VÓS SOIS DEUSES - Daniela Migliari [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz. dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver do amor, vibrando. Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles que estão nos ouvindo através da TV Comunhão. Sejamos todos muito bem-vindos na quarta-feira às 16 horas, né? É o nosso horário, né? aquele horário que a gente reserva para toda semana a gente aqui está ou estarmos ouvindo. Começando esse nosso momento, vamos fazer uma leitura eh que tá na nesse livro aqui, comentários evangélicos, que é do pelo Espírito Bezerra de Menezes, ó, o mentor da casa, né? Que gracinha. Então ele fala na lição 82 da divina herança. Tá lá no João capítulo 14 versículo 18. Não vos deixareis deixarei órfãos. A mensagem que ele trouxe assim: Como todas as promessas de Jesus, essa tem seu fiel cumprimento. Ninguém é deserdado pela divina misericórdia. mormente no que diz respeito a amparo e esclarecimento espirituais. Pois se nem todos se devem projetar no cenário terrestre ou nele ostentar riquezas, a todos se destina a mensagem de redenção consubstanciada no evangelho. Se recebemos o Senhor mensagem libertadora e santificante, é como sagrado depósito, do qual prestaremos conta não só a Deus, mas também a nosso semelhante. Pois nos poderá ele dizer: "Tinheis luz e me deixastes em trevas. Conheceis o bem e me permitistes praticar o mal. Sabiais a verdade e abandonaste-me no erro e na ignorância. Procuremos atentar para nossa responsabilidade no plano coletivo, pois há muito interesse a ser auxiliado, muito desejo de elevação a ser satisfeito. E o Senhor nos recompensará a boa vontade que demonstrarmos para com os que, por sua vez, t boa vontade para a espiritualização própria. Lindo, né? É um chamamento mesmo. Vamos fazendo nossa prece para começar passar a palavra paraa Daniela Migliar, que ela está conosco hoje. É sempre um prazer muito grande. Então, fechemos nossos olhos ou meditemos, né, visualizamos alguma coisa
do nossa prece para começar passar a palavra paraa Daniela Migliar, que ela está conosco hoje. É sempre um prazer muito grande. Então, fechemos nossos olhos ou meditemos, né, visualizamos alguma coisa que nos agrada, que chega até nosso coração e enche assim de muita luz, de muita alegria e de muita beleza, de muitas cores. E vamos falar. Deus pai de infinita bondade, mais uma vez nós estamos aqui nessa quarta-feira às 16 horas e primeiramente a gente te agradece. Agradecemos porque aqui nós estamos e com toda certeza existe um chamado do Senhor para que nós possamos faz assistir a reflexão que será feita pela nossa irmã e possamos aprender um pouquinho mais. dos ensinamentos do seu filho Jesus Cristo. Então, com esse agradecimento, nós iniciamos dizendo: "Graças te damos por toda a proteção e o amparo que tem nos concedido a cada momento de nossas vidas. Que assim seja." Bom, amigos, a Daniela hoje vai falar para nós: "Vós sois deuses". Então, a gente passa a palavra para ela. Boa tarde, sejam todos muito bem-vindos. Mais uma vez a gente se encontra aqui para poder compartilhar os ensinamentos que Jesus de Nazaré nos trouxe e que no seu evangelho que vem sendo ecoado há tantos anos, há tantos séculos, há dois milênios, e que a gente ainda leva um tempo para poder trazer daqui para cá e daqui pra nossa ação. E esse tema da nossa ação é do que trata hoje a nossa palestra. Vós sois deuses. Então, nesse trecho que se refere ao Salmo 82, quando Jesus cita isso em João capítulo 10, a gente vê um chamamento a nós assumirmos esse lugar de protagonismo, assim como a leitura de harmonização que a nossa querida Rute trouxe. Às vezes a gente gostaria de pensar que não temos tanta responsabilidade e tanto protagonismo quanto temos. É um pouco assustador a gente parar e se deparar com o fato de que muito do que vivemos na nossa vida, aliás, tudo que vivemos na nossa vida vem e é fruto da nossa própria ação. Ao mesmo tempo, é muito acalentador saber que depende só de nós. Imagina se a nossa sorte, se o nosso
vivemos na nossa vida, aliás, tudo que vivemos na nossa vida vem e é fruto da nossa própria ação. Ao mesmo tempo, é muito acalentador saber que depende só de nós. Imagina se a nossa sorte, se o nosso destino, se o nosso caminho, o nome que a gente quiser dar para isso, tivesse nas mãos de outra pessoa. Isso sim seria assustador, não é? Então, e suposto, esse é um convite que Jesus nos traz ao citar os profetas que trouxeram isso no Salmos, provavelmente de autoria do rei Davi, e que traz para nós esse senso da nossa responsabilidade, da nossa autoria e do nosso protagonismo. E nesse sentido, a gente pode se ver convidado a ser esse instrumento nas mãos do Pai. Assim como Jesus veio e se mostrou como esse espelho límpido, que eu acho que de tão límpido, né, muitas religiões inclusive o vem como o próprio Deus, como uma entidade dessa terceira, né, dessas dessa trindade, essa terceira presença, né, que se coloca aí em muitas religiões e que se colocam nesse convite para que nós possamos nos espelhar por nossa vez. nele e que a gente possa também assumir a nossa condição de filhos, a paternidade divina, a nossa filiação divinal. Então, para isso, a gente vai ter que recorrer aqui a João 10, versículos 22 a 42. Eu vou ler pros senhores para que a gente possa responder a duas perguntas. Será que nós somos deuses como Deus, o próprio Deus? Ou somos deuses como seres divinos feitos a sua imagem e semelhança e com o potencial dessa perfeição. É lógico que ali no livro dos espíritos, na pergunta um, a gente já se depara com aquilo que é Deus. Quando Kardec na pergunta, ele já não traz aquela aquela aquele pronome dizendo quem é Deus. Ele começa perguntando que é Deus, né? Então os espíritos respondem: inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. Nesse sentido, a gente ficar eh dando, conferindo atributos humanos a Deus seria reduzir muito essa presença, essa força, essa expressão. No entanto, nós dentro do Espiritismo, a forma como nós compreendemos dentro dessa Santíssima Trindade, a gente
atributos humanos a Deus seria reduzir muito essa presença, essa força, essa expressão. No entanto, nós dentro do Espiritismo, a forma como nós compreendemos dentro dessa Santíssima Trindade, a gente entende isso de uma outra forma, né? Somos aliados a Deus, os espíritos e a matéria. A matéria também é energia. e a energia que tá ali se colocando a serviço para que nós possamos expressar a nossa natureza nessa projeção, nessa matriz, nessa manifestação da criação. Ainda assim energia e ainda assim com fins espirituais. Portanto, a matéria, ela é somente um meio. E quantas vezes a gente fica conferindo um peso desnecessário, agindo como se ela fosse do mal, né? Ah, porque não, o dinheiro é isso. Isso tudo, gente, é energia. E energia é neutra. Então, quando a gente consegue dar um bom uso para ela, aí é que a gente coloca o nosso nome antes. Eu dou uso a isso. Para quem? Para quê? Qual é o meu propósito? Então, ela tá aqui para ser instrumento e sem meio pra gente se expressar com essa autoria. E essa autoria de seres divinos nos convida essa a assumir essa responsabilidade. Eu assumo o que eu fiz. Eu assumo o que eu criei paraa minha vida e eu assumo o que eu continuo a fazer e o que tá derivando no futuro dos meus atos e da minha plantação, meu plantil hoje. As sementes que eu tô plantando hoje vão trazer amanhã a colheita inevitavelmente, tá? Então, onde foi que Jesus, passando inclusive um grande apuro, porque ele tava ali no perto do templo de Jerusalém, na época tava se celebrando a festa da dedicação dos judeus, que é um período em que eles celebram uma vitória que houve ali na região. E Jesus estava caminhando pelo alpendre, por uma varanda que tinha ali nesse segundo templo que foi construído depois, né, que ele foi destruído e depois reconstruído novamente. Eles estavam ali celebrando esse momento quando eh os fariseus o cercaram e começaram a fazer diversas perguntas, exigindo que Jesus se colocasse mais abertamente. As pessoas não sabiam se na época ele era
estavam ali celebrando esse momento quando eh os fariseus o cercaram e começaram a fazer diversas perguntas, exigindo que Jesus se colocasse mais abertamente. As pessoas não sabiam se na época ele era um profeta. O que que ele tava fazendo ali, né? Alguns o chamavam de Elias, outros o chamavam de João Batista, outros o chamavam de vários nomes, mas eles já sabiam que ele vinha se apresentando como Messias. como o filho do homem, que é uma expressão do profeta Daniel que é conferida ao Messias, tá? Então, havia ali uma exigência, um momento em que os fariseus já estavam se aproximando, inclusive ali do período da crucificação e eles pressionando para que Jesus dissesse em voz alta e com clareza que ele é o Cristo. Então, vamos ver essa passagem aqui, capítulo 10 de João, versículos 22 a 42. Celebrava-se a festa da dedicação em Jerusalém. Era inverno e Jesus estava no templo caminhando pelo pórtico de Salomão. Os judeus reuniram-se ao redor dele e perguntaram: "Até quando nos deixará em suspense? Se você é o Cristo, diga-nos abertamente." Jesus respondeu: Eu já lhes disse, mas vocês não creem. As obras que eu realizo em nome de meu Pai falam por mim, mas vocês não creem, porque não são minhas ovelhas. As minhas ovelhas ouvem a minha voz. Eu as conheço e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna e elas jamais perecerão. Ninguém as poderá arrancar da minha mão. Meu pai, que as deu para mim é maior do que todos e ninguém as pode arrancar da mão de meu pai. E agora ele começa a se posicionar claramente, dizendo: "Eu e o Pai somos um." Novamente os judeus pegaram as pedras para apedrejá-lo, mas Jesus lhes disse: "Eu lhes mostrei muitas obras boas da parte do Pai. Por qual delas vocês querem me apedrejar?" Responderam judeus: "Não vamos apedrejá-lo por nenhuma boa obra, mas sim pela blasfêmia, porque você é um simples homem e se apresenta como Deus". Jesus então lhes respondeu: "Não está escrito na lei de vocês?" Eu disse: "Vocês são deuses? Se ele chamou deuses aqueles a
im pela blasfêmia, porque você é um simples homem e se apresenta como Deus". Jesus então lhes respondeu: "Não está escrito na lei de vocês?" Eu disse: "Vocês são deuses? Se ele chamou deuses aqueles a quem veio a palavra de Deus e a escritura não pode ser anulada, que dizer a respeito daquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo? Então, por que vocês me acusam de blasfêmia? Porque eu disse: "Sou filho de Deus? Se eu não realizo as obras do meu Pai, não creiam em mim. Mas se eu as realizo, mesmo que não creiam em mim, creiam nas obras, para que possam saber e entender que o Pai está em mim e eu no Pai. Outra vez tentaram prendê-lo, mas ele se livrou das mãos deles. Então Jesus atravessou novamente o Jordão e foi para o lugar onde João Batista batizava nos primeiros dias do seu ministério. Ali ficou e muita gente foi até onde ele estava dizendo. Embora João Batista nunca tenha realizado um sinal miraculoso, tudo que ele disse a respeito deste homem era verdade. Então, gente, Jesus aqui, o esforço que ele fez para poder manter essa abertura e essa conexão com os homens daquele tempo e sustentar face a face a sua filha divina, a sua tremenda obediência às leis de Deus, que se manifestava ali em todos os atos que ele fazia, de curas, de parábolas que ele trazia, todo psiquismo que ele apresentava nas rodas de conversa, as parábolas que ele emanava, as imagens que ele criava e o quanto isso trazia uma modificação e principalmente um chamado às almas que estavam ali. A gente estava conversando agora a pouco, eu e meu amigo aqui Wagner, que também é palestrante da casa, o quanto em um momento de conversa, em um momento de palestra, existia algo muito além atuando, especialmente as pessoas que estão aqui de forma presencial e que estão vivendo também processos enquanto estão sentados aí de atendimento e de cuidados espirituais, de renovação, de retirada, por exemplo, de irmãos que estão em sofrimento por conta do da sintonia. e que vão sendo recolhidos para poderem ser tratados em todas as unidades
e de cuidados espirituais, de renovação, de retirada, por exemplo, de irmãos que estão em sofrimento por conta do da sintonia. e que vão sendo recolhidos para poderem ser tratados em todas as unidades espirituais que são ligadas a essa casa. Imagina naquele tempo, imagina o que era estar na presença do Cristo. Muitas pessoas dizem, por exemplo, que quando iam ao centro espírita onde Chico Xavier trabalhava, a força que tinha ali presente por conta da ressonância que ele emitia e que ele criava naquele espaço. Divaldo Franco, que recentemente fez a passagem, um querido amigo também, que eu tive a honra de escrever o livro dos bastidores do filme, Divaldo, Mensageiro da Paz. Eu tive a chance de passar uma semana com ele lá na mansão do caminho e ver, né, o que significa estar perto dessa ressonância, desse psiquismo e o tratamento que a gente recebe, por exemplo, enquanto nós estávamos fazendo filme, todos nós estávamos sendo tratados enquanto estávamos servindo aquele filme, aquela realização. É muito lindo isso pensar que enquanto eu tô aqui falando com vocês, eu também tô sendo tratada, eu também tô sendo curada. Então, nessa multiplicação de benéces e de bênçãos que todos nós experienciamos, imagina o que era para Jesus estar ali vindo dos judeus, porque Jesus era judeu. Ju Jesus ele ele veio da sua fé que se baseava em todos esses profetas do Antigo Testamento. Então, ele se encontrava ali entre eles. E até hoje a gente sabe que somente 10% dos judeus o percebem como o Messias. Os outros 90% o conferem como um importante profeta. No entanto, a gente vê que ele veio, ele conseguiu se expressar com gratidão. Ele disse que ele não veio para mudar a lei, ele não veio para mudar os 10 mandamentos, ele não veio para poder contestar nenhum dos profetas. Pelo contrário, ele disse textualmente que ele veio para confirmar cada ponto, cada vírgula da lei e os profetas. Ele cita também os profetas. Então, a gente percebe o quanto ele foi corajoso para poder assumir a sua autoria e tomar responsabilidade. E que
confirmar cada ponto, cada vírgula da lei e os profetas. Ele cita também os profetas. Então, a gente percebe o quanto ele foi corajoso para poder assumir a sua autoria e tomar responsabilidade. E que bom aquilo que a gente criou nas nossas vidas, que porventura tenha um um sentido, um peso difícil, algo que é realmente complicado, a gente pode, a gente tem tempo de elaborar, a gente tem tempo de transformar os efeitos daquilo que fizemos. Nesse mesmo filme Divaldo, Mensageiro da Paz, não sei se os senhores já assistiram e eu sempre cito esse trecho aqui, que ele se encontra com um opositor de muitas vidas, um suposto inimigo espiritual dele já ali há 400 anos, ao qual ele teria levado e induzido a cometer o suicídio. Esse filme é um filme que trata principalmente do valor que a gente precisa dar à nossa vida, essa oportunidade da gente estar aqui nesse planeta escola, né? E por conta de ter surgido essa disputa num processo de suicídio, esse acaba que passa a ser um filme que é uma prevenção ao suicídio. E a gente vai percebendo isso conforme o filme vai acontecendo. Então, Divaldo, na sua infância já reencontra com máscara de ferro que se apresenta em algumas noites. Ele tem sonhos difíceis, né? Eles dão esse nome, entre aspas, de máscara de ferro para esse obsessor e que vai, que fica perturbando ele na infância, na adolescência, rindo da cara dele, fazendo as coisas. E Divaldo segue vivendo sua mediunidade, a princípio, torturada. E depois ele começa a estudar, entra em contato com o evangelho, com o espiritismo, passa a se entender, passa a compreender a sua mediunidade e passa a servir sobretudo na caridade. Até que chega num momento, ele tem a mentora dele, Joana de Angeles, que pede para ele em vários momentos para que ele continue a estudar, para que ele continue a perseverar. E ele por sua vez dizia: "Tudo que eu peço é uma oportunidade, apenas uma chance de tocar no coração do Máscara de Ferro. Tudo que eu peço é que eu possa ter essa possibilidade de tocá-lo." E aí chega no momento em que
dizia: "Tudo que eu peço é uma oportunidade, apenas uma chance de tocar no coração do Máscara de Ferro. Tudo que eu peço é que eu possa ter essa possibilidade de tocá-lo." E aí chega no momento em que ele já tá na vida mais madura, que ele já tá ali servindo há muito tempo. Ele adotou mais de 600 crianças que eram deixadas na escadaria da sua casa. E chega um dia uma criança, essa criança começa a chorar muito, ele já não tinha lugar para receber mais crianças, mas ele vai lá fora, pega essa criança e na hora que ele tá chegando para pegá-la, Joana de Angeles olha para ele e fala: "Divaldo, chegou o dia, chegou a hora." E ele pega aquela criança, olha para ela com todo o amor. Máscara de ferro já vinham acompanhando há duas, três, quatro décadas. E naquela observação, sempre vendo ali a transformação daquele espírito, porque tudo que Divaldo vinha fazendo em prol da caridade também estava transformando ele. Afinal de contas, todo processo obsessivo, quando a gente tem um obsessor que tá ligado à gente há 200, 300, 400 anos, gente, o que que é isso senão um amor que tá em puro sofrimento? Ninguém se conecta por tanto tempo com uma outra pessoa se não tiver um nível de amor envolvido, um nível de, claro, um amor sofrido, um amor que tá ali machucado e adoecido. Então, conforme Divaldo ia se trabalhando, máscara de ferro também ia se trabalhando. Até que chegou nesse dia, nessa noite, ele pega essa criança e Joana revela a ele que a criança é a mãe do Máscara de Ferro e que tava renascendo. E aí Máscara de Ferro chega todo tocado e a gente vê o olhar dele um pouco confuso e olha para aquela criança e fala: "Você vai cuidar desse menino feio aí, dessa menina feia?" E aí, Edivaldo fala: "Vou vou cuidar dela com todo o meu amor". E aí Máscara de Ferro vai conversando com ele, eles dois vão falando um pouco mais. E aí, Divaldo diz para ele uma frase magistral que fica para todos nós. Eu não quero pagar pelo que eu fiz com a minha morte. Eu quero pagar pelo que eu fiz com o meu
s dois vão falando um pouco mais. E aí, Divaldo diz para ele uma frase magistral que fica para todos nós. Eu não quero pagar pelo que eu fiz com a minha morte. Eu quero pagar pelo que eu fiz com o meu amor, com o meu serviço, com a minha caridade. Então, a gente não precisa adoecer para pagar por nada, gente. A gente não precisa sofrer. A gente já tem aí um convite outro que é vós sois deuses. Sejam espelhos de Deus aqui na terra que nós vamos também mostrar esses aspectos divinos em nós, a nossa filiação divina. enquanto nós aprendemos a ser humanos, porque ser humano é divino, é um presente, uma dádiva que nós recebemos dos céus para que a gente pudesse estar aqui aprendendo e evoluindo. Então, diante das nossas obras, da nossa colheita que é compulsória, lembra sempre que o plantil é opcional, mas a colheita é obrigatória. Vamos colher, a gente colhe falando o quê? Sim, eu assumo, eu fiz isso, eu criei isso e agora eu faço algo de bom com isso e eu me coloco para crescer e evoluir sobre aquela experiência. Aquele chão onde eu me esborrachei e caí no chão, é o mesmo chão que vai me dar suporte e me apoiar para eu me levantar e para eu me reerguer. E nesse sentido, o que nós precisamos nessa autoria em assumir a nossa semeiadura é a gente assumir também as escolhas novas. é a gente se observar para poder escolher tudo, a palavra, porque a palavra é a manifestação. Não foi assim lá em João primeiro ou mesmo Gênesis capítulo 1, versículo 1, tá lá que primeiro foi a palavra, primeiro foi o verbo e depois veio a manifestação. Então, quando eu tô falando aqui com os senhores, isso aqui é uma energia que tá reverberando a minha vibração, indo para vocês em ondas sonoras e vocês estão me ouvindo, sentindo a minha vibração, a vibração dessa espiritualidade que ampara essa casa e que tá aqui me inspirando. Então, tudo isso é uma uma bênção que vem para nós e nós podemos ser aqueles que abençoam. Tem até uma palavra que diz assim pra gente, algumas frases e que circulam pela internet dizendo o
nspirando. Então, tudo isso é uma uma bênção que vem para nós e nós podemos ser aqueles que abençoam. Tem até uma palavra que diz assim pra gente, algumas frases e que circulam pela internet dizendo o seguinte: você, já que palavra é um alimento, você comeria o que você tá falando? Isso é importante. O que que a gente tá produzindo na nossa emissão? Que tipos de palavras a gente se permite dizer? De que maneira a gente tá cocriando essa existência divina com Deus que nos deu livre arbítrio pra gente aprender a criar? Assim como a gente entrega, por exemplo, massinha na mão das crianças e elas vão criando, experimentando e fazendo formas, não é assim? A gente também tá aqui lidando com essa massinha que é a matéria e criando aspectos novos, diversas possibilidades, diversas ferramentas que são neutras. Qual é o uso que eu vou dar, por exemplo, paraa radioatividade? A radioatividade é utilizada hoje em dia em vários tipos de exames e que nos auxiliam imensamente, que estão a favor da vida. E essa mesma radioatividade, quando mal utilizada, ela leva à destruição e à morte. Portanto, é uma bênção a gente poder descobrir que é cocriador, que somos deuses com esse D minúsculo e que a gente pode seguir atuando. Essa palavra que Jesus cita só para efeito de curiosidade, tá se referindo aos Salmos 82, versículos 1 a 8. E aqui tem um momento no versículo 6 que ele diz: "Eu disse: "Vós sois deuses e todos vós filhos do Altíssimo". Então, quando Jesus veio paraa terra e nos ensinou e nos convocou a perceber que nós somos filhos de Deus e que Deus é pai, veja, isso já tava lá atrás citado nos Salmos, isso já tava lá atrás presente. E muito do que Jesus disse era citando e falando da sua fé nos profetas. Isso é interessante porque algumas vezes nós vivemos uma cisão entre religiões, uma cisão entre Antigo e Novo Testamento, sendo que na verdade é só mais um dos círculos daquela árvore que tem vários círculos, que eu já trouxe esse exemplo para vocês aqui várias vezes. E aquela
s, uma cisão entre Antigo e Novo Testamento, sendo que na verdade é só mais um dos círculos daquela árvore que tem vários círculos, que eu já trouxe esse exemplo para vocês aqui várias vezes. E aquela revelação, ela vai se expandindo e se expandindo no Novo Testamento e se expandindo no Espiritismo, em diferentes arcos que vão trazendo leituras da mesma raiz, do mesmo pai que é um só. Então, independente de que idioma eu falo, eu falo, eu expresso a minha voz, eu expresso o que vai no meu coração. Lembram quando Jesus disse que não é o que a gente come? Ele tava falando isso pros fariseus. Não é o que eu como ou como eu como? O que que eu vou fazer? O que que eu vou comer que vai manchar o meu corpo, mas sim o que sai da boca. É isso que vai se tornar a manifestação. Então, nessas horas, a gente precisa se relembrar que sim, somos muito poderosos, sim, temos muita potência e a gente precisa tomar muito cuidado com aquilo que a gente está cocriando nas nossas vidas. E é difícil porque muitas outras forças estão atravessando os nossos corações, não só o evangelho. A gente tá exposto a ecos passado, a feridas de outras vidas, a nossa infância espiritual. Somos seres de acordo com o livro dos espíritos, criados, simples e ignorantes. E a gente vem desses mundos primitivos onde a gente precisava sobreviver. Então, o egoísmo naquela fase foi um estágio de manifestação da nossa psique que tinha vistas à nossa sobrevivência. Então é natural, é que nem uma criança de 2 anos quando ela tá aprendendo a lidar com os instrumentos e ela ela passa por aquela fase: "É meu, é meu, é meu". Aí você vai dizer que uma criança de 2 anos tá errada? Ela não tá errada. Ela tá passando por um estágio do amadurecimento dela, de perceber os seus contornos, os seus limites, onde ela começa e termina, o que ela não é mais a mãe, porque até uma certa idade o psiquismo tá muito misturado com o da mãe. Então, quando ela começa a definir os seus contornos, onde ela começa e termina, ela fica é meu, é seu. E aquilo
o é mais a mãe, porque até uma certa idade o psiquismo tá muito misturado com o da mãe. Então, quando ela começa a definir os seus contornos, onde ela começa e termina, ela fica é meu, é seu. E aquilo vai marcando um espaço que tá dividindo ali o que eu sou e o que eu não sou nessa mistura. Então isso faz parte, o egoísmo faz parte. A gente tem que olhar paraa nossa infância espiritual com naturalidade. Ao mesmo tempo, a gente não pode ficar parado nos dois anos. A gente precisa avançar. A gente precisa dar o passo seguinte e o passo seguinte e o passo seguinte, sem brigar com o passado e criando um novo futuro com as nossas observações, né? Um dos pontos que eu gosto de trazer aqui também é do livro dos espíritos, na pergunta 275, em que falando dessa divindade que nos ocupa, né, vem uma pergunta aqui. O poder e a consideração de que um homem goza na terra dão-lhe alguma supremacia no mundo dos espíritos? Quer dizer, eu tô acima de alguém porque eu tô me percebendo como Deus ou não. Como é que é isso? Como é que isso, a serviço de que isso tá agindo em mim? E os espíritos respondem: "Não, pois os pequenos serão elevados e os grandes serão rebaixados. Lede os salmos." Ou seja, todos nós estamos em condição de igualdade. Todos nós estamos aqui presentes para viver essa manifestação no nosso dia a dia. Eu não sou melhor do que ninguém, mas também eu não sou pior do que ninguém. E nessa coautoria eu posso sim, conforme eu for vivendo a minha vida, expressando os meus sentimentos nas minhas ações, gerando que nessas perguntas seguintes, nessa sequência do livro dos espíritos, os espíritos explicam que vai gerando conforme a autoridade moral daquele espírito vai crescendo e vai se expandindo, vai se transformando em algo irresistível e que move e inspira os outros seres que estão ao redor. Portanto, quando eu quero começar um novo plantio, eu preciso cuidar daquilo que eu tô criando ao meu redor, porque onde eu estou, eu posso ser aquela maçã sadia que não vai contaminar as outras.
dor. Portanto, quando eu quero começar um novo plantio, eu preciso cuidar daquilo que eu tô criando ao meu redor, porque onde eu estou, eu posso ser aquela maçã sadia que não vai contaminar as outras. Não é assim, quando a gente tem uma maçã estragada, contamina todas as outras, qual delas a gente quer ser? Nós temos muito poder. E por fim, gostaria de trazer aqui o convite final de Jesus que ele faz em Mateus 5, versículo 16. Olha que interessante essa frase é dita tantas vezes, a gente não repara nela. Assim deixai brilhar a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus. Porque é ele que nos inspira, é ele que nos convida, é ele que nos dá espaço para poder brincar no seu playground aqui da do seu planeta escola, que é a Terra. No entanto, as obras são nossas, é nossa autoria e a gente precisa se responsabilizar por isso. Não somos vítimas de nós mesmos, pelo contrário, nós somos aqueles por quem sempre estivemos esperando e por quem ainda estamos esperando. Nós somos os escolhidos. Quem que eu vou eu escolher ser hoje? Qual eu vai agir hoje? Qual eu vai atuar? E nisso a gente vai poder ser um espelho cada vez mais límpido do Pai que está nos céus. Assim como Jesus trouxe pra gente a experiência plenamente divina e plenamente humana, que foi trazer a sua consciência num nível tal de entrega e obediência, que ele simplesmente exemplificou para nós como um farol aquilo que a gente pode também ser em essência. Se ele nos disse que nós somos isso, eu acredito nele, eu sinto ele e eu percebo isso. Quando eu consigo ter um pouquinho mais de estado de atenção e criar um ambiente diferente na minha casa, com meu marido, os nossos filhos, eu penso: "Pera, então eu tenho algum poder?" Sim. E aí a gente vai vendo, tem e é muito. E às vezes isso pesa. E eu digo para vocês, que bom que pesa, que bom que esse cetro tá na sua mão. Tá joia? Era esse meu recado de hoje. Muito obrigada pela atenção. A Daniela tava falando, lembrando de uma
zes isso pesa. E eu digo para vocês, que bom que pesa, que bom que esse cetro tá na sua mão. Tá joia? Era esse meu recado de hoje. Muito obrigada pela atenção. A Daniela tava falando, lembrando de uma de um momento nosso aqui do salão e que se eu sempre fico muito atenta a isso quando eu estou eh assistindo. Hoje assisti, né? Eu sempre aco, por isso que eu sento do daquele outro lado ali. Eh, que nós somos muito ajudados quando aqui nós chegamos para esse momento de de palestra. A gente às vezes pensa que só viemos para assistir a palestra e vamos embora. Não sabe o que que acontece nesse período que nós estamos. Por isso que eu até esqueço de falar, desliga os celulares, vamos nesse momento, eh eh dar toda a nossa atenção para aquilo que nós viemos buscar, porque às vezes a gente tá sendo tratado de algo que nós nem sabemos que temos, mas eles aproveitam, falam: "Olha, está lá, tá indo". Então vamos tratar. Eu já vi essa cena aqui uma vez, dia 31 de dezembro, um ano, uma equipe imensa, imensa de espíritos aqui tratando das pessoas. E eu perguntei para um deles, eh, por Euripes Barçanufo, mas olha, tá, eles todos estão sendo tratados. Ele falou assim: "Eles nem sabem que estão doente". E eu falei: "Meu Deus, então é melhor eu também me colocar sempre que eu vier aqui na condição de recebedora de qualquer coisa eu tô recebendo desde que venha deles." Porque como ela falou que ela acredita, eu também acredito. Então, sempre quando eu fico ali, eu falo assim: "Ah, tô te me entregando nas suas mãos. Faça de mim o que for melhor, faça por mim o que for melhor. Então, a gente pede muito isso, que quando aqui chegarmos, a gente direcionar a nossa atenção para a reflexão, porque aí nós estamos vinculada a uma fala e a espiritualidade pode realmente fazer o trabalho dela sem nossa interferência e sem interferência lá de fora através do celular. Isso não é chamado atenção, não. Isso é só para mostrar que aqui tá tá tendo esse trabalho, sim. Tá certo. Então a gente agradece muito essa
ferência e sem interferência lá de fora através do celular. Isso não é chamado atenção, não. Isso é só para mostrar que aqui tá tá tendo esse trabalho, sim. Tá certo. Então a gente agradece muito essa espiritualidade que cuida da gente assim com muito carinho, com muito jeitinho, né? Muito lentamente, porque nós somos os pacientes meio meio difíceis, né? Nós a gente fica assim meio temosos, mas ele sabe disso. Então, por isso que eles convoca, nos convoca toda quarta-feira às 16 horas a gente está aqui para dar continuidade no trabalho. Então, ficamos agradecidos e vamos fazer o nosso Pai Nosso, o Pai Nosso que Jesus nos deixou, o Pai Nosso que nós aprendemos, o Pai Nosso que nós sentimos tão familiarizado com ele, né? Porque é aquele que a gente fala assim, da boca para fora, mas da boca para dentro, do coração dentro, do coração para fora. Cada hora a gente tá fazendo ele de uma forma, sentindo ele de uma forma, mas agora a gente vai sentir ele diferente. Então vamos fechar nossos olhos, vamos imaginar essa vibração amorosa que tá acontecendo nesse salão. Eles estão todos aos nossos lados, nos acolhendo, que o tratamento já foi feito. Agora a gente vai para o passe, que é onde vai finalizar esse tratamento todo. E vamos dizer: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a sua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação e nos livre de todo mal. Que assim seja. Muito obrigada e que assim até a próxima quarta-feira. Mas primeiro, antes dele chamar pro passe, que ele já tá descendo, né? A gente vai avisar para vocês que no sábado nós vamos ter uma palestra muito interessante aqui às 17 horas. A Dra. Márcia Leon, que é da AM Planalto e e também da AM Brasil, ela vai falar maternidade, um clamor pela vida. Nós estamos no mês de Maria, no mês da das mães. Mês de Maria é todos os meses. Mês
s. A Dra. Márcia Leon, que é da AM Planalto e e também da AM Brasil, ela vai falar maternidade, um clamor pela vida. Nós estamos no mês de Maria, no mês da das mães. Mês de Maria é todos os meses. Mês da mãe também é todos os meses. Mas tiraram um mês pra gente ganhar os presentes, não é? É pra gente ganhar os presentes que se comemora. Mas ela vai falar por essa esse clamor pela vida. E logo às 19 horas nós vamos tê-la novamente com o Saulo César, que vai fazer uma ter uma roda de conversa com a Dra. Débora também que é da AMDF para poder realmente falar dessa maternidade. Se vocês puderem estar presente, vai ser um prazer muito grande tê-los conosco. Se não for, assiste lá da casa de vocês pelo YouTube que nós também estaremos presente dentro da casa de cada um. Então, uma boa tarde, um beijo no coração de cada um. Até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos
ça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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