LIMITE É AMOR! - Daniela Migliari [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer ser de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão Bezerra de Menezes. Aqueles que estão nos ouvindo através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Sejamos todos muito bem-vindos. Começando esse nosso momento das 16 horas, né? É um momento muito especial. O nós vamos fazer uma leitura pra gente poder, nós já estamos harmonizados, né? Eu vi que muita gente, várias pessoas já estavam aqui e quando a gente chega aqui, a gente desliga os celulares, a gente já começa a fazer prece, a gente já é envolvida nessa energia maior e assim nós vamos nos harmonizando. Aqueles que chegaram também daqui a pouquinho estão bem harmônicos. Nós vamos fazer uma leitura desse livro Passos da Vida. É a psicografia Chico Xavier pelo espírito e amigos Emanuel e amigos. Essa lição nossa é pelo espírito Emanuel. Ele tá falando nessa lição dois. Cada dia, cada manhã na Terra é uma página em que em branco de que dispõe no livro da vida para fazer os melhores exercícios e testemunhos de elevação e bondade. Não ouvides que cada pessoa a cruzar-te o passo na trilha das horas é uma oportunidade de construção espiritual. Seja qual seja o motivo para desafeto, cultiva compreensão e amizade, observando que todo favor que possas prestar a benefício de alguém é uma chave que de que fabricas para a solução de teus problemas futuros. Por mais claras as razões que justifiquem este ou aquele comentário infeliz, procura encaixar uma frase edificante no círculo das palavras rudes que e sejam sendo pronunciadas. Por muito que um companheiro te haja ofendido, não lhe nego. Com as suas preces e gestos de auxílio,
procura encaixar uma frase edificante no círculo das palavras rudes que e sejam sendo pronunciadas. Por muito que um companheiro te haja ofendido, não lhe nego. Com as suas preces e gestos de auxílio, na convicção de que estás com isto levantando dispositivos de proteção a ti mesmo. Na atividade em que te encontres faz mais que o dever, porquanto o serviço extra, espontâneo e sem recompensa em toda situação, será sempre a tua mais alta pregação de virtude. Repous quanto necessário, mas não transforme descanso em óscio vazio. Começa de de casa a execução dos conselhos salutares que ofereces ao próximo, aprendendo que é impossível ajudar a humanidade quando não saibamos entender e amparar algumas poucas pessoas entre os limites da parentela. Alia ação e oração, sustentando a felicidade dos outros. Como queremos que Deus nos concretize a própria felicidade? Quando o dia termine, agradece, agradece ao Senhor aventura de haver engastado mais uma pérola do tempo em teu colar de realizações. e os olhos para o justo refazimento. Guarda por teu maior prêmio a consciência tranquila com a inariável disposição de viver cada dia, reconhecendo que tudo na vida depende inteiramente de Deus, mas na certeza de que o trabalho em tuas mãos depende unicamente de ti. Linda essa mensagem, né? E com essa beleza trazida pelo espírito Emanuel, nós começamos esse nosso momento em agradecimento por ter um espírito tão sábio, né, que traz palavras tão tão carinhosas, tão fáceis da gente apreender, né, e porque não executar. Então, agradecemos a ele, agradecemos a todos os outros que nos sustenta a cada dia no nosso trabalho de amor ao próximo, de amor a nós mesmos e com essa vontade de sermos cada vez melhor, já que estamos tendo a oportunidade de sermos e o auxílio também para que a gente seja, nós começamos esse nosso momento. Graças damos por tudo. Bo amigos, hoje nós temos a Daniela Migliar conosco, né? E ela vai falar: "Limite é amor". Ó, limite é amor. Eu perguntei para ela se era uma pergunta, ela falou:
nosso momento. Graças damos por tudo. Bo amigos, hoje nós temos a Daniela Migliar conosco, né? E ela vai falar: "Limite é amor". Ó, limite é amor. Eu perguntei para ela se era uma pergunta, ela falou: "Não tá, tá falando que é amor". Então, limite é amor. Então, passamos a palavra para ela. >> Boa tarde a todos. Bem-vindos aqueles que também estão assistindo de casa, da internet. É sempre uma alegria estar aqui para poder conversar sobre essas pérolas do evangelho e do espiritismo que tanto trazem alívio para as nossas vidas. Muitas vezes a gente escuta esses ensinamentos e às vezes fica com a impressão de que, nossa, isso me parece tão distante, não deve ser muito fácil colocar isso em ação no meu dia a dia. No entanto, a gente precisa pelo menos ensaiar nessas conversas e nessas escutas uma abertura do nosso ser para essas novas ideias, para essas novas que Jesus já chamava no evangelho de boa nova, né? essa novidade que vem, que ela é boa e que ela nos ajuda a viver uma vida melhor. Então, nesse texto que a nossa querida Rute leu hoje, ela fala da gente poder escolher as nossas reações diante de alguma agressão, diante de alguma palavra, por mais que seja justificado a gente responder de uma forma torta para alguém, tem uma hora em que a gente naquele silêncio que a pessoa terminou de falar, aquele átimo de instante onde eu posso soltar esses lugares velhos dessas reações antigas e me chamar, me convidar a uma boa nova, a uma atitude renovada diante daquilo que foi apresentado para mim. E nós vamos ter milhares de oportunidades de ensaiar essas boas novas, porque a gente sabe que principalmente com o próximo mais próximo dentro de casa, aquilo vai se desgastando, aquela relação que algumas vezes perde o verniz. do de quando a gente tá no mundo socialmente mais amplo e que a gente tem sempre aquele jeito muito polido de responder as pessoas. Mas quando tá ali na intimidade, às vezes quando a gente perde essa essa esse limite de percepção do respeito que eu dou a mim mesma e que eu devo ao
aquele jeito muito polido de responder as pessoas. Mas quando tá ali na intimidade, às vezes quando a gente perde essa essa esse limite de percepção do respeito que eu dou a mim mesma e que eu devo ao outro, as coisas se confundem bastante e a gente se permite responder de qualquer forma, né? Então, já trazendo essa mensagem de harmonização que a Rute nos leu, existe uma compreensão de que limite é amor quando eu vejo alguém me invadindo e eu faço ã, não, aqui não, até aqui, né? Agora, quantas vezes a gente consegue também colocar limites para nós mesmos, paraa gente mesmo poder se dizer não naquelas reações típicas e costumeiras que muitas vezes vão carcomendo as relações, elas vão desgastando as relações e a gente se permite, a gente se dá ao luxo de responder de qualquer jeito para aquela pessoa, o próximo, mais próximo. Quando a gente fala, e muitas vezes nas palestras que eu faço, a gente traz aquela mensagem do ao próximo como a ti mesmo, esse amor que eu ofereço ao próximo, ele vai ter por base o amor que eu ofereço a mim mesma. Então, se limite é amor, e a gente segue nesse raciocínio, o limite que eu coloco pro outro também é o limite que eu tenho que aprender a me dar. Também é o limite em que eu chego, pera, Daniela. reaja de uma outra forma. E cada um de nós a gente poder falar: "Pera, não, aqui não, eu não vou me dar a esse luxo novamente de responder dessa dessa forma, de reagir dessa dessa forma". Por quê? É porque alguém tá me obrigando, é porque as leis estão me obrigando, as leis divinas, as leis naturais, os 10 mandamentos. Não é porque eu escolho viver de uma forma mais leve e eu quero sim ter limite na minha atuação. E aí a mágica acontece porque eu percebo que esse limite que é amor e que eu desejo comunicar aos outros, eu vou ter muito mais facilidade de dizer não para alguém quando eu consigo escutar bem um não, especialmente um não que eu precise dar a mim mesma pra minha saúde, minha saúde física diante de excessos alimentares ou de hábitos destrutivos, a
ão para alguém quando eu consigo escutar bem um não, especialmente um não que eu precise dar a mim mesma pra minha saúde, minha saúde física diante de excessos alimentares ou de hábitos destrutivos, a minha saúde de às vezes largar o celular um pouquinho e falar: "Não, agora Agora não, amorosamente, não é um não brigão, é um não tipo agora não. A gente pode começar a maneirar esse tom para ficar um pouquinho mais convidativo. O que acontece muitas vezes na nossa natureza humana é que quando alguém força algo a um fim produz o efeito oposto. Então, como é que a gente consegue começar a se dar esses e a comunicar esses nos pro mundo que a gente precisa tanto comunicar? E seguir aquilo que Jesus de Nazaré nos ensinou em Mateus 5, ele diz assim: "Seja, porém, o vosso falar sim, sim, não, não, porque o que passa disto é procedente do mal". Isso está em Mateus 5, versículo 37. que o seu sim seja um sim e que o seu não seja um não. E o que passa disto é procedente do mal. Mal em que sentido, gente? É algum ente que nos obriga a dizer sim ou não? É simplesmente aquilo que está desconectado das leis de Deus, daquilo que tá desconectado de Deus. E em última instância, já que eu sou criatura do criador, eu tô desconectada de mim. Então, só sabe dizer um não bem dito, tanto de ser bem dizido, bem dito, quanto de ser bem dito. Quem sabe ouvir um não, vou repetir, só sabe dizer um não quem consegue ouvir um não com a mesma naturalidade. Então, algumas vezes a gente se vê nas relações barganhando as respostas dos outros. Eu faço de tudo pro outro, faço de tudo para agradar, para ser boazinha, para ser, né, amada, bem vista, para que essa pessoa não possa me dizer não. E aí quando vem o não, a gente cobra com juros e correção monetária aquelas coisas que a gente vinha fazendo. Então, nessa barganha eu deixo também de dizer os meus nãos. Eu começo a colocar os outros à frente, começo a fazer de tudo pelo outro, não consigo dizer não. E quando eu vejo, não tô nem vivendo a minha vida e tô
barganha eu deixo também de dizer os meus nãos. Eu começo a colocar os outros à frente, começo a fazer de tudo pelo outro, não consigo dizer não. E quando eu vejo, não tô nem vivendo a minha vida e tô invadindo a vida do outro. Quanto a gente precisa saber dizer não para que a gente possa aprender a dizer sim. E aí com o tempo a gente vai percebendo que às vezes um não bendito com calma, com tranquilidade, tem gente que tem esse dom, que já tá tão maduro na sua vida emocional, tá tão tranquilo, que ele diz um não pra gente tão gostoso, que a gente nem sente que é um não. Olha, eu não vou poder esse dia, mas eu te agradeço muito o convite, que aquele não, ele sai de um lugar interno da pessoa que disse o não, tão pacificado, tão tranquilo, que chega na gente como se fosse um sim. Isso é importante para que a gente possa aprender a entender que nesse nosso universo interno da nossa infância espiritual, porque nesse planeta nós ainda somos crianças espirituais, a gente ainda está experimentando muitos aspectos das leis divinas que Allan Kardec no livro dos espíritos diz que simplesmente são as leis naturais da vida, as leis naturais que convergem para o bem e para o progresso. O progresso ele vem do respeito às leis, como uma pessoa que quando ela tá dirigindo o fato dela olhar pra placa, olhar pros sinais, olhar pro guardio, aquele aquela contenção nas estradas, tudo aquilo ali é o quê, gente? É paraa nossa segurança. É paraa segurança do todo, pra segurança coletiva. Alguém tá vindo com carro aqui no balão, eu tenho que parar enquanto o outro faz a rotatória. Pelo menos aqui em Brasília é assim. No interior de São Paulo, esses dias eu estive lá e não era assim. O pessoal para no balão e quem tá vindo tem que seguir. Então cada lugar, cada povo, cada cultura tem os seus limites e as suas leis para esse bem conviver. Então, para nós entendermos que limite é amor, desde o micro, desse não que eu consigo dizer para mim mesma, pro meu bem, paraa minha saúde física, mental,
mites e as suas leis para esse bem conviver. Então, para nós entendermos que limite é amor, desde o micro, desse não que eu consigo dizer para mim mesma, pro meu bem, paraa minha saúde física, mental, emocional, espiritual, até as leis divinas, as leis de Deus, em todos os espectros desse sim, sim, não, não, é essa clareza que traz o lado bom da vida, que do outro lado é tudo que provém bem que não provém do sinam. Por quê? Porque é confuso, porque é é é eh eh é é tem uma um uma penumbra, tem uma uma confusão, tem uma falta de clareza que deixa espaço pro conflito. E aí, nesse sentido, eu começo a perceber as leis naturais, as leis divinas como amor puro de Deus e da criação por nós. E Jesus, ele nos traz essa noção de que para progredir sem a gente se machucar e sem machucar o outro, existe uma última lei que ele nos deixou em João, quando ele diz, eh, um último mandamento vos deixo, um último mandamento vos dou. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Então Jesus veio e renovou a lei. Ele não veio para destruir a lei, como ele coloca em Mateus 5 também, gente. Tá tudo lá, tá? Mateus 5, 6 e 7, sermão da montanha, toda essa releitura. Sabe quando a gente fala, por exemplo, da Constituição Brasileira, aí a gente fala: "Ah, tem a constituição do ano tal". Aí o Congresso se reúne e revê todas essas leis e promulga uma nova constituição, dá uma nova, dá uma renovada naquele material. É isso, essa essa ampliação dessa revelação que já tava lá nos 10 mandamentos, que já foi confirmada por vários dos profetas. Quando Jesus veio e trouxe essa visão do sermão da montanha, é como se ele tivesse revendo todas essas leis. E ele deixa claro no sermão da montanha, dizendo: "Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas. Eu não vim destruir, eu vim cumprir. Porque em verdade vos digo que até que o céu e a terra passem, nenhum jota ou um tio jamais passará da lei sem que tudo seja cumprido. Ou seja, a lei é, ela não está, a lei atua. E quanto mais a gente compreende essa lei
s digo que até que o céu e a terra passem, nenhum jota ou um tio jamais passará da lei sem que tudo seja cumprido. Ou seja, a lei é, ela não está, a lei atua. E quanto mais a gente compreende essa lei e quanto mais a gente age de acordo com ela, a gente vive leve, a gente vive macio. Eu e meu marido, nós temos três filhos adolescentes e a gente não bebe há muito tempo. Teve uma comemoração que a gente foi um dia e a gente abriu uma exceção e tomou uma taça de espumante cada. E até estranhei porque eu não tô muito mais acostumada com isso. E entramos no carro, paramos imediatamente na blitz e fomos multados assim, tá direto e reto na frente dos três filhos adolescentes no banco de trás do carro e aquela sensação, meu Deus, o que é isso? Aí eu falei pro meu esposo, o nome dele é Máximo, eu falei Máximo, não basta a gente cumprir 99%, a gente precisa cumprir 100, né? A gente sabe que não tem risco nenhum você tá dirigindo assim, mas é um fato e tá tudo bem, vamos nessa, vamos fazer o que tem que fazer. E assim foi, mais ou menos umas duas semanas atrás, estávamos de carro de novo, os dois, a gente tinha saído para jantar, paramos na mesma blitz. É uma blitz que tá ali na no eixinho da Asaul, ali na altura da 9, 10, que tá sempre lá. Dessa vez a gente parou na Blitz, o guarda olhou pra gente, falou: "Vocês querem fazer o teste?" Nós dois: "Sim". Damos aquele sorrisão e ele olhou pra gente assim, tipo, oi e nós dissemos: "A gente não bebe mais porque já tinha muito tempo que a gente bebia muito pouco. E essa a única vez, não que seja errado beber, tá gente? Cada pessoa sabe a sua relação com isso, mas é um exemplo para eu poder dizer para vocês do prazer e da gostosura que eu senti de poder ter entrado no carro e falar pro guarda: "Com prazer, traga cá esse bafômetro porque eu vou soprar com vontade, com garra". E foi muito engraçada a reação dele. Ele olhou pra gente de um sorrisão assim e mandou um polegar bem alto. E é gostoso a gente poder dar esse exemplo, a vergonha que a gente sentiu diante dos
garra". E foi muito engraçada a reação dele. Ele olhou pra gente de um sorrisão assim e mandou um polegar bem alto. E é gostoso a gente poder dar esse exemplo, a vergonha que a gente sentiu diante dos nossos filhos, mesmo eles conhecendo o pai e a mãe que tem, mesmo tudo acontecendo, passar por isso, né? Nem comentaram nada. A gente tampouco comentou, nem se justificou. Apenas a gente levanta a cabeça e continua. E isso, gente, vai para as leis mais profundas que estão lá desde os 10 mandamentos. Ai, mas esses 10 mandamentos é tão careta, é tão antigo, 3500 anos atrás. Não, gente, isso aí tá eh apresentado e comprovado que são leis que vêm, que são lidas não só pelo cristianismo, porque nós vivemos no Ocidente que tem uma origem judaica cristã. Na nossa psique, ela tem uma base, uma fundamentação judaica, cristã, mas mesmo no Oriente, mesmo em outras culturas, o que que são as leis naturais? E as pessoas estão observando como elas atuam, elas estão lendo como essas leis atuam, elas estão observando e criando seus códigos. Então, temos lá a Convenção de Direitos Humanos da ONU, temos os 10 mandamentos, temos ali o sermão da montanha que Jesus veio e renovou os 10 mandamentos. Depois a gente tem a revelação espírita que Allan Kardec trouxe no Pentateuco, nos cinco livros, que também eh derruba os véus do que antes era dito muito por meio de parábolas e imagens que Jesus, por ser judeu, há uma cultura, uma convenção no judaísmo naquela época, especialmente de passar as tradições por meio de contos, de histórias e de imagens. Então Jesus usava esses essas formas coloquiais de falar com histórias sobre os rebanhos, histórias sobre como cozinhar o pão, histórias como produzir o vinho. Então ele trazia essas imagens para poder se aproximar do povo. E essas imagens ao longo do tempo foram sendo interpretadas das mais diferentes maneiras. Então, quando Allan Kardec trouxe o Pentateu, cinco livros, em O livro dos Espíritos, ele fala isso claramente, foi para que justamente a gente pudesse falar para
retadas das mais diferentes maneiras. Então, quando Allan Kardec trouxe o Pentateu, cinco livros, em O livro dos Espíritos, ele fala isso claramente, foi para que justamente a gente pudesse falar para além dessas parábolas com clareza, sem os véus da confusão, para que esse sim, sim, não, não ficasse ainda mais claro, né? Então, eu separei aqui para vocês rapidamente do livro dos espíritos, o conhecimento da lei natural. Quem tiver o livro dos espíritos pode pegar essa sequência, ela é bem curtinha, 619 a 628, que são as perguntas, tá? Então, a primeira pergunta que vem na 619 é: Deus proporcionou a todos os homens os meios de conhecerem a sua lei? E os espíritos respondem: Todos podem conhecê-la, mas nem todos a compreendem. Os que melhor a compreendem são os homens de bem e os que desejam pesquisá-la. Não obstante, todos um dia a compreenderão, porque é necessário que o progresso se realize. Então, o progresso só se realiza mediante o cumprimento da lei, conforme a gente vai cumprindo, cumprindo, cumprindo. E não é para virar robozinho, a gente não ter criatividade e toda a nossa inventividade em outras áreas da nossa vida. é para esse respeito comum e esse bem coletivo. Então, conforme a gente avança na nossa consciência e vai saindo dos primeiros estágios da nossa infância espiritual, que ainda tá engatinhando, a gente vai ampliando a nossa capacidade de atuação e vamos adquirindo mais liberdade dentro dos limites. a gente vai ficando mais criativo, a gente vai ficando mais colaborativo e a gente vai ficando mais integrado a esse nós somos. Eu sou porque nós somos aquela filosofia do bto, né, da África, que é a coisa mais linda. Seguindo, pergunta 620. A alma, antes da sua união com o corpo compreende melhor a lei de Deus do que após a sua encarnação? Olha que interessante que Kardec pergunta. Quando eu tô na erraticidade, no mundo espiritual, eu compreendo melhor essas leis, o bem que ela me traz? Ou quando eu encarno é pior? Eu perco essa qualidade? E os espíritos respondem:
dec pergunta. Quando eu tô na erraticidade, no mundo espiritual, eu compreendo melhor essas leis, o bem que ela me traz? Ou quando eu encarno é pior? Eu perco essa qualidade? E os espíritos respondem: "Ela o compreende segundo o grau de perfeição a que tenha chegado e conserva sua lembrança intuitiva após a união com o corpo. Mas os maus instintos do homem frequentemente fazem que ela a esqueça. Então a alma esquece por conta dessas más inclinações. O que eu digo que é má inclinação é a nossa infância espiritual. Não é porque nós somos maus, é porque a gente está nos nossos aindas experimentando, aprendendo, evoluindo, tá? E aí vem a pergunta que tem uma das menores respostas junto com outra que a gente vai ver em seguidinha, que é onde está escrita a lei de Deus, a tábua dos 10 mandamentos dentro do nosso ser, de todas essas renovações do tempo que nós estamos vivendo, que o nosso espírito está renovando e tendo acesso a esses conhecimentos? Onde está escrito? E a resposta tem duas palavrinhas apenas na consciência. Então é na nossa consciência que essas leis estão escritas e a gente sente, a gente meio que fareja com o que fazer, se é bom ou não, de acordo com algo que tá ali dentro de mim que me fala: "Pera, eu eu deveria fazer isso ou não"? Né? Então, tem aquela hora em que a gente tá sempre dando uma resposta ainda muito infantilizada, no sentido não de denegrer aqui, de de falar mal das crianças ou da infância, mas aqui, ó, tô aqui toda hora dando uma resposta daquele jeito. Tô como aquela situação que eu trouxe para vocês, bebendo e dirigindo. Eu tô fazendo sempre a mesma coisa errada. Qualquer coisa que eu faço e que eu quando eu vejo, eu tô machucando alguém lá na frente, batendo no rosto de alguém, pá, pá, pá. E aí chega uma hora que eu começo a ver na minha infância espiritual o que que eu tô fazendo. Eu pera, eu tô machucando a mim e ao outro fazendo isso. Até que chega uma hora que eu olho e falo: "Não, eu não quero mais fazer isso". E aí eu solto a minha mão. Então isso é um
e que eu tô fazendo. Eu pera, eu tô machucando a mim e ao outro fazendo isso. Até que chega uma hora que eu olho e falo: "Não, eu não quero mais fazer isso". E aí eu solto a minha mão. Então isso é um processo que se dá em espirais e que a gente vai aos poucos visitando e revisitando novas e novas oportunidades de pegar o carro da nossa vida e dirigir ele alcoolizado ou não. E eu tô falando agora dessa visão da analogia com carro, mas com qualquer direção que eu esteja dando a minha vida e que eu percebo, espa aqui que eu tô tomando conta, eu tô eu tô notando que isso aqui machuca. Eu ainda quero fazer isso com o outro. Qualquer que seja essa reação que machuca a mim e ao outro, em última instância, o outro sou eu, porque nós somos essa grande família, esse corpo da espiritualidade que tá aqui experimentando juntos, embora em cada consciência individual nós temos essa coletividade, não é? E aí eles perguntam aqui no momento seguinte: "Desde que o homem traz na consciência a lei de Deus, que necessidade tem de que lhe a revelem?" Ele a havia esquecido e desprezado, e Deus quis que ela lhe fosse lembrada. Ou seja, já que a gente esquece, já que a gente cai aqui nesse corpo, nessa carne, e a gente fica com a nossa consciência um pouco obubilada, um pouco confusa, nós precisamos vir aqui lembrar, assistir palestra, estudar e aí na hora do vamos ver que a gente tá ali com a família, que a gente vai pegar o carro e que a gente vai sair, que a gente vai fazer, é hora em que a gente tem que colocar isso à prova pra nossa própria segurança, tá? E aí tem uma outra pergunta que eu quero pular essas aqui, eh, em que ele diz assim: "Qual é o caráter do verdadeiro profeta?" Esse profeta que vem e revela a lei, o verdadeiro profeta é um homem de bem, inspirado por Deus. Podemos reconhecê-lo por suas palavras e por suas ações. Deus não se serve da boca do mentiroso para ensinar a verdade, que era exatamente o que a gente estava fazendo carro ali na frente dos três filhos. Aquele momento
o por suas palavras e por suas ações. Deus não se serve da boca do mentiroso para ensinar a verdade, que era exatamente o que a gente estava fazendo carro ali na frente dos três filhos. Aquele momento quando a gente fala que nós todos somos profetas, porque a gente tá trazendo essas leis, essas verdades expressas nas nossas atitudes, eu preciso ter coerência para poder observar, porque muito mais do que palavras, os exemplos arrastam. E ali quando eu consigo dizer não para mim e eu me mantenho nesse caminho, eu vivo em maior segurança, em maior tranquilidade. E na pergunta 625, ele traz: "Qual é o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e modelo?" E os espíritos respondem: "Vede Jesus". Porque Jesus é um espírito que já está há tanto tempo na sua caminhada espiritual e que foi enviado aqui para que a gente pudesse aprender como colocar isso nesse planeta de provas, expiações ainda naquela época, né? E que a gente pode observar esse esse novo mandamento que ele trouxe. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Ele veio como esse farol, como este exemplo de luz para todos nós, tá? E aqui tem um ponto que eu acho muito interessante, que é na 626, só faltam mais três para eu ler para vocês, em que Kardec pergunta o seguinte: "As leis divinas e naturais só foram reveladas aos homens por Jesus e antes dele só foram conhecidas por intuição?" Olha que que os espíritos respondem: "Não dissemos que elas estão escritas por toda parte, ou seja, estão aí também em todas as consciências. Todos os homens que meditaram sobre a sabedoria puderam compreendê-las e ensiná-las desde os séculos mais distantes em todas as culturas. A vida, a natureza tá presente. Ela vinha sendo observada pelos homens sábios, silenciosos e constantes que estão vendo, interpretando e trazendo, né? Por seus ensinamentos, mesmo incompletos, esses homens prepararam o terreno para receber a semente, estando as leis divinas escritas no livro da natureza. O homem pôde conhecê-las
ando e trazendo, né? Por seus ensinamentos, mesmo incompletos, esses homens prepararam o terreno para receber a semente, estando as leis divinas escritas no livro da natureza. O homem pôde conhecê-las sempre que desejou procurá-las. Eis porque os seus princípios foram proclamados em todos os tempos pelos homens de bem e também porque encontramos os seus elementos na doutrina moral de todos os povos saídos da barbárie, mas incompletos ou alterados pela ignorância ou a superstição. Porque a gente chega até um teto, né, gente? Chega um momento em que a gente vai, interpreta, mas depois na corrida dos do bastão, a gente passa o bastão para alguém que já tá chegando, tá renascendo, tá tá vindo ali de novo para poder continuar essa melhora progressiva, esse progresso do nosso planeta. E na 627, Kardec pergunta: "Desde que Jesus ensinou as verdadeiras leis de Deus, qual é a utilidade do ensinamento dado pelos espíritos? Tem eles mais alguma coisa para nos ensinar? E aqui essa é uma resposta especificamente pro espiritismo, tá? O ensino de Jesus era frequentemente alegórico e em forma de palavras, como eu falei para vocês agora a pouco, porque ele falava de acordo com a época, os lugares, os costumes. Fa necessário hoje que a verdade seja inteligível para todos. É preciso, pois, explicar e desenvolver essas leis. Tão poucos são os que as compreendem e ainda menos os que as praticam. Então, quanto mais a gente vive essas leis, mais a gente vai estar entregando pro mundo o mundo que a gente quer tanto ter. Eu sempre falo isso nas palestras, que nós somos aqueles por quem sempre estivemos esperando. Então, algumas vezes a gente quer, ah, eu quero isso do Brasil, eu quero isso do mundo, eu quero isso da minha igreja, eu quero isso do meu da minha família, tá? Mas o que que o Brasil, o que que o mundo quer da gente? O que que Deus quer da gente? O que a natureza quer da gente? O que o progresso quer da gente? Essa é a pergunta correta, porque é onde a gente tem poder de ação. Todo o resto a gente
o quer da gente? O que que Deus quer da gente? O que a natureza quer da gente? O que o progresso quer da gente? Essa é a pergunta correta, porque é onde a gente tem poder de ação. Todo o resto a gente tá só esperando, observando o que o outro tá fazendo. Eu tenho algum poder sobre o que o outro tá fazendo? Eu não tenho. O poder que eu tenho do sim que eu quero dar pro mundo é o poder que eu tenho de também me dar esse não e poder falar: "Pera, aqui não, aqui sim, que o seu sim seja um sim e seu não seja não." E aí a gente percebe essa clareza. desse diálogo interno, eu comigo, eu com as leis de Deus e eu nessa escuta do que eu tô vivendo nas minhas relações como puro amor. Então, nesse sentido, desde as leis divinas até as leis dos homens que estão se aperfeiçoando, claro, continuamente, as leis naturais estão aí porque elas são esse puro amor da criação por nós. Tá bom, gente? Então, era esse o recado. Passou voando, 30 minutos. Obrigada pela escuta. Uma boa tarde a todos. Fiquem com Deus. Agradecemos imensamente a Daniela pela reflexão da do tema da tarde de hoje. Antes de encerrarmos, fazermos a nossa prece, a gente tem uma um recadinho aqui da Diretoria de Atendimento e Orientação, eh, atendimento fraterno. Atendimento fraterno é o momento que nós queremos conversar com alguém, que a gente não tá sentindo bem. Às vezes nós não precisamos nem de fazer aquele tratamento de passe, mas nós queríamos eh conversar com alguém que nos escute, alguém que nos acolhe, alguém que nos consola. Às vezes ele nem vai esclarecer, só vai ouvir. É muito bom. Nós temos as segundas-feiras, né, das 8:30 às 10:30 e das 15:30 às 21. Segunda, terça, quarta e quinta. Eh, nós temos atendimento fraterno de 8:30 às 9 às 10:30 e de 15:30 às 21 horas, né? Temos também no sábado das 10 às 11:30 e das 15:30 às 19:30. E tem domingo, antes da pandemia, nós tínhamos atendimento fraterno. Domingo depois que veio, terminou a pandemia ou não sei se terminou, né? Pelo menos tá tá bem enralecida, né? Nós voltamos, voltamos e
em domingo, antes da pandemia, nós tínhamos atendimento fraterno. Domingo depois que veio, terminou a pandemia ou não sei se terminou, né? Pelo menos tá tá bem enralecida, né? Nós voltamos, voltamos e tem muitas pessoas que às vezes dis tem disponibilizado só o horário de domingo. Então isso é muito bom. E sexta-feira tem um horário diferente também que é é 13:30. É também não tínhamos este horário. É um horário que o pessoal sai do serviço, às vezes fala assim: "Poxa, eu queria conversar um pouquinho com os atendentes fraternos, né? E nós temos também essa mesma diretoria, ela tem um grupo de apoio fraterno, não é atendimento fraterno, é um apoio fraterno. O que que é? É o apoio à dependência química e os familiares de dependentes químicos, né? É quinta, segunda e quarta-feira às 19 horas, sala 13. Depois também nós temos o grupo Acolher, que é quinta e sexta, que são eh grupos que está trazendo a fala, se reúne para aqueles pessoas que estão passando por um processo depressivo, ansioso ou outros outros processos emocionais que não tá não está muito bom. Esse grupo acolhe sala 13 também, não é? E o viver que é quarta-feira às 19 horas. Tudo acontece 19 horas, né? Só porque eu viver na sala 14. O que é aquela ideação suicida? Tô cansada de viver. Acho que eu não quero mais continuar essa vida, ela tá muito difícil. Então é a hora que a gente vai conversar. A gente não vai falar daquele assunto, mas nós vamos falar de sentimentos nossos que tá assim tão enfraquecido que às vezes eu não tô nem com ânimo para continuar o amanhã, para ir para amanhã. Eu quero sair hoje. >> E a quarta-feira é um grupo proslutados também que já tiveram, já perderam alguém pelo suicídio. >> É, mas eu eu vou terminar. É, então é aquele que tem ideiação suicida, né? e também os familiares que perderam seus entes queridos pelo suicídio. Às vezes não é nem só o familiar, é um amigo que está num estado assim de choque até, nossa, como que saiu uma pessoa tão boa, tão isso, aquilo, né? Então são grupos
seus entes queridos pelo suicídio. Às vezes não é nem só o familiar, é um amigo que está num estado assim de choque até, nossa, como que saiu uma pessoa tão boa, tão isso, aquilo, né? Então são grupos que de apoio fraterno a essas temáticas. Então precisa de passar no atendimento fraterno, não. Não precisa. Pode ir direto. Precisa de bater na porta, não precisa. estiver encostado, entra, senta e que seja bem-vindo, tá bom? Então, vamos terminando esse nosso momento para passar pro passe, que é o momento que nós agradecemos mais uma vez. A gente tem que agradecer sempre, né? Deus nos concede tantas graças, tantas oportunidades de melhorarmos, né? Tanto de Jesus vem, nos ensina a gente a amar, né? como que deve ser esse amor. E nós ainda ficamos às vezes meio sapateando, né? Eh, procurando fora de nós tudo isto está tudo dentro de nós. Então, fomos eh fomos somos seres filhos de Deus e Deus nos fez completinhos, completinhos. Então, vamos procurar lá dentro. tá lá guardadinho, tá na dificuldade, nós temos a facilidade dentro de nós, nós temos esse amor disponível, essa benevolência, essa caridade, essa meiguice, mas às vezes a gente fica numa dura, né? Então, vamos agradecer sempre, mas rogando que ele nos ajude sempre nas horas difíceis que achamos que não vai dar mais certo, não vai dar mais, mas ele lá, ele está lá presente. Ele está lá presente. Vamos acreditar que é um pai amoroso, que é um irmão justo e que se nós pedirmos com a fé só do tamanho de um grão de mostarda, nós vamos conseguir realmente a seguirmos em frente. Então, que essa paz que agora está nesse salão tão independente do celular tocando, né, essa paz tão boa, mas é uma musiquinha, né, que tá tocando para nós, nos chamando para o passe, que é o encerramento do nosso momento aqui nesse salão. E vamos passar por outro salão com a ajuda dos nossos queridos amigos possa ajudar. Eu faço assim, que são os atendentes fraternos externo. Então, amigos, uma boa tarde, beijo no coração e até quarta-feira que vem, se
r outro salão com a ajuda dos nossos queridos amigos possa ajudar. Eu faço assim, que são os atendentes fraternos externo. Então, amigos, uma boa tarde, beijo no coração e até quarta-feira que vem, se Deus quiser. Como ele quer, nós vamos ficar, vamos voltar aqui, certo? Tchau, tchau. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de
e encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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