CURIOSIDADE CONSTRUTIVA - Ângela Collares [PALESTRA ESPÍRITA]
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ele coloca aqui como contrastes e convites a renovações que a gente é convidado aqui no planeta Terra, mas de uma forma de escola, né, de uma forma de aprendizado. E todas essas lições que ele colocou aqui, né, frase a frase, ele coloca que são lições purificadoras pra gente combater o nosso egoísmo, né? Pois bem, depois dessa breve reflexão, elevemos nosso pensamento ao alto, pensando em Jesus, nosso mestre, nosso amigo, aquele que veio há mais de 2000 anos para deixar as suas lições que permane permanecem e irão permanecer conosco num convite ao autoaprimoramento, ao convite da reforma íntima, o convite para seguirmos ele como em suas palavras, ele sendo o caminho, a verdade e a vida. que ninguém vai ao Pai senão por intermédio dele, deste caminho que ele deixou para nós. Agradecer a ele, nosso pai, pelo dia que se inicia, pelas oportunidades que irão aparecer neste dia, nos dias seguintes, para que a gente possa renovar e ir melhorando enquanto o espírito. Pedimos humildemente que nesse momento da palestra bênçãos caiam dos altos, do alto, para ajudar na nossa luta, para reconfortar o nosso cansaço e acalmar nossos anseios. Nesse ambiente de bênçãos, de carinhos, pedimos também que ampare a nossa irmã Ângela para que ela seja intuída em seus pensamentos e em suas palavras. Nesse momento queremos ouvi-lo na ouvi-la na palestra. Que assim seja. Muito bom dia novamente. Eh, o tema da nossa reflexão de hoje é simples, mas extraído de um contexto, de um conteúdo muito complexo. Quando a gente se concentra, eu imagino que isso seja com os demais e companheiros de jornada que que aqui vem trazer um tema para a nossa conversa, para a nossa reflexão. Não é fácil para nós eh escolhermos esse título, mas eu procuro, passo quase o período depois daqui inteiro pensando e atenta para alguma indicação, pedindo uma inspiração e atenta para algo que eu tenha condições de conversar e que eu ache que seja relevante. que eu tenha condições de estudar ou não é uma coisa que a gente já conheça,
indicação, pedindo uma inspiração e atenta para algo que eu tenha condições de conversar e que eu ache que seja relevante. que eu tenha condições de estudar ou não é uma coisa que a gente já conheça, porque o nosso conhecimento é sempre muito limitado no que diz respeito a esse estudo tão específico, tão direcionado a esse momento, a essa hora que deve ser muito abençoada. E essa esse tema, curiosidade construtiva, me surgiu numa reunião mediúnica no estudo do livro Evolução em Dois Mundos, mas a gente faz esse estudo quase do anos, porque nós nos encontramos uma vez por semana, as segundas-feiras à tarde, e eu nunca tinha me despertado nenhuma O livro é complexo, já adianto. Evolução em dois mundos é um ensinamento diferenciado. Todos os ensinamentos são na nossa seara, mas André Luiz se preocupou neste livro em nos esclarecer, não é como nós somos, mas é como nós surgimos de verdade. Até esse dia em que nós elaboramos as nossas reflexões e os nossos pensamentos, como se deu isso? Nós ouvimos falar obviamente de como é que o planeta foi preparado para nós, mas nós pouco ouvimos dizer por outros espíritos benfeitores de como é que nós surgimos como seres independentes, únicos, com a nossa consciência, com a nossa individualidade. Sabemos que a gente faz parte de um todo, mas como nós fomos extraídos ou como nós fomos construídos, como nos foi concedida essa vida, essa bênção pelo criador. E nesse livro ele, quando eu ouvi falar do livro, antes da gente começar a estudar, eu pensava: "Fácil, evolução em dois mundos". Ele vai falar da evolução do planeta, porque a gente já tem ideia como é que ele foi se formando e etc. e vai falar como se dá o estudo, a educação de nós espíritos quando não estamos, né, na experiência do físico quando não estamos encarnados. Mas não é, é a evolução de nós seres e a evolução do planeta. Sim, a evolução do mundo físico que nos veio servir de de ambiente, de escola, de casa e a nossa. A nossa, como pessoas, como seres pensantes, capazes de elaborar uma um raciocínio,
olução do planeta. Sim, a evolução do mundo físico que nos veio servir de de ambiente, de escola, de casa e a nossa. A nossa, como pessoas, como seres pensantes, capazes de elaborar uma um raciocínio, capazes de fazer uma reflexão. E milênios de anos demoraram para que isso acontecesse. E é muito reconfortante ver como a gente evoluiu muito, como tantos anos se passaram e a gente chegou nesse ponto em que nós estamos aqui conversando sobre um tema, sobre um assunto, sobre uma informação que nos é trazida pelo mundo espiritual. Todos nós começamos lá. Lá é a nossa casa. É lá que nós existimos desde o início. Aqui é nossa experiência. Mas lá foi onde nós fomos criados. É de lá que nós partimos. É isso que nós somos. E o livro Evolução em Dois Mundos, ele é um livro que nos primeiras eh nos primeiros nas primeiras páginas, eu diria, nos primeiros temas, esse tema aqui é o 20º, é o capítulo 20 do livro, ele é desestimulante porque ele é muito técnico, extremamente técnico. Existe inclusive publicado um compêndio que é de auxílio pra leitura do livro, de tanto nome técnico que ele tem lá do início, no início da formação do planeta. Pra nossa sorte, a gente tem uma uma umas duas pessoas da área médica no grupo, então elas vão dando uns esclarecimentos sobre algumas palavras e termos técnicos. Isso é muito bom. Mas no final das contas, quando ele fala no capítulo 20, ele trata de corpo espiritual e religiões. Esse é o tema principal do capítulo. Vejam o tanto que a gente andou até chegar nesse ponto. Corpo espiritual e religiões. Parece um pouco estranho relacionar isso, porque a princípio nós somos, sabemos, nós temos essa ideia de que religiosidade é uma prática e religião é uma escolha. aonde você melhor, com quem você melhor se afiniza, com quais conceitos e com qual forma de estudar e de expressar a sua religiosidade. Quando ele fala de corpo espiritual, neste capítulo ele já transcorreu um grande caminho para nos explicar como nós chegamos ao primeiro pensamento contínuo, nosso, nossa, a primeira vez
eligiosidade. Quando ele fala de corpo espiritual, neste capítulo ele já transcorreu um grande caminho para nos explicar como nós chegamos ao primeiro pensamento contínuo, nosso, nossa, a primeira vez em que a gente formulou uma ideia. Primeira vez em que essa ideia despertou na gente. Em que momento foi que a gente olhou para cima e falou: "Nossa, nós estamos aqui eu, eu, eu, eu eu pensou eu?" Porque antes você pensava só, deu a fome, tem um perigo, vou fazer isso tudo muito instintivo. Aí um dia, que não é um dia, depois de milênios, a gente se percebe. É estranho pensar assim. Eu não tinha pensado assim até a gente chegar nesse capítulo. A gente se percebe e por isso ele fala no capítulo da curiosidade construtiva, porque foi ela, na verdade que nos fez despertar. E eu fiquei muito feliz porque tem uma expressão que eu uso, que eu já não uso mais, que eu usava antigamente, que eu dizia que nós temos curiosidade mórbida, porque a gente gosta muito de divulgar coisas, de compartilhar coisas. Alguns de nós, a gente já se policia bem, né, sobre isso, de dizer: "Olha, você viu que que aconteceu, que escândalo, que coisa horrível, que coisa." Você viu as imagens? Quando alguém me dizia isso, hoje eu já nem me diz a imagem, mas quando me dizia é horrível, você olha aqui, vem ver. Eu falava: "Não, não precisa não. Eu acredito em você. É, é feio, é horrível. Você se sentiu mal, é, tá bem, não precisa me mostrar. Eu acredito porque eh nós talvez pelos instintos iniciais nossos, ainda temos essa curiosidade mórbida na gente. Mas quando André Luiz fala que tudo começou, essa nossa percepção de nós mesmos, da nossa individualidade, de nós como seres, do nosso espírito, de nós espíritos, ainda na carne, ele fala que nós começamos com a curiosidade construtiva. Foi ela que nos despertou. E isso me faz pensar, já passando bastante a situação que a gente não deve perdê-la nunca, né? ela nos impulsiona. Então, o capítulo trata do corpo espiritual e religiões. Trata também eh de responsabilidade e
faz pensar, já passando bastante a situação que a gente não deve perdê-la nunca, né? ela nos impulsiona. Então, o capítulo trata do corpo espiritual e religiões. Trata também eh de responsabilidade e consciência e isso relacionado à atividade religiosa. E na página 149 é que a gente tem essa expressão meio perdida lá no meio do parágrafo. curiosidade construtiva, mas foi essa expressão que me chamou atenção. E no início, o que que nos diz André Luiz? Eh, vamos só fazer a justiça que a psicografia é de Chico Xavier e Valdo Vieira do livro. O fluido cósmico é o plasma divino austo do criador ou força nervosa do todo sábio. Nesse elemento primordial vibram e vivem constelações e sóis, mundos e seres como peixes no oceano. Hoje nós temos a ciência que estuda, nós temos a ciência que já eh codificou, transcreveu a expressão môn, que é origem do grego, que significa único ou simples, que é um elemento que, sabe-se, permeia todo o universo que nós conseguimos eh eh conhecer o que os cientistas conseguiram pesquisar. Existe um elemento principal e único, simples, dizem eles, eh, que está entrelaçado ou entremeado ou perpassado por tudo que há no universo. André Luiz disse isso antes dos cientistas codificarem de forma diferente. Essa substância simples é invisível, é, diz a ciência, ela é substância simples, indivisível e ativa que compõe toda a realidade. Eles nem usam a palavra nem universo, nem mundo, nem mundos, nem nada. Usam realidade, pelo menos a realidade que a gente conhece, né? com percepção e atividade própria, não é um elemento inativo. E foi a partir desta afirmação aí, é que André Luiz da do fluído cósmico universal é que André Luiz nos faz conhecer sobre eh como é que o Criador e aqueles que ele designou como cocriadores, amigos dos planos superiores, benfeitores da humanidade ligados ao nosso planeta. Então, desde a sua do seu surgimento, como foi que ele eh fez eh a programação do surgimento das nossas organizações estelares nas galáxias e consequentemente a formação da nossa
dos ao nosso planeta. Então, desde a sua do seu surgimento, como foi que ele eh fez eh a programação do surgimento das nossas organizações estelares nas galáxias e consequentemente a formação da nossa habitação. E a habitação cósmica é o que é a expressão dele, de André Luiz no livro. Ele diz que o nosso planeta é uma habitação cósmica. E aí ele passa a descrever de forma pormenorizada como é que este planeta foi sendo formado para que pudéssemos nós encarnar aqui. E paralelamente ele vai descrevendo como nós espíritos fomos sendo formados, como foram despertadas em nós todas as nossas peculiaridades, particularidades ainda inconscientes e como o planeta foi sendo paralelamente preparado. Isso, eu já adianto, para mim, pelo menos de início, causou uma inquietação, mas a inquietação leva a gente paraa frente, não é para nos atemorizar, é para nos despertar curiosidade construtiva. Fiquei pensando eu, será que Deus criou a gente? Então nós nos fez princípio simples e ignorantes para desenvolver nossa inteligência, nossa percepção e nossa razão para a gente encarnar na terra, só na terra. E aí, André Luiz vai explicando o que a gente hoje já sabe, né, com as bênçãos do criador e com a bondade dos benfeitores espirituais, que não funciona dessa forma, que nós somos experiências, né, vivências de vários eh lugares quando estivermos aptos a sê-lo. Então ele fala sobre as forças atômicas, sobre as pequenas e eh explosões, não não é explosões, ele fala ele fala de choques que foram necessários para o início, né, muito elementar da vida na Terra e a a forma como Deus nos pensou para a vida e nos fez ir desenvolvendo nossas condições de conhecimento, mas de forma muito inicialmente muito inconsciente, sempre inconsciente, mas pelo impulso, mais pelo despertar das necessidades da sobrevivência mesmo. Nós espíritos assim não estávamos preparados para habitar ou para encarnar ou reencarnar em um corpo físico. Ainda que o quéssemos, nós não est não tínhamos essa condição. E até que nós
ivência mesmo. Nós espíritos assim não estávamos preparados para habitar ou para encarnar ou reencarnar em um corpo físico. Ainda que o quéssemos, nós não est não tínhamos essa condição. E até que nós chegássemos a essa condição, o planeta que ia nos receber estava sendo preparado. Claro que a gente sabe na nossa experiência já e nas informações que temos, que muitos outros espíritos encarnaram na terra pela bondade divina para nos ensinar já com a sua capacidade intelectual desenvolvida. Isso a gente sabe. A gente sabe dos capelinos. Nós sabemos da raça adâmica que todos vieram ao planeta para nos impulsionar o conhecimento, nos ajudar. conhecimento eh intelectual, conhecimento científico, mas o conhecimento moral nem sempre foram capazes de nos transmitir, porque vieram também para esta escola por conta de não terem conseguido acompanhar o intelecto e a moral do planeta nos planetas em que estavam. Mas isso tudo é a bondade divina. Mas muito tempo depois em que de que do da época em que chegamos a estar realmente preparados para usar a nossa consciência, a nossa razão para expressar as nossas primeiras, os nossos primeiros pensamentos, as nossas primeiras frases, o nosso primeiro raciocínio, verbalizar o nosso primeiro raciocínio. Tudo isso, em tudo isso, a bondade divina foi muito grande, infinito esse amor que nos trabalhou por milênios para que nós pudéssemos um dia nos perceber. É tão determinante isso, é tão importante saber como é que foi essa formação e essa evolução do nosso corpo espiritual, nós espíritos, a nossa formação, né? Lembrando que André Luiz mesmo nos nos lembra disso sempre, que o corpo físico é um reflexo nosso. Não somos nós que somos reflexo do físico. Sabemos que às vezes a materialização ou a percepção ou a visão de alguns eh médiuns que têm essa condição, vem os espíritos como eles se apresentavam em uma e outra encarnação. Mas isso é a vontade do espírito, não mais das vezes. Claro que nada é regra, a gente sabe, é muito particular isso, muito pessoal.
em os espíritos como eles se apresentavam em uma e outra encarnação. Mas isso é a vontade do espírito, não mais das vezes. Claro que nada é regra, a gente sabe, é muito particular isso, muito pessoal. Mas nós, eh, o corpo físico nosso que nós vemos é reflexo do nosso espírito apenas. O que nos importa de verdade, cuidar dos dois, porque um nos serve de veículo, mas o outro somos nós. É nós, somos nós com a nossa consciência. Então, na evolução do que a gente chama de primeiro mundo, eu vou chamar de primeiro mundo, mas aí sou eu que estou colocando, é a evolução do corpo espiritual. E no segundo mundo, paralelamente, a gente estava vendo o nascimento aí do reino vegetal, depois da fase mineral e etc. Em tudo isso, diz André Luiz que num dia, em um momento dado específico, nós fomos evoluindo. Ele fala da evolução eh genealógica do espírito. Ele fala da hereditariedade, da formação do cérebro e da aquisição das nossas capacidades bem primárias. E um dia a gente se percebeu, percebeu que nós éramos mais do que uma necessidade de alimento, uma necessidade de de proteção, um instinto de defesa. Nós éramos mais que isso. E aí fomos nos eh organizando, fomos nos reunindo, já despertado um sentimento, uma afinidade. nós fomos reunindo e passados tantos outros milênios, a gente formou as as eh os grupos, vamos dizer assim, que nos levaram muito posteriormente a despertar a religiosidade e a prática religiosa até a formação dos grupos de eh das diversas religiões. Mas ele diz que especificamente dentro desses milênios da aquisição da nossa consciência, ele diz que à medida que a responsabilidade se lhe apoou do espírito, iluminou-se a consciência do homem. A centelha da razão convert-se em chama divina. Por isso que eu entendi que a gente se percebeu, a gente despertou para nós mesmos, então nós éramos comandados pelas necessidades nossas. Depois a gente, nesse momento, a gente se percebeu. E aí, em razão disso, com a nossa nossa razão despertada, nós passamos por transformações
os, então nós éramos comandados pelas necessidades nossas. Depois a gente, nesse momento, a gente se percebeu. E aí, em razão disso, com a nossa nossa razão despertada, nós passamos por transformações profundas. E André Luiz diz nesse despertamento que além das operações vulgares da nutrição, da reprodução, da vigília, do repouso, surgem os estímulos que despertam o senso moral, em que a intuição se amplia com o avanço do conhecimento até surgir a efetividade e a afetividade e esta se converter ter em amor. Até a época recuada do paleolítico, interferiram as inteligências divinas para que se lhe estruturasse o veículo físico. Então nós éramos, a preocupação era a nossa sobrevivência mesmo física, envolvendo-a na luz da responsabilidade, conferiram-lhe, e aqui ele tá falando dos benfeitores designados pelo Criador para nos auxiliar nesse despertamento, nessa vida, conferiram-lhe o dever de conservar e aprimorar o patrimônio recebido. investindo na riqueza do pensamento contínuo, entregaram-lhe a obrigação de atender ao ao aperfeiçoamento do seu corpo espiritual. Até semelhante fase, os tremendos conflitos da natureza em que se mesclavam a violência e a brutalidade foram debitados a conta da evolução necessária. E aí, então, só então com a chegada desse eh dessa condição é que nós despertamos e despertada a consciência é que nós despertamos através dessa curiosidade construtiva a atividade religiosa. muito tempo depois, obviamente, aflorando a mentação incessante, o homem chegou a a examinar em si mesmo o efeito das próprias ações, de modo a crescer consciente para sua destinação de filho de Deus, herdeiro e colaborador da sua obra divina. E aí, com esta curiosidade construtiva que nos leva a inevitável progresso, inevitável conhecimento de nós mesmos e das consequências das nossas ações, é que vieram a as indagações. Nós queríamos elucidações, nós queríamos saber que caminho tomar. Nós despertamos as nossas antenas mentais, e é assim mesmo que André Luiz chama, antenas mentais para as estrelas,
am a as indagações. Nós queríamos elucidações, nós queríamos saber que caminho tomar. Nós despertamos as nossas antenas mentais, e é assim mesmo que André Luiz chama, antenas mentais para as estrelas, para o infinito. E queríamos respostas. Nós sabemos que ao longo da nossa prática religiosa e da estruturação dos grupos religiosos, nós, seres ainda muito endividados conosco mesmo, não é nem com a humanidade, entendemos muita coisa errada. Fizemos muita coisa errada em nome de Deus, querendo que o outro pensasse como nós e agisse como nós. Fizemos isso, cometemos esses equívocos, mas nós sabemos hoje que nós estamos caminhando para que essa religiosidade em nós seja consciente, clara, simples, como deve ser a nossa vida. aqui. Então, essa curiosidade construtiva nossa só nos beneficia. E André Luiz diz que a atividade religiosa nasceu por instituto mundial de higiene da alma. Não é reconfortante saber que exatamente no momento em que a nossa consciência despertou, em que nós nos sentimos e nos percebemos como seres, como pessoas, a gente imediatamente procurou uma forma de controlar a nós mesmos, de nos educar. E aí ele fala de higiene da alma na atividade religiosa. Isso é reconfortante, porque às vezes a gente acha que nossa religião ou a religião do outro é mais própria ou menos própria, que tem mais verdades, que interpreta melhor, que sabe mais, que tem mais conhecimento, que tem mais intelecto. Mas na verdade cada um de nós na nossa atividade religiosa, praticando essa higiene da alma, nós estamos nos preparando para essa nova era em que não precisaremos ter mais segmentos religiosos. Teremos somente a nossa religiosidade em prática. E isso é muito determinante para nós e um compromisso muito grande de cada um de nós. Usarmos a nossa curiosidade construtiva sempre, saber por as verdades estão colocadas, porque os temas estão colocados, conhecereis a verdade e ela vos libertará. Não é à toa. Não foi dito aleatoriamente nada. Nada nos evangelhos, nada nas psicografias,
por as verdades estão colocadas, porque os temas estão colocados, conhecereis a verdade e ela vos libertará. Não é à toa. Não foi dito aleatoriamente nada. Nada nos evangelhos, nada nas psicografias, nada na doutrina. Está dito de forma aleatória. Tudo está direcionado para o nosso crescimento, paraa nossa condição no planeta. Esse ainda é o planeta que foi criado para estarmos aqui. Este a este planeta ainda está em evolução. Nós ainda estamos em evolução. Nós merecemos estar aqui e nós precisamos saber qual é essa nossa condição aqui. Foi essa a nossa curiosidade construtiva aí, após de tanto trabalho, milênios, bilhões de anos de trabalho de Deus, dos benfeitores, cocriadores, e André Luiz fala disso, dos cocriadores, dos benfeitores designados por ele, de todo esse amor, toda essa caridade dele conosco, para que nós chegássemos ao ponto de saber que nós temos essa consciência em nós, que a razão é essa luz de Deus em nós. Desde que essa luz acendeu, desde que nós a percebemos, eh ela nos sustenta a vida real. A vida é no planeta. Então essa curiosidade é que nos faz continuar em direção a essa luz aí, a esse conhecimento que a gente precisa. Então é ela que a gente tem que dar atenção muito, não deixar, não, não vamos desperdiçar 80 anos, 90 anos de nossas vidas, 15 ou 10 de nossas vidas, eh achando que a gente veio aqui ainda para comer, beber, nos divertir e deixar o tempo passar, porque se nos falta uma dessas condiçõ a gente fica absolutamente desprotegido. Nós sabemos disso. Qualquer um que passou por uma doença sabe que se o físico não responde ao que o teu que o teu raciocínio, que o teu espírito comanda. Há um conflito que às vezes é uma derrocada de uma encarnação, porque você não preparou, não se preparou como espírito para não animar um físico. Olha só, e nós não somos espíritos animando físicos o tempo inteiro da nossa existência. Aí eu fui buscar pra gente encerrar lá em Paulo de Tarso. Ele fala que em Deus nos movemos e existimos. Se isto não é a confirmação do que André
s animando físicos o tempo inteiro da nossa existência. Aí eu fui buscar pra gente encerrar lá em Paulo de Tarso. Ele fala que em Deus nos movemos e existimos. Se isto não é a confirmação do que André Luiz diz sobre o fluído cósmico universal, de onde fomos eh de onde surgimos dessa bondade desse ser supremo. E se não é a mesma môna de que falam os cientistas, então não saberemos. A gente ainda tem que estudar muito, ler muito e trabalhar muito. Muito obrigada a todos. E a gente vai mais feliz usar mais a curiosidade construtiva e menos a curiosidade mórbida. Muito obrigada. >> Obrigado a Ângela, né, pelas reflexões desta manhã. Muita coisa ainda para aprender a conhecer. Agradecer também todos que estão aqui presencialmente no Salão Bezerra de Menezes e também os que nos acompanham pela internet. Saúdo o Aldo, a Fátima, a Maria, Sandra, Emiliana, Isabela, tantos outros que mandaram mensagens aqui. Eh, sintam-se todos, né, abraçados, acolhidos. E nesse sentimento de agradecimento, renovamos a o nosso agradecimento a nosso Pai, pedindo a Jesus, nosso mestre, a toda a espiritualidade que nos acompanha, nos auxilia, que faça despertar em nós essa curiosidade colaborativa. que ela possa estar presente no nosso dia a dia para que seja um convite de carnearmos ao encontro de Jesus, ao encontro de Deus. Que todas as bênçãos que estamos recebendo neste momento possam ser internalizadas dentro de nós, mas também que possa alcançar todos as pessoas com quem convivemos, todas as pessoas que encontraremos no dia de hoje, porque o amor se multiplica. que possamos então sairmos daqui da palestra fortalecidos, saindo melhor do que que chegamos, na certeza de que Deus é nosso pai e ele está nos acompanhando, como a nossa irmã Ângela falou, estamos imersos em seu amor. Que assim seja. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os [música] fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma [música] troca de energias físicas. mentais e
nalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os [música] fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma [música] troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa [música] auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida.
a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, [música] venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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