COMO ALINHAR ESPIRITUALIDADE COM SAÚDE MENTAL? - Pedro Paulo Záu [REFORMA ÍNTIMA NA PRÁTICA]
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Aqui [música] eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz. >> Buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui [música] para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde, amigos, amigas, todos que se encontram aqui no salão Dr. Bezerra de Menezes, a todos que nos acompanham pelas redes sociais, pelo YouTube, pela Rádio TV Comunhão. Com muita alegria que a gente traz nosso querido Pedro Paulo de volta, né, com o programa Reforma Íntima na Prática. Mas antes vamos eh para preparar o nosso coração, a nossa mente, vamos ler um pequeno, uma pequena mensagem do livro Senhor e Mestre, uma psicografia de Carlos Bacelli pelo espírito irmão José, capítulo 85, travessia. A tua existência na Terra pode ser comparada à arriscada jornada que realizas através de profundo desfiladeiro. Não te lançarás a semelhante mistéri sem tomares as devidas precauções. Sabes que a cada passo o perigo te espreita e por este motivo não colocarás os pés onde não te sintas em total segurança. Naturalmente, evitarás seguir na direção em que os que te precederam se acidentaram de maneira fatal. Contarás sempre com a luminosidade solar, por entre as veredas sombrias em que te movas, mas não deixarás de levar contigo providencial lanterna. Quanto à bagagem e provisões, convém que te municies apenas com o que te for estritamente necessário. Terás extrema cautela ao nível do chão, com as descidas escorregadias, redobrando cuidados, porém, nas íngemes escaladas, das quais é possível que te precipites quando estejas quase a concluir a travessia. Belíssima comparação aqui do nosso querido irmão José, relacionando aí os desafios da nossa vida com uma travessia perigosa, né? E tem muito a ver com o tema de hoje, né, Pedrinho, como alinhar espiritualidade e saúde
ção aqui do nosso querido irmão José, relacionando aí os desafios da nossa vida com uma travessia perigosa, né? E tem muito a ver com o tema de hoje, né, Pedrinho, como alinhar espiritualidade e saúde mental. Então vamos elevar o nosso pensamento a Jesus já com coração tranquilo, com espírito alinhado, as equipes espirituais que se encontram aqui neste salão, nos encontrando em paz contigo, Senhor. Te agradecemos pelo doma, pela oportunidade que nos dás de entendermos o teu evangelho à luz da psicologia espírita. que tu estejas conosco, que Dr. Bezerra de Menezes, o querido amigo que tanto trabalha e trabalhou aqui na terra pela saúde mental, pelo equilíbrio psico psíquico de todos os seres humanos com quem ele teve contato, que possa inspirar o nosso querido palestrante Pedro Paulo na palestra da tarde de hoje. E profundamente agradecidos te pedimos permissão, nosso querido mestre Jesus, nosso querido Dr. Bezerra de Menezes para darmos por iniciada a palestra da tarde de hoje. Que assim seja. Quem quiser, lembrando, né, trazendo aqui a prática do nosso querido Pedro Paulo, quem quiser fazer perguntas pelo WhatsApp 6198257383 ou também pelo chat do YouTube, nós faremos, né, interação aqui e Pedrinho responderá. Obrigada, Pedrinho. Boa palestra. Eu mesmo. >> Boa tarde a todos. Todo mundo aí atrás me ouve bem? Fazam, acho que dois meses, três meses que eu não vim aqui. Ano passado, no final do ano, acho que novembro e dezembro, eu tava fora e não pude vir. que é sempre bom. Novembro eu não vim, dezembro eu não vim, o último foi outubro, né? Agora estamos aqui, graças a Deus. E graças a Deus nós estamos encarnados, nós temos o dom da vida e nós temos inúmeras possibilidades através das leis justas, inteligentes, amorosas e caridosas de Deus pra gente viver essa vida com aprendizado e evolução, né? E aproveitando, hoje a gente tá no último dia de janeiro e o janeiro eh representa o janeiro branco, né, que fala sobre saúde mental e tudo mais. E como essa é a minha área, né? Para
o e evolução, né? E aproveitando, hoje a gente tá no último dia de janeiro e o janeiro eh representa o janeiro branco, né, que fala sobre saúde mental e tudo mais. E como essa é a minha área, né? Para quem não me conhece, eu sou psicólogo. Eu resolvi trazer um compilado aqui de várias coisas que a gente já conversou pra gente refletir um pouco mais sobre esse conceito de espiritualização ou de religiosidade e saúde mental. Eh, por que eu acho que isso é importante? Primeiro que são dois pontos que se complementam. Eh, a literatura espírita, ela tem vários autores que falam sobre a psicologia, né? Seja psicologia freudiana, comportamentalista, a humanista. Nós temos aí Joana de Anges, eh, Inácio Ferreira, nós temos vários, Ramed, né, eu uso muito, e que traz é uma uma tecla SAP das bem-aventuranças que Jesus falou pra gente para o que a gente tem que fazer no dia a dia com as nossas emoções, com os nossos sentimentos, com as nossas percepções e interpretações da vida que vão nos dar mais ou menos paz de espírito. Eh, eu sempre falo que a doutrina espírita ela fala que a caridade, né, ela é o é o ponto principal, mas ela também fala muito da reforma íntima. E a reforma íntima, eh, às vezes a gente até começa a conhecer sobre os postulados espíritas, aprende alguma coisa, amança mais nosso coração, passa a entender mais um desafeto, um familiar, né, uma dor, uma uma um desencarne de alguém querido. E isso consola a gente. Mas é preciso que a gente também eh trate, conheça melhor os nossos esquemas emocionais. para que a gente possa ter, eu acho que comportamentos e reações diferentes de quando a vida muda os cenários pra gente, porque não sei se vocês já perceberam, a vida ela é dinâmica, ela não para, né? O que a gente tá vivendo hoje é totalmente diferente do que a gente vivia 10 anos atrás em todos os sentidos, né? Profissionais, familiares, amorosos. eh, institucionais, sociais, tudo muda. Por quê? Porque existe uma lei chamada evolução. E às vezes a gente não consegue
ia 10 anos atrás em todos os sentidos, né? Profissionais, familiares, amorosos. eh, institucionais, sociais, tudo muda. Por quê? Porque existe uma lei chamada evolução. E às vezes a gente não consegue emocionalmente lidar com essas mudanças. A gente às vezes reage negativamente ou então sem entender ou com revolta ou com culpas, com eh situações de de não saber para onde ir, tá meio perdido. Então, tudo isso passa por um processo de eu entender o que acontece fora de mim, mas principalmente o que acontece dentro de mim. Por que que eu sinto essas coisas? Por que que eu reajo dessa maneira? Hoje a gente tem muita informação sobre saúde mental, graças a Deus, mas às vezes a gente tem muita resistência ainda de compreender essas informações dentro de nós. E aí o que que eu trouxe aqui mais uma vez eh esse questionamento de qual é a dificuldade que a gente tem de se autoconhecer. Por que que a gente eh todo mundo às vezes vê os nossos defeitos e a gente não vê, né? Aquela questão do cisco e da trave, né? Eu consigo ver o cisco no olho do meu do da outra pessoa, mas não consigo ver a trave que tá no meu olho. E aqui a gente já tem uma dica que é o orgulho, né? O orgulho ele ele vem baseado no entendimento de que eh ou eu sou ou eu tô lá em cima ou eu tô lá embaixo, né? É sempre uma visão irreal sobre nós. Qual é o conceito do orgulho? é um conceito irreal e muito elevado de mim que me leva a fazer exigências de Deus, de mim, dos outros, que não poderiam serem cumpridas sem o abuso ou perversão dos instintos que Deus nos deu. Então assim, eh é muito difícil a gente se sentir igual ao outro, né? É muito, é muito difícil a gente compreender que as nossas dificuldades, as nossas limitações, os outros também têm e que às vezes um suposto sucesso do outro eh está ali à custa de muito sacrifício, de muita dor e às vezes até de muita violação dos valores para poder ter aquele suposto sucesso. Então, essa concepção das tabelas de valores, eh, que a gente tem, do tipo de vida que a gente quer ter, seja fora ou
às vezes até de muita violação dos valores para poder ter aquele suposto sucesso. Então, essa concepção das tabelas de valores, eh, que a gente tem, do tipo de vida que a gente quer ter, seja fora ou dentro, ela passa muito por uma percepção real que nós não somos. Eh, eu tenho a oportunidade, né, por conta da minha profissão, de lidar com os dramas de muitas famílias, de muitas pessoas. E é impressionante como às vezes só muda o nome do paciente. O problema é o mesmo da grande maioria das pessoas, entende? Só que quando a gente tá vivendo aquele problema, a gente não pensa assim. Ou quando a gente tá vivendo um sucesso, a gente acha que, né, e e a gente é o maior, é o melhor. Então, é muito importante que a gente busque esse equilíbrio, né? Por quê? Porque todos nós somos movidos por conta da necessidade da nossa evolução por forças naturais que Deus colocou dentro da gente. Uma delas são os instintos. Todos nós temos fome de poder, prestígio, conforto e romance. Quem aqui assistiu a série Game of Thrones? Levanta a mão aí só para eu entender. Algumas pessoas assistiram a série Game of Thrones. Eu vou fazer um resuminho básicozinho aqui. É, o nome é Guerra dos Tronos. É uma série que fala das relações de poder entre as pessoas, entre os povos, entre a família, em todos os cantos. Todos nós nas nossas relações disputamos poder. E o que que é poder? é ter respeito, é ter razão. Todos nós quando nós conversamos com alguém, é porque a gente sempre fala disputa de poder uma coisa ruim, né? Tipo assim, os políticos querem poder, né? Os poderosos e tudo. Não, todos nós queremos. Às vezes, eh, você se junta numa reunião familiar e na hora de lavar a louça há uma discussão por quem quer lavar a louça de um jeito ou de outro. Não acontece isso às vezes? Ou então quem vai varrer a casa, quem vai não sei o quê. Isso é disputa de poder, é disputa de razão. Todos nós buscamos isso naturalmente, assim como todos nós buscamos prestígio e reconhecimento. Essa história dizia assim: "Ah, eu não
m vai não sei o quê. Isso é disputa de poder, é disputa de razão. Todos nós buscamos isso naturalmente, assim como todos nós buscamos prestígio e reconhecimento. Essa história dizia assim: "Ah, eu não me importo com a opinião dos outros. É bobagem. Todos nós vamos nos importar com a opinião dos outros. Todos nós necessitamos de validação externa. Todos nós necessitamos de ser reconhecidos, até porque através do reconhecimento a gente sente pertencimento, a gente se sente afiliado. Quando a gente não é reconhecido, a gente é rejeitado. E quando a gente é rejeitado, a gente se sente desconectado e não validado. Então, todos nós buscamos simgio, todos nós buscamos reconhecimento, todos nós vamos buscar algum tipo de conforto. O instinto de conforto nos tirou lá da época das cavernas e hoje coloca a gente em casa, apartamentos, com luz elétrica, com ar condicionado. Por quê? Porque nós sempre buscamos conforto, não é assim? A humanidade sempre vai evoluindo dessa maneira. Por exemplo, no frio, a temperatura tá mais ou menos. Hoje a gente bota um casaco, pode ser de couro, pode ser de lã. Antigamente a gente matava os bichos, tirava o bucho deles, pegava a capa deles e botava em cima da gente. Hoje não precisa mais tanto disso. Algumas pessoas ainda fazem, mas não precisa disso. E todos nós vamos ter sede de romance. O que que é romance? carinho, afeto e sexo. Isso aqui são necessidades básicas que todos nós buscamos. Uns mais, outros menos. Uns dão muita vazão e querem muito isso. Outros suprimem, né, reprimem. e às vezes não dão vazão a isso, mas terminam às vezes tendo alguns problemas energéticos por conta disso. Esses instintos eles servem pra gente evoluir, mas quando a gente passa do ponto de equilíbrio, eles nos degeneram. Então, por exemplo, quando eu quero muito poder, eu posso desenvolver orgulho. Quando eu quero muito conforto, eu posso desenvolver avareza. Quando eu quero muito sexo, eu posso desenvolver luxúria. Quando eu quero muito poder e respeito, eu posso desenvolver a ira.
ver orgulho. Quando eu quero muito conforto, eu posso desenvolver avareza. Quando eu quero muito sexo, eu posso desenvolver luxúria. Quando eu quero muito poder e respeito, eu posso desenvolver a ira. no conforto a gula, na questão do reconhecimento à inveja, no conforto à preguiça. Então, cada um desses instintos anteriores, quando eles se degeneram, eles criam uma série de deformações mentais, emocionais e energéticas dentro da gente e até comportamentais, correto? Aí o que que a gente precisa buscar? o ponto de equilíbrio. Mas para eu buscar esse ponto de equilíbrio, eu preciso saber o que tá desvirtuado dentro de mim. Eu preciso saber de repente aonde que eu estou buscando mais poder, mais reconhecimento. Você quer ver um uma busca de poder que é revestido de amor? Um pai e uma mãe autoritária e controlador. Vocês conhecem pai, mãe controlador? Não olha pro lado, por favor. senão a gente vai sair daqui brigado, né? Às vezes o filho também é controlador, o marido é controlador, a mulher é controladora, né? O que que é o controle e excesso? É uma busca de poder degenerada, revestida de cuidado, de amor. E não é, não é cuidado de amor. E por que que eu busco muito poder às vezes de maneira eh degenerada? Porque às vezes eu não fui reconhecido na infância, eu venho com trauma de rejeição. Existem várias explicações para esse processo. Ou às vezes eu quero só eh ter pertencer a alguém e aí com medo de perder eu super protejo essa pessoa. Eu confundo o que que é amor e dependência. A maioria de nós, pais e mães, temos mesclado com o nosso amor pelos nossos filhos dependência emocional. E o que que é a dependência emocional? É quando eu não consigo imaginar vivendo sem aquela pessoa. Se eu não consigo ficar sem aquela pessoa, se aquela pessoa sofre ou se aquela pessoa pode ter o desencarne, eu vou sofrer muito. Aí eu começo a super proteger. E aí, sabe o que acontece? Quando a gente pensa assim, a gente se torna semideus. A gente bota Deus aqui do lado, a gente bota a nossa fé do lado e aí nós vamos
r muito. Aí eu começo a super proteger. E aí, sabe o que acontece? Quando a gente pensa assim, a gente se torna semideus. A gente bota Deus aqui do lado, a gente bota a nossa fé do lado e aí nós vamos controlar tudo. Aí de vez em quando a gente pede ajuda de Deus, pede ajuda da espiritualidade, mas no fundo, no fundo, sou eu que tenho que resolver tudo. Inclusive a gente tem essa sensação o tempo todo. É quando a gente se sobrecarrega, quando a gente centraliza muitas coisas na gente, é quando a gente tira as responsabilidades dos outros, é quando a gente atrofia os outros, porque a gente tá puxando mais responsabilidade pra gente. Então, espiritualizar-se é perceber como é que anda a minha inteligência emocional, quando é como é que anda a minha inteligência relacional, né? Ainda nesse processo de autoconhecimento, o Hamed a gente falou agora, ele traz no livro As Dores das Almas vários tipos de deformações emocionais e mentais através do livro As Dores da Alma. Então você tem aí orgulho, crítica, medo, perda, rigidez, mágoa, culpa. Eu sempre indico esse livro para ler, só que você tem que ler ele várias vezes, porque você vai eh primeiro que a gente não consegue pegar tudo de uma vez, né? Porque é muito tapa na cara, mas a gente vai começando a compreender todo esse processo. E também tem um outro livro que traz pra gente, começa a trazer pra gente um antídoto disso tudo, né? Como é que eu melhoro, OK, Pedro Paulo, eu já sei que eu sou imperfeito, que eu tenho muitos defeitos. Como é que eu melhor isso? Do ponto de vista doutrinário e cristão, falando sobre o espiritismo, que é uma doutrina cristã, que tem o Cristo como referência, no livro Renovando Atitudes, Ramed vai fazer alguns comentários, principalmente sobre as bem-aventuranças que Jesus deixou pra gente. O que que são as bem-aventuranças? É um roteiro terapêutico de transformação, de espiritualização. Quando a gente fala assim, Jesus deixou uma rota, Jesus deixou um plano pra gente melhorar de vida, deixou as
e são as bem-aventuranças? É um roteiro terapêutico de transformação, de espiritualização. Quando a gente fala assim, Jesus deixou uma rota, Jesus deixou um plano pra gente melhorar de vida, deixou as bem-aventuranças, ó. Bem-aventurados pobres de espíritos. E o que que acontece com pobre dos espíritos? Deles é o reino dos céus. Bem-aventurados que choram, porque eles serão consolados. Bem-aventurados brandos e pacíficos que herdarão a terra. Os que têm fome sede de justiça, porque serão fartos. Os misericordiosos que terão misericórdia, os puros de coração que verão a Deus. Os pacificadores, que serão chamados filhos de Deus, e os perseguidos por amor e justiça, que deles é o reino dos céus. Isso aqui é o ponto de vista do roteiro espiritual e doutrinário pra gente, né? Que às vezes a gente até não entende direito essas bemaventuranças porque elas são meio paradoxais, né? Como é que eu vou eu vou ser pobre de espírito e eu vou ter o reino dos céus? Como é que através de uma dor eu vou ser consolado? De um choro eu vou ser consolado. Na hora que a gente chora, na hora que a gente tá sofrendo, a gente pensa que a gente vai ser consolado? Às vezes não. Às vezes a gente acha que aquela dor ali é injusta, né? Que não era pra gente ter. Então a gente pergunta, a gente acha que a gente nunca vai sair dessa dor, a gente se culpa demais. Quando a gente começa a entender a pedagogia da dor, a gente entende que a gente vai ser consolado, que nenhuma dor é eterna. Todo sofrimento, toda dificuldade tem um tempo. A questão é a nossa aceitação, a paciência e a tolerância para lidar com isso. Normalmente as pessoas que são mais impacientes, egocêntricas, egoístas, elas não têm paciência e tolerância. E aí quando elas sentem alguma dificuldade, alguma aflição, o que que acontece com elas? Elas se revoltam, elas se irritam e aí elas xingam, pragueijo, né? Fica o tempo todo revoltada. É a síndroma do Pato Donald. Pato Donald, não sei se vocês lembram, ele vivia o tempo todo de mau humor.
Elas se revoltam, elas se irritam e aí elas xingam, pragueijo, né? Fica o tempo todo revoltada. É a síndroma do Pato Donald. Pato Donald, não sei se vocês lembram, ele vivia o tempo todo de mau humor. Lembra do desenho do Pato Donald? Reclamando, né? Ele nunca tava feliz. Eu um dia desse tava conversando com a minha esposa que assim, eu acho que a aceitação, as dificuldades que a vida nos oferece é um é uma válvula de escape para que a gente não se afunde quando a dor bate na nossa porta ou quando uma dificuldade bate na nossa porta. Porque eu não posso conceber, ou pelo menos eu não vou ter um mundo aonde não tenha dificuldades, aonde não tenha problemas. né? Tudo bem que algumas dificuldades que são colocadas pra gente, a gente pode até questionar, achar que são injustas, que não deveriam acontecer, né? Às vezes a gente até fala: "Pô, mas por que que as pessoas fazem isso? Isso não é lógico, isso não é justo, isso não é inteligente." Às vezes a gente pensa assim, né? Isso aqui podia ser mais prático, mais objetivo, poderia ser mais simples. Por que que complica tanto as complicações, gente? Elas são derivadas de uma coisa chamada diversidade humana. Imagina se todo mundo fosse lógico, inteligente, objetivo e prático. Como é que seria o mundo? Será que seria legal? Para alguns pode ser que sim, para outros não. Porque o espírito ele tem potencialidades diversas. Não existe só a racionalidade, existe a amorosidade, existe a justiça, existe a sabedoria. E nós estamos aqui nesse planeta para desenvolver todas essas habilidades, não apenas uma. Quando a gente desenvolve a lógica, o raciocínio muito bem e fica estacionado nele, chega uma hora que a gente não consegue dar conta. Por quê? Porque a vida vai me forçar a desenvolver outras habilidades. Às vezes eu atendo casais em que um um cônjuge é extremamente racional, o outro é mais afetivo afetuoso. E aí fica uma disputa para saber quem tá certo, quem tá errado. Ninguém tá certo, ninguém tá errado. É uma oportunidade de
m que um um cônjuge é extremamente racional, o outro é mais afetivo afetuoso. E aí fica uma disputa para saber quem tá certo, quem tá errado. Ninguém tá certo, ninguém tá errado. É uma oportunidade de complementariedade. Ah, Pedro Paulo, mas eu falo cinco vezes pra pessoa, a pessoa faz errado. Aí tem o prejuízo e vem para cima de mim. Exatamente. Qual é a lógica disso? Burilar o teu espírito. Você ter mais paciência, você tem mais tolerância. Você aprender a perdoar mais, você perder aprender a ter mais indulgência. Mas aí a nossa soberbia, a nossa arrogância vai aumentando, aumentando, aumentando. Daqui a pouco a gente tá em cima do pedestal, olhando todo mundo de cima para baixo, achando que a gente é superior. Aí eu lembro de Jesus, eu lembro do Chico Xavier. Você imagina o consciente intelectuais desses espíritos? é altíssimo. Jesus existia antes da Terra, imagina o quanto ele tem de inteligência. Aí ele veio há 2000 anos atrás, mais ou menos, no meio de uma galera que tinha 10%, 5% do QI dele. Imagina se ele, ele até de vez em quando ele ficou meio bravo, né? De vez em quando a tolerância dele foi pro saco, mas foi uma vez ou outra. Na maioria do tempo, ele exercitou a tolerância dele. Ah, Pedro, eu não sou Jesus. Eu sei disso. É difícil. É muito difícil, mas a gente precisa buscar algo que seja autossustentável do ponto de vista espiritual e da saúde mental. Sabe por quê? Daqui a pouco a gente vai criar uma ilha. Eu atendo muitas pessoas que elas vão elas vão se incompatibilizando com as outras personalidades e aí elas vão se revoltando, vão descartando as pessoas, vão eh diminuindo as relações, daqui a pouco ela tá sozinha. Ou as pessoas vão se afastando porque também ninguém aguenta, né? Gente soberba, arrogante, ainda que seja muito inteligente, mas não tem inteligência emocional, não tem inteligência relacional. Então, é preciso que a gente pegue essas bem-aventuranças e coloque lá como como de repente metas. Eu não vou conseguir fazer todas as bem-aventuranças, mas algumas eu posso
m inteligência relacional. Então, é preciso que a gente pegue essas bem-aventuranças e coloque lá como como de repente metas. Eu não vou conseguir fazer todas as bem-aventuranças, mas algumas eu posso já começar a desenvolver. E como é que eu faço isso do ponto de vista eh cotidiano, né? Aí o Hamed traz um outro livro que é muito bom chamado Os Prazeres da Alma, onde ele vem trazendo todas as potencialidades do espírito. E ele vem falando lá pra gente como que a gente desenvolve isso, por é importante a gente desenvolver todas essas características, né? A compaixão, a compreensão, o autoperdão, a humildade, o autorespeito, a lucidez, o amor, a diversidade, a empatia. São vários princípios que eu preciso trabalhar a ponto de pensamentos, sentimentos e atitudes. Você criar um filho, um filho rebelde, um filho que dá muito problema, se você não compreender esse filho do ponto de vista do nível evolutivo dele a partir de um processo reencarnatório, você não dá conta. Ou você se enche de culpa e se acha um lixo, ou você vai ficar batendo de frente com ele o tempo todo, querendo controlar ele, querendo botar ele numa coleira. Todos nós estamos aqui baseado na caminhada eterna que a gente tem. Hoje eu tenho alguns valores dentro de mim, mas talvez faz pouco tempo que eu adquiri esses valores. Pode ser que vidas passadas eu não tinha esses valores e eu devo ter aprontado muito com muita gente, entende? Uma vez a gente tava fazendo um trabalho eh mediúnico e eu coordenava o grupo e eu tava meio impaciente com algumas pessoas no grupo. Aí o espírito chegou através do médio, virou para mim e disse assim: "Pedro Paulo, tenha paciência, tenha paciência com os outros. Da mesma forma que a gente teve paciente para paciência para te tirar lá da onde tu tava e te colocar aí. Pra gente hoje ter uma condição mais equilibrada, muitas pessoas nos ajudaram, muitos fatos aconteceram, mas às vezes a gente esquece disso, né? A gente acha que tudo é nosso mérito, que eu faço sozinho, que eu sei sozinho,
condição mais equilibrada, muitas pessoas nos ajudaram, muitos fatos aconteceram, mas às vezes a gente esquece disso, né? A gente acha que tudo é nosso mérito, que eu faço sozinho, que eu sei sozinho, que eu entendei sozinho, que eu conquisto sozinho. Não, ninguém anda sozinho. Ninguém conquista nada sozinho, nada, absolutamente nada na nossa vida a gente conquista sozinho. A gente dá a nossa participação, a gente tem o nosso esforço e tem o mérito por isso, mas a gente tem muita ajuda. Eu costumo falar que a vida é 50 50, fifth. 50% eu faço, 50% é a vida e as leis que me ajudam. Até quando eu erro, até quando eu caio, a vida me ajuda. Existem mecanismos que movimentam a gente para isso. Por isso que a oração de São Francisco pede para que a gente console mais do que seja consolado, compreenda mais do que seja compreendido, perdoe mais do que seja perdoado. Porque muitas das vezes nós precisamos da indulgência e da misericórdia alheia, né? E aí, diferentemente do orgulho, veio o conceito da humildade, que é o claro reconhecimento do que eu sou, de quem sou realmente este seguido por um esforço sincero de aquilo que eu poderia ser. O orgulho, ele diz, ou eu sou tudo, eu sou nada. A humildade não. Ela diz assim, Pedro Paulo, olha, tu é muito bom nisso, nisso e nisso, mas tu é muito ruim nisso, nisso e nisso. Só que se tu pegar o que tu é bom e trabalhar o que tu não é bom, tu pode ser melhor. É mais lógico, né? Mas o orgulho não deixa a gente fazer isso. Quando vai paraa parte do que a gente é ruim, o orgulho não aceita. Vou dar um exemplo para vocês. Pensa aí em alguém que vocês conheçam que é barraqueiro, que gosta de tretar o tempo todo. Bota aí na mente de vocês. É só um, não precisa vários, não. Só um, tá? pega essa pessoa e diz para ela que ela é barraqueira e vê se ela aceita que ela é barraqueira ou barraqueiro. Dificilmente o barraqueiro aceita que ele é barraqueiro. Ele vai trazer uma série de autojustificativas externas pra reação dele de irritabilidade,
se ela aceita que ela é barraqueira ou barraqueiro. Dificilmente o barraqueiro aceita que ele é barraqueiro. Ele vai trazer uma série de autojustificativas externas pra reação dele de irritabilidade, de cólera, de raiva, de explosão. Por quê? Porque o orgulho não deixa ele admitir isso. Ele ainda tá fechado numa arrogância, numa vaidade. Assim somos nós. Muitos desses defeitos aqui, ó, que Ramed fala aqui, ó, nós temos e é difícil a gente a gente verificar. Por exemplo, inveja, ah, eu não sou invejoso. Mentira. mentiroso. E a pessoa diz assim: "Eu sou mentiroso e quem não é?" "Ah, mas a minha mentira ela é pequenininha". Opa. Então quer dizer que você já tá customizando o defeito, porque defeito é defeito. Tudo bem, pode ter defeito que é mais grave, outros medianos e outros mais simples, mas é um defeito. Lembra da história da mulher adúltera quando quando chegou lá para ser apedrejada? E aí perguntaram para Jesus, né, se tocava pedra nela ou não. O que que Jesus falou? Quem não tiver pecado que atire a primeira pedra. A gente até hoje não entendeu isso. Continua jogando pedra. Sabe por que a gente joga pedra? Porque quando a gente joga pedra, a gente desfoca o nosso defeito e bota o defeito no outro. É por isso, na hora que a gente entender mais dos nossos defeitos e começar a cuidar deles, a gente para de jogar, porque a gente vai entender o trabalho e a dificuldade que é pra gente se libertar de um defeito. Só que a gente prefere ficar olhando o defeito do outro e a gente precisa olhar pro nosso, né? Bom, a partir disso, qual é o nosso processo evolutivo? O Kardec perguntou dos espíritos, como é que a gente evolui. E aí os espíritos falaram da escala espírita. Eles disseram que a a nossa evolução ela se dá de diversas formas, de diversas maneiras. Não existe um único caminho, né? Mas por questões didáticas ele explicou que vão existir espíritos de terceira ordem, que são os espíritos imperfeitos, o de segunda ordem, os bons espíritos e o de primeira ordem, que são os
inho, né? Mas por questões didáticas ele explicou que vão existir espíritos de terceira ordem, que são os espíritos imperfeitos, o de segunda ordem, os bons espíritos e o de primeira ordem, que são os espíritos puros. E cada classe dessa tem a sua subclassificação. Os espíritos de terceira e de segunda ordem, por eles serem perfeitos, eles vão precisar reencarnar. Somos nós que estamos aqui. Os espíritos de primeira ordem, eles só encarnam em caso de missão. Por quê? Porque eles não precisam mais se depurar através da reencarnação. É o caso de Jesus, é o caso de vários espíritos que vieram na terra. às vezes até de maneira anônima, eles não precisam mais estar aqui. Não sei se vocês sabem uma historinha aqui da do espiritismo. O espírito que é o coordenador desta casa chama-se Bezerra de Menezes. E Bezerra de Menezes é um espírito desde a época do Cristo. Ele foi Zaqueu. E ele passou por várias situações, várias experiências. Tem até um livro falando sobre as vidas e as encarnações dele. E depois que ele desencarnou a última vez, foi quando ele teve aqui como médico no Brasil, ele foi chamado por Nossa Senhora e Nossa Senhora disse: "Meu filho, você não precisa mais reencarnar, você já tá na categoria dos espíritos puros." E ele disse: "Olha, eu eu agradeço muito." Ela disse: "Você já pode ir para outros planetas mais elevados, fazer outras coisas, aprender outras coisas. Ele disse: "Eu agradeço muito, mas enquanto tiver gente sofrendo no Brasil, eu quero ficar aqui na terra". É um é o caso de um espírito que evoluiu muito a ponto de hoje ele ser um missionário, né? Ainda do ponto de vista do plano espiritual, mas ele é um missionário. Se ele reencarnar novamente, ele vai ser um missionário e não precisa mais ser depurado. E isso acontece muito, né? Porque conforme a gente vai evoluindo, a nossa inteligência social, espiritual, ela aumenta muito. Nosso coeficiente aumenta muito nesse sentido. E aí eu já não me preocupo só comigo, eu me preocupo comigo e com todo mundo.
vai evoluindo, a nossa inteligência social, espiritual, ela aumenta muito. Nosso coeficiente aumenta muito nesse sentido. E aí eu já não me preocupo só comigo, eu me preocupo comigo e com todo mundo. Isso é natural, não é forçado, né? Então o Kardec fala que existe essa classificação desses espíritos, né? E aí a gente pergunta assim: "Tá, Pedro Paulo, e como que eu desenvolvo isso?" Aí a gente tem aqui o conceito que eu trago das múltiplas inteligências que eu tô falando aqui, inteligência relacional, inteligência social, que são essas aqui, ó. Eu tenho inteligência mental, corporal, emocional, espiritual, relacional e social. Às vezes a gente diz assim: "Ah, fulano é muito inteligente". Ou então a gente diz assim: "Eu não sei como é que fulano é inteligente desse jeito e faz essa coisa horrível". É porque às vezes ele tem a inteligência cognitiva, mas ele não tem inteligência social, ele não tem inteligência relacional, ele não tem inteligência espiritual, ele só tem inteligência cognitiva. O que que é inteligência cognitiva? Aqui, ó, a mental, habilidade de perceber, aprender, interpretar e decidir usando ideias, conceitos e construções mentais. Que que é a nossa cognição? Memória, percepção, linguagem, reflexão e pensamento. Tem gente que usa isso aqui fantástico, né? Com que lá em cima, mas não consegue, por exemplo, fazer caridade. Por quê? Porque ele usa essa inteligência só a seu serviço. Ele acha que ele não tem que fazer nada para ninguém. Ele faz para ele. E assim vivem muitos de nós. Ah, Pedro Paulo, eu faço, eu me preocupo. Esses dias eu tava conversando com as pessoas e a gente tava falando sobre caridade. Aí uma pessoa disse bem assim: "Eu me preocupo com esses problemas todos que a terra tá acontecendo". Aí eu disse assim: "E você faz o quê?" Ele disse: "Eu me preocupo". Né? Ó, o conceito de inteligência social, né? Eu me preocupo. Se eu me preocupo, eu já tô fazendo alguma coisa, né? É, pelo menos a gente tá se preocupando, né? Pelo menos a gente tá com dó das
cupo". Né? Ó, o conceito de inteligência social, né? Eu me preocupo. Se eu me preocupo, eu já tô fazendo alguma coisa, né? É, pelo menos a gente tá se preocupando, né? Pelo menos a gente tá com dó das outras pessoas, sei lá, piedade, já é alguma coisa. Só que a gente precisa hoje, no nível de consciência e de informação que a gente tem, a gente precisa ir além. Não adianta só eu me preocupar, correto? Eu me preocupo com o lixo que tem no mundo que vai pros oceanos e os bichos terminam sendo prejudicados. Eu me preocupo com isso. E o que que eu tenho que fazer minimamente? Eu tenho que separar o lixo, né? O lixo orgânico do lixo reciclável, porque aí o lixo reciclável não vai se misturar com orgânico, não vai eh poluir a natureza e ainda pode gerar renda e outros processos. Tem coisas que são simples pra gente fazer, porque eu acho assim, tudo na vida é cíclico, o que vai volta, né? É tipo bumerangue. Tudo, tudo na vida é cíclico. Se eu não consigo fazer algo por esse ecossistema que eu vivo, eu vou terminar sofrendo as consequências disso. E eu sou o coparticipante disso. É óbvio que cada um tem a sua responsabilidade, maior ou menor, né? A gente sabe disso, a gente não vai conseguir fazer tudo. E não é pra gente fazer tudo. Mas tem aquela historinha que vocês, alguns de vocês devem conhecer que tem uma pessoa que tá pegando as estrelas do mar e jogando pro mar, na praia, pro mar. Tem milhares de estrelas do mar na praia e ele vai lá e pega cada estrela e vai jogando. E alguém chega e pergunta para ele: "Para que que você tá fazendo isso?" Ele disse: "Pas estrelas voltarem pro mar e não morrerem aqui na praia". Aí ele disse assim: "Mas tem milhares". Ele disse: "OK, eu vou fazer o que eu consigo". Entendeu? Porque eu não preciso ser tudo ou nada, eu preciso fazer aquilo que eu consigo minimamente. É a mesma coisa em relação à saúde mental, a inteligência emocional, que é a capacidade que eu tenho de autogerir e autocontrolar minhas emoções, de autoperceber as minhas emoções e de
go minimamente. É a mesma coisa em relação à saúde mental, a inteligência emocional, que é a capacidade que eu tenho de autogerir e autocontrolar minhas emoções, de autoperceber as minhas emoções e de autocontrolar. Você tava falando agora sobre barraqueiro. Eu tenho uma alma barraqueira dentro de mim. Tem, graças a Deus, nunca filmaram e botaram na rede social, senão a comunhão nunca mais deixa eu vir para cá. E já há algum tempo que eu reconheço isso e o reconhecimento disso tem me trazido alguns comportamentos diferentes. Esses dias eu tava, eu tava lá na Chapada, que minha filha mudou para lá e a gente mandou instalar a internet lá na casa dela. E aí tava demorando, a gente já tinha vários dias que tinha mandado e tal. Eu tava ligando para monitorar, as pessoas diziam que iam, aquela história de de prestador de serviço, né? vai, não vai, vai sei que hora, não sei o quê, você para o dia inteiro. E aquilo foi naturalmente me irritando, me frustrando, até porque eu ia ficar lá só esse dia e tinha que vir embora para cá, justificando a minha a minha frustração, né? Pois bem, teve uma hora que eu peguei o carro, eu digo, eu vou lá, por telefone não resolve, eu vou lá resolver. E já fui começando a me inflamar. Ao mesmo tempo, eu fui dizendo: "Tu não vai discutir com ninguém, tu não vai brigar com ninguém, né? Não vai criar confusão com ninguém, para de ficar querendo fazer barraco. Só que o nervosismo tava dentro de mim. Cheguei lá, falei com a atendente, atendente, é se quer, se quer. Eu vi que ela não ia resolver. Eu disse: "Você pode chamar sua gerente, por favor?" Aí ela foi lá chamar a gerente. Foi a minha salvação. Ela levou uns 5 minutos paraa gerente vi. Nesses 5 minutos já tem uma galera que anda comigo, né, para me ajudar, que eu eu peço para eles me ajudarem. Aí começaram a falar comigo, te autorregula, não vai fazer barraca, pelo amor de Deus. Aí eu disse: "Como?" Ele disse: "Respira". Aí eu comecei a respirar e fui comecei a andar e respirar, andar e respirar, andar e respirar, andar e
autorregula, não vai fazer barraca, pelo amor de Deus. Aí eu disse: "Como?" Ele disse: "Respira". Aí eu comecei a respirar e fui comecei a andar e respirar, andar e respirar, andar e respirar, andar e respirar no tempo que levou lá pra pessoa vir. Porque vocês concordam comigo que esse é um tipo de problema que não é o pior problema do mundo, não é? dentro de uma escala de problema é um problema leve, OK? Se não botasse a internet lá, isso faz parte aí do processo todo. Enfim, mas a minha reação, ela teria que ser proporcional ao tamanho desse problema. E aí é uma questão de autopercepção. Primeiro eu perceber, cara, eu estou reagindo desproporcionalmente ao tamanho desse problema. Eu não preciso ficar desse jeito. Ah, Pedro Paulo, mas tu é assim, é, mas é um problema que eu tenho que resolver, não jogar pros outros, né? E aí eu comecei a respirar, respirar, respirar, respirar, respirar até que a gerente chegou e eu não fiz barraco, graças a Deus. Eu só falei firme com ela. Eu falei firme com ela. Graças a Deus que ela era mansa, porque quando tu é brabo e pega um outro brabo, aí aí a probabilidade de barraca é 100%, né? Ainda mais quando vem alguém brabo, errado, querendo ter razão. Aí lascou-se. Mas aí eu fui, falei com ela e tal, falei para ela: "Olha, poxa, eu fiquei assim, assim assado, né?" Falei para ela, "Eu acho que vocês deveriam tentar ver se pega alguém aí, porque já tinha passado o horário de trabalho deles, faz uma hora extra e vai instalar esse negócio lá." É simples. Resolveu que ela foi lá e instalou. Mas nem sempre acontece assim. Às vezes a gente pode ficar bravo do jeito que foi, não vai acontecer, né? a gente vai ter que aceitar a realidade que se impõe. Então essa questão da autopercepção, ela é muito importante. Por que, gente? A gente não controla aquilo que a gente desconhece. Se eu acho que eu não sou barraqueiro, se eu acho, se eu não sou nervoso, eu não vou controlar, eu não vou mudar, né? Se eu acho que eu sempre sou uma pessoa certa, correta, que todo mundo é idiota,
. Se eu acho que eu não sou barraqueiro, se eu acho, se eu não sou nervoso, eu não vou controlar, eu não vou mudar, né? Se eu acho que eu sempre sou uma pessoa certa, correta, que todo mundo é idiota, burro, tá errado, eu não tenho que mudar. Quem tem que mudar são os outros. Não é assim que funciona. Agora, a partir do momento que eu percebo que a dificuldade também tá dentro de mim, aí a minha consciência se amplia e a minha consciência ampliada, ela vai me cobrar. E isso tem a ver com espiritualidade, saúde mental, entende? no sentido de eu trazer a minha autorresponsabilidade sobre as minhas emoções boas e ruins, assertivas e deformadas dentro desse processo. Por quê? através dessa dessa consciência sobre si, a gente começa a ter uma melhor capacidade de relação. Eu desenvolvo a minha inteligência relacional, porque, por exemplo, uma das coisas que eu já não faço mais, inclusive na hora que eu falei com a atendente, nesse caso, eu tava reclamando, eu tava chateado, eu disse para ela: "Você me desculpa, você não é responsável por isso, mas já que você tá aqui, eu tenho que falar isso para alguém. Mas eu tive um um certo cuidado de ter uma empatia com aquela pessoa, porque aquela pessoa não é responsável, correto? O dono da empresa que é responsável, mas às vezes a gente chega no atendente, joga tudo. Por quê? Porque eu tô só em função do meu sentimento. Eu não tô percebendo que as outras pessoas não estão vivendo o que eu tô vivendo e não tem responsabilidade sobre isso, né? é quando eu tenho uma inteligência relacional. Da mesma forma que eu preciso perceber o meu corpo, a questão da autorregulação da da respiração ajudou a oxigenar, porque quando a gente respira, o que que acontece? Eu oxigeno mais o meu cérebro e oxigenando o meu cérebro, eu diminuo a aceleração dele. Do ponto de vista neurológico, há uma transformação, né? a gente consegue diminuir aquele monte, aquela avalanche de pensamento que vem ao mesmo tempo. Então, eu preciso ter uma inteligência corporal, eu preciso ter uma
eurológico, há uma transformação, né? a gente consegue diminuir aquele monte, aquela avalanche de pensamento que vem ao mesmo tempo. Então, eu preciso ter uma inteligência corporal, eu preciso ter uma inteligência social. Lembra que eu falei agora sobre o meio ambiente, sobre o ecossistema? Se eu não quero, por exemplo, que eh alague os boeiros, né, quando chove tudo mais, eu não jogo lixo na rua. Agora, é muito fácil reclamar, né? Muit das vezes, eu não tô falando de governo A, B ou C, mas a gente reclama do governo, mas pra gente fazer minimamente a nossa parte, que é pegar o nosso lixo, às vezes, se não tem o lixo perto, bota no teu bolso, bota no teu carro e depois você joga algum canto. Você tá contribuindo pro teu ecossistema de doença, de alaramento, de uma série de coisas. Isso é espiritualidade, saúde mental também. Isso é inteligência social. Quando eu percebo, por exemplo, que eu posso fazer alguma coisa pela sociedade que diminua a violência, que diminui os conflitos. Você sabia que se você tirar um domingo, uma tarde ou uma manhã por mês para pegar uma criança, um grupo de crianças da periferia e levar ela para uma tarde de lazer, você tá diminuindo significamente a criminalidade. Vocês sabiam disso? uma tarde ou uma manhã. Se você pegar uma criança de periferia e levar para uma brincadeira, levar para alguma coisa ou um grupo de criança, você tá diminuindo muito a criminalidade. Isso é matemático. Eu já falei aqui. Vamos supor que um jovem que mora na periferia, ele passa a vida inteira recebendo todo tipo de violência, violência física, sexual, moral, psicológica. vulnerabilidade social, né? Não tem casa direito, não tem uma comida que nutra, não tem eh sistemas básicos. Vocês concordam que a vida dessa pessoa ela vai ser muito difícil, né? O pai alcólatra, a mãe o tempo todo trabalhando, fora de casa, você tendo que se virar, crianças se tornando adultas cedos para cuidar dos outros, dos irmãos. Você tem todo tipo de problema aí. Aí quando essa criança chega na
tempo todo trabalhando, fora de casa, você tendo que se virar, crianças se tornando adultas cedos para cuidar dos outros, dos irmãos. Você tem todo tipo de problema aí. Aí quando essa criança chega na adolescência lá pelos seus 14, 15 anos, ela vai receber um convite da criminalidade. Às vezes um traficante ou alguém vai dizer para ela assim: "Olha, você tem como ter um tênis bacana, uma roupa legal, você tem como ter uma vida melhor, é só você vir aqui comigo que eu te ensino. Eu tô falando alguma coisa irreal aqui para vocês? Não, esse esse processo ele ocorre, né? Aí a criança ou adolescente, e outra coisa, eles eh normalmente eles dão a droga de graça no início. Eh, para uma mente perturbada, para uma mente sofrida, um baseado de maconha, o álcool, um Viper, né, que é o cigarro eletrônico, qualquer tipo de substância química, ela amortece essa dor. É como se fosse um tranquilizante, é como se fosse um ansiolítico, um remédio para ansiedade. E aí muitas famílias elas perdem o time porque elas condenam a droga, mas elas não entendem que a droga tem um efeito positivo iniciante na vida de um jovem. Só que elas não trabalham a causa desse problema. E aí elas ficam combatendo a droga, não resolve a causa do problema mental de muitos adolescentes e o adolescente fica sem o que fazer. Pois bem, o crime vai lá e chama ela. Aí ela tem que decidir se ela vai ou se ela não vai, se ela vira um criminoso ou não. E aí ela olha pra vida dela, só tem tragédia, só tem coisa ruim. Ela diz assim: "Ele tá, primeira pessoa que tá me oferecendo uma coisa boa, eu vou. OK? Vamos pegar essa mesma criança que a gente pegou uma vez por mês e brincou com ela e trouxe afeto, trouxe carinho e etc. Uma vez por mês no ano dá quantas vezes? 12, não é isso? 15 anos você fazendo isso com essa criança. 15 x 12 dá 180. Eu sou bom de matemática, eu sou psicólogo, eu entendo um pouco de matemática. 180 vezes que essa criança vai ter uma uma lembrança, uma memória afetiva, positiva na vida dela. Quais são as memórias afetivas da
de matemática, eu sou psicólogo, eu entendo um pouco de matemática. 180 vezes que essa criança vai ter uma uma lembrança, uma memória afetiva, positiva na vida dela. Quais são as memórias afetivas da infância de vocês? Normalmente é com afeto, com brincadeira, com avó, com avô, né? Todas essas lembranças ficam na nossa mente, ficam gravadas, impregnadas. Aí essa criança, ela teve 180 lembranças positivas. Aí o o tráfico vai chamar ela e vai dizer assim: "Olha, essa vida não presta. Ninguém cuida de ti, ninguém liga para ti." Que que ela vai fazer? Ela vai comparar o que ela recebeu com o que ele tá ofertando. A probabilidade de ela rejeitar o tráfego é muito maior do que daquela criança que não teve nenhuma lembrança afetiva. Ou seja, se cada um de nós tirar uma tarde no mês, uma tarde no mês ou uma manhã no mês para gerar lembrança afetiva na cabeça das crianças que estão em situação de vulnerabilidade social, a gente pode estar diminuindo o crime. Faz sentido ou eu tô falando alguma coisa errada? Faz. Eu dependo do governo para isso? Não. Eu dependo de política pública? Não. Eu dependo de polícia para isso? Não, eu não dependo. Eu dependo apenas da minha inteligência social de perceber que se eu colaboro de alguma forma, eu mudo. Ainda que seja a médio e longo prazo, a minha pequena ação, ela tem um impacto. Mas o que que às vezes a gente fica fazendo? Não, isso aí é um problema do governo, é um problema da sociedade, é um problema disso, é um problema daquilo para justificar a nossa zona de conforto. Lembra do instinto de conforto? Quando ele fica degenerado, eu vou ficar cuidando só da minha vida. Se os outros tiverem ou não, é outro problema, né? E por último, a gente vai ter a inteligência espiritual. A gente falou da inteligência mental, emocional, relacional, a corporal, a social e a inteligência espiritual. A inteligência espiritual é a capacidade que eu tenho de perceber, de ter consciência de que existe um plano invisível que é muito superior ao que eu possa compreender
ial e a inteligência espiritual. A inteligência espiritual é a capacidade que eu tenho de perceber, de ter consciência de que existe um plano invisível que é muito superior ao que eu possa compreender e que esse plano espiritual, ele tem leis que regulam as frequências energéticas do mundo e que conforme eu vou decidindo atuar na minha vida, vida, eu vou podendo ter acesso a frequências diferentes, desde as frequências mais baixas e negativas até as frequências mais altas. Isso é inteligência espiritual, inteligência energética e que tudo está em função dessas frequências, dessas faixas, independentemente de religião, independentemente de credo, independentemente de capacidade intelectual, de poder financeiro. A inteligência espiritual é o compreender que a vida ela é controlada por leis sábias, justas, amorosas e caridosas. Quando eu compreendo isso, eu não temo. O medo diminui. Eu vejo muitas pessoas falando: "Ah, porque vamos pegar aqui, né, agora o Trump tá aí, vai acabar com tudo, não sei o quê". Aí eu falo assim para as pessoas, quem é Trump na fila do pão diante de tantos ditadores que o planeta já teve, que tinham exércitos enormes e que invadiam e dizimavam populações. Quem é o Trump? Nada. E aonde estão os ditadores de antigamente? Por que que os ditadores de antigamente não dominaram todo mundo e mantiveram a sua dinastia de poder por gerações e gerações? Porque o mal ele é passageiro. O bem ele é algo que vai sempre se sobrepor ao mal. Acreditamos ou não? Mas se a gente tiver dúvida, é só a gente olhar os indicadores do mundo. Todos os indicadores evolutivos do mundo são crescentes em todas as áreas, inclusive das guerras. Por que que a gente tem medo? Porque a gente há pouco tempo, mais ou menos uns 100 anos, 150, 160 anos, do Iluminismo para cá, as ciências vê começando a estabelecer leis e diretrizes de convivências pacíficas, mas é pouco tempo. Por isso que de vez em quando aparecem as guerras, aparece uma coisa aqui ou ali. Mas se a gente entender do que era antes, tipo 300 anos
eis e diretrizes de convivências pacíficas, mas é pouco tempo. Por isso que de vez em quando aparecem as guerras, aparece uma coisa aqui ou ali. Mas se a gente entender do que era antes, tipo 300 anos para trás para agora, a gente vive no mar de rosa. Porque vocês concordam comigo que com o arsenal que o Trump tem hoje de armas, se ele quisesse dominar toda a América, ele já teria dominado. A gente tava agora todo mundo sitiado aqui. Por que que isso não acontece? Porque ele não quer. Não sei. Pode ser. Pode ser que sim, pode ser que não, mas eu acredito que porque existem leis maiores que coordenam e controlam tudo isso. Nada acontece de maneira aleatória, inclusive as guerras. E isso tá no livro dos espíritos, que fala sobre os conflitos e as guerras e na filosofia espírita que explica a utilidade providencial das guerras. O que a gente precisa compreender é que não existe um mundo dicotômico de bem e mal. Não existe uma luta entre o bem e o mal. O que existe é um processo evolutivo da luz pelas sombras. E esse processo evolutivo, ele não tá fora da gente, ele está dentro da gente, correto? Porque se eu me coloco numa condição que, apesar das ameaças que o mundo me oferece, eu me mantiver minimamente tranquilo, confiante, me entregando a uma providência maior, uma inteligência maior, eu estou blindado em relação a qualquer tipo de dificuldade interna. Eu pego a minha espiritualidade e transformo em saúde mental. Agora, se eu acredito em Deus, mas quando acontece qualquer notícia, eu já começo a achar que vai acabar tudo, eu boto Deus para escanteiro, existe algum problema de conceito na sua espiritualidade e na sua saúde mental, entende? E tudo bem a gente ter essa dualidade. Nós estamos no meio do caminho nesse processo, mas é preciso que a gente tenha consciência. Pô, pera aí. Se eu tô aqui ficando, né, desesperado só porque a mulher não botou a internet na minha casa durante 24 horas, tem alguma coisa dentro de mim que eu tenho que ajeitar, né? E que através dos conceitos
Se eu tô aqui ficando, né, desesperado só porque a mulher não botou a internet na minha casa durante 24 horas, tem alguma coisa dentro de mim que eu tenho que ajeitar, né? E que através dos conceitos espirituais e doutrinários e do autoconhecimento, eu consigo regular isso, como eu regulei no dia que eu fui lá reclamar. Às vezes a gente consegue, às vezes a gente não consegue, mas é através de tentativas de erros e acertos que Darwin fala que se compõe a lei da evolução. E todos nós estamos inclusos nessa lei. Por isso, mais do que nunca, eu acho que diante dessas possibilidades todas de crescimento, de entendimento, de erros, de acertos e principalmente do amparo que a gente tem, eh, de de leis que ajudam a gente a crescer, eu posso começar a criar dentro de mim uma esperança primeiro comigo, dentro de mim, dizendo assim: "Cara, eu posso melhorar, eu já fui muito ruim. ruim. Eu já fiz muita besteira, de vez em quando eu faço vacilos, mas eu posso melhorar e eu tenho esta vida e a eternidade para isso. Não quer dizer que eu vou me acomodar todos os dias. Hoje, até a hora de eu dormir, eu tenho uma meta, tentar me melhorar. Porque é só o dia de hoje que eu posso fazer isso, seja comigo, seja com a minha família, seja com a sociedade, seja com o planeta, seja com o que for, acreditando e olhando a lei da vida e a história da vida, que Deus sempre, sempre ampara e ajuda o nosso processo evolutivo através de todos os seus executores, que são os espíritos perfeitos, os espírit espíritos puros, até os imperfeitos fazem parte desse processo. Então eu rogo aqui que Jesus, que Maria, que toda a espiritualidade amiga, que Bezerra de Menezes que que quis ficar ainda ajudando o nosso país e todo o planeta, que possa nos ajudar no momento de cólera, no momento de inconsciência, de ignorância, mas que também possa fazer com que a gente se regogize no momento das nossas vitórias. Quando a gente percebe que a gente não era mais como antes e que o desejo de mudar, ainda que seja
de ignorância, mas que também possa fazer com que a gente se regogize no momento das nossas vitórias. Quando a gente percebe que a gente não era mais como antes e que o desejo de mudar, ainda que seja difícil, que a gente continue motivando, que a gente continue alimentando. Eu vou mudar, não importa minha idade, não importa minha condição, eu vou melhorar de alguma maneira. E é isso que eu quero para mim, peço para mim e peço para todos nós. Gente, muito obrigado pelo silêncio, pela compreensão, pela participação de todos aqui. Quem tá também no YouTube. Se eu falei alguma coisa aqui que vai contra aquilo que Jesus disse, apaguem. Mas se de repente alguma coisa que foi falada aqui ajude vocês a se aproximar dele, tentem aplicar. Um bom retorno à casa de todos. Bom final de semana, até a próxima, se Deus quiser. Muito obrigado. >> Obrigada, Pedrinho. E Bezerra de Menezes vai ser aquele, né, que depois que todo brasileiro tiver feliz, ele vai dizer: "Ah, mas tem o argentino, mas tem o americano, mais tem o israelense, o palestino". E assim ele vai ficando até a última ovelha do mundo. Ser feliz. Essa alegria, vamos elevar nosso pensamento ao nosso mestre Jesus, agradecendo esse momento de paz, de tranquilidade para as nossas mentes, onde percebemos também muitos daqueles espíritos necessitados da saúde mental que aqui se encontram, sendo tratados pela espiritualidade amiga, pelas palavras aqui ouvidas, pela energia de esperança pela energia de compreensão dos nossos erros e da oportunidade de crescimento que temos. Que todo Senhor possamos aquiietar as nossas mentes, sintonizar com o bem e fazer a nossa parte na construção de um mundo melhor. Dessa forma, nossa mente se tranquilizará, nossos neurônios conectarão melhor, nossos hormônios se intercorrelacionarão com os nossos órgãos físicos e perespirituais para que a nossa vida seja mais leve, mais tranquila e mais equilibrada. E assim, Senhor Jesus, pedimos permissão para encerrarmos a palestra da tarde de hoje sobre a tua
gãos físicos e perespirituais para que a nossa vida seja mais leve, mais tranquila e mais equilibrada. E assim, Senhor Jesus, pedimos permissão para encerrarmos a palestra da tarde de hoje sobre a tua permissão e a permissão do nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, dirigente espiritual da comunhão espírita de Brasília. Que assim seja, queridos amigos. Nossa querida Andreia vai chamar pro passe um bom final de semana. Fica com Deus sobre a proteção do nosso mestre Jesus. da comia. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, [música] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra,
Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os [música] nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado [música] seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, [música] calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. [música]
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