CONECTANDO COM O PALESTRANTE GUSTAVO MUSA | 09/02/26 | 20h30
"Conectando com o palestrante" é um programa do canal CONECTA ESPIRITISMO no formato de entrevistas com o objetivo de apresentar ao público informações pessoais dos mais requisitados palestrantes do movimento espírita. Conduzido por Paulo Witter, do CEAK Conchal/SP, vai ao ar todas as segundas, às 20h30! O convidado desta vez é Gustavo Musa @gustavo.espiritismo formado em Educação Física, psicanálise e orador espírita. Conecte-se conosco! https://www.youtube.com/@ConectaEspiritismo https://www.instagram.com/conectaespiritismooficial/ #kardec #kardeciscmo #espiritismo #evangelho #conectaespiritismo ✅ Inscreva-se no canal 👍 Deixe seu Like ✍️ Escreva seu comentário 🔔 Ative as notificações para não perder nenhum vídeo. 📲 Compartilhe com seus amigos.
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Estamos aqui para mais um conectando com o palestrante e hoje com alegria de receber o nosso querido Gustavo Musa. Boa tarde, bom dia, boa noite, boa madrugada, Gustavo, que a gente não sabe quando que o pessoal vai ver, não é? >> Exatamente. Obrigado a todos que estão conosco. Obrigado você pelo convite, Paulo. Muito feliz de poder conectar com o pessoal e bater um papo aqui por alguns minutos. Vai ser um prazer para mim. Obrigadão. >> Prazer todo nosso. Agradeço o teu tempo, a tua disponibilidade. Eu já queria começar te pedindo para fazer uma prece pra gente. Pode ser? >> Vamos lá. Foquemos nosso pensamento na figura de Jesus, nosso divino amigo. E assim, Jesus, nós neste início de atividade, rogamos o teu amparo e a tua proteção através dos teus emissários que estão conosco e que nós possamos nos próximos minutos focarmos as nossas palavras, os nossos pensamentos no bem, para que aqueles que estão conosco possam sentir a tua presença e assim nós possamos ter um bom encontro proveitoso a todos que agora nos acompanham. Ser conosco, querido amigo, hoje e sempre. Que assim seja. >> Que assim seja. Muito bem. O nosso programa, só paraa gente rememorar, é tem o propósito de apresentar, de trazer detalhes, informações destes queridos palestrantes que nos oferecem tanto o nosso movimento espírita brasileiro. E o Gustavo é um jovem, mas é um jovem que já tem a sua a sua projeção, a sua relevância, movimento espírita. Ele estará conosco no Conecta Campinas daqui a alguns dias, no dia no dia 20, né, Gustavo? Então, como é um programa de entrevistas, eu não vou te apresentar, eu vou pedir para que você comece contando pra gente sobre a sua trajetória, a sua família, a tua cidade, como que você surgiu no Mov espírita. >> Eu vou te devolver a pergunta como brincadeira em tão descontraída e informal. Tá bom, Paulo? Quantos anos eu tenho? Paulo >> você. Você tem uns 35. Eu >> adoro quando falo Gustavo é um jovem tá aqui conosco. Olha, eu realmente me
como brincadeira em tão descontraída e informal. Tá bom, Paulo? Quantos anos eu tenho? Paulo >> você. Você tem uns 35. Eu >> adoro quando falo Gustavo é um jovem tá aqui conosco. Olha, eu realmente me sinto jovem, mas eu tô perto dos 50, né? Com a graça de Deus. É, tô fazendo 48 esse ano, né? Sou de 78. Sou jovem, né? Mas não sou aquele jovem de 20, de 22, aqueles que realmente são jovens, né? Eu eu fico feliz quando as pessoas me apresentam como um jovem, pois se idade for só um número e a jovialidade estiver na alma, estiver na cabeça, todos nós podemos ser jovens a qualquer momento. Então sou Gustavo Musa, sou aqui de São José do Rio Preto, a terra do calor. A gente vive aqui sempre com muito calor. Essa época do ano faz um pouquinho mais de chuva e ajuda a quebrar o calor. Tenho 47 anos, tô fazendo 48 daqui a pouco, né? E não nasci em B Espírita. A minha a minha trajetória dentro da da doutrina espírita começou há uns 20 anos atrás, mais ou menos, quando na época eu me tratava de depressão, eu não tava legal, precisei ir ao médico, precisei passar por psicóloga e então eu entendi que eu precisava de algo a mais do que médico, que eu precisava de algo a mais do que psicólogo. E perto de onde eu trabalhava tinha um centro espírita, associação espírita Allan Kardec. Eu falei: "Eu vou lá conhecer". Aí fui lá, conheci, tinha uma palestra, duas, três, nunca mais parei, gostei, me identifiquei com aquilo que eu que eu vi ali. E ali eu comecei a estudar, ali eu comecei a trabalhar, ali eu fiz as minhas primeiras palestras, ali eu fiz os meus primeiros trabalhos dentro da doutrina espírita com salas mediúnicas, né, com atividades de coral, enfim, outras atividades que a casa desenvolvia. Então ali eu fui conhecendo um pouco da teoria e da prática da doutrina espírita, né? A minha formação profissional, sou professor de educação física, mas hoje em dia não atuo mais na área. Fiquei muitos anos na área. Hoje em dia eu trabalho numa indústria de alimentos e sou psicanalista. Então a
mação profissional, sou professor de educação física, mas hoje em dia não atuo mais na área. Fiquei muitos anos na área. Hoje em dia eu trabalho numa indústria de alimentos e sou psicanalista. Então a gente divide a nossa semana, né, eh um pouco lá na indústria e um pouco na clínica, atendendo os nossos pacientes eh nas sessões de psicanálise clínica. Sou Gustavo, casado, pai de dois filhos, né? É aquele que se esforça para melhorar todos os dias. É bom que você dê essa oportunidade, Paulo. Se deixar, eu falo o dia inteiro, hein? Se deixar, eu vou falar. >> Vamos embora. >> Perdemos o sinal e voltamos, né? >> Voltamos. Voltamos. Às vezes a pessoa olha para o o palestrante como alguém que tá em tese, né, acima dos demais. Isso não é verdade. Eu me esforço tanto quanto os nossos colegas para combater o orgulho, para combater a vaidade, o egoísmo, para aprender perdoar, para moderar o meu tom de voz que ainda se excede em alguns momentos. Então, o fato da gente ser palestrante só quer dizer que a gente preparou algum conceito, algum assunto para subir no palco e falar, mas na prática somos todos iguais, em busca de melhorias pessoais, íntimas, reformas, né? Então, às vezes, a pessoa vê o palestrante, aí conhece a gente no dia a dia, fala: "Ah, mas ele é isso, mas ele brigou com a mãe, ele brigou com o pai, ele falou tal coisa, tá vendo? Ele vai lá no palco, ele fala tudo diferente. Isso é uma hipocrisia. Ah, não é hipocrisia não. A gente também tá na luta aí para acertar. E graças a Deus que nós temos a doutrina espírita que nos dá o caminho, né? Conhecer a teoria, ajuda que a gente possa praticar, mas ainda assim precisa haver um esforço muito grande pra gente andar na linha. >> Perfeito. Gustavo, eu achei interessante você colocar essa nesse momento, essa não idolatria, né, que se faz ao palestrante também não esperar que ele seja perfeito, porque não é, né? É tão, é tão bonita a a proposta e a e a própria hierarquia do movimento espírita, que não existe hierarquia eh
é, que se faz ao palestrante também não esperar que ele seja perfeito, porque não é, né? É tão, é tão bonita a a proposta e a e a própria hierarquia do movimento espírita, que não existe hierarquia eh essencialmente, né? Quando basta que nós tenhamos boa vontade, um pouquinho de coragem, e eu brinco às vezes de cara de pau, né? De subir no palco e falar sobre a doutrina. Então, a gente não vai ser mesmo eh o exemplo que as pessoas esperam que sejamos quando estamos numa tribuna, mas como diz Kardec, né? Eh, o espírito é reconhecido pelos esforços que faz por do as suas más tendências e inclinações, né? Então, a gente estando no propósito de melhorar, como você bem colocou agora a pouco, buscando se melhorar todos os dias, é o que mais conta, não é? >> É exatamente essa é a nossa proposta, né? O desafio é igual para todo mundo. Então, que a gente possa eh quebrar esse essa estigma, né, de que aquele que está fazendo a palestra, ele talvez as pessoas ainda imaginem que é um Chico Xavier, mas o Chico era só o Chico. gente, vou falar por mim, talvez os outros colegas tenham facilidade, mas eu em particular tenho muita dificuldade eh em domar os meus instintos, mas tô aqui, ó, firme e forte, buscando eh a minha melhoria, que a proposta do espiritismo é isso, né? O espiritismo não veio para eh apenas ser uma base de estudo, não veio para ser uma ciência, espiritismo, é pra gente se transformar. Então, se a gente entender isso e começar na prática fazer os ajustes, ainda que seja um pouquinho, já melhorou. A ideia não é sair daqui perfeito, isso vale para todo mundo que tá assistindo a gente. A ideia é sair daqui melhor. Nós não precisamos se preocupar em sair daqui o dia que eu voltar para o plano espiritual, estar perfeito, que não é possível para o momento. Então, a ideia não é perfeição, a ideia é melhoria. Se a gente conseguir dar um passinho, esse passinho vai ser muito útil na nossa marcha. Afinal de contas, não somos espíritos que tivemos um começo, mas não teremos um fim.
feição, a ideia é melhoria. Se a gente conseguir dar um passinho, esse passinho vai ser muito útil na nossa marcha. Afinal de contas, não somos espíritos que tivemos um começo, mas não teremos um fim. Teremos bastante tempo para andar. >> Maravilha. E você disse que esse esse teu contato com a doutrina espírita lá no Allan Kardec foi assim muito rápido, né? E você logo se engajou no movimento espírita, né? Eh, quanto tempo entre o início ali do no espiritismo e já começar a fazer as palestras? Ah, não vou saber te dizer isso. Dois anos, talvez. É, talvez uns do anos, né? Eu acho pouco, porque se você considerar que são cinco obras pra gente estudar na sua totalidade, para conhecer um pouco, né, da doutrina espírita para para dois anos. Então, até que foi rapaz, eu não sei te dizer exatamente, viu Paulo? Eu Mas eu me lembro que eu tava eu tava estudando, né? Eu tava no terceiro livro, mais ou menos, se eu não me engano, né? Então, a gente fez a iniciação, depois eu fiz o livro dos espíritos, aí eu tava estudando, acho que o livro dos médiuns ou ou o Evangelho, não lembro, e me convidaram para ser colaborador nos cursos, né, para que eu pudesse ajudar dando aulas. Eu falei: "Gente, eu nem comecei a estudar, eu quero estudar mais". Aí falaram assim: "É aí que você vai ter que estudar. Se você topar o desafio, aí você vai ter que estudar mais ainda, né?" Aí eu topei, comecei a ajudar os professores nas aulas, quase um estiozinho ali ajudando, pegava um tema ou outro. Depois de um curto tempo, um amigo lá da Casa Espírita falou assim: "Por que você não faz uma palestra? Você fala bem, você estuda, né? Eh, acho que seria legal você fazer uma uma palestra". E aí, nesse momento, o ego tomou conta, a vaidade subiu lá em cima e eu disse a ele, palestra. Ah, eu topo. Nossa, vou fazer palestra, vou virar palestrante. O ego ficou lá em cima e topei o convite. 5 minutos depois eu tava em desespero. Eu tava dentro de mim bravo comigo mesmo. Por que que eu topei? Eu não sei fazer palestra. Eu vou passar vergonha.
nte. O ego ficou lá em cima e topei o convite. 5 minutos depois eu tava em desespero. Eu tava dentro de mim bravo comigo mesmo. Por que que eu topei? Eu não sei fazer palestra. Eu vou passar vergonha. Onde eu tava com a cabeça que eu fui aceitar esse convite? Meu Deus. Aí eu fiquei desesperado. Eu queria procurar essa pessoa e falar: "Ó, esquece, não vou fazer palestra não, né?" Aí deixei, respirei um pouquinho, falei: "Tá bom, eu vou do meu jeitinho, conforme eu sei e vou fazer". Eu conversei com as pessoas que tinham mais experiências em fazer palestra, os palestrantes já de longa data, pedir conselhos e a partir dos conselhos deles eu montei a minha primeira palestra. Eu me lembro do primeiro conselho que eu recebi de um grande amigo, seu José Maria Milia, a gente chama ele de Milia, o seu Milia, que era um palestrante muito tradicional aqui da nossa casa espírita, né? Ele tinha 50 anos de sala de evangelização. >> Uau! >> Pessoa muito experiente. Eu falei: "Seu Milia, convidaram para fazer uma palestra e eu atrevido que sou. Eu topei, seu Milia, mas eu não sei fazer palestra, me ensina." Aí ele olhou para mim e falou assim: "Gustavo, faz o seguinte, você vai escolher um tema para fazer a sua primeira palestra e o tema que você vai escolher, você vai escolher como se fosse para você, como se você tivesse sentado na plateia e você vai falar daquilo que você mais precisa ouvir e aí você faz um tema em cima de algo que você precisa ouvir." Falei: "Ah, gostei dessa dica". Aí eu preparei um tema, né, dentro daquilo como se fosse para mim e funcionou muito bem. E aí daí paraa frente foi fluindo até até eu achar o meu caminho, né? Se você pegar as minhas palestras do YouTube lá de 15 anos atrás das palestras de hoje, é outro Gustavo. >> Uhum. >> Totalmente diferente, né? O Gustavo que fazia palestras lá no começo, não tem absolutamente nada a ver com esse Gustavo de hoje. Eu fui encontrando meu caminho. Eu acho legal a gente falar isso porque o Gustavo lá do começo era
Gustavo que fazia palestras lá no começo, não tem absolutamente nada a ver com esse Gustavo de hoje. Eu fui encontrando meu caminho. Eu acho legal a gente falar isso porque o Gustavo lá do começo era um Gustavo que era caricato, era um Gustavo que tinha algumas referências do Divaldo, que tinha referência de grandes oradores do Raul Teixeira, né? Então o Gustavo se comportava como as suas referências. Então o Gustavo punha camisa social, punha calça, sapato, né? Subia no palco e falava: "Queridos irmãos, obrigado pela nobre presença dos confrades da nossa doutrina espírita, sabe aquela coisa caricata?" Porque era o que eu via, era a referência que eu tinha. Sim, >> com o tempo fui entendendo que eu não precisava ser igual a ninguém, eu podia ser eu mesmo. Aí eu tirei a camisa, botei uma camiseta normal, aí eu tirei a calça, pus uma calça jeans, aí eu peguei um violão, comecei a tocar música em cima do palco e eu encontrei o meu caminho, né? E e acho que é isso. >> A gente tem as referências, as referências são bacanas, mas a gente precisa encontrar o nosso caminho. Uma coisa é ter uma referência, outra coisa é ser uma cópia. Então, a gente precisa ter uma referência, é legal, mas encontrar o caminho pra gente poder também eh ficar mais à vontade, fazer uma coisa como a gente gosta de fazer. >> Legal. É encontrar o estilo próprio, né? Isso é muito importante e é natural que a gente comece mesmo e vai e vá aprimorando e também mudando ao longo do tempo. E hoje as tuas palestras elas são musicadas, né? Você intercala, fala com música, não é isso? >> É, eu não sei nem se é uma palestra musical, né? Mas ela tem música. >> É, tem música, >> musicada. Não sei, né? Eu não sei o nome que eu dou para isso, mas ela tem música e eu faço questão que ela tenha música. Por quê? O Gustavo é músico de formação. Desde os meus 6 anos de idade eu toco violão, tive bandas desde os 16, 17 anos, trabalhei na noite, trabalhei com artistas, trabalhei em várias bandas, né? Fiz a minha vida em cima da música.
ormação. Desde os meus 6 anos de idade eu toco violão, tive bandas desde os 16, 17 anos, trabalhei na noite, trabalhei com artistas, trabalhei em várias bandas, né? Fiz a minha vida em cima da música. E quando eu venho pro espiritismo, um dos meus primeiros trabalhos foi ser regente de corais. Então eu fui fazer regência para coral espírita. Eu fiquei 16 anos fazendo regência para coral espírita. Coral vozes do coração. Meus queridos amigos, um beijo. E quando eu saio do coral, eu trago a música comigo pras palestras, porque a música tá na minha vida, a música tá em mim. E eu entendi que a música ela é uma grande ferramenta para amolecer o coração das pessoas que estão sentadas. A música ela conecta, ela abre um leque assim paraa mensagem chegar depois, né, onde ela precisa chegar. Leonir fala isso no livro Espiritismo na Arte. Leir, ele fala que a música facilita o intercâmbio entre os dois planos e que toda reunião de cunho religioso, ele não fala espírita, ele fala que toda reunião de cunho religioso deve ter a música, porque a música facilita o trabalho dos nossos irmãozinhos. Então eu faço questão de colocar música, mesmo não sendo cantor. Eu sei que eu não sou um cantor. A proposta, e eu falo no começo das palestras, né? A proposta não é me apresentar como cantor, porque não sou. A proposta é trazer a música para o momento da reflexão espírita, porque os nossos irmãos católicos, nossos irmãos evangélicos já entenderam a importância da música no momento do culto, no momento da reunião. E a gente ainda tá começando a entender isso. Então, faço questão que tem a música. Eu canto uma música no começo, uma música no meio e uma música no final. Então, uma palestra de 1 hora, eu gasto 12 minutos com música. É pouquinha coisa. O resto todo é uma palestra expositiva normal, mas eu vou recheando com a musiquinha aqui, outra ali, pra gente poder eh tocar as pessoas e no conect nós vamos ter exatamente uma intervenção musical, nem vai ser uma palestra, né? Estaremos, posso falar, né?
recheando com a musiquinha aqui, outra ali, pra gente poder eh tocar as pessoas e no conect nós vamos ter exatamente uma intervenção musical, nem vai ser uma palestra, né? Estaremos, posso falar, né? >> Posso falar, né, Paulo? É, estaremos eu e Maurício Keller. Para mim é uma honra. Maurício Keller é o meu ídolo na música espírita. Eu já falei isso para ele, já abracei ele, já chorei no ombro dele. Hoje se tornou meu amigo e eu tenho orgulho de falar que sou amigo do Maurício. Quando eu comecei a me tratar de depressão, fica emocionado. Quando eu comecei a me tratar de depressão e que eu tava no fundo do poço, eu comecei a entender o caminho. Eu chegava do centro, naquela época eu morava sozinho, sentava no sofá da minha casa e punha o G para tocar. Eu ficava ouvindo as músicas do Maurício e foi a partir das músicas do Maurício, em especial a música flutuar, que eu fui me identificando com o movimento espírita, porque a música bate em mim, né? Eu escuto música. Então foi ouvindo o Maurício Keller que eu saí do fundo do poço. Aí dia desses tô fazendo um evento em Goiânia. Quem que eu encontro no camarim? Maurício Keller. Aí eu abracei ele, chorei, agradeci. A gente trocou o WhatsApp, ficamos amigos, aí ele começou a me ligar, eu passei a retornar para ele, a gente se encontrou em outros congressos, nos encontramos em Sergipe, no congresso lá de Sergipe, né? Fizemos música juntos. Então hoje eu tenho alegria de tá próximo de uma pessoa que para mim é uma referência dentro da música. E lá no Conecta Espiritismo, eu e Maurício Keller no palco, nós vamos fazer uma intervenção musical, não vai ser uma palestra. Olha que legal essa essa proposta que nós estamos trazendo. A gente vai pegar uma música, explicar a letra da música na visão espírita e depois nós vamos tocar a música com a participação da plateia cantando junto conosco, né? >> Show. é uma forma de levar a mensagem espírita, de falar de espiritismo sem ser uma uma palestra propriamente dito. E aí, nesse momento, nós vamos ter uma
ção da plateia cantando junto conosco, né? >> Show. é uma forma de levar a mensagem espírita, de falar de espiritismo sem ser uma uma palestra propriamente dito. E aí, nesse momento, nós vamos ter uma participação especial, que eu vou deixar em segredo, mas que vai tá lá com a gente em cima do palco participando também desse momento que vai ser incrível essa intervenção musical que nós vamos poder fazer lá em Campinas. Muito legal, muito legal e muito bonito isso, essa essa tua referência ao Maurício Keller, porque ele realmente ele tocou e toca muitos corações há muito tempo, né? Muito tempo. Também gosto demais das da música deles, dele e daí do grupo e tal. Eh, me diz uma coisa, eh, você, se você quiser, obviamente, né, Gustavo, eh, sobre esse período sobre a depressão, você poderia deixar uma palavra para que para aqueles que hoje estão num processo de depressão ou de ansiedade, enfim, saúde mental, né? É, eh, olha, nós precisamos entender que saúde mental é uma preocupação que nós precisamos ter. Não é frescura, não é vaidade, não é coisa de maluco, né? Coisa de gente fraca, de maneira alguma. Nós precisamos entender que a nossa saúde geral, né? Porque nós somos corpo, somos mente, somos espírito, tá tudo junto. Vamos ligar essas três partes. E que a saúde mental ela precisa ter um uma atençãozinha especial da gente, porque ela tem feito cada vez mais vítimas. Eu fui uma delas através da depressão e eu encontrei o caminho. E a minha mensagem para quem tá assistindo e passa pelo problema é que tenha calma. Isso passa. Porque quando a gente tá no meio do problema, o furacão tá agitadíssimo, a a impressão que a gente tem que não vai passar. A impressão que a gente tem é que não tem mais o que fazer e nem tenho para onde correr. Mas eu digo para você, com todas as palavras, você que tá me ouvindo agora, tem saída, dá para passar. Então, que você tenha calma e equilíbrio para procurar suporte e poder resolver o seu problema. É um problema de três vias. É preciso cuidar
s, você que tá me ouvindo agora, tem saída, dá para passar. Então, que você tenha calma e equilíbrio para procurar suporte e poder resolver o seu problema. É um problema de três vias. É preciso cuidar do corpo, porque de fato o corpo está adoecido. É doença do corpo físico. Os neurotransmissores não estão funcionando mais como funcionavam antes. Então a gente precisa adequar o aparelho físico para conseguir se recuperar. Isso muitas vezes vem através de remédios que o médico passa para o corpo físico se equilibrar. Nós precisamos sim equilibrar e acalmar a mente para que a gente possa ter tranquilidade para equilibrar as instâncias da mente, que já falo como psicanalista, de ego, superego, para que eles possam estar em equilíbrio e a gente não seja rígido demais conosco e acabe se culpando, pesando a vida mais do que ela precisa. Então, a gente precisa de um auxílio profissional na área dos transtornos emocionais, mas nós também precisamos cuidar do nosso lado espiritual. Veja que são três lados. lado espiritual, a gente precisa entender que é preciso realinharmos os nossos os nossos valores. É preciso que a gente pense primariamente na nossa reforma íntima, né, para que a gente promova a boa sintonia com os bons amigos e a gente possa afastar aqueles que estão nos obsidiando, estão tratando a gente mal. Kardec perguntou de uma forma simples, a resposta foi mais simples ainda, Kardec perguntou como afastar os maus espíritos? Porque a gente sabe que os irmãozinhos vão se ligando a nós e eles vão influenciando os nossos pensamentos. Questão 459. A gente vai ficando envolto pelos pensamentos daqueles irmãozinhos infelizes. Então Kardec pergunta: "Como afastar os maus espíritos?" E a resposta dos benfeitores é simples, atraindo os bons. >> Não precisa nem afastar os maus, eles vão embora sozinho. Então a gente atrair os bons significa cultivar bom, bons hábitos, né? rever as nossas características morais e se realinhar. Então, às vezes, o trabalho de desobsessão é muito importante que a
zinho. Então a gente atrair os bons significa cultivar bom, bons hábitos, né? rever as nossas características morais e se realinhar. Então, às vezes, o trabalho de desobsessão é muito importante que a gente vá ao centro, que a gente possa ter um auxílio, um trabalho, né, de desobsessão, mas se não fizer reforma íntima, é enxugar gelo. A gente vai fazer a desobsessão de um amiguinho e vai vir outro, vai reter um e vai vir outro. Então, a gente precisa sim, importante desobsessão, mas sobretudo de forma íntima. Aí a depressão vai embora físico, mente e aí a gente consegue encontrar um caminho para >> perfeito. Maravilhoso. Obrigado, viu? Obrigado mesmo. Importantíssima essa colocação. E você acertou o Edivaldo anteriormente, né? Eu me lembro de uma de um seminário do Odivaldo Franco aqui em Araras, uma cidade vizinha nossa aqui. Ele vinha todo o mês de outubro em Araras. E ele disse, isso foi por volta de 2010, que por volta de 2025 nós teríamos uma pandemia de depressão, de ansiedade, saúde mental, né? E a gente tá vivendo exatamente esse momento. E aí as casas espíritas precisam, né, Gustavo, >> se adequarem e e acolherem. Olha, eh, esse problema é tão grave que em função desse problema ter se alastrado e se tornado essa pandemia, eu escrevi um livro para pessoas cansadas emocionalmente. Eu >> né, eu tive a honra o ano passado, >> eu tive a honra o ano passado de escrever um livro, mandei o material pro nosso amigo Saigusa. Saigusa analisou o material e logo ele me deu o retorno, gostamos do seu material, vamos lançar? Eu falei: "Claro que vamos, e aí ele preparou o livro, nós lançamos um livro que fala justamente para esse público. E o título do livro, eh, quase sempre que eu menciono o título do livro, ele causa uma conexão com as pessoas, né, que é manual de sobrevivência para gente cansada, >> né? Então, todos nós estamos cansados. Esse cansaço não é do corpo, é o cansaço da alma, é o cansaço que dormir não resolve. O cansaço é a sobrecarga que a gente coloca na gente. É justamente
sada, >> né? Então, todos nós estamos cansados. Esse cansaço não é do corpo, é o cansaço da alma, é o cansaço que dormir não resolve. O cansaço é a sobrecarga que a gente coloca na gente. É justamente aquele cansaço que Jesus se refere quando fala: "Vinde a mim, vós que estais aflitos e sobrecarregados, e eu vos aliviarei". Tá lá no Evangelho de Mateus, capítulo 28, Jesus fala, nos dá essa recomendação daqueles que estão aflitos e sobrecarregados, ou seja, cansados. Então, é desse cansaço que nós tratamos no livro e a gente vem eh apontando caminhos para que a vida possa ficar mais leve. Então, deixa a dica aqui para vocês também. Manual de sobrevivência pra gente cansada tá disponível aí nas nas livrarias digitais, na hiperlivos. Você pode buscar o seu livro e encontrar um caminho também, porque dando dados a que você falou que Divaldo trouxe essa, seríamos uma pandemia, no ano de 1990 nós tínhamos cerca de 640 e 650 milhões de pessoas no mundo acometidas por desequilíbrios emocionais. Hoje o último dado é 2025, quer dizer muito recente, né? Esse número de 6.5 subiu para 1 bilhã. 4 milhões de pessoas no mundo hoje estão tratando algum tipo de desequilíbrio emocional. Mas veja que esse número é muito maior que isso, >> porque ele só contempla, ele só contempla pessoas que já descobriram o problema e estão em tratamento. Ele não engloba as pessoas que têm o problema e não sabe. As pessoas que têm o problema e não foram buscar ajuda. Então, se nós formos imaginar esse 1.4, ele passa de dois, talvez 3 bilhões de pessoas no mundo hoje com algum tipo de desequilíbrio emocional. ansiedade, pânico, um luto prolongado que não se acaba nunca, depressão, borderline, entre outros que é que são frutos dos desequilíbrios que a gente sofre do dia a dia e também daquilo que a gente carrega lá dentro da gente de encarnação por encarnação. É, se a gente for observar no nosso dia a dia, né, considerando que nós somos assim, estamos acima de 8 bilhões no planeta e olharmos ao nosso redor
ga lá dentro da gente de encarnação por encarnação. É, se a gente for observar no nosso dia a dia, né, considerando que nós somos assim, estamos acima de 8 bilhões no planeta e olharmos ao nosso redor quantas pessoas estão sofrendo eh com depressão, ansiedade, wornout e outros outras questões de saúde mental, a gente vai identificar que é bem mais do que uma a cada oito, duas a cada oito, né? É um número bastante significativo mesmo. E que bom que você já citou. >> Olha, >> pois não pode completar. Pode. Depois eu >> não, só eu só ia dizer aqui que bom que você citou o Manual sobrevivência, porque eu já ia pedir para você falar sobre ele. E você tem um e-book anterior chamado Calma, não é isso? >> Isso. Isso. Foi daí que surgiu o livro, né? Foi daí que surgiu o livro. Se a gente fizer uma uma breve análise hoje, né? Todos nós temos alguém na nossa família que sofre de algum desequilíbrio emocional. É difícil quem não tem ninguém na família que está tratando uma depressão, um transtorno de ansiedade, pânico, coisas do tipo, né? Eh, eu falo que na minha família, além de eu ter tido o problema e ter tratado o problema, hoje tem mais três ou quatro pessoas que estão em pleno tratamento. Para você ver, né? é algo de ordem mundial. E ainda que eu não tenha nenhum tipo de transtorno emocional, é só um exemplo, tá? Vale para qualquer um. Não quer dizer que eu não tenho. Ainda que a gente não tenha nenhum tipo de transtorno emocional, mas uma pessoa próxima a nós tenha uma esposa, um filho, um pai e uma mãe, afeta a gente. >> A gente acaba sendo afetado também porque tá no nosso círculo de convivência, >> né? Então você conviver com uma pessoa depressiva, você conviver com uma pessoa que tem transtorno de ansiedade, requer um cuidado a mais, uma atenção a mais em todos os sentidos, porque às vezes a gente é convidado a a revidar uma palavra infeliz. Às vezes a gente é provocado alguma alguma discussão, né, que em função da pessoa está passando por algum desequilíbrio, ela acaba
porque às vezes a gente é convidado a a revidar uma palavra infeliz. Às vezes a gente é provocado alguma alguma discussão, né, que em função da pessoa está passando por algum desequilíbrio, ela acaba provocando uma discussão e se eu não tiver equilibrada e se eu não tiver compreensão do que ela tá passando, eu acabo me envolvendo em discussões, agravando o problema não só dela, mas criando problema para mim também. Então, é o problema de de alguém específico, mas que ele se amplia para todo o círculo social daquela pessoa, né? Então a gente tem que sempre tá atento com isso, mesmo que não for conosco. Por isso que é interessante fazer as leituras, acompanhar as palestras, porque a gente tem condições de ajudar as pessoas de uma maneira mais direta. Aquele que tá passando pelo problema, se eu entender o problema dele, eu tenho mais condições de oferecer. E foi daí que surgiu o livro, porque primeiro eu lancei o e-book, né? Como eu tenho uma página no Instagram que expandiu demais, cresceu, o pessoal chegou, né? E então tinha bastante gente que me acompanhava, é o Gustavo ponto espiritismo lá no Instagram. Hoje nós passamos de 400.000 seguidores. São 5 milhões de pessoas por mês que assistem os vídeos em números, somente em números, tá bom? É a página que tá eh que se expandiu mais, né? Ganhou uma visibilidade muito grande e o pessoal pedia para mim, Gustavo, lança um material pra gente estudar em casa, faz alguma coisa pra gente ler. Eu não queria fazer, não queria fazer. Falei: "Ah, vamos fazer. O pessoal tá pedindo. Aí eu fiz um e-book. Fiz um e-book e lancei na minha rede social dezenas de milhares de downloads. Muita gente baixou, muita gente comprou e queria o calma. Eu falei: "Nossa, pessoal gostou, hein? Foi muito mais bem recebido do que eu imaginava. Como o pessoal gostou bastante, eu falei: "Vou fazer um livro. Já que o pessoal gostou, então agora vou fazer um livro físico, né?" Aí que eu comecei a escrever e depois de pronto mandei lá pro Saigusa, paraa Cláudia, um beijão pros dois e aí
"Vou fazer um livro. Já que o pessoal gostou, então agora vou fazer um livro físico, né?" Aí que eu comecei a escrever e depois de pronto mandei lá pro Saigusa, paraa Cláudia, um beijão pros dois e aí a história toda andou. E hoje o livro é uma realidade e tem ajudado muito as pessoas. Posso dizer isso para você pelo retorno que eu recebo, pelo feedback que as pessoas me dão, né? Eh, sei que com a graça de Deus essa leitura tem ajudado muitas pessoas. Eu gosto de de frisar que não é um livro espírita. Isso é muito importante que eu digo, não é um livro espírito. O livro ele, claro que ele aborda o lado da espiritualidade, porque a minha compreensão dos nossos equilíbrios emocionais passa pelo lado espiritual. Sim, >> mas eu a gente coloca de uma forma abrangente, então não é um livro espírita, ainda que ele fale de Jesus, ainda que ele fale dos caminhos espirituais, dos cuidados que a gente precisa tomar e assim sendo, também não é um livro mediúnico, porque Gustavinho não tem a capacidade mediúnica ostensiva de sentar e escrever através de uma voz ostensiva de um espírito, ainda que a gente saiba que a gente sempre tá intuído, que a gente sempre tá inspirado, mas não é um livro mediúnico e não é um livro espírita. Ali eu trago a minha vivência prática de quem passou pela depressão, aliado aos meus estudos nesse tempo todo, em especial da psicanálise, para que a gente possa juntar as informações da psicanálise com os estudos do Gustavo e a vivência prática e entregar para alguém um caminho na quando tudo tá escuro, quando a luz se apaga, a gente possa oferecer um caminho para quem tá passando por esse problema. Que ótimo, que ótimo. Agora, Gustavo, você tá dizendo que não tem a mediunidade ostensiva. Nós não combinamos nada previamente para essa conversa, mas você tá antecipando as perguntas que eu ia te fazer, ou seja, você falou do livro, do manual e você já citou o Instagram, né? e citando o Instagram, eh, tua página é uma página muito importante, muito interessante. E
ndo as perguntas que eu ia te fazer, ou seja, você falou do livro, do manual e você já citou o Instagram, né? e citando o Instagram, eh, tua página é uma página muito importante, muito interessante. E eu acho até que voltando no começo da nossa conversa, quando você é chamado de jovem, eu acho que tem muito a ver com a tua página no Instagram, porque você traz ali muita jovialidade e você traz espiritismo de uma forma muito conectada com o jovem. E aí a gente te vê com esse jovem de 48 anos, né? Praticamente >> quase oito. 4 >> 40 e quase oito. >> 4 qu Exatamente. Então, eh, conta pra gente como é que foi essa essa inserção no Instagram. Você tinha o papo Kardec, depois pode isso, Kardec? E foi por aí que você >> veio depois veio tudo depois. Primeiro surgiu a página mesmo, >> certo? >> E ali por volta do ano 2020 estávamos na pandemia, >> né? E a minha página do Instagram era uma página comum. Eu postava as meus passeios com a família, festinha de aniversário, essas coisas comuns. >> E um dia eu falei assim, >> eh, um dia eu comecei a procurar conteúdo espírita, eu falei: "Eu quero seguir páginas espíritas, né? Eu quero ter acesso". Eu não achava a página espírita legal, era uma ou outra, quase não tinha. As que eu achavam não eram bem feitas, não tinham carinho, as informações não eram corretas, né? Então, não tinha uma página espírita legal. Aí eu falei, vou fazer eu, já que não tem, vou fazer eu. A partir de hoje eu nunca mais posto nada da minha vida pessoal. Tudo que eu postar a partir de hoje vai ser de espiritismo, 100%. E assim eu fiz. Na época eu tinha uns 3.000 seguidores, né? E comecei todo dia, todo dia, todo dia postar coisa espiritismo de Jesus. Um congresso meio moderado assim, né? Não tão espírita rasgado, mas comecei a postar todo dia, todo dia, todo dia. Eu tinha 3.000 seguidores. Depois de um curto período, um mês, um mês e meio, de 3.000 seguidores, eu caí para 1500. Pessoal, tudo falando me seguidor, pros parentes, os amigos, as pessoas que eram dos meus,
a 3.000 seguidores. Depois de um curto período, um mês, um mês e meio, de 3.000 seguidores, eu caí para 1500. Pessoal, tudo falando me seguidor, pros parentes, os amigos, as pessoas que eram dos meus, de onde eu trabalhava na época, do meu trabalho, pessoal, tudo foi embora. Eu fiquei com mil e pouquinho. Eu falei: "Nossa, o pessoal tá parando de seguir, ninguém gostou. Que mico, tô apagando mico, né?" Mas eu falei: "Não, não vou desistir, eu vou em frente, eu vou continuar >> dobrar aposta." >> Exatamente. Agora vou dobrar a aposta. Agora vocês vão ver. >> E continuei. Aí foi para 2000, 3.000, 4.000, 5.000, 10.000, 15.000. Começou a subir. Começou a subir. Eu falei: "Acho que eu encontrei um caminho". Até que eu tava ali com acho que uns 10.000 seguidores, mais ou menos na época, que já era muito para mim, nunca imaginei 10.000 seguidores, né? E um vídeo meu viralizou. Aí eu fiz um vídeo que por cargas d'água o vídeo viralizou. O vídeo foi para milhões de pessoas e eu de 10.000 seguidores, fui para 120, 130.000 >> em 15 dias. >> 15 dias >> era uma coisa louca. Todo dia era dois, 3, 4, 5.000 seguidores novos por dia. Realmente, eu acho que a espiritualidade falou assim: "Tá bom, você quer? Então vamos se vira, você vê o que que você faz com esse monte de gente aí". Aí foi 100.000, 200.000, 300, agora estamos com 400.000, né? ciente da responsabilidade que a gente tem, porque lá eu brinco, lá eu sou mais descontraído, mas eu sei da responsabilidade que eu tenho de falar, de trazer uma informação, de tocar um coração. E a gente tem eh essa responsabilidade porque as coisas vão acontecendo no nosso dia a dia e fica evidente o tamanho da nossa responsabilidade. Lógico que eu não vou dizer nome, mas tô gravando com você isso hoje num sábado e ontem, sexta-feira à noite, eu mais uma vez acabou virando rotina e eu agradeço a Jesus por me dar essa oportunidade. Nós recebemos uma moça pelo Instagram que estava ali para tirar a própria vida. Ela estava ali em desespero já no último
a vez acabou virando rotina e eu agradeço a Jesus por me dar essa oportunidade. Nós recebemos uma moça pelo Instagram que estava ali para tirar a própria vida. Ela estava ali em desespero já no último ato para desistir da vida. E eu recebi uma mensagem no meu direct. Aí eu abri a mensagem, era dela dizendo que tava tirando a vida e tal, tal, tal. E eu na hora liguei porque tem essa função, né? Pelo Instagram a gente pode ligar, né? E eu liguei pra pessoa, não sabia quem era, de onde tava, que que tava fazendo e eu liguei, a pessoa atendeu muito desesperada, numa situação muito difícil, chorando muito, realmente disposta a tirar da vida. E então a gente foi conversando, conversando, conversando e mais uma vez conseguimos ali reverter a situação, conversamos. Hoje acordei de manhã, liguei para ela de novo, falei: "Como é que você tá? Você tá bem? Melhorou? Tá mais calma, né?" Então, através do Instagram, tudo isso vai acontecendo através do Instagram, né? E e ela disse para mim, "Gustavo, eu tava aqui na minha casa, eu ia tirar minha vida e de repente me deu uma vontade de escrever uma mensagem para você. Eu nem te conheço." Você já imagina, né? O que que é? >> Uhum. >> Né? Eu nem te conheço. Me deu a vontade de ligar para você e mandar uma mensagem para você. Eu nunca imaginei que você fosse responder, né? Então, a gente sabe que a espiritualidade ela tá presente até na rede social. A espiritualidade se utiliza também da rede social para conectar, para aproximar as pessoas, né? Então, o nosso trabalho que parece que é uma brincadeira, que eu descontraio, que eu faço ali uma piadinha ou outra, ele toca corações, ele é capaz de ajudar as pessoas e e para mim é um motivo de muita honra, de muita responsabilidade que eu faço. >> Parabéns. Parabéns. E é muita responsa mesmo, né? Muita responsa mesmo. >> Você quer ver? Desculpa te cortar, mas dia desses eu tava fazendo uma palestra numa casa espírita e enquanto eu fazia palestra, o médico psicografava as mensagens lá naquela casa. É um hábito
esmo. >> Você quer ver? Desculpa te cortar, mas dia desses eu tava fazendo uma palestra numa casa espírita e enquanto eu fazia palestra, o médico psicografava as mensagens lá naquela casa. É um hábito deles. Enquanto o palestrante está fazendo a palestra, tem um médium que fica ali no cantinho, de vez em quando vem mensagem, às vezes não vem. Então ele psicografa e no final eles leem a mensagem ao público, né? Eu terminei a palestra, sentei na minha cadeira, a pessoa foi até o palco, ela disse assim: "Vamos ler a mensagem do dia que o nosso benfeitor mandou." Beleza? Chegou a mensagem e falou assim: "Gustavo, a mensagem hoje é para você". Eu falei: "Opa, vamos lá. Quero saber o que que os bons amigos têm para me dizer. Eles disseram assim: "Estamos felizes com o seu trabalho. Mantenha-se fiel a Kardec. estaremos. Não vou vou começar de novo. A primeira frase era assim: Novas formas de comunicação exigem novos comunicadores. Estamos felizes com o seu trabalho. Mantenha-se fiel a Kardec. Estaremos sempre aqui. >> Precisa dizer mais nada. fazer mais nada. >> Fechou. Fechou demais. Muito legal. E quando >> eu sei que eu tô amparado, ainda que eu não seja médium, eu sei que quando eu vou fazer um post, a espiritualidade me ajuda. Mas não sou eu não, Paulo. Quando você vai fazer um post com a intenção de divulgar o evangelho, a espiritualidade também te influi. Os nossos amigos que também tm redes sociais, todos nós estamos sendo instrumentos da espiritualidade para divulgar, para propagar essa mensagem, para levar o evangelho à frente. Então, essas essas pírlulas que acontecem em uma situação aqui, outra ali, elas me dão a certeza de que a espiritualidade está conosco, não é comigo, está conosco nos incentivando e dizendo: "Olha, continue, continue, vai em frente." >> Maravilha, maravilha. Aliás, eu vi uma postagem sua excelente que você utiliza aquele encontro da Adel com Serine Dion >> e você comentário sobre foi muito legal aquilo, muito bom, parabéns. >> Excelente.
vilha, maravilha. Aliás, eu vi uma postagem sua excelente que você utiliza aquele encontro da Adel com Serine Dion >> e você comentário sobre foi muito legal aquilo, muito bom, parabéns. >> Excelente. >> Legal. >> Fala rapidinho pra gente coisas do nosso dia a dia pra visão espírita. >> Sim. A gente não precisa pegar o evangelho, abrir lá no capítulo seis, o Cristo consolador e estudar um capítulo, um vers, uma frase, um parágrafo de uma forma mais formal, aquela não. Pega um assunto do dia a dia e fala: "Ó, tem isso aqui de espiritismo." Agora eu comecei a fazer versão de músicas e não é versão, interpretação de músicas na visão espírita. Então, eu pego lá a viagem do Roupa Nova na Visão Espírita. >> Uhum. tocando em frente do Amir Sat na visão espírita. Então eu tô trazendo as músicas e dando um olhar espírita, né? É algo do cotidiano, é algo do dia a dia >> que pode nos ajudar a falar de espiritismo também. As pessoas gostam disso, >> com certeza. e gosto muito e o teu trabalho tá sendo realmente eh muito importante e atingindo um público diferente, digamos que furando a bolha do movimento espírita, tá? Então, parabéns por ele. Parabéns. >> Obrigado. Fico muito feliz. >> E pra gente caminhar pro nosso final, Gustavo, nós temos aqui uma sessão que que eu chamo de tríades, >> porque o nosso codificador, ele gostava muito de tríades, né? A gente vai olhar lá na no no na codificação, tem várias tríades. Ele como um bom celta reencarnado, né? Os celtas eram zeiros e vezeiros das tres. Então eu vou te pedir para que fale pra gente sobre três livros espíritas da sua preferência. >> Ah, vou para Kardec, não tem jeito. Não tem jeito. Só vou sair um do Kardec, então. Só vou sair um do Kardec. Livro dos espíritos. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Eu vou colocar um terceiro que não é Kardec, Paulo Estevan, que é clássico, né? Então vamos lá. O livro dos espíritos, >> o o Evangelho Segundo o Espiritismo e Paulo Esteva. >> Maravilha. Muito bom. Bom, para fugir do espiritismo agora, três livros não
stevan, que é clássico, né? Então vamos lá. O livro dos espíritos, >> o o Evangelho Segundo o Espiritismo e Paulo Esteva. >> Maravilha. Muito bom. Bom, para fugir do espiritismo agora, três livros não espíritas. >> Três livros não espíritas. Então, vamos lá. Eh, memória de um suicida, da Igone. >> Não espíritas. >> Ah, não espíritas. Não espíritas. Ih, rapaz, eu tenho lido tão pouco não espírita que eu não sei que o último que é o Li de não espírita. O que eu li de não espírita por último que eu tenho de memória. Ixe, vou lá para trás, hein? >> Vou lá para trás. >> É o caçador de pipas. >> Sim. E ah, meu Deus do céu, Sain. >> Nossa, é um famosíssimo do lá do Luvre que roubaram a Monalisa. Meu Deus do céu. >> Sim. O código da 20. >> Código da 20. Isso é foram os dois que eu licença espírita e o meu manual de sobrevivência, né? Então ficaria caçador de pipas que é lindíssimo. Recomendo para vocês lerem o código da 20. Eu vou falar do meu aqui, manual sobrevivência, pra gente pensar. >> Perfeito. Muito bom. Maravilha. Agora três filmes inesquecíveis para você. >> Três filmes. Pode ser de todas as categorias, >> como preferido. >> De o mensageiro da paz. Nosso lar, o original um, né? É, >> e vou para um clássico da minha época de de garoto, Titanic. >> Ah, então vamos pro class. Então, Edivaldo, que para mim o filme espírita mais bonito, mais bacana que eu já assisti, temção, muito bem feito, um enredo lindo. Adoro o filme do do Divaldo, nosso lar. Vou citar o Titanic aqui também, que eu gosto do do Titanic. Na época me me tocou muito e ainda para mim é um filme inesquecível. E falando em filmes, né, eh, lá no congresso de Uberlândia, você deve estar sabendo disso, o Mir Camargo anunciou que a FEB foi procurada pela Universal, >> pela Paramont e pela Disney para fazer, >> não é? Sete. >> Sete. >> Sete filmes. >> Maravilha, né? Muito bom. Fiquei muito feliz. >> Maravilha. É isso aí. Eh, só vem confirmar aquilo que nós já sabíamos através das das inspirações de Chico e de outros grandes amigos de que
filmes. >> Maravilha, né? Muito bom. Fiquei muito feliz. >> Maravilha. É isso aí. Eh, só vem confirmar aquilo que nós já sabíamos através das das inspirações de Chico e de outros grandes amigos de que o espiritismo, no momento adequado, se espalhaaria pelo mundo, né? Hoje o Brasil, coleção do mundo, pátria do evangelho, tem muito a ver com isso. Então, a gente concentra aqui no Brasil esse polo da doutrina espírita, a gente aprende o espiritismo, a gente tem contato com a obra espírita e depois isso começa a se espalhar tanto nessa encarnação como também nas nossas próximas encarnações, onde aqueles que já tiveram mais contato com a doutrina e que já aprenderam um pouquinho, provavelmente vão encarnar em outros polos do mundo, em outros locais do mundo, levando o seu conhecimento para poder ser em outros polos do mundo também propagadores do conhecimento que adquiriram aqui no coração do mundo, a pátria do evangelho. Então é o é o começo da gente ver, né? Imagina a visibilidade que vai ter a obra espírita através da dos grandes estúdios norte-americanos. Isso vai se espalhar pelo mundo pouco a pouco. Eu tenho certeza que a realidade do mundo em 30, 50 anos vai ser totalmente transformada, diferentemente do que é hoje. >> Perfeito. E você citou, né, Brasil, coração do mundo, pá do evangelho. O o Elará, ele nos ele fala, citando a obra, e essa ideia tua que nós somos as emácias, porque qual é a função do coração no mundo, né, no corpo humano não conta, não conta para ninguém, mas eu roubei essa fala do Elará e eu falo das minhas falas. >> Estamos junto, então. Estamos junto. >> Eu já falei, el falei Jorg, eu roubei tua fala, viu? Falo nas palestras, ele fala, pode falar, musa? Pode falar à vontade, musza. >> Eu >> é isso mesmo, cara. Que >> o mais fácil é roubar a palestra dele, roubar tema dele, fala dele. Então tá tudo certo. Ele autoriza vai repetindo. E para acabar a sessão das tretes, Gustavo, três personalidades espíritas ou não que você admida. Jesus Cristo,
stra dele, roubar tema dele, fala dele. Então tá tudo certo. Ele autoriza vai repetindo. E para acabar a sessão das tretes, Gustavo, três personalidades espíritas ou não que você admida. Jesus Cristo, Jesus de Nazaré. a personalidade mais histórica, mais emblemática, mais importante que nós temos, que já passou por esse planeta. Aí se eu falar Chico Xavier, eu vou tá sendo vou est sendo muito pieles. Então eu vou trazer aqui pro nosso nosso contexto mais próximo. Gente, é difícil isso, viu? Você me pegou de surpresa, né? Mas eu vou ficar com vou ficar com o Chico. A obra do Chico é muito grande. O coração. Ó lá, ó ele aí, ó. Ó ele aí, ó. A obra doado, >> né? Eh, se você me pedisse para falar 10 era mais fácil, mas falar três é difícil porque eu vou ser injusto com muita gente, >> né? Eu poderia falar o Divaldo, eu poderia falar pessoas mais do nosso cotidiano, que eu fui muito fã do Aton Sena, eu poderia trazer para esse outro contexto, mas eu tô aqui pensando para não ser injusto. Então, mas eu vou ficar com Jesus Cristo, eu vou ficar com com o nosso Chico e vou trazer pro Aton Sena, vai pro nosso dia a dia aqui. Não vou mudar. Tá vendo como é que é difícil? Vamos fazer a seguinte, então. Três, >> eu vou para Madre Teresa, >> tá? Três espíritas, então, e três não espíritas para ampliar um pouquinho lá completar o ponto. Não, olha, eu vou não ser eu vou não somente aos espíritas, tá bom? >> Mas eu vou falar de uma forma geral. Então vamos lá para Jesus Cristo. Vou colocar o Chico e vou completar essa essa essa tríade religiosa, essa tríade cristã com Madre Teresa, tá? Então ficamos com esses três. E fora aqui do nosso cotidiano, eu tenho que ir para os anos 80. É o Aton Sena, que foi o meu ídolo, foi uma referência para nós todos aqui no Brasil. Depois eu cresci mais um pouquinho, né? E e eu vou citar o Rogério Ceni aqui. Oh, são Paulino machucado. São Paulino machucado. >> Viúva do Rogério. Viúva do Rogério. Mas eu vou colocar o Rogério porque o Rogério é um exemplo de lealdade, né, de
u vou citar o Rogério Ceni aqui. Oh, são Paulino machucado. São Paulino machucado. >> Viúva do Rogério. Viúva do Rogério. Mas eu vou colocar o Rogério porque o Rogério é um exemplo de lealdade, né, de fidelidade. O Rogério é um exemplo de de dedicação, de disciplina, né? Se o Emanuel pediu pro Chico disciplina, disciplina, disciplina. Rogério vivenciou isso dentro da sua profissão no treino, treino, treino, disciplina, disciplina, disciplina. Ele nos ensina muito mais do que futebol, sem clubismo. Você que torce para outro time. Tem muita lição pra gente aprender com a disciplina daquele rapaz que foi responsável por ele alcançar níveis tão altos como ele alcançou. E aí pro final eu vou dizer aqui, olha, eu vou falar, mas depois 5 minutos eu vou falar, nossa, devia ter falado outro. Me vem na cabeça o Silvio Santos. Eu vou ficar com o Silvio Santos. Vou ficar com o Silvio Santos, que também faz parte da minha infância, da minha adolescência. >> Eh, alguém que uma pessoa que humana, todo humano tem os seus defeitos, né? Assim como eu poderia citar o Pelé, mas eu vou ficar com o Silvio Santos, que é uma pessoa que cresceu na vida, uma pessoa que se dedicou ao bem, uma pessoa que formou família, que não deixou só um um legado financeiro, não, não é isso que importa. Eu acho que eu sempre gostei da história do Silvio Santos, então eu vou citar o Silvio Santos. >> Perfeito. Aliás, eu vi o filme sobre ele esses dias, gostei bastante. Passei admirá ainda. Você me pegou, hein? Se eu pudesse pensar, eu falaria diferente. Mas tá bom. >> Não, mas foi muito bom, muito bom, muito bom. Excelente, Gustavo. Muito, muito obrigado. >> Tanto brasileiros ilustres aqui. Eu já tô pensando aqui na nossa história, >> né? na na contribuição que outros nomes trouxeram pra gente, um Santos Dumon, Carlos Drumon de Andrade, devia ter falado ele, mas tá bom, tá bom, >> tá ótimo, tá ótimo, >> muito bom, muito bom mesmo. Obrigado, viu, querido? Obrigado pelo teu tempo, pela tua disponibilidade. Vou fazer aqui
on de Andrade, devia ter falado ele, mas tá bom, tá bom, >> tá ótimo, tá ótimo, >> muito bom, muito bom mesmo. Obrigado, viu, querido? Obrigado pelo teu tempo, pela tua disponibilidade. Vou fazer aqui uma breve uma breve prece pra gente poder finalizar, tá bom? >> Tá bom. Agradecemos, Senhor, essa oportunidade, esse ensejo. Agradecemos por tudo que nos tem dado, por todas as bênçãos, por toda a proteção, por toda a orientação e que nós possamos estar a cada dia que passa mais conectados com a tua vontade, com as tuas leis, para que possamos colocá-las em prática e assim sermos melhores a cada dia. Obrigado, Senhor. Obrigado a você que nos assiste. Muitíssimo obrigado mais uma vez, Gustavo. Foi ótimo. Ficaria aqui mais algumas horas conversando contigo. >> Eu também. >> Obrigado. >> Muito bom mesmo. Abraço. Até o conecto. >> Até lá. Ciao ciao ciao.
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