PÉTALAS DE LUZ | RENUNCIAR | #03 6T | 17/02/26 | 17h15
Programa: PÉTALAS DE LUZ Com Jane Nixon (ESP), Jorge Elarrat (PR) e Paulo Witter (SP) 17/02/2026 | terça | 17h15 Episódio #03 | 6ª Temporada Tema: RENUNCIAR Capítulo 154 da obra: "Caminho, Verdade e Vida" Espírito: Emmanuel Médium: Francisco Candido Xavier Editora FEB. O programa "PÉTALAS DE LUZ" está em sua SEXTA temporada e é apresentado todas as terças, às 17h15, trazendo comentários e reflexões com base nas obras da coleção Fonte Viva, de Emmanuel, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier. Atualmente estamos estudando a obra "Caminho, Verdade e Vida". APRESENTAÇÃO: Jane Nixon é natural do Rio de Janeiro, espírita desde 1998, vinculada ao movimento espirita espanhol desde 2006 como trabalhadora do Centro Espírita Clara de Asís de Sevilla e colaboradora do Centro Espírita Manuel y Divaldo (CEMYD) de Reus. Jorge Alberto Elarrat Canto nasceu na capital do Amapá, é espírita desde 1980, atuante em atividades de Juventude, trabalhador das áreas de Estudo Doutrinário e da Unificação do Movimento Espírita junto à Federação Espírita de Rondônia (FERO), por ter morado por muito tempo em Porto Velho/RO. Atualmente reside em Curitiba/PR onde colabora no Centro Espírita Recanto da Prece. Paulo Witter Gelly, nasceu em Araras/SP, reside em Conchal/SP, é espírita deste 1990, trabalhador do Centro Espírita Allan Kardec | Conchal (SP) e colaborador do canal Renovando Consciências, Aracaju/SE. Playlist do programa no Youtube: https://www.youtube.com/playlist?list=PLyjoxS6cBWL32dsVpe5suxzuYU5J7P-js ✅ Inscreva-se no canal 👍 Deixe seu Like ✍️ Escreva seu comentário 🔔 Ative as notificações para não perder nenhum vídeo. 📲 Compartilhe com seus amigos. Canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS Consciência e Espiritualidade
เ เฮ Olá, bom dia, boa noite, boa madrugada, boa tarde, Jixon. Boa tarde para mim, boa noite para ti. >> Exato. Bom, olá todo mundo. E dependendo do momento, né, e do lugar onde vocês estiverem vendo, a gente pode escolher a saudação. Mas o que a gente quer dizer, sejam todos muito bem-vindos ao nosso querido Pétala de Luz. >> Muito bom, muito bom. Em plena terça de carnaval, cá estamos nós no bloquinho dos lilás, como é que é isso? A gente tá no no bloquinho colorido, né? >> Estamos uniformizados aqui. Nosso abadá do pétalas. Muito bom, muito bom. Nosso querido Jorge está em Porto Velho. Ele está numa atividade lá do movimento espírita em Rondônia. Então hoje não o teremos, infelizmente, mais uma vez. Esperamos contar com ele na próxima, né, Jan? >> Vamos ver se consegue tão ocupada, né, Paulinha? Esse é o problema. Esse é o problema. >> Tá difícil, tá difícil, >> tá difícil. Um dia a gente consegue. >> Vamos, vamos que vamos. Vamos fazer a nossa aula desescrição. Vou começar aqui narrando como nós estamos expostos na tela. Eh, nós temos um pano, um plano de fundo na cor marrom. Estamos em dois retângulos na horizontal. Janini Nixon está no retângulo à esquerda, eu estou à direita. Eu sou o Paulo, tenho 55 anos, tenho pele clara, cabelos grisalhos, uso um óculos de aro preto, uma barba de mais ou menos uma semana por fazer, visto uma camiseta que eu vou chamar de lilás em homenagem a Dijavan. E atrás de mim tem uma parede branca e uma guarda de cama. E do meu lado esquerdo aparece uma janela de madeira. E tu, Jane? Olá, bom. Eu sou Janini, sou uma mulher de 47 anos. Acreditem, gente, eu sou mas depois de 20 anos na Europa, sem tanto sol, eu tô desbotadinha, mas eu sou Do cabelo encaracolado, longo. Eu uso também óculos, tá? Meu óculos de marrom, assim mais quadradinha, com detalhes dourados. Eu estou em homenagem a Rita. Estou vestindo um uma camisa de manga larga rosa choque, que aqui ainda tá friozinho, então tô, né, de manga comprida. Eh, hoje não tem nem nem brinco nem
alhes dourados. Eu estou em homenagem a Rita. Estou vestindo um uma camisa de manga larga rosa choque, que aqui ainda tá friozinho, então tô, né, de manga comprida. Eh, hoje não tem nem nem brinco nem nada, só um batonzinho mesmo nos lábios. Atrás de mim, lá no fundo, eh, mais ou menos na parte central, dá para ver a porta do meu escritório. Do lado esquerdo ao fundo, a gente vê uma estante de livros. Aqui na minha direita também tem outra estante. À esquerda, uma caminha, que aqui é meu quarto de hóspulinho resolver vir para cá. E hã e é isso. >> Excelente, excelente. Antes de nós irmos paraa nossa prece inicial, dar um boa tarde aqui para quem tá chegando, pra nossa Elsa Azevedo, daqui de Rio Claro. Super abraço para você também, Elsa, nosso Heitor Barreiros, Belém do Pará, meu querido Eitor, tudo de bom para ti. Olha quem tá aqui, o Júnior Goê Goioerê, muito bom. Que legal ter você com a gente, Júnior. Nossa, Stelux Martins também aqui de São Carlos. Estux tava na na maratona do Carnal também? Não tava não. >> Tava tava. >> Ah, muito bom, muito bom. Terezinha Falker, muito bem. Que legal ter você com a gente. Era que é de Brasília, Terezinha, mas também conosco, Delmo, como é que é isso? Delmolana. >> Delmolana. Sim. >> Boa tarde. Tô aguardando o estudo que deve ser maravilhoso com a bção do Cristo, nosso rei eterno. Bem-vindo, bem-vindo, bem-vinda. Vânia Bertolino também conosco. Boa tarde a nossa querida Enza aqui de Campinas. Beijo para você, Enza. A nossa Jaqueline também conosco. Muito bom. Flavix, olha só quem tá aqui, gente. Boa tarde, carnavalesca, a todos. Ela que é de Vitória, Espírito Santo. Muito bom. Olha aqui, ó. Pix, Espírito Santo. Nossa querida Rita de Sampa. Muito bom, muito bom. Terezinha aqui, ó. É Brasília mesmo. Muito bom. Bloquinho. Legal. Muito bem, Cidinha Mota, olha só, muito bom ter você com a gente também, Cidinha. Dodô, coisa boa, Dodô. Olha, Terezinha falando que tem uma música lá no grupo Terapia. Eu vou lá ver depois qual é essa essa música pra gente.
olha só, muito bom ter você com a gente também, Cidinha. Dodô, coisa boa, Dodô. Olha, Terezinha falando que tem uma música lá no grupo Terapia. Eu vou lá ver depois qual é essa essa música pra gente. >> Ah, também vou ver. >> Muito legal. Fav dizendo 55.5 Paulo Paulista. Jane na casa dos 40, né? A Jane com carinha de 35, 33 e e caindo e caindo. >> Ai povo mais lindo. Tomar pelos 50 que poros 30 tá valendo. >> A Cláudia conosco também. Era aqui de Poá, Porto Alegre. Ah, olha aqui a Terezinha falando paraa Dudu da música. O nosso querido Aldo. Boa tarde, Aldo. Que legal. Também conosco a Lei de Almeida de Tapevi, São Paulo. Nossa queridíssima Nice. >> Beijo Nice para você. >> Legal demais ela, a foto dela aí no no céu. Muito show, muito show. Dodô conosco. Tia Tânia Teixeira também nos dando boa tarde. J, você faz a prece pra gente, por favor. Vamos lá. Pai amado, te agradecemos por mais esse momento em que estamos aqui reunidos para tentar compreender um pouco mais sobre os ensinamentos do teu filho, nosso querido mestre Jesus. esses ensinamentos que vêm através das palavras de Emanuel, esse fiel servidor que já compreendeu qual é o caminho mais curto, mais seguro que nos leva a ti, Pai. Te pedimos, Senhor, para que possamos realmente estar aqui com a nossa mente aqui, que possamos depreender essa lição maravilhosa trazida por Elana, para que possamos, num futuro não muito distante colocá-la em prática, porque isso é que nos faz falta e tu bem o sabes. Te pedimos, Senhor, por todos aqueles que ahora mesmo se encontram em momentos de desespero, de desesperança, de angústia, para aqueles também que, levados por sensações materiais se perdem no caminho. Que todos eles, que todos nós possamos sentir, Senhor, possamos escutar as vozes desses doces amigos que sempre se encontram junto a nós para ajudar-nos. para estender as mãos quando nos sentimos perdidos, agoniados. Obrigado por tudo que nos dá sempre, Senhor, e ajuda-nos a que possamos permanecer nesse caminho de tentar
m junto a nós para ajudar-nos. para estender as mãos quando nos sentimos perdidos, agoniados. Obrigado por tudo que nos dá sempre, Senhor, e ajuda-nos a que possamos permanecer nesse caminho de tentar melhorar dia após dia. Muito obrigada por tudo, Senhor. E fica conosco como tem feito sempre, desde muito antes, inclusive de sabermos que te necessitamos. Maravilha, maravilha. Muito bom, muito bom. Bom, o nosso texto de hoje, Jane já já o qualificou, ele é maravilhoso mesmo. É o capítulo 154 do livro Caminho Verdade e Vida por Emanuel Chico Xavier. E o título é renunciar. Para ele, o nosso benfeitor, vai buscar o versículo 29 do capítulo 19 do evangelista Mateus, certo, Jane? >> Exato. Aquele capítulo, né, que o versículo diz assim: "E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, pai, mãe, mulher, filhos ou terras, por amor do meu nome, receberá 100 vezes tanto e herdará a vida eterna". Jesus. >> Bonito, porque eh esse versículo vem numa resposta de Jesus a Pedro, né? Eh, no no versículo 27, esse é o 29, eh Pedro pergunta para Jesus qual seria o galhardão, né? A recompensa que eles teriam por estarem seguindo Jesus e deixando a família, né? E aí Jesus vai dizer no 28: "Em verdade vos digo que vós que me seguistes, quanto na estiver o filho do homem sentado no trono da sua glória, também estarei sentado sobre 12 tronos e julgareis as 12 tribos de Israel". Aí vem esse versículo que a J nos trouxe. E todo aquele que por amor do meu nome tiver deixado casa ou irmãos ou irmãs ou pai ou mãe ou mulher ou filhos ou terras, receberá o centuplo e possuirá a vida eterna. E aí Jane a gente então tem que abandonar a família, né? É isso. Esse é o recado de Jesus, né? A gente abandona tudo e vai seguir aquilo que nós compreendemos. É isso aí. Eu não quero dar spoiler porque Mano vai, sem dúvida falar melhor do que eu. Mas que eu vou deixar e eu achei ótimo quando eu comecei a ler isso, né, esse capítulo, é que eu acho que é um daqueles que a gente eh tropeça com eles muitas vezes,
sem dúvida falar melhor do que eu. Mas que eu vou deixar e eu achei ótimo quando eu comecei a ler isso, né, esse capítulo, é que eu acho que é um daqueles que a gente eh tropeça com eles muitas vezes, que falam pra gente muitas vezes e é um dos que eu costumo dizer que acaba sendo uma pedra, sabe? que acabam em algum momento, sabe, tirando na gente. Então, acho ótimo que eu não traga isso e assim, não acredito que seja um eh eu não acredito que seja à toa, mas eu vou deixar muito aí. Eh, tirando o evangelho de João, que não aparece, mas esse, né, que é recompensa, renúncia pelo evangelho, vai aparecer em Lucas e vai aparecer também eh em Marcos. e Marcos aparece. Então assim, é por alguma razão, né? Não acredito que que seja nem à toa e nem por acaso. Então assim, vamos vamos abrir o, né, os ouvidos, né, para para ver o que que a Mano vai falar sobre isso, sobre a gente abandonar tudo. É, é, é bem que você colocou, não vamos trazer spoiler do texto do Emanuel porque ele é muito bem colocado, né? Mas a gente vai ver que o a primeira leitura que a gente faz desse versículo eh tende a ser uma leitura equivocada, né? Aí ele vai pontuar bonitinho paraa gente poder não se equivocar. Vamos lá pro texto. >> Vamos lá. Neste versículo do Evangelho de Mateus, o Mestre divino nos induz ao dever de renunciar aos bens do mundo para alcançar a vida eterna. A necessidade, proclama o Messias, de abandonar pai e mãe, mulher e irmãos do mundo. No entanto, é necessário esclarecer como renunciar. Jesus explica que o êxito pertencerá aos que assim procederem por amor de seu nome. A primeira vista, o albitre divino parece contrascenso. Comoidar os sagrados deveres da existência se o Cristo veio até nós para santificá-los? Os discípulos precipitados não souberam atingir o sentido do texto nos tempos mais antigos, numerosos irmãos de Ideal recolheram-se a sombra do claustro, esquecendo obrigações superiores inadiáveis. Aí, aí chegou o ponto, porque aí vem aquela coisa, né, Paul? Aí a gente é espírita, a gente já abandonou
rmãos de Ideal recolheram-se a sombra do claustro, esquecendo obrigações superiores inadiáveis. Aí, aí chegou o ponto, porque aí vem aquela coisa, né, Paul? Aí a gente é espírita, a gente já abandonou esse esse mundo de, né, de claustro, aí a gente, né, se acha superior, a gente fala assim, né, mas eu não, mas aí eu fico só com aquela parte de abandonar mãe, mulher, irmão, todo mundo, né? Porque a doutrina vem primeiro, né? Porque o meu compromisso no C tem ser primeiro, esquecendo e atropelando, né, o que Jesus fala também. Eu não vou lembrar o capítulo nem o versículo, vocês me desculpem, mas eu acho que vai suar para todo mundo quando fala. Se a gente tiver problema com alguém, se a gente tiver algum alguma algum perrengue, Jesus não fala dessa maneira, fal uma perrengue, tiver a com o inimigo, que a gente primeiro tem que resolver o problema para depois botar a oferta no altar. É uma coisa assim. >> Isso. >> Então aí eu já tô comando. Então qual é a história? Jesus manda deixar todo mundo ou Jesus fala que a gente tem que resolver os primeiros que a gente tem uma obrigação? E a obrigação com a família e a obrigação do lar? Como é que fica isso aí? Eu acho que já foi tema de debate um montão de vezes. Tava comentando com Paulin aqui nos bastidores que isso é um um problema que eu tive porque assim a gente querendo ou não, acaba tendo alguns compromissos com a família, né? Que é importante paraa família. Eu lembro uma vez, vou dar um exemplo muito trivial, mas eu lembro uma vez que foi uma discussão com alguém do Centro Espírita que falava que se que tanto faz, que era aniversário de filho, aniversário de mãe, de pai, não sei o que, mas você tinha que estar no centro espírita, porque aniversário é coisa mundana, tá? Hum. De repente, se toda a tua família é espírita, de repente vocês podem entender. Agora você explica para alguém que não é espírita, que num dia, ainda mais aí no Brasil que todo mundo, aniversário para muita gente muito importante, que você não vai estar,
nte vocês podem entender. Agora você explica para alguém que não é espírita, que num dia, ainda mais aí no Brasil que todo mundo, aniversário para muita gente muito importante, que você não vai estar, sendo a mãe da criatura, você não vai estar, porque você tem que estar no centro espírito. E eu tô dando um exemplo muito bobo. A partir daí a gente tem vários exemplos que a gente pode, então assim, não, porque Jesus existe e exige essa entrega. A gente tem que testemunhar se a gente é fiel seguidor do Cristo, abandonando, deixando tudo, porque isso foi o que ele falou para Pedro, dovidó. E aí vem a minha opinião. >> Sim, >> eu acho que eu concordo mano, acho que a gente interpretou de uma maneira muito errada, porque eu não não Primeiro que família é o primeiro nó que a gente tem, né, Paul? família. Eh, feliz aquele que diga que minha família é toda reunião de espíritos afins, elevados que estão nesse planeta. Felicidade se você tem uma família assim, né? Eu ainda não conheci ninguém que uma família assim, mas se você afirma que é a tua, beleza. A maioria de nós temos aí uma mistura tremenda. Isso quando a gente não tem mais imprença que outra coisa na família. A família é o primeiro núcleo. Então, eh, eu quero falar disso com muito cuidado para que não haja mais interpretação, mas eu, o meu entendimento é, a gente tem que saber equilibrar o que é importante, o que é essencial, quando eu tenho que tá, quando eu posso me ausentar. Eu acho que aí vem o nosso o nosso equilíbrio, né? respeitar o outro também a importância que tem pro outro, porque a ver como é que eu ia explicar um filho que eu não vou na festa de formatura dele para ir no centro espírita se ele não for espírita. Já tô eu lá na, né, na na lista encabeçando a lista do psicólogo do psiquiatra com trauma infantil. Então assim, eu acho que o nosso grande desafio não é essa questão de abí eu passo a palavra para você, tem uma coisa que também é outro contracenso, porque aí todo mundo fala: "Mas Pedro abandonou a família dele". Engraçado, eu
osso grande desafio não é essa questão de abí eu passo a palavra para você, tem uma coisa que também é outro contracenso, porque aí todo mundo fala: "Mas Pedro abandonou a família dele". Engraçado, eu queria saber onde as pessoas encararam, encontraram essa informação. Se volte me se fala várias vezes que quando eles iam para Cafarna, >> tava na casa de Pedro. >> Exato. A sede em Cafarnaum é a casa de Pedro. Então significa que eles iam, mas voltavam. Uhum. >> Então que eu saiba, Pedro não mandou nossa família. Pedro como viagens de trabalho, claro que não é como hoje a gente pega um voo e tá, né? Fonte aérea, 45 minutos. Naquela época não era assim, porque o povo ia andando, né? Ia no burrinho, então demorava mais tempo. Acredito que Pedro levaria temporadas mais distante da da da família, mas não que ele tenha abandonado. Então, eh, acho que a gente tem que parar e repensar nisso, né, padre? >> Uhum. Sem dúvida nenhuma. E eu vou eu vou até um pouco além eh que você deu o exemplo de um aniversário, de uma formatura, mas eu fiquei pensando o seguinte: a depender da importância que um evento de que uma que uma presença de um pai, de uma mãe, de um irmão, não importa, tenha para um filho, por exemplo, imagina o seguinte, uma apresentação na escolinha, não é aniversário. não é uma formatura, mas para a criança a presença da mãe ou do pai ali é fundamental, certo? Então, a medida eh do do deixar de estar na casa espírita pelo compromisso, deve estar na importância que a presença tem no evento concorrente, digamos assim, né? Então, claro. E aí você trouxe a palavra que eu acho que serve para tudo, né? Equilíbrio. Ah, quer dizer, então, que agora eu tenho uma atividade semanal na casa espírita, eu tenho mais do que uma, então eu abandono por causa da família. Não, eu busco o equilíbrio. Eu participo de uma reunião mediúnica, eu vou evitar o máximo a minha ausência lá. A depender da circunstância, eu aviso com antecedência que a minhaência vai acontecer. E aí a gente vai sempre usando o bom senso para
ma reunião mediúnica, eu vou evitar o máximo a minha ausência lá. A depender da circunstância, eu aviso com antecedência que a minhaência vai acontecer. E aí a gente vai sempre usando o bom senso para equilibrar esses pratos todos que a gente fica o tempo todo equilibrando e e assim que a vida é mesmo, né? Até porque estar na casa espírita é a gente buscar ferramentas, instrumentos, suporte, elementos para estar também auxiliando em casa. Então esse veja que é cai lá e é equilíbrio. Agora a gente não pode radicalizar nem para um lado nem pro outro, né? Então eu acho que quando agora Emmanu vai nos falar do sentido, né? Ele diz aqui, ele disse um pouquinho acima, né? A questão é como, eu até deixei aqui brancadinho, como renunciar. >> Então essa renúncia eh que tipo de renúncia nós estamos dizendo? Qual é a forma que eu faço essa renúncia? Esse é o ponto do de importância do texto, né, J? >> Exato. Porque assim, é isso, né, que você tava falando, a questão da da importância, a questão de de desse equilíbrio, essa questão de saber exato como em em que tenho que renunciar e em que não, né? essa essa não é que não é o que não tem que renunciar, mas como renunciar, a maneira que eu vou fazer isso, onde tá a importância da renúncia. Isso é o que eu queria falar, né? Porque às vezes a gente acha que renunciar é furar, né? É, é faltar o compromisso, porque eu não deixo de de ter esse compromisso, né? Nós temos várias facetas. Então, você tem a sua faceta de filho, né? Eu tenho a minha de filho de de mãe, né? Então, a gente tem que ver onde a gente vai cumprindo, né? Eh, a gente não é perfeito, tem coisas que a gente, né, tem que eh ele decidir isso em detrimento do outro, mas eh saber se eu tô cumprindo todas essas faces. E aí tem uma renúncia, né, que a gente tá com com a língua poando, mas daqui a pouco a gente chega lá. E aí tem essa renúncia que essa é mais importante, essa é onde a gente vai ter que se perguntar se a gente tá realmente fazendo. >> É, e o Jorge não tá aqui, mas eu vou
daqui a pouco a gente chega lá. E aí tem essa renúncia que essa é mais importante, essa é onde a gente vai ter que se perguntar se a gente tá realmente fazendo. >> É, e o Jorge não tá aqui, mas eu vou trazer um um um uma colocação que ele faz que eu acho muito engraçada, que tem a ver com essa questão do do deixar a deixar o a família para estar na casa espírita a todo custo, né? Que a pessoa chega na casa espírita, né? Com a camisa rasgada, o cabelo todo despenteado, que aconteceu? falou: "Não é que aniversário da minha irmãe, da minha mãe de 80 anos e eu falei que eu tinha porque eu tinha porque eu tinha que vir aqui pro centro e o povo não deixou eu teve que sair meio que só correndo e eu pedi ajuda pra Dra. Bezerra, para Allan Kardec e saí correndo, ia treinar e vim. Tipo assim, compromisso é compromisso, é venha, aconteça o que acontecer. Não, equilíbrio, pelo amor de Deus. E vamos deixar isso também, né, que eu tava até comentando com Paulinho. Eu vou falar mesmo, gente. A gente tem que também ter cuidado. A gente tá dentro da doutrina com as interpretações que a gente faz, que que tá falando aí? O mal está no abuso e no excesso sempre, sempre, que é o nosso grande desafio, encontrar o equilíbrio para as coisas. Então assim, e a gente tem que ter cuidado, porque eu falo, às vezes a gente pega, a gente tem uma doutrina que é libertadora, que educa e a gente acaba atropelando as pessoas com isso. Eu tava dando falando com isso, com com Paulin, porque isso era um uma dificuldade que eu tinha e isso eu escutei muito. Eu não tenho uma família inteira, eu não tenho família interepírita. Vocês têm família espírita, beleza, deve ser, deve ser outro nível, >> entendeu? Deve ser outro nível de entender. Eu, por exemplo, nessa vida assim, eh, ter, gente, nem namoradinho espírito eu conseguir, gente. Nem namoradinho, namoradinho que a gente olha assim dirá marido. Nossa, não, não tenho essa coisa assim. Se eu consigo alguém que é cristão, isso aí já foi um adianto na minha vida. Geralmente é
ente. Nem namoradinho, namoradinho que a gente olha assim dirá marido. Nossa, não, não tenho essa coisa assim. Se eu consigo alguém que é cristão, isso aí já foi um adianto na minha vida. Geralmente é ateu, assim, porque essa é minha fonte de aprendizagem, entendeu? A teu. Então assim, é complicado. E aí o que que você faz? você faz a pessoa desenvolver todo um ranço. E aí eu falo também, se a gente encontra o equilíbrio também a respeito, porque eu tô falando para vocês a questão de de ser ateu, mas tanto meu ex-marido como minha meu meu meu atual companheiro, sou Mateus, tem esse respeito, por exemplo, ele sa e muitas vezes até pergunta, fala: "Ah, hoje é dia do do programa esse que você faz com com com o Paulinho com ela", né? Ah, sim. É, não tem problema, não tem shab. Às vezes sim, às vezes, ah, não, porque eu tenho uma uma coisa aqui que a gente tem que ir, não sei o que é. Aniversário da minha mãe, pô, meninos, desculpa, né? Se eu consigo escapar do aniversário da sogra, beleza, às vezes não dá. Então, assim, você vai, né, você vai aí navegando nessa questão do que é importante também, né? E e eu falo e é e funciona porque muitas vezes eh a gente funciona com a minha agenda. Eu falo: "Ah, hoje é dia, né, do do". Eu falei quando mudou, né? Ah, mudou o horário. Ah, mudou o horário. Tá, não, tudo bem. Então, a gente tenta se planejar em função desse compromisso que você é igual igual trabalho, igual o trabalho. Não vai marcar alguma coisa que no meu horário do trabalho, entendeu? Então, assim, dá para fazer, dá para fazer. É uma questão de eh da gente encontrar esse meio termo, né? >> Perfeito. E quando e quando for concorrente, a gente analisa e tudo bem, né? Tudo bem. Tudo bem? Só dar um boa tarde rapidinho aqui pra Marl que chegou depois. A Marl lá de Santos, nossa querida Marlié. >> A Flavinha tava dizendo aqui, depois eu vou trazer para já a França Melanina aqui. Olha que ajuda, né? >> Não é menino isso aí, ó. >> Beijo nome minha família paterna. Er >> Leopoldina também conosco. A Cris, boa
ava dizendo aqui, depois eu vou trazer para já a França Melanina aqui. Olha que ajuda, né? >> Não é menino isso aí, ó. >> Beijo nome minha família paterna. Er >> Leopoldina também conosco. A Cris, boa tarde Cris, tudo bem contigo, querida? Que bom ter você com a gente. Muito bom. Alba Miros também de Cachoeira Paulista, saudade de você. Rodrigo Gomes também conosco. Glória a Deus. Narinha, Narinha Lima, ela é de Lavras da Mangabeira, Ceará. Olha que coisa boa. >> Ceará. >> Show de bola. Muito bom, muito bom. A Beca Rinalde conosco também. Olá, Bianca. A Medira deixando uma mensagem para nós. A Flavinha falando aí desse equilibrar de pratos. Sou a única espírita tanto da família de pai, mãe e filhas, quanto a que formei com maridos e marido e filhos. Não consigo nem frequentar a casa espírita como gostaria, nem levar meus filhos, mas não deixo de lembrá-los que sou espírita. E meus filhos hoje com 15 e 22 anos fazem o evangelho no lar comigo quando o pai está te plantando. É isso. A gente vai achando um caminho, não é? >> E também aquela coisa que eu falo, né? A Flávia tá falando aí, quando a gente tem essa essa questão, será por quê, né? É o que eu eu falei e trouxe não tem essa coisa de espírito não. Então assim, e aprendi que não é na marra, que aí você vai eh eh sabe, vai conversando, vai negociando, vai conseguindo, sabe? Tem gente que não consegue, hein? Eu também conheço gente do centro espírita aqui fez do mesmo jeito e não conseguiu. Mas enfim, é é são as nossas lutas, os nossos desafios também. Mas o que a gente não pode eh é massacrar ou a gente tá ir brigando com aquela pessoa, né, que tem uma realidade essa como a Flávia tá falando. Quando eu tenho a minha família interesía, né, vou com marido para cá, vou com filhos para lá. Gente, a gente tem que ter cuidado. Cada um tem uma uma realidade e apelar sempre, né, para aquela coisa e a própria pessoa que vai responder, a tua consciência que vai responder, você é que tem, você vai saber se você tá eh, sabe, se você tá
m tem uma uma realidade e apelar sempre, né, para aquela coisa e a própria pessoa que vai responder, a tua consciência que vai responder, você é que tem, você vai saber se você tá eh, sabe, se você tá dando desculpa esfarrapada para faltar a tua responsabilidade como espírita ou se realmente você tem uma uma outra um outro tipo de dificuldade. >> Perfeito. Vamos pro texto. >> Vamos lá. Ah, pera aí. Ah, vou aqui. Fácil, porém, reconhecer como Cristo renunciou. Aos companheiros que o abandonaram, aparece glorioso na ressurreição. Não obstante as hesitações dos amigos, divide com eles no cenáculo os júbilos eternos. Aos homens ingratos que o crucificaram, oferece sublime roteiro de salvação com o evangelho e nunca se descuidou um minuto das criaturas. Observemos, portanto, o que representa renunciar por amor ao Cristo. É perder as esperanças da terra, conquistando as do céu. Ah, aí vem. Se falasse para abandonar, é tudo bem, vamos falar aquela coisa. Jesus é nobre, não ia mandar o raio, né? Esse raio, o famoso raio que eu falo que, né, fosse a gente mandava um raio e freava todo mundo. Mas Jesus não vai fazer isso. Mas olha, olha a questão do do abandono. Olha a questão de renunciar. É verdade. Para não vai pensar nisso. Acabou. Crucificação. Acabou. Deus fala, ó, não tenho mais o que aguentar. Vocês tem paciência para você. Primeiro que ele faz, vai lá ver Judas. Saiu, acabou aquele, vai ver Judas. Vai lá tranquilizar Judas. Hã, depois essa preocupação, se fosse para abandonar, para dizer lava as minhas mãos, porque em teoria, em teoria, como a gente às vezes mal interpreta, o trabalho de Jesus já tá feito, né? Ele veio, deu exemplo, a gente não quis escutar os discípulos depois ele ainda teve essa preocupação, falou: "Não, pera aí, uma coisa é eu encarnada entre eles, pegando na mão, agora eles vão ter que, né, enfrentar esse momento testemunho, agora eles vão ficar sozinhos. Pera aí, vou ficar um tempinho com eles. Ficou um tempinho com eles, gente, dando um treinamento VIP aí, intensivo.
s vão ter que, né, enfrentar esse momento testemunho, agora eles vão ficar sozinhos. Pera aí, vou ficar um tempinho com eles. Ficou um tempinho com eles, gente, dando um treinamento VIP aí, intensivo. Depois fez aquela festa do Pentecoste, depois foi embora. Então, o que que a gente tá abandonando? E ó, tá falando de Jesus que não devia nada para ninguém e já tinha feito a parte dele. Se ele tivesse ido, o pessoal podia chorar, mas ninguém podia reclamar. A gente que ainda tem a lista assim para fazer e a gente tem coisas para fazer com o povo, a gente pode realmente se dar o luxo de abandonar a família. Não tem desculpa, né? Eu me lembrei de de uma outra passagem que também às vezes é mal interpretada. Quando Jesus está pregando em uma casa, a casa está lotada e a mãe e os irmãos de Jesus batem a porta querendo falar com ele. E aí chega o recado para Jesus que a mãe Maria e os irmãos estavam querendo falar com ele. Ele disse: "Quem é minha mãe? Quem são os meus irmãos? Todo aquele que ouve a palavra, a minha palavra, esses são minha mãe, meus irmãos e minhas irmãs. Aí a gente pega isso aí também e não entende o sentido e torce tudo também vai e cai na mesma na mesma esparrela deste versículo, dessa renúncia mal interpretada, não é? Então ele tá ali ali tá aproveitando o ensejo, como diz Kardec no Evangelho Segundo o Espiritismo, para nos ensinar sobre parentela material e espiritual, né? A família, a família espiritual e a família material, mas de forma alguma ele estava abandonando família, mãe, renegando mãe, nada disso. A gente é que faz a interpretação errada, via de regra, né? Então, >> exato. Mesmo porque ele a partir daí ele não brigou. Onde tá que ele brigou com Maria? O Maria não tava com ele se Maria tava ali com ele, né? Então foi que você falou, realmente a gente pega por esse lado. Ah, não, Jesus ali rompe com a mãe e com os irmãos. Não tem não. Ele tá aproveitando esse, né? Eh, eh, eh, porque Jesus era muito prático, ele partia de exemplos, então ele tá ensinando outra coisa, mas
, não, Jesus ali rompe com a mãe e com os irmãos. Não tem não. Ele tá aproveitando esse, né? Eh, eh, eh, porque Jesus era muito prático, ele partia de exemplos, então ele tá ensinando outra coisa, mas não invalida, né? Uma coisa não invalida a a outra. Se alguém tiver dúvida que leia eh aquele eh eh o o texto maravilhoso. Não vou saber capar um pouco depois, mas no livro Boa Nova de Humberto de Campos, não, capítulo 30, lembrei, o capítulo de Maria, >> é o último, >> é o último 30 que vai falar quando ela desencarna que alguém tem alguma dúvida como Jesus se sentir em relação a Maria, que leia, porque é belíssimo. É belíssimo. Então, realmente não tem nenhuma ruptura ali, não. >> Nenhuma nenhuma, >> nenhuma. >> Agora ele vai falar pra gente, Emanuel, a partir do do desse item 10o até o final do texto, a nossa como é esse renunciar na família, né? Ele deu o exemplo de Jesus >> e agora ele vai trazer pra gente como que a gente faz isso na prática, no dia a dia. Bora lá, J. >> Vamos lá. Se os pais são incompreensíveis, se a companheira é ingrata, se os irmãos parecem cruéis, é preciso renunciar à alegria de tê-los melhores ou perfeitos, unindo-nos ainda mais a eles todos, a fim de trabalhar no aperfeiçamento com Jesus. Acaso não encontras compreensão no lar? Os amigos e irmãos são indiferentes e rudes? Permanece ao lado deles mesmo assim, esperando para mais tarde o júbilo de encontrar os que se afinam perfeitamente contigo. Somente desse modo renunciarás aos teus, fazendo-lhes todo o bem por dedicação ao mestre, e somente com semelhante renúncia alcançarás a vida eterna. Ah, >> ai ah. Aí eu lembrei de também que ele tem várias várias palestras. Ele falou várias vezes, né, sobre isso, a questão da família, qual é o nosso grande problema com a família? Essa idealização. É a gente não vê-los. A gente quer que eles sejam do jeito que a gente quer, não da maneira que eles são. Aí vem Emanu e fala essa questão da renúncia. renunciar a esse desejo nosso de ter essa família, né, eh, do comercial de
nte quer que eles sejam do jeito que a gente quer, não da maneira que eles são. Aí vem Emanu e fala essa questão da renúncia. renunciar a esse desejo nosso de ter essa família, né, eh, do comercial de margarina. Não existe, né? É renunciar também. Quando eu entendo dessa maneira, quando eu falar os teus, gente, a gente não pode estar só com quem a gente eh se afiniza, com quem a gente se entende, porque a gente não cresceria, a gente faria aquela panelinha, né? É tão fácil falar para quem entende, é tão fácil eh estar com quem não supõe nenhuma contrariedade, mas a gente sabe que assim não funciona, né? Então a gente eh é isso, a renúncia tem que ser isso, a a essa a essa ilusão, a renúncia a a estar com os meus Isso eu vejo que os espíritos que já entenderam, né, como eu gosto de falar, já captaram a mensagem, eles fazem isso várias vezes, né? Espírito que já podia est em mundo superior, espírito, né? Falar: "Ah, vou vir só com os meus amigos, eu não vou nem vir para que vir nesse mundinho complicar, vou ficar lá com ele só na mesma vibe." E aí eles vêm e ainda falam assim: "Não, eu chamo para minha responsabilidade para Deus complicadinho que venham na minha família, eu recebo todo mundo aqui." Isso é renúncia. como Jesus e essa renúncia, não só com as minha com a minha responsabilidade, mas renunciar a a essa idealização que todo mundo tem, essa busca que a gente tem. Porque se a gente fizer isso, especialmente com a família, porque volta a ver, não, creio que é à toa, onde a gente tem os maiores desgostos, geralmente dentro da família. Então, quando Jesus fala, se deixar pai, irmão, não é deixar fisicamente, não é deixar de abandoná-los, mas ser consciente da responsabilidade que a gente tem dentro da família e fazer o nosso melhor para que isso funcione. >> E para citar mais uma vez o Salahá, ele fala que família de esteca, né, que tem a parte da carninha molinha, gostosinha, mas tem a parte do osso também. Então, em família, qual que é a nossa o nosso movimento
itar mais uma vez o Salahá, ele fala que família de esteca, né, que tem a parte da carninha molinha, gostosinha, mas tem a parte do osso também. Então, em família, qual que é a nossa o nosso movimento natural, mas não desejável? A gente se une a parte a partir da afinidade, né? Então, se eu tenho pai, mãe três filhos, né? Um cenário de de uma família eh mediana aí, pai, mãe, três filhos. Eu tenho dificuldade com dois irmãos meus e tenho facilidade, aliás, eu tenho dificuldade com com o irmão e com o pai. Tenho afinidade com a mãe e com uma irmã. Que que eu faço? Eu me junto com a mãe e com a irmã que eu tenho afinidade e dou uma escanteada no irmão e no pai que eu tenho dificuldade. Não, não. Eu o renunciar que Emanu tá tá nos trazendo aqui é renunciar a essa idealização que você trouxe agora de ter as essa e ele diz aqui, né, de ter os melhores ou perfeitos. Ou seja, eu não tenho condição neste momento de ter de estar, né, com uma uma numa família que eu idealizaria como harmônica, perfeita, né, eh, maravilhosa, mas é a família que eu tenho para hoje, para essa existência. Então, bora consertar até para que aqueles que eu tenho hoje eh dificuldades numa próxima, se o amor vencer e ele vence sempre no fim, vai tá tudo bem. A gente vai poder compor de novo a família espiritual ou também uma família material e as coisas vão se acertando e se melhorando, não é? E me lembrei também já citou o boa nova no capítulo 30 eu vou citar o capítulo, se não me falha a memória, é o 15, que é o de Joana de Cuza. Por quê? Que que vai fazer Joana de Cusa na casa de Simão Pedro? Na casa de Simão Pedro, né? Ela vai conversar com Jesus porque ela tava com dificuldade concurso, seu marido, que estava ali com pé em cada canoa e duas canoas, agradando romanos, agradando judeus e ela lendo no casamento que tava difícil, que e ela queria no fundo aqui entre nós falar baixinho para que ninguém nos escuta, discute. Eu acho que ela tava querendo deixar acusa para seguir Jesus, né? que ela não me escute, mas assim, a
cil, que e ela queria no fundo aqui entre nós falar baixinho para que ninguém nos escuta, discute. Eu acho que ela tava querendo deixar acusa para seguir Jesus, né? que ela não me escute, mas assim, a minha impressão é essa. Então, >> com certeza, com certeza. >> Aí Jesus fala assim: "Joana, volta paraa tua casa, veja o lado bom dele. Se não der para enxergar como marido, enxergue como um filho, como o irmão mais velho, algo assim, >> né?" E ela volta e ela e ele vai dizer para ela: "Vai, filha, ser fiel". E ela vai ser fiel a essa, a esse olhar, a esse essa recomendação de Jesus e fica em família. continuou e aí volta o equilíbrio que nós já falamos antes, continuou auxiliando enquanto ela pôde na causa do Cristo, enquanto ela pôde financeiramente, depois a questão financeira até que engolou e ela não pôde mais, mas aí ela fazia de outras formas, mas não deixou de seguir Jesus, mas não da forma como ela queria, porque ela queria estar lá junto compondo o grupo de discípulos e depois apóstolos, né? Exato. Agora eu também vou falar uma coisa, né? Segundo a gente fala uma outra, uma coisa a gente fala outra também, que eu falo, né? Povo com a pedrada. Cuidado também com isso. E pra gente não se bitolar, cuidado. Por quê? Quem tem a família que é complicadinha, mas que não sofre eh questão de abuso, violência, aí todo mundo fala: "Fica aí, aguenta o perrengue". Gente, por favor, vamos ser coerentes. Eu acho que a gente tem obrigação de falar isso. Vamos ser coerentes. Em nenhum momento. Em nenhum momento. Jesus quando fala, por exemplo, pra Joana, volta pra tua casa, é que Cuusa era beberrão, era corrupto, era sem vergonha, tudo que vocês quiseram, mas CA não era um ser violento. Porque o duvideó que se ele lançasse, sabe que Jesus fala? Não vai lá, aguenta, acusa até o final do teu dia. Eu duvido, gente, porque não não existe eh a gente não tá aqui para aguentar violência e nem e nem nada pelo estilo. E também a gente falar, porque uma vez eu escutei, por isso que eu falo assim, uma mulher
ido, gente, porque não não existe eh a gente não tá aqui para aguentar violência e nem e nem nada pelo estilo. E também a gente falar, porque uma vez eu escutei, por isso que eu falo assim, uma mulher numa situação eh muito complicada com o marido de maltrato psicológico horroroso. É verdade. A única coisa que ele não fez foi botar a mão nela. E eu tô escutando o espírito tá dizer que a mulher não pode se divorciar, sabe? Porque senão na ea ameaçando a coitada que na encarnação seguinte ela vai voltar com com o dito cujo, sabe? Porque ela tem que aguentar, gente, por favor, não vamos para radicalismo nenhum. Aqui que a gente tá falando o quê? Da renúncia. A gente tem que saber renunciar. essa mulher tinha que proteger filho, enfim, tem situações que a gente tem muito muito complexa, então a gente tem que ter cuidado. Eu também já escutei gente em atendimento fraterno dando uns conselhos que, por favor, gente, cuidado, cuidado com o que a gente fala. E a gente tem que também eh ver onde a gente sabe e o que a gente não sabe. Para de ameaçar a molerada com essa história de divórcio para voltar com na na vida seguinte, tá? Para com isso. A doutrina não fala isso em nenhum lugar. Quando que a questão do divórcio, se vocês quiserem ler, ler bastante, depende de tantos fatores, né? Então, enfim, vamos ter cuidado com isso. Não é dizer que a gente tem que ficar aguentando até o final e nem renunciar. Vamos outra vez na circunstância. Cada um tem a sua circunstância. Claro que a doutrina nunca vai apoiar. O pessoal falou: "Ah, fácil, casou, não tá bom, você para sem aguentar". Não é assim. Mas a gente tem que ter a coerência, tem que ver a situação de cada um. >> De novo, equilíbrio. >> Exato. Equilíbrio outra vez. Mas não é nem abandonar por qualquer bobeira e nem tá aguentando, né, até o final dos tempos. Eu gosto de falar isso porque eh tem muita gente que falta esse conhecimento, né, que acha que encrenca dentro de casa é pai e mãe que tem uma discussãozinha. Tem tem lares que passam
inal dos tempos. Eu gosto de falar isso porque eh tem muita gente que falta esse conhecimento, né, que acha que encrenca dentro de casa é pai e mãe que tem uma discussãozinha. Tem tem lares que passam por situações muito complicadas, mais do que a gente pode supor. Então, vamos ter cuidado pra gente não ser tão taxativo e falar coisas que a doutrina não afirma. Até porque a questão toda do retorno ou não numa próxima existência tem a ver com o nosso vínculo, né? Então, se eu não guardei ódio, não guardei rancor, eu tô desvinculado, tá tudo bem, não é? O problema nosso próprio Joana, perdão, por favor. >> Não, não pode falar >> não. Que a própria Joana fala uma coisa, a própria Joana de Angeles, essa que foi Joana de C, ela fala que os sacrifícios, as renúncias, o perrengue que a gente aguenta tem que tá dentro do limite que a gente possa aguentar. Ninguém pode ir além dos seus próprios limites, porque se você rompe isso, você deixa de fazer o bem. Porque eu tô aqui aguentando calada, mas no meu pensamento, eu já matei o indivíduo cinco vezes, porque em lugar de tá amando essa pessoa, tá aprendendo, o que eu tô aqui é desenvolvendo sentimento. Então não adianta. Então chega momento que aí não tem crescimento e ninguém tem que tá do lado de ninguém e aí não é nível de nenhuma relação para não tá aprendendo, para não tá crescendo. Então ela fala a própria ela, ela aguentou isso porque depois no livro, no capítulo 15 também e não, perdão, Amélia Rodrigues vai contar a história de Joana também e fala justamente do da relação que ela tinha com Cusa, o passado dela com Cusa. Então era a hora dela virar o jogo e ela pôde, ela poôde fazer. Então assim, mas também se ela não pudesse, se ela não tivesse aguentado, não tem problema nenhum. E ninguém ia dizer agora você v Não é assim gente, vamos parar de achar que é, sabe que é tabelinha, como diz ela, R fez isso, vai pagar aquilo. Vai. O primeiro que não é pagar, é crescer, é, é aprender. Então vamos deixar de ter cuidado e ameaçar, porque isso aí, essa
ar que é, sabe que é tabelinha, como diz ela, R fez isso, vai pagar aquilo. Vai. O primeiro que não é pagar, é crescer, é, é aprender. Então vamos deixar de ter cuidado e ameaçar, porque isso aí, essa coisa de botar medo no pessoal, isso é de outro, de sabe, lá do passado. Você não tem a ver espírita não. >> E a Falav estava dizendo exatamente isso aqui no chat. Nas obras de Amélia tem a passagem do porquê em vidas anteriores de Joana, ela fez dívidas que foi por isso que Jesus pediu para ela voltar e servir. >> Exato. Jesus foi que surgiu com ela quis utilizar Jesus como escapar para ela poder nesse livro aí como lembrou minha filha é um compromisso que foi meu entendeu e ela falou ups voltou lá e fez a parte dela. Mas tem obra Jamela que fala, >> Flavinha, se você lembrar, coloca pra gente aqui qual que é a obra que eu não tô me recordando também. Olha só, >> agora não sei se é primícias ou é uma Não vou falar. >> O Emanuel, eu falo uma frase a linda que você estava dizendo há pouco, que ninguém deve aceitar a criminalidade em nome do amor. E aí engloba violência, engloba um monte de situações, né? Então, não. Ah, >> falar uma coisa rapidinho. Ela tá falando aqui o limite pode ser aumentado com estudo, informação e autoconhecimento. Sim, Mar, mas o problema, a questão do do limite nosso, mas a gente às vezes esquece que nessa equação tem a outra pessoa também. Então, eu posso aumentar meu limite através desse autoconhecimento, desse estudo, dessa informação. E eu posso estar disposta. Mas agora como a gente vai falar para uma pessoa que ela vai ter que ficar num lar, né, expondo seus filhos a uma situação de violência. E quando eu falo violência, eu não falo só violência física. Essa violência verbal, esse esse ambiente que se pode cortar com uma sabe, o ar com uma faca, isso é muito complicado. Então chega no momento que a pessoa acaba, né, eh, se intoxicando com toda essa energia, com todo esse ambiente. Então, assim, a gente não, cada caso é um caso, né, mas
faca, isso é muito complicado. Então chega no momento que a pessoa acaba, né, eh, se intoxicando com toda essa energia, com todo esse ambiente. Então, assim, a gente não, cada caso é um caso, né, mas a gente não pode julgar. Eu só queria falar isso porque a gente tá falando de renunciar, de aguentar e tal. A gente trouxe o exemplo de Ana de Cusa, mas eu gosto sempre também de ir a a outra ponta, porque senão as pessoas escutam e falam: "Ah, então tem que aguentar qualquer coisa". Não é assim. A doutrina não fala isso. >> Muito bom, dona Jane, vamos pro nosso encerramento. Algum mais para acrescentar? Então vamos fazer a prece pra gente. Então, agradecendo a oportunidade de estarmos aqui mais uma vez nesta oportunidade, nesse ensejo, refletindo sobre os textos de Emanuel, refletindo sobre o evangelho de Jesus, refletindo e aprendendo com essa doutrina que tanto nos oferece. que tanto nos ensina, que tanto nos promove, que possamos extrair de cada lição, de cada texto, algo para as nossas vidas, algo para a nossa vida prática do dia a dia, para que possamos nos enfrentamentos cotidianos, nos burilamentos que fazemos no contato com aqueles que nos cercam, com aqueles com quem convivemos. colocar em prática, Senhor, a tua doçura, a tua mansuetude, a tua resistência, o teu olhar amoroso, mas também a tua firmeza, tudo aquilo que nós aprendemos e compreendemos com ti, contigo, que é o nosso exemplo maior. Fica conosco, Senhor, hoje e para sempre. Boas tardes, Janixon. Boas noites. Até mais, pessoal. Até semana que vem. Fiquem bem. เฮ
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