O AMOR COBRE UMA MULTIDÃO DE APRENZIADOS - Daniela Migliari [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 18/09/2025 (há 6 meses) 42:10 421 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei. >> Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles que estão nos ouvindo, aqueles que irão nos assistir também, sejam bem-vindos. Vamos começar esse nosso momento fazendo uma leitura desse livrinho Conselhos Úteis. Já é produção aqui da comunhão, viu, editora Comunhão Espírita de Brasília. A gente fica orgulhoso, né, dessa nossa instituição já está produzindo esses livrinhos, que é pelo eh psicografia da Hilda Alonso, pelo espírito Hilda Pereira Magalhães, que é a mãe da Hilda Alonso. Essa lição fala lições da vida. Assimilas bem as lições que te chegam através da própria vida nas ocorrências de cada dia. O aprendizado está presente em todos os momentos, nas mínimas coisas e em todas as pessoas à tua disposição. Podes aprender com todos aqueles que te cruzam o caminho. Basta que estejas alerta. Presta maior atenção a tudo que está à tua volta e tira as tuas deduções. Nada acontece por acaso. Tudo tem sua própria destinação e uma utilidade específica. Analisa cada acontecimento e verifica em que pode ele te ajudar na tua evolução. Tens ainda muito que fazer no sentido do aperfeiçoamento da tua conduta. Esmera-te em trabalhar cada dia por um aspecto da tua reforma interior. possas entender a mensagem secreta que o Senhor te envia a cada momento e que saibas aproveitá-la da melhor maneira ao crescimento do teu espírito. E assim nós vamos fazer nossa oração da tarde de hoje das 16 horas, elevando os nossos pensamentos, o nosso coração ao Pai, esse Pai maravilhoso, esse pai que nos criou a sua imagem, sua semelhança. agradecer a Jesus, aquele que trouxe a mensagem de amor, amar a todos indistintamente e a Dr. Bezerra de Menezes, o mentor da casa, essa casa que nos acolhe, que nos ensina a cada dia que aqui estamos. Agradecid estamos, mas ainda nós rogamos a esse Pai de misericórdia que nos assista na nossa caminhada, que nos

o mentor da casa, essa casa que nos acolhe, que nos ensina a cada dia que aqui estamos. Agradecid estamos, mas ainda nós rogamos a esse Pai de misericórdia que nos assista na nossa caminhada, que nos assista na nossa aprendizado de cada dia para que nós possamos ser melhores amanhã do que estamos sendo hoje. E que a doce paz deles invada nossos corações por toda a eternidade. Que assim seja. Bom, amigos, hoje nós temos a Daniela Migliari, não é, que é a palestrante da quarta-feira, uma vez por mês. É a família, ela é da família das 16 horas, não é? Nós somos uma família e ela vai falar: "O amor cobre uma multidão de aprendizados". Então a fala tá com ela. Boa tarde a todos. Bem-vindos, bem-vindas. sempre uma alegria, uma satisfação poder estar aqui nessa casa que me acolhe, acolhe a minha família há mais de 15 anos e e segue acolhendo tantos corações e tantas pessoas que chegam aqui buscando essa visão ampla, aberta e livre que o Espiritismo nos traz. Então, hoje eu trouxe uma palestra com um nome pouquinho diferente, como se fosse um trocadilho. O amor cobre uma multidão de aprendizados. Muitas vezes, claro, todos nós conhecemos a referência a Pedro 1, capítulo 4, em que ele traz essa mesma citação, mas usando a expressão: "O amor cobre uma multidão de pecados". E aí essa palavra, ela tem um outro peso pra gente, né? A palavra pecado, ela traz pra gente muito sofrimento, muita culpa, muita sensação de inadequação. É algo que nos foge a compreensão, certeira, porque a gente não quer olhar de frente para aquilo que a gente tá fazendo fora dessa lei de amor. Só que quando a gente começa a avançar no caminho da espiritualidade e a gente vai se abrindo para entender o que que tá realmente acontecendo ali, será que eu tô simplesmente desobedecendo e fazendo algo que me torna uma pessoa ruim e que isso não tem jeito? O que que é realmente que tá por trás desses mecanismos do que a gente estuda e que a gente chama de pecado é que traz um peso tão grande para todos nós quando a gente

a ruim e que isso não tem jeito? O que que é realmente que tá por trás desses mecanismos do que a gente estuda e que a gente chama de pecado é que traz um peso tão grande para todos nós quando a gente ouve essa palavra. é uma palavra que chega, machuca, a gente se sente bastante inadequado, né? E aí eu trouxe essa noção de aprendizados. E para começar eu vou trazer a raiz bíblica pro pecado, que ela se refere ao grego ramártano e ao hebraico ratar. ambos com o sentido de errar o alvo ou estar um pouco fora, um pouco fora daquele rumo, do rumo certo, errar o alvo. Então, eu sempre uso essa analogia quando a gente se refere, por exemplo, a jogar dardos e eu estou lançando dardos e eu erro esse alvo, é porque eu ainda estou aprendendo a lançar. Eu ainda estou aprendendo os efeitos de estar errando esse alvo. E esse alvo, ele existe para nós como uma proteção. Quando a gente olha para esses códigos morais que estão por aí, para todas as leis dos homens, as leis mais comuns de leis de trânsito, das leis todas que a gente observa, elas são estabelecidas paraa nossa segurança, para o convívio em sociedade, em comunidade. E quando a gente olha, por exemplo, para os 10 mandamentos e a gente vai observar com mais detalhe cada um dos seus itens, a gente percebe que cada um desses pontos eles falam de algo que a gente também gostaria de se dar, de receber. Eu não gostaria que os meus irmãos, as pessoas com quem eu convivo, fizessem ou infringissem algumas dessas leis em relação a mim. não matarás, não adulterarás, enfim, quantas coisas que a gente escuta, mas quando aplica pra gente, a gente fica um pouquinho rebelde, a gente fica sentindo que aquilo ali tá fora de tom. nada mais é do que um código, uma lei, uma proteção desse amor. Então, em última instância, as leis estão aí para promover essa ordem que torna o ambiente todo mais receptivo para o amor. É como se fosse uma canaleta para que o amor possa fluir melhor. Enquanto não tiver essa canaleta desobstruída, às vezes ela tá cheia de

ssa ordem que torna o ambiente todo mais receptivo para o amor. É como se fosse uma canaleta para que o amor possa fluir melhor. Enquanto não tiver essa canaleta desobstruída, às vezes ela tá cheia de pedrinhas, às vezes ela tá cheia de folhagens, cheia de galhas, e aí o amor não flui também. Ou seja, essas esses pontos todos dessas leis que estão aí estão para a nossa preservação. E aí o que acontece quando a gente infringe algumas dessas leis? a gente acaba sentindo o efeito que isso causa na nossa própria consciência e na vida daqueles a quem a gente magoou, aqueles a quem a gente feriu. Então, diante de um efeito, aquilo gera em mim uma culpa. Essa culpa pesa, essa culpa machuca. Só que Emanuel também nos ensina que essa culpa ela precisa ter um tempo de ação curto. Porque se a gente fica com essa culpa ativada por muito tempo, isso acaba por nos esmagar diante de uma visão de, ah, eu não faço nada certo mesmo, eu não sei fazer as coisas de forma correta. E aí essa culpa vai virando aquele álibe perfeito que eu me escoro nela para poder não fazer nada de novo nas minhas atitudes. Eu não presto mesmo. Eu não sou boa mulher, não sou boa esposa, não sou boa mãe, não sou boa isso, não sou boa aquilo, não sou boa profissional. E aí, nesse nesse campo das lamentações, a gente sabe que nada cresce, nada floresce. Então, gente, quando nós olhamos para o pecado como esse errar o alvo, percebam como o peso diminui. Percebam o quanto isso nos faz nos conectarmos com a humildade. E a palavra humildade vem de humos, terra. Eu ponho o pé no chão do que tem aqui para hoje, daquilo que tá em mim, do meu psiquismo, daquilo que eu consigo entregar nas minhas relações, os meus processos de aprendizado, ou seja, os meus aindas, aquilo que ainda está se formatando em mim como aprendizado. E eu aceito que dói menos, que por enquanto eu tô conseguindo entregar até ali. Por quê? porque eu tô aprendendo. Então, é preciso humildade para eu me perceber como uma aprendiz, uma imortal aprendiz.

eu aceito que dói menos, que por enquanto eu tô conseguindo entregar até ali. Por quê? porque eu tô aprendendo. Então, é preciso humildade para eu me perceber como uma aprendiz, uma imortal aprendiz. E a cada vez que a gente volta, que a gente retorna, a gente vai ampliando esses aprendizados, não mais como um sistema de punição, um tribunal da consciência, mas um lugar onde pode se tornar um altar da nossa consciência, onde a gente pode louvar e agradecer por esses aspectos que estão aí paraa nossa proteção. Quando a gente examina mais profundamente as leis espirituais, dentro do livro dos espíritos existem vários capítulos paraas leis morais. E Allan Kardec vai fazendo as perguntas e vendo as respostas para cada uma das leis que ali estão. Vocês vão se deparar com um profundo amor, um profundo amor de Deus por nós que tá ali para nos proteger. Então quando Pedro diz aqui, né, mas sobretudo isso aqui tá na primeira carta de Pedro, capítulo 4, eu vou ler para vocês os versículos 8 a 11. Mas sobretudo tende de ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobrirá a multidão de pecados. Sendo hospitaleiros uns para com os outros, sem murmurações, ou seja, sem reclamações, cada um administre aos outros o domu, como bons mordomos da multiforme graça de Deus. Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus. Se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá. Para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo sempre. Amém. É linda, linda essa passagem onde Pedro fala que nós todos recebemos essa graça de maneira multiforme, em muitas formas. cada um de nós, na nossa esfera de ação, no laru, na profissão que a gente tá exercendo, na ressonância e na vibração que eu porto dentro de mim e onde quer que eu vá, ela vai comigo. Algo de mim tá atuando ali naquele entorno. Então, se eu, quando eu me harmonizo com as leis de Deus e com esse imenso amor que ele tem por nós e que tá ali trazendo aquele código, gente, como uma referência, não

tá atuando ali naquele entorno. Então, se eu, quando eu me harmonizo com as leis de Deus e com esse imenso amor que ele tem por nós e que tá ali trazendo aquele código, gente, como uma referência, não é para nos prender, senão Deus não teria nos dado o livre arbítrio. Ele nos deu o livre arbítrio para que a gente pudesse justamente observar o efeito das nossas ações como um aprendizado. Então, quando eu percebo que dentro de mim existe uma infância espiritual, uma criança espiritual que tem os seus aindas, os seus processos de aprendizado, essa palavra ainda, ela é muito libertadora, porque ela confere movimento para todos nós. Ela deixa uma porta aberta pra gente se relembrar dessa humildade de não saber tudo. O que acontece é que a nossa sociedade às vezes ela se coloca eh eh uma régua que a gente tem que ser perfeito nisso, nisso, naquilo, mas espera, a gente tá aprendendo. Não quer dizer que eu vou ficar passando a mão na minha cabeça quando eu errar. Não é sobre isso. Também existe um meio termo entre esses dois extremos. É um lugar onde eu percebo o meu erro e eu não preciso pegar o chicote e ficar me maltratando porque eu percebi que eu errei. Eu percebo e falo: "Opa, eu já conheço isso aqui. Eu já tive aqui antes." E principalmente com próximo, mais próximo. Onde é que isso aparece mais, gente? muito na relação da gente com a gente mesmo, na forma como a gente se trata e muitas vezes se maltrata, mas principalmente dentro de casa com o cônjuge, o marido, a esposa, ou mesmo se o casamento já terminou, a forma como a gente lida com esses afetos, com os filhos. Isso aparece muito no trânsito. Quando a gente vê uma pessoa muito desequilibrada no trânsito, é como se tivesse ali, né, uma como se fosse uma isca pra gente morder e a gente entrar na tempestade do outro ao invés da gente inspirá-lo pela nossa paz. Isso é virar e dar outra face. Qual que é outra face, né, dessa raiva? É o amor, a ternura. Acalma. Então, entendam que essas imagens que Jesus utiliza para nos ensinar é como

spirá-lo pela nossa paz. Isso é virar e dar outra face. Qual que é outra face, né, dessa raiva? É o amor, a ternura. Acalma. Então, entendam que essas imagens que Jesus utiliza para nos ensinar é como que eu vou responder aquilo que vem de fora. Então, se o outro já tá numa baita tempestade, eu vou entrar nessa tempestade? Posso entrar? E o que que vai acontecer? Meu corpo vai se estressar, a pressão vai subir, eu não vou dormir bem aquele dia, vou chegar irritado em casa. Ou seja, sabe quando a gente anda numa estrada que tem um guard raio que tá ali protegendo o carro de sair da estrada? Essas são as leis. Elas mostram pra gente o efeito de tá batendo com o nosso carro ali naquele limite, naquela lei. Então, quando eu sinto o efeito dessa lei sobre mim, por quê? Porque aquilo tem uma consequência. Se eu entrar na tempestade do outro. E aí eu vou percebendo que quando o murro vai, a mão bate e machuca. Um rostinho que tá lá ou a parede que tá lá e só machuca a minha mão. Esses efeitos são os efeitos pedagógicos. E muitos de nós vivemos como se fossem efeitos punitivos. Ah, eu tô passando por isso de novo e de novo e de novo. E aí eu sempre falo: "Como que tá a sua escuta interna? Como que tá a sua percepção da sua contribuição para esse processo? Não como culpa, não como peso, simplesmente como construção. O que que eu plantei, que que eu semeiei? O que que tá vindo?" Então, quando a gente começa a modificar a nossa relação com o pecado, com Deus e com as leis, e a gente começa a perceber isso tudo como aprendizado, amor, limite que ama, limite que cuida, que não deixa você vazar da estrada fora e cair, né, desfiladeiro abaixo. É assim. Então, a vida ela conversa com a gente o tempo inteiro. Se a gente der língua pra vida, ela vai dar o quê? Língua de volta. E algumas vezes eu tô lá, tô que mando beijo pra vida, mando beijo, mando carinho e aí vem algo novo. Que que aconteceu aí? Muitas vezes, gente, nós também nos tornamos agentes de Deus aqui. E aí a gente se torna aquele agente

tô que mando beijo pra vida, mando beijo, mando carinho e aí vem algo novo. Que que aconteceu aí? Muitas vezes, gente, nós também nos tornamos agentes de Deus aqui. E aí a gente se torna aquele agente amortecedor. Veio o impacto. Eu tava agora, fui tomar um açaí antes de vir para cá porque não deu tempo de eu almoçar. E eu fui descer ali naquelas descidas que vem das 100, 300 paraas 200 e 400 e tinha um caminhão subindo junto com um carro que tava vindo na direção e buzinando e chateado com aquele carro e ultrapassando ali, imaginaquela subida. E aí, na mesma hora eu já tava ouvindo músicas, eu já tava, né, vindo aqui para falar com vocês. E eu falei: "Nossa, deixa eu diminuir aqui". Claro que vem em mim aquela tentação de ô tá louco, meu irmão, como é que você tá passando aqui que sem noção, parará parará? Isso tudo existe, gente, dentro de mim, dentro de vocês. Só que o que que a gente vai dar comidinha, que que a gente vai alimentar? Então, na mesma hora, eu falei: "Nossa, esse cara não tá legal". E aí eu comecei a orar, imaginar uma luz sobre ele, comecei a rezar um Pai Nosso. Isso é da outra face. Eu consigo fazer isso sempre? Lógico que não. A gente vê muitas vezes a nossa realidade do nosso cansaço, da nossa irritabilidade, das nossas dores. É só bater o seu pé no canto de um móvel e machucar o seu dedinho ou alguma coisa muito inesperada acontecer que pega a gente de solavanco e lá vem a nossa infância espiritual. Para quê? Para nos punir, pra gente arrasar outra pessoa gratuitamente. Não é porque nós todos estamos aqui nessa escola. experimentando essas condições ainda muito reativas, que é da naturalidade desse processo da gente tá encarnado aqui no mundo ainda de provas expiações. Dentro da codificação espírita, a gente aprende que existem quatro classes de mundos e a gente tá entre o segunda e a terceira classe. A primeira classe são os mundos primitivos e dentro dela infinitas gradações, tá? durante os aspectos evolutivos e a história de formação dos planetas.

a gente tá entre o segunda e a terceira classe. A primeira classe são os mundos primitivos e dentro dela infinitas gradações, tá? durante os aspectos evolutivos e a história de formação dos planetas. Depois vem os mundos de provas, expiações, ou seja, aquilo que a gente tá precisando ainda trazer à tona. Não é porque a gente pecou, porque a gente errou, é porque a gente está depurando o modo de ser, o modo de estar naquele mundo. A gente tá aprendendo. Se Deus fosse agir de forma como um juiz e tivesse que cobrar cada centavo do que a gente passou, gente, não estaríamos inteiros aqui. Vocês podem saber que a misericórdia divina, quando ela traz movimentos pedagógicos pra nossa vida, ela traz sim, com a sua justiça, que é importante, que existem processos de reparação necessário, sim, ao mesmo tempo, é uma justiça absolutamente misericordiosa. Misericordiosa, tá? miséria e cordiosa. Ele olha com coração paraas nossas misérias, onde eu ainda não tenho o que entregar, onde eu ainda não consigo deixar aquela marca de amor. Então, nós vamos aprendendo a lidar com essa infância espiritual com naturalidade. A mesma naturalidade que eu olho para uma criança que ainda tá aprendendo de engatinhar, vai aprender a andar, dormir a noite inteira. Vai chegar o dia que ela vai dormir a noite inteira. Vai chegar o dia que a fralda vai amanhecer seca. Vai chegar o dia que ela vai conseguir cantar o hino nacional. Não vai dar para cobrar isso aos 2 anos de idade. Eu também tenho os meus aindas e a minha infância espiritual. E conforme a gente vai vivendo e a gente vai se dando a oportunidade de evoluir e de aprender, o amor vai cobrindo essa multidão de aprendizados e o alvo vai ficando mais nítido, o alvo vai ficando mais gostoso, mais confortável. Eu não fico sentindo que tem ninguém tentando botar um cabresto em mim e me controlar. Eu percebo que essas leis estão lá para mim. amar. E aí, gente, a gente entendeu o jogo, a gente entendeu a regra do jogo, veio um stop, veio lá, pare.

entando botar um cabresto em mim e me controlar. Eu percebo que essas leis estão lá para mim. amar. E aí, gente, a gente entendeu o jogo, a gente entendeu a regra do jogo, veio um stop, veio lá, pare. Pelo menos dá um passo para trás e questiona por que que isso tá aí falando com você. A gente sempre tem a chance de ressignificar os nossos aprendizados e trazer pra gente um novo recurso que surge justamente em meio a esses movimentos. Quem fala disso lindamente é Paulo na carta aos Romanos, capítulo 5, eu vou trazer aqui o versículo 20, um trechinho do versículo que diz assim: "Onde o pecado abundou, transbordou a graça". Então, naquele lugar onde a dor, os aprendizados estão ainda em curso, a graça transbordou. É justamente ali onde aquela dor se mostra, onde as guerras se mostram, onde a violência se mostra, é que a graça vai também trazer a sua mensagem, onde a gente vai precisar ir além e desenvolver algo novo para poder lidar com aquela situação, porque não existe um lado sem o outro. Nós vivemos nesse mundo dual e essa manifestação desses aprendizados vai necessariamente deixar a gente cansado, doente, necessitado, o suficiente para que a gente queira andar de um jeito mais tranquilo, para que a gente possa desobstruir as canaletas da nossa alma, para que esse amor possa fluir com mais ordem, né? E é muito bonito que eu tenho feito alguns estudos da Bíblia. Eu tenho estudado o Novo Testamento e eu tava atualmente eu tô lendo o livro de Lucas e eu encontrei aqui em Lucas no capítulo 7 um trechinho em que Jesus tá conversando com Simão Pedro que é justamente esse que escreveu essa frase: "O amor cobre uma multidão de pecados", né? E eu encontrei a referência ao momento em que eu acho que na vida de Jesus Pedro foi inspirado para escrever essa frase. Eu vou ler para vocês, tá? Então vamos lá. E eis que uma mulher na cidade, que era uma pecadora, sabendo que Jesus estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com um guento. Estando por detrás aos seus

cês, tá? Então vamos lá. E eis que uma mulher na cidade, que era uma pecadora, sabendo que Jesus estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com um guento. Estando por detrás aos seus pés chorando, começou a regar seus pés com lágrimas e os enxugava com os cabelos da sua cabeça, e beijava seus pés e os ungia com um isto, viu o fariseu que eu tinha convidado, falava consigo mesmo, dizendo: "Se este fosse profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe toca, pois é uma pecadora." E respondendo, Jesus disse-lhe: "Simão, uma coisa tenho a dizer-te". E ele disse: "Dizeia, mestre, um certo credor tinha dois devedores. Um devia-lhe 500 dinheiros e outro 50 dinheiros. E não tendo eles com que pagar, perdoou-lhes a ambos". Dize pois: "Qual deles o amará mais?" E Simão, respondendo, disse: "Tenho para mim, Senhor, que é aquele quem mais perdoou". E Jesus lhe disse: "Julgaste bem?" E voltando-se para a mulher, disse a Simão: "Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa e não me deste água para meus pés, mas esta regou meus pés com lágrimas e os enxugou com os cabelos de sua cabeça. Tu não me deste ósculo o beijo, mas esta, desde que entrou não tem cessado de beijar os pés. Tu não me ungiste a cabeça com olho, mas esta ungiu meus pés com umento. Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque ela muito amou. Mas aquele a quem pouco é perdoado, pouco ama. E Jesus disse a ela: "Os teus pecados te são perdoados". E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: "Quem é este que até perdoa pecados?" E disse à mulher: "A tua fé te salvou. Vai-te em paz". Então, vejam, as pessoas perguntaram no final: "Quem é este que até perdoa pecados?" E Jesus respondeu na mesma hora pra mulher: "Foi a tua fé que te salvou. Vai-te em paz". Então, a relação é sempre entre mim e Deus. A forma como eu lido com os meus processos de aprendizado, os meus aindas, com a minha sinceridade diante de mim mesma. E é uma sinceridade compassiva que solta, solta o chicote.

pre entre mim e Deus. A forma como eu lido com os meus processos de aprendizado, os meus aindas, com a minha sinceridade diante de mim mesma. E é uma sinceridade compassiva que solta, solta o chicote. Passou esse tempo do chicote. Paz sou. Eu sou a paz. comigo mesma nos meus processos de aprendizado, com humildade de ser uma eterna aprendiz. Então, quando eu começo a encarar a minha própria evolução dessa forma, naturalmente o meu ser, o meu vaso, meu corpo vai se plenificar deste amor, dessa certeza, dessa escola da vida, desse pedagogo benigno, benevolente e que só quer ver em mim o quê? o direcionamento, o alvo se acertando cada vez mais para que eu possa fluir melhor na minha vida. E quando eu me encho dessa certeza que aí já não é mais fé, eu não acredito em Deus, eu sei Deus, como disse Jung, nesse momento, o meu ser começa a ser uma fonte de inspiração e de olhar benigno, benevolente, um espelho desse amor de Deus pros meus irmãos. Então eu começo a representar mais e mais com essa limpidez do meu espírito e do meu espelho, mostrando esse espelho espírito que vai mostrando Deus pros outros na minha forma de reagir. Porque Jesus é o nosso guia e modelo. Ele veio mostrar não para ficar dando lição de moral em ninguém, mas simplesmente para mostrar o que ele nos deixou no seu último mandamento. Um novo mandamento vos deixo, um novo mandamento vos dou. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. E por isso saberão que sois meus discípulos, por muito se amarem. Então, quando a gente começa a lidar com o nosso pecado como uma multidão de aprendizados, a nossa postura é outra diante da vida, tá certo? Então, a gente começa a olhar pro outro também é aprendizado. Se eu me dou o direito de ter os meus aindas, o outro também tem. a minha mãe, meu pai, meus irmãos, o marido, a esposa, os filhos, ou só eu tenho direito a estar em aprendizado. E naturalmente a gente vai se tornando esse amor decedor. Eu tô testendo amor na minha vida e no meu redor. Quando vem algo de fora, eu olho e falo: "Op, eu

só eu tenho direito a estar em aprendizado. E naturalmente a gente vai se tornando esse amor decedor. Eu tô testendo amor na minha vida e no meu redor. Quando vem algo de fora, eu olho e falo: "Op, eu conheço isso. Eu já tive aí antes, eu conheço essa irritabilidade, eu conheço. Só que aí eu lanço um olhar de compaixão pro meu irmão. Isso vai transformando, vai transformando a terra. Nós somos aqueles por quem sempre estivemos esperando. Nós somos os artífes artífices, as mãos e os dedos de Deus aqui na terra. Porque ele salva o homem pelo homem. Ele inspira a mulher pela mulher. É com a gente mesmo. Ainda bem. Imagina se a nossa vida, nossa, nosso caminho tivesse na mão dos outros, né? Que bom que é nossa incumbência isso. Então, que a gente possa sair daqui hoje com uma nova visão sobre pecado, com muita leveza, com muita humildade, porque a humildade, esse pé no chão de dar um passo de cada vez, gente, no nosso dia a dia, que faz a gente seguir adiante e aprender. E tem uma coisa, eu dou um passo e eu já não tô mais no mesmo lugar. E isso merece ser celebrado. É isso. Recadinho que eu tinha para vocês hoje. Muito obrigada. Boa tarde. Fiquem com Deus. Eu sempre fico pensando que toda quarta-feira que eu estou aqui eu levo para casa. uma uma lição uma lição que eu não consigo aprender todas as lições, né, que que ela trouxe através dessa desta mensagem de hoje, né? O amor cobre uma multidão de aprendizados. Mas quando ela falou em pecado, é que pecado ele é muito complicado. Quando fala: "Você pecou". Parece que nunca mais vai consertar aquilo que eu fiz. A impressão é essa, né? Isso é pecado. Eu lembro na infância que isso é pecado. Isso é pecado. E eu ficava por muito tempo, eu ficava sentindo muito mal com aquela situação de pecado. Quando ela trouxe a definição de pecado, que é é rouro alvo, eu fiquei pensando assim: "Bom, se eu cometo, eu tô trazendo para vocês que é o meu pensamento, se eu cometo um pecado agora, eu tenho um jeito de E se eu trago por acertar o alvo, então eu vou

alvo, eu fiquei pensando assim: "Bom, se eu cometo, eu tô trazendo para vocês que é o meu pensamento, se eu cometo um pecado agora, eu tenho um jeito de E se eu trago por acertar o alvo, então eu vou tacar o dardo, a flecha muitas vezes, porque eu vou est errando, mas a medida que eu vou insistindo, eu vou Vou aproximando do alvo. E se eu aproximo do alvo, chega uma hora que eu acerto o alvo e aí eu já não tenho mais aquele peso grande, né? Porque eh errar é muito difícil e errar com culpa de ser um pecado é mais difícil ainda. Mas quando eu consigo trabalhar para não fazer mais aquilo, eh, tentar fazer o correto, é um alívio tão grande, tão grande. Então você imagina antigamente que era pecado e aquele pecado ficava pro resto da vida. Não tinha, não tinha jeito de eu sair daquele pecado. E hoje tem sim, é uma reconstrução de um homem melhor, não é? Então eu fiquei pensando nisso, né? Eh, é raro alvo, mas quando a gente acerta, a gente fica livre daquela culpa, daquele mal-estar, daquele daquela chateação que a gente traz pro nosso coração. Então, essa é a lição que eu tirei de hoje. Eu não sei qual lição que vocês tiraram, né? Mas te agradeço, Daniela. E a gente agradece a Daniela por estar aqui falando de um tema tão lindo para nós, né? Trouxe muitas referências dentro do evangelho, mas agradecendo, agradecemos também a vida maravilhosa que temos, né? As oportunidades de acertar o alvo a cada dia. Então isso nós agradecemos o quê? Agradecemos a nós mesmos pela nossa insistência. Agradecemos os bons espíritos que nos intuiem cada dia mais, mas basta que eu também fica atento para acertar cada vez mais, porque desatento a gente continua errando. Então, que nós possamos aproveitar essa oportunidade da vida e sermos melhores amanhã do que hoje. E assim nós terminamos dando graças por esse momento, por estarmos reunidos em família das 16 horas, né? e que na semana que vem a gente volta às 16 horas, que família encontra sempre, não é? Então, uma boa tarde para vocês, um

o graças por esse momento, por estarmos reunidos em família das 16 horas, né? e que na semana que vem a gente volta às 16 horas, que família encontra sempre, não é? Então, uma boa tarde para vocês, um beijo no coração dos que estão aqui, daqueles que estão em casa, daqueles que irão nos assistir e nós passamos agora pra nossa irmã para ela coordenar o passe. Uma boa tarde. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações.

espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

Vídeos relacionados