#Conemat2025

Feemt Play 22/06/2025 (há 9 meses) 1:24:36 551 visualizações

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Transcrição

vi você e faz a você, pois cada um de nós já tem o seu perdoa atrapal para se pergunta para esperar a vida. Quando o sol deão planeta terra tudo O pensativas al serão sua observação da canção em música do sempre aleluia c então Qu amor perfeito aleluia aleluia Pos. Aleluia. Aleluia. Tem amor de Deus. Quando vem a te as estrelas no fear se o ser supremo existe. Deus maior explicação de vida o céu da terra da vida. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Tudo isso a volta. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Sad amor Sen da tua é caminha que é você por isso que é Esta é São muitas emoções falar dessas duas canções que eu praticamente gosto do mundo que faz com que a da minha vida de pode até o pedaço que Deus toda você pode vocêar o bem do Sou eu. Não é espírito saber é saber ilusão vou ver a sua espado mais éar Você podear É preciso saber. É preciso saber. Amanhã de manhã tem mais de hoje do meu caminho para Mas uma canção mais gente, não é de perguntar a cá sem o tempo. que vem a morte. e é Jesus. Se eu sou teu espírito a Senhor e sinto que Jesus é Jesus. agora Ah. Raz. Você conversa sua não, pelo amor de Deus na ordem a gente tem que lado só para isso. Pelo amor de Deus, criatura frio, tô aqui de caminho eu fico passando frio. Você casa com esposa melhor, né? casar com sei lá foi casar comigo a frente a Francis nós também somos de Deus Francis se nós somos de Deus será que Jesus não reservou nenhuma alegria para nós irmão será que trabalheira pregar o evangelho pregar o evangelho não acabar com seus lamentos. Mas sabe quem só uma coisa que pensar lá por acaso meu irmão, você saberia me dizer qual é a perfeita alegria? ele começar com essa vai ficar filosofando Deus Jesus. Ai meu Deus, qual seria a perfeita alegria? Então eu sei o segmento da caras da coisa da pedonha e a gente porque para alegria você já sabe é o pratão eu comeu uma coisa horrorosa. É realmente incrível, cara. Eu aguento. Eu isso é possível. Escolhe o pai. Vai escolher o pai Francisco como pai. Eu acho que é bom.

para alegria você já sabe é o pratão eu comeu uma coisa horrorosa. É realmente incrível, cara. Eu aguento. Eu isso é possível. Escolhe o pai. Vai escolher o pai Francisco como pai. Eu acho que é bom. Francisco sobre a neve caminha tornando a Santa Maria para Jesus. Vem Francisco chama de vem leão dominosa quer saber que é a perfeita alegria. Se nós tivermos a graça de Deus de pregar o evangelho e por obras pudemos levar Jesus. E convert perdemos os homens da fé, até mesmo de ma coração. Isso ainda não é alegria. que Deus nos tenha da tua graça de todos os curar de fazer vir aos céus aos andaros ouviremos falar e que até os demônios fugissem ao mundo do vosso olhar e que os mortos nós ressuscitás. Isto não é aidade. E se falássemos todas as línguas o mundo emar, transformando os reinos da terra em reinos de paz. E que se souemos toda a ciência e os segredos da terra e do mar, a freão, isso ainda não é a perfeita alegria. Mas então, pai Francisco, o que é a perteira alegria? Diga, por favor. Nós ao chegarmos ao nosso convento e batos de pressas que e o lado de pés de abrir se assim a falar. Eu sois vós que assimos nesta hora incomodar. Somos dois, seus irmãos, Freel e Francisco, que chegam e querem entrar. E frendeu se o porteiro disser que é mentira e que não abrirá. Que busquemos um novo lugar e um encanto qualquer. Seis diante da porta fechada sobre a noite a neve. Conservarmos a paz. se suspível é perfeita alegria. E se nós estimos em prantos rezando que tenham piedade de nós, pois com fome necessidade noite tão contou de lugar. E se então por sair é masão gritar. e vai ter quero e vem ao se for Deus quem tal faz que nos deixa na noite na cruz sem entendermos que este é o dono que me dá Jesus. E se nós diante da porta fechada sobre a noite, a neve de cai, conservar-nos a paz, isso é a perfeita alegria. a paz é a perfeita alegria. Ó, para você não se, mas para mim perfeita alegria é um pratão de comida. Eu como água alegria. Que alegria. Ai filhão, você é realmente incrível,

sso é a perfeita alegria. a paz é a perfeita alegria. Ó, para você não se, mas para mim perfeita alegria é um pratão de comida. Eu como água alegria. Que alegria. Ai filhão, você é realmente incrível, meu amigo. Vamos sigamos a nossa caminhada. Aí que assim não seria a perpita de mas a perpita ali na minha vida prática, vamos lá, ó. na minha vida, na minha vidinha, quando foi que eu tive a oportunidade de viver essa tal de perfeita alegria que se tem lado. Declare quem é. Eu sou oral do rei. Que rei mais roupa boca. Minha boca tá grande. Ah. Tá, pediz e eu me tierei. E tinha uma vivência prática da perfeita alegria. Essa sim é a perfeita alegria. Nós aqui diante desta noite com fome, com sendo cometida por ladrões nesse estado sozinhos e ainda assim conservando nossa vida em Jesus. Essa é a minha igreja. Eu eu entendi mas não sei se pergunta tempo essa pergunta ela não cigan. Leo, veja, chegamos a Santa Maria dos Anjos. Vamos lá. Saudações a você, Clara, rainha humilde, irmã, filho, mãe. E amiga querida, seja bem-vinda. Que você encontre as alegrias possíveis deste mundo entre os servos de Jesus. Que o seu coração se abra aos filhos da agonia e do desamor, aqueles que ninguém vê aos inicíos deste mundo. Que você possa encontrar o mestre Jesus no olhar dos miseráveis. Rogo aos céus que você se revista do evangelho, a sublime a morada radiante da verdade e que anunciando a vitória do imortal vhou de luz a humanidade. Clara, filha do Altíssimo e celeste pai, prometo viver conforme o evangelho de nosso senhor Jesus Cristo durante todos os momentos de minha vida. Diante de vós, irmãos, professos conselhos evangélicos de pobreza, castidade e obediência, prometendo-vos viver com regrada contigo, meu pai Francisco, e dedicar-me integralmente à vida religiosa durante toda a minha vida, até minha morte e para sempre. Eu, Francisco, filho do Altíssimo e celeste pai, prometo e meu nome, em nome dos meus bros, cuidar de ti com especial solicitude. Nós, peregrinos das estrelas,

nha vida, até minha morte e para sempre. Eu, Francisco, filho do Altíssimo e celeste pai, prometo e meu nome, em nome dos meus bros, cuidar de ti com especial solicitude. Nós, peregrinos das estrelas, caminhantes dos infinitos, não ouvidamos os lamentos do corações que necessitam de paz e de carinha, mesmo entre espinhos, diante da alegria que o Senhor nos ensinar. Tendo por testemunhos os impóos dos céus carvejados das últimas estrelas matutinas, queremos cantar com a voz gloriosa, uma voz suave oração por todos, por todos aqueles que em sofrimento profundo escolheram ou por outros que desejam esperar tempos favoráveis do seu espírito. Nós, Pai do céu, não queremos esperar, pois o contrário só temos hoje para amar a nós, aos outros, aos que necessitam, aos que não queremos. Vamos, meus irmãos, pregar o evangelho de nosso senhor Jesus Cristo e sear o corpo também usemos as palavras. vai nascer não sozinho. o a minha que generosa emo de o teu amor se e amor Juventude Eh, devoção, né? Gente, o Adão, presidente do Centro Espírita Umbero de Campos, pede para sobre o seminário do livro O Céu Inferno, 4 de outubro. Não perca. Agradecemos aos trabalhadores do projeto Sementinha, que estão cuidando e fazendo atividades infantis com os filhos dos trabalhadores que enquanto os estão lá, os pais podem trabalhar na Genate. ligada à equipe da infância e juventude. A paz do murto costuma ter pressão, ansão. A paz do espírito é serviço renovador. A primeira é intimidade, a segunda é proteção santo. A paz do mundo quase sempre é aquela que combina no descanso dos saudáveis a se associarem na inércia. Mas a paz do Cristo é um serviço do reino eterno em permanente ascensão. Palavra depocânulo picografia de Chico Xavier. Para amado médico, deixa-me a paz. Minha paz vos dou. Convidamos Jorge Lá. Olá para todos. Muito boa tarde. Prazer imensamente grande estar mais uma vez na presença de todos para o nosso estudo da nossa tarde de hoje. Boa tarde para todos os companheiros presentes.

Jorge Lá. Olá para todos. Muito boa tarde. Prazer imensamente grande estar mais uma vez na presença de todos para o nosso estudo da nossa tarde de hoje. Boa tarde para todos os companheiros presentes. Boa tarde, meu querido Geraldo Campete. E boa tarde para Lara, que hoje está aniversariando no nosso evento da Conemate. Sejamos todos muito bem-vindos a mais um momento nosso eh de reflexão. Parece que estamos sem áudio. Alô, estamos sem áudio no salão. Tá tudo normal. E bço o dom do teu amor sem fim. Doce é sem ti. Boa tarde para todos que estão presentes no nosso momento de estudo através do nosso encontro a CONEMAT. Quero dar o meu boa tarde muito especial para todos os companheiros que estão aí presentes no salão, para o meu querido Geraldo Campete e para a Laura que está fazendo aniversário na nossa tarde de hoje, no nosso dia de hoje. Um feliz aniversário para você, Laura, e um evento maravilhoso para todos nós. O nosso momento de hoje à tarde é um momento para que a gente converse sobre um ponto de um dos discursos que Jesus deixou para nós. Segundo os estudiosos, Jesus fez cinco grandes discursos. O primeiro deles, o sermão do monte, que fica em Mateus, capítulo 5, 6 e 7. Um segundo capítulo, um segundo sermão no capítulo 10 também de Mateus, que é o chamado sermão dos discípulos. Capítulo 13, também de Mateus, um novo discurso, o sermão das parábolas, capítulo 24 e 25 de Mateus, novo sermão, o sermão profético. E há um quinto e último sermão que foi proferido, não em Mateus, é o único que não está nele, que é o chamado sermão do cenáculo, que é o discurso proferido por Jesus para seus discípulos na chamada Santa Ceia, discurso longo, capítulo 13, 14, 15, 16 até 17 do Evangelho de João. Há muitas coisas maravilhosas são colocadas neste sermão. A promessa do consolador, a ideia de que existem várias moradas na casa do Pai, a ideia de que Deus e Jesus são um e que os discípulos também são um com ele. Muitas informações preciosas são oferecidas eh nesse chamado sermão do cenáculo. E é

xistem várias moradas na casa do Pai, a ideia de que Deus e Jesus são um e que os discípulos também são um com ele. Muitas informações preciosas são oferecidas eh nesse chamado sermão do cenáculo. E é nesse sermão, no capítulo 24, no item 27 do capítulo, perdão, no capítulo 14. No capítulo 14, no item 27, nós encontramos ali uma fala muito conhecida de Jesus, em que ele diz assim: "A minha paz eu vos dou, a minha paz eu vos dou". Então, quando se fala que Jesus deu a paz dele a nós, nós ficamos assim pensando: "Como é que ele deu a paz pra gente se a gente não tem paz ainda? Como é que ficou essa promessa, hein? Como é que ficou isso? Porque ele diz: "A minha paz eu vos dou". E a gente até hoje vive sem paz. Nós temos uma série de conflitos. Aonde está encaixado esse processo de entendimento da fala de Jesus? complicado, sabe? a gente imaginar que ele deu a paz se nós continuamos ainda tão ansiosos, tão perturbados, tão angustiados, tão infelizes. muito mais ainda quando nós nos aproximamos de uma conceituação muito típica do que seja Jesus, quando a cristandade ah apresentou para nós a ideia de que Jesus era o nosso salvador. O que seria esse entendimento de Jesus como sendo o salvador de cada um de nós ou salvador da humanidade? Quando quando nós nos apropriamos desse conhecimento de que Jesus é o nosso salvador, nós pensamos: "Salvou de quê? Como é que é essa ideia de salvação? E eh dentro dos conceitos cristãos, logo do século já se tinha esse conceito de que Jesus salvou a humanidade, que ele teria promovido, através da sua morte na cruz a salvação do homem, dizendo que Jesus teria morrido na cruz para nos salvar e que seu sangue teria nos libertado do pecado. Esse conceito é um conceito que a gente encontra nas cartas de Paulo e muitas das igrejas cristãs adotam isso como um princípio fundamental e admitem por esse motivo, Jesus, o Salvador, o libertador das nossas almas e aquele que, de fato, ao ter quebrado as algemas que nos prendiam, ofereceu para nós Leda Dias.

mo um princípio fundamental e admitem por esse motivo, Jesus, o Salvador, o libertador das nossas almas e aquele que, de fato, ao ter quebrado as algemas que nos prendiam, ofereceu para nós Leda Dias. Leda Dias do Recife. Será Leda Dias? Leda de Oliveira Dias. Então, será que Jesus realmente é esse Salvador como nós encontramos no pensamento da comunidade cristã? E na verdade h existem algumas coisas que a gente precisa voltar, visitar no tempo, lei, eh, Leila, para que a gente consiga encontrar as explicações para determinados fenômenos. E o que que a gente encontra no século? No mesmo século, aonde nós abraçávamos a ideia de que nós éramos sim eh aquilo que a gente poderia dizer de criaturas que fomos salvas por Jesus. Nós temos nesse mesmo período uma corrente filosófica que não era cristã, mas era uma corrente muito forte que vai surgir também no mesmo período do surgimento do movimento cristã. é uma doutrina chamada neoplatonismo. Na verdade, naquela época, ela não era chamada de neoplatonismo. Esse nome neoplatonismo só foi surgir no século XIX, quando estávamos organizando a história da filosofia, decidiu se chamar esse período da história de neoplatonismo, mas ele é uma retomada do pensamento platônico, do pensamento de Platão. E ele coincide com a organização, com a estruturação do movimento cristão. Então, se com uma mão nós estávamos estruturando o pensamento cristão, com a outra mão, na mesma região, nós estávamos estruturando fora do cristianismo o chamado neoplatonismo. O que falava o neoplatonismo? Bom, o neoplatonismo ele é uma doutrina que ela vai se organizando assim bem devagarinho. Ela não surge de uma vez só. Ela ela surge na verdade no século na pessoa de Amoniosacas. Ele não chega a ser o iniciador do neoplatonismo, mas ele é um grande precursor. Seus discípulos é que iriam criar o platonismo. Ele tem um grande discípulo que é chamado esse discípulo de Plotino. Aí sim. Plotino é o grande organizador do pensamento neoplatônico. E o que ele pensava? Observem que nós estamos fora

o platonismo. Ele tem um grande discípulo que é chamado esse discípulo de Plotino. Aí sim. Plotino é o grande organizador do pensamento neoplatônico. E o que ele pensava? Observem que nós estamos fora do cristianismo. Não estou falando de cristianismo, não estou falando de judaísmo, estou falando de pensamento platônico fora dos arraiais cristãos, fora dos arraiais judeus, mas uma doutrina que surge no Egito, mais especificamente em Alexandria. E ali eles tinham alguns princípios bem interessantes. Por exemplo, os neoplatônicos achavam que existia apenas um único Deus. existia vários deuses. O único Deus seria o princípio supremo de todas as coisas, de onde tudo adviria. Olha como é curioso isso, Campete, porque é um pensamento eh da existência de um princípio único como criador, fora do ambiente e daquele eixo judaico cristão. É no é dentro de um eixo grego que eles estão falando isso. Então, no pensamento do neoplatonismo, esse ente supremo, ele teve emanações que gerou tudo que existe. Então, todas as criaturas seriam um processo da criação desse todo único que criou tudo quanto existe. E o interessante é que ele dentro do do neoplatonismo havia a ideia de hierarquia de seres, havia uma escala evolutiva, não tinha aquele pensamento que que havia somente um, que é Deus e os homens embaixo. havia uma hierarquia bem detalhada de seres aqui, desde desde o supremo senhor até a criatura menor que a gente pudesse imaginar. E este mesmo princípio, essa mesma ideia, o chamado neoplatonismo, também falava que a as emanações de Deus, elas evoluiriam na direção do ser supremo. Sim, o pensamento neoplatônico falava da evolução e falava que as criaturas, à medida que elas elas se despissem das suas imperfeições morais, que as criaturas se desembaraçassem das suas imperfeições, elas iriam se depurando, iriam subindo, elas iam asendo nessa escala evolutiva até que elas chegassem a alcançar nesse BER, o grande todo. Então, para o platonismo, as emanações, elas tinham a possibilidade de se desenvolverem, de

subindo, elas iam asendo nessa escala evolutiva até que elas chegassem a alcançar nesse BER, o grande todo. Então, para o platonismo, as emanações, elas tinham a possibilidade de se desenvolverem, de crescerem até chegarem na condição do eu supremo que está lá em cima. E a grande pergunta é como que essas nossas emanações, né, de Deus, como que essas emanações iriam chegar até o eu supremo? Como é que elas iriam fazer isso? E o neoplatonismo dizia, ora, como é que vai ser? através da reencarnação que eles chamavam de palingenesia. A a palingenesia, os renascimentos permitiriam as experimentações desses princípios espirituais até que alcançassem a condição de libertação espiritual. Era essa a proposta que o neoplatonismo nos trazia, a ideia de que as criaturas iriam se desembaraçando, como fosse um balé espiritual, se retirando das suas imperfeições, descobrindo os caminhos da verdade e assim alcançariam a conexão com o grande todo. E lindo, né? Muito bacana. Então assim, esse Amônio Sacas, que é o iniciador do pensamento neoplatônico, ele teve dois grandes discípulos. Um discípulo vai ser Plotino, que vai organizar o pensamento do neoplatonismo, mas ele teve um outro discípulo. Ele teve dois, não teve um só. O outro discípulo que também saiu das mãos de Amônio Sacas chamava-se Origens. E é esse que nos interessa particularmente. Origens ficou assim embecido com o pensamento do neoplatonismo. E ele então descobre a doutrina cristã. E quando Origens descobre eh a doutrina cristã, ele se converte ao cristianismo. Atenção, hein? Ele se converte ao cristianismo, mas ele se converte banhado do pensamento neoplatônico. Será que eu tô sendo confuso no que eu quero dizer? Mas nós vamos ter no século um grande pensador cristão que pensava cristianismo combinado com o pensamento do neoplatonismo. Então, qual era a proposta que Origen nos trazia? A proposta que ele trazia era que Deus havia criado todos os seres. Havia uma hierarquia de evolução que através da reencarnação nós conseguiríamos. na

ntão, qual era a proposta que Origen nos trazia? A proposta que ele trazia era que Deus havia criado todos os seres. Havia uma hierarquia de evolução que através da reencarnação nós conseguiríamos. na medida em que nós nos desembaraçássemos das nossas imperfeições, nós iríamos seguindo na direção da divindade, ou seja, plenamente o raciocínio neoplatônico, mas ele tinha uma característica que Plotino não tinha. Que que foi que O origens trouxe? Origem instrou-se o seguinte pensamento. Não, tudo isso é verdade. A grande questão é: cadê o roteiro para que a emanação do do grande todo se desembarace das imperfeições e alcance a plenitude? Cadê a rota das virtudes? O que que nós temos que alcançar? Quais são os elementos de comportamento que a criatura humana precisa ter para que ela consiga ascender na escala das emanações e se aproximar do grande todo? É aí que entra na Paula Vasconcelos a chave do entendimento de origens. Ele disse: "O roteiro para a ascensão das emanações é o evangelho de Jesus. Ele combinou, gente, ele articulou as duas ideias. Origens conseguiu casar o pensamento neoplatônico com o pensamento cristão, ofertando para a criatura a seguinte ideia: nós somos seres imperfeitos que recebemos pelo evangelho o roteiro ideal para a libertação das nossas imperfeições. E a partir do esforço que a criatura vai fazendo em se desembaraçar de suas imperfeições, ela vai se desenvolvendo, Leila Dias, ela vai se desembaraçando das suas imperfeições e vai cada vez mais se aproximando aonde a reencarnação é o processo de libertação das criaturas. E o que é que isso tem a ver com o nosso assunto de hoje que não tem nada a ver, né? O que isso tem a ver é que Origens propôs uma outra coisa. Para origens, Jesus não era o Salvador. Ele não era o Salvador. Sabe por quê? Porque segundo Eurídice Oíenses, segundo origens, nós é que nos salvaríamos. era a própria criatura que promoveria no curso de suas múltiplas existências corporais, o processo de libertação, de crescimento,

segundo Eurídice Oíenses, segundo origens, nós é que nos salvaríamos. era a própria criatura que promoveria no curso de suas múltiplas existências corporais, o processo de libertação, de crescimento, o processo de libertação espiritual que está condicionado à transformação moral da criatura. Isso é fantástico, porque ele vai dizer o seguinte: Jesus não tem o poder de oferecer a salvação imediata para a criatura humana. Não, o pensamento de Jesus vai salvar o homem, sim, mas não de uma atacada só, não de um momento só, não através de um passe de mágica, não. A libertação da criatura é um processo de metamorfose, como a lagarta que se transforma numa borboleta ao longo de um período bastante largo. Então, o pensamento de de origens e a colidir com o pensamento da igreja que apresentava Jesus como salvador. Não, ele não é o salvador. Jesus não é o salvador. A proposta que ele apresentava, ele não é o Salvador, mas ele tem a possibilidade de oferecer ao homem a salvação, porque ele tem o guia para a salvação. Jesus teria o guia para a paz da criatura, segundo aquilo que origens colocava, na medida em que a criatura humana, Maria Helena Souza Santos, na medida em que a criatura interpretava em sua vida o processo de eh vivência dos ensinamentos que o Cristo nos ofereceu, Ela ia progressivamente se libertando do sofrimento e avançando na direção daquilo que poderíamos chamar de paz. Então, a paz que Jesus nos prometeu não é instantânea, não é um fenômeno imediato, é um processo de maturação que os espíritos vão passando e à medida em que os espíritos passam por esse fenômeno de metamorfose das suas vidas, eles vão Naturalmente, cada vez mais se aproximando da felicidade interior, nos fazendo perceber que a chamada salvação é um processo lento em que o espírito vai ah progredindo e vai se desembaraçando, Vanessa, das várias imperfeições que nós trazemos dentro de nós. Só que para que eu consiga acender, eu preciso de um roteiro. Não dá pra gente, ah, alcançar essa plenitude espiritual sem um roteiro. Sem

essa, das várias imperfeições que nós trazemos dentro de nós. Só que para que eu consiga acender, eu preciso de um roteiro. Não dá pra gente, ah, alcançar essa plenitude espiritual sem um roteiro. Sem roteiro não vai, porque eu posso errar, eu posso pegar um caminho equivocado, eu posso achar do Alessandro que eu estou indo na direção correta. Eu não tô indo, eu tô indo na direção errada. Eu, por exemplo, posso achar que o certo é me vingar, que o certo é ser cruel, que o certo é buscar a desforra e eu tô me atrapalhando espiritualmente. Eu preciso de um roteiro para que eu consiga isso. E o roteiro para que nós alcancemos a paz, ele está necessariamente no entendimento e vivência do pensamento de Jesus. Nós tivemos eh antes do Cristo um grande pensador que viveu na região do Nepal. Segundo se diz, ele teria vivido 600 anos antes de Jesus. Seu nome Sidarta Gautama, conhecido como Buda. O Buda deixou os tratados mais interessantes sobre a libertação do sofrimento. Como alcançar a paz? Como nos libertarmos das nossas angústias. O Buda, analisando as condições do sofrimento das criaturas, ofereceu para nós informações muito preciosas. Ele deixou uns conhecimentos que estão guardados até hoje como sendo as grandes verdades búdicas. E entre as grandes verdades búdicas, entre as grandes verdades que o Buda nos ofertou, existe uma que hoje nos interessa de maneira bem particular. debruçado sobre o sofrimento humano, o Buda teria dito o seguinte: "Todo sofrimento da humanidade tem uma única causa." Eu acho de que de todas as verdades do Buda, as chamadas nobres verdades, essa é a mais interessante. Ele diz, todo sofrimento da criatura humana tem uma única causa. Porque isso é uma síntese maravilhosa, você imaginar que e existe tanto sofrimento na humanidade, tem diversos sofrimentos, tem fome, tem doença, tem a morte, a velice, que eram os, segundo o Buda, os quatro grande eixos de sofrimento da criatura. a velice, a pobreza, a morte, a doença. Então, essas quatro e as todas as demais e tudo que a gente

em a morte, a velice, que eram os, segundo o Buda, os quatro grande eixos de sofrimento da criatura. a velice, a pobreza, a morte, a doença. Então, essas quatro e as todas as demais e tudo que a gente pensar e tudo que nós imaginarmos, os sofrimentos que todos nós estamos atravessando neste momento nas nossas vidas, segundo o Buda, só tem uma causa. Então, a gente tem conflitos no lar, nós temos problemas de saúde, nós temos problemas de solidão, nós temos o amargores do luto, nós temos os nossos problemas de inaceitação da nossa realidade existencial. Nós temos os nossos conflitos pela dificuldade de perdoar alguém. Nós temos dramas das mais diferentes ordens. E o Buda diz: "Sim, é verdade. Existe muitas, muitas formas de sofrimento, mas de tudo que eu meditei, de tudo que eu refleti, eu cheguei a uma conclusão e quero ensinar o que eu descobri. E o que é que o Buda descobriu? Que todo sofrimento humano tem uma única causa. Qual é a causa do sofrimento humano? Segundo o Buda, toda a causa do sofrimento humano chama-se desconhecimento espiritual. Tarã. Se eu não sei que sou uma alma imortal, se eu não sei que sou um espírito transcendente, que caminho na evolução em busca da felicidade, que eu vou alcançar através do amor, que eu terei várias experiências para me desembaraçar disso e que a lei de causa e efeito é o mecanismo através do qual eu me encontro com a minha própria história de vida, me desembaraçando das minhas imperfeições para chegar a um estado mais feliz de alma. Se eu não sei isso. Ah, Vera, Laudde Lucena. Vanessa Laudde Lucena, desculpa. Ah, Vanessa, se nós não sabemos isso, dificilmente conseguiremos nos libertar. É por isso que o materialismo ele é tão perigoso, porque o ateísmo ele sequestra de nós a compreensão de que somos seres imortais. Então, nós achamos que a vida é só o que eu estou vendo, que o que eu sou é o que eu enxergo no espelho, eh, que a minha existência vai acabar com a morte. Então, na medida, Susana, Susana Souza, na medida, Susana, que todos nós nos

só o que eu estou vendo, que o que eu sou é o que eu enxergo no espelho, eh, que a minha existência vai acabar com a morte. Então, na medida, Susana, Susana Souza, na medida, Susana, que todos nós nos encontramos com a vida e que nós descobrimos através de tudo isso que a vida nos oferece, que as nossas existências não são, na verdade, o sentido da vida, tudo se transforma. O da Alessandro diz assim aqui: "Todo sofrimento tem como causa ignorância". Parece a questão 115 de O livro dos espíritos, em que os espíritos são criados simples e ignorantes. É, é, Alessandro, mas nós temos hoje na nossa sociedade pessoas inteligentíssimas, com mestrado, doutorado, pós-doutorado, com uma inteligência muito larga, que não entende a vida espiritual, que não compreende a transcendência da existência e estão mergulhados na atmosfera do ateísmo, querendo decifrar os enigmas da vida sem saber o que de fato eu existia, querendo entender O sofrimento humano sem saber que é uma alma transcendente, vai ser muito difícil. O Buda dizia que não é possível alcançar a plenitude sem conhecimento espiritual. Essa era a primeira das condições do Buda para que iniciasse o processo de libertação da criatura humana. Eu preciso saber o que sou. Eu preciso entender as leis nas quais eu estou imerso para que eu consiga quebrar essas algemas que me impedem de ver a felicidade. Esse conhecimento que liberta a criatura humana, ele foi entregue diversas vezes na história da humanidade, muitas vezes, em vários lugares. Só que como as pessoas não conseguiam entendê-lo, ele muitas vezes foi chamado de doutrina secreta. Quando eh, Leon Deni no livro Após a morte, Leon Deni no livro Após a morte trata no capítulo primeiro da sua obra sobre as questões referentes ao desenvolvimento das criaturas. Ele fala sobre a doutrina secreta e as religiões. Isso aqui tá em esperante, mas é tudo a mesma coisa. Então, a doutrina secreta é a forma como nós tivemos a representação de um conhecimento que está apoiado em 10 pontos fundamentais.

e as religiões. Isso aqui tá em esperante, mas é tudo a mesma coisa. Então, a doutrina secreta é a forma como nós tivemos a representação de um conhecimento que está apoiado em 10 pontos fundamentais. A existência de um Deus único. Olha o neoplatonismo. A existência de um Deus único. Aí a compreensão de que o homem possui uma parte espiritual além da parte material. Depois que essa parte espiritual sobrevive à morte, existe a imortalidade. Quatro, que nós vivemos no mundo espiritual, que os espíritos se relacionam entre si. Quinto, que os espíritos se comunicam com os homens. Sexto, que existe uma lei de causa e efeito. Sete, que existe a reencarnação. Oito, que os espíritos evoluem. Olha como se trança com o neoplatonismo. Nove, que o nosso destino é a felicidade. E 10, que a felicidade se alcança na medida em que se ama. Esses 10 pontos são os princípios fundamentais da doutrina secreta que está presente nos Vedas, no Mahabata, no pensamento de Krishna, no Bagavad Guita, no pensamento de Sócrates, de Buda, de Platão, de Pitágoras, de Hermes Trismegisto no Egito, de Orfeu, na Grécia, dos mestres da Cabala. Meu Deus, tanta gente pregou essa mesma doutrina. E é esta doutrina que liberta a criatura e que permite o processo de verdadeiro encontro dela com a paz. Não é um fenômeno h instantâneo no dizer de todas essas doutrinas e da doutrina espírita também. Quando Jesus nos propôs: "A minha paz eu vos dou", não é que ele pegou a paz dele e colocou dentro dos discípulos, porque eles não tiveram essa paz do Cristo. Depois desse momento da noite do da prisão de Jesus, eles ainda viveram muito tempo angustiados, conflituados, com uma série de de questionamentos. Então ele não entregou a paz dele para os discípulos de maneira instantânea. Esse é um processo de construção lenta. A a a a paz, ela é construída dentro da criatura à medida em que ela se aproxima daquilo que sejam as leis universais. Então, como que nós conseguimos nos libertar das nossas dificuldades? nos aproximando do conhecimento espiritual e

tro da criatura à medida em que ela se aproxima daquilo que sejam as leis universais. Então, como que nós conseguimos nos libertar das nossas dificuldades? nos aproximando do conhecimento espiritual e interpretando este conhecimento espiritual nas nossas próprias vidas. Saber simplesmente o conhecimento espiritual não resolve. Livro dos Espíritos, na questão 982 da obra, Allan Kardec pergunta: "É necessário fazer profissão de fé espírita e crer na manifestação dos espíritos para garantir uma boa sorte na vida futura? Ou seja, se eu for espírita, eu vou ficar bem no mundo espiritual, dado que eu tenho o conhecimento espiritual. E a resposta é: Se assim o fosse, estariam deserdados todos os que não creem ou não tiveram a oportunidade de se esclarecer, o que seria um absurdo. Então, quando nós temos aadeidade de compreender nas nossas vidas que a bem da verdade não é a não é o conhecimento que vai libertar, as coisas mudam na nossa cabeça. Porque essa questão diz que não é o conhecimento espírito, mas se não é, é o quê? O que é o que liberta a criatura? Tá na sequência da resposta. Assim, é o bem, a prática do bem. Ora, o bem, o bem é sempre o bem, qualquer que seja o caminho que a ele conduza. Então, nós vamos ter aqui uma compreensão muito clara de que nas nossas vidas esse processo de desenvolvimento das nossas condições espirituais, eles vão se dar não na medida simplesmente que eu consigo o conhecimento espiritual, mas na medida em que eu vivencio esse conhecimento. Então, Susana Souza, são dois passos fundamentais. Primeiro conhecer as leis espirituais, porque se eu não conhecer não vou conseguir nada. Mas só conhecer não é suficiente. Eu preciso colocar isso em prática. Eu preciso promover na minha alma um processo de libertação efetiva para que eu consiga garantir a felicidade do meu coração. Então, conhecer é importante, mas vivenciá-lo é fundamental. E aí nós vamos ter dentro dessa leitura uma proposta que aparece dentro da obra de Joana de Angeles quando ela tratando sobre isso no livro

Então, conhecer é importante, mas vivenciá-lo é fundamental. E aí nós vamos ter dentro dessa leitura uma proposta que aparece dentro da obra de Joana de Angeles quando ela tratando sobre isso no livro Autodescobrimento, uma viagem interior, que é o sexto volume da série psicológica. No capítulo oito, no segundo tópico do capítulo 8ito, Joana diz: "Jesus ofereceu a receita para a paz". Olha como isso é importante. Jesus não deu a paz, ele deu a receita. Está aqui, ó. É o perdão, é o amor, é a vivência de tudo isso que vai garantir a você a sua libertação. Ele disse: "Vinde a mim todos os que vos achais cansados e aflitos, e eu vos aliviarei". Então, as pessoas acham que é assim: "Oba, Jesus está ali e eu vou chegar perto dele". E aí a pessoa vai se sentir: "Vinde a mim todos os que achais cansados e aflitos, e eu vos aliviarei." Como se chegando perto de Jesus, ele tivesse uma varinha de condão que garantisse a paz para as pessoas. Não é esse o sentido. É um sentido metafórico. Vir a ele é aproxar-se de sua doutrina. Porque assim, por que que a vida nos é tão pesada? Por que que a vida é tão complicada para nós? Porque nós somos espíritos que não perdoamos, guardamos mágoa, temos ressentimento, temos ódio. Então, a gente carrega tudo isso dentro de nós. A gente carrega esses sofrimentos dentro da gente, porque a gente não se predispõe a se desembaraçar disso. A gente não se predispõe. A gente quer dizer: "Não, eu vou seguir, mas vou seguir guardando ódio, guardando raiva, eu vou ter ressentimento. Aí não vai ter paz. Nunca não vai ter paz. Não existe possibilidade de você ter paz dentro dessa perspectiva. Por quê? Porque a criatura humana não tem possibilidade de garantir uma liberdade espiritual para si se ela, na verdade não conseguir fazer um desembaraço verdadeiro das suas condições espirituais. Então, o que o que Joana nos propõe é que a gente faça uma mudança de vida. A proposta que Joana nos oferece é a seguinte: você quer promover um processo de transformação do seu existir? Então,

tuais. Então, o que o que Joana nos propõe é que a gente faça uma mudança de vida. A proposta que Joana nos oferece é a seguinte: você quer promover um processo de transformação do seu existir? Então, não faça um mecanismo seu interior, como se de repente você fosse se aproximar de Jesus para que ele lhe desse poder, para você se vingar dos seus inimigos, para que você tivesse, isso não vai lhe dar paz. A paz que o Cristo vai dar é porque ele vai propor para nós o quê? O perdão. Não, não guarágua, não tenha ódio das pessoas, perdoa, faz isso que você vai ficar melhor. E na medida em que eu perdoo, eu me liberto do meu sofrimento. Na medida em que eu não me vingo, eu me liberto do meu sofrimento. Só que para que eu consiga me libertar, para que eu consiga perdoar, para que eu consiga de fato realizar este movimento espiritual, eu preciso necessariamente que o meu coração esteja alinhado com o conhecimento espiritual. Porque se eu não tenho conhecimento espiritual, se eu não compreendo as leis universais, eu tenho muita dificuldade de perdoar uma pessoa que me fez mal. Eu olho uma pessoa que fez mal a mim e eu não consigo perdoá-la. Por quê? Porque ela para mim representa tudo de mal. Eu olho para ela e a maneira dela falar, o jeito dela, dela lidar com as coisas me irrita, me perturba. Então eu acho que é melhor eu guardar ódio, gente, eu vou sofrer. E tem alguns de nós que dizemos assim: "Eu não posso perdoar porque o que fulano me fez é imperdoável e eu vou levar ódio dentro do meu coração por toda a minha vida". Aí você pergunta: "Mas por quê?" E a pessoa vai dizer: "Porque não tem nem graça. Ele me fez tanto mal e eu ainda vou perdoar." tá errado. Como que eu vou perdoar uma pessoa que me fez tanto mal? Por quê? Porque a crença das pessoas, por desconhecimento das leis espirituais é de que quando eu perdoo alguém, quando eu perdoo alguém, eu tô tirando desse alguém as responsabilidades que ela tem. Como se fosse assim, se alguém fez mal para mim, uma pessoa me fez mal e eu perdoar esta pessoa,

eu perdoo alguém, quando eu perdoo alguém, eu tô tirando desse alguém as responsabilidades que ela tem. Como se fosse assim, se alguém fez mal para mim, uma pessoa me fez mal e eu perdoar esta pessoa, pronto, eu tirei de dentro dele o mal que ele tinha. Segundo a literatura espírita, isso não é verdade. Por quê? Porque quando A machuca B, não existe um vínculo entre A e B. Porque quando nós fazemos algo de errado, nós não devemos para o outro, nós devemos para a lei e para nós mesmos. Então, como eu devo para a lei e para mim mesmo, eu automaticamente não posso imaginar que quando eu perdoo que eu vou tirar o mal que tá dentro da pessoa. Não vai tirar porque o mal está dentro dela. Eu vou dar um exemplo para ficar mais claro. Quando Jesus eh perdo seus inimigos, Pilatos, Herodes, Caifás, os soldados, os sacerdotes, ele retirou deles os equívocos que eles tinham cometido. O fato de Jesus ter perdoado esses espíritos, apagou neles as marcas do que eles fizeram de errado. Não, não apagou. Não, não apagou. Por quê? Porque se eu tenho alguém que me faz mal e eu quero esganar essa pessoa, mas eu de repente digo: "Não, eu não vou perdoar para que ele não fique bem. Eu tô errado, porque quando eu perdoo, o mal vai dentro dele. Se ele fez mal a mim, o meu perdão não tira o que tem dentro dele. Como o perdão do Cristo não tirou o que estava no coração dos sacerdotes. Porque Pilatos voltou a encontrar com a lei de causa efeito, Herodes, Zanás, Caifás, todo mundo, Judas, todo mundo teve que se resolver com a lei. Mas qual foi a vantagem de Jesus ter perdoado esses indivíduos? É que ele se retira da trama, ele se desvincula da necessidade de reencontrar com eles, mas eles terão que resolver esse processo com eles mesmos. Então não existe na visão da doutrina espírita esse pensamento de assim: "Eu não vou perdoar porque ele não merece, irmão. Ele, cara, ele pode até não merecer, mas você merece paz. Você merece paz. Porque se você disser, eu vou continuar com ódio até o final,

nto de assim: "Eu não vou perdoar porque ele não merece, irmão. Ele, cara, ele pode até não merecer, mas você merece paz. Você merece paz. Porque se você disser, eu vou continuar com ódio até o final, vai reencontrar com ele. Olha o que você tá querendo. Quando você não perdoa, você está sinalizando paraa lei de causa e efeito que você quer reencontrar esta pessoa. E o Cristo dizia: "Perdoa os inimigos, reconcilia-te com teus adversários". Ele ensinava o que fazer. Ele dava às pessoas, Sidinha Mota, a possibilidade de que nós nos desembaraçássemos, porque eh e eh é quando eu perdoo que eu me liberto, mas se eu não perdoar eu tô preso. Isso, Claudiovan, o plantil é livre, mas a colheita é obrigatória. Só que assim, é é um equívoco achar que eu tenho que ter ódio para manter a responsabilidade do outro diante do delito. Como eu digo, não precisa. Quem conhece as leis espirituais não precisa se vingar. Quando eu sei que existe lei de causa e efeito, eu não preciso me vingar. Vejam como é importante o conhecimento da lei, porque se eu acho que não tem lei, que não tem ninguém eh acompanhando o que acontece, que a lei de causa efeito não gira, eu vou querer me vingar, eu vou querer ir a desforra, eu vou guardar mágoa, eu vou guardar ódio, eu vou querer fazer tudo para desgraçar a pessoa. Aí eu não tenho paz, como que eu vou ter paz? Então o Buda dizia, tem que ter conhecimento espiritual, ou seja, você tem que saber o mecanismo da lei, que é aquilo que a doutrina espírita hoje nos entrega. E e para entender que você não deve fazer isso e olhar para o ensinamento de Jesus, que ele diz: "Não te vinga, não guarda mágoa, não, não, não faça isso." Então, você precisa necessariamente compreender as leis espirituais e depois colocar essas leis em prática. Na medida em que nós vamos fazendo isso, a própria lei de causa e efeito vai aliviando para nós. As nossas famílias serão famílias mais saudáveis, com menos laços de desafeto. Na medida em que eu perdoo, o meu corpo vai se tornando um corpo mais saudável.

de causa e efeito vai aliviando para nós. As nossas famílias serão famílias mais saudáveis, com menos laços de desafeto. Na medida em que eu perdoo, o meu corpo vai se tornando um corpo mais saudável. Eu vou tendo menos doenças. Então eu vou sendo naturalmente mais feliz, tendo mais paz. Na medida em que eu perdoo, eu vou tendo menos inimigos. Então, as minhas histórias de vida, elas são menos complicadas. Eu vou tendo oportunidades mais doces de viver a vida. Posso até, de repente, viver em uma sociedade melhor do que essa que vivemos hoje. O próprio planeta tem sociedades mais difíceis e sociedades mais amorosas. a gente pode, de repente, pelo movimento que faz merecer a paz de viver num local mais tranquilo. Então, veja como o ensinamento do Cristo sobre a questão da busca da paz não é um processo instantâneo, é uma receita, como diz Joana de Angeles, para que nós encontremos a paz. é a redescoberta do pensamento de origens, como Jesus, como sendo o guia para a nossa felicidade e paz. é o reencontro com o pensamento do Buda quando nos propunha o conhecimento espiritual como a grande verdade para a libertação do sofrimento. é a possibilidade de nós conhecermos a doutrina espírita que, através dos seus múltiplos ensinamentos, liberta a criatura humana de seus múltiplos processos de dor e abre as portas para a paz interior que ninguém, ninguém poderá tirar, porque quanto mais se ama, mais felicidade, mais paz íntima nós teremos, independente do que esteja acontecendo lá fora. a minha serenidade de espírito imperturbável pelo conhecimento espiritual e a certeza das leis que nos cercam e que garantem a todos nós a felicidade que o Senhor nos prometeu, porque nós todos somos de Deus. Uma boa tarde para todos nós.

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