Eles eram uma espécie de colégio mais interno dentro dos 12, que os fenômenos mediúnicos mais significativos eram feitos na presença desses três em particular. >> Com o detalhe, Jesus em todos os outros ele não fez recomendação nenhuma. Nesse aí, pelo que ele trouxe de revelação, ele disse: "Se a ninguém conteis o que viram aqui até que o filho do homem ressuscite". Porque ali ele deixou ensinamentos assim de todos os matizes sobre mortalidade da alma, três revelações, Moisés, Elias, eh, eh, comunicabilidade entre os dois planos. Então, tem tanta coisa que eles viram que Jesus >> não pode falar com o morto, né? >> É, exatamente. >> E ele >> e ele falou logo com dois, né? Agora tem algo interessante no trabalho
os dois planos. Então, tem tanta coisa que eles viram que Jesus >> não pode falar com o morto, né? >> É, exatamente. >> E ele >> e ele falou logo com dois, né? Agora tem algo interessante no trabalho mediúnico, eh, que Kardecine a questão da afinidade. A afinidade entre os integrantes, a ela deve ser comum. Se você tiver o sentimento de fraternidade e amor ao próximo, e você abrir lá o capítulo número seis do livro Memórias de um suicida, lá você vai ver escrito uma das melhores descrições de uma reunião mediúnica que nós temos na doutrina. Nesse capítulo seis vai ser descrito que, por exemplo, para se receber espíritos sofredores, ah, não de ordem geral, mas espíritos retalhados, espíritos em extrema dificuldade, necessitando de reparação perespiritual, especificamente suicidas, a gente vai ver ali que são selecionados de 50.000 1 centros espíritas, apenas alguns onde poucos médiuns tinham condição se dedicar. Ali diz simplicidade no trabalho, humildade entre os integrantes e amor sincero entre estes integrantes. Jesus acolhia João no peito. Quando Jesus questiona, Simão Pedro, tu me amas? Ele amava Jesus, o homem. mas não por completo ainda a obra. Ele amava o médium, ele amava o honrador, mas não a obra que trazia Jesus naquele momento. Então a gente vai encontrar uma afinidade, uma proximidade que aqui quando a gente lê o livro Nos Domínios da Mediunidade, capítulo 28, Missionários da Luz capítulo número 10, a gente vai encontrar ali uma grande uma grande explanação sobre especificamente os fenômenos de efeito físico. Então ali a gente percebe que para uma reunião como esta é necessário profunda afinidade entre os espíritos, porque o fluido nervoso, o fluido vital ou ectoplasma ele é extremamente sensível ao pensamento. E o pensamento ou aquilo que é exteriorizado, o fluido exteriorizado pelo médium, ele é altamente sensível ao pensamento daqueles que se encontram vinculados ao trabalho. que aqueles amam muito ao médium, no caso Jesus, possuem afinidade com o médium, já se colocaram nos
lo médium, ele é altamente sensível ao pensamento daqueles que se encontram vinculados ao trabalho. que aqueles amam muito ao médium, no caso Jesus, possuem afinidade com o médium, já se colocaram nos trilhos da renovação, a gente encontra muito maior capacidade e possibilidade desses fenômenos serem gerados. Então aqui eu vou fazer uma só uma ressalva para um espírito crístico. Para um espírito crístico, quem sabe a utilização do ectoplasma tem possibilidades completamente diferentes de médiuns regulares. Mas, mas Jesus ali se coloca na altura de nós como humanidade e traz esses aspectos de fundamental importância, demonstrando isso tal qual, vamos assim dizer, entre aspas, leis que seriam explanadas muito posteriormente na obra de André Luiz. Então, acho que vale a pena eh trazer um pouco disso. Ela bom, bom. Tem mais alguma aqui? Tem uma pergunta, acho que é para você, Álvaro. A diferença entre tal mundo e Torá, você explica melhor. >> Então, vamos lá. A Torá são cinco primeiros livros do Antigo Testamento. É a obra básica, vamos assim dizer, é a obra básica do povo de Israel. Então, é o livro mais importante do Antigo Testamento, sem sombra de dúvidas. Essa é a Torá que começa em Gênesis, termina em Deuteronômios, o livro que nós estamos. Então, o Talmud, ele já é escrito muito posteriormente. Você tem dois compêndios do Talmud. Um que foi escrito na Babilônia, outro que foi escrito às margens do lago de Genezaré, na cidade de Tivérias, Tiberíades. Cada um desses dois compêndios, eles trazem discussões sobre aquilo que compilou o Rabiakiva. Rabiakiva, ele compilou a Michn. A Michnização do lei oral. São os tópicos da lei oral, da lei >> foi a IVA que que trabalhou na na na >> Michina, foi na Michn. Olha só, >> foi ele ele pega aquilo que era tradição por 3.000 anos, vamos dizer, do povo de Israel. E ele categoriza isso, ele coloca isso de maneira categorizada. Só que aqui o povo de Israel segue uma ideia que ela não fere a lei do progresso, mas ela tem uma peculiaridade
izer, do povo de Israel. E ele categoriza isso, ele coloca isso de maneira categorizada. Só que aqui o povo de Israel segue uma ideia que ela não fere a lei do progresso, mas ela tem uma peculiaridade que esses grandes espíritos de alta envergadura intelectual, que vieram encarnar na Terra como exelados de capela, quando vão sanando a sua dívida, seus débitos com a lei, muitas vezes eles retornam. Então, existe uma tradição judaica que diz que o povo vai ficando menos inteligente na questão do conhecimento da Torá, porque não é a contra a lei do progresso, é porque esses grandes espíritos, esses grandes vultos demoram reencarnar e muitos retornam à capela. Então aqui posterior a Arabiaquiva, a já quando já no século, professor, que ano foi? O senhor lembra? >> Ok. Aquiva >> é século já o Talmud escrito, >> acho que é no século do, né? >> Já no século 2, quando vai ser escrito o Talmud, ele elege a tradição oral do povo judeu através da coletânea de pensamentos. Então vamos lá, deixa eu explicar. Eu chego aqui e falo assim: "Olha lá, vamos supor que o espiritismo fosse milenar, lá na minha casa, o evangelho no lar é assim". O Elar fala: "Poxa, na minha é diferente". O professor fala: "Pô, na minha é diferente. Lá a gente faz assim, a gente que que costuma fazer?" "Brigar para achar quem tá certo?" O Talmudo. É mais ou menos isso. Aí, um pergunta pro professor: "Mas por que que é assim?" Ele não, porque eu ouvi de fulano, que viu de fulano. E vai chegar lá até Moisés e depois a gente vai falar a minha opinião, opinião do Ela e a gente vai confrontando todas essas opiniões com a ideia dos sábios. Isso dá origem à dialética judaica. >> Isso é muito bonito que assim, não tô criticando o cristianismo, mas o cristianismo ele durante muito tempo admitiu só uma verdade. Aquilo que não estivesse no cân era perseguido, destruído, morto e tal. Uma coisa bonita que o judaísmo tem é esse pluralismo da ideia. Que que você pensa? Ah, eu penso assim. Eita, eu já penso diferente. Então, bota aqui o que você pensa. É
guido, destruído, morto e tal. Uma coisa bonita que o judaísmo tem é esse pluralismo da ideia. Que que você pensa? Ah, eu penso assim. Eita, eu já penso diferente. Então, bota aqui o que você pensa. É espaço para todo mundo colocar. Isso é o palmudo. >> E olha, e Jesus fez isso no sermão do monte, quando ele diz: "Ouviste o que foi dito pelos antigos? Eu, porém, vos digo, ele trouxe também a >> Michinar. >> A Michinar. É por isso que eu considero o sermão do monte um sermão tal múdico nesse aspecto. >> É, >> não é que ele trouxe a opinião dele comparando ou mostrando. >> Então o Mude é o seguinte, o que que todo mundo pensa? Por exemplo, ainda há pouco a gente tava aqui discutindo a questão do do endemoninhado gadareno, garazeno, gerazendo, quanto tanto faz. >> E aí o professor Severino apresentou uma uma ideia, uma resposta. Eu disse: "Olha, eu também já encontrei isso e tá tudo bem, porque ninguém tem a pretensão da verdade. Isso aqui é o bonito. Isso é tal mud. Tal mud é o que que eu penso, o que é que ele pensa, o que é que o outro pensa e você vai lendo o que é que os sábios interpretaram sobre os conteúdos que, sei lá, a Torá apresentava, as verdades. Se você quiser, pelos vários >> um sentido bem resumido, Moisés recebeu a Torá escrita no Sinai. o Talmud e a explicação dessa Torá escrita acabou por inúmeros pesquisadores, acabou como Michiná, como Guemará, não importa. Mas o o Talmud trabalhou em cima da o que Moisés recebeu na interpretação dos rabinos e dos sábios durante séculos mais sécos. Porque para nós judeus existem duas Torá, Torá oral e Torá escrita. >> A Torá oral é a explanação da Torá escrita. Por isso, quando a gente tá estudando aqui, a gente olha o texto e do texto da letra morta a gente procura tirar o espírito vivo. Então isso faz parte da tradição do povo de Israel. Isso é extremamente valoroso, isso é extremamente importante. Agora, Talmud vem de Talmid, >> que é aluno, estudante. Então é quem senta para estudar. Guemará é a mesma coisa, só que é em aramaico. Porque o
extremamente valoroso, isso é extremamente importante. Agora, Talmud vem de Talmid, >> que é aluno, estudante. Então é quem senta para estudar. Guemará é a mesma coisa, só que é em aramaico. Porque o Talmud ele é escrito, Talmud Bavli da Babilônia, da Babilônia, ele é escrito em aramaico. A a então aqui a gente encontra bastante coisa importante, interessante, só como curiosidade. Curiosidade. Sabe o que que acontecia quando você discutia, discutia, discutia? 70 sábios colocam sua opinião, constróem uma ideia e não chega em conclusão nenhuma. Evocavam um espírito chamado profeta Elias. O profeta Elias se materializava e respondia perguntas às dúvidas finais. Então tem diversas passagens no Talmudo onde o profeta Elias não pode ser gosto de invocar morto não, pelo amor de Deus, não é isso? Ele tá vivo no plano espiritual, mas tá vivo. Profeta Elias, ele ia até lá e explicava. Olha que coisa mais bacana. Ela professor Celestino, >> é maravilhoso, >> com certeza. Vamos abrir >> aqui tem uma pergunta que eu acho que a gente já trabalhou ela lá atrás. Os porcos foram transportados até adentrarem os ô os espíritos foram transportados até adentrarem os porcos distantes, né? Então, a gente já trabalhou essa questão e discutindo que não existe mediunidade, os animais podem perceber espírito, mas não existe uma comunicação. Um cachorro fazer uma palestra, isso não vai acontecer. Estrutura é outra, mas a gente >> um cachorro médio, né? ou um cachorro, >> cachorro médico, tá bom? Uma psicografia, mas a gente sabe que os animais têm uma sensibilidade espiritual, cachorro lá pro escuro, tem existe algumas coisas que que os animais têm de percepção do mundo espiritual, né? Então, >> e também a gente sabe, Elah, que o cachorro late, o gato mia e o rinoceronte só quer leite parmalate. É, só quer leite. Quando você falou o cachorro late, falei: "Nossa, será que ele vai falar?" A propaganda veio na hora. Mas eu lembrei que o palhaço sou eu. Tive eu que falar. Claro. A do Talmud também é boa, não é?
e. Quando você falou o cachorro late, falei: "Nossa, será que ele vai falar?" A propaganda veio na hora. Mas eu lembrei que o palhaço sou eu. Tive eu que falar. Claro. A do Talmud também é boa, não é? >> É, >> é boa. Talmud palmit. Eu li em hebraico. Is, Isaías considerado o profeta messiânico, sempre foi. Ele é tido como o profeta messiânico pré-exílico por excelência. Ele foi o que mais deu identificações acerca de Jesus, inclusive profetizando a sua chegada entre nós. >> É, >> é, foi muito rico, né? Foi muito rico o conjunto de muito rica, >> muito rico a a o conjunto de informações sobre o Messias que ele ofereceu de todos os profetas, o que mais trouxe por isso essa fala. Mas aí como hoje o termo messiânico tem um sentido um pouquinho diferente, as pessoas começam a querer achar que ele seja outra coisa. Mas não é isso. É porque ele naquela época lá atrás, 700 anos antes de Jesus, fez várias anotações de coisas que se confirmaram na chegada do Cristo, eh, apresentando realmente como sendo o Messias. Estão esperado. Aqui há uma pergunta, professor J. Jeremias, criança, não poderia significar Jeremias adulto, mas se sentindo pequeno diante da sua responsabilidade ou era ele menino de verdade, menino pequeno? >> Era ele menino de verdade. Ele tinha em torno de 8 anos quando foi convidado paraa missão de alertar o povo de Israel. E aí que ele disse: "Eu sou apenas uma criança". Está dito no livro dele. >> É um Álvaro. >> É, eram era eram nós. Eu e Barbacena, eu lembro de Jeremias até hoje lá em Barbacena. Aí ele diz, Jesus, Deus disse para ele, antes que você fosse gerado, eu já te escolhi no ventre de tua mãe e já te consagrei profeta das nações. Então isso mostra também que a mediunidade não tem idade. >> Que coisa, né? Que coisa linda, né, professor? >> É muito bonito. A história de Jeremias é fantástico. Um profeta forte, né? de um caráter, >> não. E ele tinha, ele tinha um cuidado com um zelo para que o povo de Israel não se desviasse. É tanto que tem lamentações de Jeremias. Ele lamentou
fantástico. Um profeta forte, né? de um caráter, >> não. E ele tinha, ele tinha um cuidado com um zelo para que o povo de Israel não se desviasse. É tanto que tem lamentações de Jeremias. Ele lamentou que apesar dele ter alertado, trazido tanto recado e tudo mais, mas o povo ainda se afastou de Deus e acabou o cativeiro, porque era exatamente isso que ele não queria que acontecesse. >> Sim. >> Que mais? Bem, eu acho que tá na hora de abrir o rolo da Torá, que já são 23 horas. Vai dar. Eu vou só responder essa. Quais livros mediúnic contando a história de Moisés vocês indicam? A Torá. Vamos embora pra frente. Vamos abrir o se Vamos embora. Capítulo 24. Nós estamos em diverso divórcio. >> Isso. >> Isso. >> Todos abar no livro. Pode começar a abrir abrir. Falta só abre a Torá se equipar. >> Posso dis fazer só um comentário aqui? O o João Carlos falou assim: "Olha, uma pena nós termos acesso à Bíblia contaminado com várias tradições e manipulações, traduções e manipulações. João Carlos, pensa comigo. Por um lado, você tá coberto de razão. Por outro lado, se nós tivéssemos um texto absoluto que não exigisse a retirada desse espírito por detrás da letra, que mérito teríamos nós e o que seria a palavra escrita? Então, tem os dois lados da moeda. Eu concordo com você, eu te entendo. Ai de nós que traduzimos e traímos e manipulamos a religiosidade. Eh, ai de nós, coitado de nós que fizemos isso no passado. E por outro lado, isso também traz a autorresponsabilidade de cada um pesquisar o espírito por detrás da letra e não aceitar a letra morta como se fosse vida. Vamos lá. Se um homem se casa com uma mulher e tem intimidade com ela, acontece e acontece que ela não é agradável aos seus olhos, porque ele descobriu algo imoral sobre ela. Ele escreverá uma carta de divórcio e a colocará em sua mão e mandará embora da casa dela. Se ela sair da casa dele e se casar com outro homem e esse último marido odiar e escrever uma carta de divórcio e colocar mandá-la embora de casa, ou se esse
em sua mão e mandará embora da casa dela. Se ela sair da casa dele e se casar com outro homem e esse último marido odiar e escrever uma carta de divórcio e colocar mandá-la embora de casa, ou se esse último que a tomou como esposa a morrer, seu primeiro marido que mandou embora não poderá tomá-lo novamente como sua esposa. pois ela fica impura para ele, pois isto é uma abominação aos olhos de Deus e você não trará pecado para a terra do eterno, seu Deus que está dando a você como lembrança. Aqui tem algumas questões bem interessantes. Então vamos lá. O processo de casamento e divórcio tem um longo, um longo livro do Talmud discutindo. Esse livro chama-se Macerret Getim, é o tratado dos divórcios. Então o casamento para o povo de Israel, ele é ativo com um contrato onde exige obrigações. Isso que nós vivemos nos dias de hoje é uma herança do povo de Israel. Então primeiro Código Civil do mundo é o Código Civil sobre casamento, é o Código Civil Britânico. E o Código Civil Britânico, ele foi totalmente inspirado aqui nos Talmud. Então, o primeiro compêndio do Talmud impresso na história do planeta Terra pertencia a família real britânica, que comprou para que fosse pesquisado e fosse inspirado o Código Civil de Casamentos da Inglaterra. Agora aqui acontece algo interessante. O homem para se casar com uma mulher, ele tem que cumprir uma série de rituais. Então, o primeiro ritual eh que nós encontramos é o homem devendo eh entregar um presente que tenha valor numérico. Então, vou contar uma história para vocês. Fui ser padrinho de vários amigos, já fui padrinho. Fui ser padrinho de um amigo eh judeus. Eh, fui ser padrinho agora recentemente lá nos Estados Unidos de um amigo judeu e ele falou: "Álvaro, você pode trazer a aliança para mim do Brasil?" Então eu fui lá, comprei a aliança, levei. >> Foi preso no aeroporto. >> Oi? >> Foi preso no aeroporto. >> Não, uma aliancinha de ouro, de bobeirinha. Nada, nada, nada, nada demais. Levei a aliança para ele. Quando eu levei a aliança para
vei. >> Foi preso no aeroporto. >> Oi? >> Foi preso no aeroporto. >> Não, uma aliancinha de ouro, de bobeirinha. Nada, nada, nada, nada demais. Levei a aliança para ele. Quando eu levei a aliança para ele, ele foi pegar. Eu falei: "E e e é aqui você, eu não posso te dar essa aliança, você tem que comprar ela de mim, porque afinal de contas você entrega a aliança como parte desse que alguns vão chamar em português o dot que está sendo dado para sua esposa." Ele falou: "Então, quanto você me faz?" Falei: "Vou te fazer $". foi simbólico. Ele pegou a aliança e fez isso daqui. Falei: "Agora levanta a aliança". Ele levantou. Segundo a lei judaica, quando você fala assim: "Ah, vou te vender essa essa garrafinha, essa garrafinha, essa tampa de garrafa, essa garrafinha, o Elah faz o Pix R$ 5, ainda não é dele pela lei judaica, ele precisa de tomar posse e levantar. Então, o que que acontece no casamento?" No casamento, o homem entrega a aliança, assina-se uma quetubá, que nesse caso eu fui testemunha, que são duas testemunhas. O que que é umaubá? É lirtov, é escrever. >> Uhum. >> Cotev são derivados. que Tubá é um documento escrito, uma escritura de casamento. Então essa escritura de casamento, ela tem ali deveres do marido para com a esposa. Olha só que coisa linda. E esses deveres eles estão e da a E esses deveres estão pautados da moral judaica. Na moral judaica. Agora olha da onde saia a brincadeira com sogra. Da onde sai? Porque no passado, no Brasil, no judeu, para os judeus faradim, quem segurava quetubá? A sogra. Quando o marido desviava, ela levava o contrato e falava: "Olha aqui, você errou, tá aqui no contrato que você tem que fazer assim". Então, quem cobrava o marido era sogra. Daí nasce no Brasil a brincadeira que a gente faz com sogra. Então, não tem nada de ah eh nada. É uma questão de origem judaica na nossa história. Agora, olha que legal, nesse depois que a pessoa entregou o o bem de valor, assinou o a quetubá, o que que ela precisa? Ela precisa de ter aqui o que é descrito
ão de origem judaica na nossa história. Agora, olha que legal, nesse depois que a pessoa entregou o o bem de valor, assinou o a quetubá, o que que ela precisa? Ela precisa de ter aqui o que é descrito como a intimidade com a mulher. Então são três elementos, são três elementos aqui que nós encontramos para pessoa tá 100% casada, segundo a lei judaica. Esse documento aqui, tubar, por exemplo, é um um documento que até hoje, por exemplo, eu quero provar que você quer, o Elará quer provar que a que a avó dele era judia com documento. Ele vai lá, pede pra avó, pega a quetubada avó dele e leva na sinagoga. Fala aqui, ó. Um queá nas deu origem a minha mãe. Minha mãe é judia, eu sou judeu. Por quê? Porque para se assinar a quetubá existe um processo de investigação, de conhecimento. Beleza? Agora, carta de divórcio. Maravilhoso. Maravilhoso. Por que maravilhoso? Porque antes você matava quando você não queria estar com a pessoa. Hoje a gente vai matando aos pouquinho. Infelizmente a gente faz isso de vez em quando. Mas aqui a vai lá. >> Importante observar que nós estamos falando de uma lei 13 anos antes de Jesus. Nós não estamos falando de uma lei moderna. Nós estamos falando de uma coisa muito antiga e que já estabelecia que o casamento não precisaria ser para toda a vida e que poderia haver a dissolubilidade dos laços de casamento. Isso isso é tão maravilhoso, porque a mulher não é propriedade dele, ele não é dono dela, ele não dispõe dela como um objeto e que ela pode eh construir a sua vida, porque ela pode casar de novo. Vocês viram que ela pode casar de novo? Então, tão bonito isso. E veja, está dito lá que a razão que ele tem para dispensá-la em é descobrir nela. Tava vendo aqui no texto em esperando que o meu o meu hebraico não chega tanto, >> mas aqui no hebraico diz assim: "Porque ele encontrou nela algo digno de vergonha. Eh, rontindai ion são coisas envergonháveis. Então, ela fez algo que o envergonha. Não é porque ela espreme a pasta de dente no meio e ele gosta que esprema do
e encontrou nela algo digno de vergonha. Eh, rontindai ion são coisas envergonháveis. Então, ela fez algo que o envergonha. Não é porque ela espreme a pasta de dente no meio e ele gosta que esprema do fim pro começo, que o casamento não vai dar certo. Eu preciso ter uma coisa que envergonhe para que justifique esse processo. Mas eu queria só destacar aqui, Álvaro, antes de você seguir o fato de que num período muito anterior ao próprio cristianismo, nós já tínhamos uma percepção de que as relações conjugais podem não durar toda uma existência. E e aqui ela raça colocou aí complementou questões extremamente importantes. E aqui tem uma questão na sequência desse parágrafo que a gente leu, que ele vai dizer o seguinte, quando a gente leu que se, por exemplo, e A era casado com B, então professor Celestino casado com dona Graça, professor Celestino, eles decidem se separar. Shalom. Seja feita a paz. Deus nos livre. Tá. Vamos supor, eh, isso aconteceu, beleza? O professor fala: "Não, eu não quero mais casar. Não quero mais ficar casado. Não quero, não quero, não quero, não quero". Então, o rabino vai chegar para ele e vai falar assim: "O juiz que vai fazer o rabino que vai fazer o get". O get é a carta de divórcio. É a carta de divórcio. É a carta que livra a pessoa daquele compromisso, que faz a anulação da promessa e do contrato que foi constituído. Quando o professor falar, eu quero isso Rabine vai falar: "Você tem certeza? Vai paraa tua casa e pensa um mês. Vai paraa tua casa e pensa uma semana. Vai paraa tua casa e pensa. Por quê? Se você separar, não pode mais casar com ela. É muito comum a gente vê pessoas reencontrando depois que se separam os seus primeiros namorados, seus primeiros amores e casarem novamente. Aí o judaísmo assim, eu lembro que o rabino falava: "Mas se você, não tô julgando, pelo amor de Deus, se você vai encontrar lá na frente, querer viver bem, então por que que você não faz tudo que você pode hoje para viver bem sempre? Se lá na frente você não precisa reencontrar.
do, pelo amor de Deus, se você vai encontrar lá na frente, querer viver bem, então por que que você não faz tudo que você pode hoje para viver bem sempre? Se lá na frente você não precisa reencontrar. Então é, >> eu entendi. >> Eh, a pessoa, vamos supor, professor se separa, vai lá, vive o o qualquer situação, uma aventura, ele não pode se casar novamente com a dona Graça. Ele escolheu >> com ela, >> com ela. Ele pode casar com outra, mas com ela não. >> Sim, mas o que é que tem a ver a minha adolescência, o meu amor da adolescência? Não entendi essa parte. Porque hoje em dia é não, hoje em dia na psicologia é muito comum, na psicologia existe uma razão para essa eu não sei explicar qual é esse complexo, mas é muito comum a pessoa se separar e retornar a a amores da os primeiros amores da juventude, primeira namorada ou alguém assim. Isso é extremamente comum. >> Sim, mas eu não casei com a minha namorada da juventude. >> Ah, é? Mas aqui no judaísmo não tinha essa parte, né? Entendi. Então, mas eu vou fazer uma um um vou aproveitar a sua ideia. Existe hoje uma coisa muito comum que é o casal vive, não dá certo, ele se separa. Uhum. os outros, eles vão viver outras experiências e depois descobrem que eram mais felizes com os parceiros que eles já tinham casado. E aí acaba acontecendo que eles reatam e segue a vida deles agora com com uma experiência de um iato, né, uma separação no meio. separação no meio. No caso é que no judaísmo nós não teríamos, né? Uma vez separado, separou. Ela pode casar com outro, mas comigo não casa mais. Isso aí. Uma vez separado, separou-se, já era. Acabou. Agora, Elará, é muito revolucionário isso, porque o ideal era, o ideal seria nós casarmos por completa afinidade no nosso propósito de vida. >> Se todos os casamentos fossem obtidos a partir do crescimento espiritual que pode proporcionar e o apoio para o crescimento espiritual que pode proporcionar um ao outro, não teria casamento que daria errado nesse planeta. Todos os casamentos seriam, do
escimento espiritual que pode proporcionar e o apoio para o crescimento espiritual que pode proporcionar um ao outro, não teria casamento que daria errado nesse planeta. Todos os casamentos seriam, do ponto de vista do espírito, uniões, vamos assim dizer, inquebrantáveis. Agora, qual que é o problema? Que muitas vezes a gente procura os parceiros, parceiras a partir de perspectivas muito mais humanas. Então, o que que essa pessoa pode me oferecer materialmente na questão das minhas paixões humanas? Ah, dinheiro acaba, beleza? Olha, olha, olha para nós três, gente. >> Gente, >> meu Deus, >> quando eu olho para mim, quando eu era novo, eu olho hoje, eu fico: "Peu Deus, >> meu Deus! Como eu pude chegar aqui? >> Pude chegar isso. >> Eu vou, eu vou mais direto ao assunto. Eu nem olho mais, não tenho coragem. >> Eu nem olho mais. Eu tiro foto de documento de olho fechado para não correr o risco de me ver. Isso, exatamente. >> Então, a se nós, quando nós escolhemos, como vai dizer, mano, espíritos conscientes fazem a primeira escolha que eu disse, espíritos inconscientes vão fazer a escolha por conta das questões materiais. Quem somos nós? Espíritos entre um e outro. Nós estamos nessa jornada, estamos, vamos dizer assim, no meio do caminho. Então, gente, eh, que deu como como é a passagem do Evangelho Segundo Espiritismo, professor, >> com relação a quê? >> Não, eh, por causa da dureza dos vossos corações, né? É, >> exatamente. >> É, mas isso aí, isso aí está em Mateus 19, onde Jesus dá uma colaboração muito interessante sobre isso, porque quando Jesus terminou essas palavras, partiu da Galileia para Judea. Além do Jordão, acompanharam grandes multidões e ali ele os curou. Alguns fariseus aproximaram-se dele, querendo pô-lo à prova. E perguntaram: "É lícito repudiar a própria mulher por qualquer motivo?" qualquer motivo, não é coisa >> não. Ele respondeu: "Não lestes que desde o princípio o criador o fez, os fez homem e mulher e que disse: "Por isso o homem deixará pai e mãe se unirá
qualquer motivo?" qualquer motivo, não é coisa >> não. Ele respondeu: "Não lestes que desde o princípio o criador o fez, os fez homem e mulher e que disse: "Por isso o homem deixará pai e mãe se unirá a sua mulher, os dois serão uma só carne. De modo que já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separa." Eles, porém, objetaram, contraargumentaram. E por que então ordenou Moisés que se desse carta de divórcio quando repudiasse? E Jesus disse, Moisés, por causa Moisés não ordenou, Moisés permitiu por causa da dureza dos vossos corações, porque no princípio não era assim. Então veja como Jesus é profundo naquilo que todo tudo que a gente apresentou aqui, porque o Gênesis 4, o Bxite, ele diz assim: "Adão conheceu Eva e ela concebeu". O verbo ladate aí conhecer é um verbo que não é apenas conhecer materialmente, nem ficar. É a é a união espiritual, a inter relação espírito a espírito. É saber com quem você vai se unir. Porque se você escolher a pessoa certa dentro desses princípios, não vai precisar de divórcio. Mas o homem também abusa do fato do machismo. Jesus sabia o que estava dizendo. dureza dos nossos corações é que é a tristeza do planeta e da nossa vida. Não é o uso da lei, é o abuso no uso da lei que faz os distúrbios que a gente conhece aí. Então Moisés não ordenou, ele permitiu segundo Jesus. Porque como diz assim, aquilo que já não é mais possível de se viver junto é melhor amigos separados do que inimigos juntos. Moisés permitiu por causa da dureza. vocês nem souberam escolher e já estão se separando. Essa é a questão. >> Agora tem um negócio aqui interessante, professor. um comentário do Reb de Lupavet que diz o seguinte, que toda vez que nós assumimos uma missão espiritual, existe a possibilidade de divórcio. Tal qual nós necessitamos da fidelidade moral para o cumprimento das relações conjugais, é necessário a nossa fidelidade moral para que possamos exposar uma missão espiritual. Seja essa tarefa, essa tarefa na oratória, seja
os da fidelidade moral para o cumprimento das relações conjugais, é necessário a nossa fidelidade moral para que possamos exposar uma missão espiritual. Seja essa tarefa, essa tarefa na oratória, seja essa tarefa na mediunidade, seja essa tarefa na direção de uma casa espírita, seja essa tarefa na condução de um grupo de >> de uma família, >> de uma família, o que quer que seja. E aqui entra uma discussão interessante, porque Rav Shamai, um dos grandes opositores, o grande opositor >> que um casamento não deve nunca ter fim. E aqui ele diz, diz isso a um casamento espiritual, a um compromisso espiritual assumido. Já e ele iria dizer diferente disso, ele ia falar que você pode sim para que venha assumir outro outro casamento espiritual, ou seja, para que você venha dar continuidade. Não se vê, não se vê o fim de uma missão com tanta dureza. Vamos dar o exemplo aqui. Médiuns, eh, pessoas que, por exemplo, nem todo mundo que vem ao espiritismo tem a obrigação de ser espírita para tempo e pro resto da vida, mas alguns de nós elege dentro do seu planejamento reencarnatório o compromisso com o espiritismo, seja na mediunidade, seja no campo de qualquer tarefa espírita. Aqui o que tá sendo dito é que se uma pessoa falhou nesse compromisso, sim, temos aqui que reconhecer foi por uma questão de moralidade, algo que nos envergonhou, trouxe o Elará ali no esperanto. Então, uma situação dessa se ocorreu, tudo bem, eu não preciso me sentir acabado pro resto da vida. Eu posso assumir novas tardas, >> vamos recomeçar a vida >> desde que eu queira recomeçar. e recomeçar necessita, vamos assim dizer, reciclar, renovar o espírito naquele ponto onde houve equívoco. Então aqui é trazida essa mensagem espiritual sobre o casamento. >> Muito bem. >> Olha só, não eh eh Adriano, coloca aí para nós, pra gente ver. >> Adriano tá me ouvindo? Adriano já dormiu um monte de tempo. Se ele tiver acordado, ronque baixo, ronque baixo. >> Olha aí, olha aí. Quando eu era novo, eu era assim. >> Meu Deus. Esse é o Daniel. Esse não é
o tá me ouvindo? Adriano já dormiu um monte de tempo. Se ele tiver acordado, ronque baixo, ronque baixo. >> Olha aí, olha aí. Quando eu era novo, eu era assim. >> Meu Deus. Esse é o Daniel. Esse não é você. >> Olha o que sobrou, gente. Olha o que sobrou. Sobrou só. Não sobrou nem a capa da gaita, nem você. Nada. >> Você vou esse você não pode nunca dizer igual Roberto Carlos: "Esse cara sou eu". Porque não é mesmo? Melhorou, viu, Elará? Melhorou. >> Melhorou. O tempo fez bem, >> meu amigo. Isso aí é a minha carteira de identidade lá em Rondônia. Olha, aparece aqui Rondônia no canto. Tá vendo? >> Tô vendo. >> Oh, meu Deus. >> Esse esse é um problema de junta, né? Junta tudo e joga fora. >> Meu Deus, quando eu olho, eu já fui assim um dia. Meu Deus do céu. Nem minha mãe me reconhece. Mas vamos lá. >> Beleza, hein? Que beleza. Que beleza, hein? >> É para você ver a aonde eu cheguei. Coitadinho. Quando eu falo que eu tenho 103, ninguém acredita. >> Ela ali é o Daniel, não é você. O Daniel é sua cara. >> É muito parecido, né? >> Eu olho e digo, gente, é a cara dele. Coitado. Eu digo para ele, meu filho, eu tenho uma péssima notícia para você. Olhe pr Olhe essa foto. É a sua cara. Agora olhe para mim. é o que está reservado para o futuro. Ó, vamos lá. Essa questão do do divórcio, eu acho assim muito interessante pelo fato de que eh dentro do judaísmo, embora a gente tenha no novo no no decálogo escrito assim: "E o homem não desejará nem o burro, nem o jumento, nem o a casa, nem a serva, nem o servo, nem a mulher do próximo." Ou seja, a mulher tá tá misturado com jumento, com coisa, com casa, com tudo. >> É. A Igreja Católica ainda deu uma tentativa de separar, botou a mulher no nono e botou o resto no décimo. Mas não é assim que está no decálogo, não. Tá tudo no mesmo saco. Mulher e coisa é tudo um trem só. E você vê que mesmo com essa leitura de que eh a mulher tem essa essa visão que nós podemos imaginar que seja de um objeto, aqui nós temos a possibilidade de ver a percepção do
oisa é tudo um trem só. E você vê que mesmo com essa leitura de que eh a mulher tem essa essa visão que nós podemos imaginar que seja de um objeto, aqui nós temos a possibilidade de ver a percepção do legislador e enxergar a possibilidade de que nós tenhamos o direito de fazer uma nova história nas nossas vidas, né? Isso é muito bonito. Acho que a gente não vai conseguir falar hoje de ralidza, né? Talvez não. Mas olha aqui, tem o quinto Elará, ele é muito bonito, esse quinto versículo que ele vai dizer assim: quando um homem toma uma esposa nova, né? >> Não, pera aí, Álvaro, antes o professor Severino ia fazer um comentário e eu cortei ele para mostrar aquela foto ridícula. Deixa ele abordar e você abre aí essa parte nova. Jorito, eu ia fazer um comentário, mas eu obnubilou minha minha minha minha meu pensamento e eu não me lembro mais. >> Ele ficou tão chocado, ele ficou tão chocado com a foto que até esqueceu que ele tava. Eu acho, eu acho aqui agora é outro assunto, mas é dentro do mesmo que a gente deveria tocar alguma coisa sobre o levirato. Nesse caso, a gente tá falando de casamento, né, de divórcio. O levirato aí tiria, portanto, para esclarecer muita coisa dentro da do judaísmo e dentro da união, né, dos casais. >> Eu eu vou fingir que eu sei que é Levirato. Vocês, eu vou fazer uma cara de paisagem aqui, vou fingir que eu sei o que é. Talvez eu não conheça a palavra em português, >> mas o levirato é uma lei judaica e obriga a mulher casada com um homem quando ele morre e eles não têm filho, >> que ela casa com o irmão dela, >> Ralitsa. >> Ah, Ralitz. Eu falei, eu não vou conhecer em português porque é exatamente o Ralit aí que que o Jor levantou que é para para poder >> permanecer. Inclusive eu eu acho assim uma uma lei até reencarnacionista, né? Porque diz a lei que o irmão que desencarnou pode voltar como filho da que foi esposa e a o seu irmão. Ele volta paraa família. Eh, e tem uma pergunta dos saduceus para embananar Jesus em cima disso também, em cima do levirato. Quando ele diz
ou pode voltar como filho da que foi esposa e a o seu irmão. Ele volta paraa família. Eh, e tem uma pergunta dos saduceus para embananar Jesus em cima disso também, em cima do levirato. Quando ele diz assim, pergunta a Jesus: "O homem casa com a a mulher casa com o homem?" Ele morre. Ela casa com seu irmão, ele morre. Ela casa com o outro mais jovem, ele morre. Até o sétimo ou oitavo. Quando chegar no mundo espírito, >> quando aprender essa mulher >> que ela tá envenenando gente, né? >> Envenenando seus maridos. >> Jesus, eu acho que Jesus, em vez de responder essa pergunta do saduceu, que não acreditavam na ressurreição, ele devia ter perguntando qual o nome do veneno que ele dava para que ela dava para ele, né? Jesus tinha ter feito essa pergunta. Mas Jesus deu uma resposta muito interessante que ele diz assim: "Do lado de cá não existe homem nem mulher, mas anjos de Deus ou espíritos de Deus". É também dentro dessa mesma lei do levirato que eu acabei de trazer para vocês. >> Me fez lembrar Abraão, não da Torá, um outro que casou com Rifcale, com Rebeca e >> minha avó, hein? Então, deixa eu mudar o nome com E ele quando casa eles passam a vida junto. Ele tá no leito de morte, ele diz assim: "E fica alê, Rebequinha, eu queria te dizer que no primeiro ano de casamento, me lembro até hoje estourou a Primeira Guerra Mundial, a gente teve que fugir. Mudamos de país para um lugar que não tinha nada. Começamos a vida. Depois de 10 anos de casado, passada a guerra, a gente reconstruiu tudo, vem o programa e e leva todos os nossos bens. A gente precisa de mudar mais uma vez de país. A gente vai morar na Alemanha. Na Alemanha a gente começa a viver, quando a gente reconstrói tudo, começa a Segunda Guerra Mundial. A gente perde tudo, precisa de fugir. Você ali sempre do meu lado. A gente vem pro Brasil, você do meu lado. O navio afunda. Só nós dois sobrevive. Você ali do meu lado, a gente muda, vem anado fugindo dos tubarões. Você ali do meu lado, quando a gente chega no Brasil, reconstrói tudo. Depois de 10
meu lado. O navio afunda. Só nós dois sobrevive. Você ali do meu lado, a gente muda, vem anado fugindo dos tubarões. Você ali do meu lado, quando a gente chega no Brasil, reconstrói tudo. Depois de 10 anos a grande tempestade que inundou a nossa cidade, a gente perde tudo de novo. E ele vai contando: "E você ali do meu lado agora já com uns 98 anos de idade?" Eu queria te dizer que azar que você me deu. É uma piada judaica. Então, só para se entender. >> O judeu tem o humor >> só trouxe azar na vida dele, né? Você deu um azar. >> Os judeus tem um humor. A piada judaica, ela é muito importante pro judeu. >> É, mas também eles tem tanta perseguição, é a válvula de escape para as pressões do mundo. Então a gente faz piada com a nossa história, com os nossos costumes, mas não tem nenhum tipo de maldade, nenhum tipo de nada. Só uma forma de de olhar pra nossa história e falar: "Meu Deus, vai ser difícil. Escolhe bem com quem você casa, porque não importa quem seja, se a pessoa for boa, tiver te apoiando e você apoiando ela, dá para passar as adversidades. >> Mas também, muito que eu lembrei dessa piada, >> o judeu também eh quando ele quando ele pode, ele também é romântico, ele também trata muito bem. Eu eu vi um diálogo onde o casal também era Sara e Jacó. Não era, não era Abraão e Sara, não era Sara e Jacó. Eles conversando e ela conversando com ele, Jacó, tivemos realmente grandes mudanças na nossa vida. O as coisas foram acontecendo, a gente foram as coisas foram acontecendo, vieram muitos invernos, vieram muitos verões e a gente sempre ali juntos. E hoje, né, a gente já está na velice e parece que tudo passou. Aí ele não, Sara, você está enganada. Com você é sempre primavera. >> Ah, que bonito. >> É, eu achei muito bonito assim. >> Bonito. >> Não tem aquela também do rabino do casamento do leão? Não tem aquela? >> Tem. Eu achei maravilhosa do rato. >> O rato, o rato vai lá. É, >> depois vocês vem na internet o casamento do o rabino contando do casamento do leão.
o rabino do casamento do leão? Não tem aquela? >> Tem. Eu achei maravilhosa do rato. >> O rato, o rato vai lá. É, >> depois vocês vem na internet o casamento do o rabino contando do casamento do leão. >> É, >> é muito o versículo 5 aqui vai trazer algo que eu acho que vale a pena a gente comentar hoje. >> Você vai passar pro Halitsa ou não? E é não, eu vou entrar aqui. Quando um homem toma uma esposa nova para si, ele não deverá sair para a guerra. >> Ah, nenhuma obrigação, >> nenhuma obrigação militar será imposta sobre ele. Ele permanecerá por sua casa, em sua casa, por um ano, e fará a esposa quem ele tomou feliz. É um mandamento da Torá fazer a esposa feliz. É mandamento divino. É cumprir com a lei divina pro judeu. Tá escrito aqui. Então aqui você não pode sair paraa guerra. Agora eu vou contar uma coisa porque eu contei a piada. Eu tenho que eu tenho que fingir que eu sou uma pessoa muito séria. Então eu vou contar que um dos momentos mais bonitos para mim do Shabbat, da comemoração da entrada do sétimo dia, é quando antes da do Kid, antes do momento da refeição, canta-se uma música, ela em aramaico. Ela é escrita por rei Salomão e ela diz assim: Ver e aí segue a música. Ela é muito bonita. E essa música, ela fala o seguinte: "Quem pode encontrar uma mulher virtuosa? Seu valor excede em muito o das joias". Por que uma mulher virtuosa? Porque o que trouxe o divórcio foi a imoralidade que existe entre os dois nesse relacionamento. A mulher virtuosa é a que observa os valores à lei divina. Então, seu valor excede o das joias. O coração confia no seu esposo e o do esposo confia nela. Benefício não lhe há de faltar. Ela o trata com bondade, nunca com maldade. Todos os dias da sua vida ela procura o lã, o linho, trabalha de bom bom grado. Ela é como navios mercrantes, traz o alimento de longe, levanta-se enquanto ainda é cedo para sustentar o seu lar e estabelecer as tarefas de suas criadas. Ela avalia um campo, adquire com seu lucro, planta um vinhedo. Aqui no sentido espiritual da unha, da uva. Ela
enquanto ainda é cedo para sustentar o seu lar e estabelecer as tarefas de suas criadas. Ela avalia um campo, adquire com seu lucro, planta um vinhedo. Aqui no sentido espiritual da unha, da uva. Ela cinge nos seus lombos a força e dobra o seu braço. Ela está ciente de que o seu empreendimento é proveitoso. Sua lâmpada não se apaga à noite. Ela põe as suas mãos sobre o fuso e as suas palmas empunham a roca de fiar. Ela oferece a sua mão ao pobre, estende as mãos a todo necessitado. Ela não teme por seu lar durante o frio, pois toda sua família está vestida de lã escarlate. Ela faz sua própria tapeçaria. São vestes de fino, linho e púpuro, púrpura. Seu marido é famoso nos portais. Ele se senta com os anciões da terra. Ela fabrica a roupa branca e vende. Provê cinturões aos mercadores. Força e dignidade são seus trajes. Ela olha sorridente para o futuro. Abre a sua boca com sabedoria. Ensina e o ensinamento da bondade está sobre língua. Ela observa a conduta de seu lar e não come do pão da ociosidade. Seus filhos levantam-se e aclamam e a aclamam: "Teu marido a enaltece. Minhas filhas têm feito obras meritórias, porém tu superaste todas elas. Tu és o encanto. O encanto é enganoso e a beleza nada vale. Uma mulher temente a Deus é o que é a que deve ser louvada. Elogiem-na por suas realizações e por suas obras que louvem nos portões dos céus. Que bonita, né? Eu acho tão linda essa. >> É, esse é provérbio, né? >> Né? É, é, eu conheço, eu tenho essa oração feita, colocada num quadro eh na em hebraico. >> Muito interessante, >> linda, né? E você vê aqui falando do valor, da estrutura moral, >> porque vale a pena dizer que no espiritismo sexo não existe, não existe para os espíritos. Então aqui a igualdade é de direitos, mas existem diferenças nas obrigações do homem para com a mulher. Eu não tô querendo entrar em nenhuma seara, mas é importante dizer que o que tá sendo enaltecido em um texto escrito há 2500 anos atrás são os valores morais, independente se é pro homem, se é paraa
. Eu não tô querendo entrar em nenhuma seara, mas é importante dizer que o que tá sendo enaltecido em um texto escrito há 2500 anos atrás são os valores morais, independente se é pro homem, se é paraa mulher. Isso é o belo, isso é o que deve ser louvado. Isso é o que sustenta o lar, isso é o que sustenta as dificuldades. Isso é o que faz ultrapassar todas as questões. Não é isso, professor? E elarrar vocês que são casados há mais tempo. >> É, não tem menor, não é menor dúvida. E inclusive tem aqui uma uma observação de sumos sum. Ele diz assim: "Esta mulher virtuosa que o Álvaro descreveu está mais perfeita que o homem de bem do >> mulher do homem de bem. Essa é a mulher do homem de bem". >> É a mulher do homem de bem. >> Eu acho que sim. Essa mulher foi feita por Salomão para que depois reencarnasse para chegar no evangelho e ser a esposa do homem de bem. >> Olha, são 11:30. São 11:30. Olha, então acorda o o Adriano que eu tô sentindo. >> Chama, chama o Adriano aí que embora. Tá na hora. Vamos embora. Vamos embora. >> Ele dormiu. >> Dormiu. >> Dormiu. >> Ele ele >> ele cochila. Ele ele >> essa vez foi de verdade. >> Não. O problema é que a internet dele tá travando e aí a gente fica falando que ele dormiu, ele não consegue entrar. >> É porque tá travado. Ó, ele chegou agora. Ó lá a cara dele deelep. Você >> tá dormindo. >> Tá. Eu eu tava aqui dando risada das coisas que vocês estavam falando, principalmente o Alvinho. O Alvinho hoje tá empolgado hoje. >> Ele ele bota o filho dele para assistir enquanto ele dorme. Aí meu filho, fala o que foi falado aí para Ai, >> poxa, a gente não falou do Ramin. Eu queria falar um pouquinho só >> um minuto. Elará, professor Celestino Adriano, >> o Elará conhece o Éder do Recomeçar Espírita Podcast, professor Cel, vou levar ele lá, ele tá aqui online com a gente. Ele falou: "Mas já um abraço amigos". Gente, vocês t que conhecer o Éder do e começar podcast, um jovem dedicado, trabalhando interessadamente pela doutrina, um amigo assim que meu coração se enche de
Ele falou: "Mas já um abraço amigos". Gente, vocês t que conhecer o Éder do e começar podcast, um jovem dedicado, trabalhando interessadamente pela doutrina, um amigo assim que meu coração se enche de felicidade quando eu reencontro e quando eu falo dele, que é um coração afim que me fez ver que existem espíritos encarnados trabalhando de maneira desinteressada. Um beijo no seu coração, amigo. >> Foi o Álvaro que me levou lá nele. >> Vou levar o Adrian se vier a São Paulo. Professor Celestino, levo também, professor. Gente, estando aqui. Vamos lá. >> Certo, Jorg episódio com vocês. >> Que que você queria, eu queria falar sobre sobre o Ralits aqui. O Ralitz é o seguinte. Quando um homem casa com uma mulher e ele não tem filhos, então a lei de Moisés diz que ela poderia, ele poderia eh ela poderia então casar com o irmão mais novo dele se for solteiro. Ou se não for solteiro, ele fica casado com ela, mas ele tem ele coabita com a cunhada para que o irmão dele tenha descendência. Isso está na Torá. Só que isso não é praticado hoje. Então, quando você tem famílias mais rígidas e tal, que acontece o falecimento de um irmão, que a cunhada não teve filhos com ele, não é? A mulher não teve filho com ele, o irmão mais novo já vai na cunhada e diz: "Ó, você tá liberada do voto do ralita", tá? Porque ele pode, mas a gente não pratica isso. Então existe, mas o a a o eles são eles dispensam a cunhada desse tipo de situação. Isso aí naquela época era por conta da linhagem, né, da da minha linhagem da sequência da família a qual se pertence hoje. Isso >> né toledot, né? É, essa é a questão de toledo. É, quais eram as as famílias de onde provinham, as tribos, essa coisa tuda. É, Abraão girou Isaque, já girou Jacó, Jacó, >> é essa coisa aí tinha que que garantir. Hoje não tem mais, tá bom? Então, essa lei aí que chamada de lei virato e que no judaísmo a gente chama de de ralitza, eu nem sabia que era levirato. Também >> é, >> sabia? >> É, né? >> Isso é ralita. Muito bem. Era só isso. Adriano Máximo,
ei aí que chamada de lei virato e que no judaísmo a gente chama de de ralitza, eu nem sabia que era levirato. Também >> é, >> sabia? >> É, né? >> Isso é ralita. Muito bem. Era só isso. Adriano Máximo, por favor, >> eu gostaria de dizer que algumas horas atrás nós tivemos uma notícia maravilhosa de que existe um cessar fogo na guerra do Irã. >> Constante. >> Eu tenho uma notícia maravilhosa também antes dessa. Hoje é aniversário de Denise Balô, né? Ou foi ontem. >> Denise Balô. >> Acho que foi ontem. >> Foi ontem. Tov, eu vou mandar mensagem para ela. Maral Tovo, >> eu mandei, eu mandei uma mensagem para ela, ela ficou emocionada, mandou um abraço pra gente. Tá lá no >> Tá fechado o áudio. Concorde. >> Tá fechado o áudio. Adriana, xenize para os íntimos. >> Xenize. Eu vou ligar para ela. >> É bom. >> E aí, moçada? Reta final. Reta final. >> Eu quero dar parabéns ao Álvaro e parabéns ao professor Severino, que eles conseguiram hoje ler quatro versículos. Não, chegou aos cinco. Chegou ao cinco. Foi. >> É, nós conseguimos chegar até o cinco. É, >> foi, foi na, aliás, finalmente foi um pentateu, >> não é? Chegou, a gente raspou o cinco porque tem umas coisas aí. E ele, se ele não tiver terminado de construir a casa, se ele tiver casado novo, tem uma série de condições que ele não pode ir pra guerra. Não é só essa não. Bom, semana que vem, se quiser, começa por aí. Daqui 15 dias é lá, >> OK? Se Deus permitir. >> É com você, Adriano. O bacana é que a gente já sabe que não, essa tarefa não será finalizada nessa encarnação. Mas que bom. Eu eu eu particularmente eu eu penso que o pessoal que acompanha gosta dessa meio que esse pinga fogo do início aí, perguntas soltas e vocês vão respondendo. É muito bacana, é muito conhecimento. Eu acho que o pessoal gosta, eh, apesar de que tira tira tempo da do estudo, né? Mas enfim, >> esa é até bom perguntar pro pessoal o que que vocês preferem aí. Falem aí se vocês preferem que a gente faça >> aquela aquela meia hora lá de pingafogo enquanto o Álvaro não chega ou
né? Mas enfim, >> esa é até bom perguntar pro pessoal o que que vocês preferem aí. Falem aí se vocês preferem que a gente faça >> aquela aquela meia hora lá de pingafogo enquanto o Álvaro não chega ou >> ou você acham que a >> que a gente deve abrir o Cer logo no começo e >> tocar de horror. >> É, vamos pedir pro pessoal colocar nas nos comentários, né? Depois a gente dá uma analisada. >> Isso. OK. >> A gente ver o pessoal prefere. Um bom motivo para o encontro na próxima reencarnação. >> Olha, eh, Álvaro, eu fiz a prece de abertura e como você chegou depois sobrar para você. >> E o professor Seino falou que é para te castigar. >> Ó, próximo programa, dia 21 de abril, dia de Tiradentes. >> Dia de Tiradentes, feriado, hein? Tudo normal, né, gente? Tá tudo certo. Normalo, >> então tá bom. Normal >> não. Normal não. Tudo do jeito que está. Feriado, >> porque normal, normal, normal. Não é bem normal, né? É feri é feriado para quem não apresenta de Moisés a Kardec, mas para quem apresenta, >> quem apresenta não é feriado. Exatamente. >> Exatamente. >> É com Alvinho, então presto de encerramento. >> Então vamos lá. Chevetim gamad. Como se faz verdadeira felicidade quando irmãos se sentam junto ao entorno de uma mesa onde os interesses se encontram voltados ao plano espiritual, a fraternidade entre os corações, onde a felicidade e as disputas se põem de lado para que possamos amos confraternizar em harmonia o aprendizado, o estudo, as observações do plano espiritual. Que cada um desses estudos possam adentrar aos nossos corações, deixando as marcas profundas em nosso espírito, deixando a ligação dos ensinamentos de uns para com os outros. em laços eternos que jamais se apagam na memória e na história. Que a conjuntura desses estudos e o propósito se coloquem em práticas de caridade e se tornem na vida de todos nós o exercício e a procura sincera da continuidade de nossos dias trabalhando na seara de Jesus. E que os amigos que recolhemos durante estes estudos, durante essas
idade e se tornem na vida de todos nós o exercício e a procura sincera da continuidade de nossos dias trabalhando na seara de Jesus. E que os amigos que recolhemos durante estes estudos, durante essas longas mesas de discussão, de fraternidade, possam efetivamente se eternizar na sinceridade do amor de uns pelos outros. Obrigado, Senhor, pela oportunidade de perseverar. em tua obra, reconstruindo o meu espírito a cada dia. Obrigado pelos bons amigos que colocastes para deixar o exemplo do esforço, o apoio nos momentos de dificuldade e a certeza que os teus braços se se estenderão através daqueles que se encontram ao nosso entorno, que encontraremos a tua compaixão e o teu amparo em nome da caridade, no exercício da fraternidade e que esses momentos se multipliquem a todos aqueles que têm fome do espírito, sede de água viva. Pois diante dos amigos, diante da fraternidade e diante da reflexão profunda de teus ensinamentos, temos descoberto melhores caminhos para trilharmos na vida. por esses dias, construindo a vida eterna. Que assim seja. >> Graças a Deus. >> Seja. Graças a Deus. É isso aí. Isso aí, ó. O pessoal tá dando aqui a sugestão de nós eh limitarmos o aquele período, aquele momento inicial das perguntas, né? Enfim, >> até a chegada do Álvaro, né? >> É isso aí. >> OK. >> É isso aí. Então, vamos lá, pessoal. Então é isso, vamos ficando por aqui. No dia 21 de abril, se Deus assim permitir, estaremos juntos novamente para mais um capítulo da série de SUS de Moisés a Kardec, sexta temporada, meninos. Beijo nos corações. Vocês que estiveram aí nos acompanhando, mandaram mensagens. Tem gente que nos assiste pelo celular, tem gente que nos assiste pelo computador, tem gente que joga pra televisão. Ó, beijo nos corações. E se Deus quiser, no dia 21, então estaremos juntos novamente, tá bom? Todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Fiquem com Deus e até a próxima. Tchau. Tchau. >> Tchau. Tchau. Beijo, Ju. >> Até para todos.
tos novamente, tá bom? Todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Fiquem com Deus e até a próxima. Tchau. Tchau. >> Tchau. Tchau. Beijo, Ju. >> Até para todos.
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