PÉTALAS DE LUZ | FIRMEZA DE FÉ | #01 6T | 03/02/26 | 13h30
Programa: PÉTALAS DE LUZ Com Jane Nixon (ESP), Jorge Elarrat (PR) e Paulo Witter (SP) 03/02/2026 | terça | 17h15 Episódio #01 | 6ª Temporada Tema: FIRMEZA DE FÉ Capítulo 124 da obra: "Caminho, Verdade e Vida" Espírito: Emmanuel Médium: Francisco Candido Xavier Editora FEB. O programa "PÉTALAS DE LUZ" está em sua SEXTA temporada e é apresentado todas as terças, às 17h15, trazendo comentários e reflexões com base nas obras da coleção Fonte Viva, de Emmanuel, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier. Atualmente estamos estudando a obra "Caminho, Verdade e Vida". APRESENTAÇÃO: Jane Nixon é natural do Rio de Janeiro, espírita desde 1998, vinculada ao movimento espirita espanhol desde 2006 como trabalhadora do Centro Espírita Clara de Asís de Sevilla e colaboradora do Centro Espírita Manuel y Divaldo (CEMYD) de Reus. Jorge Alberto Elarrat Canto nasceu na capital do Amapá, é espírita desde 1980, atuante em atividades de Juventude, trabalhador das áreas de Estudo Doutrinário e da Unificação do Movimento Espírita junto à Federação Espírita de Rondônia (FERO), por ter morado por muito tempo em Porto Velho/RO. Atualmente reside em Curitiba/PR onde colabora no Centro Espírita Recanto da Prece. Paulo Witter Gelly, nasceu em Araras/SP, reside em Conchal/SP, é espírita deste 1990, trabalhador do Centro Espírita Allan Kardec | Conchal (SP) e colaborador do canal Renovando Consciências, Aracaju/SE. Playlist do programa no Youtube: https://www.youtube.com/playlist?list=PLyjoxS6cBWL32dsVpe5suxzuYU5J7P-js ✅ Inscreva-se no canal 👍 Deixe seu Like ✍️ Escreva seu comentário 🔔 Ative as notificações para não perder nenhum vídeo. 📲 Compartilhe com seus amigos. Canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS Consciência e Espiritualidade
Boa noite, Jan Nixon. Bom dia, boa madrugada, boa tarde para todos os demais. Tudo bem, Jane? >> Olá, Paulinho. Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada para você e pro nosso povão que tá aqui já nos tá assistindo, que vão assistir depois. Oi, oi, oi, oi. Delícia estar aqui com vocês de novo. >> Tava com uma saudade dessa vinheta, mas tava com mais saudade de vocês. >> Eu também. É que escutar essa música é como ai ver essa carinha bonita saudade. >> Que alegria, que bom, que bom, que bom. Estamos reiniciando o nosso pétal de luz na nossa sexta temporada. E antes de qualquer coisa, nós vamos fazer a nossa audiodescrição. Eu sou Paulo, sou um homem de 55 anos, tenho pele clara, não uso barba, tem os cabelos grisalhos, estou usando um óculos de aro preto, vestindo uma camisa polo marrom e atrás de mim eu tenho uma guarda de cama e à minha esquerda uma janela de maneira. Madeira. E tu, Janini Nixon? >> Bom, eu sou Jan Nixon, uma mulher de 47 anos. Acreditem, gente, tô me vendo super pálida, cada dia mais pálida na câmera, mas acreditem, eu sou afro, eu sou afro desescendente. Meu pai é negão, gente, mas eu tô cada vez mais esbotada. É isso aqui dá viver na Europa sem ver o sol tanto, mas enfim. Eh, tenho cabelos longos, bem caracolados, com pequeno tom. o vermelho que eu mesma ponho. Eu uso óculos agora na nova versão, eles são quadradinhos, eh, de aro grosso, marrom com dourado. Eh, eu tô usando uma blusa amarela com casaquinho negro por cima. Eh, atrás de mim a gente vê a porta no centro. Do lado direito eu tenho uma estante ao fundo. No lado esquerdo eu tenho outra estante. E aqui do lado esquerdo, mais assim próximo à tela, dá para ver um pedacinho da minha cama. E eu acho que é só, né, aí eu tô falando maravilhoso, maravilhoso. Rapidamente aqui cumprimentar o pessoal do chat antes da nossa prece inicial. Jan o Alid se tornou membro de um canal. Muito obrigado ao Sids, sempre importante a gente poder contribuir com os canais espíritas. A chefa Lazarine tá aqui. Boa
do chat antes da nossa prece inicial. Jan o Alid se tornou membro de um canal. Muito obrigado ao Sids, sempre importante a gente poder contribuir com os canais espíritas. A chefa Lazarine tá aqui. Boa tarde, chefa. Beijo para ti também. O Artur Barreiros. Ô meu Deus, que alegria. De Belém do Pará, o melhor pão de queijo de Uberlândia. Bet Teres, querida, beijo para você. Dodô, Dodô fez uma saga, Jane, de mais de 24 horas para chegar em casa depois do céu. >> Eita! >> Quase que ela fica pro ano seguinte, já sabe para 2027. A Sueli Pereira também com a gente. Cadê a Sueli? Tá aqui, ó. Sueli Pereira com a gente. Boa tarde, querida. também a Cintia Aurosco, que legal ter você conosco. A Dodor aqui, ó, nós aqui de novo. É nós aqui mesmo. Isso aí. Enza Matar de Campinas também esteve lá conosco no céu. Muito bom. Elton Costa conosco. Boa tarde, Elton. A Perpétua Socorro também. A Lia Valente. Boa tarde, Lia. Tudo de bom também. Maria Alessa, ela que é de Ferros em Minas Gerais. O Henrique Souza. Olá, Henrique, que bom ter você com jogo conosco. Aqui é Dodor falando: "Me mira e me erra". Muito bom. O Henrique que é de Barra Velha, Santa Catarina. A Vilmar Antônio também de Castro. Boa tarde, queridos do coração. Que bom ter vocês com a gente. Jane, faz a prece para nós, por favor. Vamos lá então, Paulinho, tentando trazer nossa mente. Nosso mestre Jesus, nosso querido semeador, nosso governador planetário, que assumiu a responsabilidade desse nosso planeta tão complicado, que assumiu a responsabilidade de todos e cada um de nós. Te agradecemos, mestre, pelo teu amor, pela tua misericórdia, por tudo que nos ensinas sempre. Te agradecemos, Senhor, por interceder junto ao nosso Pai, por nós, esses que ainda estamos um pouco atrasadinhos, mas que estamos tentando repetir os mesmos erros, ainda que tu bem sabe, Senhor, que nos custa. Te pedimos por nós e te pedimos por todos aqueles também que se encontram em situações difíceis, daquelas que fazem com que a fé se tambaleia se não é tão forte.
ue tu bem sabe, Senhor, que nos custa. Te pedimos por nós e te pedimos por todos aqueles também que se encontram em situações difíceis, daquelas que fazem com que a fé se tambaleia se não é tão forte. Nesse mundo em que vivemos agora, Senhor, muitos são os que se desesperam, até mesmo aqueles que escutam a tua palavra, aqueles que se chamam cristãos. Mas tu bem nos ensinaste, Senhor, que quando estamos nesse caminho, não é um caminho fácil. Tu nos ha dito, adite o que tomássemos a tua cruz e te seguíssemos. Assim que, Senhor, ajuda-nos a que possamos estar firmes nos nossos propósitos. Te agradecemos, Senhor, por enviar teus emissários de luz que nos assistem, que sempre estão conosco. E nessa tarde, noite de hoje que vamos estudar as palavras desse que também é teu emissário. Ajuda-nos a compreendê-las, ajuda-nos a ter esses ouvidos de ouvir que tu mencionaste. Que possamos, Senhor, estar aqui nesse momento, não pensando em nas demais preocupações do cotidiano, mas que possamos aprender, que possamos deprender o sentido profundo das palavras de Emanuel, retê-las no nosso coração para utilizá-las em momentos difíceis. Obrigada por sempre estar conosco, Senhor, e perdoa-nos muitas vezes por ignorar tuas palavras. Tá bom. Eu falando, eu falando com o microfone fechado, eu disse: "Muito bom, muito bom, muito bom". recadinho para para a gente antes da gente ir pro texto do Emanuel de hoje, nós nessa sexta temporada do Petlas adotamos agora esse horário. Então, a partir de hoje estaremos todas as terças-feiras das 6:15 até às 18 horas para não invadir a grade do nosso canal Renovando Consciência. Então, o nosso horário vai estar limitado em 45 minutos. Não é, Jan Nixon? >> Começando 2006 com o desafio. >> Exatamente. Nessa sexta temporada nós estaremos desfalcados da Caroline Ramos. A Carol assumiu os compromissos junto à federativa lá do Tocantins. Então essa temporada ela não vai estar conosco, mas teremos o nosso Jorgito sempre que ele estiver disponível. Eh, hoje não estará,
A Carol assumiu os compromissos junto à federativa lá do Tocantins. Então essa temporada ela não vai estar conosco, mas teremos o nosso Jorgito sempre que ele estiver disponível. Eh, hoje não estará, aparentemente, porque ele não conseguiu ainda entrar. Ele tá em Porto Velho e lá é sempre mais complicado. Quando ele tá em Curitiba é mais tranquilo. Mas oremos. Quem sabe ele entra, né, J? Oremos. >> Vamos ver. Vamos ver. >> Oremos. Muito bom. E o nosso texto de hoje, ele é o capítulo 124. Vou táar aqui da obra Caminho, verdade e vida, cujo título é Firmeza da Fé. E lá para nós estudarmos ele, Manuel vai buscar o versículo 13 do capítulo 8 do Evangelho de Lucas. Você lê pra gente, Jane? >> Vamos lá. E os que estão sobre a pedra, estes são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria, mas como não tem raiz, apenas creem por algum tempo e na época da tentação se desviam. Jesus. >> Claramente um trecho da parábola do semeiador, mas não a parábola em si, né? Já é o momento em que Jesus passa a explicar a parábola para os seus discípulos, não é isso? >> Exato. E que é um momento maravilhoso, né? que ele já faz aquela introdução, fala pros discípulos, ó, vocês, né, daquele jeitinho dele, falou, ó, vocês já estão em condições de de entender assim que desperta, né? E aí ele vai explicando essa parábola que eu acho, se eu me corrije se eu tô tô errada, se eu tô desatualizada, mas que eu tenho constância, eu acho que é a parábola que a gente mais estuda dentro do do do movimento, né? e que tem mil interpretações e que a gente mesmo vai, né, eh, se aprofundando. Mas eu acho legal porque, eh, Emanuel vai, por que que Emanuel vai pensar justamente essa questão da pedra, né, a parte da pedra, né, Paulinho, muito interessante o texto que Emanuel fez aqui. ele vai ele vai usar essa ideia do do tipo de solo, né, dessa semente que cai entre a o os pedreguros, as pedras, né? E aí ele vai elaborar o texto que vai bater na questão da fé, né? Então, eh, a construção que ele faz é é bem é bem
o do tipo de solo, né, dessa semente que cai entre a o os pedreguros, as pedras, né? E aí ele vai elaborar o texto que vai bater na questão da fé, né? Então, eh, a construção que ele faz é é bem é bem interessante. E você citando a parábola do semeador, ela é tida como a parábola das parábolas. E é a parábola que Jesus explica, né? Qual outra ele explicou, né? Desenhou, detalhou, né? Então, eu considero três grandes parábolas que eu eu particularmente gosto, né? a parábola dos dois irmãos, o filho pródigo, parábola do bom samaritano e essa eh a parábola do semeador. Para mim essas tem muito tempo, né, Paul? Mas vou falar assim uma coisa rapidinho. Eu acho essa parábola incrível porque eu acho que até quando Jesus já começa com o semeador, para mim aí já tem uma lição, né? Porque ele tava comentando outro dia, Jesus não fala agricultor, ele fala semeiador. E eu posso estar enganada, >> né? Mas eu acho que foi de propósito, porque aí eu acho que já vem a primeira lição aí, né, do do que é o semeiador, né, dessa dessa coisa de lançar semente sem a preocupação do solo, cada semente, né, que encontra o seu caminho. Eu acho também essa parábola fantástica. Eu eu gosto muito da parábola. >> Olha que interessante. Eu estava lendo ontem neste livro aqui do professor Severino Celestino com o Álvaro chamado As Pará Jesus. Eles estão, eles começam, eh, é o primeiro livro, né, que eles vão analisar as parábolas com o olhar eh, judaico, cristão, espírita, é assim que eles determinam no livro. E eles começam pelo evangelista Mateus, que não é Lucas, no caso, é Mateus. E eles vão explicar, a primeira que eles vão explicar exatamente a parábola do semeador. E eles falam exatamente o que você disse agora. Eles chamam a atenção pro fato de Jesus não chamar de agricultor, porque como ele se utilizava do símbolo, né, dos símbolos, da cultura, das tradições, né, dos costumes do povo judeu de então, eh, o natural seria chamar, ah, um agricultor saiu para cultivar a sua terra. Podia até colocar depois que ele semeou, né?
símbolos, da cultura, das tradições, né, dos costumes do povo judeu de então, eh, o natural seria chamar, ah, um agricultor saiu para cultivar a sua terra. Podia até colocar depois que ele semeou, né? Mas ele começa, o semeador saiu a semear, né? Então, dando já uma característica importante. E um ponto que eles falam também é que diferentemente de hoje, que nós temos a a sementes com mais fartura geneticamente modificadas, que tem muito mais possibilidade de de vingarem, de de se tornarem eh plantas e depois frutos e tudo mais. Aquela época não. Aquela época não. Então quando a gente vê na parábola que que sementes cai a beira do caminho, né? Como assim caiu na beira do caminho, né? Que desperdício é esse? Não vai buscar. É muito interessante. Mas foi bem lembrado essa questão, essa observação tua da do agricultor em detrimento eh do semeador em detrimento ao agricultor, né? Ele ele ele tem esse símbolo muito forte mesmo. E rapidamente aqui para não perder o nosso chat, Maria Alessa já tá aguardando o próximo céu. Que legal. Boa tarde para você também. A Silvana Regina, ela de São Carlos, tá aqui pertinho de mim. Solange Miranda também. Saudades de vocês também. Muito bom. Olha aqui a Lúcia Araújo. Ah, sobre o conecta. Legal. Estaremos, você estará online. Ah, legal. Tá chegando, hein? Conecta Campinas e nós estamos lá com conectando com o palestrante. Obrigado, viu? Obrigado pelo carinho. Ctiosco falando a sua prece, agradecendo a sua prece, Jane, a Renata Rodrigues também. A Solange Miranda. Muito bom. A Luzia Silva, quanta gente boa aqui, gente. A Ana Paula Pimenta que é de BH conosco. Show de bola. Nosso Aldo, querido. Aldo aqui de Conchal nosso CA aqui. Muito bom. Claudina Pena também. Maria Márcia Bertolina, essa tá perto de você. >> Essa sim. Essa tá mais pra minha zonaiso, né? Tá, tá na Itália. Coisa boa. Terezinha. Ah, que bom, que bom, que bom, >> muito bom, muito. Vamos pro nosso texto, então, Go. >> Vamos lá. A palavra pedra entre nós costuma simbolizar rigidez e impedimento. No
Itália. Coisa boa. Terezinha. Ah, que bom, que bom, que bom, >> muito bom, muito. Vamos pro nosso texto, então, Go. >> Vamos lá. A palavra pedra entre nós costuma simbolizar rigidez e impedimento. No entanto, convém não esquecer que Jesus, de vez em quando, a ela recorria para significar a firmeza. Pedro foi chamado pelo mestre, certa vez, a rocha viva da fé. Mais um pouco, Paulo. Sim, mais um pouquinho. O evangelho >> segue, segue, né? >> Sim, sim, sim. O evangelho de Lucas fala-nos daqueles que estão sobre pedra, os quais receberão a palavra com alegria, mas que, por ausência de raiz, caem fatalmente na época das tentações. A, agora a gente tem que parar um pouquinho eh da questão das interpretações, né, Paulinha? >> Eh, sim. dependendo do que a gente for ver e de que momento a gente vai ver. Sim, que essa pedra pode ser obstáculo, pode ser impedimento, mas em quer deixar claro quer chamar nossa atenção, que é a questão da firmeza. Ele fala: "Ué, eh, e lembra, né, que que Jesus se referia Pedro a isso como, né, como a rocha. E aí fala: "Ué, ah, então olha, vamos lá na parábola. Então, tá falando que essa semente que cai entre as pedras, né, não teria por ser algo necessariamente ruim. Se a gente for falar dessa questão da firmeza. Aí a gente até vê que, né, de repente no jardim a gente coloca pedrinha e tal, não teria por ser. Qual é o problema? Então, não é que cai no solo que tenha pedras, é que se tá só na pedra, se a gente pensa, né, uma semente que vai cair só na pedra, ela de repente vai até ficar ali por um tempinho, né, ó. Mas o que acontece, não tem raiz, então não tem onde se agarrar e pode cair, que é isso que emano se refere. Então, eh, se a gente for ver com, né, com essa parábola, os que recebem e caem, né, quando essa semente cai na terra, fala: "Ai, que bom, né? É verdade, que alegria, que notícia, mas como não tem raiz, como não tem fundamento, não é? como é uma coisa e que a gente acaba eh que é isso que Kardec na verdade, né, que os espíritos
que bom, né? É verdade, que alegria, que notícia, mas como não tem raiz, como não tem fundamento, não é? como é uma coisa e que a gente acaba eh que é isso que Kardec na verdade, né, que os espíritos vão sugerir, né, e Kardec vai deixar muito patenteado na obra que ele convida justamente essa questão da fé raciocinada justamente por isso, porque se alguém vem e me conta uma coisa, me parece uma boa ideia, mas aqui a minha razão não não consegue equacionar isso, né, se eu não parei para refletir sobre isso e as consequências. Quando chegar no momento do do das complicações, o que que vai fazer com a minha fé? O que que a palavra vai fazer? Vai vaiar. E é o que acontece com com muita gente, até mesmo vamos olhar para nós mesmos. Eu não vou nem falar porque depois tá criticando. Não, mas até mesmo nós. Porque se eu duvido, se eu tenho conhecimento espiritual, se eu sei o que que eu tô fazendo aqui, se eu sei que vão ter momentos complicados, porque eu ainda me desespero? Porque eu me rebelo, por ah, se eu sei que é aquele negócio, né? Todo mundo que bonito falar: "Eu sou um espírito imortal, isso aqui é só um suspiro, mas aí quando vem a hora do perrengue, eu já tô desesperada, eu já tô falando Deus abrevia isso aí. né? Então, o que que tá acontecendo? Então, essa essa semente tá na pedra, tá aí, podia germinar, mas tá bamba, né? Falta raiz, né, Paulin? Você acha? >> Perfeito. Eu só queria botar um pouquinho para trás quando Emanuel fala sobre esse símbolo da pedra, né? Ele fala no início aqui no primeiro primeiro parágrafo, né? que eh Jesus utiliza esse símbolo, né, para para falar sobre firmeza, né, sobre essa essa eh resistência. E e lembra quando ele eh ele chama Pedro de Rocha Viva da Fé. Aliás, o próprio nome Pedro, que até então era Simão Barjonas, é vem dessa ideia de pedra, né? Tu és Petros, né? Porque não foi nem carne, nem sangue que te disse, mas meu pai que estás nos céus, quando ele disse que Jesus era o filho de Deus vivo, né? E aí tem uma interpretação que eu gosto bastante, que
s, né? Porque não foi nem carne, nem sangue que te disse, mas meu pai que estás nos céus, quando ele disse que Jesus era o filho de Deus vivo, né? E aí tem uma interpretação que eu gosto bastante, que é a ideia dessa pedra ser o símbolo da mediunidade. Porque se as se os homens se calarem, as pedras falarão. E quando Jesus promete o consolador em João 14, né, quem é que traz a cortificação senão as tumbas, as pedras, os túmulos, os espíritos, né, que é o símbolo dos espíritos que não estão nas tumbas, né, na sua grandíssima maioria, obviamente, mas é o símbolo. Então, é o símbolo da pedra. Então, não foi carne nem sangue, foi pedra, foi mediunidade. Ou seja, Pedro, Simão, você trouxe uma revelação mediúnica, porque foi o foi o Pai que está nos céus que falou através de você. E na mesma passagem que se dá lá em Felipe de Cesareia, logo depois ele vai ele vai admestar Pedro porque ele ele já diz que não queria que fosse, né? lavado por Jesus ou que iria eh com ele até o fim, uma coisa assim que não moris, né? Eh, iria acontecer o que Jesus estava ali apresentando. Então, eh a gente percebe e no com relação a Pedro essa essa distância, né? Mas a ideia de que a pedra também é o símbolo da mediunidade. Então, dá pra gente inferir sobre isso. Mas aqui, de fato, como você bem colocou, a questão é outra. É essa firmeza, essa solidez. Não atua. O título é firmeza da fé. Porque em todos os discípulos, todos os aprendizes, chegará o momento em que o testemunho virá, em que as tentações virão, em que as dificuldades, né, surgirão. E a gente vai ter então que realmente se apoiar numa conquista pessoal, que é o que ele vai dizer a partir de agora no texto, né? A gente não pode querer se apoiar, né, na fé do outro, na certeza do outro, na fortaleza do outro. A gente admira, aprende, é referência e tudo mais, mas eu faço por mim, né? A minha construção é individual e intransferível de todas e de toda e qualquer virtude, né, Jane? E é, não é herdada, não, não, não é construída, né, através das minhas
mais, mas eu faço por mim, né? A minha construção é individual e intransferível de todas e de toda e qualquer virtude, né, Jane? E é, não é herdada, não, não, não é construída, né, através das minhas experiências, da das minhas das minhas tentativas, né, acerto e erro, né? >> Eu me lembro, eu me lembrei de Richard Simonete que ele falava que não dá para chegar na farmácia e falar assim, viu, me dá aí 20 cápsulas de fé, né? aplica uma injeção de paciência, não tem isso. Então é é conquista do ser, né? >> Exato. E e é conquista isso de de falhando, de tropeçando, de de caindo. Você sabe que na no livro Agenda Cristã, eh, é uma agenda cristã, sim, do André Luz, que foi um livro que caiu na minha mão, né, por acaso, e foi batata, foi uma época ótima da minha vida. E eu lembro que e tem uma mensagem ali que eu, nossa gente, adotei até hoje e eu tô falando de muitos anos porque esse livro cai na minha mão tinha 19 anos, 20, não sei. E e tinha uma frase que falou, né, porque essa questão da paciência, né, que é o minha pedrinha de tropeço ainda. E aí André Luiz falava uma coisa que é ótima assim, tipo, falava um conselho muito prático, né? Mas fala, se você vi daquele que se estressa, né, a hora de chegar, eu não suporto chegar atrasada, eu começo a ficar estressada com a hora do do ônibus, por exemplo, você sabe que o ônibus vai passar, você sabe que você vai se estressar com isso, chegue antes, saia mais cedo, né? Então assim, tinha um montão de de regrinha para isso. Então assim, claro, eh eh que para as pessoas que são impacientes, né, que acham que nasceram, né, e olha que eu nasci na época correta, mas parece que nasci de sete meses. Então assim, a gente tem que ir testando, tem que ir caindo, tem que ir levantando, né, tem que ir se conhecendo, não é? Tem coisas que eu que eu já aprendi a ter mais paciente, outras não. Então a gente faz esse truque, chega antes, sabe? Aprende que as pessoas vão de repente chegar à tarde, eu já não fico tão brava quando alguém chega tarde, eu tenho aquele
r mais paciente, outras não. Então a gente faz esse truque, chega antes, sabe? Aprende que as pessoas vão de repente chegar à tarde, eu já não fico tão brava quando alguém chega tarde, eu tenho aquele negócio de eu não posso chegar tarde porque eu me estresso, os outros já é outra história. Então assim, é uma coisa que a gente são experiências, são coisas e a fé também entra aí, né, que não vou falar daqui a pouco isso, mas a fé isso é construção e não, a fé é uma um uma luta, uma conquista interna. Eu falo luta porque eh a as situações difíceis é que são os grandes provadores da nossa fé, né? Então tem que ter isso, tem que tem que passar por perrengue pra gente ir construindo. >> Eu acho muito legal o seguinte, que quando a gente entende, né, que é uma questão pessoal, que nós temos que construir, que é trabalhoso, que é difícil, mas o o a consequência disso é maravilhosa. Por quê? Porque é perene, é para sempre. É, é a conquista que ninguém tasca, ou seja, é do ser imortal. Uma vez conquistada a virtude, acabou. >> Isso é meu consolo, Paulinho. >> Ninguém retira. >> Eu meu consolo dizer o dia que eu conseguir conquistar é minha, já não tira. Olha que beleza. >> Não é porque imagina se fosse com as coisas materiais, você rala, rala, rala, rala, rala, desencarna e deixa aí. >> Né? Não, conquista novo. Imagina tudo de novo para conseguir. É >> para sempre. É para sempre. Então a gente vai reencarnar com a conquista. Não importa quanto tempo passe, mas é nossa, né? Ninguém tasca. Ajunteis tesouros outras traças não corróem e a ferrugem não consome. >> Bora lá. >> Bora lá. Não são poucos os que estranham essa promessa de tentações, que, aliás, devem ser consideradas como experiências imprescindíveis. Na organização doméstica, os pais cuidarão excessivamente dos filhos em pequeninos, mas a demasia de ternura imprópria no tempo, em que necessitam demonstrar o esforço de si mesmo. O chefe de serviço ensinará os auxiliares novos com paciência e depois exigirá com justiça expressões de
as a demasia de ternura imprópria no tempo, em que necessitam demonstrar o esforço de si mesmo. O chefe de serviço ensinará os auxiliares novos com paciência e depois exigirá com justiça expressões de trabalho próprio. >> Vamos seguir. >> Sim. Reconhecemos assim, pelo apontamento de Lucas, que nas experiências religiosas não é aconselhável repousar alguém sobre a firmeza espiritual dos outros, enquanto o imprevidente descanse em bases estranhas, provavelmente estará tranquilo. Mas se não possui raízes de segurança em si mesmo, desviar-se há nas épocas difíceis, com a finalidade de procurar alicerces aleas. Vamos, vamos parar um pouquinho, né? >> Vamos deixar o último parar pro fim. Sim, >> vamos deixar o último, né? Porque aqui acho que tem muita coisa. Primeiro que aí uma tem uma coisinha que fala aí que eu queria, eu acho importante a gente a gente falar, né? Justamente no três, quando ele fala que essas experiências são imprescindíveis e aí já vão acusar a aos espíritas, ah, vocês fazem uma apologia do sofrimento, das tentações que são necessárias, vocês gostam. Não, não, não. Masoquistas, nem acreditamos que que isso tem que ser assim. É assim pelo momento em que nós estamos, porque nós nos consideramos ainda muito espertalhões e a gente acha que pode driblar as leis de Deus e fazer segundo a nossa conveniência. Então, a gente vai passar perrengue, né? Porque como é que é aquela coisa que fala no dito popular? O mal do malandro é achar que todo mundo é otário. Então, né, a gente acha que pode, que vai fazer daquele jeitinho, que é como eu quero, né? Eh, que eu vou escapar. E não é que a gente tá falando aqui que é que que Deus seja um carrasco e e que as lei Não, gente, mas é aquela uma é coisa muito muito simples. Vamos colocar desta maneira. Se eu for por aí aprontando com os outros, não respeitando o espaço dos outros, dá um exemplo muito muito muito simples, né? Eu vou pegando por todo mundo. Eu vou, chegará o momento, eu não vou nem falar das pessoas se vingarem, não vou
utros, não respeitando o espaço dos outros, dá um exemplo muito muito muito simples, né? Eu vou pegando por todo mundo. Eu vou, chegará o momento, eu não vou nem falar das pessoas se vingarem, não vou por aí, mas chegará o momento que eu posso precisar de algo e só encontrar essas pessoas que me dão as as costas ou eu não vou encontrar amabilidade. E aí quem quem procurou isso? Eu mesmo, através das minhas ações. Então não é uma questão de castigo, não é uma questão que a gente tá fazendo apologia ao sofrimento, não é, mas também é aquele negócio, vamos colocar também o o aluno dentro de um curso escolar, né? à medida que a gente vai aprendendo mais, a gente eh vão vão vendo desafios que vêm da nossa aprendizagem, né? E e vamos encontrar com coisas que a gente não vai gostar ou situações, é aquela coisa, vamos ver se eu aprendi certa lição, né? Então vem a tentação. Por quê? Porque começa o debate, né? Eh, eu sei que eu não deveria, mas eu quero fazer isso e agora como é que fica? Então, é uma uma questão de de experiência, isso que o Emanu falou, experiência imprescindível que vem com o crescimento. Então, não é uma questão de apologia, não é uma questão que a gente fala que todo mundo tem que sofrer, não é, mas eh o sofrimento acaba acontecendo, as tentações acabam pintando, porque somos nós nesse processo de de crescimento. E foi que vai justamente falar aqui, a gente vê, né, vem as crianças, a gente vai ensina, depois a gente quer que elas caminhem com os próprios passos dela, né? Então assim, a gente é tutelado, a gente é ensinado, mas depois a gente tem que fazer as nossas próprias escolhas, né? A gente quando a criança tá andando, né? A gente no princípio coloca a mãozinha assim, né? Ao redor, mas você não vai estar assim todo tempo. Então você vai ter que deixar a criança andar e aí vai andando igual um patinha e cai e levanta, né? Porque a gente quer que a criança aprenda a caminhar. Então isso é o que acontece conosco também, né? E aí nesse processo todo mundo tem. E essa
e aí vai andando igual um patinha e cai e levanta, né? Porque a gente quer que a criança aprenda a caminhar. Então isso é o que acontece conosco também, né? E aí nesse processo todo mundo tem. E essa questão que o mano fala que é nosso texto da questão da fé, todo mundo tem os truques, todo mundo tem essa essa crença e eu posso escutar o outro e posso e pode parecer interessante o que o outro tá falando, mas se eu não racionalizar, não não bater um papo com a minha razão e falei: "Tá bom isso para você? Você isso tá legal? Você fala: "Sim, sim, para depois entrar no meu coração e que eu faça, se não é assim, não vai entrar. Por mais que pro outro funcione, por mais que eu ache bonito o que o outro tá tá tá fazendo, se não é uma coisa que eu interiorizei, não vai ser. >> Acho que colocou perfeitamente, Jio, porque quando o Emanu coloca aí que não são poucos que estrão, essas essa promessa de tentações, a gente se esquece que Jesus falou que o o escândalo seria necessário. Ai do mundo por causa do escândalo, mas eles têm que vir. O problema por quem é por quem vem. Sim. >> Quando ele diz que no mundo tereis aflições, mas deixa uma mensagem de esperança, porque o que vem, o importante é o que vem depois do, né? Mas tem de bom ânimo porque eu venci o mundo. Então é como você bem colocou é do nosso processo evolutivo. Deus não é sádico. Deus é amor. Deus é bondade e justiça. Então ele quer o nosso crescimento. Da mesma forma que ele cita depois no item quatro a questão dos pais, né? e fala aí de um de um cuidado, de um zelo excessivo dos filhos, mas que os filhos ao seu turno terão que passar. Quer dizer, você pode proteger o filho do que você quiser, né? Colocar ele numa redoma durante muito tempo, uma hora ele vai ter que enfrentar o mundo e aí vai ter dificuldade. Então não tem jeito, né? Eh, quando ele coloca, eu adorei isso, né? Experiências imprescindíveis, né? Porque a gente não pode prescindir dessas situações, >> dessas experiências que nos que nos gurilam, que nos fortalecem, que nos
uando ele coloca, eu adorei isso, né? Experiências imprescindíveis, né? Porque a gente não pode prescindir dessas situações, >> dessas experiências que nos que nos gurilam, que nos fortalecem, que nos forjam, né? É o cadinho da vida, é assim que é, não tem jeito, né? Então é por aí. Então não é sadismo, não é não é negativismo, nada disso. Olhar que o o universo ele é tudo voltado pro bem. Agora nós estamos, né, num cantinho da nossa Via Láctea, na periferia da nossa Via Láctea, num planeta de inspiações de provas, paciência, né? Vai ter aflição, vai ter dificuldade, mas vamos remar, vamos trabalhar, vamos evoluir, vamos progredir para que a gente vá se libertando disso tudo, eh, do processo. E aí ele vai entrar depois, então, né, ele fala do trabalho também, na mesma ideia. Então ele vai trazer esse apontamento de Lucas com que essa as experiências religiosas eh não é recomendável para nós nos repousarmos, né, nos acomodarmos na firmeza espiritual dos outros, né? Então eu fiquei pensando assim, nós espíritas, né, a gente fala assim, nossa, porque lá no meu centro tem um médium, o médium é porreto, cara. É, né, entre aspas, ele é forte, ele conversa com os espíritos, ele tem uma capacidade, vou encostar nele, ele vai me proteger, não, né? Ai, ai, ai, né? ou ou a delegação das orações, né, Paulinho? Ah, >> eu acho válido delegar delegar a oração. Eu acho válido a gente pedir, né, porque a gente sabe, né, que a gente faz essas correntes vibratórias, então acho acho válido. Claro que a gente tem que eh pedir, né, até entre nós, né, ajuda aí, ora por mim e tal, >> mas não vale que eu peça ao outro que ore por mim, eu não ore, né? Aí não vale, porque a ideia é fortalecer, não delegar, né? Não é que eu já escutei gente falando, né? É que fulano com as orações fulano é são poderosas, fulano consegue chegar. Então tudo pedindo para fulano orar e eu não oro. >> Exatamente. Ore por mim, mas eu mesmo não oro. >> Não então não vale, né? >> Né? Alguma coisa tá errada. Alguma coisa
osas, fulano consegue chegar. Então tudo pedindo para fulano orar e eu não oro. >> Exatamente. Ore por mim, mas eu mesmo não oro. >> Não então não vale, né? >> Né? Alguma coisa tá errada. Alguma coisa tá fora da fora da ordem, né? Uma coisinha que eu eh tava lendo, né? Aí, eh, e aí eu tava pensando, né, Paulinho, nossa, como a gente prejudicou essa imagem de Deus, como a gente eh bagunçou essa imagem de Deus quando a gente eh colocando tudo na mão de Deus, né? Deus quer, Deus não quer, né? Deus faz, Deus deixa de fazer, né? Eh, não me estranha que muita gente tenha se convertido em ateu, justamente por isso, né? Que é o que você falou. Então, Deus se converte nesse sádico, né? Porque ele ele quer, ele não quer, ele faz, não faz, sabe? E não é assim, não é assim. É, é o que eu falo para todo mundo, eu falo é o conceito de Deus que, que que tem que mudar. Muita gente que não acredita, eu só falo isso, eu falo: "Ah, que se você acha, como é que Deus deixa um tá assim a falar: "Ah, não, não dá, não dá". Ah, >> primeiro você manda o conceito de Deus e depois a gente bate um papo. >> Exatamente. Exatamente. Bem colocado. E esse trecho final do item seis aqui, eu gostei demais, porque ele fala que essa pessoa que vai se ancorar no na firme da fé do outro, na fortaleza do outro, não nos momentos difíceis vai se desviar, né, da da do propósito da intenção com a finalidade de curar os certos alheios, porque não tem em si. Então eu vou buscar SC fora. Mas pera aí, esse não é o caminho, essa não é a proposta. A proposta é de crescimento íntimo individual, né? Daí quando a gente fala de autoconhecimento, porque não é o conhecimento do outro, é o conhecimento de nós mesmos, é do nosso processo de transformação. Então, de novo, é intransferível, não tem como. >> Quer finalizar? >> Vamos lá. Tudo convida o homem ao trabalho de seu aperfeiçoamento e iluminação. Respeitemos a firmeza de fé onde ela existir, mas não ouvidemos a edificação da nossa para a vitória estável. E aí essa palavra final estável, né,
omem ao trabalho de seu aperfeiçoamento e iluminação. Respeitemos a firmeza de fé onde ela existir, mas não ouvidemos a edificação da nossa para a vitória estável. E aí essa palavra final estável, né, remete ao que a gente comentou agora há pouco, porque aí você conquistou é seu, é perene, é estável, é permanente, é inalienável, é intransferível, é imperdível, né? Enfim, a gente vai pode colocar aqui um monte de possibilidades, porque é uma conquista. Então, se essa firmeza de fé for conquistada por nós, né, e fala aí de edificação da nossa firmeza de fé, nós estaremos estaremos vitoriosos desse processo e essa vitória, ela é estável. Isso é sensacional. Eu acho, eu acho bom demais da conta. Eu também, eu concordo. Eu acho que para mim, se é minha opinião pessoal, acho que fé é uma das palavras que a gente repete muito e pensa pouco nela. No que é? >> É o que é a fé. A fé é eu orar fervorosamente, pedir a Deus coisas ou agradecer a Deus coisas. Isso isso pode ser parte da fé, mas eu acho que a fé é algo muito mais abrangente para mim. Fé essa confiança irrestrita, sabe? Fé e é isso, é é pensar. Eh, eh, eh, isso é uma coisa, é uma figura que eu sempre tenho na minha cabeça. Eu falo, eu tô no barco com Jesus, começou a tempestade, eu vou est dormindo com Jesus ou eu vou começar ou vou começar a gritar, olhar para Jesus, tipo, acorda aí, Jesus, que a tempestade tá se formando. Ah, em que momento a gente tá? Porque fé é isso, né? Porque Jesus estava tranquilão ali dormindo. Depois olhei lá pros apóstolos, fala: "Que que é? Que que vocês estão aí?" E os apóstolos aí tudo morrendo de medo. O que eu não vou falar para vocês é uma coisa muito humana. Claro que é humana, mas em que momento eu tô com aquele medinho, com a dúvida, com a tranquilidade? Então eu acho que f é uma coisa que a gente tem que à medida que a gente vai passando por situações, tem situações que testam mais a minha fé, tem situações que eu já tenho superado. Então para mim é isso, é observando em que ponto eu tô. E eu acho
que à medida que a gente vai passando por situações, tem situações que testam mais a minha fé, tem situações que eu já tenho superado. Então para mim é isso, é observando em que ponto eu tô. E eu acho que eh isso é opinião pessoal, mas eu acho que tanto a fé como o perdão é uma coisa que a gente tem muito assim muito fala de uma maneira muito liviana disso. É tudo perdão, tem que perdoar ou ou eu tenho fé, né? E eu acho que são coisas mais complicadas, mais profundas e que a gente tem que dar um um um pouquinho pensar, né? Então, quando eu tô nesse momento eh onde tambão baleou minha fé, por quê? O que que eu ainda tenho que aprender? O que que eu ainda tenho, sabe? Porque se tambalou minha fé, a minha semente tá na pedra. Então, por que que ela não foi pra terra? Por que que ela tá indo aqui na pedra? O que que eu tenho que trabalhar? O que que essa situação tá comunicando? Não é? Então, assim, eh, e também com o respeito que a gente tem que se dar de que algumas situações vão ser mais difíceis que que outras, né? Eh, tem eh tem situações que talvez você já tenha superado eu não, ou o contrário. E a gente tem que ter esse olhar também de autoamor, né? Então ver, ah, eu não superei isso, pera aí, então vamos trabalhar, vamos. Então é isso, eu acho que fé é é construção, é conquista e a gente tem que lançar as bases, né? Porque eu acho que essa é a intenção do do emano tem que tá aquele negócio, não pode estar na pedra sem raiz, mas eu acho que o solo tem que tá aí, sabe, pavimentado com essa com essa pedra, com essa firmeza que não vai, sabe, que não vai fazer com que que tambale não é uma fé cega, que também essa fé cega a gente já vê que ela não, ela tá ela é a primeira que tambaleia. E se eu precisar de um tempinho mais para que razão e coração falem o mesmo idioma, antes de dizer: "Sim, eu tenho fé". Não, tô construindo a minha nesse campo ainda e ainda tambalê, mas eu vou chegar lá. >> Muito bom, muito bom mesmo. E nessa construção que você citou, eu particularmente eu construí três
eu tenho fé". Não, tô construindo a minha nesse campo ainda e ainda tambalê, mas eu vou chegar lá. >> Muito bom, muito bom mesmo. E nessa construção que você citou, eu particularmente eu construí três vertentes para fé dentro de mim. A primeira vertente é de fé enquanto fidelidade, que a palavra fé vem de fides. >> Então, fidelidade. Fidelidade a quê? Fidelidade aquilo que a gente já realizou da da da parte da nossa consciência que já está desperta para as leis divinas. ão daquilo que eu já despertei, eu tentar me manter fiel à aquilo. Segundo item de de fé para mim é não é eu acredito. Fé convicção, fé é certeza. Porque a gente costuma confundir fé com esperança e não no verbo esperançar, mas o verbo esperar. Então, ah, eu tenho fé que vai dar certo. Não, não é para mim não é a a utilização melhor da palavra, ah, tenho fé que vai dar não. A fé é convicção. E aí eu sempre lembro e cito o nosso mérito de campos na introdução do Boa nova quando ele diz: "Hoje eu não mais cogito de crer porque sei." Então, se eu sei, não é mais não é mais acreditar, é convicção. Então, fidelidade um, a essa ideia da convicção da certeza, dois e o terceiro é entrega, que é o que você já colocou. Então, a fé entrega quando a partir dessa dessa construção que eu faço, que eu já fiz dentro de mim, eu me entrego a a divindade, a Deus, enfim, ao andar de cima e falar assim: "Olha, olha, pai, olha aqui, Jesus, até aqui era comigo, daqui paraa frente vai contigo, vou contigo, né?" Muito bem. nosso tempo, ó, >> já foi, já foi >> muito bom, Jane, fazer a prece final, então. Tá bom, querida. >> Tá bom, querida. >> Senhor dos nossos corações, Senhor dos nossos destinos, Senhor das nossas existências, Senhor da vida. Agradecemos essa oportunidade. Agradecemos estarmos iniciando mais uma temporada deste nosso programa que tanto é cara aos nossos corações, especialmente, Senhor, porque ao realizá-lo, nós temos a oportunidade de nos aproximarmos um tanto mais, um pouquinho mais da tua mensagem, dos teus ensinos.
rama que tanto é cara aos nossos corações, especialmente, Senhor, porque ao realizá-lo, nós temos a oportunidade de nos aproximarmos um tanto mais, um pouquinho mais da tua mensagem, dos teus ensinos. a luz do nosso benfeitor Emanuel e sob a pena do nosso querido Chico Xavier, que essas mensagens para muito além da parte intelectual, verborrágica, possa adentrar os nossos corações para que, sobretudo, nós possamos vivenciá-la, que a tua mensagem seja, Senhor, de fato, o norte osênite das nossas vidas, que não nos deixamos, deixamos jamais nos deixar arrastar pelas ilusões, pelas tentações, pelas lrações do mundo. Fortalece-nos, Senhor. Dai-nos firmeza de fé para que a convicção daquilo que já compreendemos possa nos tornar fiéis. as tuas leis e para que possamos também nos entregarmos definitivamente a ti. Fica conosco hoje e sempre. Beijo, Jane. Beijo, turma do chat. Beijo, >> até terça que vem. >> Tomar cuidado para não falar quinta. Até terça que vem. Às 17:15. La vista, baby.
Vídeos relacionados
PÉTALAS DE LUZ | RENUNCIAR | #03 6T | 17/02/26 | 17h15
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Jane Nixon, Jorge Elarrat, Paulo Witter
PÉTALAS DE LUZ | QUE TEMOS COM O CRISTO? | #02 6T | 10/02/26 | 17h15
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Jane Nixon, Jorge Elarrat, Paulo Witter
PÉTALAS DE LUZ | QUE TEMOS COM O CRISTO? | #02 6T | 10/02/26 | 17h15
Conecta Espiritismo TV · Jane Nixon, Jorge Elarrat, Paulo Witter
CONECTANDO COM O PALESTRANTE | JORGE ELARRAT
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Paulo Witter, Jorge Elarrat
De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat, Professor Severino Celestino, Adriano Máscimo
CONECTANDO COM O PALESTRANTE | JORGE ELARRAT
Conecta Espiritismo TV · Paulo Witter, Jorge Elarrat
#238 Pinga Fogo com Jorge Elarrat
FEBtv Brasil · Jorge Elarrat, Samia Awada, Rubens de Castro
#233 Pinga Fogo com Jorge Elarrat
FEBtv Brasil · Jorge Elarrat, Samia Awada, Rubens de Castro