CULPAS: REPARAÇÃO PELA DOR OU PELO AMOR? - Daniela Migliari [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 22/01/2026 (há 2 meses) 48:36 400 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. [música] Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão Bezerra de Menezes. Aqueles que estão nos ouvindo também pelos meios de comunicação da comunhão espírita também. Todos nós somos muito bem-vindos ao nosso nosso momento das 16 horas. Vamos começar fazendo uma leitura que eu tirei de um tema tão lindo. Se me perguntarem de onde, eu não sei. Eu tava mexendo ali quando eu vi. E como nós temos um, vai ter um tema onde tem uma palavrinha amor no tema, aí eu trouxe para vocês que eu achei tão lindo. E o que é bonito pra gente a gente partilha, né? Não é assim? O que é bom pra gente a gente partilha. Quando tudo parece confuso, quando as palavras faltam e a dor insiste em permanecer, o amor continua sendo a resposta silenciosa de Deus em nós. O amor não se impõe, não grita, não exige. Ele se manifesta no olhar que acolhe, na escuta que não julga, no perdão que liberta, na mão estendida quando o outro já perdeu as forças. Muitas vezes buscamos o amor fora e esperando, esperamos que ele venha pronto, perfeito, sem esforço. Mas o amor verdadeiro, ele nasce dentro, cresce no íntimo da alma e se revela nas pequenas escolhas do dia a dia. Amar é compreender que cada ser caminha no seu tempo. É aceitar imperfeições sem desistir das pessoas. é aprender a servir mesmo quando o orgulho perde distância. Jesus nos ensinou que amar é doar-se, é permanecer quando seria mais fácil partir, é acender luz onde ainda existe sombra. que ao sairmos deste momento

a servir mesmo quando o orgulho perde distância. Jesus nos ensinou que amar é doar-se, é permanecer quando seria mais fácil partir, é acender luz onde ainda existe sombra. que ao sairmos deste momento hoje, hora que terminar esse nosso momento, vocês tomarem o passe, receberem o passe, possamos levar conosco um compromisso simples e profundo, manifestar o amor, ainda que em gestos pequenos, porque são eles que transformam o mundo e curam o coração. Que o amor seja a nossa linguagem, nossa escolha diária, nossa forma mais sincera de servir a Deus. Que assim seja. Bom, então esse nosso momento é de agradecimento. Agradecimento por esse amor que tem dentro de nós. Pode ser assim ele pequenininho, mas é o amor que a gente consegue já trazer. Mas pedir a Jesus, principalmente Jesus, que ele veio nos ensinar a amar incondicionalmente, sem restrição, que ele fique conosco nessa nossa caminhada, nos ajudando ver em tudo o amor, esse amor que ele pregou. E que assim seja. E vamos começar esse nosso momento com a Daniela Migliar, né? É sempre bom ter, né? Essa turma de quarta-feira é muito especial, né? das 16, das 18 eu falo a mesma coisa, viu? Mas ela vai falar de culpas, reparação pela dor ou pelo amor. Então, vamos ver o que que ela tem para falar para nós. Tá com você, Daniela. >> Boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos, bem-vindas. É sempre uma alegria servir nessa casa que me acolheu, acolheu a mim e a minha família há 16 anos e onde eu aprendi um pouco mais sobre essa justiça misericordiosa de Deus. Durante muito tempo, a gente vem sendo exposto como humanidade a processos de aprendizado que envolvem algo que acontece e que promove um efeito. E nesse retorno, dessa lei de retorno, algo vem para mim e eu me sinto muitas vezes punido, castigado, machucado por um retorno específico que aqui chegou. E quantas vezes a gente é encontrado dentro dessa energia, dentro de uma perspectiva muito infantilizada de estarmos sendo perseguidos, de estarmos sendo hã penitenciados por algo. São

ue aqui chegou. E quantas vezes a gente é encontrado dentro dessa energia, dentro de uma perspectiva muito infantilizada de estarmos sendo perseguidos, de estarmos sendo hã penitenciados por algo. São esses os estágios iniciais da nossa consciência quando a gente ainda está nesse momento dessa infância espiritual, onde Deus é percebido como esse ente vingativo, irado, ou que vai fazer a gente pagar percentil por percenti? Quando a gente começa a adentrar no estudo mais aprofundado do evangelho, a gente não encontra nada disso e nem precisa ficar só no Novo Testamento ou mesmo na codificação cardequiana. Se a gente já chegar ali pelo Antigo Testamento e realmente ler o Antigo Testamento com maturidade e com coração aberto, a gente vai encontrar o mesmo Deus, um Deus amoroso, um Deus misericordioso, um Deus absolutamente presente e entregue paraas nossas vidas, disponível, para que a gente possa dar passagem pro seu amor através de todos nós. A gente encontra, por exemplo, no Antigo Testamento, em Oséias, capítulo 6, versículo 6, que ele diz assim: "Porque eu quero misericórdia e não sacrifício. E o conhecimento de Deus muito mais do que holocaustos". Holocaustos eram aquelas aquelas entregas que havia ali dos animais para serem sacrificados e queimados. E com aquilo havia um início de uma percepção exteriorizada de algo que eu faria para reparar alguma coisa que eu fiz e que a minha consciência pesou. Então eu entro como se fosse numa barganha, numa negociação. Olha, então agora eu vou sacrificar esse animal. Isso, gente, não quer dizer que isso tá errado. Isso quer dizer que foi um determinado estágio da nossa consciência enquanto humanidade, engatinhando, aprendendo numa percepção exteriorizada desse movimento de reparação, que é sim necessário. Então, a justiça divina ela é exata, ela se mostra no momento presente e ela precisa de fato agir, trazer pra gente o efeito do que a gente fez, mas não como punição, e sim como uma lição desse grande pedagogo. Só que o mundo tá girando, tá girando,

a no momento presente e ela precisa de fato agir, trazer pra gente o efeito do que a gente fez, mas não como punição, e sim como uma lição desse grande pedagogo. Só que o mundo tá girando, tá girando, tá girando e a gente vem recebendo novas revelações, não só mais os 10 mandamentos ali do Antigo Testamento. Veio Jesus, trouxe o sermão da montanha, trouxe essa palavra, essa notícia, essa boa nova pra gente, ampliando a nossa compreensão como mais uma onda, né, que cai naquela pedra que caiu ali no laguinho. Veio uma primeira revelação, a segunda revelação, depois veio o espiritismo trazendo ainda mais luzes, mostrando que a gente tá imerso nesse mundo espiritual, que a gente convive com as nossas companhias espirituais e que a gente vive algumas medidas educativas que eu não vou nem mais dizer que são efeitos do passado, já que a gente tá exposto ao véu do esquecimento. Isso, se algo difícil está atuando na nossa vida nesse momento, a gente é convidado a se sentir brindado por isso e não punido por isso. Se algo tá batendo na sua porta, é porque Deus confia na sua competência de estar pronto para aprender aquela lição. Olha só a diferença que tem quando a gente se depara, por exemplo, com uma situação de alguém que tem um filho com uma questão de uma deficiência física ou mental. Eu poderia olhar para isso e começar a a perscutar e procurar e falar: "Não, mas será porque eu fiz isso? Eu fiz aquilo? Foi assim? Foi assado?" Gente, perda de energia. O evangelho convida a olhar pra frente. O próprio Allan Kardec no Evangelho Segundo o Espiritismo é claríssimo quando as pessoas começam a atribuir muitas coisas que estão vivendo a causas antigas, passadas, ele fala: "Visitem o que vocês têm feito nessa vida atual". Porque a grande parte do que vocês estão fazendo é vivendo, né, de difícil nesse momento, é um resultado daquilo que você fez nessa mesma vida. Então, quando a gente começa a apreciar a nova aventura que se abre na nossa existência, quando a gente começa a perceber, não é só mais

momento, é um resultado daquilo que você fez nessa mesma vida. Então, quando a gente começa a apreciar a nova aventura que se abre na nossa existência, quando a gente começa a perceber, não é só mais um convite, vem mais um pouquinho, caminha um pouco mais, a gente entra numa relação muito íntima e profunda com Deus. A gente para de sentir ele como aquele ser distante, de quem eu tenho medo, de quem eu fico às vezes barganhando. Olha, eu vou fazer aquilo. Não é barganha para o Senhor poder me dar isso. Não é assim. Eu já estou tão mergulhada no seu amor. Eu já estou tão protegida, eu já estou tão guarnecida pelas tuas leis. Elas me apoiam tanto, elas me auxiliam tanto, que isso aqui, esse amor, ele tá simplesmente transbordando do meu coração. Não tem mais barganha, tem gratidão. E Jesus, ele é muito claro durante todo o evangelho. Quando a gente chega assim e termina de ler os quatro livros do Novo Testamento, dos quatro evangelistas, a gente percebe que esse perdão, essa a justiça é um fruto, é um fruto da graça de Deus. Ela se faz presente de uma forma assim cheia de graça, suave, tranquila. Por quê? Porque a gente se percebeu profundamente amado. Então eu não tô mais respondendo a Deus perante um tribunal da minha consciência. Eu tô lidando com Deus a começar de um altar sagrado da minha consciência, algo que em mim transborda e que pode ter um efeito novo na minha vida. Eu começo a me manifestar em novas causas dentro dessas leis. Eu gosto muito de lembrar de um filme do Divaldo. Eu já citei ele várias vezes. Quem assiste todas as minhas palestras acaba sabendo que esse é com certeza um dos meus filmes favoritos da vida. Divaldo, Mensageiro da Paz. Quem ainda não assistiu, assista. Então, Divaldo tem essa situação delicada que supostamente numa outra vida ele teria levado uma pessoa a cometer o suicídio. E essa pessoa, esse espírito fica obsediando ele e é chamado de máscara de ferro e fica durante muitas décadas da vida dele perseguindo. E Joana de Angeles, que é a mentora que

a a cometer o suicídio. E essa pessoa, esse espírito fica obsediando ele e é chamado de máscara de ferro e fica durante muitas décadas da vida dele perseguindo. E Joana de Angeles, que é a mentora que o acompanha, ela fala para ele: "Olha, vai chegar um dia que você vai ter oportunidade de reparar até lá. vai exercitando, vai vivendo essa caridade em ação, vai vivendo esse amor manifestado na sua vida. E Divaldo começa a fazer coisas lindíssimas fazendo e vivendo o próprio estudo pessoal dele interno. Porque é isso que a gente faz, gente, o tempo todo que a gente tá se evangelizando, a gente tá trabalhando esse ambiente psíquico nosso. Assim como toda obsessão espiritual começa numa autoobsessão, toda desobsessão espiritual começa na minha própria desobsessão. O que que vai me desobsediar? vai tr, o que vai me curar, o que vai trazer essa libertação é o evangelho vivido, sentido, estudado, refletido e vivenciado no meu dia a dia. Portanto, quando o Divaldo se depara com a sua vida e ele vai estudando, ele vai vivendo vários momentos de palestras, começam a surgir várias tarefas para ele, tarefa mediúnica, tarefa de escrever livros, tarefas de se preparar para palestras. Ele começa também a fazer um trabalho social na Bahia. Ele leva alimentos, ele recebe crianças que estão eh desatendidas nos seus lares e começa a adotar. Ele adotou mais de 400 crianças e ele passa ali por uma série de situações delicadas e vai firmando a fé dele nessa caridade em ação. E ao longo desse tempo, Máscara de Ferro foi observando ele, foi vendo como ele agia, foi vendo como ele se sentia, foi vendo como ele foi se transformando e foi deixando ele cada vez mais liberado, cada vez mais em paz. Até que um dia toca a campainha do centro onde ele morava lá em Salvador e uma mãe tinha deixado uma criança e tinha saído correndo. E aí a pessoa que recebe essa criança fala: "Poxa, mas não cabe mais, não tem mais como a gente auxiliar outras crianças". Ele fala: "Não, a gente vai receber ela sim". E antes dele

ha saído correndo. E aí a pessoa que recebe essa criança fala: "Poxa, mas não cabe mais, não tem mais como a gente auxiliar outras crianças". Ele fala: "Não, a gente vai receber ela sim". E antes dele receber essa criança, ele olha paraa Joana de Angeles, que é a sua mentora, e ela fala para ele: "Divaldo, chegou o dia pelo qual você tanto esperava. É agora". Então ele vai, recebe essa criança e Máscara de Ferro tá ali do lado dele, olhando, vendo e percebendo, super interessado. E ele pergunta pro Divaldo: "Você vai adotar essa criança feia aí? Essa menina feia?" Ele falou: "Vou, vou adotar sim". E ela é linda. Então o Máscara de Ferro vai conversando com ele. Por fim revela que aquela criança era a mãe dele de uma vida anterior. E aí Divaldo começa a conversar com ele e fala: "Olha, eu sei que você tá chateado comigo, que você ainda tem muita raiva, no entanto, eu não quero pagar, entre aspas, tá, gente? para se pagar. Eu não quero pagar pelo que eu fiz com a minha morte, com a minha doença, com meu sofrimento. Eu quero pagar pelo que eu fiz por meio do amor. Então isso, gente, muda tudo nessa hora. Máscara de ferro fica, vai relaxando, vai se tranquilizando. E Divaldo relatou em outras palestras mais paraa frente, isso não aparece no filme, mas relatou que ele se tornou um grande amigo, um grande apoio, um apoiador mesmo espiritual, ajudou ele em palestras e sempre seguiu convivendo com ele até o desencarne. Então, gente, esse convite da gente ficar na vida pela vida, da gente seguir adiante nas nossas histórias por meio do amor, é algo que basta a gente tomar uma decisão. Basta a gente ter ouvidos de ouvir e olhos de ver e coração de sentir e perceber que o evangelho inteiro está inscrito sobre isso. Quando Jesus no seu evangelho traz pra gente um convite, ele fala: "Um novo mandamento vos deixo, um novo mandamento vos dou. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Jesus veio testificar o que já estava previsto no Antigo Testamento de muitas e muitas formas, de que Deus é um pai

nto vos deixo, um novo mandamento vos dou. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Jesus veio testificar o que já estava previsto no Antigo Testamento de muitas e muitas formas, de que Deus é um pai misericordioso. Inclusive, quando ele tava na cruz, que ele tinha acabado de ser crucificado, ele falou: "Pai, perdoa-os, porque eles não sabem o que fazem". que que ele tá lidando ali com a infância espiritual daquele tempo. Quem não sabe o que faz, por exemplo, uma criança não sabe dirigir um carro, ela vai tá ali exposta a algo que é muito maior do que ela. A gente tá lidando com a nossa infância espiritual. E quando a gente avalia todos os cinco livros do Pentateuco de Kardec, quando a gente vai estudar, ao longo de todo o livro dos espíritos, do Evangelho Segundo Espiritismo, a gente encontra várias referências, não só de Kardec, mas mais ainda da espiritualidade amiga que veio trazer as instruções com citações de criança espiritual, infância espiritual. Eu, na minha infantilidade espiritual, né, como que eu posso lidar para poder amadurecer. Então, quando a gente começa a perceber que aquele tribunal dessa inquisição interior que nós mesmos estabelecemos nas bases do nosso relacionamento profundamente pessoal com Deus, que é cheio dessa sensação estranha de culpa. de uma sensação estranha que me atravessa. E nós somos atravessados por todas essas sensações. Que que a gente precisa fazer, gente? Orai e vigiai. Pede, pede auxílio. Vive a sua expressão no dia a dia cada vez mais amorosa. Diante da dívida de alguém com você, o que que você vai fazer? Essa mesma coisa que Deus tem feito com a gente, ele só pede isso. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Porque Jesus, ele veio exemplificar na carne o que Deus nos convida há muito, muito tempo. E ele conseguindo fazer isso na carne, ele fala para todos nós: "Vós sois deuses e podeis fazer o mesmo ou mais do que eu." Então, venham comigo. A gente precisa se sentir caminhando lado a lado com Jesus. E quando a gente não souber o que fazer,

a para todos nós: "Vós sois deuses e podeis fazer o mesmo ou mais do que eu." Então, venham comigo. A gente precisa se sentir caminhando lado a lado com Jesus. E quando a gente não souber o que fazer, vai estudar. Como eu já disse várias vezes, Mateus capítulo 5, 6 e 7, vocês vão encontrar o sermão da montanha que tá todo esmiuçado no Evangelho Segundo Espiritismo também com mensagens e mensagens de espíritos que vieram trazer pra gente exemplos de como colocar em prática cada um daqueles itens das bem-aventuranças. bem-aventurados, ou seja, aqueles felizes de nós que ouvem essa mensagem, que se sentem protegidos pelas leis, ao invés de se sentir incerciados por elas. Se vocês pegarem o livro dos espíritos, vocês vão ler uma sequência de estudos das leis morais da vida. dessas leis naturais são as leis divinas que estão simplesmente sendo ampliadas desde lá do Antigo Testamento, dos 10 mandamentos, e que a gente tá só percebendo que são ecos mais esmiuçados do mesmo. É como uma árvore que quando você corta, que tem ali todos os seus círculos, né? Eu sou toda ela. A árvore é tudo. Eu não sou só uma coisa ou só outra. Nós somos aqueles lá de trás por quem nós sempre estivemos esperando. A solução está nas nossas mãos e é aqui agora. Como que eu vou escolher reagir no trânsito? Como que eu vou escolher reagir com o próximo mais próximo? Como que eu vou escolher olhar para as minhas próprias infâncias espirituais? Os momentos em que eu percebo que eu tô aprendendo ainda e que algo em mim se expressou de maneira pequena. Algo em mim sentiu ciúmes. Algo em mim se sentiu escasso dentro desse dessa sensação de escassez. Mas como assim escassez? Se a gente é filho do dono de toda coisa. Que desconexão é essa? Onde que eu me desconectei? Essa é a pergunta que a gente tem que se fazer todos os dias. E aí eu paro de olhar para essas culpas como algo que eu não posso fazer nada a respeito e que eu só tenho que pagar por isso, sofrer por isso e que isso tá acontecendo comigo é por causa daquilo.

as. E aí eu paro de olhar para essas culpas como algo que eu não posso fazer nada a respeito e que eu só tenho que pagar por isso, sofrer por isso e que isso tá acontecendo comigo é por causa daquilo. Gente, isso é fazer muito pouco do evangelho. Isso é fazer muito pouco do que a gente vem recebendo há tempos e tempos e tempos. Isso é simplesmente um material para que a gente possa, como quem pega uma folha em branco e escreve sobre ela, aplicar algo sobre ela. Então, se algo se mostra para você como sombra, o que que a gente tem que fazer? Aplicar essa luz do amor sobre essa situação. E não é fácil. A gente nem sempre vai conseguir fazer isso sozinho. Às vezes a gente precisa vir aqui, ler os livros, estudar, pedir a quem tem para dar. pedir auxílio a Deus, orar, fazer uma prece, eu me conecto, eu me coloco ali naquela sintonia fina, nessa rádio da minha vida e aí eu posso escutar melhor todas as sugestões que a equipe espiritual que tá ali de perto auxiliando as nossas famílias, principalmente para as famílias que vivem o evangelho no lar, que é uma prática muito simples. Os católicos, por exemplo, rezam o terço em casa, se reuniam. Quantas pessoas cresceram aqui vendo as famílias se reunindo ou indo também à missa, vir aqui no centro estudar? É o que Kardec nos convidou. Espíritas, amai-vos e instruí-vos. É isso que ele pede. A gente precisa trazer a nossa mente em conjunto com o nosso sentir para que esse sentir se torne cada vez mais coerente com o que eu estou estudando. E junto com isso vem a prática. Em geral, gente, o lugar onde a gente é mais agressivo, o lugar onde a gente é mais raivoso, é aqui, ó, a gente com a gente mesmo. E quando eu me trato com esse nível de agressividade, com esse nível de autocrítica e com esse nível de rudeza, os meus próprios sentimentos, é claro que eu vou olhar pros outros com essa mesma desconfiança, porque eu não vou querer dar pro outro aquilo que eu não consigo me dar, certo? Só que acontece o seguinte, isso aí, novamente é uma compreensão

e eu vou olhar pros outros com essa mesma desconfiança, porque eu não vou querer dar pro outro aquilo que eu não consigo me dar, certo? Só que acontece o seguinte, isso aí, novamente é uma compreensão infantilizada e muito estreita do amor de Deus por nós. Ah, Dani, mas aconteceu isso e isso na minha infância, aconteceu tais e tais coisas, eu cresci em tais e tais situações. A gente tem ali um convite da vida que tá ali fazendo aquela pressão sobre o diamante, um diamante que tá ali sendo forjado naquela carinha ainda de carvão. E aquela pressão vem e aperta e aperta o carvão até que ele vai virando esse diamante com essa superfície tão intensa, tão tão brilhante, tão maravilhosa que não permite que ele seja arranhado. não tem mais como arranhar, porque ele já tem essa pressão de dentro para fora. E nesse lugar que o diamante chegou, ele vai precisar olhar para trás, pro carvão e agradecer, agradecer cada uma daquelas pressões da vida sobre aquela estrutura, porque foi isso que nos trouxe para esse brilho do momento. Então, a gratidão é uma outra chave que vem e que Jesus nos convida a perceber que quando eu consigo me envolver desse desejo de corrigir danos e agir em amor, eu ajo em amor e eu corrijo algo que eu danifiquei, é no aqui e agora é na atitude renovada com o esposo, com a esposa, com os filhos, no trânsito, com os nossos pais. E às vezes a coisa vem e nos mostra que a gente errou o alvo. Errar o alvo, que é a tradução da palavra pecado do hebraico, é errar o alvo. Ixi, errei o alvo. Bati ali na trave. Então, corrige o curso. Quando a gente percebeu que a gente fez mal para alguém e essa pessoa já trouxe pra gente esse retorno, é simplesmente uma oportunidade da gente corrigir esse curso de novo e de novo e de novo. E a vida, ela é essa mestra pedagoga que tá ali todos os dias trazendo por meio das repetições. Vocês podem ver o lugar onde tá o ponto fraco de vocês vai surgir e vai aparecer em repetições, em geral com a mesma pessoa. Às vezes é o marido, às vezes é

s os dias trazendo por meio das repetições. Vocês podem ver o lugar onde tá o ponto fraco de vocês vai surgir e vai aparecer em repetições, em geral com a mesma pessoa. Às vezes é o marido, às vezes é o filho. Quando você vê você tá olhando pros filhos com irritabilidade, olhando pros filhos com crítica, olhando pros filhos com medo, principalmente com medo, desconfiando, né? Desconfiando. Será que ele vai dar conta? Será que ele vai conseguir? Será que é por amor que a gente faz isso? Mas chega uma hora que a gente tem que se conectar, sabe, com quê? Nos nossos filhos, com Deus neles. Porque essa centelha de Deus que me habita, habita esse filho também. E é lógico que com aquilo que eu mantiver um circuito conectado mesmo, imagina uma pilha que só vai ligar no radinho se eu tiver com os dois polos da pilha ligadinho. Se eu ficar olhando pro meu filho com medo, com desconfiança, com isso, né? Com essa com essa insegurança, o filho ele parece que fareja. Acho que os filhos eles estão sempre eh trazendo como sintoma ou dando voz pro não dito de casa, pro não dito que tá ali da mãe, do pai, às vezes do casamento, tem coisas que estão borbulhando, subsolo abaixo, o filho capta e pum, traz aquilo. Então isso tudo, gente, a cada dia basta o seu mal. Mal no sentido de eu ainda não acertei bem o caminho, tá mal? Vamos começar a compreender mal aqui como eu tá ali fora do rumo. É só isso, tá gente? Não vamos trazer um peso maior do que isso. Isso gera sofrimento. O mal gera cansaço, gera violência, gera agressividade. E aí, claro, algumas pessoas podem ficar perigosas em função disso. Mas quando eu percebo que o mal ele só se vence, ele só se ele só relaxa e se acalma com o bem, é porque ele tá ali batendo na nossa porta, esperando da gente uma nova reação. Então, se eu me sinto mal quando eu infringjo as leis da vida e as leis do amor e aquela consciência pesou, aquilo tá ali me machucando, é a hora que eu tenho que perceber, bom, se eu ficar aqui só na culpa, o que que eu vou

l quando eu infringjo as leis da vida e as leis do amor e aquela consciência pesou, aquilo tá ali me machucando, é a hora que eu tenho que perceber, bom, se eu ficar aqui só na culpa, o que que eu vou começar a dizer? Ah, eu não faço nada, nada direito. Eu sou uma péssima mulher, sou uma péssima profissional, uma péssima esposa, uma péssima mãe, um péssimo marido, um péssimo filho. Isso vai ajudar em alguma coisa? O que vai ajudar, o que vai movimentar é a gente perceber que aquilo ali é um momento, é uma situação, é um sentimento que eu tô sentindo e que ao modificar algum encaixe, eu vou parar de me esconder atrás dessa desistência de fazer diferente. Porque a culpa, na verdade, ela vira um álibe pra gente dar o braço para ela e não fazer nada de novo para mudarquele comportamento. Algo em mim tá teimando ali. Teimando por quê? Porque algo que tá acontecendo naquele subsolo ainda move o meu ego, ainda move aspectos que eu não consigo soltar e que eu ainda fico vinculada, vinculado com algum sentimento não resolvido com uma pessoa. Só que a grande verdade é que somos todos crianças espirituais lidando vida fora com as situações delicadas que acontecem. E as situações elas não são pessoais. Então, quando alguém faz algo para você, você se tornar o cobrador dessa pessoa e falar: "Não, pera aí, você tem que acertar essas contas comigo". Você não se preocupa, querido, porque essa pessoa vai ter que acertar as contas é com Deus. E é com Deus nela. perante o altar da própria consciência, que eu espero que essa pessoa já esteja entrando nesse estágio de altar da consciência, porque o tribunal ele é muito duro. Ainda tem outros estágios anteriores que são aqueles do chicote mesmo, da punição. Pela punição. a gente já pode voltar aqui pro momento presente e conseguir soltar o passado, expirar o que passou, olhar pra frente e seguir adiante reparando pelo amor. O amor, gente, ele é uma situação eh permanente, é a única energia que tem força no universo. Só ele permanece. O

passado, expirar o que passou, olhar pra frente e seguir adiante reparando pelo amor. O amor, gente, ele é uma situação eh permanente, é a única energia que tem força no universo. Só ele permanece. O mal não tem força, ele cai logo ali adiante. Vocês já viram que a pessoa quando ela não tem, não tá bem, ela não tá agindo direito, ela própria se derruba no chão, ela própria tropeça nas próprias forças, ela própria vai precisar parar para descansar. Às vezes essas pessoas que estão passando por esse tipo de situação tão só dando um tempinho para poder se reerguer, encontrar mais força e se levantar novamente. Quantas pessoas a gente atende, quantos espíritos necessitados a gente atende aqui na comunhão, nos atendimentos mediúnicos e que trazem invariavelmente essa sensação de cansaço. Cansei de sofrer, cansei dessa raiva, cansei. Até aqueles maiores opositores, o que realmente auxilia esses espíritos é quando você mostra para eles. Você deve estar muito cansado, porque é cansativo você entrar no mar da vida e ficar lutando contra as ondas. Elas não vão parar, elas não vão se cansar de subir as areias. Isso é o amor. O resto, gente, é resistência. é a gente ali resistindo a admitir quão amados somos, quão protegidos somos, inclusive nas situações mais delicadas da nossa vida. Então, quando alguma situação difícil bater na porta de vocês, vocês não precisam reparar isso pela dor. Simplesmente acreditem que se isso surgiu na sua vida, é porque Deus tá confiando em você, confiando em você essa possibilidade de lidar com essa situação. E a oportunidade de estudo fino que se abre e que chama a gente para vir aqui fazer um curso de EG, que é o estudo sistematizado da doutrina espírita, o estudo sistematizado da mediunidade ou ler todos os dias alguma página desses livros edificantes. Eu gosto mesmo é de ir na raiz ali do evangelho e sorver os estudos especificamente do sermão da montanha. Então, gente, ó, Mateus 5, 6 e 7. Memorizem. Se vocês colocarem isso na internet, cada

antes. Eu gosto mesmo é de ir na raiz ali do evangelho e sorver os estudos especificamente do sermão da montanha. Então, gente, ó, Mateus 5, 6 e 7. Memorizem. Se vocês colocarem isso na internet, cada capítulo vai dar ali uns 5 minutinhos. Em 15 minutos vocês escutam esses três capítulos, mas preparem-se porque cada um deles é como Pai Nosso, que cada frasezinha é um universo, é um portal. E aqui na casa a gente tem uma série, uma série de palestras esmiuçando cada um desses versículos. que tão ali no sermão da montanha, porque isso é o mapa que a gente precisa para poder seguir com leveza e reencontrando essa afiliação divina. Eu paro de brigar com Deus no marido, eu paro de brigar com Deus nos meus filhos. Eu paro de brigar com Deus no meu pai, na minha mãe, no moço ali do trânsito. Se a pessoa no trânsito tá irritada, tá agitada, você já sabe, essa pessoa não deve est bem. Aí eu vou querer lá fazer justiça, brigar junto. Que lado meu é esse primitivo que eu não tô deixando mais descansar. Nós somos convidados o tempo inteiro a renovar as nossas emoções, a cuidar do nosso ambiente psíquico, a estudar, a buscar boas companhias, a nos instruirmos para que na hora do vamos ver e quando chegar o momento certo vocês entregarem uma nova resposta pra professora Vida, aquele lugar onde vocês estão sempre caindo. Aí eu sento na mesa do almoço com aquela pessoa da minha família, a gente já começa a brigar. Então a gente vai convidar o seguinte, antes de sentar do próximo almoço, o que que vocês vão fazer? vão fazer uma oração, vão expirar o ar, vão sorrir, vão se sentir unidos com Jesus e orar por essa pessoa. Às vezes a gente até imagina que a gente tá entregando uma flor para essa pessoa no nosso pensamento e aí a gente vai munido de amor. Olha que munição boa essa. E a gente se senta à mesa, não mais sozinhos nessa mesa da brigaiada do almoço. Eu vou sentar junto com Cristo, lado a lado, aqui comigo, no meu coração e vocês vão ver a vida se transformar nesse altar da consciência. Não tem mais tribunal, não

nessa mesa da brigaiada do almoço. Eu vou sentar junto com Cristo, lado a lado, aqui comigo, no meu coração e vocês vão ver a vida se transformar nesse altar da consciência. Não tem mais tribunal, não tem, porque esse pai vai est ali, ó, virou meu pedacinho aqui no mundo, levando meu amor para todas as suas relações, para todas as suas expressões. É só isso, gente. O resto é fantasia da nossa mente de acreditar que Deus seria esse ser irado, punitivo, né? E que a gente tá aqui porque somos culpados. Não, a gente tá aqui porque nós somos filhos amados. recebendo oportunidades muitíssimo diminuídas com relação ao que a gente teria feito na nossa infância espiritual, na nossa inconsciência e que vem chega aqui uma partezinha pra gente poder atravessar esses lugares e entregar uma nova resposta pra vida. E aí sabe o que que vai acontecer? A gente vai trazer uma nova resposta e na hora que a gente entregou essa nova resposta, a vida vai lançar novas outras que ela vai dizer para você: "Vem para cá, vem mais um pouquinho". E aí eu vou olhar pra próxima provação como um convite, como uma confiança em mim depositada. Mais uma volta aí nessa montanha russa, mais uma aventura. E eu começo a olhar paraa vida com novas lentes, essas lentes de uma filha e de um filho que se sente profundamente amado e protegido por Deus. Tá bom? Então, quando a gente se sente amado, a gente não quer guerra com ninguém, nem mais com a gente mesmo. E a gente para de querer reparar pela dor. A reparação não vai vir pela sua morte, não vai vir pela sua doença, não vai vir pela sua ruína financeira, não vai vir pela sua ruína nos seus relacionamentos, não vem por aí. Reparação não vem por aí. Esqueçam isso. A reparação, ela só vem pelo amor, pela construção e por essa certeza do quão amados nós todos somos, tá certo? Então, fiquem com Deus e até mês que vem. Boa tarde. Bom, amigos, nós estamos já no nosso horário, né? A turma do passe já tá aguardando vocês, mas vamos ainda temos tempo de agradecer, né? Agradecer esse

o, fiquem com Deus e até mês que vem. Boa tarde. Bom, amigos, nós estamos já no nosso horário, né? A turma do passe já tá aguardando vocês, mas vamos ainda temos tempo de agradecer, né? Agradecer esse momento de reflexão sobre esse tema, né? Se eu quero ir pela dor ou pelo amor, me reparar pela dor ou pelo amor, a gente é preferível ir pelo amor, né? Porque pela dor sofre e pelo amor não. Então até a gente já pode eh escolher. Mas vamos nesse momento agradecendo a essa oportunidade que nós estamos tendo de aqui estarmos, né, assistindo, ouvindo alguém falar de um tema importante para todos nós, né? como é que eu quero fazer estar nessa vida, nesse momento, se eu quero continuar doendo ou se eu quero continuar amando. Então, a gente tem essa opção. Nós temos o livre arbítrio. Então, agradecido estamos. Vamos encerrando esse nosso momento, fazendo o nosso Pai Nosso, né? O nosso já é nosso, né? Pai nosso, Jesus que trouxe ele, mas a gente também é irmão, a gente usufrui e diz que é nosso também. É nosso porque é uma prece linda, linda. E como a Daniele falou que tem que ser sorvido de cada pedacinho, cada pedacinho. Nós fizemos sermão do monte, né? Eh, e saúde mental do livro do Sérgio Lopes. Foi umas palestras das 18 horas. Se vocês procurarem, foi muito bom. Ficamos mais de um ano fazendo. Ele dividiu em capítulos, capítulos muito extensos, muito densos. Mas o grupo de das 18 horas trouxe com a qualidade maravil, um amor maravilhoso. Então tá lá também que pode assistir e ter uma outra, né, pelo menos começar por ali pela palestra. Depois a gente começa lá pelo vai lá no evangelho ou vai fazendo as duas coisas. Então vamos fazendo o nosso pai, o nosso Pai Nosso, todo mundo bem concentrado, bem harmonizado, todo mundo já com esse coração tranquilo, em paz, sereno, essa mente livre, vamos dizer: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, Assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, ó Pai, as

Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, Assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, ó Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação e nos livres de todo o mal. Que assim seja e graças a Deus. Amigos, uma boa tarde vocês aqui, vocês que estão em casa e que a paz de Jesus esteja com cada um de vocês. Boa tarde. >> Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os [música] olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, [música] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música]

nuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, [música] santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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