COMO CONSIGO DAR A OUTRA FACE? - Daniela Migliari [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 19/06/2025 (há 9 meses) 42:51 555 visualizações

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Transcrição

Boa tarde a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília, aqui presencialmente no auditório Bezerra de Menezes, nessa tarde de quarta-feira às 16 horas com a nossa irmã Daniela Migriali, que vai trazer um tema bem sensível pra gente hoje. Eu quero agradecer aqueles que estão presencialmente, que estão nos ouvindo através dos nossos canais. do YouTube, da Rádio Comunhão, da TV Comunhão. Siga-nos ao final da palestra. Se gostarem, deixe o seu like, que é o seu aplauso. Compartilhe a nossa página para que possamos continuar levando o evangelho do Cristo à luz da doutrina espírita todos os cantos que alcançamos. Vamos para a nossa leitura de harmonização e depois a prece inicial e passar a palavra para a nossa irmã. Estamos aqui com o livro Conselhos úteis e o Alonso pelo espírito de Ida Pereira Magalhães. Ele é um livro confeccionado e editado pela própria editora da comunhão. Já passamos de 6.000 exemplares vendidos. E a nona Hilda nos traz a mensagem hoje, tarefas difíceis. Um dia foste chamadas ao papel de filha, dando obediência àqueles que te deram a vida material. Depois, novas tarefas te aguardaram na vida conjugal e procurastes conciliar-te com o teu companheiro, ajustando-teus interesses aos dele. em benefício do lar da família. Posteriormente precisastes atender as necessidades dos filhos que ti dependiam que de ti dependiam e aos quais devias solicitude e dedicação incondicionais. Como vês, a vida terrena vai apresentando tarefas cada vez mais difíceis, exigindo maiores habilidades e enormes trabalhos. São as exigências obrigatórias que convém ao teu crescimento. Ao dares cabal desempenho a essas funções, estará dando provas do bom aproveitamento da oportunidade da reencarnação. Não te iludas pensando que a idade vai te exonerar de novos empreendimentos, outros esforços e maiores lutas. sempre terás muito a executar e muito te terá te será solicitado. É bom que isto aconteça. É sinal de que Deus acredita no teu valor, na tua capacidade. Que possamos fechar nossos olhos,

aiores lutas. sempre terás muito a executar e muito te terá te será solicitado. É bom que isto aconteça. É sinal de que Deus acredita no teu valor, na tua capacidade. Que possamos fechar nossos olhos, pensar na nossa potencialidade, na nossa capacidade de filhos de Deus. de herdeiro de Deus, como diz Joana deângeles, nos colocando diante do nosso mestre Jesus, Rabi da Galileia, Jesus de Nazaré, agradecendo pelo bom ânimo de estarmos aqui, pois ele nos disse: "No mundo tereis muitas aflições, porém tenha bom ânimo, eu venci o mundo." E nesse exemplo de vencer o mundo, ele nos mostra a capacidade que temos de vencer os obstáculos, mas com foco no teu evangelho, nos teus ensinamentos, na tua conduta. Pai amado, Deus, muito obrigado por nos ter colocado o mestre Jesus aqui conosco, nosso irmão e mestre, a Dr. Bezerra de Menezes, condutor espiritual desta casa e Eurípedes Barçanufo, que conduzem espiritualmente com muito carinho e com seus olhares amorosos. Assim damos inícios à nossa palestra de hoje, dando graças a Deus, graças a Jesus e passamos a palavra para nossa irmã Daniela Miguelari. Obrigado a todos. Boa palestra, meu irmão. Boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos, muito bem-vindas a todos que estão em casa também nos assistindo por todos os canais da comunhão espírita de Brasília. Para mim é sempre uma imensa alegria estar aqui e poder falar nessa casa que me acolheu há 15 anos e que me erergueu de vários processos delicados e difíceis. Acho que muitos de nós chegamos nessa casa precisando. Depois de um tempo a gente vai aprendendo e depois de um tempo a gente vai servindo e sempre as três coisas ao mesmo tempo, porque a vida tá sempre trazendo novas tarefas, novos desafios e a gente vai continuar precisando. E aí a gente já tem um cadinho para entregar e a gente tá sempre também aprendendo a servir. E claro, naturalmente, a gente também tá sempre buscando esse processo de seguir aprendendo, estudando, porque a casa oferece inúmeras palestras, inúmeros, inúmeras oportunidades de

rendendo a servir. E claro, naturalmente, a gente também tá sempre buscando esse processo de seguir aprendendo, estudando, porque a casa oferece inúmeras palestras, inúmeros, inúmeras oportunidades de estudo e de aprendizado. E todos nós somos estudantes e professores uns para os outros. Isso nos qualifica igualmente para a gente estar sempre nesse intercâmbio de crescimento evolutivo. Então, hoje eu trouxe pros senhores essa esse tema que não é um tema muito simples de lidar, que é um tema que é um desafio para todos nós e que eu diria é um dos pontos altos do evangelho, quando Jesus nos ensina a dar a outra face. E não é fácil de entender isso, porque não tem nada mais delicado e que tá mais conectado com a nossa dignidade do que essa imagem que ele trouxe para nós. Jesus como judeu que era e que veio nessa comunidade e que sempre eh trouxe parábolas e imagens para poder fazer os seus ensinamentos, os seus estudos, Jesus trazia aquilo que pudesse oportunizar na nossa escuta ao falar, ao trazer o seu evangelho, elementos do nosso dia a dia. Então ele falava para o povo simples sobre situações como os pastores, as ovelhas, como é que ia preparar eh o pão, como que isso ia ser entregue pras pessoas de uma forma que estivesse intimamente conectada com o cotidiano deles, dessas pessoas. Então, quando ele traz pra gente esse dar a outra face, é algo que nos toca no mais profundo eh cantinho do âmago da nossa alma. Quando a gente se refere à nossa dignidade pessoal e interior, não é fácil a gente sentir quando a gente leva um tapa na cara e ainda se colocar para entregar outro. É claro que tudo isso é um efeito de uma imagem que vai nos convidar a trazer esse comportamento e essa reflexão para diversos outros momentos da nossa vida e não especificamente para um dia se você levar um tap, né? Isso aí é só uma imagem para que a gente possa ter como referência para poder estudar esse comportamento na gente mesmo. O fato é que quando nós somos agredidos, ofendidos, quando alguém vem tentando forçar algum

uma imagem para que a gente possa ter como referência para poder estudar esse comportamento na gente mesmo. O fato é que quando nós somos agredidos, ofendidos, quando alguém vem tentando forçar algum pensamento, eu tô certo e você não e vai e te machuca e e faz algo que te move no seu orgulho, que te fere as suas suscetibilidades, é natural que a gente queira corresponder imediatamente. Então, se tem alguém entrando em conflito comigo, imaginem uma pilha, uma pilha para você ligar um radinho. Qualquer pilha que vocês utilizem, vocês precisam conectar um polo e outro. Se você conecta um polo só dessa pilha, ela não vai funcionar porque não se faz o circuito, certo? Então, quando eu vivo esse processo de conflito com alguma pessoa que tá entrando em oposição a mim, eu tô aqui e essa pessoa tá vindo com conflito e se eu correspondo nessa mesma vibração, com essa mesma atitude, tum, o conflito se fez. E aí, nessa hora, quando alguém vai e me chama pro conflito e conecta algo em mim com essa minha suscetibilidade, com as minhas feridas da minha infância espiritual, não só a infância dessa vida, mas a infância do meu ser, do meu espírito que tá aprendendo evoluir. Esse ser que ainda tá engatinhando em alguns aspectos, que já tá um tanto adiantado em outros, mas que tá sempre aprendendo. Então, quando algo se conecta nessas minhas suscetibilidades, onde eu tenho ali aquelas feridas, eu já me engajo e tum, entrei aqui no circuito dos conflitos e começo a responder um conflito com o outro. Ah, não, não vou deixar barato, vou responder altura. Não é assim? E essa é aquela medida que antigamente lá na lei mosaica, os juízes usavam essas medidas de olho por olho, dente por dente para poder lidar com as situações corriqueiras ali de 3.500 anos atrás, onde aquele povo ainda tava aprendendo os seus primeiros passos. Depois, com o tempo, isso foi sendo levado pro comportamento das pessoas comuns que acabavam fazendo, né, desse olho por olho, dente por dente, uma prática que, na verdade, era

seus primeiros passos. Depois, com o tempo, isso foi sendo levado pro comportamento das pessoas comuns que acabavam fazendo, né, desse olho por olho, dente por dente, uma prática que, na verdade, era circunscrita inicialmente só aos juízes. E quando Jesus veio, ele inclusive no The Chosen, que é um seriado maravilhoso, que mostra esses entendimentos e vai ampliando essas compreensões pra gente que se chama os escolhidos em português. Tem uma cena que ela não tá nos evangelhos, mas que diz assim que Jesus fala: "Esse olho por olho, dente por dente, é algo para os juízes." A gente sabe que na vida espiritual só existe um juiz e esse juiz é Deus. Então, se a gente não é juiz da terra e a gente não é juiz do céu, o que que a gente precisa fazer, Senhor Jesus? E Jesus ensinou a gente ofereça a outra face. Eu vou ler pros senhores Mateus, capítulo 5, versículos 37 a 42. Porque eu sempre gosto de fazer essas referências ao evangelho, porque é lá que tá o nosso mapa. É ali, especialmente em Mateus, capítulo 5, 6 e 7. Inclusive, convido vocês a perderem o medo ou o receio de abrir a Bíblia, porque os capítulos são pequenos. Chega assim, cada capítulo a quatro, cinco parágrafos só. E nos capítulos 5, 6 e 7 de Mateus, a gente encontra ali o sermão da montanha, que é justamente essa renovação, essa nova aliança que ele veio trazer pra gente, ampliando ainda mais os conceitos que vieram ali dos dos 10 mandamentos e trazendo novos mandamentos pra gente, ampliando a nossa compreensão pro que era possível já ser revelado naquele tempo da humanidade, tá? Então, em Mateus, capítulo 5, versículos 37 a 42, Jesus diz: "Seja, porém, o vosso falar sim, sim, não, não, porque o que passa disto é procedente do mal. Ouvistes que foi dito olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal. Mas se qualquer te bater na face, oferece-lhe também a outra. E ao que quiser pleitear contigo, brigar contigo, disputar contigo e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa. E se qualquer

ais ao mal. Mas se qualquer te bater na face, oferece-lhe também a outra. E ao que quiser pleitear contigo, brigar contigo, disputar contigo e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa. E se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vá com ele duas. Dá a quem te pedir e não te desvies daquele que quiser tomar emprestado de ti. Tudo isso aqui são figuras que a gente precisa estudar. cada um desses versículos, a gente precisa entender um pouco também do pensamento e da forma como aquele povo percebia, né, e tinha na cultura algo a ser traduzido nesses comportamentos para que a gente possa ir ampliando, indo muito além de levar nesse pé da letra, né? Mas quando Jesus convidava a gente a dar a outra face, eh, eu chegar diante de mim mesma e perceber o que prevalece em mim, no meu emocional e que eu tenho para entregar para essa pessoa, que não seja entrar nessa mesma vibração do conflito. Porque, gente, onde que estão os maiores desafios da nossa vida, além do nosso templo interior, na nossa lida com a gente mesmo? é dentro de casa com próximo, mais próximo. E naturalmente a gente se percebe caindo nos mesmos lugares toda vez. é quase uma repetição. É a provocação da esposa, é a provocação do marido, é a provocação dos filhos adolescentes, é não sei o quê, a irmã, a mãe, o pai e a gente mesmo também como foco dessas provocações, porque todos estamos aqui lidando com as nossas infâncias espirituais, aquilo que em nós ainda está evoluindo. E eu falo infância na melhor acepção da palavra, tá gente? Não para fazer menos de crianças de forma alguma. pelo contrário, para que a gente possa se sentir como uma criança, com a humildade de uma criança, aprendendo a viver, aprendendo a experimentar. Então, quando a gente se vê diante desses mesmos lugares, dessas repetições de conflitos, vai tá ali a porta daquele ring de luta, onde os lutadores de box entram para lutar. É um ring de luta. E alguém vai chegar lá na porta, abrir a porta para vocês e falar: "Bora, vamos mais uma vez."

, vai tá ali a porta daquele ring de luta, onde os lutadores de box entram para lutar. É um ring de luta. E alguém vai chegar lá na porta, abrir a porta para vocês e falar: "Bora, vamos mais uma vez." E é sempre, quase sempre, as mesmas pessoas. Tem gente que às vezes me pergunta: "Mas Dani, de novo, eu tô vivendo uma nova relação e eu tô vivendo as mesmas coisas de novo, de novo e de novo? Será a vida que tá me perseguindo? Ou será o seu ser inteligentemente, preciosamente, milimetricamente buscando situações que se repetem para que você possa aprender a dar uma nova resposta? Não é perseguição, é a insistência da mãe vida, professora, que tá ali tomando a tabuada da gente todos os dias até a gente acertar. E aí quando eu vejo aquela porta do ring aberta, que que eu posso fazer essa hora? Opa, pera aí, eu conheço isso aqui. Eu já tive aqui antes. Isso aqui é um terreno conhecido para mim. O que que eu vou fazer? Eu vou entrar nessa pilha do conflito ou eu vou elevar a minha sintonia um tantinho para poder convidar essa pessoa a dançar um novo ritmo, uma nova dança. Porque se eu saio da pilha do conflito e eu não respondo a isso, o que que acontece? Eu saí daqui, tem circuito de conflito aqui. Quando a gente toca num dos lados da pilha só, não se faz o circuito elétrico, certo? Eu vim para cá e nós todos somos seres bioeletromagnéticos. Todos nós emitimos também as nossas vibrações. Então, nesse momento, eu preciso me convidar a experimentar qualquer um desses trechinhos que estão ali em Mateus 5, 6 e 7, que Jesus veio, deixou o mapa pra gente experimentar, sabe? a gente precisa ir experimentando. Então, nessa hora que tá ali a porta do ring aberta, a pessoa tá ali, eu posso simplesmente expirar, silenciar, eu posso fazer alguma outra coisa, eu posso falar: "Ah, só um minutinho, eu vou ali e já volto". Que às vezes dá um tempo, sabe? Quando a gente tá na praia e que a gente tá naquela área onde tem as ondas, a gente passa um pouquinho a arrebentação quando a onda tá quebrando

eu vou ali e já volto". Que às vezes dá um tempo, sabe? Quando a gente tá na praia e que a gente tá naquela área onde tem as ondas, a gente passa um pouquinho a arrebentação quando a onda tá quebrando e a gente vai para um lugar onde o mar sobe um pouquinho, a gente perde o pé, né? A gente perde o pé um pouquinho, daqui a pouco a onda desce e a gente retoma o pé, não é assim? No chão, na areia. Saibam, essa onda das emoções te convidando para voltar pro ring, ela vai subir, mas daqui a pouco ela desce. Às vezes só o que a gente precisa é fazer silêncio, expirar o ar daquela tensão e falar: "Hoje não, isso é ou não é oferecer a outra face". Só que para isso nós precisamos ensaiar, porque é que nem musculação, a gente precisa treinar para poder deixar os nossos músculos fortes. Então imagin os senhores que têm alguma situação nas suas vidas familiares que estão sempre se repetindo, sempre se repetindo. Aí você já sabe, bom, eu vou entrar no carro com os meus três filhos adolescentes, levar pra escola. Eles estão numa fase de muito, né, turbilhão e às vezes vem aquela provocação. Então, detectem onde tá sempre acontecendo o conflito, com quem e como. E aí depois à noite, quando vocês forem fazer suas preces e seguir o que Santo Agostinho nos ensina na última pergunta do livro dos espíritos, que é a gente voltar, revisitar o nosso dia e dar uma observada, não pra gente se machucar, mas pra gente aprender e colher o melquele dia. Eu volto lá, revisito e percebo, opa, ali eu me excedi. Opa, ali eu me senti inseguro, ali eu deixei de falar, ali isso, ali aquilo. Não é para ficar se machucando e se autocriticando, não. É para dar o braço pra gente mesmo, pra gente se apoiar e pra gente poder revisitar o nosso dia e aprender com ele. Aí no dia seguinte você já pode perceber, bom, ali eu tô sempre caindo, né? Que que eu posso fazer? Às vezes eu preciso descansar um pouco mais, às vezes eu preciso, sei lá, sair mais cedo, porque eu sair mais tarde me deixa mais tenso e eu preciso dirigir com os

caindo, né? Que que eu posso fazer? Às vezes eu preciso descansar um pouco mais, às vezes eu preciso, sei lá, sair mais cedo, porque eu sair mais tarde me deixa mais tenso e eu preciso dirigir com os três adolescentes no carro. não vou conseguir. Eu vou tomando decisões da adulta e do adulto que eu sou e eu vou protagonizando novas respostas. Veio uma provocação, falou: "Ô, meu filho, tá tudo certo? Como é que tá hoje? Como é que vai ser seu dia? E não morder a velha isca. Às vezes é o marido, às vezes é a esposa. A gente vai mordendo a isca, mordendo a isca e fica indo pro ring toda hora. Às vezes tem gente que até gosta disso, só que a verdade é que isso também cansa e isso vai também acabando com o nosso sentimento e a gente fica sempre vivendo as mesmas coisas. O que que é boa nova? É algo novo que tem para chegar pra gente. Muitas vezes a gente fica como se estivéssemos em transe, vivendo no passado e revisitando a dor do sentimento que a gente sentiu ali e que nos faz morder as mesmas iscas de novo, de novo e de novo. Então, nesse sentido, a gente vê aqui no versículo 37, que eu li pros senhores, seja, porém, o vosso falar sim, sim, não, não. Olha que coisa boa você poder tomar força, tomar segurança e certeza que o seu sim seja um sim e que o seu não seja um não. E aí, o que que acontece nesse espaço? Eu tô em contato comigo mesmo. Eu tô em contato com o meu ser. Eu estou me ouvindo, eu estou me escutando. E quem se escuta consegue também se comunicar bem. Então, às vezes a gente também quando tá seguro e tá tranquilo e a gente diz um não para alguém, a gente fala com tanta tranquilidade que a pessoa recebe até como um sim. Fala: "Não, mas que não mais gostoso esse mais confortável. Me pareceu um sim". Por quê? Porque a gente tá em sintonia com a gente e a gente tá pacificado. Porque muito das nossas dores é por essa falta de limites e por a gente se misturar tanto uns com os outros. E olha que interessante que ele fala: "Porque o que passa disto é procedente do mal". Procedente do mal no

s nossas dores é por essa falta de limites e por a gente se misturar tanto uns com os outros. E olha que interessante que ele fala: "Porque o que passa disto é procedente do mal". Procedente do mal no sentido de estarmos desconectados de Deus. Porque a gente só vive o que é mal, não como algo dentro do espiritismo. A gente compreende isso como, né, um estado emocional difícil quando eu estou desconectada de Deus, quando eu não estou me sentindo amada, quando eu não estou me sentindo em conexão. Então, nesse momento em que eu perco essa escuta interna, eu fico mais irritada, mais cansada e fica muito difícil oferecer outra face. Só que saibam, não tem mágica nisso. O que tem é a gente poder criar o nosso dia a dia e criar essas novas reações com consciência. E aí elas vão deixar de ser uma reação. Eu tô sempre reagindo, reagindo, reagindo. Não, eu vou precisar por um tempo começar a agir. Ou seja, algo vem, tenta me provocar lá naquele circuito do conflito e eu ensaiei e eu fico até com vontade no dia seguinte pensando, bom, então amanhã quando eu entrar no carro eu vou fazer tal e tal coisa, vou tomar tais e tais providências. Eu tô usando esse exemplo específico. Vocês utilizem pros seus. Encontrem três, quatro, cinco formas diferentes de lidar com aquilo. Tem, tem muitas. Oração, música, silêncio, sorriso, mudar de assunto, expirar o ar, relaxar um pouquinho, fazer um carinho. Falou: "Ô, meu filho, vem cá, tô com saudade de você. Eu respondo com alguma outra coisa. Isso é dar a outra face e principalmente é isso que é esse Jesus rede vivo que vem. Essa é a segunda volta de Jesus também. Essa é a volta em que eu me faço terra para ele habitar. E aí quando a gente fala dos mundos espirituais nos quais o espiritismo acredita que nós temos os mundos primitivos, aqueles lá bem antigos nos tempos das cavernas, onde a gente tinha as primeiras reações, a gente estava aprendendo a lidar com as coisas, não é porque a gente era mal, era primitivo, porque a gente nasceu simples, ignorante

nos tempos das cavernas, onde a gente tinha as primeiras reações, a gente estava aprendendo a lidar com as coisas, não é porque a gente era mal, era primitivo, porque a gente nasceu simples, ignorante e a gente estava aprendendo a evoluir, não é assim? Depois vem os mundos de provas e expiações, que é o atual que a gente vive no mundo de transição, indo pro mundo de regeneração. E aí eu pergunto pros senhores, nós vamos esperar magicamente esse mundo de regeneração chegar até nós ou somos nós que vamos regenerá-lo por meio das nossas atitudes? Não é um pensamento mágico e fantasioso que vai fazer a refeição da casa, que vai dirigir o carro para levar os filhos, que vai sentar para conversar com o marido, com a esposa, com o vizinho. Não é um pensamento mágico que vai dirigir o seu carro no trânsito, não é? Então, a gente precisa arregaçar as mangas e treinar. Só que a gente só vai conseguir fazer isso se nós formos os nossos melhores amigos. Se a gente já sentir dentro de nós, não só, tá bom, tenha o meu eu primitivo, tem o meu eu em provas, expiações, mas já tem o meu eu regenerado, eu vou começar a regar, botar aguinha no meu eu regenerado e começar a criar isso. E aí o quarto mundo, a quarta classe de mundo são os mundos felizes. Porque a gente já teve algum momento nas nossas vidas assim e que em algum momento a gente estava tão integrado com Deus que a gente se sentiu amado. Às vezes é na natureza. Eu acho que muitas vezes na natureza e na no espaço da fé, a gente sente essa conexão profunda onde a gente se sentiu até no mundo feliz. Então nós temos essas quatro categorias evolutivas dentro de nós. Qual delas a gente vai alimentar? Qual delas a gente vai colocar a serviço? Cadê? Qual outra face que eu vou estender no The Chosen? Tem na quarta temporada agora. Um episódio que mostra Jesus explicando esse contexto de caminhar, se alguém te chamar para caminhar uma milha, caminha em duas. Porque naquele tempo os romanos eles obrigavam os cidadãos judeus a carregarem os seus pertences por uma

icando esse contexto de caminhar, se alguém te chamar para caminhar uma milha, caminha em duas. Porque naquele tempo os romanos eles obrigavam os cidadãos judeus a carregarem os seus pertences por uma milha que dá mais ou menos 1,m 600 m. E aí eles fizeram uma cena magistral e que traz esse exemplo, né? e que os romanos chegam perto do grupo que Jesus tá liderando e pede para que eles carreguem as suas malas, né? Então eles têm que tirar as deles, deixar no chão, caminhar esse 1,m 600 e depois voltar. E por lei, os romanos não podiam cobrar que eles caminhassem mais do que uma milha. Eles só podiam carregar por uma milha. E aí os apóstolos vão vendo Jesus carregando e vão ficando chateados e vão vendo, mas como é que vai humilhar o Messias desse jeito? Tarará. E Jesus fala, "Nós vamos cumprir a lei e vamos fazer isso numa boa, conscientemente." Então, o pessoal vai colocando e os romanos colocam o chapéu, machuca colocando de qualquer jeito, enfim, eles vão ficando extremamente irritados e Jesus vai lá levando, levando, sentindo, né? Porque no deoso eles traz um Jesus que sente as emoções e ele vai caminhando. E aí quando chega em uma milha os romanos falam: "Ato lá, parou!" E Jesus continua caminhando, continua caminhando. E aí ele fala: "Para, já mandei o Senhor parar". E aí Jesus fala: "Vocês não estão indo para aquele posto logo mais? Daqui mais uma milha. Estamos. Então, a gente vai até lá com vocês. E o romano responde: "Mas eu não posso forçá-los a fazer isso. Isso é fora da lei." Aí ele falou: "Por coersão vocês não podem, mas eu estou oferecendo de bom grado". E aí o romano estranha, eles todos que estavam fazendo um monte de piadas jocosas ao longo do caminho, ficam tocados e aí daqui a pouco eles começam a se sentir tocados nessa vulnerabilidade. Eles vão vendo os apóstolos caminhando e levando por boa fé, por boa vontade. E aí daqui a pouco um tira o chapéu de um, outro tira o chapéu de outro. Por quê? Jesus mostrou a outra face. e deu o exemplo que arrasta e convidou

s caminhando e levando por boa fé, por boa vontade. E aí daqui a pouco um tira o chapéu de um, outro tira o chapéu de outro. Por quê? Jesus mostrou a outra face. e deu o exemplo que arrasta e convidou eles a seguirem um pouquinho mais adiante. E aí eles foram mais 1 kilm 600 e aí isso virou não sei quanto, né? Aí mais duas milhas para voltar para buscar suas coisas e para onde eles iam mais tanto, três vezes. Então não é mais duas milhas ali no seriado mostra que foram cis milhas. E qual a vitória espiritual diante disso? aqueles homens tocados nas fibras mais profundas dos seus corações, porque a gente revelou a segunda vinda do Cristo na nossa atitude. Nós somos aqueles por quem sempre estivemos esperando e ele conta com a gente pra gente regenerar o nosso mundo, a nossa vida. Não é todo dia que a gente vai conseguir fazer isso. Às vezes a gente vai cair invariavelmente, às vezes não. Muitas vezes a gente vai cair. Só que aquele chão que você caiu, você abençoa ele, porque foi ele que vai te ajudar a vai ser ele que vai te ajudar a se reerguer. A gente levanta, a gente aprende com as experiências e a gente colhe meloria da nossa vida em que nós deixamos que ele viva em nós. É disso que o mundo precisa. Quando ele fala também no sermão da montanha que tá em Mateus 5, 6 e 7, ele fala que nós somos o sal da terra, aqueles que vamos dar sabor, gosto, aquele que aquele sal que é colocado sobre a carne e que impede a carne de eh putrefar, de ficar podre, né? Então a gente é que mantém essa vida, essa essa luz, esse gosto, esse sabor. Por quê? Porque a gente quer dar aula para alguém, não, porque estamos todos na mesma escola. e que pelo menos a nossa parte a gente vai tentar fazer direitinho, especialmente se nós temos filhos que a gente precisa eh responder na nossa encarnação, como a leitura do nosso amigo foi feita hoje. tarefas que vão chegando, primeiro no casamento, depois com os filhos, depois na nossa vida profissional, às vezes até antes, e depois outras tarefas vão chegando e a

ra do nosso amigo foi feita hoje. tarefas que vão chegando, primeiro no casamento, depois com os filhos, depois na nossa vida profissional, às vezes até antes, e depois outras tarefas vão chegando e a gente vai estar com os nossos músculos mais prontos. Por quê? porque a gente ensaiou novas reações. Então, hoje à noite, e procurem todas as noites estabelecer essa boa medida de parar e em companhia de si mesmo, generosamente, parceiro de si mesmo, sem culpa, mas simplesmente um convite a se melhorar, a se expandir. Revejam as cenas do dia, já estáem de noite, como que vocês vão reagir no dia seguinte, porque normalmente a gente sempre cai com as mesmas pessoas. São as iscas as mesmas. O que tiver repetindo na vida de vocês, cuidem, examinem, coloquem, apliquem o remedinho do evangelho. E isso é simplesmente oferecer a outra face, tá bom? Então, fiquem com Deus, obrigada pela oportunidade e boa tarde a todos. Obrigado à nossa irmã pelas reflexões. Que possamos sempre buscar esse equilíbrio da outra face. a Fernanda Castro, a Dinei Barbosa, a todos que estão aqui pelo canal nos ouvindo, recebam as nossas vibrações. Se gostaram da palestra, deixem o seu like, compartilhem a nossa página, siga os nossos canais. Temos vários programas de 10 minutos, de 20 minutos, temos páginas espíritas, episódios diários e demais programas. Vou dar um breve aviso. A comunhão espírita de Brasília amanhã, no feriado, dia 19, nos trabalhos espirituais, palestras, grupos mediúnicos, atendimento fraterno, funcionará normalmente. Porém, as partes administrativas, como bazar, lanchonete, livraria, estarão fechados, retornando só na sexta-feira. A o inverno chegou. E os nossos irmãos que vivem em situação de vulnabis, vivem nas ruas, desculpa, necessitam do nosso auxílio, aquele gasalho que tá lá abandonado com as traças, que possamos doar a campanha do agasalho. Sua doação aquece vidas. Atendemos no momento 150 famílias e a cada sexta-feira aqui atrás 40 moradores em situação de rua, que é o

abandonado com as traças, que possamos doar a campanha do agasalho. Sua doação aquece vidas. Atendemos no momento 150 famílias e a cada sexta-feira aqui atrás 40 moradores em situação de rua, que é o projeto mão estendidas. O que doar? Cobertores, agasalhos, masculinos e femininos, infantis e adultos. Aonde doar? no nosso auditório, no nosso almxerifado Alto de Souza, aos sábados e quarta-feira de 7:30 às 17, demais dias de 7:30 às 19:30 ou entregar na portaria da comunhão. sábado, eu convido a todos que estão aqui e que nos ouvem através dos canais a prestigiar a nossa mocidade, a juventude da comunhão espírita de Brasília, a juventude que leva o evangelho com a sua alegria, com a sua jovidade. O mundo com a peça, o mundo em que eu encontrei, baseado na obra de Luís Sérgio. O mundo que nós encontramos, isso cabe muito para nós quando nós chegamos aqui e nos assustamos com esse mundo, mas sabendo como a nossa irmã explicou que é um planeta escola de provas e expiações. A entrada como sempre gratuita é dia 21 agora às 19 horas aqui nesse auditório. Vamos prestigiar nossa garotada para que eles se sintam cada vez mais empolgados e venham trazer com a sua alegria, com a sua juventude o evangelho do Cristo. Porque Jesus disse: "Vinde a minhas criancinhas, que possamos ser também esses jovens e agora possamos fechar nossos olhos, agradecer a Deus, a nosso Jesus de Nazaré, pelos ensinamentos de hoje. Que possamos ser sempre mansos e pacíficos e doar a outra face. que possamos sempre lutar para não entrar nesse ring, que possamos ser sempre aquele pacificador. Assim, mestre, te agradecemos pelos ensinamentos. Agradecemos a nossa irmã Daniela, que trouxe à luz da doutrina espírita os seus ensinamentos com tanta clareza, com tanta simplicidade. Ó mestre, obrigado e que eu me prepare para o passe que vai se iniciar logo após esse trabalho. dando graças a Deus, graças a Jesus, o nosso irmão vai chamar, que possamos nos manter em silêncio, em oração para este momento. Obrigado a todos. Um bom retorno.

i se iniciar logo após esse trabalho. dando graças a Deus, graças a Jesus, o nosso irmão vai chamar, que possamos nos manter em silêncio, em oração para este momento. Obrigado a todos. Um bom retorno. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade.

colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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