FAMÍLIA: A GIGANTE ESCOLA EVOLUTIVA - Daniela Migliari [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 23/10/2025 (há 5 meses) 35:00 378 visualizações

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Transcrição

Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti, Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi. >> Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Vamos começar esse nosso momento nessa linda quarta-feira, né? Essa, esse grupo das 18, 16 horas é muito importante para todos nós. Tá aqui nesse livro Encontro de Paz, né? É uma mensagem eh do Albino, do espírito Albino Teixeira que fala: "Lembre-te, espírita". Aí, olha, então todos nós somos espíritas aqui, né? Vamos que o o a mensagem é para todos nós. Nunca nos arrependeremos de ceder em questões sem valor essencial, de guardar paciência em quaisquer lances difíceis, de usar indulgência para com as faltas do próximo, entendendo que todos temos erros a corrigir, de ouvir atenciosamente, seja a quem for, de reconhecer que o nosso pensamento ou cultura tem as suas limitações de observar que o nosso tipo de felicidade nem sempre é o tipo de felicidade das pessoas que amamos, competindo-nos, por isso acatá-las como são, assim como desejamos ser respeitados como somos. de admitir que os outros não são obrigados a pensar com a nossa cabeça, de não agir contra a própria consciência, seja antes, durante ou depois de experiências que consideremos menos felizes, de entregar a bondade de Deus às aflições e problemas que estejam fora de nossa capacidade de solução, de servir sempre. uma mensagem linda dele. Com essa mensagem nós começamos esse nosso momento em agradecimento por aqui estarmos, por aqui podermos tirar um tempo para nós, para que a gente possa nos encontrarmos, receber as orientações que sempre vêm em forma de intuições. Então que a gente preste bastante atenção, porque algo daqui vai, vamos sair daqui com algo muito melhor, com algo que a gente às vezes nem resolveu, mas vamos sair daqui com isso resolvido. Vamos aprender, porque a Daniela vai trazer uma mensagem, uma leitura, um

, vamos sair daqui com algo muito melhor, com algo que a gente às vezes nem resolveu, mas vamos sair daqui com isso resolvido. Vamos aprender, porque a Daniela vai trazer uma mensagem, uma leitura, um texto que nós possamos trazer para nós e tomarmos ele como lição do dia de hoje e finalizando com o nosso alimento espiritual que é o passe. E assim a gente fica muito agradecido a Dr. de Menezes, que é comanda toda essa parte espiritual da casa, essa casa que nos faz tão bem, é porque já está preparada para nos receber. Agradecemos todo o nosso guia protetor, esse anjo da guarda, como dizíamos quando éramos bem pequenininhos, né? que nos acolhe, que nos direciona, que nos ajuda, que dá as mãos para nós nas horas difíceis, na caminhada que a gente acha que não vai dar conta, tá ele ali. Então, por tudo nós agradecemos e começamos esse nosso momento com muita alegria no coração, dizendo: "Graças damos por tudo". Bom, amigos, hoje nós temos a Daniela Migliar, nossa amiga, né, das quartas-feiras, que é um prazer grande. Ela vai falar um tema muito interessante que é a família, a gigante escola evolutiva. Então, a palavra tá com ela. Boa tarde a todos. Bem-vindos mais uma vez nessa casa maravilhosa que nos cuida, que nos recebe, que nos abraça. Então, aproveito para agradecer aqui por todos os as pessoas, os funcionários, os colaboradores que estão cuidando dessa transmissão, cuidando de cada detalhe dessa casa que nos recebe, né, desde o lugar onde vocês estão sentados, a água, o espaço, o carinho com que eles abrem essas portas aqui para nos receber e também da equipe que tá ali na transmissão pra internet, pro Brasil todo, pro mundo todo assistir, né? A gente não faz isso aqui sozinhos. é uma grande família, uma grande escola para nós também nessa família da humanidade. E aqui eu vou trazer hoje o tema da nossa família mais íntima, a nossa família na qual nós nascemos, na qual nós chegamos nesta vida e que nem sempre é algo muito fácil da gente encaixar nos nossos corações, porque claro, vem cheio

a da nossa família mais íntima, a nossa família na qual nós nascemos, na qual nós chegamos nesta vida e que nem sempre é algo muito fácil da gente encaixar nos nossos corações, porque claro, vem cheio de amor, vem cheio de acolhimento, de possibilidades e também vem cheio de dores de amor, vem cheio de impossibilidades, de muros, de dificuldade que muitas vezes machucam, fustigam a nossa alma e nos desafiam a ampliar o nosso olhar, ampliar a nossa consciência para perceber o que tá ali verdadeiramente nos convidando, às vezes se mostrando de uma forma que a gente vai precisar realmente desenvolver olhos de ver, ouvidos de ouvir e coração de sentir, Porque aquilo que não é amor ainda se mostra como uma dor de amor ou como uma ignorância e que muitas vezes trazem ferimentos machucados e desafios para todos nós. Então, quando o Chico Xavier se referia a esse movimento de olhar pra nossa família carnal, né, nossa família de sangue, ele dizia uma frase cabal, que encarnação não tem endereço errado. E ele falava isso com aquela leveza do Chico, aquele jeitinho doce dele. E isso faz alguns de nós tremer nas bases. Mas como assim não tem endereço errado? Porque alguns casos, né, a gente acaba se sentindo, digamos assim, como se fosse um, pera aí, teve um erro na Matrix, alguma coisa aconteceu e a gente fica se sentindo um pouco fora do ninho, a gente fica se sentindo um tanto estranho ali. algo em nós não aceita muito bem, algumas vezes a mãe, outras vezes o pai, outras vezes os irmãos ou as circunstâncias circundantes mesmo do nosso país, do nosso tempo, o que significa ser brasileiro e ter nascido no nosso tempo, ter nascido em outro país. Enfim, quantas vezes nós vivemos estranhamentos até mesmo de sermos terráqueos. Como assim? Eu tô vivendo nesse mundo onde as notícias são essas, essas e aquelas e fica em nós um sentimento de inadequação, de um não pertencimento, né? Então, algo em nós se sente em última instância injustiçados. Injustiçados pela misericórdia divina de

o essas, essas e aquelas e fica em nós um sentimento de inadequação, de um não pertencimento, né? Então, algo em nós se sente em última instância injustiçados. Injustiçados pela misericórdia divina de ter chegado ali naquele espaço e naquele tempo, né? E conforme a gente vai vivendo, nós vamos amadurecendo e vamos vendo o quanto quando a gente supera esses pontos de interrogação, quando a gente vai além, a gente vai percebendo que, na verdade, ali não estava uma punição e uma injustiça. Ali estava um convite pra gente atuar. Quando algo difícil vem e se apresenta na nossa vida como uma prova, ao invés de olhar para isso como uma punição, eu olho para isso como uma oportunidade, uma honra que Deus está depositando em nós para que a gente possa ir além e atuar ali. Então, no lugar de perceber, meu Deus, como assim eu tô passando por esse sofrimento? Eu pergunto: "Meu Deus, como eu posso atuar aqui para diminuir esse sofrimento? Como que eu posso nesse lugar onde diz Paulo na carta aos Romanos, no capítulo 4, o capítulo 5, ele diz assim: "Onde o pecado abundou, transbordou a graça". Eu já trouxe isso aqui em outras palestras, onde o pecado se fez presente no sentido de errar o alvo. O pecado na etimologia da sua palavra lá, né, hebraica, ela traz esse entendimento de errar o alvo. É como se eu tivesse jogando um dardo e eu não tô ainda acertando. Mas quando eu acerto e quando eu me coloco ali à disposição, a graça pode superabundar. E tem essa explicação mesmo, tá lá em Paulo aos Romanos. Então, quando a gente vê conforme a gente vai evoluindo e percebendo a oportunidade do serviço, que é o vício do ser, uma planta viçosa, uma planta quando ela tem raiz, uma planta quando ela sabe que ela veio, que ela tá ali conectada e ela recebe essa pulsão da terra, da sua raiz, ela se sente amada, ela se sente sustentada também no difícil, não é só no fácil que a gente se sente sustentado. né? E aí quando a gente tem esse vício e quando a gente tem essa conexão com Deus e a gente não tá se sentindo injustiçado, a

tada também no difícil, não é só no fácil que a gente se sente sustentado. né? E aí quando a gente tem esse vício e quando a gente tem essa conexão com Deus e a gente não tá se sentindo injustiçado, a gente tem esse víço do ser, que é o servir ao próximo. ser vem à tona em nós realmente em toda a sua expressão, quando a gente se coloca a serviço e sai das zonas estéreis da lamentação, que são aqueles lugares onde a gente fica só reclamando e só se sentindo vitimado e injustiçado. Isso não é fácil, né, gente? Porque todos nós encontramos um lugar de dengo. Quando a gente se sente em sofrimento, a gente quase que aprende isso. Modos operand lá da infância. Quando eu choro, eu sou atendido. Quando eu reclamo, eu ganho leitinho. Quando eu grito, alguém vem ver o que que tá acontecendo comigo. Então, quando eu estou em sofrimento, as pessoas me olham e me valorizam. E eu passo a ter uma certa valorização nesse espaço, né? Existe aí uma uma um aproveitamento qualquer que com o tempo a gente precisa se desapegar dele, porque aí a gente vai indo para um lugar onde a gente cresceu e onde a gente pode deixar os modos de criança e a gente passa a se desenvolver com a graça de um adulto. E essa graça de um adulto é perceber que ele tá ali agora do outro lado do balcão, podendo servir e podendo acolher, né, a infância que tá ali à nossa frente se apresentando na nossa família, enfim, no planeta como um todo, nessa nossa irmandade, que a gente também comunga disso no encontro com outro, não é só no encontro de sangue, né? Então, quando a gente começa a observar essas oportunidades nada fáceis, como uma possibilidade de superabundar esta graça por meio de mim, porque nós somos as mãos, os dedos e que estamos aqui ao alcance uns dos outros, porque nós somos aqui os representantes dessa graça, né? E conforme a gente vai sendo esse representante da graça de Deus, ela se faz presente por meio da nossa atuação. É com a gente mesmo, né, gente? A gente tá aqui nesse mundo, às vezes esperando os milagres, mas nós

gente vai sendo esse representante da graça de Deus, ela se faz presente por meio da nossa atuação. É com a gente mesmo, né, gente? A gente tá aqui nesse mundo, às vezes esperando os milagres, mas nós somos os milagres. Nós somos aqueles por quem sempre estivemos esperando. E eu trouxe aqui para vocês um capítulo, capítulo um, do livro Entre o Céu e a Terra, que é uma obra psicografada por Chico Xavier, pelo espírito André Luiz, em que há aí uma análise do mal, tá? Olha que interessante essa análise que eu trouxe para vocês, porque eu acho que é um diálogo muito lúcido que tem ali nesse livro de um mentor que é o ministro Clarenço. Ele tá conversando com o André Luiz. O André Luiz, vocês já devem ter visto o filme Nosso Lar, tem o Nosso Lar um, Nosso Lar dois e tem toda a série espiritual com uma série de livros e um desses livros é esse, entre o céu e a terra, que eu gosto demais. Aliás, eu costumo dizer que é o meu favorito da série espiritual toda. E André Luiz vai perguntar pro ministro Clarense, ele é muito perguntador, né? Ele é realmente quase que um jornalista, é um médico jornalista, porque ele fica entrevistando e se interessando por tudo. E olha só que interessante, eu vou ler para vocês e depois a gente vai explicar ponto a ponto. O ministro Clarêncio sorriu benevolente e lembrou, respondendo a André Luiz: "Estejamos convictos, porém, de que o mal é sempre um círculo fechado sobre si mesmo, guardando temporariamente aqueles que o criaram. Qual se for um quisto, um cisto de curta ou longa duração, a dissolver-se por fim no bem infinito, à medida que se reeducam as inteligências que a ele se aglutinam e se afeiçoam. Então, esse mal temporário que reúne as inteligências, que a esta ocorrência talvez do passado ou mesmo do presente, que reuniu aquelas almas ali numa situação, por exemplo, dolorosa em família e que parece que ali tem um grande mal, né, que se mostra ali. Ele diz exatamente isso, né? um círculo fechado sobre si mesmo, qual se fora um quisto de curta ou longa duração. Então

lorosa em família e que parece que ali tem um grande mal, né, que se mostra ali. Ele diz exatamente isso, né? um círculo fechado sobre si mesmo, qual se fora um quisto de curta ou longa duração. Então você imagina um cisto que tá ali e que foi reunido temporariamente, né, por aqueles mesmos que o criaram. Então estão todos ali naquele ambiente, tá? que por fim vai dissolver-se no bem infinito à medida que se reducam as inteligências que a este mal, a esta ocorrência se aglutinam e se afeiçoam. Então, a gente não encarnou em endereço errado, como diz Chico, né? Por quê? Porque somos maus, estamos encarnados juntos. Não é porque nós somos crianças espirituais experimentando, aprendendo, crescendo. A gente tá lidando com os nossos processos, os nossos aindas. Não é porque a gente é mal, é porque a gente tá aprendendo, né? Então, é claro que aquilo ali tem uma aparência de mal. No entanto, quando a gente atravessa essa primeira impressão de mal, invariavelmente a gente vai se deparar com esses aspectos de infância espiritual. E assim como uma criança que tá se desenvolvendo e a gente não exige dela de forma grosseira que ela fale 10 idiomas e que ela recite um poema X, Y Z corretamente, a gente também não vai se exigir na nossa infância espiritual antes do tempo. Então isso tudo é providência divina. E mais do que providência divina, isso é misericórdia, né? que é a gente conseguir com o coração, que vem de cordes de coração, olhar para as nossas misérias também em conjunto, porque elas é que oportunizam que essa luz possa se mostrar, porque toda sombra que vem, ela traz uma luz correspondente. É como o inyang, que vocês já viram aquele símbolo do tal. A luz vem, mas na mesma medida vem a sombra, que é o quê? algo que é só do mal, não é simplesmente algo desconhecido. É o próximo eh, a próxima aventura, o próximo aprendizado, a próxima pergunta que a vida fala. OK, você respondeu, você entrou ali no clarinho, no consciente, entendeu essa lição. O que que a vida faz quando a

mo eh, a próxima aventura, o próximo aprendizado, a próxima pergunta que a vida fala. OK, você respondeu, você entrou ali no clarinho, no consciente, entendeu essa lição. O que que a vida faz quando a gente responde uma lição? Quando a gente responde uma pergunta, o que que ela faz? Ela lança novas outras. Como quem diz, vem mais um pouquinho. Aí você fala: "Ah, poxa, eu tô querendo descansar, eu tô querendo paz". Aí vira para você e fala assim: "Mas você quer paz o quê? Quer paz de cemitério? É isso que você quer?" Porque o eletrocardiograma é assim, né, gente? É um sobe e desce. Então, enquanto a gente não aceitar que a história é essa, a gente tá ali no conforto e daqui a pouco vem o desconforto do desconhecido, aí vem o conforto, opa, eu conheci. É a mesma coisa daquele tal do Inyang que vai rodando. E tem ali no conhecido, tem aquela bolinha escura que ela tá convidando a gente, ó. Então vem porque a gente vai entrar num outro espaço aqui que eu ainda chamo de mal, eu ainda chamo de alguma coisa ruim, mas que na verdade é simplesmente o passo seguinte, né? E ele continua dizendo aqui, o Senhor tolera a desarmonia a fim de que, por intermédio dela mesma, se efetue o reajustamento moral dos espíritos que a sustentam. Então, se a desarmonia é sustentada por um grupo de espíritos, por exemplo, né, o Senhor tolera essa desarmonia porque por intermédio dela mesma vai se efetuar o reajustamento moral dos espíritos. De vez que o mal reage sobre aqueles que o praticam, auxiliando-os a compreender a excelência e a imortalidade do bem, que é o inamovível fundamento da lei. Ou seja, de tanto a gente ficar cansado, estressado e nervoso com o mal, que a gente inflinge uns aos outros e que a gente recebe também, né, do outro, a gente se cansa. E a gente precisa estar suficientemente cansado para querer desejar alguma coisa diferente. E é assim que a gente vai evoluindo numa certa etapa da nossa caminhada. Então você imagina que nesses momentos onde a gente se depara com situações muito

o para querer desejar alguma coisa diferente. E é assim que a gente vai evoluindo numa certa etapa da nossa caminhada. Então você imagina que nesses momentos onde a gente se depara com situações muito delicadas, familiares, essa gigante escola evolutiva, é porque ali está uma oportunidade da gente superabundar esta graça que conta com a gente para poder fazer essa manifestação, né? E aqui ele fala que vai nos auxiliar a compreender a excelência e a imortalidade do bem. O bem não morre. Olha que lindo isso. O bem não morre nunca. Ele é a base, a inamovível base, o inamovível fundamento da lei. Toda lei que é criada por Deus, que é sustentada e que é emitida por Deus, né? As suas leis, elas estão lá para o nosso bem. Eu não vou beber para dirigir depois. Não é assim. Isso aí tá aí. Por por quê? Porque é uma lei que vai me proteger. E todas as leis divinas que são leis naturais, tá? Eu não tô falando aqui simplesmente daquilo que é moral, amoral, imoral, não é sobre isso que eu tô falando. Eu tô falando sobre princípios da natureza. Quando a gente olha no livro dos espíritos, a gente vai estudar as leis morais, elas estão todas lá traduzindo aspectos da natureza, como a gente conhece, tá? Então, tudo que tá ali, inclusive a lei de destruição, que na minha visão deveria se chamar lei de transformação, lei de transmutação, é aquilo que quando morre renasce numa nova maneira e vai sendo, né, re realocado, digamos assim, numa nova expressão, numa nova sintonia. Então, tudo isso, né, tem por base o que ele tá dizendo aqui, que a base da lei é o bem. Então, de tanto a gente se cansar de fazer o mal, a gente acaba se reajustando. O que que acontece com esse quisto, com esse cisto? Ele diz que ele vai derretendo, ele vai se desfazendo e ele vai se dissolvendo mesmo nesse bem infinito, nesse oceano de amor, nesse oceano de bênçãos nas quais, né, no qual a gente tá mergulhado e que a gente só vai morrer de sede como peixes se a gente se recusar a abrir a boca. Imagina um peixe morrendo de sede no

de amor, nesse oceano de bênçãos nas quais, né, no qual a gente tá mergulhado e que a gente só vai morrer de sede como peixes se a gente se recusar a abrir a boca. Imagina um peixe morrendo de sede no oceano. Isso é uma outra imagem linda que acho que foi André Luía ou não sei se foi Emanuel que trouxe. Então, a gente também tá mergulhado nesse mesmo oceano de bênção e de amor e que a gente só vai passar sede se a gente quiser, né? E ele continua dizendo: "Todos somos senhores das nossas criações e, ao mesmo tempo delas escravos infortunados ou felizes tutelados." Olha que lindo, nós todos somos os senhores daquilo que criamos e nós somos ou escravos infortunados dela ou nós somos felizes tutelados, felizes protegidos das nossas criações. E se a gente for escravo infortunado, a gente pode simplesmente arregaçar as mangas e se colocar a aplicar o evangelho. Tá tudo lá, gente, no sermão da montanha. Leiam Mateus capítulo 5, 6 e 7. E vamos perder o medo de abrir a Bíblia, porque olha só, cada capítulo de Mateus tem ali três, quatro parágrafos. Vocês vão ler em menos de 3, 4 minutos. Se vocês procurarem no YouTube leitura do capítulo de Mateus, ah, eu quero ler o capítulo 5 para começar a estudar ali o sermão da montanha, que é o mesmo, é o mesmo sermão que foi utilizado para construir o Evangelho Segundo Espiritismo, tá? O Evangelho Segundo Espiritismo tem 28 capítulos que são construídos sobre o sermão da montanha. Praticamente quase todo ele vem dali. E se a gente colocar isso no carro para tocar, dá uns 4, 5 minutos cada capítulo. Eu todos os dias quando eu vou levar meus filhos pro colégio, eu deixo eles lá e muitas vezes convido eles, vamos ouvir junto com a mamãe aqui, eles ouvem comigo, mas eu deixo lá, eu volto várias vezes em um capítulo e vou estudando aquilo ali ao longo do dia, porque o sermão da montanha é um mapa. É um mapa do que fazer quando a gente se vê convocado pelas nossas famílias. arregaçar as mangas e servir, né? Porque se aquilo ali tá se apresentando pra

o dia, porque o sermão da montanha é um mapa. É um mapa do que fazer quando a gente se vê convocado pelas nossas famílias. arregaçar as mangas e servir, né? Porque se aquilo ali tá se apresentando pra gente, ao invés da gente se declarar como esse escravo infortunado, por que não sermos felizes tutelados daquele processo pedagógico de aprendizado, né? Isso não é fácil. Então, eu lembro quando eh eu fui mãe, né, junto com o meu marido e nós tivemos a nossa primeira filha. Aí quando ela tava com 3 anos, eu falei: "Não, vamos ter o segundo". E aí eu fiquei grávida de trêmeos de uma forma totalmente inesperada. Não fiz tratamento. Foi assim, um dos bebês faleceu no início da gestação num processo delicado, que foi como eu vim parar no espiritismo, que ali eu tive uma quase morte, foi um negócio bem delicado e continuei grávida dos outros dois. Quando eles nasceram, a gente tinha basicamente três bebês dentro de casa. A mais velha, que ainda era muito menininha, três aninhos, e os gêmeos. E a minha casa era aquela coisa, aquela agitação, aquela agitação. E eu fui aquela pessoa que fui assim muito cedo trabalhar e fazia as coisas no meu tempo, queria muitas coisas organizadas. Eu ficava ali com aquela controladora de plantão e eu ficava tentando controlar. Imagina, três crianças não era nada fácil. E eu me lembro de um dia, tá, num almoço de família e um dos meus filhos virá o suco de uva em cima da mesa inteira e em cima do meu celular e veio, né, aquele pipoco, aquele estouro, aquela meu Deus, menina, o que que você faz? Não sei o quê. E aí depois o que que acontece? Vem aquela ressaca moral, né? Vem aquela sensação. Meu Deus, por que que eu fui agir assim? O que que aconteceu aqui? Por que que eu fiz dessa forma, né? E aí esse tempo que vem, né, esse remorço, esse arrependimento, essa culpa, porque as gerações estão aprendendo sobre psicologia positiva muito recentemente. Esse é um conhecimento que tá chegando no planeta recentemente. A gente vem de um processo evolutivo que nós temos modos e maneiras

ações estão aprendendo sobre psicologia positiva muito recentemente. Esse é um conhecimento que tá chegando no planeta recentemente. A gente vem de um processo evolutivo que nós temos modos e maneiras antigos de educar por meio da culpa, por meio da repressão, por meio do castigo, disso, daquilo. Então isso tudo tá impregnado nas nossas almas também. E eu não fui diferente. Então ali quando eu me deparei com aquela reação e eu falei: "Meu Deus, né? Por que que eu agi dessa forma com esse mal que nós estamos comentando aqui? Não era mal, isso era minha infância espiritual se manifestando, né? Então o que que a gente faz quando a gente arregaça as mangas e a gente nota os nossos maus pendores, eu uso aspas, tá gente? É claro que a atitude ela é mal ou ela é boa e objetivamente é mesmo algo mau ou algo bom. Mas eu não sou má ou boa. Eu estou atravessando algo nesse sentido. Então o que que a gente faz nessas horas? A gente pode pegar aquela situação e depois ao deitar ali na cabecinha, no travesseiro, a gente repassar aquela situação na nossa mente e a gente ensaiar novas formas de reagir. E eu me lembro que esse dia eu ensaiei várias formas de reagir, imaginando o copo girar de novo, que não ia ser muito difícil, afinal de contas, com três crianças tão pequenininhas dentro de casa. E de fato isso aconteceu outras n vezes. E eu me lembro que eu ensaiei uma reação, uma segunda, uma terceira. Eu criei assim um um menu de possíveis formas de reagir diferente na próxima vez. É como se eu tivesse ido pra academia treinar meus músculos e eu tava com uma musculatura nova pra próxima vez que aquilo acontecesse. E de fato acontece, né? Chega uma hora em que as coisas vão se encaixando e a gente vai dissolvendo esse mal ainda no bem infinito e mortal que nos é garantido. Por quê? Porque eu tô simplesmente aprendendo a fluir mais gostoso sem eu ficar me debatendo numa ponta ou em outra. Eu lembro que um desses meus filhos, né, quando nasceu, eu tinha aquela sensação, aquele medo,

rque eu tô simplesmente aprendendo a fluir mais gostoso sem eu ficar me debatendo numa ponta ou em outra. Eu lembro que um desses meus filhos, né, quando nasceu, eu tinha aquela sensação, aquele medo, aquela, nossa, mas é estranho, eu sinto algo estranho e eu me culpava, eu pensava assim, gente, mas como que eu posso me sentir tão estranha, né, com esse serzinho? E aí eu me lembro que uma vez, quando tinha dois anos, eu fui na beira da cama, me ajoelhei, rezei e fiz uma prece sentida e pedi a Deus. Eu falei: Deus, se o Senhor nos reuniu sobre o mesmo lar, é porque nós estamos juntos com a sua graça pra gente poder superar isso juntos, esse sentimento que eu tenho. E aqui eu sou a mãe, né? E aqui é o meu filho. Então eu te apresento ele como esse espaço novo, como essa vida nova. Eu tô aqui, eu tô nessa encarnação aqui agora. É aqui que eu vou deixar isso transbordar em mim. E eu lembro que eu fiz a prece aos prantos e foi muito lindo porque na hora em que eu me coloco ali naquele lugar que eu preciso estar e que eu peço ajuda, pedi obtereis e a resposta veio no dia seguinte. E foi muito, muito interessante que esse meu filho, muitas vezes a gente se batia quando a gente brincava, ele direto pulava no meu colo, batia, machucava meu nariz, meu nariz sangrava assim, a gente estava sempre se batendo. Aí um dia eu falei para ele: "Você já notou, meu filho, tanto que a gente se bate?" Aí ele falou assim: "Já, mãe, já anotei." Eu falei: "Então vamos dar o nosso jeito da gente se encontrar de uma nova forma." Aí eu coloquei minha mão junto da mão dele, toquei, vamos aprender uma coisa nova aqui, nós dois, né? Aí daqui a pouco quando ele vinha correndo, eu falava: "Pera aí, vem devagar ele". Ah, tá bom. Então é isso. A gente tá aqui para arregaçar as mangas e ao invés da gente ficar se sentindo vitimados por essas circunstâncias do passado que já passaram, né? Como diz minha mãe que é que é poeta, que eu sempre trago uma frasezinha dela, ela fala que o passado passou. Paz sou. Então, que eu seja essa paz do

sas circunstâncias do passado que já passaram, né? Como diz minha mãe que é que é poeta, que eu sempre trago uma frasezinha dela, ela fala que o passado passou. Paz sou. Então, que eu seja essa paz do aqui agora e que eu consiga transmitir e levar isso adiante na minha família. Não é fácil. Não é fácil. Procurem ajuda, procurem auxílio, procurem orientação espiritual, terapêutica, profissional, porque a gente tá aqui nesse mundão de Deus é para se dar as mãos, pra gente se apoiar e pra gente renovar. E lembrem-se, quando vocês quiserem saber, eu não sei para onde ir, sermão da montanha, Evangelho Segundo Espiritismo, mas quem quiser chegar lá no que inspirou Kardec nisso também tá lá, Mateus 5, 6 e 7. E a gente encontra ali os nossos caminhos, os nossos rumos, o nosso mapa da nossa alma. Como passo rápido esse bate-papo, agradeço a escuta generosa, o tempo de vocês e até mês que vem. Fiquem com Deus. Quando a prosa tá boa, passa rápido, não é? Não é assim que fala. Minha avó falava prosa, mas quando fala de família, como todos nós temos uma família, né? Então a gente presta muita atenção e a gente fica analisando, analisando a família. da Daniela. Aí a gente analisa da gente, aí analisa de alguém parente. Então a gente fica assim nadando nas famílias, né, para ver como todos nós parecemos, né, como todos nós vivemos as mesmas coisas. Bom, amigos, vamos fazer nossa prece final, né? Eu sempre acho que a gente agradece no começo, agradece no final. É uma gratidão eterna. Mas muito obrigada, Jesus por mais um dia, por mais um momento, por mais essa fala da família, que essa gigante escola evolutiva é uma gigante mesmo, né? É uma escola assim. E é uma escola que a gente aprende, a gente aprende muito e saímos daqui ainda para aprender mais em outro momento, talvez com a outra família, com outros membros ou talvez com os mesmos. Então nós agradecemos, mas a gente sempre roga também porque temos dificuldades. A família é onde nós trouera aqueles que nós não acertamos os ponteiros

ia, com outros membros ou talvez com os mesmos. Então nós agradecemos, mas a gente sempre roga também porque temos dificuldades. A família é onde nós trouera aqueles que nós não acertamos os ponteiros direitinho ou não. Às vezes acertamos, vem uns para sustentar, outros para nos ensinar. Então, a gente pede muito a espiritualidade que nos apoie, que nos ajude para que nós possamos chegar ao final do nosso momento nesse planeta. É consolidados, consolidados, amigos, fazendo a tarefa que foi incluida ou de mãe ou de pai, ou de irmão, ou de tio, né? Mas sempre é uma família. Então nós rogamos que nos ajude muito para que a gente tenha muita paciência, muita docilidade, né? Para que cada dia a gente possa acertar o jeito de nos relacionarmos, como a Daniela falou. Yeah.

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